MODELO DE APELAÇÃO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA .... ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ....

....................................., já qualificada nos autos .... da AÇÃO DE INDENIZAÇÃO, aforada contra ...., por seu advogado, que esta subscreve, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência, não tendo se conformado com a r. sentença de fls. .... interpor, com base no artigo 496, I e 513 e seguintes do Código de Processo Civil, o presente recurso de APELAÇÃO Substanciado nas anexas razões de apelação, as quais requer sejam recebidas, processadas e encaminhadas à superior instância, após pagas as custas, na forma da lei.

Termos em que, espera receber Deferimento. ...., .... de .... de .... ................... Advogado

EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ....

RECORRENTE: .... RECORRIDO: .... ORIGEM: ....

RAZÕES DA APELAÇÃO

1º) Em que pese a cultura jurídica do digno juiz prolator da sentença de primeira instância, a suplicada, ora apelante, não pode-se conformar com os termos da decisão. 2º) Com a devida vênia, o processo acoimado de um VÍCIO INSANÁVEL, trata-se de falha processual que, segundo a lei adjetiva e a unânime jurisprudência de nossos tribunais, compromete todo o andamento do feito, e torna-se nula a sentença proferida. 3º) Examinando com atenção as fotos acostadas nos autos estaria comprovado ato danoso praticado pela recorrida contra a imagem, honra e principalmente a vida privada da recorrente.

pois são invioláveis a intimidade. caracterizando um ato ilícito culminando. por qual dispositivo legal fora tingida.. que até hoje está demandando na justiça no sentido de ter o seu filho ao seu lado." (Enciclopédia Saraiva do Direito) verbe "defesa" de Elcir Castelo Branco. requer seja o presente recurso recebido. .. porque se identifica pela pretensão de uma das partes. ... causou dano material e moral a recorrente. de .. com a perda da guarda e responsabilidade de seu filho . e . devendo a recorrida ser responsável pelo dano moral e material que causou a recorrente. Advogado OAB/.... v.. A defesa é posição... quer pela tutela jurisdicional. O que é fundamental para que a parte saiba.. Nestes termos.... dentro do ordenamento jurídico. decisão. a honra e imagem da autora.. 8º) Data vênia. Pede deferimento.4º) Seu ex-marido para conseguir as fotos...6... é fazer justiça no sentido de ver os seus direitos reconhecidos pelos Ilustres Julgadores desta respeitável corte.. que as fotos não comprometem a imagem e o decoro da recorrente e não teve relevância à solução do procedimento de família.. quer delas pelas vias direitas.. .. configurando com isso o direito à indenização pleiteada... da decisão que lhe atinge. 5º) A pretensão da A.... .. n... sentença pela inépcia da inicial e carência. 6º) Constata-se que a r. 7º) Vale lembrar que a r. assim aferindo o grau de justeza. de . págs... 9º) "E. é perfeitamente possível.. consequentemente. sentença não menciona qual dispositivo legal adotado para o caso. ..23... na situação concreta dos autos. sentença conclui . ou não.... a r. São argumentos que se contrapõem às alegações feitas contra determinadas pessoas. a vida privada.. na verdade a exordial de fls.. conhecido e provido no sentido de reformar a r. o processo não atingiu "integralmente" sua função sócio-políticajurídica frente a posição do indivíduo perante a força ou a violação de algum direito próprio ou alheio do qual esteja legitimada a exigir-lhe a observância. ISTO POSTO. 45/50... em ver reconhecido seu direito.. ardilosamente em conluio com a recorrida.

