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Anfíbios anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes,

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Biota Neotrop., vol. 10, no.

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Anfíbios anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes, Município de Guapimirim, Rio de Janeiro, Sudeste do Brasil
Thiago Silva-Soares1,3, Fabio Hepp1, Paulo Nogueira Costa1, Cyro de Luna-Dias1, Márcia dos Reis Gomes1, Ana Maria Paulino Telles de Carvalho e Silva2 & Sergio Potsch de Carvalho e Silva1 Laboratótio de Anfíbios e Répteis, Departamento de Zoologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Cidade Universitária, CP 68044, CEP 21944-970, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil 2 Laboratório de Biossistemática de Anfíbios, Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, Av. Pasteur 458, Bloco III, ECB, Sl.402 - Urca, CEP 22290-240, Rio de Janeiro, RJ, Brasil 3 Autor para correspondência: Thiago Silva-Soares, e-mail: thiagossoares@ufrj.br
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SILVA-SOARES, T., HEPP, F., COSTA, P.N., LUNA-DIAS, C., GOMES, M.R., CARVALHO-E-SILVA, A.M.P.T. & CARVALHO E SILVA, S.P. Anuran Amphibians from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes, Guapimirim Municipality, Rio de Janeiro, Southeastern Brazil. Biota Neotrop. 10(2): http://www. biotaneotropica.org.br/v10n2/en/abstract?inventory+bn01210022010. Abstract: We studied the anuran amphibians from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. The region is located in the Municipality of Guapimirim, State of Rio de Janeiro, in Southeastern Brazil and represents a lowland Atlantic Rainforest remaining, which has 45.2 ha. The hydromorphic soil is conducive to the occurrence of permanent and temporary wetlands. For the study, we carried out field expeditions since the 1980’s, being the collected specimens housed at the zoological collection of the Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro. A total of 40 amphibian species of the order Anura have been found at the study site. The species are distributed in 10 families: Hylidae (N = 23), Bufonidae (4), Leptodactylidae (4), Cycloramphidae (2), Microhylidae (2), and Brachycephalidae, Craugastoridae, Hemiphractidae, Leiuperidae and Strabomantidae with one species each. Data on local reproductive environments of the recorded species are provided. Keywords: amphibian, anurans, lowland Atlantic Rainforest, conservation status, inventory. SILVA-SOARES, T., HEPP, F., COSTA, P.N., LUNA-DIAS, C., GOMES, M.R., CARVALHO-E-SILVA, A.M.P.T. & CARVALHO E SILVA, S.P. Anfíbios anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes, Município de Guapimirim, Rio de Janeiro, Sudeste do Brasil. Biota Neotrop. 10(2): http://www.biotaneotropica.org.br/ v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010. Resumo: Os anfíbios anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes, localizado no Município de Guapimirim, Estado do Rio de Janeiro, foram inventariados e estudados. A região é um remanescente de Mata Atlântica de Baixada que ocupa 45,2 ha e está situada sobre um solo hidromórfico que favorece a ocorrência de áreas alagadas permanentes e temporárias. Para o inventário, realizamos excursões para coleta e registro de anfíbios desde a década de 80, estando este material tombado na coleção zoológica do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Um total de 40 espécies de anfíbios da ordem Anura foi encontrado na região, distribuídas em 10 famílias: Hylidae (N = 23), Bufonidae (4), Leptodactylidae (4), Cycloramphidae (2), Microhylidae (2), Brachycephalidae, Craugastoridae, Hemiphractidae, Leiuperidae e Strabomantidae com uma espécie cada. Palavras-chave: anfíbios, anuros, Mata Atlântica de baixada, status de conservação, inventário.

