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DATA:

OMCT PLANO DE SESSÃO HORA:


Nr 01 –Conhecimentos
Diversos

CURSO: CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS TURMA:

PERÍODO: BÁSICO GRUPAMENTO:

DISCIPLINA: Instrução Geral.


UNIDADE DIDÁTICA: UD I : Conhecimentos Diversos.
ASSUNTO: 3. Boas Maneiras e Conduta do Militar.
OBJETIVOS:
a) Tratar corretamente os superiores e companheiros.
b) Comportar-se adequadamente às refeições.
c) Tratar corretamente o publico.
d) Comportar-se adequadamente em situações dentro e fora do quartel.

LOCAIS DA INSTRUÇÃO: Sala de aula.

TÉCNICA(S) DE INSTRUÇÃO: Palestra

MEIOS AUXILIARES: Quadro mural, quadro negro, transparência.

INSTRUTOR (ES): MONITOR (ES): AUXILIAR(ES):

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS: Preparação do local de instrução

MEDIDAS DE SEGURANÇA: A instrução não oferece risco porém, qualquer instruendo que vier a
passar mal será encaminhado ao Posto Médico.
FONTES DE CONSULTA:
CIGRA de InsruçãoGeral

ASSINATURA: VISTO:

_____________________ _______________
Instrutor Cmt SU
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
OBS

I – INTRODUÇÃO:

a. Ligação com a sessão anterior:

Na sessão anterior vocês aprenderam a fardar-se P


condizentimente com os padrões militares(UD I Ass 2) veremos hoje a
Unidade Didática I – Conhecimentos Diversos, onde abordaremos
A
outros aspectos que regem o comportamento e a conduta militar. L
Assunto 3 – Boas Maneiras e conduta do militar
E
b. Apresentação dos objetivos:
S
a) Tratar corretamente os superiores e companheiros. T
b) Comportar-se adequadamente às refeições.
c) Tratar corretamente o publico. R
d) Comportar-se adequadamente em situações dentro e fora do
05 quartel.
A
Min c. Apresentação do Sumário:
Para que atinjamos esses objetivos, seguiremos o Seguinte sumário:

I – INTRODUÇÃO

II – DESENVOLVIMENTO
a) Revisão do assunto.
b) Boas maneiras.
c) Tratamento com o público.
d) Regras de etiqueta.

III – CONCLUSÃO
•Avaliação da aprendizagem.
•Retificação da aprendizagem.
•Encerramento.
•Crítica /Sugestões.

d. Motivação
d
1) Importância do assunto:

Ao chegar na tropa uma das primeiras missões do 3º Sgt


será formar soldados do efetivo variável, para isto, é de suma
importância que você, futuro monitor da disciplina de Instrução Geral
venha a servir de exemplo nas diversas situações de maneira que seus
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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subordinados assimilem as boas maneiras e evidenciem conduta
condizente com os padrões militares.

2) Contextualização:

As boas maneiras e a conduta militar devem ser


manifestadas nas diversas situações de rotina da OM, pois o militar é
sempre identificado, mesmo fora do quartel, como cidadãos de boa
conduta e exemplo de comportamento.

3) Caracterização da Interdisciplinaridade

O assunto é relaciona-se diretamente com a formação do


militar como também do cidadão sendo pré requisito para atividade
militar.

BOAS MANEIRAS E CONDUTA DO MILITAR

I – INTRODUÇÃO

Como um dos reflexos do grande progresso científico-


tecnológico que a humanidade experimentou em apenas uma geração,
grandes transformações se operaram na maneira de viver das pessoas.
Alguns costumes, em desacordo com os pensamentos e práticas da
época, desapareceram. Outros, por força de diferentes circunstâncias,
agradável relacionamentos social continua imperando. As boas
maneiras não perderam validade. Se, por um lados, cultiva-las é
imperioso para a convivência diária, num mundo cada dia mais
inquieto e turbulento, por outro, as reclama o nível cada vez mais
acentuado entre classes, fazendo com que a correção de hábitos e
elegância deixem de ser privilegio das elites. Elas são a base de toda
beleza exterior do ser humano.

