BIBLIOLOGIA

VERSÕES E TRADUÇÕES

“... como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes TORCEM, e igualmente AS OUTRAS ESCRITURAS, para sua própria perdição.” (2 Pe 3:15-16 ACF)

Seleção de textos e pesquisa: Humberto Fontes

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ÍNDICE

TÍTULO Introdução Bibliologia Ataques do inimigo à Palavra de Deus Bibliologia do Senhor Definição da inspiração e preservação das Escrituras O processo de preservação da Bíblia Declarações de fé sobre a Doutrina da Preservação Providencial das Escrituras Confissão de Fé de Westminster (1643-48) Confissão de New Hampshire (1833) Confissão Batista de Londres, de [1677 e 1689] Formas de tradução da Bíblia Tradução por equivalência formal Tradução por equivalência dinâmica A história do texto do Novo Testamento em grego Outros nomes para o Texto Recebido O Texto Recebido vai até aos confins da Terra A versão do Rei Tiago O inglês da Bíblia do Rei Tiago JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA Um texto (em grego) diferente é exaltado numa hora de apostasia Os principais editores do NT em grego baseados no Texto Crítico J.J. GRIESBACH J.L. HUG KARL LACHMANN SAMUEL TREGELLES CONSTANTIN TISCHENDORF BROOK FOSS WESTCOTT e FENTON JOHN ANTHONY HORT Códice Sinaiticus Códice Vaticanus Objeções aos Códice Sinaiticus e Vaticanus Notas textuais nos rodapés das Bíblias alexandrinas (baseadas no TC ou WH) solapam a fé Colchetes nas Bíblias, o que significam? Membros das Sociedades Bíblicas Unidas / Sociedade Bíblica do Brasil

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Bruce Metzger Carlo Maria Martini Eugene Nida Eberhard Nestlé Kurt Aland Robert Bratcher Atualizações (baseadas ou não no TR) da Almeida, no BRASIL A superioridade do TR O problema das versões modernas O problema da corrupção O problema da autoridade Vastas omissões nas versões modernas Corrupções doutrinárias nas versões modernas As versões modernas enfraquecem a doutrina da divindade de Cristo As versões modernas enfraquecem a doutrina da propiciação As versões modernas enfraquecem a doutrina do jejum “Erros” nas versões modernas Versões mais comuns da Bíblia Cronologia das Bíblias falsas e escandalosas de Gênero Neutro (ou seja FEMINISTAS!) Algumas comparações das versões mais conhecidas Algumas considerações sobre algumas das versões mais comuns hoje Almeida Revista e Atualizada - ARA Bíblia de estudo Almeida Bíblia na Linguagem de Hoje (ou seria: “na linguagem horrenda?”) Nova tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) Nova Versão Internacional (NVI / NIV) Bíblia de Genebra “em português” Bíblia Boa Nova Bíblia Vida Nova anotada por Russell Shedd A importância de se ter uma tradução confiável para o ensino da Palavra de Deus DAVID OTIS FULLER Conclusão Bibliografia

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4 Introdução Nada é mais importante na vida do crente e da igreja do que a Bíblia. Ademais, uma vez que não temos os escritos originais dos profetas e dos apóstolos, e já que muito poucos de nós somos fluentes em hebraico e grego, então dependemos de traduções. As informações que se seguirão, a respeito das versões da Bíblia, devem ser bem entendidas por cada crente. Se um homem não confiar absolutamente em [todas] as palavras da sua Bíblia, ele não tem nenhuma autoridade infalível para sua vida. Seja cuidadoso, e seja sábio. “Examinai tudo. Retende o bem” (1 Ts 5:21). Temos que seguir o padrão dos bereanos: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim. A tua palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos teus juízos dura para sempre.” (At 17:11 ACF) Bibliologia A Bibliologia (isto é, a doutrina da Escritura) exige termos precisos. Em vista do fato destes termos poderem significar coisas diferentes para pessoas diferentes, vejamos as seguintes definições para alguns dos mais significantes termos da Bibliologia: - Inspiração se refere a "o processo pelo qual o Espírito Santo influenciou os escritores das Escrituras para registrarem acuradamente Suas Palavras, o produto sendo a inspirada Palavra do [próprio] Deus" (Thomas M. Strouse, The Lord God Hath Spoken: A Guide to Bibliology, Virginia Beach, V.A: Tabernacle Baptist Theological Press, 1992, p. 38). - Autógrafos se referem aos escritos originais, tanto do Velho Testamento (VT) como do Novo Testamento (NT). - Infalibilidade se refere à inabilidade dos autógrafos conterem erros ou errarem. - Inerrância se refere ao fato de que os autógrafos não têm nenhum erro (R.C. Sproul, Explaining Inerrancy: A Commentary, Oakland, CA: International Council on Biblical Inerrancy, 1980, p. 25). - Preservação se refere à Preservação Providencial, [perfeita] até mesmo ao nível de [cada uma e de todas] as palavras [na realidade, cada letra] dos autógrafos, nos manuscritos (MSS) hebraicos e gregos que sobreviveram e ainda hoje existem. - Textus Receptus (Texto Recebido, TR) se refere ao NT em grego na edição fundada sobre a tradição coletada por Erasmus [a partir da 1ª edição, em 1516], depois por Stephens, depois por Beza, e assim chamada após a edição dos Elzevir, de 1633. A edição de Beza de 1598 é o texto básico de onde a Almeida da Reforma foi traduzida. [The New Testament: The Greek Text Underlying the English Authorized Version of 1611, London: The Trinitarian Bible Society, 1977, 480 pp. Esta Sociedade Bíblica Trinitariana, estabelecida [em Londres] em 1831, tem produzido esta edição em grego, que corresponde ao "The New Testament in the Original Greek According to the Text followed in the Authorised Version." de F.H.A. Scrivener]. - Textus Criticus (Texto Crítico, T.C.) se refere à edição do NT em grego baseada na teoria textual de B.F. Westcott (1825-1901) e F.J.A. Hort (1828-1892), e é essencialmente manifestado na 26ª

5 edição de "The Nestle-Aland Greek New Testament" e na 3ª edição de "The United Bible Society Greek New Testament" (UBS-GNT). - Textus Maioritas (Texto Majoritário, TM) se refere à edição do NT Grego baseada nas leituras que são majoritárias entre os manuscritos (MSS) sobreviventes e ainda hoje existentes (Zane Hodges e Arthur Farstad foram os editores de "The Greek New Testament According to the Majority Text", Nashville, Thomas Nelson Publishers, 1982, 810pp). {Por causa da tão próxima concordância entre o TR e o TM, o Textus Receptus era também chamado de "Texto Majoritário" até 1982, quando "The Greek New Testament According to the Majority Text", de Hodges e Farstad, foi publicado.} - Crítica Textual se refere à ciência de restaurar o texto original de um antigo escrito, a partir dos manuscritos (MSS) sobreviventes, ainda hoje existentes. O adequado entendimento destes termos bíblicos é essencial para se discernir os parâmetros das questões Bibliológicas. “A tua palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos teus juízos dura para sempre.” (Sl 119:160 ACF) Ataques do inimigo à Palavra de Deus O ataque satânico contra a palavra de Deus remonta o Jardim do Éden. A primeira intervenção de Satanás na História foi adulterando e pondo dúvida na Palavra de Deus: nascia a primeira Bíblia na Linguagem de Hoje! O primeiro pecado de Eva foi o de aceitar a suposta palavra de Deus "modernizada" da boca do Diabo. "ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse?: Não comereis de toda a árvore do jardim?" (Gn 3:1 ACF) Repare que quem fica a ganhar com esta controvérsia Bibliológica, é o pai da mentira; e não o povo de Deus. Séculos mais tarde, Satanás recorreu novamente às Escrituras para tentar o Mestre Jesus em Mateus 4:1-11. Muitos meios foram usados para que a Bíblia ficasse restrita ao pequeno círculo dos sacerdotes, padres, bispos e papas. Dentre as medidas para conter o avanço da Palavra de Deus, estão as seguintes: 1) Em 1229, o Concílio de Tolouse (França), o mesmo que criou a diabólica Inquisição, determinou: “Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento... Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular. As casas, os mais humildes lugares de esconderijo, e mesmo os retiros subterrâneos de homens condenados por possuírem as Escrituras devem ser inteiramente destruídos. Tais homens devem ser perseguidos e caçados nas florestas e cavernas, e qualquer que os abrigar será severamente punido.” (Concil. Tolosanum, Papa Gregório IX, Anno Chr. 1229, Canons 14:2). Foi este mesmo Concílio que decretou a Cruzada contra os albigenses. Em “Acts of Inquisition, Philip Van Limborch, History of the Inquisition, cap. 08, temos a seguinte declaração conciliar: “Essa peste (a Bíblia) assumiu tal extensão, que algumas pessoas indicaram sacerdotes por si próprias, e mesmo alguns evangélicos que distorcem e destruíram a verdade do evangelho e fizeram um evangelho para seus próprios propósitos... (elas sabem que) a pregação e explanação da Bíblia são absolutamente proibidas aos membros leigos”.

6 2) No Concílio de Constança, em 1415, o santo Wycliffe, protestante, foi postumamente condenado como “o pestilento canalha de abominável heresia, que inventou uma nova tradução das Escrituras em sua língua materna”. 3) O Papa Pio IX, em sua encíclica “Quanta cura”, em 8 de dezembro de 1866, emitiu uma lista de oito erros sob dez diferentes títulos. Sob o título IV ele diz: “Socialismo, comunismo, sociedades clandestinas, sociedades bíblicas... pestes estas devem ser destruídas através de todos os meios possíveis”. 4) Em 1546 Roma decretou: “a Tradição tem autoridade igual à da Bíblia”. Esse dogma está em voga até hoje, até porque existe o dogma da “infalibilidade papal”. Ora, se os dogmas, bulas, decretos papais e resoluções outras possuem autoridade igual à das Sagradas Escrituras, os católicos não precisam buscar verdades na Palavra de Deus. 5) O Papa Júlio III, preocupado com os rumos que sua Igreja estava tomando, ou seja, perdendo prestígio e poder diante do número cada vez maior de “irmãos separados” ou “’cristãos novos” ou “protestantes” (apesar dos massacres), convocou três bispos, dos mais sábios, e lhes confiou a missão de estudarem com cuidado o problema e apresentarem as sugestões cabíveis. Ao final dos estudos, aqueles bispos apresentaram ao papa um documento intitulado “DIREÇÕES CONCERNENTES AOS MÉTODOS ADEQUADOS A FORTIFICAR A IGREJA DE ROMA”. Tal documento está arquivado na Biblioteca Imperial de Paris, fólio B, número 1088, vol. 2, págs 641 a 650. O trecho final desse ofício é o seguinte: “Finalmente (de todos os conselhos que bem nos pareceu dar a Vossa Santidade, deixamos para o fim o mais necessário), nisto Vossa Santidade deve pôr toda a atenção e cuidado de permitir o menos que seja possível a leitura do Evangelho, especialmente na língua vulgar, em todos os países sob vossa jurisdição. O pouco dele que se costuma ler na Missa, deve ser o suficiente; mais do que isso não devia ser permitido a ninguém. Enquanto os homens estiverem satisfeitos com esse pouco, os interesses de Vossa Santidade prosperarão, mas quando eles desejarem mais, tais interesses declinarão. Em suma, aquele livro (a Bíblia) mais do que qualquer outro tem levantado contra nós esses torvelinhos e tempestades, dos quais meramente escapamos de ser totalmente destruídos. De fato, se alguém o examinar cuidadosamente, logo descobrirá o desacordo, e verá que a nossa doutrina é muitas vezes diferente da doutrina dele, e em outras até contrária a ele; o que se o povo souber, não deixará de clamar contra nós, e seremos objetos de escárnio e ódio geral. Portanto, é necessário tirar esse livro das vistas do povo, mas com grande cuidado, para não provocar tumultos” - Assinam Bolonie, 20 Octobis 1553 - Vicentius De Durtantibus, Egidus Falceta, Gerardus Busdragus. Todos esses maléficos expedientes usados para eliminar, alterar ou suprimir as Sagradas Escrituras não conseguiram êxito. A Bíblia é o livro mais vendido e mais lido em todo o mundo e está traduzido para quase 2.000 línguas e dialetos. Só no Brasil são vendidos por ano mais de quatro milhões de bíblias, afora uns 150 milhões de livros com pequenos trechos (bíblias incompletas). Os reflexos desses expedientes, ou seja, as tentativas de algemar a Palavra de Deus, ainda hoje são sentidos. No Brasil são poucos os católicos que se dedicam à leitura da Bíblia. Regra geral, se contentam “com o pouco que lhes são oferecido na missa”, e enquanto se contentam com esse pouco (como sugeriram aqueles bispos ao papa, item 5 retro) continuam errando. “ERRAIS, NÃO CONHECENDO AS ESCRITURAS, NEM O PODER DE DEUS”. (Mateus 22.29) Com o passar dos séculos, o ataque satânico ficou mais bem elaborado, usando supostos crentes e sociedades Bíblicas. Nasciam as "versões", com textos manipulados e com técnicas de tradução traidoras do texto original como é o caso da equivalência dinâmica. Veremos porque a versão King James, conhecida como a “Versão do Rei Tiago” (e sua equivalente no português – A Almeida Corrigida FIEL) é muitíssimo superior às versões modernas as quais devem ser rejeitadas pelos crentes sérios. “Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.” (Ec 3:14 ACF)

7 Bibliologia do Senhor Cedo em Seu ministério, o Senhor Jesus Cristo foi tentado por Satanás. O Senhor respondeu ao tentador com três referências de Deuteronômio (Mt 4:1-11). A primeira resposta é significativa. "Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus." (v. 4, citado de Dt 8:3 ACF). Esta resposta sumariza a Bibliologia do Senhor: 1. Cristo afirmou a doutrina da [perfeita] inspiração plenária e verbal dos autógrafos, ao declarar a fonte da Escritura: "a boca de Deus." 2. Cristo afirmou a doutrina da [perfeita] autoridade da Escritura, e conseqüentemente sua infalibilidade e inerrância, ao enaltecê-la como o padrão através do qual "o homem viverá." 3. Cristo afirmou a doutrina da [perfeita] preservação plenária e verbal da Escritura pela expressão: "Está escrito (gegraptai." O tempo verbal "perfeito" que Ele utilizou expressa uma ação que foi completada e tem um estado conseqüente de ser (A. T. Robertson, A Grammar of the Greek New Testament, 1934, p.858ff). Com efeito, o Senhor disse: "Foi escrito e ainda está escrito." "Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste." (Jo 17:8 ACF)

Definição da inspiração e preservação das Escrituras A Bíblia É a Palavra de Deus; sua plena e definitiva revelação aos homens. Escrita por homens inspirados por Deus, é inerrante e infalível nos originais em quaisquer de seus 66 livros componentes, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. (Lucas 16:29, Hebreus 1:1-2, II Timóteo 3:16, II Pedro 1:21, Salmo 119:160). A Palavra de Deus foi escrita originalmente em três línguas, a saber: O Velho Testamento principalmente em hebraico, e a partir do exílio babilônico, em Aramaico, e o Novo Testamento em Grego (Koiné). A Bíblia foi, conforme promessa de Deus, por Ele próprio preservada, desde os originais (os chamados “autógrafos”, os escritos de próprio punho pelos escritores bíblicos), nada se perdendo ou se acrescendo. Sua preservação foi constante no decorrer do tempo, estando sempre em uso por Seus filhos, crentes fiéis perseguidos através dos tempos. Como tal, o Antigo Testamento está plenamente preservado no Texto Massorético (padronizado pelos massoretas, os escribas judaicos) e o Novo Testamento no Texto Recebido (Textus Receptus), os quais formam a base de todas as traduções da Palavra de Deus feitas durante a Reforma (King James, João Ferreira de Almeida [ACF], Reina Valera, Diodati, Lutero, etc...), traduções estas que por quase 300 anos foram adotadas por 100% das igrejas fiéis e por 100% dos crentes fiéis. A Palavra de Deus tem permanecido disponível durante todo o tempo a todos os crentes, seja nos originais, seja através de fiéis cópias suas ou através de uma de suas traduções fiéis (Isaías 40:8, Salmo 19:7-9, Deuteronômio 12:32, Salmo 102:11-12, Salmo 111:7-8, Salmo 33:11-12, Isaías 59:21, Marcos 13:31, Apocalipse 14:6). “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.” (Mt 5:18 ACF)

8 O processo de preservação da Bíblia Dr. Charles Turner, diretor do Instituto dos Tradutores dos Batistas Bíblicos, em Bowie, no Texas descreve o simples processo que Deus tem usado na preservação das Escrituras: “2 Pe 3:15-16, ` ... como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes TORCEM, e igualmente AS OUTRAS ESCRITURAS, para sua própria perdição.' Nestes versos, Pedro claramente diz que as palavras de Paulo eram igualadas às das 'outras Escrituras'. Ele cria que as palavras de Paulo eram a inspirada Palavra de Deus, e escreveu isto em um tempo quando havia aqueles que 'torcem' as Escrituras. ... [note o tempo presente em 'os indoutos e inconstantes TORCEM, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição']. Isto claramente mostra que as igrejas primitivas [já] estavam vigilantes contra aqueles que perverteriam suas Escrituras. Estas igrejas estavam atentas a este problema e tomavam grandes cuidados para evitar que suas Escrituras fossem torcidas por falsos mestres. ... "Que estas Escrituras foram passadas de uma igreja para outra é claramente indicado em Cl 4:16, que diz, 'E, quando esta epístola tiver sido lida entre vós, fazei que também o seja na igreja dos laodicenses, e a que veio de Laodicéia lede-a vós também.' Este verso mostra que havia um compartilhamento de cópias da Palavra de Deus de igreja para igreja. Uma vez que um líder tão proeminente quanto Pedro considerava as palavras de Paulo como Escrituras e disse que estava ciente de que havia aqueles que haviam de torcê-las, não é provável que as igrejas tomariam grandes cuidados para vigilantemente protegerem estas Escrituras? Obviamente, este é o caso, porque as igrejas primitivas, guiadas pelo Espírito Santo, acertadamente concluíram que as palavras de Paulo eram as inspiradas palavras de Deus. Eles tomaram todas as precauções para salvaguardarem estas Escrituras através [do método] de compará-las com cópias feitas por outras igrejas. Muito embora falsos mestres tenham deliberadamente mudado o texto em um esforço para apoiarem seus falsos ensinos, corrigir um texto e trazê-lo de volta à leitura original foi sempre uma questão simples. As igrejas só tinham que checar com várias outras igrejas e determinar o que diziam as cópias destas. Fazendo isto, as igrejas descobriam qual escrita concordava com a maioria das cópias das outras igrejas. A escrita que concordasse com as cópias possuídas pelas outras igrejas era aceita como válida. Desta maneira, o texto foi preservado na sua forma original. “Naturalmente, quando o primeiro Novo Testamento em grego foi impresso, as leituras que divergiam da maioria dos outros textos foram recusadas e as que estavam na maioria dos textos foi aceita. Por este método simples mas completamente acurado [preciso e livre de erros], o Espírito Santo vigilantemente protegeu a Palavra de Deus. O Espírito Santo usou as igrejas, aquelas que eram fiéis guardiãs das Santas Escrituras que reverenciavam, para impedir que a Palavra de Deus fosse poluída por homens maus." (Turner, pp. 6,7). Como na maioria dos assuntos, há exceções à regra da leitura majoritária determinar qual é o texto original, mas em geral este é claramente o método que Deus usou na preservação [da Sua Palavra]. A importância do esboço acima irá se tornar clara ao leitor à medida que prosseguimos com nosso tema. “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” (II Pe 1:20-21 ACF)

9 Declarações de fé sobre a Doutrina da Preservação Providencial das Escrituras Confissão de Fé de Westminster (1643-48) "O Velho Testamento em hebraico... e o Novo Testamento em grego... sendo diretamente inspirados por Deus e, pelo Seu singular cuidado e providência, conservados puros através dos séculos, são por esta razão autênticos; assim, como em todas as controvérsias de religião, a igreja tem que recorrer a eles como a autoridade e instâncias finais. Mas, uma vez que estas línguas originais não são conhecidas por todo o povo de Deus, povo este que tem direito e interesse nas Escrituras e é ordenado a, no temor do Senhor, lê-las e pesquisá-las, segue-se que elas devem ser traduzidas para a língua comum de cada nação aonde chegarem, para que, a Palavra de Deus habitando abundantemente em todos, eles possam adorá-lo de modo aceitável; e, através da paciência e conforto das Escrituras, possam ter esperança" (The Westminster Confession of Faith, Philadelphia, PA: Great Commission Publications, n.d., p.4). Confissão Batista de Londres, de (1677 e 1689) “8. O Velho Testamento em hebraico (que foi a língua nativa do povo de Deus de antigamente) e o Novo Testamento em grego, (que, no tempo da sua escrita, era a língua mais geralmente conhecida por todas as nações), sendo imediatamente [isto é, diretamente] inspirados por Deus, e, pelo Seu singular cuidado e providência, conservados puros em todas as épocas, são, por esta razão, autênticos; portanto, em todas as controvérsias religiosas, a igreja tem que recorrer a eles [como a autoridade final e absoluta]. ...13 Mas, uma vez que estas línguas originais não são conhecidas por todo o povo de Deus, que tem o direito e interesse nas Escrituras e são ordenados a, no temor de Deus, lê-las ...16 ... e procurá-las, 17 elas devem ser traduzidas para a língua usual de todas as nações às quais chegarem, 18 para que, a Palavra de Deus habitando abundantemente em todos, eles possam adorá-Lo de uma maneira aceitável e, através da paciência e do conforto das Escrituras, possam ter esperança” (Capítulo 1, "Das Sagradas Escrituras" "g," pp. 910 de "As Coisas Mais Seguramente Cridas Entre Nós -- A Confissão de Fé dos Batistas", Evangelical Press, Rosendale Road, London, S.E.21.)] Confissão de New Hampshire (1833) "Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados, e É um tesouro perfeito de instrução celestial; que tem Deus como seu autor, salvação como sua finalidade, e verdade sem qualquer mistura de erro como seu assunto e conteúdo... portanto é, e permanecerá sendo até o fim do mundo, o verdadeiro centro de união cristã e o supremo padrão pelo qual toda a conduta, crença e opiniões humanas devem ser tratadas." (William Lumpkin, Baptist Confessions of Faith, Valley Forge, PA: Judson Press, 1983, pp. 361-362). Outras confissões tais como: Confissão de Savoy (1652), Confissão Suíça (1675), Confissão Batista da Filadélfia (cerca de 1743), Artigos de Fé da União Batista Bíblica da América (1923), A Fé e Mensagem Batista (1925) da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos. “As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes. Tu as guardarás, SENHOR; desta geração as livrarás para sempre.”