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br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 . porém.2 ha pertencente à Associação União dos Escoteiros do Brasil.br http://www. http://www. Considerando que os estudos experimentais. só no Brasil. sopé da Serra dos Órgãos. além de várias outras cujo status sequer foi avaliado.226 Silva-Soares. Município de Guapimirim..73% da extensão original (Ribeiro et al.)..584. tendo várias espécies sido classificadas como “dados deficientes” (196 spp. 2 Introdução Estima-se que o Brasil possua aproximadamente 13% da biota mundial (Lewinsohn & Prado 2005). 320 espécies de vertebrados se encontram em estado de conservação crítico ou extintas. Dos 139.. 2008b). em grande parte. 10.. Guapimirim Municipality.893 ha originais. Figure 1. Possuindo mais de 875 espécies. Carvalho 1989. sendo que 30 destes são anfíbios. que já foi uma fazenda de propriedade particular. latitude entre 22° 34’ 33” S . está localizada no distrito de Citrolândia. estando a maior parte distribuída em pequenos fragmentos (<100 ha como sugerido por Ranta et al. a Mata Atlântica está restrita agora a aproximadamente 16. Localização da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. de monitoramento e os inventários constituem configuração primária de documentação e entendimento do declínio de anfíbios em todo o mundo (Biek et al. Aqui apresentamos a lista de espécies de anfíbios anuros de um remanescente da Mata Atlântica do Sudeste do Brasil. ainda estão sob enorme pressão antrópica e forte risco de extinção (Morellato & Haddad 2000). Apesar da enorme biodiversidade do país. diversos autores chamam a atenção ao fato de grande parte da fauna brasileira ainda ser desconhecida (Silvano & Segalla 2005. junto aos especialistas. Southeastern Brazil. o Brasil é o país com a maior diversidade de anfíbios do mundo (Sociedade. a comunidade de anfíbios da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes (CEGHN) e de seus arredores foi inventariada..biotaneotropica. Figura 1.43° 02’ 25” O. sendo ainda frequente a descrição de novas espécies (mais de 60 nos últimos quatro anos). vol. (1998)) que representam 11. Rio de Janeiro. 2002). peixes e insetos já foram realizados na região (Costa & Lacerda 1988. Location of RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes..biotaneotropica. Guedes 1988. De acordo com a IUCN (Internacional. Embora a literatura disponha destes números.org. 2010). o domínio morfoclimático da Mata Atlântica é provavelmente o ecossistema mais ameaçado do mundo. um estudo mais abrangente acerca da comunidade de anfíbios nunca foi publicado. A área recoberta por mata apresenta relevo plano com pequenas elevações com cota máxima de 48 m de altitude e possui a forma de um istmo alongado outrora ligado à mata que recobre o vizinho maciço da Serra dos Órgãos (Figura 1). Sudeste do Brasil. A RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes é um pequeno representante dos poucos remanescentes de vegetação de Mata Atlântica de baixada. Biota Neotrop. et al. A coordenação do Global Amphibian Assessment afirma que ainda não foi possível chegar a um consenso. 2008a). Atualmente. Município de Guapimirim.472 ha. Costa 2002). uma área de 45. Rodrigues 2005).. no. Material e Métodos 1. possui sua formação vegetal inalterada desde 1968. T.377. 2009) e que. muitas lacunas de conhecimento deste táxon persistem. Rio de Janeiro. a Reserva Particular de Patrimônio Natural Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Área de estudo A RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes (CEGHN). quanto ao status de conservação de algumas espécies endêmicas de anfíbios brasileiros devido à falta de estudos (Internacional. A área em questão.org. verificando aspectos do sítio reprodutivo local das espécies encontradas. Alguns estudos relacionados à flora e à fauna como em aves.22° 35’ 05” S e 43° 01’ 44” O .

