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1ª ( Aula )A lei da alavanca de Arquimedes

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Curso: Engenharia Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Professores: Douglas / Maurício Assunto: Conceito Hist Estática

Civilizações antigas
A curiosidade humana sobre os fatos ao seu redor, para além da necessidade biológica de autopreservação, busca de alimento e reprodução, remonta a tempos anteriores ao registro histórico. Possivelmente, está associada ao surgimento da linguagem simbólica e à necessidade psicológica de comunicar e conviver. Se procurarmos as mais antigas ligações dos registros históricos com aquilo que temos hoje como o campo de atuação da Física, encontraremos as observações sobre os eventos astronômicos – em todas as civilizações anteriores aos gregos, do Egito à China, os agrupamentos humanos das mais variadas formas de organização social, reconheciam os padrões de repetição dos eventos celestiais – desde a alternância entre o dia e a noite até os alinhamentos entre determinadas estrelas, conforme observadas a olho nu. Tem-se que uma das principais motivações da atenção despertada por estes eventos era a necessidade de tirar o melhor proveito possível dos recursos agrícolas: a energia do sol, o ciclo das água, os ventos, as estações e o que mais facilitasse a produção de alimentos. Há, até mesmo, registros históricos de previsão de eclipses – não que eles compreendessem o fenômeno em si, mas sabiam quando voltariam a acontecer. Em paralelo com registro e estudo detalhado das efemérides astronômicas, a linguagem simbólica começava a dar os primeiros passos em direção à Matemática. Os Egípcios eram bons em aritmética, que era necessária para estágio avançado de técnicas administrativas de um grande império, como por exemplo, na demarcação de terras agrícolas e propriedades particulares e no controle financeiro. Os babilônios, por sua vez, já avançavam em álgebra, tendo desenvolvido técnicas para solucionar equações quadráticas, cúbicas e biquadradas, e criaram uma notação fracionária sexagesimal (de onde se originam nossas divisões da circunferência em 360 graus e da hora em 60 minutos). Ao lado destas necessidades práticas, havia também uma associação muito forte dos objetos e eventos celestes com as divindades, e a posição dos astros era utilizada também como base para a Astrologia – os soberanos faziam questão de ter, em suas cortes, estudiosos que pudessem lhes dizer os momentos mais favoráveis para declarar uma guerra ou celebrar um pacto. Um pouco mais para o Oriente, a Índia também dominava estes dois conhecimentos – Matemática e Astronomia – e tinha dois elementos que hoje nos são tão usuais que é difícil imaginar como os egípcios e babilônios (entre outros) se viravam sem eles: inventaram o zero e, com ele, uma notação posicional que lhes permitia fazer somas e tábuas de multiplicação de maneira 1 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves

com o declínio do Império Romano (que usava os esdrúxulos algarismos romanos. tão inadequados às operações matemáticas). Os antigos gregos. autoridade e tradição. E haveria um quinto elemento.-322 a. mas apenas alguns milênios mais tarde. o Fogo. e a partir daí deduziu que 2 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves .C. Seus cálculos se baseavam na Geometria e nas sombras produzidas num eclipse. algumas vezes. a necessidade de dar coerência lógica às afirmações e o interesse por questões menos imediatadas começavam a dar o tom daquilo que hoje chamamos de Ciência. o registro histórico é de que todos estes povos acreditavam – alguns sem dar muita importância ao fato – que os astros giravam em torno da Terra.) Filósofo da Grécia antiga. Cabe aqui observar que ainda não havia uma noção cultural de ciência. Aristarco (310 a. pelo desenvolvimento que apresentou. Aristarco percebeu que o Sol era muito maior do que a Terra.) O astrônomo grego Aristarco foi o primeira a propor que a Terra gira em torno do Sol e em volta de si mesma. a álgebra e os registros dos eventos celestiais. mas é difícil imaginar que teria sido igual se já não existisse a aritmética. derivado de observações sobre a natureza e de raciocício sobre eles – mas ainda eram muito fortes o caráter místico e divinatório de muitos "conhecimentos" e a manipulação política deles em função da preservação do poder instituído. a partir de Aristóteles. acreditavam que todas as coisas eram compostas a partir de quatro elementos: a Terra. um registro de suas tentativas de medir esses tamanhos e distâncias. do qual seriam compostas as estrelas. tendo deixado também contribuições propriamente científicas. Ainda que muito misturada a teorias e explicações baseadas em revelações. Os argumentos baseados em revelação e em autoridade eram tidos como absolutamente válidos. evidentemente sem nenhuma precisão. Seu modelo heliocêntrico do Universo tinha o Sol estacionário no centro.C.semelhante à que fazemos hoje. Parte de todo esse conhecimento era. Aristóteles (384 a. Quanto à Astronomia. cercado por planetas que se moviam em órbitas circulares contra um fundo de estrelas fixas e distantes. A civilização árabe absorveu estas técnicas e as trouxe ao Oriente. O único trabalho conhecido de Aristarco é "Sobre o Tamanho e as Distâncias do Sol e da Lua". desconsiderado. a Água e o Ar.-250 a. A civilização grega Tida muitas vezes como milagrosa.C. destacou-se por procurar construir seus conceitos a partir de constatações das realidades do mundo observável. tanto quanto a observação dos fatos e a lógica coerente.C. se não mais do que eles. como consideramos válido em ciência atualmente. É bem verdade que desenvolveu um corpo de conhecimentos ainda mais vasto. a civilização grega herdou um vasto tesouro de informações astronômicas e métodos matemáticos dos povos que vieram antes. fato que é.