II) DESENVOLVIMENTO

TRATAR CORRETAMENTE SUPERIORES E PARES:

Art . 2º - do R2 – TODO MILITAR, EM DECORRÊNCIA DE SUA


CONDIÇÃO, OBRIGAÇÔES, DEVERES, DIREITOS E
PRERROGATIVAS, ESTABELECIDAS EM TODA A
LEGISLAÇÃO MILITAR, DEVE TRATAR SEMPRE:

I – com respeito e consideração os seus superiores


hierárquicos, como tributo à autoridade de que se acham investidos
por lei;
II – com afeição e camaradagem seus pares;
III – com bondade, dignidade e urbanidade os seus
subordinados;
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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§ 1º - todas as formas de saudação militar, os sinais de respeito e
correção de atitudes caracterizam, em todas as circunstância de tempo
e lugar, o espírito de disciplina e de apreço existente entre os
integrantes das Forças Armadas.
§ 2º - As demonstrações de respeito, cordialidade e consideração,
devidas entre os membros das Forças armadas, também o são aos
integrantes das Polícias Militares, corpo de Bombeiros Militares e aos
Militares das nações Estrangeiras.

Art. 3º do R2 - o militar manifesta respeito e apreço aos seus


superiores, pares e subordinados:
I – pela continência;
II - dirigindo-se a ele ou atendendo-os, de modo disciplinado
III – observando-o a precedência hierárquica;
IV – por outras demonstrações de deferência.
§ 1º - Os sinais de regulamentares de respeito de apreço entre militares
constituem reflexos adquiridos mediante cuidadosa instrução e
continuada exigência.
§ 2º - a espontaneidade e a correção dos sinais de respeito são índices
seguros do grau de disciplina das corporações militares e da educação
moral e profissional dos seus componentes.
§ 3º - os sinais de respeito e apreço são obrigatórios em todas as
situações, inclusive nos exercícios no terreno e em campanha.

2) COMPORTAR-SE ADEQUADAMENTE NAS REFIÇÕES:

a) REGRAS A OBSERVAR DURANTE AS REFIÇÕES:

1 – REGRAS GERAIS:

a) Quem toma assento, em primeiro lugar, nas refeições em


família, é a dona da casa; nos restaurantes são as senhoras e os
convidados mais importantes e nos refeitórios, os militares observam,
em princípio, as seguintes prescrições:

I – aguardam, para se sentarem à mesa, a chegada do


comandante, diretor ou Chefe, ou da mais alta autoridade prevista para
a refeição;

II – caso a referida autoridade não possa comparecer à


hora marcada para início da refeição, esta é iniciada sem a sua
presença; à sua chegada, a refeição não é interrompida, levantando-se
apenas os militares que tenham assento á mesa daquela autoridade;

III – ao terminar a refeição, cada militar levanta-se e


pede permissão ao mais antigo para retirar-se do recinto, podendo ser
delegada ao mais antigo de cada mesa a autorização para concedê-la;

IV – o militar que se atrasar para a refeição deve


apresentar-se à maior autoridade presente e pedir permissão para
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sentar-se;

V – caso a maior autoridade presente se retire antes que


os demais militares tenham terminado a refeição, apenas se levantam
os que tenham assento à sua mesa.

§ 1º - Os refeitórios de grande freqüência e os


utilizados por militares de diversas Organizações militares podem ser
regidos por disposições específicas.

Art. 12 do R2. nos refeitórios de praças ao nele entrar o Comandante,


Diretor ou Chefe da Organização Militar ou outra autoridade superior,
a praça de serviço, o militar mais antigo presente ou o primeiro que
avistar aquela autoridade comanda “RANCHO ATENÇÃO!” e
anuncia a função de quem chega; as praças suspendem toda
conversação, até que seja dado o comando de “À VONTADE”.

Art. 13 do R2 sempre que um militar precisar sentar-se ao lado de um


superior, deve solicitar-lhe permissão.

