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VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E
APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

2007

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A Defesa Pessoal divide-se de seguinte forma:
DEFESA PESSOAL Preventiva – Antecipar –se ao fato ou situação, chegando primeiro não
permitindo que eles aconteçam.
CONCEITO Ostensiva – Estar sempre atento ou alerta a tudo e a todos ao seu redor,
fazendo–se notar o estado de alerta.
A Defesa Pessoal nasceu da necessidade da sobrevivência do homem diante Repressiva – Ação propriamente dita, hora de entrar para cobrir a situação
das situações de risco. ou fato. A Defesa Pessoal também pode ser verbal quando a situação é de
Desde os tempos mais remotos, o homem procura meios de sobrepujar as ofensa moral.
adversidades.
O que chamamos de Defesa Pessoal nada mias é que a elaboração do Arte Marcial literalmente significa Arte da Guerra, vindo do Deus Marte
instrumento de preservação, que leva a resguardar a integridade física. O (Deus da Guerra).
mesmo instinto tem se mantido intacto nos anima da vida livre ou Não podemos confundir as artes marciais ou as formas de defesa da
selvagem.Já o homem passou séculos criando leis, preceitos sociais, academia com nosso dia a dia das ruas, onde a violência é muito grande e
conceitos religiosos, atitudes éticas e uma série de coisas que o fizeram covarde valendo-se até da nossa própria vida.
“perder” seus instintos mais primitivos de ração a agressões. Se nos São varias as Artes Marciais. Dentre as mais conhecidas estão:
primórdios da humanidade, as situações de risco eram quase sempre as AI-KI-DO: Esquivas, torções, projeções-controle.
mesmas nos dias que se sucediam num contexto restrito de atividades. Hoje, CAPOEIRA: Ginga, esquiva, chutes-contundente.
às portas do 3º milênio, a vida moderna, a disponibilidade escancarada das KARATÊ: Socos, chutes, bloqueios-contundente.
armas das armas das mais diversas espécies, o próprio caos social, fizeram JIU-JITSU: Projeções, chaves, imobilizações-controle.
do homem comum um ser “indefeso” diante da tantas e tão variadas JUDÔ: Projeções, chaves, imobilizações-controle.
situações de perigo. KUNG-FU: Socos, chutes, bloqueios-contundente.
TAE –KWON –DO: chutes, bloqueios, socos – contundente.
A PREVENÇÃO HAP –KI -DO: Socos, chutes, torções, projeções, imobilizações, controle e
contundente.
Em que se constitui prevenção a um ataque?
A Defesa Pessoal é sempre uma atitude de reação. Ela pode ser instrutiva, Artes menos conhecidas:
resultado de algum treinamento técnico ou mesmo algo totalmente PENT JAK-SILAT (Indonésia), MUAY-THAI (Tailândia), QWAN –KI –
inesperado por parte de quem rege.A melhor defesa pessoal é aquela que DO (Vietnã), KRAV-MAGÁ (Israel), KALAYPAT (Índia).
evita ao Maximo e de maneira inteligente o uso da força bruta, ou seja, de
outra violência. “SE OBRIGADO A LUTAR LUTE, MAS NÃO FIRA”.
Defesa Pessoal é o ato no qual o individuo reprime injusta agressão atual ou “SE OBRIGADO A FERIR FIRA, MAS NÃO ALEJE”.
iminente usando os meios necessários e disponíveis moderadamente. “SE OBRIGADO A ALEJAR ALEJE, MAS NÃO MATE, POIS UMA
Por que aprender a lutar, para não ter que lutar? VIDA É INSUBSTITUÍVEL”.
Diante de uma agressão, são reações típicas do indivíduo comum, que se
Algumas lutas usam armamento, que pode ser tanto armas brancas ou armas
sente fisicamente mais fraco e vulnerável: fechar os olhos e cobrir o rosto
tradicionais marciais.
(fuga mental), afastar-se, estendendo os braços, gritar... Pouco ou nada é
Arma branca literalmente significa: Qualquer arma constituída
mais capaz de fazer para proteger e acaba se tornando um alvo ainda mais
essencialmente de uma lâmina, metálica e destinada a produzir ferimentos
vulnerável e fácil.
cortantes ou perfurantes, no combate a curta distância e na luta corpo a
corpo.
“ MENTE E CORPO DEVEM SER UM SÓ”
As técnicas dentro das Artes Marciais ou Defesas Pessoal são
importantíssimas, mas para um bom aproveitamento, o treino deve ser
CLASSIFICAÇÃO:
constante. Pelo pouco tempo que temos para treinar, abordamos o que há de
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mais necessário e útil para o vigilante e para a segurança m geral. Técnicas
comprovadas não só em teses ou teorias, mas sim na realidade. PRINCÍPIOS DO COMBATE
Pontos vitais são regiões sensíveis do nosso corpo cujo impacto ou - Distância correta;
perfuração podem causar a perda dos sentidos ou até a morte instantânea. - Posicionamento correto;
Aqui vamos a abordar basicamente os mais simples, somente da região - Energia a ser aplicada;
frontal, pois seu estudo é muito complexo, necessitando até mesmo uma - “Time” correto (tempo, espaço, agilidade e rapidez).
vida inteira para seu entendimento.
Abaixo teremos uma demonstração de alguns pontos que estudaremos para A Defesa Pessoal envolve uma série de ensinamentos que dificultam sua
melhor aproveitamento na Defesa Pessoal. descrição escrita neste trabalho. Relacionaremos abaixo algumas técnicas
que são aplicadas de forma prática, possibilitando um aprendizado básico
Existe”melhor”Arte Marcial para Defesa Pessoal? por parte dos alunos no que diz respeito a uma defesa imediata.

