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22744_9_FO_Contabilidade_Geral_II

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  • I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO
  • 2. BALANCETE DE VERIFICAÇÃO
  • Tipo de Lançamentos de Rectificação e Regularização
  • 4. BALANCETE RECTIFICADO
  • 5. APURAMENTO DE RESULTADOS
  • 6. BALANCETE FINAL
  • 8. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
  • 9. ANEXOS AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
  • Origens e Aplicações de Fundos
  • 11. ENCERRAMENTO DAS CONTAS
  • II. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO
  • 1. REABERTURA DAS CONTAS
  • 2. APLICAÇÃO DE RESULTADOS
  • Bibliografia
  • Índice Remissivo A

IEFP - ISG

Ficha Técnica

Colecção Título Suporte Didáctico Coordenação e Revisão Pedagógica Coordenação e Revisão Técnica

MANUAIS PARA APOIO À FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS EMPRESARIAIS

Contabilidade Geral II Guia do Formando IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional Departamento de Formação Profissional

ISG – Instituto Superior de Gestão Gracinda Santos/ISG IEFP ISG ISG JERAMA – Artes Gráficas, Lda.
Instituto do Emprego e Formação Profissional, Av. José Malhoa, 11 1099-018 Lisboa

Autor Capa Maquetagem Montagem Impressão e Acabamento Propriedade Edição Tiragem Depósito Legal ISBN

Portugal, Lisboa, Dezembro de 2004 1000 exemplares 218232/04 972-732-910-1

Copyright, 2004 Todos os direitos reservados ao IEFP Nenhuma parte deste título pode ser reproduzido ou transmitido, por qualquer forma ou processo sem o conhecimento prévio, por escrito, do IEFP

Contabilidade Geral II

Guia do Formando

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.......................................................... 167 GLOSSÁRIO ...................................................................... 148 2................................................................................................. 118 11..................... Apuramento de Resultados.......................................................................................................................................................... Balancete Final.............................. Demonstração das Origens e das Aplicações de Fundos ......................................................... 40 5.....................................................................................................................................DOAF (Anteriormente Designada Mapa de Origens e Aplicação de Fundos) ............................................................. 98 9.................................. 50 6........................................................................................................................................................................ 114 10........................................................................................................................................................................... Balanço............................................. Demonstração de Resultados .......................................................................................................................................... 88 8...................................................................................................... TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO............................................................................................ Lançamento de Rectificação e Regularização................................................................. Anexos ao Balanço e Demonstração de Resultados...................................................................................................................................................................................................................... Aplicação de Resultados................... 169 ÍNDICE REMISSIVO ................................................................................................................................ÍNDICE GERAL IEFP Índice Geral I........................ 134 II.................. Noção ......................................................................................................................... Balancete Rectificado............... 78 7............................................. 163 RESOLUÇÕES ......... 171 Contabilidade Geral II Guia do Formando ............ Encerramento das Contas. 152 QUESTÕES E EXERCÍCIOS ............. Reabertura das Contas . Balancete de Verificação.............................. 14 4................................... 164 BIBLIOGRAFIA................................ 4 2......................................... 145 1........................................................................................................................................ 6 3.. 1 1....... TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO........

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

CONTABILIDADE GERAL II

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

IEFP

Objectivos No final desta unidade temática o formando deverá estar apto a: • • registar todas as operações necessárias ao apuramento de resultados e encerramento de contas; efectuar o preenchimento e elaboração dos mapas obrigatórios e respectivos anexos.

Temas: 1. Noção 2. Balancete de verificação 3. Lançamento de rectificação e regularização 4. Balancete rectificado 5. Apuramento de resultados 6. Balancete Final 7. Balanço 8. Demonstração de Resultados 9. Anexos ao Balanço e Demonstração de Resultados 10. Demonstração das Origens e das Aplicações de Fundos (anteriormente designada Mapa de Origens e Aplicação de Fundos) 11. Encerramento das Contas • • • Resumo Questões e Exercícios Resoluções
I 3

Contabilidade Geral II

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Balanço. O balancete rectificado ou de inventário. 3. e pode ser total ou parcialmente automática.Elaboração propriamente dita das demonstrações financeiras. Demonstração das Origens e da Aplicação de Fundos . tais como 1.Encerramento das Contas. É a fase operacional. Lançamentos de encerramento ou de fecho. procedimentos a desenvolver e mapas a elaborar em cada uma das fases que o compõem. 2. 2. 4. I 4 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Estes trabalhos englobam três fases distintas: • Fase 1 . Fase de preparação dos documentos a apresentar aos diversos utilizadores da informação financeira de cada organização. • Fase 2 . Demonstração de Resultados. Anexos ao Balanço e Demonstração de Resultados. Balancete de fecho. 4. coligidos manual ou automaticamente e armazenados de forma automática. • Fase 3 .IEFP I. 2. Os lançamentos de rectificação e regularização ou a chamada regularização e rectificação de contas. Trata-se de uma fase de conferências e validações. 3. O balancete final ou de apuramento de resultados. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Neste capítulo vamos estudar o trabalho contabilístico de fim de exercício. 1. Corresponde ao fecho efectivo do exercício contabilístico e ao início do novo exercício contabilístico. 5. NOÇÃO Os trabalhos de fim de exercício envolvem a transformação de um conjunto de dados. sendo estas compostas por: 1. engloba: 1. noutro conjunto de dados apresentados de forma normalizada para permitirem comparações e análises diversas. O apuramento de resultados.Trabalhos preparatórios à preparação das demonstrações financeiras. O inventário geral e o balancete de verificação.

Balancetes de verificação. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Esquematicamente podemos ter: Trabalho corrente efectuado mensalmente ↓ Balancetes de verificação ↓ Lançamentos de rectificação e regularização ↓ Balancete rectificado ↓ Demonstração de Resultados ↓ Lançamentos de Apuramento de Resultados ↓ Balancete de Apuramento de Resultados ↓ Balanço ↓ Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados ↓ Demonstração de Origem e Aplicações de Fundos O trabalho corrente já foi alvo de estudo anterior pelo que vamos iniciar o nosso estudo a partir da etapa . Contabilidade Geral II Guia do Formando I 5 .I.

nas existências e nas imobilizações. designadamente: • • • inventário das existências. Principio da prudência – Significa que é possivel integrar nas contas um grau de precaução ao fazer as estimativas exigidas em condições de incertez sem. Além dos critérios valorimétricos há ainda que respeitar os princípios de contabilidade geralmente aceites. descrição e valorização. É necessário fazer a verificação destes saldos em função dos saldos reais que através do inventário geral vão ser determinados. nomeadamente: • • • Princípio da continuidade – Considera-se que a empresa opera continuadamente. Inventário Geral A inventariação dos bens. devendo incluir-se nas demonstrações financeiras dos periodos a que respeitam. com duração ilimitada. permitir a criação de reservas ocultas ou provisões excessivas ou a deliberada quantificação de activos e proveitos por defeito ou de passivos e custos por excesso. contudo. Principio da consistência – Considera-se que a empresa não altera as suas politicas contabilisticas de um exercicio para o outro. Principio da materialidade – As demosntrações financeiras devem evidenciar todos os elementos que sejam relevantes e que possam afectar avaliações ou decisões pelos utentes interessados. Principio do custo histórico – Os registos contabilisticos devem basear-se em custos de aquisição ou de produção. quer a escudos nominais. indepenedentemente do seu recebimento ou pagamento. inventário do imobilizado. no seu capítulo 5. direitos e obrigações existentes no património de cada empresa implica a sua determinação. Principio da substância sobre a forma – As operações devem ser contabilizadas atendendo à sua substância e à realidade financeira e não apenas à sua forma legal. Por vezes existem divergências entre estes valores. das dívidas de terceiros e a terceiros. BALANCETE DE VERIFICAÇÃO Este balancete dá a conhecer os saldos contabilísticos. previstos no Plano Oficial de Contabilidade no seu capítulo 4.IEFP I. • • • • O inventário geral é obtido pela soma dos diversos inventários parcelares. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2. O Plano Oficial de Contabilidade (decreto-lei nº 410/89 de 21 de Novembro) determina os critérios de valorimetria que deverão ser aplicados na inventariação das disponibilidades. quer a escudos constantes. I 6 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Principio da especialização ou do acréscimo – Os Proveitos e os custos são reconhecidos quando obtidos ou incorridos. inventário das contas de terceiros e de disponibilidades.

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

IEFP

Vamos analisar cada um deles em particular.

O Inventário das Existências

Aplicado nas empresas comerciais e industriais, não se resume a uma simples contagem de existências, pois tem que ter em conta um conjunto de regras relacionadas com: • a definição da data de separação dos dois exercícios ou dos dois períodos de contabilização, chamada a data de “cut-off”, ou seja, a data--limite para considerar os movimentos contabilísticos e respectivos movimentos reais de mercadorias ou de produtos.

Imaginemos que a contabilização das facturas relativas às matérias primas adquiridas não é efectuada imediatamente com a entrada das mesmas, pois as matérias primas são acompanhadas da guia de remessa e a factura é endereçada à empresa por correio. Pode acontecer que esta factura só seja recepcionada durante a primeira semana de Janeiro do ano (N+1), logo, no inventário de 31/12/N as matérias primas já estão em armazém, mas não estão registadas na contabilidade.

Para evitar distorções deverão ser verificadas: • • • • as últimas facturas de compras e de vendas e sua movimentação física nos armazéns; os últimos registos de entradas e saídas de armazém e sua movimentação contabilistica; todos os documentos referentes a devolução aos fornecedores ou dos clientes; as transferências verificadas entre armazéns, para evitar duplicações ou omissões.

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

As contagens devem ser efectuadas com rigor e método, devendo ser definidos de uma forma muito objectiva os seguintes factores: • a unidade da contagem - se observarmos a figura junta, constatamos que as caixas de cartão não apresentam um tamanho uniforme, há portanto que classificá-las e contá-las dentro dessas classificações; a hora de realização da contagem - esta deverá ser definida de acordo com as possibilidades dos intervenientes, não esquecer que se for efectuada com o novo exercício iniciado, há que corrigir as entradas e saídas respectivas; o método da contagem - dependendo do número de itens diferentes a contar e da sua diversidade assim se analisa se é possível fazer uma contagem integral ou por amostragem; (Amostragem - processo de selecção de partes de um todo que nos permitem retirar conclusões sobre esse todo). Este método depende também do tipo de inventário utilizado, se for o inventário permanente existirão listagens actualizadas que poderão ser confirmadas por amostragem, se for o inventário intermitente poderá ser necessário fazer uma contagem exaustiva de todos os bens. • os intervenientes - as pessoas que vão efectuar as leituras e medições, (tem que se definir quem observa o quê e em que medida, acautelando sempre o principio da segregação de funções). (Principio da segregação de funções - o executante de uma tarefa não deve ser o único interveniente na inventariação dos grandezas associadas a essa tarefa). Os intervenientes deverão assinar as listagens de inventário.

As existências podem ser valorizadas através de vários Métodos de Custeio, nomeadamente: • • • • • Custo Especifico; Custo Médio Ponderado; FIFO – First In First Out; LIFO – Last In Fist Out; Custo Padrão;

Este Métodos variam entre si pela forma como é efectuada a valorização dos bens saídos de armazém e consequentemente a valorização dos que ficam.

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

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O Inventário do Imobilizado

As empresas devem manter actualizados ficheiros relativos aos seus bens de imobilizado. O artigo 51 do Código do IVA indica quais os elementos que devem constar desse registo: 1. Número de código; 2. Descrição do bem; 3. Localização do bem; 4. Data de aquisição; 5. Identificação do fornecedor; 6. Data de entrada em funcionamento; 7. Vida útil estimada; 8. Data do início da amortização; 9. Taxa anual de amortização; 10. Valor do IVA suportado ou deduzido; 11. Classificações contabilísticas; 12. Reavaliações verificadas; 13. Seguros; 14. Contratos de assistência.

O inventário de imobilizados tem que responder não só à verificação da existência dos bens, mas também à verificação daqueles que se encontram obsoletos e dos que não estando em uso apresentam características de bom funcionamento. Teremos um registo do seguinte tipo:
Nº 1 2 Descrição Mesa reuniões Computador Local Sede Fábrica Data aquisição Data utilização Fornecedor Preço aquisição Vida útil Mai-95 Jun-97 Mai-95 Jan-98 Mobel1 COPX 59.000 10 400.000 3

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1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO O Inventário das Contas de Terceiros e de Disponibilidades Para garantir que os saldos evidenciados na contabilidade nas contas de Disponibilidades e de Terceiros são os verdadeiros. • circularização de saldos.m.m. 205.m. ou seja. Ao fazermos uma contagem de caixa vamos elaborar um registo onde consta o número de notas e de moedas de cada valor.m. 10 u. 500 u.000 u. deveremos efectuar: • contagens de caixa.000 u. 5 u.m.m. 25.m. Quando os saldos não são coincidentes vamos efectuar a sua reconciliação.000 u.000 u. com os da empresa. 2. pedir aos bancos com que a empresa trabalha. 5. 70 u. aos clientes e aos fornecedores.000 u. Total em notas 200 u.m.m.m. 7. Valor total 100.m. aos devedores e aos credores que nos confirmem o valor do saldo das nossas contas.m.070 u. isto é.570 u.500 u.m. 6. 100 u.m. clientes ou fornecedores. 60. 500 u. I 10 Guia do Formando Contabilidade Geral II .IEFP I. 12. 1.m.m.000 u.000 u.m. ou seja contar o dinheiro físico existente nos cofres da empresa no final do ano. aos bancos.m.m.000 u.m. Quando obtemos a resposta é necessário comparar o saldo que temos na contabilidade com a informação fornecida pelas entidades que foram alvo da circularização. compatibilizar os saldos evidenciados pelos bancos. 500 u. 197. por exemplo da seguinte forma: Contagem de caixa em 31/12/N efectuada por António Euro Quantidade Descrição 10 5 30 12 1 30 10 50 14 notas notas notas notas notas moedas moedas moedas moedas Total em moedas Total do caixa Valor unitário 10.000 u.m.000 u. Esta prática é denominada de reconciliação de contas.

os beneficiários só procedem ao desconto desses cheques quando os recebem. Quando detectados. outros movimentos constantes dos registos contabilísticos mas não dos movimentos bancários podem existir valores lançados por erro numa conta bancária que são de outra. • Depois destas operações chegamos ao valor apresentado pelo banco para o saldo da nossa conta bancária. diminuir os movimentos a débito que estão na contabilidade da empresa mas ainda não constam do saldo bancário no banco. nomeadamente débito ou crédito de juros.podem existir valores referentes a operações bancárias cujos documentos ainda não foram recepcionados na empresa. ou pelo contrário são depósitos efectuados por terceiras entidades que já estão movimentados na conta bancária. são situações de erro que devem ser corrigidas. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP No caso dos bancos as diferenças podem ocorrer por existirem: • depósitos em trânsito . logo entre a data em que o cheque sai da empresa e a data em é descontado esse cheque consta dos registos da empresa mas não consta dos registos do banco.a empresa emite os cheques e lança-os na contabilidade nessa altura. adicionar os movimentos a crédito que estão na contabilidade da empresa mas ainda não constam do saldo bancário no banco. devoluções de cheques. débito de despesas. É necessário um cuidado acrescido para que ao recepcionarmos o documento definitivo não seja efectuado outro lançamento. adicionar os movimentos a débito que estão no saldo bancário do banco mas ainda não constam da contabilidade da empresa. 2. • • • A reconciliação dos saldos pode-se fazer da seguinte forma: • Ao saldo apresentado pela conta bancária na contabilidade da empresa vamos: 1. 4. estes movimentos devem ser lançados na contabilidade tendo como suporte a cópia do extracto de conta. diminuir os movimentos a crédito que estão no saldo bancário do banco mas ainda não constam da contabilidade da empresa. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 11 .são depósitos que já estão considerados como recebidos na nossa contabilidade mas ainda não chegaram ao banco.I. 3. mas apenas seja agrafado ao documento do lançamento já efectuado anteriormente. ou cheques que não chegaram a ser utilizados por terem sido anulados. mas que a empresa ainda contabilizou. cheques por descontar . outros movimentos constantes dos registos bancários mas não dos contabilísticos .

Conta de Empréstimos nº 987654 . solicitamos a v/ resposta no envelope selado que anexamos. Vamos observar o extracto bancário e detectamos que existe um cheque devolvido do cliente X. Teríamos a seguinte folha de reconciliação bancária.IEFP I.m.m. No tocante à conta de empréstimos está tudo correcto. I 12 Guia do Formando Contabilidade Geral II .N: Conta de Depósitos à ordem nº 123456 ____________ Conta de Empréstimos nº 987654 _____________ Antecipadamente gratos. que ainda não foi recepcionado na empresa. Vimos pela presente solicitar que nos informem dos saldos apresentados pelas seguintes contas à data de 31. Conta de Empréstimos nº 987654 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exemplo de carta a dirigir ao banco para circularização de saldos: Ao Banco Avenida Lisboa Exmos senhores.m.saldo devedor de 150 u. A resposta do banco Avenida informou que os saldos eram os seguintes: Conta de Depósitos à ordem nº 123456 . que está por lançar no valor de 27 u. Saldo da conta bancária na empresa Saldo da conta bancária no banco .saldo credor de 100. .+ 150 u. enquanto na conta de depósitos à ordem o mesmo não acontece.000 u.000 u.27 u. Na contabilidade da empresa os saldos apresentados são: Conta de Depósitos à ordem nº 123456 .saldo devedor de 100.m..m.m.m.123 u.saldo credor de 123 u.m.12. Movimento a crédito no banco e não considerado pela empresa .

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

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No final do ano devemos efectuar este movimento e tentar que o documento chegue o mais rápido possível. Também aos clientes e fornecedores devem ser dirigidas cartas a solicitar a confirmação dos saldos evidenciados na contabilidade, neste caso as cartas podem mencionar os saldos pedindo aos clientes e fornecedores que assinalem se estão ou não de acordo com o valor apresentado, ou não indicar o valor e esperar que os clientes e fornecedores nos informem do seu saldo.

Exemplo de carta dirigida a um cliente: Ex.mos. Senhores Francisco Pinguins Lda Lisboa Exmos Senhores, Vimos pela presente solicitar que nos informem se concordam com o seguinte saldo evidenciado pela conta corrente nos nosso livros contabilísticos, à data de 31.12.N. O saldo é de 1.250.000 u.m. a nosso favor: Concordo ________ Não concordo _________ o saldo é de _____________ . Queiram fazer o favor de devolver esta carta devidamente assinada no envelope selado que juntamos. Antecipadamente gratos,

Se o cliente responder que concorda, está tudo bem. Se o cliente responder que não concorda e indicar qual o seu saldo, vamos reconciliar os dois saldos e identificar as diferenças. Imagine que este cliente informa que só nos deve 1.000.000 u.m.. Vamos observar o extracto da primeira semana de Janeiro do ano N+1 e confirmamos que foi recepcionado a 2 de Janeiro um cheque de 250.000 u.m., cheque este datado de 28/12/N. Está justificada a diferença, o cliente já tem o cheque abatido na sua contabilidade em 31.12.N, mas nós ainda não.

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I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

3. LANÇAMENTO DE RECTIFICAÇÃO E REGULARIZAÇÃO Os lançamentos de rectificação e de regularização apoiam-se nos inventários. Estes lançamentos tem por objectivo adequar os saldos contabilísticos aos saldos reais apurados pelos inventários. Tipo de Lançamentos de Rectificação e Regularização

Divergências entre os Saldos Contabilísticos e os Valores Apurados no Inventário Devidas a Erros ou Omissões

Nomeadamente: • • • • • • Falhas de Caixa; Diferenças entre os saldos das contas de bancos e os extractos correspondentes; Movimentos anormais de stocks; Facturas não lançadas de clientes ou fornecedores; Imobilizados alienados e não evidenciados na contabilidade. Falhas de Caixa;

Ao verificarem-se os valores existentes no Caixa podemos detectar diferenças entre o valor constante do balancete e o valor físico em dinheiro.São as denominadas Falhas de Caixa. Devemos determinar a razão de ser destas diferenças e efectuar os movimentos respectivos. Exemplo Considere que o saldo de caixa apresentado no balancete era de 100 u.m., mas no inventário efectuado em 31.12.N o valor existente era de 95 u.m., sendo a diferença da responsabilidade do tesoureiro. Efectuamos o seguinte lançamento: 1 26 - Outros Devedores e Credores 262 - Pessoal 2629 - Outras operações com o pessoal a 11 Caixa Diferença apurada em caixa ------------------------//--------------------------5 5

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O saldo da conta Caixa fica corrigido sendo o tesoureiro responsável pela diferença. Consideremos agora que esta diferença não era da responsabilidade de ninguém, tratou-se de um documento indevidamente eleborado, sendo considerada a diferença uma falha de caixa a contabilizar em custos extraordinários. Teriamos o seguinte lançamento: 2 69 – Custos e Perdas Extraordinárias 698 – Outros Custos e Perdas Extraordinárias 6983 – Diferença de Caixa a 11 Caixa Diferença apurada em caixa ------------------------//--------------------------5 5

Diferenças Entre os Saldos das Contas de Bancos e os Extractos Correspondentes

Conforme já referimos anteriormente, os saldos apurados no Inventário podem ser diferentes do balancete. Devemos em primeiro lugar encontrar justificação para essas diferenças e: • corrigir os lançamentos, quando se detectem erros, ou; • efectuar os lançamentos que sejam perfeitamente identificados em termos de cabimento no exercício económico que estamos a encerrar. Exemplo Ao efectuarmos as reconciliações bancárias referentes a 31/12/N das duas contas bancárias de que a empresa é titular, detectámos os seguintes factos: • Conta 129 - Banco do Sul - não está lançado na contabilidade o cheque número 800435 de 10.000 u.m. descontado no banco em 15/12/N; • Conta 126 - Banco do Oriente - a contabilidade apresenta um lançamento referente a um cheque com o número 800435 de 10.000 u.m. que não se encontra descontado no banco; Como podemos constatar trata-se do mesmo cheque, vamos efectuar o movimento de regularização: 2 12 - Depósitos à ordem 126 - Banco do Oriente a 12 - Depósitos à ordem 129 - Banco do Sul Regularização cheque 435 ------------------------//--------------------------10.000 10.000

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500 u. através do inventário de existências.Mercadorias 321 .m.Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 612 . podemos efectuar o lançamento e quando for recepcionado o documento respectivo juntá-lo-emos ao lançamento já efectuado: 3 Diversos a 78 Proveitos e Ganhos Financeiros 781 .m. cada e pelo inventário físico apenas se encontraram 450 peças.Depósitos à ordem 126 .Estado e outros entes públicos 241 Imposto sobre o rendimento 2412 Retenções na fonte ------------------------//--------------------------Movimentos Anormais de Stocks 800 200 1. Temos que analisar todos os movimentos de entrada e saída em armazém para justificar esta diferença e concluímos que não foi dada saída das mercadorias referentes a uma venda de 500 peças cujo custo era de 10 unidade. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Se na mesma reconciliação bancária for evidenciado que em 31/12/N foram-nos creditados pelo Banco do Oriente os juros da aplicação financeira Nº1 que se venceu nessa data no valor de 800 u. Exemplo O balancete evidencia um valor de 9.Banco do Oriente 24 .Peças Regularização de existências ------------------------//--------------------------500 500 I 16 Guia do Formando Contabilidade Geral II ..Juros Obtidos 7815 Outras aplicações de tesouraria Contabilização dos juros da aplicação Nº3 12 . tendo havido retenção na fonte de IRC de 20%. Vamos efectuar o lançamento correspondente: 4 61 .000 Uma empresa que utilize o Sistema de Inventário Permanente pode.Mercadorias a 32 .m. referentes a 950 peças pelo valor unitário de 10 u.IEFP I. detectar diferenças substanciais.