Neste catálogo as estrelas são classificadas por um sistema que é a base da atual escala de magnitude aparente. 44 minutos e 2.C. bem próximo do real (cerca de 40. cerca da qüinquagésima parte do arco do círculo. O termo "universo ptolomaico" descreve sua visão do Universo.800 anos. Também calculou as distâncias entre a Terra e o Sol e a Terra e a Lua.C.-195 a.>/p> Hiparco calculou o ano solar em 365 dias e 6 horas.000 km). 5 horas. que foram ignoradas.2 graus. Foi o autor do primeiro catálogo de estrelas (com um total de 850 itens). no Egito. Eratóstenes de Cirenia (276 a. Ptolomeu (90–168 d.o Sol estava no centro do Universo. que mediu com precisão o tamanho da Terra. amplamente aceita até o século XVII e imposta pela famigerada Inquisição da Igreja Católica. com a Terra no centro. concluído em 129 a. 3 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . 48 minutos e 46 segundos) e o período lunar em 29 dias. este resultado pode ser considerado surpreendente. causado pelo movimento da Terra sobre o seu eixo).800 anos mais tarde.. ele descobriu a precessão dos equinócios (um deslocamento aparente das estrelas ao longo de um período de 25. Como sabia que a distância entre Siena e Alexandria era de 790 km. com sua visão geocetrista. Ele constatou que ao meio-dia do dia do solstício de verão o Sol ficava a prumo sobre um poço profundo situado em Siena. 12 horas e 18 minutos).200 anos. na constelação da Virgem. o "Almagesto" de Ptolomeu dominaria o estudo da astronomia dos próximos 1.) Claudius Ptolemaeus foi um filósofo e matemático grego que contaminou a astronomia durante um milênio e meio após a sua morte. 12 horas.5 segundos (na realidade.500 anos. com uma impressionante diferença de apenas sete minutos em relação ao tempo real (365 dias. que ainda era usado 1.770 km para a circunferência da Terra. Eratóstenes mediu o ângulo com o qual o Sol passava no mesmo dia sobre Alexandria e chegou ao resultado de 7. A maioria dos gregos não aceitou as idéias de Aristarco. Hiparco (?-127 a. 29 dias. Isso tornou possível prever os eclipses da Lua com margem inferior a uma hora. Considerando-se a precisão dos instrumentos disponíveis há 2. Eratóstenes multiplicou 50 por 790 e chegou ao número de 39. Observando a estrela Spica. foi o matemático grego Eratóstenes.C.C.) A pessoa que destruiu definitivamente a idéia da terra plana. Por incrível que pareça. ainda em voga.) A grande descoberta do astrônomo grego Hiparco foi a trajetória do Sol no céu.C.

