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EXERCÍCIOS SOBRE A LEI Nº 9784

EXERCÍCIOS SOBRE A LEI Nº 9784

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EXERCÍCIOS SOBRE A LEI Nº 9.

784/99

FCC/2008/TRF 5ª REGIÃO – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA 43) De acordo com a Lei nº 9.784/99, considere: I. Ser tratado com respeito pelas autoridades e servidores, que deverão dificultar o exercício de seus direitos e o cumprimento de suas obrigações. II. Ter ciência da tramitação dos processos administrativos em que seja interessado ou não, ter vista dos autos, obter cópias de documentos neles contidos e conhecer decisões proferidas. III. Formular alegações e apresentar documentos antes da decisão, os quais serão objeto de consideração pelo órgão competente. IV. Fazer-se assistir, facultativamente, por advogado, salvo quando obrigatória a representação, por força de lei. É correto afirmar que, perante a Administração, sem prejuízo de outros que lhe sejam assegurados, o administrado tem os direitos apontados apenas em: A) I e IV. B) I e II. C) I e III. D) III e IV. E) II e IV. GABARITO 43 - D

FCC/2008/TRF 5ª REGIÃO – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA

salvo quando for obrigatória a representação. salvo preceito legal em contrario.784/99). para efeitos disciplinares. considere: I. salvo os casos de delegação e avocação. GABARITO 50 . poderão ser formulados em um único requerimento. salvo casos em que for admitida solicitação oral. E) quando os pedidos de uma pluralidade de interessados tiverem conteúdo idênticos. . facultativamente por advogado. B) É lícito à Administração a recusa imotivada de recebimento de documentos. III. por força de lei.28) Segundo a Lei nº 9. devendo o servidor orientar o interessado quanto ao suprimento de eventuais falhas. no que diz respeito ao início do processo é incorreto afirmar: A) o processo administrativo pode iniciar-se de oficio ou a pedido de interessado. A omissão do dever de comunicar o impedimento constitui falta média.B FCC/2007/TRF 3ª REGIÃO – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA: EXECUÇÃO DE MANDADOS 50) Sobre o processo administrativo (Lei nº 9. C) o requerimento inicial do interessado. II. É direito do administrado fazer-se assistir. deve ser formulado por escrito.784/99. A competência é renunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria. D) os órgãos e entidades administrativas deverão elaborar modelos ou formulários padronizados para assuntos que importem pretensões equivalentes.

III. o indeferimento de alegação de suspeição poderá ser objeto de recurso. B) II. D) I e II. com efeito suspensivo. Antes da tomada de decisão.IV. GABARITO 50 .E FCC/2007/TREMS – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA MANDADOS 39) Considere as seguintes assertivas a respeito do impedimento e suspensão nos processos administrativos: I. Está correto o que se afirma apenas em: A) III e IV. II. E) I e IV. É impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que tenha parente afim de terceiro grau eu participou no processo como testemunha. Em regra. A omissão da autoridade do dever de comunicar o impedimento constitui falta grave para efeitos disciplinares. III e V. IV. É impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que tenha amizade intima ou inimizade notória com alguns dos interessados.784/99 é correto o que se afirma apenas em: . poderá ser realizada audiência pública para debates sobre a matéria do processo. II e V. a juízo da autoridade diante de relevância da questão. C) E. De acordo com a Lei nº 9.

GABARITO 41 . D) II.A) I e II. os atos que apresentarem defeitos: A) sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração.A FCC/2007/MPU – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA . D) quaisquer poderão ser convalidados desde que por decisão judicial. B) I e III. E) III e IV. C) I. III e IV.A FCC/2007/TRT 11ª REGIÃO – JUIZ SUBSTITUTO 41) Em decisão na qual se evidencie não acarretam lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros. C) sanáveis poderão ser convalidados desde que por decisão judicial. III e IV. E) não poderão ser convalidados. B) quaisquer poderão ser convalidados pela própria Administração. GABARITO 39 .