2) REGRAS DE ETIQUETA:

a) O guardanapo será posto sobre os joelhos, desdobrado,


depois eu as pessoas citadas acima o tenham feito. Mesmo em lugares
públicos, onde se ponha em dúvida a limpeza dos utensílios, não
cometamos a gafe de limpar os talheres com o guardanapo, antes de
sermos servidos.

b) enxuguemos os lábios todas as vezes que tivermos que


toca-los com um copo e depois dos goles que tomamos.

c) ao final da refeição não devemos dobrar o guardanapo; se


isto for feito, no máximo em quatro (duas dobras grandes); devemos
retirá-lo do joelhos e coloca-lo sobre a mesa, depois que o fizerem as
pessoas mais dignas de consideração. É condição essencial colocarmo-
nos naturalmente à mesa, não ficarmos tão tenso que pareçamos um
manequim, nem de maneira relaxada, como quem descansa.

d) as mãos devem ficar livres, porém os cotovelos não


tocarão a mesa e durante todo o tempo devemos evitar gesticulação,
gargalhadas, respingos sobre a toalha ou guardanapo; não nos viremos
de costa para qualquer um dos vizinhos.

e) não falamos, nem bebemos de boca cheia; tomamos a


bebida aos goles, observando a função de cada copo, pois o vinho é
servido nos copos menores, enquanto os maiores se destinam a água
mineral.
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f) convém, ainda, sermos parcimoniosos com bebidas,
sorvendo-as silenciosamente, sem fazermos barulho com a língua nem
com os lábios, e não com muita freqüência, segurando–se as taças pelo
pé, com a mão direita.

g) normalmente, os brindes estão adotados apenas em


banquetes e, neste caso, quando não pudermos beber por qualquer
motivo, não devemos recusar ser servido, tocando ligeiramente com os
lábios no copo, no momento oportuno.

h) talheres devem ser usados naturalidade, cada um em sua


respectiva função, primeiro o que se destina ao peixe, depois de um de
tamanho normal par os outros pratos e, finalmente, o de tamanho
menos para a sobremesa.

i) quando se trata de pratos que não precisam ser trinchados


– massas, legumes, etc... – comemos com garfo na mão direita; para a
carne, usamos o garfo na mão esquerda e a faca na mão direita e
vamos cortando, à medida que comemos. Para as saladas usamos
também o garfo na mão direita, pois não devemos cortar as folhas de
alface.

j) se durante a refeição deixarmos cair um talher, não


devemos abaixar-nos para apanhá-lo, mas discretamente, em caso de
fácil comunicação chamamos o garçom, o criado ou mesmo a dona da
casa para substituí-lo.

k) não nos esqueçamos: A FACA SERVE


EXCLUSIVAMENTE PARA CORTAR OS ALIMENTOS; enquanto
comemos devemos conservá-la com o cabo sobre a mesa e a lâmina
recostada ao prato, de modo algum levando-a à boca.

l) a sopa deve ser tomada com a colher apropriada, sem


estardalhaço, não levando-a ao nariz para cheirar, evitando-se o hábito
de soprar-se as colheradas uma a uma. Não devemos recusá-la, pois
ela compõe uma refeição da qual se deve participar comendo o
suficiente, sem precisar repetir outro prato.

m) o pão deve ser cortado, pois já são servidos pãezinhos


individuais ou fatias cortadas; partimos pequenos pedaços com os
dedos, cuidadosamente, para não espalhar farelos sobre a mesa ou
pelo chão.

n) intercalamos colheradas de sopa e pedacinhos de pão, que


podem ser cobertos com manteiga, mas de maneira alguma, é
permitido fazermos picadinho ou bolinhos e atirarmos dentro do prato,
ou mergulharmos o pão no ovo, no doce ou no café.

2- SOBREMESAS
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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Por ultimo não devemos aceitar mais de uma qualidade de
sobremesa, optando-se pelas frutas ou doces, usamos talheres
apropriados e servimo-nos da compotas com colher.

