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Gabarito do Calendário

número anterior 2008


Aprovar n.º 16

Aulas 127 a 162


DESAFIO LITERÁRIO (p. 3)
01. B
02. D;
03. E;
04. B;
DESAFIO LITERÁRIO (p. 4) Mal Secreto
01. E; Raimundo Correia
02. E;
Se a cólera que espuma, a dor que mora
DESAFIO QUÍMICO (p. 5)
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
01. C;
02. A; Tudo o que punge, tudo o que devora
03. D; O coração, no rosto se estampasse;
04. A;
05. D; Se se pudesse o espírito que chora
Ver através da máscara da face,
DESAFIO QUÍMICO (p. 6)
01. A Quanta gente, talvez, que inveja agora
02. B; Nos causa, então piedade nos causasse!
03. C
04. D; Quanta gente que ri, talvez, consigo
05. B; Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
EXERCÍCIO (p. 6)
01. B Quanta gente que ri, talvez existe,
02. B;
Cuja ventura única consiste
03. D
Em parecer aos outros venturosa!
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 7)
01. D 1. PREFERÊNCIA PELO SONETO – Os poetas
02. C; do Parnasianismo elegeram o soneto (2 quar-
03. V, V, F, V e V; tetos e 2 tercetos) como composição ideal
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 8) para o desafio da síntese. Qualquer temática
01. A; escolhida tinha que virar arte e ser esgotada
02. C; em 14 versos.
03. E
DESAFIO MATEMÁTICO (p. 9) 2. PRIMEIRA ESTROFE – O uso do “se” coloca
01. A; a idéia da primeira estrofe em perspectiva de
02. D; hipótese. O poeta questiona o que aconteceria
03. B; se a cólera (que mora na alma e é capaz de
04. B;
destruir cada ilusão que nasce) estivesse es-
05. D;
06. D; tampada no rosto do ser humano.
07. C; Os versos são decassílabos; as rimas são po-
08. A; bres (ocorrem entre palavras de mesma
09. B
classe gramatical).
DESAFIO MATEMÁTICO (p. 10)
01. C; 3. SEGUNDA ESTROFE – A estratégia da hipóte-
02. D; se continua. Se fosse possível ver o espírito
03. C; que sofre por meio da máscara da face, muita
04. C;
gente que nos causa inveja talvez passasse a
05. C;
06. B; nos causar piedade. É como se a face do ser
07. B; humano fosse apenas uma máscara a encobrir
08. E; o que realmente somos por dentro.
DESAFIO FÍSICO (p. 11) As rimas são ricas (ocorrem entre palavras de
01. C; classes diferentes).
02. D;
03. 995Hz; 4. TERCEIRA ESTROFE – O riso, sinal universal
04. C; de felicidade, é contestado. Quem exibe sorri-
05. B;
so no rosto pode estar chorando por dentro,
DESAFIO FÍSICO (p. 12) como se a capacidade de fingir fosse inerente
01. a) 100dB, 200Hz e 10000Hz; ao ser humano.
02. 10–7W/m2;
A rima (consigo/inimigo) é rica.
DESAFIO GRAMATICAL (p. 14)
01. A; 5. QUARTA ESTROFE – A capacidade de fingir
02. D; chega ao ápice: para muita gente, a única feli-
03. E;
cidade consiste em parecer feliz para os ou-
04. C;
tros.
A rima (existe/consiste) é pobre.

6. PESSIMISMO – Raimundo Correia contami-


nou muitos leitores com sonetos pessimistas.
Em Mal Secreto, levanta a hipótese de que so-
mos fingidores, de que exibimos uma felicida-
de que não condiz com nossas condições
interiores.

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