10 (Sl 12:6-7 ACF) Formas de tradução da Bíblia Tradução por equivalência formal e tradução por equivalência dinâmica: A) - Tradução por equivalência formal Define-se o processo de tradução por equivalência formal, como sendo o processo pelo qual se traduz palavra a palavra, o mais fiel possível o texto em questão; mas temos que atender que este processo não é um processo mecânico; pois vários fatores influenciam também neste processo, tais como: Uma palavra sempre tem, em quase todas as línguas, vários significados, muitos deles semelhantes, mas a definição precisa de cada uma difere ligeiramente entre si; então o seu real significado se entende pelo contexto imediato, optando pela melhor palavra para cada caso [também podemos ter palavras que se escrevem exatamente da mesma maneira, mas o seu significado é COMPLETAMENTE DIFERENTE (em português designamos tais palavras como homógrafas) por exemplo, que significa conservo? Depende do contexto, tanto pode significar servo juntamente com outrem, mas também conservação, e muitas mais palavras são homógrafas], por aqui se vê que existe um trabalho muito meticuloso a ser empreendido pelos tradutores, em relação às palavras. Pode existir uma palavra que na língua para a qual se vai traduzir, não existe uma correspondência direta, então, terá que se arranjar maneira para se introduzir a informação total. A gramática de língua para língua difere bastante, e por vezes encontramos problemas graves de serem resolvidos [não quer isto dizer que não se resolva], e por isso terá que se arranjar maneira de se introduzir a informação que está contida. Um exemplo clássico disso é constituído pelas palavras em itálico, onde as versões corretas da Palavra de Deus usam sempre palavras em itálico, palavras essas que não constam dos textos em grego e hebraico, mas para o correto entendimento da passagem, tiveram que ser introduzidas. Podemos confiantemente dizer que fazem parte da Palavra de Deus, pois são necessárias para uma correta leitura, e entendimento da passagem. [não quer dizer que avaliemos uma versão só porque tem palavras em itálico, mas se a sua versão não tem palavras em itálico, o melhor é pensar em comprar uma Bíblia, traduzida competentemente por equivalência formal, tal como a Almeida Corrigida Fiel, da SBTB – Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil]. Isto é uma pequena amostra do quão trabalhoso é uma tradução das Sagradas Escrituras por equivalência formal. Todas as versões da Reforma foram feitas usando o processo de tradução por equivalência formal [as versões antigas, como a Peshitta, a Antiga Latina foram feitas por equivalência formal, pois a idéia de equivalência dinâmica, e a teoria só do pensamento principal, é uma novidade do século passado (séc XX)]. Mas o tempo da Igreja de Laodicéia tinha que inventar alguma coisa nova, então, nestes últimos tempos, tem-se fabricado PERversões, usando um método denominado tradução por equivalência dinâmica. Mas, então, o que é este método, e em que consiste? B) - Tradução por equivalência dinâmica Esse método é a maior desonestidade que um tradutor pode cometer. Isso foi inventado por um apóstata chamado Eugene Nida. A Equivalência Dinâmica é uma mentira que se comete com o leitor, pois as palavras de uma língua não são vertidas para outra, ficando o tradutor numa posição de manipular o texto ao seu bel-prazer. Está intimamente ligado com outra novidade dos teólogos contemporâneos, a designada inspiração só do pensamento principal, a qual assegura que Deus só inspirou o pensamento principal, e que jamais inspirou VERBALMENTE (toda e cada palavra).

11 Assim, baseando-se nesta teoria, argumentam muito convincentemente (para eles), que se Deus só inspirou o pensamento principal, só interessa traduzir o pensamento principal, então, de uma forma breve, podemos definir o método de tradução por equivalência dinâmica, como sendo o processo pelo qual se traduz o tal pensamento principal de uma passagem, numa linguagem corriqueira [a linguagem corriqueira, é uma coisa indefinida, com conceitos pouco definidos, e por isso com uma elasticidade conceitual desejada, para não ser possível elaborar doutrinas com fundamento a partir dela; é uma linguagem em constante mutação, que se for adotada para uma tradução, necessita quase que, diria, de cinco em cinco anos, uma revisão]. Aqui surgem logo algumas perguntas [só com base na premissa da teoria do pensamento principal, pois existem muitas perguntas a serem feitas, pelas próprias Escrituras]: Com que base se faz a seleção do pensamento principal? Quem pode perscrutar os pensamentos de Deus? "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos." (Is 55:8-9 ACF) E se um trecho da Bíblia não tiver aparentemente o tal conceito de pensamento principal, que fazer? (que tal se tirássemos as genealogias intermináveis? Qual o pensamento principal? Se usam a premissa do pensamento principal, devem poder mostrar que todas as passagens têm o tal pensamento principal.) A maioria da Bíblia são relatos históricos. Como tirar o pensamento principal, de um relato histórico? Jesus claramente nos diz que o homem vive de toda a palavra que sai da boca de Deus, Jesus não diz que é de toda a palavra de Deus, pois isso poderia dar azo, a que se chamassem a uma paráfrase, a Palavra de Deus, então seríamos alimentados por ela; mas além de Jesus dizer que é de toda a Palavra, também acrescenta que são as palavras que saem da boca de Deus. Por exemplo, os profetas quando falavam da parte de Deus, sempre diziam “Assim diz o Senhor”, e Deus falava através deles; nunca disseram “Assim é o pensamento principal do Senhor”, agora se uma tradução, não traduz todas as palavras que Deus inspirou, mas sim só o tal pensamento principal, acha que é a Palavra de Deus? Acha que pode pegar nela e confiadamente exclamar “Aqui tenho a Palavra de Deus”? Deus nos diz pela pena do apóstolo Paulo que: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (1 Tm 3:16 ACF)

A história do texto do Novo Testamento em grego As diferenças mais significantes entre as versões modernas e a Versão do Rei Tiago [e, no Brasil, as diferenças entre as versões baseadas no Texto Crítico, de um lado, e as Almeida 1753, RCorr e CFiel, do outro lado] derivam do fato de que as novas versões são baseadas em um diferente texto em grego. O histórico que se segue, das mudanças que têm sido feitas no texto em grego, encontra-se na publicação "The Divine Original", da Trinitarian Bible Society: "Por muitos séculos antes da Reforma, estudiosos do grego eram virtualmente inexistentes na Europa Ocidental. Em 1453 Constantinopla, que era a antiga capital da parte oriental do Império e o centro da Igreja Ortodoxa Oriental, caiu ante os invasores muçulmanos. Um resultado de longo alcance desta calamidade foi que eruditos 'cristãos' que conheciam o grego e tinham em

12 sua possessão cópias das Escrituras [na língua dos originais], fugiram para a Europa Ocidental, onde suas influências deram um novo ímpeto ao estudo da língua grega. Tem sido dito que 'A Grécia se ergueu da sepultura com o Novo Testamento em suas mãos.' "Entre a geração de eruditos em grego, que se sucedeu, estava Erasmus, de Rotterdam, que preparou uma edição do Novo Testamento em grego a partir de cinco manuscritos que eram altamente reputados". [Editor: Mesmo que Erasmus tenha usado apenas uns poucos manuscritos [como base] para sua obra, ele conhecia um considerável número de textos em grego e de versões antigas, inclusive o códice Vaticanus. Ver [livros sobre] Erasmus]. "A edição foi impressa em 1516 e foi seguida por quatro edições posteriores. Em 1502, na Universidade de Alcala (Complutum) [na Espanha], o Cardeal Ximenes tinha reunido manuscritos e homens sob a direção de Stunica, que publicou o Poliglota Complutensiano em 1522 ... Robert Stephens, apoiando-se largamente sobre Erasmus e Stunica, e com pelo menos quinze manuscritos ao seu dispor, produziu edições do texto (em grego) em 1546, 1549, 1550, e 1551. Em 1552 ele retirou-se para Genebra e juntou-se à causa protestante. Theodore Beza produziu nove edições do [texto em] grego entre 1565 e 1604. Estas seguiram as de Stephens de forma admiravelmente aproximada, embora Beza tivesse alguns antigos manuscritos não disponíveis a Stephens. As edições que os Elzevir imprimiram em Leyden tinham muito em comum com as de Stephens e Beza. A edição dos Elzevir se anunciou a si mesma como o "Textus Receptus" (TR), e desde então a edição de Stephens no ano 1550 [(a 3a.)] tem sido conhecida como o "Texto Recebido" na Inglaterra, enquanto a edição dos Elzevir no ano 1633 tem tido este título no Continente." Outros nomes para o Texto Recebido O TR é chamado "Texto Tradicional", referindo-se ao fato de que foi o texto comumente usado pelos crentes do Novo Testamento através dos séculos, e também para contrastá-lo com o Texto Crítico da era moderna. O TR é chamado "Texto Bizantino" porque é o texto representado nos manuscritos de todo o antigo mundo que falava o grego. 'Bizantino' aponta para a cidade de Bizâncio, que tinha sido tomada em possessão por Constantino, o Grande, em 330 DC. O nome desta capital foi mudado para Constantinopla. As versões protestantes na Inglaterra e no Continente, nos séculos XVI e XVII, basearam-se nestas edições do texto em grego. Enquanto estas versões em grego que foram primeiramente impressas eram elas próprias baseadas em comparativamente poucos manuscritos, têm no entanto provado serem representativas do texto que prevalecia, muitos séculos antes, em todo o mundo grego. As versões inglesas de Tyndale, Coverdale, Matthews (ou Rogers), a Grande Bíblia, a Bíblia de Genebra, a Bíblia dos Bispos, e a Versão Autorizada [= VRTiago], todas elas basearam-se neste grupo de documentos em grego, nos quais foi preservado o texto que foi em regra recebido [e aceito] por todas as igrejas gregas desde os dias apostólicos. [As Almeidas 1753, RCorr e CFiel tiveram por base o mesmo texto]. O Texto Recebido vai até aos confins da Terra Em todo o mundo, praticamente todos os trabalhos de tradução e impressão da Bíblia feitos por não católicos, desde os anos 1500s até os últimos anos 1800s, basearam-se no Texto Recebido. Durante estes séculos, centenas de traduções foram produzidas a partir deste texto, incluindo as Bíblias: sueca de Uppsala (1514), alemã de Lutero (1534), sueca (1541), dinamarquesa de Cristiano III (1550), espanhola de Reyna (1569), islandesa (1584), eslovena (1584), irlandesa (1685), francesa em Genebra (1588), galesa (1588), húngara (1590), holandesa de Statenvertaling (1637), italiana de Diodati (1641), finlandesa (1642), síria (1645), armeniana (1666), romena (1688), lataviana (1689), lituana (1735), estoniana (1739), georgiana (1743), PORTUGUESA [DE

13 JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA] (1751) [realmente publicada em 1753], gaélica (1801), servocroata (1804), albanesa (1827), eslovaca (1832), norueguesa (1834), russa (1865), yiddish (1821), turca (1827) e búlgara (1864). Piedosos missionários da Europa [Continental], Inglaterra e América [Canadá e, principalmente, Estados Unidos] levaram o Texto Recebido até aos confins da terra, ao traduzi-los para os idiomas dos povos. Começando com John Eliot, que produziu a Bíblia na linguagem [dos índios] Pequot em 1663, missionários se ocuparam em traduzir as Escrituras para as línguas dos índios norte-americanos, incluindo as versões Mohawk (1787), Esquimó (1810), Delaware (1818), Seneca (1829), Cherokee (1829), Ojibway (1833), Dakota (1839), Ottawa (1841), Shawnee (1842), Pottawotomi (1844), Abenaqui (1844), Nez Perce (1845), Choctaw (1848), Yupik (1848), Micmac (1853), Plains Cree (1861)e Muskogee (1886). Missionários da Igreja Protestante Holandesa traduziram o Texto Recebido para a linguagem malaia em 1734. Nos anos 1800s, as traduções foram surgindo num ritmo muito acelerado. Martin Henry traduziu o Texto Recebido para os idiomas persa e árabe; Adoniram Judson para o burmês (1835); William Carey e seus cooperadores para os idiomas bengali (1809), oriya (1815), marathi (1821), kashmiri (1821), nepalês (1821), sânscrito (1822), gujarati (1823), panjabi (1826), bihari (1826), kannada (1831), assamese (1833), hindi (1835), urdu (1843), telugu (1854) e 35 outras línguas da Índia. Durante este período [1800s], outros missionários, baseados no Texto Recebido, produziram Bíblias e porções da Bíblia nos idiomas bullom de Serra Leoa (1816), saraiki do Paquistão (1819), faroe das Ilhas Faroe (1823), sranan do Suriname (1829), javanês da Indonésia (1829), aymara da Bolívia (1829), malaio da Indonésia (1835), manchu da China (1835), malaguês de Madagascar (1835), mandinca de Gâmbia (1837), havaiano do Havaí (1838), mongol (1840), karaite das Montanhas da Criméia (1842), azerbaijani da antiga União Soviética (1842), subu do Camarão (1843), mon de Burma (1843), maltês (1847), udmurt da União Soviética (1847), garifuna da Belízia-Nicarágua (1847), ossete da União Soviética. (1848), bube da Guiné Equatorial (1849), arawak da Guiana (1850), maori das ilhas Cook (1851), tontemboan da Indonésia (1852), somoan (1855), sesotho da África (1855), setswana da África do Sul (1857), basco da Espanha (1857), hausa da Nigéria (1857), nama da África (1866), maori da Nova Zelândia (1858), dayak da Indonésia (1858), isixhosa da África do Sul (1859), karan de Burma (1860), núbio do Egito (1860), igbo da Nigéria (1860), efik e yoruba da Nigéria (1862), tibetano (1862), ga de Gana (1866), tongan da África (1862), twi de Gana (1863), isizulu da África (1865), niueano de Tonga (1866), dehu da Nova Caledônia (1868), benga da África (1871), ewe da África (1877), batak da Indonésia (1878) e thai (1883). (As informações prévias sobre as versões da Bíblia foram grandemente derivadas de “Scriptures of the World”, United Bible Societies, 1988, e de “The Bible in America”, 1936). É bom se enfatizar o fato de que esta lista de versões acima é somente uma lista parcial. Embora não possamos dar os particulares exatos da base textual de todas estas traduções, sabe-se que a vasta maioria delas foi composta de Escrituras baseadas no Texto Recebido . Algumas foram traduzidas [diretamente] do grego do Texto Recebido; outras, da Versão Autorizada Inglesa [= VRTiago]; algumas outras, de traduções do Texto Recebido feitas na Europa, tais como a versão espanhola e a versão alemã. Quando dizemos que essas são Bíblias-TR, queremos com isto dizer que elas incluem as palavras e os versos contestados pelos modernos textos: elas contêm “Deus” em 1 Tm 3:16, contêm Mt 17:21 e Mc 9:44,46 e Mc 16:9-20 e João 7:53-8:11 e Atos 8:37 -- e as dúzias de outros versos que são omitidos ou questionados nas novas Bíblias. Por favor, note também que, neste século XX, em muitos casos as antigas versões originais nas linguagens acima mencionadas têm caído em desuso e têm sido substituídas por versões Westcott-Hort . De 1804 até 1907, contando somente a British and Foreign Bible Society, foram impressas 203.931.768 Bíblias, Testamentos e porções das Escrituras. Com poucas exceções, elas foram derivadas da VRTiago, do Texto Recebido, ou de uma das versões européias baseadas no Texto Recebido ("Lion's History of Christianity”, p. 558). De 1816 a 1903 a American Bible Society

14 distribuiu 72.670.783 volumes e porções das Escrituras, enquanto o Canstein Bible Institute editou mais de 7.000.000 de cópias (Edwin Rice, “Our Sixty-six Sacred Books”, p. 192). Ao final do século XIX, a Bíblia (ou porções dela) tinha sido propagada em quase 900 idiomas (P. Marion Simms, “The Bible in America”, p. 177). A estes números devem ser adicionadas as Escrituras impressas por outras Sociedades Bíblicas (da Escócia, Alemanha, Canadá, etc.); por organizações e sociedades missionárias (tais como Religious Tract Society, Society for Promoting Christian Knowledge, American SundaySchool Union e American Tract Society); por grandes firmas publicadoras tanto denominacionais como outras, na Grã Bretanha, América e Europa; pelas imprensas de missões em outros países; por indivíduos e grupos independentes. A Trinitarian Bible Society, por exemplo, desde 1831 tem publicado [em vários idiomas] traduções baseadas no Texto Recebido. A American Sunday-School Union relatou que “a circulação total de Escrituras durante o século XIX chegou a centenas de milhões de cópias ... o total excedeu 520 milhões de cópias da Palavra de Deus largamente espalhadas para sarar as nações” (Rice, p. 191). Todas estas Escrituras foram basicamente o mesmo texto e o mesmo tipo de versão. A maioria das diferenças tiveram a ver com as dificuldades de tradução, não com o texto adotado para lhes servir de base. Até o início do século XX, as duas maiores Sociedades Bíblicas (a Britânica e a Americana), quando publicavam em inglês, usavam exclusivamente escrituras na VRTiago; quando publicavam em grego, usavam exclusivamente o Texto Recebido. Algumas pessoas contra-argumentariam dizendo que a Bíblia em versões baseadas no Texto Crítico também tem ído até aos confins da terra, neste século [note: que aqui, NESTE século significa o séc. XX]. Este, no entanto, não é o ponto [isto é: não é a questão que estamos abordando]. A questão é que um certo tipo de Bíblia, isto é, a Bíblia baseada no Texto Recebido, foi até as extremidades da terra durante o maior período de reavivamento mundial e atividade missionária que a História tem testemunhado. Só a seguir é que chegaram os editores do Texto Crítico do final do século XIX, clamando que o Texto Recebido é corrompido e insuficiente, e que o texto verdadeiramente puro só recentemente foi recuperado do seu esconderijo. Nós dizemos que isto é impossível à luz das promessas de Deus de preservar o puro texto das Escrituras . Para colocar as coisas sucintamente: rejeitar o Texto Recebido, como os editores criticantes do texto e os tradutores modernos têm feito, é rejeitar o Texto que tem sido reconhecido através dos séculos como a Palavra de Deus pelos santos do Novo Testamento, e que foi exaltada por Deus como sendo A Bíblia, durante a maior era de reavivamento e atividade missionária desde o primeiro século. A versão do Rei Tiago Na Conferência da Corte de Hampton, em 1604, o líder puritano Reynolds fez a sugestão (que foi primeiramente oposta mas depois adotada pela Conferência, com entusiástica aprovação do Rei Tiago I) de que deveria haver uma nova tradução das Santas Escrituras para o idioma inglês, para substituir as diferentes versões então comumente em uso. Cinqüenta e quatro homens (incluindo puritanos, membros do alto clero da igreja [anglicana], e os maiores eruditos da época, em grego e em hebraico) formaram seis grupos para se devotarem à tarefa. Citemos dois desses homens: Sir Lancelot Andrews: Líder dos tradutores do Velho Testamento. Falava fluentemente apenas 15 idiomas orientais... John Bois: Relator dos trabalhos da comissão de forma mais completa. Lia o Velho Testamento no Hebraico com apenas 5 anos de idade escrevendo nesta língua já aos 6 com elegância e estilo. Era especialista em todas as formas de grego. Usando suas fontes [isto é, manuscritos da Bíblia] em grego e os melhores comentários dos eruditos europeus, e referindo-se [em consultas] a Bíblias em espanhol, italiano, francês, e em alemão [todas elas baseadas no Texto Recebido], expressaram o sentido do grego [com toda a

15 precisão] em um [inigualável] inglês idiomático, vigoroso, e claro. Esta Bíblia ganhou a batalha contra os preconceitos e críticas que saudaram sua primeira aparição, e tornou-se a Bíblia do mundo de fala inglesa. A VRTiago foi publicada em 1611, após quase quatro anos de intensa revisão. Temos também que entender que a Bíblia do Rei Tiago não é o produto meramente daquele letrado grupo de homens do início dos anos 1600s, mas é o fruto de aproximadamente 100 anos de tradução e revisão trabalhadas por piedosos homens na forja das perseguições, começando com os labores de William Tyndale. Este processo é único na história da tradução da Bíblia. Alexander McClure, por volta de 1860, ao dar uma biografia dos tradutores do Rei Tiago, faz esta observação: "... todas as faculdades da Grã Bretanha e América, mesmo neste arrogante dia de bravatas, não puderam reunir o mesmo número de teólogos igualmente qualificados (pelo aprendizado e pela piedade) para o grande empreendimento [de tradução da Bíblia] ... este abençoado livro [a VRTiago] é tão completo e exato que o leitor inculto, sendo de inteligência normal, pode gozar a deliciosa segurança de que, se ele estudá-lo com fé e em oração, e se entregar a si mesmo aos seus ensinos, não será confundido ou mal guiado com respeito a nenhum assunto essencial à sua salvação e seu bem espiritual. Este livro irá tão seguramente guiá-lo a todas as coisas necessárias à fé e à prática, quanto o fariam as Escrituras originais, se ele as pudesse ler, ou elas pudessem lhes falar como outrora falaram aos hebreus em Jerusalém ou aos gregos em Corinto." (McClure, Translators Revived, pp. 64-65). O inglês da Bíblia do Rei Tiago É também crucial que se entenda que o inglês da Bíblia do Rei Tiago não é meramente aquele do século XVII. Não é a linguagem de Shakespeare, mas a linguagem do hebraico e do grego. "O bispo Lightfoot afirmou que esta versão foi o repositório da mais elevada verdade e mais pura fonte do nosso inglês nativo. 'Na verdade', ele escreveu, 'podemos tomar coragem no fato de que a linguagem da nossa Bíblia inglesa não é a dos dias em que seus tradutores viveram, mas, em sua grande simplicidade, destaca-se em contraste com o estilo ornado e freqüentemente afetado da literatura da época' " ("The Divine Original"). Da linguagem usada na VRTiago, George Marsh, em uma palestra de 1870, observa: "Ela foi um agregamento das melhores formas de expressão aplicáveis à comunicação de verdade religiosa que então existiu ou tinha existido, em qualquer e em todos os sucessivos estágios através dos quais a Inglaterra tinha passado em toda a sua história. ... Quanto à formação de frases, mesmo agora [em 1870, a Bíblia do Rei Tiago só] está pouquíssimo mais afastada da vida real e dos livros do que há duzentos anos atrás. A direção tomada pela fala inglesa depois [da Versão Autorizada], não tem sido em uma linha reta se afastando do dialeto das Escrituras. Ao contrário, tem sido uma curva de circunvolução ao redor dele" (Edwin Bissell, “The Historic Origin of the Bible”, 1873, p. 353). Quando a Imprensa da Universidade de Harvard publicou "The Literary Guide to the Bible" em 1987, ela selecionou a VRTiago para análise literária de cada um dos livros da Bíblia. "...nossas razões para fazer isto têm que ser óbvias: ela é a versão que mais leitores do inglês associam com as qualidades literárias da Bíblia, e é ainda, sustentavelmente, a versão que melhor preserva os efeitos literários das línguas originais." (Theodore Letis, "Foreword to Tyndale's Triumph", em John Rogers "Monument: The New Testament of the Matthew's Bible 1537", 1989, p. ii). Temos que ter isto em mente quando ouvimos reclamações sobre o "velho e antiquado inglês do Rei Tiago": A Bíblia do Rei Tiago é escrita em inglês belo e preciso, perfeitamente amoldado às Escrituras em hebraico e grego, e não é difícil aprender os poucos termos antiquados necessários para lê-la com entendimento. [Poderíamos dizer o equivalente das Almeidas 1753, RCorr e CFiel].