a qual. se os defeitos forem sanáveis e se a convalidação não acarretar prejuízos a terceiros ou ao interesse público. ainda que esses defeitos sejam considerados sanáveis. no prazo 15 (quinze). no prazo Maximo de e anos a contar da prática do ato.28) Segundo o disposto na Lei nº 9. a partir do recebimento dos autos pelo órgão competente.784/99. efeito suspensivo e dependerá de caução em dinheiro. B) será dirigido à autoridade que proferiu a decisão. salvo disposição legal diversa. E) tramitará no máximo por duas instancias administrativas. se não a reconsiderar no prazo de d (cinco) dias. a critério discricionário da Administração Pública. B) poderão ser anulados. D) terá. GABARITO 28 . salvo se deles decorrerem efeitos favoráveis a particulares. . os atos administrativos que apresentarem vícios ou defeitos: A) deverão ser obrigatoriamente anulados. contado a partir da ciência ou divulgação oficial da decisão recorrida. C) deverá ser decidido no prazo Maximo de 120 (cento e vinte) dias. C) poderão ser convalidados. dias. a decisão administrativa ilegal poderá ser impugnada por meio de recurso que: A) deverá ser interposto. como regra. D) poderão ser anulados.B FCC/2006/ARCED – ANALISTA DE REGULAÇÃO – ADVOGADO 52) De acordo com a Lei nº 9.784/99. salvo disposição em contrário. o encaminhará à autoridade superior.

A decisão de recursos administrativos pode ser delegada à autoridade de menor grau hierárquico.784/99.E FCC/2007/TRE-MS 24ª REGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA 36) De acordo com a Lei nº 9. A edição de atos de caráter normativo não podem ser objeto de delegação.784/99. As decisões adotadas por delegação devem mencionar explicitamente esta qualidade e considerar-se-ão editadas pelo delegante. II. providência que depende de decisão judicial. com relação à competência nos processos administrativos. III. O ato de delegação é revogável a qualquer tempo pela autoridade delegante. observe as seguintes proposições: I. GABARITO 27 . é correto afirmar: . provocada pela própria Administração.C FCC/2006/TRF 24ª REGIÃO – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA 27) Com relação ao processo administrativo previsto na Lei nº 9. IV.E) poderão ser anulados. GABARITO 52 .

A) É vedada a delegação de competência a órgãos que não sejam hierarquicamente subordinados ao titular. D) O ato de delegação de competência não pode ser revogado pela autoridade delegante tratando-se de ato formalmente perfeito. do qual decorra efeito favorável ao destinatário. respeitados os direitos adquiridos. do qual decorra efeito favorável ao destinatário. B) deve anular seus próprios atos. o processo administrativo deverá ser iniciado perante a autoridade de menor grau hierárquico para decidir. C) inexistindo competência específica. . decai em 05 (cinco) anos. quando eivados de vício de legalidade e pode revogá-los por motivo de conveniência e oportunidade. quando eivados de vício de legalidade e deve revogá-los por motivo de conveniência e oportunidade. o direito de revogar o ato administrativo. respeitados os direitos adquiridos. especificamente quanto à anulação e à revogação dos atos administrativos. contados da data em que foi praticado. a Administração: A) pode anular seus próprios atos. Todavia. contados da data em que foi praticado. o direito de anular o ato administrativo. Todavia. B) A edição de atos de caráter normativo pode ser objeto de delegação de competência. por expressa permissão legal.C FCC/2007/TRT 8ª REGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA 36) A respeito das normas que regulam o processo administrativo no âmbito da administração pública direta e indireta. E) A competência pode ser renunciada pelos órgãos administrativos q que foi atribuída como própria. GABARITO 36 . decai em 05 (cinco) anos.

