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POR QUE ASSIM E NÃO ASSADO?

CAMPUS • POR QUE ASSIM E NÃO ASSADO? • 1368 • CAPÍTULO 15 • SC-02


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POR QUE ASSIM E NÃO ASSADO?

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© 2008, Elsevier Editora Ltda.

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Copidesque: Cláudia Amorim


Editoração Eletrônica: Estúdio Castellani
Revisão Gráfica: Andréa Campos Bivar e Jussara Bivar

Projeto Gráfico
Elsevier Editora Ltda.
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Escritório São Paulo:
Rua Quintana, 753/8º andar
04569-011 Brooklin São Paulo SP
Tel.: (11) 5105-8555

ISBN 978-85-352-2734-5

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CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte.
Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ

L697p
Lima, Denilso de
Por que assim e não assado? : Aprenda a combinar as
palavras em inglês / Denilso Lima. – Rio de Janeiro :
Elsevier, 2008.

Inclui bibliografia
ISBN 978-85-352-2734-5

1. Língua inglesa – Compêndios para estrangeiros.


2. Língua inglesa - Frases e expressões - Português. I. Título.

07-3604. CDD: 728.42


CDU: 811.811'243(075)

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Agradecimentos

Quero dizer muito obrigado – mas muito obrigado mesmo – às seguintes


pessoas e grupos:

— Silvia Utrini Chaves (CEBEU), Marilene Snider (Instituto Britânico),


Hélvio Pantoja (CCAA), Maray Rodrigues (CCAA), Vicki Brustolin
(SKILL), Julia Kato (SKILL), Elizabete Holanda (CNA) e Denise Silva
(Cultura Inglesa). Todas estas pessoas contribuíram de modo bastante
significativo ao longo de minha carreira profissional. Aprendi com vocês
não só como dar aulas ou como administrar uma escola; aprendi tam-
bém outras grandes lições de vida, que só muito recentemente consegui
compreender.
— À maravilhosa equipe da SNAP – Inglês Rápido e Fácil, em Porto Velho
(Rondônia) – Roberta Hella, Michela Santiago, Daniele Castelo, Da-
niela Dutra e Márgara Nascimento. Com a ajuda, o companheirismo e
o incentivo de vocês, não tenho muito com o que me preocupar.
— Aline Pereira, Cleuma Bezerra, Eduardo Coimbra, Fabrício Mafra,
Francisco Lima, Henrique Nascimento, Iara Néri, Liz Romano, Maria
Pereira, Marisa Zeni, Renata Siqueira, Rodrigo Lewis, Ronaldo Hella,
Sidney Buarque e Vanessa Mafra. As poucas ou muitas palavras de
apoio, motivação e respeito que trocamos demonstram o quanto vocês
são especiais e fantásticas.
— Alessandro Brandão, do English Experts – http://www.englishex-
perts.com.br; Ulisses Carvalho, do Tecla Sap – http://teclasap2.blogs-
pot.com; Adir Ferreira, do http://www.adirferreira.com; e Ana Luiza do
http://www.inglesonline.com.br pelo enorme apoio dado na divulgação
de nosso trabalho.
— Já mencionei antes, mas tenho de dar um agradecimento todo especial à
Daniela Dutra. O que você acha que foi pouco, para mim foi uma ajuda
grandiosa. Obrigado por ter compartilhado comigo sua opinião sobre o

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que você leu primeiro que todo mundo e por ter encontrado aqueles erros
“bobos” no texto. You’re just great!
— Caroline Rothmuler, pois desde o início acreditou na idéia do livro e de-
monstrou grande interesse no desenvolvimento do projeto. Kátia Alves,
pela organização do livro como um todo. Viviane Costa, pela concepção
e elaboração da magnífica e bela capa. Este livro será um sucesso maior
ainda por causa da especial participação de vocês. Thanks a bunch!