16 Se alguém não estiver disposto a estudar diligentemente a Bíblia, ele não a entenderá, não importa qual a tradução que use. E se sua Bíblia é tão fácil de ler quanto o jornal da manhã, caro amigo, você não tem a Palavra de Deus, porque as Escrituras em hebraico e grego não são [sempre] lidas tão simplesmente e tão contemporaneamente como o jornal da manhã! Enquanto algumas porções do Novo Testamento em grego (porções do Evangelho de João, por exemplo) são tão simples que uma criança poderia entendê-las, outras porções são muito complexas. Dr. Donald Waite diz: " Eu conheço centenas de pessoas cuja inteligência e níveis educacionais não são tão elevados quanto os de algumas daquelas ... pessoas [intelectuais] que dizem que não podem entender a Bíblia do Rei Tiago [e as Almeidas RCorr e CFiel], no entanto estas pessoas [comuns, de fato] a entendem. Como podemos compreender isto? Relembremos 1Co 2:14 que diz 'Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.' Este verso ainda é verdadeiro, não importa qual tradução seja usada" (“Defending the King James Bible”, pp. 50,51). Dr. Waite continua: "Alguns dizem que gostam de uma versão em particular porque a acham mais fácil de ler [e entender]. Bem, legibilidade é uma coisa, mas será que ela se conforma com o que está no grego e hebraico dos originais? Você pode ter um montão de legibilidade, mas se ela não casar com o que Deus disse, ela não adianta de nada. Na Bíblia do Rei Tiago [e nas Almeidas RCorr e CFiel], as palavras casam com o que Deus disse. Você pode dizer que ela é difícil de ler, mas: estude-a [intensamente]. Ela é difícil no hebraico e no grego e, talvez, mesmo no inglês da VRTiago [e no português das Almeidas RCorr e CFiel]. Mas mudar a Bíblia por toda parte, somente para fazê-la 'fácil', ou interpretá-la ao invés de traduzi-la, é errado. Você comprou montes de interpretação, mas não queremos isto em uma tradução. Queremos que o que for trazido para o inglês seja exatamente aquilo que Deus disse em hebraico e grego". (Ibid., pp. 241,242). OBS: no nosso caso, no Brasil, queremos que seja feito o mesmo. O que se diz neste estudo sobre a Versão do Rei Tiago, aplica-se à Almeida Corrigida FIEL, da SBTB.

JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA Conhecido pela autoria de uma das mais lidas traduções da Bíblia em português, ele teve uma vida movimentada e morreu sem terminar a tarefa que abraçou ainda muito jovem. O que se conhece hoje da vida de Almeida está registrado na "Dedicatória" de um de seus livros e nas atas dos presbitérios de Igrejas Reformadas (Presbiterianas) do Sudeste da Ásia, para as quais trabalhou como pastor, missionário e tradutor, durante a segunda metade do século XVII. Nascido em 1628, Almeida era natural de Torre de Tavares, Conselho de Mangualde, Portugal. Filho de pais católicos, bem cedo se mudou para a Holanda, passando a residir com um tio. Ali aprendeu o latim e iniciou-se nos estudos das normas da igreja. Aos 14 anos, em 1642, aceitou a fé evangélica, na Igreja Reformada Holandesa, impressionado pela leitura de um folheto em espanhol, "Diferencias de la Cristandad", que tratava das diferenças entre as diversas correntes da crença cristã. Já em 1644, aos 16 anos, Almeida inicia uma tradução do espanhol para o português, dos Evangelhos e dos Atos dos Apóstolos, os quais, copiados a mão, foram rapidamente espalhados pelas diversas comunidades dominadas pelos portugueses. Para este grandioso trabalho, Almeida também usava como fontes as versões latina, de Beza, francesa e italiana, todas elas traduzidas diretamente do grego e do hebraico. No ano de 1645, a tradução de todo Novo Testamento foi concluída (mas, somente seria editada em 1681, em Amsterdã). A partir de 1663 (dos 35 anos de idade em diante, portanto), Almeida trabalhou na congregação de fala portuguesa da Batávia, onde ficou até o final da vida. Nesta nova fase, teve uma intensa atividade como pastor.

17 Ao mesmo tempo, retomou o trabalho de tradução da Bíblia, iniciado na juventude. Foi somente então que passou a dominar a língua holandesa e a estudar grego e hebraico. Em 1676, Almeida comunicou ao presbitério que o Novo Testamento estava pronto. Aí começou a batalha do tradutor para ver o texto publicado. Ele sabia que o presbitério não recomendaria a impressão do trabalho sem que fosse aprovado por revisores indicados pelo próprio presbitério. E também que, sem essa recomendação, não conseguiria outras permissões indispensáveis para que o fato se concretizasse: a do Governo da Batávia e a da Companhia das Índias Orientais, na Holanda. Em 1681, a primeira edição do Novo Testamento de Almeida finalmente saiu da gráfica. Um ano depois, ela chegou à Batávia, mas apresentava erros de tradução e revisão. O fato foi comunicado às autoridades da Holanda e todos os exemplares que ainda não haviam saído de lá foram destruídos, por ordem da Companhia das Índias Orientais. Enquanto progredia a revisão do Novo Testamento, Almeida começou a trabalhar com o Antigo Testamento. Em 1683, ele completou a tradução do Pentateuco (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento). Iniciou-se, então, a revisão desse texto, e a situação que havia acontecido na época da revisão do Novo Testamento, com muita demora e discussão, acabou se repetindo. Já com a saúde prejudicada pelo menos desde 1670, segundo os registros, Almeida teve sua carga de trabalho na congregação diminuída e pôde dedicar mais tempo à tradução. O trabalho de revisão e correção do Novo Testamento foi iniciado e demorou dez longos anos para ser terminado. Mesmo assim, não conseguiu acabar a obra à qual havia dedicado a vida inteira. Em 1691, no mês de outubro, Almeida morreu. Nessa ocasião, ele havia chegado até Ez 48.21. Somente após a morte de Almeida, em 1693, é que essa segunda versão foi impressa, na própria Batávia, e distribuída. A tradução do Antigo Testamento foi completada em 1694 por Jacobus op den Akker, pastor holandês. Depois de passar por muitas mudanças, ela foi impressa na Batávia, em dois volumes: o primeiro em 1748 e o segundo, em 1753. João Ferreira de Almeida foi um instrumento precioso nas poderosas mãos de Deus, para dar aos povos de fala portuguesa a tradução mais difundida e aceita entre esses povos, antes colônias de Portugal. Quando a Igreja Católica Romana ainda lutava contra a divulgação das Escrituras Sagradas, a tradução de Almeida surgiu como uma luz a brilhar na escuridão, em meio àqueles territórios, que, já libertos de Portugal, ainda se mantiveram por mais duzentos anos sob a influência da cultura e da língua portuguesa. Um texto (em grego) diferente é exaltado numa hora de apostasia À medida que o século XIX foi avançando, vozes criticantes do Texto Recebido e da VRTiago cresceram em intensidade. Na Europa e Grã Bretanha, os pensamentos do racionalismo alemão, do evolucionismo darwinista, e de outras filosofias heréticas, começaram a se alastrar através da maioria das principais denominações. A doutrina da perfeita inspiração da Bíblia estava sendo questionada e contestada em muitos locais. Muitos professores e líderes das igrejas pensavam que a Bíblia era cheia de erros, mitos e inexatidões; que, ao invés de nos dar o registro da revelação infalível de Deus ao homem, ela meramente continha a imperfeita história da evolução do pensamento religioso do homem. Estas influências receberam o reforço de poderosos simpatizantes do Catolicismo Romano existentes na Igreja Anglicana e que formavam o chamado “Movimento de Oxford” ou “Tractarian Movement”. Por todos os lados, era evidente o declínio e deterioração do formidável mover de reavivamento espiritual que tinha varrido o mundo desde a Reforma Protestante. Foi dentro deste doente clima espiritual que a filosofia do moderno criticismo textual se desenvolveu. Enquanto as Bíblias da Reforma tinham nascido em um clima de reavivamento espiritual e de fé, as modernas Bíblias nasceram em um clima de apostasia e incredulidade.

18 Os principais editores do NT em grego baseados no Texto Crítico Os principais editores do NT em grego que, nos anos 1800s, produziram os novos textos (em grego) que diferiam do Texto Recebido, foram: Griesbach, Hug, Lachmann, Tregelles, Tischendorf, e Westcott & Hort. Estes foram os pais do moderno criticismo textual. a) J.J. GRIESBACH (1745-1812) foi um professor da disciplina “Novo Testamento”, com uma paixão pelo criticismo textual. É importante notar que Griesbach, “ que desde seus dias de estudante de graduação foi influenciado pela maré enchente do racionalismo que varria seu país, era um inimigo do cristianismo ortodoxo” (D. A. Thompson, “The Controversy Concerning the Last Twelve Verses of the Gospel According to Mark”, p. 40). Ele abandonou o Texto Recebido e teceu um novo texto contendo muitas das novidades posteriormente popularizadas por Westcott e Hort. Griesbach mantinha o assombroso ponto de vista de que “Entre as várias variantes para uma passagem [do Novo Testamento em grego], tem que merecidamente ser considerada como suspeita aquela que, mais do que as outras variantes, manifestadamente favorece os dogmas da ortodoxia” (Scrivener, citado por D. A. Thompson, p. 40). Em outras palavras, de acordo com este princípio, “se houver uma passagem no Texto Recebido que evidente e fortemente implica ou ensina a divindade de Cristo em natureza e essência, ou ensina alguma outra doutrina fundamental da Fé, e em alguns outros velhos manuscritos houver uma variante que diminua aquela ênfase, ou que, por omissão, de todo a joga no lixo, então esta última variante deve tomar precedência sobre aquela primeira” (Ibid.). Isto, meus amigos, é pensar caoticamente, de cabeça para baixo! A edição do texto (em grego) de Griesbach removeu o final de Marcos 16 (vv. 9-20), baseado em relatos de que o manuscrito Vaticanus, que ele considerava o mais antigo e melhor, não continha estes versos. Griesbach não tinha visto o Vaticanus, mas tinha recebido relatos sobre o fato de que Marcos 16:920 era omitido neste códice. b) J.L. HUG (1765-1846) "em 1808 introduziu a teoria de que, no século II, o texto do Novo Testamento tinha se tornado profundamente degenerado e corrupto, e que todos os textos hoje sobreviventes são meramente revisões editoriais deste texto corrompido” (Hills, p.65). Esta inacreditável teoria totalmente contradiz a promessa que Deus fez de preservar as Escrituras. c) KARL LACHMANN (1793-1851), que tem sido descrito como um racionalista alemão (Turner, p.7), publicou edições do Novo Testamento em Berlim, na Alemanha, em 1842 e 1850. Ele foi um professor de "Filologia Clássica e Alemã", em Berlim. Ele “começou a aplicar ao texto do Novo Testamento em grego as mesmas regras que tinha usado para editar textos dos clássicos gregos, os quais têm sido radicalmente alterados ao longo dos anos. ... Lachmann tinha estabelecido uma série de diversas pressuposições e regras que usou para chegar aos [que cria serem os] textos originais dos clássicos gregos. ... Ele agora começou a usar estas mesmas pressuposições e regras para corrigir o Novo Testamento que ele também pressupunha ter sido irrecuperavelmente corrompido. [Mas] ele cometeu um erro por demais evidente. O cuidado reverente e amoroso prestado pelas igrejas fiéis ao copiar e preservar as Escrituras não foi igualado por um processo similar no copiar dos clássicos gregos” (Turner, pp. 7-8). Lachmann descartou a escrita do Texto Recebido em favor daquilo que ele considerava o mais antigo e melhor texto, representado pelo Vaticanus e uns poucos outros manuscritos similarmente corrompidos. Burgon observa que “o texto de Lachmann raramente se apóia em mais que quatro códices em grego, muito freqüentemente em três, não infreqüentemente em dois, algumas vezes em somente um”. (“Revision Revised”, p. 21). Na sua arrogância de erudito, Lachmann estava querendo erradicar séculos de piedoso discernimento (purificado na fornalha da perseguição), em favor de modernas novidades. d) SAMUEL TREGELLES (1813-1875) aceitou os pontos de vista de Lachmann. Tregelles disse “Tem que ser concedido a Lachmann o reconhecimento disto, que ele tomou a frente no caminho de jogar fora os assim chamados Textus Receptus, e corajosamente colocar o Novo Testamento

19 completa e inteiramente, sobre uma base de real autoridade”. (Edward Miller, “A Guide to the Textual Criticism of the New Testament”, 1886, p. 22). O que Lachmann supunha ser “real autoridade” era o manuscrito Vaticanus (que, por séculos, tinha repousado em desuso no castelo do Papa) e alguns outros poucos manuscritos similarmente não merecedores de respeito. e) CONSTANTIN TISCHENDORF (1815-1874) foi um editor alemão de textos bíblicos que viajou extensivamente em procura de antigos documentos. Ele foi instrumental em trazer à luz os dois manuscritos [lamentavelmente] mais influentes no moderno trabalho da tradução da Bíblia – Códice Sinaiticus e Códice Vaticanus. f) BROOK FOSS WESTCOTT (1825-1903) e FENTON JOHN ANTHONY HORT (18281892) dois padres anglicanos e professores da Cambridge University. Totalmente atolados na filosofia proveniente de Alexandria (Egito). Note que essa cidade, que era o berço do Gnosticismo, foi o local das mais perversas heresias da igreja cristã, sendo de lá os hereges Orígenes e Árius. Tal filosofia defende "não haver nenhuma Bíblia perfeita". Eles nutriam uma revolta e recalque repulsivo e doentio à Bíblia King James e o seu texto base, o "Textus Receptus" (no qual que também se baseou João Ferreira de Almeida) que estava varrendo o globo terrestre e levada aos confins do mundo pela obediência dos missionários ingleses e norte-americanos. Enquanto isso, nutridos pelo recalque doentio mencionado, Westcott e Hort procuravam textos obscuros e bizarros para tentar destronar o Textus Receptus que soberano, produzia milhões de crentes há séculos! Elaboraram, na Inglaterra, um texto grego impresso em 1881, que ficou conhecido como Texto Crítico, por serem eles dois, críticos textuais. Eles compilaram basicamente dois manuscritos para a sua elaboração: Códice Sinaiticus e Códice Vaticanus. Eles consideraram tais manuscritos como superiores aos manuscritos do TR, primordialmente pela sua antiguidade. O TR, eles já haviam rejeitado, pois, Hort aos 23 anos, chamou o TR de o “vil Textus Receptus”. Os revisores de 1881 [Westcott e Hort] fizeram 36.000 mudanças em inglês sobre a VRTiago, como também quase 6000 no texto em grego. [Os revisores que produziram a impopular Tradução Brasileira (1917), a ARAtlz (1959), e as demais Bíblias-TC, fizeram aproximadamente o mesmo número de mudanças em português]. Os manuscritos do Sinai e do Vaticano são responsáveis pela maioria das mudanças significantes. Eles são os verdadeiros mentores intelectuais das seguintes Bíblias vendidas aos milhões nos dias atuais: Atualizada (ARA), Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH), Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), Nova Versão Internacional (NVI), King James em Português (KJA - Abba Press) etc. Códice Sinaiticus “No ano de 1844, enquanto viajava sob o patrocínio de Frederick Augustus, Rei da Saxônia, em busca de manuscritos, Tischendorf chegou ao Convento de Santa Catarina, [ao pé do] Monte Sinai. Observando alguns documentos de antiga aparência e que estavam em uma cesta [de lixo] cheia de papéis prontos para acender o fogão, ele os escolheu e retirou, e descobriu que eram quarenta e três folhas de pergaminho da Versão Septuaginta. Foi permitido que ele os tomasse: mas, no desejo de salvar as outras partes do manuscrito do qual ele ouvira falar, ele explanou seu valor aos monges os quais, sendo agora informados, lhe permitiriam apenas copiar uma página e recusaram lhe vender o resto. Quando retornou, ele publicou em 1846 o que tinha conseguido obter , com o título ‘Codex Frederico-Augustanus’ estampado em honra do seu patrocinador" (Miller, p. 24). O manuscrito Sinaiticus completo continha porções do Velho Testamento e dos livros apócrifos, continha o Novo Testamento completo, como também a espúria [forjada] “Epístola de Barnabé”, e um fragmento da espúria “Pastor de Hermas”. Naquela primeira visita Tischendorf não

20 teve permissão para tomar o manuscrito completo, mas ele retornou ao monastério em 1853 e novamente em 1856. Na noite final da sua última visita, o códice lhe foi mostrado e ele ficou acordado toda a noite copiando uma parte dele. Qual foi a porção com a qual ele perdeu uma noite de sono a copiando, você pode perguntar? Assombrosamente (e indicativo da condição espiritual do homem, cremos), foi a Epístola de Barnabé, que nem [sequer] é canônica! A respeito desta epístola, o estudioso textual do século XIX, Friedrich Bleek, disse “[ela] é provavelmente forjada e seu conteúdo é insignificante e frívolo, de modo que é bastante indigna de ser colocada lado a lado com os escritos do Novo Testamento”! Ganhando um ouvinte simpatizante no abade superior do monastério, Tischendorf manobrou de modo a ter o manuscrito trazido ao Cairo, onde, naquele mesmo ano, lhe foi permitido copiá-lo. Depois de consideráveis lutas políticas e religiosas, e da promessa de uma soma de dinheiro e de honras para a ordem monástica, foi permitido a Tischendorf tomar o manuscrito para São Petersburgo na Rússia, em 1862. Pouco depois, em Leipzig, Alemanha, ele publicou 300 cópias [do manuscrito], em quatro volumes. Tischendorf era tão enamorado com o manuscrito Sinaiticus que ele alterou a oitava edição do seu texto em grego (1869-72) em 3.369 casos, largamente em conformidade com o Sinaiticus. Note que este manuscrito, que tão poderosamente influenciou os homens que desenvolveram as teorias do moderno criticismo textual, foi descoberto em uma cesta de lixo em um monastério da Igreja Católica Greco-Ortodoxa. Mesmo os monges espiritualmente cegos que viviam neste local demoniacamente oprimido o consideraram digno apenas de queimar! Dr. James Qurollo observa, "Eu não sei qual deles tinha a verdadeira avaliação do seu valor – Tischendorf, que queria comprá-lo, ou os monges, que estavam se aprontando para queimá-lo!” A pura palavra de Deus, meus amigos, não tem sido preservada em um obscuro monastério da Igreja Católica Greco-Ortodoxa ou nas prateleiras empoeiradas da biblioteca do Papa, mas nos manuscritos e nas Bíblias e que têm sido altamente honradas e usadas pelos crentes comuns através dos séculos. Códice Vaticanus Tischendorf também contribuiu para trazer à luz o manuscrito Vaticanus. Os detalhes envolvidos neste empreendimento são quase tão fascinantes quanto aqueles da sua busca pelos Sinaiticus: “Como o nome diz, [o Vaticanus] está na Grande Biblioteca do Vaticano, em Roma, que tem sido seu domicílio desde alguma data antes de 1481 [Editor: isto deve ser bem entendido por aqueles que conhecem o espírito pervertido de Roma]. As autoridades da Biblioteca do Vaticano punham contínuos obstáculos no caminho de todos aqueles que desejavam estudá-lo em detalhes. Um correspondente de Erasmus, em 1533, enviou àquele estudioso um número de selecionadas transcrições do manuscrito, como prova da sua [suposta] superioridade em relação ao Texto Recebido. [Editor: Erasmus subseqüentemente rejeitou estas transcrições]. ... Como um troféu de vitória, Napoleão levou o Vaticanus para Paris, onde ele permaneceu até 1815, quando os muitos tesouros que ele tinha saqueado das bibliotecas do Continente foram devolvidas aos seus respectivos donos. ... Em 1845, foi permitido ao grande estudioso inglês Tregelles vê-lo por seis horas, mas não lhe copiar uma [só] palavra. Seus bolsos foram revistados antes que ele pudesse abri-lo e todos os materiais de escrever lhe foram tomados. Dois membros do clero ficaram ao seu lado e arrebatavam o volume se ele olhasse por demasiado tempo para qualquer passagem!... Em 1866 Tischendorf uma vez mais submeteu um pedido de permissão para editar o manuscrito, mas com dificuldade ele [somente] obteve permissão para examiná-lo durante quatorze dias, todos eles de três horas cada um, com o propósito de coletar passagens difíceis. E, fazendo o máximo [proveito] do seu tempo, em 1867 Tischendorf pôde publicar a mais perfeita edição do manuscrito que já tinha aparecido. Uma versão [Católica] Romana melhorada apareceu em 1868-81...” (Frederic Kenyon, “Our Bible and the Ancient Manuscripts”, New York: Harper & Brothers, 4a. edição, 1939, pp. 138-139).

