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exercícios resolvidos-halliday 1

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  • 4.1.1 Soma de vetores
  • 4.1.2 Somando vetoresatrav´esdas suas componen- tes
  • 5.1 Quest˜oes
  • 5.2.1 Segunda Lei de Newton
  • 5.2.2 Algumas Forc¸as Espec´ıficas
  • 5.2.3 Aplicac¸˜ao das Leis de Newton
  • 6.1 Quest˜oes
  • 6.2.1 Propriedades do Atrito
  • 6.2.2 Forc¸a de Viscosidade e a Velocidade Limite
  • 6.2.3 Movimento Circular Uniforme
  • 6.2.4 Problemas Adicionais
  • 7.1 Quest˜oes
  • 7.2.1 Trabalho: movimento¡E
  • 7.2.2 Trabalho executado por forc¸a vari´avel
  • 7.2.3 Trabalho realizado por uma mola
  • 7.2.4 Energia Cin´etica
  • 7.2.5 Potˆencia
  • 7.2.6 Energia Cin´etica a Velocidades Elevadas
  • 8.1 Quest˜oes
  • 8.2.1 Determinac¸˜ao da Energia Potencial
  • 8.2.2 Usando a Curva de Energia Potencial
  • 8.2.3 Conservac¸˜ao da Energia
  • 8.2.4 Trabalho Executado por Forc¸as de Atrito
  • 8.2.5 Massa e Energia
  • 9.1 Quest˜oes
  • 9.2.1 O Centro de Massa
  • 9.2.2 O Momento Linear
  • 9.2.3 Conservac¸˜ao do Momento Linear
  • 9.2.4 Sistemas de Massa Vari´avel: Um Foguete
  • 9.2.5 Sistemas de Part´ıculas: Variac¸˜oes na Energia Cin´etica
  • 10.1 Quest˜oes
  • 10.2.1 Impulso e Momento Linear
  • 10.2.2 Colis˜oes El´asticas em Uma Dimens˜ao
  • 10.2.3 Colis˜oes Inel´asticas em Uma Dimens˜ao
  • 10.2.4 Colis˜oes em Duas Dimens˜oes
  • 10.2.5 Problemas Adicionais
  • 11-70P
  • 11-75P
  • 11-77P
  • 11-82P
  • 11-83P

LISTA 0 - Prof.

Jason Gallas, IF–UFRGS

29 de Dezembro de 2004, as 13:20 `

Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a
Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de f´sica te´ rica, ı o
Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha ı

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı
Mat´ ria para a PRIMEIRA prova. Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”, Halliday, Resnick e Walker. ı

Esta e outras listas encontram-se em: http://www.if.ufrgs.br/ jgallas

Conte´ udo
4 Vetores 4.1 Problemas e Exerc´cios . . . . . . . . . ı 2 2

4.1.1 4.1.2

Soma de vetores . . . . . . . . Somando vetores atrav´ s das e suas componentes . . . . . . . .

Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o

jgallas @ if.ufrgs.br (listam0.tex) P´ gina 1 de 3 a

http://www.if.ufrgs.br/ jgallas

 

2 2

 

LISTA 0 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS

29 de Dezembro de 2004, as 13:20 `

4 Vetores

cujo m´ dulo e o ´ 0 w ¦ ¥ I@ 0 F 0 @ S R% 0 & ` H ¥ 1¥ &© ` H ¥ BW F x w faz com a horizontal e ´ 0 ¥ hI( 0 ¨ arctan ¦  ¥ 0BW @ ¥ R¥ 0 q temos sen sen H  ¦ % ¨ H  ¦ % ¨ ¥ x  ¦ % 2† ¦ % ¨ © ¦ Q( … i 0  „$€ e$€  ‚ ƒ A ƒ h sen ¦ ¥ Q( x ¨ ¦ % ‚ q % g w    $€ ƒ § ¦ d e `# v © ` v X arctan  v # v @ U0 g ¦ £ ¥ hI( 0 ¨ ‚ ) ƒ  % §% ¨ € ¡        Ii y  $€ ƒ A    ‚ $€ ƒ h ‚ $€ ƒ h  v

4.1

Problemas e Exerc´cios ı

O angulo que a diferenca ˆ ¸

4.1.1 Soma de vetores P 3-6 (3-??/6 edicao) ¸˜ ¢ ¡

Dito de modo equivalente, o vetor est´ direcionado a de um angulo de ˆ a Norte do Oeste. Ou ainda, a Um vetor tem m´ dulo unidades e est´ dirigido para o a a Oeste do Norte. leste. Um outro vetor, , est´ dirigido para a a oeste do norte e tem m´ dulo de unidades. Construa diagrao mas vetoriais para calcular e . Estime o 4.1.2 Somando vetores atrav´ s das suas componene m´ dulo e a orientacao dos vetores o ¸˜ e a partir tes desses diagramas. Para resolver este problema como o livro deseja, P 3-29 (3-??/6 edicao) ¸˜ necessita-se de papel milimetrado, r´ gua e um transferie Uma estacao de radar detecta um avi˜ o que vem do Les¸˜ a dor, para medir angulos. ˆ te. No momento em que e observado pela primeira vez, ´ Irei resolver o problema usando sua representacao ¸˜ o avi˜ o est´ a a a m de distˆ ncia, a acima do horialg´ brica. As componentes dos vetores e s˜ o e a zonte, O avi˜ o e acompanhado por mais a ´ no plano vertical Leste-Oeste e est´ a a m de distˆ ncia quando a e observado pela ultima vez. Calcule o deslocamento da ´ ´ e aeronave durante o per´odo de observacao. ı ¸˜ Chamemos de a origem do sistema de coordenadas, de a posicao inicial do avi˜ o, e de a sua posicao fi¸˜ a ¸˜ ´ O sinal de e negativo pois para fazer a soma algebri- nal. Portanto, o deslocamento procurado e ´ camente, precisamos primeiro transladar o vetor para ´ a origem do sistema de coordenadas. E claro que tal translacao n˜ o e necess´ ria no processo gr´ fico utiliza¸˜ a ´ a a Para temos, definindo , do para a soma. Entenda bem o que est´ sendo feito, as a que diferencas entre os dois m´ todos de obter a soma. ¸ e Portanto, para a soma temos sen ¨ §¨ 0 ( 0 ( x £ ( © ‰ ¨ "A( w   ¥I’A74 © @ 8 6 ¥ I@  F H % g GF H w  ¦ ‰ ¦ 8 6  ˆ‡ $€ ‡ H ‘i 74 © Wi F ‚  ‰  0 @ (0 BA91¥ sen ¤ ¥ 1¥ U"( F 0 @0 ! H ! 0 2 (0 ( STH @( R¥ % ! Q9"P £ F © HI# ' © #  !  ' ©  GF  ¤ ED C © ¢ 2 0 (  3# ' ! §( 1)  '   ¨  C   '  ¥ 8 6 4  ¦ £ "75¨ ¤ ¢ %  # ! ! &$ "£     ¦ £ ¥ 0 ¨ (  ¦ ¥ RIP ¦ % 2 ‚) ƒ  ¦ §£  ¤ ¢ ¢ ¤ ©  ¤ ¢ ¤ temos ¥ R¥ ¥ "W F 0 0 @ ! H ! S ¦ ¨0 % £   C ¥ © ¢ ¨ £ ¤ 

cujo m´ dulo e o ´ Analogamente, para 0 0 1( h¨ 0 % ¦ £ g (0 S Q9R¨ 0 F © @0  )` H ¥ R¥ Df` H 91( F e cb© aV YWV d `# V ` X  arctan arctan Para o vetor diferenca ¸ @0 91(  A91¥ @ (0  @ 0  2 (0 ( F S uH % ( R¥ "£ tQ9") s q ! ¢ r¤  q  ¦ % £  ¦ % 2 ¨ ¦ % C   V # aV  Qi p 0 B@ ( ( 0 ¨ 1g % ¥  x§x £ © ‰ ¨ 8 6 BA“4 F H §% ¨ F © % ‰ ¦ % ¨ 8 6 F  © ‰ ¦ % 174 ˆ‡ $€ ‡

O angulo que a soma faz com a horizontal e ˆ ´

http://www.if.ufrgs.br/ jgallas

@ g 0  ¨ 0 ( x  ! H £ ! w w Ax F ( ( 0 ( H x§x 0B@ (P”¨§¨ 0 x ( ¨ 01g % ¥•”B¨ 1§( w  F £ £ ! $€ e$€  ‚ ƒ A ƒ h P´ gina 2 de 3 a

Dito de modo equivalente, o vetor est´ direcionado de a um angulo de ˆ a Oeste do Norte.

Portanto

LISTA 0 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS

29 de Dezembro de 2004, as 13:20 `

arctan ¨

rad

m0

O angulo que o vetor ˆ

o que significa que o avi˜ o voa quase que horizontala faz com a parte negativa do mente.

http://www.if.ufrgs.br/ jgallas

(0 % ! ¦ w d P´ gina 3 de 3 a

% 0 % £ §% D

˜™¨ w 0 w ( §x  — x @ g 0 

£

–

cuja magnitude e ´ % ¥ §x x 0 ( x £ w w §x  S @ F x ` H Bg 0 £  D© ` H ¨ w 0 w ( Ax  F   ‚ W ƒ " d  ‚ s§‡ )  ‡ ƒ

eixo

e ´

br (listam0.if. .LISTA 0 . . . . Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”. . Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a PRIMEIRA prova. . . .br/ jgallas Conte´ udo 4 Movimento em duas e trˆ s dimens˜ es e o 2 4. ı 4.1 An´ lise do Movimento de a Proj´ teis . . .1 Problemas e Exerc´cios .ufrgs.tex) P´ gina 1 de 2 a http://www. professor titular de f´sica te´ rica. ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www.ufrgs.if. . e Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if.Prof. ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. .1. . as 11:51 ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas. IF–UFRGS 20 de Novembro de 2004.br/ jgallas   2 2   . Resnick e Walker. . . Jason Gallas.ufrgs. . . . . Halliday.

est´ orientada a http://www.1 Problemas e Exerc´cios ı encontramos que m/s.(c) O m´ dulo da velocidade e ¸ a a o ´ tal alcancada pela bola? (c) Qual a velocidade da bola ¸ (m´ dulo e direcao). as 11:51 ` P 4-37 (4-29/6 edicao) ¸˜ (b) Como a componente horizontal da velocidade e sem´ pre a mesma.1.if. Portanto a bola ir´ atingir uma altura m´ xima de a a  £ E YXV £ E ¥ ¥ W P # P FU¦¤ £ ¢  ¥£ ¨ I#  Q R& ¨ 53$ 42 ¨ 42 $ ¨ t $ # BD # D 7 C6 4 2 $ 9 7 6 42 # 853$ 9 G H¨ ! £ ¥£      # # ¥£ ¦¤¢ 6 F D ¢ £ E ¥£  ¨ ¨  ¨ ©§ ¥£ ¦¤ ¥£ ¦¤¢ ¨ ) ' % 10# (&$ ¨ ) ' 10# A@ # ¡ 42 $ ¥£ ¦¤¢ " G ¨ I# 4 Movimento em duas e trˆ s die mens˜ es o cujas ra´zes s˜ o ı a e do a raiz positiva na express˜ o a G  S £ T6 ¥ S £P .LISTA 0 .1 An´ lise do Movimento de Proj´ teis a e m £ ¥ V¥ D P ¢ ¤S £ ' ) & ' £ E ¥ 7 ¨ aS 4 D2 $ 4. IF–UFRGS 20 de Novembro de 2004. Neste caso teremos £ f g7 £ i W S &S h £P VS ¨ V P ¤¢ )  £  ' ¨ d c e2 $ ¨ b ) ' 4 2 3S $ £ E ¥ S  Q ¨ )& ' )  q ¥sW ¤r¥ £ D £ E ¥  D £ ' 4 D 2 $  D 2 $ p c Uma bola e jogada do solo para o ar. P´ gina 2 de 2 a £ ¨ ¨ (a) Chame de o tempo necess´ rio para a bola atingir a a velocidade dada. Substituin- . Jason Gallas. no instante em que bate no solo? o ¸˜ ¨ ) ¨ V@ ` 4. j vertical). (a) Qual a altura m´ xima a alcancada pela bola? (b) Qual ser´ a distˆ ncia horizon.ufrgs.Prof. A uma altura de ´ m a velocidade e ´ em metros por segundo (i horizontal. temos m m/s tan ou seja.br/ jgallas ¨ Eliminando entre estas duas equacoes obtemos ¸˜ tan v i  f  9 i S ¨ £ d B u v HW v R £  £ E ¥ c f 2 $ d B u 4v 0V$ § O angulo que ˆ faz com a horizontal e ´ abaixo da horizontal.

ufrgs.m. as 2:58 p. ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas. Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”. 2 2 2 3   . . ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. . IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003.ufrgs. .Prof. o 2 2 5.2.2. . . .LISTA 1 . ı 5. . Resnick e Walker. ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www.br/ jgallas   .2 Algumas Forcas Espec´ficas .if. .br/ jgallas Conte´ udo 5 Forcas e Movimento – I ¸ 5. .2 Problemas e Exerc´cios . . ¸ ı 5. .3 Aplicacao das Leis de Newton ¸˜ Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if. .2. . . . professor titular de f´sica te´ rica.1 Segunda Lei de Newton . . . Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a QUARTA prova. . 5. Jason Gallas. . .br (listam1. . . . Halliday. . . . . .if.tex) P´ gina 1 a http://www.ufrgs.1 Quest˜ es .

a com a segunda lei de Newton. a ¸ m/s a massa continuar´ a ser a mas somente uma e mostrada.br/ jgallas I wW#H)‰7VW‘ IYwaVC)WXTq T ) „  † ‡ I N # § vd† I )$)—&VW‘ IPQ”aV$™£IA`T—ˆ†‡˜ „ T £ I ) $) IQ  § ‘ P—† I £ Y w W£ ‘  † – I £ £Y  „ ) $) ¢ ‘ G•!† IQ  5. 5-43c. e ` o conjunto ficou equilibrado. Como ambas balanca e ¸ ´ .2 Problemas e Exerc´cios ı kg £ $£ )£ A4Q 5.2. s˜ o aplicadas duas forcas. .ufrgs. a ` Qual a leitura na balanca? (c) Na Fig. enquanto que o peso e ´ N. est´ presa a parede por outra corda. enquanto que o peso e ´ N. Na notacao de vetores unit´ rios E 5-18 (5-???/6 ) ¸˜ a temos e (a) Um salame de kg est´ preso por uma corda a uma a balanca de mola. mas o peso passar´ a ser a metade: a xa tamb´ m e mostrada na figura. A aceleracao da cai. por sua vez. De acordo kg.2.2 Algumas Forcas Espec´ficas ¸ ı E 5-11 (5-???/6 ) (a) A massa e igual a ´ Q 5-?? Cite bla-bla-bla. o salame est´ suspenso por uma corda que passa a Portanto por uma roldana e se prende a uma balanca de mola ¸ que. o (b) Num local onde m/s a massa continuar´ a ser a (a) Chamemos as duas forcas de ¸ e . a esquerda. as 2:58 p. de modo que . 5¸ 43b..if.Num local onde ´ ¸˜ kg. 5-36. Seu valor e ´ ´ componentes e s˜ o negativas. kg. a parede ¸ N foi substitu´da por outro salame de ı kg.m. (b) A massa e igual a ´ kg. Qual a leitura na balanca ¸ (b) O m´ dulo de o e dado por ´ agora? Em todos os trˆ s casos a balanca n˜ o est´ acelerando. Em cada ¸ uma das situacoes a tens˜ o na corda ligada ao salame ¸˜ a tan tem que ter a mesma magnitude que o peso do salame pois o salame n˜ o est´ acelerando. IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003. o e ¸ a a que significa que as duas cordas exercem forca de igual ¸ magnitude sobre ela. E 5-14 (5-11/6 ) Uma determinada part´cula tem peso de N num ponı to onde m/s . Portanto a leitura da a a O angulo e ou ˆ ´ ou . 5-43a).1 Quest˜ es o P´ gina 2 a #2 $WE Quais s˜ o a massa e o peso de (a) um tren´ de a o (b) de uma bomba t´ rmica de e kg? w IA$1P7Ww YaCY4”‰ˆ‡… „ £ ) Q  V I ‘T V ) £ QT  †  )£ Y4Q Q1’“)Yv7Ww YaWW$‰ˆ‡… „ E  V I ‘T V # 2 ET  †  #2 $WE ¡ § ¢ § w P•!† I‘  £ Y£ I £ Y£ I ¡ ¢ kg e IB I #) % E  B3#2@86 £) % 3# $RQ PH!GF"(DC4$A497154$2 w2 V)£ T V£2 u $v § CY©Xv § WW"XT q s§t § i  s§r § i q¦§ i p  I aWYgG74"fe hB)£ % £2 % # £ BV I # ) TV £T  % V E TV £ Fdc¨9bQ PH0Xa$`YA4"X9WUT ©¨©¤   § ¤ ¥ § ¥ ¨¤ ¦¤ t s§ ƒ§ r 3 HYv 3 WH‚ 3 $2 i 3 $2 i 2)£ #w) 2 2 r £2 I E  I # )4£" ts  Yd4E P Y©  s§§ i €y i   x % #£  ¥ &$"©¤ ¥ ¤    § ©!¨¤ § ¨¤ § ¨¤ ¢  § S¨¤  £ £)  10(' 3 CA£ 2) ¡ ¡ . que est´ presa ao teto por outra corda ¸ a sen (Fig.LISTA 1 . http://www. A balanca mostra a magnitude de ¸ O angulo que ˆ faz com o eixo positivo e dado por ´ qualquer uma das duas forcas a ela ligadas. o valor correto e a ´ N .Prof. (a) Quais s˜ o o peso e a masa sa da part´cula. Determine a segune ´ da forca (a) em notacao de vetores unit´ rios e (b) em ¸ ¸˜ a N m´ dulo e sentido. se ela for deslocada para um ponto do espaco ı ¸ onde a aceleracao de queda livre seja nula? ¸˜ (a) A massa e ´ 5. ` 5 Forcas e Movimento – I ¸ 5..1 Segunda Lei de Newton E 5-7 (5-7/6 edicao) ¸˜ Na caixa de kg da Fig. onde e a massa do salame. Qual a leitura da balanca? (b) Na Fig. se ela for para um ponto do espaco onı ¸ de m/s ? (b) Quais s˜ o o peso e a massa da a part´cula. Jason Gallas. mas o peso ser´ ZERO.

onde e a magnitude da ´ forca. a aceleracao.m. para todos efei¸˜ e ´ a f´ rmula o tos. onde e a intervalo de tempo em que ele percorre mm.if. Escolha o eixo no sen´ tido da velocidade inicial e o eixo no sentido da forca ¸ el´ trica. e nula fora ¸ e u ´ do n´ cleo.Prof. as 2:58 p. IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003. a ¸˜ ´ segunda lei de Newton fornece-nos sen Um foguete experimental pode partir do repouso e alcancar a velocidade de ¸ km/h em s. horizon´ aceleracao do nˆ utron.  ‰ E 5-28 (5-15/6 ) m mm fj x  { 1Œ|h I CP$# Yv v Cpd™$) )# I# ˆ #) o I ) o I ) o ) I  r #Hyx™£$) Ž  ¥ ˆRv #HyD$‘)Y‘ Ž £ v#) # § ˆAHyoˆ$2 X¥ A#H)y€ GQ ) † v o I  Ž G{ f  £ § x i ) #2  $‹5x I N ˆv#) o ) I ¥ RYHc0W‡)P‘  £ h £  Š$§ h )  § 4e ) ‰ i x ‘ P¨‰ 3 $2 IQ # # $2 {f ‰ V I ‘T  4w P|‰xy sen sen m/s P´ gina 3 a  yy I§ †  '¨ N (c) Quando a corda e cortada ela deixa de fazer forca ´ ¸ sobre o bloco. Determine a distˆ ncia vertical de deflex˜ o do el´ tron. A componente da segunda lei de Newton fica sendo agora sen . e a massa do foguete. Como a aceleracao do bloco e zero. com ¸˜ aceleracao constante. Suponha que um nˆ utron livre com velociu e dade inicial de m/s acaba de ser capturado por um n´ cleo com diˆ metro u a m. Determine (a) a tens˜ o na corda e (b) a forca normal aplicada sobre o a ¸ bloco. as equacoes cinem´ ticas s˜ o ¸˜ a a m/s e A magnitude da forca e ¸ ´ onde usamos para eliminar a aceleracao. A origem e escolhida como sendo a posicao e ´ ¸˜ Desta equacao obtemos sem problemas ¸˜ inicial do el´ tron. A massa do nˆ utron e e ´ kg. a saber. ¸˜ e ¸˜ faz o nˆ utron parar ao percorrer uma distˆ ncia . A massa do el´ tron e e ´ kg. no a a e A magnitude da forca e ¸ ´ . que passa a acelerar. e que exerce sobre ele uma forca vertical constante de ¸ N. Com isto a forca m´ dia e dada por ¸ e ´ (b) A segunda das equacoes acima fornece-nos a forca ¸˜ ¸ normal: E 5-23 (5-??/6 ) Se um nˆ utron livre e capturado por um n´ cleo. a m/s. Para determinar a aceleracao que talmente. ` 5. Para km/h cinem´ tica. O sinal negativo indica que a aceleracao e plano abaixo. u ¸ Esta forca forte. Qual a intensidade da forca m´ dia A primeira destas equacoes nos permite encontrar a ¸˜ ¸ e tens˜ o na corda: a necess´ ria. O ¸˜ tempo que o el´ tron com velocidade leva para viajar e uma distˆ ncia horizontal de a mm e ´ e sua deflex˜ o na direcao da forca e a ¸˜ ¸ ´ http://www. Admitindo que a forca sobre o nˆ utron e constante. ¸ ¸˜ A aceleracao e obtida usando-se uma relacao simples da ¸˜ ´ ¸˜ . 5-27. usamos e a A aceleracao do el´ tron e vertical e. de modo que x I I 4¨WW2 £Q  3# £’ d… 3 $A49A4w Pa$™Y‰€AWa„‡˜ ‚ # 2 @ 8 6 V I ‘T V I wT  y @ 8 6 †  I Y# #   P 5-21 (5-19/6 ) V I ‘T V I wT  Ww YU9W P—xy yYW9ƒ'y ‚ @86 †  y †  'y  ¢ eg i h { ‡x f  † v#) o I X¥ ACcd GQ r#) o I WH‚‡™£$) †  '    ¨—de e  ¡ ¡ ’Q£  I)jQQQ  A“mkw $bA$Wle  ##E)  W$Hi!f I§ e e  z r § YHyx4E $) v#) o ’ I Q YH‰&V r § Cpw YU9V r § v Hyx4E $Xqd… i I E )  # ) o I ‘T #) o ’ I )T  e  # T s d  w¥ v HY #) o I‘ r § Hyˆw P"( a$Vr C~pˆ}Q) $X£) |  p £ f de §V #) o I T §{ f § I $Cp€™£$‰n$b“`94$d`‰ˆ˜ i q # ) o I )  V ’ Q £TV # # T  e  w $) I s w v#)  X¥ ACuts ## Wd 3 $€vy #2  i Ise£ f Gbd5 §{ ˜ § f   ##E W$C) i he  4g!f  e  – i r#) o I WHpQ W) ¢ ¢ ¢ Q Q Q  I 2 j #§ # E W$kE Y“b$WH)  Pw I ¡ e ¡ N . a forca ´ ¸ ´ ¸ e ¸ gravitacional e muito menor.br/ jgallas   Veja a Fig. Vamos considerar a massa do bloco igual a kg e o angulo ˆ . temos que m/s . Jason Gallas. 5´ 27 do livro texto.LISTA 1 . Como a aceleracao e forca s˜ o conse ¸˜ ¸ a tantes.3 Aplicacao das Leis de Newton ¸˜ (a) O diagrama de corpo isolado e mostrado na Fig. (c) Determine o m´ dulo da aceleracao do bloco o ¸˜ se a corda for cortada. a unica forca que nele atua e a forca el´ trica. ¸˜ ´ E 5-33 (5-???/6 ) Um el´ tron e lancado horizontalmente com velocidae ´ ¸ de de m/s no interior de um campo el´ trico. se a massa do foguete e a ´ kg? sen sen N Basta usarmos .2.ufrgs. que mant´ m o n´ cleo coeso. determine sua ¸ e ´ intensidade. ele poe ´ u de ser parado no interior do n´ cleo por uma forca forte.

(a) Se kg e kg e N. separados por ı m.. Sua coordenada e dada por ´ ve ser nula. puxando-o por uma corda. na ordem contr´ ria do que a pede o problema. A segunda lei de Newton nos diz que as componentes horizontais e verticais das forcas satisfa¸ zem as relacoes. a forca de contato ¸ entre os dois blocos e ´ N. ou seja quando tan donde tiramos facilmente o instante do encontro: I§ I§ m h• £ x h — £ Š § ˜4e ) { ˜ § "be ) •x  — P“Rx I § h • e )£ {  • x x —   — # 2C‡)IP# 4Q ™£A  i “be I I • £WE IY#v Q Pw ‡  • £ Y  i –4e I ) 1‹ { ‰yx x  I § ¦4e )£ “Rx h —  — £ Y I x ´ ¸˜ o´ E jogando el´ trons contra um tubo de imagens que sua A aceleracao do tren´ e e TV funciona. Uma brisa horizontal constante empurra a esfera de maneira que ela faca um angulo de ¸ ˆ com a vertim/s cal de repouso da mesma. a seguir. ¸ a (c) A aceleracao do tren´ e da moca tem sentidos opos¸˜ o ¸ (a) Suponhamos a brisa soprando horizontalmente da tos. o peso apontando verticalmente para baixo. ´ corda. Determine (a) a intensidade da forca aplicada e (b) a tens˜ o na corda. As o´ ´ ¸ o forcas verticais. ao inv´ s de e . A moca aplica sobre o tren´ uma forca horizontal de ¸ o ¸ N. (b) Mostre que. a forca da moca no ´ ı ¸ ¸ obtido em (a). anulam-se. em sua direcao. ¸ ´ como mostrado na Fig.ufrgs. O tren´ parte de o m e move-se no sentido Como a esfera n˜ o est´ acelerada. A aceleracao da moca ¸˜ ¸ Uma esfera de massa kg est´ suspensa por uma a e. O diagrama de corpo isolado na direcao positiva do eixo . as 2:58 p. a ¸˜ ` ¸˜ ¸ eles se juntam. Uma forca horizontal e aplicada a um dos blocos. Jason Gallas. ¸˜ P 5-38 (5-29/6 ) Eliminando entre estas duas equacoes obtemos ¸˜ (b) A tens˜ o pedida e a ´ quando ent˜ o a moca ter´ andado uma distˆ ncia a ¸ a a P 5-39 (5-??/6 ) Dois blocos est˜ o em contato sobre uma mesa sem atria to. e a forca ¸ da brisa. que n˜ o e o mesmo valor a ´ (a) Como o atrito e desprez´vel. (a) Qual a ¸˜ aceleracao do tren´ ? (b) Qual a aceleracao da moca? (c) ¸˜ o ¸˜ ¸ A que distˆ ncia. a forca da gravidade e a forca normal ¸ ¸ ¸ (a) O diagrama de corpo isolado para a massa tem do gelo. para http://www. ¸ tren´ e a unica forca horizontal que existe no tren´ . ` m/s (b) De acordo com a terceira lei de Newton. x 3 42 ’ IY# Š#  † ‡ i  v#) o w YH|„2 †'y0A496   y@8 i 0y  #WQ ¢ ¢ †  ‡… i  3 bi“y ’2 ’ ¡ ¡ . 5-45.por e ¸ a tando para cima e para a direita e fazendo um angulo ˆ com a vertical. ¸ e . quatro forcas: na vertical. Suponhamos que a moca parta da origem e mova-se ¸ direita para a esquerda. Isto ser´ estudado nos cap´tulos 23 e 24 a ı do livro. se a mesma forca ¸ for aplicada a . . a forca resultante dea a ¸ negativo de . apon. Sua coordenada e dada ¸˜ ´ para a esfera tem trˆ s forcas: a tens˜ o na corda. portanto. Explique a diferenca. IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003..br/ jgallas P´ gina 4 a Uma moca de ¸ kg e um tren´ de o kg est˜ o sobre a a superf´cie de um lago gelado. supondo nulas as forcas de atrito? ¸ P 5-40 (5-31/6 ) ¥  2 Yš ¥  I£ I ¥  ¥ ‚ sk †¥ ‘)A£ I  Perceba que talvez fosse mais simples ter-se primeiro determinado e. a forca do ¸ tren´ na moca tamb´ m e de o ¸ e ´ N. em relacao a posicao inicial da moca. na horizontal.LISTA 1 .Prof. £ Y# " I  E IY£v WE 2C)‡l9WHC‘)2 }YTI) # VW PT V I# •4e‚5be  — — 4e { x  § h — e )£  — x N Š N • el — e —&h ™  x { “£ ™£Yv i I2 §  ¢ i £ W( §  I) ¡ ™£A I i  3 yW @ I Rv Hy€WE P˜ 4w P9V 4PW96 tT  Y'98 6   ˆ # ) o w I 2 V I ‘ T ’ 2 A@ C8 po 2 † wv#) 3’ db2  1) Q Pw I     y tan I Rv Hy”Y£ Y£ ˆ #) o ) I V I ‘T # ) o 2 4w P9V w v CpˆUT  sen Eles se encontram quando . apontando horizontalmente para a esquerda. determine a forca de contato ¸ entre os dois blocos.if. respectivamente.m.