Todavia. podendo. quando eivados de vício de legalidade e deve revogá-los por motivo de conveniência e oportunidade. respeitados os direitos adquiridos. respeitados os direitos adquiridos. contados da data em que foi praticado. contados da data em que o vício for descoberto. E) pode anular seus próprios atos. prorrogáveis por mais 3 dias. quando eivados de vício de legalidade e pode revogá-los por motivo de conveniência e oportunidade. do qual decorra efeito favorável ao destinatário. do qual decorra efeito favorável ao destinatário. B) 8 dias. decai em 03 (três) anos. dilatáveis até mais 10 dias. decai em 03 (três) anos. . D) 3 dias.B FCC/2003/TRE-BA 21ª REGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO ÁREA ADMINISTRATIVA 46. GABARITO 36 . E) 48 horas. o direito de anular o ato administrativo.C) deve anular seus próprios atos. improrrogáveis. exercê-lo a todo tempo. Todavia. os atos do órgão ou autoridade responsável pelo processo devem ser praticados no prazo de A) 10 dias. respeitados os direitos adquiridos. não ocorre caducidade do direito de a Administração anular o ato administrativo. No processo administrativo. assim. o direito de revogar o ato administrativo. Por ser obrigatória a anulação. C) 5 dias. salvo disposição em contrário. independentemente de eventuais vícios e pode revogá-los por motivo de conveniência e oportunidade. D) deve anular seus próprios atos. dilatáveis até o dobro. prorrogáveis pelo dobro.

A comunicação dos atos do processo administrativo será feita. sempre com antecedência mínima de 5 dias. de regra. desde que estes lhes sejam hierarquicamente subordinados.A CESPE/MMA/2008 – ANALISTA AMBIENTAL 90) Um órgão administrativo e seu titular poderão delegar toda a sua competência a outros órgãos ou titulares. feita por meio de oficial de justiça. B) citação.C 47 .47. publicada no Diário Oficial da União. publicada no Diário Oficial da União. com antecedência mínima de 10 dias. juntando-se cópia do mandado aos autos. quando o interessado não for encontrado pelo oficial de justiça. por: A) intimação mediante ciência no processo. GABARITO 90 . GABARITO 46 .E . feita por meio de oficial de justiça. 24 horas antes da prática do ato. no mínimo. D) citação. por via postal com aviso de recebimento e por telegrama. C) intimação. E) intimação.

93) É vedado à administração recusar.784/1999. de forma imotivada. julgue os próximos itens. julgue os itens a seguir. ao contrário das entidades. os maiores de dezoito anos.C 95 .784/1999.C 94 .CESPE/INSS/2008 – ANALISTA DO SEGURO SOCIAL .º 9.DIREITO Acerca do procedimento administrativo previsto na Lei n.º 9.C CESPE/2008/MPE-AM – AGENTE TÉCNICO – FUNÇÃO: JURÍDICO Acerca da Lei n.C . 63) Considere que um servidor que responde a um processo administrativo tenha sido intimado em uma quinta-feira para a oitiva de testemunhas que se realizaria na segunda-feira próxima. para fins de processo administrativo. 64) Como regra geral. já que atendeu ao prazo de 3 dias estabelecido na lei.C 92 . o recebimento de documentos. devendo o servidor orientar o interessado quanto ao cumprimento de eventuais falhas. Nesse caso. 94) A decisão de recurso administrativo é indelegável. que estabelece normas a respeito do processo administrativo. têm personalidade jurídica própria e podem postular em juízo. são considerados capazes. 91) A avocação de procedimentos administrativos decorre do poder hierárquico. 92) Os órgãos administrativos. a intimação deve ser considerada como válida. GABARITO 91 .E 93 . 95) A revogação de ato administrativo deve ser publicada em meio oficial. GABARITO 63 E 64 .

não tem legitimidade para promover a defesa de direitos ou interesses difusos no âmbito do processo administrativo. 46) Em regra.E CESPE/2008/TJ – TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA Acerca da Lei n. GABARITO . julgue os itens a seguir. julgue os itens seguintes. 50) Se. 49) O não-comparecimento do administrado intimado para se defender importará na sua revelia e. não impedirá o seguimento do processo. 45) Uma associação. GABARITO 49 E 50 . Nessa hipótese. a sua não-apresentação.CESPE/2008/TJ – ANALISTA JUDICIÁRIO – ESPECIALIDADE: ADMINISTRAÇÃO Acerca da Lei n. No entanto. excetuam-se dessa regra.784/1999.º 9. for obrigatória e vinculante a emissão de um parecer pelo órgão consultivo.784/1999. mesmo que legalmente constituída. que regula o processo administrativo no âmbito da administração pública federal. conseqüentemente. que regula o processo administrativo em geral no âmbito da administração pública federal. haverá apenas a responsabilização de quem se omitiu. as delegações são permitidas como forma de desconcentração. para a prática de determinado ato.º 9. dentro do prazo legal. a decisão de recursos administrativos e as matérias de competência exclusiva. no reconhecimento da verdade dos fatos não impugnados. a edição de atos normativos. por expressa disposição legal.