.... Nas fls.... Pede deferimento. DA CONTUMÁCIA O presente Recurso de Apelação possui caráter meramente protelatório. resta observada a materialização do vício formal insanável..... vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência..... .. as quais requer....) pela requerida...... uma vez que a apelante.... através das razões que seguem em anexos. após processadas.. DA SENTENÇA RECORRIDA Insurge-se a apelante contra a r... sentença que julgou improcedente a presente AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA condenando a mesma ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios... por seu procurador ao final assinado.. a começar pela invocação da contumácia. cumprindo o v.. dos autos verificamos que a mesma afirma que "..... . alegando... em síntese... proposta por . (sic) ... foge às raias do bom senso com suas assertivas.... para propor Ação Ordinária de Cobrança...MODELO DE CONTRA RAZÕES EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA . estes arbitrados em 20% sobre o valor atribuído à causa. AUTOS Nº ..... ..ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE . APELADA:...... de .. COLENDA CÂMARA CÍVEL EMÉRITOS JULGADORES 1..... pelo Apelado"... Advogado CONTRA RAZÕES AO RECURSO DE APELAÇÃO APELANTE: . apresentar suas inclusas CONTRA-RAZÕES ao Recurso de Apelação interposto pela autora. já qualificada nos autos em epígrafe da AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA promovida por .. sejam remetidas à apreciação da Superior Instância com as cautelas legais..... além dos poderes conferidos na cláusula "ad judicia". acompanhando-a até seus ulteriores termos".. outorgou poderes para o seu procurador praticar todos os atos necessários ". que o contrato estipulado pelas partes se materializa como Contrato de Adesão e que as cláusulas que estipulam multas em caso de rescisão do contrato não podem ser cumulativas........ através de evasivas.... . de . .. Autos nº ..... Como uma simples análise perfunctória do instrumento particular de mandato colacionado aos autos (fls......... verificamos que a outorgante...... despacho de fls. ...... junto ao Instrumento Particular de Procuração apresentado aos autos.. 2.

verbis: "Contrato de Adesão é toda a relação jurídica de constituição bilateral em que o consentimento de uma das partes há de consistir. pois para que este se configure. mas provêm do fato de uma delas aceitar tacitamente cláusulas e condições previamente pela outra. isto é. não merece crédito tal invocação." E ainda. Pois. nas palavras do jurista francês Dereux. como passaremos a demonstrar através do farto pensamento doutrinário a seguir transcrito.. com clarividência verificamos que o instrumento de mandato colacionado se configura como Hábil elemento processual de defesa. juiz monocrático. bem como a forma de pagamento e condições podem ser negociadas.. corroborando com tal posição doutrinária vejamos o que o Professor Orlando Gomes. cujos valores e formas de pagamento variam em função do andar da respectiva unidade. Editora Saraiva. pois. Formam-se. atributo peculiar para presente demanda. ou de número considerável de pessoas . pelo encontro e coincidência de suas vontades. como a recorrente quer tentar incutir a esta Câmara Cível. fugindo à imposição de contratar com determinada pessoa. 12ª edição. afirmou com toda a propriedade que o contrato em tela não chega a configurar um contrato de adesão. porque o consumidor pode rejeitar o contrato. Aqui não se trata de coação. pelo já citado doutrinador. como todo o contrato.Desta forma. é de mister que a procura exceda em tal proporção a oferta. ao prolatar sua r. por outras palavras. antes de uma palavra que consinta. afirma que. a recorrente "poderia se satisfazer alhures fugindo à imposição de contratar com determinada pessoa". o presente contrato trata de edifício residencial. uma vez que faz constar o número dos autos e o nome da respectiva autora. Ademais. por circunstâncias diversas. Além disso. volume 3." (grifamos) O eminente Professor Caio Mário da Silva Pereira. sendo irrelevantes. a adesão tem o mesmo valor do consentimento. editora Forense. o que inocorreu no caso sub judice. a saber: a) O negócio deve ser aquele envolvendo necessidade de contratar por parte de todos. existindo tantas variáveis não se poderia sequer vislumbrar-se a possibilidade de tratar-se de contrato de adesão. como se sabe: "O contrato de adesão constitui uma oposição à idéia do contratado partidário. 5ª edição. 3. faz-se configurar que o contratado firmado entre os litigantes é o de Compra e Venda e não por Adesão. caso contrário. 1991 ensina a respeito do Contrato de Adesão . mister se faz a necessidade de contratar. não contando nenhum vício que o possa macular." ". O MM.. pois tal assertiva não encontra embasamento legal. ou seja. (grifamos) b) O contratante mais forte deve desfrutar de um monopólio de direito ou de fato. ao tratar sobre o Contrato Paritários de Adesão. portanto. volume 3. que uma seja mais fraca do que a outra. sentença. 1983." Ademais. verbis: "Para que o contrato de adesão se caracterize como tal. mister se fez a presença de várias circunstância. em seu Curso de Direito Civil. senão vejamos: "Chamam-se Contrato de Adesão aqueles que não resultam do livre debate entre as partes. o que. isto é. 13ª edição. pois o subscrevente desta está devidamente constituído para poder representar a recorrida em juízo em qualquer instância. com unidades de tamanhos diversos. na aprovação irrecusável das cláusulas aditadas pela outra. DO CONTRATO O contrato firmado entre as partes é de Compra e Venda e não por Adesão. É aquele em que não há discussão livre entre as partes na . Desta forma. sem qualquer sanção ou perigo. em sua obra Instituições de Direito Civil. É aquele em que não vigora o princípio da autonomia da vontade. opus citatum: "Os contratados de adesão não têm existência antes do momento em que ocorre a adesão. Portanto. editora Forense. no de ampla e livre concorrência.. repetindo as palavras do renomado doutrinador Silvio Rodrigues. que uns precisem comprar e outros possam se recusar a vender. não há que se afirmar que o contratado "sub exemen" se constitui como um contrato por adesão. desta forma. não medindo a lei a forçadas vontades. No magistério do festejado Professor Silvio Rodrigues. também se pronuncia a respeito deste assunto.." Desta forma. antes da aceitação em bloco de suas cláusulas pelo aderente. em sua obra Contratos. o consumidor poderia se satisfazer alhures.