de modo que deve ser maior. conforme a terceira lei de Newton. ¸˜ ¸˜ A segunda lei de Newton aplicada para fornece Este resultado permite-nos determinar a tens˜ o: a onde e a aceleracao. Para cima temos . da pessoa. a forca de ¸ objeto de massa kg. a forca . na horizontal.Prof. a Considerando o sentido para baixo como positivo. Jason Gallas. A segunda lei de Newton diz-nos a ¸˜ ¸ do o elevador. a ¸ para baixo. a forca onde a velocidade final e ¸ ¸ ´ . ` a direita a forca aplicada e.if. (a) Qual o peso do m´ dulo de o P´ gina 5 a Para determinar a aceleracao que aparece nesta equacao ¸˜ ¸˜ usamos a relacao ¸˜ http://www. a O diagrama de corpo isolado tem duas forcas: pa¸ ra cima. a forca ¸ da gravidade. e parado ent˜ o que ´ a . A segunda lei de Newton aplica´ ¸˜ da para fornece A aceleracao dos blocos e a mesma nos dois casos. ´ ¸˜ aceleracao que ao bloco ao qual e aplicada.m. ¸˜ Da segunda equacao obtemos ¸˜ que substituida na primeira equacao dos fornece : ¸˜ Uma pessoa de kg salta de p´ ra-quedas e experimenta a uma aceleracao. apontando para a direita. a coordenada do ponto final. para a esquerda. juntos. podemos usar o mesmo s´mbolo ¸˜ ı em ambas equacoes. o m´ dulo desce com uma o aceleracao de ¸˜ m/s . Determine a tens˜ o no cabo de sustentacao quan. para baixo. inicialmente descendo a m/s. e para a P 5-44 (5-33/6 ) baixo temos a forca gravitacional sobre o p´ ra-quedas ¸ a Um elevador e sua carga.ufrgs. Note que o par de forcas ¸ ¸ e e um ´ m/s par acao-reacao. corpo isolado para a massa cont´ m trˆ s forcas: na Com isto. No segun¸˜ ´ do caso a forca de contato acelera um bloco com maior ¸ N massa do que no primeiro. o m´ dulo desce com velocidade constante. Portanto. O p´ ra-quedas a tem kg de massa. uma das luas de J´ piter.LISTA 1 . de ¸˜ m/s . onde e a aceleracao. parece correto atribuir-se aquele bloco a mesma onde e a aceleracao de queda. A seN gunda lei de Newton diz-nos que N § ™A£ I i e  Observe que como os blocos movem-se juntos com a mesma aceleracao. encontramos e e ¸ vertical.br/ jgallas #E£ $$W2 I $$  #w #d£4E‚V4w IP‘y¦™IAUTa$`T  ¢ i Y¤€T £ ˜ £ i £ V  V† e  e£  “'˜ ¢ i D£ i D1t  †£ I $Wv–W Yg”w YU9$4q&Aydž†g… ¢ i # £ E  V I £ I ‘T V  wT  V e T  N ¢ i e  ¢ † Š … i x‡  w  V   # wT  Wv7$7$U‰m W§# d$£ #£ ¢ ‘ I $2 Y# £ ' £ i ¢ (b) Se for aplicada em contato e ´ em vez de (a) O diagrama de corpo isolado para a pessoa+p´ raa quedas cont´ m duas forcas: verticalmente para cima a e ¸ forca ¸ do ar. Se escolhermos o sentido para cima como positivo. e e. correspondente as massas da pessoa e do p´ ra-quedas. a tens˜ o ´ ¸˜ a e ´ P 5-55 (5-???/6 ) Imagine um m´ dulo de aterrisagem se aproximando da o superf´cie de Callisto. O diagrama de e .forca . Se o ı u motor fornece uma forca para cima (empuxo) de ¸ N. para baixo atua tamb´ m a e e kg. (b) Consideremos agora o diagrama de corpo isolado apenas para o p´ ra-quedas. ¸ pelo ar sobre o p´ ra-quedas? (b) Qual a forca exercida. tˆ m massa de e de massa . Al´ m dela. para baixo. Co¸˜ ´ mo a forca de contato e a unica forca aplicada a um dos ¸ ´ ´ ¸ blocos. (a) Qual a forca exercida. Portanto. as 2:58 p. pela pessoa sobre o p´ ra-quedas? a I w Cpdw $‰"Cb¡’$"w P$W$WH}‰&AlDž†g˜  # ) o I )  ¢ ) I )  I ‘  V # # E )T  V e  T  P 5-52 (5-35/6 ) I§ V£Q T ‰ )A™’IW)— 1’£ )  $b¨X}Y£  d£ ˆe f  V£) T § WC0 | § { ¨ #Ww ¢ #  yf £Q  4¨Ÿ…‰ £) 10Ÿ { f ¡ ##E W$H) e › )  I §   ¥ I ‡)Yv V £ WII ˜V"2I A2 £ ‚7  I£ W2 A`9W£ PT  ¥  i › £T ¥  §  ¤ )  I §   ¥ I ‡)IW— V £ WII ˜V"2I A2 £ ‚7  ) $™£$}9W£ PT  §  i › )T › § j ›  1‰'e › © ¥  £ 1) ¥  ‰e£ f Š 4d5 §{  § f IVe  T  œAlDž†g˜  e¥   › Š 9˜c i   I   Re § ˜› ¤ §  i §  e  £ bQ § ‚ ¢ › e   †  d‡|  › © †§ œ N §  e † ‡ ¡ . a segunda lei de Newton diz-nos que . para cima. IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003. donde tiramos ¸˜ numa distˆ ncia de m com aceleracao constante. a tens˜ o a no cabo e. e para baixo a forca gravitacional de um ¸ . se o moo tor fornece apenas N. a velocidade inicial e ´ de contato que exerce sobre .

e de o empuxo (a forca para cima). e (iii) a forca peso ¸ . escolhemos o eixo aponsuperf´cie de Callisto. ı e tem na outra extremidade um segundo bloco de maskg. da outra equacao: ¸˜ Um bloco de massa kg est´ sobre um plano a N com de inclinacao. escolhemos o eixo paralelo ao plano inclinado e apontando para cima. (ii) a normal (a) Consideremos “para cima” como sendo os senperpendicular ao plano inclinado e apontando para cima tidos positivos tanto para o macaco quanto para a caie para a esquerda. apontando para cima temos a magnitude da parar de subir e ficar agarrado a corda. e temos N. a aceleracao e ¸˜ ´ Substituindo-se sen (obtida da primeira equacao acima). Ent˜ o a s˜ o. o ¸˜ queda livre.m. Para . e apontando para baixo o peso a aceleracao e (c) a tens˜ o na corda? ¸˜ a Para . quais s˜ o (b) sua ` a . nesta ultima equacao.Prof. ap´ s levantar a caixa. m/s ou. (a) Qual o m´ dulo a o (a) Primeiro.br/ jgallas P´ gina 6 a I Qdw IY#$£vGh142“¡’IY#g”w P‘ aW2 AUT I eV I£ e § cD† §    #C) ¢    P 5-58 (5-43/6 ) Q I #£  h3# $w PdvsWW2 sen N Š y w IY‘lƒ4“¡’Y# 9$™’PT 2 I eV I 2 † ¥ ‚”e ¥        1) ¡ ‚ † œ§  I kg (b) O valor de acima e positivo.if. ` ˆ aterrisagem nas proximidades da superf´cie de Callisto? para baixo. ao longo do plano inclinado. sem a ı ´ na corda? atrito. IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003. e o eixo na direcao da ¸˜ Chamemos de a aceleracao da gravidade perto da ¸˜ normal ao plano. ou seja. Suponhamos que o macaco puxe a corda para baixo http://www. fazemos o diagrama de corpo isolado da aceleracao m´nima que o macaco deve ter para levan¸˜ ı para cada um dos blocos. a aceleracao dos ¸˜ risagem. Jason Gallas. obtemos a ¸˜ ´ ¸˜ aceleracao: ¸˜ sen y † ¥ ˜de ¥ Œ     IRe §   x† §   §  A segunda lei de Newton para fornece-nos e ‰ I P# Š e¥  ‰ 3 $u‡y #2    x y yA@496„†‡y ‚ 8  †¥ p   §  ‰ x ¥ k ¥  #E£2  Wd4€‚¥ i ˆ o I   ™£I$)‰ #H)y€¡’A£ #E£ $d42  „ ˆ† #E£2  $d4¨¥ i d' „  †  I§e   $4©§ i x‡ † §    ##££ $dW § i I# P˜ ¥ i x' † ™’P‹ˆ I2  ¥  † ¢ e  € i ‡ † e 2 Y– I£  § ¥ k 3 $2 # §  i § ¡ ¡ . respectivamente. donde vemos que ¸˜ ´ sen (a) A primeira equacao fornece o peso do m´ dulo de ¸˜ o aterrisagem: m/s (c) O peso dividido pela massa fornece a aceleracao da ¸˜ gravidade no local. indicando que a ´ aceleracao de ¸˜ aponta para cima do plano inclinado. pr´ xima a superf´cie de Callisto? o ` ı Para . Com estas escolhas. ainda. a . que est´ no solo (Fig.LISTA 1 . de a aceleracao do m´ dulo de aterrisagem. P 5-63 (5-47/6 ) sa Quais s˜ o (a) os m´ dulos das aceleracoes de cada bloco Um macaco de kg sobe por uma corda de massa desa o ¸˜ e (b) o sentido da aceleracao de ¸˜ ? (c) Qual a tens˜ o prez´vel. que passa sobre o galho de uma arvore.ufrgs. temos trˆ s forcas: (i) a tens˜ o apontando e ¸ a para cima. preso por uma corda ¸˜ que passa por uma polia. ¸˜ o dois blocos pode ser representada pela mesma letra . o macaco o Para . fazendo um angulo ı com o prolon(b) Qual a massa do m´ dulo? (c) Qual a aceleracao em gamento da normal. 5-52). enquanto que a aceleracao de ¸˜ aponta para baixo. de massa e atrito desprez´veis. Consideremos ¸ As componentes e da segunda lei de Newton para o sentido para baixo como o sentido positivo. 5-54). e tem presa na outra extremidade uma caixa de kg. apontando xa. (c) A tens˜ o na corda pode ser obtida ou de a sen I§ (b) A segunda equacao fornece a massa: ¸˜  ‘ § # ) o I £ # # £ £ $ I¦# E £  ˆ Cpx¡’A“ Wd$c2 Y# $d42  § be – i „ I§  †¥ ¥k I N  §  ¥  e  I W2“¡’IY#v VWw IY‘U˜h 3 $2# IA£5¦™’¡’P2 g”2 Y e£ T 2 I Y2 I §   ¥ c7k ¥ p § ”T   sen †V ˜4y  e ‘ I# W2 P’ § e Se o empuxo for m/s . tar a caixa do solo? Se. Se o empuxo for N. a aceleracao e zero. sem atrito. de a massa do m´ dulo de aterı o tando para baixo. pendurado verticalmente (Fig. as 2:58 p. tens˜ o na corda.

if. para cima. Como a corda tem massa des(c) Da segunda lei ne Newton para a caixa podemos obprez´vel. e a forca ¸ do ar.ter que ¸ nitude . e pelo solo sobre a caixa. respectivamente. A primeira mos sem problemas que equacao nos fornece ¸˜ http://www. sem ter a ainda comecado a acelerar.m. De acordo com a ter. est´ descendo.Eliminando ¸˜ ´ entre as duas equacoes acima encontra¸˜ caco para cima. Suponhamos agora que . ¸˜ As forcas que atuam no bal˜ o s˜ o a forca ¸ a a ¸ da gravidade. de modo que . a corda puxa o macaco com uma permite obter : forca de mesma magnitude. n˜ o varie em funcao da massa (cara ¸˜ ga de estabilizacao) que ele perdeu. Antes da massa de estabilizacao ser fogada fora. para baixo. respectivamente. para que ele suba com uma aceleracao (mesa ¸˜ mo m´ dulo e sentido oposto)? Suponha que a forca de o ¸ subida.LISTA 1 .ufrgs. Ap´ s jogar-se fora uma massa o . as 2:58 p. onde e a ´ forca m´nima para levantar a caixa. nos ¸˜ permite obter a aceleracao sem problemas: ¸˜ P 5-70 (5-53/6 ) I #d£1)(&V4# IY£g”w IY‘aV$1XTq&V — egxž†TP£'… i T ) I§ #)  £v ~WHC"CC) }T † V # 5¦ ) ) — pDt  £ †V —  ˜Dy £    — be — 4e I§ #© ‘¨ƒ— i ‚ § # C) ‘ IPQ˜ V4w PaWH!”C}T I ‘T V # )  ) —  †  £  ~V — pDtT V —e   e  †  Š Dby€ž†T £ &V £ 5D”T £ ˜ i e  — £ "ªm4e £e£   †£  Š $d'…C'p ‚  i i —e —   † —  Š b”˜ˆ"y i ‘¨¦— i  i § I€b¦…ˆ©p i —e —   † —     Š £ e £ ˜d† £ p i   i ‚   —   — † — p i …4e  — be £ $e † £ i i  £ t —  i # u £ e . a tens˜ o na corda e o pr´ prio . a massa do bal˜ o passa a ser a e a aceleracao ¸˜ e para cima. quando substituida na segunda lei de Newton para o macaco (primeira equacao acima). ı a ´ o A corda puxa a caixa para cima com uma forca de mag. a ou seja . a a verticalmente com uma aceleracao para baixo (Fig. Que quantidade de massa deve ser atirada para fora do bal˜ o. devida ao ar.br/ jgallas ¢ i I eV  RXy®`—ˆ~y®U… ¢ i «T  †V  «T ej†  †   I dYc£ „)  g0£ e – « $ e « ($  (b) Para a caixa e para o macaco. de modo que a segunda lei ¸ de Newton aplicada ao macaco fornece-nos m/s onde e representam a massa e a aceleracao do ¸˜ macaco.que quando substituida na segunda equacao acima nos ¸ ¸˜ ceira lei de Newton. 5¸˜ 59). a aceleracao ¸˜ ¸˜ e para baixo e a segunda lei de Newton fornece-nos ´ m/s Agora a aceleracao do pacote e para baixo e a do ma. Substituindo-se estes valo¸ res na segunda lei de Newton para a caixa obtemos que que. Jason Gallas. IF–UFRGS 22 de Outubro de 2003. pois a caixa apenas ‘descola’ do ch˜ o. a segunda lei de Newton s˜ o. respectivamente. ` com uma forca de magnitude .Prof. Ent˜ o ¸ ı a e . com a segunda lei de Newton dando-nos ´ agora a seguinte express˜ o a P´ gina 7 a e ¬  g­« Ve T « Agxž†Œv ¢ i e «  † « ¢ Š (©—ˆ“g i e ¢ ¤ « ¢ ¡ onde e representam a massa e a aceleracao da ¸˜ e a forca normal exercida ´ ¸ caixa. com ar quente. de modo que a segunda lei de Newton aplicada N a caixa e ` ´ Um bal˜ o de massa .

m.2. . .Prof. Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if. Resnick e Walker.ufrgs.2. . . as 10:09 a. . . . .br/ jgallas Conte´ udo 6 Forcas e Movimento – II ¸ 6.2.3 6. . Forca de Viscosidade e a Velo¸ cidade Limite .1 Quest˜ es . . . Halliday. .LISTA 1 . . . . . Movimento Circular Uniforme . . . . . ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas.1 6. . .ufrgs.ufrgs. ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www. Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”. Jason Gallas. .br/ jgallas   2 4 4 6   . . Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a QUARTA prova.2 6.2. . ı 2 2 2 6. . .if. Problemas Adicionais .4 Propriedades do Atrito . .if. professor titular de f´sica te´ rica. . . . .2 Problemas e Exerc´cios . . IF–UFRGS 23 de Outubro de 2003. . . . . ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique.tex) P´ gina 1 a http://www. o 6. . .br (listam1. . .

com uma forca de e a ¸ N. Neste instante o arm´ rio comeca a mover-se. qual a nova forca m´nima? ¸ ı .if. O coeficiente de atrito cin´ tico e e ´ . e para baixo a forca ¸ da gravidade. aumenta tamb´ m. o diagrama de corpo livre tem apenas trˆ s forcas: Na horizontal. apontando para a esquere ¸ da.LISTA 1 . Jason Gallas. at´ que e e de Newton diz-nos que.. a soma das compo. para movˆ -la sobre o ch˜ o. componente vertical da aceleracao e zero. onde e o coeficiente de atrito cin´ tico. ` 6 Forcas e Movimento – II ¸ P 6-2 (6-???/6 ) Um jogador de massa kg escorrega no campo e seu movimento e retardado por uma forca de atrito ´ ¸ N.. Na horizontal: apontando para a direita ¸ ¸ est´ a forca aplicada . que tˆ m e kg de massa. mas a massa e segunda lei de Newton. ou A forca m´nima que deve ser aplicada para o arm´ rio seja. IF–UFRGS 23 de Outubro de 2003. a forca de atrito. apontando para a direita temos a forca que ¸ a pessoa faz sobre a caixa. apontando para cima ¸ temos a forca normal do solo sobre o jogador. Portanto comecar a mover-se e ¸ ´ N N (b) A aceleracao e obtida da componente horizontal da ¸˜ ´ (b) A equacao para continua a mesma.2. e apontando para a esquerda a forca de atrito . temos agora kg. A forca normal ¸ e ob´ tida considerando-se a segunda lei de Newton. Como a ´ e Donde vemos que e . nentes verticais da forca deve ser zero: a ¸ ¸ . Portanto ( ' ¨¦ & 0 1 T ( 75 " )(  & V$ & ¢  U & 4( $ ( & T 5  ¡ Q 6-10 T 75 ¦  S¥£ & 3$ 6. est´ em repouso sobre o assoalho. a sea a ı a gunda lei de Newton fornece-nos como componentes e as seguintes equacoes ¸˜ Uma pessoa empurra horizontalmente uma caixa de kg. Na vertical.1 Propriedades do Atrito E 6-1 (6-??/6 edicao) ¸˜ (a) O diagrama de corpo livre tem quatro forcas. Escolhando o eixo na horizontal e o eixo na vertical. que nos diz que Cite bla-bla-bla. e para ¸ baixo a forca ¸ da gravidade. A forca de atrito est´ relacionada com a forca normal ¸ a ¸ atrav´ s da relacao e ¸˜ . que ¸ ı a . (a) Qual o m´ dulo da forca de atrito? (b) Qual a acelelracao da o ¸ ¸˜ caixa? §  § YBX B¦ & CEH § C  F W@ F @ ¦  S¥£ & 0 Q $ 0 1 Um arm´ rio de quarto com massa de a kg.1 Quest˜ es o F  &  ¢   & #$ §   ¦ D¦ I P& ¦  I C ©H § ¤ ¥£   C©H § EH E©£ ¨¦ C C ¤ § 0 6 Q 75 & F G@ R@ I @ A& & 8! H   ¤ ¥£ I 3& " ! C ¤ C ¤ § E©£ D¥£ B¦ 0 1 6 5 @ @ A& & 9( 6 5 8! & F G@ §¨¦ ' ¨¦ $ 01 &4( 32! $ & 01 " )( $ " %#!   & &   ¢ !  ¤ § ©£ ¨¦  6 ( 75 ¡ ¡ . as 10:09 a. 6. para cima a forca normal ¸ ¸ do piso. a segunda lei ¸˜ ´ Quando aumenta.m. Na ¸ horizontal. Na vertical. Na vertical. A magnitude da forca da gravidade e dada por ¸ ´ . (a) ou seja.Prof. Qual e o coeficiente de atrito cin´ tico ´ e entre o jogador e o campo? Neste problema.ufrgs. Como ¸˜ ´ . tamb´ m o e a a ´ e ´ componente vertical da segunda lei de Newton. para a esquerda a forca de atria ¸ to . igualmente. Como o arm´ rio est´ em equil´brio (n˜ o se move). que a Se o coeficiente de atrito est´ tico entre o m´ vel e o ch˜ o a o a for .2 Problemas e Exerc´cios ı 6. forem removidas antes do arm´ rio ser empurraa E 6-8 (?????/6 ) do. Como a componete vertical da acelerac c˜ o e zero. qual a menor forca horizontal que uma pessoa ¸ dever´ aplicar sobre o arm´ rio para coloc´ -lo em movia a a mento? (b) Se as gavetas e as roupas.br/ jgallas § Df X ¤§ Se¨¦ ¤ D¤  c § N m/s P´ gina 2 a ¦ ¤ I E¤DI & 4$ § ¦  & F H b 0 1 c  & " a( ¤ § E` ¨¦ C EH § & $ " %3! F W@ C ¤ C ¤ § DE¤ DE` ¨¦ &  U F @ H b " @ 8& ¦ I EI 0 T Q 75 T & 9( 75 $ & & $ " d3! 0 1  T 5 & 4( & (T 5 ¡ (a) O diagrama de corpo livre deste problema tem quatro forcas. incluindo gavetas e roupas. para baixo a forca ¸ da gravidade. Portanto http://www. apontando para cima temos a forca ¸ normal do piso.

(a) O a bloco se mover´ ? (b) Qual a forca exercida pela parede a ¸ Desta express˜ o vemos que a caixa comecar´ a movera ¸ a sobre o bloco. vemos que o bloco n˜ o desliza. a (b) Quando a caixa se move.br/ jgallas P´ gina 3 a I EI C EH § F W@ C ¤ § D©` B¦ £ D£ C  ¤ @ q" —Eb T 5 i 75 0T 5 C " E‘ Uma caixa de kg e puxada pelo cha˜ o por uma corda ´ a acima da horizontal. apontando verticalmente para baixo temos o peso .Prof.equacao acima compemsem-se: ¸˜ tro vetores.ufrgs. a Ne N.donde tiramos facilmente que ¸ to . Na vertical. para cima aponta a forca normal do ch˜ o Perceba bem onde se usa ¸ a e onde entra . ou seja. ¸ Apontando para a direita e fazendo um angulo de ˆ com a horizontal temos a tens˜ o na corda. 6-18). coeficiente de atrito est´ tico entre a parede e o bloco e nor do que a ´ . Quando a caixa ainda n˜ o se move as aceleracoes s˜ o a ¸˜ a zero e. sobre a caixa. as 10:09 a. Jason Gallas. a segunda ¸ a Ne lei de Newton nos fornece para as componente horizon. respectivamente. temos a forca e apontando para a esquerda a forca nor¸ ¸ sen mal . Para determinar se o bloco cai. A forca da parede no bloco e ¸ ´ sen sen (a) O diagrama de corpo isolado tem quatro forcas.LISTA 1 . sabendo que o coeficiente entre A e a http://www. qual a sua aceleracao inicial? ¸˜ ' c g C E‘ sen & “ x" H DX ¤©` §B¦ D ¤ C £ ¦ ©SE` ƒ ˜ – ” EeG@ @  T 5 ƒ ‘ EeGw“ ˜ – ”@ 6 75 0 Q T 5 ‘ @ " E—•“ ˜ – ” P 6-22 (6-13/6 ) § Ef ¢ ` D § $ & & & c  & ‘ § N onde tiramos da segunda equacao acima. 6-24. Se o bloco n˜ o desliza pela a parede mas se o bloco ir´ deslizar. de modo que N e. a segunda lei de Newton A componente horizontal da segunda lei de Newton re. por´ m temos e (b) Como o bloco n˜ o se move. (a) Se o de onde tiramos facilmente que que faz um angulo de ˆ coeficiente de atrito est´ tico e . e apontando para cima a forca de atri. A componente vertical diz que . consequentemente. Substituin¸˜ do este na primeira das equacoes acima temos ¸˜  b ¤ C EH § F W@   ¤§ e¨¦ ¤ ƒ ˜ – Ee” C H C ¤§ ©DX De¨¦ 'C f©‘ § B¦ ' c gU §C fE‘ 'C fE‘ ‘ E 6-11 (6-9/6 ) & d( ˜ – ” “ & ©—•vV$ § ¨¦ 0 1 ‘ & " ( )™ƒ @ § $ @ “ h" & & £ ¦ SE` “ x" “ x" 0 Q $ d" & & ‘" ˜ – ” ©—•“ ‘ ‘ “ ( 01 T 5 @ & 9( T 5 $ & 0 Q 6 5 ‘ @ g Ee•“ ˜ – ” 0 Q 75 ‘ @ 6 & Ee•“ ˜ – ” “ ƒ %v( 6 5 ƒ ‘ Ee” ˜ – 0Q 75 6 ( 6 5 “ ‘ “ x" & P“ 0 Q ¤ I & I   0 Q & ( & rts! & u( & $  C ¤  y € … ‰SI ˆA‡†„¨iA& ƒ ‚ "@ & … $ ƒ ‚ ( " ' ¨¦ £ ¨¦ § ¤ ’  U I & § ¥ & x$   ¤§ e¨¦ $ %" & I ¦ 0 1 " C  EX ¨¦ w$ 6 5 C& § I @ @ & ¦ vu( & ( " rqp!  (6 5 ‘ ˜ – ” ©—•“  ¤ Eb ! ( 6 5 i$ h g 8$ ¢ 0 1 H DX ¢ 6 ( 75 i$ g ! $ ¤ § E` ¨¦ ¤ ( & T 5 $  ¤ Eb X ¨¦ § ¡ ¡ . O Para a caixa permanecer em repouso tem que ser me. e para baixo a forca ¸ da gravidade. Suponha que sen inicialmente o bloco n˜ o esteja em movimento. e o coeficiente de atrito cin´ tico e e ´ . qual a tens˜ o m´nima a ´ a ı sen necess´ ria para iniciar o movimento da caixa? (b) SE a . precisamos encontrar a ¸ ¸˜ a magnitude da forca de friccao nevess´ ria para mantesen sen lo sem acelerar bem como encontrar a forca da parede ¸ N sobre o bloco. portanto. Na horizontal. a Agora. ` sen Esta equacoes nos dizem que ¸˜ e que sen . tamb´ o s˜ o as respectivas P 6-24 (6-15/6 ) e a componentes da forca resultante.m.nos diz que quer que . IF–UFRGS 23 de Outubro de 2003. de modo que sen N.Na Fig. Horia m/s zontalmente para a esquerda aponta a forca de atrito . em notacao de vetores unit´ rios? ¸˜ a se quando a tens˜ o a for tal que os dois lados da (a) O diagrama de corpo isolado consiste aqui de qua. Portanto.if. Como . apontando para a direita. Uma forca horizontal de ¸ N comprime um bloco pesando N contra uma parede vertical (Fig. N. A e B s˜ o blocos com pesos de N. respectivamente. ¸˜ C) que deve ser colocado sobre o bloco A para impedilo de deslizar. (a) Determine o menor peso (bloco tal e vertical as equacoes. ¸ Na vertical.

respectivamente.te de viscosidade. peso total de A+C. O diagrama para o corpo B tem apenas duas forcas: para ¸ cima. ´ ´ Como a estrada e plana (horizontal). a segunda lei de Newton Se o coeficiente de atrito est´ tico dos pneus numa rodoa aplicada aos dois diagramas de corpo isolado nos forne. e escolher o eixo apontando para a direita e o eixo apontando para cima. a baixa altitude. Portanto. (b) Se o bloco C for repentinamente retira. O diagrama para o corpo composto por A+C tem quatro forcas. e para baixo Isolando encontramos. a P 6-43 (6-33/6 ) Calcule a forca da viscosidade sobre um m´ssil de ¸ ı cm de diˆ metro. sem derrapar? A aceleracao do carro quando faz a curva e ¸˜ ´ . a magnitude da tens˜ o na corda.2. isto e que ´ .3 Movimento Circular Uniforme E 6-47 (?????/6 ) § I ` D¤ § D £ D£ I I Drƒ }C £ C ¤ § ~©E£ Db|¨¦ { C eEH § @ @ " I VYEI F G@ ¦  u f ˆ ‡ ‰p& € ‹ ŒI § ¨X T 75 § gc & … 0 n ok § Sf C ¦ f ED¤ ' f †…¥„‡€ I  & ‚ 9ƒm! & I W@ 0 n k 75 T " c l k `§ I … i 5 ¤ § S¨¦ & & & C ¤ § § C ¤ § f D©X ¨¦ C C D DDeB¦ I I @ Š@ I @ ‡ @  n k l mk ƒ C n zok T 5 l k 0 " @ ¤ § EX B¦ cC w y¨0 xl k I " € ¢ l ok & ƒI @ t" † ` § w D¤ B¦ c l k „  & & ‚ ƒm! & a“ & #ˆ ¦ S¤ c ¡ I T 5 $ “ ( $  p qn k i 5 p qn k § ¦  bD & 4( g §B¦ ' B¦ l mk § ¨¦ & & & I I DI § B¦ “ & “ sx" & & & l ok $ " %r“ p n qmk " & & v$ ¦  uE  $ " %V“ n k “ x" i 5 l k & a“ l mk ¤ § jB¦ & " )( " t( l mk (i 5 & p k p qn k p n qmk l mk l mk I § ¨¦ p n qok & “ & tsU$ ¡ .br/ jgallas P´ gina 4 a ¦ ˆ f w ©† & 0 Q " 4( 0Q 75 i ( ˆ i & Ž( 75 ¤ ‰¥£ §  ˆ  f † w ¥ 0 Q ¢ & d$ & ( ¤ ¨¦ § I † ¡ n ok & ( § § gc ' gc X EX   0 l ok 0 n k ' ¨¦ & (T 5 £ E£ £ E£ Como o peso do bloco A e ´ peso do bloco C e ´ N. e a area da seccao reta ´ ´ ´ ¸˜ Para que n˜ o ocorra deslizamento. onde e a densidade do ar. e para baixo o Perceba bem onde entra peso . e necess´ rio que a ´ a do m´ssil.2 Forca de Viscosidade e a Velocidade Limite a a ¸ dos). onde (da nente vertical da segunda lei nos diz que . Vamos supor que os blocos est˜ o parados (n˜ o acelera. qual ser´ a aceleracao do bloco A. O me. As componentes e da segunda lei de Newton s˜ o. A componente horizontal da segunda lei . 6-18 do livro texto: Portanto temos que e. sabendo que a ¸˜ press˜ es na primeira equacao acima obtemos o ¸˜ entre A e a mesa e ´ ? (a) Aqui temos DOIS diagramas de corpo isolado. e apontando para a esquerda a magnitude da forca de atrito. A area ea dada por ´ ´ .2.if. Substituindo as duas ultimas ex´ do. e e o coeficienı ´ ı ´ seja menor que . temos e . Jason Gallas. a compoAl´ m destas. ´ ı e ´ N N (b) Quando existe movimento. ` mesa e ´ . do positivo. Na ¸ horizontal. viajando na velocidade de cruzeiro de a m/s. e a velocidade do m´ssil. apontando para a direita temos a tens˜ o a m/s na corda.ufrgs.6. para cima temos a normal ¸ e onde se usa . IF–UFRGS 23 de Outubro de 2003. onde e a velocidade do carro e e o raio da curva. as 10:09 a. Sendo a forca normal da ¸ de Newton e ´ estrada sobre o carro e a massa do carro. consequentemente. exercida pela mesa sobre os blocos A+C. Na vertical. vemos que o menor N 6. segunda equacao acima).via e ´ .m.LISTA 1 . onde a densidade do ar e ´ Para o bloco B tomamos o sentido para baixo como sen. Da terceira acima tiramos Portanto. a unica forca que ´ ´ ¸ evita com que ele derrape e a forca de atrito da estrada ´ ¸ com os pneus.kg/m . Suponha . Se o carro n˜ o a http://www. a a magnitude do peso do bloco B. ¸˜ e . onde nor valor que pode ter com os blocos ainda parados m e o raio do m´ssil. finalmente. Temos tamb´ m que e . que .Prof. obtendo que Use a Eq. com que velocidade m´ xima um carro pode a ce as equacoes ¸˜ fazer uma curva plana de m de raio.

LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS

23 de Outubro de 2003, as 10:09 a.m. `

A origem do problema est´ na traducao do livro. a ¸˜ O livro original diz que “um estudante de libras” ....“tem um peso aparente de libras”. O tradutor n˜ o percebeu que, como se pode facia lemente ver no Apˆ ndice F, “libra” e tanto uma e ´ unidade de massa, quanto de peso. E e preciso ´ prestar atencao para n˜ o confundir as coisas. ¸˜ a

E 6-55 (?????/6 ) No modelo de Bohr do atomo de hidrogˆ nio, o el´ tron ´ e e descreve uma orbita circular em torno do n´ cleo. Se o ´ u raio e ´ m e o el´ tron circula e vezes por segundo, determine (a) a velocidade do el´ tron, (b) e a aceleracao do el´ tron (m´ dulo e sentido) e (c) a forca ¸˜ e o ¸ centr´peta que atua sobre ele. (Esta forca e resultante ı ¸ ´ da atracao entre o n´ cleo, positivamente carregado, e o ¸˜ u el´ tron, negativamente carregado.) A massa do el´ tron e e e ´ kg. (a) (b) (c) E 6-56 (???/6 ) A massa est´ sobre uma mesa, sem atrito, presa a um a peso de massa , pendurado por uma corda que passa atrav´ s de um furo no centro da mesa (veja Fig. 6-39). e Determine a velocidade escalar com que deve se mover para permanecer em repouso.

(a) No topo o acento empurra o estudante para cima N. A Terra com uma forca de magnitude , igual a ¸ puxa-o para baixo com uma forca de magnitude , igual ¸ a N. A forca l´quida apontando ¸ ı para o centro da orbita circular e ´ ´ e, de acordo com a segunda lei de Newton, deve ser igual a , onde e a velocidade do etudante e e o raio da orbita. ´ ´ ´ Portanto

Chamemos de a magnitude da forca do acento sobre ¸ o estudante quando ele estiver no ponto mais baixo. Tal forca aponta para cima, de modo que a forca l´quida que ¸ ¸ ı aponta para o centro do c´rculo e ı ´ . Assim sendo, temos , donde tiramos

P 6-62 (?????/6 )

http://www.if.ufrgs.br/ jgallas

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Um estudante de kg, numa roda-gigante com veloN cidade constante, tem um peso aparente de N no ponto mais alto. (a) Qual o seu peso aparente no ponto correspondendo a uma massa efetiva de mais baixo? (b) E no ponto mais alto, se a velocidade da roda-gigante dobrar? kg

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Para permanecer em repouso a tens˜ o na cora da tem que igualar a forca gravitacional ¸ sobre . N A tens˜ o e fornecida pela forca centr´peta que mant´ m a ´ ¸ ı e em sua orbita circular: ´ , onde e o raio que correspondem a uma massa aparente de ´ da orbita. Portanto, ´ , donde tiramos sem kg problemas que

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Atencao: observe que o enunciado deste proble¸˜ ma na quarta edicao do livro fala em “peso apa¸˜ rente de kg”, fazendo exatamente aquilo que n˜ o se deve fazer: confundir entre si, peso e masa sa.

