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22744_9_FO_Contabilidade_Geral_II

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  • I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO
  • 2. BALANCETE DE VERIFICAÇÃO
  • Tipo de Lançamentos de Rectificação e Regularização
  • 4. BALANCETE RECTIFICADO
  • 5. APURAMENTO DE RESULTADOS
  • 6. BALANCETE FINAL
  • 8. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
  • 9. ANEXOS AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
  • Origens e Aplicações de Fundos
  • 11. ENCERRAMENTO DAS CONTAS
  • II. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO
  • 1. REABERTURA DAS CONTAS
  • 2. APLICAÇÃO DE RESULTADOS
  • Bibliografia
  • Índice Remissivo A

IEFP - ISG

Ficha Técnica

Colecção Título Suporte Didáctico Coordenação e Revisão Pedagógica Coordenação e Revisão Técnica

MANUAIS PARA APOIO À FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS

Contabilidade Geral II Guia do Formando IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional Departamento de Formação Profissional

ISG – Instituto Superior de Gestão Gracinda Santos/ISG IEFP ISG ISG JERAMA – Artes Gráficas, Lda.
Instituto do Emprego e Formação Profissional, Av. José Malhoa, 11 1099-018 Lisboa

Autor Capa Maquetagem Montagem Impressão e Acabamento Propriedade Edição Tiragem Depósito Legal ISBN

Portugal, Lisboa, Dezembro de 2004 1000 exemplares 218232/04 972-732-910-1

Copyright, 2004 Todos os direitos reservados ao IEFP Nenhuma parte deste título pode ser reproduzido ou transmitido, por qualquer forma ou processo sem o conhecimento prévio, por escrito, do IEFP

Contabilidade Geral II

Guia do Formando

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......................................... 163 RESOLUÇÕES ............................................................................................................. Anexos ao Balanço e Demonstração de Resultados..................... 171 Contabilidade Geral II Guia do Formando ......................... 14 4................................................................................ 164 BIBLIOGRAFIA..... 40 5........................................................................................................................................................... 118 11.................................................... Balancete de Verificação....................................................................................................................... 134 II................................................ 145 1..................................................................................................................................................................................... 6 3................................ Lançamento de Rectificação e Regularização.............................................................................................................................................. 169 ÍNDICE REMISSIVO ............. 167 GLOSSÁRIO ... 88 8.................................................................................................................... Demonstração das Origens e das Aplicações de Fundos ........................................................................................................................................................... TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO................................................................ Reabertura das Contas ................................................................DOAF (Anteriormente Designada Mapa de Origens e Aplicação de Fundos) ............................................................... Balancete Final...................................... TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO.............. Noção ..................................................................................................................................... Balanço...... Encerramento das Contas................... Apuramento de Resultados........................................................................................................................................................................... Demonstração de Resultados ........................................................................... Balancete Rectificado................................... 1 1.. Aplicação de Resultados................ 78 7..................ÍNDICE GERAL IEFP Índice Geral I........................... 98 9.. 50 6........................................................................................................................................................................ 114 10................................................. 148 2...................................... 4 2............................................................. 152 QUESTÕES E EXERCÍCIOS ...............................................

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

CONTABILIDADE GERAL II

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

IEFP

Objectivos No final desta unidade temática o formando deverá estar apto a: • • registar todas as operações necessárias ao apuramento de resultados e encerramento de contas; efectuar o preenchimento e elaboração dos mapas obrigatórios e respectivos anexos.

Temas: 1. Noção 2. Balancete de verificação 3. Lançamento de rectificação e regularização 4. Balancete rectificado 5. Apuramento de resultados 6. Balancete Final 7. Balanço 8. Demonstração de Resultados 9. Anexos ao Balanço e Demonstração de Resultados 10. Demonstração das Origens e das Aplicações de Fundos (anteriormente designada Mapa de Origens e Aplicação de Fundos) 11. Encerramento das Contas • • • Resumo Questões e Exercícios Resoluções
I 3

Contabilidade Geral II

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Trata-se de uma fase de conferências e validações.Trabalhos preparatórios à preparação das demonstrações financeiras. noutro conjunto de dados apresentados de forma normalizada para permitirem comparações e análises diversas. O balancete final ou de apuramento de resultados. Fase de preparação dos documentos a apresentar aos diversos utilizadores da informação financeira de cada organização. O apuramento de resultados. Demonstração de Resultados. Lançamentos de encerramento ou de fecho. NOÇÃO Os trabalhos de fim de exercício envolvem a transformação de um conjunto de dados. tais como 1. I 4 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 2. e pode ser total ou parcialmente automática. 4. 5. Estes trabalhos englobam três fases distintas: • Fase 1 . Balancete de fecho. 3. sendo estas compostas por: 1. Anexos ao Balanço e Demonstração de Resultados.IEFP I. O balancete rectificado ou de inventário. procedimentos a desenvolver e mapas a elaborar em cada uma das fases que o compõem.Encerramento das Contas. É a fase operacional. • Fase 3 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Neste capítulo vamos estudar o trabalho contabilístico de fim de exercício. Demonstração das Origens e da Aplicação de Fundos . Balanço. engloba: 1. 4. 3. 2. coligidos manual ou automaticamente e armazenados de forma automática.Elaboração propriamente dita das demonstrações financeiras. O inventário geral e o balancete de verificação. Os lançamentos de rectificação e regularização ou a chamada regularização e rectificação de contas. • Fase 2 . 2. 1. Corresponde ao fecho efectivo do exercício contabilístico e ao início do novo exercício contabilístico.

Contabilidade Geral II Guia do Formando I 5 .I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Esquematicamente podemos ter: Trabalho corrente efectuado mensalmente ↓ Balancetes de verificação ↓ Lançamentos de rectificação e regularização ↓ Balancete rectificado ↓ Demonstração de Resultados ↓ Lançamentos de Apuramento de Resultados ↓ Balancete de Apuramento de Resultados ↓ Balanço ↓ Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados ↓ Demonstração de Origem e Aplicações de Fundos O trabalho corrente já foi alvo de estudo anterior pelo que vamos iniciar o nosso estudo a partir da etapa .Balancetes de verificação.

devendo incluir-se nas demonstrações financeiras dos periodos a que respeitam. nomeadamente: • • • Princípio da continuidade – Considera-se que a empresa opera continuadamente. indepenedentemente do seu recebimento ou pagamento. I 6 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Principio da especialização ou do acréscimo – Os Proveitos e os custos são reconhecidos quando obtidos ou incorridos. no seu capítulo 5. inventário das contas de terceiros e de disponibilidades. Principio da prudência – Significa que é possivel integrar nas contas um grau de precaução ao fazer as estimativas exigidas em condições de incertez sem. Principio do custo histórico – Os registos contabilisticos devem basear-se em custos de aquisição ou de produção. designadamente: • • • inventário das existências. Principio da materialidade – As demosntrações financeiras devem evidenciar todos os elementos que sejam relevantes e que possam afectar avaliações ou decisões pelos utentes interessados. Principio da substância sobre a forma – As operações devem ser contabilizadas atendendo à sua substância e à realidade financeira e não apenas à sua forma legal. quer a escudos nominais. direitos e obrigações existentes no património de cada empresa implica a sua determinação. das dívidas de terceiros e a terceiros. descrição e valorização.IEFP I. quer a escudos constantes. previstos no Plano Oficial de Contabilidade no seu capítulo 4. Inventário Geral A inventariação dos bens. inventário do imobilizado. É necessário fazer a verificação destes saldos em função dos saldos reais que através do inventário geral vão ser determinados. Por vezes existem divergências entre estes valores. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2. BALANCETE DE VERIFICAÇÃO Este balancete dá a conhecer os saldos contabilísticos. permitir a criação de reservas ocultas ou provisões excessivas ou a deliberada quantificação de activos e proveitos por defeito ou de passivos e custos por excesso. Além dos critérios valorimétricos há ainda que respeitar os princípios de contabilidade geralmente aceites. • • • • O inventário geral é obtido pela soma dos diversos inventários parcelares. Principio da consistência – Considera-se que a empresa não altera as suas politicas contabilisticas de um exercicio para o outro. contudo. com duração ilimitada. O Plano Oficial de Contabilidade (decreto-lei nº 410/89 de 21 de Novembro) determina os critérios de valorimetria que deverão ser aplicados na inventariação das disponibilidades. nas existências e nas imobilizações.

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

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Vamos analisar cada um deles em particular.

O Inventário das Existências

Aplicado nas empresas comerciais e industriais, não se resume a uma simples contagem de existências, pois tem que ter em conta um conjunto de regras relacionadas com: • a definição da data de separação dos dois exercícios ou dos dois períodos de contabilização, chamada a data de “cut-off”, ou seja, a data--limite para considerar os movimentos contabilísticos e respectivos movimentos reais de mercadorias ou de produtos.

Imaginemos que a contabilização das facturas relativas às matérias primas adquiridas não é efectuada imediatamente com a entrada das mesmas, pois as matérias primas são acompanhadas da guia de remessa e a factura é endereçada à empresa por correio. Pode acontecer que esta factura só seja recepcionada durante a primeira semana de Janeiro do ano (N+1), logo, no inventário de 31/12/N as matérias primas já estão em armazém, mas não estão registadas na contabilidade.

Para evitar distorções deverão ser verificadas: • • • • as últimas facturas de compras e de vendas e sua movimentação física nos armazéns; os últimos registos de entradas e saídas de armazém e sua movimentação contabilistica; todos os documentos referentes a devolução aos fornecedores ou dos clientes; as transferências verificadas entre armazéns, para evitar duplicações ou omissões.

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

As contagens devem ser efectuadas com rigor e método, devendo ser definidos de uma forma muito objectiva os seguintes factores: • a unidade da contagem - se observarmos a figura junta, constatamos que as caixas de cartão não apresentam um tamanho uniforme, há portanto que classificá-las e contá-las dentro dessas classificações; a hora de realização da contagem - esta deverá ser definida de acordo com as possibilidades dos intervenientes, não esquecer que se for efectuada com o novo exercício iniciado, há que corrigir as entradas e saídas respectivas; o método da contagem - dependendo do número de itens diferentes a contar e da sua diversidade assim se analisa se é possível fazer uma contagem integral ou por amostragem; (Amostragem - processo de selecção de partes de um todo que nos permitem retirar conclusões sobre esse todo). Este método depende também do tipo de inventário utilizado, se for o inventário permanente existirão listagens actualizadas que poderão ser confirmadas por amostragem, se for o inventário intermitente poderá ser necessário fazer uma contagem exaustiva de todos os bens. • os intervenientes - as pessoas que vão efectuar as leituras e medições, (tem que se definir quem observa o quê e em que medida, acautelando sempre o principio da segregação de funções). (Principio da segregação de funções - o executante de uma tarefa não deve ser o único interveniente na inventariação dos grandezas associadas a essa tarefa). Os intervenientes deverão assinar as listagens de inventário.

As existências podem ser valorizadas através de vários Métodos de Custeio, nomeadamente: • • • • • Custo Especifico; Custo Médio Ponderado; FIFO – First In First Out; LIFO – Last In Fist Out; Custo Padrão;

Este Métodos variam entre si pela forma como é efectuada a valorização dos bens saídos de armazém e consequentemente a valorização dos que ficam.

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

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O Inventário do Imobilizado

As empresas devem manter actualizados ficheiros relativos aos seus bens de imobilizado. O artigo 51 do Código do IVA indica quais os elementos que devem constar desse registo: 1. Número de código; 2. Descrição do bem; 3. Localização do bem; 4. Data de aquisição; 5. Identificação do fornecedor; 6. Data de entrada em funcionamento; 7. Vida útil estimada; 8. Data do início da amortização; 9. Taxa anual de amortização; 10. Valor do IVA suportado ou deduzido; 11. Classificações contabilísticas; 12. Reavaliações verificadas; 13. Seguros; 14. Contratos de assistência.

O inventário de imobilizados tem que responder não só à verificação da existência dos bens, mas também à verificação daqueles que se encontram obsoletos e dos que não estando em uso apresentam características de bom funcionamento. Teremos um registo do seguinte tipo:
Nº 1 2 Descrição Mesa reuniões Computador Local Sede Fábrica Data aquisição Data utilização Fornecedor Preço aquisição Vida útil Mai-95 Jun-97 Mai-95 Jan-98 Mobel1 COPX 59.000 10 400.000 3

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Esta prática é denominada de reconciliação de contas. I 10 Guia do Formando Contabilidade Geral II . deveremos efectuar: • contagens de caixa. 6. 70 u. 25.m.000 u. ou seja contar o dinheiro físico existente nos cofres da empresa no final do ano. 205. 10 u.m. 197. 1.m.000 u.000 u. compatibilizar os saldos evidenciados pelos bancos.570 u. Ao fazermos uma contagem de caixa vamos elaborar um registo onde consta o número de notas e de moedas de cada valor.m.m.m.m.m. isto é.m.000 u. 100 u.m.000 u. com os da empresa.000 u. aos devedores e aos credores que nos confirmem o valor do saldo das nossas contas.000 u. 1. 60.m. Quando obtemos a resposta é necessário comparar o saldo que temos na contabilidade com a informação fornecida pelas entidades que foram alvo da circularização.500 u. Total em notas 200 u.m.000 u. 7.m. por exemplo da seguinte forma: Contagem de caixa em 31/12/N efectuada por António Euro Quantidade Descrição 10 5 30 12 1 30 10 50 14 notas notas notas notas notas moedas moedas moedas moedas Total em moedas Total do caixa Valor unitário 10. 2. 12. aos clientes e aos fornecedores.IEFP I.m.m. clientes ou fornecedores. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO O Inventário das Contas de Terceiros e de Disponibilidades Para garantir que os saldos evidenciados na contabilidade nas contas de Disponibilidades e de Terceiros são os verdadeiros.m. Quando os saldos não são coincidentes vamos efectuar a sua reconciliação.m. 500 u.m.m. pedir aos bancos com que a empresa trabalha. aos bancos.m.000 u. 5 u.070 u. 500 u. ou seja.000 u.m. 500 u. Valor total 100. • circularização de saldos. 5.

ou cheques que não chegaram a ser utilizados por terem sido anulados.são depósitos que já estão considerados como recebidos na nossa contabilidade mas ainda não chegaram ao banco. Quando detectados. diminuir os movimentos a débito que estão na contabilidade da empresa mas ainda não constam do saldo bancário no banco.I. são situações de erro que devem ser corrigidas. estes movimentos devem ser lançados na contabilidade tendo como suporte a cópia do extracto de conta. • • • A reconciliação dos saldos pode-se fazer da seguinte forma: • Ao saldo apresentado pela conta bancária na contabilidade da empresa vamos: 1. outros movimentos constantes dos registos bancários mas não dos contabilísticos . débito de despesas. outros movimentos constantes dos registos contabilísticos mas não dos movimentos bancários podem existir valores lançados por erro numa conta bancária que são de outra. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 11 . logo entre a data em que o cheque sai da empresa e a data em é descontado esse cheque consta dos registos da empresa mas não consta dos registos do banco.a empresa emite os cheques e lança-os na contabilidade nessa altura. cheques por descontar . adicionar os movimentos a crédito que estão na contabilidade da empresa mas ainda não constam do saldo bancário no banco.podem existir valores referentes a operações bancárias cujos documentos ainda não foram recepcionados na empresa. mas que a empresa ainda contabilizou. ou pelo contrário são depósitos efectuados por terceiras entidades que já estão movimentados na conta bancária. devoluções de cheques. diminuir os movimentos a crédito que estão no saldo bancário do banco mas ainda não constam da contabilidade da empresa. 2. 4. • Depois destas operações chegamos ao valor apresentado pelo banco para o saldo da nossa conta bancária. mas apenas seja agrafado ao documento do lançamento já efectuado anteriormente. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP No caso dos bancos as diferenças podem ocorrer por existirem: • depósitos em trânsito . 3. adicionar os movimentos a débito que estão no saldo bancário do banco mas ainda não constam da contabilidade da empresa. É necessário um cuidado acrescido para que ao recepcionarmos o documento definitivo não seja efectuado outro lançamento. nomeadamente débito ou crédito de juros. os beneficiários só procedem ao desconto desses cheques quando os recebem.

12.saldo credor de 123 u. No tocante à conta de empréstimos está tudo correcto.saldo devedor de 100.saldo devedor de 150 u.. . Saldo da conta bancária na empresa Saldo da conta bancária no banco . que ainda não foi recepcionado na empresa. Teríamos a seguinte folha de reconciliação bancária. enquanto na conta de depósitos à ordem o mesmo não acontece.123 u. Movimento a crédito no banco e não considerado pela empresa . solicitamos a v/ resposta no envelope selado que anexamos.m.saldo credor de 100.N: Conta de Depósitos à ordem nº 123456 ____________ Conta de Empréstimos nº 987654 _____________ Antecipadamente gratos.m. Vimos pela presente solicitar que nos informem dos saldos apresentados pelas seguintes contas à data de 31.27 u. Vamos observar o extracto bancário e detectamos que existe um cheque devolvido do cliente X.m.m. I 12 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 u. Conta de Empréstimos nº 987654 . que está por lançar no valor de 27 u. Na contabilidade da empresa os saldos apresentados são: Conta de Depósitos à ordem nº 123456 .m. Conta de Empréstimos nº 987654 .m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exemplo de carta a dirigir ao banco para circularização de saldos: Ao Banco Avenida Lisboa Exmos senhores.m.m. A resposta do banco Avenida informou que os saldos eram os seguintes: Conta de Depósitos à ordem nº 123456 .000 u.+ 150 u.IEFP I.

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

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No final do ano devemos efectuar este movimento e tentar que o documento chegue o mais rápido possível. Também aos clientes e fornecedores devem ser dirigidas cartas a solicitar a confirmação dos saldos evidenciados na contabilidade, neste caso as cartas podem mencionar os saldos pedindo aos clientes e fornecedores que assinalem se estão ou não de acordo com o valor apresentado, ou não indicar o valor e esperar que os clientes e fornecedores nos informem do seu saldo.

Exemplo de carta dirigida a um cliente: Ex.mos. Senhores Francisco Pinguins Lda Lisboa Exmos Senhores, Vimos pela presente solicitar que nos informem se concordam com o seguinte saldo evidenciado pela conta corrente nos nosso livros contabilísticos, à data de 31.12.N. O saldo é de 1.250.000 u.m. a nosso favor: Concordo ________ Não concordo _________ o saldo é de _____________ . Queiram fazer o favor de devolver esta carta devidamente assinada no envelope selado que juntamos. Antecipadamente gratos,

Se o cliente responder que concorda, está tudo bem. Se o cliente responder que não concorda e indicar qual o seu saldo, vamos reconciliar os dois saldos e identificar as diferenças. Imagine que este cliente informa que só nos deve 1.000.000 u.m.. Vamos observar o extracto da primeira semana de Janeiro do ano N+1 e confirmamos que foi recepcionado a 2 de Janeiro um cheque de 250.000 u.m., cheque este datado de 28/12/N. Está justificada a diferença, o cliente já tem o cheque abatido na sua contabilidade em 31.12.N, mas nós ainda não.

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

3. LANÇAMENTO DE RECTIFICAÇÃO E REGULARIZAÇÃO Os lançamentos de rectificação e de regularização apoiam-se nos inventários. Estes lançamentos tem por objectivo adequar os saldos contabilísticos aos saldos reais apurados pelos inventários. Tipo de Lançamentos de Rectificação e Regularização

Divergências entre os Saldos Contabilísticos e os Valores Apurados no Inventário Devidas a Erros ou Omissões

Nomeadamente: • • • • • • Falhas de Caixa; Diferenças entre os saldos das contas de bancos e os extractos correspondentes; Movimentos anormais de stocks; Facturas não lançadas de clientes ou fornecedores; Imobilizados alienados e não evidenciados na contabilidade. Falhas de Caixa;

Ao verificarem-se os valores existentes no Caixa podemos detectar diferenças entre o valor constante do balancete e o valor físico em dinheiro.São as denominadas Falhas de Caixa. Devemos determinar a razão de ser destas diferenças e efectuar os movimentos respectivos. Exemplo Considere que o saldo de caixa apresentado no balancete era de 100 u.m., mas no inventário efectuado em 31.12.N o valor existente era de 95 u.m., sendo a diferença da responsabilidade do tesoureiro. Efectuamos o seguinte lançamento: 1 26 - Outros Devedores e Credores 262 - Pessoal 2629 - Outras operações com o pessoal a 11 Caixa Diferença apurada em caixa ------------------------//--------------------------5 5

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O saldo da conta Caixa fica corrigido sendo o tesoureiro responsável pela diferença. Consideremos agora que esta diferença não era da responsabilidade de ninguém, tratou-se de um documento indevidamente eleborado, sendo considerada a diferença uma falha de caixa a contabilizar em custos extraordinários. Teriamos o seguinte lançamento: 2 69 – Custos e Perdas Extraordinárias 698 – Outros Custos e Perdas Extraordinárias 6983 – Diferença de Caixa a 11 Caixa Diferença apurada em caixa ------------------------//--------------------------5 5

Diferenças Entre os Saldos das Contas de Bancos e os Extractos Correspondentes

Conforme já referimos anteriormente, os saldos apurados no Inventário podem ser diferentes do balancete. Devemos em primeiro lugar encontrar justificação para essas diferenças e: • corrigir os lançamentos, quando se detectem erros, ou; • efectuar os lançamentos que sejam perfeitamente identificados em termos de cabimento no exercício económico que estamos a encerrar. Exemplo Ao efectuarmos as reconciliações bancárias referentes a 31/12/N das duas contas bancárias de que a empresa é titular, detectámos os seguintes factos: • Conta 129 - Banco do Sul - não está lançado na contabilidade o cheque número 800435 de 10.000 u.m. descontado no banco em 15/12/N; • Conta 126 - Banco do Oriente - a contabilidade apresenta um lançamento referente a um cheque com o número 800435 de 10.000 u.m. que não se encontra descontado no banco; Como podemos constatar trata-se do mesmo cheque, vamos efectuar o movimento de regularização: 2 12 - Depósitos à ordem 126 - Banco do Oriente a 12 - Depósitos à ordem 129 - Banco do Sul Regularização cheque 435 ------------------------//--------------------------10.000 10.000

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cada e pelo inventário físico apenas se encontraram 450 peças.Mercadorias 321 . através do inventário de existências. detectar diferenças substanciais.m.000 Uma empresa que utilize o Sistema de Inventário Permanente pode.Peças Regularização de existências ------------------------//--------------------------500 500 I 16 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Juros Obtidos 7815 Outras aplicações de tesouraria Contabilização dos juros da aplicação Nº3 12 .Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 612 . referentes a 950 peças pelo valor unitário de 10 u. tendo havido retenção na fonte de IRC de 20%. Temos que analisar todos os movimentos de entrada e saída em armazém para justificar esta diferença e concluímos que não foi dada saída das mercadorias referentes a uma venda de 500 peças cujo custo era de 10 unidade.m.500 u.. podemos efectuar o lançamento e quando for recepcionado o documento respectivo juntá-lo-emos ao lançamento já efectuado: 3 Diversos a 78 Proveitos e Ganhos Financeiros 781 . Exemplo O balancete evidencia um valor de 9.m.Depósitos à ordem 126 .IEFP I.Mercadorias a 32 .Estado e outros entes públicos 241 Imposto sobre o rendimento 2412 Retenções na fonte ------------------------//--------------------------Movimentos Anormais de Stocks 800 200 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Se na mesma reconciliação bancária for evidenciado que em 31/12/N foram-nos creditados pelo Banco do Oriente os juros da aplicação financeira Nº1 que se venceu nessa data no valor de 800 u. Vamos efectuar o lançamento correspondente: 4 61 .Banco do Oriente 24 .

TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Facturas Não Lançadas de Clientes ou Fornecedores Algumas facturas dos últimos dias do ano podem estar por lançar.. não estando registado o seu abate.Amortizações acumuladas 12 . Exemplo Estava por pagar e por registar uma factura do fornecedor Artez Lda. • Valor de aquisição de 5. de material de escritório no valor de 170 u. 5 62 .Imobilizações corpóreas 79 – Proveitos e ganhos extraordinários ------------------------//--------------------------4.m..Fornecimentos e serviços 62217 . com especial cuidado no encerramento do ano.250 u.000 u.250 5. as informações relativas a esta máquina são as seguintes: • Aquisição no ano N-4.Fornecimentos e serviços externos 622 . • Valor de venda de 1. • Amortizações acumuladas na data da venda de 4..000 u.250 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 17 . Vamos efectuar o correspondente lançamento de abate: 6 Diversos a Diversos Alienação da máquina 1234 48 .m..Material de escritório a 26 Outros devedores e credores 268 Devedores e credores diversos 2681 Artez Lda ------------------------//--------------------------170 170 Imobilizados Alienados e Não Evidenciados na Contabilidade No inventário de imobilizados detectou-se que a máquina de código 1234 foi alienada.I. Devemos sempre efectuar os lançamentos dentro do respectivo mês.000 250 5.m.Depósitos à ordem a 42 .m.000 1.

Critérios de valorimetria dos imobilizados.000 64. Valor total para balanço: 58 000 u.m.IEFP I. o saldo final é composto por 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Divergências Entre os Saldos Contabilísticos e os Valores Apurados no Inventário Divergências entre os saldos contabilísticos e os valores apurados no inventário devidas à incorrecta aplicação de critérios valorimétricos.000 300 200 Preço unitário (u. A observância do principio da consistência obriga-nos a utilizar os critérios valorimétricos de uma forma consistente ao longo dos vários exercícios económicos.m.m.000 Descrição Existências iniciais Entrada Saída I 18 Guia do Formando Contabilidade Geral II . nomeadamente: • • Valorização das existências.m.m. Se em alternativa utilizasse o FIFO (First In First Out) o saldo final seria determinado da forma seguinte: Quantidade (unidades) 1.) 50 80 50 Saldo final (u.000 74.000 Como neste caso a empresa utilizou o LIFO (Last In First Out). e 100 unidades ao preço unitário de 80 u.000 74.) 50.m. porque a sua alteração provoca alterações significativas nos resultados apresentados.m.) 50 80 80 Saldo final (u.000 300 200 Preço unitário (u..000 58.) 50.000 unidades ao preço unitário de 50 u. Tomemos o seguinte exemplo: No inventário de existências observou-se a seguinte ficha de mercadorias: Descrição Existências iniciais Entrada Saída Quantidade (unidades) 1.

Acréscimos e Diferimentos é uma conta de ACTIVO com as sub-contas: 271 .Acréscimos de custos 274 . por exemplo: • Juros de depósito a prazo. na data de vencimento serão creditados na nossa conta de depósitos à ordem juros no montante de 900 u.Custos diferidos e uma conta de PASSIVO com as sub-contas: 273 .m.Acréscimos e Diferimentos.m. líquidos do respectivo imposto. Considere que uma empresa constituiu em 1/12/N um depósito a prazo com vencimento em 1/6/N+1.. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 19 . e 300 unidades ao preço unitário de 80 u. Valor total para balanço: 64 000 u. A conta 27 . 271 ..Acréscimos de proveitos . • Principio da prudência Princípio da Especialização ou do Acréscimo No sentido de permitir registar os custos e proveitos nos exercícios a que respeitam existe no POC a conta 27 .m. nomeadamente: • Principio da especialização ou do acréscimo.registo de proveitos do exercício a receber em exercícios seguintes.Proveitos diferidos Vamos analisar em que condições se utiliza cada uma delas.m.Acréscimos de proveitos 272 . Como podemos observar da aplicação não consistente dos critérios de valorimetria das existências podem surgir grandes divergências nos resultados e nos valores apresentados no balanço. proveitos/ganhos respectivos é necessário observar os princípios de contabilidade geralmente aceites. Aplicação dos Princípios Contabilísticos Para imputar ao exercício os custos/perdas. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP O saldo final é composto por 800 unidades ao preço unitário de 50 u.I.

m. I 20 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Custos diferidos . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Em 31/12/N temos que contabilizar os juros já vencidos mas cujo recebimento só ocorrerá em 6/N+1: Início 1/12 Proveito do ano N 31/12 Proveito do ano N+1 Recebimento dos juros 1/6/N+1 Em 31/12/N o valor dos juros a receber é de: 900 / 6 = 150 u.Acréscimos e diferimentos 271. que representam um custo futuro.registo de despesas ocorridas no exercício correspondentes a custos de exercícios seguintes: • • • Rendas e alugueres pagos por antecipação na utilização de bens imóveis ou móveis de terceiros. “juros à cabeça”.Juros a receber a 78 .Juros obtidos 7811 . Juros cobrados em operações financeiras em regime de desconto por dentro. 4 27 .Depósitos a prazo Juros a receber em N+1 ------------------------//--------------------------150 150 272 .IEFP I. Prémios de seguros pagos. cuja vigência ultrapassa o exercício económico.Proveitos e ganhos financeiros 781 .Acréscimos de proveitos 2711 .

a renda do estabelecimento no valor de 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exemplo Em Dezembro do ano N pagámos por cheque.m. referente ao mês de Janeiro do ano N+1.115 1.I. = 160 u.m. = 320 u. vamos efectuar o seguinte lançamento: 1 27 272 a 62 622 Acréscimos e diferimentos Custos diferidos Fornecimentos e Serviços Externos Fornecimentos e Serviços 1. O custo de 8 meses é de 8 x 40 u.m. no valor de 480 u. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 21 . O custo de 4 meses é de 4 x 40 u.m. Que se deve fazer? O custo não é só a este exercício económico mas também ao exercício económico seguinte: Início 1/9 31/12 Fim 31/8/N+ 1 Custo do ano N+1 8 meses Custo do ano N 4 meses O custo mensal é de 480/12 = 40 u..m.m.115 u. tendo sido contabilizado como custo do exercício na conta 62223 seguros. cujo período é de 1/9/N a 31/8/N+1.m.115 2721 Rendas de instalações 62219 Rendas e Alugueres Pagamento da renda de Janeiro ------------------------//--------------------------- Em Setembro do ano N foi pago o prémio do seguro de incêndio.

745 / 182 x 61 = 585 u.. sabendo que o prazo total é de 182 dias e que os dias decorridos de 1/9/N a 31/12/N são 121 devíamos efectuar o seguinte lançamento referente aos juros suportados (70.m.745 / 182 x 121 = 1. tendo o valor líquido recebido sido de 68.IEFP I.68.Custos e perdas financeiras 681 .160 68.. Custo do ano N+1 .255 = 1.m.Juros dos restantes 61 dias = 1.Juros de 121 dias = 1.Empréstimos obtidos Empréstimo obtido em 1/9/N 12 .Juros pagos ------------------------//--------------------------585 70. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO O lançamento a efectuar é o seguinte: 2 27 Acréscimos e diferimentos 272 Custos diferidos 2722 Seguros a 62 622 62 Fornecimento e Serviços Externos Fornecimentos e serviços Fornecimento e Serviços Externos 320 320 Rectificação do pagamento ------------------------//--------------------------- A mesma empresa obteve em 1/9/N um financiamento de 70.160 u.Empréstimos obtidos 27 .255 u.Depósitos à ordem 68 .m. cujos juros foram pagos antecipadamente.000 1.Juros suportados 6812 .m.Custos diferidos 2723 .745): Custo do ano N . 3 Diversos a 23 .255 I 22 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 .Acréscimos e diferimentos 272.000 u.

electricidade ou telefones.m.Empréstimos bancários a 27 .Juros a liquidar Juros a pagar em N+1 ------------------------//--------------------------1.Juros suportados 6811.08 50. Encargos com férias e subsídios de férias vencidos no exercício e cujo processamento ocorrerá no exercício seguinte.registo de custos do exercício a pagar em exercícios seguintes: • • • Juros de financiamentos obtidos.333 u.000.Acréscimos de custos 2733 . que se pagam em Janeiro respeitantes ao mês de Dezembro. por exemplo consumos de água.I.12.Acréscimos e diferimentos 273 . qual o movimento a efectuar em 31.Custos e perdas financeiros 681 .333 1.00 x -------.N? Início 1/9 Custo do ano N 31/12 Custo do ano N+1 Pagamento juros 1/3/N+1 Em 31/12/N o valor dos juros a pagar é de: 0.Acréscimos de custos .x 4 = 1.m. Exemplo A empresa Tudo Bem Lda contraiu um empréstimo de 50. em 1 de Setembro do ano N à taxa de juros de 8% ao ano com pagamento de juros ao semestre. Fornecimentos e serviços diversos que já se verificaram mas cujos documentos definitivos estão em falta.333 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 23 .000 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 273 . 12 1 68 .

000 12.700 u.Acréscimos e diferimentos 273 .Fornecimentos e serviços 62211 .Subsídio de férias 645 . no montante de 49 u.75% .m.m. e que os encargos sociais representam 23.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A mesma empresa não tinha ainda contabilizado o valor de encargos com férias e subsídio de férias para no ano N+1 relativos ao ano N. cuja factura apenas iremos receber em Janeiro de N+1. sabendo que o valor mensal de ordenados é de 12.Encargos sobre remunerações ------------------------//--------------------------Vamos agora contabilizar o consumo estimado de energia referente ao mês de Dezembro.Electricidade a 27 .Remunerações do pessoal 6421 . 24. O lançamento a efectuar é o seguinte: 2 Diversos a 27 .Acréscimos de custos 2732 .000 u.700 29. 12.Fornecimentos e serviços externos 622 .: 3 62 .m.700 u.000 u.700 I 24 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Custos com o pessoal 642 .Consumos a liquidar Energia a pagar em N+1 ------------------------//--------------------------49 49 12.total Encargos Total 0.Acréscimos de custos 2734 .IEFP I.000 u.000 12. que lançamento vamos efectuar? Férias Subsídio de férias Sub .m. 5.m.m. 29.000 u.000 5.2375 x 24.Vencimentos 6422 .Remunerações a liquidar Contabilização de férias e subsídio de férias a liquidar em N+1 64 .Acréscimos e diferimentos 273 .

Depósitos à ordem a 27 .450 u.registo de receitas ocorridas no exercício. como sejam os clientes que se mostrem difíceis de cobrar.. Respeita também a este princípio a constituição de provisões para fazer face a obrigações e encargos futuros.Proveitos diferidos . referente ao mês de Janeiro do ano N+1. correspondentes a proveitos de exercícios seguintes. por exemplo: • Rendas e alugueres recebidos Exemplo Recebemos em Dezembro do ano N a renda de uma loja que temos alugada.m.I. Exemplo de constituição de provisões para depreciação de existências: As existências em armazém foram avaliadas em 12.Proveitos diferidos 2741 . • apresentem dúvidas quanto à sua realização. ao valor de aquisição das referidas existências. é o caso dos títulos e das existências.Rendas recebidas Recebimento da renda de Janeiro N+1 ------------------------//--------------------------120 120 Princípio da Prudência O cumprimento deste princípio visa o registo das provisões do exercício por forma a efectuar as correcções dos valores dos activos que: • apresentem valores de realização inferiores aos do balanço.m. O preço de mercado era inferior em 950 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 274 .Acréscimos e diferimentos 274. o lançamento a efectuar será o seguinte: 4 12 . Contabilidade Geral II Guia do Formando I 25 .

m.Para depreciação de existências 6732 . 75 % para créditos em mora há mais de 18 meses e até 24 meses. 100 u.m.m. 100 % para créditos em mora há mais de 24 meses. obteve-se a seguinte informação em relação a atrasos de pagamento: 1 2 3 4 5 6 Dívidas a 30 dias Dívidas a 90 dias Dívidas a 120 dias Dívidas a 190 dias Dívidas a 380 dias Dívidas a em processo judicial 300 u.m.. 400 u. I 26 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 40 u.m. 410 u. 50 u. o lançamento a efectuar será o seguinte: 1 67Provisões do exercício 673 .Mercadorias Constituição de provisão ------------------------//--------------------------Exemplo de constituição de provisões para cobrança duvidosa: Relativamente ao saldo de clientes.Provisões para depreciação de existências 392 . 50 % para créditos em mora há mais de 12 meses e até 18 meses.m.IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos constituir provisão pelo valor de 950 u. nomeadamente: • • • • 25 % para créditos em mora há mais de 6 meses e até 12 meses.Mercadorias a 39 . 950 950 Vamos respeitar os critérios fiscais definidos no artigo 34 do Código do IRC.m.

.m.Dívidas de clientes a 28 . 10 u. ou seja 70 u.Para cobranças duvidosas 6711 .m.Provisões para Cobranças duvidosas 281 . 410 u. 50 u. 40 u.m..m. 100 u.m.m. 400 u.m.m.m.m.m.m.m. assim só teria que constituir a diferença entre 470 e 400 u..Dívidas de clientes Constituição de provisão ------------------------//--------------------------470 470 Imaginemos agora que esta empresa apresentava um saldo na sua conta de provisões de 400 u. 410 u. 50 u. Valor provisão 0 u. o lançamento seria: 3 67 671 a 28 Provisões do exercício Para cobranças duvidosas Provisões para Cobranças duvidosas 70 70 6711 Dívidas de clientes 281 Dívidas de clientes Reforço de provisão ------------------------//--------------------------- Contabilidade Geral II Guia do Formando I 27 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Assim teremos o seguinte valor de provisões: Divida 30 dias 90 dias 120 dias 190 dias 380 dias em processo judicial Total Escalão N/A N/A N/A 6 a 12 meses 12 a 18 meses Total Taxa 0 0 0 25% 50% 100% Valor dívida 300 u.m. O lançamento a realizar será o seguinte: 2 67Provisões do exercício 671 . 0 u. 0 u. 470 u.I.m.m.

32 . O lançamento a efectuar seria o seguinte: 4 28 Provisões para Cobranças Duvidosas 281 Dívidas de clientes a 79 Proveitos e Ganhos Extraordinários 796 Redução de amortizações e de provisões 7962 Provisões Redução de provisão ------------------------//--------------------------30 30 Movimentação das Contas de Existências para Apuramento do Custo das Vendas e da Variação da Produção • • hipótese de utilização do sistema de inventário permanente.m. teria que reuzir em 30 u. Quando estamos perante uma redução da necessidade de provisões.Compras (devedor). 38 . o custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Se a empresa apresentasse um saldo de 500 u. Quando se utiliza o inventário intermitente o apuramento do custo das existências vendidas ou consumidas vai ser efectuado com base nas contagens físicas dos stocks. através dos registos contabilísticos. o seu saldo. A principal característica que diferencia estes dois tipos de inventário é o facto de no primeiro podermos permanentemente determinar. Nas empresas que utilizam este tipo de inventário as seguintes contas vão apresentar saldos: • • • 31 . hipótese de utilização do sistema de inventário intermitente. As contagens físicas efectuadas na inventariação são muito importantes como meio de controlo. I 28 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Salvo se existirem diferenças entre os valores contabilísticos e os valores de inventário.IEFP I.Mercadorias (devedor).Regularização de existências (devedor ou credor). não há necessidade de efectuar qualquer movimento contabilístico para apuramento do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas. ou seja variação negativa da estimatiova de riscos entre dois periodos contabilisticos consecutivos temos que utilizar um conta de Proveitos Extraordinários.

Ef Ei . • 32 .Existências inicias C . Vamos efectuar os movimentos de apuramento do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas: 1.000 100.Mercadorias .Compras Reg .000 u. pelo Custo das Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas. 3.000 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 29 . saldar a conta de compras por contrapartida da respectiva conta de existências.Saldo devedor de 100.I.Regularização de existências . debitando assim a conta 61 (CMVMC).Regularizações Ef .. creditar a conta de existências pelo valor dos consumos efectuados. saldar a conta de compras por contrapartida da respectiva conta de existências: 1 32 .Existências finais Exemplo As contas da empresa apresentam os seguintes saldos: • 31 ..Existências a 31 . • 38 .Compras .m.Reg .Compras Saldar conta de compras ------------------------//--------------------------100. saldar as contas de regularizações por contrapartida da respectiva conta de existências.m. 2.Saldo devedor de 2.Saldo credor de 400 u.000 u.m.250 unidades monetárias. iremos: 1. ou seja. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Para apurarmos o custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas (valor a constar na conta 61). O CMVMC é determinado da seguinte forma: CMVMC = Ei + C . Do inventário realizado em 31/12/N soube-se que as existências finais ascendem a 1.

350 100.000 Saldo final = Ef = 1.1.250 = 100.000 (2) (1) 100.Mercadorias 2.250 38 .350 100.000 .350 Os lançamentos no razão serão: 31. creditar a conta de existências pelo valor do Custo das Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas por contrapartida da conta 61.Existências Apuramento do CMVMC ------------------------//--------------------------100.400 . CMCMC = 2.Regularização de existências (2) 400 400 I 30 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 (1) e 32 .Compras 100.CMVMC a 32 .000 (3) 400 100.IEFP I.350 3 61 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2.Regularização de existências a 32 .Existências Saldar conta de regularizações ------------------------//--------------------------400 400 3. saldar as contas de regularizações por contrapartida da respectiva conta de existências: 2 38 .000 + 100.

As amortizações estão enquadradas pelo Decreto Regulamentar nº2/90 de 12 de Janeiro. A vida útil dos bens é o periodo durante o qual se reintegram ou amortizam os bens integralmente. assim é expressa em anos ou meses. Assim um equipamento adquirido em 1998 pelo valor de 10.I.000 u.350 Contabilização de Amortizações do Exercicio Anualmente são contabilizados os valores correspondentes á parcela proporcional á vida útil de cada bem a titulo de depreciação na rubrica de Amortizações. efectuando-se o seguinte lançamento: 1 a 66 – Amortizações do exercicio 662 – Imobilizações corpóreas 42 – Imobilizações Corpóreas 423 – Equipamento Básico Amortização anual Máquina X ------------------------//--------------------------2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 61 .m.Custo Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas (3) 100. Neste Decreto estão definidos os diversos métodos de amortização e as taxas máximas e minimas a que as mesmas podem ser calculdas. cuja vida util estimada é de 5 anos poderá ser amortizado nesses cinco anos em parcelas mensais de 2.000 2.000 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 31 .m.000 u.

N um saldo contabilístico na conta de depósitos à ordem devedor de 4.. com data de 28/12/N. 8 u.m. 4 u. 4. beneficiários ainda não apresentaram a desconto junto do banco: cheque 123 .15 u. no extracto de conta bancário está debitado o valor de 125 u. referente ao pagamento de juros ocorrido em 31/12/N.220 u. 2. estava lançado.m.510 u.m. 7 u.m. em 31/12/N foram considerados depositados cheques no valor de 923 u. que. A empresa Z Lda apresentava em 31.. por problemas com o carro do paquete. constam do extracto da empresa um conjunto de cheques cujos.m.m.m. 3. cheque 148 cheque 145 cheque 540 cheque 840 4 u.12. apenas chegaram ao banco a 2/1/N+1. no extracto de conta bancário a devolução do cheque do cliente Alberto Lda. a empresa ainda contabilizou este facto por não ter recebido o respectivo aviso de débito bancário. No entanto. I 32 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercícios Propostos 1.m.IEFP I.m..m. efectue a reconciliação dos dois saldos e prepare os lançamentos de rectificação ou de regularização a efectuar antes do encerramento de N: 1. no valor de 800 u.m. Tendo presentes as informações a seguir indicadas. o saldo evidenciado na mesma data pelo seu extracto bancário era de 2. cheque 432 .100 u.

Corrigir o depósito não efectuado.Depósitos à ordem Estorno de lançamento ------------------------//--------------------------2.Juros suportados a 12 .510 Lançamentos a realizar: 1.I.Custos e perdas financeiras 681 .Clientes c/c a 12 .Depósitos à ordem Juros debitados em 31/12/N ------------------------//--------------------------125 125 800 800 923 923 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 33 . Lançar o cheque devolvido do cliente Alberto Lda. efectuar lançamento de estorno do depósito inicial: 1 21 .Clientes c/c a 12 . Lançar os juros debitados pelo banco.200 -923 -800 +138 -125 2. 3 68 .Clientes 211 .Clientes 211 .Depósitos à ordem Cheque devolvido de Alberto Lda. 2 21 . ------------------------//--------------------------3. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resolução 1 2 3 4 5 6 Saldo da conta de depósitos à ordem na nossa contabilidade Depósito não efectuado Cheque devolvido por lançar Cheques não descontados Juros debitados Saldo na conta de depósitos à ordem no Banco 4.

m.500 50 11.m.Silva Santos Lda..250 I 34 Guia do Formando Contabilidade Geral II . composto pelas seguintes facturas: • • • Factura 43 .m.” O fornecedor informou-nos que o saldo a seu favor é de 5.Trabalhos especializados a 26 – Outros Devedores e Credores 268 – Devedores e Credores Diversos 2682 . Factura 43 1.500 u.250 u. Com base nos elementos seguintes pretende-se que efectue a conferência da conta corrente do fornecedor de serviços informáticos “Silva Santos Lda.Fornecimentos e Serviços Externos 62236 .250 u. em 31/12/N.IEFP I.500 4. O lançamento a efectuar é o seguinte. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2.950 4. 1 62 .4.450 4.500 1.950 Débito Crédito 1.m.800 u. de 9/N Na nossa contabilidade o extracto de conta corrente do referido fornecedor apresenta o seguinte movimento: Data Janeiro Fevereiro Março Abril Abril Agosto Setembro Movimento Factura 2 Factura 35 Pagamento facturas 2 e 35 Factura 40 Pagamento factura 40 Factura 50 Factura 55 Totais Saldo antes dos lançamentos Saldos após os lançamentos 6. de 6/N Factura 50 .1. de 8/N Factura 55 55 u.m.000 500 Resolução Após a reconciliação da nossa conta com os valores apresentados pelo nosso fornecedor constatamos que não foi efectuado o lançamento da factura 43 de 1. que por lapso foi tomada por um recibo e como tal arquivada sem qualquer lançamento contabilístico.000 0 4.

