Você está na página 1de 1

Gabarito do Calendário

número anterior 2008


Aprovar n.º 20

Aulas 190 a 198


DESAFIO QUÍMICO (p. 3)
01. D;
02. A;
03. B;
04. E;
05. A;
LEITURA OBRIGATÓRIA
DESAFIO QUÍMICO (p. 4) Último credo
01. C;
02. C; Augusto dos Anjos
03. D;
Como ama o homem adúltero o adultério
04. C;
E o ébrio a garrafa tóxica de rum,
EXERCÍCIOS (p. 4) Amo o coveiro este ladrão comum
01. C;
02. A; Que arrasta a gente para o cemitério!
03. C;
04. C; É o transcendentalíssimo mistério!
05. C; É o nous, é o pneuma, é o ego sum qui sum,
DESAFIO LITERÁRIO (p. 5) É a morte, é esse danado número Um,
01. D; Que matou Cristo e que matou Tibério.
02. A;
03. D;
04. D; Creio como o filósofo mais crente,
05. D; Na generalidade decrescente
Com que a substância cósmica evolui...
DESAFIO HISTÓRICO (p. 7)
01. E;
02. D; Creio, perante a evolução imensa,
03. E; Que o homem universal de amanhã vença
04. C; O homem particular que eu ontem fui!
DESAFIO HISTÓRICO (p. 8)
01. B; Vandalismo
02. D;
Augusto dos Anjos
03. C;
Meu coração tem catedrais imensas,
DESAFIO FÍSICO (p. 9)
01. C; Templos de priscas e longínquas datas,
02. C; Onde um nume de amor, em serenatas,
03. D; Canta a aleluia virginal das crenças.
04. A;
05. D;
06. B; Na ogiva fúlgida e nas colunatas
07. B; Vertem lustrais irradiações intensas
Cintilações de lâmpadas suspensas
DESAFIO FÍSICO (p. 10)
01. A; E as ametistas e os florões e as pratas.
02. 44;
03. a) 0,04Ω ; Como os velhos Templários medievais
b) 72W;; Entrei um dia nessas catedrais
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 11) E nesses templos claros e risonhos ...
01. E;
02. E; E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
03. D;
No desespero dos iconoclastas
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 12) Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!
01. B;
02. E;
Versos a um coveiro
03. A;
Augusto dos Anjos
DESAFIO BIOLÓGICO (p. 13)
01. C; Numerar sepulturas e carneiros,
02. D; Reduzir carnes podres a algarismos,
03. B; Tal é, sem complicados silogismos,
04. A;
A aritmética hedionda dos coveiros!
DESAFIO BIOLÓGICO (p. 14)
01. A;
Um, dois, três, quatro, cinco... Esoterismos
02. C;
03. C; Da Morte! E eu vejo, em fúlgidos letreiros,
04. D; Na progressão dos números inteiros
05. D; A gênese de todos os abismos!

Oh! Pitágoras da última aritmética,


Continua a contar na paz ascética
Dos tábidos carneiros sepulcrais

Tíbias, cérebros, crânios, rádios e úmeros,


Porque, infinita como os próprios números
A tua conta não acaba mais!

15

Interesses relacionados