Fornecimentos e serviços externos 622 . Vamos efectuar o correspondente lançamento de abate: 6 Diversos a Diversos Alienação da máquina 1234 48 .000 250 5. 5 62 . Devemos sempre efectuar os lançamentos dentro do respectivo mês. as informações relativas a esta máquina são as seguintes: • Aquisição no ano N-4.Material de escritório a 26 Outros devedores e credores 268 Devedores e credores diversos 2681 Artez Lda ------------------------//--------------------------170 170 Imobilizados Alienados e Não Evidenciados na Contabilidade No inventário de imobilizados detectou-se que a máquina de código 1234 foi alienada.250 5.m.000 u.250 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 17 .Depósitos à ordem a 42 .m..Amortizações acumuladas 12 . • Valor de aquisição de 5.000 1. • Amortizações acumuladas na data da venda de 4.. de material de escritório no valor de 170 u.m..Imobilizações corpóreas 79 – Proveitos e ganhos extraordinários ------------------------//--------------------------4.000 u. • Valor de venda de 1. com especial cuidado no encerramento do ano.I.. Exemplo Estava por pagar e por registar uma factura do fornecedor Artez Lda.Fornecimentos e serviços 62217 . não estando registado o seu abate.250 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Facturas Não Lançadas de Clientes ou Fornecedores Algumas facturas dos últimos dias do ano podem estar por lançar.m.

000 unidades ao preço unitário de 50 u.) 50 80 50 Saldo final (u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Divergências Entre os Saldos Contabilísticos e os Valores Apurados no Inventário Divergências entre os saldos contabilísticos e os valores apurados no inventário devidas à incorrecta aplicação de critérios valorimétricos.m.m.m. Critérios de valorimetria dos imobilizados.000 Como neste caso a empresa utilizou o LIFO (Last In First Out).m.000 74.000 300 200 Preço unitário (u. Valor total para balanço: 58 000 u.m. porque a sua alteração provoca alterações significativas nos resultados apresentados. A observância do principio da consistência obriga-nos a utilizar os critérios valorimétricos de uma forma consistente ao longo dos vários exercícios económicos.000 Descrição Existências iniciais Entrada Saída I 18 Guia do Formando Contabilidade Geral II . o saldo final é composto por 1.) 50 80 80 Saldo final (u.) 50.000 64. nomeadamente: • • Valorização das existências.m. e 100 unidades ao preço unitário de 80 u.) 50.000 300 200 Preço unitário (u. Se em alternativa utilizasse o FIFO (First In First Out) o saldo final seria determinado da forma seguinte: Quantidade (unidades) 1.m.. Tomemos o seguinte exemplo: No inventário de existências observou-se a seguinte ficha de mercadorias: Descrição Existências iniciais Entrada Saída Quantidade (unidades) 1.000 74.IEFP I.000 58.

m. • Principio da prudência Princípio da Especialização ou do Acréscimo No sentido de permitir registar os custos e proveitos nos exercícios a que respeitam existe no POC a conta 27 . nomeadamente: • Principio da especialização ou do acréscimo.Acréscimos e Diferimentos.Acréscimos de custos 274 .Acréscimos e Diferimentos é uma conta de ACTIVO com as sub-contas: 271 . e 300 unidades ao preço unitário de 80 u.Custos diferidos e uma conta de PASSIVO com as sub-contas: 273 . 271 .Acréscimos de proveitos .I.registo de proveitos do exercício a receber em exercícios seguintes. A conta 27 . Considere que uma empresa constituiu em 1/12/N um depósito a prazo com vencimento em 1/6/N+1.m. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 19 .m. na data de vencimento serão creditados na nossa conta de depósitos à ordem juros no montante de 900 u. líquidos do respectivo imposto.. Aplicação dos Princípios Contabilísticos Para imputar ao exercício os custos/perdas. por exemplo: • Juros de depósito a prazo.Acréscimos de proveitos 272 .m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP O saldo final é composto por 800 unidades ao preço unitário de 50 u.. Como podemos observar da aplicação não consistente dos critérios de valorimetria das existências podem surgir grandes divergências nos resultados e nos valores apresentados no balanço. Valor total para balanço: 64 000 u.Proveitos diferidos Vamos analisar em que condições se utiliza cada uma delas. proveitos/ganhos respectivos é necessário observar os princípios de contabilidade geralmente aceites.

registo de despesas ocorridas no exercício correspondentes a custos de exercícios seguintes: • • • Rendas e alugueres pagos por antecipação na utilização de bens imóveis ou móveis de terceiros. que representam um custo futuro.Juros obtidos 7811 . cuja vigência ultrapassa o exercício económico.Depósitos a prazo Juros a receber em N+1 ------------------------//--------------------------150 150 272 .Acréscimos e diferimentos 271. “juros à cabeça”.Juros a receber a 78 . I 20 Guia do Formando Contabilidade Geral II .m.Acréscimos de proveitos 2711 . Juros cobrados em operações financeiras em regime de desconto por dentro. Prémios de seguros pagos.Custos diferidos .IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Em 31/12/N temos que contabilizar os juros já vencidos mas cujo recebimento só ocorrerá em 6/N+1: Início 1/12 Proveito do ano N 31/12 Proveito do ano N+1 Recebimento dos juros 1/6/N+1 Em 31/12/N o valor dos juros a receber é de: 900 / 6 = 150 u. 4 27 .Proveitos e ganhos financeiros 781 .

no valor de 480 u.115 1.m.115 2721 Rendas de instalações 62219 Rendas e Alugueres Pagamento da renda de Janeiro ------------------------//--------------------------- Em Setembro do ano N foi pago o prémio do seguro de incêndio.m. vamos efectuar o seguinte lançamento: 1 27 272 a 62 622 Acréscimos e diferimentos Custos diferidos Fornecimentos e Serviços Externos Fornecimentos e Serviços 1.m.115 u.m.m. O custo de 8 meses é de 8 x 40 u. referente ao mês de Janeiro do ano N+1. = 320 u.m. O custo de 4 meses é de 4 x 40 u. Que se deve fazer? O custo não é só a este exercício económico mas também ao exercício económico seguinte: Início 1/9 31/12 Fim 31/8/N+ 1 Custo do ano N+1 8 meses Custo do ano N 4 meses O custo mensal é de 480/12 = 40 u. = 160 u. tendo sido contabilizado como custo do exercício na conta 62223 seguros.. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exemplo Em Dezembro do ano N pagámos por cheque.m.I. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 21 . a renda do estabelecimento no valor de 1. cujo período é de 1/9/N a 31/8/N+1.

Juros dos restantes 61 dias = 1.745 / 182 x 121 = 1.m. Custo do ano N+1 .68.255 u.Acréscimos e diferimentos 272..Empréstimos obtidos Empréstimo obtido em 1/9/N 12 . tendo o valor líquido recebido sido de 68.745): Custo do ano N .IEFP I..m. 3 Diversos a 23 .255 = 1.745 / 182 x 61 = 585 u.Juros pagos ------------------------//--------------------------585 70.255 I 22 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Juros de 121 dias = 1. sabendo que o prazo total é de 182 dias e que os dias decorridos de 1/9/N a 31/12/N são 121 devíamos efectuar o seguinte lançamento referente aos juros suportados (70. cujos juros foram pagos antecipadamente.160 68.Custos e perdas financeiras 681 .000 .160 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO O lançamento a efectuar é o seguinte: 2 27 Acréscimos e diferimentos 272 Custos diferidos 2722 Seguros a 62 622 62 Fornecimento e Serviços Externos Fornecimentos e serviços Fornecimento e Serviços Externos 320 320 Rectificação do pagamento ------------------------//--------------------------- A mesma empresa obteve em 1/9/N um financiamento de 70.000 1.000 u.Custos diferidos 2723 .m.m.Depósitos à ordem 68 .Juros suportados 6812 .Empréstimos obtidos 27 .

08 50.Acréscimos de custos 2733 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 273 . 12 1 68 .333 1.000.Custos e perdas financeiros 681 .Acréscimos de custos .Juros a liquidar Juros a pagar em N+1 ------------------------//--------------------------1.m. por exemplo consumos de água. Encargos com férias e subsídios de férias vencidos no exercício e cujo processamento ocorrerá no exercício seguinte. qual o movimento a efectuar em 31. que se pagam em Janeiro respeitantes ao mês de Dezembro.x 4 = 1.Juros suportados 6811. electricidade ou telefones.registo de custos do exercício a pagar em exercícios seguintes: • • • Juros de financiamentos obtidos.000 u.00 x -------. em 1 de Setembro do ano N à taxa de juros de 8% ao ano com pagamento de juros ao semestre.m. Fornecimentos e serviços diversos que já se verificaram mas cujos documentos definitivos estão em falta.333 u.I.Acréscimos e diferimentos 273 .333 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 23 .N? Início 1/9 Custo do ano N 31/12 Custo do ano N+1 Pagamento juros 1/3/N+1 Em 31/12/N o valor dos juros a pagar é de: 0.12.Empréstimos bancários a 27 . Exemplo A empresa Tudo Bem Lda contraiu um empréstimo de 50.

m.Custos com o pessoal 642 .000 u.Encargos sobre remunerações ------------------------//--------------------------Vamos agora contabilizar o consumo estimado de energia referente ao mês de Dezembro. no montante de 49 u.700 u. O lançamento a efectuar é o seguinte: 2 Diversos a 27 . 24.: 3 62 .Acréscimos e diferimentos 273 .IEFP I.Fornecimentos e serviços externos 622 .75% . que lançamento vamos efectuar? Férias Subsídio de férias Sub . cuja factura apenas iremos receber em Janeiro de N+1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A mesma empresa não tinha ainda contabilizado o valor de encargos com férias e subsídio de férias para no ano N+1 relativos ao ano N.m.total Encargos Total 0.Vencimentos 6422 . e que os encargos sociais representam 23.700 29. sabendo que o valor mensal de ordenados é de 12.Acréscimos de custos 2732 .m.000 u. 12.m.700 I 24 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Electricidade a 27 .000 12.Remunerações a liquidar Contabilização de férias e subsídio de férias a liquidar em N+1 64 .Remunerações do pessoal 6421 . 29.Acréscimos e diferimentos 273 .000 12.000 u.700 u.m.Consumos a liquidar Energia a pagar em N+1 ------------------------//--------------------------49 49 12.Fornecimentos e serviços 62211 .m.2375 x 24.000 u.Subsídio de férias 645 .m.Acréscimos de custos 2734 . 5.000 5.

Exemplo de constituição de provisões para depreciação de existências: As existências em armazém foram avaliadas em 12. ao valor de aquisição das referidas existências. correspondentes a proveitos de exercícios seguintes. • apresentem dúvidas quanto à sua realização. por exemplo: • Rendas e alugueres recebidos Exemplo Recebemos em Dezembro do ano N a renda de uma loja que temos alugada. como sejam os clientes que se mostrem difíceis de cobrar.Rendas recebidas Recebimento da renda de Janeiro N+1 ------------------------//--------------------------120 120 Princípio da Prudência O cumprimento deste princípio visa o registo das provisões do exercício por forma a efectuar as correcções dos valores dos activos que: • apresentem valores de realização inferiores aos do balanço.registo de receitas ocorridas no exercício.Proveitos diferidos .Acréscimos e diferimentos 274.Proveitos diferidos 2741 .m. é o caso dos títulos e das existências.. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 25 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 274 . Respeita também a este princípio a constituição de provisões para fazer face a obrigações e encargos futuros.I.m. O preço de mercado era inferior em 950 u.450 u.Depósitos à ordem a 27 . o lançamento a efectuar será o seguinte: 4 12 . referente ao mês de Janeiro do ano N+1.

obteve-se a seguinte informação em relação a atrasos de pagamento: 1 2 3 4 5 6 Dívidas a 30 dias Dívidas a 90 dias Dívidas a 120 dias Dívidas a 190 dias Dívidas a 380 dias Dívidas a em processo judicial 300 u.m. 75 % para créditos em mora há mais de 18 meses e até 24 meses.m. 50 u. 400 u.Provisões para depreciação de existências 392 .m.m.Mercadorias Constituição de provisão ------------------------//--------------------------Exemplo de constituição de provisões para cobrança duvidosa: Relativamente ao saldo de clientes. 410 u. 950 950 Vamos respeitar os critérios fiscais definidos no artigo 34 do Código do IRC.IEFP I.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos constituir provisão pelo valor de 950 u.m.Mercadorias a 39 ..Para depreciação de existências 6732 . 50 % para créditos em mora há mais de 12 meses e até 18 meses. I 26 Guia do Formando Contabilidade Geral II .m. nomeadamente: • • • • 25 % para créditos em mora há mais de 6 meses e até 12 meses. o lançamento a efectuar será o seguinte: 1 67Provisões do exercício 673 . 40 u. 100 u. 100 % para créditos em mora há mais de 24 meses.

470 u.m.m.m.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Assim teremos o seguinte valor de provisões: Divida 30 dias 90 dias 120 dias 190 dias 380 dias em processo judicial Total Escalão N/A N/A N/A 6 a 12 meses 12 a 18 meses Total Taxa 0 0 0 25% 50% 100% Valor dívida 300 u. o lançamento seria: 3 67 671 a 28 Provisões do exercício Para cobranças duvidosas Provisões para Cobranças duvidosas 70 70 6711 Dívidas de clientes 281 Dívidas de clientes Reforço de provisão ------------------------//--------------------------- Contabilidade Geral II Guia do Formando I 27 . 400 u.m..Para cobranças duvidosas 6711 . O lançamento a realizar será o seguinte: 2 67Provisões do exercício 671 .m. 410 u.Provisões para Cobranças duvidosas 281 . 410 u.Dívidas de clientes a 28 . assim só teria que constituir a diferença entre 470 e 400 u... 40 u.m.m. 50 u. Valor provisão 0 u.m. ou seja 70 u. 0 u.m. 50 u.m.m.I.m. 0 u.Dívidas de clientes Constituição de provisão ------------------------//--------------------------470 470 Imaginemos agora que esta empresa apresentava um saldo na sua conta de provisões de 400 u.m. 100 u. 10 u.m.m.

As contagens físicas efectuadas na inventariação são muito importantes como meio de controlo. 32 . Quando se utiliza o inventário intermitente o apuramento do custo das existências vendidas ou consumidas vai ser efectuado com base nas contagens físicas dos stocks. o seu saldo. hipótese de utilização do sistema de inventário intermitente. ou seja variação negativa da estimatiova de riscos entre dois periodos contabilisticos consecutivos temos que utilizar um conta de Proveitos Extraordinários.IEFP I. I 28 Guia do Formando Contabilidade Geral II . não há necessidade de efectuar qualquer movimento contabilístico para apuramento do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas. 38 .Mercadorias (devedor). Quando estamos perante uma redução da necessidade de provisões. teria que reuzir em 30 u. através dos registos contabilísticos.Regularização de existências (devedor ou credor). TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Se a empresa apresentasse um saldo de 500 u. o custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas.m. O lançamento a efectuar seria o seguinte: 4 28 Provisões para Cobranças Duvidosas 281 Dívidas de clientes a 79 Proveitos e Ganhos Extraordinários 796 Redução de amortizações e de provisões 7962 Provisões Redução de provisão ------------------------//--------------------------30 30 Movimentação das Contas de Existências para Apuramento do Custo das Vendas e da Variação da Produção • • hipótese de utilização do sistema de inventário permanente.m.Compras (devedor). A principal característica que diferencia estes dois tipos de inventário é o facto de no primeiro podermos permanentemente determinar. Salvo se existirem diferenças entre os valores contabilísticos e os valores de inventário. Nas empresas que utilizam este tipo de inventário as seguintes contas vão apresentar saldos: • • • 31 .

000 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 29 .m. saldar as contas de regularizações por contrapartida da respectiva conta de existências.000 u.m.Regularização de existências .Existências a 31 .. creditar a conta de existências pelo valor dos consumos efectuados. 3. O CMVMC é determinado da seguinte forma: CMVMC = Ei + C .Reg .000 100. • 38 . debitando assim a conta 61 (CMVMC).000 u.Saldo devedor de 2. ou seja. 2. Do inventário realizado em 31/12/N soube-se que as existências finais ascendem a 1.250 unidades monetárias.Compras Reg .Compras . saldar a conta de compras por contrapartida da respectiva conta de existências.I.Compras Saldar conta de compras ------------------------//--------------------------100.Existências finais Exemplo As contas da empresa apresentam os seguintes saldos: • 31 .Mercadorias . Vamos efectuar os movimentos de apuramento do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas: 1.Existências inicias C ..Saldo devedor de 100.m.Ef Ei . pelo Custo das Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas.Saldo credor de 400 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Para apurarmos o custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas (valor a constar na conta 61). • 32 . iremos: 1. saldar a conta de compras por contrapartida da respectiva conta de existências: 1 32 .Regularizações Ef .

Mercadorias 2.000 (2) (1) 100.Regularização de existências (2) 400 400 I 30 Guia do Formando Contabilidade Geral II . creditar a conta de existências pelo valor do Custo das Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas por contrapartida da conta 61.000 (1) e 32 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2.000 Saldo final = Ef = 1.350 100.1.350 3 61 .000 + 100.250 = 100.Regularização de existências a 32 .250 38 .CMVMC a 32 .400 .350 Os lançamentos no razão serão: 31. saldar as contas de regularizações por contrapartida da respectiva conta de existências: 2 38 .IEFP I. CMCMC = 2.000 .000 (3) 400 100.Existências Apuramento do CMVMC ------------------------//--------------------------100.Existências Saldar conta de regularizações ------------------------//--------------------------400 400 3.350 100.Compras 100.

Neste Decreto estão definidos os diversos métodos de amortização e as taxas máximas e minimas a que as mesmas podem ser calculdas. A vida útil dos bens é o periodo durante o qual se reintegram ou amortizam os bens integralmente.000 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 31 . efectuando-se o seguinte lançamento: 1 a 66 – Amortizações do exercicio 662 – Imobilizações corpóreas 42 – Imobilizações Corpóreas 423 – Equipamento Básico Amortização anual Máquina X ------------------------//--------------------------2. cuja vida util estimada é de 5 anos poderá ser amortizado nesses cinco anos em parcelas mensais de 2.Custo Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas (3) 100.I.m. assim é expressa em anos ou meses.000 2.000 u. Assim um equipamento adquirido em 1998 pelo valor de 10.000 u. As amortizações estão enquadradas pelo Decreto Regulamentar nº2/90 de 12 de Janeiro. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 61 .350 Contabilização de Amortizações do Exercicio Anualmente são contabilizados os valores correspondentes á parcela proporcional á vida útil de cada bem a titulo de depreciação na rubrica de Amortizações.m.

constam do extracto da empresa um conjunto de cheques cujos. no valor de 800 u. no extracto de conta bancário está debitado o valor de 125 u. 2.12.510 u. por problemas com o carro do paquete.m. 3. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercícios Propostos 1..220 u.IEFP I.m. apenas chegaram ao banco a 2/1/N+1.m. que. o saldo evidenciado na mesma data pelo seu extracto bancário era de 2.m. cheque 432 . I 32 Guia do Formando Contabilidade Geral II . efectue a reconciliação dos dois saldos e prepare os lançamentos de rectificação ou de regularização a efectuar antes do encerramento de N: 1. 7 u.m. A empresa Z Lda apresentava em 31. No entanto. no extracto de conta bancário a devolução do cheque do cliente Alberto Lda. 8 u.m.m.m.100 u.. estava lançado. em 31/12/N foram considerados depositados cheques no valor de 923 u.m. 4 u. a empresa ainda contabilizou este facto por não ter recebido o respectivo aviso de débito bancário. com data de 28/12/N. 4. beneficiários ainda não apresentaram a desconto junto do banco: cheque 123 .m.15 u..N um saldo contabilístico na conta de depósitos à ordem devedor de 4. cheque 148 cheque 145 cheque 540 cheque 840 4 u. referente ao pagamento de juros ocorrido em 31/12/N.m. Tendo presentes as informações a seguir indicadas.

Clientes 211 .Clientes 211 . efectuar lançamento de estorno do depósito inicial: 1 21 .Depósitos à ordem Cheque devolvido de Alberto Lda.Clientes c/c a 12 .I.Custos e perdas financeiras 681 . Lançar os juros debitados pelo banco.Juros suportados a 12 . Corrigir o depósito não efectuado.510 Lançamentos a realizar: 1.Depósitos à ordem Juros debitados em 31/12/N ------------------------//--------------------------125 125 800 800 923 923 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 33 .200 -923 -800 +138 -125 2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resolução 1 2 3 4 5 6 Saldo da conta de depósitos à ordem na nossa contabilidade Depósito não efectuado Cheque devolvido por lançar Cheques não descontados Juros debitados Saldo na conta de depósitos à ordem no Banco 4. 3 68 . ------------------------//--------------------------3.Clientes c/c a 12 .Depósitos à ordem Estorno de lançamento ------------------------//--------------------------2. 2 21 . Lançar o cheque devolvido do cliente Alberto Lda.

500 4.4.” O fornecedor informou-nos que o saldo a seu favor é de 5.500 50 11..500 1. Factura 43 1.000 500 Resolução Após a reconciliação da nossa conta com os valores apresentados pelo nosso fornecedor constatamos que não foi efectuado o lançamento da factura 43 de 1.IEFP I.950 Débito Crédito 1.450 4. 1 62 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2.m. em 31/12/N.950 4.250 I 34 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Com base nos elementos seguintes pretende-se que efectue a conferência da conta corrente do fornecedor de serviços informáticos “Silva Santos Lda. de 6/N Factura 50 .Fornecimentos e Serviços Externos 62236 .m.500 u. que por lapso foi tomada por um recibo e como tal arquivada sem qualquer lançamento contabilístico. composto pelas seguintes facturas: • • • Factura 43 .000 0 4.m.250 u. O lançamento a efectuar é o seguinte.m.250 u. de 9/N Na nossa contabilidade o extracto de conta corrente do referido fornecedor apresenta o seguinte movimento: Data Janeiro Fevereiro Março Abril Abril Agosto Setembro Movimento Factura 2 Factura 35 Pagamento facturas 2 e 35 Factura 40 Pagamento factura 40 Factura 50 Factura 55 Totais Saldo antes dos lançamentos Saldos após os lançamentos 6.m.Silva Santos Lda. de 8/N Factura 55 55 u.800 u.Trabalhos especializados a 26 – Outros Devedores e Credores 268 – Devedores e Credores Diversos 2682 .1.

000 0 382.000 333.333 8.000 176.000 30.333 0 0 0 83.m.933 11. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 35 . Empresa dos Parafusos Unidos Lda.200 0 0 0 0 4.400 92.600 0 0 16.267 4. Conta Nome da Conta Saldo Devedor 11 12 15 19 21 22 24 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 62 64 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários 14.333 0 0 0 0 257.867 10.333 9.133 16.I. foram pagos ascendem a 12.467 92.75%..224.400 0 284.333 36.667 0 0 0 0 3.333 214.600 0 0 1.800 Saldo Credor 0 0 0 4.041. sendo os encargos de 23.800 Informações complementares: • As remunerações de férias e respectivo subsídio a processar no ano N+1 relativas ao trabalho prestado no ano N.224.067 324. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 3.200 35.000 123.639.000 u.067 831.467 16.000 83.467 12.200 0 200.600 54. Com base no balancete de verificação seguinte efectue os lançamentos de regularização decorrentes do trabalho de inventário.000 15.