000 u.224.333 9.400 92. Empresa dos Parafusos Unidos Lda..333 0 0 0 0 257.467 16.800 Informações complementares: • As remunerações de férias e respectivo subsídio a processar no ano N+1 relativas ao trabalho prestado no ano N.333 36.000 83.75%.867 10.200 35.333 0 0 0 83.333 8.067 831. foram pagos ascendem a 12.000 333.933 11.000 123.067 324.600 54. sendo os encargos de 23.224.600 0 0 16. Conta Nome da Conta Saldo Devedor 11 12 15 19 21 22 24 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 62 64 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários 14. Com base no balancete de verificação seguinte efectue os lançamentos de regularização decorrentes do trabalho de inventário.667 0 0 0 0 3.267 4.041.467 12.200 0 200.I.m.133 16.000 15.000 176.800 Saldo Credor 0 0 0 4.000 30. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 35 .467 92.600 0 0 1.639.000 0 382.200 0 0 0 0 4.333 214.400 0 284. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 3.

420 u.IEFP I.1.. referente ao mês de Janeiro do ano N+1 da loja arrendada.120 u.20. Para imobilizações incorpóreas .m. O saldo da conta 15 .8.3. (Iva incluído a 5%) Energia .200 u.m.1.420 u. 6.160 u. cujo valor de mercado actualmente ronda os 23. adquiridas por 920 u. com mais de 24 meses.789 u. entre 18 e 24 meses.m. I 36 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Existem dívidas em mora de clientes nos seguintes montantes e escalonadas em função da data de vencimento: • • • 16. • Na conta 78 está contabilizada a renda recebida em Dezembro. As amortizações do exercício serão as seguintes: • • • Para investimentos financeiros . (a taxa de retenção na fonte é de 20%). (Iva incluído a 5%) Telefone .m.m.m.1..000 u.m.000 u. • • O inventário de existências resultou em 375. Imobilizações incorpóreas .980 u. entre 6 e 12 meses.m. 10.m.800 u. Para imobilizações corpóreas .300 u. o valor da renda líquida de IRC foi de 1. • • • O valor de Amortizações acumuladas reparte-se da seguinte forma: • • Imobilizações corpóreas .m.m..m.Títulos negociáveis é composto por 100 acções de valor nominal de 1.m.m.000 u..m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO • Em Janeiro de N+1 consumos referentes ao ano N+1: • • • Água .74.m. no entanto verifica-se a existência de stock valorizados ao preço de custo de 27. a cotação em 31. (Iva incluído a 17%).400 u.m.000 u. cada.000 u.000 u.12/N é de 800 u.m.

TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lançamento a efectuar no diário: 1 64 .Dividas de clientes Constituição de provisões -------------------------//---------------------------5 39 .Rendas Renda de Janeiro ---------------------------//--------------------------67 .Provisões para cobrança duvidosa 281 .Custos com o pessoal 642 .Provisões do exercício 671 .Remunerações a liquidar Contabilização das férias e subsidio de férias (1) ---------------------------//--------------------------2 Diversos a 27 .Electricidade 62213 .Dívidas de clientes a 28 .153 8.I.625 1.725 1.333 400 991 2.Acréscimos de custos 2739 .Acréscimos e diferimentos 274 .Fornecimentos e serviços externos 622 .153 Contabilidade Geral II Guia do Formando .Acréscimos e diferimentos 273 .remunerações do pessoal a 27 .625 8.Fornecimentos e serviços 62211 .Água 62222 .Acréscimos e diferimentos 273 .Para cobranças duvidosas 6711 .Comunicações ---------------------------//--------------------------3 78 .Proveitos e ganhos financeiros a 27 .Acréscimos de custos 2732 .Provisões para depreciação de existências I 37 29.Outros Serviços referentes a Dezembro 62 .Proveitos diferidos 2741 .700 1.700 29.

769 10.De imobilizações corpóreas 483 .Amortizações acumuladas 481 .000 7.700 3. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 392 .Custos e perdas financeiras 683 .Imobilizações incorpóreas a 48 .789 1.Mercadorias a 79 .Provisões -------------------------//---------------------------6 68 .000 x 2 x 1.789 1.600 7.Títulos negociáveis -------------------------//---------------------------7 Diversos a Diversos Amortizações anuais 68 .IEFP I.Títulos negociáveis a 19 .Amortizações do exercício 662 .Provisões para aplicações financeiras 6841 .980 3.Reduções de amortizações e de provisões 7962 .980 25.Provisões para aplicações de tesouraria 195 .De investimentos em imóveis 482 .Custos e perdas financeiras 684 .Proveitos e ganhos extraordinários 796 .De imobilizações incorpóreas ------------------------//--------------------------Explicação dos valores: 1. Férias e subsidio de férias: 12.753 12.2375 = 29.Imobilizações corpóreas 663 .753 I 38 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Amortizações de investimentos em imóveis 66 .600 12.000 20.

por cada título.620 A provisão existente é de 9. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2.580 u.000 u. Custos do ano N a pagar no ano N+1: Valor total Água Energia Telefones 420 1.000 . pelo que vamos constituir a diferença 5.m.500 6. Provisões de cobrança duvidosa Mora 6 a 12 meses 18 a 24 meses + de 24 meses Total Valor 16..= 1625 0.400 1.000 7. Como o valor existente é de 16.m.420).120 Taxa 25% 75% 100% Provisão 4.300 Valor Bruto = ---------------.) pelo que temos que regularizar o excesso.I.000 6. A provisão para depreciação de existências necessária é de (27.8 IRC (retenção fonte 20% VB)=325 Valor líquido de renda=1300 4.120 32. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 39 .333 991 3.23.400 u. 6. A provisão para títulos negociáveis necessária é de 120 u.m. ou seja 3.333 (12753 u.). ou seja: 120 x 100 = 12.m. Renda recebida 1. Como existe uma provisão de 4.120 17.160 IVA 5% 5% 17% Custo 400 1.m.467. vamos constituir a diferença (7600u.000 10.m.

e os encargos sociais ascendem a 23.IEFP I. • • • Juros a pagar do financiamento bancário .064 u.m. Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas .75%.644. Neste balancete as contas de custos e perdas.Fornecimentos e serviços externos no valor de 3.m. Vamos efectuá-los no Diário e no Razão e.555 u. posteriormente.81.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 4.Balancete de verificação I 40 Guia do Formando Contabilidade Geral II .476.704 u.2. Não se encontram ainda contabilizadas as férias e subsidio de férias a liquidar no ano N+1.Compras: Mercadorias Matérias-primas • 1. elaboramos o balancete rectificado: Anexo . .m.973 u. 168. É o balancete rectificado que serve de ponto de partida para o apuramento de resultados.m.260 unidades monetárias.619 u. proveitos e ganhos expressam as componentes negativas e positivas do resultado do exercício.m. 11.000 u.708 u.m. 465. o valor mensal é de 30. sendo também conhecidas as seguintes informações: • Desdobramento da conta 31 .716 u. Para obtermos o balancete rectificado temos que efectuar estes movimentos de regularização. Exemplo 1.6. A renda do escritório referente ao mês de Janeiro foi liquidada e contabilizada em Dezembro na conta 62 .m.m. Existências finais (inventário) Mercadorias Matérias-primas Produtos acabados 366.895 u.959 u.m. BALANCETE RECTIFICADO O balancete rectificado é aquele em que os saldos apresentados estão de acordo com os inventários efectuados.m. 1. Suponhamos que a empresa Luar de Agosto apresentava o balancete anexo referente a 31/12/N.298 u. 87. • Amortizações do exercício.

944 352.839 149.193 152.700.290.340.442 266.547 1.253 144.m.612 58.859.619 239.188. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Balancete de 1º grau Empresa “Luar de Agosto” Conta Nome da Conta Acumulados anuais Débito 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 62 63 64 65 68 69 71 72 73 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.899.658 5.173 34.380 0 544.622.283 59.170 1.697.890 53.305 462.331 49.277 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 41 .329 597.062.756.954 64.057.264 53.339 5.198 39.231 18.697 42.979 18.340.059 211 82.655 36.745 0 1.812 2.425 433.548 14.452 0 409.662 1.970 10.343 4.253 4.009 121.345.532 0 0 0 0 101.306 0 4.920 6.009 1.886 Crédito 4.115 64.681 56.767 469.619 23.162 1.206 119.804 295.547 1.839.696 414.392 504.063 803.491 59.975 2.455 338.962 24.226 1.227 28.838 64.293 14.173 28.186.493 314.252 32 0 0 2.867 699. Saldo Devedor Credor 4.584 193.173 579.427 1.749.562 4.655 36.279 3.845 21.I.427 1.970 10.574 64.090 0 283 16.206 121. subsidiárias e de consumo Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total 4.027 2.890 53.491 55.799 469.173 28.500 20.352 295.982 69.348 5.608 5.892 39.270 596.857 5.283 59.766.886 unid:u.567 420.567 10.151 239.644.383.037.

895 6.349.555 1.IEFP I.895 81.238 1.566 168.566 1.349. subsidiárias e de consumo Compras Transferência das compras ------------------//----------------(3) a 612 321 Custo mercadorias vendidas e consumidas (1) Mercadorias Apuramento do custo das mercadorias vendidas ------------------//----------------(4) a 616 361 Custo mercadorias vendidas e consumidas (2) Matérias primas.regularizações: (1) a 321 312 Mercadorias Compras Transferência das compras ------------------//----------------(2) a 361 316 Matérias primas.238 140.555 I 42 Guia do Formando Contabilidade Geral II .260 2. subsidiárias e de consumo Apuramento do custo das matérias primas consumidas ------------------//----------------(5) a 66 482 Amortizações do exercício Amortizações acumuladas Imobilizados corpóreos ------------------//----------------(6) a 66 483 Amortizações do exercício Amortizações acumuladas Imobilizados incorpóreos ------------------//-----------------(7) a 681 273 Custos financeiros Acréscimos de custos Juros a liquidar ------------------//-----------------(8) a 272 622 Custos diferidos Fornecimentos e serviços externos Renda de Janeiro ------------------//-----------------3.704 6.708 81.476. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Lançamentos no diário de operações diversas .054 168.064 1.704 2.260 3.708 140.476.

525 Saldo devedor de 366.m.566 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 43 .250 (1) O Custo das mercadorias vendidas e consumidas (CMVC)é calculado da seguinte forma: CMVC = Existências iniciais + Compras .959 1.30. valor de 2 meses de ordenados .m. valor dos encargos .555 .m.000 u.716.349. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP (9) a 273 Diversos Acréscimos de custos Remunerações a liquidar (3) 642 645 Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações ------------------//-----------------60.716 CMPC = 140.970 +1.000 u.349. x 2 = 60.366.m.000 u.959 CMVC = 1.Existências finais CMPC = 59.m.000 14.476.Existências finais CMVC = 239.566 1.238 (3) O valor das remunerações a pagar é calculado da seguinte forma: valor de 1 mês de ordenados .890 + 168.2375 = 14.87.566 (2) O Custo das matérias primas consumidas (CMPC) é calculado da seguinte forma: CMPC = Existências iniciais + Compras .30.000 u.Mercadorias 239. x 0.970 (3) (1) 1.60.555 1.250 74.I.064 .476. Procedemos em seguida aos lançamentos no razão: 321 .250 u.349.

489.716 61.603 Saldo devedor de 88.804 66 .349.955 504.amortizações acumuladas 42.452 Saldo credor de 550.804 Saldo devedor de 1.407 (4) 140.IEFP I.452 (5) (6) 42.954 Saldo devedor de 87.890 (2) 168.Custo das mercadorias vendidas e consumidas (3) (4) 1.Amortizações do exercício (5) (6) 81.Matérias primas.895 88.238 1.895 593.064 1.766.766.555 168. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 31 .804 81.151 (1) (2) 1.708 6.476.064 227.489.603 48 .238 140.Compras 1.151 I 44 Guia do Formando Contabilidade Geral II . subsidiárias e de consumo 59.566 140.708 6.151 Conta saldada 36 .532 1.766.238 121.

427 (9) 74. 68 .252 3.260 37.348 27 .260 (7) (9) 73.Acréscimos e diferimentos 69.704 124.Custos com o pessoal 469.m.745 (8) 3.677 Saldo devedor de 543.250 229.Custos financeiros 121. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Sendo de Imobilizações Incorpóreas . e de Imobilizações Corpóreas 511.293 2.316 Saldo devedor de 121.512 64 .348 2.612 (7) 2.247 62 .m.005 Saldo credor de 156.250 543.491 u.677 Balancete rectificado antes do apuramento de resultados Balancete de 1º grau Contabilidade Geral II Guia do Formando I 45 .39.231 (8) 579.231 Saldo devedor de 541.968 2.I.719 34.Fornecimentos e serviços externos 579.704 74.464 u.242 152.

954 64.567 10.756.277 0 0 0 0 0 I 46 Guia do Formando Contabilidade Geral II .767 543.619 23.m.383.766.562 4.162 1.892 39.198 39.644.242 14.968 53.899.491 59.206 88.151 1.547 1.500 20.126 4.062.193 229.005 0 1.655 36.677 1.603 121.512 32 0 0 0 2.493 314.799 543.m) Devedor Credor 4.345.305 550.173 31.857 5.115 64.186.622.859.407 295.716.173 1.804 579.547 1.283 87.009 1.489. subsidiárias consumo Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Imobilizações corpóreas em curso Amortizações acumuladas Capital Ajust.567 420.491 55.749.283 227.090 0 283 16.489.584 193.697 42.fil.920 6.975 2.719 18.812 2.238 0 101.290.306 0 4.) Saldo (u.279 3.316 58. Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados Custo mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Nome da Conta Acumulados anuais Débito (u.662 1.954 53.331 49.716 53.270 596.173 31.027 2.655 36.982 73.349.037.253 4.247 14.955 295.700.057.603 124.867 699.343 4.839 149.173 0 37.380 0 1.009 0 366.227 28.525 10. e assoc.226 1.845 21.IEFP I.329 597. primas.425 433.766.253 144.126 4.962 24.681 56.697.677 1.348 5.) Crédito (u.959 10.838 64.231 18.339 5.452 0 409.151 1.455 338.170 1.392 593.944 352.059 211 156.574 64.658 5.206 88. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Empresa “Luar de Agosto” Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Mat.063 803.839.566 0 140.696 414.188.644.608 5.442 266.804 541. partes cap.m.

Vamos preparar o balancete rectificado antes de apuramento de resultados da empresa Parafusos Unidos. obtido anteriormente Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total Descrição Saldo devedor Saldo credor 14.000 83.333 36.298.050 15.000 30.200 0 200.533 11.747 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 47 .769 8.000 123.600 0 0 3.333 17.000 176.000 34.298.000 0 284.580 0 0 0 108.000 0 382. para tal peguemos no Balancete após movimento de regularização.067 324.041.153 65. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2.I.400 92.792 861.620 16.200 0 0 0 0 4.333 0 8.769 333.842 25.639.020 4.133 16.200 33.747 0 0 0 12.333 214.333 0 0 0 0 259.667 0 0 0 0 0 0 3.600 0 0 1.467 92.300 22.867 10.

754 = 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Resolução Vamos apurar o Custo das Mercadorias Vendidas e Matérias Consumidas.IEFP I.639.: CMVMC = 324.639.m.067 321 Mercadorias 312 Mercadorias 612 Mercadorias a 32 321 Mercadorias I 48 Guia do Formando Contabilidade Geral II .754 u.513 1.165.513 1.200+ 1.067 1.513 O lançamento a efectuar é o seguinte: 32 a 31 Existências Compras Transferência das compras ------------------//-----------------61 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Existências Apuramento do custo das mercadorias vendidas ------------------//-----------------1. sabendo que as existências finais apuradas pelo Inventário são de 165.797.797.067 .639.797.

747 Saldo credor 0 0 0 12.620 16.754 0 200.513 259.667 0 0 0 0 0 0 0 3.400 92.747 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 49 .467 92.133 16.298.I.200 33.333 0 8.333 36.580 0 0 0 108.041.020 4.867 10.533 11.333 214.600 0 0 0 165.000 0 284. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Obtemos o seguinte balancete rectificado antes de apuramento de resultados: Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo merc.792 861. Cons.333 0 0 0 0 1.300 22.200 0 0 0 0 4. vendidas e mat.298.000 30.769 333.600 0 0 3.000 0 382.797.153 65.333 17.842 25.000 34.000 123.000 176.000 83.050 15.769 8. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total Descrição Saldo devedor 14.

Outros proveitos e ganhos operacionais Conta 78 .IEFP I.Contas de Custos e Perdas Conta 61 .Proveitos e ganhos financeiros Conta 79 .Provisões do exercício Conta 68 .Proveitos e ganhos extraordinários I 50 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Custos com o pessoal Conta 65 .Fornecimentos e serviços externos Conta 63 .Prestações de serviços Conta 73 .Vendas Conta 72 .Custos e perdas extraordinárias Classe 7 .Custos e perdas financeiros Conta 69 .Subsídios à exploração Conta 75 .Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Conta 62 .Contas de proveitos e ganhos Conta 71 . Relembremos as contas de que estamos a tratar: Classe 6 .Proveitos suplementares Conta 74 .Impostos Conta 64 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 5. vamos transferir os saldos das contas de Custos e Perdas e de Proveitos e Ganhos para as principais contas de Resultados.Outros custos e perdas operacionais Conta 66 . e fazer transferências entre saldos das próprias contas de Resultados.Trabalhos para a própria empresa Conta 76 . APURAMENTO DE RESULTADOS Tendo por objectivo final apurar o valor do resultado líquido do exercício que estamos a encerrar.Amortizações do exercício Conta 67 .

I. Apuramento dos resultados antes de impostos.Resultados extraordinários Conta 85 .Imposto sobre o rendimento do exercício Conta 88 .Dividendos antecipados O apuramento de resultados faz-se sequencialmente. 5. Apuramento dos resultados financeiros. e.Resultados Conta 81 . Apuramento dos resultados operacionais. Apuramento dos resultados extraordinários.Resultados operacionais Conta 82 . Apuramento dos resultados correntes. um saldo credor numa conta de resultados representa um lucro. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 51 .Resultado liquido do exercício Conta 89 . Apuramento do resultado liquido do exercício. pelo que. 4. As contas de resultados são movimentadas: • • a débito pelos saldos devedores das contas de custos e perdas. Serão as seguintes as fases a considerar: 1. 2. • • um saldo devedor numa conta de resultados representa um prejuízo.Resultados antes de impostos Conta 86 . 7.Resultados financeiros Conta 83 . 3. e. a crédito pelos saldos credores das contas de proveitos e ganhos. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Classe 8 . respeitando os códigos das contas mencionadas na classe 8 (Resultados). 6. Cálculo da estimativa de Imposto (IRC).Resultados correntes Conta 84 .

pelo valor das existências finais de: produtos acabados e intermédios (conta 33). desperdícios. pelos saldos das contas da classe 7 . subprodutos. produtos e trabalhos em curso (conta 35) • A crédito 1. resíduos e refugos (conta 34). resíduos e refugos (conta 34). 2.Resultados Operacionais → ← → ← → ← → ← → ← → ← → Existências Finais: Conta 33 Conta 34 Conta 35 Crédito Conta 71 Conta 72 Conta 73 Conta 74 Conta 75 Conta 76 O saldo da conta 81 representa o Resultado Operacional. desperdícios. pelos saldos das contas da classe 6 .IEFP I. I 52 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 2.Resultados Operacionais: • A débito 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Apuramento dos Resultados Operacionais Vamos movimentar a conta 81 . e. produtos e trabalhos em curso (conta 35) Esquematicamente: Débito Conta 61 Conta 62 Conta 63 Conta 64 Conta 65 Conta 66 Conta 67 Existências Iniciais: Conta 33 Conta 34 Conta 35 → ← → ← → ← 81 . pelo valor das existências iniciais de: produtos acabados e intermédios (conta 33). subprodutos.Custos e perdas. e.Proveitos e ganhos.

000 u. 8.000 u. 4.000 25.Custo das mercadorias vendidas 62 .m.000 138.Proveitos e ganhos extraordinários 5.m.m.000 15.000 u.m.050 u.000 1. 15. 25.m 1.000 u. Vamos calcular os diversos tipos de resultados: 32 .Proveitos suplementares 79 .200 u.m.500 u.200 141.Fornecimentos e serviços externos 64 .200 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 53 . Sabendo a empresa Fruta Verde apresenta os seguintes dados.Custo das mercadorias vendidas 163.m 100.000 u.I.000 u.Custos com o pessoal 68 . 10.m. 98.Custos e perdas financeiros 69 .000 (2) Saldo = 0 163.000 Vendas Proveitos suplementares ------------------//---------------140.Compras 61 .m.000 u. 140.Vendas 73 . 7.m.000 98.000 u.Existências iniciais de mercadorias 32 . O Resultado Operacional será obtido com o seguinte lançamento no Diário: (1) a Diversos Resultados Operacionais 81 Transferência de Proveitos 71 73 (2) a a a a 81 Diversos Resultados operacionais Transferência de Custos 61 62 64 Custo das mercadorias vendidas Fornecimentos e serviços externos Custos com pessoal -----------------//---------------61 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exemplo 1.Existências finais de mercadorias 31 .Custos e perdas extraordinários 71 .m.

200 Saldo = 0 1.000 71 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 62 .000 73 .200 140. I 54 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 (1) 25.Custos e perdas financeiros e da conta 78 .Fornecimentos e serviços externos 25.Proveitos e ganhos financeiros.200 Apuramento dos Resultados Financeiros Vamos movimentar a conta 82 .Venda de mercadorias (1) 140.Proveitos suplementares (2) 1.000 Saldo = 0 140.200 81 .000 3.Resultados Financeiros O resultado financeiro resulta da comparação dos saldos das contas 68 .200 141.000 (2) Saldo = 0 15.000 (2) Saldo = 0 25.IEFP I.000 64 .000 (1) 15.Custos com o pessoal 15.000 1.200 141.Resultados operacionais (2) (2) (2) Saldo Credor 98.

500 82 .Resultado antes de impostos. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP É movimentada: • • A débito pelo saldo da conta 68 .I.500 Apuramento dos Resultados Correntes Esta conta pode ser ou não movimentada.Custo e perdas financeiros 4.500 4.Custos e perdas financeiras A crédito pelo saldo da conta 78 . desse facto dependerá a forma de apuramento do resultado na conta 85 .Resultados Financeiros → ← Crédito Conta 78 O saldo da conta 82 representa o Resultado Financeiro.500 (3) 4.500 68 . Contabilidade Geral II Guia do Formando I 55 .Resultados Correntes.Resultados financeiros (3) 4.Proveitos e ganhos financeiros Esquematicamente: Débito Conta 68 82 . No exemplo apresentado efectuaremos o seguinte lançamento no Diário: (3) a 82 68 Resultados Operacionais Custos e perdas financeiras Transferência de Custos 4. Vamos movimentar a conta 83 .

Esquematicamente: Débito Conta 81 e 82 quando saldo devedor 83 .Resultados Operacionais.Resultados Financeiros Consoante as contas 81 e 82 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 83 . e. No seguimento do nosso exemplo teremos: (4) a 83 82 Resultados Correntes Resultados Financeiros Transferência do resultado financeiro 4.500 4. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Esta conta recebe os saldos das duas contas movimentadas anteriormente: • • 81 .200 3.500 (5) a 81 83 Resultados Operacionais Resultados Correntes Transferência de Resultados Operacionais 3.500 (4) 4.Resultados Correntes.500 I 56 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 82 .IEFP I.Resultados financeiros (3) 4.200 82 .Resultados Correntes → ← Crédito Conta 81 e 82 quando saldo credor O saldo da conta 83 representa o Resultado Corrente.