21 A atitude que Roma exibiu com relação àqueles que procuraram examinar o manuscrito Vaticanus é indicativa da atitude histórica de Roma com relação à Palavra de Deus. Enquanto os batistas e os reformadores estavam diligentemente trazendo as Escrituras à luz, “de modo que o condutor de arados possa entendê-las”, de modo igualmente diligente Roma estava tentando esconder a Palavra de Deus do homem comum. Este é um fato histórico, amigos. Objeções aos Códice Sinaiticus e Vaticanus É importante notar que o Sinaiticus mostra clara evidência de corrupção. Dr. F. H. A. Scrivener, que em 1864 publicou "A Full Collation of the Codex Sinaiticus”, testificou: “O Códice é coberto com alterações de um caráter obviamente corretivo – devidas a pelo menos dez diferentes revisores, alguns deles [os revisores] sistematicamente se espalhando sobre CADA página, outros ocasionalmente, ou limitados a porções separadas do manuscrito, muitos destes sendo contemporâneos ao primeiro escritor, mas a maior parte [dos revisores] vivendo no sexto ou sétimo século”. Citamos Dr. Edward F. Hills (1912-1981), um respeitado estudioso presbiteriano que tinha graduações pela Yale University, Westminster Theological Seminary, Harvard, e Columbia Seminary, e que prosseguiu em mais estudos de pós-graduação na Chicago University e no Calvin Seminary. Dr. Hills encorajou a muitos pela sua defesa do Texto Recebido e por desmascarar e expor a incredulidade do moderno criticismo textual. “Nos anos 1860, os manuscritos Aleph [Sinaiticus] e B [Vaticanus] tornaram-se disponíveis aos estudiosos, através dos trabalhos de Tregelles e Tischendorf. Em 1881 B. F. Westcott (18251901) e F. J. A. Hort (1828-1892) [ambos foram professores anglicanos na Cambridge University; Westcott tornou-se Bispo de Durham] publicaram sua celebrada “Introdução”, em que se esforçaram para determinar o texto do Novo Testamento com base nesta nova informação. Eles propuseram a teoria de que o texto original do Novo Testamento sobreviveu (em condições quase que perfeitas) nestes dois manuscritos, especialmente no Vaticanus. Esta teoria alcançou quase que imediatamente uma tremenda popularidade, sendo aceita em todos os quadrantes tanto pelos liberais quanto pelos conservadores. Os liberais gostaram dela porque representava a coisa mais recente na ciência do criticismo do texto do Novo Testamento. Os conservadores dela gostaram porque [a isca nas palavras 'em condições quase que perfeitas'] parecia lhes dar a segurança que eles estavam procurando. “... no desenvolvimento de suas teorias, Westcott e Hort seguiram um método essencialmente naturalístico. Na verdade, eles se orgulhavam de tratar o texto do Novo Testamento como tratariam o de qualquer outro livro, fazendo pouco ou nenhum caso da inspiração e providência. ... [Eles partiram da axiomática pressuposição de que, num excesso de defesa doutrinária e falta de honestidade, 'piedosos' copistas] tinham alterado os manuscritos do Novo Testamento nos interesses da ortodoxia. Por isso, como Griesbach, desde o início eles descartaram qualquer possibilidade de preservação providencial do texto do Novo Testamento através do seu uso pelos crentes” (Edward F. Hills, “The King James Version Defended”, pp. 65,66). Dr. Donald A. Waite [é um estudioso batista que tem escrito em defesa do Texto Recebido. Ele ganhou o grau de Bacharel de Artes em “grego e latim clássicos”; o de Mestre de Teologia (com altas honras) em “literatura e exegese do Novo Testamento em grego”; um de Mestre de Artes e um de Doutor em Filosofia, ambos em “oratória”; um de Doutor em Teologia (com honras) em “exposição bíblica”; e ele tem certificados tanto do estado de New Jersey como do estado da Pennsylvania, credenciando-o como professor de “grego” e de “arte da linguagem”. Ele ensinou grego, hebraico, Bíblia, oratória e inglês, por mais que 35 anos, em nove escolas. Ele produziu mais que 700 estudos a respeito da Bíblia e outros assuntos], sumariando o problema com o texto Westcott-Hort, ele nota que:

22 "Westcott e Hort formularam um novo texto em grego e mudaram o Texto Recebido que tinha sido usado na igreja desde o início da escrita do Novo Testamento” (“Defending the King James Bible”, 1992, p. 41). A Trinitarian Bible Society, em “The Divine Original”, provê o resto da triste história: “A descoberta destes manuscritos (MSS) seduziu muitos estudantes da Bíblia levando-os a uma lamentável enfermidade de julgamento crítico e exerceu uma similar influência hipnótica nas mentes de muitos dos estudiosos dos séculos XIX e XX. O texto em grego revisado em que se baseiam as versões modernas [baseadas no Texto Crítico] têm o suporte somente de uma muito pequena minoria dos MSS [manuscritos] disponíveis que, em alguns aspectos, estão em concordância com os inconfiáveis textos dos códices do Sinai e do Vaticano. "Westcott e Hort maquinaram uma elaborada teoria baseada mais sobre imaginação e intuição do que sobre evidência, elevando este pequeno grupo de MSS às alturas de autoridade quase infalível. O tratado que escreveram sobre o assunto [isto é, sobre seus princípios de crítica textual] e o Novo Testamento em grego que editaram, exerceram uma influência poderosa e de longo alcance, não apenas sobre a próxima geração de estudantes e eruditos, mas também, indiretamente, sobre as mentes de milhões que não têm tido nem a habilidade, nem o tempo, nem a inclinação para submeter a teoria ao bisturi de um exame investigativo. "Os manuscritos do Sinai e do Vaticano representam uma pequena família de documentos que contêm muitas variantes e que as igrejas rejeitaram antes do final dos anos 300s. Sob o singular cuidado e providência de Deus, MSS mais confiáveis foram multiplicados e copiados de geração em geração, e a grande maioria dos MSS ainda existentes oferece uma reprodução fiel do verdadeiro texto que tem sido reconhecido por toda a ‘Igreja’ Grega no período bizantino de 312 a 1453 DC. Este texto foi também representado por um pequeno grupo de documentos disponíveis a Erasmus, Stephens, os compiladores da edição complutensiana, e a outros editores do século XVI. Este texto é representado pela Versão Autorizada [= VRTiago], [ pelas Almeidas 1753, RCorr e CFiel] e por [virtualmente TODAS as] outras traduções protestantes até a última parte do século XIX". Como F. C. Cook, capelão da Rainha da Inglaterra no final do século XIX e autor de uma revisão crítica da ERV [=English Revised Version], diz: "De longe, o maior número de inovações, inclusive aquelas que dão os mais severos choques nas nossas mentes, são adotados sob a autoridade de dois manuscritos, ou mesmo de um manuscrito, contra o distinto testemunho de todos os outros manuscritos, unciais e cursivos. ... O códice do Vaticano ... algumas vezes sozinho, [mas] geralmente em acordo com o do Sinai, é responsável por nove décimos das mais chocantes inovações da Versão Revisada” (Cook, “The Revised Version of the First Three Gospels: Considered in its Bearings Upon the Record of Our Lord's Words and of Incidents in His Life”, 1882, p. 250). Philip Mauro, um membro do tribunal da Suprema Corte dos Estados Unidos e um dos mais reputados advogados de patentes dos seus dias, notou as diferenças entre o Texto Recebido e os textos do Sinai e do Vaticano: "Como uma ilustração suficiente das muitas diferenças entre estes dois códices [Sinaiticus e Vaticanus] e o grande corpo dos outros MSS, notamos que, SOMENTE NOS EVANGELHOS, o Códice Vaticanus difere do Texto Recebido nos seguintes particulares: Ele omite pelo menos 2877 palavras ; adiciona 536 palavras; substitui 935 palavras; transpõe [a ordem de] 2098 palavras; e modifica 1132 palavras; fazendo um total de 7578 divergências verbais" (Mauro, "Which Version? Authorized Or Revised?", em Fuller, “True or False?”, p 78). A maioria dos modernos tradutores da Bíblia permanece seduzida pelos manuscritos Sinaiticus e Vaticanus. Os editores da New International Version, por exemplo, admitem que eles preferem estes manuscritos: “em muitos casos as palavras escritas encontradas nos manuscritos mais velhos, particularmente nos grandiosos unciais em grego Vaticanus e Sinaiticus, do século IV DC, devem ser preferidos sobre aquelas encontrados em manuscritos posteriores, tais como aqueles refletidos no TR (Texto Recebido)” (Ronald Youngblood, “The Making of a Contemporary Translation”, p. 152).

23 Poderíamos fornecer dúzias de páginas de citações similares, devidas aos modernos tradutores e críticos do texto bíblico. Quando as novas versões dizem que uma certa palavra ou verso não é encontrada nos “mais velhos e melhores manuscritos”, eles estão se referindo primariamente ao Códice Sinaiticus e ao Códice Vaticanus, juntamente com um punhado de manuscritos que apresentam leituras similares. Concluímos esta seção com as palavras de John William Burgon (um brilhante lingüista e editor de textos bíblicos. Ele publicou acima de 50 trabalhos, além dos numerosos artigos com que ele contribuiu para periódicos. Ele contribuiu consideravelmente para “A Plain Introduction to the Criticism of the New Testament”, de Scrivener. Burgon viajou largamente em busca de fatos sobre os textos bíblicos. Pessoalmente examinou o manuscrito Vaticanus em 1860, quando esteve em Roma, e em 1862 ele visitou o Monastério de Santa Catarina, no Monte Sinai, para examinar o conteúdo da sua biblioteca. Ele fez várias visitas às bibliotecas da Europa, e coletou mais que cento e cinqüenta manuscritos em grego. Sua pesquisa sobre os escritos dos antigos “Pais da Igreja” não tem rival. Abrigada no Museu Britânico, ela consiste de dezesseis grossos volumes de manuscritos e contém 86.489 citações.) Embora o anglicano Burgon tenha sido um contemporâneo dos anglicanos Westcott e Hort, ele claramente rejeitou o racionalismo alemão e o “movimento de volta ao catolicismo romano” com os quais a dupla simpatizava. Edward Hills observa "os dias de Burgon em Oxford foram parte do período quando a controvérsia tractariana estava flamejante. O ataque contra as escrituras como a inerrante Palavra de Deus o incitou a estudar o campo dos textos bíblicos. Ele foi um profundo e laborioso estudante, e um competidor apaixonadamente corajoso”. (Hills, "The Magnificent Burgon”, em Fuller, “Which Bible?”, p. 86). Burgon, que nunca casou e que se dedicou exclusivamente às suas pesquisas, testificou que a motivação do seu labor era a defesa da Bíblia. Referindo-se a si próprio como “um vizinho”, no Prefácio de “Revision Revised”, ele escreve: “Eu confio que não há nada irracional na sugestão de que alguém que não tem feito isto [referindo-se a se dar individidamente ao estudo dos textos bíblicos] deve ser muito prudente e ajuizado quando se senta julgando um seu vizinho que, por muitos anos passados, tem dedicado e dado ao criticismo textual a totalidade do seu tempo; tem voluntariamente sacrificado saúde, bem-estar, recreação, e mesmo o necessário repouso, a este único objetivo; tem feito seu único negócio e ocupação o adquirir uma tal autoridade pericial independente, neste assunto, que o qualifique a batalhar vitoriosamente em defesa da ameaçada letra da Palavra de Deus” (p. xvii). Uma tal nobre consagração de vida não pode ser desconsiderada. Ele declarou: “Eu estou completamente contrário a crer (tão grosseiramente improvável isto parece) que, ao final de 1800 anos, 995 de cada 1000 cópias, suponhamos, irão ser provadas como inconfiáveis, e que a uma, duas, três, quatro, ou cinco [cópias] restantes, cujos conteúdos foram até ontem nada mais que desconhecidas, ocorrerão terem mantido o segredo do que o Espírito Santo originalmente inspirou. Em resumo, eu sou completamente incapaz de crer que a promessa de Deus tenha tão inteiramente falhado que, ao fim de 1800 anos, muito do texto do Evangelho tenha de fato de ser tirado de dentro de uma cesta de lixo cheia de papéis, por um crítico alemão, no convento de Santa Catarina; e que todo o texto [do Novo Testamento] tenha de ser remodelado segundo o padrão estabelecido por um par de cópias que tinha permanecido em desprezo durante quinze séculos (provavelmente devendo suas sobrevivências a este desprezo), enquanto centenas de outros [manuscritos] tinham sido tão folheadas [pelo uso] a ponto de serem [fisicamente] desintegradas, e tinham conferido seus testemunhos a cópias delas feitas. “Afortunadamente, a cristandade ocidental tem estado contente em empregar um e o mesmo texto por mais de trezentos anos. Se a objeção for feita, como provavelmente será, ‘Então você quer dizer que repousa [tão somente] sobre os cinco manuscritos usados por Erasmus?’ eu responderei que as cópias empregadas foram selecionadas porque se sabia que representam a acurácia [isto é, a absoluta exatidão] da Palavra Sagrada; que a linhagem do texto bíblico foi evidentemente guardada com zeloso cuidado, exatamente como a genealogia humana do nosso Senhor foi preservada; que ele [o texto produzido por Erasmus] repousa essencialmente sobre muito do mais

24 amplo testemunho [de vários milhares de manuscritos basicamente idênticos]; e que [só] onde qualquer parte dele [porventura] conflite com a mais completa [portanto indiscutível] evidência [real] obtenível, ali eu creio que ele pede por correção” (“True or False?”, p. 13). Rememorando o testemunho que os séculos dão à Bíblia preservada e revisando a posição incrédula dos críticos textuais do século XIX, Burgon teve isto a dizer: “Chame este texto Erasmiano ou Complutensiano, ou o texto de Stephans, ou de Beza, ou dos Elzevir, chame-o Texto Recebido ou Texto Tradicional, ou por qualquer outro nome que lhe agrade – o fato permanece que um texto tem sido transmitido até nós, o qual é atestado por um consenso geral de antigas cópias, dos antigos Pais [da 'Igreja'], e de antigas versões [como a antiga Siríaca, a Peshitta (de cerca do ano 150, e da qual mais de 300 manuscritos ainda existem), a Antiga Latina (de cerca do ano 157), etc.]. “Obtida de uma variedade de fontes, este Texto prova ser essencialmente o mesmo, em tudo. ... Em notável contraste com este Texto está aquele contido em um pequeno punhado de documentos dos quais os mais famosos são os Códices Vaticanus e Sinaiticus. Os editores da Versão Revisada têm sistematicamente magnificado os méritos destes manuscritos depravadamente corrompidos, enquanto eles têm, ao mesmo tempo, ardentemente ignorado suas muitas imperfeições e defeitos faiscantes e escandalosos, estando manifestadamente determinados a estabelecerem, por bem ou por mal, a suprema autoridade dos dois manuscritos, sempre que houver a menor possibilidade de fazê-lo. ... Tal, pelos últimos cinqüenta anos, tem sido a prática, entre nós, da escola dominante do criticismo textual” (“True or False?”, p. 115). Sobre o Vaticanus, Burgon tinha isto a dizer: “A impureza do texto exibido por estes códices [Sinaiticus e Vaticanus] não é uma questão de opinião mas sim de fato. ... SOMENTE NOS EVANGELHOS, o códice B (Vaticanus) deixa de fora palavras ou inteiras cláusulas não menos que 1491 vezes. Em cada página, ele tem traços de transcrição sem cuidados. ... eles [os manuscritos A, B e C] são três das mais escandalosamente corrompidas cópias existentes ... exibindo os mais vergonhosamente mutilados textos que podemos encontrar em todo a terra” (“True Or False?” pp. 77-78). “Tudo se resume a duas escolhas. Podemos aceitar o texto transmitido pelas igrejas [fiéis] por aproximadamente dois mil anos, ou aceitar os conclusões dos eruditos modernos, dos quais nenhum concorda com nenhum outro. Se seguirmos os eruditos, não há nenhum texto que seja aceito por todos eles. Confusão reina entre os eruditos. Não há padrão”. (“Why the King James Version?”, p. 9). Notas textuais nos rodapés das Bíblias alexandrinas (baseadas no TC ou WH) solapam a fé As notas de rodapé tão lançadoras de dúvidas querem nos empurrar a crer que, "uma vez que existem desacordos entre alguns manuscritos e em tantos e tão importantes pontos, ninguém pode estar absolutamente seguro de qual seja a real Palavra de Deus." Para todos os fins práticos, estas notas de rodapé dizem "Faça SUA escolha, decida por VOCÊ mesmo qual manuscrito ou versão VOCÊ deseja crer, pois o fato é que ninguém pode estar 100% seguro daquilo que Deus realmente inspirou Seus profetas e apóstolos a escreverem." "É assim que Deus disse?" (Gn 3:1) foi, e ainda é, a principal arma de Satanás contra a verdade (ou você já chegou a ponto de não crer que o Diabo existe e está ativo, inclusive solapando a Palavra?). A Serpente enganou Eva no Jardim do Éden plantando na sua mente UMA dúvida concernente à Palavra de Deus (ou você já não acredita em tudo isto literalmente?). Satanás está fazendo a mesmíssima mortífera coisa, agora centenas de vezes, através das versões moderninhas da Bíblia. Oremos que não consiga destruir a fé de milhões. Tais notas de rodapé só servem para lançar dúvidas sobre a Palavra que Deus tem usado através de todos os séculos (em português: a Almeida e suas legítimas herdeiras ARC e ACF). As traiçoeiras e mortiferamente insinuantes notas de rodapé das Bíblias sobre as quais estamos alertando são a moderna maneira de Satanás plantar a dúvida "É assim que Deus disse?"

25 Colchetes nas Bíblias, o que significam? Podem os eruditos dizer o que quiserem, mas, na prática, a mensagem de cada colchete é: "Olhem, incluímos este trecho aqui nesta Bíblia, entre colchetes, mas o fizemos ardilosamente, somente por questões de marketing, isto é, para podermos faturar vendendo nossas Bíblias sem chocar aos que consideramos fanáticos - xiitas ou simplórios - ingênuos. Se tivéssemos a integridade e hombridade de simples e radicalmente omitir tais palavras da Bíblia que vendemos, poderíamos sofrer alguma reação, e isto seria ruim para nossos negócios... Mas fique bem claro, para todos nós os sabidos e iluminados que entendemos o significado dos colchetes, que não cremos definitivamente e piamente nestas palavras entre colchetes. Sim, sabemos que tais palavras estão no texto grego impresso a partir do início do século 1500 e usado na Reforma como base para todas as traduções para todas as igrejas 'protestantes' de todos os países e línguas. Sim, sabemos que, em português, a Bíblia da Reforma foi aquela traduzida por Almeida e primeiro publicada em 1681 e 1753. Sim, sabemos que ela e suas fiéis filhas legítimas (suas fiéis atualizações para as mudanças ortográficas e de uso de algumas poucas palavras da nossa língua), também sempre tiveram estas palavras. Sim, sabemos que estas Bíblias da Reforma têm salvado e abençoado inúmeras vidas... Mas, mesmo assim, escolhemos não seguramente crer que estas palavras foram escritas pela mão de quem escreveu o manuscrito original, escolhemos não seguramente crer que são inspiradas, não seguramente são palavras de Deus. Por isso, adotamos como base da nossa Bíblia um texto grego direta ou indiretamente herdeiro daquele que foi pela primeira vez impresso por Westcott e Hort em 1881, e que omite as palavras em questão. Cremos que Deus não quis ou não pôde preservar bem a sua Palavra, e, por excesso de piedade, crentes falsários introduziram as palavras que pusemos entre colchetes, portanto cremos que elas são falsificações". Josias Macedo Baraúna Jr., Diretor do Instituto Teológico-Filosófico Latino-Americano, bem adicionou, em justo tom satírico: "Colocar um texto entre colchetes na Bíblia significa: 'Eu não acredito que isto faça parte do texto original, embora pertença ao que foi usado durante 18-19 séculos. Trata-se de um acréscimo, segundo minha mente ultraprivilegiada e meus conceitos acadêmicos de divindade e de sociologia, já que um texto bíblico é produto do desenvolvimento de um povo e de uma sociedade, que a gente chama de <inspirado> pra facilitar os nossos irmãozinhos fracos que ainda crêem nisso. E é por causa deles que deixamos em colchetes, pois não queremos escandalizar, mas o nosso desejo era retirar da Bíblia esses acréscimos, pois no texto que os Drs. Wescott e Hort elaboraram, não existe, e quem vai contrariar ‘estas sumidades, nossos deuses da crítica textual?' ". Membros das Sociedades Bíblicas Unidas / Sociedade Bíblica do Brasil As Sociedades Bíblicas Unidas são uma espécie de "associação" que em 1948 entraram no Brasil e fundaram a Sociedade Bíblica do Brasil. Essa organização ecumênica, entretanto, reúne o que há de pior em termos teológicos e ortodoxos. São eles os produtores das águas poluídas que muitos crentes estão a beber hoje! Vejamos quem fazia parte do "time" de apóstatas e hereges que meteram suas mãos sujas de pecado no texto grego da Bíblia e fazem parte do time montado pela dobradinha UBS/SBB (Sociedades Bíblicas Unidas / Sociedade Bíblica do Brasil): Bruce Metzger (1914 - ) Esse apóstata nega a veracidade e a autoria de vários livros da Bíblia entre eles o Gênesis. Ele acusa o Velho Testamento de MITO, diz que o dilúvio foi uma inundação local! Ele foi o editor da modernística Bíblia Revised Standard Version do apóstata Concílio Nacional de Igrejas (Concílio altamente liberal, ecumênico e herético). Ele foi ainda o editor da Bíblia RSV anotada e diretor da imprestável "Reader's Digest Condensed Bible", obras que estão repletas de comentários heréticos

26 sobre as escrituras. Essa última "Condensed Bible", pasmem, mutilou 40% do texto da Bíblia no idioma inglês! Carlo Maria Martini (1927 - ) Ele é um Cardeal (aposentado devido ao mal de Parkinson) da Igreja Católica (ex-líder da Arquidiocese de Milão!) Isso mesmo! Um alto membro da hierarquia católico Romana. Desde 1967 ele tinha sido membro do comitê editorial das Sociedades Bíblicas Unidas. A sua ex-diocese (Milão) na Europa é uma das maiores do mundo com dois mil padres e mais de cinco milhões de membros. Desde 1994 até 2002, ele tinha sido o candidato mais cotado para ser o novo papa! Agora, o irmão em Cristo que possa estar lendo essas linhas, já sabe porque a Sociedade Bíblica do Brasil é um boneco fantoche da igreja católica e porque a Bíblia Atualizada (usada indiscriminadamente por evangélicos) é a menina dos olhos da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) e recomendada por eles aos católicos! Já parou para pensar porque a igreja católica não queima mais as Bíblias dos crentes como fazia há algumas décadas? Eugene Nida (1914 - ) Esse é o pai e guru da blasfema Equivalência Dinâmica, o maior crime e traição teológica que um tradutor pode cometer! Ele foi também o coordenador de pesquisa de traduções da UBS de 1970 a 1980. O Dr. Eugene Nida foi louvado por um periódico católico como "grandemente considerado como um pioneiro em métodos de tradução e em sucessos nos esforços ecumênicos...". Esse herege nega a expiação vicária de Cristo (pagamento do pecado em lugar do pecador), afirma que o registro de visitas angelicais não é para ser tomado literalmente, e que a Bíblia não é infalível nem verbalmente inspirada. O "trabalho" sugerido pelo Dr. Nida ao Dr. Roberto G. Bratcher (vide abaixo), transformouse na ecumênica Today’s English Version (ou Good News Bible), publicada pela American Bible Society (tem até padre na diretoria...) um desastre bíblico totalmente herético que foi publicado em 1966 nos USA. Robert Hodgson, o líder Católico que dirige o Centro de Pesquisas das Escrituras da American Bible Society, dá crédito ao Dr. Nida pelo fato do Vaticano aceitar as Sociedades Bíblicas... Nida sempre tinha sonhado com Bíblias que seriam aceitas por ambos: Católicos e Protestantes. Para fazer isso, ele usou Robert Bratcher, que tendo a mesma convicção ecumênica, aceitou de bom grado o desafio. Em Julho de 1973, eles fizeram o mesmo disparate em português, que ganhou, é claro, o Imprimatur do papa, chamado no Brasil de Bíblia na Linguagem de Hoje, perversão que engana centena de milhares de evangélicos brasileiros, em parte por culpa de pastores omissos ou que simplesmente se rendem aos ditadores denominacionais. Eberhard Nestle (1851 - 1913) Erudito alemão de criticismo textual. Editou um texto comparando tudo o que tinha de pior disponível: o de Westcott-Hort, o de Tischendorf, e um terceiro conhecido como o de Weymouth e Weiss, gerando o que se conhece com o Texto de Nestlé, editado pela primeira vez em 1898. A Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira (BFBS - British and Foreign Bible Society), que já tinha se livrado dos crentes zelosos desde 1831, estava agora contaminada com os hereges remanescentes (unitarianos, ecumênicos e liberais). O caminho estava aberto para substituir o Textus Receptus pelo texto de Westcott e Hort, que foi adotado. Kurt Aland (1915 - 1994) É autor e co-editor do texto grego Nestle-Aland, baseado no texto deplorável Westcott-Hort e usado na maioria dos seminários. Ele defendia que o cânon estava em aberto e devia ser discutido

27 num diálogo ecumênico. Ele, de igual modo aos críticos apóstatas, rejeitava a inspiração verbal da Bíblia. Robert Bratcher (1920 - ) Esse homem traduziu a Today's English Version (ou Good News for Modern Man), uma das piores, senão a pior tradução da Bíblia no idioma inglês: é medíocre, corrupta e infiel e falsa. Ela inspirou a comissão da Bíblia na Linguagem de Hoje da Sociedade Bíblica do Brasil. Ele nasceu no Brasil em 1920, na cidade de Campos, RJ. Após concluir seus estudos nos Estados Unidos, retornou como missionário da Convenção Batista. Era professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (filho do velho missionário Bratcher segundo o Dr. Aníbal Pereira Reis em "A Bíblia Traída" p. 130). Veja o que foi dito sobre ele: "-O Bratcher sempre teve dificuldade em crer na divindade de Cristo e na eternidade da salvação do crente. Exibia sua opinião que o crente pode perder a salvação. Um verdadeiro herege, segundo a opinião dos ortodoxos." (A Bíblia Traída, Dr. Aníbal Pereira Reis, pág. 130).