. entre 6 e 12 meses.000 u.000 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO • Em Janeiro de N+1 consumos referentes ao ano N+1: • • • Água .m. com mais de 24 meses. O saldo da conta 15 .300 u. referente ao mês de Janeiro do ano N+1 da loja arrendada.m.IEFP I.8.m.. no entanto verifica-se a existência de stock valorizados ao preço de custo de 27.m.m. • • O inventário de existências resultou em 375.420 u.74.m.3.789 u.800 u..160 u.m. I 36 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 u.20.m.m. cada.Títulos negociáveis é composto por 100 acções de valor nominal de 1.000 u.m.m. • Na conta 78 está contabilizada a renda recebida em Dezembro.1.m. cujo valor de mercado actualmente ronda os 23. 10.12/N é de 800 u. 6.1. Para imobilizações incorpóreas .m.420 u.000 u. (Iva incluído a 5%) Energia . o valor da renda líquida de IRC foi de 1..980 u.000 u.200 u.120 u.400 u. Imobilizações incorpóreas . Existem dívidas em mora de clientes nos seguintes montantes e escalonadas em função da data de vencimento: • • • 16.m. entre 18 e 24 meses.m.m. (Iva incluído a 17%). (Iva incluído a 5%) Telefone .1. (a taxa de retenção na fonte é de 20%). As amortizações do exercício serão as seguintes: • • • Para investimentos financeiros .m.m. adquiridas por 920 u. Para imobilizações corpóreas . a cotação em 31. • • • O valor de Amortizações acumuladas reparte-se da seguinte forma: • • Imobilizações corpóreas .

Fornecimentos e serviços externos 622 .Água 62222 .700 29.Provisões do exercício 671 .Provisões para cobrança duvidosa 281 .Rendas Renda de Janeiro ---------------------------//--------------------------67 .Proveitos e ganhos financeiros a 27 .I.Para cobranças duvidosas 6711 .Proveitos diferidos 2741 .Electricidade 62213 .700 1.Acréscimos e diferimentos 273 .725 1.Custos com o pessoal 642 .remunerações do pessoal a 27 .Outros Serviços referentes a Dezembro 62 .Acréscimos de custos 2739 .333 400 991 2.625 8.153 Contabilidade Geral II Guia do Formando .Remunerações a liquidar Contabilização das férias e subsidio de férias (1) ---------------------------//--------------------------2 Diversos a 27 .Dívidas de clientes a 28 .Dividas de clientes Constituição de provisões -------------------------//---------------------------5 39 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lançamento a efectuar no diário: 1 64 .153 8.Provisões para depreciação de existências I 37 29.Fornecimentos e serviços 62211 .625 1.Acréscimos de custos 2732 .Acréscimos e diferimentos 273 .Comunicações ---------------------------//--------------------------3 78 .Acréscimos e diferimentos 274 .

753 12.IEFP I.Amortizações acumuladas 481 .789 1.000 x 2 x 1.000 20.Custos e perdas financeiras 684 .De imobilizações corpóreas 483 .Amortizações do exercício 662 .600 12.Imobilizações corpóreas 663 .789 1.600 7. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 392 .Proveitos e ganhos extraordinários 796 .753 I 38 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Provisões para aplicações financeiras 6841 .Títulos negociáveis a 19 .Títulos negociáveis -------------------------//---------------------------7 Diversos a Diversos Amortizações anuais 68 .Reduções de amortizações e de provisões 7962 .980 3. Férias e subsidio de férias: 12.980 25.2375 = 29.Imobilizações incorpóreas a 48 .Amortizações de investimentos em imóveis 66 .Custos e perdas financeiras 683 .Provisões para aplicações de tesouraria 195 .769 10.Mercadorias a 79 .Provisões -------------------------//---------------------------6 68 .000 7.700 3.De investimentos em imóveis 482 .De imobilizações incorpóreas ------------------------//--------------------------Explicação dos valores: 1.

400 1.23.000 10. Como o valor existente é de 16.333 991 3.467. Renda recebida 1.120 17.500 6.m. pelo que vamos constituir a diferença 5.120 32.000 u. vamos constituir a diferença (7600u.. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 39 . por cada título. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2.= 1625 0.m.m.) pelo que temos que regularizar o excesso. A provisão para depreciação de existências necessária é de (27. A provisão para títulos negociáveis necessária é de 120 u.000 7. Provisões de cobrança duvidosa Mora 6 a 12 meses 18 a 24 meses + de 24 meses Total Valor 16.000 6.m.333 (12753 u.160 IVA 5% 5% 17% Custo 400 1. ou seja 3.120 Taxa 25% 75% 100% Provisão 4.m. 6.400 u.620 A provisão existente é de 9. Custos do ano N a pagar no ano N+1: Valor total Água Energia Telefones 420 1.300 Valor Bruto = ---------------. Como existe uma provisão de 4. ou seja: 120 x 100 = 12.m.580 u.000 .8 IRC (retenção fonte 20% VB)=325 Valor líquido de renda=1300 4.I.).420).

555 u. Vamos efectuá-los no Diário e no Razão e. e os encargos sociais ascendem a 23. • • • Juros a pagar do financiamento bancário . 168. 1.000 u.704 u.476.m. 465. Neste balancete as contas de custos e perdas.644.m. 87. É o balancete rectificado que serve de ponto de partida para o apuramento de resultados.m.m.959 u.m.064 u.m.m. • Amortizações do exercício. Exemplo 1. .81. Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas .260 unidades monetárias. 11.2. elaboramos o balancete rectificado: Anexo . Para obtermos o balancete rectificado temos que efectuar estes movimentos de regularização.Balancete de verificação I 40 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Existências finais (inventário) Mercadorias Matérias-primas Produtos acabados 366.m.708 u.Compras: Mercadorias Matérias-primas • 1. o valor mensal é de 30.973 u.716 u.298 u.Fornecimentos e serviços externos no valor de 3.895 u.619 u. Suponhamos que a empresa Luar de Agosto apresentava o balancete anexo referente a 31/12/N.6.m. proveitos e ganhos expressam as componentes negativas e positivas do resultado do exercício.m. sendo também conhecidas as seguintes informações: • Desdobramento da conta 31 .75%. Não se encontram ainda contabilizadas as férias e subsidio de férias a liquidar no ano N+1. BALANCETE RECTIFICADO O balancete rectificado é aquele em que os saldos apresentados estão de acordo com os inventários efectuados. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 4. posteriormente.IEFP I. A renda do escritório referente ao mês de Janeiro foi liquidada e contabilizada em Dezembro na conta 62 .m.

339 5.954 64.193 152.427 1.979 18.253 4.867 699.188.491 55.655 36.612 58.329 597.293 14.173 579.170 1.009 121.812 2.749.839 149.090 0 283 16.584 193. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Balancete de 1º grau Empresa “Luar de Agosto” Conta Nome da Conta Acumulados anuais Débito 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 62 63 64 65 68 69 71 72 73 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.845 21.227 28.206 121.452 0 409.I.427 1.380 0 544.500 20.697 42.944 352.890 53.115 64.455 338.619 23.442 266.892 39.345.799 469.383.173 34.226 1.608 5.532 0 0 0 0 101.766.619 239.063 803.277 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 41 .m.283 59.838 64.290.890 53.700.970 10.198 39.279 3.062.343 4.662 1.331 49.392 504.920 6.970 10.186.886 unid:u.027 2.009 1.547 1.037.252 32 0 0 2.886 Crédito 4.340.681 56.745 0 1.491 59.057.231 18.493 314. subsidiárias e de consumo Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total 4.567 420.839.962 24.655 36.574 64.270 596.982 69.173 28.352 295.562 4.264 53.857 5.283 59.348 5.567 10.696 414.425 433.162 1.658 5.206 119.059 211 82.305 462.340.173 28.804 295.697.756.151 239.859.622.644.767 469.547 1.306 0 4.975 2. Saldo Devedor Credor 4.253 144.548 14.899.

704 2.476.895 6.349.708 81. subsidiárias e de consumo Apuramento do custo das matérias primas consumidas ------------------//----------------(5) a 66 482 Amortizações do exercício Amortizações acumuladas Imobilizados corpóreos ------------------//----------------(6) a 66 483 Amortizações do exercício Amortizações acumuladas Imobilizados incorpóreos ------------------//-----------------(7) a 681 273 Custos financeiros Acréscimos de custos Juros a liquidar ------------------//-----------------(8) a 272 622 Custos diferidos Fornecimentos e serviços externos Renda de Janeiro ------------------//-----------------3.054 168.708 140. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Lançamentos no diário de operações diversas . subsidiárias e de consumo Compras Transferência das compras ------------------//----------------(3) a 612 321 Custo mercadorias vendidas e consumidas (1) Mercadorias Apuramento do custo das mercadorias vendidas ------------------//----------------(4) a 616 361 Custo mercadorias vendidas e consumidas (2) Matérias primas.476.064 1.566 168.260 2.238 140.349.555 I 42 Guia do Formando Contabilidade Geral II .704 6.IEFP I.regularizações: (1) a 321 312 Mercadorias Compras Transferência das compras ------------------//----------------(2) a 361 316 Matérias primas.566 1.895 81.238 1.555 1.260 3.

m.250 74.000 u.366.Existências finais CMPC = 59.m.Existências finais CMVC = 239.000 u. valor de 2 meses de ordenados .m.555 1.349.m.064 .m.890 + 168.970 +1.2375 = 14.716 CMPC = 140.566 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 43 .970 (3) (1) 1.959 CMVC = 1.30.476.566 1.I.716.525 Saldo devedor de 366. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP (9) a 273 Diversos Acréscimos de custos Remunerações a liquidar (3) 642 645 Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações ------------------//-----------------60.87.000 u.238 (3) O valor das remunerações a pagar é calculado da seguinte forma: valor de 1 mês de ordenados .349.959 1.476. valor dos encargos .349.60.000 14. x 0.555 .250 (1) O Custo das mercadorias vendidas e consumidas (CMVC)é calculado da seguinte forma: CMVC = Existências iniciais + Compras .000 u. x 2 = 60.30. Procedemos em seguida aos lançamentos no razão: 321 .Mercadorias 239.250 u.566 (2) O Custo das matérias primas consumidas (CMPC) é calculado da seguinte forma: CMPC = Existências iniciais + Compras .

804 Saldo devedor de 1.895 88.Compras 1.349.489.Amortizações do exercício (5) (6) 81.064 1.603 Saldo devedor de 88.716 61.amortizações acumuladas 42.151 I 44 Guia do Formando Contabilidade Geral II .452 (5) (6) 42. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 31 .IEFP I.766.407 (4) 140.476.890 (2) 168.708 6.555 168.064 227.238 121.452 Saldo credor de 550.238 1.603 48 .238 140.532 1.Custo das mercadorias vendidas e consumidas (3) (4) 1.489.151 (1) (2) 1. subsidiárias e de consumo 59.566 140.766.151 Conta saldada 36 .895 593.708 6.804 81.804 66 .Matérias primas.954 Saldo devedor de 87.766.955 504.

719 34.512 64 . 68 .677 Saldo devedor de 543. e de Imobilizações Corpóreas 511.231 Saldo devedor de 541.242 152.745 (8) 3.Custos financeiros 121.293 2.348 27 .316 Saldo devedor de 121.704 124.231 (8) 579.427 (9) 74.m.704 74.612 (7) 2.247 62 .250 543.464 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Sendo de Imobilizações Incorpóreas .260 (7) (9) 73.I.250 229.252 3.Fornecimentos e serviços externos 579.39.968 2.491 u.260 37.m.677 Balancete rectificado antes do apuramento de resultados Balancete de 1º grau Contabilidade Geral II Guia do Formando I 45 .348 2.Acréscimos e diferimentos 69.Custos com o pessoal 469.005 Saldo credor de 156.

227 28.574 64.383.584 193.845 21.316 58.603 124.425 433.198 39.700.126 4.799 543.238 0 101.188.839 149.644.681 56.954 64.m.m) Devedor Credor 4.982 73.975 2.170 1. subsidiárias consumo Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Imobilizações corpóreas em curso Amortizações acumuladas Capital Ajust.968 53.442 266.697 42.839.608 5.716.767 543.567 10.766.493 314.151 1.247 14.062.305 550.162 1.716 53.562 4.455 338.331 49.696 414.892 39.009 1.644.407 295.944 352.173 1.959 10.392 593.491 59.655 36.867 699.655 36.115 64.489.063 803.812 2.756.697. partes cap.283 227.057.306 0 4.349.IEFP I.186.452 0 409.) Saldo (u.173 31.719 18.491 55.662 1.279 3.037. Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados Custo mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Nome da Conta Acumulados anuais Débito (u.500 20.m.804 579.619 23.348 5.270 596.603 121.253 144.283 87.677 1.838 64.206 88.345.899.005 0 1.857 5.547 1.962 24.193 229. primas.512 32 0 0 0 2.027 2.566 0 140.859.090 0 283 16.242 14.151 1.804 541.009 0 366.622.677 1.059 211 156.253 4.173 31.226 1.525 10.489.339 5.955 295.567 420.231 18.380 0 1.343 4.766.206 88. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Empresa “Luar de Agosto” Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Mat.126 4.) Crédito (u. e assoc.fil.954 53.290.329 597.547 1.749.658 5.173 0 37.277 0 0 0 0 0 I 46 Guia do Formando Contabilidade Geral II .920 6.

000 123.333 214.333 0 8.020 4.000 83.333 36.041.000 34.133 16.200 33.333 17. para tal peguemos no Balancete após movimento de regularização.600 0 0 1.842 25.000 0 284.333 0 0 0 0 259.000 30. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2.600 0 0 3.400 92.153 65.050 15.300 22. Vamos preparar o balancete rectificado antes de apuramento de resultados da empresa Parafusos Unidos.200 0 200.769 8.580 0 0 0 108.298.000 0 382.792 861.867 10.000 176.639.067 324.533 11.667 0 0 0 0 0 0 3. obtido anteriormente Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total Descrição Saldo devedor Saldo credor 14.620 16.747 0 0 0 12.298.200 0 0 0 0 4.747 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 47 .I.769 333.467 92.

165.513 O lançamento a efectuar é o seguinte: 32 a 31 Existências Compras Transferência das compras ------------------//-----------------61 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Existências Apuramento do custo das mercadorias vendidas ------------------//-----------------1.m.639.639.639. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Resolução Vamos apurar o Custo das Mercadorias Vendidas e Matérias Consumidas.513 1.797.067 1.513 1.754 = 1.067 .797.: CMVMC = 324.200+ 1.IEFP I.067 321 Mercadorias 312 Mercadorias 612 Mercadorias a 32 321 Mercadorias I 48 Guia do Formando Contabilidade Geral II .797.754 u. sabendo que as existências finais apuradas pelo Inventário são de 165.

000 83.000 123.I.667 0 0 0 0 0 0 0 3.842 25.620 16. Cons.333 36.600 0 0 3.747 Saldo credor 0 0 0 12.600 0 0 0 165.000 30.133 16.747 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 49 .333 0 0 0 0 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Obtemos o seguinte balancete rectificado antes de apuramento de resultados: Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo merc.000 34.153 65.000 0 382.050 15.754 0 200.333 214.333 17. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total Descrição Saldo devedor 14. vendidas e mat.200 33.769 8.000 0 284.298.792 861.300 22.333 0 8.867 10.298.467 92.513 259.533 11.769 333.797.000 176.580 0 0 0 108.020 4.041.400 92.200 0 0 0 0 4.

Prestações de serviços Conta 73 .Outros custos e perdas operacionais Conta 66 .Contas de Custos e Perdas Conta 61 .IEFP I.Outros proveitos e ganhos operacionais Conta 78 .Custos e perdas financeiros Conta 69 .Custos e perdas extraordinárias Classe 7 .Contas de proveitos e ganhos Conta 71 .Provisões do exercício Conta 68 .Custos com o pessoal Conta 65 . APURAMENTO DE RESULTADOS Tendo por objectivo final apurar o valor do resultado líquido do exercício que estamos a encerrar.Proveitos suplementares Conta 74 . vamos transferir os saldos das contas de Custos e Perdas e de Proveitos e Ganhos para as principais contas de Resultados.Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Conta 62 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 5.Amortizações do exercício Conta 67 .Fornecimentos e serviços externos Conta 63 .Subsídios à exploração Conta 75 .Proveitos e ganhos financeiros Conta 79 . e fazer transferências entre saldos das próprias contas de Resultados.Vendas Conta 72 .Proveitos e ganhos extraordinários I 50 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Impostos Conta 64 .Trabalhos para a própria empresa Conta 76 . Relembremos as contas de que estamos a tratar: Classe 6 .

um saldo credor numa conta de resultados representa um lucro. Apuramento dos resultados operacionais.Resultados Conta 81 . Apuramento dos resultados correntes.Imposto sobre o rendimento do exercício Conta 88 . Apuramento dos resultados antes de impostos. e.Resultados financeiros Conta 83 .Resultado liquido do exercício Conta 89 . 2. • • um saldo devedor numa conta de resultados representa um prejuízo. 5. 4. pelo que. As contas de resultados são movimentadas: • • a débito pelos saldos devedores das contas de custos e perdas. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 51 .Resultados operacionais Conta 82 . respeitando os códigos das contas mencionadas na classe 8 (Resultados). Cálculo da estimativa de Imposto (IRC).Resultados extraordinários Conta 85 .I. 6. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Classe 8 . Apuramento dos resultados financeiros.Resultados correntes Conta 84 .Resultados antes de impostos Conta 86 . Apuramento dos resultados extraordinários. 7. e. Serão as seguintes as fases a considerar: 1. 3. a crédito pelos saldos credores das contas de proveitos e ganhos.Dividendos antecipados O apuramento de resultados faz-se sequencialmente. Apuramento do resultado liquido do exercício.

resíduos e refugos (conta 34). desperdícios. e. subprodutos.Custos e perdas.Resultados Operacionais → ← → ← → ← → ← → ← → ← → Existências Finais: Conta 33 Conta 34 Conta 35 Crédito Conta 71 Conta 72 Conta 73 Conta 74 Conta 75 Conta 76 O saldo da conta 81 representa o Resultado Operacional. produtos e trabalhos em curso (conta 35) • A crédito 1. subprodutos. desperdícios. produtos e trabalhos em curso (conta 35) Esquematicamente: Débito Conta 61 Conta 62 Conta 63 Conta 64 Conta 65 Conta 66 Conta 67 Existências Iniciais: Conta 33 Conta 34 Conta 35 → ← → ← → ← 81 . 2.Proveitos e ganhos. 2.Resultados Operacionais: • A débito 1. I 52 Guia do Formando Contabilidade Geral II . pelo valor das existências iniciais de: produtos acabados e intermédios (conta 33). pelo valor das existências finais de: produtos acabados e intermédios (conta 33). pelos saldos das contas da classe 7 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Apuramento dos Resultados Operacionais Vamos movimentar a conta 81 . e. resíduos e refugos (conta 34).IEFP I. pelos saldos das contas da classe 6 .

Proveitos suplementares 79 . 4. 140.m 100. 10.000 u.m.Compras 61 .m 1.000 u.000 u.000 1.000 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exemplo 1.000 u.m.Existências finais de mercadorias 31 .Fornecimentos e serviços externos 64 .000 u.Vendas 73 .200 141.000 138.000 Vendas Proveitos suplementares ------------------//---------------140. Sabendo a empresa Fruta Verde apresenta os seguintes dados.200 u.000 (2) Saldo = 0 163.Custo das mercadorias vendidas 163.000 25.000 u.Custos e perdas financeiros 69 .Existências iniciais de mercadorias 32 .m.m.000 98.050 u.000 u.m.Custos e perdas extraordinários 71 . 98.I. 8.Custos com o pessoal 68 .Custo das mercadorias vendidas 62 .Proveitos e ganhos extraordinários 5. 7.m.000 15.m. O Resultado Operacional será obtido com o seguinte lançamento no Diário: (1) a Diversos Resultados Operacionais 81 Transferência de Proveitos 71 73 (2) a a a a 81 Diversos Resultados operacionais Transferência de Custos 61 62 64 Custo das mercadorias vendidas Fornecimentos e serviços externos Custos com pessoal -----------------//---------------61 . Vamos calcular os diversos tipos de resultados: 32 .m. 25.200 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 53 .m. 15.500 u.

000 73 .Custos com o pessoal 15.000 3.200 141. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 62 .000 (2) Saldo = 0 15.200 81 .Proveitos e ganhos financeiros.Custos e perdas financeiros e da conta 78 .Venda de mercadorias (1) 140.Resultados Financeiros O resultado financeiro resulta da comparação dos saldos das contas 68 .200 140.000 (1) 15.200 141.000 71 .IEFP I.200 Apuramento dos Resultados Financeiros Vamos movimentar a conta 82 .200 Saldo = 0 1.Fornecimentos e serviços externos 25.000 64 .000 (1) 25.000 1.Proveitos suplementares (2) 1.000 Saldo = 0 140.Resultados operacionais (2) (2) (2) Saldo Credor 98.000 (2) Saldo = 0 25. I 54 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

500 82 .500 68 .Resultados Financeiros → ← Crédito Conta 78 O saldo da conta 82 representa o Resultado Financeiro.500 Apuramento dos Resultados Correntes Esta conta pode ser ou não movimentada. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP É movimentada: • • A débito pelo saldo da conta 68 .I.Resultados Correntes.Custos e perdas financeiras A crédito pelo saldo da conta 78 . Contabilidade Geral II Guia do Formando I 55 . desse facto dependerá a forma de apuramento do resultado na conta 85 .500 4.Resultado antes de impostos.Custo e perdas financeiros 4. No exemplo apresentado efectuaremos o seguinte lançamento no Diário: (3) a 82 68 Resultados Operacionais Custos e perdas financeiras Transferência de Custos 4.500 (3) 4. Vamos movimentar a conta 83 .Resultados financeiros (3) 4.Proveitos e ganhos financeiros Esquematicamente: Débito Conta 68 82 .

Resultados Correntes → ← Crédito Conta 81 e 82 quando saldo credor O saldo da conta 83 representa o Resultado Corrente. 82 .Resultados Correntes.200 82 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Esta conta recebe os saldos das duas contas movimentadas anteriormente: • • 81 . Esquematicamente: Débito Conta 81 e 82 quando saldo devedor 83 .Resultados Financeiros Consoante as contas 81 e 82 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 83 .IEFP I. No seguimento do nosso exemplo teremos: (4) a 83 82 Resultados Correntes Resultados Financeiros Transferência do resultado financeiro 4. e.500 (5) a 81 83 Resultados Operacionais Resultados Correntes Transferência de Resultados Operacionais 3.Resultados Operacionais.500 4.500 (4) 4.Resultados financeiros (3) 4.500 I 56 Guia do Formando Contabilidade Geral II .200 3.