pela forma. Átomos de superfície rugosa. eternos e em movimento através do kenon. irregular. posição. Como os átomos são eternos e todas as coisas constituidas por aglomerados de átomos. Também podiam se destruir chocando-se uns com os outros. ou vácuo. rolavam uns sôbre os outros e conferiam fluidês ao corpo que constituiam. dos quais o mais importante é o "Almagesto". podiam ser diferentes uns dos outros. Haveria muitos mundos sem criaturas viventes ou vegetação ou água. na concepção de Demócrito. Demócrito. discípulo de Leucipo.Ptolomeu expandiu o trabalho de astrônomos da antigüidade como Hiparco com uma coleção de 13 livros. Há "nascimento" quando há reunião de átomos em aglomerados e há "morte" quando eles se dispersam. considerava o universo constituido de partículas indivisíveis. Átomos lisos. de quem adotou as idéias básicas e as desenvolveu. As distâncias entre os mundos eram diferentes umas das outras e a ocorrência deles maior em algumas regiões e menor em outras. em número infinito. aderiam uns aos outros e formavam os corpos sólidos. muitos deles sem sol e sem lua e muitos deles maiores que o nosso mundo. como o da água. Considerava que o movimento dos átomos no universo não tem causa predefinida alguma e que não há princípio ou inteligência que os guie na sua trajetória. os atoma. invisíveis . arranjo e pêso. Acreditava também que havia uma quantidade inumerável de mundos de tamanhos diferentes. 4 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . Os átomos. nascimento e morte são conceitos relativos. O movimento destas partículas se dava em todas as direções e ao se chocarem produziam um redemoinho ( dine) que segregava átomos iguais reunindo-os em aglomerados. Democrito ( 460 – 370 AC ) É o filósofo grego de Abderas cujas idéias foram muito importantes no desenvolvimento da teoria atômica da matéria. Estes formavam os corpos celestes e os objetos. de extensão infinita. com reentrâncias.

Não tanto pelas relações matemáticas que conseguiu estabelecer. e sabia-se que a altura (nota) emitida pela vibração de uma corda tensa depende de alguns fatores: o comprimento da corda. isto é. como poderia se supor a partir dos desenhos acima. a vibração correspondente ao extremos fixos e todo o resto da corda vibrando não é a única coisa que acontece. A vibração da corda não é uma semi-senoide. importante filósofo e matemático. Pitágoras. Sua contribuição mais conhecida para a Física foi o estudo das vibrações de cordas produzindo sons. o período varia como o inverso da raiz quadrada da tensão. quanto mais se estica a corda. que ainda era parte do império grego. Seu movimento real é equivalente à superposição destes modos. ou seja. outras de seus discípulos. o período de vibração da corda varia consoante o seu comprimento. mas principalmente pelo método de criar experimentos com variáveis controladas e observar os resultados. 2ª Quando o comprimento de uma corda é dado. o material de que é feita (sua densidade) e sua espessura. A harmonia dos acordes compostos por estes pares de sons se deve ao fato de que numa corda vibrante (e também na coluna de ar vibrante no interior de uma flauta). fixou também a tensão.Pitágoras Um século antes deles. e sua obra é repleta de relações matemáticas relevantes até hoje. a tensão a que está sujeita. Estas leis constituem as leis fundamentais da música das cordas. ele podia variar isoladamente o comprimento da corda e observar os resultados. como a frequência é o inverso do período. viveu na Península Itálica. Utilizando uma única e mesma corda todo o tempo. mais os sons se tornam agudos. 3ª Quando são dados o comprimento e a tensão duma corda. com isto. ele manteve fixos os dois últimos fatores. Sua crença mais profunda era a de que o Universo seria regido por uma rígida mas harmoniosa e bela ordem matemática. 1ª Para uma determinada corda com determinada tensão. significa então que a frequência varia com o inverso do comprimento. imobilizando um extremo da corda e pendurando no outro um peso constante. ela tem "modos" de vibração. Quando a corda real vibra. 5 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . em particular. algumas de sua autoria. o que explica que as cordas mais grossas do violino produzam sons mais graves que as cordas mais finas. Os instrumentos de cordas já eram conhecidos. Ela tem uma forma aparentemente caótica que pode ser decomposta numa série harmônica. e estes modos são justamente formas de onda que têm pontos fixos em intervalos da corda correspondentes a sucessivas divisões da corda em partes iguais. o período varia como a raiz quadrada da densidade linear do material de que é feita a corda.