I – optando por frutas devemos comê-la da seguinte maneira:

a) LARANJA: segurando a laranja com a mão esquerda,


com a faca cortamos uma rodela de casca na parte superior e outra
inferior. Com o garfo espetado firmemente no topo da fruta,
descascamos em toda a volta da polpa. Comemos os pedaços com o
garfo à medida que vão sendo cortados. O bagaço e as sementes são
devolvidas ao prato o mais discretamente possível. O ideal, porém é
servir as laranjas já descascadas para maior comodidade dos
convidados. Assim servidas, comemos naturalmente com a faca e o
garfo.

b) MORANGO: os morangos são servidos em taças,


acompanhados de creme “chantilly”. Para comê-los usamos a colher.
Podem igualmente ser apresentados num recipiente único, tendo ao
lado açúcar e o creme. Os convidados servem à vontade.
Quando os morangos são excepcionalmente grandes,
algumas pessoas costumam servi-los com o talo e as folhas. Passados
no açúcar, são comidos com a mão, segurados pelo cabo. A
apresentação é linda, mas não deixe de ser uma pequena
extravagância.

c) MELÃO ; quando o melão é servido com a casca, em


fatias, retiramos a parte macia com a faca e comemos com o garfo.
Sendo apresentado sobre a casca, mas já cortado e descascado (como
deve ser), dispensa o uso da faca quando aos pequenos melões
redondo, estes são servidos cortados ao meio no sentido da altura.
Comemos com uma colher de sobremesa.

d) MELANCIA: comemos melancia com garfo e faca. As


sementes são recolhidas discretamente e depositadas na borda do
prato.

e) PERA E MAÇÃ: peras e maçãs são divididas em


quartos, usando-se faca e garfo. Com o garfo na mão esquerda voltado
para baixo, espetamos o quarto, mantendo-o um pouco acima do prato
para descascá-lo mais facilmente; uma vez descascado e partido em
pedaços, é comido com garfo. Há quem prefira descascar a fruta
inteira comendo-a normalmente com garfo e faca. Outros preferem-na
sem descascar, mas o primeiro processo é o mais correto.

f) BANANA: firmamos a banana com garfo e fazemos uma


incisão sobre o comprimento as casca, afastando-se e deixando a polpa
à mostra. Com o garfo partimos a fruta em rodelas que são levadas à
boca, à medida que são cortadas. Não usamos a faca para cortar a
banana. Esse processo é usado em jantares ou almoços para
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estrangeiros. Em nossas mesas formais não costumamos servir
bananas.
Na intimidade comemos as bananas descascando-as em
quatro partes com ajuda da faca, mas sem retirá-las totalmente da
casca. Depois seguramos a fruta pela base e comemos normalmente.
Nada mais natural.

III – TRATAR CORRETAMENTE O PÚBLICO INTERNO E


EXTERNO

Postura do militar em relação aos companheiros, público e ao


ambiente de trabalho:

Quem sabe tratar os outros com educação está mais capacitado


a conseguir o que deseja, o que se torna um “valor pessoal”.

O primeiro livro de “boas maneiras” foi escrito há milhares de


anos por Ptahdep, faraó do Egito para seu príncipe herdeiro. O faraó
sabia que usando de gentileza as pessoas criam um melhor ambiente a
sua volta, o que facilita a obtenção de objetivos.

Se a cortesia e gentileza já eram consideradas essenciais para


manutenção de grandes civilizações há milhares de anos, nos parece
óbvio que sejam fundamentais em nosso ambiente de trabalho. Assim:

É essencial que se cumprimente os companheiros ( Olá!, Tudo


Bem/Bom?, Bom Dia!, Boa Tarde!, Até Mais!, Bom Almoço! e Bom
Final de Semana!) para que se garanta um ambiente saudável e cortês.
O cumprimento deve ser para todos, sendo obviamente inaceitável
ignorar e fazer alguma preferência no ambiente, apesar das afinidades
pessoais;

Cortesia e respeito mútuo durante todo o expediente,


independente da posição ocupada são de extrema importância. O
militar deve procurar dispensar a todos tratamentos igualitários em
situações similares;

É ato discriminatório e inaceitável no EB qualquer menção


sobre a crença religiosa, cor de pele, qualificação e formação
profissional, preferência sexual, estado civil, classe social,
incapacidade física ou mental;

A transparência e honestidade, assim como o respeito com os


outros são fundamentais para o desenvolvimento de confiança mútua e
bom relacionamento. Tal postura implica em agir com objetividade,
clareza e franqueza quando nos comunicamos, a fim de se evitarem
interpretações dúbias e inverdades;
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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Toda relação baseada em transparência leva ao respeito e à
confiança. A transparência é a conduta de quem não tem objeção a que
o outro tome ciência de seus pensamentos e atitudes;