julgue os itens subseqüentes. Considerando essa situação hipotética. com base na Lei n. 71) O indeferimento da solicitação do servidor dispensava motivação expressa.o 9. portanto. também se aplica aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União quando no desempenho de função administrativa. julgue os itens seguintes.45 E 46 . teve seu pedido indeferido sob a alegação de que não havia interesse administrativo na concessão dessa licença. . sendo. O servidor. 70) O referido indeferimento é ilegal.C CESPE/ANVISA/2007 – TÉCNICO ADMINISTRATIVO Um servidor público da ANVISA solicitou a concessão de licença para tratar de interesses particulares.E CESPE/2006/ANA – ANALISTA ADMINISTRATIVO Em relação ao processo administrativo na administração pública federal.784/1999.E 72 . pois a concessão de licença para tratar de interesse é direito de todo servidor que conta com três anos de efetivo exercício. GABARITO 70 E 71 . pelo período de seis meses. com cinco anos de efetivo exercício e que nunca gozou de qualquer licença.784/1999 e na Constituição de 1988. 78) A Lei n. 72) Um pedido de reconsideração acerca do referido indeferimento deveria ser dirigido à autoridade imediatamente superior à que indeferiu a solicitação do servidor. descabido o seu indeferimento por razões de interesse da administração. que regula o processo administrativo no âmbito da administração pública federal.o 9. por tratar-se de ato administrativo discricionário.

pela autoridade administrativa competente. enquanto entidade é a unidade de atuação integrante da estrutura da administração direta e indireta. sem terem iniciado o processo. 81) Considere-se que uma empresa pública tenha sofrido processo administrativo e que a decisão tenha sido contrária aos seus interesses. com 18 anos de idade. de acordo com a Lei n.o 9. 80) O processo administrativo pode iniciar-se. segundo a Lei n. capacidade para figurar em processo administrativo. de ofício. para recorrer da decisão. GABARITO 78 . GABARITO 80 E 81 . na conclusão do processo. 82) Cidadão brasileiro.C 79 .784/1999. o princípio do contraditório fica ao arbítrio da autoridade administrativa que dirige o processo administrativo no âmbito da administração direta. necessariamente.E 80 .C 82 .784/1999. que poderá encaminhá-la à autoridade superior ou reconsiderá-la.79) Apesar de ser uma garantia constitucional. 80) De acordo com o disposto na Lei n.E CESPE/2006/MRE – OFICIAL DE CHANCELARIA Julgue os itens a seguir.C . que tratam do processo administrativo na administração pública federal. seu pedido arquivado por não ter. que formular requerimento a um órgão público da administração indireta federal objetivando iniciar processo administrativo terá. 81) São considerados legitimados como interessados no processo administrativo inclusive aqueles que.784/1999.o 9. Nesse caso. órgão é a unidade de atuação dotada de personalidade jurídica. têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada. a empresa deverá dirigir seu recurso à autoridade que proferiu a decisão.º 9.C 81 .

E 92 .C 91 .C 90 . decorre do princípio da proporcionalidade. GABARITO 89 . a Lei n.ANALISTA ADMINISTRATIVO . 90) O critério de adequação dos meios e dos fins.º 9.ESPECIALIDADE: DIREITO A respeito do processo administrativo e das orientações contidas na Lei n.CESPE/2005/ANS .784/1999. julgue os itens que se seguem. 91) O recurso ou a revisão administrativa é uma modalidade de processo administrativo que só admite insurgência contra questões de legalidade. tem efeito suspensivo. em regra. estando vedada a discussão do mérito administrativo.784/1999.784/1999. 89) Entre os princípios que devem ser adotados pela administração pública nos processos administrativos.º 9. o qual deve ser sempre motivado por causas como o justo receio de ocorrência de prejuízo de difícil ou incerta reparação decorrente de execução da decisão recorrida.º 9.E 93 . restrições ou sanções em medida superior à estritamente necessária para o atendimento do interesse público. expressamente.E CESPE/2008/TRT 1ª REGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA 40) Em relação ao exercício da competência administrativa e ao regramento que lhe dá a Lei n. sem a imposição de obrigações. assinale a opção . arrolou a razoabilidade e a proporcionalidade. 92) O recurso administrativo. 93) O recurso administrativo deve ser dirigido a autoridade superior àquela que proferiu a decisão objeto de insurgência.

