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HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO MICROBIOLOGIA APLICADA
HIGIENE E SEGURANÇA
NO TRABALHO
MICROBIOLOGIA APLICADA

A

O QUE É MICROBIOLOGIA? palavra MICROBIOLOGIA vem da junção do elemento de composição grego mikrós-
O QUE É MICROBIOLOGIA?
palavra
MICROBIOLOGIA vem
da
junção do elemento de
composição grego mikrós-
, que significa pequeno e -
biologia (grego bíos, vida
+ grego lógos, estudo,
tratado).
QUAIS MICROORGANISMOS A MICROBIOLOGIA ESTUDA? MICRORGANISMOS 2 ACELULARES BACTÉRIAS VÍRUS FUNGOS VIRÓIDES
QUAIS MICROORGANISMOS A
MICROBIOLOGIA ESTUDA?
MICRORGANISMOS 2 ACELULARES
BACTÉRIAS
VÍRUS
FUNGOS
VIRÓIDES
PRÍONS
PROTOZOÁRIOS

MICROORGANISMOS CELULARES

ALGAS UNICELULARES

2 - A rigor, o termo "organismo" pressupõe uma certa complexidade, coisa que viróides, prions e mesmo alguns vírus não possuem; no entanto, por questões didáticas, são assim referidos.

Basicamente, MICROBI OLOGIA é o estudo dos microrganismos. E microrganismos são as formas de vida que, originalmente, só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico.

de vida que, originalmente, só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio
só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico. O QUE É

O QUE É MICROBIOLOGIA?

só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico. O QUE É
só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico. O QUE É
só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico. O QUE É
só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico. O QUE É
só poderiam ser vistas com o auxílio do microscópio óptico ou microscópio eletrônico. O QUE É
QUAIS MICROORGANISMOS A MICROBIOLOGIA ESTUDA? Eucariontes Procariontes
QUAIS MICROORGANISMOS A
MICROBIOLOGIA ESTUDA?
Eucariontes
Procariontes
QUAIS MICROORGANISMOS A MICROBIOLOGIA ESTUDA? Eucariontes Procariontes
AGENTES DE RISCO AO TRABALHADOR Vibraçoes; Pressões anormais; Temperaturas anormais; Radiações ionizantes;
AGENTES DE RISCO AO
TRABALHADOR
Vibraçoes;
Pressões anormais;
Temperaturas anormais;
Radiações ionizantes;
Iluminação;
Ruidos;
Umidade.

AGENTES FÍSICOS:

AGENTES DE RISCO AO TRABALHADOR Gases; Neblinas; Fumos; Poeiras; Vapores; Nevoas; Produtos químicos
AGENTES DE RISCO AO
TRABALHADOR
Gases;
Neblinas;
Fumos;
Poeiras;
Vapores;
Nevoas;
Produtos químicos

Agentes Químicos:

1.

2.

1. 2. AGENTES QUÍMICOS – O QUE PODEM CAUSAR sintomas respirat ó rios: tosse, as vezes
1. 2. AGENTES QUÍMICOS – O QUE PODEM CAUSAR sintomas respirat ó rios: tosse, as vezes

AGENTES QUÍMICOS – O QUE PODEM CAUSAR

sintomas respiratórios: tosse, as vezes com expectoração hemoptóica, polipnéia, edema agudo do pulmão;

sintomas nervosos: sensação de desmaio, cefaléia, náusea, vomito, hiperexcitabilidade e convulsões podendo terminar em morte por asfixia.

sub-agudo: A sintomatologia é devida às irritações locais: querato- conjuntivites com ulcerações superficiais da córnea, fotofobia, bronquites e distúrbios digestivos (náusea e vômitos). Alguns sintomas neurológicos podem aparecer: contraturas musculares, cefaléias, vertigens, sonolência, amnésia, delírio etc. crônica: A existência de sintomatologia crônica devida a exposição ao gás sulfídrico é objeto de controvérsias mas, certamente é responsável pela existência de bronquites crônicas. O diagnóstico é feito quase que exclusivamente pela história (anammese profissional) e tratamento sintomático.