Resultados Extraordinários O resultado extraordinário resulta da comparação dos saldos das contas 69 .050 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 57 .200 141.Proveitos e ganhos extraordinários Esquematicamente: Débito Conta 69 84 .Custos e perdas extraordinários e da conta 79 .Resultados Correntes (4) 4.000 (1) 15.200 141.I.050 8.Resultados Extraordinários → ← Crédito Conta 79 O saldo da conta 84 representa o Resultado Extraordinário. No exemplo apresentado teremos: (6) a 84 69 Resultados Extraordinários Custos e perdas extraordinárias Transferência dos custos extraordinários 8.200 Apuramento dos Resultados Extraordinários Vamos movimentar a conta 84 .200 140. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 81 .000 1.200 83 .000 3.Resultados operacionais (2) (2) (2) (5) 98.500 (5) 3.Custos e perdas extraordinárias A crédito pelo saldo da conta 79 .000 (1) 25. É movimentada: • • A débito pelo saldo da conta 69 .Proveitos e ganhos extraordinários.

IEFP I.000 Apuramento dos Resultados antes de Impostos Esta conta tem movimentação facultativa.050 (7) 10. Este apuramento faz-se na conta 85 e esta pode ser movimentada de duas formas. e.Resultados antes de impostos.Resultados Correntes. dependendo da movimentação ou não da conta 83 .Custos e perdas extraordinárias 8.Resultado liquido do exercício. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO (7) a 79 84 Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Extraordinários Transferência dos proveitos extraordinários 10. dela dependendo a forma de movimentação da conta 88 .050 (6) 8.Resultados Extraordinários (6) 8. I 58 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Consoante as contas 83 e 84 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 85 .000 69 .000 10.Resultados Correntes.050 79 . como anteriormente referimos. 84 .Resultados Extraordinários.Proveitos e ganhos extraordinários (7) 10. Se tivermos utilizado a conta 83 esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • 83 .000 84 .000 10.

950 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 59 .300 (9) a 84 85 Resultados extraordinárias Resultados antes de impostos Transferência dos resultados extraordinários 84 .Resultados correntes (4) 4. No nosso exemplo teremos: (8) a 85 83 Resultados antes de impostos Resultados correntes Transferência dos resultados correntes 1.Resultados antes de impostos → ← Crédito Conta 83 e 84 se saldo credor 83 .300 1.300 85 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Esquematicamente: Débito Conta 83 e 84 se saldo devedor O saldo da conta 85 representa o resultado antes de impostos.300 (9) 1.200 1.950 10.500 (5) (8) 3.050 (7) 1.950 (6) (9) 8.950 1.I.000 85 .Resultados extraordinários 1.Resultados antes de impostos (8) 1.

Saldo Credor . Esquematicamente: Débito Conta 81. Alternativamente Esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • • 81 .200 85 .000 (1) 25.000 (1) 15. 82 .IEFP I. 84 .Resultados financeiros.000 1. 82 e 84 se saldo credor 81 . 82 e 84 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 85 . e.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO O resultado antes de impostos é de 650 u.Resultados operacionais (2) (2) (2) (10) 98.Lucro. No nosso exemplo teremos: (10) a 81 85 Resultados correntes Resultados antes de impostos Transferência dos resultados correntes 3.200 140.200 141. 82 e 84 se saldo devedor O saldo da conta 85 representa o resultado antes de impostos.000 3..200 3.Resultados antes de impostos → ← Crédito Conta 81.Resultados extraordinários Consoante as contas 81.Resultados antes de impostos.200 I 60 Guia do Formando Contabilidade Geral II .200 141.Resultados operacionais.

este valor tem que ser expresso nas contas das empresas: • • porque se traduz numa obrigação . Cálculo da Estimativa de Imposto (IRC) Numa economia sujeita a imposto sobre o rendimento.Imposto a pagar ao Estado.950 O resultado antes de impostos apurado é de 650 u.500 4.500 (11) 4.500 (3) 4. no caso português o IRC .950 10.m.050 (7) 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP (11 a 85 82 Resultados antes de impostos Resultados financeiros Transferência dos resultados financeiros 82 .950 1. porque representa uma afectação de resultados .I.diminuindo o valor de resultado líquido da empresa.Resultados financeiros 4. e.200 1.Imposto sobre o Rendimento das pessoas Colectivas. saldo credor da conta 85.500 (12) a 84 85 Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Transferência dos resultados extraordinários 84 ..Resultados antes de impostos (11) 4.950 (6) (12) 8.500 (10) (12) 3. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 61 .Resultados extraordinários 1.000 85 .

conta 86 .Imposto sobre rendimento do exercício (1) 24 . Crédito .m.IEFP I.Imposto sobre o rendimento 243.Resultado líquido: • • Débito . Transferência da estimativa feita para a conta 88 . 3. 86 .Imposto sobre o rendimento do exercício.Resultado líquido do exercício (2) Vamos considerar que no nosso exemplo o valor da estimativa é de 34% para IRC.1 (12) I 62 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Resultado liquido do exercício. Reconhecimento da obrigação de pagar ao Estado o montante da estimativa feita: 86 .Imposto sobre o rendimento do exercício.m. Crédito . ou seja (34% x 1.1 24 . incidindo a taxa de derrama de 10%.Impostos sobre o rendimento. Reconhecimento da obrigação de pagar ao Estado o montante da estimativa feita: • • Débito .Resultados e que engloba dois movimentos: 1.conta 24 .1 = 37. x 37. 86 .conta 86 .conta 88 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO É uma realidade cuja movimentação não se limita às contas da classe 8 .Imposto sobre rendimento do exercício (12) 243.4% = 243 u.Imposto sobre rendimento do exercício (2) 88 .4%) O valor da estimativa de imposto a pagar é de: 650 u.Imposto sobre o rendimento (1) 2.

Estimativa de imposto sobre o rendimento Contabilidade Geral II Guia do Formando I 63 .1 (13) 88 .I.Resultados antes de impostos.1 243.1 Apuramento do Resultado Liquido do Exercício Este apuramento faz-se na conta 88. e. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 4. Esta pode ser movimentada de duas formas. Transferência da Estimativa feita para a conta 88 . dependendo da movimentação ou não das contas 83 .Resultado Líquido do Exercício.Imposto sobre rendimento do exercício 243.Resultados extraordinários.Resultado Liquido: 86 . Consoante a conta 84 apresente saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 88 . 82 .Resultado Liquido do exercício 243.Resultados Correntes. 86 .Estimativa de imposto sobre o rendimento se tivermos utilizado a conta 85. Esquematicamente: Débito Conta 86 Conta 85 se saldo devedor 88 . Alternativamente esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • • • 81 .Resultados Correntes e 85 . 84 . Esta conta receberá os saldos das contas movimentadas anteriormente: • • 85 .Resultados financeiros. e. 86 .Resultado liquido do exercício → → ← Conta 85 se saldo credor Crédito O saldo da conta 88 representa o resultado liquido do exercício.Resultados operacionais. como anteriormente referimos.

82 e 84 se saldo devedor Crédito O saldo da conta 88 representa o Resultado liquido depois de impostos. 82 e 84 apresentem saldo devedor ou credor assim será movimentada a débito ou a crédito a conta 88 . 82 e 84 se saldo credor Débito Conta 86 Conta 81. No nosso exercício teremos o seguinte movimento: (14) a 85 88 Resultados antes de impostos Resultados líquidos Transferência dos resultados antes de impostos 88 .Resultado liquido do exercício → → ← Conta 81.9 650 Débito (13) Crédito 650 I 64 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Esquematicamente: 88 .1 (15) Saldo credor (Lucro) de 406. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Consoante as contas 81.Resultado liquido do exercício.IEFP I.Resultado liquido do exercício 243.

804 37.749.348 5.655 36.277 0 Credor unid:u.677 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercício de Aplicação 2 Vamos efectuar o apuramento de resultados da empresa Luar de Agosto: Do Balancete rectificado antes do apuramento de resultados apenas nos interessam as contas das classes 6 e 7 e as informações referentes às suas existências de produtos acabados: Balancete de 1º grau Empresa “Luar de Agosto” Conta Descrição Acumulados anuais Débito 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 88 Custo mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício 1.838 0 Crédito Saldo Devedor 0 1.231 18.603 121.812 28.655 36.343 4.899.839 5.608 2..316 58. 3.719 18.027 2.206 88.m.562 4.115 0 0 541.845 21.299 u.090 0 283 16.968 53.489.283 u.489. 149.677 1.512 32 0 0 0 2. as existências iniciais de produtos acabados totalizam 10. a taxa de imposto sobre o rendimento é de 34%.804 579.m. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 65 .799 543.603 124.767 543. as existências finais (inventário) de produtos acabados ascendem a 11.619 23.I.253 4.m.227 Sabendo que: 1. 2.206 88.

IEFP I.677 1.749.655 2.603 2.253 4.206 88.776 Resultados Operacionais Transferência de Proveitos Vendas Prestação de serviços Proveitos suplementares ------------------//---------------Resultados operacionais 2.777.968 121.719 18. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos efectuar os lançamentos no diário e razão de apuramento de resultados: (1) a Diversos 81 71 72 73 (2) a a a a a a a (3) a 81 Diversos Transferência de Custos 61 62 63 64 65 66 82 68 Custo das mercadorias vendidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício -----------------//---------------Resultados financeiros Custos e perdas financeiras Transferência de Custos financeiros -----------------//---------------(4) a 78 82 Proveitos e ganhos financeiros Resultados financeiros Transferências de proveitos financeiros -----------------//---------------36.562 36.619 23.767 543.527 I 66 Guia do Formando Contabilidade Geral II .489.804 541.683.562 121.968 1.

406 85.751 (7) a 84 69 Resultados Extraordinários Custos e perdas extraordinárias Transferência dos custos extraordinários -----------------//---------------53.I.750 (11) A 88 85 Resultados liquido do exercício Resultado antes de impostos Apuramento do resultado liquido do exercício 40.751 93.345 (10) a 85 84 Resultados antes de impostos Resultados correntes Transferência dos resultados extraordinários -----------------//---------------48. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP (5) a 83 82 Resultados Correntes Resultados Financeiros Transferência do resultado financeiro -----------------//---------------85.027 (8) a 79 84 Proveitos e ganhos extraordinárias Resultados Extraordinários Transferência dos proveitos extraordinários -----------------//---------------4.405 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 67 .406 (6) a 81 83 Resultados Operacionais Resultados Correntes Transferência de Resultados Operacionais -----------------//---------------93.277 (9) a 83 85 Resultados correntes Resultados antes de impostos Transferência dos resultados correntes -----------------//---------------8.

489.804 62 .IEFP I.603 88.804 1.489.Amortizações do exercício 88.603 88.206 543.677 (2) 543.489.677 65 .767 18.603 (2) 88.206 (2) 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos efectuar os lançamentos correspondentes no Razão: 61 .767 541.Custos com o pessoal 543.719 (2) 541.767 (2) 18.719 541.206 1.804 1.Fornecimentos e serviços externos 541.206 1.Outros custos operacionais 1.677 18.719 63 .Impostos 18.603 I 68 Guia do Formando Contabilidade Geral II .804 (2) 1.767 64 .719 66 .677 543.Custo das mercadorias vendidas e consumidas 1.489.

562 36.655 4.Proveitos e ganhos extraordinários (8) 4.968 121.253 23. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 68 .619 (7) 53.253 23.I.562 79 .619 72 .749.968 69 .655 4.253 73 .619 2.Proveitos e ganhos financeiros (4) 36.027 71 .027 53.027 53.619 2.562 36.027 78 .655 23.968 (3) 121.Custos e perdas financeiras 121.253 2.277 4.749.655 4.277 4.749.277 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 69 .Prestações de serviços (1) 23.Proveitos suplementares (1) 4.968 121.562 36.277 4.Custos e perdas extraordinárias 53.749.Vendas (1) 2.

80 541.968 93.749.751 84 .751 93.Resultados correntes (5) (9) 85.IEFP I.527 (1) (1) (1) 2.677 1.777.406 2.619 23.Resultados operacionais (2) (2) (2) (2) (2) (2) (6) 1.767 543.277 48.655 121.027 (8) (10) 93.562 85.406 8.527 82 .968 83 .345 (6) 121.027 I 70 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 81 .777.253 4.719 18.751 2.750 53.206 88.968 (4) (5) 36.489.027 53.751 4.Resultados financeiros (3) 121.Resultados extraordinários (7) 53.603 93.

Resultado Liquido do exercício (11) 40.405 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 71 .405 48.Resultados antes de impostos (10) 48.345 40.750 (9) (11) 48.I.750 8.750 88 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 85 .

620 16.133 16.333 17.333 214.600 0 0 0 165.797.000 34.747 Saldo credor 0 0 0 12. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício de Aplicação 3 Vamos efectuar o apuramento de resultados da empresa Parafusos Unidos: Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total Descrição Saldo devedor 14.000 83.041.333 36.400 92.754 0 200.769 8.298.IEFP I.467 92.333 0 0 0 0 1.333 0 8.153 65.580 0 0 0 108.300 22.000 0 382.200 33.050 15.513 259.600 0 0 3.867 10.000 176.000 0 284.747 I 72 Guia do Formando Contabilidade Geral II .842 25.200 0 0 0 0 4.298.000 30.667 0 0 0 0 0 0 0 3.792 861.020 4.769 333.000 123.533 11.

797.333 36.792 861.153 2.842 65.200 3.527 Resultados Operacionais Transferência de Proveitos Vendas Prestação de serviços ----------------//---------------Resultados operacionais 3.533 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 73 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Vamos efectuar os lançamentos no diário e razão de apuramento de resultados: 1 a a a 2 a a a a a a 3 a Diversos 81 71 72 81 Diversos Transferência de Custos 61 62 64 66 67 82 68 Custo das mercadorias vendidas Fornecimentos e serviços externos Custos com pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício ----------------//---------------Resultados financeiros Custos e perdas financeiras Transferência de custos financeiros ----------------//---------------4 a 78 82 Proveitos e ganhos financeiros Resultados financeiros Transferências de proveitos financeiros ----------------//---------------5 a 83 82 Resultados Correntes Resultados Financeiros Transferência do resultado financeiro ----------------//---------------6 a 81 83 Resultados Operacionais Resultados Correntes Transferência de Resultados Operacionais ----------------//---------------128.077.533 1.949.691 31.041.533 65.513 259.691 33.769 8.842 33.I.006 31.006 128.300 22.

446 13 a 85 88 Resultados antes de impostos Resultado liquido do exercício Apuramento do resultado liquido do exercício 110.200 8 a 79 84 Proveitos e ganhos extraordinárias Resultados Extraordinários Transferência dos proveitos extraordinários ----------------//---------------25.135 I 74 Guia do Formando Contabilidade Geral II .820 13.315 96.020 25.020 9 a 83 85 Resultados correntes Resultados antes de impostos Transferência dos resultados correntes ----------------//---------------96.820 11 a 86 24 Estimativa de IRC Estado e outros entes públicos Estimativa de IRC ----------------//---------------37.135 110.200 11.446 37.IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 7 a 84 69 Resultados Extraordinários Custos e perdas extraordinárias Transferência dos custos extraordinários ----------------//---------------11.315 10 a 84 85 Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Transferência dos resultados extraordinários ----------------//---------------13.446 37.446 12 a 88 86 Resultado liquido do exercício Estimativa de IRC Estimativa de IRC ----------------//---------------37.

797.300 67.Provisões do exercício 8.153 8.792 259.769 (2) 22.513 (2) 1.Amortizações do exercício 22.153 861.533 65.I.533 65.513 1.153 (2) 8.792 (2) 259.792 64 .300 (2) 861.769 68 .300 259.Custos com o pessoal 861.513 1.769 22.300 861.513 62 .792 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 75 .Custo das mercadorias vendidas e consumidas 1.797.797.533 22.533 (3) 65.Custos e perdas financeiras 65. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Vamos efectuar os lançamentos correspondentes no Razão: 61 .Fornecimentos e serviços externos 259.153 66 .797.769 8.

041.333 36.769 128.842 33.333 3.200 36.200 36.020 25.020 25.200 79 .Vendas (1) 3.Prestações de serviços (1) 36.077.513 (1) 259.041.077.842 33.333 72 .333 3.533 3.842 33.153 22.020 81 .Resultados operacionais (2) (2) (2) (2) (2) (6) 1.Proveitos e ganhos financeiros (4) 33.200 (7) 11.200 11.797.533 3.842 36.792 (1) 861.200 3.200 25.Custos e perdas extraordinárias 11.041.200 78 .200 71 .041.006 3.020 I 76 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 69 .333 11.300 8.IEFP I.Proveitos e ganhos extraordinários (8) 25.041.

446 37.691 65.006 84 .200 (8) 13.533 (4) (5) 65.Resultados extraordinários (7) (10) 11.135 (9) (10) 110.820 25.135 37.Resultados antes de impostos (13) 110.533 83 .446 37.020 25.Resultados correntes (5) (9) 31.I.446 (12) 37.Estimativa de Imposto a pagar (11) 37.446 24 .691 (6) 96.020 128.315 128.006 128.533 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 77 .842 31.135 25. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 82 .020 85 .135 86 .006 33.Resultados financeiros (3) 65.Resultado Liquido do exercício (12) 37.820 110.315 13.Estado e outros entes públicos (11) 88 .446 96.446 (13) 110.

BALANCETE FINAL Balancete Final também designado por Balancete de apuramento de resultados. Exemplo de Aplicação 1 Retomando os nossos exemplos anteriores para a empresa Luar de Agosto o Balancete Final será o seguinte: Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas. encontram-se saldadas e das contas da classe 8 .955 295.892 39.059 211 156.697 42.Resultados apenas a 88 . as classes 6 e 7.959 10.584 193.238 0 101.407 295.062.290.009 1.944 352.525 10.716 53.198 39.247 14.954 53.547 1.193 229.839.279 3.857 5.4 e 5.009 0 Credor I 78 Guia do Formando Contabilidade Geral II .283 227.253 144.Resultados Líquidos do exercício apresenta o resultado gerado apurado nesse exercício após a consideração da estimativa de imposto a pagar.756.329 597. subsidiárias e de consumo Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Nome da Conta Acumulados anuais Débito 4.491 59.392 593.681 56. Este balancete designa-se por final porque é com base nele que se elaboram os balanços finais e se efectuam os lançamentos de fecho do exercício.700.500 20.716.982 73.057.658 5.037.766.306 0 4.662 1.491 55. 3.766.005 0 1.186.975 2.567 Saldo Devedor 4.283 87.696 414.349.547 1.345.242 14.622.171 1. 2.566 0 140.IEFP I. evidenciam os saldos de acordo com o inventário.383.162 1.920 6.063 803.270 596.226 1.339 5.151 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 6.188.331 49.151 1.859.697.305 550.565 0 366. neste as contas das classes 1.452 0 Crédito 4.

799 543.343 4.899.343 4.206 88.603 124.533.954 64.206 88.655 36.115 2.173 1.489.380 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 40.I.804 579.968 93.751 53.231 18.968 93.533.751 53.227 28.442 266.316 58. Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Operacionais Resultados financeiros Resultados Operacionais Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultado Liquido do exercício Total Acumulados anuais Débito 409.777.677 1.489.405 37.316 58.027 48.839 2.845 21.027 48.603 124.227 28. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Conta 55 56 57 59 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 81 82 83 84 85 88 Nome da Conta Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados C.839 2.962 24.799 543.655 36.899.747 Crédito 420.M.527 121.677 1.750 40.493 314.115 2.V.574 64.804 579.173 1.455 338.750 Saldo Devedor Credor 10.867 699.777.747 37.425 433.M.405 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 79 .527 121.845 21.231 18.

272.446 34.580 0 0 0 108.867 10.000 0 284.333 17.272.769 333.IEFP I.000 30.400 129.000 83.487 I 80 Guia do Formando Contabilidade Geral II .620 16.133 16.754 0 200.000 123.050 15.689 1.000 176.000 0 382.600 0 0 0 165.333 0 8. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Para os Parafusos Unidos teremos: Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 14.600 0 0 3.467 92.333 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.667 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72.487 Saldo credor 0 0 0 12.333 214.

Sr. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 81 .) 12. Joaquim de que forma a sua conta de Perdas e Ganhos deve ser encarada do ponto de vista contabilístico. Venda de mercadorias Pagamento de clientes Compra de uma viatura Ordenados ao pessoal Juros do empréstimo Descontos de pronto pagamento concedidos Amortização do equipamento Valor das mercadorias saídas de armazém Imposto de selo Publicidade no jornal local Valor (mil u. nomeadamente explicando-lhe as contas apropriadas e demonstrando o resultado obtido. 7. 5.600 6. 10. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercícios Propostos 1. 4. 6. Joaquim não tem conhecimentos de contabilidade e utiliza um sistema em que todos os factos modificativos que ocorrem na sua empresa são “contabilizados” numa conta de Perdas e Ganhos. 8. 9.320 5.400 2.567 4.m. 3. Sabendo que no ano passado ocorreram os movimentos a seguir indicados. determine o saldo dessa conta: Descrição do movimento 1.I.340 435 50 1.421 15 499 Na sua qualidade de estudante de contabilidade explique ao Sr. 2.

62. C. F. B. A nível financeiro. era como abaixo se indica. E. 67. 63.000 1.N após o apuramento de resultado a informação disponível sobre a KAPA S. patrimonial e monetário vamos elaborar. Sabendo que em 31. Conta 61.A. 66.) A 5.IEFP I. 64. 71 72 75 78 79 81 82 83 84 85 86 88 Descrição Custo das mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com pessoal Outros custos e perdas operacionais Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiros Custos e perdas extraordinários Vendas prestação de serviços Trabalhos para a própria empresa Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Imposto sobre o rendimentos do exercício Resultado Líquido do exercício Valor (mil u.130 200 453 1. Demonstrações Financeiras são os documentos que apresentam a situação económico-financeira da empresa bem como a sua situação patrimonial e monetária. 65. I 82 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 400 C O passo seguinte consiste na elaboração das Demonstrações Financeiras. determine as incógnitas A. 69.m. a Demonstração das Origens e Aplicações de Fundos e a Demonstração de Fluxos de Caixa. e a Demonstração de Resultados por Funções. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 2.12.420 198 2.500 B 552 20.800 400 450 435 C 100 D 117 1. 68. D. o Balanço. A nível económico vamos elaborar a Demonstração de Resultados por Natureza.

Cooperativas. Empresas individuais reguladas pelo Código Comercial. nomeadamente as referidas no nº 1 do artigo 2º do Decreto-lei 410/89: • • • • • • • Sociedades nacionais e estrangeiras abrangidas pelo Código das Sociedades Comerciais.I. já se encontrem sujeitas à sua adopção ou venham a estar. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados. Demonstração da Origem e da Aplicação de Fundos. nomeadamente: • Objectivos: As demonstrações financeiras são da responsabilidade dos órgãos de gestão de cada entidade. Estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada. Outras entidades que. por legislação especifica. são apresentados pelo Plano Oficial de Contabilidade no seu capítulo 2: • • • • • Balanço. devendo estar preparadas de forma a prestarem todo um conjunto de informações económico financeiras de forma normalizada e compreensível a todos aqueles que delas necessitam. Demonstração de Resultados por Natureza. De salientar que o Plano Oficial de Contabilidade não se aplica aos bancos e empresas financeiras. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Estes documentos. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 83 . Todas as empresas que apliquem o Plano Oficial de Contabilidade são obrigadas a elaborar este conjunto de informação. Empresas públicas. às empresas de seguros ou a outras entidades para as quais esteja prevista a utilização de planos específicos. Agrupamentos complementares de empresas e agrupamentos europeus de interesse económico. Refere ainda o plano oficial de Contabilidade no seu capítulo 3º as principais características da informação financeira. Demonstração de Resultados por Funções.

a informação apresenta de forma apropriada os factos.a informação deve ser preparada de forma uniforme ao longo da vida da entidade. I 84 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 2. Fiável . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO • Características qualitativas 1. pois só assim esta informação se torna útil. A informação útil caracteriza-se por ser: Relevante . A informação deve ser compreensível para poder ser utilizada pelos utentes.IEFP I. Comparável .toda aquela informação cuja omissão pode alterar as decisões tomadas pelos utentes.