riacho de interior da mata (córrego da água permanente) e um lago permanente formado pela escavação de uma pedreira. http://www. onde há grande variedade de samambaias. posteriormente. Os cantos gravados foram comparados com cantos já descritos e com cantos anteriormente armazenados na coleção supracitada para fins de identificação. 2.1. A espécie.br 1. um gênero).9 °C. estando distribuídas em 10 famílias (Figuras 2 a 6). o clima da região é quente e úmido. a coleção Eugenio Izecksohn da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (EI) e a coleção de anfíbios do Museu Nacional (MNRJ).br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 . Estas características associadas ao tipo de solo permitem a caracterização da mata como Mata Pluvial Tropical de Planícies Costeiras (Hueck 1972) ou simplesmente como Mata de Baixada (Eiten 1983).. foram consultadas a coleção de anfíbios da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). dois gêneros). Craugastoridae.3 ha. correspondendo à extremidade do istmo. 40 espécies de anfíbios da ordem Anura foram encontradas na RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. na RPPN CEGHN. As normais climatológicas calculadas a partir de observações feitas na estação meteorológica de Citrolândia (22° 36’ S e 43° 02’ O.. extremamente ácido e recoberto por densa camada de serrapilheira que tornam o terreno periodicamente encharcado. As consultas às coleções de anfíbios do MNRJ.. que já não estivessem inclusas no presente trabalho. Vegetação A floresta do CEGHN está inserida no domínio morfoclimático da Mata Atlântica (Ab’Saber 1977) e apresenta-se como uma mata densa. dois gêneros) e Brachycephalidae. onde geralmente vocaliza na margem. 2009). que correspondem aos meses mais frios. O material testemunho (Apêndice 1) encontra-se depositado na coleção de anfíbios do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ZUFRJ). A espécie Haddadus binotatus (Figura 2f). local que habitam.3 °C) e julho o mês mais frio (17. No CEGHN Rhinella hoogmoedi (Figura 2a) apresenta cor críptica com a serrapilheira. tendo destaque para um sítio de piscicultura e suas proximidades. Contudo. Euparkerella cochranae (Figura 6a) possui tamanho diminuto e é endêmica do Estado do Rio de Janeiro. UNIRIO. proporcionaram a adição de uma única espécie de anuro que não fora encontrado por nós na área de estudo: Dendropsophus anceps. Amostragem Desde novembro de 1983 foram realizados estudos de campo para coleta e observação dos anfíbios na área de estudo. o método utilizado foi captura manual por busca ativa visual e auditiva. comumente encontrado na região. com altura média em torno de 7 m. observar o ambiente reprodutivo da maioria das espécies na região. de leve correnteza e de interior de mata. onde se destacam as árvores emergentes de até 20 m (Guedes 1988). 10. bromélias.. possibilitando assim. nenhuma outra foi encontrada nas coleções científicas citadas. bromélias e serrapilheira foram revirados e/ou vasculhados além dos locais com corpos d’água permanentes ou temporários. e está associada ao ambiente reprodutivo de riacho de água límpida... Foram classificados sete ambientes reprodutivos das espécies de anuros. como brejos e poças. sendo janeiro o mês mais quente (25. com uma área de 20. 2 Anuros do Campo Escoteiro de Guapimirim. troncos. criada em 14 de novembro de 2008 com o desígnio de contribuir com a preservação da biodiversidade da Mata Atlântica fluminense em benefício das gerações atuais e futuras (Instituto. considerando o CEGHN juntamente com a área que o circunda. correspondendo ao tipo Af da classificação de Köppen. A família Hylidae foi a mais representativa com 23 espécies em sete gêneros. possui ampla distribuição ocorrendo do Sul da Bahia ao Rio Grande do Sul (Internacional. Leptodactylidae (quatro spp. Resultados e Discussão Ao todo. Para a obtenção dos registros sonoros foram utilizados os gravadores Sony WM-D6C K7 recorder e Marantz PMD 670 digital recorder. a área total de estudo abrange aproximadamente 70 ha. 15 m de altitude). e elevam o teor de matéria orgânica disponível (Guedes 1988). poça de interior de mata (alagados temporários ou permanentes de interior de mata sem conexão com corpos de água corrente). atualmente desativada.RPPN Geraldo Hugo Nunes. hidromórfico. orquídeas e bromélias epífitas (Guedes 1988).. H. Adicionalmente. acoplados aos microfones unidirecionais Sennheiser ME 67 ou Sennheiser ME 66.biotaneotropica. Assim. nas diversas estações do ano.biotaneotropica. Outros locais de interior e borda de mata sem corpos d’água também foram amostrados objetivando a captura de espécies que depositam seus ovos no solo úmido e que são frequentemente encontradas na serrapilheira. Leiuperidae e Strabomantidae (uma espécie cada: Tabela 1). RJ 227 data em que foi adquirida pela União dos Escoteiros do Brasil (2007) e. também no http://www. Os meses de menor pluviosidade são os de maio a outubro. 