AGENTES BIOLÓGICOS

AGENTES BIOLÓGICOS

AGENTES BIOLÓGICOS
AGENTES BIOLÓGICOS
AGENTES BIOLÓGICOS
AGENTES BIOLÓGICOS

Agentes biológicos são os microorganismos que oferecem risco à saúde do trabalhador. Antes mesmo dos riscos físicos e químicos, o trabalhador já experimentava a exposição a um sem número de agentes biológicos, que se constituem, grosso modo, em agentes etiológicos ou infecciosos, tais como bactérias, fungos, vírus, parasitas etc.

AGENTES QUÍMICOS – O QUE PODEM CAUSAR

     

Inibição

da

citocromo-oxidase

a

transformação

da

Excitação seguida de depressão do sistema nervoso central, particularmente do centro respiratório.

hemoglobina em sulfo-hemoglobina. O quadro clínico pode ser subdividido em :

superagudo: O paciente tem convulsões, perde subitamente a consciência e apresenta dilatação da pupila. agudo: O paciente pode apresentar dois tipos de sintomas:

Como ação sistêmica podemos ter:

AGENTES DE RISCO AO TRABALHADOR Fungos; Protozoários; Parasitas; Vírus; Bactérias
AGENTES DE RISCO AO
TRABALHADOR
Fungos;
Protozoários;
Parasitas;
Vírus;
Bactérias

AGENTES BIOLÓGICOS:

AGENTES BIOLÓGICOS E A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

AGENTES BIOLÓGICOS E A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

AGENTES BIOLÓGICOS E A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
AGENTES BIOLÓGICOS E A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
AGENTES BIOLÓGICOS E A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
AGENTES BIOLÓGICOS E A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

O Anexo nº14 da Norma Regulamentadora 15 do Ministério do Trabalho, que trata da insalubridade por agentes biológicos. PPRA e PCMSO

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS

     
risco individual e para a comunidade é ausente ou muito baixo, ou seja, são microrganismos

risco individual e para a comunidade é

ausente ou muito baixo, ou seja, são microrganismos que têm baixa probabilidade

provocar infecções no homem ou em

animais. Exemplos: Bacillus subtilis, E. coli.

— Classe de risco 1

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS

O risco individual é alto e para a comunidade é limitado. O patógeno pode provocar infecções no homem e nos animais graves, podendo se propagar de indivíduo para indivíduo, porém existem medidas terapêuticas e de profilaxia. Exemplos: Vírus da Encefalite Equina Venezuelana , bactérias - Bacillus anthracis, Brucella, Chlamydia psittaci, Mycobacterium tuberculosis; vírus - hepatites B e C, HTLV 1 e 2, HIV, febre amarela, dengue; fungos - Blastomyces dermatiolis, Histoplasma; parasitos - Echinococcus, Leishmania, Toxoplasma gondii, Trypanosoma cruzi

— Classe de risco 3

Alimentação; Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratórios, etc.

Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratórios, etc. PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS

PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS

Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratórios, etc. PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS
Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratórios, etc. PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS
Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratórios, etc. PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS
Hospitais; Limpeza pública (coleta de lixo); Laboratórios, etc. PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS

PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM NAS ÁREAS DE:

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS

 

risco individual é moderado e para a comunidade

risco individual é moderado e para a comunidade

baixo. São microrganismos que podem provocar

infecções, porém, dispõe-se de medidas terapêuticas

profiláticas eficientes, sendo o risco de

propagação limitado. Exemplos: Vírus da Febre

Amarela e Schistosoma mansoni. bactérias - Clostridium tetani, Klebsiella pneumoniae,

Staphylococcus aureus; vírus - EBV, herpes; fungos

Candida albicans; parasitas – Plasmodium.

O

é

e

-

— Classe de risco 2

O

O CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS — Classe de risco 4 risco individual e para
O CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS — Classe de risco 4 risco individual e para
O CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS — Classe de risco 4 risco individual e para

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DOS AGENTES BIOLÓGICOS

— Classe de risco 4

risco individual e para a comunidade é elevado.

São microrganismos que representam sério risco para o homem e para os animais, sendo altamente patogênicos, de fácil propagação, não existindo medidas profiláticas ou terapêuticas. Exemplos:

Vírus Marburg e Vírus Ebola,vírus de febres hemorrágicas.