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LISTA 1 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS

23 de Outubro de 2003, as 10:09 a.m. `

O diagrama de corpo isolado do avi˜ o cont´ m duas a e forcas: a forca ¸ ¸ da gravidade, para baixo, e a forca ¸ , apontando para a direita e fazendo um angulo de ˆ com a horizontal. Como as asas est˜ o inclinadas a onde e a velocidade da bola e e o raio da sua orbita. ´ ´ ´ com a horizontal, a forca de sutentacao e perpendicular ¸ ¸˜ ´ A componente e ´ as asas e, portanto, . Como o centro da orbita esta para a direita do avi˜ o, es´ a sen sen colhemos o eixo para a direita e o eixo para cima. A componente e da segunda lei de Newton s˜ o, res- Esta ultima equacao fornece a tens˜ o na corda de baixo: a ´ ¸˜ a pectivamente, sen . Portanto

A Fig. 6-42 mostra uma bola de kg presa a um eixo girante vertical por duas cordas de massa desprez´vel. ı As cordas est˜ o esticadas e formam os lados de um a 6.2.4 Problemas Adicionais triˆ ngulo equil´ tero. A tens˜ o na corda superior e de a a a ´ N. (a) Desenhe o diagrama de corpo isolado para a bola. (b) Qual a tens˜ o na corda inferior? (c) Qual a a 6-72 (?????/6 ) forca resultante sobre a bola, no instante mostrado na ¸ Uma forca , paralela a uma superf´cie inclinada ¸ ı figura? (d) Qual a velocidade da bola? acima da horizontal, age sobre um bloco de N, como (a) Chame de e as tens˜ es nas cordas de cima o mostra a Fig. 6-43. Os coeficientes de atrito entre o bloe de baixo respectivamente. Ent˜ o o diagrama de corpo a co e a superf´cie s˜ o ı a e . Se o bloco isolado para a bola cont´ m trˆ s forcas: para baixo atua e e ¸ inicialmente est´ em repouso, determine o m´ dulo e o a o da bola. Para a esquerda, fazendo um angulo ˆ o peso sentido da forca de atrito que atua nele, para as seguinte ¸ para cima, temos . Tamb´ m para a esquerda, e intensidades de P: (a) N, (b) N, (c) N. por´ m fazendo um angulo e ˆ para baixo, temos a forca ¸ . Como o triˆ gulo e equil´ tero, perceba que o a ´ a http://www.if.ufrgs.br/ jgallas P´ gina 6 a

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(c) A forca l´quida e para a esquerda e tem magnitude ¸ ı ´ N

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Um avi˜ o est´ voando num c´rculo horizontal com uma a a ı km/h. Se as asas do avi˜ o est˜ o inclia a velocidade de nadas sobre a horizontal, qual o raio do c´rculo que ı o avi˜ o faz? Veja a Fig. 6-41. Suponha que a forca nea ¸ cess´ ria seja obtida da “sustentacao aerodinˆ mica”, que a ¸˜ a e perpendicular a superf´cie das asas. ´ ` ı

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P 6-65 (6-45/6 )

angulo entre ˆ e tem que ser de sendo , como mostra a figura, a metade deste valor. Observe ainda que a relacao entre as magnitudes de ¸˜ e e ´ , pois deve contrabalancar n˜ o ape¸ a nas o peso da bola mas tamb´ m a componente vertical e (para baixo) de , devida a corda de baixo. ´ (b) Escolhendo o eixo horizontal apontando para a esquerda, no sentido do centro da orbita circular, e o eixo ´ para cima temos, para a componente da segunda lei de Newton

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LISTA 2 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS

17 de Outubro de 2003, as 8:20 a.m. `

Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a
Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de f´sica te´ rica, ı o
Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha ı

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı
Mat´ ria para a QUARTA prova. Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”, Halliday, Resnick e Walker. ı

Esta e outras listas encontram-se em: http://www.if.ufrgs.br/ jgallas
 

Conte´ udo
7 Trabalho e Energia Cin´ tica e 7.1 Quest˜ es . . . . . . . . . . . . . . . . . o 7.2 Problemas e Exerc´cios . . . . . . . . . ı com 7.2.1 Trabalho: movimento forca constante . . . . . . . . . ¸
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7.2.2 2 2 2 2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 7.2.6

Trabalho executado por forca ¸ vari´ vel . . . . . . . . . . . . . a Trabalho realizado por uma mola Energia Cin´ tica . . . . . . . . e Potˆ ncia . . . . . . . . . . . . . e Energia Cin´ tica a Velocidades e Elevadas . . . . . . . . . . . .

3 4 4 5 7

Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o

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` (a) A forca aplicada e constante e o trabalho feito por ¸ ´ ela e ´ ' bU7W4 a ` Y X V  T S R &U8) Q & ou seja. Portanto o trabalho total e dado pela ´ soma dos trabalhos individuais realizados por cada uma das trˆ s forcas. Considerando as duas polias m´ veis (as duas que est˜ o ligadas ao peso o a ) vemos que tais polias puxam o peso para cima com 7. onde e ´ representa o deslocamento comum a ambas molas. ¸  "   #%$ ¤  ¤ § ¥ ©¨¦¤  ¨  "   #!¥ ¤  ¥   (b) A forca da gravidade aponta para baixo. Uma carga de N deve ser levantada m.if.ufrgs.1 Trabalho: movimento com forca constan. dirigida acirepresenta o peso total da carga mais polias ma da horizontal. O angulo entre esta ˆ forca e o deslocamento e ¸ ´ e. ' ¡ §  ¤ ¥ ¤    ¥ & h H g #G  I H " B P eB H 9 "9 dc Q & Q 7-13 J T ` Y feX R ¡ T R 7.forca total para cima aplicada nas polias m´ veis e ¸ ¸ o ´ . . atuam no caixote. atrito seja desprez´vel e que as duas polias de baixo. a mos que (b) pelo peso do caixote e (c) pela forca normal exerci¸ da pelo piso sobre o caixote? (d) Qual o trabalho total N executado sobre o caixote? http://www. de modo que o tra(a) Temos e . isto e ´ ı ´ . Portanto trabalho executado para levantar a carga de m? (c) Qual o deslocamento da extremidade livre da corda? (d) Qual o trabalho executado pela forca para realizar esta ¸ tarefa? ou seja. P 7-9 (???/6 ) onde e representam os delocamentos provocados pela forca idˆ ntica que atua sobre ambas as molas e que A Fig. de modo que a ¸ 7.br/ jgallas h B H " H G ¡  " ¨ y H r 9 7f#q x r H € ¦q  r w tu 4 w tu I H " P H   ¡ " H ¦G 4 r " ¡ H " p R ' " ¡ w u s tvt4 F 4 R H r #q 4  p " #  3 ¤  ' ¦¡  2 CD¥ ¤  ¤ '    7 ¤  " ¦ ¥ ¥ ¤   B$ ¤ 3A¥ ¤ @ ¤ ¥  9 ¥  ¤ ¥ ¢ E¡  ¤ 7¥ ¤ ¥   ¥  65¥ ¤  1¥    8   0   § ¥ 0)(& 4  F C     ¥ 0 ¥ & ¥  P´ gina 2 a H  iI ¦g H H g ¦#G ` Y eX I ¦g H As molas A e B s˜ o idˆ nticas. (b) Agora temos e . Suponha que o implica ter-se. a tens˜ o nela e a mesa ´ ma ao longo de todo seu comprimento. (d) As trˆ s forcas acima mencionadas s˜ o as unicas que e ¸ a ´ tanto. ou seja. ˆ ¸ a  7 Trabalho e Energia Cin´ tica e . como . (a) Qual a forca ¸ m´nima necess´ ria para levantar a carga? (b) Qual o ı a donte tiramos . qual onde m´ veis.2.m.2 Problemas e Exerc´cios ı uma forca aplicada em quatro pontos. te Se for a forca m´nima para levantar a carga (com ve¸ ı locidade constante.o trabalho feito pela forca gravitacional e ZERO. exceto pelo fato de que A a e e mais r´gida do que B. ´ ı ´ que a massa da corda seja nula). Por. encontrao trabalho executado sobre o caixote (a) pelo oper´ rio. e o deslocamento do caixote.1 Quest˜ es o onde e a forca. . em magnitude.Prof. Assim. e e ´ ¸ ´ ´ o angulo entre a forca e o deslocamento . Portanto. 7-27 mostra um conjunto de polias usado para ¸ e facilitar o levantamento de um peso . ent˜ o a segunda a lei de Newton nos diz que devemos ter E 7-2 (7-7/6 edicao) ¸˜ Para empurrar um caixote de kg num piso sem atrito. o trabalho total e e ¸ ´ J. o N. pesem juntas a N.e. as 8:20 a. (a) Supondo que o peso da corda e desprez´vel (isto e. sem acelera-la). um oper´ rio aplica uma forca de a ¸ N. Jason Gallas. IF–UFRGS 17 de Outubro de 2003.LISTA 2 . perpendi¸ cular ao deslocamento do caixote. ¸ ´ (c) A forca normal exercida pelo piso tamb´ m atua per¸ e pendicularmente ao deslocamento. i. ou seja. Qual das duas molas realiza um trabalho maior (a) quando elas sofrem o mesmo deslocamento e (b) quando elas s˜ o distendia das por forcas iguais. Se o caixote se desloca de m. as ı ` quais est´ presa a carga.balho por ela realizado tamb´ m e ZERO.

Jason Gallas. a V r V w tu H " H P q r ¡   B 9 3¦" eB r 9 ¡  V W4 r B ¦q x H € 9 q fr    r onde o valor de foi obtido da segunda equacao acima. o que n˜ o ocorre com as respostas fora necidas no livro. Dese. Portanto.2.ZERO. o que nos fornece as equacoes. atrav´ s deles. Em . Supondo ¸ ´ . a extremidade livre da corda abaixo de metros. ´ a o trabalho feito pela corda e ´ sen a 4 s vfw 9 ™ ˜  †de – ™ ˜ d) ”  r H " ¦H P   ¡  B 9 H € 9 ‚¦" UB ¦q x ¡  V V w tu V W4    y . respectivamente. desenhar uma ´ ¸ e exercida pela corda. B B  ih9 4   !im9  B  jih9 k B  ih9 4 k  "  !o8 H  n  (a) A express˜ o de a diz-nos que a forca varia li¸ (a) A forca na corda e constante. vemos que o trabalho total e ´ mente para a esquerda desenhe a forca de atrito. Calcule (a) o trabalho executado pela corda sobre o bloco e (b) o coeficiente de atrito dinˆ mico entre o bloco e o piso. escolhemos dois lho e dado por ´ . ` sen Observe que os valores encontrados nos itens (b) e (d) devem coincidir. a q h ¦€ †„ R a ` Y X V bfe7W4 € h H r T  T S R 0‡6¨ I G ¡ G „h #…ƒP   F A forca exercida num objeto e ¸ ´ . senhe a forca normal ¸ apontando para cima. Faca a ¸ (b) A resposta pode ser obtida facilmente fazendo-se um figura! diagrama de corpo livre onde constem todas as (quatro) Olhando para a figura vemos que o trabalho total e da´ forcas aplicadas.positiva. de modo que o traba.) ¸˜ a (c) A cada metro que a carga sobe. (d) O trabalho feito pela pessoa que puxa a corda pela extremidade livre e ´ . Ou seja.ufrgs. a integral nos diz que ¸ e para cima. IF–UFRGS 17 de Outubro de 2003. e linha reta. o outro indo de at´ e . Portanto ´ ˆ ¸ Para temos enquanto que para temos . ¸˜ sen k k  "  !ts  "  !©q B k 4 ' k h ƒH  k z V E¡  " #d9  !" |   k w vk | u |}z x s   {k 4 I  k  yk 4 £v x w u t   ei H p§ s B k rs ' 4  H9 k rs 4  4  k     ¨q k 4  H  4  q H  i ˆ h ¡ h H b¦P ' H ’  I G  ¡ UX ` Y a w  s —a 4 ” s a ` Y X •“e64 B H r UB ¦€ †„ x € h 9 q h 9 ‰ ˆ – R  ‘ i a http://www.br/ jgallas P´ gina 3 a ¡ s Wk k l4 4 F h ƒH h J 7. Portanto. cada segmento da corda entre o conjunto superior e inferior de polias diminui de um metro. ou seja devemos desenhar uma linha reJ ta que passe pelos pontos e . ¸ nhe a forca que puxa o bloco apontando para a direita (b) Analiticamente. fazendo um angulo com a horizontal. sendo uma ¸ a ´ peso apontando para baixo. onde e a ´ distˆ ncia que a extremidade livre se move. ´ a e o angulo entre a forca e o deslocamento. no total a extremidade livre da corda move-se m para baixo. P 7-12 (???/6 ) Um bloco de kg e puxado com velocidade constan´ te por uma distˆ ncia de a m em um piso horizontal por uma corda que exerce uma forca de ¸ N fazendo um angulo de ˆ acima da horizontal. a segundo lei de Newton nos diz que para que o bloco se mova sem acelerar devemos ter equil´brio ı tanto na horizontal quanto na vertical. as 8:20 a.2 Trabalho executado por forca vari´ vel ¸ a P 7-16 (???/6 ) I G sen " h h " bH  ¡ B € „ 9 B q ƒg UB fG bP 9 q h h 9 „ h s I G B € „ 9 q h ¡ UX ` Y a ™ ˜ 4 s 6gw a ` Y X bfe64    ™ ˜ (A resposta na traducao do livro est´ incorreta. ¸ do pela soma da area de dois triˆ ngulos: um que vai de ´ a Desenhe um ponto representando o bloco. e a distˆ ncia do deslocamento.if. Calcule o trabalho realizado para deslocar o objeto de at´ e (a) fazendo um gr´ fico de a e determinando a area sob a curva e (b) calculando a inte´ gral analiticamente. ˆ Com isto tudo. deat´ e . a outra negativa.m. Apontando horizontal.Prof. a forca Como os dois triˆ ngulos tem a mesma area. A magnitude da forca de atrito e dada por ¸ ´ onde e a distˆ ncia de levantamento da carga. Portanto. onde e a forca pontos convenientes para.nearmente com .LISTA 2 . ¸˜ Substituindo o valor de na primeira das equacoes aci¸˜ encontramos sem problemas ma e resolvendo-a para que ” – h J ' B (b) O trabalho feito pela corda e ´ .

` 7. A aceleracao do astronauta e ¸˜ ´ o trabalho realizado sobre o astronauta (a) pelo helic´ ptero e (b) pelo seu pr´ prio peso? Quais s˜ o (c) a o o a energia cin´ tica e (d) a velocidade do astronauta no moe J mento em que chega ao helic´ ptero? o http://www. Portanto e h ~ „ ƒ 5ƒH H h  h ƒg ¡ ¡   F E 7-18 (7-21/6 ) Uma mola com uma constante de mola de N/cm est´ a presa a uma gaiola. onde e ´ a massa do el´ tron e a sua velocidade.4 Energia Cin´ tica e km/h P´ gina 4 a h Ap´ s reduzir em kJ a energia cin´ tica teremos o e Perceba que durante o segundo intervalo o trabalho realizado e mais do que o dobro do trabalho feito no pri´ J meiro intervalo. Qual de um cabo. Jason Gallas. ciente para reduzir a energia cin´ tica do carro de e ¸˜ onde e a constante de forca da mola. Os freios s˜ o aplicados por um tempo sufia kJ.3 Trabalho realizado por uma mola E 7-22 (7-1/6 ) Um el´ tron de conducao (massa e ¸˜ kg) do cobre. como na Fig. onde e a massa do carro e ´ (b) Agora basta substituir-se m e m na express˜ o para o trabalho: a km/h m/s e a sua velocidade inicial.2. Qual a velocidade do el´ tron? e A energia cin´ tica e dada por e ´ .Prof. Isto nos fornece ´ ‰ H ¡  g …¦P h ¡  " “¦  B Œb€ UB ¦H x 9 H H 9 „h ¡ ¡ ’ Š " ¦  s ‹ ’ H #G  ’ “Š „h …ƒ€  „ H H¦H€¦P  H f€ ¡  H €  ’ ‹    B iƒ H 9 „ ¡ h „ ƒ 5ƒH P r h f#H ƒH ¡  ˆ B € †„ 9 h ‡  h v€ †„ s   B iƒ H „  ~ ¨y s s B h 9† H H  ¦" G dbB #G 9 ¡ ¡ ¡  „ ƒ 5ƒH  h 9 H H …€ †„ UB #G 9 ¡ ¡  h ‚€ „ „ ƒ 5ƒH  ¡ ¡ " ¡  s  s  " G h   ¡ H ¤   ~      m/s h E 7-21 (7-???/6 ) ‰ ¦H ¡  “g h " F (b) Como ao parar a energia cin´ tica final do carro ser´ e a ZERO. • #H P bP h ¡ ¡  h ‚g ƒq   „ H B • H ¡ ¡ H¦HH ¡  h 9 ‚g ƒq ƒ"  H …#G s ‰ H  ¡ H ¦G  g …¦P h  ” —Š  ¡ "    ” —Š ” ‹ h J  (a) Quando a gaiola move-se de o trabalho feito pela mola e dado por ´ s   V B i ¤ € !u 9 s Eu  t   para m/s J  ‘ ¦H ¡ ¡ " #  q ‹  "h ¡ ¦¡  Ž~ ƒ H „ 5ƒ H ¡  ~ B Ž~ ƒ H  ¡  ¡  „h @Œb€ Š  h bg ¡ ¡  „h 9 f…ƒ€ ƒ" ‹   Š "   ‹  "  B ~    h9 ¤ ' s ¡ € u " |   ¤  u || ¡ € „ h P ƒH h ¡ s € †„ h "   . IF–UFRGS 17 de Outubro de 2003. Embora o deslocamento tenha sido a idˆ ntico em ambos intervalos. teremos que ainda remover J para fazelo parar. (a) Qual o trabalho executado pela mola sobre a gaiola se a mola e ´ distendida de mm em relacao ao seu estado relaxa¸˜ do? (b) Qual o trabalho adicional executado pela mola se ela e distendida por mais ´ mm?    ¨i ~   yei G ¡ F E 7-29 (???/6 ) H ¦€ H H ¦H F ¡ Um carro de kg est´ viajando a a km/h numa estrada plana. a forca e maior durante Com isto. a velocidade final do carro ser´ e ¸ ´ o segundo intervalo. o tem uma energia cin´ tica de e J. 7-31. numa temperatura pr´ xima do zero absoluto.LISTA 2 . qual a sua energia cin´ tica e Um helic´ ptero levanta verticalmente um astronauta de o neste instante? kg at´ e m de altura acima do oceano com o aux´lio ı Usando a definicao de energia con´ tica temos que ¸˜ e .2. Substituindo (a) Qual a velocidade final do carro? (b) Qual a reducao ´ ¸ adicional de energia cin´ tica necess´ ria para fazˆ -lo pae a e me m encontramos rar? J (a) A energia cin´ tica inicial do carro e e ´ .if.ufrgs.m. as 8:20 a.br/ jgallas ¡ w G ¡ " „ B „ H ¡  "h ¡ ¡ h 9 eB ‰ H „ H ~ ¡   ¡ "  ‚g h d9  G „ f¦Œh ¡ " ¡ "h   ¡ ¡ ‹  s ¡ "  Š  q †r h „  7. • H ¡  h 3g ƒq F Se um foguete Saturno V com uma espaconave Apolo ¸ acoplada tem uma massa total de kg e atinge P 7-35 (7-17/6 ) uma velociade de km/s.

A aceleracao e ¸˜ ´ .LISTA 2 . de modo Da segunda equacao obtemos que . Jason Gallas. Substiutindo esque . ` (a) Chame de a magnitude da forca exercida pelo (b) A forca da gravidade aponta no mesmo sentido ¸ ¸ cabo no astronauta. aponta para baixo.ufrgs. de magnitude ¸ .br/ jgallas P´ gina 5 a 4 ™ ` Y X U$w š   ' h ƒH z H  h I †P „ ` Y eX r ƒH h ™ –   ` Y X e›w  4 w ™ ™ H r ƒ H z ¦P x ~  ` Y X U›w ™ ˜  dœ w š   x w s o– s ” s —•t4 –  ™ ˜ dœ ‰  ™  r ¦P h  ” 4 ¡ ” h g bq h r h J H H ¦fr ¡ F (c) O trabalho total feito e ´ H H ¦H ¡  ¦¦H H H € ¡ s H H ¦€ ¡ ¦¡  ˜ 0 P 7-43 (???/6 ) " ¡ u w tu h br  V w tu w tu    „ " G h 4 s w 6ftu P s  w   " „ B ¦¦H b" H H 9 ¡ ¡ V 4 Wrs r w " #  q ‹ ˜  w r ¡ ¦¡ w  4 4 4 r  Q & F V w tu  4  Š Š P  "    — – 4  ‹   J . IF–UFRGS 17 de Outubro de 2003. 7-38). de massa com uma tan aceleracao constante ¸˜ .m. a velocidade do bloco. A forca est´ direcionada no sentido modo que ¸ a ¸˜ oposto ao deslocamento de modo que o trabalho que ela te resultado na primeira equacao e resolvendo-a para obtemos faz e ´ h ™ ™ d˜ y ™ sen http://www. De acordo (c) O trabalho total feito sobre o bloco e ´ com a segunda lei de Newton.5 Potˆ ncia e h • ¦H ¡  € gH h ¡ s  AB G UB q ƒg U¦" „ 9 9 h 9 B ¡ s   V †w  s J Um bloco de granito de kg e puxado por um guin´ daste a vapor ao longo de uma rampa com velocidade Como o astronauta partiu do repouso. no sentido oposto ao ¸ de . Al´ m disto. inicialmente em repouso. P 7-36 (7-19/6 ) O angulo do plano inclinado vale ˆ Uma corda e usada para fazer descer verticalmente um ´ bloco. as 8:20 a.2. calcule (a) o trabalho realizado pela a Tomemos o eixo na direcao do plano inclinado. enquanto que a ¸ sen forca da gravidade. A normal aponta perpendicularmente a ram` pa. o teorema do constante de m/s (Fig. as componentes e da se¸˜ ´ (a) Chame de a magnitude da forca da corda sobre gunda lei de Newton s˜ o. a forca e ¸ ´ (d) A velocidade ap´ s haver baixado uma distˆ ncia e o a ´ V h V w   Š Š u "  x ‹ h #H •  …€ h ¡ ¡ ¡ H ¡ B G eB q ƒg e" „ 9 9 h 9 B ¡ R ¡ ¦¡  H V w H   ¡ ¡ ¦¡   V W4  (Q T R  (b) O peso tem magnitude e aponta na direcao opos¸˜ ta do deslocamento. apon¸˜ corda sobre o bloco. a velocidade final do astronauta Para determinar a magnitude da forca com que o ¸ ser´ a guindaste puxa o granito usaremos um diagrama de corpo livre. e . ¸ a o bloco. Depois que o bloco desceu uma distˆ ncia . para baixo.Como o bloco parte do repouso. respectivamente. para cima. a aceleracao do astronauta e ¸˜ ´ . m/s km/h Chamemos de a forca de atrito. o trabalho feito pela de com sua energia cin´ tica ap´ s haver baixado uma a ¸˜ distˆ ncia .Prof. Considere o sentido para baixo como sendo o sentido positivo. O coeficiente de atrito a ´ Trabalho-Energia diz-nos que sua energia cin´ tica final dinˆ mico entre o bloco e a rampa e e .if. (b) o trabalho realizado sobre o tando para cima e o eixo apontando no mesmo sentido bloco pelo seu peso. Qual a potˆ ncia e dever´ ser igual a a do guindaste? (d) Como . (c) a energia cin´ tica do bloco e (d) e da normal . A forca aponta para cima. o valor acima coinci¸ e o camento est˜ o na mesma direcao. Ele executa um trabalho 7. Como a forca e o deslo. A forca do cabo aponta para cima e que o deslocamento de modo que ela faz um trabalho ¸ o peso do astronauta aponta para baixo. de lei de Newton diz-nos que . A segunda ¸˜ . h V w tu ¡ r  V w tu y r V w †tu P s  ˜ & V w †tu ‰ ™ V  0 – 4  ' H ¡ H w ¡  w  w  s t4 w  de modo que . enquanto que a magnitude da forca da gravidade ¸ aponta verticalmente para baixo. Como a aceleracao e zero.

Prof. ` A forca do guindaste aponta no mesmo sentido que a ve. de modo que o trado terceiro segundo. isto a e. Jason Gallas. sua energia cin´ tica e Uma forca de N age sobre um corpo de ¸ kg inicialn˜ o muda e. suponha que se mova o tempo todo com velocidade ´ sen constante. as 8:20 a.LISTA 2 .br/ jgallas " ¡ H ¡ F r Ÿ ‹ h    G  ˆ G ¡ B P9  B G9  ˆ ‹  Ÿ  4  ˆ (b) Substitua h J h g h ¦g ƒH  € r %„ G P #„ " r h  ˆ d9 £ B " 4  B P9   Ÿ 4 " G ¡ ¢ ‚z  G x P  ¡  Ÿ  „ "  e~ Ÿ Para se s temos h J Este valor corresponde a W W/hp hp h G P #„  ‰ H Hq ¡  " Ph ¡  Ÿf¨ ¦ 0  " G h ¨ ˆ B 9 £ ¡ B "  d9 " G ¡ ¢ ‚z  G x ¡ " e  Ÿ      ~ Ÿ Para se s temos h J W P´ gina 6 a  Ÿ f¨ H ¦q  P P h ¦q ƒH  ˆ B H 9 £ " G ¡  B 9 ¡ Az  G x ¢  ¡  Ÿ  ~ ¡ H   ~ Ÿ Para se s temos Este trabalho e feito num intervalo de tempo ´ min s e. o trabalho total feito e zero. kW O trabalho total e a soma dos trabalhos feitos pela ´ gravidade sobre o elevador. P 7-49 (???/6 ) e Ao final do terceiro segundo temos A forca (mas n˜ o a potˆ ncia) necess´ ria para rebocar um ¸ a e a barco com velocidade constante e proporcional a veloci´ ` dade. e o trabalho feito pelo motor sobre P 7-47 (???/6 ) o sistema: .P 7-48 (7-35/6 ) ¸ locidade do bloco. (b) a potˆ ncia instantˆ nea aplicada pela forca no final e a ¸ O elevador move-se m para cima. Portanto €   €   J .m. segundo e terceiro segundos e Energia. O contrapeso do elevador tem uma massa de kg. o trabalho feito pelo motor e ´ . Como o elevador move-se com velocidade constante. balho feito pela gravidade sobre ele e ´ (a) A potˆ ncia e dada por e ´ e o trabalho feito J por entre o instante e e ´ O contrapeso move-se para baixo pela mesma distˆ ncia. a de modo que o trabalho feito pela gravidade sobre ele e ´ h ‰ H ¡  P h …¦H G  r 9 h 9 H G 9 B !G UB q ƒg eB ¦g x V w h ‰ H ¡  G h fP ƒ€ H¦Gg P s  r 9 h 9 H lB #G UB q ƒg UB H " 9 ¦  y ¥  y ¤ 0e7&e›6 r #G ¡ ¡ r !G H ¡ s  F   ¦  y ¥  y ¤ &žA6ž‚6 V †w ˜ H H " s   ¡ ˆ ¤  ¡ s  r¤   z „ I fP ` Y feX G Œh r ƒžy I fP h H „ h ˆŸ ¡ V ‹ ‹ 4  4   (t z ™  ` Y UX s s x s ˆ  Ÿ B ¦P h UB q ƒg UB r 9 9 h 9 H H r ¡ ¡  ™ ˜ Ÿ V ˆ ~ Ÿ y @™     (t h x  F ‹ G w ‹  „ ¡ 4      R ˆ  em obtendo ent˜ o a para a potˆ ncia num instante qualquer. Calcule a potˆ ncia (em cavalos-vapor) que o motor do elevae dor deve desenvolver. portanto. IF–UFRGS 17 de Outubro de 2003.if. Ignore o trabalho necess´ rio para a sen colocar o elevador em movimento e para fre´ -lo. de modo que a potˆ ncia do guindaste e Um elevador de carga totalmente cheio tem uma massa e ´ total de kg e deve subir m em min. a magnitude da aceleracao e ´ ¸ ¸˜ ´ e a velocidade em funcao do tempo e dada ¸˜ ´ Como . Determine (a) o trabalho executado ´ pela forca no primeiro. o trabalho feito pela gravidade no contrapeso. Isto significa que ¸ . Se s˜ o necess´ rios hp para manter uma velocia a W dade de km/h.ufrgs. quantos cavalos-vapor s˜ o necess´ rios a a para manter uma velocidade de km/h? http://www. de acordo com o teorema do Trabalhoa mente em repouso. a potˆ ncia fornecida pelo e motor para levantar o elevador e ´ h J ‰ H ¡  B ¦H G P h ‰ H ¡ s  " Ph G h P ƒ€ 9  §¥   s ¤ H   t¦ ˜   h z ~ Ÿ s  Ÿ  x   " 4 ¡  Ÿ V Ÿ  ¡ 4  Ÿ    €   t    ‹ por ¥ i  6 ¥ 4  Ÿ ¡  R Como ”  ¡ e a forca total.

onde e a velocidade e e uma constante de ´ ´ proporcionalidade. tal e solucao e menos elegante que a acima apresentada. (a) Qual e ´ a relacao entre a velocidade do el´ tron e a velocidade da Portanto. A potˆ ncia necess´ ria e e a ´ q¦¦g h " g r #H h "  ‹ © 4 ‹ © ‹ c 4 ¡ ¡ ˆ   m/s. as 8:20 a. temos . vemos sem problemas que keV z £¡ s ¬ H h ­ q h !“€ bH ¡  q g " @¦g h e ­  ­ x Como o problema afirma que a forca e proporcional Como a velocidade da luz e ¸ ´ ´ a velocidade.ufrgs.6 Energia Cin´ tica a Velocidades Elevadas e "  Š J Um el´ tron se desloca de e cm em ns.if.devemos usar express˜ o relativ´stica para a a ı Esta f´ rmula nos diz que a potˆ ncia associada a uma energia cin´ tica: o e e velocidade e ´ e a uma velocidade e ´ .2. ƒ H  H …¦€ h  ¯~ ¡ ¡ • H ƒ  h …H ƒP ~ ¡  Š © © h • ƒ H "  h ‚H bP  • ~ ƒ H  ¡ h hp J  B € bH 9 q h s ¡ ® ~ ¡ ¬ ¦H H ¦g ¡ G " ƒH h  AB H 9  B P x3B H 9 9  ¡ ¡  z "  r " ‚#H h t    ¡ ƒ H ¡  ƒH ƒ ~ ¦P ‹ h G ¡  gG " bH h  ƒG h ¡  ‹ r ¡ x  H Ÿ  V   ‹  r~ ˆ Para hp e .br/ jgallas ' „ h fP ƒH  h gh ¡ • H ƒP h ~ s ƒ H H ƒP h ¡  H fg h  ¡ E 7-50 (???/6 ) F P´ gina 7 a h H g ¡  ‰ H ¡  H …¦g h ¡ ´ Observe que e poss´vel determinar-se explicitamente o Este valor e equivalente a ´ ı valor de a partir dos dados do problema. Por´ m. . podemos escrever que a forca e dada por ` ¸ ´ . dividindo-se por podemos nos livrar da constante desconhecida.dor. onde ¸˜ ´ determinamos implicitamente. IF–UFRGS 17 de Outubro de 2003. Perceba que n˜ o usar a f´ rmula relaa o tiv´stica produz um grande erro!! ı ² „ ¦fP http://www.LISTA 2 . obtendo que  B ¬ H ¡ z ¡  q g "9 …¦g h dUB „ H ~ ¡ s  ­  ‹ ¡ s ¡ ®  x ¡ ¦¡ ­  i h ƒg 9   Š  ‹ ~ ˆ  © h  ‹ e ‹ ˆ h ~ ˆ ~ ‹  z  ‹ x ~ ‹ ª © ©    ˆ ˆ ~ ˆ ~ ‹    ‹ « © ˆ (c) Classicamente a energia cin´ tica e dada por e ´ ¬  B ¦H ¡  r "9 „ ±#H h °eB 5ƒ H ~ ¡  ¡ ¦¡ h ƒg 9 ¡  ‹  q ¡ 7.Prof.m. Jason Gallas. ` (b) Como a velocidade do el´ tron e pr´ xima da velocie ´ o dade da luz. simplificando j´ a potˆ ncia ¸˜ e ´ a e luz? (b) Qual e a energia do el´ tron em el´ trons-volt? comum ´ e e que aparece no numerador e denomina(c) Qual o erro percentual que vocˆ cometeria se usas. o erro percentual e. Portanto. e se a f´ rmula cl´ ssica para calcular a energia cin´ tica do o a e el´ tron? e erro percentual (a) A velocidade do el´ tron e e ´ h m/s ou seja.

IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. . . . .Prof. . . . Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if. Po. . Jason Gallas. . . Halliday. . . Massa e Energia . ¸˜ Trabalho Executado por Forcas ¸ de Atrito . . . . . . . . .2. . Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”.ufrgs.br (listam2.2 Problemas e Exerc´cios . . . . . . professor titular de f´sica te´ rica. . . . . . .1 Quest˜ es . ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www. .br/ jgallas Conte´ udo 8 Conservacao da Energia ¸˜ 8. as 10:23 ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas. .1 Determinacao da ¸˜ tencial . . . . 2 2 2 2 8. . . o 8.2. . .ufrgs. .2 8.2. . . . . . . . . .br/ jgallas   7 8 8 11   . . .tex) P´ gina 1 de 11 a http://www. . .ufrgs.5 Usando a Curva de Energia Potencial . . ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. .if. .4 8. . . .if. Resnick e Walker. Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a QUARTA prova. . . . . . . Conservacao da Energia . .2. . ı 8. Energia .3 8.LISTA 2 .2.

Ent˜ o ı a § D RP D 5 F RP F C  C  N/m§ D C F C F  ¤§ ©¨¦ B 3 9 7 § 4 ¥A@86 05 £ # !  %$"¨   £ 2£ ! ¥¥'3 01 ¤ ¦ § 3  ¤ £ ¥210£     a  !     )('£  & ¡ ¡ Se tomarmos a energia potencial como sendo zero no in´cio da rampa. Neste caso a unica forca a realizar trabalho e tencial quando sofre uma compress˜ o de a ¸˜ ´ ¸ ´ a constante da mola? a forca da gravidade. donde tiramos que 22). Com que velocidade o gelo est´ se movendo ao a chegar ao fundo da taca? ¸ m§ A unica forca que faz trabalho sobre o pedacinho de ´ ¸ gelo e a forca da gravidade. que se comportam neste caso como um “fluido”.br/ jgallas W §D  P D C  F  P F UHRTE5SIRQGC a Y W  D '`XVH P´ gina 2 de 11 a s ¤§ ƒ ƒ %©02„ w ƒ § ¦ ¤ ¥3 ¨'¥£  § 6 '4 TT£ ! 3 3 ƒ s 3 9 7 3 s 9 '¥¥2€# B t‚¥A w Y W 0Gv  u ¤A9 s ¤§ ƒ %©02ƒ w  u ¤ †@¥$9 £ # ! d W  w Y %$'fcE0`W 3  F yGGC £ # ! d W  D %$'f5xEC u A9 ¤ w  Y €£ ! 'd …  ‡…  `w F GC D H D EC F I .energia cin´ tica do caminh˜ o no in´cio da rampa de esa sua energia cin´ tica no topo da rampa.caminh˜ o. ent˜ o ı a . onde e a velocidade inicial do ´ Um pedacinho de gelo se desprende da borda de uma mos que a j´ que o caminh˜ o para.1 Quest˜ es o representa a massa do pedacinho de gelo. Chamando de a velocidade do pedacinho de gelo ao atingir o fundo. em ¸˜ vez dos km/h da quarta. ajuo Consideremos a energia potencial no fundo da taca co¸ dando a diminuir mais a distˆ ncia necess´ ria para parar a a mo sendo zero. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. temos ent˜ o. Portanto a a taca hemisf´ rica sem atrito com ¸ e cm de raio (Fig. que e uma forca conservati´ ¸ ´ ¸ Se chamarmos de o comprimento da rampa. a ı a neutro e est´ vel. Neste caso a energia potencial no topo o ve´culo. Seja ¸ ¸ a e a ı Como sabemos que a energia potencial el´ stica arma.Prof. onde representa o raio da taca e ¸ http://www. obtemos facilmen. Sabemos que pois o pedacinho de gelo parte do repouso. Por quˆ ? e Nota: uso o valor km/h da sexta edicao do livro. ent˜ o tea va.LISTA 2 . j´ que na quarta edicao n˜ o a ¸˜ a e fornecida nenhuma resposta.2 Problemas e Exerc´cios ı 8.1 Determinacao da Energia Potencial ¸˜ E 8-1 (8-??/6¢ edicao) ¸˜ ¤ ¥£ Uma determinada mola armazena J de energia poDespreze o trabalho feito por qualquer forca de ¸ cm. ı vale . remos que sen . Felizmente a estrada disp˜ e de uma rampa de escape. Seja e zenada numa mola e ´ . ´ 3 s 2t9 … 3 £ ¥A9 8. uma forca conservativa.if. 8.cape e e os respectivos valores da energia potencial no te que in´cio e no topo da rampa. com uma inclinacao de o ¸˜ (Fig. temos ent˜ o ¸ a m§ sen sen Areia ou cascalho. e . o que nos fornece 9§ £   £ § 3  § 6 r05q¥2£ Tp24 0T£ g £ # ! d W  a Y %$'fce'`W d F  3 s 2t9   a Y g  i¨$£ h8d d 3  D cbGC u ¤ ¥$9 D I ¡ m/s§ Q 8-10 Cite alguns exemplos pr´ ticos de equil´brio inst´ vel. de ¸ a sua energia cin´ tica no que e fundo da taca. da equacao da conservacao da a ¸˜ ¸˜ energia acima que .ufrgs.2. Qual friccao. Jason Gallas. Qual o menor comprimento da rampa para que a velocidade do caminh˜ o chegue a zero ana tes do final da rampa? As rampas de escape s˜ o quase a sempre cobertas com uma grossa camada de areia ou cascalho. a ¡ E 8-8 (8-13/6¢ ) Um caminh˜ o que perdeu os freios est´ descendo uma a a estrada em declive a km/h. as 10:23 ` 8 Conservacao da Energia ¸˜ 8. tem mais atrito que uma pista s´ lida. Tea ¸˜ ` ¸˜ . onde e a altura ´ E 8-6 (8-3/6¢ ) final do caminh˜ o em relacao a sua posicao inicial. de sua energia potencial da borda e de ¸ sua energia potencial no fundo da taca. donde tiramos finalmente Chamando de a energia cin´ tica do pedacinho de gee lo na borda da taca. 8-24).

como na Fig.(b) A energia cin´ tica final e zero. a energia a ´ mente ap´ s o lancamento e o ¸ ´ da mola comprimida deve ser a mesma que a energia potencial gravitacional no topo do voo. A barra n˜ o faz trabaa cance um alvo situado a m de distˆ ncia. de modo que a bo´ la pode descrever um c´rculo plano vertical. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. ´ Portanto. A barra e ı ´ mantida na posicao horizontal. (c) Determine a velocidade do proj´ til no momento em que atinge o solo. as respostas acima e dependem da massa do proj´ til? e d ¤ £ 2A9 ‰ ˆ£ § F ¥d   3 ¤ ¥A9 9 £ 3 ‘ u 9 $T‰ W ¡ variacao da energia potencial gravitacional da bola de ¸˜ gude durante a subida? (b) Qual a constante da mola? (a) Neste problema a energia potencial possui dois termos: energia potencial el´ stica da mola e energia poa tencial gravitacional.Prof. onde e a velocidade do que e a resposta oferecida pelo livro-texto. no a ´ ponto mais alto) e ´ .if. de a ¸ ´ http://www.LISTA 2 . Portanto 4 § 3 23 T%£ 4 ‰ § 3   4 § 3 £  § 6 n 3 9 7 ¤  l '%6 05H2¥3 0¥1p24 0p B 0t‚81hmq i423 §T3‡Pf%5Gw 3 £  w w Y W  l ˆ`ciq ¡ ¡ (a) Se for a massa do proj´ til e sua velocidade e J§ ap´ s o lancamento. apareca nas edicoes subsequentes do livro. J§ . onde e a altura do pon´ to mais elevado. ent˜ o sua energia cin´ tica imediatao ¸ a e (b) Como a energia mecˆ nica e conservada. ¸˜ ´ § … Y W  … Y W u … Y W £  D  u F  fˆG„v¨`‚@ˆ`€„xHviI• E 8-12 (8-17/6¢ ) r%“)`csI … £ Y W  F … Y W  D ˆ`’rH 3 § 2‰ ˆ£ 6¥¤A9i g 3 9 7  ‰ § £ P § ¦ £d hB t‚¨%6 ˆ™f3 ˆ21e0£ W D  P D C 1I™"G0£ £ !F d W  F %# ¨f–•GC D  j F CjD I—TGUkEC   Uma bola de gude de g e disparada verticalmente pa. Jason Gallas. Chamemos de ´ e ´ ra cima por uma espingarda de mola. onde e a e ´ comprimida de cm para que a bola de gude apenas al. com uma velocidade de m/s e numa direcao que faz um ¸˜ angulo de ˆ com a horizontal. (a) Qual a lho algum e a forca da gravidade e conservativa. Tal altura e ´ m. (b) Se a energia potencial e tomada como zero quando ´ ¤§ ¦ 3 s ©¨¨¥c ! '¥3 01  4 § 3  4 ‰ § 3 2'%6 010£  !   l '£   o proj´ til atinge o solo e sua altura inicial acima do solo e for chamada de . da! Talvez seja por isto que este exerc´cio j´ n˜ o mais to mais baixo.. onde e a constante da mola. 8-26. at´ ¸˜ e receber um impulso para baixo suficiente para chegar m/s§ ao ponto mais alto do c´rculo com velocidade zero. a energia potencial gravitacional da a bola de gude quando ela est´ no topo da orbita (i.ufrgs. ¸ ¸˜ A variacao da energia potencial e.. ı inicialmente a uma distˆ ncia vertical acima do pona Observe que o tal angulo de ˆ n˜ o foi usado para naa ´ . por´ m a velocidade final e e n˜ o depende a velocidade inicial da bola? a (a) Tome o zero da energia potencial como sendo o da massa se a resistˆ ncia do ar puder ser considerada e ponto mais baixo atingido pela bola. A mola deve ser a energia cin´ tica inicial. Ou seja.velocidade inicial procurada. Considere o zero da energia potencial gravitacional como sendo a posicao da bola de gude quando a mola est´ ¸˜ a comprimida. ent˜ o sua energia potencial inicial e a ´ 3 9 7 ‰ § £   ¤ £ 9  § 6  § £  w Y W  D B A@¥6 05q¥2Ap24 01”'‰ ˆ“’E0`cbI w J§  l  q‘ W w Y W  £ # !  0Gpo¥A"ˆ ¤§ ¦ 3 ©¨'2s  t B 3 9 7 § ¦ £ ¥t‚83 ˆ25 ! 2¥Ap2'‰ 01  3 ¤ 9  3 § £ D  P D C  £ H&—E„e¥# !F fcV`C d W  F F ¥d u 9 A"‰ F  3 ¥£ ¤  ! fW d 4 ˜ ˜ 9 £  D bEC F ¥d N/m§ Observe que 9§ s rT„ … 3 9 7 9§ s ! A@ee0„q … (c) Imediatamente antes de atingir o solo a energia poN/m N/m N/cmj tencial e zero e a energia cin´ tica pode ser escrita co´ e ´ . A energia mecˆ nica e conservada durante o voo e a ´ do proj´ til de modo que e donde E 8-13 (8-5/6¢ ) tiramos facilmente que Uma bola de massa est´ presa a extremidade de uma a ` barra de comprimento e massa desprez´vel. as 10:23 ` E 8-10 (8-??/6¢ ) Um proj´ til com uma massa de e kg e disparado pa´ ra cima do alto de uma colina de m de altura.e. Supondo que e a resistˆ ncia do ar possa ser ignorada. ´ mo sendo proj´ til. (a) ı Qual a variacao da energia potencial da bola? (b) Qual ¸˜ Os valores de e dependem todos da massa do proj´ til. a energia potencial inicial e ı a a sendo a energia potencial final dada por . A outra ı extremidade da barra e articulada. Ent˜ o.br/ jgallas P´ gina 3 de 11 a d £ # ! d W  D %$'fwoGC . (a) Qual a energia cin´ tica do proj´ til no momento em que e disparado? e e ´ (b) Qual a energia potencial do proj´ til no mesmo moe mento? Suponha que a energia potencial e nula na ba´ se da colina ( ). Como a bola est´ a desprez´vel. portanto.

br/ jgallas ‰ u ¥s  3 3 9  ¤ ! 22tk”¥“ B A@84 ¨¦ 3 9 7 § w  u 3 V'¥s s £§ s   ¤ ¦ £ § 3   § 6   £ 9    w Y %©0&2%2'3 Tp24 0p¥$€eT0GW  ¤ ¤ § 3 2¥'3 T ¤ ¦ £ § %'23 03 P´ gina 4 de 11 a ƒ ˆ sen! § ƒ ‡ † 2Aˆ ! 2p… ! ƒ `W d F I ƒ ˆ ‡ † … ƒ d  „ $ˆ2pb€•E¥d d ! ƒ fW  !„ fW d (a) Considere agora o bloco deslizando para baixo. em outras palavras. sua energia cin´ tica e e zero e sua energia potencial gravitacional inicial e ´ ´ . (a) Qual a distˆ ncia total a percorrida pelo bloco at´ parar? (b) Qual a velocidade e do bloco no momento em que se choca com a mola? £ £ $9 u 3 2¥s ¤§ ©ˆ¤ 3 ¦ %2£ ¡ sen  £ ¥# ! ¨  w  {  |&  ~ W Y`€£ W !  "ˆ  Q~  w Y Eˆ`W ¤ ¤ § ¥'3 T3  Gw Uma bala de morteiro de kg e disparada para cima com ´ uma velocidade inicial de m/s e um angulo de ˆ em relacao a horizontal.LISTA 2 . (Fig. de modo que ¤ § 3 's T„ w  u 3 5z2¥s m§ sen! (b) Imediatamente antes de tocar a mola o bloco dista m do ponto onde ir´ estar em repouso. onde e a altura (desn´vel) do ´ ı http://www. Sua velocidade final e. Neste ponto o ´ ¸ a velocidade da bala e horizontal e tem o mesmo valor ´ que tinha no in´cio: ı . Se ele parte do repouso a uma altura acima do ponto onde ele para momentaneamente.if. onde e a massa do bloco. (a) Qual a energia cin´ tica da ¸˜ ` e bala no momento do disparo? (b) Qual e a variacao na ´ ¸˜ energia potencial da bala at´ o momento em que atinge e o A informacao dada na primeira frase nos permite cal. Tomamos o zero ´ da energia potencial gravitacional como sendo o ponto onde o bloco para. Suponha que o bloco comprima a mola uma distˆ ncia a antes de parar momentaneamente. o coincide ent˜ o com a variacao a ¸˜ da energia potencial deste o instante do tiro at´ o instane te em que o topo da trajet´ ria e alcancada. ´ u ¤§ 3 £  F z©0¥„S`C m/s§ J§ ƒ $ˆ  w Y cˆ`W £ $9 ¦ ©§29i  § ¦ 9 2£ ˆ$T£ ˜ ¤ T%‚f¨$$e01”'4 T”2Ak § 3 £   ‰ ¦ 9§ 3  § 6  £ 9 P 8-21 (8-??/6¢ ) ¤ F I 9 9 9 £ £ £ 9 £ W  F C G%£ w Y W  F ˆ`Š™I  ! ƒ fW d 9 £      F C F I ˜ 9 9 £ £  8d W  D C £ ˆ$’i¥£ Ts § ¦ 9  s § ¡ § … Y z¨€£ g   8d t … Y W u  £ # ! d W ˆ`zie%$'fzu u  yxC t P 8-17 (8-21/6¢ ) Uma mola pode ser comprimida cm por uma forca de ¸ N. dada por .Por outro lado.(c) A energia potencial no topo da trajet´ ria e tamb´ m ¸˜ o ´ e tencial e ent˜ o ´ a J. A energia cin´ tica no topo e e ´ . Um bloco de kg de massa e liberado a par´ tir do repouso do alto de um plano inclinado sem atrito cuja inclinacao e ¸˜ ´ . que J. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. onde e o angulo ´ ˆ de tiro. Neste caso a energia cin´ tica final e zero. Jason Gallas.ufrgs. e a energia potencial final da mola e ´ ´ . Tomamos tamb´ m a energia potene cial inicial armazenada na mola como sendo zero. A energia po. A energia cin´ tica inicial e ent˜ o e ´ a 3 9 7 ¤§ £  3 3 9  ¤ } A@8©ˆ5 ! '¥tk”21 ƒ €d u ‰ ¨%s 3 3 2t9 9 £ 9 £ } 3 9 7 ¤ § 9 %t‚s2s ¥i sen w   ~ u 2s 3 ‰ ¦ 9§ $€rT3 £'3 T3 § 3 ¦ €2£  u ¥s 3 Como a energia mecˆ nica e conservada a ´ § ƒ ‡ † ¥$ˆ ! 2”… ! ƒ fW d P F • ! ƒ `W  d m§ Portanto  ƒ ˆ ! '”‰f ! ƒ fW ‡ † … u 9 d Se o bloco viajasse uma distˆ ncia pelo plano inclinado a abaixo. A diferenca entre este dois ¸ de modo que temos valores fornece sua energia cin´ tica final: e J. Isto significa a ´ . donde tiramos que que  ‰ ¦ 9§ 3 $€rT„  § 6  £ 9 '4 Tp¥Ak0£ ! ¤ ¤ § 3 3 9 7 ¤ § 9 2¥'3 T” } A@s2s ¥k £ # !  ¥$¨ w Y ˆ`W (b) Tome o zero da energia potencial gravitacional como sendo o ponto de tiro e chame de a energia potencial no topo da trajet´ ria. sua energia potencial inicial e a ´ nifica que ou.Prof. a energia potencial gravitacioe ´ nal final e zero. Isto sig. O plano inclinado n˜ o tem atrito e a forca nora ¸ mal que ele exerce sobre o bloco n˜ o efetua trabalho a (pois e perpendicular a direcao do movimento). as 10:23 ` ´ modo que a energia mecˆ nica e conservada. portanto. ent˜ o sen a . O bloco comprime a mola cm antes de parar. e asa J§ sim est´ a uma distˆ ncia vertical de a a sen m acima da sua posicao final. 8-30).o ponto mais alto da trajet´ ria? (c) Qual a altura atingida ¸˜ pela bala? cular a constante da mola: N/m§ (a) Seja a massa da bala e sua velocidade inicial. de mo´ ` ¸˜ do que a energia mecˆ nica e conservada.

832). IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. Valores positivos de indicam ter havido compress˜ o da mola. a a http://www. obtemos uma mesa. Determine a compress˜ o m´ xima da mola. Escolha um sistemas de coordenada com o eixo originando-se no ponto e apontando para cique fornece dois valores para : m ou m. Jason Gallas. ma.. Ent˜ o e a Deixa-se cair um bloco de kg de uma altura de cm ’  ’ § ƒ d !   ! ƒ d sobre uma mola cuja constante e ´ N/m (Fig.LISTA 2 . Ent˜ o a e . Conservacao da energia fornece-nos ent˜ o uma equacao ¸˜ a ¸˜ para a velocidade da bola em qualquer lugar especifiP 8-27 (8-27/6¢ ) cado pela coordenada : Duas criancas est˜ o competindo para ver quem conse¸ a gue acertar numa pequena caixa com uma bola de gule disparada por uma espigarda de mola colocada sobre . que e determinada pela ´ compress˜ o da mola. A segunda ´ equacao fornece ¸˜ § Y # w "$2£ g ƒ „`   de modo que  ƒ d  A€œ›  ƒ €d Y # w $2£ g  £  Y ¥# ! ¨œ  H w w ¦ '£ £ 0£ § 9§ r29 ¡ 3 4 § 3 ¥23 Tfu 3 ƒ 6 2¥A9  ‰ 4 ¦  § 6 9 £ ¨%%“”'ƒ Ttk0™P ! 2ƒ 0A  § 6 9 3 9§ ArT3  g š § 6 fƒ 0A9  3 9§ ArT3 … Y W  ¨`c’ W §  Y W )'`‡P ! fW d  9  … Y W  ‡ˆ`’  d   Ž  § ! ¨    w Y W £ "0G%oP ! 0G g  Y W  9 £ P   P ™ Y W u  bo|”Gz’V3 w £ %# ! ¨  š Y i`W )R&1”Gzu P w Y W  P i˜w  W  w ¤ %¦ 3 ƒ 9 2t’ Œ 3 £ 9  ¥AyR…  § 6  ¤ 24 0p¥“ B t‚4 ˆ¦ 3 9 7 § ‰ ˆ£ § £ £   Y`W F I ‹  Gw ¡ (b) Importante aqui e perceber que o tal ponto mais alto ´ da trajet´ ria depois que a corda toca o pino n˜ o e o pono a ´ (como a figura parece querer indicar) mas sim o to ponto . temos e a distˆ ncia at´ o pino fixo e de a e ´ cm. pois a bola tem energia suficiente ´ para chegar at´ ele! E neste detalhezito que mora o pee em . A energia cin´ tica e P 8-23 (8-23/6¢ ) e zero tanto no in´cio quanto no fim. rigo.ufrgs. Quando a bola e liberada em repouso na posicao indicada na fi´ ¸˜ gura. A energia inicial da bola de massa no campo Como procuramos uma compress˜ o.Prof. descreve a trajet´ ria indicada pela linha tracejada.. as 10:23 ` topo em relacao ao ponto de tiro. Seja rior?. a velocidade inicial do primeiro tiro e a distˆ ncia a horizontal at´ seu ponto de aterrisagem. Tome o zero da energia potencial a como sendo a posicao inicial do bloco. m. seja e a veloP 8-25 (8-25/6¢ ) cidade inicial do segundo tiro e a distˆ ncia horizontal a at´ seu ponto de aterrisagem.. A energia potencial da mola a e inicialmente zero e ´ no final. A distˆ ncia horizontal entre a borda da mesa a e a caixa e de ´ m (Fig. Resolvendo para .. De quando deve m/s§ Maria comprimir a mola para acertar na caixa? A distˆ ncia que a bola de gude viaja e determinaa ´ da pela sua velocidade inicial. Como a energia e ´ ı ´ A corda da Fig. O bloco cai uma ¸˜ distˆ ncia a e sua energia potencial gravitacional final m§ e ´ . ¸˜ Seja a massa do bloco. o valor desejado e a ´ gravitacional da Terra antes de ser solta vale . Jo˜ o comprime a mola a cm e a bola cai cm antes do alvo. a Seja a altura da mesa e a distˆ ncia horizontal at´ o a e ponto onde a bola de gude aterrisa.if. a altura da queda e a encontramos: compress˜ o da mola.proporcional a velocidade inicial pois a ´ ` .br/ jgallas 3 ƒ 6 9  ¥2ti   ! ƒ €d ’   ƒ ‘y d  !  ’ ƒ d 3 '‰ ! ‘  Y W ¥¨GoP ¨`W p™ˆ`W !‘ d ’  … Y 4 T„q2£ 2p24 0p¥“ g § ‰   § 9  § 6  £  … Y v¨€£ g 3  ‘ •o¥ (a) Com facilmente que  ‘ d em m/s§ ¡ P´ gina 5 de 11 a . o ¸˜ ¸˜ a a Qual e a velocidade da bola (a) quando est´ passando As solucoes desta equacao quadr´ tica s˜ o ´ a pelo ponto mais baixo da trajet´ ria e (b) quando chega o ao ponto mais alto da trajet´ ria depois que a corda toca o o pino? Chame de o ponto mais baixo que a bola atinge o ponto mais alto da trajet´ ria ap´ s a bola too o e de car no pino. onde e a velocidade inicial da bola de ´ gude e e o tempo que ela permanece no ar. 8-34). 8-31 tem cm de comprimento conservada. :-) Substituindo obtemos ent˜ o facilmente que a “  Y W ¥'`oP ¨fW ’ !“ d g ©¥Rb¥%—010£ ”'4 T0£ g £§ 9 u  ¤ ¦§ 3  d  § 6  !  … Y o¨`W   … u ‹ £ Y –•‰i%1”$£ g “ ¥  ‹ u … £  “ ¨`fT5o¥ ‹ u 8…  “ o%d A distˆ ncia at´ o ponto de aterrisagem e diretamente a e ´ Qual a raz˜ o deste ultimo valor ser a metade do ante.

Do ponto de partida at´ o ponto mais baixo da trajet´ ria. e ¸˜ ´ e a energia cin´ tica final e e ´ . Combinando isto com o resulAntes de mais nada. que a forca centr´peta est´ relacionada ¸ ı a com a tens˜ o no cip´ atrav´ s da equacao a o e ¸˜ Se for maior do que . cm. Portanto. no topo da oscilacao. Se ponto mais alto da trajet´ ria. O cip´ e capaz de resitir a uma forca do a bola passa pelo ponto mais alto (com a menor o ´ ¸ m´ xima de a N. Tarzan consegue chegar ao outro la. por´ m estirando o cip´ muito perto do limite ´ a e o perde contato da mola a energia potencial e zero e sua m´ ximo que ele ag¨ enta! ´ a u energia cin´ tica e e ´ . no ponto mais baixo temos. Releia-o antes de continuar. O princ´pio da ı onde e a altura que Tarzan desce. onde e a compress˜ o. Vocˆ saberia explicar por ` a quˆ ?) e for a compress˜ o do primeiro tiro e a do segundo. Ent˜ o a ener¸˜ a locidade no ponto mais baixo temos que gia potencial inicial e ´ . ent˜ o a . a ent˜ o a . Tomando do problema 8-23. vemos que Tarzan consegue atra.LISTA 2 . A segunda lei de Newton fornece a velocidade (energia cin´ tica) no topo. temos que ´ o . ´ P 8-35­ (8-33­ /6¢ ) Uma corrente e mantida sobre uma mesa sem atrito com ´ um quarto de seu comprimento pendurado para fora da P´ gina 6 de 11 a ¤ # … ¥r2s § f…  8‹ j Y W u ¨ )G‚ N§ ¦ 4 Qt9 ‰ Tƒ § § Y W § G2‰ Tƒ P •9 ¤ 2¥ƒ 4 4 ƒ ˆ'¥6 § £ s P Y eGW      onde http://www. (Sugest˜ o: a A bola ainda deve estar se movendo quando chegar ao de modo que a velocidade inicial da bola de gude e dire´ o e tamente proporcional a compress˜ o original da mola.if. No topo a tens˜ o e a na corda e a forca da gravidade apontam ambas para ¸ baixo. Portanto. Portanto o a valor e um limite mais baixo. em direcao ao centro do c´rculo.br/ jgallas W P Y W  viG„„¨ § e o raio da trajet´ ria. de modo que temos j ‹ u ‰‰… ! ¨d W  Y W P „Gvv¨ ‹ u …  ‰‰5ea ¨ 4 t9 ¤ # … s ª %r2p5‹ ¡ ¦ s § ¥6 ¥9 ! ¤ £§ 9  ¥©¥’I 3 9§ 9 te¥ ¤ ¥ ~ 3 £§ %©ˆ£ ! ! ~ £ 05  § £ ’ ’ 3 9§ 9 te¥¢ ~ s § 9  ¦ § 3 u 3 § £ 26 2@'£ TR¥£ 0œ  ’ ’ ! ! ~  £ $# ¢ ~  ! ~ j ! ' ~ £  ! ƒ fW d ’ ’ ! ! ƒ d ~ ~ €¡ $#  Ÿ €d ƒ £ ’ ~ 3 ¤ 6 © %'Š–¨ 9 £ !ƒ d %# 'fW § ! 'd § ! ¨d 9 £ 9 W ~ ž # ! ~ €$p' ¡ P 8-31 (8-26/6¢ ) 4 4 ¥2ƒ Tarzan.ufrgs. Quando a bola de gude vessar. Jason Gallas. agora m. ent˜ o a velocidade da o a bola e maior ao alcancar tal ponto e pode ultrapassa-lo. Desta express˜ o conservacao da energia fornece-nos ´ a ¸˜ tiramos que  Y R`W §  ‹ u … Y ”'‰‚”GW £ #  ‹ u … Y W  £ # ! d %«'‰‰”`„V¥A¨`W  ‹ u … £ Y 'Tˆ`W  ‹ u … ¨‰‰”Y g 9 £ P  ‹ u … £ Y W  … Y ¬'‰‚00`cvˆGW  d ¤ s … Y ¨`W W  ‹ u … # ! d ¨‚‰1ˆA¨fW ¤ # … %r2s ‹ ‹ 3 d d § Y § ƒ  Y § s )%‰ 0„8£2£ T0£ j w Y W b0G„ ! fW d  w Y £ E0$„ ! d W 3 ¤ %'6 £§ ©0s w a Por outro lado. Como a energia mecˆ nica e a ´ conservada. encontramos a compress˜ o desejada: a ser a mesma no topo da oscilacao quanto o era no in´cio ¸˜ ı m m cm cm§ do movimento.velocidade poss´vel) a tens˜ o e zero. que pesa N. este problema e uma continuacao ´ ¸˜ tado anterior encontramos .Prof. temos P 8-32 (8-29/6¢ ) Na Fig. onde e a velocidade e e o ´ e a massa da bola. A energia mecˆ nica deve ¸˜ a m. Tome o zero da energia potencial gravitacional como Chamando de a massa do Tarzan e de a sua vesendo no ponto mais baixo da oscilacao. Quan´ desce m. as 10:23 ` Quando a mola e comprimida a energia potencial e Como ´ ´ N. Note que o raio ¸˜ ı do c´rculo e ı ´ . A energia cin´ tica inicial e e pois a bola parte do repouso. 8-36). e Use conservacao da energia. A energia potencial ´ final. da segunda Desta express˜ o obtemos sem problemas que lei de Newton. 8-31 mostre que se a bola fizer uma volta completa em torno do pino. de modo que o ponto mais alto da trajet´ ria fica mais abaixo. decide usar um cip´ de o m de comprimento para atravessar um abismo (Fig. ı a ´ do? e temos que . IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. ´ ¸ Se for menor a bola n˜ o pode dar a volta.