9.Imposto sobre o rendimento E = 1.Fornecimentos e Serviços Externos 63 .117 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 85 . 8. 11.400 E = 600 Determinemos agora a Incógnita D .000 = D + (-117) D = 1.Vendas 61 .Custos com o Pessoal 66 .567 6.Custos e Perdas Financeiras Total de custos Operacionais e Financeiros Resultado 12.889 1. 3.340 1. 4.257 2. este resultado apresenta o sinal negativo 1.146 499 15 2.000 .Resultados Correntes Resultados Antes de Impostos = Resultados Correntes + Resultados Extraordinários.421 6.Incógnita E: Resultado Líquido = Resultado Antes de Impostos . Determinação do resultado: 1.Custos e Perdas Financeiras 68 . 7. ou seja como os Custos extraordinários são superiores aos Proveitos Extraordinários. 5.Amortizações do Exercício 68 .I.Impostos 64 . 2. é preciso verificar o sinal dos resultados Extraordinários. 71 .000 + 117 D = 1.Custo das Mercadorias Vendidas e Consumidas Margem nas Vendas (1-2) 62 . 6. Vamos começar pelo fim: Determinar O Resultado Líquido do Exercício . 10.600 435 50 4. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resoluções 1.

Total de Custos operacionais: Total de Proveitos Operacionais = 20.9. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Vamos determinar os resultados operacionais: Resultados Operacionais = Resultados Correntes .200 .200 .282 I 86 Guia do Formando Contabilidade Geral II .901 .130 + 200 + 453 + 1.100 C = 1.B B = 350 Para determinarmos o valor de A .117 .200 Total de Custos Operacionais = A + 5.1.500 = A + 9.017 = 22.017 Para determinar os Resultados Financeiros vamos efectuar: Resultado Financeiro = Proveitos Financeiros .017 A = 11.901 1.( A + 9.IEFP I.901) A = 22.800 + 400 = 22.Custo das mercadorias Vendidas e Consumidas vamos partir do Resultado Operacional e do Total de Proveitos para determinarmos o Total de Custos e posteriormente o nosso A: Resultado Operacional = Total de Proveitos Operacionais .Resultados Financeiros C = 1.420 + 198 + 2.000 + 1.Custos Financeiros 100 = 450 .

130 200 453 1.420 198 2.282 5. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Teremos o nosso quadro final seguinte: Conta 61 62 63 64 65 66 67 68 69 71 72 75 78 79 81 82 83 84 85 86 88 Descrição Custo das mercadorias vendidas e consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com pessoal Outros custos e perdas operacionais Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiros Custos e perdas extraordinários Vendas prestação de serviços Trabalhos para a própria empresa Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Imposto sobre o rendimentos do exercício Resultado Líquido do Exercício Valor (mil u.000 1.I.800 400 450 435 1.m.) 11.017 100 1.117 117 1.500 350 552 20.000 400 600 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 87 .

seja o analítico ou o sintético é similar: Poderá ter uma disposição Horizontal: Activo Capital Próprio e Passivo ou Vertical: Activo Capital Próprio e Passivo I 88 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 7. BALANÇO Documento de informação patrimonial. Balanço Sintético. financeira e monetária.IEFP I. O modelo do Balanço. Como pode ser observado no capítulo 6 do Plano Oficial de Contabilidade são apresentados dois tipos de Balanços: • • Balanço Analítico.

não se podem deixar de enumerar as rubricas apresentadas pelos modelos oficiais. 5 e 6 destinam-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico a que se referem as contas: • • • • coluna 4 .AP .Activo Líquido é calculado pela diferença entre AB e AP.AL .valores de Activo Bruto.I. coluna 5 .AB . Se algumas não se mostrarem necessárias são enumeradas sendo o seu valor de zero. coluna 6 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP A página referente ao Activo apresenta a seguinte estrutura: Códigos das contas CEE POC Activo AB 1 2 3 4 Exercícios N AP 5 AL 6 N-1 AL 7 A coluna 1 destina-se ao código de contas da CEE de acordo com a Directiva Contabilística nº4.Amortizações e Provisões A coluna 7 destina-se ao valor do Activo Líquido do exercício económico anterior. para cada uma das rubricas apresentada Contabilidade Geral II Guia do Formando I 89 . ou seja os valores constantes nas contas de activo não modificados por qualquer amortização ou provisão.valores de Amortizações e de Provisões acumuladas. A coluna 2 destina-se ao códigos das contas do POC. ou seja: Activo Líquido = Activo Bruto . A coluna 3 destina-se à enumeração de todas as rubricas constantes nos modelos apresentados pelo POC. As colunas 4. apresentados no balanço referentes às contas de activo.

I 90 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Se algumas não se mostrarem necessárias são enumeradas sendo o seu valor de zero pois não se podem deixar de enumerar as rubricas apresentadas pelos modelos oficiais. A coluna 2 destina-se ao códigos das contas do POC. A coluna 3 destina-se à enumeração de todas as rubricas constantes nos modelos apresentados pelo POC.IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A página referente ao Capital próprio e Passivo apresenta a seguinte estrutura: Códigos das contas CEE POC CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Exercícios N N-1 1 2 3 4 5 A coluna 1 destina-se ao código de contas da CEE de acordo com a Directiva Contabilística nº4. A coluna 4 destina-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico a que se referem as contas (Ano N). A coluna 5 destina-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico anterior (Ano N-1).

I. a utilizar: BALANÇO (Artigo 3º do Decreto-lei nº 410/89) Código das contas CEE POC Exercícios N AB AP ACTIVO C I II III 43+441/6+4 49 42+441/6+4 48 41+441/6+4 47 Imobilizado: Imobilizações incorpóreas Imobilizações corpóreas Imobilizações financeiras X X X X D I II 32 a 37 21+22+24+2 5+ 26 Circulante: Existências Dívidas de terceiros: médio e longo prazo curto prazo III IV 15+18 11 a 14 Títulos negociáveis Depósitos bancários e caixa Acréscimos e diferimentos: Total do Activo X X X X X E 27 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X AL N+ 1 AL Contabilidade Geral II Guia do Formando I 91 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Apresentamos o modelo de Balanço sintético.

IEFP I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Códigos das contas CEE A I II III IV 51 54 56 571 52+53+55+ 572/9 V 59 POC CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital próprio: Capital Prémios de emissão de acções (quotas) Reservas de reavaliação Reservas legais Restantes reservas e outros capitais próprios Resultados transitados Subtotal VI 88 89 Resultado líquido do exercício Dividendos antecipados Total do capital próprio Passivo: B C 29 21 a 26 Provisões para riscos e encargos Dívidas a terceiros: médio e longo prazo curto prazo D 27 Acréscimos e diferimentos: Total do passivo Total do capital próprio e do passivo Exercícios N N-1 X X X X ±X ±X ±X ±X -X ±X X X X X ±X ±X ±X ±X -X ±X X X X X X X X X X X X X X X I 92 Guia do Formando Contabilidade Geral II .

062.M.407 295.162 1.242 -14.329 597.697.M.491 55.716 53.839.392 593.954 53.859.171 1.975 2.283 227.151 1.799 4.662 1. Imobilizado incorpóreo .489.491 u.857 5.247 14.566 0 140.799 4.511.345.681 56.186.547 1.696 -414.442 266.349. Como não dispomos de elementos sobre os valores do ano anterior não colocamos as colunas respectivas: Sabemos ainda que as amortizações acumuladas se repartem da seguinte forma: • • Imobilizado corpóreo .270 596.716.283 87.804 579.955 -295.I.151 1.m.700.982 73.766.920 6.231 18.193 229.173 1.279 3.V.306 0 4.173 1.037.238 0 101. subs.009 0 366. Fornecimentos e serviços externos Impostos Nome da Conta Acumulados anuais Débito Crédito Saldo 4.574 64.383.525 10.231 18.756. Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados C.305 -550.198 39.331 49.063 803.697 42.567 -10.452 0 409.804 579.059 -211 -156. Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 61 62 63 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.425 -433.959 10.892 39.464 u.009 1.455 338.380 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 93 .547 1.493 -314.005 0 1.290.253 -144.491 59.39.565 420.584 193.962 24.658 5.944 -352.188.226 1.766.954 64. e de cons.489.622. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercício de Aplicação 1 Com base no balancete rectificado da empresa Luar de Agosto vamos elaborar o seu Balanço para o ano em curso.867 699.339 5.057.m.500 -20.

115 2.839 2.899. I 94 Guia do Formando Contabilidade Geral II .750 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 40.316 58.750 40.747 37. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Acumulados anuais Conta 64 65 66 68 69 71 72 73 78 79 81 82 83 84 85 88 Nome da Conta Débito Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Operacionais Resultados financeiros Resultados Operacionais Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultado Liquido do exercício Total 543.343 4.845 21.405 0 As parcelas sombreadas.227 28.839 2.603 124.777.751 53.206 88.751 53.655 36.027 48.968 93.027 48.899.533.845 21.603 124.527 121.533. são as que constarão no Balanço.206 88.655 36.IEFP I.343 4.677 1.747 Crédito 543.316 58.115 2.405 37.677 1.968 93.227 28.777.527 121.

005 2.188.681 56.964 73.380 0 1.547 55.405) 1.305 51 Capital 55 Ajustamentos partes de capital em filiais e associadas 56 Reservas de reavaliação 57 Reservas 59 Resultados transitados 88 Resultado Liquido do exercício Total do capital próprio Passivo Dividas a terceiros .681 803.283 366.716 10.053.491 511.944 20.638 564.425 433.174.959 87.687 87.013.491 1.716 10.464 0 677.428 53.865 (40.567 10.500 414.009 789.063 4.460 352.674 56.283 366.005 2.I.547 55.674 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 95 . subsidiárias e de consumo Produtos acabados e intermédios Mercadorias Dividas de terceiros Clientes Depósitos bancários e caixa Depósitos bancários Caixa Acréscimos e diferimentos Acréscimos e diferimentos Total do Activo 73. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Activo Bruto Activo Amortizações e Provisões Activo Liquido Capital Próprio e Passivo Capital Próprio Ano N Imobilizado 43 42 41 44 Imobilizado incorpóreo Imobilizado corpóreo Imobilizado financeiro Imobilizado em curso Circulante Existências 36 33 32 21 12 11 27 Matérias primas.696 14.174.161.063 4.959 39.253 144.247 1.059 211 229.493 314.739.curto prazo 23 Empréstimos obtidos 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 25 Sócios 26 Outros devedores e credores 27 Acréscimos e diferimentos Total do passivo Total do capital próprio e passivo 295.214 2.892 53.305 39.

333 I 96 Guia do Formando Contabilidade Geral II .867 10.050 15.600 0 0 3.580 0 0 0 108.333 0 8.333 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.92.754 0 200.272.000 0 284. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 14.133 16.600 0 0 0 165.487 As amortizações acumuladas repartem-se em: • • Imobilizado corpóreo .446 34.000 0 382.467 92.IEFP I.000 30. Cons.689 1.400 129.16. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Balancete rectificado da Parafusos Unidos Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo Merc.487 Saldo credor 0 0 0 12.620 16.667 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72.000 83.333 214. Mat.272.769 333.000 176. Vend.333 17.436 Imobilizado incorpóreo .000 123.

969 1.333 92.467 14.130.600 83.867 83.000 141.400 129.487 3.333 10.580 17. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Activo Imobilizado 43 42 41 Imobilizado incorpóreo Imobilizado corpóreo Imobilizado financeiro Circulante Existências 32 21 24 22 26 15 12 11 Mercadorias Dividas de terceiros Clientes Estado Fornecedores Outros devedores Títulos negociáveis Títulos negociáveis Depósitos bancários e caixa Depósitos bancários Caixa Total do Activo Activo Bruto Amortizações e Provisões 16.333 176.247 83.000 165.curto prazo 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros credores Acréscimos e diferimentos 27 Acréscimos e diferimentos Total do passivo Total dos capitais próprios e do Passivo 284.000 72.272.050 479.467 14.518 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 97 .000 16.000 30.000 8.667 478.I.000 123.000 123.000 8.754 382.333 214.600 92.689 16.333 10.174 365.000 1.446 15.689 650.518 12.133 200.697 200.620 162.829 1.130.333 34.436 Activo Liquido Capital Próprio e Passivo Capital Próprio 0 51 Capital 57 Reservas 59 Resultados transitados 88 Resultado Liquido do exercício Total do capital próprio Ano N 333.000 80.600 Passivo 29 Provisões para riscos e encargos Dividas a terceiros .

A segunda apresenta características variáveis em função da empresa. proveitos e ganhos apresentada pelo Plano Oficial de Contabilidade. A primeira respeita a classificação de custos e perdas. a demonstração dos resultados por funções. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Demonstração de Resultados por Natureza Trata-se de um documento de informação de carácter económico. Também a disposição da Demonstração de Resultados pode ser: Horizontal: Custos e Perdas Proveitos e Ganhos Resumo I 98 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 8. pelo que é também denominada de Demonstração de resultados por Natureza.IEFP I. • • a demonstração dos resultados por natureza. Apresentadas no capítulo 7 do Plano Oficial de Contabilidade as demonstrações de resultados previstas são duas.

As colunas 4 e 5 destinam-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico a que se referem as contas (Ano N). A coluna 2 destina-se ao códigos das contas do POC. As colunas 6 e 7 destinam-se a apresentar os valores correspondentes ao exercício económico anterior (Ano N-1). Se algumas não se mostrarem necessárias são enumeradas sendo o seu valor de zero pois não se podem deixar de enumerar as rubricas apresentadas pelos modelos oficiais. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 99 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP ou Vertical: Custos e Perdas Proveitos e Ganhos Resumo A estrutura de cada página será a seguinte: Códigos das contas CEE 1 8 POC 2 3 4 Rubricas Exercícios N 5 6 N-1 7 A coluna 1 destina-se ao código de contas da CEE de acordo com a Directiva Contabilistica nº4.I. A coluna 3 destina-se à enumeração de todas as rubricas constantes nos modelos apresentados pelo POC.

a utilizar: (Artigo 3º do Decreto-lei nº 410/89) Códigos das contas CEE A 2. a) 2.a) 4. b) 3 3.b) 4.b) 5 5 6 7 10 8+11 69 86 641+642 66 67 63 65 683+684 61 62 POC Custos e perdas Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal: Remunerações Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo Provisões Impostos Outros custos e perdas operacionais (A) Amortizações e provisões de aplicações e investimentos financeiros Juros e custos similares (C) Custos e perdas extraordinárias (E) Imposto sobre o rendimento do exercício (G) 13 88 Resultado liquido do exercício X X X X X X X X ±X X X X X X X X X X X X X X X X X ±X X X X X X X X X X X X X 643 a 648 Encargos sociais X X X X X X Exercícios N N-1 I 100 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A área 8 .IEFP I.Resumo apresenta-nos um conjunto de resultados. Apresentamos o modelo mais simples. correntes. antes de impostos. financeiros. para cada um dos anos: • • • • • operacionais.a) 3. resultado liquido do exercício. e.

I.(C) = Resultados antes de impostos (F) . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP B Proveitos e ganhos 71+72 Vendas e prestações de serviços Variação da produção 75 74 Trabalhos para a própria empresa Subsídios à exploração (B) 784 Rendimentos de participações de capital Rendimentos de títulos negociáveis e de outras aplicações financeiras Outros juros e proveitos similares (D) 79 Proveitos e ganhos extraordinários (F) Resumo: X X X X X X X X X X X X X X X X X X ±X X X X X X X ±X X 73+76 Outros proveitos e ganhos operacionais Resultados operacionais (B) .(A) = Resultados financeiros (D-B) .(G) = Contabilidade Geral II Guia do Formando I 101 .(E) = Resultado líquido do exercício (F) .(C-A) = Resultados correntes (D) .

655 36.316 58.93.968 53.804 579.227 28.767 543.m.231 18.677 1.348 5.343 4.619 -23.812 2.839 149.IEFP I.027 -2.450. respeitante às contas da classe 6 e 7: Acumulados anuais Débito 1.655 -36.749.845 21. Encargos sociais .489. I 102 Guia do Formando Contabilidade Geral II .512 32 0 0 0 2.090 0 283 16.677 1.115 Saldo 1.489.253 -4.000 u.m.603 121.719 18..677 u. Para tal temos que ter presente o balancete antes de apuramento de resultados.799 543.899.562 -4.608 5.206 88.838 Crédito 0 37.603 124.206 88. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício de Aplicação 2 Vamos elaborar a Demonstração de Resultados por natureza da Luar de Agosto.804 541.277 Descrição 61 Custo mercadorias vendidas e consumidas 62 Fornecimentos e serviços externos 63 Impostos 64 Custos com o pessoal 65 Outros custos operacionais 66 Amortizações do exercício 68 Custos e perdas financeiras 69 Custos e perdas extraordinárias 71 Vendas 72 Prestações de serviços 73 Proveitos suplementares 78 Proveitos e ganhos financeiros 79 Proveitos e ganhos extraordinários Os custos com pessoal são repartidos da seguinte forma: • • Remunerações .

677 88.000 93.031.683.206 19.776 88.968 2. de aplic. e incorp.754 53.818. e das Mat.804 541. Provisões Impostos Outros custos e perdas operacionais (A) 683+6 Amort. financeiros 84 Juros e custos similares (C) 69 86 88 Custos e perdas extraordinárias (E) Imposto sobre o rendimento do exercício (G) Resultado Liquido do exercício 0 121.858.523 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 103 .603 543.781 (40.781 0 2. e inv.767 1. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal: 641+6 Remunerações 42 643 a 648 66 67 63 65 Encargos sociais Amortizações do imobilizado corp.I.489. e prov.366 450.603 0 18.027 2.719 2.973 2.968 121. Cons.805.677 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resolução Custos e perdas 61 62 Custo das Merc.405) 2. Vend.858.

089 4.366 4.261.(E) = Resultado líquido d exercício (F) .562 2.000 u.(C) = Resultados antes de impostos (F) ..m. e de outras apl.818.m. Encargos sociais . Financ. Lembro que no apuramento de resultados se calculou Imposto sobre o rendimento no montante de 37.406 8.m.872 Vamos elaborar a Demonstração de Resultados da empresa Parafusos Unidos sabendo que os Custos com pessoal se repartem da seguinte forma: • • Remunerações .527 2.300 u.562 36.345 -40. I 104 Guia do Formando Contabilidade Geral II .405 36. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Proveitos e ganhos 71+72 75 74 73+76 784 Vendas e prestações de serviços Variação da produção Trabalhos para a própria empresa Subsídios à exploração Outros proveitos e ganhos operacionais (B) Rendimentos de participações de capital Rend. de Tít.777.751 -85.IEFP I.(G) = 93.600.772.277 2.655 2.446 u. Neg.527 2.777.814. Outros juros e proveitos similares (D) 79 Proveitos e ganhos extraordinários (F) Resumo: Resultados operacionais (B) .405 -40.(C-A) = Resultados correntes (D) .(A) = Resultados financeiros (D-B) ..

Inv. Vend. e das mat.200 33.533 3.300 22.026.842 25.792 2.333 Demonstração de Resultados por Natureza referente ao ano N Custos e perdas 61 62 Custo das merc.533 65.513 259.949.769 8.300 1.769 8.200 3.305 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 105 . Cons.153 0 0 2. Financeiros Juros e custos similares (C) 69 Custos e perdas extraordinárias (E) 0 65.260 600. Provisões Impostos Outros custos e perdas operacionais (A) Amort. de aplic.527 30.060 11.513 259.533 11.015.000 261.797.041.153 65.797.792 861.922 861. e inc. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal: 641/ 2 Remunerações 643/8 66 67 63 65 683/4 Encargos sociais Amortizações do imobilizado corp. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Parafusos Unidos 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 Custo mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários 1. e prov.020 0 3.I.300 22.057.200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 36.

IEFP

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

86 88

Imposto sobre o rendimento do exercício (G) Resultado Liquido do exercício

37.446 3.063.706 72.689 3.136.395

Proveitos e ganhos 71+72 Vendas e prestações de serviços Variação da produção 75 74 Trabalhos para a própria empresa Subsídios à exploração 3.077.533 3.077.533 33.842 25.020 33.842 3.111.375 25.020 3.136.395 128.006 -31.691 96.315 110.135 72.689 (B) 784 Rendimentos de partic. de capital Outros juros e proveitos similares (D) 79 Proveitos e ganhos extraordinários (F) 3.077.533

73+76 Outros proveitos e ganhos operacionais

Demonstração de Resultados por Funções A Demonstração de Resultados por Funções dá uma visão mais funcional e analítica de importância acrescida para os gestores. Para a podermos efectuar é necessário classificar os custos/perdas e proveitos/ganhos numa perspectiva das funções ou dos produtos ou das actividades existentes na empresa.

I 106

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Contabilidade Geral II

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

IEFP

O modelo a adoptar deverá ser o seguinte: Demonstração dos resultados por funções (Artigo 25º da 4ª Directiva da CEE):
Exercícios N 1 2 3 4 5 6 Vendas e prestações de serviços Custo das vendas e prestações de serviços Resultados brutos Custos de distribuição Custos administrativos Outros proveitos operacionais Resultados operacionais 7 Rendimentos de participações de capital Relativos a empresas interligadas Relativos a outras empresas 8 Rendimentos de títulos negociáveis e de outras aplicações financeiras Relativos a empresas interligadas Outros 9 Outros juros e proveitos similares Relativos a empresas interligadas Outros 10 11 Amortizações e provisões de aplicações e investimentos financeiros Juros e custos similares Relativos a empresas interligadas Outros Resultados correntes 14 15 Proveitos e ganhos extraordinários Custos e perdas extraordinárias Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimentos do exercício 19 Resultado líquido do exercício N-1

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IEFP

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO

Exercício de Aplicação Resolvido Acumulado a Acumulado a Saldo Saldo Débito Crédito Devedor Credor 437 7.487 1.000 8.967 1.564 200 80 27 7.567 2.753 33 647 0 0 735 80 3.067 10 333 0 0 34.987 420 2.133 0 2.667 4.400 103 167 67 0 0 0 0 147 10.667 0 0 0 0 13.533 367 316 34.987 17 5.354 1.000 6.300 0 200 80 0 7.567 2.753 33 647 0 0 735 80 3.067 10 0 0 0 27.843 0 0 0 0 2.836 103 167 40 0 0 0 0 147 10.667 0 0 0 0 13.200 367 316 27.843

Conta 11 12 13 21 22 24 26 28 31 32 41 42 48 51 62 63 64 68 71 78 79 Caixa

Descrição

Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Vendas Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Total

Do inventário realizado em 31/12/N obtiveram-se os seguintes elementos: 1. Em caixa havia apenas 10 u.m. sendo que a diferença de 7 u.m. respeita a uma despesa por regularizar do tesoureiro.