É movimentada: • • A débito pelo saldo da conta 69 .500 (5) 3.I.200 83 .000 (1) 15.Proveitos e ganhos extraordinários.050 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 57 .200 Apuramento dos Resultados Extraordinários Vamos movimentar a conta 84 . No exemplo apresentado teremos: (6) a 84 69 Resultados Extraordinários Custos e perdas extraordinárias Transferência dos custos extraordinários 8.Resultados Correntes (4) 4. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 81 .Proveitos e ganhos extraordinários Esquematicamente: Débito Conta 69 84 .200 140.Resultados operacionais (2) (2) (2) (5) 98.000 (1) 25.Custos e perdas extraordinários e da conta 79 .050 8.Resultados Extraordinários O resultado extraordinário resulta da comparação dos saldos das contas 69 .000 3.200 141.200 141.Custos e perdas extraordinárias A crédito pelo saldo da conta 79 .000 1.Resultados Extraordinários → ← Crédito Conta 79 O saldo da conta 84 representa o Resultado Extraordinário.

dela dependendo a forma de movimentação da conta 88 .Custos e perdas extraordinárias 8. como anteriormente referimos.Resultados Extraordinários (6) 8.Resultado liquido do exercício.050 (7) 10. Consoante as contas 83 e 84 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 85 . Este apuramento faz-se na conta 85 e esta pode ser movimentada de duas formas.Resultados antes de impostos.Resultados Extraordinários. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO (7) a 79 84 Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Extraordinários Transferência dos proveitos extraordinários 10. dependendo da movimentação ou não da conta 83 .000 84 .000 10. 84 .050 (6) 8.000 10.Proveitos e ganhos extraordinários (7) 10.050 79 . I 58 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 Apuramento dos Resultados antes de Impostos Esta conta tem movimentação facultativa.IEFP I. Se tivermos utilizado a conta 83 esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • 83 . e.Resultados Correntes.000 69 .Resultados Correntes.

000 85 .Resultados extraordinários 1.050 (7) 1.500 (5) (8) 3.300 1.950 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 59 .950 1.Resultados antes de impostos → ← Crédito Conta 83 e 84 se saldo credor 83 .300 (9) 1.300 85 .950 10.200 1.Resultados antes de impostos (8) 1.Resultados correntes (4) 4. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Esquematicamente: Débito Conta 83 e 84 se saldo devedor O saldo da conta 85 representa o resultado antes de impostos.950 (6) (9) 8.300 (9) a 84 85 Resultados extraordinárias Resultados antes de impostos Transferência dos resultados extraordinários 84 .I. No nosso exemplo teremos: (8) a 85 83 Resultados antes de impostos Resultados correntes Transferência dos resultados correntes 1.

200 I 60 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Resultados financeiros.Resultados antes de impostos.Resultados antes de impostos → ← Crédito Conta 81.200 3. e.Resultados operacionais.IEFP I. No nosso exemplo teremos: (10) a 81 85 Resultados correntes Resultados antes de impostos Transferência dos resultados correntes 3.Lucro.200 141. 84 .m.Saldo Credor . 82 e 84 se saldo credor 81 .200 85 .Resultados extraordinários Consoante as contas 81.200 141. 82 e 84 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 85 .000 (1) 15. Alternativamente Esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • • 81 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO O resultado antes de impostos é de 650 u. 82 e 84 se saldo devedor O saldo da conta 85 representa o resultado antes de impostos.200 140. Esquematicamente: Débito Conta 81.000 3.Resultados operacionais (2) (2) (2) (10) 98.000 1..000 (1) 25. 82 .

no caso português o IRC .000 85 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP (11 a 85 82 Resultados antes de impostos Resultados financeiros Transferência dos resultados financeiros 82 .500 (10) (12) 3.500 (11) 4.950 O resultado antes de impostos apurado é de 650 u..Resultados antes de impostos (11) 4.500 (3) 4.500 4.Imposto a pagar ao Estado.950 (6) (12) 8. este valor tem que ser expresso nas contas das empresas: • • porque se traduz numa obrigação .diminuindo o valor de resultado líquido da empresa.050 (7) 1. Cálculo da Estimativa de Imposto (IRC) Numa economia sujeita a imposto sobre o rendimento. saldo credor da conta 85.Imposto sobre o Rendimento das pessoas Colectivas.Resultados financeiros 4.Resultados extraordinários 1. porque representa uma afectação de resultados . Contabilidade Geral II Guia do Formando I 61 .I.950 10.500 (12) a 84 85 Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Transferência dos resultados extraordinários 84 .m.200 1. e.950 1.

Resultados e que engloba dois movimentos: 1. ou seja (34% x 1.conta 24 . Reconhecimento da obrigação de pagar ao Estado o montante da estimativa feita: 86 .conta 86 .Imposto sobre rendimento do exercício (1) 24 .1 24 .Imposto sobre o rendimento do exercício.Impostos sobre o rendimento. 86 . Crédito . incidindo a taxa de derrama de 10%.conta 88 .Imposto sobre o rendimento (1) 2.m.Imposto sobre rendimento do exercício (2) 88 .m.conta 86 .Resultado líquido do exercício (2) Vamos considerar que no nosso exemplo o valor da estimativa é de 34% para IRC.4%) O valor da estimativa de imposto a pagar é de: 650 u.Resultado liquido do exercício.Imposto sobre o rendimento do exercício. Reconhecimento da obrigação de pagar ao Estado o montante da estimativa feita: • • Débito .Imposto sobre rendimento do exercício (12) 243. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO É uma realidade cuja movimentação não se limita às contas da classe 8 .1 (12) I 62 Guia do Formando Contabilidade Geral II . x 37.Imposto sobre o rendimento 243. Transferência da estimativa feita para a conta 88 .1 = 37. 86 .4% = 243 u.Resultado líquido: • • Débito .IEFP I. Crédito . 3.

1 (13) 88 . Esta pode ser movimentada de duas formas. Consoante a conta 84 apresente saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 88 .1 243.Resultados Correntes. 84 . Esquematicamente: Débito Conta 86 Conta 85 se saldo devedor 88 . 86 .Resultado Líquido do Exercício.Resultados extraordinários.Resultados Correntes e 85 .Estimativa de imposto sobre o rendimento Contabilidade Geral II Guia do Formando I 63 . Alternativamente esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • • • 81 .I. 82 . 86 . e.Resultado Liquido: 86 . e. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 4.Imposto sobre rendimento do exercício 243.Resultados antes de impostos.Resultado liquido do exercício → → ← Conta 85 se saldo credor Crédito O saldo da conta 88 representa o resultado liquido do exercício.1 Apuramento do Resultado Liquido do Exercício Este apuramento faz-se na conta 88. Esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • 85 . dependendo da movimentação ou não das contas 83 .Resultado Liquido do exercício 243. Transferência da Estimativa feita para a conta 88 . como anteriormente referimos.Resultados financeiros.Estimativa de imposto sobre o rendimento se tivermos utilizado a conta 85.Resultados operacionais.

Resultado liquido do exercício.Resultado liquido do exercício → → ← Conta 81.Resultado liquido do exercício 243.1 (15) Saldo credor (Lucro) de 406. No nosso exercício teremos o seguinte movimento: (14) a 85 88 Resultados antes de impostos Resultados líquidos Transferência dos resultados antes de impostos 88 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Consoante as contas 81.IEFP I. Esquematicamente: 88 . 82 e 84 se saldo devedor Crédito O saldo da conta 88 representa o Resultado liquido depois de impostos. 82 e 84 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 88 .9 650 Débito (13) Crédito 650 I 64 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 82 e 84 se saldo credor Débito Conta 86 Conta 81.

3. as existências iniciais de produtos acabados totalizam 10.090 0 283 16..799 543.227 Sabendo que: 1.839 5.277 0 Credor unid:u.619 23.677 1.I.489. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercício de Aplicação 2 Vamos efectuar o apuramento de resultados da empresa Luar de Agosto: Do Balancete rectificado antes do apuramento de resultados apenas nos interessam as contas das classes 6 e 7 e as informações referentes às suas existências de produtos acabados: Balancete de 1º grau Empresa “Luar de Agosto” Conta Descrição Acumulados anuais Débito 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 88 Custo mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício 1.m.206 88.m.845 21.968 53.749.603 121. as existências finais (inventário) de produtos acabados ascendem a 11.719 18.348 5.838 0 Crédito Saldo Devedor 0 1.562 4.655 36.206 88.767 543.512 32 0 0 0 2.812 28.283 u.804 579.603 124.343 4.316 58.253 4. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 65 .299 u.608 2.804 37.231 18. 2.m.027 2. a taxa de imposto sobre o rendimento é de 34%.655 36. 149.899.489.115 0 0 541.677 1.

767 543. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos efectuar os lançamentos no diário e razão de apuramento de resultados: (1) a Diversos 81 71 72 73 (2) a a a a a a a (3) a 81 Diversos Transferência de Custos 61 62 63 64 65 66 82 68 Custo das mercadorias vendidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício -----------------//---------------Resultados financeiros Custos e perdas financeiras Transferência de Custos financeiros -----------------//---------------(4) a 78 82 Proveitos e ganhos financeiros Resultados financeiros Transferências de proveitos financeiros -----------------//---------------36.655 2.677 1.777.683.619 23.968 121.206 88.603 2.968 1.776 Resultados Operacionais Transferência de Proveitos Vendas Prestação de serviços Proveitos suplementares ------------------//---------------Resultados operacionais 2.719 18.IEFP I.527 I 66 Guia do Formando Contabilidade Geral II .749.562 121.562 36.804 541.489.253 4.

277 (9) a 83 85 Resultados correntes Resultados antes de impostos Transferência dos resultados correntes -----------------//---------------8.751 93.406 (6) a 81 83 Resultados Operacionais Resultados Correntes Transferência de Resultados Operacionais -----------------//---------------93. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP (5) a 83 82 Resultados Correntes Resultados Financeiros Transferência do resultado financeiro -----------------//---------------85.I.406 85.345 (10) a 85 84 Resultados antes de impostos Resultados correntes Transferência dos resultados extraordinários -----------------//---------------48.751 (7) a 84 69 Resultados Extraordinários Custos e perdas extraordinárias Transferência dos custos extraordinários -----------------//---------------53.405 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 67 .027 (8) a 79 84 Proveitos e ganhos extraordinárias Resultados Extraordinários Transferência dos proveitos extraordinários -----------------//---------------4.750 (11) A 88 85 Resultados liquido do exercício Resultado antes de impostos Apuramento do resultado liquido do exercício 40.

719 541.719 (2) 541.677 (2) 543.804 1.206 1.Custo das mercadorias vendidas e consumidas 1.Outros custos operacionais 1.677 543.719 63 .206 1.767 64 .206 (2) 1.206 543.677 18.Custos com o pessoal 543.IEFP I.Fornecimentos e serviços externos 541.804 (2) 1.804 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos efectuar os lançamentos correspondentes no Razão: 61 .Amortizações do exercício 88.Impostos 18.603 88.603 I 68 Guia do Formando Contabilidade Geral II .489.767 18.677 65 .719 66 .603 (2) 88.804 62 .603 88.767 (2) 18.489.489.767 541.489.

562 36.027 53.253 2.253 23.027 78 .655 4.655 4.Vendas (1) 2.619 (7) 53.655 4.Custos e perdas extraordinárias 53.968 (3) 121.619 2.968 69 .968 121.619 2.562 36.277 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 69 .749. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 68 .Proveitos e ganhos financeiros (4) 36.I.277 4.253 23.968 121.027 53.277 4.562 79 .253 73 .655 23.027 71 .Proveitos e ganhos extraordinários (8) 4.749.619 72 .Proveitos suplementares (1) 4.277 4.749.749.Prestações de serviços (1) 23.Custos e perdas financeiras 121.562 36.

Resultados financeiros (3) 121.345 (6) 121.603 93.406 8.562 85.655 121.968 83 .749.277 48.027 I 70 Guia do Formando Contabilidade Geral II .527 82 .619 23.Resultados operacionais (2) (2) (2) (2) (2) (2) (6) 1.677 1.751 84 .527 (1) (1) (1) 2.751 93. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 81 .968 (4) (5) 36.751 2.206 88.777.406 2.968 93.489.IEFP I.750 53.767 543.253 4.777.Resultados extraordinários (7) 53.027 53.Resultados correntes (5) (9) 85.027 (8) (10) 93.80 541.719 18.751 4.

345 40.750 (9) (11) 48.Resultados antes de impostos (10) 48.405 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 71 .750 8. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 85 .Resultado Liquido do exercício (11) 40.405 48.I.750 88 .

000 123.000 0 284.333 17.333 0 0 0 0 1.620 16.000 176.747 Saldo credor 0 0 0 12.400 92.333 214.200 0 0 0 0 4.133 16.300 22.000 83.754 0 200. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício de Aplicação 3 Vamos efectuar o apuramento de resultados da empresa Parafusos Unidos: Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total Descrição Saldo devedor 14.041.747 I 72 Guia do Formando Contabilidade Geral II .600 0 0 0 165.867 10.797.513 259.050 15.000 34.842 25.000 0 382.667 0 0 0 0 0 0 0 3.600 0 0 3.153 65.020 4.769 333.580 0 0 0 108.IEFP I.467 92.298.333 0 8.298.533 11.333 36.792 861.200 33.769 8.000 30.

300 22.949.533 65.792 861.842 33.691 33.533 1.797.041.200 3.153 2.533 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 73 .842 65.691 31. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Vamos efectuar os lançamentos no diário e razão de apuramento de resultados: 1 a a a 2 a a a a a a 3 a Diversos 81 71 72 81 Diversos Transferência de Custos 61 62 64 66 67 82 68 Custo das mercadorias vendidas Fornecimentos e serviços externos Custos com pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício ----------------//---------------Resultados financeiros Custos e perdas financeiras Transferência de custos financeiros ----------------//---------------4 a 78 82 Proveitos e ganhos financeiros Resultados financeiros Transferências de proveitos financeiros ----------------//---------------5 a 83 82 Resultados Correntes Resultados Financeiros Transferência do resultado financeiro ----------------//---------------6 a 81 83 Resultados Operacionais Resultados Correntes Transferência de Resultados Operacionais ----------------//---------------128.769 8.333 36.513 259.006 31.I.077.527 Resultados Operacionais Transferência de Proveitos Vendas Prestação de serviços ----------------//---------------Resultados operacionais 3.006 128.

020 25.315 10 a 84 85 Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Transferência dos resultados extraordinários ----------------//---------------13.446 12 a 88 86 Resultado liquido do exercício Estimativa de IRC Estimativa de IRC ----------------//---------------37.820 11 a 86 24 Estimativa de IRC Estado e outros entes públicos Estimativa de IRC ----------------//---------------37.IEFP I.135 110.020 9 a 83 85 Resultados correntes Resultados antes de impostos Transferência dos resultados correntes ----------------//---------------96.446 37.446 13 a 85 88 Resultados antes de impostos Resultado liquido do exercício Apuramento do resultado liquido do exercício 110.200 8 a 79 84 Proveitos e ganhos extraordinárias Resultados Extraordinários Transferência dos proveitos extraordinários ----------------//---------------25.820 13.446 37. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 7 a 84 69 Resultados Extraordinários Custos e perdas extraordinárias Transferência dos custos extraordinários ----------------//---------------11.200 11.315 96.135 I 74 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

Custos e perdas financeiras 65.153 861.769 (2) 22.Custos com o pessoal 861.533 65.Amortizações do exercício 22.792 64 .300 861.533 22.Provisões do exercício 8.153 66 .792 259.300 259.513 62 .769 68 .769 8.513 (2) 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Vamos efectuar os lançamentos correspondentes no Razão: 61 .797.797.533 (3) 65.513 1.513 1.153 8.Fornecimentos e serviços externos 259.797.153 (2) 8.300 (2) 861.769 22.533 65.300 67.I.Custo das mercadorias vendidas e consumidas 1.792 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 75 .792 (2) 259.797.

020 I 76 Guia do Formando Contabilidade Geral II .200 79 .333 11.200 78 .006 3.020 25.513 (1) 259.200 25.333 3.041.533 3.Custos e perdas extraordinárias 11.200 11.333 3.020 81 .200 71 .792 (1) 861.200 3. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 69 .842 33.Proveitos e ganhos extraordinários (8) 25.842 33.333 36.200 (7) 11.041.041.077.333 72 .041.Vendas (1) 3.IEFP I.Resultados operacionais (2) (2) (2) (2) (2) (6) 1.153 22.769 128.842 36.Proveitos e ganhos financeiros (4) 33.533 3.797.200 36.077.200 36.020 25.300 8.041.842 33.Prestações de serviços (1) 36.

135 25.020 85 .135 37.315 128.Resultados extraordinários (7) (10) 11.006 128.315 13.446 37.820 25.135 (9) (10) 110.842 31.446 (13) 110. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 82 .Resultados financeiros (3) 65.020 128.446 24 .446 37.820 110.446 (12) 37.006 33.Resultados correntes (5) (9) 31.020 25.135 86 .533 (4) (5) 65.200 (8) 13.Estado e outros entes públicos (11) 88 .446 96.533 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 77 .Resultados antes de impostos (13) 110.Estimativa de Imposto a pagar (11) 37.533 83 .691 65.I.Resultado Liquido do exercício (12) 37.006 84 .691 (6) 96.

279 3.491 59.238 0 101.IEFP I.188.059 211 156.162 1.005 0 1. neste as contas das classes 1.037.700.305 550.525 10.955 295. as classes 6 e 7.662 1.658 5.339 5.407 295.681 56.716. 3.290.009 0 Credor I 78 Guia do Formando Contabilidade Geral II .766. Exemplo de Aplicação 1 Retomando os nossos exemplos anteriores para a empresa Luar de Agosto o Balancete Final será o seguinte: Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.242 14.566 0 140.198 39. Este balancete designa-se por final porque é com base nele que se elaboram os balanços finais e se efectuam os lançamentos de fecho do exercício.954 53.171 1.565 0 366.193 229.920 6. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 6.584 193.226 1.892 39.Resultados Líquidos do exercício apresenta o resultado gerado apurado nesse exercício após a consideração da estimativa de imposto a pagar.151 1.253 144.857 5.696 414.062.349.151 1.859.329 597.383.716 53.392 593. BALANCETE FINAL Balancete Final também designado por Balancete de apuramento de resultados. 2.331 49. subsidiárias e de consumo Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Nome da Conta Acumulados anuais Débito 4.Resultados apenas a 88 .247 14.491 55.306 0 4.982 73. encontram-se saldadas e das contas da classe 8 .270 596.4 e 5.057.697 42.756.283 87.009 1.283 227.944 352.959 10.622.452 0 Crédito 4.697.975 2. evidenciam os saldos de acordo com o inventário.063 803.766.186.567 Saldo Devedor 4.839.500 20.547 1.547 1.345.

206 88.777.750 40.227 28.574 64.455 338.027 48.316 58.227 28.425 433.799 543.173 1.845 21.747 Crédito 420.899.655 36.533.839 2.027 48.839 2.489.M.677 1.493 314.343 4.603 124.899.804 579.962 24.533.231 18.845 21.343 4.173 1.804 579.206 88.751 53.I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Conta 55 56 57 59 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 81 82 83 84 85 88 Nome da Conta Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados C.799 543.115 2.442 266.M.405 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 79 .405 37.115 2.750 Saldo Devedor Credor 10.V.489.968 93.655 36.380 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 40.527 121.867 699.751 53.777.968 93.316 58.677 1. Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Operacionais Resultados financeiros Resultados Operacionais Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultado Liquido do exercício Total Acumulados anuais Débito 409.231 18.527 121.603 124.954 64.747 37.

446 34.600 0 0 3.333 214.600 0 0 0 165.272.333 0 8.000 0 382.689 1.000 83.000 176.620 16.867 10.667 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72.272.487 Saldo credor 0 0 0 12.580 0 0 0 108.133 16.487 I 80 Guia do Formando Contabilidade Geral II .769 333. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Para os Parafusos Unidos teremos: Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 14.IEFP I.400 129.050 15.333 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.754 0 200.467 92.333 17.000 123.000 30.000 0 284.

Sabendo que no ano passado ocorreram os movimentos a seguir indicados.) 12.I.421 15 499 Na sua qualidade de estudante de contabilidade explique ao Sr. 2. 10. Venda de mercadorias Pagamento de clientes Compra de uma viatura Ordenados ao pessoal Juros do empréstimo Descontos de pronto pagamento concedidos Amortização do equipamento Valor das mercadorias saídas de armazém Imposto de selo Publicidade no jornal local Valor (mil u. Joaquim de que forma a sua conta de Perdas e Ganhos deve ser encarada do ponto de vista contabilístico. 5. 4. 3. nomeadamente explicando-lhe as contas apropriadas e demonstrando o resultado obtido.567 4.340 435 50 1.m. 6. Joaquim não tem conhecimentos de contabilidade e utiliza um sistema em que todos os factos modificativos que ocorrem na sua empresa são “contabilizados” numa conta de Perdas e Ganhos.400 2. 7. Sr.600 6. determine o saldo dessa conta: Descrição do movimento 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercícios Propostos 1. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 81 . 9. 8.320 5.

era como abaixo se indica. I 82 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 71 72 75 78 79 81 82 83 84 85 86 88 Descrição Custo das mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com pessoal Outros custos e perdas operacionais Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiros Custos e perdas extraordinários Vendas prestação de serviços Trabalhos para a própria empresa Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Imposto sobre o rendimentos do exercício Resultado Líquido do exercício Valor (mil u.500 B 552 20. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2.000 400 C O passo seguinte consiste na elaboração das Demonstrações Financeiras. 64. o Balanço.m. 67. A nível económico vamos elaborar a Demonstração de Resultados por Natureza. Conta 61. C.N após o apuramento de resultado a informação disponível sobre a KAPA S. Sabendo que em 31. 63. a Demonstração das Origens e Aplicações de Fundos e a Demonstração de Fluxos de Caixa. 66.000 1. 69. E. D. 68. 65.800 400 450 435 C 100 D 117 1. e a Demonstração de Resultados por Funções.420 198 2.12.130 200 453 1. A nível financeiro.A.IEFP I. 62. patrimonial e monetário vamos elaborar. B. Demonstrações Financeiras são os documentos que apresentam a situação económico-financeira da empresa bem como a sua situação patrimonial e monetária. determine as incógnitas A.) A 5. F.

por legislação especifica. Empresas públicas. De salientar que o Plano Oficial de Contabilidade não se aplica aos bancos e empresas financeiras. Estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada. Empresas individuais reguladas pelo Código Comercial. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Estes documentos. Cooperativas. nomeadamente: • Objectivos: As demonstrações financeiras são da responsabilidade dos órgãos de gestão de cada entidade. Todas as empresas que apliquem o Plano Oficial de Contabilidade são obrigadas a elaborar este conjunto de informação. Outras entidades que. Demonstração de Resultados por Funções. devendo estar preparadas de forma a prestarem todo um conjunto de informações económico financeiras de forma normalizada e compreensível a todos aqueles que delas necessitam. nomeadamente as referidas no nº 1 do artigo 2º do Decreto-lei 410/89: • • • • • • • Sociedades nacionais e estrangeiras abrangidas pelo Código das Sociedades Comerciais. Demonstração de Resultados por Natureza. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados. Agrupamentos complementares de empresas e agrupamentos europeus de interesse económico. às empresas de seguros ou a outras entidades para as quais esteja prevista a utilização de planos específicos. são apresentados pelo Plano Oficial de Contabilidade no seu capítulo 2: • • • • • Balanço. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 83 . já se encontrem sujeitas à sua adopção ou venham a estar.I. Demonstração da Origem e da Aplicação de Fundos. Refere ainda o plano oficial de Contabilidade no seu capítulo 3º as principais características da informação financeira.