Não naquelas revestidas de clareza e legalidade" (destacamos).. visto que estão de acordo com o artigo 920 do Código Civil. sentença recorrida." Além disso. juiz monocrático afirma que: "Através do contrato criam-se direitos e obrigações aos contratantes". a parte mais forte. ao proferir sua decisão. juiz sentenciante. juiz singular.. mesmo assim a razão não lhe abraçaria. Isto é sabido por todos nós.. É. apenas as aceita tal qual foram postas pela outra parte. em seu curso de Direito Civil Brasileiro. fica evidenciado que as multas estipuladas para o caso de resolução do contrato em debate não podem ser interpretadas como cumulativas.. o limite estabelecido neste dispositivos é o valor da "obrigação principal". a rigor . Ao prolatar a r. em sua r. que: "A cláusula penal vem a ser um pacto acessório. Foi estabelecida para o caso de resolução do contrato em decorrência da mora no pagamento das parcelas do preço do apartamento e em dois percentuais. a possibilidade de ... obscuras ou duvidosas. com suporte financeiro de origem pública. e garantindo o exato cumprimento da obrigação principal.." Não obstante. editora Saraiva. cita o conceito trazido com o advento do Código de Defesa do Consumidor na qual o contrato de adesão é "aquele cujas cláusulas tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou estabelecida unilateralmente pelo fornecedor de produtos e serviços.. Como ficou visto. verificamos. os contratantes pactuam prevendo.. que descumpra as obrigações assumidas perante a outra. 10% sobre o valor das parcelas pagas. de antemão. a serem restituídas. chamada policiante.. como perfeitamente afirmou o MM. "ad argumentandum". como nada foi imposto para que a apelante fosse induzida a contratar com a recorrida. para que se tenha um mínimo de garantia ao cumprimento das obrigações. como conseqüência de sua inexecução culposa ou de seu retardamento. o MM.. volume 2. assim. na mesma obra citada.. Não há como interpretar de outro modo... Constitui uma estipulação acessória. Na esteira de Maria Helena Diniz. Como esclareceu o MM.. o valor das perdas e danos." (sublinhamos) "Há plena liberdade para o estabelecimento dessas cláusulas penais ." (sublinhamos) Destarte. 3º) Compulsoriedade: visto que. correta está a r. a cláusula penal é de índole compensatória. Portanto. "nele houve liberdade de escolha da coisa e na definição das condições de pagamento do seu preço. ao tratar da cláusula penal. sentença. se compromete a satisfazer certa prestação indenizadora . "Então. Na hipótese em exame. contra a parte infringente na obrigação. de antemão. 916 a 927 do Código Civil) que as partes o estabeleçam cláusulas acessórias impondo uma sanção àquela que venha se tornar inadimplente. Nele há um verdadeiro monopólio decisório em favor de uma das partes. desta forma. o digno magistrado. a outra nada decide. porque a interpretação mais favorável ao aderente só tem lugar nas cláusulas ambíguas. São as cláusulas penais. fixando. nos demais contratos a regra é a de livre negociação." "in casu" é o valor atualizado do contrato". como passaremos a demonstrar. 4. mais 5% "sobre o valor atualizado do contrato". sentença o MM. pois não prevaleceram nenhum dos requisitos para que este fosse configurado e. permite o direito (art. um verdadeiro contrato unilateral. 1993. mesmo que de tal espécie se tratasse. pena pecuniária ou não. Salvo nos contratos de compra e venda pelo Sistema Financeiro de Habitação. em que a parte aderente conforma-se com uma situação pronta e acabada. juiz "a quo". senão vejamos: "." O caráter compulsório da cláusula penal em questão fica patente conforme o ensinamento desta renomada jurista. pela qual uma pessoa. afirma que: "Mas. É ilógica tal afirmação.definição das condições do negócio. E este valor. DAS MULTAS CONTRATUAIS As alegações despendidas pela apelante não têm o condão de ilidir a decisão recorrida. a qual fez por sua livre e espontânea vontade e com o prévio conhecimento de todas as cláusulas ali constantes. pelo qual as próprias partes contratantes estipulam. não ultrapassando o valor da "obrigação principal". O artigo 920 do Código Civil estabelece que "o valor da cominação imposta na cláusula penal não pode exceder o da "obrigação principal" . apenas influi na formulação das cláusulas contratuais. não pode prosperar a tese de que o contrato do caso sub judice é espécie de contrato por adesão. 54). sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo" (art. Fixando o valor das perdas e danos à parte inocente em caso de inexecução contratual. a fim de reforçar o cumprimento da obrigação. como quer fazer crer a autora para efeito de buscar uma interpretação que lhe seja favorável. pois afirma que não é lícita a previsão de ambas as multas de forma cumulativa como contidas no instrumento contratual em questão.