Atualizações (baseadas ou não no TR) da Almeida, no BRASIL Em 1847 a Trinitarian Bible Society publicou uma revisão (ortográfica) que ficou conhecida como "Almeida Revista e Reformada" e, anos depois, feitas mais correções, como "Almeida Correcta". Continuou tendo o coração de todos os crentes. Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou "A Primeira Edição Brasileira do Novo Testamento de Almeida". Em 1917, as influências de Westcott-Hort, do criticismo textual e do revisionismo já havendo alcançado o Brasil, foi publicada a "Tradução Brasileira", baseada no Texto Crítico. Equivalente à "English Revised Version" de 1881, ela não foi bem aceita pela maioria dos crentes. Em 1943, as Sociedades Bíblicas Unidas patrocinaram um esforço que culminou com a publicação, anos depois, da "Almeida Corrigida". Ainda baseada no Texto Recebido e digna de herdar o nome Almeida, ela pode ser encarada como a uma correção da linguagem e grafia (principalmente dos nomes próprios) da "Almeida 1753" e da "A. Revista e Reformada". Continuou sendo a versão reinante no coração dos crentes. Em 1959 a Sociedade Bíblica do Brasil publicou a "Almeida Revista e Atualizada", baseada no Texto Crítico (por isso, não deveria ter usado o nome Almeida). Ela equivale à "Revised Standard Version", de 1952. “Pela primeira vez, uma Bíblia-TC começou a ser aceita entre os ‘protestantes’ brasileiros.” Em 1966, a Sociedade Bíblica do Brasil adaptou a "Almeida Corrigida" às novas regras de ortografia e ela passou a ser conhecida como a "ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA", ainda tradução muito fiel (e formal-literal) do Texto Recebido. Em 1967 e 1986, a Imprensa Bíblica Brasileira publicou o que ficou conhecida como "Almeida Revisada de Acordo com os Melhores Textos", baseada no Texto Crítico (por isso, também não deveria ter usado o nome Almeida), e com extensivo uso de variantes e de destrutivos colchetes e notas de rodapé. Em 1990 a Editora Vida publicou a "Almeida Edição Contemporânea". Apesar da alegação de que partiu da Almeida Revista e Corrigida e, basicamente, apenas a "limpou de arcaísmos", na realidade ela por demasiadas vezes seguiu o Texto Crítico. Em 1994, depois de um trabalho tanto longo (o Novo Testamento já havia sido lançado em 1974) quanto de extremos cuidados, a Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil lançou a "Almeida Corrigida e Revisada, Fiel ao Texto Original", também conhecida simplesmente como "ALMEIDA CORRIGIDA, FIEL", 100% baseada no Texto Recebido, traduzida com suprema competência pelo mais rigoroso método de equivalência formal-literal, e, ao mesmo tempo, escrita em português natural, fluente e sem arcaísmos.

28 Quanto às Bíblias "protestantes" não só baseadas no Texto Crítico como também no lastimável princípio de tradução por equivalência dinâmica (não formal-literal): em 1981 a Editora Mundo Cristão lançou a paráfrase "A Bíblia Viva"; em 1988 a Sociedade Bíblica do Brasil lançou a "Bíblia na Linguagem de Hoje" (seu Novo Testamento foi muito bem aceito e apoiado pelos católicos romanos); e, em 1994, a Sociedade Bíblica Internacional publicou a "Nova Versão Internacional" (NVI). Crentes alertados e fiéis não usam as Bíblias Jerusalém (católico-ecumênica), Vozes (católica) e Novo Mundo (distorção pelos Testemunhas de Jeová), todas elas também baseadas no Texto Crítico.

A superioridade do TR O TEXTUS RECEPTUS (T.R.), texto grego base do Novo Testamento da Bíblia King James, não tinha nenhum contestador desde 1611 até 1881, quando esses dois heréticos liberais chamados Brooke Foss Westcott e Fenton John Anthony Hort entraram em cena com esforço concentrado. Eles eram teólogos da igreja Anglicana e passando por "conservadores" editaram o texto Westcott-Hort (WH ou TC), que difere em 9.970 palavras (7%) do T.R. que tem sido usado pela cristandade fiel de 19 séculos! Para se ter uma idéia da incomparável superioridade do T.R, dos 5.255 manuscritos gregos do Novo Testamento, que foram preservados e disponíveis para nós hoje, 5.210 (99%) concordam com o T.R. e apenas 45 (MENOS DE 1%) com o WH ou TC! As bases do texto falso, foram desenterradas das profundezas do obscurantismo, esquecimento e desprezo, justamente por não terem credibilidade, sendo o WH publicado apenas em 1881. Além do mais, o texto WH se baseou dentre outros, no Codex "B" (Vaticanus) e Sinaiticus que diferem entre si em 3.000 vezes só nos Evangelhos! Crentes do século 17 confirmaram que criam que receberam as providencialmente preservadas Escrituras, e o confirmaram por dar ao texto grego comum o nome "textum...nunc ab omnibus receptum" (o "texto ... agora recebido por todos"). O TR (Textus Receptus, do NT) e o Massorético (do AT), que são usados também na Bíblia publicada atualmente pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (Corrigida e Fiel), é muito superior ao texto Westcott e Hort (WH), que dentre outras omissões, é ecumênico e por isso mesmo, enfraquece várias doutrinas da fé cristã. O problema das versões modernas a) O problema da corrupção O que se segue é do livro “Modern Bibles – The Dark Secret”, de Jack Moorman, publicado em 1992 pela Associação Evangelística Fundamentalista. Moorman foi missionário na África do Sul durante muitos anos; hoje ele trabalha na Inglaterra e tem escrito muitos livros em defesa dos Textos Recebidos e da VRTiago. Seu livro “Forever Settled” é usado como livro texto em algumas faculdades bíblicas. “Faria alguma diferença se você soubesse que o Novo Testamento da sua Bíblia moderna não tem a Primeira nem a Segunda Epístola de Pedro? Todavia, se o número total de palavras que faltam fosse somado, isto seria o quanto as traduções modernas ficariam mais curtas do que a VRTiago [e do que as Almeidas 1753, RCorr e CFiel]. É motivo de preocupação se os nomes de Cristo estão faltando 175 vezes? Ou se a palavra inferno não é encontrada no Velho Testamento? Ou se passagens doutrinárias chaves têm sido diminuídas? E (o maior choque de todos): É possível que a mais básica e clamorosa de todas as heresias iniciais com respeito à pessoa de Cristo [isto é, o arianismo que Lhe negava a real divindade] ressurgiu através das versões modernas [baseadas

29 no Texto Crítico]? Muitos têm se passado para as novas Bíblias sem compreender que mais, muito mais está envolvido do que a questão do inglês [e português] moderno. Todo o tecido tem sido afetado! O texto subjacente está substancialmente diferente. A filosofia e metodologia dos tradutores está em contraste acentuado [quando comparadas] com aquelas da Versão Autorizada [e das Almeidas 1753, RCorr e CFiel]” (Moorman, pp. 1,2). b) O problema da autoridade Outro dos principais problemas com as versões modernas [isto é, baseadas no Texto Crítico] é o enfraquecimento da autoridade das Escrituras. Dr. Charles Turner, diretor do Instituto dos Tradutores dos Batistas Bíblicos, em Bowie, no Texas, nota este problema: “Alguém tem sabiamente dito, ‘Um homem que só possui um relógio sabe que horas são, mas o homem que tem dois relógios nunca está bastante seguro.’ De uma maneira análoga, este é o problema com as muitas versões diferentes do Novo Testamento. Uma vez que existem muitas traduções da Escritura, todas alegando serem a Palavra de Deus, as pessoas não estão seguras de ‘que horas são’. Isto quer dizer, as pessoas não estão seguras de qual tradução é verdadeiramente a Palavra de Deus. “No passado, havia uma tradução na língua inglesa que era a Bíblia. Esta era a Versão do Rei Tiago [e, em português, havia uma Bíblia, a Almeida 1753, depois da adequação à ortografia e gramática atuais, tornando-se a ARCorr e a ACFiel de hoje, basicamente idênticas]. ...Quando nós queríamos saber o que Deus tinha dito nós íamos para a nossa VRTiago [e para as nossas Almeidas ainda baseadas puramente no Texto Recebido] e líamos lá as palavras de Deus. Mas agora existem muitas ‘Bíblias,’ todas clamando ser a Palavra de Deus. ... “A autoridade da Palavra de Deus na língua inglesa [bem como na portuguesa] está sendo erodida [corroída] por estas muitas traduções. Quando existem muitas traduções, todas alegando ser a Palavra de Deus, quem decide se esta tradução ou aquela tradução é a Palavra de Deus? A resposta é: ‘Você decide. [Para cada verso,] você escolhe qual é a tradução que você vai crer que traz as palavras de Deus.’ ... A Palavra de Deus não é mais a autoridade sobre você. Uma vez que agora, [para cada verso], é você quem pega e escolhe as traduções, você tem se tornado a autoridade sobre a Palavra de Deus! Quando há duas autoridades, então não há nenhuma autoridade, de modo algum. O homem está fazendo o que lhe parece certo a seus próprios olhos [Jz 21:25]. Onde há mais do que uma autoridade, não há nenhuma autoridade, de modo algum. ... Uma casa com mais de uma autoridade está dividida contra si mesma. Mais que uma autoridade no governo é anarquia. Mais que uma autoridade numa igreja é divisão e caos” (Turner, “Why the King James Version: The Preservation of the Word of God Through the Faithful Churches”, p. 1-3). Continuamos com as considerações de Moorman a respeito do problema das versões baseadas no Texto Crítico: “De 1611 até recentemente havia somente uma Bíblia no mundo de fala inglesa [Também, desde a publicação da Almeida, em 1676 e 1753, até recentemente, só havia uma Bíblia dos 'protestantes' de fala portuguesa]. A Versão Autorizada [ou seja, a Versão do Rei Tiago] se tornou o padrão naquele império [das colônias da Inglaterra] sobre o qual o sol nunca se punha, e naquela linguagem que é o veículo primário do discurso internacional. Ela penetrou nos continentes do mundo e trouxe multidões para a fé salvadora em Cristo. Ela se tornou o ímpeto dos grandes movimentos missionários. Através dela homens e mulheres ouviram o chamado para evangelização do mundo. Ela foi a fonte dos maiores reavivamentos desde os dias dos apóstolos. Pregadores ao ar livre, colportores , fundadores de igrejas, professores de escola dominical e distribuidores de folhetos levaram a Bíblia do Rei Tiago até cidades populosas e além das veredas do campo. Ela foi [e é] a mais alta marca de maré na história da divulgação do Evangelho.” "Tristemente, no entanto, nós todos temos uma tendência de por de lado o bom e substituí-lo por algo de menor qualidade. E assim, durante o último século começou-se a ouvir uma reclamação pedindo por uma revisão da Bíblia. Na sua maior parte - pelo menos no princípio - o desejo não veio de fervorosos crentes na Bíblia mas, ao contrário, daqueles que estavam se

30 inclinando para o liberalismo teológico. Estes foram aqueles homens que freqüentemente se sentiam confortáveis com o racionalismo alemão, com Darwin, e com o movimento de volta a Roma [isto é, ao Catolicismo Romano].” "A primeira revisão de grande porte [ERV = English Revised Version] foi publicada em 1881. Após a agitação inicial só houve um pequeno apoio público. A mesma resposta saudou a edição americana [ASV = American Standard Version] em 1901. [O mesmo ocorreu com a Tradução Brasileira, de 1917]. Outras se seguiram: Weymouth, Williams, Moffat, Beck, Goodspeed, Twentieth Century, mas ainda com pequeno impacto. Então, em 1952 surgiu a Revised Standard Version [RSV], produzida nos Estados Unidos com o apoio do liberal Conselho Nacional de Igrejas. [No Brasil, a ARAtlz foi lançada em 1959 e a ARMelh em 1967]. O ritmo agora se acelerou, e a aceitação pública começou a subir. Outras [traduções] se seguiram: as New English, Amplified, Berkeley, Phillips, Wuest, Living, New American, Good News, Jerusalem, New International, New King James. Cada uma veio com a promessa de que estava baseada nos manuscritos mais antigos e na mais recente erudição, e de que a Palavra de Deus seria agora mais facilmente entendida.” "Tomando este último ponto, é interessante vermos os nomes dados ao [grande] número de versões do século XX - O Autêntico Novo Testamento, o Novo Testamento em Inglês Claro, o Novo Testamento em Inglês Básico, o Novo Testamento Simplificado em Inglês Claro para o Leitor de Hoje, Cartas Inspiradas do Novo Testamento no mais Claro Inglês! Desde então, um [bom] número das revisões têm sido [elas próprias] revisadas: a Nova Versão Padrão Revisada, a Nova Versão de Berkley, a Nova Bíblia de Jerusalém. Há pelo menos setenta modernas Bíblias [em inglês] publicadas neste século.” (Moorman, Ibid.). c) Vastas omissões nas versões modernas São vastas as diferenças entre o texto em que se baseia a VRTiago [como também as Almeidas 1753, RCorr e CFiel] e os textos em que se baseiam as versões modernas. Somente no Novo Testamento há mais que 8000 diferenças de palavras entre o Texto Recebido e o texto de Westcott-Hort (e suas revisões tais como a do texto de Nestlé e a do texto da UBS). É verdade que muitas destas mudanças não são tão significantes quanto as demais – mas TODAS são diferenças REAIS. [Contando somente nos 4 Evangelhos:] mais que 2800 das palavras do Texto Recebido são omitidas no texto de W-H em que se baseiam as versões modernas; este é um vasto número de palavras; é aproximadamente o número de palavras em 1 e 2 Pedro combinados. O Senhor Jesus Cristo disse “... Nem só de pão viverá o homem, mas de TODA a PALAVRA que sai da boca de Deus.” (Mt 4:4). As palavras da Bíblia são palavras cruciais! [Cada uma delas!]. Versos e frases completamente omitidos das novas versões: Há 17 versos completamente omitidos na New International Version -- Mt 17:21; 18:11; 23:14; Mc 7:16; 9:44; 9:46; 11:26; 15:28; 17:36; 23:17; João 5:4; At 8:37; 15:34; 24:7; 28:29; Rm 16:24; e 1 João. 5:7. Ademais, a NIV separa Mc 16:9-20 do resto do capítulo com uma nota que diz “Os dois mais antigos e confiáveis manuscritos não têm Mc 16:9-20”, assim destruindo, nas mentes dos leitores, a autoridade desta vital passagem, e efetivamente removendo mais outros 10 versos. João 7:53-8:11 é também separado do restante do texto pela nota de rodapé: “Os mais antigos e mais confiáveis manuscritos não têm João 7:53-8:11.” Deste modo, outros 24 versos são efetivamente removidos da Bíblia. A NIV questiona quatro outros versos com notas de rodapé -- Mt 12:47; 21:44; Lc 22:43; 22:44. Isto faz um total de 55 versos que são completamente removidos ou gravemente questionados. Adicionalmente, há 147 outros versos com significantes porções omitidas. [Você deve checar a AECont, ARAtlz, ARMelh, NVI, BViva, BLHoje, e outras Bíblias-TC, e chocar-se ao ver que fazem praticamente o mesmo, seja por omissão direta, ou por notas de rodapé destruidoras da fé, ou por pares de colchetes também destruidores da fé, que significam: “tudo indica que isto foi adicionado bem depois, por falsificadores”].

31 d) Corrupções doutrinárias nas versões modernas Os promotores das versões modernas [baseadas no Texto Crítico] clamam que as diferenças entre suas versões e a VRTiago [ou, em português, as diferenças entre as Bíblias-TC e as Almeidas RCorr ou CFiel] são relativamente insignificantes e não têm conexão com doutrina. Isto não é verdade. As diferenças são grandes, e muitas das mudanças nas versões-TC realmente afetam doutrinas. Até mesmo muitos dos promotores das versões modernas admitem que as diferenças são vastas e graves. O prefácio da Revised Standard Version clama: “A VRTiago tem GRAVES DEFEITOS. Pelos meados do século XIX, o desenvolvimento dos estudos bíblicos e a descoberta de muitos manuscritos mais antigos que aqueles sobre os quais a VRTiago foi baseada, tornou manifesto que estes defeitos são tantos e tão graves que exigem uma revisão da tradução inglesa”. Um trabalho mais recente, “The English Bible from KJV to NIV”, contem um capítulo inteiro tratando de “Os Problemas Doutrinários na VRTiago”. O autor, Jack Lewis, conclui com estas palavras: “ ’Doutrina’ significa ‘ensino,’ e qualquer falha em apresentar a Palavra de Deus acurada, completa e claramente, em uma tradução, é um problema doutrinário. Os assuntos que temos inspecionado panoramicamente neste capítulo, todos eles afetam o ensino que o leitor receberá da sua Bíblia. É ingênuo declarar que eles não têm nenhum significado doutrinário”. ... Uma vez que concordamos que há sérias diferenças doutrinárias entre as versões, também reconhecemos o feliz fato de que há uma concordância doutrinária básica entre as duas famílias textuais. Isto nos mostra duas coisas: Primeiro, podemos regozijar que Deus tem prevalecido sobre o ímpio plano dos homens e demônios, e tem perpetuado as doutrinas essenciais mesmo nos textos mais corrompidos. Segundo, isto não significa que as diferenças entre os textos são insignificantes e inofensivas. Não significa que doutrina não é afetada. Também não significa que não é importante descobrir qual é e usar o mais puro texto . Você pode mostrar a alguém o evangelho da graça de Cristo mesmo com uma versão católica romana. Você pode provar que Cristo é Deus [o Altíssimo, o eterno ‘Eu Sou’], mesmo com a pervertida Tradução Novo Mundo usada pelos Testemunhas de Jeová. Você pode ensinar a doutrina da propiciação mesmo a partir de uma perversão tal como a Today's English Bible, que extirpa a palavra “sangue” da maioria das principais passagens. Isto mostra a maravilhosa mão de Deus em obstruir os esforços do Diabo. Mas isto não significa que as mudanças feitas nestas e em outras novas traduções não são significantes. As doutrinas mencionadas são seriamente enfraquecidas nas novas versões. A seguir, nas letras “e”, “f” e “g”, apresentamos algumas doutrinas cruciais que são afetadas pelos modernos textos e traduções: e) As versões modernas enfraquecem a doutrina da divindade de Cristo Mc 9:24 -- "E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, SENHOR! ajuda a minha incredulidade." [ACFiel (e VRTiago)]. [A palavra 'SENHOR', isto é] o testemunho do homem, de que Cristo é Deus, é OMITIDA. [Por exemplo, a ARAtlz diz "E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágrimas] : Eu creio!, ajuda-me na minha falta de fé."] Mc 15:39 -- "E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era O Filho de Deus." [ACFiel (e VRTiago)]. [A palavra 'O', isto é] o testemunho do centurião, de que Cristo é Deus, é OMITIDA do texto [ou trocada por 'UM'], ou questionada em nota de rodapé. [Aqui, o erro das versões modernas é de tradução, é de insuficiente conhecimento do grego, é de esquecer a doutrina]. [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus."] Lc 2:33 -- "E JOSÉ, E SUA MÃE, se maravilharam das coisas que dele se diziam." [ACFiel (e VRTiago)]. A divindade de Cristo é atacada pela mudança de “José e Sua mãe” para “O PAI E A

32 MÃE DO MENINO”. [Ver nota de rodapé de Lc 2:33, nas bíblias modernas]. [Por exemplo, a AECont diz "O pai e a mãe do menino admiraram-se das coisas que dele se diziam".] Lc 2:43 -- "E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube JOSÉ, NEM SUA MÃE." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC mudam "José, nem sua mãe" para “SEUS PAIS”. [Ver nota de rodapé de Lc 2:33, nas bíblias modernas]. [Veja, por exemplo, a AECont:"Ao regressarem, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberem seus pais".] Lc 23:42 – "E disse a Jesus: SENHOR, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC têm o ladrão penitente dirigindo-se a Cristo meramente como “JESUS”, ao invés de “Senhor”, como no TR. [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino."] João 1:14 (...glória do uniGÊNITO do Pai...); 1:18 (...O Filho uniGÊNITO, que está no seio do Pai...); 3:16 (...deu o seu Filho uniGÊNITO...); 3:18 (...não crê no nome do uniGÊNITO Filho de Deus.). [ACFiel (e VRTiago)]. A NIV e a maioria das outras versões-TC omitem “gênito” [isto é, mudam “filho unigênito” para “FILHO ÚNICO”], assim removendo um importante testemunho da unicidade de Cristo como o uni-GÊNITO, o único-gerado Filho de Deus. Cristo não é o único filho de Deus. Adão é chamado filho de Deus (Lc 3:38); anjos são chamados filhos de Deus (Jó 1:6); crentes são chamados filhos de Deus (Fp 2:15). Mas Cristo é o uni-GÊNITO Filho de Deus, exatamente como a VRTiago (e a ACFiel) corretamente afirmam. [Por enquanto, a NVI brasileira diminuiu unigênito para único "somente" em nota de rodapé.] João 3:13 – "Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, QUE ESTÁ NO CÉU." [ACFiel (e VRTiago)]. As novas versões OMITEM “que está no céu”. Este claro, irrefutável testemunho da divindade e onipresença de Cristo, é removido das modernas traduções. [Por exemplo, a NVI diz "Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele que veio do céu: o Filho do homem."] João 9:4 –"Convém que EU faça as obras daquele que me enviou...” [ACFiel (e VRTiago)]. As novas versões dizem “É necessário que NÓS façamos as obras daquele que me enviou...” Você pode ver que esta leve mudança de pronomes de “eu” para “nós” retira inteiramente esta linda referência à obra singular de Cristo. Mudanças aparentemente pequeninas na Bíblia podem criar enormes diferenças. [A ARAtlz, por exemplo, diz "É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar."] Atos 8:37 – "E DISSE FILIPE: É LÍCITO, SE CRÊS DE TODO O CORAÇÃO. E, RESPONDENDO ELE, DISSE: CREIO QUE JESUS CRISTO É O FILHO DE DEUS." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM este verso [diretamente, ou por nota de rodapé, ou por colchetes] e assim removem o glorioso e importante testemunho do eunuco etíope sobre a encarnação e divindade de Jesus Cristo. [Por exemplo, a ARAtlz põe todo o verso entre colchetes, o que entendemos que seus editores o consideram uma falsificação. A NVI já tirou o verso do texto principal] 1 Co 15:47 – "O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, O SENHOR, é do céu." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM “O Senhor” e dizem “... o segundo homem é do céu,” assim efetivamente removendo este abençoado e poderoso testemunho de que Jesus Cristo é o Senhor, [e provém] do céu. [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu."]