A informação deve ser compreensível para poder ser utilizada pelos utentes. Comparável . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO • Características qualitativas 1.a informação deve ser preparada de forma uniforme ao longo da vida da entidade. Fiável . 2.a informação apresenta de forma apropriada os factos.toda aquela informação cuja omissão pode alterar as decisões tomadas pelos utentes. pois só assim esta informação se torna útil. I 84 Guia do Formando Contabilidade Geral II . A informação útil caracteriza-se por ser: Relevante .IEFP I.

340 1.000 + 117 D = 1.257 2. 3.Impostos 64 .Vendas 61 . 2. 4. 9.Resultados Correntes Resultados Antes de Impostos = Resultados Correntes + Resultados Extraordinários. ou seja como os Custos extraordinários são superiores aos Proveitos Extraordinários. 11.421 6.000 . Vamos começar pelo fim: Determinar O Resultado Líquido do Exercício . 5.Incógnita E: Resultado Líquido = Resultado Antes de Impostos .Custos e Perdas Financeiras 68 .000 = D + (-117) D = 1.146 499 15 2.Custos com o Pessoal 66 . Determinação do resultado: 1. 71 .117 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 85 . 10. é preciso verificar o sinal dos resultados Extraordinários.889 1.600 435 50 4.567 6. 7. este resultado apresenta o sinal negativo 1.400 E = 600 Determinemos agora a Incógnita D . 6. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resoluções 1. 8.Amortizações do Exercício 68 .I.Imposto sobre o rendimento E = 1.Custo das Mercadorias Vendidas e Consumidas Margem nas Vendas (1-2) 62 .Custos e Perdas Financeiras Total de custos Operacionais e Financeiros Resultado 12.Fornecimentos e Serviços Externos 63 .

IEFP I.Custo das mercadorias Vendidas e Consumidas vamos partir do Resultado Operacional e do Total de Proveitos para determinarmos o Total de Custos e posteriormente o nosso A: Resultado Operacional = Total de Proveitos Operacionais .017 = 22.Total de Custos operacionais: Total de Proveitos Operacionais = 20.B B = 350 Para determinarmos o valor de A .282 I 86 Guia do Formando Contabilidade Geral II .420 + 198 + 2.901) A = 22. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos determinar os resultados operacionais: Resultados Operacionais = Resultados Correntes .100 C = 1.130 + 200 + 453 + 1.017 A = 11.200 .9.017 Para determinar os Resultados Financeiros vamos efectuar: Resultado Financeiro = Proveitos Financeiros .901 1.1.800 + 400 = 22.117 .( A + 9.200 Total de Custos Operacionais = A + 5.901 .500 = A + 9.200 .Custos Financeiros 100 = 450 .Resultados Financeiros C = 1.000 + 1.

m.800 400 450 435 1.I.117 117 1.000 400 600 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 87 .) 11.000 1.500 350 552 20.420 198 2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Teremos o nosso quadro final seguinte: Conta 61 62 63 64 65 66 67 68 69 71 72 75 78 79 81 82 83 84 85 86 88 Descrição Custo das mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com pessoal Outros custos e perdas operacionais Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiros Custos e perdas extraordinários Vendas prestação de serviços Trabalhos para a própria empresa Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Imposto sobre o rendimentos do exercício Resultado Líquido do Exercício Valor (mil u.017 100 1.282 5.130 200 453 1.

O modelo do Balanço. financeira e monetária. Como pode ser observado no capítulo 6 do Plano Oficial de Contabilidade são apresentados dois tipos de Balanços: • • Balanço Analítico.IEFP I. seja o analítico ou o sintético é similar: Poderá ter uma disposição Horizontal: Activo Capital Próprio e Passivo ou Vertical: Activo Capital Próprio e Passivo I 88 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 7. Balanço Sintético. BALANÇO Documento de informação patrimonial.

ou seja os valores constantes nas contas de activo não modificados por qualquer amortização ou provisão. coluna 6 . A coluna 3 destina-se à enumeração de todas as rubricas constantes nos modelos apresentados pelo POC.valores de Activo Bruto. Se algumas não se mostrarem necessárias são enumeradas sendo o seu valor de zero.AP . 5 e 6 destinam-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico a que se referem as contas: • • • • coluna 4 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP A página referente ao Activo apresenta a seguinte estrutura: Códigos das contas CEE POC Activo AB 1 2 3 4 Exercícios N AP 5 AL 6 N-1 AL 7 A coluna 1 destina-se ao código de contas da CEE de acordo com a Directiva Contabilística nº4.AB . A coluna 2 destina-se ao códigos das contas do POC.AL . As colunas 4.valores de Amortizações e de Provisões acumuladas. para cada uma das rubricas apresentada Contabilidade Geral II Guia do Formando I 89 . apresentados no balanço referentes às contas de activo.I. coluna 5 . ou seja: Activo Líquido = Activo Bruto . não se podem deixar de enumerar as rubricas apresentadas pelos modelos oficiais.Amortizações e Provisões A coluna 7 destina-se ao valor do Activo Líquido do exercício económico anterior.Activo Líquido é calculado pela diferença entre AB e AP.

IEFP I. A coluna 2 destina-se ao códigos das contas do POC. A coluna 5 destina-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico anterior (Ano N-1). Se algumas não se mostrarem necessárias são enumeradas sendo o seu valor de zero pois não se podem deixar de enumerar as rubricas apresentadas pelos modelos oficiais. I 90 Guia do Formando Contabilidade Geral II . A coluna 3 destina-se à enumeração de todas as rubricas constantes nos modelos apresentados pelo POC. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A página referente ao Capital próprio e Passivo apresenta a seguinte estrutura: Códigos das contas CEE POC CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Exercícios N N-1 1 2 3 4 5 A coluna 1 destina-se ao código de contas da CEE de acordo com a Directiva Contabilística nº4. A coluna 4 destina-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico a que se referem as contas (Ano N).

I. a utilizar: BALANÇO (Artigo 3º do Decreto-lei nº 410/89) Código das contas CEE POC Exercícios N AB AP ACTIVO C I II III 43+441/6+4 49 42+441/6+4 48 41+441/6+4 47 Imobilizado: Imobilizações incorpóreas Imobilizações corpóreas Imobilizações financeiras X X X X D I II 32 a 37 21+22+24+2 5+ 26 Circulante: Existências Dívidas de terceiros: médio e longo prazo curto prazo III IV 15+18 11 a 14 Títulos negociáveis Depósitos bancários e caixa Acréscimos e diferimentos: Total do Activo X X X X X E 27 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X AL N+ 1 AL Contabilidade Geral II Guia do Formando I 91 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Apresentamos o modelo de Balanço sintético.

IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Códigos das contas CEE A I II III IV 51 54 56 571 52+53+55+ 572/9 V 59 POC CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital próprio: Capital Prémios de emissão de acções (quotas) Reservas de reavaliação Reservas legais Restantes reservas e outros capitais próprios Resultados transitados Subtotal VI 88 89 Resultado líquido do exercício Dividendos antecipados Total do capital próprio Passivo: B C 29 21 a 26 Provisões para riscos e encargos Dívidas a terceiros: médio e longo prazo curto prazo D 27 Acréscimos e diferimentos: Total do passivo Total do capital próprio e do passivo Exercícios N N-1 X X X X ±X ±X ±X ±X -X ±X X X X X ±X ±X ±X ±X -X ±X X X X X X X X X X X X X X X I 92 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

151 1. subs.305 -550.063 803.489. Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 61 62 63 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.339 5.186.658 5.247 14.700.525 10.696 -414.944 -352.238 0 101.697 42.V.491 59.511.188.m.173 1.804 579.349.253 -144.198 39.39.290. Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados C.962 24.489. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercício de Aplicação 1 Com base no balancete rectificado da empresa Luar de Agosto vamos elaborar o seu Balanço para o ano em curso.407 295.173 1.226 1.975 2.697.622.716.279 3.491 u. Imobilizado incorpóreo .493 -314.383.162 1.380 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 93 .954 64.283 227.756.547 1.804 579.892 39.766.306 0 4.452 0 409.491 55.009 0 366.231 18.059 -211 -156.857 5.867 699.547 1.057.500 -20.062.839.954 53.574 64.193 229.M.955 -295.331 49.455 338.M.009 1.681 56.567 -10.242 -14.037.799 4.959 10.584 193.442 266.859.270 596.283 87.151 1.425 -433. Como não dispomos de elementos sobre os valores do ano anterior não colocamos as colunas respectivas: Sabemos ainda que as amortizações acumuladas se repartem da seguinte forma: • • Imobilizado corpóreo .464 u.392 593.920 6.766. e de cons. Fornecimentos e serviços externos Impostos Nome da Conta Acumulados anuais Débito Crédito Saldo 4.231 18.m.329 597.799 4.345.I.565 420.566 0 140.716 53.662 1.005 0 1.171 1.982 73.

677 1.839 2.845 21.533.968 93.777. I 94 Guia do Formando Contabilidade Geral II .968 93.899.343 4.527 121.677 1.206 88.777.750 40.747 37.405 37.655 36.751 53.839 2.751 53.206 88.899.IEFP I.405 0 As parcelas sombreadas.533.227 28.747 Crédito 543.027 48.527 121.115 2.603 124.655 36.316 58.316 58.750 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 40. são as que constarão no Balanço. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Acumulados anuais Conta 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 81 82 83 84 85 88 Nome da Conta Débito Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Operacionais Resultados financeiros Resultados Operacionais Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultado Liquido do exercício Total 543.603 124.845 21.115 2.343 4.227 28.027 48.

174.739.053.283 366.405) 1.005 2.696 14.674 56.674 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 95 .305 51 Capital 55 Ajustamentos partes de capital em filiais e associadas 56 Reservas de reavaliação 57 Reservas 59 Resultados transitados 88 Resultado Liquido do exercício Total do capital próprio Passivo Dividas a terceiros . subsidiárias e de consumo Produtos acabados e intermédios Mercadorias Dividas de terceiros Clientes Depósitos bancários e caixa Depósitos bancários Caixa Acréscimos e diferimentos Acréscimos e diferimentos Total do Activo 73.283 366.063 4.174.959 87.964 73.305 39.638 564.500 414.188.491 511.865 (40.253 144.493 314.464 0 677.567 10.491 1.944 20.214 2.547 55.059 211 229.013.460 352.247 1.681 803.892 53.716 10.161.681 56.063 4.959 39.425 433.716 10.428 53.687 87.380 0 1.curto prazo 23 Empréstimos obtidos 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 25 Sócios 26 Outros devedores e credores 27 Acréscimos e diferimentos Total do passivo Total do capital próprio e passivo 295.005 2.I.009 789. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Activo Bruto Activo Amortizações e Provisões Activo Liquido Capital Próprio e Passivo Capital Próprio Ano N Imobilizado 43 42 41 44 Imobilizado incorpóreo Imobilizado corpóreo Imobilizado financeiro Imobilizado em curso Circulante Existências 36 33 32 21 12 11 27 Matérias primas.547 55.

050 15.487 Saldo credor 0 0 0 12. Cons.000 0 382.272.92.000 123. Mat. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Balancete rectificado da Parafusos Unidos Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo Merc.689 1. Vend.333 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.769 333.IEFP I.467 92.000 0 284.620 16.272.867 10.000 83.436 Imobilizado incorpóreo . Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 14.754 0 200.333 17.16.667 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72.446 34.400 129.333 214.487 As amortizações acumuladas repartem-se em: • • Imobilizado corpóreo .000 176.000 30.580 0 0 0 108.133 16.600 0 0 0 165.333 0 8.333 I 96 Guia do Formando Contabilidade Geral II .600 0 0 3.

050 479.130.000 123.446 15.518 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 97 .000 16.133 200.333 34.000 80.689 650.467 14.867 83.000 30. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Activo Imobilizado 43 42 41 Imobilizado incorpóreo Imobilizado corpóreo Imobilizado financeiro Circulante Existências 32 21 24 22 26 15 12 11 Mercadorias Dividas de terceiros Clientes Estado Fornecedores Outros devedores Títulos negociáveis Títulos negociáveis Depósitos bancários e caixa Depósitos bancários Caixa Total do Activo Activo Bruto Amortizações e Provisões 16.333 92.174 365.272.518 12.333 214.667 478.829 1.467 14.000 141.600 83.000 8.000 123.333 176.247 83.000 1.130.I.580 17.333 10.600 92.000 8.436 Activo Liquido Capital Próprio e Passivo Capital Próprio 0 51 Capital 57 Reservas 59 Resultados transitados 88 Resultado Liquido do exercício Total do capital próprio Ano N 333.620 162.400 129.curto prazo 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros credores Acréscimos e diferimentos 27 Acréscimos e diferimentos Total do passivo Total dos capitais próprios e do Passivo 284.600 Passivo 29 Provisões para riscos e encargos Dividas a terceiros .754 382.000 165.969 1.487 3.000 72.333 10.697 200.689 16.

Apresentadas no capítulo 7 do Plano Oficial de Contabilidade as demonstrações de resultados previstas são duas. • • a demonstração dos resultados por natureza. proveitos e ganhos apresentada pelo Plano Oficial de Contabilidade. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 8. A primeira respeita a classificação de custos e perdas. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Demonstração de Resultados por Natureza Trata-se de um documento de informação de carácter económico. pelo que é também denominada de Demonstração de resultados por Natureza.IEFP I. A segunda apresenta características variáveis em função da empresa. Também a disposição da Demonstração de Resultados pode ser: Horizontal: Custos e Perdas Proveitos e Ganhos Resumo I 98 Guia do Formando Contabilidade Geral II . a demonstração dos resultados por funções.

As colunas 6 e 7 destinam-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico anterior (Ano N-1).I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP ou Vertical: Custos e Perdas Proveitos e Ganhos Resumo A estrutura de cada página será a seguinte: Códigos das contas CEE 1 8 POC 2 3 4 Rubricas Exercícios N 5 6 N-1 7 A coluna 1 destina-se ao código de contas da CEE de acordo com a Directiva Contabilistica nº4. A coluna 3 destina-se à enumeração de todas as rubricas constantes nos modelos apresentados pelo POC. Se algumas não se mostrarem necessárias são enumeradas sendo o seu valor de zero pois não se podem deixar de enumerar as rubricas apresentadas pelos modelos oficiais. A coluna 2 destina-se ao códigos das contas do POC. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 99 . As colunas 4 e 5 destinam-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico a que se referem as contas (Ano N).

a) 4. b) 3 3.b) 5 5 6 7 10 8+11 69 86 641+642 66 67 63 65 683+684 61 62 POC Custos e perdas Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal: Remunerações Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo Provisões Impostos Outros custos e perdas operacionais (A) Amortizações e provisões de aplicações e investimentos financeiros Juros e custos similares (C) Custos e perdas extraordinárias (E) Imposto sobre o rendimento do exercício (G) 13 88 Resultado liquido do exercício X X X X X X X X ±X X X X X X X X X X X X X X X X X ±X X X X X X X X X X X X X 643 a 648 Encargos sociais X X X X X X Exercícios N N-1 I 100 Guia do Formando Contabilidade Geral II . correntes. resultado liquido do exercício. e. a utilizar: (Artigo 3º do Decreto-lei nº 410/89) Códigos das contas CEE A 2.IEFP I.Resumo apresenta-nos um conjunto de resultados.b) 4. Apresentamos o modelo mais simples. financeiros. antes de impostos. para cada um dos anos: • • • • • operacionais. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A área 8 .a) 3. a) 2.

(G) = Contabilidade Geral II Guia do Formando I 101 .(C) = Resultados antes de impostos (F) .(E) = Resultado líquido do exercício (F) .I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP B Proveitos e ganhos 71+72 Vendas e prestações de serviços Variação da produção 75 74 Trabalhos para a própria empresa Subsídios à exploração (B) 784 Rendimentos de participações de capital Rendimentos de títulos negociáveis e de outras aplicações financeiras Outros juros e proveitos similares (D) 79 Proveitos e ganhos extraordinários (F) Resumo: X X X X X X X X X X X X X X X X X X ±X X X X X X X ±X X 73+76 Outros proveitos e ganhos operacionais Resultados operacionais (B) .(A) = Resultados financeiros (D-B) .(C-A) = Resultados correntes (D) .

603 124.m.804 579.450. respeitante às contas da classe 6 e 7: Acumulados anuais Débito 1.839 149.m.IEFP I.93.316 58.227 28.677 1.090 0 283 16.677 1.749.206 88.603 121. Para tal temos que ter presente o balancete antes de apuramento de resultados.767 543. I 102 Guia do Formando Contabilidade Geral II .562 -4.231 18.000 u.512 32 0 0 0 2.719 18.115 Saldo 1.027 -2.968 53.348 5.655 -36.899. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício de Aplicação 2 Vamos elaborar a Demonstração de Resultados por natureza da Luar de Agosto.845 21.343 4.253 -4.489.838 Crédito 0 37.277 Descrição 61 Custo mercadorias vendidas e consumidas 62 Fornecimentos e serviços externos 63 Impostos 64 Custos com o pessoal 65 Outros custos operacionais 66 Amortizações do exercício 68 Custos e perdas financeiras 69 Custos e perdas extraordinárias 71 Vendas 72 Prestações de serviços 73 Proveitos suplementares 78 Proveitos e ganhos financeiros 79 Proveitos e ganhos extraordinários Os custos com pessoal são repartidos da seguinte forma: • • Remunerações .804 541.799 543.619 -23.655 36.677 u.489. Encargos sociais ..812 2.608 5.206 88.

de aplic.206 19.781 (40. Provisões Impostos Outros custos e perdas operacionais (A) 683+6 Amort. e prov.683.719 2.677 88.000 93.968 121.781 0 2.I.677 1.804 541. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal: 641+6 Remunerações 42 643 a 648 66 67 63 65 Encargos sociais Amortizações do imobilizado corp. e inv. e incorp.603 0 18. Cons. financeiros 84 Juros e custos similares (C) 69 86 88 Custos e perdas extraordinárias (E) Imposto sobre o rendimento do exercício (G) Resultado Liquido do exercício 0 121.818.031. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resolução Custos e perdas 61 62 Custo das Merc.523 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 103 .973 2. Vend.776 88.489.858.027 2.767 1.968 2.754 53.366 450.405) 2.603 543. e das Mat.805.858.

Neg. e de outras apl.(C) = Resultados antes de impostos (F) .m.405 36.m.IEFP I. Financ.527 2.562 2.777.405 -40.818.m..600.562 36.300 u.527 2.261.000 u.366 4.(E) = Resultado líquido d exercício (F) .(C-A) = Resultados correntes (D) . I 104 Guia do Formando Contabilidade Geral II .751 -85. Outros juros e proveitos similares (D) 79 Proveitos e ganhos extraordinários (F) Resumo: Resultados operacionais (B) .446 u.089 4. de Tít.777.(G) = 93.655 2..(A) = Resultados financeiros (D-B) .872 Vamos elaborar a Demonstração de Resultados da empresa Parafusos Unidos sabendo que os Custos com pessoal se repartem da seguinte forma: • • Remunerações . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Proveitos e ganhos 71+72 75 74 73+76 784 Vendas e prestações de serviços Variação da produção Trabalhos para a própria empresa Subsídios à exploração Outros proveitos e ganhos operacionais (B) Rendimentos de participações de capital Rend.406 8.345 -40.814. Lembro que no apuramento de resultados se calculou Imposto sobre o rendimento no montante de 37. Encargos sociais .772.277 2.

060 11.300 22.533 3.797.300 22.792 2. Vend.533 65.527 30.020 0 3.057.533 11.513 259.769 8.153 0 0 2.260 600.200 33.792 861. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal: 641/ 2 Remunerações 643/8 66 67 63 65 683/4 Encargos sociais Amortizações do imobilizado corp.333 Demonstração de Resultados por Natureza referente ao ano N Custos e perdas 61 62 Custo das merc.769 8. e inc.513 259.200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 36.I.797.949. e prov. Financeiros Juros e custos similares (C) 69 Custos e perdas extraordinárias (E) 0 65. Cons. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Parafusos Unidos 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Custo mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários 1.305 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 105 .041. Inv.015.000 261.200 3.026.842 25.300 1.153 65. de aplic. e das mat. Provisões Impostos Outros custos e perdas operacionais (A) Amort.922 861.

IEFP

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

86 88

Imposto sobre o rendimento do exercício (G) Resultado Liquido do exercício

37.446 3.063.706 72.689 3.136.395

Proveitos e ganhos 71+72 Vendas e prestações de serviços Variação da produção 75 74 Trabalhos para a própria empresa Subsídios à exploração 3.077.533 3.077.533 33.842 25.020 33.842 3.111.375 25.020 3.136.395 128.006 -31.691 96.315 110.135 72.689 (B) 784 Rendimentos de partic. de capital Outros juros e proveitos similares (D) 79 Proveitos e ganhos extraordinários (F) 3.077.533

73+76 Outros proveitos e ganhos operacionais

Demonstração de Resultados por Funções A Demonstração de Resultados por Funções dá uma visão mais funcional e analítica de importância acrescida para os gestores. Para a podermos efectuar é necessário classificar os custos/perdas e proveitos/ganhos numa perspectiva das funções ou dos produtos ou das actividades existentes na empresa.