1. à sua tolerância a ambientes degradados e por suas populações não demonstrarem indícios de declínio. Regiões que circundam a área de estudo também foram inventariadas devido ao fato de possuírem condições ambientais características para reprodução de anuros. que tem como localidade tipo a subsede do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Hemiphractidae. sendo estes: Brejos (alagados em área aberta sem conexão com corpos de água corrente).. vol. sem estação seca. ocos de árvores. poça de borda de mata (alagados em borda de mata sem conexão com corpos de água corrente). no. As árvores que compõem o estrato arbóreo são relativamente baixas. Clima e solo Segundo Bernardes (1952). O trecho estudado ocorre sobre um solo arenoso. 2008). rasa. UFRRJ.org. seguida por Bufonidae (quatro spp. Durante a busca ativa. Com exceção desta espécie. com caules eretos sem raízes tubulares. Entretanto a vegetação encontra-se muito perturbada por atividades humanas possuindo cobertura rala e subbosque denso composto principalmente por arbustos. indicam temperatura média anual é de 21.8 mm (fevereiro) a 59. Esta palmeira acumula folhas secas caídas de outras plantas em seu caule por meio dos acúleos (projeções epidérmicas espinescentes) aparentemente propiciando maior estrato espacial e camuflagem para a espécie.2.Biota Neotrop. variando as médias mensais de 337. transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural .9 °C) e precipitação abundante com total anual de 2050 mm.. Entretanto. no Rio Grande do Sul. Para a coleta. As gravações foram depositadas na coleção de vocalizações do Laboratório de Anfíbios e Répteis da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cycloramphidae e Microhylidae (duas spp.. Os espécimes coletados nas expedições recentes foram fotografados e fixados de acordo com as técnicas usuais e atualmente válidas para o grupo (Calleffo 2002). alguns espécimes foram encontrados vocalizando empoleirados em brejaúvas a mais de dois metros de altura. serrapilheira (folhas mortas acumuladas no chão em interior de mata).org. 2009). De acordo com a IUCN (Internacional.3 mm (julho). pedras. com poucos locais conhecidos sobre sua ocorrência. binotatus se encontra incluída na lista de fauna ameaçada (Vinciprova & Garcia 2002). por ocasião das chuvas. a espécie se encontra na categoria de não ameaçada devido à sua ampla distribuição. durante os períodos noturno e diurno.

b) Rhinella icterica. Município de Guapimirim. et al. e) Zachaenus parvulus. Anurans from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Figure 3. vol. e) Hypsiboas semilineatus. e) Hypsiboas semilineatus. f) Phyllomedusa rodhei.biotaneotropica. 10. Rio de Janeiro: a) Aparasphenodon brunoi.228 Silva-Soares. d) Thoropa miliaris. b) Dendropsophus pseudomeridianus. Figure 2. Biota Neotrop.br http://www.org. c) Dendropsophus elegans. f) Phyllomedusa rodhei. Município de Guapimirim. a b c d e f Figura 3. Anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. e) Zachaenus parvulus. Anuros do Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Guapimirim Municipality. Rio de Janeiro: a) Rhinella hoogmoedi. no. Guapimirim Municipality. Rio de Janeiro: a) Rhinella hoogmoedi. and f) Haddadus binotatus. Anurans from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Rio de Janeiro: a) Aparasphenodon brunoi. f) Haddadus binotatus. c) Rhinella ornata. c) Dendropsophus elegans. 2 a b c d e f Figura 2. T. b) Dendropsophus pseudomeridianus.org. d) Hypsboas faber. d) Thoropa miliaris. d) Hypsboas faber.biotaneotropica.. c) Rhinella ornata.br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 . http://www. b) Rhinella icterica.

10. c) Physalaemus signifer. f) Leptodactylus latrans. Anurans from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. f) Scinax argyreornatus.br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 http://www. Município de Guapimirim.org. f) Leptodactylus latrans. Rio de Janeiro: a) Sphaenorhynchus planicola. Município de Guapimirim. c) Dendropsophus seniculus. Guapimirim Municipality. no. d) Leptodactylus spixi. Guapimirim Municipality. b) Trachycephalus mesophaeus. Rio de Janeiro: a) Scinax humilis. f) Scinax argyreornatus. d) Leptodactylus spixi.br . Rio de Janeiro: a) Scinax humilis. Figure 4. Anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes.biotaneotropica. d) Scinax cuspidatus. http://www. e) Leptodactylus fuscus. b) Scinax similis.Biota Neotrop. Anurans from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. e) Leptodactylus fuscus. b) Trachycephalus mesophaeus. RJ 229 a b c d e f Figura 4. Rio de Janeiro: a) Sphaenorhynchus planicola. vol. 2 Anuros do Campo Escoteiro de Guapimirim. c) Dendropsophus seniculus. e) Scinax alter. d) Scinax cuspidatus.biotaneotropica. Figure 5. b) Scinax similis.org. e) Scinax alter. a b c d e f Figura 5.. c) Physalaemus signifer.

