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ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!

Se eu fosse uma classe gramatical, desejaria ser o advérbio. Não porque sou
invariável, pelo contrário, vario muito – por indicar circunstância, e essa varia, como
varia! Além disso, modifico... ah, se modifico! Altero frases, palavras (verbos,
adjetivos e até “euzinho” mesmo – o advérbio). Assim são as pessoas, precisam
modificar suas ações, suas características – a si mesmas.

Além disso, posso transformar a frase mais proferida do mundo “Eu te


amo!” em mensagens extraordinárias: Eu te amo muito, eu te amo devagar, eu te
amo silenciosamente, eu te amo à noite, ao amanhecer, aqui, ali e sempre... Tenho,
ainda, o poder do desprezo: Eu te amo pouco, talvez nem ame, na verdade eu não
te amo. Nunca te amei.
Sou eu que intensifico tudo o que se diz, as verdades e as mentiras. Posso
fazer muito virar pouco e tudo virar nada, basta que eu seja empregado
corretamente. Determino onde as coisas mais e menos importantes irão acontecer.
Adorando viajar, levo a imaginação aos lugares mais inusitados, que podem ser
acolá; talvez ali; sim , adiante; depois, mais ao longe; nos seus sonhos. Por que
não?
Importante, é claro, mas nada sem as minhas amigas morfológicas,
principalmente aquelas as quais modifico. Sou parte deste fio que é a frase, dou
força ao texto, que é a teia, para criar belas mensagens. Posso ser também
dispensável. (Fazer o quê?) sou o advérbio, muito prazer!

Texto de Silvana Marcelo)

Proposta de Produção de texto:

Coloque se no lugar de uma classe gramatical, entenda a língua como um fato


humano, recheado de coisas humanas, possibilitando, por isso que nos
identifiquemos e que tenhamos afinidades com tais e tais classes. Experimente
você:
Escolha uma classe gramatical e, a partir de uma pesquisa ( que dará consistência
à reflexão), produza um texto, personificando a classe escolhida.

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ADVÉRBIO, MUITO PRAZER!


Se eu fosse uma classe gramatical, desejaria ser o advérbio. Não porque sou
invariável, pelo contrário, vario muito – por indicar circunstância, e essa varia, como
varia! Além disso, modifico... ah, se modifico! Altero frases, palavras (verbos,
adjetivos e até “euzinho” mesmo – o advérbio). Assim são as pessoas, precisam
modificar suas ações, suas características – a si mesmas.

Além disso, posso transformar a frase mais proferida do mundo “Eu te


amo!” em mensagens extraordinárias: Eu te amo muito, eu te amo devagar, eu te
amo silenciosamente, eu te amo à noite, ao amanhecer, aqui, ali e sempre... Tenho,
ainda, o poder do desprezo: Eu te amo pouco, talvez nem ame, na verdade eu não
te amo. Nunca te amei.
Sou eu que intensifico tudo o que se diz, as verdades e as mentiras. Posso
fazer muito virar pouco e tudo virar nada, basta que eu seja empregado
corretamente. Determino onde as coisas mais e menos importantes irão acontecer.
Adorando viajar, levo a imaginação aos lugares mais inusitados, que podem ser
acolá; talvez ali; sim , adiante; depois, mais ao longe; nos seus sonhos. Por que
não?
Importante, é claro, mas nada sem as minhas amigas morfológicas,
principalmente aquelas as quais modifico. Sou parte deste fio que é a frase, dou
força ao texto, que é a teia, para criar belas mensagens. Posso ser também
dispensável. (Fazer o quê?) sou o advérbio, muito prazer!

Texto de Silvana Marcelo)

Proposta de Produção de texto:

Coloque se no lugar de uma classe gramatical, entenda a língua como um fato


humano, recheado de coisas humanas, possibilitando, por isso que nos
identifiquemos e que tenhamos afinidades com tais e tais classes. Experimente
você:
Escolha uma classe gramatical e, a partir de uma pesquisa ( que dará consistência
à reflexão), produza um texto, personificando a classe escolhida.

CLASSE GRAMATICAL

Jogo de muitos erros

Descubra quais são os erros relacionados às classes de palavras (pronomes,


substantivos, verbos, artigos preposições) nos textos abaixo:

Pronomes
Você deve ter cuidados com as tuas amizades. Cultive o pensamento positivo que
isso te trará bons fluidos para seu dia. Cuidado com as falsas amizades, não
esconda-se dos problemas. Repita em voz alta: “Eu devo aproveitar este dia para
mim resolver algo muito importante entre eu e meu chefe. Vou tratar-lhe com muita
gentileza.” Se encontrar seu namoradas, peça-la um beijo.

Substantivo O mergulho no
desconhecido
Que alegria quando nos identificamos com algum personagens, e como isso no
ajuda a entender melhor o sentido de nossas vivência. Sem falar de como é gostoso
entrar no mundos do faz-de-conta, imaginar, fantasiar.

Além de proporcionar entretenimento, nos divertindo com história engraçadas,


emocionantes ou cheiras de aventuras, os livro nos levam a mergulhar no
desconhecido, viajar em outros tempos e espaços, adquirir uma infinidade de
elementos de comparação e viver experiência diferentes, ampliando a dimensão de
nossa vidas e aprendendo a formular um pensamentos crítico próprio e inventivo.
(Ana Maria Machado)

Preposição Literatura: uma forma de ver o


mundo
Desde criança, a leitura me dá imenso prazer. Exercendo no mim, o fascínio da algo
mágico, intenso, estético. É a janela para onde o mundo entra no minha casa, no
minha vida. A literatura dirigiu meu pensamento, minha forma da ver o mundo. Eu
vivo e respiro literatura o tempo inteiro; quando não estou escrevendo livros meus,
estou traduzindo obras das grandes autores. (Lya Luft)

Verbo A literatura é como o


mar
A literatura ser como o mar, me banhamos o tempo todo. É ela que me permitem,
como jornalista, ter um olhar sempre diferenciados em relação ao mundo. Ela me
deu essa abastração romântica. Do ponto de vido pessoal, funcionaremos como
uma terapia, em levando a descobrir personagens e sentimentos. Acho que a
literatura é o caminho da descoberta de emoções, de novas possibilidades de
olharemos e de sentir. (Gilberto Dimenstein)

artigos Um livro amigo é....


... aquele que me impulsiona a ler cada vez mais.
... aquele que um gente conhece na juventude e nos acompanha pela vida toda.

....aquele que, mesmo não sendo extraordinário contribui para um formação de


nossa concepção de mundo.

...aquele que me faz ficar preso até o última página e que não me canso de
revisitar.

...aquele que nos enriquece e ao mesmo temo nos dá prazer.

O caracoll e a música
A poesia é conhecimento, salvação, poder, abandono. Operação capaz de
transformar o mundo, a atividade poética é revolucionária por natureza; exercício
espiritual, é um método de libertação interior. A poesia revela este mundo; cria
outro. Pão dos eleitos; alimento maldito. Isola; une. Convite à viagem; regresso à
terra natal. Experiência inata. Visão, música, símbolo. Analogia: o poema é um
caracol onde ressoa a música do mundo...

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