PROFISSÕES EXPOSTAS AOS AGENTES BIOLÓGICOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE MAIS EXPOSTOS: Médicos / cirurgiões Dentistas
PROFISSÕES EXPOSTAS AOS
AGENTES BIOLÓGICOS
PROFISSIONAIS DA SAÚDE
MAIS EXPOSTOS:
Médicos / cirurgiões
Dentistas
Enfermeiros
Fisioterapeutas
Biomédicos
patologistas, laboratoristas,
pessoal que lida com
emergências, banco de
sangue, diálise e oncologia
Massoterapeuta????
COMO SE DÁ A EXPOSIÇÃO AOS AGENTES BIOLÓGICOS

COMO SE DÁ A EXPOSIÇÃO AOS AGENTES BIOLÓGICOS

COMO SE DÁ A EXPOSIÇÃO AOS AGENTES BIOLÓGICOS Percutânea: por meio de perfuração com agulha, incisão
COMO SE DÁ A EXPOSIÇÃO AOS AGENTES BIOLÓGICOS Percutânea: por meio de perfuração com agulha, incisão
Percutânea: por meio de perfuração com agulha, incisão de objeto cortante e descontinuidade da pele

Percutânea: por meio de perfuração com agulha, incisão de objeto cortante e descontinuidade da pele [3]; Cutânea: ataque direto sobre a pele; Mucosas: especialmente nos olhos e boca.

e descontinuidade da pele [3]; Cutânea: ataque direto sobre a pele; Mucosas: especialmente nos olhos e
e descontinuidade da pele [3]; Cutânea: ataque direto sobre a pele; Mucosas: especialmente nos olhos e
e descontinuidade da pele [3]; Cutânea: ataque direto sobre a pele; Mucosas: especialmente nos olhos e
e descontinuidade da pele [3]; Cutânea: ataque direto sobre a pele; Mucosas: especialmente nos olhos e
e descontinuidade da pele [3]; Cutânea: ataque direto sobre a pele; Mucosas: especialmente nos olhos e

Na área da saúde, a exposição aos agentes biológicos se dá de três formas típicas:

PRINCIPAIS PATOLOGIAS PROVOCADAS E SEUS AGENTES Agente causador Doença Grau de risco BACILLUS ANTHRACIS ANTHRAX
PRINCIPAIS PATOLOGIAS
PROVOCADAS E SEUS AGENTES
Agente causador
Doença
Grau de risco
BACILLUS ANTHRACIS
ANTHRAX
3
CHLAMYDIA PSITTACI
PNEUMONIAS
3
MYCOBACTERIUM
TUBERCULOSE
3
TUBERCULOSIS
HIV
AIDS
3
LEISHMANIA
LEISHMANIOSE
3
TRYPANOSOMA CRUZI
DOENÇA DE CHAGAS
3
VÍRUS MARBUG
FEBRE HEMORRÁGICA
4
VÍRUS EBOLA
EBOLA
4
H1N1
GRIPE SUÍNA
4

PREVENÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS BIOLÓGICOS De maneira geral, as medidas de segurança para os
PREVENÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS BIOLÓGICOS De maneira geral, as medidas de segurança para os

PREVENÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS BIOLÓGICOS

De maneira geral, as medidas de segurança para os riscos biológicos envolvem:

Conhecimento da Legislação Brasileira de Biossegurança, especialmente das Normas de Biossegurança emitidas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança; O conhecimento dos riscos pelo profissional; A formação e informação das pessoas envolvidas, principalmente no que se refere à maneira como essa contaminação pode ocorrer, o que implica no conhecimento amplo do microrganismo ou vetor com o qual se pode entrar em contato; O respeito das Regras Gerais de Segurança e ainda a realização das medidas de proteção individual; Uso de EPI’S e lavagem correta das mãos. - Utilização da capela de fluxo laminar corretamente, mantendo-a limpa após o uso; Utilização de descontaminante apropriado para inativação de um agente específico.