F é a intensidade da força de tração sobre ela e é sua densidade linear (razão entre massa e comprimento.29 gramas por metro.1º Harmonico 2º Harmônico 3º Harmônico 4º Harmônico 5º Harmônico 6º Harmônico 7º Harmônico matematicamente as frequências dos modos de vibração de uma corda com os fatores construtivos da corda: onde L é o comprimento da corda. Exemplo: Calcule a frequência dos primeiros harmônicos de uma corda de meio metro. sob tensão de 144 newtons. cuja densidade linear seja de 5. engloba os fatores espessura e matéria-prima). 6 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . n é o número do harmônico.

d1= F2. na outra extremidade da alavanca. Situação 2: 7 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . com uma força de pequena intensidade aplicada a uma alavanca. Veja as situações abaixo: Situação 1: Considere uma barra rígida. seguindo a definição da Lei da Alavanca representada na figura. uma alavanca. 1] tendo um corpo de peso F2 suspenso em uma de suas extremidades. uma vez que o centro de gravidade da barra está entre o ponto de apoio (O) e o ponto de aplicação da força F1. Arquimedes descobriu que uma pessoa consegue equilibrar este peso se exercer. isto é. A figura ilustra uma situação que na realidade não é possível uma vez que o ponto de apoio não coincide com o centro de massa da alavanca.A lei da alavanca de Arquimedes: Através dessa lei. O que acontece na Fig. d2 (1)onde d1 e d2 são as distâncias mostradas na Fig. a força F1 deverá será ligeiramente menor que o seu valor dado na expressão (1) da Lei da Alavanca. Porém para que haja um correto entendimento sobre está lei não podemos esquecer de considerar o peso da alavanca bem como o seu centro de massa. é possível equilibrar uma força muito mais intensa. Portanto. apoiada no ponto O [ver Fig. 1. para o efeito esperado. 1 é que. ao aplicarmos a força F1. A Lei da Alavanca. ainda somos ajudados pelo peso da barra. que causa um acréscimo no torque resultante (ou momento da força) no sentido anti-horário devido ao próprio peso da alavanca. uma força F1 tal que F1. Arquimedes a demonstra matematicamente em uma circunstância puramente estática. pode-se constatar que.

1. mas pendendo para o lado do peso que está a maior distância. apoiada no ponto O [ver Fig. Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves D1 M 2  D2 M 1 8 . Pesos iguais a distâncias iguais estão em equilíbrio. Pesos desiguais irão se equilibrar a distâncias desiguais com o peso maior estando à menor distância. Correção da Lei da Alavanca de Arquimedes o ponto de apoioda alavanca coincide com o seu centro geométrico. d1= F2. Podemos observar pela figura acima que o ponto de apoio coincide com o centro de massa da alavanca . na outra extremidade da alavanca. elas se equilibram a distâncias reciprocamente (inversamente) proporcionais às magnitudes. está situação mostra que a força aplicada pela pessoa deve ser maior que na situação anterior.Considere uma barra rígida. Assim podemos concluir que: 1. Pesos desiguais a distâncias iguais não se equilibram e irão inclinar para o lado do peso maior. d2 (1)onde d1 e d2 são as distâncias mostradas na Fig. uma força F1 tal que F1. e pesos iguais a distâncias desiguais não estão em equilíbrio. isto é. 5. 1] tendo um corpo de peso F2 suspenso em uma de suas extremidades. uma alavanca. 3. Arquimedes descobriu que uma pessoa consegue equilibrar este peso se exercer. 2. uma vez que a distância entre o ponto de aplicação da força e o ponto de apoio diminuiu.

Solução: 2) Calcule a força exercida pelo bíceps para segurar a bola de 5 kgf. Solução: 9 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . Exemplos: 1) Calcule o valor de x para que o homem consiga equilibrar a barra com o urso do outro lado. FR é a força resistente. Despreze o peso da barra. e a distância bR entre o ponto de apoio A e a força resistente FR é o braço da força resistente. em torno do ponto de apoio A. FP é a força potente e FN é a força que o apoio exerce na alavanca. Equilíbrio de rotação O torque (ou momento) das forças que tendem a girar a alavanca no sentido horário. temos: Fp . A distância bp entre o ponto de apoio A e a força potente FP chama-se braço da força potente. Duas condições devem ser impostas para o equilíbrio da alavanca: equilíbrio de rotação e equilíbrio de translação. temos: FN = FR + FP. Em módulo. deve anular o das forças que tendem a girar a alavanca no sentido anti-horário. bp  Fr . Em módulo. br Equilíbrio de translação A resultante das forças que agem na alavanca deve ser nula.Equilíbrio de uma alavanca Vamos representar as forças que agem em uma alavanca.