. criando elemento compulsório que atua no sentido de sua execução. pré-avaliado..... não é necessário que o credor alegue prejuízo. a sentença recorrida.. 927.. Destarte.. o Código Civil art.. por medida de brevidade e economia processual. sendo estes estipulados em razão de haver sido dispendidos gastos com despesas gerais do contrato e. editora Saraiva. foi estipulada em anuência com a apelante quando esta firmou o contrato de compra e venda com a recorrida. Pede deferimento. não raro. não ultrapassa o limite previsto no artigo 920 do Código Civil. Portanto. ainda.. como reforço ao cumprimento das perdas e danos previstas pela resolução do contrato.. . a qual. não podendo furtar-se a seus efeitos. . de . por ser medida de lídima e impoluta Justiça! Termos em que. dispõe: Para exigir a pena convencional. a cláusula penal constitui um reforço da obrigação. Ex positis.. sentença recorrida para negar provimento ao presente Recurso de Apelação. tal cláusula penal. 5. afirma haver duas finalidades da cláusula penal.. outrossim. ..." "Todavia... empenhe em saldar pontualmente a prestação.. corretagem e publicidade.. calculados tendo em vista o eventual prejuízo decorrente do descumprimento da obrigação... quais sejam: "a) serve de reforço à obrigação principal. haja por bem em manter a r. Deveras.. b) representa um sucedâneo.. de forma totalmente infundada. (sic) Mais uma vez. para fugir ao pagamento da pena. juiz "a quo" e consoante ao farto pensamento doutrinário demonstrado.." Destarte.. 21ª edição. Tal pena representa o montante das perdas e danos pré-estabelecidos pelas partes. alegando que não houve prejuízos . Ademais. gastos em decorrência de comissão. disposição em que o credor reserva o direito de exigir do devedor uma pena. das perdas e danos devidos pelo inadimplente do contrato. em seu curso de Direito Civil. é a de servir como cálculo predeterminado das perdas e danos.. como bem interpretou o MM. não merece sucesso tal assertiva. correta está a previsão da cláusula penal sub examem. procura. a recorrente foge às raias do bom senso ao requerer reforma da respeitável sentença no que atine aos honorários advocatícios e custas processuais. de . a qual foi estabelecida como garantia da rescisão do contrato em decorrência da mora das parcelas inadimplidas e. volume 2.. restando condenação destes ao Apelado".eventual inexecução da obrigação . pois quem procurou o Poder Judiciário para tentar esquivar-se de sua obrigação de adimplir o disposto no contrato firmado foi a apelante. a recorrida deseja reportar-se na íntegra ao contido em sua Peça Contestatória e demais petitórios apresentados requerendo a esta Colenda Câmara Cível." Corroborando tal entendimento o festejado doutrinador Silvio Rodrigues. ." Ao discorrer sobre ambas as funções afirma: "É natural que o devedor. sujeitar-se-á à cláusula penal. e a que se prende a sua função histórica... No contrato. encontra-se... por não obter sucesso. DOS HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA E DAS CUSTAS E DESPESAS PROCESSUAIS Por derradeiro. Advogado OAB/.. a função mais importante da cláusula penal. em caso de inadimplemento.. reverter a condenação concernente às custas processuais e honorários advocatícios. tal alegação merece ser totalmente desconsiderada por afrontar os mais comezinhos princípios do Direito Processual do ordenamento jurídico pátrio. Portanto. deve haver inversão nos pontos em questão..... outrossim. ao alegar que: ".. O devedor inadimplente. face ao seu caráter acessório... mais uma vez totalmente correta.