O trabalho em equipe deve ser sempre estimulado através de


cooperação mútua, considerando-se as características individuais de
cada um. Isto traz um maior rendimento para o trabalho de todos. Em
situações extraordinárias, o militar deve realizar tarefas que podem
não ser estritamente inerentes a seu cargo para minimizar, neutralizar
ou superar dificuldades que se apresentem;

Quando alguém tem uma dificuldade em uma determinada


tarefa, espera-se do militar que já domina a tarefa que se voluntarie a
ensinar e/ou ajudar temporariamente. Isto significa um clima de
construção e cooperação interna.

Elogios: Elogio sincero não é “paparico”. Todo mundo gosta


de ouvir algo agradável, no momento oportuno e se verdadeiro.
Portanto, se houver oportunidade de elogiar algo que achou
interessante, louvável, bem-feito, faça-o.

Os membros da equipe de trabalho devem usar o tempo oficial


de trabalho num esforço responsável para cumprir suas tarefas. Os que
exercem alguma função com subordinados, não devem solicitar ou
exigir que estes empreguem o tempo oficial para atividades que não
sejam as requeridas condizentes de seus deveres;

Os militares devem, além de conservar os bens da união,


absterem-se de usá-los para fins particulares e/ou propósitos que não
sejam aqueles para os quais tenham sido destinados;

O militar deve cumprir as ordens emanadas do superior


hierárquico, na medida que tenham objeto o cumprimento de serviços
relativos a seu cargo e função e não sejam contra as legislações
vigentes. Assim, diante de uma ordem de um superior, havendo, uma
idéia alternativa para o cumprimento da tarefa e que venha a contribuir
para a realização de nossa missão, o militar deve expô-la ao seu
superior. Esta conversa deve ser colaborativa e cordial e, no caso de
não- aceitação do superior hierárquico, vale o princípio da obediência;
Para que se exerça a função da melhor forma possível, é necessário
uma constante busca por melhores decisões.

As informações (informações médicas, inclusive) sobre


quaisquer militar, só podem ser expostas a terceiros que tenham
legítima necessidade dos dados ou em resposta a processos legais
apropriados. Os militares que tenham acesso às
Informações dos demais militares devem tomar todos os cuidados
necessários para protegê-las;

Os público externo devem ser atendidos com cortesia e


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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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eficiência, e as informações repassadas devem ser precisas, claras,
transparentes e completas.

É obrigação do militar escutar sempre o público externo e dar-


lhe o devido tratamento e resposta;

Assim como nas relações com os companheiros, o público


externo também devem ser tratados com a mesma polidez, ou seja,
valem as regras de "Bom Dia!, Boa Tarde!, Até Mais!, Em Que Posso
Ajudá-lo, etc

Uso impróprio de Linguagens:

1- Gíria: Falar usando gíria pode ser divertido e aproximar


alguns companheiros (ou não). Com o público externo, entretanto, a
gíria é muito inadequada. Além de ser um vocabulário claramente
limitado, é informal demais para ser adotado. Falar bem o português,
além de ser mais elegante, traz a vantagem de evitar uma mal
compreensão e interpretações equivocadas.

Em algumas relações mais próximas o que deve ser ideal é o


“tom”, a simpatia, e não a mudança da linguagem.

2- Palavrões: São absolutamente contra-indicados, mesmo que


sejam utilizados por parte do público externo. O uso do palavrão
provará que o militar estará se comunicando com o que há de pior, e
portanto, perdeu o bom senso e infringiu este preceitos de um bom
relacionamento .

3- Frases inacabadas ou de sentido dúbio: Em geral,


provocam má impressão. No primeiro caso, pode parecer que você é
inseguro, não sabe falar ou teve um lapso de memória. No segundo,
pode mostrar que você não têm caráter suficiente para falar algo às
claras.

4- Dizer NÃO: Há situações diferentes que requerem um bom


senso quanto ao negar a solicitação do público externo. Seja qual for a
situação, sempre é possível dizer “NÃO” com elegância. É importante
distinguir entre pedidos oportunistas, quando a resposta direta pode
ser uma saída elegante para um inconveniente maior, e pedidos que
podem até resultar na conquista de um novo colaborador. Se houver
dúvida quanto à conduta é próprio pensar, consultar um companheiro
ou superior hierárquico, para depois responder ao solicitante.