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Guia do Formando

Contabilidade Geral II

3. Está por contabilizar o pagamento da renda de janeiro do escritório.I. Sabe-se que no saldo de clientes existem dividas em mora. Está também por contabilizar uma factura de compra de material de escritório no valor de 100 u.m. a 400 dias . 5.5. 5. 2.050 u. desde os lançamentos de rectificação até à elaboração das Demonstrações Financeiras.m. os juros ascendem a 653 u. Não estar ainda descontado o cheque 131 de 200 u. no valor de 500 u. a 150 dias .m. O saldo de depósitos à ordem do banco com que a empresa trabalha apresentava um saldo de 4. 5.m. 5. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2.1. a 90 dias 600 u. 3... O saldo devedor da conta 24 respeita a pagamentos por conta de IRC e o valor a crédito respeita a IRS retido em salários e IVA a entregar ao Estado.m.400 u.150 u.500 u. esta renda foi paga por cheque.100 u. As existências em armazém foram avaliadas em 500 u. a 200 dias . nomeadamente: • • • • • • • 5.m..m.m.. o preço de mercado era inferior em 40 u.m. 4. As amortizações do exercício referentes ao imobilizado corpóreo são de 65 u.m.m. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 109 . Estar por contabilizar o valor de juros pagos em 30/12/N referentes ao empréstimo que terminou nessa data. sendo a diferença explicada por: 1.m.. a 30 dias . ao valor de aquisição relativamente às 50 unidades armazenadas..4.2.3. e IVA a 17%.5.m. Este exercício tem por objectivo aplicar todos os elementos estudados nesta unidade temática..

.500 380 180 800 0 0 0 880 4. O saldo do banco com que a empresa trabalha apresenta um valor devedor de 2.100 320 80 0 0 0 0 880 4.880 0 0 4.100 2. 2.520 200 3.000 0 0 0 0 0 80.500 Devedor 1.920 6. I 110 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 0 0 153.536 Credor 0 0 0 0 17.912 480 19.400 2.200 480 60 100 45.m.200 800 1.620 14.120 6.200 800 1. a diferença em relação ao saldo evidenciado pela empresa refere-se a um cheque devolvido do cliente “Aroma Lda” que ainda não foi recepcionado na tesouraria da empresa.912 480 19.m.800 0 16.200 107.000 8.IEFP I.400 60 84 0 0 0 107.400 16.200 16.384 2.000 0 300 80 0 0 44.000 0 0 0 0 0 82. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício por Resolver 1 Conta 11 12 13 21 22 24 26 28 29 31 32 41 42 48 51 62 63 64 68 69 71 78 79 Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisões para riscos e encargos Compras Mercadorias Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Descrição Débito 3.000 24.520 200 3.400 60 84 2..880 0 0 4.000 u.000 26.200 153. e como tal ainda não se encontra movimentado.520 12.016 940 2.000 9.840 2. As amortizações do exercício referentes ao imobilizado corpóreo ascendem a 120 u.500 Crédito 2.536 Do inventário realizado em 31/12/N obtiveram-se os seguintes elementos: 1.

a 150 dias. estando previsto um acréscimo de 3% e uma taxa de encargos patronais de 23.m. o valor mensal é de 1.755. 1.617 u.500 u.000 u. e a 370 dias.. Não estão ainda contabilizadas as férias e o subsidio de férias a apagar no ano N+1 referentes ap ano N.m.I.m.. 5. 4. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 111 . desde os lançamentos de rectificação até à elaboração das Demonstrações Financeiras. 800 u.m. Tem este exercício por objectivo aplicar todos os elementos estudados neste capítulo. Sabe-se que no saldo de clientes existem dividas em mora com o seguinte escalonamento temporal.m. As existências finais ascendem a 9. a 30 dias. 200 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 3..

400 40.000 0 0 0 0 200 0 120.000 0 60.000 8.600 0 0 9.000 8.600 0 0 0 0 0 235.680 1.200 0 0 0 9.400 720 1.000 6.000 240 52.600 1.000 0 0 2.600 2.600 20.600 2.000 6.200 20.400 10.600 0 1.200 I 112 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 630.720 28.000 0 0 630.titulos a receber Clientes .000 240 76.200 52.000 61.800 880 122. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício por Resolver 2 Conta 11 12 13 211 212 213 221 222 24 26 28 31 32 39 41 42 48 51 57 62 63 64 68 69 71 78 79 Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes c/c Clientes .000 10.600 1.200 0 800 4.400 80.titulos a desconto Fornecedores c/c Fornecedores -titulos a pagar Estado e outros entes públicos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Descrição Acumulado a débito 22.000 12.000 30.000 11.000 10.000 54.000 3.000 200 2.000 32.800 62.000 61.000 600 80 920 0 0 1.040 Acumulado a crédito 21.000 11.000 0 2.040 Saldo devedor 280 4.IEFP I.800 8.800 1.000 1.000 11.000 322.000 80.600 0 0 0 0 0 236.000 72.400 720 0 0 0 322.000 12.200 Saldo credor 0 0 0 0 0 0 24.800 52.000 3.

3. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP O inventário a que se procedeu em 31/12/N forneceu os seguintes elementos: 1. Faltavam contabilizar os juros vencidos do depósito a prazo desde 1/9/N à taxa de 5% e cujo pagamento ocorrerá em 1/3/N+1. As dividas em mora são as seguintes: • • • facturas vencidas entre 6 e 12 meses . 6.1.m. O valor de férias e subsidio de férias ascendem a 5.000 u.600 u.m.m.m. Estava paga a renda do armazém referente ao mês de Janeiro do ano N+1 no valor de 200 u.1. por ano.m. verificando-se uma quebra face ao valor de mercado de 1..000 u. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 113 . facturas reclamadas judicialmente facturas com menos de 6 meses .200 u. . ao seu preço de custo.m.75%.. 5. Em caixa apenas estava a quantia de 120 u. 7. As amortizações das imobilizações corpóreas ascendem a 2.m.950 u.m.000 u. 4. A inventariação física das existências mostrou que as mesmas valem 30. Tem este exercício por objectivo aplicar todos os elementos estudados neste capítulo.m. desde os lançamentos de rectificação até à elaboração das Demonstrações Financeiras.400 u.I. por mês estando previsto um aumento de 3% e encargos sociais obrigatórios de 23. 2...5.

quantificando o seu impacto nas Demonstrações Financeiras. nem todos são preenchidos por todas as empresa.Despesas de instalação” e “432 . Apresentar os critérios valorimétricos e métodos adoptados nas diferentes rubricas do Balanço e da Demonstração de Resultados. vamos analisar resumidamente cada um dos pontos: 1. I 114 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Indicar as cotações utilizadas quando existam saldos em moedas estrangeiras. O Anexo está contido no capítulo 8 do Plano Oficial de Contabilidade. nomeadamente Balanço Demonstração de Resultados e. 2. 6. Indicar e comentar as contas em que os métodos aplicados sejam diferentes dos do exercício anterior. ainda. 9. Apresentar as alterações no resultado do exercício provocadas por alterações de critérios de valorimetria ou de métodos de cálculo de amortizações ou provisões. algumas informações complementares que explicam a situação apresentada nessas Demonstrações.Despesas de investigação e de desenvolvimento”. 3. 4. Indicar e analisar as disposições do Plano Oficial de Contabilidade que não tenham sido devidamente aplicadas. Indicar situações que afectem os impostos futuros. Indicar o número médio de pessoas ao serviço. e também alguns dos pontos estão em branco para serem preenchidos face às necessidades de cada empresa. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 9. Justificar o conteúdo das contas “431 . 7. 5. Trata-se de uma lista de 48 pontos. ANEXOS AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Os anexos são os conjuntos de informações descritivas sobre as Demonstrações Financeiras. apresentar justificação.IEFP I. Se existirem Trespasses com amortização além de cinco anos. 8. para se poderem comparar.

Indicação dos custos incorridos no exercício no recursos a empréstimos para financiamento de imobilizações em construção e que tenham ficado terminadas neste exercício.I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 10. de acordo com o seguinte quadro: Activo Bruto Rubricas Saldo Inicial Reavaliação ou ajustamento Aumentos Alienações Transferências e abates Saldo Final Imobilizações Incorpóreas: (discriminar) Imobilizações corpóreas: (discriminar) Imobilizações financeiros: (discriminar) Amortizações e provisões Rubricas Imobilizações Incorpóreas: (discriminar) Imobilizações corpóreas: (discriminar) Imobilizações financeiros: (discriminar) Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final 11. Apresentar os movimentos ocorridos nas rubricas de imobilizado e respectivas amortizações e provisões. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 115 .

Indicação de diferenças entre os valores apresentados no Balanço e os valores de mercado para os elementos do Activo Circulante. 20. 16. no tocante a adiantamentos ou empréstimos. 28. Descrição das responsabilidades da empresa por garantias prestadas. 15. se em mora. Valor global de compromissos financeiros que não figurem no balanço. 23. à consignação. Indicação de eventuais diferenças entre as dividas a pagar e quantias já recebidas por conta dessas dividas. Indicação de eventuais movimentos financeiros verificados entre a empresa e os seus órgãos de administração. Valor de dividas a terceiros com prazo superior a cinco anos. Indicar para as imobilizações corpóreas e em curso as suas características no tocante a origem. 26. financiamento e prazos de conclusão. Valores de existências em poder de terceiros. 19.IEFP I. Indicação dos bens utilizados em locação financeira e respectivos valores contabilisticos. 31. Elaboração de mapa discriminativo das reavaliações. Valor de dividas tituladas que no balanço não evidenciem tal característica. 29. Valores de dividas de cobrança duvidosa incluídas nas rubricas de balanço. Indicação das parcelas integradas em “Títulos negociáveis” cujo peso seja superior a 5% do activo circulante da empresa. 32. 18. 21. Justificação da atribuição de valor inferior ao do valor de mercado a bens do activo circulante. 24. de direcção e de fiscalização. Discriminação da conta 4154 . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 12. Quantidades e valores de títulos emitidos pela empresa com indicação dos direitos que conferem. I 116 Guia do Formando Contabilidade Geral II . indicando rubrica a rubrica o custo histórico. 17. Indicação e justificação de provisões extraordinárias referentes a abens do activo circulante. 27. o valor de acréscimo provocado pela reavaliação e o valor após a reavaliação. Valor de dividas de terceiros cobertas por garantias reais. 33. 22. Valor global de dividas activas e passivas respeitantes ao pessoal da empresa. 25. 30. Indicação dos diplomas legais à luz dos quais se efectuaram as reavaliações do imobilizado. Discriminação de dividas incluídas na rubrica Estado. 14. Informações relativas a empresas pertencentes a um mesmo grupo. 13.Fundos.

43. 38.Vendas e 72 . Demonstração de resultados extraordinários. Repartição dos valores apresentados nas contas 71 . 46. 48. Outras informações que sejam consideradas relevantes. 47. Demonstração de resultados financeiros. Demonstração do custo das mercadorias vendidas e da matérias consumidas. Numero de acções e seu valor nominal que compõem o capital social da empresa. Numero e valor nominal das acções subscritas durante o exercício. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 34. Indicação dos titulares do capital desde que superiores a 20%. Informações exigidas por diplomas legais. 44. 35. Indicação do valor das remunerações atribuídas aos órgãos de gestão. Demonstração da variação da produção. 37. 41.Prestação de serviços pelo mercado interno e externo. 39. ainda não referidas. Forma de realização do capital social ou aumentos de capital. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 117 . Desdobramento das contas de provisões e movimento do ano. Indicação das variações das reservas de reavaliação durante o exercício. 45. 36. Explicitação de outras alterações nas rubricas de capitais próprios.I. 40. 42.

financeira e monetária é um importante auxilio e complemento das demonstrações financeiras.IEFP I. a pronto pagamento: • • Aplicação . etc. Origens e Aplicações de Fundos Origem de fundos é considerada toda a fonte de fundos próprios ou alheios que nos permitem financiar a vida da empresa e que se vão reflectir em: • • Aumentos das contas do passivo e da Situação Líquida.Aumento do imobilizado corpóreo. Reduções das contas do passivo e da Situação Líquida.m.000 u. Tratando-se de um documento de informação patrimonial. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 10. ou.Diminuição de depósitos à ordem. A Demonstração de Origens e Aplicação de Fundos vem responder a estas perguntas. Compra de uma máquina de 10. DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E DAS APLICAÇÕES DE FUNDOS . Aplicação de fundos é o destino dado a todos os fundos obtidos pela empresa e que se vão materializar em: • • Aumentos das contas do Activo.DOAF (ANTERIORMENTE DESIGNADA MAPA DE ORIGENS E APLICAÇÃO DE FUNDOS) Quando observamos e analisamos um Balanço e uma Demonstração de Resultados nada nos é dito sobre algumas vivências da empresa. nomeadamente: • • • • • Que investimentos foram efectuados? Como foram financiados esses investimentos? Como foi financiada a actividade corrente? Se foram distribuídos lucros. I 118 Guia do Formando Contabilidade Geral II . ou Reduções das contas do Activo. Origem . Analisemos os seguintes factos e determinemos a origem e aplicação respectiva: 1.

Amortizações.Aumento das existências. surgindo a noção de Autofinanciamento. todos os fundos gerados e que permanecem ao serviço da empresa.Aumento do passivo de médio e longo prazo. 3. ou seja: • • • Resultados Líquidos.I. 6. 5.Diminuição dos activos de curto prazo. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 119 . logo os valores recuperados nas vendas para suportar estes dois tipos de custos são também uma origem de fundos. Renegociação de uma dívida de curto prazo por utilização de um novo empréstimo de médio e longo prazo: • • Aplicação .Diminuição do passivo de curto prazo.Aumento da Situação Líquida. Estamos perante dois tipos de movimentos que não se traduzem em pagamentos. 4.Aumento das aplicações financeiras. Origem . Aplicação financeira: • • Aplicação .Aumento de disponibilidades. Aumento de capital próprio por entrada de “dinheiro fresco”: • • Aplicação . De todos os custos reflectidos na Demonstração de Resultados existem dois tipos de custos a que não estão associados desembolsos de fundos. Provisões.Aumento do passivo de curto prazo. e as provisões. Origem .Diminuição de disponibilidades. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP 2. são eles: • • as amortizações. Compra de matérias primas a crédito: • • Aplicação .Aumento de dívidas de terceiros Origem . Origem . Origem . ou seja. Venda de mercadoria a crédito: • • Aplicação .

que apresenta as variações das rubricas do Balanço relacionadas com o curto prazo. com base nestes elementos são elaborados três mapas: • um Mapa de Mutação de Valores. • • I 120 Guia do Formando Contabilidade Geral II . um simples quadro em que mencionamos todas as rubricas do Balanço e encontramos as variações verificadas de um ano para o outro. ou seja de médio e longo prazo e onde vamos encontrar uma linha com o resultado da Demonstração das Variações de fundos Circulantes (aumento ou diminuição dos fundos circulantes). TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO A Elaboração da Demonstração de Origens e Aplicação de Fundos Para elaborarmos a DOAF necessitamos de ter os Balanços de dois anos sucessivos da empresa.IEFP I. que nos apresenta as variações nas rubricas de natureza permanente. ou seja. é com base neste mapa que elaboraremos os seguintes: a Demonstração das Variações de Fundos Circulantes . excluindo as amortizações e as provisões. e a Demonstração das Origens e Aplicação de Fundos.

Contabilidade Geral II Guia do Formando I 121 . compreendem todas as rubricas de curto prazo e permite-nos obter o resultado verificado nos findos circulantes. As rubricas de médio e longo prazo serão tratadas na elaboração da DOAF. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Apresentamos seguidamente os modelos de mapa a utilizar: Mapa de Mutação de Valores Rubricas Activo Imobilizados Existências Dividas de terceiros Médio e longo prazo Curto prazo Disponibilidades Total Capital próprio Capital Reservas Resultados Passivo Dividas a terceiros Médio e longo prazo Curto prazo Total Ano N Ano N+1 Variação Demonstração das Variações dos Fundos Circulantes 1 2 3 4 5 Aumentos das existências Aumentos das dividas de terceiros a curto prazo Diminuições das dividas a terceiros a curto prazo Aumentos das disponibilidades Diminuição dos fundos circulantes X X X X X X 1 2 3 4 5 Diminuições das existências Diminuições das dividas de terceiros a curto prazo Aumentos das dividas a terceiros a curto prazo Diminuições das disponibilidades Aumento dos fundos circulantes X X X X X X Os valores para preenchimento deste mapa são obtidos directamente do mapa de mutação de valores.I.

TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Demonstração da origem e da aplicação de fundos Origem dos fundos Internas Resultado liquido do exercício Amortizações Variação de provisões ±x ±x ±x ±x Diminuições de capitais próprios Externas Aumentos dos capitais próprios: Aumentos de capital e prestações suplementares Aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais Cobertura de prejuízos Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Diminuições de investimentos financeiros Diminuições das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Aumentos das dívidas a terceiros a médio e longo prazo Diminuição de imobilizações Cessão de imobilizações Diminuição dos fundos circulantes x x Aumento dos fundos circulantes x x Aplicação dos fundos Distribuições Por aplicação de resultados Por aplicação de reservas x x x Diminuições de capital e de prestações suplementares x x x x x Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Aumentos de investimentos financeiros Aumentos das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Diminuições das dívidas a terceiros a médio e longo prazo x x x x x x x x Aumento de imobilizações Trabalhos da empresa para ela própria Aquisição de imobilizações x x x I 122 Guia do Formando Contabilidade Geral II .IEFP I.

000 A rubrica “Variação de provisões” origem terá sinal negativo e valor de 5. por exemplo: Conta 28 29 39 Total Provisões para cobrança duvidosa Provisões para riscos e encargos Provisões para depreciação de existências 31/12/N-1 10.000 4. Diminuição de imobilizações . obtêm-se directamente do mapa de mutação de balanços. nomeadamente por incorporação de reservas.considera-se o saldo da conta 88 (Resultado Líquido do Exercício).000 3. 3. Variação de provisões .000 u. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 123 . se prejuízo com o sinal negativo. A linha de diminuição de fundos circulantes será preenchida alternativamente à linha aumentos de fundos circulantes e depende do resultado do mapa variação de fundos circulantes. se lucro com o sinal positivo. por via da mais ou menos valia gerada.Amortizações do exercício 3.I.000 31/12/N 7. Origens externas: 1.regista-se o valor líquido do imobilizado alienado.000 12. Amortizações . aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais ou cobertura de prejuízos Nestas rubricas apenas se consideram as entradas de “dinheiro fresco”.000 0 5. Resultado Líquido do Exercício . 2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Todas as rubricas devem ser desdobradas de acordo com os balanços de cada empresa.vamos determinar a diferença entre o saldo do final do ano anterior e o saldo final do ano em causa.resultam da comparação dos dois balanços. relativamente a todas as provisões constantes do balanço. 2. não são consideradas as outras formas de aumento de capital ou de cobertura de prejuízo. Análise das Rubricas Individuais que Compõem a DOAF: Origens internas: 1. independentemente do valor do resultado obtido nessa alienação. Aumentos de capital e prestações suplementares.Somam-se os saldos das diversas contas da classe 66 . porque esse já está reflectido nos resultados líquidos. Movimentos financeiros a médio e longo prazo .m.000 17.

Duvidosa Caixa e títulos negociáveis Provisão p/ aplic.500 800 5.600 600 3. Tesouraria Custos diferidos Total 5.810 -200 0 -120 700 -10 -80 8.compreende os investimentos efectuados mas especial atenção ao facto de termos que retirar os valores resultantes da reavaliação de imobilizados.IEFP I. Diminuições de capitais próprios Diminuições de capital e de prestações suplementares que se materializam em saídas de fundos.000 200 300 -400 500 -80 80 17.representa as saídas de dinheiro para os detentores do capital ou outros órgãos das sociedades.000 7. obtêm-se directamente do mapa de mutação de valores. 3. de que se apresenta o Mapa de Mutação de Valores: Ano N ACTIVO Imobilizações corpóreas Imobilizações em curso Amortizações acumuladas Investimentos financeiros Mercadorias Clientes Fornecedores Outros devedores Provisão p/ cob.600 12.000 -1. Distribuições Por aplicação de resultados ou por aplicação de reservas . 4.determinam-se pelas variações dos dois balanços.400 Ano (N+1) Variação I 124 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 2.000 1.200 -90 0 26. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Aplicações 1.400 -1. Movimentos financeiros a médio e longo prazo .810 0 300 -520 1.400 1.000 0 -2. Exemplo de Aplicação 1 São conhecidos os seguintes elementos da empresa XPTO.000 9. Aumento de imobilizações .400 -900 200 1.600 8.

Pretende-se elaborar a Demonstração de Origens e Aplicações de Fundos.. para accionistas e 800 u.900 900 17. 2.600 Ano (N+1) Variação 10.m. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 125 . que estavam integralmente amortizados e cujo custo de aquisição tinha sido 800 u.000 8.400 E ainda que: 1.000 -200 1.I.m.000 6. para aumento de capital.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Ano N CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital Reservas Resultados transitados Resultado liquido do exercício Empréstimos obtidos m/l prazo Fornecedores C/C Estado e outros entes públicos Total 4.660 0 8.900 26.000 700 -840 740 1.300 para 2..000 1.000 2. por 60 u. 4. 3.400 1.000) resultou da reavaliação dos imobilizados corpóreos.m.200 u.000 0 2. No ano N+1 os resultados foram afectados da seguinte forma: 1..000 8.300 840 1.m.700 u. Esta reavaliação provocou um acréscimo nos valores de aquisição de 1.700 1. O acréscimo das reservas (de 1. Foram vendidos imobilizados corpóreos. Os imobilizados em curso ficaram concluídos no ano N+1.

m.830 4.m.000 .000 u.000 X = 6.600 u.000 u.m.410 2 Diminuições das dividas de terceiros a curto prazo Fornecedores 200 0 Custos diferidos 3 Aumentos das dividas a terceiros a curto prazo Estado e outros entes públicos 80 1.000 0 2. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Resolução Demonstração da Variação dos Fundos Circulantes 1 Aumentos das existências Mercadorias 2 Aumentos das dividas de terceiros a curto prazo Clientes 3 Diminuições das dividas a terceiros a curto prazo Fornecedores 4 Aumentos das disponibilidades 5 Diminuição dos fundos circulantes 200 1.m. . + X u.200 + X = 12. = 5.600 u.800 u.m.400 u.810 1 Diminuições das existências 1.800 + 1.m. .110 700 4 Diminuições das disponibilidades 0 5 Aumento dos fundos circulantes 4.200 u. + 1.IEFP I.110 Cálculos complementares para elaboração da Demonstração de origens e Aplicação de Fundos: Investimento em Imobilizado Corpóreo: Imobilizado Corpóreo no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Investimento em imobilizado corpóreo Imobilizado corpóreo no ano N+1 + 5.m. 5.1.m.m. I 126 Guia do Formando Contabilidade Geral II . = 12. Deste investimento há uma parte que se encontrava em Imobilizado em Curso pelo que o Investimento de Imobilizado Corpóreo a considerar é de 6.200 u. .

