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Gabarito do Calendário

número anterior 2008


Aprovar n.º 19

Aulas 148 a 189


DESAFIO FÍSICO (p. 5)
01. P = 1,2 . 10-2N;
02. A;
03. a) “Saindo da partíicula;
2.105N/C, Anoitecer
b) “Chegando” à partícula; Raimundo Correia
5.104N/C;
04. E; Esbraseia o Ocidente na Agonia
DESAFIO FÍSICO (p. 6) O sol... Aves, em bandos destacados,
01. 85V; Por céus de ouro e de púrpuras raiados,
02. D; Fogem... Fecha-se a pálpebra do dia...
03. E
DESAFIO GRAMATICAL (p. 8) Delineiam-se, além, da serrania
01. D; Os vértices de chama aureolados,
02. D;
03. D; E em tudo, em torno, esbatem derramados
04. C; Uns tons suaves de melancolia...
05. E;
DESAFIO HISTÓRICO (p. 9) Um mundo de vapores no ar flutua...
01. E; Como uma informe nódoa, avulta e cresce
02. C; A sombra, à proporção que a luz recua...
03. B;
04. E;
A natureza apática esmaece...
DESAFIO HISTÓRICO (p. 10)
01. E; Pouco a pouco, entre as árvores, a lua
02. A; Surge trêmula, trêmula... Anoitece.
03. A;
04. A; Vaso chinês
DESAFIO BIOLÓGICO (p. 11) Alberto de Oliveira
01. D;
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
02. E;
03. B; Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
DESAFIO BIOLÓGICO (p. 12)
01. D; Entre um leque e o começo de um bordado.
02. V, F, V, F e F;
03. B; Fino artista chinês, enamorado,
EXERCÍCIOS (p. 12) Nele pusera o coração doentio
01. D; Em rubras flores de um sutil lavrado,
02. C;
03. E; Na tinta ardente, de um calor sombrio.

DESAFIO MATEMÁTICO (p. 13)


01. C; Mas, talvez por contraste à desventura,
02. C; Quem o sabe?... de um velho mandarim
03. C; Também lá estava a singular figura.
04. A;
05. E;
06. E; Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,
07. E; Sentia um não sei quê com aquele chim
08. D; De olhos cortados à feição de amêndoa.
09. 3 – 2i; –3 + 2i;
10. V = {1, i, –1, –i, 2, 2i, –2, –2i}; Noturno
Francisca Júlia
Pesa o silêncio sobre a terra. Por extenso
Caminho, passo a passo, o cortejo funéreo
Se arrasta em direção ao negro cemitério...
À frente, um vulto agita a caçoula do incenso.

E o cortejo caminha. Os cantos do saltério


Ouvem-se. O morto vai numa rede suspenso;
Uma mulher enxuga as lágrimas ao lenço;
Chora no ar o rumor de misticismo aéreo.

Uma ave canta; o vento acorda. A ampla mortalha


Da noite se ilumina ao resplendor da lua...
Uma estrige soluça; a folhagem farfalha.

E enquanto paira no ar esse rumor das calmas


Noites, acima dele em silêncio, flutua
O lausperene mudo e súplice das almas.

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