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INTRODUÇÃO

Procuro através deste trabalho aplicar uma aula pratica de salto em distancia onde
pretendo familiarizar meus colegas com as técnicas, exercícios, regras, recordes e
algumas das principais lesões sofridas pelos atletas do salto em distancia.
LESÕES

Além de sua provável influência na moderação da velocidade de abordagem do atleta, e


de interferir em seu equilíbrio, as forças de reação do solo observadas em cada
aterrissagem podem prejudicar o desempenho de uma outra maneira. Elas podem ser tão
grandes que as pernas não resistem, flexionam-se, e o salto deve ser abortado. Em tais
casos, as forças internas e movimentos articulares associados com essa flexão podem
ser suficientemente grandes para causar lesões.

AMADIO (1985) realizou a única tentativa conhecida de determinar as forças internas e


momentos articulares atuando sobre a perna de apoio de saltadores. Ele usou
plataformas de força e dados cinematográficos para computar as forças e movimentos
articulares resultantes no joelho e tornozelo e a força no tendão do calcâneo durante as
três fases de apoio, e encontrou que: a) os valores máximos para a força resultante na
articulação do tornozelo foi um pouco menor que a força vertical de reação do solo, mas
variou de uma maneira similar de fase para fase, e b) tais forças na articulação do joelho
chegaram a 19.4 kN (ou cerca de 24 vezes o peso corporal) para o HOP, e um pouco
menos para as outras fases. Em vista desses achados, não é surpreendente que estudos
epidemiológicos de lesões características de saltadores mostrem que tornozelo, joelho e
coluna lombar são os locais mais freqüentemente acometidos.

Três causas potenciais de lesões provocadas pela corrida foram identificadas: a


superfície sobre a qual o indivíduo corre, o calçado usado e o tipo de movimento
(NIGG, 1986). Muitos estudos têm sido conduzidos nos últimos anos sobre os efeitos
que esses fatores têm sobre as forças de reação do solo na corrida.

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