   

PRINCIPAIS PATOLOGIAS PROVOCADAS E SEUS AGENTES

 

Agente causador

 

Doença

Grau de risco

 

BACILLUS SUBTILIS

 

-

 

1

 

ESCHERICHIA COLI

 

DIARRÉIA, INFECÇÃO

 

1

 

URINÁRIA, PNEUMONIA

 
 

SCHISTOSOMA MANSONI

 

ESQUISTOSOMOSE

 

2

 

CLOSTRIDIUM TETANI

TÉTANO

2

KLEBSIELLA PNEUMONIAE

 

PNEUMONIA

 

2

STAPHYLOCOCCUS AUREUS

 

INTOXICAÇÃO ALIMENTAR

 

2

 

CANDIDA ALBICANS

CANDIDÍASE

2

 

HSV1 E HSV2

HERPES

2

 

PLASMODIUM

MALÁRIA

2

PRINCIPAIS FORMAS DE TRANSMISSÃO E PROLIFERAÇÃO De uma forma geral, os meios de transmissão dos
PRINCIPAIS FORMAS DE
TRANSMISSÃO E PROLIFERAÇÃO
De uma forma geral, os meios de transmissão dos
agentes biológicos são:
transmissão por contato direto ou indireto;
transmissão por vetor biológico ou mecânico;
transmissão pelo ar.
Suas rotas de entrada são as seguintes:
inalação;
ingestão;
penetração através da pele (parenteral);
contato com mucosas dos olhos, nariz e boca

COMO PREVENIR E CONTROLAR A PROLIFERAÇÃO E TRANSMISSÃO Via de regra, os trabalhadores, particularmente aqueles
COMO PREVENIR E CONTROLAR A
PROLIFERAÇÃO E TRANSMISSÃO
Via de regra, os trabalhadores,
particularmente aqueles
envolvidos com atividades em
ambientes contaminados, não
deveriam comer, beber, fumar,
guardar alimentos, colocar lentes
de contato ou mesmo aplicar
cosméticos ou perfumes sobre a
pele nestes locais. Medidas
simples, como por exemplo, o
hábito de lavar as mãos,
funciona como eficiente medida
contra as contaminações pelas
mucosas, assim como o uso de
EPI’S e o descarte correto do
lixo.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Os equipamentos de proteção individual ajudam a minimizar alguns riscos:
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
Os equipamentos de
proteção individual ajudam a
minimizar alguns riscos:
MÁSCARA
LUVAS DE
PROCEDIMENTOS
TOUCA
ÓCULOS DE PROTEÇÃO
PROPÉ
JALECO
CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO

CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO

CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO
CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO
CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO
CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO

Todo trabalhador que tenha contato com o lixo está sujeito a contaminação. O lixo hospitalar é classificado em duas modalidades: o lixo comum e o lixo séptico. Aquele lixo com suspeita de contaminação deveria ser descontaminado. Autoclavagem. Segregação.

GRUPO

BACTÉRIAS

 

-

-

-

-

VÍRUS

-

-

FUNGOS

-

-

-

-

-Fixadoras de nitrogênio

Controle biológico

Controle biológico

rum, uísque.

Controle biológico

biol ó gico rum, u í sque. Controle biol ó gico ELES TAMBÉM PODEM SER BONS??

ELES TAMBÉM PODEM SER BONS??

Embora sejam sempre lembrados como causadores de doenças e tidos como "inimigos", apenas uma parcela

muito restrita do total está relacionada com as doenças humanas, animais e vegetais. A tabela abaixo lista

alguns dos BENEFÍCIOS que os microrganismos trazem para o homem e para todo o planeta:

IMPORTÂNCIA

-Produtores de antibióticos e antifúngicos

Produtores de alimentos: iogurte

Produtores de ácidos e vitaminas

Sintetizadores de hormônios por engenharia genética

Engenharia genética (vetores de terapia genética)

Produtores de alimentos: queijos, cerveja, pão, vinho,

Produtores de antibióticos e antifúngicos

Maiores decompositores do planeta

CONTROLE AMBIENTAL E DESCARTE DE LIXO

CONTROLE AMBIENTAL E DESCARTE DE LIXO

CONTROLE AMBIENTAL E DESCARTE DE LIXO O lixo de origem s é ptica deve ser recolhido
CONTROLE AMBIENTAL E DESCARTE DE LIXO O lixo de origem s é ptica deve ser recolhido
O lixo de origem s é ptica deve ser recolhido imediatamente, promovendo sua r á