As comunicações não-verbais ao publico externo ocorrem mais


comumente sob forma de e-mails, facsímiles, contratos ou material
impresso produzido pela nossa seção de comunicação social. Os e-
mails devem observar as condutas de cautela já

Quando em representações, o militar deve ter em mente que,


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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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além de representar a si mesmo, ele é a imagem do EB. Espera-se,
portanto, que ele se traje de forma própria para a situação.

IV – COMPORTAR-SE ADEQUADAMENTE EM SITUAÇÕES


DENTRO E FORA DO QUARTEL

1) Conduta dentro do quartel:

Art. 4º do R2 – quando dois militares se deslocam juntos, o de menor


antigüidade dá a direita ao superior.

Parágrafo único: Se o deslocamento se fizer em via que tenha lado


interno e lado externo, o de menor antigüidade dá o lado interno ao
superior.

Art. 5º do R2 – Quando os militares se deslocam em grupo, o mais


antigo fica no centro distribuindo-se os demais, segundo suas
precedências, alternadamente à direita e a esquerda do mais antigo.

Art. 6º do R2 – Quando encontrar um superior num lugar de


circulação, o militar saúda-o e cede-lhe o melhor lugar.

§ 1º - se o local de circulação for estreito e o militar for praça,


franqueia a passagem ao superior, faz alto e permanece de frente para
ele.

§ 2º - na entrada de uma porta, o militar franqueia-a ao superior; se


estiver fechada, abre-a, dando passagem ao superior e torna a fechá-la
depois.

Art. 7º do R2 - em local público onde não estiver sendo realizado


solenidade cívico-militar, bem como em reuniões sociais, o militar
cumprimenta, tão logo lhe seja possível, seus superiores hierárquicos.

Parágrafo único: Havendo dificuldade para aproximar-se dos


superiores hierárquicos deve ser feito mediante um movimento de
cabeça.

Art. 8º do R2 - para falar a um superior, o militar emprega o


tratamento “senhor” ou “senhora”.

§ 1º - para falar formalmente, a um oficial general, o tratamento é


“Vossa Excelência”, “Senhor General”, “Senhor Almirante” ou
“Senhor Brigadeiro”, conforme o caso. Nas relações corrente de
serviço, no entanto, é admitido o tratamento de “Senhor”.

§ 2º - Para falar, formalmente, ao Comandante, Diretor, ou chefe de


Organização Militar, o tratamento é “Senhor Comandante”, “Senhor
Diretor”, Senhor chefe”, conforme o caso; nas relações correntes de
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
OBS
serviço, é admitido o tratamento de “Comandante”, “Diretor” ou
“Chefe”.

§ 3º - No mesmo posto ou graduação, poderá ser empregado o


tratamento “você”, respeitada as tradições e peculiaridades de cada
Força Armada.

Art. 9º do R2 - para falar a um mais moderno, o superior emprega o


tratamento “você”.

Art. 10 do R2 – todo militar , quando for chamado por um superior,


deve atendê-lo o mais rápido possível, apresentado o passo quando em
deslocamento.

2) Conduta na Rua:

Quer estejamos dirigindo-nos para o trabalho, para a escola, ou a


passeio atentamos para a nossa conduta.

Caminhando ou dirigindo respeitemos as regras do trânsito, que


fazem parte de um código que regula a conduta dos cidadãos na via
pública e lembremo-nos de que as imprudências não se justificam;
conforme se diz: MAIS VALE UM MINUTO NA VIDA, DO QUE
A VIDA NUM MINUTO.

Em qualquer meio de transporte evitemos importunar os


companheiros de viagem, ocupando um lugar maior do que aquele que
realmente nos cabe, pois todos são passageiros, pagaram o que nós
pagamos e têm o mesmo direito.

Se o veículo estiver lotado, evitemos abrir jornais para ler e


procuremos ajudar quem carrega embrulhos, segurando-os até o
destino do portador.