33 1 Tm 3:16 – “E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: DEUS se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória.” [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM a palavra chave neste verso, a palavra “Deus”. Por exemplo, a ARAtlz diz: “Evidentemente grande é o mistério da piedade: AQUELE que foi manifestado na carne, foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória.” Pela substituição da palavra “Deus” pela pronome genérico “aquele” [aplicável se Cristo fosse mero homem], somos roubados de um das mais claros testemunhos, em toda a Bíblia, da divindade de Cristo, e somos deixados com uma referência sem sentido a um ambíguo e não identificado ‘aquele’, ‘que se manifestou em carne.’ Terrance Brown, respeitado ex-secretário da Trinitarian Bible Society, faz este comentário: “Incontáveis milhões compondo o povo de Deus, desde o alvorecer da era cristã até o presente dia, têm lido estas palavras nas suas Bíblias precisamente como elas aparecem na nossa Versão Autorizada [e na nossa Almeida CFiel], mas agora este poderoso testemunho da divindade do nosso Salvador está para ser varrido para fora das Escrituras e desaparecer sem deixar vestígios”. Ap 1:11 – "Que dizia: EU SOU O ALFA E O ÔMEGA, O PRIMEIRO E O DERRADEIRO; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: ...." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM. "Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro". [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "dizendo: O que vês, escreve em livro e manda às sete igrejas: ..."] Examinamos brevemente 15 passagens-chave em que o testemunho da divindade de Cristo tem sido inteiramente removido ou tem sido criticamente enfraquecido, nas mais novas versões da Bíblia. Há muito mais passagens que não consideramos. A divindade de Cristo não tem sido removida completamente destas Bíblias, mas, pelas mudanças nas palavras destas importantes passagens, o testemunho global da doutrina da divindade de Cristo tem sido enfraquecido. É esta realmente uma questão de pequenas conseqüências, amigos, como muitos querem que acreditemos? Eu digo que não. Mas isto não é tudo. Em adição a estas principais omissões estão as seguintes omissões de nomes e títulos pertencentes ao Senhor Jesus Cristo. Devemos esta lista a D. K. Madden, em “A Critical Examination of the New American Standard Bible”: SENHOR -- Omitido em Mt 13:51; Mc 9:24; At 9:6; 2 Co 4:10; Gl 6:17; 2 Tm 4:1; Tt. 1:4. JESUS -- Omitido em Mt 8:29; 16:20; 2 Co 4:6; 5:18; Cl 1:28; Fm 6; 1 Pe 5:14. CRISTO -- Omitido em Lc 4:41; João 4:42; At 16:31; Rm 1:16; 1 Co 16:23; 2 Co 11:31; Gl 3:17; 4:7; 1 Ts 2:19; 3:11; 3:13; 2 Ts 1:8; Hb 3:1; 1 João 1:7; Ap 12:17. JESUS CRISTO -- Omitido em 1 Co 16:22; Gl 6:15; Ef 3:9; 2 Tm 4:22. SENHOR JESUS CRISTO -- Omitido em Rm 16:24; Ef 3:14; Cl 1:2. FILHO DE DEUS -- Omitido em João 9:35; João 6:69. Do estudo acima, que não é exaustivo, pode ser visto que o texto de Westcott-Hort e as modernas traduções fazem um definido ataque contra o testemunho que as escrituras dão da divindade de Jesus Cristo. Este fato, sozinho, é suficiente motivo para mantermos o Texto Recebido e as traduções fiéis fundamentadas sobre ele, e põe o letreiro de mentira sobre a idéia de que não há desvios doutrinários nas versões-TC. f) As versões modernas enfraquecem a doutrina da propiciação Considere os seguintes exemplos: Cl 1:14 – "Em quem temos a redenção PELO SEU SANGUE, a saber, a remissão dos pecados; " [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM a supremamente importante frase “PELO SEU SANGUE”. [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "No qual temos a redenção, a remissão dos pecados."]

34 Hb 1:3 – “... havendo feito POR SI MESMO a purificação dos nossos pecados, ...” [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM as palavras “POR SI MESMO” deste verso. A NIV [por exemplo] diz “... . Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ...”. As três pequenas palavras omitidas nas versões-TC seriamente enfraquecem o testemunho desta passagem quanto ao que Cristo realizou sobre a cruz. 1 Pe 4:1 – “Ora, pois, já que Cristo padeceu POR NÓS na carne, ...” [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC OMITEM “POR NÓS”. [Veja um exemplo: a NVI diz "Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armemo-nos..."] 1 Co 5:7 – :“... Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado POR NÓS.” [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC também OMITEM “POR NÓS” neste verso. [Exemplo: a ARAtlz diz "... Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado."] g) As versões modernas enfraquecem a doutrina do jejum O Texto Crítico em grego e as versões modernas [nele baseadas] fazem um estranho ataque contra os ensinos do Novo Testamento sobre o jejum. Embora algumas referências a jejum permaneçam, são removidas várias referências muito significativas. Mt 17:21 – "MAS ESTA CASTA DE DEMÔNIOS NÃO SE EXPULSA SENÃO PELA ORAÇÃO E PELO JEJUM.” [ACFiel (e VRTiago)]. Todo este verso é OMITIDO nas NASV, RSV, NIV, New English Bible, Jerusalém Bible, e Phillips. A TEV coloca o verso entre colchetes. [As ARAtlz, ARMelh, NVI, BViva, BLHoje e outras Bíblias-TC em português destroem o verso por meio de colchetes ou nota de rodapé, que implicam que o verso é uma falsificação]. Mc 9:29 – " E disse-lhes: Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração E JEJUM.” [ACFiel (e VRTiago)]. O texto em grego, de Westcott-Hort, e as novas versões baseadas neste texto, OMITEM a frase “E JEJUM”, que também é omitida das NIV, NASV, RSV, LB, Phillips, NEB, e Jerusalém Bible. [As AECont, ARAtlz, ARMelh, NVI, BViva, BLHoje e outras Bíblias-TC em português destroem a frase por meio de colchetes ou nota de rodapé, que implicam que "e jejum" é uma falsificação]. Estes dois versos sobre jejum não são as únicas referências a esta doutrina nas Escrituras, mas são as duas únicas referências que específica e diretamente ensinam a importância de jejuar como um aspecto do guerrear espiritual. Aqueles que têm lutado batalhas espirituais contra os poderes das trevas sabem por experiência a preciosa verdade da qual Jesus está falando nestas passagens. Oração é um poderoso recurso espiritual, mas HÁ fortificações demoníacas que não podem ser quebradas somente por oração sem jejum. Este é um fato, e ele faz parte da Bíblia! Remover da Bíblia estas referências é loucura e é malévolo. É igual a, antes de enviarmos um soldado à batalha, retirarmos do seu equipamento parte do armamento que lhe é essencial. At 10:30-31 – "E disse Cornélio: Há quatro dias estava eu EM JEJUM até esta hora, orando em minha casa à hora nona. E eis que ..." (ACFiel, VRTiago, e a maioria das tradicionais traduções protestantes nas várias linguagens). As novas versões, seguindo o texto em grego, de Westcott-Hort, OMITEM a expressão “EM JEJUM”. [Veja o exemplo da ARAtlz: "Respondeu-lhe Cornélio: "Faz hoje quatro dias que, por volta desta hora, estava eu observando em minha casa a hora nona de oração, e eis que ..."] 1 Co 7:5 –" Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes AO JEJUM E à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.” [ACFiel (e VRTiago)]. Aqui, rejeitando a maioria dos testemunhos textuais, as novas versões OMITEM “AO JEJUM E” desta importante passagem. [A ARAtlz, por exemplo, diz "Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e novamente vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência."]

35 2 Co 6:5 – "Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos JEJUNS," [ACFiel (e VRTiago)]. A palavra “jejum” foi MUDADA em algumas das novas versões para “FOME”. [A BViva, por exemplo, diz "estivemos sem ter o que comer"]. Obviamente fome e jejum são duas coisas diferentes. Em 2 Co 11:27, onde o apóstolo Paulo dá uma lista similar de alguns aspectos do seu ministério, ele menciona ambos: fome E jejum. Portanto, o Espírito Santo não está usando estes termos como sinônimos: Este é um outro ataque sobre a doutrina bíblica dos benefícios espirituais do jejuar. 2 Co 11:27 – "Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, EM JEJUM muitas vezes, em frio e nudez." [ACFiel (e VRTiago)]. "Em jejum" foi MUDADA, em algumas das novas versões, para “PASSANDO FOME”. [A BViva, por exemplo, diz "ESTIVEMOS SEM TER O QUE COMER"]. Alguém pode ter fome e continuar sem comer sem que isto seja conectado com a vida espiritual e o batalhar espiritual. Na VRTiago (e na ACFiel), uma clara distinção é feita entre a fome que Paulo freqüentemente suportava e seus freqüentes períodos de jejuar [sob o controle] do Espírito. Se nestas duas passagens [2 Co 6:5 e 11:27] o Espírito Santo está se referindo às batalhas espirituais do Apóstolo, ao jejuar sob o controle do Espírito, interpretação que é a mais provável uma vez que foi feita uma tal distinção [entre jejum e fome], então os modernos tradutores fizeram um grande mal ao removerem este ensino. Quando os escritos destes seis versos são tomados juntos, aparece nos novos textos em grego e suas traduções um padrão definido de ataques contra a doutrina do jejum como sendo uma arma espiritual. Isto é ainda mais sério à luz do fato de que somos advertidos nas Escrituras que o guerrear espiritual crescerá em intensidade à medida que o tempo do retorno de Cristo se aproximar. “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. ... Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.” (2 Tm. 3:1,13). Não se deixe ser enganado e levado, caro crente amigo, a aceitar uma versão da Bíblia que remova da sua vida esta importante arma espiritual [o jejum]. De modo algum são estas todas as doutrinas atacadas nas versões-TC. Mas, destes exemplos, o resultado global já pode ser claramente percebido. Admitimos que as doutrinas acima não foram inteiramente removidas, mas não há dúvidas de que um definido enfraquecimento de doutrina tem tomado lugar. g) “Erros” nas versões modernas As versões-TC não somente enfraquecem importantes doutrinas, mas contêm erros grosseiros [isto é, graves contradições das versões-TC consigo próprias]. Sl 12:6 diz “As palavras do SENHOR são palavras PURAS, ...” Mas as novas versões não são puras. Eu darei oito exemplos de erros nas versões-TC: Mt 27:34 – "Deram-lhe a beber VINAGRE misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC mudam a palavra “vinagre” para “vinho”. Isto cria uma CONTRADIÇÃO COM A PROFECIA EM SL 69:21, que ensina que, ao Messias, seria dado vinagre para beber. [Veja, por exemplo, a NVI: "Ali lhe deram para beber VINHO misturado com fel; mas, depois de prová-lo, recusou-se a beber."] Mt 5:22 -- "Eu, porém, vos digo que qualquer que, SEM MOTIVO, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC omitem as palavras “sem motivo”. A NVI [por exemplo] diz “Mas eu lhes digo que qualquer que ficar irado contra seu irmão estará sujeito a julgamento. ...” Esta “pequena” omissão cria um SÉRIO ERRO, PORQUE CRISTO ELE PRÓPRIO FICOU OCASIONALMENTE

36 IRADO. Mc 3:5 diz “E, olhando para eles em redor com indignação ...” Irar-se não é necessariamente um pecado, é irar-se “sem motivo” que o é. Mc 1:2-3 – "Como está escrito NOS PROFETAS: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC dizem que Cristo está citando “o profeta Isaías”. Isto cria um ERRO, PORQUE É ÓBVIO QUE MARCOS NÃO ESTÁ CITANDO SOMENTE ISAÍAS: ele está citando Ml 3:1 como também Is 40:3; ele estava citando “os profetas”, exatamente como a VRTiago [e a ACFiel] o dizem. [Veja, por exemplo, a ARAtlz: "Conforme está escrito na profecia de Isaías: ...".] 1 Co 7:1 – "Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não TOCASSE em mulher;" [ACFiel (e VRTiago)]. A New International Version [e a BViva, etc.] dizem "... É bom para um homem não CASAR com uma mulher." Estas versões ESTÃO ERRADAS: A BÍBLIA CLARAMENTE DIZ QUE O CASAMENTO É BOM (1 Co 7:38; Pr 18:22; Hb 13:4). João 7:8 – “... eu não subo AINDA a esta festa, ....” [ACFiel (e VRTiago)]. No verso 10, vemos claramente que JESUS REALMENTE FOI À FESTA, MAIS TARDE. A maioria das versões-TC [em inglês] apresenta Jesus como mentindo, no verso 8. A NASV, por exemplo, diz: “... eu não subirei a esta festa ...” [Em português, tomemos o exemplo de] a NVI: ela tem uma nota de rodapé que diz “vários manuscritos dizem: ‘eu não subirei’ ”. O fato é que apenas alguns manuscritos flagrante e descaradamente corrompidos, que atacam [nosso Senhor] Jesus Cristo, omitem esta palavra crucial [“ainda”]. As versões-TC criam um sério erro com as palavras que lhes faltam. Lc 2:33 – “E JOSÉ, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam.” [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC mudam “José” para “O PAI DO MENINO”, assim criando um blasfemo erro e dando SUPORTE ÀS MENTIRAS DOS MODERNISTAS QUE NEGAM O NASCIMENTO VIRGINAL DE CRISTO. [Por exemplo, a AECont diz "O pai e a mãe do menino admiraram-se das coisas que dele se diziam".] Lc 2:43 – “... ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube JOSÉ, NEM SUA MÃE." [ACFiel (e VRTiago)]. As versões-TC mudam “José, nem sua mãe” para “seus pais”, assim criando o mesmo problema acima [SUPORTE ÀS MENTIRAS DOS MODERNISTAS E BLASFEMADORES QUE NEGAM O NASCIMENTO VIRGINAL DE CRISTO. Ver nota de rodapé do comentário acima]. [Veja, por exemplo, a AECont: "Ao regressarem, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam seus pais."] João 1:14 (...glória do uniGÊNITO do Pai...); 1:18 (...O Filho uniGÊNITO, que está no seio do Pai...); 3:16 (...deu o seu Filho uniGÊNITO...); 3:18 (...não crê no nome do uniGÊNITO Filho de Deus.) [ACFiel (e VRTiago)]. Removendo destes versos a supremamente importante palavra “gênito” [isto é, mudando “unigênito” para “único”], muitas versões-TC, como a NIV, criam um FANTÁSTICO ERRO. [Em português, este erro ainda está nas notas de rodapé da NVI, mas já se instalou no texto principal da BViva]. O problema, como já temos visto, é que Cristo não é o filho único de Deus: Adão é chamado filho de Deus (Lc 3:38); anjos são chamados filhos de Deus (Jó 1:6); e crentes são chamados filhos de Deus (Fp 2:15). CRISTO NÃO É O ÚNICO FILHO DE DEUS, MAS ELE É O ÚNICO-FILHO-GERADO DE DEUS, exatamente como o TR, a VRTiago [e a ACFiel] corretamente ensinam. Versões mais comuns da Bíblia

37 Basicamente, há apenas dois tipos de Bíblias. As Bíblias de cada um desses dois tipos têm milhares de graves diferenças em relação às Bíblias do outro tipo. Isto é: a) - De um lado, temos aquelas que chamaremos de "Bíblias do tipo daquelas da Reforma", ou, mais brevemente, "Bíblias da Reforma", Bíblias fiéis usadas incessantemente, através de todos os séculos, por salvos fiéis (isto exclui os reais romanistas, desde Constantino). Elas foram traduzidas o mais fiel - literal - formalmente possível, e isto a partir do texto básico encontrado em cerca de 95% dos milhares de manuscritos nas línguas originais (que sobreviveram ao tempo e chegaram até o advento da Imprensa e da Reforma, e a nós); manuscritos que basicamente concordam maravilhosamente entre si. Tais Bíblias incluem, entre muitas outras, as: Peshita (em Siríaco, traduzida ao redor do ano 150 d.C.); Latina Antiga, dos valdenses (do Vale de Vaudois, Norte da Itália, aos pés dos Alpes, traduzida ao redor do ano 157 d.C.); Todas as Bíblias traduzidas com base e a partir da edição consolidada [terceira] da primeira impressão [em tipos móveis] jamais feita do Novo Testamento grego (por Erasmo, em 1522), elas foram as Bíblias usadas por Deus para trazer a Reforma (séculos XVI e XVII) e trazer as grandes expansão, purificação e reavivamento do verdadeiro evangelho (séculos XVIII e XIX). Estas Bíblias incluem as de: Tyndale 1526 Genebra 1588 King James Bible (Authorized Version) de 1611 Valera 1569, 1602 TR, 1999 Lutero 1545 Almeida 1681/1753 "Almeida Revista e Reformada" (1847); "Almeida Revista e Correcta" (1875); "Almeida Revista e Corrigida". A edição 1894 (para Portugal) foi 100% TR, mas as revisões de 1898 (para o Brasil), 1948, 1956, 1995 talvez já introduziram 0.1%, 1.5%, 1.8% e 2% do TC, respectivamente. "ACF - Almeida Corrigida e revisada, Fiel ao texto original" (1995).

Obs: Entre as Bíblias atualmente sendo impressas, a ACF é a única 100% legítima herdeira da Almeida original, pois se baseia nos mesmos textos em hebraico e grego, e usa o mesmo fiel método de tradução formal - literal.
b) - De outro lado, temos aquelas que chamaremos de "Bíblias do tipo alexandrino", ou, mais brevemente, "Bíblias alexandrinas", que só recentemente se introduziram sorrateiramente entre os "protestantes", e que são baseadas somente em dois dos pouquíssimos manuscritos alexandrinos (estes dois manuscritos, Aleph (Sinaiticus) e B (Vaticanus), que são os mais corrompidos de todos os milhares de manuscritos da Bíblia nas línguas originais; os demais manuscritos alexandrinos diferem bastante entre si e não totalizam sequer 0.5% dos manuscritos que chegaram aos nossos dias): ARA - Almeida Revista e Atualizada - 1976 AR - Almeida Revisada ... Melhores Textos - 1995 NIV - New International Version - 1986 NVI - Nova Versão Internacional - 1994, 2001 BLH - Bíblia na Linguagem de Hoje - 1988 BBN - Bíblia Boa Nova - 1993 BV - Bíblia Viva - 1993 (O Mais Importante é o Amor) Bíblia Alfalit - 1996 CEV = Contemporary English Version

38 NASB - New American Standard Bible - 1977 TNM - Tradução Novo Mundo - 1967 [dos Testemunhas de Jeová] e todas as Bíblias romanistas-ecumênicas: Bíblia de Jerusalém-1992; Vulgata de Jerônimo, traduções do Padre Antônio Pereira de Figueiredo, Padre Matos Soares, Padre Humberto Rhoden, Padres Capuchinhos, Monges Beneditinos, Vozes, Pastoral, TEB - Tradução Ecumênica da Bíblia, TOB - Traduction Oecuménique de la Bible, etc Notemos que, em todo o mundo, até 1881 (e, no Brasil, até 1956), não havia uma, sequer uma Bíblia impressa que fosse significativamente diferente e concorrente das Bíblias da Reforma, e fosse usada por igrejas "protestantes" em número mais que desprezível. Só a partir de 1881 é que Bíblias alexandrinas sorrateiramente realmente começaram a se infiltrar nas igrejas "protestantes". Também notemos que algumas Bíblias usam o nome Almeida enganosamente (como feio golpe de marketing?...): "Almeida Revisada de acordo com os Melhores textos" (1967, sempre baseada em texto e método de tradução diferentes daqueles de Almeida), "Almeida Revista e Atualizada" (1956, idem) e "Almeida Edição Contemporânea" (1992, que algumas vezes usa texto nas línguas originais diferente daquele de Almeida ). E como o Velho Mundo costuma exportar cultura para o Novo Mundo, logo os USA, o Canadá e a América Latina foram intoxicados com a cultura hippie, adotando todas as práticas condenáveis alicerçadas na rebelião contra os pais e mestres e no ocultismo importado do Oriente, conduzindo a juventude à degradação total dos costumes. Depois vieram os teólogos da fé/prosperidade, pregando “outro evangelho” embasado no pensamento positivo, transformando as igrejas evangélicas em danceterias, o Espírito Santo em “garoto de recados” e o Senhor Jesus num fantoche, o qual é “obrigado” a atender a todos os pedidos dessa geração de analfabetos bíblicos. E, para culminar, pasme-se, a última tradução lançada na Inglaterra, de que temos notícia é a que poderia ser chamada “A Bíblia para os idiotas”, que, conforme notícia veiculada no “London Times”, está sendo entregue na Europa e nos USA. Traduzida pelo ex-pastor batista, John Henson, para a organização "One", essa bíblia batizada com o título de “Good as New” (Tão Boa... Como Nova) foi feita, provavelmente, a partir do texto grego do Novo Testamento de Westcot e Hort. De acordo com Ekklesia (que é um celeiro de pensamento teológico [liberal], estabelecido em Londres e que apóia a tradução "One"): "A tradução é pioneira em sua acessibilidade [facilidade de ser entendida] e muda a nomenclatura dos originais grego e hebraico para apelidos modernos. Pedro se torna 'Rochinha', Maria Madalena se torna 'Maggie', Arão se torna 'Ron', Andrônico se torna 'Andinho', e Barrabás se torna 'Barrinha'. Seguindo a moda atual, o tradutor Henson, espertamente, traduz 'possessão demoníaca' como 'doença mental' e 'Filho do homem', a expressão freqüentemente usada por Jesus para descrever a si mesmo, como 'a Pessoa Completa.' Em adição, parábolas são traduzidas como 'enigmas', batizar é 'molhar' em água, salvação se torna 'cura' ou 'aperfeiçoamento', e Céus se tornam 'o mundo além do tempo e espaço.' As “parábolas” são chamadas de “enigmas”. “Batizar” é “mergulhar na água”. “Salvação” se torna “cura” ou “realização”. “Céu” é “o mundo além do tempo de do espaço”.

Cronologia das Bíblias falsas e escandalosas de Gênero Neutro (ou seja FEMINISTAS!)