biotaneotropica. 2009). 1971) BUFONIDAE Dendrophryniscus brevipollicatus Jiménez de la Espada. 1968) Scinax cuspidatus (Lutz. (2008) and IUCN (Internacional. * Status de Conservação de acordo com Stuart et al. 1950) Dendropsophus meridianus (Lutz. 1962) Dendropsophus bipunctatus (Spix . bromeliads (Bro).. 1824) Dendropsophus giesleri (Mertens. *Conservation status according to Stuart et al. Bre PB PB.org. Bre Bre Bre Bre Bre Bre PB Bre Bre PI PB. Caramaschi. Município de Guapimirim. litter (S). 1983 MICROHYLIDAE Myersiella microps (Duméril & Bibron. 1872) Dendropsophus pseudomeridianus (Cruz. 1867) Leptodactylus spixi Heyer. List of the Amphibian species recorded at RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. 2009). Lutz. 1758) Leptodactylus marmoratus (Steindachner. alter Scinax argyreornatus (Miranda-Ribeiro. 1821) Hypsiboas semilineatus (Spix. Caramaschi & Dias. Bre Bre Bre PI Bre Bre S PB S PI S X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X - X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X http://www.. Lutz. 1870 Rhinella icterica (Spix. 1954) Scinax similis (Cochran. bromélias (Bro). 1926) Scinax eurydice (Bokermann. Rio de Janeiro. & Izecksohn. poça de interior de mata (PI).. Biota Neotrop. Guapimirim Municipality. Bre RM PB. 1925) Scinax humilis (B. 1997 STRABOMANTIDAE Euparkerella cochranae Izecksohn. 1824) Zachaenus parvulus (Girard. 1952) Sphaenorhynchus planicola (Lutz & Lutz. 2 Tabela 1. Abreviações e fonte: Brejos (Bre). Abbreviations and sources: Swamps (Bre). 1853) HEMIPHRACTIDAE Flectonotus goeldii (Boulenger. no. 1841) Chiasmocleis carvalhoi Cruz. Rio de Janeiro.br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 . 2000) Dendropsophus seniculus (Cope. 1920 Dendropsophus anceps (Lutz. pound inside forest (PI). et al. Lista das espécies de anfíbios encontrados na RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. 1973) Scinax aff. 1824) Hypsiboas faber (Wied-Neuwied. pound on forest edge (PB). 1938) Trachycephalus mesophaeus (Hensel. Bre Bre PB. 1799) Leptodactylus latrans (Linnaeus. Família e espécies BRACHYCEPHALIDAE Brachycephalus didactylus (Izecksohn.1824) Phyllomedusa rohdei Mertens.. 1988 Adulto Girino Vocalização Status de conservação* Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Fora de Risco Em Perigo Fora de Risco Habitat reprodutivo observado S Bro PB. poça de borda de mata (PB). T.biotaneotropica.br http://www. 1853) LEPTODACTYLIDAE Leptodactylus fuscus (Schneider. 1895) HYLIDAE Aparasphenodon brunoi Miranda-Ribeiro. 10. 1824) Rhinella hoogmoedi Caramashi & Pombal 2006 Rhinella ornata (Spix. serrapilheira (S). 1868) Hypsiboas albomarginatus (Spix. stream inside forest (RM) and an inactive quarry (P).org. 1929) Dendropsophus berthalutzae (Bokermann. 1926 Scinax alter (B. vol.1824) Dendropsophus elegans (Wied-Neuwied. Bre S P S Bro PB PB PI Bre Bre PB. 1954) Dendropsophus minutus (Peters. (2008) e IUCN (Internacional. 1824) CRAUSGASTORIDAE Haddadus binotatus (Spix. 1867) LEIUPERIDAE Physalaemus signifer (Girard.230 Silva-Soares. riacho de interior da mata (RM) e uma pedreira desativada (P). Bre PB.. 1824) CYCLORAMPHIDAE Thoropa miliaris (Spix. Table 1.