I 106

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Contabilidade Geral II

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

IEFP

O modelo a adoptar deverá ser o seguinte: Demonstração dos resultados por funções (Artigo 25º da 4ª Directiva da CEE):
Exercícios N 1 2 3 4 5 6 Vendas e prestações de serviços Custo das vendas e prestações de serviços Resultados brutos Custos de distribuição Custos administrativos Outros proveitos operacionais Resultados operacionais 7 Rendimentos de participações de capital Relativos a empresas interligadas Relativos a outras empresas 8 Rendimentos de títulos negociáveis e de outras aplicações financeiras Relativos a empresas interligadas Outros 9 Outros juros e proveitos similares Relativos a empresas interligadas Outros 10 11 Amortizações e provisões de aplicações e investimentos financeiros Juros e custos similares Relativos a empresas interligadas Outros Resultados correntes 14 15 Proveitos e ganhos extraordinários Custos e perdas extraordinárias Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimentos do exercício 19 Resultado líquido do exercício N-1

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IEFP

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

Exercício de Aplicação Resolvido Acumulado a Acumulado a Saldo Saldo Débito Crédito Devedor Credor 437 7.487 1.000 8.967 1.564 200 80 27 7.567 2.753 33 647 0 0 735 80 3.067 10 333 0 0 34.987 420 2.133 0 2.667 4.400 103 167 67 0 0 0 0 147 10.667 0 0 0 0 13.533 367 316 34.987 17 5.354 1.000 6.300 0 200 80 0 7.567 2.753 33 647 0 0 735 80 3.067 10 0 0 0 27.843 0 0 0 0 2.836 103 167 40 0 0 0 0 147 10.667 0 0 0 0 13.200 367 316 27.843

Conta 11 12 13 21 22 24 26 28 31 32 41 42 48 51 62 63 64 68 71 78 79 Caixa

Descrição

Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Vendas Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total

Do inventário realizado em 31/12/N obtiveram-se os seguintes elementos: 1. Em caixa havia apenas 10 u.m. sendo que a diferença de 7 u.m. respeita a uma despesa por regularizar do tesoureiro.

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Guia do Formando

Contabilidade Geral II

5.m. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 109 .500 u..m. 3.m. 5. nomeadamente: • • • • • • • 5.400 u. esta renda foi paga por cheque. ao valor de aquisição relativamente às 50 unidades armazenadas. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2.m.150 u. o preço de mercado era inferior em 40 u.100 u. a 90 dias 600 u.m. sendo a diferença explicada por: 1. 4. As existências em armazém foram avaliadas em 500 u. Estar por contabilizar o valor de juros pagos em 30/12/N referentes ao empréstimo que terminou nessa data. a 30 dias .m.050 u.I..2.m.. e IVA a 17%.1. desde os lançamentos de rectificação até à elaboração das Demonstrações Financeiras. no valor de 500 u. a 150 dias . 3.5. Não estar ainda descontado o cheque 131 de 200 u. O saldo devedor da conta 24 respeita a pagamentos por conta de IRC e o valor a crédito respeita a IRS retido em salários e IVA a entregar ao Estado. 5.m.m.m. Está por contabilizar o pagamento da renda de janeiro do escritório. As amortizações do exercício referentes ao imobilizado corpóreo são de 65 u.4.3. Sabe-se que no saldo de clientes existem dividas em mora.. os juros ascendem a 653 u.. O saldo de depósitos à ordem do banco com que a empresa trabalha apresentava um saldo de 4.m..m.. Está também por contabilizar uma factura de compra de material de escritório no valor de 100 u. a 200 dias . a 400 dias . 5.m. 5. 2. Este exercício tem por objectivo aplicar todos os elementos estudados nesta unidade temática.

500 Crédito 2.520 200 3.200 800 1.016 940 2.800 0 16.IEFP I.620 14.384 2..000 u.520 12.m. As amortizações do exercício referentes ao imobilizado corpóreo ascendem a 120 u.200 16.500 380 180 800 0 0 0 880 4.912 480 19.120 6.100 2.000 0 0 0 0 0 82.000 24.m.880 0 0 4.400 16. I 110 Guia do Formando Contabilidade Geral II . O saldo do banco com que a empresa trabalha apresenta um valor devedor de 2.200 107.840 2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício por Resolver 1 Conta 11 12 13 21 22 24 26 28 29 31 32 41 42 48 51 62 63 64 68 69 71 78 79 Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisões para riscos e encargos Compras Mercadorias Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Descrição Débito 3. 2.880 0 0 4. e como tal ainda não se encontra movimentado.200 480 60 100 45.000 0 0 153.500 Devedor 1.000 0 300 80 0 0 44.400 60 84 2. a diferença em relação ao saldo evidenciado pela empresa refere-se a um cheque devolvido do cliente “Aroma Lda” que ainda não foi recepcionado na tesouraria da empresa.920 6..912 480 19.536 Do inventário realizado em 31/12/N obtiveram-se os seguintes elementos: 1.536 Credor 0 0 0 0 17.000 9.520 200 3.200 153.000 0 0 0 0 0 80.200 800 1.400 2.100 320 80 0 0 0 0 880 4.000 8.000 26.400 60 84 0 0 0 107.

200 u. e a 370 dias. a 150 dias. 4.m.617 u. Sabe-se que no saldo de clientes existem dividas em mora com o seguinte escalonamento temporal...m. Tem este exercício por objectivo aplicar todos os elementos estudados neste capítulo. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 111 . desde os lançamentos de rectificação até à elaboração das Demonstrações Financeiras. o valor mensal é de 1. Não estão ainda contabilizadas as férias e o subsidio de férias a apagar no ano N+1 referentes ap ano N.755. a 30 dias.500 u.I.000 u. 5. 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 3. 800 u. As existências finais ascendem a 9.m.m..m. estando previsto um acréscimo de 3% e uma taxa de encargos patronais de 23.

600 0 0 0 0 0 236.titulos a desconto Fornecedores c/c Fornecedores -titulos a pagar Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Descrição Acumulado a débito 22.000 630.000 11.000 240 76.600 2.200 0 800 4.titulos a receber Clientes .000 3.600 1.000 12.000 200 2.000 8.400 720 0 0 0 322.600 1.000 61.000 0 0 2.000 30. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício por Resolver 2 Conta 11 12 13 211 212 213 221 222 24 26 28 31 32 39 41 42 48 51 57 62 63 64 68 69 71 78 79 Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes c/c Clientes .400 720 1.600 0 0 0 0 0 235.000 10.000 0 0 0 0 200 0 120.000 11.000 1.000 80.000 61.200 52.200 20.400 10.600 0 0 9.040 Saldo devedor 280 4.000 10.600 2.600 20.IEFP I.600 0 1.680 1.000 32.000 72.200 I 112 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 0 2.000 6.800 52.400 80.000 6.200 Saldo credor 0 0 0 0 0 0 24.400 40.800 8.000 54.040 Acumulado a crédito 21.800 880 122.800 62.000 0 0 630.720 28.800 1.000 8.000 12.000 0 60.000 3.000 11.200 0 0 0 9.000 600 80 920 0 0 1.000 240 52.000 322.

m.200 u.000 u. 7.m. As amortizações das imobilizações corpóreas ascendem a 2.m.400 u. 3. 6.m.m.000 u. .950 u.. 5. Em caixa apenas estava a quantia de 120 u. 2.600 u. facturas reclamadas judicialmente facturas com menos de 6 meses . Estava paga a renda do armazém referente ao mês de Janeiro do ano N+1 no valor de 200 u.1.. Tem este exercício por objectivo aplicar todos os elementos estudados neste capítulo. por mês estando previsto um aumento de 3% e encargos sociais obrigatórios de 23. verificando-se uma quebra face ao valor de mercado de 1.m.5.I.1..m. Faltavam contabilizar os juros vencidos do depósito a prazo desde 1/9/N à taxa de 5% e cujo pagamento ocorrerá em 1/3/N+1. por ano.75%. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP O inventário a que se procedeu em 31/12/N forneceu os seguintes elementos: 1. ao seu preço de custo. As dividas em mora são as seguintes: • • • facturas vencidas entre 6 e 12 meses .000 u. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 113 .. 4. A inventariação física das existências mostrou que as mesmas valem 30.m.m. O valor de férias e subsidio de férias ascendem a 5. desde os lançamentos de rectificação até à elaboração das Demonstrações Financeiras.

2. 3. 5. 6. Indicar situações que afectem os impostos futuros. Trata-se de uma lista de 48 pontos. nomeadamente Balanço Demonstração de Resultados e. apresentar justificação. Apresentar as alterações no resultado do exercício provocadas por alterações de critérios de valorimetria ou de métodos de cálculo de amortizações ou provisões. Indicar as cotações utilizadas quando existam saldos em moedas estrangeiras. quantificando o seu impacto nas Demonstrações Financeiras. para se poderem comparar.Despesas de investigação e de desenvolvimento”. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 9. Indicar e comentar as contas em que os métodos aplicados sejam diferentes dos do exercício anterior. Indicar o número médio de pessoas ao serviço. Apresentar os critérios valorimétricos e métodos adoptados nas diferentes rubricas do Balanço e da Demonstração de Resultados. algumas informações complementares que explicam a situação apresentada nessas Demonstrações. Indicar e analisar as disposições do Plano Oficial de Contabilidade que não tenham sido devidamente aplicadas. ANEXOS AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Os anexos são os conjuntos de informações descritivas sobre as Demonstrações Financeiras. nem todos são preenchidos por todas as empresa. 7. Se existirem Trespasses com amortização além de cinco anos. O Anexo está contido no capítulo 8 do Plano Oficial de Contabilidade. 4. Justificar o conteúdo das contas “431 . 8. e também alguns dos pontos estão em branco para serem preenchidos face às necessidades de cada empresa. vamos analisar resumidamente cada um dos pontos: 1. ainda.IEFP I. 9. I 114 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Despesas de instalação” e “432 .

de acordo com o seguinte quadro: Activo Bruto Rubricas Saldo Inicial Reavaliação ou ajustamento Aumentos Alienações Transferências e abates Saldo Final Imobilizações Incorpóreas: (discriminar) Imobilizações corpóreas: (discriminar) Imobilizações financeiros: (discriminar) Amortizações e provisões Rubricas Imobilizações Incorpóreas: (discriminar) Imobilizações corpóreas: (discriminar) Imobilizações financeiros: (discriminar) Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final 11. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 10. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 115 . Indicação dos custos incorridos no exercício no recursos a empréstimos para financiamento de imobilizações em construção e que tenham ficado terminadas neste exercício. Apresentar os movimentos ocorridos nas rubricas de imobilizado e respectivas amortizações e provisões.I.

30. Valor de dividas a terceiros com prazo superior a cinco anos. Valor global de compromissos financeiros que não figurem no balanço. Elaboração de mapa discriminativo das reavaliações. 33. 17. de direcção e de fiscalização. Discriminação da conta 4154 . 28. 32. 16. se em mora. 22. o valor de acréscimo provocado pela reavaliação e o valor após a reavaliação. 26. Discriminação de dividas incluídas na rubrica Estado. 27. Valores de dividas de cobrança duvidosa incluídas nas rubricas de balanço. 31. indicando rubrica a rubrica o custo histórico. Indicação dos diplomas legais à luz dos quais se efectuaram as reavaliações do imobilizado. 15. Indicação das parcelas integradas em “Títulos negociáveis” cujo peso seja superior a 5% do activo circulante da empresa. Informações relativas a empresas pertencentes a um mesmo grupo. Valor de dividas de terceiros cobertas por garantias reais. no tocante a adiantamentos ou empréstimos. 29. Descrição das responsabilidades da empresa por garantias prestadas. 19. 23. Indicação e justificação de provisões extraordinárias referentes a abens do activo circulante. Indicação de eventuais movimentos financeiros verificados entre a empresa e os seus órgãos de administração. 24. 25. à consignação. I 116 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 20. financiamento e prazos de conclusão. Indicar para as imobilizações corpóreas e em curso as suas características no tocante a origem. Valores de existências em poder de terceiros.IEFP I. Quantidades e valores de títulos emitidos pela empresa com indicação dos direitos que conferem. Indicação de eventuais diferenças entre as dividas a pagar e quantias já recebidas por conta dessas dividas. Valor global de dividas activas e passivas respeitantes ao pessoal da empresa. 21. 14. Indicação de diferenças entre os valores apresentados no Balanço e os valores de mercado para os elementos do Activo Circulante. Justificação da atribuição de valor inferior ao do valor de mercado a bens do activo circulante. Valor de dividas tituladas que no balanço não evidenciem tal característica. 13. Indicação dos bens utilizados em locação financeira e respectivos valores contabilisticos. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 12. 18.Fundos.

Repartição dos valores apresentados nas contas 71 . Informações exigidas por diplomas legais. 44. Forma de realização do capital social ou aumentos de capital. 43. 48. 45. Numero e valor nominal das acções subscritas durante o exercício. 46. 41. 36. 35.I. Indicação das variações das reservas de reavaliação durante o exercício. Numero de acções e seu valor nominal que compõem o capital social da empresa. ainda não referidas.Prestação de serviços pelo mercado interno e externo. Explicitação de outras alterações nas rubricas de capitais próprios. Indicação dos titulares do capital desde que superiores a 20%. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 34. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 117 . 39. Outras informações que sejam consideradas relevantes. 42. Demonstração do custo das mercadorias vendidas e da matérias consumidas. 40. Demonstração da variação da produção.Vendas e 72 . 47. Desdobramento das contas de provisões e movimento do ano. Indicação do valor das remunerações atribuídas aos órgãos de gestão. Demonstração de resultados financeiros. 37. 38. Demonstração de resultados extraordinários.

Compra de uma máquina de 10. DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E DAS APLICAÇÕES DE FUNDOS .DOAF (ANTERIORMENTE DESIGNADA MAPA DE ORIGENS E APLICAÇÃO DE FUNDOS) Quando observamos e analisamos um Balanço e uma Demonstração de Resultados nada nos é dito sobre algumas vivências da empresa. a pronto pagamento: • • Aplicação . Reduções das contas do passivo e da Situação Líquida. financeira e monetária é um importante auxilio e complemento das demonstrações financeiras. Tratando-se de um documento de informação patrimonial.m. Aplicação de fundos é o destino dado a todos os fundos obtidos pela empresa e que se vão materializar em: • • Aumentos das contas do Activo. ou. Origem .IEFP I. nomeadamente: • • • • • Que investimentos foram efectuados? Como foram financiados esses investimentos? Como foi financiada a actividade corrente? Se foram distribuídos lucros. ou Reduções das contas do Activo. etc.Aumento do imobilizado corpóreo. Origens e Aplicações de Fundos Origem de fundos é considerada toda a fonte de fundos próprios ou alheios que nos permitem financiar a vida da empresa e que se vão reflectir em: • • Aumentos das contas do passivo e da Situação Líquida.000 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 10. I 118 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Diminuição de depósitos à ordem. Analisemos os seguintes factos e determinemos a origem e aplicação respectiva: 1. A Demonstração de Origens e Aplicação de Fundos vem responder a estas perguntas.

TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2. De todos os custos reflectidos na Demonstração de Resultados existem dois tipos de custos a que não estão associados desembolsos de fundos. ou seja: • • • Resultados Líquidos. Origem . Origem .I. ou seja.Aumento do passivo de curto prazo. 3.Aumento de disponibilidades. Compra de matérias primas a crédito: • • Aplicação . Venda de mercadoria a crédito: • • Aplicação . Origem . Aumento de capital próprio por entrada de “dinheiro fresco”: • • Aplicação . Contabilidade Geral II Guia do Formando I 119 .Diminuição do passivo de curto prazo.Diminuição dos activos de curto prazo. todos os fundos gerados e que permanecem ao serviço da empresa. são eles: • • as amortizações. Aplicação financeira: • • Aplicação . surgindo a noção de Autofinanciamento. 5.Diminuição de disponibilidades.Aumento das existências. Estamos perante dois tipos de movimentos que não se traduzem em pagamentos.Aumento do passivo de médio e longo prazo.Aumento da Situação Líquida. logo os valores recuperados nas vendas para suportar estes dois tipos de custos são também uma origem de fundos. Renegociação de uma dívida de curto prazo por utilização de um novo empréstimo de médio e longo prazo: • • Aplicação . 4. 6. Origem .Aumento das aplicações financeiras.Aumento de dívidas de terceiros Origem . e as provisões. Amortizações. Provisões.

e a Demonstração das Origens e Aplicação de Fundos. excluindo as amortizações e as provisões. um simples quadro em que mencionamos todas as rubricas do Balanço e encontramos as variações verificadas de um ano para o outro.IEFP I. com base nestes elementos são elaborados três mapas: • um Mapa de Mutação de Valores. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A Elaboração da Demonstração de Origens e Aplicação de Fundos Para elaborarmos a DOAF necessitamos de ter os Balanços de dois anos sucessivos da empresa. • • I 120 Guia do Formando Contabilidade Geral II .que apresenta as variações das rubricas do Balanço relacionadas com o curto prazo. é com base neste mapa que elaboraremos os seguintes: a Demonstração das Variações de Fundos Circulantes . que nos apresenta as variações nas rubricas de natureza permanente. ou seja de médio e longo prazo e onde vamos encontrar uma linha com o resultado da Demonstração das Variações de fundos Circulantes (aumento ou diminuição dos fundos circulantes). ou seja.

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Apresentamos seguidamente os modelos de mapa a utilizar: Mapa de Mutação de Valores Rubricas Activo Imobilizados Existências Dividas de terceiros Médio e longo prazo Curto prazo Disponibilidades Total Capital próprio Capital Reservas Resultados Passivo Dividas a terceiros Médio e longo prazo Curto prazo Total Ano N Ano N+1 Variação Demonstração das Variações dos Fundos Circulantes 1 2 3 4 5 Aumentos das existências Aumentos das dividas de terceiros a curto prazo Diminuições das dividas a terceiros a curto prazo Aumentos das disponibilidades Diminuição dos fundos circulantes X X X X X X 1 2 3 4 5 Diminuições das existências Diminuições das dividas de terceiros a curto prazo Aumentos das dividas a terceiros a curto prazo Diminuições das disponibilidades Aumento dos fundos circulantes X X X X X X Os valores para preenchimento deste mapa são obtidos directamente do mapa de mutação de valores. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 121 . As rubricas de médio e longo prazo serão tratadas na elaboração da DOAF. compreendem todas as rubricas de curto prazo e permite-nos obter o resultado verificado nos findos circulantes.

IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Demonstração da origem e da aplicação de fundos Origem dos fundos Internas Resultado liquido do exercício Amortizações Variação de provisões ±x ±x ±x ±x Diminuições de capitais próprios Externas Aumentos dos capitais próprios: Aumentos de capital e prestações suplementares Aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais Cobertura de prejuízos Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Diminuições de investimentos financeiros Diminuições das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Aumentos das dívidas a terceiros a médio e longo prazo Diminuição de imobilizações Cessão de imobilizações Diminuição dos fundos circulantes x x Aumento dos fundos circulantes x x Aplicação dos fundos Distribuições Por aplicação de resultados Por aplicação de reservas x x x Diminuições de capital e de prestações suplementares x x x x x Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Aumentos de investimentos financeiros Aumentos das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Diminuições das dívidas a terceiros a médio e longo prazo x x x x x x x x Aumento de imobilizações Trabalhos da empresa para ela própria Aquisição de imobilizações x x x I 122 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

000 4. Aumentos de capital e prestações suplementares. Análise das Rubricas Individuais que Compõem a DOAF: Origens internas: 1. por exemplo: Conta 28 29 39 Total Provisões para cobrança duvidosa Provisões para riscos e encargos Provisões para depreciação de existências 31/12/N-1 10. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Todas as rubricas devem ser desdobradas de acordo com os balanços de cada empresa. 2.000 3. Variação de provisões . Amortizações .000 12. aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais ou cobertura de prejuízos Nestas rubricas apenas se consideram as entradas de “dinheiro fresco”.000 17. se lucro com o sinal positivo. Origens externas: 1.000 u. A linha de diminuição de fundos circulantes será preenchida alternativamente à linha aumentos de fundos circulantes e depende do resultado do mapa variação de fundos circulantes. nomeadamente por incorporação de reservas.000 31/12/N 7. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 123 .000 0 5.Amortizações do exercício 3. Resultado Líquido do Exercício .m. obtêm-se directamente do mapa de mutação de balanços. se prejuízo com o sinal negativo.000 A rubrica “Variação de provisões” origem terá sinal negativo e valor de 5.Somam-se os saldos das diversas contas da classe 66 . 2. Diminuição de imobilizações .vamos determinar a diferença entre o saldo do final do ano anterior e o saldo final do ano em causa. 3.considera-se o saldo da conta 88 (Resultado Líquido do Exercício). por via da mais ou menos valia gerada. independentemente do valor do resultado obtido nessa alienação. não são consideradas as outras formas de aumento de capital ou de cobertura de prejuízo.resultam da comparação dos dois balanços.I.regista-se o valor líquido do imobilizado alienado. relativamente a todas as provisões constantes do balanço. Movimentos financeiros a médio e longo prazo . porque esse já está reflectido nos resultados líquidos.

Tesouraria Custos diferidos Total 5. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Aplicações 1. obtêm-se directamente do mapa de mutação de valores.400 1.600 8. de que se apresenta o Mapa de Mutação de Valores: Ano N ACTIVO Imobilizações corpóreas Imobilizações em curso Amortizações acumuladas Investimentos financeiros Mercadorias Clientes Fornecedores Outros devedores Provisão p/ cob. 2.representa as saídas de dinheiro para os detentores do capital ou outros órgãos das sociedades.400 -900 200 1.000 9.determinam-se pelas variações dos dois balanços.compreende os investimentos efectuados mas especial atenção ao facto de termos que retirar os valores resultantes da reavaliação de imobilizados.IEFP I. Aumento de imobilizações .400 -1.000 7.000 0 -2. 3. Exemplo de Aplicação 1 São conhecidos os seguintes elementos da empresa XPTO.500 800 5.000 1. Distribuições Por aplicação de resultados ou por aplicação de reservas .810 -200 0 -120 700 -10 -80 8.000 200 300 -400 500 -80 80 17.600 12. 4.810 0 300 -520 1. Duvidosa Caixa e títulos negociáveis Provisão p/ aplic.600 600 3. Movimentos financeiros a médio e longo prazo .000 -1.200 -90 0 26.400 Ano (N+1) Variação I 124 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Diminuições de capitais próprios Diminuições de capital e de prestações suplementares que se materializam em saídas de fundos.

200 u. Pretende-se elaborar a Demonstração de Origens e Aplicações de Fundos. Os imobilizados em curso ficaram concluídos no ano N+1.900 900 17. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Ano N CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital Reservas Resultados transitados Resultado liquido do exercício Empréstimos obtidos m/l prazo Fornecedores C/C Estado e outros entes públicos Total 4.000 -200 1.300 840 1. para aumento de capital... Contabilidade Geral II Guia do Formando I 125 . No ano N+1 os resultados foram afectados da seguinte forma: 1. Esta reavaliação provocou um acréscimo nos valores de aquisição de 1.m. por 60 u.m. que estavam integralmente amortizados e cujo custo de aquisição tinha sido 800 u.000 1.I.000 0 2. 3.000 6. O acréscimo das reservas (de 1.400 E ainda que: 1.m.000 700 -840 740 1.400 1.000 2.660 0 8.m.600 Ano (N+1) Variação 10. 4. 2.000) resultou da reavaliação dos imobilizados corpóreos.700 1. Foram vendidos imobilizados corpóreos.300 para 2.000 8.700 u.900 26. para accionistas e 800 u.000 8..m.