O lixo de origem séptica deve ser recolhido imediatamente, promovendo sua rápida incineração. Por conter substâncias de alto teor energético, e por oferecer disponibilidade simultânea de água, alimento e abrigo, o lixo é preferido por inúmeros organismos vivos, ao ponto de algumas espécies o utilizarem como nicho ecológico. Podemos classificar em dois grandes grupos os seres que habitam o lixo: os macrovetores, como por exemplo ratos, baratas, moscas e mesmo animais de maior porte, como cães, aves, suínos, eqüinos. O próprio homem, o catador de lixo enquadra-se neste grupo. No segundo grupo dos microvetores, estão os vermes, bactérias, fungos, actinomicetos e vírus, sendo estes últimos os de maior importância epidemiológica por serem patogênicos e, portanto, nocivos ao homem." (Lima, 1991:29) [XIII]. O lixo é fonte de várias doenças do homem, como por exemplo, cólera, tifo, pólio, leptospirose e outras. A leptospirose é doença transmitida entre os animais e para o homem através da urina do rato por águas de enchente ou pelo contato com o lixo. O número de mortes por leptospirose tem aumentado nas cidades grandes por falta de cuidado com o lixo, com a falta de limpeza dos rios, córregos e lagos, e, principalmente, com a falta de cuidados na limpeza de esgoto doméstico e de esgoto a céu aberto.

rregos e lagos, e, principalmente, com a falta de cuidados na limpeza de esgoto dom é
rregos e lagos, e, principalmente, com a falta de cuidados na limpeza de esgoto dom é
rregos e lagos, e, principalmente, com a falta de cuidados na limpeza de esgoto dom é
rregos e lagos, e, principalmente, com a falta de cuidados na limpeza de esgoto dom é
rregos e lagos, e, principalmente, com a falta de cuidados na limpeza de esgoto dom é
CONTROLE AMBIENTAL DESCARTE DE LIXO ALÉM DA COLETA SELETIVA CADA UM DOS RESÍDUOS ABAIXO DEVE
CONTROLE AMBIENTAL
DESCARTE DE LIXO
ALÉM DA COLETA SELETIVA CADA UM DOS RESÍDUOS
ABAIXO DEVE SER DESCARTADO DA MANEIRA CORRETA
AFIM DE EVITAR CONTAMINAÇÃO
DISCUSSÃO EVITAR A PROLIFERAÇÃO DOS AGENTES BIOLÓGICOS E PRESERVAR SUA SAÚDE E DE SEU CLIENTE??
DISCUSSÃO
EVITAR A
PROLIFERAÇÃO DOS
AGENTES BIOLÓGICOS
E PRESERVAR SUA
SAÚDE E DE SEU
CLIENTE??

QUAIS MEDIDAS VOCÊ MASSOTERAPEUTA TOMARIA PARA

BIBLIOGRAFIA RAMAZZINI, Bernardino. As doenças dos trabalhadores. (De Morbis Artificum Diartriba). Trad. Raimundo
BIBLIOGRAFIA
RAMAZZINI, Bernardino. As doenças dos trabalhadores. (De Morbis Artificum
Diartriba). Trad. Raimundo Estrêla. São Paulo: Fundacentro, 1992. 180p.
BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Instrução normativa nE 7, de 06
de junho de 1997 (DOU 09-06-97, seção I, p. 11827 a 11833).
HOWARD, John Philpott- e CASEWELL, Mark, Controle da infecção
hospitalar:normas e procedimentos práticos. Trad. Sônia Maike. São Paulo:
Santos Livraria Editora, 1996. 238p.
BRASIL. Normas para o uso das técnicas de engenharia genética e liberação
no meio ambiente de organismos geneticamente modificados. Lei 8974, de 05
de janeiro de 1995 (DOU 06-01-95, p.32).
GUERREIRO, Milton G. et al. Bacteriologia especial: com interesse em saúde
animal e saúde pública. Porto Alegre: Sulina, 1984. 492p.
LIMA, Luiz Mário Queiroz. Tratamento de lixo. 2.ed. rev. São Paulo: Hemus,
1991. 240p.
Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública. Oda, Leila, Ávila, Suzana. Et al.
Brasília. Ministério da Saúde, 1998.
www.google.com.br
OBRIGADA TENHAM UM BOM DIA!!!!!!!! “ Comece fazendo o que é necessário, depois o que
OBRIGADA
TENHAM UM BOM DIA!!!!!!!!
“ Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível,
e de repente você estará fazendo o impossível”.
São Francisco de Assis