a sua densidade linear μ é 10-2 Kgm−1 e o som produzido. 40 F = 3200/50 F = 64 N Exercícios: 1) Tem-se uma corda de massa 400g e de comprimento 5m. 4) Um guitarrista vai afinar a corda em lá da sua guitarra. 3) Uma corda de 4 metros vibra no 3º harmônico com uma frequência de 20 Hz.4 m . vibra com frequência de 150 Hz no terceiro harmônico.2m. Sabendo-se que está tracionada de 288N. Sabendo que a barra horizontal é leve de 50cm e a esfera pendurada dista. de massa m = 240 g e de comprimento 1.3) O corpo a baixo está em equilíbrio estático.tem uma frequência de 110Hz e comprimento de onda igual a 1. ela cede 35. da extremidade livre. 2) Uma corda. Calcule a velocidade de propagação da onda na corda e a tensão a que esta fica sujeita quando está afinada. 10cm. Qual é a tensão na corda? 10 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . 5) Uma corda de massa desprezível está esticada horizontalmente entre dois suportes separados por uma distância de 3. Determine a velocidade de propagação da onda e a força tensora na mesma. determine: a) A velocidade de propagação de um pulso nessas condições. quando está afinada .0 cm. quando um objeto pesando 3160 N é pendurado no centro da corda. Determine a intensidade de F (Dado: Pc = 80N) Solução: F . Determine a sua velocidade de propagação. b) A frequência da onda quando ela está no 4º harmônico. O comprimento da corda é 70cm .44m. 50 = 80 .

Com o automóvel em terreno plano. b) no cabo mais distante do lavador.0 m de comprimento é mantido na horizontal por um cabo vertical em cada extremidade.horário? b) Horário? 7) Na figura uma esfera uniforme de massa m= 0. está em equilíbrio em uma gangorra.85 kg e raio r = 4. Qual o número da pessoa que produz o maior torque em relação a um eixo de rotação que passa pelo fulcro no sentido. cujos pesos estão indicados em newtons na fig abaixo. 9)Um andaime com 60 Kg de massa e 5.5 m de distância de uma das extremidades. a) Anti.2 cm é mantida em repouso por uma corda de massa desprezível. 11 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves .0 cm acima do centro da esfera. e seu centro de gravidade está situado 1.05 m .78 m atrás do eixo dianteiro. Qual é a tensão: a) no cabo mais próximo. Um lavador de janelas com 80 kg de massa está em pé sobre o andaime a 1. b) sobre as rodas traseiras (supondo que as forças exercidas sobre as rodas dianteiras são iguais). determine o módulo da força exercida sobre pelo solo: a) sobre cada roda dianteira ( supondo que as forças exercidas sobre as rodas dianteiras são iguais). A massa do automóvel é 1360 kg. preza a uma parede sem atrito a uma distância L = 8.6) Um grupo de estudante de física. Determine: a) A tensão da corda? b) A força que a parede exerce sobre a esfera? 8)A distância entre os eixos dianteiros e traseiros de um automóvel é de 3.

10) Uma régua de um metro está em equilíbrio horizontal sobre a lâmina de um faca. Determine: a) a tensão T1. A gangorra tem 4 metros de comprimento. Com duas moedas de 5.5 cm. Calcule a força feita por cada uma delas. 4m 1m 3m 2m 12 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves .0 cm a régua fica em equilíbrio na marca 45. na marca de 50. com a corda do centro exatamente na horizontal. Calcule a distância d do centro da gangorra em a caixa mais pesada deve ficar para equilibrar com a caixa mais leve que se encontra em uma das extremidades da gangorra. d) o ângulo ө. b) a tensão T2. c) a tensão T3.00g empilhadas na marca de 12. o bloco B pesa 50 N e o ângulo Φé de 35º.0 cm. O bloco A pesa 40 N . Qual a massa da régua? 11) O sistema da figura abaixo está em equilíbrio. 25kg 80kg X 2m | 13) Duas pessoas carregam uma tábua de 6 metros de comprimento e massa 6 kg apoiadas nas suas cabeças como mostrado na figura. 12) Na figura abaixo duas caixas de massas iguais a 25kg e 80 kg estão em uma gangorra.