biotaneotropica. Geomorfologia 52:1-20. Swamps (Bre). A espécie Scinax aff. serrapilheira (S). Salles et al. W.M. A. apresenta diferenças morfológicas e acústicas que indicam ser uma espécie provavelmente ainda não descrita.G. giesleri. o CEGHN possui aproximadamente 10% das espécies da Mata Atlântica. FUNK. D. Técnicas de coleta e preparação de vertebrados para fins científicos e didáticos. Referências Bibliográficas AB’SABER. 14(1):57-80. Ao Prof. Geog. What is missing in amphibian decline research: insights from ecological sensitivity analysis. http://www.E. & MILLS. 10. L. Lutz (1925) de Manguinhos. alter no CEGHN. além de ser comumente encontrada no CEGHN. Dr. apenas Chiasmocleis carvalhoi (Figura 6b) não se encontra ‘Fora de Risco’ (Least Concern). Anuros da RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Relation between the number of species per reproductive environment used. Município de Guapimirim. O solo de drenagem deficiente possibilita a formação de trechos alagadiços e trechos permanentemente encharcados nas cotas mais baixas do terreno (característica da maior parte do terreno da área de estudo). Bras. S. CALLEFFO. 16(3):728-734. 2002. D. prejudicando a diversidade de vários outros grupos de flora e fauna (Guedes 1988. & SALOMÃO. Anfíbios.Biota Neotrop. R. bairro da cidade do Rio de Janeiro. De todas as espécies que ocorrem no CEGHN. 2008. possuindo distribuição muito fragmentada e que a extensão de seu habitat está provavelmente declinando. 1977. não pode ser identificada ao seu nível específico pois. BERNARDES. Conserv. poça de borda de mata (PB).br . A Figura 7 mostra a relação da utilização de ambiente de reprodução por espécies de anuros na área de estudo.org. Figura 6. vol. 2 Anuros do Campo Escoteiro de Guapimirim. Ao Rodrigo Salles e Marcos Bilate pela ajuda no Museu Nacional e em campo na RPPN CEGHN. Município de Guapimirim.. Ao Fábio.N.br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 Agradecimentos Agradecemos a todos que contribuíram na organização das excursões e nas coletas de anfíbios na RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes.V. M. b) Chiasmocleis carvalhoi. Todavia. pela permissão concedida para a realização desta pesquisa na área durante todos esses anos. BIEK. 1952. b) Chiasmocleis carvalhoi. bromélias (Bro). funcionário do CEGHN pelo auxílio concedido durante nossa estadia. Agradecemos a Michael Presto pela revisão do inglês e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (FAPERJ) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pelo suporte financeiro. Região do Rio de Janeiro. por permitir o acesso à coleção de anfíbios do Museu Nacional. Rio de Janeiro: a) Euparkerella cochranae. stream inside forest (RM) and an inactive quarry (P). a espécie tem sido encontrada em outras regiões do Rio de Janeiro (Carvalho-e-Silva et al. poça de interior de mata (PI). R.. similis utilizam mais de um ambiente reprodutivo (ver Tabela 1).43-74.S. ornata. humilis e S. Figure 7. Rio de Janeiro: a) Euparkerella cochranae.. P. de acordo com a Lista Vermelha da IUCN (Internacional. 2002. ao mesmo tempo em que propicia esta grande riqueza de anuros local. Rev. São Paulo..C.org. B. http://www. a área de estudo apresenta uma fauna rica em anuros. pound inside forest (PI). Biol. é comum na região principalmente dentro dos limites da área da RPPN onde há serrapilheira acumulada. M. 2009) e Stuart et al. In AURICCHIO. P. Relação entre o número de espécies por utilização de ambiente reprodutivo. Anurans from RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. sendo que as espécies Rhinella icterica. e ainda habitar o mesmo ambiente que S.. ou seja. Apesar de pequena. já que a maioria das espécies da região depende desses tipos de ambientes para reprodução. sendo esta assinalada como ‘Em Perigo’ (Endangered) com a afirmação que sua área de ocupação é menor que 500 km2. 2002) e Espírito Santo (Silva-Soares et al. Brejos (Bre). Tipos de clima do estado do Rio de Janeiro.C. MAXELL. 2009). Entretanto. no. apenas a partir de mais estudos poder-se-á definir se esta é realmente uma espécie nova. apesar de ser morfologicamente semelhante a espécie Scinax alter descrita por A. RJ 231 a b Figura 7. bromeliads (Bro). Agradecemos à União dos Escoteiros do Brasil. Os domínios morfoclimáticos América do Sul. Instituto Pau Brasil de História Natural. riacho de interior da mata (RM) e uma pedreira desativada (P). José Pombal Jr. 2009) e de outros estados como Bahia (Pimenta et al. alter. Figure 6. pound on forest edge (PB).biotaneotropica. Gonzaga. minutus. (2008). L. Guapimirim Municipality. dados não publicados). litter (S). L. p.A.