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Apresentação

Você algum dia parou para pensar no modo como as palavras são usadas em
português? Pense, por exemplo, na palavra “festa”. É uma simples palavra! Ela
tem um plural: “festas”. Às vezes, podemos falar de uma “festinha”. Assim,
achamos que sabemos usar a palavra, não é mesmo?
Mas a coisa não é simples assim. “Festa” combina com algumas palavras e
com outras não. Veja só! É normal dizermos coisas como “fazer uma festa”,
“dar uma festa”, “ir a uma festa”, “organizar uma festa”, “participar de uma fes-
ta”... A festa pode ser descrita como “festa-surpresa”, “festa de aniversário”,
“festa de despedida”, “festa americana”, “festa de arromba”, “festa à fantasia” e
por aí a fora.
Por outro lado, não dizemos “comer uma festa”, “escrever uma festa”, “be-
ber uma festa”, “jogar uma festa”, “ler uma festa”, ou, ainda, “festa de cadeira”,
“festa de explosão”, “festa de calculadora” ou “festa de bacia”.
Por que isto acontece? Simplesmente porque em toda e qualquer língua do
mundo as palavras combinam com algumas palavras, porém não combinam
com outras.
Eu poderia dar aqui muitos outros exemplos. No entanto, creio que estes já
são suficientes para que você entenda a pequena confusão que pode nos ocorrer
ao estudarmos outra língua. Imagine ter que dizer, em inglês, “fazer uma festa”.
Como seria? Será que devemos usar o “do” ou o “make”? Qual das duas combi-
na melhor com “party”?
Você pode até arriscar e usar “make a party” ou “do a party”, mas aí sua pro-
fessora poderá dizer que as duas formas estão erradas. Sua reação é de espanto!
Você pergunta: “Por quê?” E a resposta que ouve é: “Bom, não é assim que eles
falam em inglês.” Não há uma explicação lógica; sua professora apenas sabe que
não é assim e pronto. No entanto, ela poderá ensinar a forma mais usada entre
os gringos: “throw a party” ou “hold a party”.
Você então decide traduzir as combinações palavra por palavra e aí desco-
bre que “throw” significa “arremessar”, “lançar”; “hold”, “segurar”. Diante de

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suas anotações você percebe que, literalmente, as duas combinações não fa-
zem o menor sentido em português: “arremessar uma festa”, “segurar uma
festa”. Por quê!?
Bem, esta é a verdadeira mágica de se aprender outra língua! Este é o verda-
deiro segredo para se adquirir fluência no uso de vocabulário de outra língua, ou
seja, saber quais palavras usar com outra palavra. É sobre este fenômeno de
combinação de palavras que falaremos no livro que você tem em mãos. Aqui
você encontrará algumas das palavras mais comuns da língua inglesa e suas
parceiras (combinações).
Por ter uma linguagem simples e dinâmica, o livro poderá ser usado por alu-
nos de todos os níveis: básico, pré-intermediário, intermediário, avançado e
proficiente. Tudo que você aprender aqui poderá pôr em prática por meio das
atividades sugeridas. Este é também um livro de referência, ou seja, você poderá
usá-lo sempre que tiver dúvida sobre qual palavra usar com outra palavra em in-
glês. Para isto, basta procurar a palavra que deseja e as palavras que combinam
com ela.
Professores que estejam procurando por algo que ajude seus alunos a me-
lhorar a competência lexical (uso das palavras) ou que estão em busca de uma
ferramenta para aprimorar o modo como ensinam vocabulário, saibam que este
livro atenderá às suas necessidades.
Espero que concordem comigo! Opiniões, sugestões, comentário, críticas e
questionamentos serão muito bem-vindos. Boa leitura e excelente aprendizado!