39 1983. An Inclusive Language Lectionary 1985. New Jerusalem Bible 1986. New Century Version 1986. New American Bible, revised New Testament 1989. Revised English Bible 1990. New Revised Standard Version 1992. Good News Bible, 2nd ed. (obra do apóstata Bratcher - membro "erudito" da comissão de tradução da Sociedade Bíblica do Brasil). Essa 2a. edição é publicada pela American Bible Society - Membro das Sociedades Bíblicas Unidas) 1993. The Message 1993. The Five Gospels (Jesus Seminar). 1994. The Inclusive New Testament 1995. Contemporary English Version 1995. God's Word 1995. New International Reader's Version 1995. New International Version, Inclusive Language Edition 1995. New Testament and Psalms, An Inclusive Version 1996. New Living Translation 2002. Today's New International Version (veja a que ponto chegaram os apóstatas da Sociedade Bíblica Internacional!) "...Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? " (Lc 18:8 – ACF)

Algumas comparações das versões mais conhecidas Ao compararmos as diversas versões da Bíblia hoje disponíveis baseadas no TC com a única versão confiável impressa hoje em dia, no caso do Brasil, a ACFiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, equivalente à VRTiago, ou com a antiga Almeida Revista e Corrigida (ARC – até 1948), vemos enormes aberrações que dão margem a erros doutrinários e enfraquecem a confiança na Palavra de Deus como a única e perfeita revelação de Deus aos homens. Alguns exemplos de comparação entre a Almeida Corrigida Fiel com a Almeida Revista e Atualizada, a Bíblia na Linguagem de Hoje e a Nova Versão Internacional: Mateus 1:25 (ACF) “E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.” (ARA) “Contudo, não a conheceu, enquanto ela não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus.” (BLH) “Porém não teve relações com ela até que ela deu à luz o seu filho. E José pôs no menino o nome de Jesus.” (NVI)“Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus.” Aqui o TC extirpa as 2 palavras "O PRIMOGÊNITO", isto é, que Jesus foi o primeiro entre os vários filhos gerados no ventre de Maria.

40 Mateus 9:13 (cf. Oséias 6:6) (ACF) “Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores , ao arrependimento.” (ARA) “Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos e sim pecadores [ao arrependimento].” (BLH) “Vão e procurem saber o que quer dizer este trecho das Escrituras Sagradas: Eu não quero que me ofereçam sacrifícios de animais, mas quero que sejam bondosos. Porque eu vim para chamar os pecadores e não os bons.” (NVI)“Vão aprender o que significa isto: ‘Desejo misericórdia, não sacrifícios’. Pois eu não vim chamar justos, mas pecadores.” Aqui o TC extirpa aqui a necessidade de arrependimento bíblico para salvação. Marcos 1:2 (cf. Malaquias 3:1) (ACF) “Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.” (ARA)“Conforme está escrito na profecia de Isaías: Eis aí envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho;” (BLH)“Como o profeta Isaías tinha escrito. Isaías escreveu o seguinte: Deus disse: Eu mando o meu mensageiro adiante de você para preparar o seu caminho.” (NVI)“Conforme está escrito no profeta Isaías: “Enviarei à tua frente o meu mensageiro; ele preparará o teu caminho” Aqui o TC altera “NOS PROFETAS” para "no profeta Isaías", ou “na profecia de Isaías”, criando grave contradição por não citarem Malaquias 3:1. Marcos 16:9-20 (ACF) “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios...E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém.” (ARA) “Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios...E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam.” (BLH) “[Jesus ressuscitou no domingo bem cedo e apareceu primeiro a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete espíritos maus...Os discípulos foram anunciar o Evangelho por toda parte. E o Senhor os ajudava, por meio de milagres, a provar que a mensagem deles era verdadeira.]” Nota de rodapé: Os versículos 9 a 20 não fazem parte do texto original grego. (NVI)“Quando Jesus ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios...Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam.” Nota de rodapé: Alguns manuscritos antigos não trazem os versículos 9-20; outros manuscritos do evangelho de Marcos, apresentam finais diferentes.

41 Aqui o TC desconsidera o final do livro do evangelho de Jesus segundo Marcos como sendo a Palavra de Deus, poderosamente preservada. Lucas 4:44 (cf. Mateus 4:23 e Marcos 1:39) (ACF)“E pregava nas sinagogas da Galiléia.” (ARA)“E pregava nas sinagogas da Judéia.” (BLH)“Portanto, ele anunciava a mensagem nas casas de oração de todo o país.” (NVI)“E continuava pregando nas sinagogas da Judéia.” Nota de rodapé: Alguns manuscritos dizem Galiléia. Aqui o TC entra em grave contradição com os outros evangelhos. Lucas 14:5 (ACF)“E disse-lhes: Qual de vós o que, caindo-lhe num poço, em dia de sábado, o jumento ou o boi, o não tire logo?” (ARA)“A seguir, lhes perguntou: Qual de vós, se o filho ou o boi cair num poço, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado?” (BLH)“Aí disse: -Se algum de vocês tiver um filho ou um boi que cair num poço, será que não vai tirá-lo logo de lá, mesmo que seja sábado?” (NVI)“Então ele lhes perguntou: “Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de sábado, não irá tirá-lo imediatamente?” Nota de rodapé: Alguns manuscritos dizem um jumento. Aqui o TC altera o animal irracional para filho humano. ______________________________________________________________________ João 3:13 (ACF)“Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.” (ARA)“Ora, ninguém subiu ao céu, senão aquele de lá desceu, a saber, o Filho do homem [que está no céu].” (BLH)“Ninguém subiu ao céu, a não ser o Filho do Homem, que desceu do céu.” (NVI)“Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele que veio do céu: o Filho do homem.” Nota de rodapé: Alguns manuscritos acrescentam que está no céu. Aqui o TC anula que Cristo é Onipresente, é Deus. João 6:69 (ACF)“E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.” (ARA)“e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus.” (BLH)“Nós cremos e sabemos que o senhor é o Santo que Deus enviou.” (NVI)“Nós cremos e sabemos que és o Santo de Deus.”

42 Aqui o TC eliminou o fato de que Jesus é o CRISTO (o Messias, o prometido Ungido do único Deus vivo e verdadeiro). Efésios 5:30 (ACF)“Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos.” (ARA)“porque somos membros do seu corpo.” (BLH)“pois somos membros do seu corpo.” (NVI)“pois somos membros do seu corpo.” Aqui o TC omite que somos membros da carne e dos ossos de Jesus Cristo. Colossenses 1:14 (ACF)“Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;” (ARA)“No qual temos a redenção, a remissão dos pecados.” (BLH)“É ele quem nos liberta, e é por meio dele que os nossos pecados são perdoados.” (NVI)“em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados.” Nota de rodapé: Alguns manuscritos dizem redenção por meio do seu sangue. Aqui o TC altera que salvação é só pelo sangue de Cristo. II Tessalonicenses 2:8 (cf. Apocalipse 19:20) (ACF) “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;” (ARA) “Então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.” (BLH)“Então o Perverso aparecerá, e o Senhor Jesus, quando vier, o matará com um sopro e o destruirá com o seu glorioso aparecimento.” (NVI)“Então será revelado o perverso, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e destruirá pela manifestação de sua vinda.” Aqui o TC entra em grave contradição com o livro do Apocalipse. I Timóteo 3:16 (ACF)“E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória.” (ARA)“Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido na glória.” (BLH)“Ninguém pode negar que o mistério da nossa religião é muito grande. Esse mistério é o seguinte: Ele apareceu como ser humano, foi declarado justo pelo Espírito de Deus e visto pelos anjos, Ele foi anunciado entre as nações; o mundo acreditou nele, e ele foi levado ao céu.”

43 (NVI)“Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado em corpo, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre as nações, crido no mundo, recebido na glória.” Aqui o TC altera uma das maiores provas da divindade de Cristo. II Timóteo 4:22 (ACF)“O Senhor Jesus Cristo seja com o teu espírito. A graça seja convosco. Amém.” (ARA)“O Senhor seja com o teu espírito. A graça seja convosco.” (BLH)“Timóteo, que o Senhor esteja com o seu espírito. Que a graça de Deus esteja com vocês.” (NVI)“O Senhor seja com o seu espírito. A graça seja com vocês.” Aqui o TC omite que Jesus é o Senhor e o Cristo. E omite o Amém. Apocalipse 1:11 (ACF)“Que dizia: Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e a Esmirna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia.” (ARA)“Dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia.” (BLH)“Que me disse: -Escreva num livro o que você vai ver e mande esse livro às sete igrejas das cidades de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia.” (NVI)“Que dizia: “Escreva num livro o que você vê e envie a estas sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia.” Aqui o TC ataca a divindade de Cristo, e omite que essas igrejas estavam na Ásia. Apocalipse 11:17 (ACF)“Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.” (ARA)“Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar.” (BLH)“Dizendo: Ó Senhor, Deus Todo-poderoso, que és e que eras! Nós te agradecemos porque tu tens usado o teu grande poder e começaste a reinar.” (NVI)“Dizendo: “Graças te damos, Senhor Deus todo-poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar.”” Aqui o TC extirpa a segunda vinda de Cristo.

"Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus..." (2Co 2:17 ACF)

44 Algumas considerações sobre algumas das versões mais comuns hoje ALMEIDA REVISTA E ATUALIZADA - ARA Vide a recomendação da CNBB, na capa da edição da ARA de 1968:

BÍBLIA DE ESTUDO ALMEIDA Ela não é bíblia, não é de estudo, nem é de Almeida, mas é inimiga número um do criacionista. Vejamos a barbaridade que foi escrita na nota de rodapé concernente a Gênesis 1:2: "1.2 Havia trevas sobre a face do abismo: Outra tradução possível: Tudo era um mar profundo coberto de escuridão. Segundo uma idéia muito difundida entre os povos do Antigo Oriente, antes da criação só havia um caos de trevas que a tudo cobria, como águas ameaçadoras (cf Sl. 104:6-9). Assim, um dos primeiros atos do Criador consistiu em separar as águas de cima das de baixo, colocando como linha divisória a expansão ou abóbada celeste (v. 7). Conforme os vs. 5-9, desse caos primitivo foram formados os mares tanto os que estão sobre a superfície da terra como os que estão debaixo dela. Ver Sl. 18:15 n. Cf. também Sl. 24:2." Comentemos os graves erros das anotações por partes: a) "Outra tradução possível..." Aqui, sem a menor cerimônia, a nota de rodapé aproveita para fazer propaganda da deplorável Bíblia na linguagem de hoje, que de modo criminoso, usa o métodoperversão de paráfrase que é também conhecida como a Equivalência Dinâmica. Vejamos a

45 semelhança com o texto evolucionista da BLH: "Não havia ordem nem vida na terra, que era coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar..." b) "Segundo uma idéia muito difundida entre os povos..." Pergunto: O que é que nós crentes temos a ver com idéias de povos ímpios, idólatras e pagãos da antiguidade?! A voz do povo não é a voz de Deus! Se fosse, o Senhor Deus não se dava ao trabalho de deixar-nos a Sua Palavra. Será que os povos do Antigo Oriente referidos poderiam ser os idólatras Egípcios que cultuavam o sol? Ou os astrólogos Babilônicos? Ou os mitológicos Gregos? Sem a revelação da Palavra de Deus, qualquer "...idéia muito difundida entre os povos..." não vale nada, e não passa de tradição pagã que deve ser categoricamente rejeitada pelo povo de Deus. c) "...antes da criação só havia um caos de trevas que a tudo cobria..." Vejamos a demência dessa declaração: Como é que pode haver algo antes da criação, se antes dela não havia nada? De onde veio esse "tudo"? d) Onde está a palavra caos na Bíblia? Em lugar nenhum! Só na cabeça desses evolucionistas travestidos de crente que empurram Bíblias falsas no povo de Deus! Vejamos, também, as notas de rodapé heréticas em Is 45:18: "Um caos: Hebr. Tohu, o mesmo termo usado em Gn 1:2 para designar o estado de coisas anterior à criação. Ver Jr 4:23, notas." a) Palavra caos. Vejamos a falácia: A palavra grega kaos não aparece em nenhum lugar na Bíblia! Por ser de origem da mitologia GREGA, por providência divina ela foi totalmente descartada pelos autores das Escrituras do Novo Testamento, (apesar da presença de muitas palavras de origem mitológica). A palavra caos não está presente também na Septuaginta (LXX), tradução do Velho Testamento do hebraico para o grego feita SUPOSTAMENTE em 250 AC. b) Contexto de Is 45:18: veja que a tradução correta de "tohu" é vazia (e não caos) que contrasta com "habitada". c) "Estado de coisas anterior à criação (?!)": como é que pode? Vamos pensar só um pouco: A terra foi criada no verso um. Como é que pode no verso dois haver uma condição de caos que se diz anteceder ao verso um ??? Essa filosofia vem diretamente do evolucionismo, que assevera a eternidade da matéria, dando lugar ao irracional BIG BANG. Vejamos, agora, as notas de rodapé heréticas em Jr. 4:23: "Sem forma e vazia: O primeiro relato da criação (Gn 1:1-2:4a) utiliza a mesma expressão hebraica para designar o estado do mundo antes da criação. Ver Gn 1.2" Novamente a heresia MENTIROSA: "...o estado do mundo antes da criação..." A nota de rodapé cobiça reduzir o Senhor a um mero organizador de um mundo que existia antes de Gn 1:1, tornando a Bíblia um conto de fadas mentiroso. O conceito Bíblico-Criacionista, entretanto, tributa ao Senhor o devido respeito, obedecendo, sem artifícios de incrédulos, as inúmeras passagens que baseiam o conceito EX-NIHILO, ou seja, Deus chamou à existência DO NADA, o universo que conhecemos de forma súbita, sobrenatural e com aparência de história. BÍBLIA NA LINGUAGEM DE HOJE (ou seria: “na linguagem horrenda?”) É de doer a alma ver a Santa Palavra exposta a tanta vulgaridade em nome de interesses diversos, muito longe dos divinos. Se o alvo da BLH foi atrair o interesse popular, resultou traindo a inspiração divina em matéria de conteúdo celeste. Também conhecida como "GOOD NEWS FOR MODERN MAN", "THE SWINGER'S BIBLE", "THE HIPPIES' BIBLE" etc. A impressão dessa versão é o maior escândalo que já se verificou no meio do protestantismo brasileiro. A BLH representa o mais sério desvio da fé que se tem notícia entre os evangélicos. Expressa a perversão da Palavra de Deus, porque anula a doutrina da divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, nega o evento miraculoso do Seu nascimento de uma virgem, enxerta interpretações duvidosas, suprime vocábulos teológicos como "redenção", "reconciliação", "arrependimento", destrói a obra profética do Velho Testamento etc., etc. Um crente sincero que ama ao Senhor Jesus Cristo não pode permanecer calado diante da apostasia dos "gênios" da SBB.

46 Pasme-se ao ler na BLH Habacuque 3:3; Isaías 41:6; Jeremias 33:3; Salmos 19:1-11; 55:22 e tantos outros, especificamente o Salmo 116:15, onde algo " precioso" é trocado por triste aos olhos de Deus. Para Almeida, a morte dos santos de Deus é preciosa à Sua vista. Para a turma da BLH, " o Deus eterno fica triste quando morre alguém do seu povo." Basta examinar a coerência da mensagem bíblica para logo descobrir que Almeida tem razão. A tristeza ou desprazer de Deus é manifestado na morte do ímpio e nunca dos seus santos, conforme Ezequiel 33:11. Muito pior ainda é o que está escrito em Eclesiastes 11:1. Enquanto Almeida diz: "Lança o teu pão sobre as águas porque depois de muitos dias o acharás, A BLH diz: "Empregue o seu dinheiro em bons negócios e com o tempo ele aumentará." Na linguagem franca do saudoso Pr. Aníbal Pereira Reis, esta é "uma sugestão nitidamente capitalista." No final da década de sessenta, a ecumênica Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que é a filha da apóstata UNITED BIBLE SOCIETIES (UBS), se preparava para o lançamento da Bíblia POP: "A Diretoria da SBB reunida no dia 24 de Outubro de 1967, resolveu autorizar a composição de uma comissão paritária, formada de elementos da igreja católica e de evangélicos, para o estudo da possibilidade de tradução conjunta do Novo Testamento" (Circular da SBB, de 15 de Fevereiro de 1968 - Citada no Livro "A Bíblia Traída" Pr. Aníbal Pereira Reis, p. 37) "...verificamos como a CNBB, através do boletim Telepax, nº 141, cientifica o clero romano: 'No dia 20 de Maio deste ano, reuniu-se a SBB, sob a presidência de Dom José Gonçalves da Costa, Secretário-Geral da CNBB, e do Rev. Ewaldo Alves, Secretário-Geral da SBB, com a presença dos assessores, observadores e convidados, a Comissão Paritária Nacional (quatro evangélicos e quatro católicos), com o fito de estabelecer os PRINCÍPIOS orientadores para a edição conjunta do Novo Testamento para uso de todos os católicos e evangélicos do Brasil...'" (Obs.: o ano é 1968. A citação é do Livro "A Bíblia Traída" Pr. Aníbal Pereira Reis, p. 45) O outro passo - e gigantesco passo - aconteceu com a divulgação da obra cognominada A BÍBLIA NA LINGUAGEM DE HOJE em Julho de 1973 da qual 80.000 exemplares receberam a água benta do Imprimatur." (Citação do Livro "A Bíblia Traída" Pr. Aníbal Pereira Reis, p. 47) Ao contrário do que muita gente pensa e do que pretende insinuar a SBB, a BLH é fruto de um único homem: Rev. Roberto Bratcher, ministro batista. Em 1953, mais precisamente em julho, ele declarou no "Jornal Batista", p.69: "JESUS CRISTO NÃO PODERIA SER ONISCIENTE. ISTO É UM ATRIBUTO DE DEUS... JESUS NÃO DISSE QUE ELE E O PAI SÃO UM PORQUE ISSO SERIA UM ABSURDO". Eis, queridos irmãos e leitores deste jornal, a prova dos sinais dos tempos! Bratcher não crê na divindade de Cristo, não crê na inspiração verbal das Escrituras, e, conseqüentemente, não crê na sua inerrância. Todavia, o "big boss" da SBB tem a ousadia de afirmar que sua tradução "É ABSOLUTAMENTE FIEL AOS LIVROS DO NOVO TESTAMENTO GREGO". E mais: afirma que quem critica é ignorante. É inconcebível que a SBB entregue à responsabilidade de um só homem, e com tal incredulidade, a responsabilidade de traduzir o texto sagrado. É uma Bíblia "eclética". Ao que parece veio para satisfazer todos os credos e gostos. 1) O romanismo foi homenageado com a consagração de Pedro ao papismo. (A primeira edição do BLH traduziu Mt.16:18: "Portanto eu afirmo: Pedro, você é uma pedra, e sobre esta pedra fundamental construirei a minha Igreja". Onde está, senhores tradutores, a propalada fidelidade ao original?). E tanto agradou que a edição de 73 veio com o "imprimatur" de Dom Mário Teixeira Gurgel, responsável pelo Setor de Diálogo Religioso da CNBB: "APROVAMOS O USO DA MESMA POR TODOS OS CATÓLICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA". 2) Os RUSSELISTAS ( = testemunhas do diabo) regozijaram-se com a criação do Cristo num determinado tempo. 3) Os pentecostais, (= que hoje representam rico filão comercial) exultaram com a "capacidade de falar em línguas estranhas"; tudo no BLH representa uma grande festa. Noite de gala! Satanás é o próprio anfitrião! O texto foi mutilado, acrescido, parafraseado, interpretado, mais parecendo uma colcha de retalhos que a Bíblia Sagrada. Alguns termos de incalculável valor teológico foram suprimidos sem qualquer justificativa convincente. Palavras como "redenção", "reconciliação", "propiciação" simplesmente desapareceram na BLH. Eis uma amostra:

47 A palavra "redenção" simplesmente desapareceu. "Reconciliação" que aparece cerca de 11 vezes no Texto Sacro foi transmudada em "fazer as pazes" ou "tornar-se amigos". A palavra "propiciação" que aparece em textos como Rm.3:25; I Jo.2:2; 4:10 foi eliminada. A expressão de todos conhecida: "Santos" foi trocada por "povo de Deus", ou "COMPANHEIROS CRISTÃOS". NOVA TRADUÇÃO NA LINGUAGEM DE HOJE (NTLH) No mundo da indústria automobilística, um fenômeno interessante de marketing e de vendas acontece. Quando um modelo de carro se torna "manjado" e desinteressante, a montadora, no final do ano, faz uma maquiagem no veículo e lança o novo modelo do velho carro tentando dar-lhe uma sobre-vida e "chupar" mais algumas vendas com mudanças superficiais apenas para agradar aos olhos dos compradores que, seduzidos pela novidade, terão o "carro do ano". No mundo das edições modernas da Bíblia, o mesmo fenômeno tem acontecido nesses dias de apostasia. A pior "Bíblia" na língua portuguesa, a Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH), ficou "manjada", e sua linguagem foi ficando, de acordo com a filosofia herege, "desatualizada", pois já quase 30 anos decorriam da sua publicação pela SBB (1973) que endossava o trabalho do apóstata Robert G. Bratcher. Dentre as centenas de erros se destacam apenas alguns devido a limitação de espaço. Não se comenta abaixo as substituições criminosas da palavra sangue (grego haima) por morte. Gênesis capítulo um: São tantas corrupções omissões e inserções de absurdos teológicos, que o espaço não permite enumerar. O fato é que até o nome de Deus (Elohym) os tradutores tiveram a coragem de retirar nos versos 4 (uma vez) e 28 (duas vezes)! Das 30 ocorrências da conjunção "e" no início dos versos (2 a 31), 27 desapareceram! É o evolucionismo criminoso arrombado no texto que nada tem de Bíblico de tão desfigurado! Esta é apenas uma pequena amostra de uma lista maior das centenas de perversões da BLH e NTLH: Mt 1:25 Omitiram a palavra "primogênito" para enfraquecer o nascimento virginal de Jesus Cristo ou reforçar a falsa doutrina católica de que Maria morreu virgem. Mt 16:3-4 Omitiram as palavras "hipócritas" e "adúltera". Mt 16:18 Colocaram a palavra igreja com I maiúsculo para uma associação com a Igreja Católica. Mc 1:1 Adicionaram o nome "Isaías" (texto grego corrupto W-H). Mc 8:34 Omitiram a expressão "tome a sua cruz" (!) Jo 1:14,18 3:16,18. Substituíram criminosamente a palavra "unigênito" (gr. monogénes) por "único" At. 20:28 PASMEM!!! Substituíram a expressão "...igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue." e copiaram EXATAMENTE a expressão ENCONTRADA NA BÍBLIA NOVO MUNDO DOS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ!!! "...sangue do seu próprio Filho". Ro 1:29 Omitiram a expressão "prostituição". Ro 1:31 Omitiram a expressão "irreconciliáveis". 1 Co. 5:1 Trocaram a expressão "fornicação" por "imoralidade". Ef. 3:9 Omitiram a expressão "por meio de Jesus Cristo". 1 Tm. 3:16 Trocaram criminosamente a expressão "Deus se manifestou em carne" por "ele se tornou um ser humano" . Tito 2:7. Omitiram a expressão que eles detestam: "na doutrina mostra incorrupção" Tiago 4:4 Trocaram a expressão "adúlteros e adúlteras" por "gente infiel". 1 João 4:3. Omitiram criminosamente a expressão "que Jesus Cristo veio em carne" Ap 1:11. Suprimiram "Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro... " A NTLH, de modo semelhante à sua irmã mais velha BLH, nasceu no coração de homens ecumênicos, está saturada de expressões da Nova Era, linguagem macia (politicamente correta) para não ofender as pessoas e indução a doutrinas falsas. De tão desfigurada, transformou-se numa monstruosa colcha de retalhos de apostasia. Sob a desculpa medíocre de popularizar o texto, são