.... em trâmite nesta Preclara Junta Julgadora....... estabelecidas profissionalmente no endereço abaixo transcrito........./.... de Reclamação Trabalhista... RECORRENTE: ...... apresentar RECURSO ADESIVO aduzindo suas razões em apartado.. . Nestes termos..ª REGIÃO RAZÕES DE RECURSO ADESIVO RECLAMAÇÃO TRABALHISTA AUTOS Nº .... devendo o mesmo ser encaminhado ao Egrégio Tribunal Regional do Trabalho da . para apreciação...COMARCA DE .ª Região.. . Insígnes Magistrados! . Advogado EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO ... de .. .... de .... RECORRIDO : .. vêm com o respeito costumeiro à presença de Vossa Excelência.J.. Pede deferimento......J. que move contra o ... por suas Advogadas e Procuradoras infrafirmadas...C. .. ..... ..../... devidamente qualificado nos Autos nº .MODELO DE RECURSO ADESIVO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ PRESIDENTE DA JUNTA DE CONCILIAÇÃO E JULGAMENTO DA COMARCA DE ..

. proposta no Juízo de ... Antecipação Salarial.. os quais não compuseram o elenco dos itens postulados nos autos nº .7ª e 8ª horas excedentes. houve litispendência quanto à postulação da jornada reduzida . a Respeitável Sentença exarada pela Douta Junta "a quo" foi "citra-petita". Abono Proveniente CLT.222/91. uma vez que não condiz com a realidade fática que exaure dos autos em epígrafe.7ª e 8ª horas excedentes e não quanto às Horas-Extras-Diárias.. consistindo o julgamento deste tópico de caracteres "citra petita".. Abonos Celetários .222/91. nos itens 1 a 4 da R..... Na citada Reclamatória.. desde .. devendo ser reformada neste tópico realçado. deduzido na . ser este item apreciado pela Superior Instância.Colenda Corte! Inconformado com a respeitável Sentença de fls..... Quanto à verba de "auxílio alimentação". Devendo. por conseguinte.ª Junta de Conciliação e Julgamento da Comarca de .. . pela empresa. Preambularmente. a Ilustre Junta Julgadora sabiamente decidiu no tocante a conceder a antecipação salarial da Lei 8...ª Junta de Conciliação e Julgamento da Comarca de . "Concessa venia". esta deve ser totalmente modificada. Abono Salarial ... o Douto Juízo "a quo" acatou em parte a preliminar do Recorrido quanto a litispendência da presente actio. clama por sua reforma "in totum" nos seguintes tópicos: Horas Extras/Reflexos.. Não obstante. Portanto. ..... com fulcro no art.. 458 da CLT...art.. consistindo em salário "in natura". visto que não foram bem aplicados o direito e a justiça.. tal prestação "in natura" já vinha sendo fornecida pelo Recorrido. com exceção aos direitos à Ajuda Alimentação... A Douta Junta Julgadora "a quo" logrou-se ao considerar o pedido de horas extras de diárias litispendente à Reclamação Trabalhista. usque . sem os abatimentos concedidos pelo Douto Juízo "a quo". devendo incorporar ao salário. logo.. no condizente à Antecipação Salarial da Lei 8. equivocou-se o Preclaro Juízo "a quo" ao considerar o pedido de Horas Extras de Diárias à mencionada ação. 467 da CLT e honorários advocatícios. Auxílio Alimentação. Todavia.. acolhendo-a em relação aos pedidos exordiais.. Sentença. Mesmo porque../. as prestações desta natureza. esta é devida ao Recorrente por força do costume. Autos sob nº . aplicação da dobra legal . fornecidas habitualmente ao empregado.Cesta Básica e.Cesta Básica. uma vez que na mencionada ação existe postulação de horas extras apenas quanto à jornada reduzida .... proposta na .