8(1):200-209: http://www.M. BLOM.E. Lynix Edicions. Description of the larva of Neuraeschna costalis (Burmeister). 1988. Biotropica 32(4b):786-792.P.J. Biodiv..J.S.40.S. G. de 10 de junho de 2002. HUECK. RPPN Campo Escoteiro Geraldo Hugo Nunes. Amphibia. MORELLATO. Porto Alegre. & FERREIRA. A. (último acesso em: 30/03/2009).R. International Union for Conservation of Nature and Natural Resources .232 Silva-Soares. M. & CARVALHO-E-SILVA. Rio de Janeiro. 1998.E.B. CRUZ.org/amphibians. W. 33:219 RANTA.T. E. Megadiversidade. http://www. 2008b. International Union for Conservation of Nature and Natural Resources IUCN. Tradução por H. FONTANA. Southeastern Brasil.IEF. & SEGALLA.iucnredlist.C. Herpe. L. R. C.org/ amphibians.iucnredlist.N. & YOUNG. CARVALHO-E-SILVA. p. state of Rio de Janeiro. COSTA. 142:1141-1153. REIS). 2005. 2002.V. COSTA. F.P. and a key to the genera of Brazilian Aeshnidae larvae (Anisoptera). JOENSUU. Geographic distribution: Chiasmocleis carvalhoi. Jard. & SIITONEN. Parque Natural Municipal da Taquara. MARTENSEN.A. RJ. M. and how is the remaining forest distributed? Implications for conservation. 2 CARVALHO. G. R. T. GAA Global Amphibian Assessment. Campo Escola – História do Campo Escola.C.N.L. Composição florística de um trecho de mata perturbada de baixada no Município de Magé.. SILVA-SOARES.uebrj. P.br/v8n1/pt/ abstract?inventory+bn02608012008 (último acesso em 20/10/1009).B. P. 10. Ichthyol. (último acesso em: 30/03/2009).B. Rev.T.M. 2005.. Leptolebias marmoratus (Cyprinodontiformes: Rivulidae: Cynolebiatinae): rediscovery and redescription of a rare. SALLES. T. Decreto No 41. Biota Neotrop.N. Instituto Estadual de Floresta do Rio de Janeiro . W. vol. Unicamp. In Lista das espécies da fauna ameaçadas de extinção no Rio Grande do Sul. M. C. & LACERDA. 2009. Rio de Janeiro.. & GARCIA. municipality of Duque de Caxias. Odonatologica 18(4):325-332. with notes on its biology. Conserv. Status category summary by major taxonomic group (animals).P.org. Biota Neotrop. Reichardt. P. shape and distribution of forest fragments... Campinas. Table 3a. 1983. G. 1989. 2008a. M. Aquar. J. Recebido em 13/10/09 Versão reformulada recebida em 28/02/10 Publicado em 22/04/10 http://www. Geographic distribution: Chiasmocleis carvalhoi.br http://www..A..P. P. União dos Escoteiros do Brasil. 2002.org.A. RIBEIRO. Mangaratiba. & HIROTA. & DIXO.L. As Florestas da América do Sul. Introduction: the Brazilian Atlantic Forest.. Table 5: Threatened species in each country (totals by taxonomic group). 2009. CHANSON.org. HOFFMANN. BENCKE. GUEDES. C.php.sbherpetologia.. The fragmented Atlantic rain forest of Brazil: size. M. T. Barcelona.A.org. R. S. Bot. Biol.. p.L. 13(4):379-384. R. miniaturized forest dwelling seasonal fish from southeastern Brazil.T.C. FZB/ MCTPUCRS/PANGEA. Identité et redescription de Cynolebias sandrii et de Cynolebias fluminensis (Cyprinodontiformes.G. SILVA. http://www. Brazilian amphibians. METZGER. Herpet 14:127-132. SCHNEIDER & R. 2009. 1(1):80-86. Brasília. T.R.. & HADDAD.E. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. 2008. 2008. et al.br/ceghnHist. 2005. T.. no. B.M. SILVANO. Biodiversidade brasileira: síntese do estado atual do conhecimento. 2000. E.V. Conserv.IUCN.S. Check List: J. 7:385-403. (último acesso em: 20/05/2010). EITEN. Conservação de anfíbios no Brasil. M.672. Anfíbios. 2009.org/amphibians (último acesso em: 02/04/2009).. http://www.M. Rev. 40(1):107. Programa RPPNRJ. 1972. Megadiversidade 1(1):87-94.C. COSTA.biotaneotropica.. Threatened amphibians of the world. Editorial Polígono. 11). Freshw.J. 2002. K. São Paulo.E. The Brazilian Atlantic Forest: How much is left. STUART. M. J. 1988.SBH..J. (último acesso em 19/12/2009). (A. B. http://www. Brasil. Arq.I. Rio de Janeiro. RODRIGUES. Anuros da Reserva Rio das Pedras. Herpet.iucnredlist..biotaneotropica. M. Spec.. Classificação da vegetação do Brasil.. D. M. PIMENTA. & PRADO.M.biotaneotropica.F.br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 . MARQUES. (Publicações avulsas FZB. Rivulidae). 2010. 5(4):840-854. Rio de Janeiro 29:155-200. PONZONI. VINCIPROVA. International Union for Conservation of Nature and Natural Resources IUCN.C. A. Expl. J.org.. 2008.466.br. N. WEBER. A. NIEMELÄ. Franç. S. Conservação dos répteis brasileiros: os desafios para um país megadiverso. Sociedade Brasileira de Herpetologia .A.S. RAMANI P. BERRIDGE.O. & SIVA-SOARES. VÉLEZ. Rev. G. Lists Distrib. LEWINSOHN. L. COX. http://www.