D ENILSO DE L IMA
denilsolima@gmail.com
Setembro de 2007

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Sumário

P A RT E 1 E NT E NDE NDO A ID ÉIA

Collocation: o que é isto? 3


Por que isto acontece? 9
Quais collocations devo aprender? 15
Não procure um porquê! 21
Saber collocations faz toda a diferença 25
Onde e como encontrar collocations? 31

P A RT E 2 COLLOCAT I ONS CO M AS PALAVRAS


M AIS F RE QÜE NT ES

Collocations com substantivos mais freqüentes 45


Collocations com palavras sem muito significado 71
Collocations com adjetivos comuns 93
Um novo tipo de expressões idomáticas 109
Collocations e gramática 129
Mais algumas collocations 149

Respostas 171
Referências bibliográficas 183

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Introdução

Quando me preparava para fazer um daqueles testes da Universidade de


Cambridge, sempre me dediquei a estudar gramática, gramática e mais gra-
mática, afinal, quando você decide fazer uma prova de língua estrangeira
(seja ela qual for) parece que nada mais importa a não ser as tais regras gra-
maticais.
No entanto, com o passar do tempo, toda aquela minha empolgação em es-
tudar inglês foi diminuindo. A sensação era estranha! Eu lia os livros, fazia as
atividades e estudava mais e mais, porém parecia não sair do lugar. Meu jeito de
falar inglês com as pessoas não melhorava nadinha. O ciclo era sempre o mes-
mo: eu lia as regras gramaticais, fazia as atividades, tirava as dúvidas e começa-
va tudo de novo com um ponto gramatical diferente. Só que isto foi cansando e
me frustando, afinal, não via muito resultado na prática.
Não posso deixar de mencionar que, além da gramática, havia também as
palavras novas. Na maioria das vezes, palavras pouco usadas no dia-a-dia. Pala-
vras raras ou não muito comuns! Algumas expressões também entravam em
cena, só que a gramática era campeã nestas expressões!
Será que você já passou por esta situação? Será que está passando por ela
agora? Você vai para o curso de inglês, assiste à aula, bate papo com os amigos,
lê um texto, faz as tarefas propostas pelo professor e, mesmo assim, percebe que
não está progredindo como gostaria?
Pois bem! Diante de minha situação frustrante desejei fortemente encon-
trar algo que fosse mais dinâmico e que, acima de tudo, me fizesse sentir pro-
gresso significante. Não queria ficar só na decoreba de regras gramaticais, no-
mes de tempos verbais, palavras raramente usadas... Queria algo que fosse mui-
to mais útil e interessante.
Como eterno aprendiz e curioso, sempre li e pesquisei muito. Foi assim
que, em uma de minhas leituras, encontrei aquilo que parecia ser a salvação.
Coloquei aquela idéia nova em prática e foi aí que, com o tempo, percebi que
meu inglês havia melhorado muito. Meu modo de aprender inglês também ha-

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via mudado bastante. Esta descoberta me influenciou não apenas como aluno,
mas também como professor.
A novidade recebe o estranho nome de collocation (“colouqueichan”). Tra-
ta-se de uma idéia muito simples: palavras que combinam com outras palavras.
Não se preocupe, após ler este livro você saberá muito bem o que é isto.
Ao colocar as dicas aqui em prática, fazer as atividades e se divertir com o
inglês, você também poderá perceber, em algum tempo, uma grande mudança
no seu jeito de aprender (ou ensinar) inglês. Leia e releia o livro quantas vezes
quiser! Se você ler também o livro Inglês na Ponta da Língua: método inovador
para melhorar seu vocabulário, poderá tirar muito mais vantagens deste
modo de aprender vocabulário. Basta pôr em prática as dicas dadas e ir apren-
dendo naturalmente.
Aproveito para pedir a você que me envie um e-mail. O endereço é denilso-
lima@gmail.com. Diga como este livro está sendo útil para você (aluno ou pro-
fessor). Não se acanhe! Pode deixar uma crítica, sugestão, eventual correção,
um oi... Pode visitar e deixar seu comentário também em nosso blog. O endere-
ço é http://denilsodelima.blogspot.com.

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