do cargo efetivo que ocupava.º 9. C O ato de delegação deve ser publicado no meio oficial. servidor público. por restaurar competência legal.B CESPE/2008/TRT 1ª REGIÃO – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA: EXECUÇÃO DE MANDADOS 36) Determinado ministro de Estado demitiu José.784/1999. A A decisão de recurso administrativo pode ser delegada pelo agente público competente a servidor que tenha curso de capacitação específico para a matéria objeto de julgamento. nos termos do regimento interno de autarquia federal. GABARITO 40 .correta. D A avocação administrativa viola o princípio do juiz natural e é vedada pela Lei n. poder praticar o ato administrativo. mas a sua revogação. dispensa a publicização. B A delegação não extingue a possibilidade de o delegante a revogar e. em decorrência da prática de improbidade para obtenção de proveito pessoal (recebimento . em assim fazendo. E Circunstâncias de índole social não autorizam a delegação de competência administrativa.

afirmou que. alegou que o processo administrativo deveria ter sido regido pela Lei n. o exservidor protocolou petição dirigida ao ministro.784/1999.º 8. pela Lei n.112/1990. A A referida filmagem não poderia ter sido utilizada como elemento incriminador no processo administrativo disciplinar. Por fim.112/1990 para apresentação de alegações finais. José foi suspenso preventivamente pelo próprio ministro.º 9. em virtude de não lhe ter sido dada a oportunidade de apresentar alegações finais no processo disciplinar. o fato foi filmado e exibido por emissora de televisão em cadeia nacional.º 8. não caberia acrescentar nova fase no procedimento com base na Lei n.º 9. alegando a ocorrência de cerceamento de defesa. Além de haver testemunhas que presenciaram o pedido ilegal de dinheiro para prática de ato administrativo.de propina. B Se não há previsão na Lei n.784/1999 e não. No dia seguinte à publicação da demissão. corrupção passiva) em detrimento da dignidade do cargo. e considerando essa situação hipotética. Em razão da reportagem. Além disso. lei genérica de processo administrativo. Com base no entendimento jurisprudencial do STF e do STJ. assinale a opção correta. ele tinha sido absolvido por insuficiência de provas. como de fato havia sido. C A absolvição criminal de José deveria impedir a sua . no processo criminal.

assinale a opção correta. ele deveria ter sido colocado sob suspeição para realizar demissão. com sede em Brasília.ª Região. é entidade integrante da justiça do trabalho. preventivamente. A O procedimento administrativo não se presta ao exame de tutelas coletivas. GABARITO 36 . desde que esta seja feita pelo titular de um órgão . iniciar processo de ofício. D Como o ministro suspendeu. pois não se admite a delegação para sua prática.B CESPE/2008/TRT 1ª REGIÃO – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA QUESTÃO 33) Em relação à Lei n. não podendo a administração.º 9.784/1999. E A demissão de José somente poderia ter sido levada a efeito pelo presidente da República. D A edição de atos de caráter normativo pode ser objeto de delegação. tal qual o Poder Judiciário. a provocação do interessado. José do cargo. para seu começo. B O TRT da 10. resultante de processo administrativo. C Os procedimentos administrativos exigem.demissão.

GABARITO 33 .E . E Terá a União como ré a ação de indenização proposta por particular contra ato de servidor do TRT da 2.administrativo para outro que lhe seja hierarquicamente subordinado.ª Região que lhe tenha ofendido a honra ao divulgar para a imprensa fato que constava de processo sob sigilo de justiça.

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