+ Z u. Contabilidade Geral II Guia do Formando I 127 .m.500 u. Nesta equações encontramos duas incógnitas vamos ter que determinar em primeiro lugar o acréscimo de amortizações acumuladas provocado pela Reavaliação do Imobilizado: Acréscimo do valor do imobilizado Acréscimo do valor das amortizações acumuladas valor da reserva de reavaliação + 1.m.800 u. . 700 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Determinação das amortizações do exercício: Amortizações acumuladas no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Amortizações do exercício Amortizações acumuladas no ano N+1 + 1.m. + Y u.600 u. 1.m.500 1. 1. = 2.I.m.m.m.m. + Y u. = 2.m.500 X = 1.500 u.m.800 u. X u.600 u. + 500 u.m.m.600 .m.m. .200 .800 + 500 + X = 2.600 .200 u.800 + Z + X = 2.X = 700 X = 500 u. Neste momento já podemos resolver o nosso problema e determinar o valor das amortizações do exercício: Amortizações acumuladas no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Amortizações do exercício Amortizações acumuladas no ano N+1 + 1.200 u.m.

m.700 u.200 u.m.300 u. deverão constar na DOAF Trata-se do valor da reserva de reavaliação. 0 u.000 u.m.660 u. Resultados transitados 840 u. -1.000 u.m. somados aos 40 de resultados transitados totalizam as 1.m. atribuídas a sócios Reservas 1.m Resultados líquidos do ano N 1.000 u.660 u. Podemos finalmente preencher o mapa de Dotação de Origens e Aplicação de Fundos.m. +700 u. -840 u. Variação +6.m. 0 u.m. Ano N+1 10. 2.IEFP I.m.m. I 128 Guia do Formando Contabilidade Geral II .m.000 u. não se menciona nada na DOAF 800 foram afectos a capital os restante 40 foram distribuídos aos sócios foram distribuídos aos sócios.m. Observações 800 resultam da afectação de Resultados Transitados pelo que só 5.m. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Movimentos no Capital Próprio: Rubrica Capital Ano N 4.

400 1.830 9.930 Aumento dos fundos circulantes 2.I.730 Diminuições de capitais próprios Externas Aumentos dos capitais próprios: Aumentos de capital e prestações suplementares Aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais Cobertura de prejuízos Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Diminuições de investimentos financeiros Diminuições das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Aumentos das dívidas a terceiros a médio e longo prazo Diminuição de imobilizações Cessão de imobilizações Diminuição dos fundos circulantes 9. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Demonstração da origem e da aplicação de fundos Origem dos fundos Internas Resultado liquido do exercício Amortizações Variação de provisões 2.000 Aumento de imobilizações 1.200 Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Aumentos de investimentos financeiros 5.000 Trabalhos da empresa para ela própria Aquisição de imobilizações 5.200 130 3.700 1700 Aplicação dos fundos Contabilidade Geral II Guia do Formando I 129 .200 5.930 1.200 Aumentos das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Diminuições das dívidas a terceiros a médio e longo prazo 200 200 Diminuições de capital e de prestações suplementares Distribuições Por aplicação de resultados Por aplicação de reservas 1.200 5.

tendo-se calculado uma reserva de reavaliação de 800 u...m.680 -1. As amortizações do exercício foram de 400 u. 5. Foi alienado um equipamento que se encontrava amortizado em 50%.000 208 800 0 200 Sabendo ainda que: 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício por Resolver 1: Retiraram-se os seguintes elementos da contabilidade da empresa Lamelas SA : Rubricas Prov. Créditos cobrança duvidosa Prov.. Durante o ano N+1 foram adquiridos 10% do capital da empresa ZAS LDA. I 130 Guia do Formador Contabilidade Geral II . no valor de 600 u.m.640 -1.200 200 400 -200 80 Ano N+1 100 60 182 6. Houve uma reavaliação do imobilizado corpóreo no ano N+1. 3.m.IEFP I.m para imobilizado corpóreo e 60 u. Vamos elaborar a Demonstração de Origens e Aplicação de Fundos para o ano N+1. foi também alienada a quota que detinha na TRUZ. 2. 4..400 200 680 680 1. tendo o seu custo sido de 280 u.m. para imobilizado incorpóreo. Depreciação existências Provisão para riscos e encargos Imobilizado corpóreo Amortizações acumuladas de Imobilizados corpóreos Imobilizado incorpóreo Investimentos financeiros Empréstimos obtidos m/l prazo Capital Reserva legal Reserva de reavaliação Resultados transitados Resultado líquido exercício Ano N 46 70 220 4.m. Houve uma redução de fundos circulantes de 146 u.900 220 740 480 2.

280 + X + Z = 6.900 Contabilidade Geral II Guia do Formador I 131 .640 Nesta equações encontramos duas incógnitas vamos ter que determinar em primeiro lugar o acréscimo de Imobilizado provocado pela Reavaliação do Imobilizado: 4.400 -140 W 460 1.680 -280 X Z 6.900 = 1400 .680 .I.140 + W + 460 W = 180 Acréscimo do valor do imobilizado Acréscimo do valor das amortizações acumuladas Valor da reserva de reavaliação C-180 = 800 C = 980 C 180 800 1.640 Determinação das amortizações do exercício: Amortizações acumuladas no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Amortizações do exercício Amortizações acumuladas no ano N+1 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resolução Cálculos complementares para elaboração da Demonstração de origens e Aplicação de Fundos: Investimento em Imobilizado Corpóreo: Imobilizado Corpóreo no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Investimento em imobilizado corpóreo Imobilizado corpóreo no ano N+1 + 4.

m.m Houve cobertura de prejuízos em 80 u. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Neste momento já podemos resolver o nosso problema e determinar o valor do investimento: Imobilizado Corpóreo no ano N Alienação de Imobilizado Actualização provocada pela reavaliação Investimento em imobilizado corpóreo Imobilizado corpóreo no ano N+1 + 4.m. 2.680 -280 X Z 6.m.m.m.m.m. Trata-se do valor da reserva de reavaliação. +400 u.IEFP I.m. foram transferidos para resultados Transitados Resultados transitados (200) u.000 u.200 u.640 Z = 1. Reservas 600 u.m. de afectação de resultados e os 120 foram entrada de fundos para cobertura de prejuízos -80 u.m. 0 u. deverão constar na DOAF 1.000 u.m.m. 1. não se menciona nada na DOAF -200 u.260 4. Observações 400 resultam da afectação da Reserva de Reavaliação pelo que só 400 u. Resultados líquidos do ano N 80 u.680 . I 132 Guia do Formador Contabilidade Geral II .640 Movimentos no Capital Próprio: Rubrica Capital Ano N Ano N+1 Variação +800 u.280 + 180 + Z = 6.m. 0 u.

I.860 1.860 540 540 Aumento de imobilizações Trabalhos da empresa para ela própria Aquisição de imobilizações 1.260 120 520 400 Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Aumentos de investimentos financeiros Aumentos das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Diminuições das dívidas a terceiros a médio e longo prazo 600 600 200 460 -6 654 Diminuições de capitais próprios Diminuições de capital e de prestações suplementares Distribuições Por aplicação de resultados Por aplicação de reservas Aplicação dos fundos Contabilidade Geral II Guia do Formando I 133 .260 1. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Podemos finalmente preencher o mapa de Dotação de Origens e Aplicação de Fundos Demonstração da origem e da aplicação de fundos Origem dos fundos Internas Resultado liquido do exercício Amortizações Variação de provisões Externas Aumentos dos capitais próprios: Aumentos de capital e prestações suplementares Aumentos de prémios de emissão e de reservas especiais Cobertura de prejuízos Movimentos financeiros a médio e longo prazo: Diminuições de investimentos financeiros Diminuições das dívidas de terceiros a médio e longo prazo Aumentos das dívidas a terceiros a médio e longo prazo Diminuição de imobilizações Cessão de imobilizações Diminuição dos fundos circulantes 146 Aumento dos fundos circulantes 1.

320 Rubricas Acumulados anuais Débito 22.680 1.800 880 63.600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 -51.000 13.000 -11.200 0 800 4.000 6.400 51.020 -2.820 1.000 8.000 9.000 11.000 235.600 1.100 0 I 134 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 235.000 10.000 51.000 10.000 9.400 Crédito 21.000 51. É um lançamento em que se debitam e creditam.600 200 2.400 720 236.000 3.800 52.000 66. Quando se faz a passagem do lançamento do Diário ao Razão todas as contas aparecem saldadas.600 0 0 122.088.000 2.100 1.000 10. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO 11.000 61. ENCERRAMENTO DAS CONTAS Os trabalhos de fim de exercício apresentam como etapa final o chamado lançamento de encerramento das contas.600 122.IEFP I.000 3.400 300 51.000 -600 120 -920 63. Existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Compras Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Proveitos e ganhos financeiros Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultados líquido do exercício 1.000 10. Este lançamento será efectuado de forma inversa na abertura do exercício seguinte.720 28.200 52.600 -1. as contas do balancete que apresentam saldo devedor ou credor.000 0 60. Balancete antes de encerramento Conta 11 12 13 21 22 24 26 28 32 39 41 42 48 51 57 61 62 63 64 68 69 71 78 81 82 83 84 85 88 Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo Clientes Fornecedores Estado e out.000 61.800 30.000 8.600 -20.088.400 300 51. entes públicos Outros devedores e credores Provisão cobrança duvidosa Mercadorias Provisão p/ dep.320 Saldo 280 4.600 2.000 32.000 40.800 0 1.800 -10.600 1400 720 236.000 13.200 20.600 2.

820 Fecho do exercício. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Diário: Operações diversas (fecho) Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Conta Conta creditada debitada 11 12 13 21 26 32 41 42 Nr. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 13.800 120 63. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 8.600 51.000 6. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 2. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.020 97. pelo saldo das contas Fecho do exercício. 1 Descrição Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas 22 24 28 39 48 51 57 88 10..820 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 135 .600 2. pelo saldo das contas Fecho do exercício.I.000 600 920 1. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.600 20.100 97. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Valor 280 4.000 11.

000 13.820 4.140 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 I 136 Guia do Formando Contabilidade Geral II .800 63.800 1.800 40.IEFP I.000 11.000 9.820 4.200 2.600 1.000 10.000 32.200 20.600 122.400 720 236.800 63.000 3.800 52.000 11.400 300 51.000 13.600 1.200 2.600 1.100 1.800 1.000 61.400 51.000 8.000 10.800 40.400 51.186.000 10.000 10.400 300 51.000 3.200 20.000 51.600 2.000 66.000 32.600 2.000 61.800 52.100 1.600 1.000 235.000 9.186.000 235.600 122.140 Crédito 22.400 720 236.000 66.000 8. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Balancete após o encerramento Rubrica 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Depósitos a prazo 21 Clientes 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros devedores e credores 28 Provisão para cobrança duvidosa 32 Mercadorias 39 Provisão p/ depreciação existências 41 Investimentos financeiros 42 Imobilizações corpóreas 48 Amortizações acumuladas 51 Capital 57 Reservas 61 Compras 62 Fornecimentos e serviços externos 63 Impostos 64 Custos com o pessoal 68 Custos e perdas financeiras 69 Custos e perdas extraordinárias 71 Vendas 78 Proveitos e ganhos financeiros 81 Resultados operacionais 82 Resultados financeiros 83 Resultados correntes 84 Resultados extraordinários 85 Resultados antes de impostos 88 Resultados líquido do exercício Acumulados anuais Débito 22.000 51.

000 83.000 0 284. Cons.I.600 0 0 0 165.754 0 200. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Liquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 14.050 15.620 16.133 16.000 30.333 0 8.467 92.000 0 382.769 333.580 0 0 0 108. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exercício de Aplicação por Resolver Exercício de Aplicação 1 Pretende-se que efectue o lançamento de encerramento de contas e apresente o balancete após o encerramento de contas da empresa Luar de Agosto.600 0 0 3.272.272.000 176.333 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.333 17.867 10. cujo balancete antes de encerramento é o seguinte: Balancete rectificado da Parafusos Unidos Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo Mercadorias Vendidas Mat.000 123.667 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 72.446 34.487 Resolução Contabilidade Geral II Guia do Formando I 137 .689 1.333 214.400 129.487 Saldo credor 0 0 0 12.

000 176.333 1. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.333 34.000 284. pelo saldo das contas Fecho do exercício.050 17. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.467 92.689 1. 1 Descrição Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.IEFP I. pelo saldo das contas Fecho do exercício.446 15.487 Fecho do exercício.000 83.867 10. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas 19 22 24 26 27 28 29 39 48 51 59 88 12. pelo saldo das contas Fecho do exercício.769 333.000 382..272. pelo saldo das contas Fecho do exercício.000 123.600 3. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.333 860 165. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Diário : Operações diversas (fecho) Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Nr.272. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Conta Conta debitada creditada 11 12 15 21 22 24 26 32 41 42 43 Valor 14. pelo saldo das contas Fecho do exercício.487 I 138 Guia do Formando Contabilidade Geral II . pelo saldo das contas Fecho do exercício.133 16.400 129.754 200.667 72.580 108.333 30. pelo saldo das contas Fecho do exercício.620 16. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.

I. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Balancete após o fecho Conta 11 12 15 19 21 22 24 27 26 28 29 31 32 39 41 42 43 48 51 55 59 61 62 64 66 67 68 69 71 72 78 79 88 Caixa Depósitos à ordem Títulos negociáveis Provisões p/ aplicação tesouraria Clientes Fornecedores Estado e outros entes públicos Acréscimos e diferimentos Outros devedores e credores Provisão para cobrança duvidosa Provisão p/ riscos e encargos Compras Mercadorias Provisão p/ depreciação existências Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas Amortizações acumuladas Capital Reservas Resultados transitados Custo Mercadorias Vendidas Mat. Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Amortizações do exercício Provisões do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultado Líquido do exercício Total Descrição Saldo devedor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Saldo credor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 139 . Cons.

226 1.547 1.954 64.380 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 I 140 Guia do Formando Contabilidade Geral II .696 -414.343 4.920 6.716.491 55.677 1.982 73.603 124.151 1.655 Crédito 4.489.057.455 338.193 229.242 -14.565 420.442 266.316 58.227 28. Fornecimentos e serviços externos Impostos Custos com o pessoal Outros custos operacionais Amortizações do exercício Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Vendas Prestações de serviços Proveitos suplementares Nome da Conta Acumulados anuais Débito 4.206 88.162 1.305 -550.500 -20.716 53.493 -314.345.279 3.804 579.306 0 4.186.697 42.955 -295.005 0 1. e de cons.206 88.867 699.959 10.489.392 593.804 579.151 1.V.839. subs.227 28.173 1.566 0 140.059 -211 -156.975 2.425 -433.658 5.839 2.839 2.231 18.349.899.171 1.231 18.037.525 10.062.857 5.491 59.899.547 1.188.574 64.954 53.681 56.766.247 14.009 1.700.799 543.198 39.316 58.962 24.859.270 596.283 227.383.584 193.063 803.799 543.238 0 101.IEFP I.944 -352.697.677 1.339 5.329 597.343 4.603 124.766.290.756. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Exercício de Aplicação 2 Pretende-se que efectue o lançamento de encerramento de contas e apresente o balancete após o encerramento de contas da empresa Parafusos Unidos.M.009 0 366.892 39. cujo balancete antes de encerramento é o seguinte: Conta 11 12 21 22 23 24 25 26 27 28 31 32 33 36 41 42 43 44 48 51 55 56 57 59 61 62 63 64 65 66 68 69 71 72 73 Caixa Depósitos à ordem Clientes Fornecedores Empréstimos obtidos Estado e outros entes públicos Sócios Outros devedores e credores Acréscimos e diferimentos Provisão para cobrança duvidosa Compras Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias primas.567 -10.407 295.283 87.662 1.M.622.253 -144. Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas imobilizações Incorpóreas imobilizações em curso Amortizações acumuladas Capital Ajustamentos partes de capital Reservas de reavaliação Reservas Resultados transitados C.173 1.655 Saldo 4.452 0 409.331 49.

845 21.I.845 21.027 48.751 53.750 40.527 121.777. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Conta 78 79 81 82 83 84 85 88 Nome da Conta Proveitos e ganhos financeiros Proveitos e ganhos extraordinários Resultados Operacionais Resultados financeiros Resultados Operacionais Resultados extraordinários Resultados antes de impostos Resultado Liquido do exercício Total Acumulados anuais Débito 36.527 121.533.747 Crédito 36.027 48.777.747 37.751 53.968 93.115 2.405 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando I 141 .533.750 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 40.405 37.115 2.968 93.

Descrição Conta debitada Conta creditada 11 12 21 32 36 41 42 43 44 88 22 23 Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.242 14.892 39. TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO Resolução Diário : Operações diversas (fecho) Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Nr. pelo saldo das contas I 142 Guia do Formando Contabilidade Geral II .696.491 55. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.305 40. pelo saldo das contas Fecho do exercício.500 20.425 433. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.959 87.063 803.696 366. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.547 1. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.500 352. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas 352.380 1. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.405 2.188. pelo saldo das contas 24 25 26 27 28 48 51 55 56 57 Valor 4.009 550. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.253 144.059 211 156.IEFP I. pelo saldo das contas Fecho do exercício. pelo saldo das contas Fecho do exercício.487 1 Fecho do exercício.272.955 295.681 56.755 Fecho do exercício.716 53.493 314.567 10.

TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Resumo O trabalho contabilistico de fim de exercício engloba as seguintes fases: Balancetes de verificação .balancete que se obtém após o lançamento de apuramento de resultados.Documento de natureza Económica que nos permite demonstrar como foram obtidos os diversos níveis de resultados ↓ Lançamentos de Apuramento de Resultados .movimentos para apurar os resultados do exercício nos diferentes níveis: Resultados Operacionais Resultados Financeiros Resultados Correntes Resultados Extraordinários Resultados Antes de Impostos Resultado Líquido do Exercício ↓ Balancete de Apuramento de Resultados . todas as contas de Custos e proveitos deverão surgir saldadas ↓ Contabilidade Geral II Guia do Formando I 143 .lançamentos efectuados para adequar os movimentos contabilisticos à realidade verificada nos inventários e cumprimento dos Princípios de Contabilidade Geralmente Aceites ↓ Balancete rectificado .I.Balancetes mensais em que os saldos evidenciados permitem efectuar conferência de contas e valores aferindo-se as correcções a elaborar.balancete resultante dos lançamentos de rectificação e regularização efectuados ↓ Demonstração de Resultados . ↓ Lançamentos de rectificação e regularização .

mapa financeiro que nos transmite a posição da empresa no dia em que é elaborado. evidenciando todos os direitos e obrigações de que a empresa é titular ↓ Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados .mapa financeiro que nos informa sobre o natureza dos movimentos financeiros verificados entre dois períodos sucessivos No final destes procedimentos temos o exercício económico em estudo devidamente encerrado e foram elaborados os mapas obrigatórios.conjunto de informações sobre as Demonstrações Financeiras que nos auxiliam na sua compreensão e justificação ↓ Demonstração de Origem e Aplicações de Fundos . TRABALHO DE FIM DE EXERCÍCIO ↓ Balanço . I 144 Guia do Formando Contabilidade Geral II .IEFP I.

II. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO CONTABILIDADE GERAL II .

.

efectuar os movimentos de aplicação de resultados. Reabertura das Contas 2. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Objectivos No final desta unidade temática o formando deverá estar apto a: • • efectuar os movimentos que permitem reabrir as contas da empresa.II. Temas: 1. Aplicação de resultados • • • Resumo Questões e Exercícios Resoluções II 147 Contabilidade Geral II Guia do Formando .

600 2. foi efectuado o movimento seguinte: Mês de Dezembro do ano N Lançamento de encerramento ou fecho de exercício Nr. pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Conta debitada Conta creditada 11 12 13 21 26 32 41 42 Valor 280 4. REABERTURA DAS CONTAS No início de cada exercício económico há que reabrir as contas para se começar a trabalhar de novo.000 600 920 1.020 97.000 8.820 Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas Fecho do exercício pelo saldo das contas 22 24 28 39 48 51 57 88 10.600 20.600 51.820 II 148 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Assim.000 6. Descrição 1 Fecho do exercício.000 2.000 13. Vamos efectuar o lançamento no Diário inverso ao que efectuámos para encerrar as contas no capítulo anterior.000 11. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO 1.IEFP II.100 97.800 120 63.

600 2.000 3.800 52.000 8.000 3.140 Saldo 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Contabilidade Geral II Guia do Formando II 149 .000 32.600 1.200 2.800 63.186.800 52.200 2.000 9.000 66.II.400 51.400 720 236.400 300 51.000 32.000 13.000 66.100 1.800 63.600 1.820 4.100 1.000 11.400 300 51.400 720 236. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Balancete após o encerramento Acumulados anuais Débito 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Depósitos a prazo 21 Clientes 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros devedores e credores 28 Provisão para cobrança duvidosa 32 Mercadorias 39 Provisão p/ depreciação existências 41 Investimentos financeiros 42 Imobilizações corpóreas 48 Amortizações acumuladas 51 Capital 57 Reservas 61 Compras 62 Fornecimentos e serviços externos 63 Impostos 64 Custos com o pessoal 68 Custos e perdas financeiras 69 Custos e perdas extraordinárias 71 Vendas 78 Proveitos e ganhos financeiros 81 Resultados operacionais 82 Resultados financeiros 83 Resultados correntes 84 Resultados extraordinários 85 Resultados antes de impostos 88 Resultados líquido exercício 22.200 20.000 10.200 20.000 10.000 13.820 4.800 1.000 61.000 235.600 122.600 1.186.600 2.000 8.000 51.000 10.000 10.600 1.800 40.000 51.140 Crédito 22.000 11.600 122.400 51.000 235.800 40.000 9.800 1.000 61.

600 2.800 120 63.IEFP II.820 II 150 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 8.000 13.020 97.820 1 Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício Abertura do exercício 22 24 28 39 48 51 57 88 10.100 97.000 600 920 1. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Agora vamos efectuar o movimento seguinte de reabertura de contas: Diário: Operações diversas (Reabertura) Mês de Janeiro do ano N+1 Nº Descrição Conta debitada 11 12 13 21 26 32 41 42 Conta creditada Valor 280 4.000 2.600 20.600 51.000 6.000 11.

começarão a ter movimento quando se iniciarem as operações do ano.000 13.600 -20.800 -10.600 -1.000 -11.100 0 Como se pode verificar as contas da classe 6 e 7 ainda não apresentam quaisquer valores.000 -600 120 -920 63. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 151 .000 6. contas de Balanço.000 13.000 8.600 51.000 120 920 280 4.000 600 Crédito Saldo 280 4.II.800 10.820 63.600 20.600 -51.020 2.000 2. todas as outras contas. agora aberto.020 -2.820 2. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Após este lançamento obtemos o balancete de abertura seguinte: Balancete de abertura Acumulados anuais Débito 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Depósitos a prazo 21 Clientes 22 Fornecedores 24 Estado e outros entes públicos 26 Outros devedores e credores 28 Provisão p/ cobrança duvidosa 32 Mercadorias 39 Provisão p/ depreciação Exist.100 97.000 8. apresentam os saldos constantes do Balanço de fecho do exercício. 41 Investimentos financeiros 42 Imobilizações corpóreas 48 Amortizações acumuladas 51 Capital 57 Reservas 88 Resultados liquido exercício 97.000 11.600 1.000 6.

quando exista. lucros ou prejuízos são apreciados pela Assembleia Geral de sócios ou accionistas. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO 2. estes deliberam sobre a sua aplicação. ou Prejuízos.Resultados Transitados. sendo depois sancionada essa proposta pelo órgão de fiscalização competente. 88 .Resultados Transitados (Débito X ) II 152 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Os resultados contabilísticos apurados no exercício económico. APLICAÇÃO DE RESULTADOS Só falta uma operação para termos o trabalho de fecho do exercício completamente realizado .Resultado Líquido do Exercício Saldo credor LUCRO de X (Débito X ) 59 . Em função do tipo de resultado apurado assim serão deliberadas diferentes formas de aplicação do resultado. resultados líquidos de IRC. Independentemente da afectação de resultados que seja decidida é necessário transferir o saldo da conta 88 . só podem ser de dois tipos: • • Lucros.Resultado Líquido do Exercício Saldo devedor PREJUÍZO de X (Crédito X) 59 . Os resultados apurados.IEFP II.Resultado Líquido do Exercício para uma conta 59 .a aplicação de resultados.Resultados Transitados (Crédito X) 88 .

m.000 unidades monetárias.000 u. sendo caso disso.de limite mínimo de 997.m. c) Para incorporação no capital.Reserva Legal O Código das Sociedades Comerciais no seu artigo 218º dispõe que “É obrigatória a constituição de uma reserva legal.m.m. Vejamos o seguinte exemplo: Os resultados apurados pela empresa “Faz Sol” foram os seguintes nos últimos cinco anos: Ano 199X 199X+1 199X+2 199X+3 199X+4 Valor de resultados 1..000 u. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lucros .6 €” e no seu artigo 295º estabelece o valor desta reserva: “Uma percentagem não inferior à vigésima parte dos lucros da sociedade é destinada à constituição da reserva legal e. até que aquela represente a quinta parte do capital social.Formas Obrigatórias de Afectação de Resultados Obrigações Legais .000 u. 87. à sua reintegração.” Ou seja do resultado líquido positivo (lucro) terão obrigatoriamente que ser afectos à Reserva Legal 5% (1/20) até se atingir o montante acumulado de 20% do capital social. 200.m.. O capital social desta empresa é de 100. b) Para cobrir a parte dos prejuízos transitados do exercício anterior que não possa ser coberto pelo lucro do exercício nem pela utilização de outras reservas.000 u.II. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 153 .” no artigo 296º define as condições de utilização desta reserva: “A reserva legal só pode ser utilizada: a) Para cobrir a parte do prejuízo acusado no balanço do exercício que não possa ser coberto pela utilização de outras reservas. 54. 5..000 u.