48 severamente atacadas doutrinas fundamentais da fé cristã como a realidade do Inferno, infalibilidade e inspiração verbal da Bíblia, Perfeição de Deus, divindade de Cristo, Trindade, morte vicária de Cristo, etc... As omissões contam-se às centenas, as adições danificam criminosamente o sentido do texto sagrado manipulando-o conforme o arbítrio herege dos seus idealizadores. NOVA VERSÃO INTERNACIONAL (NVI / NIV) Em 1809, foi fundada em Nova York, a New York Bible Society, que posteriormente, em 1970, mudou de nome para IBS (International Bible Society). No início, ela era composta de crentes dedicados que distribuíam as Escrituras baseadas no único texto digno de respeito naquela época: O Texto Recebido, que era a base para o Novo Testamento e o Texto Massorético de Ben Chayyim para o Velho. Em 1970, já com o nome mudado para International Bible Society, a IBS começou a trabalhar em parceria com Wycliffe Bible Translators até que, em 1978, nasceu a NIV (New International Version), baseada no texto de Westcott e Hort. No final da década de 80 a IBS se mudou de Nova Iorque para Colorado Springs e em 1992 a IBS se fundiu com a Living Bibles International (os detentores dos direitos de uma das mais heréticas e piores Bíblias em inglês: a Living Bible). No final da década de oitenta, também, a IBS entrou no Brasil, onde atende pelo nome de Sociedade Bíblica Internacional (SBI). Em 1994, foi publicado o Novo Testamento NVI em português, que pela má qualidade, omissões e heresias, já provocou repúdio imediato por muitos crentes. Quantas palavras alguém estaria disposto a abrir mão da sua Bíblia? Uma palavra? Duas palavras? Cem palavras? E que tal 64 MIL palavras? E que tal versos inteiros? Na NIV, PASMEM, estão faltando DEZESSETE VERSOS INTEIROS! Veja a lista: (Mt 17:21, 18:11 e 23:14; Mc 7:16, 9:44, 9:46, 11:26 e 15:28; Lc 17:36, 23:17; Jo 5:4; At 8:37, 15:34, 24:7 e 28:28; Rm 16:24 e 1Jo 5:7. Na International Bible Society, nos EUA, havia até homossexual traduzindo a NIV. Durante os anos em que a NIV esteve sendo preparada (1968-1978), duas pessoas da comissão eram homossexuais. Uma delas era Virginia Mollenkott. Como resultado natural de seu homossexualismo Virginia Mollenkott certamente influenciou o texto da NIV, que suprimiu palavras contundentes sobre a condenação que o Senhor faz ao homossexualismo. A mais escancarada foi em 1Co 6:10 onde as palavras "efeminados" e "sodomitas" [em grego literalmente "arsenokoites" - homem que pratica coito com outro homem] foram retiradas e substituídas por "male prostitutes" (homens prostitutos) e "homosexual offenders" (ofensores de homossexuais!). Veja, agora, que se você prega para um homossexual que ele está em pecado, você o está ofendendo e você é que está cometendo o pecado. A corporação Zondervan, que costumava ser uma respeitada editora cristã de Grand Rapids, Michigan, tornou-se uma companhia pública via uma oferta inicial de ações há uns 15 anos atrás [1978?]. Isto foi em torno da mesma época em que a Bíblia NIV foi publicada por um grupo em Nova York chamado de Sociedade Bíblica Internacional, que financiou o projeto. Eles então deram à Zondervan Corp., os direitos exclusivos da edição/publicação da versão NIV da Bíblia. Em 1988, a Zondervan e a NVI foram compradas pela companhia Harper & Row Publishers (que agora se chama Harper Collins Publishers). A HarperCollins publica livros próhomossexualismo. Pertence a um agressivo magnata da mídia chamado Rupert Murdoch (dono da Fox television). Murdoch, um cidadão do mundo internacional, começou na Austrália, via sua companhia, a News Corp. Nos anos recentes, Murdoch construiu um Mega império da mídia, com faturamento de 10 bilhões de dólares por ano (dado desatualizado). A Zondervan Corp. se tornou, então, a sua subsidiária, adquirida pela publicadora Harper Collins (a mesma companhia que publica a "Satanic Bible" e "Satanic Rituals"). Veja o organograma:

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As bíblias alexandrinas são de propriedade da News Corp. (enquanto a Bíblia King James é autofinanciada). Por exemplo, o dono do “copyright” da NVI é Rupert Murdock. Embora os direitos autorais da NVI sejam de controle da International Bible Society, a Zondervan – de Murdock – tem direito exclusivo à publicação). Rupert Murdock (isto é, HarperCollins) também é proprietário da Good News Bible, da Amplified Version e de alguns hinários cristãos e, como todos já sabemos, da Nova Versão Internacional (NVI). (A desculpa dos editores da VIDA, FILIAL da Zondervan, é que a NVI do Brasil não é igual à NIV americana. Mas claro que são “farinha do mesmo saco”, a qual está sendo usada e recomendada pelos pastores ignorantes! – MS). Isso mostra que muitos cristãos (inclusive no Brasil) estão ganhando uma fábula em dinheiro dos cristãos iludidos, dinheiro esse que será investido na pornografia, na TV pornográfica e em livros pró-homossexualismo. A NIV nega a divindade de Jesus Cristo; o nascimento virginal; glorifica Satanás; mente abertamente; remove 17 versos completos e 64.576 palavras! “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as”. (Ef 5:11 ACF) BÍBLIA DE GENEBRA “em português” Lançada recentemente no Brasil, surge mais uma atração no mercado multi-diversificado de Bíblias modernas: É a BÍBLIA DE GENEBRA editada pela ecumênica Sociedade Bíblica do Brasil, resultando numa monstruosa combinação com cabeça de dragão (texto da Atualizada) num corpo de bode (encadernação da SBB) e pés de cabra (notas de rodapé mal traduzidas)! Agora, seguindo a sua linha de ação, a SBB lança a Bíblia de Genebra falsificada, com o texto da Revista e Atualizada, que mais uma vez nada tem a ver com o texto original da Bíblia de Genebra lançada em 1560, pelos reformadores que adotavam a família do Textus Receptus, que é melhor ainda representado na monumental Bíblia King James. Veja o que era a verdadeira Bíblia de Genebra: "A Bíblia de Genebra foi uma numa linha precedida pela Grande Bíblia e seguida pela Bíblia dos Bispos, marcando a ascensão para a Versão King James. Depois que a King James foi finalizada, as revisões foram de natureza decadentes. Os trabalhos de revisão em inglês começaram a ir então ladeira abaixo. Estava indo ladeira acima com a de Genebra e começou ir ladeira abaixo após a revisão da King James. A Bíblia de Genebra, como aquelas Bíblias em inglês que a precederam e imediatamente que a sucederam (exceto a Bíblia Jesuíta Douey Rheims ), seguem o texto tradicional que baseia a Versão King James Version, e não o texto Jesuíta que agora baseia a NIV [NVI em português] e NASB. A Bíblia de Genebra foi escrita em torno de 1560, e foi usada por aquelas pessoas que estavam exiladas das perseguições da Maria Sanguinária, rainha da Inglaterra. O Novo Testamento da Bíblia de Genebra foi escrito por um cavalheiro chamado William Whittingham. Ela tinha inúmeros pontos bons. Cada verso estava separado. Isto encorajava a memorização e era uma novidade para as Bíblias em inglês. Ela tinha

50 muitas notas de rodapé anti-Católicas. Uma das áreas que precisavam melhoramentos era Salmo 12:7, onde ela seguia a Septuaginta e sua negação da preservação das Escrituras. Em vários lugares, a Bíblia de Genebra usa o termo "mestre" ao invés de "Senhor". Em Hebreus 4:11, ela tinha o termo "desobediência"; onde realmente deveria ser "incredulidade". A King James Version corrigiu todos esses erros. Tinham também alguns termos curiosos na Bíblia de Genebra. Ela era chamada a Bíblia dos calções [tradução literal], porque em Gênesis 3, é dito que Adão e Eva usaram calções. A expressão "abusadores deles próprios" [tradução literal da King James] (1 Cor. 6:9) foram chamados de "pederastas." [tradução literal]. A Bíblia King James foi um melhoramento da Bíblia de Genebra, [ênfase do tradutor] mas a Genebra era definitivamente dentro da linha da Bíblia do texto tradicional." Vejamos o caso de 1 Tim 3:16: Bíblia de Genebra verdadeira: "...God was manifest in the flesh..." ("Deus se manifestou em carne..."). Bíblia de Genebra falsa (em português) da Sociedade Bíblica do Brasil: "...aquele que foi manifestado na carne..." O leitor inteligente logo percebe que não poderá confiar numa versão fraudulenta, que usa o nome Bíblia de Genebra COMO UMA JOGADA DE MARKETING para vender! BÍBLIA BOA NOVA Em Portugal, a igreja evangélica viu-se de repente assaltada espiritualmente pela SBP a promover a versão mais diabólica e vergonhosa que dá pelo nome traiçoeiro e ofensivo de “A Boa Nova” em português corrente (até isso não é verdade, pois já passaram trinta anos desde que os “eruditos” começaram a escangalhar a palavra de Deus, sendo agora preciso uma nova revisão!). Esta é, como temos insistido e demonstrado abertamente, uma versão “preferida” pelo catolicismo/protestantismo português (ecumênico/bancarrota), baseada no Texto Crítico das Sociedades Bíblicas Unidas da América (UBS) que, como terrível praga de joio, tem nascido no meio do trigo da Bíblia Almeida da Reforma. (Observe a BN a atacar o Filho de Deus, chamandolhe “servo”, em Atos 3:13; 3:26; 4:27,30, quando o próprio Senhor se identifica como Filho de Deus em João 17:1,2). BÍBLIA VIDA NOVA (anotada por Russell Shedd) O Dr. Shedd, não escondendo ser um evolucionista teísta, teve a audácia de levantar o argumento falido e ridículo da teoria do intervalo entre o verso 1 e 2 de Gênesis 1, dando a entender que "cristãos genuínos" aceitam tal absurdo e que "Bem pode ser que milhões de anos tivessem transcorrido entre os vv 1 e 2...". Tal compromisso modernista, dando espaço para a satânica teoria da evolução, é uma traição às Sagradas Escrituras que não deve ser patrocinada por nenhum crente sério que ama a palavra de Deus. Pela limitação de espaço, não se poderá comentar toda a falácia dessas colocações, no entanto, o leitor inteligente logo percebe que não poderá confiar num comentarista que, em sua primeira intervenção, comete um gritante e inaceitável erro. A teoria do intervalo é nada mais, nada menos que o evolucionismo arrombado criminosamente dentro do Gênesis. Esta teoria (existem muitas variantes) diz que, após a criação feita no verso um, ocorreram as eras geológicas de milhões de anos, surgiu uma raça pré-adâmica, onde reinou a morte por causa da queda de Satanás, terminando todo esse delírio com um dilúvio, o dilúvio de Lúcifer. A afirmação que a morte veio antes de Adão está entre essas fábulas! Veja que isto tudo é mentira! Rom 5:12-14

A importância de se ter uma tradução confiável para o ensino da Palavra de Deus

51 A Palavra de Deus deve ser ensinada na sua íntegra como fica claro pela ordem do Mestre: “Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;” (Mt 28:20 ACF) Não há como ensinar “todas as coisas” se algumas destas coisas não estiverem devidamente registradas na tradução da Palavra de Deus que estiver sendo utilizada. Como ficou demonstrado nos tópicos anteriores houve a extirpação de várias passagens, e pior, a adulteração de outras, dando uma conotação e um sentido diferentes do original, possibilitando a ocorrência de graves erros de interpretação. Não podemos crer que houve má fé por parte daqueles que sob oração trabalharam para a confecção destas diversas versões da Bíblia, as quais contêm erros. Mas, cremos que a causa primeira é o conjunto de manuscritos utilizados como base destas versões. Os textos alexandrinos utilizados NÃO merecem confiança, estão permeados de erros e rasuras. E principalmente têm como principal fonte de sustentação de sua validade e correção a “autoridade” da Igreja Católica Romana. Como é sabido os romanistas têm especial interesse em que várias doutrinas básicas do verdadeiro cristianismo sejam enfraquecidas, que contradições sejam criadas, que os crentes fiquem sem a autoridade definitiva da Palavra de Deus, pois é a própria Palavra de Deus que está sendo contestada e que apresenta erros. Este é um argumento adicional para a alegação dos romanistas de que somente um “clero divino” pode interpretar corretamente a Palavra de Deus. Criar dúvidas sobre a Palavra de Deus, e sobre sua validade é também uma forma de facilitar a introdução do conceito ecumênico, pois sem firmeza doutrinária os Cristãos ficam suscetíveis às más influências. Podemos ver isto claramente ao percebermos que as denominações mais propensas a aceitar a idéia ecumênica, são justamente aquelas que por anos a fio têm-se utilizado da tradução de Almeida Revista e Atualizada (ARA), baseada no TC. Como mais um reforço, ainda vemos que a versão ARA foi “agraciada” com carta de recomendação da cúpula católica do Brasil, a qual estava “orgulhosamente” impressa junto a seu Novo Testamento de 1968, conhecido como “A Palavra de Deus para uma Nova Era”, conforme selo em sua página de apresentação! Não podemos de forma alguma desprezar o fato de que a verdadeira Palavra de Deus é viva e eficaz. E sendo assim, qualquer pessoa deve ser capaz de se alimentar dela e em tudo obter edificação. Não deve haver erro ou mescla de erro. Não deve haver a necessidade de comparações intermináveis entre as diversas versões da Bíblia para se descobrir qual delas é a verdadeira Palavra de Deus. Como sustentação a esta enorme profusão de versões da Bíblia, alguns têm, hoje, alegado que o texto bíblico é de difícil interpretação e que várias palavras não são entendidas por uma parcela significativa da população, e que isto tem sido um entrave ao crescimento do reino de Cristo em nosso país. Não podemos pensar desta forma se cremos que a Palavra de Deus é realmente viva e eficaz: “Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4:12 ACF)

DAVID OTIS FULLER

52 O Dr. Fuller obteve o seu título de Bacharel de Artes na Faculdade Wheaton, em Literatura Inglesa. Ele obteve o seu grau de Mestre em Divindade no Seminário Teológico de Princeton, estudando com professores tais como Robert Dick Wilson, que foi um mestre no domínio de 45 línguas antigas e poderia repetir de memória uma tradução em hebraico de todo o Novo Testamento, sem faltar uma única sílaba. O Seminário Teológico de Dallas concedeu a Fuller o grau de Doutor em Divindade. Ele pastoreou a Igreja Batista de Wealthy Street, em Grand Rapids, Michigan, por 40 anos. Enquanto estava lá, ele fundou o Instituto Batista de Grand Rapids, que depois se tornou a Faculdade Bíblica Batista de Grand Rapids. Fuller foi o co-fundador do programa de rádio “A Hora da Bíblia para Crianças”, em 1942, e por 33 anos foi o seu diretor. “A Hora da Bíblia para Crianças” está em cerca de 600 estações de rádio. Durante 52 anos Fuller foi membro do quadro da Associação de Batistas para Evangelismo do Mundo [ABWE – Association of Baptists for World Evangelism]. Ele foi um dos curadores da Faculdade de Wheaton por 40 anos. Os livros publicados de Fuller totalizam de 15 a 20. O livro de Fuller “Which Bible?”, com 350 páginas, primeiramente publicado em 1970, foi impresso mais de 12 vezes, e mais de 100.000 cópias deste título têm sido distribuídas, juntamente com as dos outros dois [livros] que ele editou sobre o assunto. Incontáveis crentes de hoje, que têm confiança nas suas Bíblias e que têm sido libertos das brumas da teorização da crítica textual, têm que agradecer a David Otis Fuller. CONCLUSÃO A palavra de Deus dura para sempre (Sl 119:160). O Diabo, inimigo número um do Senhor, desde o jardim do Éden tenta acabar com ela. Seja queimando, seja ridicularizando, seja usando um texto parecido (porém falso), ele a persegue. Os verdadeiros crentes, contudo, devem procurar saber e reconhecer as mãos santas e trêmulas que, com temor e reverência, traduziram a pura palavra do Senhor, rejeitando ao mesmo tempo os imprudentes, irreverentes e arrogantes deturpadores dessa geração apóstata. Como crentes hoje temos a responsabilidade em nossos dias de proclamar o Evangelho, o Evangelho puro, o Evangelho não adulterado. Também temos o direito e privilégio de estar no devido lugar das fileiras dos que protegem e proclamam a Palavra de Deus. Cada crente individualmente tomará uma decisão quanto ao assunto de qual texto é certo. Infalivelmente, a decisão será tomada consciente ou inconscientemente por cada crente sem exceção. Esta decisão se faz quando o crente escolhe qual edição da Bíblia vai usar para leitura e estudo. Ao escolher uma tradução baseada em manuscritos corruptos que refletem omissões sobre a Divindade de Cristo, a expiação pelo Seu sangue, Seu nascimento virginal, então se tomou a decisão de estender este erro à próxima geração. Ao contrário, se o crente de hoje escolher uma tradução da Palavra de Deus que é traduzida do Texto Tradicional (TR), toma a decisão de continuar a ver Deus operando pela Sua providência e provendo a Sua Palavra na forma completa, não só para a geração presente, mas para as futuras. Exaltamos e confiamos aos nossos leitores o Texto Recebido e suas fiéis traduções. Você não irá jamais ser desapontado se você edificar sua vida e sua igreja sobre a Rocha Eterna. A Bíblia adverte “Não removas os antigos limites que teus pais fizeram” (Pv 22:29).

Neste tempo, chamado de hoje, qualquer doutrina que diminua a responsabilidade, que facilite a integração com o mundo, que torne mais branda a sã doutrina cristã é, por aqueles, extremamente bem-vinda. Mas, os verdadeiros Cristãos, os eleitos de Deus, estes, devem lutar para preservar sua regra de fé, que é a Palavra de Deus, e devem se afastar dos ventos de doutrina que insistentemente sopram por todos os lados, chamando a um caminho de esterilidade, clamando a que se coloque a luz debaixo da cama e não no velador!

53 "E se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. " (Ap 22:19 ACF) Bibliografia
1- Fundamentalismo e a Bíblia Almeida da Reforma (Adaptado do Dr. Thomas M. Strouse - Maranatha Baptist Graduate School of Theology Watertown, WI 530914 - Traduzido e adaptado por Hélio e Valdenira M. Silva. http://solascriptura-tt.org/) 2- Palestra: “A inerrância da Bíblia”. Preletora: Noemi Andrade Campelo Ribeiro Local: Igreja Batista no Jardim Irajá – Ribeirão Preto – SP 3 – Folheto: A Quádrupla superioridade da versão King James (Este folheto foi traduzido e adaptado por José Pedro Monteiro de Almeida do livro :"The Four-fold Superiority of KJV", Dr. Donald A. Waite, Bible for Today, 1992, 900 Park Ave., Collingswood, New Jersey 08108. ISBN # 1-56848-000-8. Used by permission. http://solascriptura-tt.org/) 4 – Texto: Por que só aceito as traduções feitas por equivalência formal (Humberto Rafeiro-Outubro 2002 http://solascriptura-tt.org/) 5 – Site www.solascriptura-tt.org 6 – Site http://www.geocities.com/wbtbrazil/vermodern.html 7 – Livro: Versões Modernas da Bíblia (Por David W. Cloud – Traduzido e adaptado por Hélio de Menezes Silva, site: http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-Traduções/) 8 – Texto: Dream Team? “O Time dos Sonhos” das Sociedades Bíblicas Unidas / Sociedade Bíblica do Brasil (e o time dos pesadelos dos crentes fiéis) – José Pedro Monteiro de Almeida 9 - Texto: Tradutores Traidores? (na NVI/NIV) Pr. Albert Johnson (IBR Boas Novas, Missão Velha, Barbalha, CE) – Texto traduzido por Euclides Vilar de Azevedo e Hélio de Menezes Silva - Out/2000 [http://solascriptura-tt.org] 10 - Texto: Expondo os erros da dupla dinâmica (Elaborado por: José Pedro Monteiro de Almeida - 4ª edição NOV/2002) 11 – Texto: Cooperação das Sociedades Bíblicas Unidas com a Igreja Católica Romana! (Elaborado por José Pedro Monteiro de Almeida) 12 – Texto: Notas Textuais nos Rodapés das Bíblias Alexandrinas Solapam a Fé (Hélio de M. Silva, Maio/2001 http://solascriptura-tt.org/ Bibliologia-Traducoes/) 13 – Texto: Colchetes nas Bíblias, que significam? - sementeiras de dúvidas! (http://solascriptura-tt.org/ BibliologiaTraducoes/) 14 – Texto: "Almeida Revista e Atualizada" – Uma Bíblia Ecumênica? (Pr. Albert Johnson – Barbalha/CE - Out/98 http://solascriptura-tt.org/) 15 – Texto: A Bíblia-Frankenstein: Apelido da Bíblia de Genebra em Português, que é mais uma falsificação da Sociedade Bíblica do Brasil! (Elaborado por: José Pedro Monteiro de Almeida) 16 – Texto: O que é, o que é? Ela não é Bíblia, não é estudo, nem é de Almeida! Mas é inimiga número um do Criacionista, quem é ela? (Elaborado por: José Pedro Monteiro de Almeida) 17 – Texto: Preferência de Versões (Júlio Carrancho - http://solascriptura-tt.org/ Bibliologia-Traducoes/) 18 – Texto: Bíblia na Linguagem Hoje [Horrenda] (artigo transcrito de um trecho (páginas 60, 61, 62, 63 e 64) do livro "No Contexto do Fim" Copyright, por Pr. Samuel Barreto Barbosa, 1ª ed, Abril 1999. Transcrito sob permissão por: José Pedro Monteiro de Almeida) 19 – Texto: "Bíblia na Linguagem de Hoje:" Obra prima do inferno (Publicado em "O Presbiteriano Bíblico", Órgão Informativo para Evangélicos, publicado pela Missão Bíblica Presbiteriana no Brasil, filiada à Confederação de Igrejas Evangélicas Fundamentalistas do Brasil, Nº1, Ano XXVII, Maio de 1989 - http://solascriptura-tt.org/ Bibliologia-Traducoes/). 20 – Texto : Nova Tradução na Linguagem de Hoje: Velha enganação na linguagem dos apóstatas ( http://www.baptistlink.com/creationists/ntlh.htm) 21 – Texto: Porque não dou um tostão pela Bíblia Vida Nova anotada por Russell Shedd (Elaborado por: José Pedro Monteiro de Almeida) 22 – Texto: Expondo os erros da Sociedade Bíblica Internacional: e da Bíblia NVI - Quem quer vomitar a Bíblia NVI sobre os crentes brasileiros? (Elaborado por: José Pedro Monteiro de Almeida - 1ª edição Set/2000) 23 – Texto: Novas versões da Bíblia favorecem o crescimento da pornografia (uma publicação da Editora Leia – http//www.kingdombaptist.org/article426.cfm) 24 - Almeida: A Obra de uma Vida - A Bíblia no Brasil, n. 160, 1992, p. 14 (http://www.biblia.online.nom.br/varios/jfa.html) 25 - Texto: Tentativas ineficazes de algemar a Palavra de Deus (Do estudo "Inquisição Nunca Mais" Pr Airton Costa http://solascriptura-tt.org)

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