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Memórias póstumas de Brás Cubas

Desde criança fora um menino endiabrado. E após uma infância em que recebera
uma educação defeituosa e frouxa, passa por uma adolescência tumultuada. Conhece
uma garota, Marcela, com quem mantém um romance escandaloso e que lhe custa
muito dinheiro. O pai, para livra-lo dessa mulher, manda-o a Europa, onde se forma
em direito. Volta, depois oito de anos, chamado com urgencia porque sua mãe teria
morrido.
Conhece Eugênia, moça bonita, mas com um defeito na perna, com quem
mantém um romance pasageiro.
Brás Cubas, depois de reencontrar Marcela, conhece Virgília. Os sonhos do pai
estavam se realizando, pois, casando-se com a destinta e bela Virgília certamente
Brás Cubas seria eleito deputado por influência do Concelheiro Dutra.
Num imprevisto, surge Lobo Neves que lhe rouba Virgília, conquistando a
confiança do Concelheiro. Lobo Neves casa-se com Virgília e é eleito deputado. O pai
de Brás Cubas morre logo depois, num desastre. Alguns anos depois, chega de São
Paulo, Virgília. Aproximam-se em bailes, conversas, jantares e tornam-se amantes.
Neves confiava na esposa e no amigo Brás, além de não ter tempo, pois vivia
envolvido na politica.
Tendo Lobo Neves recebido uma carta, deunciando o romance de Virgília e Brás
Cubas, os dois passam a encontrar-se com mais cautela na, quando Lobo Neves é
novamente nomeado para presidente no interior do país e ele parte levando a esposa
com ele.
Brás, não conseguindo ser ministro e perdendo a cadeira da Câmara dos
Deputados, decide fundar um jornal de oposição. Seis meses depois, encerra as
atividades. No fim de três ou quatro anos, abandona a Ordem.
A pneumonia leva-o ao túmulo. Virgília acompanhou-o em sua doença.

Fim