000 u.850 u.. 200.000 u.m.000 u. 54.m.m. no entanto este valor será transposto para EURO em função do factor de conversão estipulado. 54. 13.Reserva Legal X II 154 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 u.m. mas de 1.IEFP II.m.m.m.m..m. 200.m. Reserva Acumulada 200 u..m. 10. logo no último ano a reserva a constituir não será de 4.m.m.m.000 u. 2.m.m.350 u. 5. Reserva a constituir (1) 200 u. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO O movimento de constituição de reservas será o seguinte: Ano 199X 199X+1 199X+2 199X+3 199X+4 Resultado 1.Resultados Transitados X 571 .500 u. 2. 13. 250 u.m.250 u.m.150 u.. 250 u. 10. 250 u. sendo que por unidades monetárias estamos a considerar a centena de escudos.000 u. 17.m. Reserva a constituir (1) 200 u. (1) A reserva a ser constituída de 5% do resultado era 50 u.m.m.m.m.000 u. mas o valor mínimo é de 200 u.700 u. 5.000 u.m.000 u. 1.m. 15.000 u.m.m.350 u. pelo que o valor já constituído ainda é inferior ao limite.150 u.m. Reserva Acumulada 200 u.000 u.m. 10.m.m.m. 10. 250 u. 87.250 u.m.m.000 u. O movimento contabilístico a efectuar é o seguinte: 59 .700 u.m.000 u. 87. 4. Suponhamos agora que o seu capital social são 75.850 teríamos o seguinte quadro: Ano 199X 199X+1 199X+2 199X+3 199X+4 Resultado 1.m.000 u. o valor da reserva legal terá por limite 15.000 u. O valor limite da reserva legal desta empresa é de 20.000 u.

outras reservas.Resultados Transitados X 573 . O movimento contabilístico a efectuar é o seguinte: 59 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Obrigações Estatutárias . resultados transitados. O movimento contabilístico a efectuar é o seguinte: 59 .Formas Livres Ao remanescente dos lucros da empresa podem colocar-se diversas alternativas de aplicação: • • • • gratificações de lucros.II.Reserva Estatutária X Obrigações Contratuais . accionistas / sócios.Reserva Estatutária Podem os estatutos de cada empresa definir regras para constituição de reservas ou afectação de resultados.Reservas Contratuais Poderão ainda existir contratos entre a empresa e diferentes organismos que determinem a afectação de resultados a finalidades específicas no seguimento de acordos ou operações concretas.Resultados Transitados X 572 .Reserva Contratual X Lucros . Contabilidade Geral II Guia do Formando II 155 .

II 156 Guia do Formando Contabilidade Geral II .IEFP II. constituem um custo fiscalmente aceite aquando da entrega da declaração fiscal respectiva.Outros credores Montante pago 12 .Resultados Transitados Montante atribuído 262 . O movimento contabilístico é o seguinte: Pela deliberação da atribuição da gratificação: 59 . embora decididas após o encerramento do exercício. no sentido de serem defendidos os direitos de todos os sócios / accionistas ao dividendo.Dividendos Dividendo é a forma de repartir os lucros proporcionalmente à quota parte do capital social de cada sócio ou accionista.Depósitos à ordem Valor líquido a entregar 242 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Gratificações de Lucros Forma de distribuir resultados aos órgãos sociais e ao pessoal que.Retenção imposto Imposto retido Accionistas / Sócios .Outros credores Montante atribuído Pelo pagamento: 262 . Sobre este assunto existem diversos artigos do Código das Sociedades Comerciais. da existência de lucros que não se podem distribuir para salvaguardar a continuidade da empresa.

Resultados atribuídos Dividendo atribuído 25X4 . ou seja a intenção está reconhecida mas ainda não se procedeu à disponibilização destes fundos. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Por outro lado é ainda importante referir que para se distribuir dinheiro.Resultados atribuídos Montante atribuído Na classe 25 . 2533. Esta conta apresenta um saldo relativo à atribuição efectuada mas ainda não disponibilizada. Sabemos que lucro não é sinónimo de “dinheiro em caixa”.II.Retenção imposto Imposto retido Contabilidade Geral II Guia do Formando II 157 . ou não.as contas de resultados atribuídos. 2543 ou 2553 .Accionistas ou sócios cada uma das categorias de sócios ou accionistas está desdobrada num conjunto de contas iguais sendo sempre a 2513. No momento em que se disponibiliza o montante atribuído teremos o seguinte lançamento: 25X3 . daí ser utilizado 25X3. é necessário que se encontrem disponíveis meios monetários. pelo que a tesouraria de empresa deve ser devidamente preparada para que a distribuição de resultados não limite o normal desenvolvimento financeiro da organização.Lucros disponíveis Valor liquido do dividendo 242 . 2523. O movimento contabilístico desta forma de aplicação de resultados envolve três fases: A atribuição do dividendo 59-Resultados Transitados Montante atribuído 25 X 3 . O pagamento pode ocorrer num momento temporal próximo.

Movimento contabilistico para a cobertura através de reservas: 56/57 .Resultados transitados Montante do prejuízo II 158 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Quando se fizer o pagamento: 25X4 .IEFP II.Resultados transitados Montante do prejuízo Movimento contabilístico para a cobertura através de entregas de fundos pelos sócios: 25 . Prejuízos Quando se verifiquem prejuízos a Assembleia Geral pode deliberar a sua transferência para Resultados Transitados.Depósitos à ordem Valor líquido a pagar Outras Reservas A Assembleia Geral pode decidir efectuar outro tipo de aplicação constituindo as chamadas reservas livres.Accionistas / Sócios Montante do prejuízo 59 . sociais ou outros. para fins produtivos. Resultados Transitados A parcela de resultados que fica na empresa é aplicada em resultados transitados permanecendo nessa mesma conta. proceder à sua cobertura através de Reservas ou ainda fazer entrada de dinheiro dos sócios.Lucros disponíveis Dividendo líquido 12 .Reservas Montante do prejuízo 59.

.500 u. Resultado a aplicar Aplicação de resultados Reserva legal Cobertura do prejuízo do ano N-2 Distribuição de dividendos Reservas livres Resultados Transitados 300 450 500 200 X 2. determine o valor que permanecerá na empresa em Resultados Transitados e efectue os lançamentos de aplicação de resultados no Diário e no Razão.m.m.300 u.000 X = 2.000 u. para cobertura do prejuízo do ano N-2 . para distribuição de dividendos .000 2. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 159 .000 . A empresa Alfabeta procedeu à seguinte deliberação de aplicação de resultados na Assembleia Geral realizada em 31/03/N para apreciação do resultado do ano N-1: • • • • para reserva legal .000 300 + 450 + 500 + 200 + X = 2.m.450 X = 550 O valor que permanecerá em Resultados Transitados será de 500 u.1.m.II.200 u. para reservas livres .. Sabendo que o saldo da conta 88 era credor em 2. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Exemplo 1.m.450 u.m.

IEFP II.restantes accionistas / sócios 2553 .Resultados Transitados ano N 571 .Resultados Transitados ano N 255 .Resultados Transitados ano N Transferências de saldo ----------------------//-----------------------2 a 595 .Reserva legal Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------3 a 595 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Lançamentos no diário: 1 a 88 .Resultados Transitados ano N 594 .Resultado Líquido do exercício 595 .Reserva livre Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------5 a 595 .000 II 160 Guia do Formando Contabilidade Geral II .Resultados atribuídos Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------500 200 450 300 2.Resultados Transitados ano N-1 Aplicação de resultado ano N ----------------------//-----------------------4 a 595 .Resultados Transitados ano N 574 .

Resultado Liquido do Exercício (1) 2.Reserva Legal (2) 300 2.000 594 .m. 571 .II.Resultados atribuídos (5) 500 Contabilidade Geral II Guia do Formando II 161 .Resultados Transitados ano N-1 (3) 450 574 .000 2.Reserva livre (4) 200 255 .Resultados Transitados ano N (2) (3) (4) (5) 300 (1) 450 200 500 Saldo Credor de 550 u. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lançamentos no razão: 88 .000 Saldo = 0 595 .

Formas obrigatórias Constituição de reserva legal 2. que apresentamos esquematicamente: Quanto o resultado foi de LUCRO: 1. Formas livres Atribuição de gratificações de lucros Atribuição de resultados aos sócios Outras reservas Manter em resultados transitados Quando o resultado foi de PREJUÍZO: 1.IEFP II. Proceder à sua Cobertura por transferência de Reservas 3. Obrigações estatutárias Constituição de reserva estatutária 3. II 162 Guia do Formando Contabilidade Geral II . Por razões de natureza legal é normal que só durante o primeiro trimestre de cada ano sejam deliberados pelos órgãos das sociedades comerciais os destinos a dar aos resultados obtidos no exercício económico anterior. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Resumo Os exercícios económicos sucedem-se no tempo pelo que após um encerramento de contas de um determinado ano é necessário efectuar a reabertura dessas mesmas contas para se começarem a efectuar os lançamentos do novo ano. Promover a entrada de “dinheiro dos sócios”. Obrigações contratuais Constituição de reserva contratual 4. Deliberar a permanência em Resultados Transitados 2. esta afectação pode revestir diversas formas.

412 u. e a reserva actual ascende a 4.m.II. Distribuição de Dividendos de 10. TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Questões e Exercícios A empresa Tudo em Cima AS.000 u..m. Constituição de Reserva livre de 15.100 u.000 u.587 u. Contabilidade Geral II Guia do Formando II 163 . Efectue os lançamentos de aplicação de resultados no Diário e no Razão...000 u.m. Cobertura de Prejuízo do ano anterior de 26.m.m.m.) na Assembleia Geral realizada em 25 de Março do ano N+1: • • • • • Constituição de reserva legal no montante estipulado no Código das Sociedades Comerciais. Procedeu à seguinte deliberação de aplicação de resultados do ano N (lucro de 123. o capital social da empresa é de 25. O restante permanecerá na conta de Resultados Transitados.

000 +15.587 123. II 164 Guia do Formando Contabilidade Geral II . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Resoluções Resultado a aplicar Aplicação de resultados Reserva legal Cobertura do prejuízo do ano N-2 Distribuição de dividendos Reservas livres Resultados Transitados 4.000 15.000 123.587 4.412 + 10.100 + 26.587 .587 X = 123.512 X = 68.100 26.IEFP II.000 + X = 123.075 u.412 10.075 O valor que permanecerá em Resultados Transitados será de 68.55.m.

587 2 595 .Reserva legal Aplicação de resultado ano N ----------------------//--------------------4.000 5 595 .restantes accionistas / sócios 2553 .Reserva livre Aplicação de resultado ano N ----------------------//--------------------15.100 3 595 .Resultado Líquido do exercício 595 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO IEFP Lançamentos no Diário 1 88 .Resultados Transitados ano N-1 Aplicação de resultado ano N ----------------------//--------------------26.412 4 595 .Resultados atribuídos Aplicação de resultado ano N 10.Resultados Transitados ano N Transferências de saldo ----------------------//--------------------123.Resultados Transitados ano N 594 .Resultados Transitados ano N 255 .000 Contabilidade Geral II Guia do Formando II 165 .Resultados Transitados ano N 574 .II.Resultados Transitados ano N 571 .

587 123. 571 .412 4.m.Reserva Legal (2) 594 .587 II 166 Guia do Formando Contabilidade Geral II .000 26.Resultados Transitados ano N-1 (3) 574 .075 u.Reserva livre (4) 255 .000 15.Resultados Transitados ano N (2) (3) (4) (5) 4.100 (1) 123.000 Saldo Credor de 68.Resultados atribuídos (5) 10.000 10.100 26.412 15.IEFP II.Resultado Líquido do Exercício (1) 123.587 Saldo = 0 595 . TRABALHO COMPLEMENTAR DE FIM DE EXERCÍCIO Lançamentos no Razão 88 .

15ª Edição. Editora Rei dos Livros. O Encerramento Anual das Contas. Editora Rei dos Livros 6ª edição. F. J. Apontamentos de Contabilidade Geral. Elemento de Contabilidade Geral .M. Editora Rei dos Livros 1997 Contabilidade Geral II Guia do Formando 167 .BIBLIOGRAFIA IEFP Bibliografia BAPTISTA DA COSTA. GONÇALVES DA SILVA. Martins. Editora Rei dos Livros 7ª edição 1995. Carlos Alberto da. A Contabilidade e a Prestação de Contas. Editora Rei dos Livros. Luís. Martins. António e Ferrão. António e Rodrigues. Gabriel. 1997. SILVA CUNHA. VIEIRA DA SILVA. Contabilidade Financeira.1996. Contabilidade Geral e Financeira. Carlos e Correia Alves. Azevedo e Rodrigues. V. BORGES.. António e Ferrão. BORGES. Contabilidade das Sociedades. BORGES. 1997. Editora Rei dos Livros 3ª Edição. e Esteves Pereira. 9ª Edição. Plátano Editora. António. 1998. Manual de casos práticos. Editora Rei dos Livros. OLIVEIRA. Rogério.

.

Custo económico técnico representa o preço de venda normal que deve ser praticado.GLOSSÁRIO IEFP Glossário C Contabilidade analítica contabilidade que permite a análise de custos e proveitos e consequentemente do resultado gerado explicando os seus valores de uma forma individual e desagregada. limiar mínimo do preço de venda. L Lucro bruto representa o lucro se apenas for considerado como custo o custo industrial dos produtos vendidos. Lucro puro é o lucro total verificado entre o preço de venda e o custo económico . se não de produzir esses custos não existem. M Mão de obra directa é constituída pelas remunerações e encargos do pessoal que trabalha directamente na produção. Desvio de quantidades desvio verificado pela variação das quantidades consumidas ou produzidas. D Desvio de preços desvio verificado pela variação dos preços praticados. Custo primo ou directo é definido pela parcela das matérias primas e da mão de obra directa. Custo de transformação representa a incorporação efectuada no produto de mão de obra directa e de gastos gerais de fabrico. Custos dos períodos custos que existem independentemente dos produtos serem ou não produzidos. corresponde ao lucro nulo. Custos dos produtos são os custos relacionados com os produtos. Contabilidade geral contabilidade global da empresa. Desvio de produção desvio formado pelos desvios de matérias primas. no pressuposto de que os preços se mantêm constantes. no pressuposto de que as quantidades se mantêm constantes. de mão de obra directa e de gastos gerais de fabrico. Custo industrial corresponde ao custo de produção dos produtos e engloba o custo da mão de obra directa dos gastos gerais de fabrico e das matérias primas consumidas.técnico. Contabilidade Geral II Guia do Formando 169 . Custo complexivo custo formado pelos custos industriais e não industriais excluindo qualquer componente de recuperação de capitais investidos. engloba o custo complexivo e os custos figurativos. Matérias primas engloba todos os custos suportados com as matérias primas e materiais utilizados na produção. G Gastos gerais de fabrico são todas as matérias subsidiárias e custos indirectos de produção que não possam ser classificados como mão de obra directa ou como matérias primas. Lucro liquido é o lucro verificado entre o preço de venda e o custo complexivo. visa obter o seu resultado global comparando o total de proveitos com o total de custos registados num determinado período económico.

na proporção da produção esperada para o período em análise. reais. Sistema de custeio com imputação racional de custos fixos reais na determinação do custo industrial dos produtos apenas se consideram os custos variáveis e os custos fixos. P Produção conjunta são obtidos vários produtos de um mesmo ciclo produtivo. Método Directo método de determinação dos custos de produção utilizado na fabricação por ordens de produção ou de encomenda. Sistema de custeio com imputação racional de custos fixos básicos na determinação do custo industrial dos produtos apenas se consideram os custos variáveis e os custos fixos. a preços básicos. na proporção da produção esperada para o período em análise. U Unidade de custeio unidade de medida de cada centro de custo. Método Indirecto método de determinação dos custos de produção utilizado na fabricação contínua de único produto. básicos. Sistema de custeio total básico consideram-se todo o tipo de custos. as funções desempenhadas são semelhantes e é passível de ser medida a sua actividade. Sistema de custeio variável real consideram-se apenas os custos variáveis no apuramento do custo industrial dos produtos. fixos ou variáveis. Sistema monista sistema de registo de movimentos contabilistico em que se verifica contrapartidas entre as contas da contabilidade Geral e da Contabilidade Analítica. no apuramento do custo industrial dos produtos. a preços reais. a unidade de custeio corresponde à unidade de imputação. Unidade de obra quando. Sistema de custeio variável básico consideram-se apenas os custos variáveis no apuramento do custo industrial dos produtos. Sistema dualista sistema de registo de movimentos contabilistico em que não se verifica contrapartidas entre as contas da contabilidade Geral e da Contabilidade Analítica.IEFP GLOSSÁRIO Método das secções homogéneas baseia-se em efectuar o cálculo do custo industrial e dos custos não industriais através da determinação do custo das secções homogéneas. 170 Guia do Formando Contabilidade Geral II . S Secção Homogénea unidade organizacional que tem um só responsável. fixos ou variáveis. num determinado centro de custo. a preços reais. Unidade de imputação unidade de medida do centro de custo a incorporar nos produtos finais ou noutros centros de custos. a preços básicos. Sistema de custeio total real consideram-se todo o tipo de custos. no apuramento do custo industrial dos produtos.

187 I Imposto sobre o rendimento do exercício ...... 90. 112. 110... 73..... 114.. 4.... 57..... 113 G Gratificações de lucros.3. 186 Reserva legal.. 16 Lançamentos de encerramento ou de fecho .. 84........ 71......... 81. 54.. 191.... 46.. 58. 136... 57.... 132.... 63..... 7 Principio da especialização ou do acréscimo7...... 109.... 142. 20... 57 B Balancete de fecho... 91............... 26.. 79........ 155 Resultados antes de impostos ..................... 44....... 60.10 Anexo . 165 R Reserva estatutária . 140........ 160. 118.. 92. 88.... 148. 52.............. 38.... 54. 93... 160... 103.... 102... 45...... 129. 51..... 186.......... 84......58........ 127.. 70...4 Balancete de verificação ............ 120.. 60. 88. 140.. 58...... 75... 62... 121.. 136...... 36.... 25... 114.... 132.... 6... 143 Demonstração de resultados por funções..... 7 Principio da prudência .. 65.... 104.... 147 Custos e perdas ..... 163............. 124......... 156........ 22 Principio da substância sobre a forma ...4 Demonstração de resultados ....... 90.. 120. 67.. 116..58... 115...... 138. 91. 30... 45. 78... 183....... 110. 115... 29.......... 165... 184.. 41........ 6.......... 124.. 99... 7....... 77....... 128.... 130....... 92.. 6.... 46. 58. 189 P Passivo .. 99... 144.. 95.. 126...... 62.... 141. 121. 134..... 113... 79. 118.............. 173. 191 Apuramento de resultados ..... 128.. 168... 118. 149. 104. 59..... 160. 112.............. 168 Activo..........111... 26. 38... 183... 38..144 Aplicação de resultados .. 118..... 56........ 23..... 129........... 7 Proveitos e ganhos.........3..... 130...... 116. 88....... 126.....122........... 63. 98...... 173 Aplicação de fundos .... 124.3. 115............ 116. 128. 102..... 91....... 3.......... 145...... 144....... 27........ 170....... 22 Principio da materialidade ...ÍNDICE REMISSIVO IEFP Índice Remissivo A Acréscimos e diferimentos .. 134........ 133. 121.... 81. 117... 7 Principio do custo histórico....... 195 Dividendos antecipados .. 112.......... 116. 56...... 54. 163.132 Dividendos............... 42... 81... 118..... 147 Prejuízos.. 99...........109.. 54.. 113..... 102... 111... 113... 56...... 52.. 189 Principio da consistência .......... 179 Provisões. 102.177. 142...... 46.... 77. 25........ 24........... 113.... 59........ 179 Contabilidade Geral II Guia do Formando 171 . 188... 23. 31.... 170. 7... 88.......... 67.... 69...... 68... 113. 56......... 99. 192 Resultado liquido do exercício................... 98.............. 124........ 51.... 127.... 90.. 97.......... 136.. 57.. 91.... 115.. 147 Amostragem ... 172 Balanço .. 165.......... 130. 41........ 133. 4... 138... 78..... 52....... 179 D Demonstração das Origens e da Aplicação de Fundos ... 98.... 75... 151. 80.............. 182 C Capital próprio .... 42..... 3.......... 87..... 80.. 165.. 146.. 79.. 93...... 67.. 132 L Lançamento de rectificação e regularização 3. 45 Balancete rectificado ....... 65. 120. 109............ 163...... 42. 120.. 28........ 41...... 183... 165. 4 Lucros......

....... 95. 126... 179 Resultados extraordinários . 65.. 81.. 156.... 64. 170..... 91. 54. 120... 126. 77. 102. 98.. 163.... 102.... 98. 73. 62. 80....... 189 172 Guia do Formando Contabilidade Geral II . 86... 77.. 129. 73...IEFP ÍNDICE REMISSIVO Resultados correntes ..... 115.... 90... 98. 160..58. 95.58. 126... 88. 163. 160. 179 Resultados financeiros.58. 133... 163... 90. 99... 86. 151. 63. 118.. 71. 102.... 77..... 160.. 102. 80. 116. 86..58... 60.. 129.. 95. 115.... 170. 129. 133.... 168. 160.... 69... 69. 93. 71. 71...38.. 52. 163.. 46.. 179 Resultados operacionais............ 165.. 113.. 91. 86. 56. 114. 71............. 179 Resultados transitados .

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