Jason Gallas.ufrgs. da mesa e. isto e. qual o trabalho necess´ rio a para pux´ -la totalmente para cima da mesa? a W … ¡ § . Esta energia e a potencial se deve a forca que mant´ m os atomos unidos. Considere a energia potencial como sendo zero quando toda a corrente estiver sobre a mesa. Verifique se a forca e repulsiva (os atomos ´ ¸ ´ ´ tendem a se separar) ou atrativa (os atomos tendem a se ´ aproximar) se a distˆ ncia entre eles e (b) menor e (c) a ´ maior do que a distˆ ncia de equil´brio. ´ 8. como na Fig. Ele recebe um e pequen´ssimo empurr˜ o e comeca a escorregar para baiı a ¸ xo. Tomando ¸˜ a energia potencial como zero quando o menino est´ no A separacao a temos topo do iglu. teremos para a express˜ o a { d §h2ˆˆ‡'†”…‰uµ `z›•2( 9 Y W u   ˆ §  ˆ 2 j  ˆ ‡ † … u 9 Y £  ˆ ‡ † … ”2ˆ2p‚µk)€5Sˆ'”•Y de equil´brio e a separacao para a qual ı ´ ¸˜ . de acordo com a segunda lei de Newton.LISTA 2 . (Sugest˜ o: A forca normal desaparece a ¸ no momento em que o menino perde o contato como o gelo. obtida a da forca centr´peta. as 10:23 ` ou. ele perde o contato com o gelo num ponto cuja altura e ´ . ou seja. deve ser igual a forca centr´peta ¸ ı . se o atrito com o gelo puder ser desprezado. Se a corrente tem um comprimento e uma massa . em outras palavras. Divida a parte pendurada da corrente num n´ mero grande de segmentos infinitesimais. ou seja. Portanto. onde e a velocidade do me´ nino. temos ¸ ı §  ˆ ‡ † … u 9 h'ˆ2p‚µ P´ gina 7 de 11 a § Y $£  ! d {  ˆ ‡ † … u 9 2ˆ2p‚µk Y `W mesa. No ponto em que o menino se desprende do gelo (a) A forca e radial (ao longo a line que une os ¸ ´ temos . A massa de um tal segmento e ´ e a energia potencial do segmento a uma distˆ ncia abaixo do topo da mesa e a ´ . de modo que atomos) e e dada pela derivada de em relacao a : ´ ´ ¸˜ a ·€a § Ž ¥ƒ  u B’ a  £ %$9  a2‹ u ›  ˆ‹ ¡ ´ u ˆ ‡ † … Y &Iˆ'”•`W § § ! d d  ˆ ‡ † … sˆ2p•Y ˆ § # ! d $'fW 3  „p´ onde e a distˆ ncia entre os atomos que formam a ´ a ´ mol´ cula e e s˜ o constantes positivas. portanto. Chamando de o angulo entre a vertical e o ˆ raio que passa pela posicao do menino temos que a forca ¸˜ ¸ que aponta radialmente para dentro e ´ que. a distˆ ncia a ı ´ a entre os atomos para a qual a forca a que est˜ o subme´ ¸ a tidos e zero. por exemplo) e dada por ´ ! ¶ €a Ž u !’ a   • ! £ s # … Y W   2%rˆGc›³u Chame de a forca normal exercida pelo gelo no ¸ menino e desenhe o diagrama de forcas que atuam no ¸ menino. Mostre que.br/ jgallas ² ² § ¶ ’ s%mTAe¥i ¶ ’ s€i%“i ƒ a  Ž #  £ 9§ 9  Ž #  £ O menino inicia seu movimeno do repouso e sua energia Portanto a separacao de equil´brio e dada por ¸˜ ı ´ cin´ tica na hora que se desprende vale e .Prof. ` ¸ e ´ (a) Calcule a distˆ ncia de equil´brio. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. que § £  ˆ ‡ † Sˆ'”… A altura do menino acima do plano horizontal quando se desprende e ´ § § £  ˆ ‡ † Sˆ2p… § O trabalho necess´ rio para puxar a corrente para cima a .) ´ s €# § £ ¡ P 8-39 (8-37/6¢ ) A energia potencial de uma mol´ cula diatˆ mica (H ou e o O . 8-37. ¦ f‰ £ 's §f…ˆY`W u 9 … £  … . a conservacao da energia nos fornece ¸˜ u £ # ! d m¥$¨`W  3 £ # ! d ¥$¨fW   § 3 05 ¶ ƒ S¥‰%$9 a Ž ƒ u  £ 3„I ƒ   a ƒ a Precisamos agora determinar a velocidade .if.2. A energia potencial total e ´   ‘ˆ‹ ! … ¤ Y W 9 u   ¥‹ ƒ  ‹ ¥ˆ TozY ² ± ° }   ‹ … # ® ¥k•€„“  ‹  Y … # W 2S¨£r€¯(Vu W u  ’• Substituindo este resultado na express˜ o acima. 8-39). cau da um com comprimento . para a qual s s O trabalho necess´ rio e igual a variacao da energia a ´ ` ¸˜ potencial gravitacional a medida que a corrente e pu´ xada para cima da mesa.2 Usando a Curva de Energia Potencial P 8-37­ (8-35­ /6¢ ) Um menino est´ sentado no alto de um monte hea misf´ rico de gelo (iglu!) (Fig. a ı Ž  a http://www.

Qual a potˆ ncia m´ dia dee e senvolvida pelo nadador? s 6 ƒ 2¥5 ¤ Ts §  § 6  ¤ ¤ '4 Tp¥¥“ E 8-45 (8-48/6¢ )  iŒ ¤§ ©0s ¤ ¥¤ 8. do item anterior. as 10:23 ` (b) A derivada da forca em relacao a . s. Em por segundo e ´ relacao a ele. ¸ ´ ¸˜ E 8-51 (8-??/6¢ )  •Œ ƒ a ƒ a a Ž #  £ €i%€ a ¶ƒ a   W§ W§ . de modo que a ´ forca e positiva se for um pouco menor que .Prof. no mesmo sentido que sua forca. Jason Gallas. (a) Qual o aumento da por uma corda de m em energia potencial gravitacional do menino? (b) Qual a potˆ ncia desenvolvida pelo menino durante a subida? e (a) B 3 9 7 § s   ƒ  § 6  9 ¤  w Y W  2t‚3 T„H'”'4 TpAˆ“’E0`c› 3 A9 ƒ 9 0¤ t ¡ ¡ ¡ J§ 8. sabemos que (b) . ¸ a (c) Se for um pouco maior que a forca e negativa.ufrgs. com velocidade constante. O tronco tem ´ m de altura e a velocidade do urso ao chegar ao ch˜ o e de a ´ m/s. milh˜ es de d´ lares. A forca m´ dia de arrasto que se op˜ e ¸ e o a esse movimento e de ´ N. Qual a potˆ ncia desenvole vida pela mulher? ¤§ ©T‰ 3 A9 3¥32sc 3 3 3 ¥2¥s    t onde usamos o fato que.4 Trabalho Executado por Forcas de Atrito ¸ Para nada com velocidade constante o nadador tem (a) O decr´ scimo na energia potencial gravitacional e que nadar contra a agua com uma forca de ´ ¸ N. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. qual seria a sua receita anual? 3 9 7 § ¶ tR`¤ 0¤ 9 3 %¤ ¡ E 8-55 (8-??/6¢ ) Um nadador se desloca na agua com uma velocidade ´ m´ dia de e m/s. ¸ ´ indicando que a forca e de atracao. (a) Qual a variacao da energia potencial do urso? ¸˜ (b) Qual a energia cin´ tica do urso no momento em que e chega ao ch˜ o? (c) Qual a forca m´ dia de atrito que agiu a ¸ e sobre o urso durante a descida? P´ gina 8 de 11 a ƒ ˆ¤ § £ A9 ¤ 2£ 3 9 7 § ’ t‚8‰ ˆ£ ƒ 3 9 7 ¦§ £ ¶ t‚s—ˆ1    Œ  –ic’ 3 9 t29 ‰ £   £ £§ 3   3 9 9  €5q2¥©01”2A¥ki £ § 2£ T3 ½ V{  ¼ ¸ »  @”RciŒ º A@S—ˆ£ 3 9 7 ¦§ º 3 9 7 ¦§ £   3 ¤   § 6  3 9 7 ¤§ ¤ ¥A@s—ˆ5I2¥1”'4 Tp ¶ A@8©ˆ“  I 9 ” º t‚S©01h›Œ 3 9 7 ¦§ £   o custo anual seria 3 9 7 § ¹ A‰8‰ ˆ£   9 § 3 HAT3 T” ’ t‚‰ 01 3 9 7 § £ ƒ d´ laresj o http://www.2.LISTA 2 .br/ jgallas   3 ‰ '€£ ou seja. computada na ¸ ¸˜ separacao de equil´brio vale ¸˜ ı } ’ƒ a j u  £ %¥¦ } ’ƒ a u u  ¶ S%¨@R¥¥Ak a Ž £ ‰ u  ƒ ¤ 9 } ’ƒ a ¹ƒ €a P u Ž £ %¨‰  s 9 ¸ £ 2t%³$9 a  a2‹ { ‹ E 8-50 (8-??/6¢ ) Um menino de kg sobe. A derivada e negativa. a agua passa a ¸˜ ´ m/s no sentido dos J§ seus p´ s.2. o o 3 9 A¥9 £ § 2£ T3 Aproximadamente kg de agua caem por se´ gundo nas cataratas de Ni´ gara a partir de uma altura de a m. (a) Qual a energia potencial perdida por segundo pela agua que cai? (b) Qual seria a potˆ ncia gerada ´ e por uma usina hidrel´ trica se toda a energia potencial e da agua fosse convertida em energia el´ trica? (c) Se a ´ e companhia de energia el´ trica vendesse essa energia pee lo preco industrial de centavo de d´ lar por quilowatt¸ o hora. indi¸ ´ cando uma forca de repuls˜ o.3 Conservacao da Energia ¸˜ Uma mulher de kg sobe correndo um lance de escada de m de altura em s.if. Sua potˆ ncia e ¸ e e ´ (b) A potˆ ncia seria e W§ J s W§ (c) Como a energia total gerada em um ano e ´ 3 ƒ ¦ 4 ¥%'1” kW ano kW¸ hj 9 k” h/ano E 8-64 (8-43/6¢ ) Um urso de kg escorrega para baixo num troco de arvore a partir do repouso.

onde . onde e o comprimento da ´ arvore. A magnitude da forca de atrito e dada por a ¸ ´ . Portanto . ¸˜ ` para cada uma das superf´cies ı que o bloco anda antes de parar. zontal com um coeficiente de atrito dinˆ mico de a percorrendo uma distˆ ncia de a m antes de parar. passando pelo vale. da mola comprimida. O comprimento to(c) De acordo com a Eq. Portanto . onde e a forca de atrito ´ ¸ Um esquiador parte do repouso no alto do monte maior. Depois que a mola se encontra totalmente relaxada. ou seja. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. Seu valor e ´ em quest˜ o. e a ¸ s a forca da gravidade. portanto. o (c) A energia que aparece como energia cin´ tica estae va ariginalmente armazenada como energia potencial http://www. onde e a massa do esquiador ´ e e a altura do pico mais alto.br/ jgallas P´ gina 9 de 11 a § £ # ! d W ¥A¨`„ F C 3 Ä D C ‰ ‰   3 ¤ ¦ u 3 ¤ 4  § 6 2H2¥%vQ¥21”24 010£ g F C P F   D C P D GRmhER”H ˆ0‡2†”…Â~'Y`W$ÁbÀ•m~"¾ ˆ ‡ † … Y W Á 02”RG$bÀ j  F w u D w Y W  ˆ ‡ † … ~ Y W Á h'‰)"1”G„Sˆ2p`'G$bÀ W F w £ # ! d W P F w Y W  D w Y %$'f‡³"0GcbT0`W u 3 22s D 0G„ D  w Y W  I F ‰u D 1”$£ i&d w w Y Å  F 0Gh F  w Y W ˆ  ´ Á €bÀ ˆ ‡ † … Y ˆ'”o`W d D w Um bloco de kg e empurrado a partir do repouso ´ por uma mola comprimida cuja constante de mola e ´ N/m (Fig. donde tiramos e o coeficiente de atrito dinˆ mico e e a forca nor´ a ´ ¸ mal da superf´cie sobre o bloco. A energia potencial ´ final e ´ . de modo que a energia ´ ı mecˆ nica e conservada: a ´ . 8-47). Como o esquiador atinge e a perde contato com a mola e entra na parte da superf´cie o topo do monte mais baixo sem energia cin´ tica. ou seja. A variacao e. m´ dia. a enerı e onde a friccao atua. a ´ ´ a cional final e ´ . Ent˜ o a energia potencial gravita. jet´ ria. ´ Inicialmente o esquiador tem energia cin´ tica e . a ¸˜ energia potencial entre os pontos inicial e final da traJ. onde e a distˆ ncia ´ a relacao a horizontal. As unicas forcas vertiı ´ ¸ m cais atuantes no bloco s˜ o a forca normal. as 10:23 ` a (a) Considere a energia potencial gravitacional inicial el´ stica. onde e a altura do pico menor. Uma pis¸˜ J§ ta de esqui vai do alto do monte maior at´ o alto do e monte menor.Prof. onde e o ´ (b) O bloco tem sua energia cin´ tica m´ xima quando comprimento total do trajeto. A energia cin´ tica m´ xima e igual a gia mecˆ nica dissipada pelo atrito e igual a diferenca de ¸˜ e a ´ ` a ´ ` ¸ energia mecˆ nica dissipada pela friccao. 8-45). onde e o angulo da superf´cie inclinada em ´ ˆ ı e dada por ´ . ´ ¸˜ ´ m cm§ £ # !    ¥A¨‚¥  3 ¤ %¥¦ ~ ´ u 3 2¥s ƒ ‰ 2„q 3 ‰ 2¥ƒ ¦2¤'‰ §035  4 § ƒ ƒ 2¥4 02T£  ˜    t £ ˜   f  £ 9  § 6  ¤ £ ¥$”'4 Tp¥¥“Vu …  … Y W u  F ˆ`ziS 3  D ’H 9 £ … ¾ )Qu  ! `W d  t … P ¿C ¤ Ts § 9 £ … Y W u  D  u F ˆGz’bHviI J§ P 8-69 (8-55/6¢ ) 3 ¤ %'4 Dois montes nevados tˆ m altitudes de e me m em relacao ao vale que os separa (Fig. Como a componente ¸ vertical da aceleracao do bloco e zero. Portanto e Com que velovidade chegar´ ao alto do monte menor a sem se impulsionar com os bast˜ es? Ignore o atrito. (a) tal da pista e ´ mecˆ nica e igual a a ´ . Ou seja. onde e a velocidade do esquiador no topo do pico me´ nor. a forca normal da superf´cie in´ Newton nos diz que clinada dos montes no esquiador e dada por ´ co.if.ufrgs. o bloco viaja por uma superf´cie horiı . A forca normal da superf´cie dos montes sobre o ¸ ı esquiador n˜ o faz trabalho (pois e perpendicular ao moa ´ vimento) e o atrito e desprez´vel.onde e a constante da mola e e a compress˜ o. (b) o N§ Qual deve ser aproximadamente o coeficiente de atrito dinˆ mico entre a neve e os esquis para que o esquiador a pare exatamente no alto do pico menor? (a) Tome o zero da energia potencial gravitacional como estando no vale entre os dois picos.LISTA 2 . Jason Gallas. para baixo. 8-26. Ent˜ o a energia a potencial e ´ . a segunda lei de (b) Como sabemos do estudo de objetos que deslizam ¸˜ ´ ¸ ı . A energia mecˆ nica dissipaa J§ da pela forca de atrito e ¸ ´ . A energia mecˆ nica dissipada a . (a) Qual a energia mecˆ nica dissipada pela forca de atrito? a ¸ (b) Qual a energia cin´ tica m´ xima possu´da pelo bloe a ı co? (c) De quanto foi comprimida a mola antes que o bloco fosse liberado? 3 ‰ '%ƒ ¤ £§ ¥©03 ´ Á À  %bcf¾ ´ 4 ¨¦ § Á bÀ ¡  ƾ 4 § ƒ 24 T¥ƒ 4 § ƒ ƒ   § ¦   § 6   § s   ¤ £§ 3   ¥4 02cH24 ¨£”24 01”2¤ T”2¥©01ih ~ W   ~'Y`W Á ¥Ã"œ‘ À  ~ ¾  Y W Á `$bÀ ¾ t  Y W  `cp´ t ¡ P 8-66 (8-51/6¢ ) £§ ©0s 3 9 tˆ£ £ 6 s '¥„ ! 2ƒ ˆ“”2¥1  § ¤  ¤ £ £ A9  u › 3 ‰ 6 £ u £ 6 2%¥‰³'¥s ¾  ŠC t u  if¾ (b) A energia cin´ tica e e ´ t B 3 9 7 ‰ § £ 2t‚8¥6 0Qu  ¡ . (a) A magnitude da forca de friccao e ¸ ¸˜ ´ . Logo.em planos inclinados. a variacao da energia ¸˜ km e a inclinacao m´ dia e ¸˜ e ´ . onde e a massa do blo. para cima. como sendo . Escrevamos a energia cin´ tica final como e .

(a) Calcule o trabaa lho necess´ rio para distender a mola de a m at´ e m. A a ` forca (em newtons) que ela exerce quando distendida ¸ de uma distˆ ncia (em metros) e de a ´ . que w ¾ u  ”Q’’ j  h D RP D x F RP F h’ C u  C  t w t w onde e s˜ o as energias cin´ ticas inicial e final. a energia cin´ tica fie ´ e a energia potencial final e ´ . e a e e s˜ o as energias poetenciais inicial e final.a energia potencial inicial e ´ . donde tiramos em magnitude a forca da mola por´ m no sentido oposto.Prof. Substituindo nesta express˜ o a a express˜ o encontrada acima para temos a m/s§ £ £ (c) A forca e conservativa pois o trabalho que ela faz ¸ ´ quando a part´cula vai de um ponto ı para outro ponto depende apenas de e . Escoa lha a energia como sendo zero no ponto de lancamento ¸ da pedra. !  § 4 "¥‰ 02s ¤ TwŠ § 3  ¤ T‚v § 3  P  § £ `%4 ˆ¥¤ ¦ 9§ $eˆ£  3 2–’ § 9  3 2ș § 9  ¡ (a) Seja a altura m´ xima alcancada. P 8-79 (8-61/6¢ ) Uma pedra de peso e jogada verticalmente para cima ´ com velocidade inicial . Portanto e ent˜ o ´ a . Calcule sua velocidade no instante em que a distens˜ o da mola diminuiu para a m. (b) Note que a forca do ar e para baixo quando a pe¸ ´ dra sobe e para cima quando ela desce. (a) Para distender a mola aplica-se uma forca. no sentido positivo de . Ela e sempre ´ oposta ao sentido da velocidade.br/ jgallas  ¾   ƒ d Î u ! ƒ  ! d d ’  !  ’  !  ’  !  w Î  F ³X‰I £ !ƒ d W  D ¥# ¨fÄmEC j ³Î€#˜¾ok)€£ P 9 Y !ƒ d § ! ƒ fW d d £ # ! d W ¥A¨`y F C w ¾ £ u  ”2Q¢† t 3  F œo 9 u ! fW d w  3  D ›IH ”¾Ro(”$£ P Î Y d ! ƒ fÎ u £ ! d W u w Î  w ¾ ¥# ¨f@E³E”Qu 3  F X‰GC 9 Y # AmÎ   Î # ¾ P 9 Y ³$˜™•”$£ u !ƒ d ¾ ¨¥£ £ !ƒ d W u £ # ! d W  w ¾ £ %# 'ffT%$'fc&”2Qu  W Î ”¾Ro(T£ P Î d ! ƒ `W F C F  D C  `w D    ÊË s ƒ 3 20c h’ hB  § 9 s Ê Í ‰ 0¥s § 4 ƒ ¦ 9§ $eˆ£ ¤2s §ˆ¤„  § 9 s '3 20T£  ‹  § 4 s P  § £ ¤ 2 ! ¥‰ 02vs¥4 0¥1  !  § 4 s P  § £ ¤ ¥‰ 02R8%4 ˆ2’ P !  ˜  £ Ì 4 0¥¤ § £ ÊË ƒ Ê —’ 9 0s W C %£ ƒ ° ˜    &d { É P´ gina 10 de 11 a ³Î€#˜orkSÎ ¾ P 9 !ƒ d ¾ '2£ ¦ ¾ P r™™Î ¾ 2£ u z9 ¤ ! ƒ d u !ƒ d ³Î€#˜¾o•k)€£ P 9 Y § !ƒ 'd  ³Î$#˜¾™•”`W P 9 Y !ƒ d ¾ ¨¥£  Gw ¡ u 32s8'”…8 B t‚8£ T ‡ † 3 9 7 § s §Tƒ¥s¥3 §035 3¥%¦vu³3¥24 ¤ ¤ ˆ ‡ † … ˆ2pf~ F w u D ‰”"w  Á bÀ donde tiramos  ÇbÀ Á : percurso. uma part´cula de ı kg e presa a ou´ ` tra extremidade e a mola e distendida de uma distˆ ncia ´ a . A energia dissipada J§ durante o trajeto no ar todo e ´ . no sentido oposto ao da distens˜ o. 8-26. a part´cula e liberada sem veloı ´ cidade inicial. de acordo com a Eq. onde e a velocida´ (b) A mola faz J de trabalho e este deve ser o aua mento da energia cin´ tica da part´cula. as 10:23 ` (b) Mostre que a velocidade da pedra ao chegar ao solo e dada por ´ ¦ ¾ P r™RÎ § ²’ ¤ d  ”ƒ cd ! ¾ u ‡„Î P 8-74 (8-??/6¢ ) Uma determinada mola n˜ o obedece a lei de Hooke. (c) A forca exercida pela mola e conservativa ou n˜ o¸ ´ a conservativa? Explique sua resposta. ` ¸ e Como a uma distens˜ o no sentido positivo de exerce a uma forca no sentido negativo de . a forca aplicada tem ¸ ¸ que ser . Se uma forca constante de¸ vido a resistˆ ncia do ar age sobre a pedra durante todo o ` e http://www. O trabalho que ela realiza e ´ onde substituimos por e dividimos numerador e denominador por . n˜ o dos detalhes do Deste resultado obtemos a movimento entre e . Sua velocidade de da pedra no instante que antecede sua colis˜ o com e ı o solo. A energia cin´ tica final e e ´ .LISTA 2 .ufrgs. Jason Gallas. igual nal e ¸ Portanto . IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003. A energia a ¸ mecˆ nica dissipada no ar quando a pedra sobe at´ a altua e ´ . Em seguida. (a) mostre que a altura m´ xima atingida pela a pedra e dada por ´ . A energia potencial final e ´ . Sabemos ra e. (b) Com uma das extremidades da mola mantida fixa. A energia cin´ tica inicial e e ´ .if.

a a 8. ´ ¤ 025 § £ 6 !  ¹ t‚s¥¥6 ˆ“ 3 9 7 4 6 § £ 3 9 7 £ § ¹ ’ t‚S's T4  ! Ï   XW B t‚e9 3 9 7 Ë 3 9 7 ¦ 9§ k’ A@S$e06 Œ  Œ  ich  Œ   kg§  I http://www. IF–UFRGS 10 de Novembro de 2003.if. as 10:23 ` de onde obtemos o resultado final procurado: ¦ ¾ P µ™™Î § ²’ ¤ ƒ d  ”€„8d ! ¾ u ‡cÎ Perceba que para ambos resultados reduzem-se ao que j´ conheciamos. onde m/s e a velocidade da luz.2. Qual a massa equie valente a esta energia? ! ’ A9 3  Џ 7 9 § f0s ˆ£ ¡ (a) Qual a energia em Joules equivalente a uma massa Para determinar tal massa. como n˜ o podeia deixar de ser.ufrgs.Prof. onde e a taxa de consumo Portanto ´ de energia e e o tempo. ´ deria as necessidades de uma fam´lia que consome em Primeiro precisamos converter kW¸ h para Joules: ` ı m´ dia kW? e J§ J§ 3 3 ƒ s 2¥¥1” ’ 3 9 7 £ § ¹ ¨t‚s2s 04 B t ! ¨t‚i0s ˆ£ 3 9 ’ 3 9 7 9 §   ’ 3 9 7 9 § ! ¨t‚³Ts 0£ ! Ï W  pfci (a) Usamos a f´ rmula o : 3 9 7 4 6 § £  ¹ to&¥26 0hSÏ Ï ! ÃW 9 ¡ kW¸ h W s (b) Usamos agora . Portanto.br/ jgallas 3 9 7 ¦ 9§ ! ’ t‚S$e06 3 9 7 9 § Ë t‚i06 ˆ£   j 3 9 7 4 6 § £  £ 3 9§ 3  Ë 3 9 7 ¦ 9§ 6 k’ A@S€rT„ !  ¹ A@s¥26 01”22ArThi ¦ ™™Î ¾ P ¤ !ƒ d ¾ u ‡cÎ    segundos anos! P´ gina 11 de 11 a .5 Massa e Energia E 8-92 (8-??/6¢ ) £ 3 't9 3  ¥c¾ P 8-96 (8-??/6¢ ) Os Estados Unidos produziram cerca de kW¸ h de energia el´ trica em 1983.LISTA 2 . Jason Gallas. usamos a relacao ¸˜ de g? (b) Durante quantos anos esta energia aten.

o 9. Halliday. . . Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a QUARTA prova. . . .br (listam2. . . IF–UFRGS 24 de Junho de 2003.ufrgs. . . as 2:00 p.ufrgs. .2.5 O Momento Linear . . Conservacao do Momento Linear ¸˜ Sistemas de Massa Vari´ vel: a Um Foguete . .2. .4 9.3 9. . ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www. .2. .Prof. ¸˜ e 5 6 8 8 Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if. . . ı 9.2. Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”. . . . . . . . .2 Problemas e Exerc´cios .m.2 9. . Sistemas de Part´culas: Variaı coes na Energia Cin´ tica .tex) P´ gina 1 a http://www. .1 O Centro de Massa .LISTA 2 . . Jason Gallas. Resnick e Walker. .1 Quest˜ es .br/ jgallas   Conte´ udo 9 Sistemas de Part´culas ı 9. . . . . 2 2 2 2 9. ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas. .if. . . professor titular de f´sica te´ rica.if. . . . . . . .ufrgs. . ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. .br/ jgallas   . .2. . .

a ´ e a separacao m´ dia entre Terra e Lua. 9-22? (b) O que aconı tece com o centro de massa quando a massa da part´cula ı de cima aumenta gradualmente? acima da base. 9-30).2 Problemas e Exerc´cios ı (b) A medida que a massa da part´cula de cima e aumenı ´ tada o centro de massa desloca-se em direcao a aquela ¸˜ part´cula. ¸˜ Uma lata em forma de cilindro reto de massa . No limite. determine o valor de (em funcao de . para v´ rias a situacoes. Ent˜ o a coordenada do centro de massa e a ´ c  !  S   5& 5 YI  5 A( & & S 8P5 &tBs#9P5 & #  V5 PrfV5 Y@#  5 8 8 & 3 # 8 & I 6    h q c  6 6   h a h  a  c a c  6 e R!  6 a !    h  8 ¥h a ¦ ©¤ e g! a h a i@# € 6  9.Prof.m. o centro de massa coin(a) A que distˆ ncia o centro de massa do sistema Terra.LISTA 2 . Quando a lata est´ cheia tal a posicao coincide com ¸˜ . e ) no momento em que ¸˜ o centro de massa se encontra o mais pr´ ximo poss´vel o ı da base da lata. a uma distˆ ncia a e a acima da base da lata. http://www. m (a) Como a lata e uniforme seu centro de massa est´ ´ a (b) O raio da Terra e ´ m. e u que resta em um determinado instante. de modo que localizado no seu centro geom´ trico. Fazemos ´ e dada por ´ pequenos furos na base e na tampa da lata para drenar o conte´ do e medimos o valor de . a a ¸˜ Lua se encontra do centro da Terra? (Use os valores das massas da Terra e da Lua e da distˆ ncia entre os a dois astros que aparecem no Apˆ ndice C. Qual e o valor de para (a) a lata cheia e ¸˜ ´ onde e a massa da Lua. ´ e a massa da Terra.br/ jgallas € x w  ‚y   P´ gina 2 a & w ( P3 & S   5& 5 AI  5 Y( & & S 8V5 &P3r#f8V5 & #  P5 tpfP5 As#  5 8 & B# 8 & I   6   c e e h e 6 6    h q c c  e enquanto que a coordenada  ¦ §¤ e e ´ & 3& u03 Q 9-2   y h 8 0B y a  # y q w € q PB x # 8 x B € x w ¢  v x B B € x ¡ ¡ 9 Sistemas de Part´culas ı (a) Sejam 8 0B 3 g# 8 a b# 8 P5 5 @# 8 fc ! B e 8 R! ¨3 p# c a db# a Q 5 3 1 I F R6 ¨E2PH & G 76 ¨E20( '$ 6 5 3 1 ) & 8 D 5 3 1 B& ( # 8 6 6 5 3 1 ) & $ ¨0¥42CA@9970¥420( '%# & ( $& A`CY5 T ¥XWV( A) 5 3 1 $ & !"     ¨£   T 5 3 1 $ & ¥4W'( Y) S S T ¥41 ) & 5 3 &  T 5 3 0¨E1   ¦ ¤ ©¨£ S )& U S  ¦ ¤ ©¨£   U ¢ ¦ ¤ §¥£ ¦ ¤ §¥£    ¥£ ¡ . A massa total do refrigerante e . Tais valores (b) a lata vazia? (c) O que acontece com enquanto a ´ ¸˜ e lata est´ sendo esvaziada? (d) Se e a altura do l´quido a ´ ı encontram-se no Apˆ ndice C. a uma distˆ ncia e a temos acima da sua base. quando a part´cula de cima for muiı ı E 9-1 (9-1/6 edicao) ¸˜ to mais massiva que as outras. as 2:00 p.cidir´ com a posicao dela. e .1 O Centro de Massa ¢ B x (a) Quais s˜ o as coordenadas do centro de massa das trˆ s a e part´culas que aparecem na Fig. O centro de massa do refrigerante est´ no seu centro geom´ trico.if.) (b) Expresse E 9-12 (9-9/6 ) e a resposta do item (a) como uma fracao do raio da Terra. Ent˜ o a a tura e densidade uniforme est´ cheia de refrigerante a distˆ ncia a do centro de massa do sistema Terra-Lua (Fig. Jason Gallas. a distˆ ncia vertiu a cal entre o centro de massa e a base da lata. Portanto o centro de massa da lata e com o refrigerante que ela cont´ m est´ a uma e a distˆ ncia a E 9-3 (9-3/6 ) 9. Em n´ meros temos.1 Quest˜ es o m Qual a localizacao do centro de massa da atmosfera da ¸˜ Terra? ¡ m 9. ` . e as coordenadas (em metros) das trˆ s e part´culas cujas respectivas massas designamos por ı .ufrgs. sobre o eixo do cilindro.2. al(a) Escolha a origem no centro da Terra. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003.

ou seja. depois cresce at´ e novamente.ufrgs. 9-33). O centro de massa do refrigerante apenas est´ a uma distˆ ncia a a da base da lata. onde e a velocidade inicial e ´ e o angulo de disparo. cai o a ´ verticalmente. em x †w !  8 ‡a q # YB x †w  6 ia  6 a  y e simplificando. encontramos finalmente que & ™ §¥3 ‰   3 “  w —x  y E 9-14 (9-11/6 ) Um velho Galaxy com uma massa de kg est´ viaa jando por uma estrada reta a km/h. (d) Quando a superf´cie superior do refrigerante est´ a ı a uma distˆ ncia acima da base da lata a massa do frea . A que distˆ ncia do canh˜ o o outro fraga a mento atinge o solo. (c) A medida que decresce o centro de massa do refrigerante na lata primeiramente diminui. Logo B  € a 8 PB  8 ‡a q &  6 ia  x„€ w  a  x  „€ 8 a b#  0B 8  ƒ  a ƒ  b#  0B 8 € 8 x … a  x „€ ƒ  a @# € x # B a w € x a  y B € x km/h. Qual a velocidade do centro de massa dos dois carros? 5 8 0B 6 € a @# x  a x  w € x 6 ’ B # # AB x †w  if6  6 a  x †w w    . cona forme a Eq. a velocidade do centro de massa e ´ dada por S  5 ) 05P¥3  P5 B 5 S 8V50)s#f8P5P50)¨3r#  V0@9PP5 p# 8 5 I# 8 5 B f   d qX f e f q d e d    f e ¦ ¤ ©`e km/h Note que as duas velocidades est˜ o no mesmo sentido. positivo para cima. A componente da velocidade e dada por ´ e e zero no ´ instante de tempo sen . E 9-20 (9-15/6 ) g 5 PP) 5 `B ¢ Um proj´ til e disparado por um canh˜ o com uma veloe ´ a cidade inicial de m/s. Tais dados s˜ o as condicoes iniciais para a ¸˜ um problema de movimento de proj´ teis. O centro de massa est´ em a acima da base. onde e a massa ´ frigerante na lata e ´ quando a lata est´ cheia ( a ). Consideremos primeiramente o movimento do proj´ til e original. com o eixo tomado horizontal e o eixo vertical. o proj´ til explode em dois fragmentos o e em relacao a e resolvendo em relacao a . at´ o instante da explos˜ o. ¸˜ ´ Substituindo-se agora o valor de ne express˜ o de a acima. sobre o eixo do cilindro. As unidades usadas n˜ o s˜ o do Sistema Internaa a cional. a de modo que ambos termos no numerador tem o mesmo sinal. (9-19).br/ jgallas 5 P5 S B 5 0I ¢ e 6 n Vl B 3 ‰ n §„k j e  e 5 P) P´ gina 3 a !  { z P9x sen $& $ }'„3 5 g P) q { z j tP9x j q 5 g 0) 6r8V5`p# B l j e # 6 g8 I YH &    & • –w  5 5 ) 00¨3  3 w q‰   w a “ ” 3 ‰ ˜ w A solucao de ¸˜ a e ´ sen m & B `$ d e d   f ¡ (b) Consideramos agora a lata sozinha.m. para determie nar onde o segundo fragmento aterrisa. ` Sejam e a massa e a velocidade do Galaxy e e a massa e velocidade do Escort. Ent˜ o. As ´ ˆ coordenadas do ponto mais alto s˜ o a j „e j rq j rq l € j ¨„„e  l € k j e  E¨V7„pon n l 8‰ k j e #  Vm7„ihe a n | j q { z x j ifrtP9y„e w  v„u„s n t j e e a e y ¡ y x †w  6 ‘a  8 # AB x  q‰ w x  w & 6 a B  i¥6  6 a x †w ‰ x †w  6 ‘a  ‰ ‘a  8 # YB 8 # AB x  ¨‡a  6 †w #  8 6 a  B a x †w a   y a ˆ ˆ Usamos a solucao positiva pois e positivo. A derivada ¸˜ ¸˜ de massas iguais (Fig.LISTA 2 . Quando chega ao ponto mais al¸˜ ` da lata com refrigerante igualando a zero a derivada de to da trajet´ ria. Um dos fragmentos. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003. Tomemos como orie a gem o ponto de disparo. Ele e seguido por ´ um Escort com uma massa de kg viajando a http://www. Jason Gallas. as 2:00 p. cue dada por ´ ja velocidade imediatamente ap´ s a explos˜ o e zero. O angulo do disparo e ˆ ´ em Encontramos a posicao mais baixa do centro de massa ¸˜ relacao a horizontal.if.Prof. supondo que o terreno seja plano e a resistˆ ncia do ar possa ser desprezada? e Precisamos determinar as coordenadas do ponto de explos˜ o e a velocidade do fragmento que n˜ o cai reto a a para baixo.