em metros. ////////////////// (1-x) 1m C A ---------------------------------------------------B M = 100g=0. para que a gangorra fique em equilíbrio. Sendo g = 10 m/s2. com apoio no ponto médio (G). . como mostra a figura? Suponha que a viga tenha massa de 1 tonelada e que a carga tenha massa de 500 kg e esteja a 5 metros de uma das extremidades 20 m P Viga 5m 500 kg 1 2 13 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves .1KG m1 100g+0. encontram-se sobre uma gangorra de massa 4 kg.0 m está em equilíbrio na posição horizontal. deve ser: 20 kg D ___d___ 1m 30 kg 16)Qual a força que atua nos pilares que sustentam uma viga de movimentação de carga de 20 metros de comprimento. Em suas extremidades A e B estão penduradas duas massas m1 = 100g e m2 = 150g. determine: a) a tensão na corda fixa à barra no ponto C b) a distância do ponto C até o ponto A. sustentada por uma única corda fixa no ponto C.15 KG 15) Dois corpos de massas 20 kg e 30 kg.14) Uma barra homogênea de comprimento L = 1. Considerando a massa da barra 100 g e a aceleração da gravidade local g = 10 m/s2. a distância d. conforme a figura.1 KG m2 150g= 0. como mostra a figura.

c = 1. Quando a janela está na eminência de quebrar qual é: a) o módulo da força que a escada exerce sobre a janela. Ele amarra uma das extremidades de uma corda no pára – choque dianteiro e a outra extremidade em um poste. Deseja-se colocar a estrutura em equilíbrio aplicando uma quarta força em um ponto como P. a outra extremidade é sustentada por um fio que faz ângulos de 30. Qual é a força exercida pela corda sobre o carro? ( a corda sofre um pequeno alongamento). b = 3. a 18 m de distância. Sabe-se que a = 2. com uma força de 550 N.0º com a viga e com a parede.0m . b) o valor da componente horizontal que a dobradiça exerce sobre a viga. e o carro praticamente não se move.0 m de comprimento. no ponto médio. A quarta foca tem componentes vetoriais Fh e Fv .0 m ao longo da escada a janela quebra. deslocando o centro da corda de 0. b) Fv . F2 = 10N .0m . 18)Um homem está tentando tirar o carro de um atoleiro no acostamento de uma estrada. Despreze o atrito entre a escada e a janela e suponha que a base da escada não escorregue. Ele apóia uma extremidade no chão a 2.5 m de uma parede. c) d . F2 .30 m em relação a posição anterior. c) a componente vertical da força que a dobradiça exerce sobre a viga. encosta a extremidade oposta em uma janela rachada e começa a subir. F3 = 5. Quando percorreu uma distância de 3. 19) As forças F1 . Determine: a) Fh . agem sobre a estrutura cuja a vista superior aparece na figura abaixo. F3 . 20) Uma extremidade de uma viga uniforme de 222N de peso está presa por uma dobradiça a uma parede. Em seguida empurra a corda lateralmente . 14 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves .0N .0m . F1 = 20N .17) Um lavador de janelas de 75 kg usa uma escada com 10 kg de massa e 5. b) o Módulo da força que o chão exerce sobre a escada. Determine: a) a tensão no fio.

Determine a intensidade da força de tensão no fio AB. c) A componente vertical da força que a dobradiça exerce sobre a longarina. Um bloco de concreto com uma massa de 225 kg está pendurado na extremidade de uma longarina com uma massa de 45. determine: a) a tensão T do cabo. O corpo pendurado na extremidade A da barra tem peso de 100N. articulada em P e mantida em equilíbrio por meio do fio ideal AB. 15 Disciplina: Tópicos de Física Geral e Experimental Profº : Douglas Esteves . b) A componente horizontal da força que a dobradiça exerce sobre a longarina.21) O sistema na figura abaixo está em equilíbrio. 22) A figura representa uma barra homogênea de peso igual a 200N.0 kg. Para os Ângulos Φ = 30º e θ = 45º .

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