na concessão da antecipação salarial da Lei 8. portanto. de . Com a supressão de tal verba. uma vez que na época devida não foram repassados ao mesmo. No tocante ao Abono Proveniente da CLT. é insofismável o dever do Recorrido de pagar ao Recorrente as antecipações salariais previstas na Lei 8.. e pela Resolução nº 001/91... há imensurável prejuízo ao Recorrente..91. mencionados por aquele em sua defesa. com aumentos que variavam de 100 a 350%.cesta básica de . ora em apreço. insta salientar que a respeitável Sentença exarada pela Douta Junta "a quo"... O abono salarial .... bem como seus reflexos e integrações... reajustadas bimestralmente. Presidente da República em 05 de setembro de 1.222/91. pleiteado no item VIII da Prefacial. conforme Lei 9. em consonância com os "holeritz" apresentados pelo Recorrido.... equivocou-se a Preclara Junta Julgadora a quo../.Lei 8.222/91.. limitando o direito de recebimento do mesmo. e .ou seja. Não restaram superados os percentuais devidos a tal título ao Recorrente.. .. estipulado através de norma específica. "Data venia". no tópico ora recorrido. uma vez que tais aumentos foram decorrentes de Lei posterior à Lei 8. conforme teto salarial percebido. não foi devidamente pago ao Recorrente....... a .. na fase instrutória. datada de 29/05/91. de .. a . referentes a . há um ano e sete meses antes de sua regulamentação pelo Decreto Estadual nº 314.. consoante razões expendidas na exordial. no tocante aos meses de ..222/91. a . devendo ser feita uma compensação dos valores pagos e pagamento da diferença restante. em razão de alguns reajustes concedidos espontaneamente pelo Recorrido... bem como estar-se-á ferindo o Princípio constitucional da irredutibilidade salarial.. Ademais. haja visto que nada foi provado pelo Recorrido a tal título. não há falar-se em abatimento dos reajustes salariais dos meses de . relativamente aos salários percebidos por este.. Porém.. admitiu o respectivo abatimento dos reajustes ocorridos nos meses mencionados em defesa.222/91...178/91.. guardada a proporcionalidade que a Lei determina... No concernente à Antecipação Salarial da Lei 8.. Logo. conforme pugnado no item IX da . haja vista que tais aumentos antecederam a promulgação e vigência da mencionada Lei. o pagamento do auxílio alimentação não obedecia parâmetros.991. deve ser pago em sua totalidade ao Recorrente./...... de .877/92. afastando totalmente a possibilidade de incidência de "bis in idem". da postulação do Recorrente.. como decidido na Respeitável Sentença às fls.. que foi decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Sr.. de 18/04/91.. . distoando.. e . . ao conceder o abatimento a título de reajuste salarial.

.. reformando a respeitável Sentença "a quo".. 13º salários e RSR... pertinente aos meses de . o Recorrente pede vênia para reportar e ratificar a exordial carreada aos Autos...... Dessume-se. .... devendo. Advogado ... referentes aos períodos aquisitivos de . de .. bem como seus reflexos e integrações incidentes em férias integrais e proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional.... e FGTS. .. tudo devidamente atualizado na forma legal. requerendo.. o Recorrido ser condenado ao pagamento dos honorários advocatícios..Exordial.... quanto aos tópicos recorridos. . ...... .. portanto. julgar procedente o Recurso Adesivo...... que a R..... portanto.. deve ser mantida neste tópico realçado em quase toda a sua totalidade... . por ser a forma mais lídima e salutar de se fazer JUSTIÇA. pelas razões expostas. ..... Devido à necessidade preemente da figura do advogado na Justiça do Trabalho e sua indispensabilidade. com exceção da concessão de abatimento dos reajustes expontâneos concedidos pelo Recorrido. "Ex positis".... de ... ambos a partir de ... confiante na integridade e elevado saber jurídico dos Eméritos Julgadores e na capacidade de reapreciação e modificação da decisão "a quo".. por este Colendo Tribunal.. a . ratifica "ipsis literis" as postulações exordiais.. Sentença de fls.. de ..... pelas razões acima expostas....

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