Sua tude mas direcoes opostas. coordenada e dada por ´ . (b) ¸˜ Suponha que g de acucar s˜ o transferidos de um saco ¸´ a para o outro. A segunda lei para tal saco e ´ & ˆ c ‰  Š ‰  †…E"l c Š  l c  & E 9-21 (9-17/6 ) Dois sacos idˆ nticos de acucar s˜ o ligados por uma core ¸´ a da de massa desprez´vel que passa por uma roldana sem ı atrito. Jason Gallas. As mesma forcas atuam no saco ¸ mais pesado e para ele a segunda lei de Newton fornece ˆ & ˆ 6   Š ‰ 4"l 6  P´ gina 4 a ˆ A primeira equacao fornece-nos ¸˜ quando substituida na segunda equacao produz ¸˜ & l  „Š 8 fc 6 q c   ‰ 6 #  ‹ˆ 5 0B F que ) 0B & 5 PI c S 5 03 &  h l c a S  5 `B Fm `B 5 ‰ S 8 F B  #98P50B F #  8 F B fV0I # # 8 5 6 q  c  6 q  c a d‡c   6 a F B   6 ‰ a F B † ‘a c 5 `B   ¦ ©¤ a Como ent˜ o nenhuma forca horizontal atua. move-se para baixo. e A componente horizontal da velocidade do proj´ til orie ginal e ´ . que pasa instante com velocidade de m/s a partir do sa pela rolsdana. Agora considere um proj´ til lancado horizontalmente no e ¸ (d) Como os sacos est˜ o conectados pela corda. suas aceleracoes tem a mesma magni¸˜ ponto com coordenadas m. Determina a nova posicao horizontal do cen¸˜ tro de massa.ufrgs. para cima. (a) Determine a posicao horizontal do centro de massa do sistema. O saco da esquerda tem massa ge est´ em a mm. o saco maispesado move-se para baixo e o saco mais leve move-se para cima. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003. Se e a aceleracao de ¸˜ ´ ¸˜ . ` mm ´ a .m. com ı mm de diˆ metro. ao longo da linha que une os dois corpos. onde e a distˆ ncia vertical desde o centro da ´ a roldana at´ qualquer um dos sacos. atuam no saco mais leve. (c) Quando soltos.if. A forca da gravidade ¸˜ ¸ . de massa desprez´vel. A coordenada ainda e . O tempo at´ a aterrisagem e e ´ de massa e ´ e a coordenada do ponto de aterrisagem e ´ 6  6  c  ‰ 6  & c  ˆ ” ˆ c 6   c  ˆ 6  ‰‰ ˆ  8 # „c  …  e  ¦ ©¤ ˆ ˆ ‰‰ € …w uma vez que a massa do fragmento em quest˜ o e a ´ Isto significa que q { z j APfx j e B  j ~ m Precisamos recorrer segunda lei de Newton para encon` trar a aceleracao de cada saco. que deve permanecer mais perto do saco mais pesado.Prof. O saco a direita tem massa ` g e est´ em a mm. e a tens˜ o a na corda. O centro de massa est´ a mm do saco mais leve. Chamemos de a massa do proj´ til e inicial e de a velocidade do fragmento que se move horizontalmente ap´ s a explos˜ o. A coordenada do centro de massa e ent˜ o ´ a ¡ { z Vfx  }'r3 $& $ 6  j a 8 5 B# V`pAB 6r8V5`p# 3 B l B j e 3 I YH &   e B  5   6  v9Y~ n j e l € ¨„j e  —n  j a B ƒ  „‚n  a . com o eixo horizontal e para a direita e com o eixo para baixo. Assim sendo. de modo que m/s o centro de massa.LISTA 2 . Em que a direcao se move o centro de massa? (d) Qual e a sua ¸˜ ´ aceleracao? ¸˜ http://www. o o a momento do outro fragmento tem que ser igual ao momento do proj´ til originalmente disparado. e g transferidas do saco da esquerda para (b) Suponha o saco da direita. temos o a ! B j ~ Y€w w  j tVfx j w q { z e j A~ q { z j APfx j e  … …  e B ( F a € '‰ j e  e 5 n l B !6 e  j g! j 8 V( & F 3 }'rg# $& $ 3 8 a b# 5 `B  & I AH & 8 V( & F rYB 3 # 5 `B j e  sen m 5 a a e & (& F 3 l  B “ 0B 5 5 g P) 6 5 g 0) “ j A~ j q sen (a) Escolha o centro do sistema de coordenadas como sendo o centro da roldana. mas os sacos s˜ o mantidos nas posic oes a ¸ originais. Como um ´ dos fragmentos tem velocidade zero ap´ s a explos˜ o. O centro de massa est´ a meio caminho entre os sacos. a compoa ¸ nente horizontal do momento e conservada. em a e . para baixo.br/ jgallas 5 F   5 05 F 5 `B ¢ O sinal negativo aparece no lado direito porque e a ´ aceleracao do saco mais pesado (que q˜ o e o que esta¸˜ a ´ mos considerando!). (c) Os dois sacos s˜ o liberados. as 2:00 p. a Os dois sacos est˜ o no mesmo n´vel e cada um possui a ı originalmente uma massa de g. A aceleracao do centro ¸˜ ele aterrisa temos . e quando ent˜ o a e a aceleracao de ´ ¸˜ .

O atrito entre o bote e a agua e desprez´vel. ` m m/s ´ Observe que usamos . em direcao a margem.Prof. encontra-  .2 O Momento Linear  A aceleracao e para baixo. Seja a massa do cachorro e sua coordenada Suponha que sua massa e de ´ kg. Como o bote e o cachorro estavam inicialmente em repouso. as 2:00 p. o bote se desloca para a dikg m/s reita. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003. a ´ ´ ı A “moral” deste problema e cuidar com as unidades ´ A que distˆ ncia da margem est´ o cachorro depois da empregadas: a a caminhada? (Sugest˜ o: Veja a Fig. Com que velociinicial. Este ultimo valor n˜ o est´ no SI. O centro de massa permance na mesma posicao ¸˜ e. claro. ¸˜ Escolha o eixo como sendo horizontal. gracas ¸ Agora o cachorro caminha uma distˆ ncia para a esa a conservacao do momento linear. e o centro de massa do sistema cachorro+barco? Ser´ que ele se move?) a na direcao do movimento. a velocidade do centro de massa e ´ zero. e de e a “sua” massa e velocidade temos..if. . ´ a a E 9-25 (9-20/6 ) & I P5 & S  S 8 tpfV`s# & B# 8 5 B  %Ž a ‰ Fm `B 5 8 )# V@f8 F #  pŒ a  PsfP0s# 8 )# 8 5 B  ¡ & 06 ) 3 & ¥Y5 Y5 ¦ ©¤ ˆ Portanto.br/ jgallas P´ gina 5 a ) 3 ¨AI ¤`e•¤  & ” e X ” ) & 0H 03 F ) ¥3 ¢ 5 F `B ) Como nenhuma forca horizontal externa atua no siste¸ ma bote-cachorro. 9. portanto.Qual o momento linear de um autom´ vel que pesa ` N e est´ viajando a km/h? a 34a). ¸˜ ´ E 9-22 (9-19/6 ) ¢ E 9-23 (9-??/6 ) Um cachorro de kg est´ em um bote de a kg que se o encontra a m da margem (que fica a esquerda na Fig. qual a vantagem de a a se faze-lo?. 934a. Jason Gallas. A coordenada do centro de massa e ent˜ o ´ a dade teria que correr para ter o mesmo momento linear kg viajando a km/h? que um autom´ vel de o Chamando de e a massa e a velocidade do carro. substituindo na equacao para ¸˜ mos que S  6 P`B G PI # 8 5 F 5 S E‰ 6g8P50I 5`B F 9PI A@# # 8 & H 6 8 6  c  # ‰ 6  l #   Ž q Œ   ‰ %Ž ‡pŒ   a Ž    a Œ    6 8 gfc ¦ ¤ §Vˆ .ufrgs. E estritamente necess´ rio fazer-se isto? Se n˜ o for. Isto significa que  Ž  Œ    Œ & ‘Ž a q ˆ ’‘Ž a  ¦ §¤ a  ‘Ž a  %Ž ‡pŒ   a Ž    a Œ Perceba a importˆ ncia de fornecer as unidades ao dar a sua resposta.2. e ¸˜ ` depois p´ ra. 9-34b. Ele anda m no barco. a velocidade do centro de massa n˜ o a pode mudar.LISTA 2 . 9. ` ¸˜ querda do bote. O cachorro a se move para a esquerda. ou seja ´ . e apontanto para a direita na Fig.E 9-24 (9-21/6 ) cial. a coordenada do centro de massa pode tamb´ m ser escrita como e Poder´amos tamb´ m deixar a resposta em km/h: ı e km/h S & & $ & V) A)  B 8 h  5 3 1 B& 3 # 8 5 5 ) 3 ¨E"C0r9PP0¥g# 8 B& 3 # 8 5 5 ) 3 0C0gfV00¨r# 8 5 5 ) (# 8 5 I PP00sfV0@# 5 0I  Ž e Ž   Ž e  Ž   e  e   2e  ‘Ž a & ‘Ž Ž  a ˆ Ž   Œ ©  q ˆ Œ  ‘Ž a Œ   Ž  Œ    Ž    Œ ‘Ž a ’%Œ a  ˆ  ‘Ž a  ‰ %Œ  a  pŒ a ¦ ©¤ a ˆ ! B& C03 3 I B ) A0P0(  h 5 0I 5 5 ) P0P( 5 3 1 I ¥40I I 0I 5 5 ) P0¥3 Ž e 5 5 5 ) P0P¥3 I YH & Ž  ¢ ¢  2e   “ 5 5 & ) P05 A¨3 ¡ ¡ 5 `B Ž  Œ   & %Ž ‡pŒ   a Ž    a Œ %Ž a  sŒ a  a ¦ §¤ S F & AB a Ž  Œ  ) ¡ Com que velocidade deve viajar um Volkswagen de kg (a) para ter o mesmo momento linear que um Cadillac de kg viajando a km/h e (b) para ter a mesma energia cin´ tica? e  Isolando-se   ‘Ž a obtemos Œ ˆ  (a) O momento ser´ o mesmo se a donde tiramos que  8 ) 3 P¨r# ) 3 ¨AI 5 F `B )  ¤ e ” ¤   ” e km/h http://www. as duas express˜ es acima para o devem ser iguais.m. Seja a massa do bote e sua coordenada ini.. Como a diferenca entre a coordenada ¸ final do bote e a coordenada final do cachorro m/s e . com a origem na margem.

Prof. ¸ Um homem de kg.bust´vel com uma massa de a kg.duas partes presas por uma trava: um tanque de com´ kg e uma c´ psula de a ı do.LISTA 2 .E 9-36 (9-29/6 ) a ¸˜ mento linear. Note ainda velocidade de ( m/s)? que a raz˜ o das massas coincide com a raz˜ o dos pesos. Desta express˜ o vemos que a 8 ) 3 P¥g# “ 6 PPH Y@# 8 H & 5 5 3 1 $ & D ¨E"VH tB B 5 $& 6 6 5 3 R‘œ ¨41 F `CAB  ” e ” € 6 3 c ) 3 ¥YI 5 F 0B ) ‰ 3 3 6 5 3 1 $ 3 & ‡œ ¥4W„AH 03 ƒ 3 e   3 # W$ – H & P0H A5 — ”      “ ¡ . ou seja. o momento total e conserva. fazendo com que ela adquira uma velocidade de m/s. 9-24: Um homem de kg est´ viajando em uma carroca a a ¸ m/s. e ¸ sua velocidade final (ap´ s o homem haver pulado fora).m. igualdade de energia onde o sub´ndice refere-se a pedra e o sub´ndice ı ` ı . (a) Qual a velocidade das duas partes depois http://www. um valor ! kg m/s 8 6 V0H As# 8 H & 5 ž vezes menor: de onde tiramos a velocidade final da carroca: ¸ ( tB & ! 5 5 P¥3 $ B & PV5 Y5 ‰ ‰   km/h m/s y 8 5 & (# 8 5 $& 5 PPH Y@9P„}As# ¡  € e ‰ ¡   e    ¢ F $ ¡ & 89DP5¥31"$VH &tBs98 # œt5¨3E›PšY@# 1 3 3& H cuh ™ ™ ˜ uŽ †‰ ( & I PI Y`B – & 6 ¤ e ¤   (b) Desconsiderando o fator cin´ tica implica termos a  “  ¤ e ¤  “  ” e .if. d´ um chute em uma pedra de ı a kg. Note que o sentido da pedra Qual o momento linear de um el´ tron viajando a uma e foi implicitamente tomado como positivo. E 9-38 (9-33/6 ) Qual a velocidade do homem depois do chute? O ultimo est´ gio de um foguete est´ viajando com uma ´ a a m/s. faz-se necess´ rio aqui usar a equacao relativistica para o mo. Como tanto o homem como a pedra est˜ o em repou. Ele salta para fora da carroca de modo a ficar com ¸ velocidade horizontal zero. Seo ja a massa do homem. Portan¸ ´ to a conservacao do momento nos fornece ¸˜ Ž Ž e  ! Ž e Ž   2e Ž 8  q ¡ e # ¡  m/s ‰ 9. de p´ em uma superf´cie de atrito e ı desprez´vel. a a Como a velocidade do el´ tron n˜ o e de modo algum e a ´ pequena comparada com a velocidade da luz. refere-se ao homem. Chamemos de a massa da carroca. De modo a reduzir sua velocidade o homem faz E 9-33 (9-27/6 ) com que a carroca puxe-o para tr´ s. Sua velocidade inicial e a ´ mesma da carroca e sua velocidade final e zero.ufrgs. as 2:00 p.br/ jgallas 5 F 3 5 H 00B 5 5 ) 0P„$ ¢ 5 3 ¥YH 5 & PH Y( 5 $& „}A5 ! 5    ¡ e ‰  e ‚ ¡     5 5 0¥3 ¢ ¡ P´ gina 6 a S ¢ S & ( AB & & $& CY) $& }A)  H P(  $# 8 & B 8VH0( ‰F %fP( tp# Ž  e Ž   ¡ 8 ’ #   Ž e Ÿ & i“ $ ‰ ƒ t€  “  ou seja. o momento total e zero antes bem como instrumentos com uma massa de ı ´ va e acionada. ou seja duas partes se separem com uma velocidade relativa de m/s. conforme dada pela Eq.3 Conservacao do Momento Linear ¸˜ A velocidade da carroca aumenta por ¸ m/s. ` onde o sinal negativo indica que o homem move-se no sentido oposto ao da pedra. a sua velocidade inicial.2. Quando a traso no in´cio. Jason Gallas. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003. de modo que a ¸ a carroca seja impulsionada para a frente. uma mola comprimida faz com que as ´ depois do chute. Qual a variacao resultante ¸˜ na velocidade da carroca? ¸ E 9-26 (9-??/6 ) ¢ kg m/s ž Sem o fator relativ´stico ter´amos achado ı ı 8 D ¨E"'H Asf8 5 3 1 $ & B# c ‡h 5 3 1 3 3& H œ ¨Eo0uAs#  Ÿ i“ O momento linear total do sistema home-carroca e ¸ ´ conservado pois n˜ o atuam forcas externas com coma ¸ ponentes horizontais no sistema. Este ultimo est´ gio e feito de ´ a ´ Como nenhuma forca com componente horizontal atua velocidade de ¸ no sistema homem-pedra.

a ele tamb´ m o e ap´ s a explos˜ o.tor velocidade dos trˆ s pedacos est˜ o todos num mesmo a ¸˜ ¸˜ plano. Conservacao da componente do momento produz ¸˜ S s 6  a q q g F q c q 6 « c & c q { z x tVf¬e  B g 5 PPH  6 q e  c q (b) A energia cin´ tica total antes da soltura da trava e e ´ 8 5 H B 6 8V5050)`$p#9P5 F 3  P`s# 3 e B   £ 6 8 Ž d # 3   ¨ A energia cin´ tica total ap´ s a soltura da trava e e o ´ 6 Ž e  B Ž 3  6 8V50H0B`pi00s# B $# 5 H B 3  6£ e £  B 3   ¨ no sentido negativo do eixo . tem uma velocidade enquanto que Dois pedacos.Prof. ¸ na trava (mola comprimida) em energia cin´ tica das pare (a) Suponha que nenhuma forca externa atue no site. com o eixo vertical sendo o eixo . O mo´ a mento total do sistema e conservado. (b) Calcule a energia cin´ tica e ¸˜ e e total das duas partes antes e depois de se separarem e A energia cin´ tica total aumentou levemente. como . Substituindo esta ex´ e ¸ a press˜ o na equacao da conservacao do momento obte. de modo a ¸ que o momento linear do sistema de trˆ s pecas seja cone ¸ servado. de massas iguais. com a mesma veloo fornece-nos cidade de m/s. Ap´ s a trava a o Uma caldeira explode. as 2:00 p. partindo-se em trˆ s pedacos.LISTA 2 . Como o momentum antes da explos˜ o era zero. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003. positivo para cima.ufrgs. desenhe na direcao negativa do ¸˜ de modo que eixo X o vetor . Isto devese a convers˜ o da energia potencial el´ stica armazenada ` a a explique a diferenca (se houver). correspondente ao momento da par´cula mais pesada.if. ¸ ma composto pelas duas partes no ultimo est´ gio. temos que . Conservacao do momento ¸˜ trajet´ rias perpendiculares entre si.br/ jgallas P´ gina 7 a ! S a qt{Vzfx­e (  †~ J 3  S { z 'P9x ( 8 5 ( PP@# g F B ~ Consequentemente. Os dois outros momentos s˜ o reı a presentados por vetores apontando num angulo ˆ no primeiro quadrante e no quarto quadrante. Jason Gallas. de modo que (condicao do problema). Qual o m´ dulo. a velocidade c B & j ¨Eo'VB P3 5 3 1 3 $ & c  do pedaco maior e ¸ ´ m/s c q 5 & e  ª  6 q c g 5 PPH e ©  ( e   6 q  c q & B 8 5 5 B I# 8 3 6 V00P@9P5 F r# 3 ! §¦ %‡ƒ e – q Ž e Ž ¥£ e     £ 5 H B 0`0$  8 5 3 H V¥As# §¦ ‘7ƒ e Ž    Ž  q £  §¦ %‡ƒ e £  5 F 3 Ž £   ‰ "e Ž d 8   £ #  P`B 5 H 5 F 3  ¤e Ž 8 ‰ 5 5 ) P0„$ ‰ "e   £ qd # B     §¦ %‡ƒ e  Ž e .m. que ¸˜ m/s !  6 q ¢ 5 0(  ¡ £  e Ž  e & Ž  £ £  e £ e ! §¦ %‡ƒ e  e ¥£ … Ž e Ž e  ¤e G £ # 8 Ž  £  Ž  Ž  ¡ sen sen A velocidade final da c´ psula e a ´ m/s & 5 5 B 00PI  5 3 ¨AH  0`0$ 5 H B  §¦ %‡ƒ e e  £ … Ž e onde e a velocidade dos pedacos menores. ` j ¥41 F PC03 5 3 $ B& c S 4‰ 5 I g F g 0¨3 ‰  €~  (  q que elas se separam? Suponha que todas as velocidaJ des tˆ m a mesma direcao. e ¸ o direcao e sentido de sua velocidade logo ap´ s a ex¸˜ o a Ap´ s a trava ser solta. Portan´ ¸ to devemos necessariamente ter que e. s˜ o arremessados em ¸ a tem uma velocidade . O angulo entre o vetor ˆ velocidade do pedaco maior e qualquer um dos pedacos ¸ ¸ menores e ´ & g F ¥3 (  http://www. mos Escolha um sistema de coordenadas XY. Isto significa que o vee ´ o a onde e a velocidade relativa. e ¸ ser acionada. ¸˜ Como a componente vertical do momento deve conservar-se. Seja ´ a massa do tanque e a massa da c´ psula.tes do foguete. O terceiro pedaco tem uma massa ¸ trˆ s vezes a de um dos outros pedacos. A partir da origem deste diagrama. Inicialmente ambas E 9-39 (9-39/6 ) a est˜ o viajando com a mesma velocidade . temos com as convencoes acima. a c´ psula (que tem menos massa) plos˜ o? o a viaja com maior velocidade e podemos escrever Suponha que n˜ o haja forca externa atuando.

a ı O consumo de combust´vel do motor e de ı ´ kg/s e a velocidade de escapamento dos gases e de ´ km/s.5 Sistemas de Part´culas: Variacoes na Energia ı ¸˜ que o motor e desligado? (c) Qual e a velocidade final ´ ´ Cin´ tica e do foguete? ¡ $PCA( B&S 5 0I U ® ® U  ´…†³ ² 5 3 1 3 & 0¨W§AI 03 5 F B F & ² 5 3 0¨W1 PF AB ¡ (a) Como se ve no texto logo abaixo da Eq. qual a sua velocidade final? Ignore a forca gravitacional de J´ piter e use a Eq. No presente problema temos na vertical. viajando para J´ piter u com uma velocidade de m/s em relacao ao Sol. e velocidade final. Na posicao agachada. (a) (b) A massa do combust´vel ejetado e dada por Qual a forca m´ dia exercida sobre a mulher pelo piso. (9¸ u 47) do livro texto. IF–UFRGS 24 de Junho de 2003.m.enquanto h´ contato entre ambos? (b) Qual a velocida´ a ma de combust´vel. Se e a velocidade inicial. quando seus p´ s deixam o e ch˜ o.br/ jgallas 5 0B & I 5 P¥3 w Neste problema temos kg. Supondo que os gases ¸˜ ` s˜ o ejetados no sentido oposto ao do movimento inicial a da sonda.if. Qual a forca adicional que deve ser fornecida pelos motores ¸ das duas barcacas para que continuem a viajar com as ¸ mesmas velocidades? Suponha que a transferˆ ncia de e carv˜ o se d´ perpendicularmente a direcao de movimena a ` ¸˜ to da barcaca mais lenta e que a forca de atrito entre as ¸ ¸ embarcacoes e a agua n˜ o depende do seu peso. est´ a cm acima do piso. (a) Determine o empuxo do foguete. a a a a raz˜ o de ` a kg por minuto.ufrgs. ı ´ ¸ e . seu centro de massa ¸˜ m/s. veja a Fig. o empuxo do foguete e dado por ´ . ` 9. no N ponto mais alto do salto. de modo que est´ a cm acima do piso.LISTA 2 . a oper´ rios jogam carv˜ o da mais lenta para a mais r´ pida. tem uma massa ¸ ´ ı de kg. Quando est˜ o passando uma pela outra. 9-46. (b) Qual e a massa do foguete depois ´ 9.(c) Como a velocidade inicial e zero. uma com ´ u uma velocidade de km/h. ´ ea ´ massa inicial. onde e a taxa E 9-60 (9-55/6 ) ´ de consumo de combust´vel e e a velocidade do gas ı ´ kg e Uma mulher de kg se agacha e depois salta para cima exaustado. ´ e e a velocidade do g´ s de exaust˜ o. o centro de massa est´ a a cm acima do piso. a velocidade final ¸˜ ´ na o motor. da qual kg s˜ o combust´vel.2. as 2:00 p. acio. onde e o intervalo de tempo da quei.4 Sistemas de Massa Vari´ vel: Um Foguete a A massa do foguete ap´ s a queima e o ´ 5 3 1 8 5 & ² ¨E­P0B P3 ™ & ‰ PF F As# & B  h    Œ  g Ž 5 3 1 I & ¨E205 tB w 5 ¥3 w q‰  FPF ¢ ¢ 5 5 5 P0¥3    w ·   e 5 S w kg Uma sonda espacial de kg. ejetando kg de gases com uma velocidade e dada por ´ de m/s em relacao a sonda.2. Jason Gallas. O motor e acionado durante ´ s.Prof. 9-38. ¸˜ ´ a 5 3 & ² ¥41 F ( 03 & E 9-48 (9-41/6 ) ¢      ° 5 3 5 ¨A0) ˜ u¯ F ( B 5 H 5 P00) P´ gina 8 a . ´ e a massa final. ent˜ o ´ a a a  w  &  w  50P0) H 5 w °¯ š’® w e   s  e  e  e ® ² ¨E1 F ( 03 ˜ u¯ ° 5 3 & F & ² ¨E1 0F tB 5 3 8 5¥341"PCA@# $ B& ( h w °¯ u¸® F ¥3 5 5 H 5 P0P)   5 0I ( F B ¡ m/s E 9-56 (9-47/6 ) ‰ 5 H 5 P00) m/s E 9-49 (9-43/6 ) ¢ Um foguete em repouso no espaco. Portanto w  5 ±F ¨3   e 5 3 5 ¥Y0)  5 0I kg e ™ Duas longas barcacas est˜ o viajando na mesma direcao ¸ a ¸˜ e no mesmo sentido em aguas tranq¨ ilas. a outro com velocidade de km/h. em uma regi˜ o em ¸ a que a forca gravitacional e desprez´vel. Portanto ı de m´ xima atingida pela mulher? a kg 5`r3 B 5 PH ¡ & 5 0I T ¥4"$ F 03 5 3 1 & & S  €µU 5 3 1 5 B& ² ¥42`C03  8 h S 5 3 1 $ & (# 8 5 ¨E"VB Y@fV0I #  S 8 V5 F sfV0I # B# 8 5 n ‹¶  Œ  gŽ h n ¶ U ‹› Œ  g Ž 5 3 1 $ B& ¥4"PCA(  ® U  ´”†³ w  ® w http://www.

ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. .if.2. 2 2 2 2 10. .br/ jgallas Conte´ udo 10 Colis˜ es o 10. . . o 10. IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003.if. . .ufrgs. professor titular de f´sica te´ rica. .1 Impulso e Momento Linear . . . .LISTA 2 .3 Colis˜ es Inel´ sticas em Uma o a Dimens˜ o . . . a 10. . . .1 Quest˜ es . Resnick e Walker. .ufrgs. . .2. . . .2. . . . . . . Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a QUARTA prova. as 10:17 ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas. . Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if.2 Problemas e Exerc´cios .4 Colis˜ es em Duas Dimens˜ es . . . . . . . . .br/ jgallas   4 6 7 7   . . . a 10. . . Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”. . . ı 10. Jason Gallas. . . .Prof.tex) P´ gina 1 de 7 a http://www.br (listam2. . Halliday. . o o 10.2. .ufrgs. .2 Colis˜ es El´ sticas em Uma Dio a mens˜ o . . ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www. . .2.5 Problemas Adicionais . .