10801). Leptodactylus marmoratus (ZUFRJ 10535). 6759. Trachycephalus mesophaeus (ZUFRJ 3132. 10746).org. 7488). 10800. 7128. 11082). Leptodactylus spixi (ZUFRJ 3089. 2 Anuros do Campo Escoteiro de Guapimirim. Leptodactylidae: Leptodactylus fuscus (ZUFRJ 2092. 2386. 3082). 2312. Scinax cf. 10527. 10533.org. 11080. 7478). 7477). Dendropsophus meridianus (ZUFRJ 10511. 10531. Microhylidae: Myersiella microps (ZUFRJ 2349.br/v10n2/pt/abstract?inventory+bn01210022010 http://www. Scinax humilis (ZUFRJ 2242. 10745. Scinax alter (ZUFRJ 2725. 10752. Leptodactylus latrans (ZUFRJ 10526. 2332. 10758). 10757. 2326). 2715. 7364. Dendropsophus giesleri (ZUFRJ 2245. 2425. 10. 10809. 7526). 10834.Biota Neotrop. Dendropsophus minutus (ZUFRJ 2222. 10814). 10443. 10817. Sphaenorhynchus planicola (ZUFRJ 7673. 10821). 2246. 2297). http://www. 3397). 3283). Phyllomedusa rohdei (ZUFRJ 10519. 3278). 10513.biotaneotropica. Chiasmocleis carvalhoi (ZUFRJ 2294. Craugastoridae: Haddadus binotatus (ZUFRJ10808. 2882).br . Scinax similis (ZUFRJ 10417. 2736. Rhinella hoogmoedi (ZUFRJ 2286. Hypsiboas albomarginatus (ZUFRJ 10441. 10818). 10515). 10754. 10512. 3400. 10760. Hypsiboas faber (ZUFRJ 10759. 5267. 3136). 11063). vol.. no. Leiuperidae Physalaemus signifer (ZUFRJ 2306. RJ 233 Apêndice 1 Brachycephalidae: Brachycephalus didactylus (ZUFRJ 2311. 10813). 10804. Dendropsophus anceps (MNRJ 56158). 3088. Dendropsophus pseudomeridianus (ZUFRJ 6757. 2431). Rhinella ornata (ZUFRJ 10815. 3087). 10820. Dendropsophus berthalutzae (ZUFRJ 5266. 2208. Hypsiboas semilineatus (ZUFRJ 10824. 10519). Scinax cuspidatus (ZUFRJ 7124. Zachaenus parvulus (ZUFRJ 2334. 2220). 2207. 10805). 10516. Dendropsophus seniculus (ZUFRJ 10507. 10755. 10748.biotaneotropica. 10829). Euparkerella cochranae (ZUFRJ 2589. Cycloramphidae: Thoropa miliaris (ZUFRJ 10819. 10830). 10798). 2296. Bufonidae: Dendrophryniscus brevipollicatus (ZUFRJ 2285. 10522. 5269). 11081). Hemiphractidae: Flectonotus goeldii (ZUFRJ 3285). Hylidae: Aparasphenodon brunoi (ZUFRJ 10509. 10528). eurydice (ZUFRJ 3282. 10750. 3402). 10532). 2295. 10825. 10508. 5268. 6982. Scinax argyreornatus (ZUFRJ 2232. Dendropsophus bipunctatus (ZUFRJ 104420. 2271. Dendropsophus elegans (ZUFRJ 10816.

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