+ 1. + X u.IEFP I.200 + X = 12.m.m.m.000 X = 6.810 1 Diminuições das existências 1.m.m. I 126 Guia do Formando Contabilidade Geral II . = 5.1.m.000 u.600 u.m.m.000 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Resolução Demonstração da Variação dos Fundos Circulantes 1 Aumentos das existências Mercadorias 2 Aumentos das dividas de terceiros a curto prazo Clientes 3 Diminuições das dividas a terceiros a curto prazo Fornecedores 4 Aumentos das disponibilidades 5 Diminuição dos fundos circulantes 200 1.800 + 1.410 2 Diminuições das dividas de terceiros a curto prazo Fornecedores 200 0 Custos diferidos 3 Aumentos das dividas a terceiros a curto prazo Estado e outros entes públicos 80 1. Deste investimento há uma parte que se encontrava em Imobilizado em Curso pelo que o Investimento de Imobilizado Corpóreo a considerar é de 6. .000 0 2.800 u. = 12. .600 u. .200 u.400 u.110 Cálculos complementares para elaboração da Demonstração de origens e Aplicação de Fundos: Investimento em Imobilizado Corpóreo: Imobilizado Corpóreo no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Investimento em imobilizado corpóreo Imobilizado corpóreo no ano N+1 + 5.m.830 4.000 u.200 u. 5.110 700 4 Diminuições das disponibilidades 0 5 Aumento dos fundos circulantes 4.

m. 700 u. + Y u.600 .m.800 + Z + X = 2.m.600 .m.500 u.200 u.m.m.800 u.600 u. = 2.m.m.m.m. = 2. .X = 700 X = 500 u.600 u.500 X = 1. 1.200 .m. Nesta equações encontramos duas incógnitas vamos ter que determinar em primeiro lugar o acréscimo de amortizações acumuladas provocado pela Reavaliação do Imobilizado: Acréscimo do valor do imobilizado Acréscimo do valor das amortizações acumuladas valor da reserva de reavaliação + 1.m.I.200 u.800 + 500 + X = 2.m.500 1. 1. X u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Determinação das amortizações do exercício: Amortizações acumuladas no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Amortizações do exercício Amortizações acumuladas no ano N+1 + 1.500 u. + 500 u. + Z u.800 u.m. . + Y u. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 127 .m. Neste momento já podemos resolver o nosso problema e determinar o valor das amortizações do exercício: Amortizações acumuladas no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Amortizações do exercício Amortizações acumuladas no ano N+1 + 1.

m. 0 u.m. não se menciona nada na DOAF 800 foram afectos a capital os restante 40 foram distribuídos aos sócios foram distribuídos aos sócios.IEFP I. Resultados transitados 840 u.660 u. 0 u.000 u.m.200 u. deverão constar na DOAF Trata-se do valor da reserva de reavaliação. +700 u.300 u.m. Observações 800 resultam da afectação de Resultados Transitados pelo que só 5. 2.660 u.000 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Movimentos no Capital Próprio: Rubrica Capital Ano N 4.m. I 128 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 u. Podemos finalmente preencher o mapa de Dotação de Origens e Aplicação de Fundos. somados aos 40 de resultados transitados totalizam as 1.000 u. -1. -840 u. Variação +6.m.m. atribuídas a sócios Reservas 1.m.m. Ano N+1 10.m Resultados líquidos do ano N 1.m.700 u.m.m.m.

200 5.930 Aumento dos fundos circulantes 2.400 1.200 130 3.700 1700 Aplicação dos fundos Contabilidade Geral II Guia do Formando I 129 .I.000 Trabalhos da empresa para ela própria Aquisição de imobilizações 5.200 Aumentos das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Diminuições das dívidas a terceiros a médio e longo prazo 200 200 Diminuições de capital e de prestações suplementares Distribuições Por aplicação de resultados Por aplicação de reservas 1.200 5.200 Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Aumentos de investimentos financeiros 5.830 9. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Demonstração da origem e da aplicação de fundos Origem dos fundos Internas Resultado liquido do exercício Amortizações Variação de provisões 2.730 Diminuições de capitais próprios Externas Aumentos dos capitais próprios: Aumentos de capital e prestações suplementares Aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais Cobertura de prejuízos Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Diminuições de investimentos financeiros Diminuições das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Aumentos das dívidas a terceiros a médio e longo prazo Diminuição de imobilizações Cessão de imobilizações Diminuição dos fundos circulantes 9.930 1.000 Aumento de imobilizações 1.

As amortizações do exercício foram de 400 u. Créditos cobrança duvidosa Prov. foi também alienada a quota que detinha na TRUZ.m. no valor de 600 u. 4.000 208 800 0 200 Sabendo ainda que: 1. Vamos elaborar a Demonstração de Origens e Aplicação de Fundos para o ano N+1. tendo-se calculado uma reserva de reavaliação de 800 u.400 200 680 680 1. I 130 Guia do Formador Contabilidade Geral II .m. Depreciação existências Provisão para riscos e encargos Imobilizado corpóreo Amortizações acumuladas de Imobilizados corpóreos Imobilizado incorpóreo Investimentos financeiros Empréstimos obtidos m/l prazo Capital Reserva legal Reserva de reavaliação Resultados transitados Resultado líquido exercício Ano N 46 70 220 4. Foi alienado um equipamento que se encontrava amortizado em 50%. 3..680 -1. Houve uma redução de fundos circulantes de 146 u. Houve uma reavaliação do imobilizado corpóreo no ano N+1.900 220 740 480 2.m.200 200 400 -200 80 Ano N+1 100 60 182 6.. 5.m para imobilizado corpóreo e 60 u.IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício por Resolver 1: Retiraram-se os seguintes elementos da contabilidade da empresa Lamelas SA : Rubricas Prov..640 -1.m. para imobilizado incorpóreo. tendo o seu custo sido de 280 u.. 2.m. Durante o ano N+1 foram adquiridos 10% do capital da empresa ZAS LDA.

400 -140 W 460 1.280 + X + Z = 6.680 .900 = 1400 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resolução Cálculos complementares para elaboração da Demonstração de origens e Aplicação de Fundos: Investimento em Imobilizado Corpóreo: Imobilizado Corpóreo no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Investimento em imobilizado corpóreo Imobilizado corpóreo no ano N+1 + 4.I.900 Contabilidade Geral II Guia do Formador I 131 .140 + W + 460 W = 180 Acréscimo do valor do imobilizado Acréscimo do valor das amortizações acumuladas Valor da reserva de reavaliação C-180 = 800 C = 980 C 180 800 1.680 -280 X Z 6.640 Determinação das amortizações do exercício: Amortizações acumuladas no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Amortizações do exercício Amortizações acumuladas no ano N+1 1.640 Nesta equações encontramos duas incógnitas vamos ter que determinar em primeiro lugar o acréscimo de Imobilizado provocado pela Reavaliação do Imobilizado: 4.

Reservas 600 u.m.m. de afectação de resultados e os 120 foram entrada de fundos para cobertura de prejuízos -80 u.260 4.m.m.m. deverão constar na DOAF 1. foram transferidos para resultados Transitados Resultados transitados (200) u.000 u.m.680 -280 X Z 6. 2.280 + 180 + Z = 6.m. +400 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Neste momento já podemos resolver o nosso problema e determinar o valor do investimento: Imobilizado Corpóreo no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Investimento em imobilizado corpóreo Imobilizado corpóreo no ano N+1 + 4.m.m.200 u. 1.m Houve cobertura de prejuízos em 80 u. 0 u.680 .m.m. Observações 400 resultam da afectação da Reserva de Reavaliação pelo que só 400 u. Resultados líquidos do ano N 80 u.IEFP I. I 132 Guia do Formador Contabilidade Geral II . Trata-se do valor da reserva de reavaliação.000 u.640 Movimentos no Capital Próprio: Rubrica Capital Ano N Ano N+1 Variação +800 u.m. não se menciona nada na DOAF -200 u.640 Z = 1.m. 0 u.

860 1.260 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Podemos finalmente preencher o mapa de Dotação de Origens e Aplicação de Fundos Demonstração da origem e da aplicação de fundos Origem dos fundos Internas Resultado liquido do exercício Amortizações Variação de provisões Externas Aumentos dos capitais próprios: Aumentos de capital e prestações suplementares Aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais Cobertura de prejuízos Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Diminuições de investimentos financeiros Diminuições das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Aumentos das dívidas a terceiros a médio e longo prazo Diminuição de imobilizações Cessão de imobilizações Diminuição dos fundos circulantes 146 Aumento dos fundos circulantes 1.I.260 120 520 400 Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Aumentos de investimentos financeiros Aumentos das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Diminuições das dívidas a terceiros a médio e longo prazo 600 600 200 460 -6 654 Diminuições de capitais próprios Diminuições de capital e de prestações suplementares Distribuições Por aplicação de resultados Por aplicação de reservas Aplicação dos fundos Contabilidade Geral II Guia do Formando I 133 .860 540 540 Aumento de imobilizações Trabalhos da empresa para ela própria Aquisição de imobilizações 1.

400 51.600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 -51.600 1.000 6.000 2.600 122.600 2.100 0 I 134 Guia do Formando Contabilidade Geral II .600 2.000 8.000 61.000 3.000 -600 120 -920 63.000 13.000 235.000 13.600 200 2.000 61.600 -20.000 0 60.000 9.000 235.720 28. Este lançamento será efectuado de forma inversa na abertura do exercício seguinte.320 Rubricas Acumulados anuais Débito 22. ENCERRAMENTO DAS CONTAS Os trabalhos de fim de exercício apresentam como etapa final o chamado lançamento de encerramento das contas. Balancete antes de encerramento Conta 11 12 13 21 22 24 26 28 32 39 41 42 48 51 57 61 62 63 64 68 69 71 78 81 82 83 84 85 88 Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes Fornecedores Estado e out.IEFP I.400 Crédito 21. Quando se faz a passagem do lançamento do Diário ao Razão todas as contas aparecem saldadas.600 0 0 122.020 -2.320 Saldo 280 4. É um lançamento em que se debitam e creditam.000 51.800 30.820 1.200 20.800 -10.088.600 1400 720 236.000 32.200 52.200 0 800 4.680 1.000 11.000 -11.000 51. Existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Compras Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Proveitos e ganhos financeiros Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultados líquido do exercício 1.800 52.800 0 1.000 10.000 40.000 8.600 -1.088.100 1.400 720 236. as contas do balancete que apresentam saldo devedor ou credor.800 880 63.000 10.000 10. entes públicos Outros devedores e credores Provisão cobrança duvidosa Mercadorias Provisão p/ dep. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 11.000 66.000 10.000 3.400 300 51.000 9.400 300 51.

pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.820 Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Valor 280 4.000 8.600 20.000 600 920 1.000 2.000 6..000 11. pelo saldo das contas Fecho do exercício.I. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. 1 Descrição Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 13. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Diário: Operações diversas (fecho) Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Conta Conta creditada debitada 11 12 13 21 26 32 41 42 Nr. pelo saldo das contas Fecho do exercício.600 2.820 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 135 .600 51. pelo saldo das contas 22 24 28 39 48 51 57 88 10.020 97. pelo saldo das contas Fecho do exercício.800 120 63. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.100 97.

400 300 51.140 Crédito 22.100 1.200 20.000 61.000 235.140 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 I 136 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 10.000 32.000 13.800 40.600 1.000 13.820 4.000 11.400 720 236.600 122.400 300 51.200 2.820 4.800 1.186.000 8.400 51.000 10.800 1.800 63.600 1.000 11.600 2.800 52.100 1.000 51.400 51.000 61.200 2.000 32.000 51.186.600 1.600 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Balancete após o encerramento Rubrica 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Depósitos a prazo 21 Clientes 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros devedores e credores 28 Provisão para cobrança duvidosa 32 Mercadorias 39 Provisão p/ depreciação existências 41 Investimentos financeiros 42 Imobilizações corpóreas 48 Amortizações acumuladas 51 Capital 57 Reservas 61 Compras 62 Fornecimentos e serviços externos 63 Impostos 64 Custos com o pessoal 68 Custos e perdas financeiras 69 Custos e perdas extraordinárias 71 Vendas 78 Proveitos e ganhos financeiros 81 Resultados operacionais 82 Resultados financeiros 83 Resultados correntes 84 Resultados extraordinários 85 Resultados antes de impostos 88 Resultados líquido do exercício Acumulados anuais Débito 22.400 720 236.000 10.IEFP I.000 10.000 3.800 40.800 52.000 235.000 9.000 9.000 66.000 66.200 20.600 2.800 63.000 3.000 8.600 122.

I.580 0 0 0 108.000 0 284.000 83.600 0 0 3. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercício de Aplicação por Resolver Exercício de Aplicação 1 Pretende-se que efectue o lançamento de encerramento de contas e apresente o balancete após o encerramento de contas da empresa Luar de Agosto.000 30. Cons.620 16.333 214.467 92.754 0 200.769 333.867 10.000 123.050 15.272.400 129.000 0 382.333 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.000 176.133 16.333 17. cujo balancete antes de encerramento é o seguinte: Balancete rectificado da Parafusos Unidos Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo Mercadorias Vendidas Mat.487 Resolução Contabilidade Geral II Guia do Formando I 137 .689 1.600 0 0 0 165.487 Saldo credor 0 0 0 12.272. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 14.333 0 8.446 34.667 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72.

333 30. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.400 129.050 17. pelo saldo das contas Fecho do exercício.620 16. pelo saldo das contas Fecho do exercício..867 10. pelo saldo das contas Fecho do exercício. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Diário : Operações diversas (fecho) Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Nr.272.487 I 138 Guia do Formando Contabilidade Geral II .580 108. pelo saldo das contas Fecho do exercício.333 34.769 333. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 83.000 382. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 176. pelo saldo das contas Fecho do exercício.600 3.IEFP I.272.333 1. pelo saldo das contas Fecho do exercício.667 72. pelo saldo das contas Conta Conta debitada creditada 11 12 15 21 22 24 26 32 41 42 43 Valor 14. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 123. pelo saldo das contas 19 22 24 26 27 28 29 39 48 51 59 88 12. pelo saldo das contas Fecho do exercício.333 860 165.754 200. 1 Descrição Fecho do exercício.467 92.000 284.133 16. pelo saldo das contas Fecho do exercício.487 Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.446 15. pelo saldo das contas Fecho do exercício.689 1.

TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Balancete após o fecho Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo Mercadorias Vendidas Mat.I. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Líquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Saldo credor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 139 . Cons.

339 5. Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Nome da Conta Acumulados anuais Débito 4.857 5.655 Saldo 4.493 -314.975 2.716 53.566 0 140.603 124.489.567 -10.253 -144.452 0 409.700.716.547 1.290.059 -211 -156.057.756.037.M.383.622.283 87.227 28.839 2. e de cons.677 1.955 -295.231 18.959 10.063 803.206 88.859.349.804 579. subs.162 1.799 543.655 Crédito 4.491 59.062.198 39.920 6.982 73.954 53.V.231 18.696 -414.IEFP I.173 1.009 1.681 56.442 266.766.867 699.500 -20.677 1.565 420.799 543. Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados C.226 1.193 229.899.331 49.151 1.343 4.491 55.662 1.316 58.547 1.345.962 24.954 64.892 39.392 593.279 3.407 295. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício de Aplicação 2 Pretende-se que efectue o lançamento de encerramento de contas e apresente o balancete após o encerramento de contas da empresa Parafusos Unidos.489. cujo balancete antes de encerramento é o seguinte: Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.603 124.270 596.899.206 88.227 28.247 14.584 193.329 597.305 -550.M.380 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 I 140 Guia do Formando Contabilidade Geral II .343 4.425 -433.804 579.283 227.658 5.151 1.238 0 101.839.697 42.186.697.839 2.766.455 338.316 58.525 10.574 64.944 -352.188.171 1.173 1.005 0 1.306 0 4.242 -14.009 0 366.

845 21.115 2.750 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 40.747 Crédito 36.747 37.405 37.750 40.527 121.751 53.527 121.I.968 93.405 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 141 .777.027 48.751 53.115 2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Conta 78 79 81 82 83 84 85 88 Nome da Conta Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Operacionais Resultados financeiros Resultados Operacionais Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultado Liquido do exercício Total Acumulados anuais Débito 36.777.968 93.533.845 21.027 48.533.

pelo saldo das contas 24 25 26 27 28 48 51 55 56 57 Valor 4. pelo saldo das contas I 142 Guia do Formando Contabilidade Geral II . pelo saldo das contas Fecho do exercício.567 10. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.IEFP I. pelo saldo das contas Fecho do exercício.696.892 39.487 1 Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas 352. pelo saldo das contas Fecho do exercício.959 87.681 56.242 14.696 366.425 433.405 2. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.493 314.491 55. pelo saldo das contas Fecho do exercício.755 Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Resolução Diário : Operações diversas (fecho) Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Nr. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.500 352.272.253 144.380 1.547 1.063 803. pelo saldo das contas Fecho do exercício.305 40.009 550. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.955 295. pelo saldo das contas Fecho do exercício.059 211 156. pelo saldo das contas Fecho do exercício.188. Descrição Conta debitada Conta creditada 11 12 21 32 36 41 42 43 44 88 22 23 Fecho do exercício.716 53.500 20.

Balancetes mensais em que os saldos evidenciados permitem efectuar conferência de contas e valores aferindo-se as correcções a elaborar.movimentos para apurar os resultados do exercício nos diferentes níveis: Resultados Operacionais Resultados Financeiros Resultados Correntes Resultados Extraordinários Resultados Antes de Impostos Resultado Líquido do Exercício ↓ Balancete de Apuramento de Resultados .lançamentos efectuados para adequar os movimentos contabilisticos à realidade verificada nos inventários e cumprimento dos Princípios de Contabilidade Geralmente Aceites ↓ Balancete rectificado . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resumo O trabalho contabilistico de fim de exercício engloba as seguintes fases: Balancetes de verificação .balancete resultante dos lançamentos de rectificação e regularização efectuados ↓ Demonstração de Resultados . ↓ Lançamentos de rectificação e regularização .balancete que se obtém após o lançamento de apuramento de resultados. todas as contas de Custos e proveitos deverão surgir saldadas ↓ Contabilidade Geral II Guia do Formando I 143 .I.Documento de natureza Económica que nos permite demonstrar como foram obtidos os diversos níveis de resultados ↓ Lançamentos de Apuramento de Resultados .

conjunto de informações sobre as Demonstrações Financeiras que nos auxiliam na sua compreensão e justificação ↓ Demonstração de Origem e Aplicações de Fundos .IEFP I.mapa financeiro que nos informa sobre o natureza dos movimentos financeiros verificados entre dois períodos sucessivos No final destes procedimentos temos o exercício económico em estudo devidamente encerrado e foram elaborados os mapas obrigatórios. evidenciando todos os direitos e obrigações de que a empresa é titular ↓ Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados .mapa financeiro que nos transmite a posição da empresa no dia em que é elaborado. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO ↓ Balanço . I 144 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO CONTABILIDADE GERAL II .II.

.

Reabertura das Contas 2. Temas: 1. Aplicação de resultados • • • Resumo Questões e Exercícios Resoluções II 147 Contabilidade Geral II Guia do Formando . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Objectivos No final desta unidade temática o formando deverá estar apto a: • • efectuar os movimentos que permitem reabrir as contas da empresa.II. efectuar os movimentos de aplicação de resultados.

600 2.820 Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas 22 24 28 39 48 51 57 88 10. Descrição 1 Fecho do exercício.600 20.000 6.020 97.820 II 148 Guia do Formando Contabilidade Geral II .800 120 63.000 8.000 600 920 1.600 51. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO 1.100 97.000 2. Assim.IEFP II. REABERTURA DAS CONTAS No início de cada exercício económico há que reabrir as contas para se começar a trabalhar de novo.000 11. pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Conta debitada Conta creditada 11 12 13 21 26 32 41 42 Valor 280 4. foi efectuado o movimento seguinte: Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Nr.000 13. Vamos efectuar o lançamento no Diário inverso ao que efectuámos para encerrar as contas no capítulo anterior.

140 Crédito 22.000 3.600 1.000 235.200 20.000 235.000 66.000 11.000 11.000 61.820 4.800 63.000 51.600 1.600 2.600 2.000 66.000 32.400 51.800 40.600 1.000 8.000 51.400 720 236.400 300 51.800 40.000 9.600 122.000 61.800 52.000 3. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Balancete após o encerramento Acumulados anuais Débito 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Depósitos a prazo 21 Clientes 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros devedores e credores 28 Provisão para cobrança duvidosa 32 Mercadorias 39 Provisão p/ depreciação existências 41 Investimentos financeiros 42 Imobilizações corpóreas 48 Amortizações acumuladas 51 Capital 57 Reservas 61 Compras 62 Fornecimentos e serviços externos 63 Impostos 64 Custos com o pessoal 68 Custos e perdas financeiras 69 Custos e perdas extraordinárias 71 Vendas 78 Proveitos e ganhos financeiros 81 Resultados operacionais 82 Resultados financeiros 83 Resultados correntes 84 Resultados extraordinários 85 Resultados antes de impostos 88 Resultados líquido exercício 22.000 32.600 1.800 52.000 13.800 1.100 1.400 300 51.000 9.820 4.186.800 1.II.200 2.000 10.000 13.000 10.000 8.100 1.000 10.000 10.400 51.140 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando II 149 .200 20.186.400 720 236.600 122.200 2.800 63.

IEFP II.000 11.000 13.000 2.600 51.000 6.000 8.800 120 63.020 97.000 600 920 1. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Agora vamos efectuar o movimento seguinte de reabertura de contas: Diário: Operações diversas (Reabertura) Mês de Janeiro do ano N+1 Nº Descrição Conta debitada 11 12 13 21 26 32 41 42 Conta creditada Valor 280 4.100 97.600 20.820 1 Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício 22 24 28 39 48 51 57 88 10.600 2.820 II 150 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

000 6.800 10.000 6.II. começarão a ter movimento quando se iniciarem as operações do ano.100 0 Como se pode verificar as contas da classe 6 e 7 ainda não apresentam quaisquer valores.600 -51.600 20. contas de Balanço.600 -1.000 -600 120 -920 63.800 -10. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Após este lançamento obtemos o balancete de abertura seguinte: Balancete de abertura Acumulados anuais Débito 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Depósitos a prazo 21 Clientes 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros devedores e credores 28 Provisão p/ cobrança duvidosa 32 Mercadorias 39 Provisão p/ depreciação Exist. apresentam os saldos constantes do Balanço de fecho do exercício.000 8.820 63.020 2. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 151 .000 13.000 -11.000 600 Crédito Saldo 280 4.100 97.000 120 920 280 4.000 13.000 8.600 51. todas as outras contas.600 -20. agora aberto. 41 Investimentos financeiros 42 Imobilizações corpóreas 48 Amortizações acumuladas 51 Capital 57 Reservas 88 Resultados liquido exercício 97.600 1.000 2.820 2.020 -2.000 11.

Resultado Líquido do Exercício para uma conta 59 .Resultados Transitados (Débito X ) II 152 Guia do Formando Contabilidade Geral II . sendo depois sancionada essa proposta pelo órgão de fiscalização competente.IEFP II.Resultados Transitados (Crédito X) 88 . Os resultados contabilísticos apurados no exercício económico. lucros ou prejuízos são apreciados pela Assembleia Geral de sócios ou accionistas. resultados líquidos de IRC. quando exista. APLICAÇÃO DE RESULTADOS Só falta uma operação para termos o trabalho de fecho do exercício completamente realizado . ou Prejuízos. 88 . só podem ser de dois tipos: • • Lucros. estes deliberam sobre a sua aplicação. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO 2. Em função do tipo de resultado apurado assim serão deliberadas diferentes formas de aplicação do resultado.Resultados Transitados.Resultado Líquido do Exercício Saldo credor LUCRO de X (Débito X ) 59 .a aplicação de resultados. Independentemente da afectação de resultados que seja decidida é necessário transferir o saldo da conta 88 . Os resultados apurados.Resultado Líquido do Exercício Saldo devedor PREJUÍZO de X (Crédito X) 59 .