Resolvendo a euqacao ¸˜ para encontramos ¤ ¨ ©¤ " £ ¨47   '# )§5634¤§¦21'§¦ )0¤¥£ ¤ !  ( ( # "   $&%! # $" ! !    #  m/s¨ ¤ §¦ ¤ ¨ ©¤ ¤ ¥£ ¡ e o momento final e ´ kgh m/s) . . ¸ ´ Este impulso iguala a magnitude da troca de momentum da bola e como a bola est´ inicialmente em repouso. Se a bola tivesse massa de kg. est´ inia cialmente viajando para o norte. exercendo uma forca m´ dia de ¸ e N em um intervalo de ms. a iguala a magnitude do momento final. encontre a velocidade final da bola.2 Problemas e Exerc´cios ı 10. no sentido positivo do eixo .if. que velocidade ela teria ap´ s o impacto? o Se for a magnitude da forca m´ dia ent˜ o a magni¸ e a tude do impulso e ´ .ufrgs.LISTA 2 . Ap´ s completar uma curva a direita de o ` para o sentido positivo do eixo em s. que p´ ra o carro ´ a em ms. deslocando-se a m/s. ¡ P 10-12 (10-9/6¢ ) Um carro de kg. Em notacao de vetores unit´ rios. que se desloca a m/s. 9 @¦ ¤ ¤  ¥¥8¦ A B ¤ ¨ 09 ©¤ ¡ r E 10-9 (10-5/6¢ ) (c) A forca m´ dia que atua no carro e ¸ e ´ ! `  w ( A R A velocidade final da bola e ´ m/s. ¸˜ ¸ a massa da bola. ¸ e a e sua magnitude e (d) A forca m´ dia e ¸ e ´ duracao da forca.1 Quest˜ es o ¤ ¨ 09 ©¤  9 E @¦ ) 5Q3 ¤§¦21PB )B¤¥¥8¦ A ¤  ( ( " C # I E   D # 10 Colis˜ es o Resolvendo para D #   obtemos m/s¨ N. qual e o ¸˜ a ´ impulso sobre o carro (a) durante a curva e (b) durante a colis˜ o? Qual a intensidade da forca m´ dia que age a ¸ e sobre o carro (c) durante a colis˜ o? (e) Qual e o angulo a ´ ˆ entre a forca m´ dia em (c) e o sentido positivo do eixo ¸ e ? (a) O momento inicial do carro e ´ d e ¤ ¤ 9 00gA (  d) ¨ ) ¤ ¤ 9 fe0T 4£ 000§¦ ( (  b " c$a C ` kgh m/s) W ¤ 00V T ©£ ¨ ¨ R Y9 X ¤ ¤ 9 00§¦ ¤ £ ¥0T U ¡ X 10. 10-8). P´ gina 2 de 7 a A SE R (  10. O impulso que nele atua e igual a variacao de momento: ´ ` ¸˜ kgh m/s)  C ` ¨ ) tgd E p ( p q ¤ ¤ 9 ¥0iA ( ¤ ¤ 9 ¥0iA  sC ` E D `  r (b) O momento inicial do carro e ´ kgh m/s) e o momento final e ´ .br/ jgallas ¤ ¤ T   0¥¥ƒP ‚  5Q3 ¤8¦c1'¥0T ¤ £ pq ¤ 9 0¤0iA E ( ! ¤¥¤ R ¦ ( r x  €¢    Considere a direcao inicial do movimento como po¸˜ ´ sitiva e chame de a magnitude da forca m´ dia.1 Impulso e Momento Linear E 10-3 (10-1/6¢ edicao) ¸˜ Um taco de sinuca atinge uma bola.2. IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003. a velocidade inicial da bola. as 10:17 ` Q 10-1 Explique como a conservacao de energia se aplica a uma ¸˜ bola quicando numa parede. a velocidade final da bola.Prof. O impulso atuando sobre ele e ´ p u kgh m/s) p u ¤ ¤ 9 00gA ¤ ¤ 9 00gA ( E ¤ v D `  sC ` E D `  r kgh m/s) N) N) kgh m/s) http://www. Se a forca estivesse no senti¸ do oposto ao da velocidade inicial da bola. o distraido motorista investe para cima de uma arvore. em uma colis˜ o que dura a ms. Jason Gallas. Ent˜ o a a forca atua na direcao negativa e o teorema do impulso¸ ¸˜ momento fornece x €¢ w ! C # ¨ C $" E D HGF! E # # "   "  D ¥# ) id E p ( )gd E p ( ¨ R y9 ¤0¤09gA ( ! ¤ 0¤ R ¦ (    x  t¢ Uma forca com valor m´ dio de ¸ e N e aplicada a uma ´ bola de aco de ¸ kg. onde e o intervalo de ´ tempo durante o qual a forca e exercida (veja Eq.

como o objeto par¸˜ tiu do repouso. Suponha que ambas o ¸˜ as partes est˜ o em repouso antes da explos˜ o. que s˜ o detidos por uma parede r´gida. os chumbinhos n˜ o voltam para tr´ s. Qual e a velocidade final ´ do objeto se ele partiu do repouso? N¨ Tome a magnitude da forca como sendo ¸ .LISTA 2 . As ¸˜ massas das partes s˜ o a e kg.br/ jgallas x €¢ p † N) na direcao da parede. ´ ` Na maior parte do tempo nenhum chumbinho est´ em a . A condicao A forca na parede tem a direcao da velocidade inicial ´ ¸˜ ¸ ¸˜ que N quando s conduz a dos chumbinhos.e transferido e mente de zero a N em s. Ent˜ o. o m´ dulo do imo pulso sobre cada parte e de ´ Nh s.if. ent˜ o o momento a e ´ kgh m/se lm"   l l 0# m"  l # " l # l G n ¦  ) ¤ ¤ %00£ ) Q3 §2' 5 ¤ ¦ 1 (  # " '$G d http://www. qual ser´ a forca m´ dia exercida sobre a parede a ¸ e por cada um deles enquanto estiver em contato? (e) Por que esta forca e t˜ o diferente da forca em (c)? ¸ ´ a ¸ ¤ ¤ ¥£ # " ¨ R ©¤ ¡  P 10-26 (10-15/6¢ ) Uma espaconave e separada em duas partes detonando¸ ´ se as ligacoes explosivas que as mantinham juntas. IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003. Se chumbinhos colidem P 10-13 (10-??/6¢ ) num tempo ent˜ o a taxa m´ dia com que o momento a e ´ ´ A forca sobre um objeto de ¸ kg aumenta uniforme. Suponha que o impulso tenha magnitude e esteja no sentido positivo. Nh s¨ (e) Na parte (d) a forca foi mediada durante o interva¸ lo em que um chumbinho est´ em contato com a parede. Com que velocidade relativa as duas partes se separam? ¤ ¤ 0¥T ¤ ¤ k 0¥8¦ 08¦ ¤ ¤  ¡ Consideremos primeiro a parte mais leve. e igual magnitude do momento final: de tempo no qual muitos chumbinhos atingem a parede. a a a (a) Se for a massa dum chumbinho e for sua ve. as 10:17 ` e sua magnitude e ´ N. J¨ (e) A forca m´ dia e dada acima em notacao vetorial ¸ e ´ ¸˜ e tem magnitudes unit´ ria.ufrgs.Prof. ¸˜ (b) A energia cin´ tica dum chumbinho e e ´ … ¤ ¦ 1 ¦¨ §2P„4 E (  w . Suas componentes a iguais. onde e uma constante de proporcionalidade. Como ´ eixo . Jason Gallas. a massa e a velocidade da parte mais leve ap´ s as ligacoes explodirem. cada chumbinho a a transfere kgh m/s. (a) Qual e o moa ı ´ mento linear de cada chumbinho? (b) Qual e a energia ´ cin´ tica de cada um? (c) Qual e a forca m´ dia exercida e ´ ¸ e pelo fluxo de chumbinhos sobre a parede? (d) Se cada chumbinho permanecer em contato com a parede por ms. Seja . a A magnitude deste impulso e igual a magnitude da ´ ` enquanto na parte (c) ela foi mediada durante o intervalo variacao do momento do objeto ou. ´ e m/s¨ ¤ ¤ ¥§¦  ¤ ¦ 8ˆ "  D # # "  D $a“ P 10-14 (10-13/6¢ ) Uma arma de ar comprimido atira dez chumbinhos de g por segundo com uma velocidade de m/s. A componente e positiva e a componente ´ (c) A forca na parede e dada pela taxa na qual o momen¸ ´ e negativa. (d) Se e o intervalo de tempo para um chumbinho ´ N) s) N/s¨ ser freado pela parede. Portanto contato com a parede. de modo que a forca m´ dia na ¸ e parte (c) e muito menor que a m´ dia em (d). ent˜ o a forca m´ dia exercida na a ¸ e parede por chumbinho e ´ A magnitude do impulso exercido no objeto e ´ R R R ¦ ¥R ¨ 0¥R j 5Q3 ¤§¦21 R Y¤ ¨ ¤ ¥¦ ¨  d  I  Sƒˆ ‰  ˜ B9 )¥4g¦ ) £¨  ( ( ¦ ™  • ™™ ˜ … yqS‰ ¦ £ ¨4g¦ˆ’ 9 ‚ ‘ ( 9  G%  —¥†S‰ – … • ” ¤ £  – F07 (  ƒ‰ … • ¤ £  ¥ƒ ”  “ ‰ N¨ ¤ £   ˜) ¤ ¤ 0ƒSu0¥¥£ ) Q3 §2' 5 ¤ ¦ 1 ¤ ¦  ) ¤ ) ¨ 8F08¦ 0¤ ¥¦ ¤¥g¦ ¤  £¥¨©¤ƒ  ¤ ¤ ¥0T (  i ' (  m/s¨ P´ gina 3 de 7 a ( ( ¦ I i '   ˜ # fgH" d !  ! ¤ ¥h ¨ ¦ x €¢ ¦   d  f U £ W B9 U x … 8c‡„47 €¢ ¤ ¦ 1 ¦¨      X ¤ §¦ ( ¤ §¦ ¤ ¤ ¥8¦ 9 X   ¤ £ X ¡ A forca tem a direcao da velocidade inicial do chumbi¸ ¸˜ nho. de modo que locidade quando ele atinge a parede. de modo que a forca est´ a ´ ¸ a abaixo do to e transferido dos chumbinhos para a parede.

A espaconave rodeia o planeta e parte no ¸ sentido oposto. ela se afastar´ de J´ piter com u a u km/s. atinge um segundo carro de massa desconhe10.ufrgs. e a massa e a velocidade inicial e final do bloco a esquerda. 10-33. (a) Qual e a massa do ´ seu sentido original a E 10-29 (10-35/6¢ ) segundo carro? (b) Qual e a sua velocidade ap´ s o im´ o Os blocos da Fig. novembro de 1985. dada por E 10-33 (10-37/6¢ ) ¨ R 4£ E k T  T ¦ u £   o u D # ¥ƒ§aS¥ƒjw¥G B# vD £  0 D # Um carro de g de massa. o encontro pode ser pensado como uma ı colis˜ o el´ stica na qual a espaconave emerge da “coa a ¸ lis˜ o” com uma velocidade de mesma magnitude que a a Como velocidade que possuia antes do encontro. ¸ veja “The slingshot effect: explanation and analogies”. e a A energia cin´ tica total ANTES da colis˜ o e e a ´   A ¨0¦©Ta ˜ )¥£4 )g9 ¨© ¨ u ˜ 0£ ©£ ) 0¦ ) ¨ ¨ ( ( ¦ ( R ( ¦   ˜ C˜ # ˜ " C u q˜l # l " ¦ ¦ A energia cin´ tica total DEPOIS da colis˜ o e e a ´ m/s¨ medida a partir de J´ piter. Qual e a sua velocidade. s˜ o a massa e a velocidade da parte mais bloco de a kg pode estar no sentido ilustrado? pesada. o primeiro carro continua em a o m/s. a velocidade deve opor-se ao sene a ´ tido mostrado. o a (b) Para ver se a colis˜ o e inel´ stica. tal velocidade e Como o sinal indica. e ` . A colis˜ o entre eles e a ´ el´ stica. Jason Gallas. de ´ modo que A velocidade relativa das partes ap´ s a explos˜ o e o a ´ m/s¨ b 9 4 ¨ ˜ ˜ ˜ ˜ e yD # ywu0€“GzC # yyu0xm" " u Dl # l "  " u Cl # l ˜ D # ˜ C # ˜ " D ‚l # C ul # l " ¤ 9 0T D f   ¨ R 0¦   ¡ ˜ ˜ # h7 E "  A R „©¤ E ¦¨ "   A ¦ ¨ ¤  ) ¦¨ gy9 Ya†A R „©¤ E (  ¤0¥8¦ ¤ k ¤ ¤ ¥0T E  ˜  £ ¨ E ¥©¤ " E  ˜ # ˜ # ˜ " donde tiramos que Dl ‚0# km/s km/s¨     f Dl ‚0# C D f f  0¦ ¨ # P 10-28 (10-38/6¢ ) A espaconave Voyager 2 (de massa ¸ e velocidade relativa ao Sol) aproxima-se do planeta J´ piter (de masu sa e velocidade relativa ao Sol) como mostra a Fig. 10-34 deslizam sem atrito. as 10:17 ` O impulso na parte mais pesada tem a mesma magnitu. deslocando-se em um trilho de ar linear sem atrito. Bartlett e Charles W. IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003. inicialmente em repouso. The Physics Teacher. a velocidade do ` o a onde . Como a ve(c) Agora locidade inicial da espaconave e ¸ ´ £   T ¦ u  ¦  o u # 0a§aS8jPG C # . vemos que a colis˜ o e el´ stica. ap´ s este encontro com efeito estilingue? Consideo ra km/s e km/s (a velocidade orbital de J´ piter). comparamos os vaa ´ a lores da energia cin´ tica total antes e depois da colis˜ o. a uma velocidade inicial de m/s. em relacao ao ´ ¸˜ Sol. (a) Qual e pacto? (c) Qual a velocidade do centro de massa do ´ a velocidade do bloco de kg ap´ s a colis˜ o? (b) sistema formado pelos dois carrinhos? o a http://www.Suponha que a velocidade inicial do bloco de kg sede mas no sentido oposto. (Para informacoes adicionais. e as corresm/s¨ pondentes grandezas do bloco a direita. ¸˜ da espaconave. Portanto (a) Seja . O momento do ` sistema composto pelos dois blocos e conservado.br/ jgallas R ¨ ¥R ©¤ ¨ R ¥¦ b P´ gina 4 de 7 a   A ~¨¥¦YTa ˜ )BV y9 )B9 ¨4 ¨ u ˜ 0V ¥¦ ) ¥¦ ) ¨ ¨ ( ( ¦ ( R ( ¦   ˜ D˜ # ˜ " D u ‚˜l # l " ¦ ¦ £ © ¨  } V Y9 E £ © E | ¨ ¨ u £¨ S4£ 9 © ¨ l " ˜ ˜ ˜ ˜ D # " E C # y6q0€“" " u Cl # l £¨ 4 E ˜  C #  C Considere o encontro num sistema de referˆ ncia fixo e em J´ piter.2 Colis˜ es El´ sticas em Uma Dimens˜ o o a a cida. a ´ a m/s e ¨ ¥¦ V ¨0¦ˆfBV y9 E 4 SR  } ¨ £¨ | u ¨ S£ ©£ 9 4 ¨ l " ˜ ˜ ˜ ˜ D # " E C # {Qu0xm" " u Cl # l m/s¨ J¨ J¨ . de Albert A.LISTA 2 . de modo que .) T ¦  §qro " o s tn  ¦  gqp# n ¡ O bloco continua andando para a direita ap´ s a colis˜ o.2. Ap´ s a colis˜ o. Ap´ s a mesma. Passando para o sistema original de referˆ ncia no qual o Sol est´ em repouso.Prof. Quando eventuais perdas de energia forem u desprez´veis.if. A massa de J´ piter e muito maior do que a u u ´ . ja oposta a exibida. Hord.

Sejam e a massa e a volcidade final do corpo poco. cuja massa e de o a ´ permanece em repouso. Ap´ s a colis˜ o. A esfera o a est´ viajando originalmente no sentido negativo.ufrgs. da oua tra part´cula. Seja e a massa e a velocidade final do carro originalmente kg¨ parado (# . de acordo com a Eq. a aceleracao a ¸˜ Resolvendo para obtemos. de acordo com a Eq.E 10-40 (10-??/6¢ ) ´ dade do centro de massa do sistema formado pelos dois ATENC AO : ESTE PROBLEMA FOI MAL TRADUZIDO ¸˜ corpos se a velocidade inicial do corpo de kg era de NO LIVRO TEXTO .) a Nota: no sistema de unidades em quest˜ o. . . a pelos dois carrinhos satisfaz a equacao ¸˜ massa e as velocidades antes e depois da colis˜ o. 10-18 (a) A que altura ela pode elevar-se em relacao ao topo do poco? (b) Faca o mesmo problema supondo que o ¸ ¸ temos m/s). 10-28. Ent˜ o.LISTA 2 . ¸˜ originalmente em repouso. a temos (b) A velocidade do centro de massa do sistem formado pelos dois corpos satisfaz a equacao ¸˜ ˜  0Gf¤ 4 ¨ ¦ u ¨ " {u l " £ ©a ¨    „ ƒ ‰ˆ# ) ¨ ) ¨ B¤ y9 B¤ © Cl # l u0xm" ( ˜( „ ˆƒ # ¤  ƒzC # ˜ ˜ ˜ „ # ¨ ‚C # {yu0€m& zƒ ‡) {%m"  " u Cl # l " " u l £  ¨0¦ˆ%)0¤ 4 ¨ ( T ˜ ¤ ¤ ¦ 0§ˆ T ¨ 0k 0  ( ‚ ˜ " ¨Cl ‚q0# ˜ ˜ " {u l " " E “" l D ‚l # ul # l " C  Dl I‚0#  Dl I‚0# ˜ ˜ D # ¤ 4 ¨   ( ˜ ˜ ¤  C ˜ ˜ D # ¡ ¤ Y9 ¨ (b) A velocidade do segundo carro e dada por ´ ) ¨ ¥¥¦ ( V0V¥¤ ©BT ©¤ ¨ ¤ u ¤ 9 ¨ ) ¤ 9 ¨ 00¥T Y¤  (  C ql # " {u l " l " mi ˜  D # m/s¨ Seja .Prof. (a) T ¤ ¤ ¥¥T ˜ R   T  BGŠŽ T l "  ˜ " ¨ k R Y§ T ¨ 0k 0 ¤ R ¡ R 9 ‘Cl #  Dl i†u0aIu0# ) l " ¤ 4 ¨ ¦ u 9 ‘ afgg¦ 9 ‘ ( gi¦ E ¦ ¨Cl ‚q0# ˜ ˜ " {u l " " E l "  # Cql {u ‚l # D l " Dul0# E u0# Cl ˜ " D ‚l # ql # l " C "  ˜ " E 10-34 (10-41/6¢ ) http://www. (Dica: a elevador esteja descendo a ft/s (¦ velocidade da bola em relacao ao elevador e meramente ¸˜ ´ revertida pela colis˜ o. Subsa tituindo . No instante em que o elevador est´ a (a) Sejam .a a ¸ te. as 10:17 ` (a) Seja . . para . e na express˜ o a acima. o g. IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003. . Qual e a massa da outra esfera? ´ . larga-se uma bola do topo do e depois da colis˜ o do corpo que se move originalmen. a massa e as velocidades antes ft (¦ m) do topo. 10-18. a massa e as velocidades antes e (c) A velocidade do centro de massa do sistema formado depois da colis˜ o de uma das part´culas e a ı . Ou seja. U SE A TRADUC AO QUE SEGUE : ¸˜ m/s? Um elevador est´ deslocando-se para cima num poco a a ¸ ft/s (¦ m/s). Suponha que a esfera esteja viajando originalmente no sentido positivo e fique parada ap´ s a colis˜ o. De acordo com a Eq. Ent˜ o.if. da gravidade vale ft/s . (a) Qual e a massa do corpo atingido? (b) Qual a veloci. temos ( ˜ ˜ ˜ D # C # " "{u l " ˜ " i u ul # ˜ C "yu l " " E “" l Dl Cl u0# u0# l “" ˜ ˜ ˜ ¨ C # {u ul # l &…zq) yu l " " "  „ ƒ # " C  ‚ m/s¨ g g¨ Um corpo de kg de massa colide elasticamente com outro em repouso e continua a deslocar-se no sentido original com um quarto de sua velocidade original. A bola quica elasticamente do teto do elevador. obtemos . a massa e as velocidades inicial e final do carro que originalmente se move.  ¦ P´ gina 5 de 7 a ¤ ¤ ¥0T ˜ ¡ T ¨ ¤ ¥V ©a V V  ¥a’ V V u ¤ 9 ¥S0T ) ¨ ) ¤ 9 ¥¥¦ 0BT   ¨ ¤ u ¨ ©S 0¦ ¤BT R¥R 9 ¨ ¨ ( R¥R ©¤ E  0¦ Cu0{€‚0# l # u Dl D ‚l # E ul # C V ¥¦ ¨ ˜ ( l " " Desta express˜ o obtemos para a "  ¡ : Resolvendo para com encontramos m/s¨ g) g¨ E 10-37 (10-43/6¢ ) Duas esferas de titˆ nio se aproximam frontalmente com a velocidades de mesmo m´ dulo e colidem elasticamente. uma das esferas.br/ jgallas ¤  Dl Œ&u0# ˜ " ¥T E mG¤ l "  ˜ # E ‹C # Šu0#  #  Cl Observe que usamos gramas em vez de kilogramas. Jason Gallas. temos ı a ˜ ¨C #  ‚l # D ˜ " u l yFm"  C ul # l " ˜ ¤ G C # Lembrando que  „ ƒ …z# .

¤ ¦ 1 ¦  5 §2€YV ¨ R 8¦ ) ¨ Bk YV ) 5 8c!0T ¥BT ©¤ ¤ ¦ 1 £ ) A ¨ ( A ¨ ¤ gT Ya ‚ u ™ š" e #) ™ " u ˜ Q‡¥š{›$"  ˜ #˜ †i‡$" ‚ ˜ ˜ i# H" V R http://www. Conservacao do o a ´ conservado durante a colis˜ o. o N¨ A componente horizontal do momento deste conjunto conserva-se de modo que Observe que o resultado final n˜ o depende das velocidaa des em jogo. Qual ´ e a nova velocidade do tren´ ? ´ o A raz˜ o das massas e. no Arizona (Fig.1). tenha sido formada pelo impacto de um meP 10-53 (10-29/6¢ ) teoro com a Terra h´ cerca de 20. ou seja. as 10:17 ` 10.Prof. quando um pakg¨ cote de kg e largado de cima para dentro dele.peso do carrinho auxiliar e o sa e a velocidade inicial do tren´ . Seja . ž " T¨Y¤¡ ) ž "u x " ‘ x " A ( x "   " ž yu x e ˜ # x " Ti~¨©¤ƒ A x x ˜ # ˜ " ¦ mm/ano¨ ´ E uma velocidade MUITO dif´cil de se medir. ¦ 1 £ ¨  5 ¤8c!0V 4g¦ £ ¨  0V 4g¦ ) £ ) A ¨ ¥BT BT ©¤ ( ( x ž " ‘{u "  ¨ x x ˜ # ˜ " ¦ ˜ ) ž yu x " "  x ) ž " " ( x“yu ˜ x x ) # " ( ¦ (  ˜ ‡) ž yu x " # " f ¤ ¦ 3 8c1 R l ”l ¤ ¦ 1 £ §2'u … ˜ 8c'¥V 4£ ¤ ¦ 1 k ¨ •l ) §2!£ 0¥¥A ¤ ¦ 1 ) ¤ ¤  ( ( •l   V k ¦ ¤ ¨ ¥8©¥¤ ©¤ # de modo que encontramos para ’ " u  ‘y“‘"  "  #   '# A energia cin´ tica inicial do sistema e e ´ enquanto que a energia cin´ tica final e e ´ . 10. Seja a massa do meteoro e a massa da Terra.ufrgs. obviamente. como .liar que est´ em repouso.000 anos. Seja e a massa e a velocidade inicial do vag˜ o. temos e ´ .3 Colis˜ es Inel´ sticas em Uma Dimens˜ o o a a de onde tiramos T ƒ f #  ¦ gGu R ) 0¤ ¨ R 0¤ ©V ) ¨ ( ( ¦ (    ( x  £ BT ‚   ™ " u ˜ –{›$" ˜ "˜ $œi# ( ¦ x ‚    x # D m/s¨  ‹# E 10-41 (10-23/6¢ ) Acredita-se que a Cratera do Meteoro. fornece-nos Resolvendo para encontramos T A¨ x ggT Ya x " i~©¤ " A ¨ ¤ A ¨ 0©¤  ž " Um tren´ em forma de caixa de kg est´ deslocando-se o a toneladas sobre o gelo a uma velocidade de m/s. a Seja a velocidade do meteoro imediatamente antes a massa do carrinho auxiliar e a velocidade fida colis˜ o e a velocidade da Terra (com o meteoro) a ¸˜ ap´ s a colis˜ o. no sistema de momento total do sistema formado pelos dois carros a fornece-nos donde tiramos referˆ ncia Terra antes da colis˜ o temos e a  A ¥B x ž“{u " " ¨ x x  Š# # " # ‡) ž {u x "  x # x " " ( x " ž “" ¡ e # Q‡) ’ yu  " " ’ ‘" •l ¤ ¦ 1 §Š£ V ¨ ¥k ¥¦ ( (     #  " #  ‘"  8¦ #  # ¤ ¤  ¥¥A ¡ ¡ m/s¨ Para ficar mais f´ cil de imaginar o que seja esta veloa cidade note que. n˜ o?. IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003. a massa do pacote e velocidade final do conjunto tren´ pacote.. a mesma raz˜ o dos a ´ a pesos e. Seja o .br/ jgallas P´ gina 6 de 7 a x  ¥‘ ˜ # x Ÿ C " . vibracoes. chamando de o peso do vag˜ o. e ´ ¸˜ ria a Terra numa colis˜ o frontal? ` a Encontre o peso do carrinho auxiliar. Jason Gallas. Eles se unem e cin´ tica inicial e dissipada em calor. temos que o a Precisamos considerar apenas a componente horizon´ tal do momento do tren´ e do pacote. O momento do sistema Terra-meteoro e nal dos dois. Portanto.2.LISTA 2 .if. simplificada. Estima-se a a a kg e sua velocidade em Um vag˜ o de carga de t colide com um carrinho auximassa do meteoro em a da energia m/s. depois de grudarem-se. ı a E 10-42 (10-21/6¢ ) que. temos TYa D A¨ ¤ C f f  A ¥0  m/s  ¤ ¤ ¥0¤ R 8Y—–¥¤ R m$i•‹£ R T T £ ¦ T  ¤ T 1 9  1 ) ¤ ¤ B¥¥¤ R ¥8©T T £ ¦ ¤ ¦ 3 8c1 R l ( ”l l ”l m/ano ¤ ¦ 3 8c1 R Como m/ano da energia cin´ tica original e perdida. a mas. etc. Que velocidade um meteoro assim transmiti. som..

IF–UFRGS 30 de Outubro de 2003.br/ jgallas ¨ ˜ ˜ D H{F¥ # " u l sen¥ sen¥ Portanto a energia cin´ tica n˜ o e conservada. Usando a segunda equacao obtemos que ¸˜ ¸˜ ¨ R £ R ©ƒ W ¥ ¨ ¤   l ¥ ˜ D #  ˜ ¥ sen sen ¤ © ¨ £ YT ¨ D ‚l # sen 10. as 10:17 ` E 10-63 (10-49/6¢ ) Observe que as massa podem ser simplificadas em ambas equacoes. (b) Resolvendo a primeria das equacoes de conservacao ¸˜ ¸˜ acima para encontramos Cl q0# m/s¨   Dl # u0$" E  ¤ P´ gina 7 de 7 a .2.LISTA 2 .4 Colis˜ es em Duas Dimens˜ es o o Portanto o angulo e ˆ ´ .ufrgs. 10-20 do livro texto e considere a boA energia cin´ tica final e e ´ la branca como sendo a massa e a outra bola como sendo a massa .Prof. Conservacao das componentes e ¸˜ do momento total do sistema formado pelas duas bolas nos fornece duas equacoes. a branca deslocao a se a m/s ao longo de uma reta em angulo de ˆ com a sua direcao original de movimento. Ap´ s a colis˜ o.5 Problemas Adicionais http://www. respectivamente: ¸˜ ¦    D f U X ˜ ˜ ¥ ¤ £ ¢ 4Bt’D $y’©0t’u0$" # " u l ¥ ¤ £ ¢ Dl # l m" ˜ "  Cl # tq0$" £¥¨y9& W ¦y94¤0£@¢40¤ 4 u W ¥YBt40£ YT A ) ¨   ¤ £ ¢ ) ¨ ( ( ˜ ¥ ¤ £ ©0t¢ D {u l 40@¢ ‚l # # ¥ ¤ £ D ¨ " ¨ ¦ ¦ 2T ¥¥ ˜ 0~Y9 ) £ A¨ ˜ Em um jogo de sinuca. e o m´ dulo da ve¸˜ o locidade da segunda bola e de m/s. Encontre (a) o ´ e ´ angulo entre a direcao de movimento da segunda bola e (c) A energia cin´ tica inicial e ˆ ¸˜ a direcao de movimento original da bola branca e (b) a ¸˜ velocidade original da branca. a bola branca atinge outra inicialmente em repouso.if.2. e a ´ § ¨2"@„¨©kƒ €˜ )B¤ © u ˜ 0£ YT ƒ" ¦ ¨ ) ¨ ¦ ¦ ( (   ˜ D ˜ $" D # # u ‚˜l H" ¦ (a) Use a Fig. Jason Gallas. (c) A energia cin´ tica se e conserva? ( " ¦   ˜ C $" # ¦   sC f   C ql # W  ¥¥  £ YT ¨ ¡ W ¦ 9 8y& ˜ ¥ 10.

.br/ jgallas Conte´ udo 11 ROTACAO ¸˜ 2 11. . .ufrgs. ı 11. professor titular de f´sica te´ rica. . .ufrgs. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. . . . . a 11.m.if. .br/ jgallas   2 2 9   . . as 9:44 a. Numeracao conforme a quarta edicao do livro e ¸˜ ¸˜ “Fundamentos de F´sica”. Jason Gallas. .tex) P´ gina 1 a http://www. . .ufrgs. Alemanha ı Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de F´sica ı Mat´ ria para a QUARTA prova. . Resnick e Walker.3 Problemas Adicionais . ı o Doutor em F´sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. . .1 Question´ rio .Prof. ` Exerc´cios Resolvidos de Dinˆ mica Cl´ ssica ı a a Jason Alfredo Carlson Gallas. . ı Esta e outras listas encontram-se em: http://www. . .br (listam2. . . Coment´ rios/Sugest˜ es e Erros: favor enviar para a o jgallas @ if. Halliday. . .LISTA 2 . . . .if. .2 Exerc´cios e Problemas . . . .

LISTA 2 . sua velocidade angular eventualmente ¸˜ 11.1 Question´ rio a aceleracao angular constante. o 11-6P. onde t e o tempo. Girando com aceleracao ´ ¸˜ Q11-3. Se e a velocidade inicial da roda. A aceleracao angular e a mes¸˜ ´ ma para os dois casos? Se n˜ o. como no caso do movi. e depois comecr´ a crscer no sentido cona ¸a tr´ rio. Assim. sendo a .Secao 11-2 As Vari´ veis de Rotacao ¸˜ a ¸˜ de zera no ponto mais alto da trajet´ ria e ele torna a cair. extremidade de madeira.ufrgs. Se o corpo r´gido for submetido a uma ı desaceleracao. A velocidade angular de precess˜ o de engrenagens acopladas. e tamb´ m ponto O da extremidade de madeira. O equivalente linear dessa situacao pode ser a de a ¸˜ um corpo jogado verticalmente para cima. tal que na situacao (b). sua velocida. Uma forca F e e ¸ ´ s˜ o quantidades mensur´ veis em revolucoes e revo.aplicada ao ponto a da extremidade de metal. fixada por um eixo no Porque na equacao ¸˜ . angular constante. a cidade linear: . vem que . sendo metade de madeira e metade de metal. Mas na equacao ¸˜ ¸˜ .br/ jgallas ¢ gupsiGbvfei¢ c¢ wg c ¢` ¤ baYX W 2V ugpsi6tgfsrqGhpei6hfed` c ¢ c` ¤ g c ¢g c ¨¦ Uƒ ‚ € x ¤  hP„2 Py&¢ ¡ Q11-9. mesmo que a sua velocidade angular seja nula (talvez. n˜ o na express˜ o a a ? A Fig. as 9:44 a. O ponto tem aceleracao radial. ` 11 ROTACAO ¸˜ 11. a engrenagem que tem o menor raio. para se obter a aceleracao linear em m/s . a aceleracao radial e ¸˜ ´ . o ponto tem aceleracao ¸˜ ¸˜ radial? Tem aceleracao tangencial? Os m´ dulos dessas ¸˜ o aceleracoes variam com o tempo? ¸˜ Sim. # ¢ ¤ $8F  W W 2V #  876 ¦ ¤ 5 H ¦  #  G¤  #  ¦ #  C$A¢EDCA@6 B 9 ¤ B 9 5 R IH SPQ P@H UR IH P@TQ@PH ¢  ¡ ¡     ¨ ¦ ¤  ¢ ©§¥£ ¢ ¨ ¦ £ 10  ()' ¨ ¦&¤%£ # ¢ ¤ $"!     # ¢ ¤ 432  ¡ ¡ ¡ P´ gina 2 a . mostra uma barra de m.Prof. em que caso ela e maior? a ´ Um corpo r´gido pode girar livremente em torno de um ı ´ eixo fixo. equacoes para (a) a velocidade angular e (b) o desloca¸˜ ¸˜ quando a roda gira com velocidade angular constan.mento angular em funcao do tempo. o vetor est´ ¸˜ a ´ a ¸˜ dirigido ao longo desse eixo. Sim. o momento de in´ rcia ¸˜ e da barra em relacao ao ponto ¸˜ e maior do que no ´ caso (a). tem a maior velocidade angular. ¸˜ dade de metal e a mesma forca e aplicada ao ponto da ¸ ´ deve ser expressa em radianos/s . respectivamente.m.Qual a relacao entre as velocidades angulares de um par mento de um pi˜ o. rotacao. Por que e conveniente expressar em revolucoes por ´ ¸˜ segundo ao quadrado na express˜ o a e Q11-21. pela relacao ¸˜ . Na Fig. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. o vetor velocidade angular define o eixo de Q11-15. Assim. As aceleracoes angulares n˜ o ¸˜ a s˜ o iguais nos dois casos. A aceleracao ¸˜ tangencial e nula nesse caso. instantaneamente)? Qual o equivalente linear desta situacao? Ilustre ambas as ¸˜ situacoes com exemplos.constante. ¸˜ te? Tem aceleracao tangencial? Quando ela gira com ¸˜ Q11-13. e a e b s˜ o cons´ a Imagine uma roda girando sobre o seu eixo e considere tantes. de uma roda em torno de um eixo fixo tem de estar ne. a a ¸˜ lucoes por segundo. o ponto da borda tem aceleracao ra¸˜ O vetor que representa a velocidade angular de rotacao dial ¸˜ e aceleracao tangencial ¸˜ . E poss´vel que a aceleracao angular deste ı ¸˜ corpo seja diferente de zero. de raios diferentes? a a tamb´ m e um vetor dirigido ao longo da direcao em e ´ ¸˜ Pontos da borda das engrenagens tem a mesma velotorno da qual o eixo do pi˜ o precessiona. a barra e fixada por um eixo em ´ na extremi. ¸˜ A densidade dos metais e maior do que das ma´ deiras. deduza as ´ um ponto em sua borda. Jason Gallas. cessariamente sobre este eixo? Sim.if. http://www. Q11-8.2 Exerc´cios e Problemas ı ser´ nula. Mesmo quando o eixo n˜ o e fixo. Uma roda gira com uma aceleracao angular dada por ¸˜ .