Encontrando amigos ou conhecidos e entabulando conversação,


não o façamos em altas vozes nem às gargalhadas, pois isto, além de
irritar os outros, leva-os a nossa vida, o que de maneira alguma
interessa aqueles que nem nos conhecem.

Não devemos parar no meio da calçada para falarmos de alguém,


chama-lo em altas vozes ou por assobios, através dos transeuntes e,
nem mesmo por alguns momentos nos detenhamos com um conhecido
nesta circunstância, fazendo com que todos os que passam tenham de
pedir licença ou contornas o passeio. O canto da calçada, junto á
parede, é sempre cedido às senhoras, que estejam em nossa
companhia, quer quando nos encontrem pelo caminho se alguma delas
deixar cair um objeto, devemos apanha-lo e entrega-lo imediatamente,
executando-se apenas os lenços, que não devem ser apanhados;
recomenda-se, porém que discretamente, avisemos à dona do mesmo.
MAI
TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
OBS

Em casos de desastre, incêndios, catástrofe, procuremos manter o


sangue na medida do possível e ponhamo-nos imediatamente à
disposição dos serviços de socorro; isto não e apenas conduta de
pessoas educada, mas acima de tudo, um gesto de solidariedade
humana que, por obrigação, nos cabe.

Afetiva:
Para o desenvolvimento dos atributos previstos neste assunto, foi
criada 01 (uma) situação, em que os atributos serão evidenciados ou
não ao se realizar a tarefa.

Atributos evidenciados ao se realizar a tarefa:

Os instruendos deverão demonstrar um porte condizente com o


padrão militar durante a instrução, evidenciando consequentemente
notável postura em situações diversas evidenciando assim o atributo
APRESENTAÇÃO.

III. CONCLUSÃO

a. Avaliação: Serão feitas agora perguntas que serão


dirigidas a todos instruendos, sendo indicado um aluno
para responder.

a. 1. Como deve ser o seu trato com os seus companheiros e com


seus superiores?
b.
c. 2. Como deve ser seu comportamento durante a realização das
refeições?
d.
3. Como o militar deve se comportar dentro e fora do quartel?

b. Retificação da aprendizagem: Será feita ao final da


sessão, com uma retirada de duvidas.

c. Encerramento: Será feita uma recapitulação sobre o


assunto levantando as principais idéias de como tratar corretamente os
superiores e companheiros, como comportar-se às refeições, tratar o
público e comportar-se nas diversas situações dentro e fora do quartel.

IMPORTANTE!!!!

“A PALAVRA CONVENSE, O EXEMPLO ARRASTA”

d. Críticas/Sugestões:

1) Crítica
a) A(s) técnica(s) de ensino selecionada(s) foi(ram)
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TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
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adequada(s) à consecução dos objetivos previstos ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
b) O(s) assunto(s) da sessão tinha(m) relação com o
futuro desempenho profissional do aluno?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
c) O(s) assunto(s) está(ão) adequados ao Perfil
Profissiográfico do curso?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
d) Foi possível estabelecer a ligação com assuntos
correlatos de outras disciplinas ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
e) Foi possível realizar uma combinação de técnicas de
ensino, que permitiu um melhor rendimento da sessão ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
f) O(s) instrumento(s) e o(s) procedimento(s)
utilizado(s) para realizar a avaliação formativa estava(m)
adequado(s)?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
g) O(s) exemplo(s) usado(s) e o(s) exercício(s)
proposto(s) foi(ram) adequado(s) à realidade ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
h) Foi possível desenvolver de forma integrada a
obtenção dos objetivos das áreas cognitiva, afetiva e psicomotora ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
i) Os meios auxiliares de instrução foram adequados ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
j) É possível inserir novos objetivos da área afetiva
neste assunto ?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
k) Há necessidade de atualização da bibliografia
prevista no Pladis?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
l) Há necessidade de atualização do assunto e dos
objetivos específicos previstos no Pladis?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE
m) O nível taxionômico dos objetivos específicos estão
coerentes, adequados e ordenados dentro do de menor nível de
complexidade para o de maior nível de complexidade?
( ) SIM ( ) NÃO ( ) EM PARTE

2) sugestões
- a ser realizada conforme respostas do item anterior
Críticas e Sugestões.