000 u. c) Para incorporação no capital.de limite mínimo de 997. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 153 . b) Para cobrir a parte dos prejuízos transitados do exercício anterior que não possa ser coberto pelo lucro do exercício nem pela utilização de outras reservas.m. sendo caso disso. Vejamos o seguinte exemplo: Os resultados apurados pela empresa “Faz Sol” foram os seguintes nos últimos cinco anos: Ano 199X 199X+1 199X+2 199X+3 199X+4 Valor de resultados 1.000 u. O capital social desta empresa é de 100. 5.Reserva Legal O Código das Sociedades Comerciais no seu artigo 218º dispõe que “É obrigatória a constituição de uma reserva legal.000 u..II.Formas Obrigatórias de Afectação de Resultados Obrigações Legais .6 €” e no seu artigo 295º estabelece o valor desta reserva: “Uma percentagem não inferior à vigésima parte dos lucros da sociedade é destinada à constituição da reserva legal e.m. 87.000 unidades monetárias. 200.” no artigo 296º define as condições de utilização desta reserva: “A reserva legal só pode ser utilizada: a) Para cobrir a parte do prejuízo acusado no balanço do exercício que não possa ser coberto pela utilização de outras reservas.m..m. 54..000 u. até que aquela represente a quinta parte do capital social. à sua reintegração.000 u.m.” Ou seja do resultado líquido positivo (lucro) terão obrigatoriamente que ser afectos à Reserva Legal 5% (1/20) até se atingir o montante acumulado de 20% do capital social. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lucros .

m. pelo que o valor já constituído ainda é inferior ao limite.m.000 u.m.m.m. Reserva a constituir (1) 200 u. 250 u.. 250 u.Resultados Transitados X 571 .000 u.000 u.m.m.000 u. 54.m.m. 250 u. 13. 13. 5. 2.m.000 u. 10.250 u.m.m.000 u. mas o valor mínimo é de 200 u.m. Suponhamos agora que o seu capital social são 75. Reserva Acumulada 200 u.. 250 u.150 u. (1) A reserva a ser constituída de 5% do resultado era 50 u.m.500 u.m.m. 10.m.700 u.m.250 u.m.m. 15.m.000 u.000 u. o valor da reserva legal terá por limite 15.700 u.Reserva Legal X II 154 Guia do Formando Contabilidade Geral II .m. O valor limite da reserva legal desta empresa é de 20.000 u. 10. Reserva Acumulada 200 u. no entanto este valor será transposto para EURO em função do factor de conversão estipulado. 54. 87.m. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO O movimento de constituição de reservas será o seguinte: Ano 199X 199X+1 199X+2 199X+3 199X+4 Resultado 1.000 u.m.m. 17.000 u. 1. logo no último ano a reserva a constituir não será de 4. 200.m.350 u.000 u. 5. Reserva a constituir (1) 200 u.000 u.m.m. 4. mas de 1. sendo que por unidades monetárias estamos a considerar a centena de escudos.850 teríamos o seguinte quadro: Ano 199X 199X+1 199X+2 199X+3 199X+4 Resultado 1. O movimento contabilístico a efectuar é o seguinte: 59 .m.000 u.m. 87.IEFP II.m..m.150 u. 2.m.000 u..000 u.m.850 u.m. 10. 200.350 u.m.

accionistas / sócios.Reserva Estatutária X Obrigações Contratuais .II.Resultados Transitados X 572 . O movimento contabilístico a efectuar é o seguinte: 59 .Reserva Contratual X Lucros .Reservas Contratuais Poderão ainda existir contratos entre a empresa e diferentes organismos que determinem a afectação de resultados a finalidades específicas no seguimento de acordos ou operações concretas. O movimento contabilístico a efectuar é o seguinte: 59 .Reserva Estatutária Podem os estatutos de cada empresa definir regras para constituição de reservas ou afectação de resultados. resultados transitados.Formas Livres Ao remanescente dos lucros da empresa podem colocar-se diversas alternativas de aplicação: • • • • gratificações de lucros.Resultados Transitados X 573 . Contabilidade Geral II Guia do Formando II 155 . outras reservas. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Obrigações Estatutárias .

Retenção imposto Imposto retido Accionistas / Sócios . no sentido de serem defendidos os direitos de todos os sócios / accionistas ao dividendo.Outros credores Montante pago 12 .IEFP II.Resultados Transitados Montante atribuído 262 . O movimento contabilístico é o seguinte: Pela deliberação da atribuição da gratificação: 59 .Depósitos à ordem Valor líquido a entregar 242 . constituem um custo fiscalmente aceite aquando da entrega da declaração fiscal respectiva.Outros credores Montante atribuído Pelo pagamento: 262 .Dividendos Dividendo é a forma de repartir os lucros proporcionalmente à quota parte do capital social de cada sócio ou accionista. embora decididas após o encerramento do exercício. da existência de lucros que não se podem distribuir para salvaguardar a continuidade da empresa. Sobre este assunto existem diversos artigos do Código das Sociedades Comerciais. II 156 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Gratificações de Lucros Forma de distribuir resultados aos órgãos sociais e ao pessoal que.

Lucros disponíveis Valor liquido do dividendo 242 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Por outro lado é ainda importante referir que para se distribuir dinheiro. Esta conta apresenta um saldo relativo à atribuição efectuada mas ainda não disponibilizada.as contas de resultados atribuídos.Accionistas ou sócios cada uma das categorias de sócios ou accionistas está desdobrada num conjunto de contas iguais sendo sempre a 2513. ou não. daí ser utilizado 25X3. O pagamento pode ocorrer num momento temporal próximo. No momento em que se disponibiliza o montante atribuído teremos o seguinte lançamento: 25X3 .Resultados atribuídos Dividendo atribuído 25X4 . ou seja a intenção está reconhecida mas ainda não se procedeu à disponibilização destes fundos. 2533. 2543 ou 2553 . Sabemos que lucro não é sinónimo de “dinheiro em caixa”.Resultados atribuídos Montante atribuído Na classe 25 . 2523. O movimento contabilístico desta forma de aplicação de resultados envolve três fases: A atribuição do dividendo 59-Resultados Transitados Montante atribuído 25 X 3 . é necessário que se encontrem disponíveis meios monetários.Retenção imposto Imposto retido Contabilidade Geral II Guia do Formando II 157 .II. pelo que a tesouraria de empresa deve ser devidamente preparada para que a distribuição de resultados não limite o normal desenvolvimento financeiro da organização.

Resultados transitados Montante do prejuízo Movimento contabilístico para a cobertura através de entregas de fundos pelos sócios: 25 .Reservas Montante do prejuízo 59. para fins produtivos. proceder à sua cobertura através de Reservas ou ainda fazer entrada de dinheiro dos sócios.Resultados transitados Montante do prejuízo II 158 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Accionistas / Sócios Montante do prejuízo 59 .Lucros disponíveis Dividendo líquido 12 .Depósitos à ordem Valor líquido a pagar Outras Reservas A Assembleia Geral pode decidir efectuar outro tipo de aplicação constituindo as chamadas reservas livres. Prejuízos Quando se verifiquem prejuízos a Assembleia Geral pode deliberar a sua transferência para Resultados Transitados. Resultados Transitados A parcela de resultados que fica na empresa é aplicada em resultados transitados permanecendo nessa mesma conta. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Quando se fizer o pagamento: 25X4 .IEFP II. Movimento contabilistico para a cobertura através de reservas: 56/57 . sociais ou outros.

000 2.. Resultado a aplicar Aplicação de resultados Reserva legal Cobertura do prejuízo do ano N-2 Distribuição de dividendos Reservas livres Resultados Transitados 300 450 500 200 X 2.m.000 X = 2.450 X = 550 O valor que permanecerá em Resultados Transitados será de 500 u.. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 159 . A empresa Alfabeta procedeu à seguinte deliberação de aplicação de resultados na Assembleia Geral realizada em 31/03/N para apreciação do resultado do ano N-1: • • • • para reserva legal .m. para distribuição de dividendos .200 u.m.000 u. para cobertura do prejuízo do ano N-2 .1.500 u.m.000 . Sabendo que o saldo da conta 88 era credor em 2.m.000 300 + 450 + 500 + 200 + X = 2.450 u.m. para reservas livres .300 u. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exemplo 1. determine o valor que permanecerá na empresa em Resultados Transitados e efectue os lançamentos de aplicação de resultados no Diário e no Razão.II.

Resultados Transitados ano N Transferências de saldo ----------------------//-----------------------2 a 595 .Resultados Transitados ano N 571 .Resultados Transitados ano N 574 .IEFP II.Resultados Transitados ano N 594 .Reserva legal Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------3 a 595 .Resultado Líquido do exercício 595 .Reserva livre Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------5 a 595 .Resultados atribuídos Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------500 200 450 300 2. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Lançamentos no diário: 1 a 88 .Resultados Transitados ano N-1 Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------4 a 595 .restantes accionistas / sócios 2553 .Resultados Transitados ano N 255 .000 II 160 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

000 2.000 594 .Resultados atribuídos (5) 500 Contabilidade Geral II Guia do Formando II 161 .Reserva livre (4) 200 255 .Resultado Liquido do Exercício (1) 2.000 Saldo = 0 595 .Resultados Transitados ano N (2) (3) (4) (5) 300 (1) 450 200 500 Saldo Credor de 550 u.Resultados Transitados ano N-1 (3) 450 574 .m. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lançamentos no razão: 88 . 571 .II.Reserva Legal (2) 300 2.

Por razões de natureza legal é normal que só durante o primeiro trimestre de cada ano sejam deliberados pelos órgãos das sociedades comerciais os destinos a dar aos resultados obtidos no exercício económico anterior. que apresentamos esquematicamente: Quanto o resultado foi de LUCRO: 1. Formas livres Atribuição de gratificações de lucros Atribuição de resultados aos sócios Outras reservas Manter em resultados transitados Quando o resultado foi de PREJUÍZO: 1.IEFP II. Obrigações estatutárias Constituição de reserva estatutária 3. Promover a entrada de “dinheiro dos sócios”. II 162 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Obrigações contratuais Constituição de reserva contratual 4. Deliberar a permanência em Resultados Transitados 2. Proceder à sua Cobertura por transferência de Reservas 3. Formas obrigatórias Constituição de reserva legal 2. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Resumo Os exercícios económicos sucedem-se no tempo pelo que após um encerramento de contas de um determinado ano é necessário efectuar a reabertura dessas mesmas contas para se começarem a efectuar os lançamentos do novo ano. esta afectação pode revestir diversas formas.

e a reserva actual ascende a 4. Constituição de Reserva livre de 15. Efectue os lançamentos de aplicação de resultados no Diário e no Razão.000 u. o capital social da empresa é de 25.100 u.587 u.m.m. Distribuição de Dividendos de 10.m.m.000 u..m.412 u. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 163 .II.. Procedeu à seguinte deliberação de aplicação de resultados do ano N (lucro de 123.) na Assembleia Geral realizada em 25 de Março do ano N+1: • • • • • Constituição de reserva legal no montante estipulado no Código das Sociedades Comerciais. O restante permanecerá na conta de Resultados Transitados. Cobertura de Prejuízo do ano anterior de 26.m.000 u. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Questões e Exercícios A empresa Tudo em Cima AS..

000 +15.512 X = 68.000 + X = 123. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Resoluções Resultado a aplicar Aplicação de resultados Reserva legal Cobertura do prejuízo do ano N-2 Distribuição de dividendos Reservas livres Resultados Transitados 4.075 u.075 O valor que permanecerá em Resultados Transitados será de 68.412 + 10.587 4.412 10.587 .000 123.m. II 164 Guia do Formando Contabilidade Geral II .100 + 26.100 26.587 X = 123.55.000 15.IEFP II.587 123.

412 4 595 .000 Contabilidade Geral II Guia do Formando II 165 .100 3 595 .Reserva livre Aplicação de resultado ano N ----------------------//--------------------15.II.Resultados Transitados ano N 255 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lançamentos no Diário 1 88 .Resultados Transitados ano N 594 .Reserva legal Aplicação de resultado ano N ----------------------//--------------------4.Resultados Transitados ano N-1 Aplicação de resultado ano N ----------------------//--------------------26.Resultados atribuídos Aplicação de resultado ano N 10.Resultados Transitados ano N 571 .000 5 595 .restantes accionistas / sócios 2553 .Resultados Transitados ano N 574 .Resultado Líquido do exercício 595 .587 2 595 .Resultados Transitados ano N Transferências de saldo ----------------------//--------------------123.

412 4.000 10.Reserva Legal (2) 594 .587 Saldo = 0 595 .100 26.000 26.Resultados atribuídos (5) 10.Resultado Líquido do Exercício (1) 123.Reserva livre (4) 255 .075 u.000 15.m.000 Saldo Credor de 68.Resultados Transitados ano N-1 (3) 574 .100 (1) 123.587 II 166 Guia do Formando Contabilidade Geral II .412 15. 571 .587 123.IEFP II. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Lançamentos no Razão 88 .Resultados Transitados ano N (2) (3) (4) (5) 4.

Manual de casos práticos. A Contabilidade e a Prestação de Contas. Gabriel. Apontamentos de Contabilidade Geral. Editora Rei dos Livros 6ª edição. Plátano Editora. António e Ferrão. Elemento de Contabilidade Geral . Contabilidade Financeira. BORGES. António e Ferrão. Editora Rei dos Livros 3ª Edição. Editora Rei dos Livros.. BORGES. 1997. J. Luís. BORGES. Azevedo e Rodrigues. e Esteves Pereira. António e Rodrigues. Martins. 1997. Carlos Alberto da. Editora Rei dos Livros 1997 Contabilidade Geral II Guia do Formando 167 . Contabilidade Geral e Financeira. Editora Rei dos Livros.BIBLIOGRAFIA IEFP Bibliografia BAPTISTA DA COSTA. Contabilidade das Sociedades. OLIVEIRA.M. António. 9ª Edição. V.1996. 1998. SILVA CUNHA. Martins. GONÇALVES DA SILVA. Editora Rei dos Livros 7ª edição 1995. F. VIEIRA DA SILVA. Carlos e Correia Alves. O Encerramento Anual das Contas. Rogério. Editora Rei dos Livros. 15ª Edição.

.

Custo económico técnico representa o preço de venda normal que deve ser praticado.técnico. Custo de transformação representa a incorporação efectuada no produto de mão de obra directa e de gastos gerais de fabrico. Custo primo ou directo é definido pela parcela das matérias primas e da mão de obra directa. Desvio de quantidades desvio verificado pela variação das quantidades consumidas ou produzidas. Custos dos produtos são os custos relacionados com os produtos. Custos dos períodos custos que existem independentemente dos produtos serem ou não produzidos. de mão de obra directa e de gastos gerais de fabrico. L Lucro bruto representa o lucro se apenas for considerado como custo o custo industrial dos produtos vendidos. M Mão de obra directa é constituída pelas remunerações e encargos do pessoal que trabalha directamente na produção. Custo complexivo custo formado pelos custos industriais e não industriais excluindo qualquer componente de recuperação de capitais investidos. Lucro puro é o lucro total verificado entre o preço de venda e o custo económico . se não de produzir esses custos não existem. limiar mínimo do preço de venda. Desvio de produção desvio formado pelos desvios de matérias primas. G Gastos gerais de fabrico são todas as matérias subsidiárias e custos indirectos de produção que não possam ser classificados como mão de obra directa ou como matérias primas. D Desvio de preços desvio verificado pela variação dos preços praticados. Matérias primas engloba todos os custos suportados com as matérias primas e materiais utilizados na produção.GLOSSÁRIO IEFP Glossário C Contabilidade analítica contabilidade que permite a análise de custos e proveitos e consequentemente do resultado gerado explicando os seus valores de uma forma individual e desagregada. Contabilidade Geral II Guia do Formando 169 . Contabilidade geral contabilidade global da empresa. no pressuposto de que as quantidades se mantêm constantes. Custo industrial corresponde ao custo de produção dos produtos e engloba o custo da mão de obra directa dos gastos gerais de fabrico e das matérias primas consumidas. engloba o custo complexivo e os custos figurativos. corresponde ao lucro nulo. Lucro liquido é o lucro verificado entre o preço de venda e o custo complexivo. no pressuposto de que os preços se mantêm constantes. visa obter o seu resultado global comparando o total de proveitos com o total de custos registados num determinado período económico.

fixos ou variáveis. a preços básicos. Sistema de custeio total básico consideram-se todo o tipo de custos. Sistema monista sistema de registo de movimentos contabilistico em que se verifica contrapartidas entre as contas da contabilidade Geral e da Contabilidade Analítica. Método Indirecto método de determinação dos custos de produção utilizado na fabricação contínua de único produto. fixos ou variáveis. Sistema de custeio variável real consideram-se apenas os custos variáveis no apuramento do custo industrial dos produtos. no apuramento do custo industrial dos produtos. na proporção da produção esperada para o período em análise. num determinado centro de custo. Sistema de custeio total real consideram-se todo o tipo de custos.IEFP GLOSSÁRIO Método das secções homogéneas baseia-se em efectuar o cálculo do custo industrial e dos custos não industriais através da determinação do custo das secções homogéneas. reais. Unidade de obra quando. Método Directo método de determinação dos custos de produção utilizado na fabricação por ordens de produção ou de encomenda. Sistema dualista sistema de registo de movimentos contabilistico em que não se verifica contrapartidas entre as contas da contabilidade Geral e da Contabilidade Analítica. a preços reais. Unidade de imputação unidade de medida do centro de custo a incorporar nos produtos finais ou noutros centros de custos. P Produção conjunta são obtidos vários produtos de um mesmo ciclo produtivo. no apuramento do custo industrial dos produtos. a preços reais. Sistema de custeio variável básico consideram-se apenas os custos variáveis no apuramento do custo industrial dos produtos. U Unidade de custeio unidade de medida de cada centro de custo. 170 Guia do Formando Contabilidade Geral II . básicos. a unidade de custeio corresponde à unidade de imputação. a preços básicos. as funções desempenhadas são semelhantes e é passível de ser medida a sua actividade. Sistema de custeio com imputação racional de custos fixos básicos na determinação do custo industrial dos produtos apenas se consideram os custos variáveis e os custos fixos. S Secção Homogénea unidade organizacional que tem um só responsável. Sistema de custeio com imputação racional de custos fixos reais na determinação do custo industrial dos produtos apenas se consideram os custos variáveis e os custos fixos. na proporção da produção esperada para o período em análise.

.. 179 Contabilidade Geral II Guia do Formando 171 . 179 Provisões. 165............ 183.. 168 Activo.. 25.... 136. 147 Prejuízos... 26... 173..... 60...... 98...122. 186 Reserva legal. 65.. 111......... 16 Lançamentos de encerramento ou de fecho . 99....10 Anexo . 30.... 6........ 41........................... 114. 113.. 124. 22 Principio da materialidade . 126.. 127........ 93.... 79... 97..... 73....144 Aplicação de resultados ... 130.. 102.... 67. 81. 102..58.3.. 52.... 148............ 58. 70. 79....... 23.... 38..... 165.. 191. 116.......... 88.. 58.......... 88....... 192 Resultado liquido do exercício... 160... 79. 143 Demonstração de resultados por funções. 88... 147 Amostragem ... 57 B Balancete de fecho.. 168. 75...... 42.... 115................. 130..... 52. 138. 44.. 3... 124..... 163......... 3. 188... 38..... 183......... 62.. 90. 102.............. 165 R Reserva estatutária ...... 142... 128... 54.... 112...... 99... 91.......... 124... 92. 112.. 165.... 109. 80. 27...187 I Imposto sobre o rendimento do exercício .58........ 81... 189 P Passivo . 132. 90.......... 172 Balanço .... 63.......... 118.... 121.. 113......3.... 129..... 120.. 4 Lucros............ 110.... 59. 69. 45. 184. 140........4 Demonstração de resultados ....................... 59.. 128.. 65..132 Dividendos.... 45........... 6.. 120. 136............ 179 D Demonstração das Origens e da Aplicação de Fundos . 99...... 133........... 57........ 142.... 6......... 68. 7 Proveitos e ganhos... 110.. 118... 113... 67.177... 7. 118....... 189 Principio da consistência ..111..... 90...4 Balancete de verificação . 115....... 20. 149..... 127..ÍNDICE REMISSIVO IEFP Índice Remissivo A Acréscimos e diferimentos ....... 121. 7..... 124... 4... 51.... 56.. 156. 141............. 103........ 56................. 173 Aplicação de fundos ..... 163.. 132 L Lançamento de rectificação e regularização 3.. 113 G Gratificações de lucros. 129........... 52. 116...... 116. 77. 67.. 7 Principio do custo histórico.... 183...... 121.... 91. 165. 191 Apuramento de resultados ... 84. 4...... 134.. 54....... 77..... 51........... 56.... 151............ 95.... 78... 46.... 63.. 163........ 87... 126.. 114..... 116.. 117.... 42.. 25.. 92.............. 182 C Capital próprio ... 147 Custos e perdas .... 23....... 144....... 38.... 26..... 112....... 134... 60.. 186....... 133.... 98. 36.......... 29...... 78......... 136.. 75.......... 140................ 128...3... 28.. 7 Principio da especialização ou do acréscimo7........ 41..... 132... 170... 99....... 104...... 113...... 98. 7 Principio da prudência .. 93.. 115....... 160............ 109. 113..... 115.......... 91. 71. 62.. 138. 24....... 104... 118.... 155 Resultados antes de impostos . 54.... 41....... 144........ 145..... 88........... 58. 46.... 120..... 118..... 42.......... 170...... 56.. 45 Balancete rectificado .. 84. 146... 80.. 57. 102...........109.......... 195 Dividendos antecipados . 22 Principio da substância sobre a forma ..... 160. 54.. 31.... 130. 46.. 120... 81. 91.... 57....

.IEFP ÍNDICE REMISSIVO Resultados correntes . 69.. 95.... 133. 71. 163. 52... 179 Resultados operacionais.58.. 179 Resultados extraordinários ... 93. 129. 91... 179 Resultados financeiros. 90. 65. 56.. 54.. 114.... 163. 156..... 60.......... 46.. 168.58.... 116.. 160. 120. 95..58.... 73.. 113... 91...... 151. 63.. 160. 81.. 80. 126... 179 Resultados transitados . 115....... 90... 98.... 86..... 98. 102.. 77..... 129.. 170... 86. 189 172 Guia do Formando Contabilidade Geral II ..... 95. 126. 118... 170. 62.. 64.. 77.. 102.. 86. 133..... 163... 80.. 69. 98.. 71.38.. 126....58.. 88.. 102.... 165. 160. 71.... 163. 129. 71. 160. 115.. 73. 77. 86...... 102.. 99.

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