Jason Gallas. (c) o tempo necess´ rio para ¸˜ a alcancar a velocidade angular de rev/s e (d) o n´ mero ¸ u de revolucoes desde o repouso at´ a velocidade de ¸˜ e rev/s. a 11-15E.LISTA 2 . Quan. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. (b) o tempo necess´ rio para ¸˜ a completar as revolucoes. partindo do repouso com aceleracao angular constante at´ ¸˜ e alcancar a rotac ao de ¸ ¸˜ rev/s. (b) N˜ o. (b) o angulo percorrido ˆ aceleracao angular dada: ¸˜ (em rad) at´ parar e (c) o n´ mero de revolucoes complee u ¸˜ tadas pelo volante at´ parar.m. Calcule (a) a aceleracao ¸˜ http://www. Suponha que tanto a flecha quan. Est´ montada sobre a um eixo fixo e gira a rev/s. as 9:44 a. e ¸ O volante de um motor est´ girando a a rad/s.Prof. ` (a) Para obter a velocidade angular. e rad/s s.ufrgs. sua velocidade angular e ¸˜ ´ rev/s. basta integrar a angular do volante (em rad/s ). paralelamente ao seu eixo. Uma roda tem oito raios de cm. rev/s m/s. Calcule (a) a aceleracao angular. I revolucoes ¸˜ } (c) Para o n´ mero de revolucoes u ¸˜ Q j©e$£ ¢ ‚¨¦ ¤  (b) O deslocamento angular e obtido integrando a velo´ (b) O angulo percorrido e ˆ ´ cidade angular: rad. entre o eixo e a ¸˜ e borda da roda. se a velocidade angular permanece constante. Depois de completar revolucoes.(c) O tempo at´ alcancar do o motor e desligado. sem que a flecha colida com qualquer raio. temos I n"¤i¢”‚{¨©¦e‡¦ ¤ no RQ qz@y¤ ¨ ¦ nRQ ¤ SPy$£ (a) Sendo rad/s. tem importˆ ncia? Em caso afirmativo. . Um disco gira em torno de um eixo fixo. P´ gina 3 a I ‘ ¦ ¤  G”¢ A velocidade m´nima da flecha deve ser ent˜ o ı a Q r m"¤ !¢ ¦ ¤ I ¨ n H € m"¤ ©ƒ¢ ”¦ Ix ¨¦ ‚ n @r xno H £ @uP&¤ ¨©Q ‚ ¦ £ ¢Q ¦ iif ¨ G¤  ¦ ¤ ! n @r xt r's (a) O angulo entre dois raios consecutivos e ˆ ´ tempo necess´ rio para percorrˆ -lo e a e ´ eo (a) A velocidade angular do disco aumenta de rad/s para rad/s no intervalo necess´ rio para complea tar as revolucoes.if.br/ jgallas rad/s e ´ s. ¸˜ n Pr n ‚H n ‚H R ‚H n H n H n Pr R rH ¡ 11-10P. Qual a velocidade m´nima que a flecha deve ter? (b) ı A localizacao do ponto que vocˆ mira. (a) to os raios sejam muito finos. Vocˆ pretende atirar e uma flecha de cm de comprimento atrav´ s da roe da. veja a Fig. a qual a melhor localizacao? ¸˜ 11-23P. (b) O tempo necess´ rio para as a voltas e ´ s. o volante desacelera a uma taxa ´ constante at´ parar em e s. tem-se no n R Q o H nqopR@ @x@|¤ qzPQQ ¤ ¨  ¦ j¢ ¤ n € o  ƒ s£ ¤ @qp@y¤ {Q ~}  ¡ r IH @Q P@H no R up@Q x U R   ¦ £ ‚ —  ”‚  fk ¨ G¤ ¨ ji£ l U  ¦ ¤B9 € g‚ — bf ¨ eiC1d¦ x U R  £ ¤B 9 —  ”‚  f ¨ "bCAm£ l ‘  ‰ ¢ “ ’b¦ 6† ¤‘ ‰ ˆ  … † ‡…  U ‚ —  ¤ ¨ ¦ ‚ € ”™˜–"F!•”¦ ‘ ‰ ¦ “ ¤ ‘ £ ‰ ˆh  … h f…   n Pƒ no n umSQ Ro qpQ R um"¤ rdR s ¤ £ ¦ i n o n x s' ¤ t no n o x RSQqop w u’e¤ Pxpnn ¤ E¤ v n n SQ ¡ ¡ .

quando a turbina ¸˜ est´ girando a rev/min? (d) Em relacao a part´cula do a ¸˜ ` ı ´tem (c). obtemos a rad/s e t ƒn ¢ ¤ @@Pe¤ @Q¦ $£  (c) A aceleracao angular necess´ ria e ¸˜ a ´ o rev. A a ` ( cm tr´peta e igual a m´ xima forca de atrito est´ tico: ı ´ ` a ¸ a de raio) e concˆ ntrica a B e est´ rigidamente ligada a ´ e ` a ela.raio) e a polia motriz e gira a ¸ raio) est´ conectada a A pela correia .LISTA 2 . o m´ dulo da aceleracao linear resultante e o ¸˜ ´ (a) Determine em funcao das grandezas M. Portanto. A turbina de um motor a vapor gira com uma velocidade angular constante de rev/min. a forca cen. (d) A velocidade angular rev/min corresponde a Uma certa moeda de massa M e colocada a uma ´ rad/s e distˆ ncia R do centro do prato de um toca-discos. Jason Gallas. R. durante a parada? (b) Quantas revolucoes realiza antes de parar? (c) Qual a ¸˜ componente tangencial da aceleracao linear da part´cula ¸˜ ı situada a cm do eixo de rotacao. Fazendo a convers˜ o.if. (a) O intervalo dado corresponde a aceleracao angular e ¸˜ ´  Ž  Œ ‡ |¤ ¦ o o nR @‚H Qo qzQ R @ n SR ¡ nn PSQ  n Pr  r IQH ¤ Bn I 9Bx In 9 ¤ # ¦ STRzr§©PPr mAnv6S p@uQ§i†¤ v ¨ !¦ I  n n € n n Q ‚P n n n @P"¤ @@”n 2H P@H ¤ ¨ ƒj¦ ƒ¢ ¦ ‚ ¤ nnn @PH x InQ Bs nn ¤ @ mSy¤ …duQ„@PrBn9 PSuQ9 g¦  ‡ ‹Š "¤ ¢ n@Pr"¤ ¨ ¦ SQ 4£ n ¤  ƒ‚  ¦   I Œ „ ˆ …‡ ¦ Š ‹y¤ ‰ € ¢ ¤ Px"¤ ¨ @Q 4£ ¦ Œ v ¦ ‹Š nQo Sx@H ¨ ©¦ n @r ¡ ¡ min. a aceleracao angular deve estar expressa em ¸˜ rad/s . neste instante. r do toca-discos vai aumentando lentamente at´ . quando e projetada para fora do toca-discos. 11-34E. Quatro polias est˜ o conectadas por duas correias cona . g e . (a) Qual a velocidade angular da turbina em rad/s? (b) Qual a velocidade linear de um ponto na sua borda? (c) Que aceleracao angular constante (rev/min ) ¸˜ aumentar´ a sua velocidade para a rev/min em s? (d) Quantas revolucoes completar´ durante esse interva¸˜ a lo de s? (a) A velocidade angular em rad/s e ´ 11-36P. ` (d) E o n´ mero de voltas dadas no intervalo e u ´ revolucoes. em rev/min . o atrito nos mancais e a resistˆ ncia do ar ´ e param a turbina em h. A P´ gina 4 a .m. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. O a coeficiente de atrito est´ tico e . quane do. Uma turbina com m de diˆ metro est´ girando a a a rev/min. ´ rad/s. A polia A ( cm de forme mostrado na Fig. A polia C ( cm de raio) est´ conectada a a ` pela o http://www. rev.Prof. a moeda escorrega para fora do prato. (a) Qual a aceleracao angular ¸˜ constante da turbina. ¸˜ (b) A moeda e projetada tangencilamente. m/s . A velocidade angular a ´ m/s .br/ jgallas H Inƒ ¤ ¦  m€ m@"i#  G¤  R ¤ S‹‡¦ nH  H I ¤ # ¢  — “ ‚ƒ‘p py…y¤  €“nH  € IH ¤ p’‘@ @|ƒ¢ ‘ • no upR ‘ • n ‚H R ‚H  H H Inƒ  p€ p@y¤  ‡   § ” ¤ nH nƒ ‚ H @‡2@H R PQ   R € z I ˆ …‡ ¨ !¦ n PH I (d) O n´ mero do voltas no intervalo de u minuto e ´ (c) Para obter a aceleracao linear tangencial em uni¸˜ dades SI.  rƒ IH PfH@§¤  ¦ j¢ ¤ (b) Qualquer ponto da borda da turbina move-se a velo` cidade Qƒ P‚H rad/s. ¸˜ m/s . (b) Faca um esboco mostrando a trajet´ ria aproximada ¸ ¸ o t r da moeda.ufrgs. as 9:44 a. m/s. ´ (a) A moeda est´ sob a acao da forca centr´peta a ¸˜ ¸ ı 11-42P. o ı Secao 11-5 As Vari´ veis Lineares e Angulares ¸˜ a 11-29E. Quando o vapor e desligado. seguindo uma ´ trajet´ ria retil´nea. A B ( cm de Quando o prato atinge a velocidade . (b) O n´ mero de voltas at´ parar e u e ´ rev/min . qual o m´ dulo da aceleracao linear resultante? ı o ¸˜ o rev/min .

trans. confirma¸˜ e x y mos a relacao ¸˜ que podemos identificar como o teorema dos eixos perpendiculares. m/s. (b) a velocidade angular da polia B. cuja velocidade angular e ent˜ o ´ a Este exerc´cio e uma aplicacao do teorema dos eiı ´ ¸˜ xos perpendiculares. g. Determine sua velocie a i dade angular. A e B. (d) a velocidade linear 11-49E. I  ™ “ j4R x zR nH  I —   —   €   €                   §   Secao 11-6 Energia Cin´ tica de Rotacao ¸˜ e ¸˜ no x ¤ qm"7£ qz¦|¥  no Q ‚ ¤ n @ƒ umj8£ qp”8’  @Q u’e¤£ no ƒ ‚ ¤ no ƒ ‚ ¤ R no x ¤ n ¤ ‹¥  @Q up¢¤£ qz¢¡  SR R no Q ¤ no Q ¤ n x i i i kg m i i i   £ I  ™ — “ Hj4PPƒ PH ¤ n  Rn I — £—   €£€   £   £  ¤      § ¤ £ £   £ ’   ¨ § ¤ `   ¤ ¤ ¤ £ ` ` ¡ “nH  x I ˜ — pFS @H Q nn PSR n me¤ # ¤ ¦ Iƒ v — R In S–py¤ # G¤  v ¦ ‘ • • RH ‚|¤  # ¤ ¦ v  v TR@|¤ # G¤  v IH ¦  V RH ¦ ‚|¤ G¤ ¦ ‘ • š Q Q ¤ ¤  ›` HQ ¦ š H nH  R I   j4S–pr  ™ ˜ “nH  I q pF'ƒ zR • Q v ¡ H ¡ . g.m. C (b) Para o c´ lculo do momento de in´ rcia em relacao a e ¸˜ ao eixo . . Suponha que ¸˜ ´ essa mol´ cula tenha em um g´ s a velocidade de e a m/s (c) Para o eixo . cm.br/ jgallas ¤ Ÿ¦ Introduzindo os valores de rad/s. ` correia . IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. em relacao ao eixo que atravessa perpendicular¸˜ kg m mente a linha de juncao dos dois atomos. temos (d) Somando os valores obtidos para e . . ent˜ o qual a resposta para (c) a A A em funcao de A e B? ¸˜ (b) A velocidade e a velocidade dos pontos da borda ´ da polia . (b) ao eixo y e ¸˜ e ´ (c) ao eixo z? (d) Se as respostas para (a) e (b) forem. Jason Gallas. P´ gina 5 a o f "¤ ` ` ` ž „ v  v ` 7Q Eƒ œ H Q   ƒ rot.Prof. a rad/s. e e . as 9:44 a. como placas finas. cm. Aqui temos uma ¸˜ (c) As polias e giram em torno do mesmo eixo. e . n˜ o apresentado dentro do texto. (e) Os pontos da borda da polia . Vamos indicar as massas por i e coordenadas i e i na ordem em modo que que aparecem no enunciado. B’ B (a) Momento de in´ rcia em relacao ao eixo : a e ¸˜ distˆ ncia das part´culas ao eixo e medida no eixo a ı ´ ´ (d) A velocidade linear de qualquer ponto da correia e B’ B’ m/s. z x y `  ™ I  ‡ £    e¤  # ` — “pHj PH&¤ ` n I o#  11-46P.LISTA 2 . (c) a velocidade angular da polia . obtemos 11-51E.ufrgs. tem velocidade linear C rad/s. de distribuicao discreta da massa no plano . http://www. temos e que sua energia cin´ tica de rotacao seja dois tercos da e ¸˜ ¸ com i z i i energia cin´ tica de transla c c˜ o. i A mol´ cula de oxigˆ nio. a distˆ ncia da part´cula ao eixo e medida ao a ı ´ longo do eixo : y i Os c´ lculos fornecem z a kg m . seguintes: polia C. cm. tem massa total de kg e um momento de in´ rcia de e kg m . respectivamente. rad/s. B Este teorema e v´ lido para distribuicoes de massa con´ a ¸˜ B tidas num plano. cm. cm. Calcule (a) a velocidade linear de um ponto Secao 11-7 C´ lculo do Momento de In´ rcia ¸˜ a e na correia . cm. Portanto.if. g. ı a de um ponto na correia e (e) a velocidade angular da As massas e as coordenadas de quatro part´culas s˜ o as g. Com a relacao dada entre as energias cin´ ticas. cm. Qual o momento de in´ rcia e (a) A velocidade linear de qualquer ponto da correia do conjunto em relacao (a) ao eixo x.

o corpo est´ fixado a um eixo no ponto a O. o aro e tem m´ dulo vari´ vel com o tempo.m. do aro e do cilindro s˜ o a N m. de massa M e raio R. N. Uma forca e aplicada tangencialmente a borda de uma ¸ ´ ` e A A cm de raio e momento de in´ rcia de e polia que tem kg m em relacao ao seu eixo. N. N. as express˜ es (a) para o momento o e de in´ rcia do conjunto em relacao a O e (b) para a ener. . est˜ o ligadas ı a entre si e a um eixo de rotacao em O por dois bast˜ es ¸˜ o delgados de comprimento l e massa M cada um. em relacao aos eixos e ¸˜ mencionados.br/ jgallas P´ gina 6 a no ƒ ¤ qp‹b o I no upƒ o nH ¬ &¤ ‰ I `Š Ž ¤ « I "¤ y4` Š ` ¤  « Q ª ¤ ‘ Œ ŒQ ‘  Œ Š H ¤  Œ Š A ™ STRp|¤ n IH ™ Sy¤ xr ™ PTRp@y¤  IrR ™ 6n p‚H  IQ X X g ƒ‚ X r HE¤ ‰ no um€ ­ n ±° ¨ @Q ‚‚¯ ‰ # ¤ n ±° ¨ P ‚‚¯ ‰ # ¤ R ±° ¨ 6x ‚‚¯ ‰ # ¤ nƒo n  nRo n  !@qp’P!@qme¤ ‰ ™ € “ nH  no  ‚H ²z¢juPH n ¤ ¤ rƒ ‚ H @¡!@H X H ® §¤ '‰ no qmx X X X ¡ w ƒŠ  w R  P€  Q B Q 9)Šf w rH Š  w ƒ Š  B w tQ9   w   wƒ     ƒ 7Q œ  w  ¦ ž Š x  R ¦ w Š ƒ  w  R œ HQ  ž €  ¦ Q  @` H ¦ I Œ Š HQ ¤ `   I ` Šª ¤ ` Qƒ ‚ H P©iPH ¤ ‘ « Œ ` Š  Œ y¤ ` Q @t ª ¤ ¤ ¤ Œ š ¤ ¤ ` ¡ ¡ V . algebricamente. . as 9:44 a. O conjunto gira em torno do eixo de rotacao com velocidade angular . hor´ rio a B B B em relacao a seu eixo central. em relacao a seu eixo ceno ¸˜ tral e igual ao momento de in´ rcia de um aro fino de ´ e N m. Qual o torque resultante em relacao a O? ¸˜ Calculamos o torque produzido por cada uma das forcas dadas: ¸ 11-58P.(b) Igualando os momentos de in´ rcia mencionados. Em a A C http://www.if. Na Fig. a m de O. tee ¸˜ mos gia cin´ tica de rotacao em relacao a O. A polia est´ inicialmente em repouso. e ¸˜ ¸˜ (a) O momento de in´ rcia para o eixo passando por e e ´ Do que obtemos diretamente O (b) A energia cin´ tica de rotacao e e ¸˜ ´ Secao 11-8 Torque ¸˜ 11-64P. no ponto B. Jason Gallas. ` Duas part´culas. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. (a) Mostre que o momento de in´ rcia de um cilindro e N m. anti-hor´ rio a C C C quer de massa M em relacao a qualquer eixo e igual ao ¸˜ ´ momento de in´ rcia de um aro equivalente em relacao a Tomando o sentido positivo para fora do plano da e ¸˜ a esse eixo.ufrgs. ¸˜ (a) Os momentos de in´ rcia. se o aro tiver a mesma massa M e raio k dado p´ gina. a m de O. conforme mostrado na Fig. anti-hor´ rio a A A A s´ lido.Prof. (b) ¸˜ massa M e raio Mostre que o momento de in´ rcia I de um corpo quale N m. anti-hor´ rio a Secao 11-9 A Segunda Lei de Newton para a Rotacao ¸˜ ¸˜ 11-70P. somamos os valores obtidos acima para ter o torque resultante: por R A B C O raio k do aro equivalente e chamado de raio de ´ giracao do corpo. de massa m cada uma. a m de O. com F em Newtons e t em segundos. A forca ¸˜ ¸ Para que estes momentos de in´ rcia sejam iguais. Determi¸˜ ne. Trˆ s forcas s˜ o aplicadas nas direcoes mostradas na e ¸ a ¸˜ figura: no ponto A. no ponto C.LISTA 2 . segundo a relacao o a ¸˜ deve ter um certo raio : .

cai se houver e ı uma ruptura na sua base. Jason Gallas. que passa por ı uma polia de raio R e de momento de in´ rcia I (veja Fig. quais s˜ o (a) a sua aceleracao angular e (b) sua velo. ´ a polia gira de um angulo . temos Com . de massa M cada um. ´ s. I. n˜ o h´ a a a atrito no eixo da polia. a aceleracao das ¸˜ massas e a aceleracao dos pontos da borda da polia: ´ ¸˜ . obtemos e aceleracao radial do topo ent˜ o e ¸˜ a ´ r (a) Se o sistema parte do repouso e a aceleracao e ¸˜ ´ constante. est˜ o ligae a dos por uma corda de massa desprez´vel.br/ jgallas I ±° p£  ‚¯   x   P£ ¯ v· FC9  S"¤   B ¸ ‚ H  I ± p£ ‚°¯  Qƒ ¤ ¶ y¤  ¢ ±° Q ‚¯  ƒ ¤ ¶ St £ dyƒ¢ ±° ¤ £ ‚¯ Q   (b) Desconsiderando qualquer atrito.Prof. Quando esse sistema e liberado. . a Tomando o sentido para baixo como positivo. e ). Para um angulo ı ¸˜ ˆ qualquer. e (b) a compoˆ nente tangencial dessa mesma aceleracao. ¶ ¦ ‚ µ¤  ¡ 11-75P. (c) Em que ¸˜ ¸˜ ´ angulo a aceleracao e igual a g? ˆ (a) A componente radial da aceleracao do topo da ¸˜ chamin´ e r e ´ . g e t. ` (a) O torque atuando sobre a polia no instante considerado e ´ Aplicando a segunda Lei rotacional para a polia ( escolhendo o sentido hor´ rio como positivo). temos a Nm A aceleracao angular neste instante e ¸˜ ´ Tirando . em funcao ¸˜ e ¸˜ do angulo que ela faz com a vertical. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. A corda n˜ o desliza sobre a polia. ¸˜ R. Uma chamin´ alta. expresse (a) a componente raa dial da aceleracao linear do topo da chamin´ .ufrgs. desconhecea se existir ou n˜ o atrito entre o bloco e a mesa. Tratando a chamin´ como um e bast˜ o fino. de altura h. ent˜ o a e (b) Para obter a componente tangencial da aceleracao do ¸˜ topo.Com a aceleracao obtida acima. chegamos a aceleracao pedida ` ¸˜ ¦ o P£ ¯ „· ¶ ™C²Sƒ ¤ ¦ B ¸ ‚ H9   ƒ  ¤ St ’¶  4` I  S` HQ D£ ¯ v%Q   ¤ Q   ¦  ¸· ¢  ¶ 7Hƒ ¢` IB ¸ ‚ H9 ƒ vP£ ¯ „· ™C²Se¤  ¤ X ¶ ¶ ¶ £ Dois blocos idˆ nticos. usamos agora a segunda Lei na forma rotacional: Com t (c) Chamemos a tens˜ o na parte vertical da corda. escreve(c) A aceleracao total do topo e ¸˜ ´ mos http://www. vem rad/s (b) Obtemos a velocidade angular integrando a funcao ¸˜ : 11-77P.LISTA 2 .m. e a aceleracao ˆ ¸˜ dos blocos e constante. Podemos obter usando o princ´pio da conservacao da energia. as 9:44 a. num tempo t.if. de forma cil´ndrica. £ rad/s. a tens˜ o a ¸˜ ¸˜ a cidade angular? e ´  I  P£ `SQŒ ‚ ¢@Q $‹"¤  ´ £ Š ‚  Š Œ ´ I–¢ `"¤ B  j‚  1´9 ´ Œ I £ $ œ y¤  ´ ‚ Š ž Œ  dQ £ I ™ 6x meiPn pyb19 ‰ GiB n meb1³X Q In ¤B Iƒ ¤ # ¤ Iƒ ¤ 9 R Px qB n mei1d¦  ¤ Iƒ ¤ 9  H R ¤ B 9 € Sn‚e  S@Q qCAd¦ n n ‘  ‰ B ‘ S@ƒf ‘ @SRu9 “ ¤ ‘ ¦ ‰ “  … † …  I   I Š ´ ‚  &"¤  j$‹Š  I  SQ ¤ "7 ¢ ¤ £ Œ Q "¤ `X iB n meb1{¢ x ¤ Iƒ ¤ 9 Œ I d Q ƒ¢ £ ¤ Q@t  %y$£  ¢ ¤ £ ´ n @H x ‚H B9 C1{¢ £ ¡ ¡ P´ gina 7 a . (a) Qual a aceleracao angular da ´ ¸˜ polia? (b) Qual a aceleracao dos dois blocos? (c) Quais ¸˜ as tens˜ es na parte superior e inferior da corda? Todas o essas respostas devem ser expressas em funcao de M.

tirando a velocidade angular.m. O corpo gira livremente em volta Ap´ s essas consideracoes. gira ´ e equacao do segundo grau para a vari´ vel ¸˜ a . Quando o plano de H e horizontal. a partir do repouso. o corpo ´ cai. mo um bast˜ o fino e use o princ´pio de conservacao de Como o sistema parte do repouso. quando bate no ch˜ o. resulta Lembrando a equacao de movimento ¸˜ . ). (Sugest˜ o: considere a r´ gua co. temos ı ¸˜ e. cai. 11-86P. de massa M e raio R. e alguma algebra. http://www. depois de cair de uma altura h. soldadas em forma de e H (veja Fig. finalmente o ¸˜ de um eixo horizontal que passa ao longo de uma das pernas do H. ` Fazendo . supondo que o extremo a Seguindo a sugest˜ o do enunciado. ı ´ e idˆ nticas. Ent˜ o podemos expressar as vee a locidades angulares em termos da velocidade linear da massa : e C p Um corpo r´gido e composto por trˆ s hastes finas. obtemos Usando o princ´pio da conservacao da energia. de igual comprimento l.Prof.lizado pela gravidade sobre a massa a a e e ´ . Qual a velocidade angular do corpo quando o plano do H passa pela posicao vertival? ¸˜ O momento de in´ rcia do corpo r´gido para o eixo e ı mencionado e ´ Tirando a velocidade . raiz fornece .) cin´ tica e e ´ Seguindo a sugest˜ o dada. ). O atrito da polia em relacao ao eixo e ¸˜ Trabalho-Energia Cin´ tica e e nulo e a corda n˜ o desliza na polia. Determine a velocidade da outra extremidade quando bate no ch˜ o. que pode cair livremente sob a acao da gravidade.br/ jgallas Q ¶ @¤  v ƒt ŠQ #t`  I S"@„  rz‡ ¤  v ¶ Q v ƒ # zœ Q  H  v ž Š Q  `    Œ ž  Š ƒ œ Q   # ` Q  v 7Q  v h‘Œ Q H  v H  H I Œ ¤ ¦ v # ¤ ¦ v 11-83P. o trabalho reaa apoiado n˜ o deslize. Qual a velocidade ´ a 11-82P. Potˆ ncia e Teorema do corda prende o corpo atrav´ s de uma polia de momento ¸˜ e de in´ rcia I e raio r. A ¸˜ e Secao 11-10 Trabalho.ufrgs. partindo do Uma r´ gua. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. de massa desprez´vel. cuja sobre um eixo vertical. apoiada no ch˜ o verticalmente por uma das repouso? Use o teorema do trabalho-energia. sem atrito (veja Fig.  ¶ ¤ º C Q fDPH x ‚ H ¦ ` o  ¦ ` HQ   @` HQ   v  HQ ¤ š ¦   š » » ¤ ¤ ¤ ¶   ¦ º ¡ ¸ £ ¯ v· I w  ƒx ¤ w   w  Hƒ 4` ¤     o  ¦  w ƒx œ HQ ¤ w Q   ƒ ž w pSƒ ” e¦ t ¤  o  ¦  w Hƒ œ HQ ¤ d  wQ ž I w Sƒ 8¤ w †¤ v  ” ¦   w I  Ž Qƒ g¦ ¤ ƒ ¤ ¨ TRImx@e4£  ¹ ¤ Hx ‚H ’’!PH ¡ ¡ P´ gina 8 a . A velocidade de e tamb´ m a velocidade lie tremidade da r´ gua. Uma corda.LISTA 2 . a velocidade da ex´ e esf´ rica. podemos facilmente destacar a aceleracao do resultado obti¸˜ do. Portanto. temos a p C onde p e a velocidade angular da polia e C e C s˜ o ´ a o momento de in´ rcia e a velocidade angular da casca e que fornece . passa em volta do ı equador da esfera e prende um pequeno corpo de massa m. e e a ´ near dos pontos da borda da polia e dos pontos do equador da casca esf´ rica. a qual chegamos se resolvemos o problema usando ` a segunda Lei. obtemos uma Uma casca esf´ rica uniforme. as 9:44 a. a variacao da energia a ı ¸˜ ¸˜ energia. e a extremidades.if. Jason Gallas. do corpo. temos.

Qual o momenı to de in´ rcia desse corpo em volta do eixo A. obtemos disco em relacao a esse eixo. Qual o momento de in´ rcia da e 11-96. de massa desprez´vel. Dois discos delgados. usamos o teorema: ¸˜ http://www. polia em torno do eixo de rotacao? ¸˜ n @Q R I  ™ ‚fHpn ¾ …Q ¼½    # 7HQ  #   ` TQpy¤ #  "¤  f  y4` Iƒ R ` ` ¤  Q  ¦@` H  š ¶  Q #  n H 11. 11-43.Prof. qual a sua velocidade ¸˜ angular ao passar pelo ponto mais baixo da trajet´ ria? o (Sugest˜ o: use o princ´pio de conservacao da energia. ortogonal e ao plano dos discos e passando pelo centro de um deles? (b) Colocando o referencial de energia potencial nula no ponto mais baixo pelo qual passa o centro de massa do Temos aqui uma aplicacao do teorema dos eixos pa. que desliza sem atrito sobre uma superf´cie inclinada de ı com a horizontal. s˜ o ligados conforme mostrado na Fig.3 Problemas Adicionais x IHH ¤ @x @P&f¦ ¤  ¤ Q#   ¿ ¤ ¤ ¤ ` ¤ no uzR ¡ I ™ ` B#  SdtQ9 I # yƒ¢ "2d´ ` ¤ ` ¤ # I ¤ ´ n ±°   "j‚ ¨ SQ ‚¯   no qmx   o  ‡  e7` ` ` ¤     # 7HQ n ¨ @Q  ¤ ` nQo Sxpn no upQ no upQ n xo Pupn  ¤ x SRPn Ipny¤iB6”‚ n ±  ¨ @Q ‚°‚¯ 19 # )4`  ` ´ Q St  #  ¤  ` ¡ ¡ P´ gina 9 a . a kg m 11-44 para formar um corpo r´gido.cilindro. IF–UFRGS 19 de Setembro de 2003. ` 11-91. O corpo desce com uma aceleracao de ¸˜ m/s . escrevemos mesma altura do eixo de rotacao.ufrgs. O momento de in´ rcia do conjunto escrevemos e como onde e o momento de in´ rcia do disco pelo ´ e qual passa o eixo. cada um de kg de massa e raio de m. temos (a) Usamos o teorema dos eixos paralelos para obter kg m o momento de in´ rcia: e CM 11-93. as 9:44 a. Jason Gallas. Para obter o momento do outro Resolvendo para a velocidade angular.br/ jgallas I rad/s I ™ Uma polia de m de raio est´ montada sobre um Para o corpo r´gido todo temos ent˜ o a ı a eixo horizontal sem atrito.LISTA 2 . Um cilindro uniforme de cm de raio e kg de masVamos usar aqui a segunda Lei.) a ı ¸˜ Trazendo da primeira para a segunda equacao. e ex¸˜ plicitando . Tomando o sentido positivo para de um eixo horizontal paralelo ao seu eixo longitudibaixo do plano inclinado temos nal e distando cm deste. nas formas transsa est´ montado de forma a girar livrmente em torno a lacional e rotacional. est´ enrolada em volta da polia e presa a um ı a kg m corpo de kg. temos ¸˜ ralelos. com seu eixo alinhado na Para o movimento da polia. (a) Qual o momento de in´ rcia do cilindro em torno do eixo de rotacao? (b) Se e ¸˜ o cilindro partir do repouso. Uma corda.if.m. conforme mostrado na Fig.

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