Esta é uma pergunta que muitas pessoas fazem todos os dias. Sugiro que - Técnicas de rolamentos;
visite algumas academias, faça algumas aulas, procure praticar uma arte - Condução de detidos;
que, realmente você irá gostar e que se encaixe nas características de sua - Pegada pela frente por baixo e por cima dos braços;
personalidade, de seu tipo físico, de sua profissão, de seu estilo de vida. - Pegada por trás por baixo e por cima dos braços;
Cada Arte Marcial possui particularidades próprias. Uma pessoa de índole - Defesa contra chutes;
pacífica irá se dar muito bem com as técnicas suaves, porém eficientes, do - Defesa contra socos;
AI-KI-DO, em que as chaves e projeções se mesclam com uma filosofia de - Defesa de arma branca;
plena harmonia com o universo. Outra pessoa, mais agitada, poderá gostar - Defesa de arma de fogo;
de chutes voadores do TAE-KWON-DO ou das técnicas contundentes do - Imobilizações.
KARATÊ.
Procure sempre um médico antes de qualquer atividade física, para que ele
possa avaliar o seu estado físico.
As técnicas contidas nesta apostila devem ser praticadas com calma e com
cuidado para que os vigilantes não se machuquem. Se possível procure
orientação de uma pessoa gabaritada e qualificada no ramo. Não nos
responsabilizam os pelas técnicas mal praticadas e aplicadas.
As defesas pessoais contidas nesta apostila são de técnicas básicas, para
uma noção do vigilante.
Para melhorar seu treinamento procure uma academia especializada dando
continuidade ao treinamento.

DIVISÃO DE DISTÂNCIAS
- Longuíssima;
- Longa;
- Média;
- Curta;
- Curtíssima.

O homem deve estabelecer a distância que proporcionará a escolha do


melhor golpe a ser aplicado.
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ROLAMENTO PARA FRENTE
01. TÉCNICAS DE AMORTECIMENTO DE QUEDA
(UREMI WAZA)

AMORTECIMENTO DE QUEDA LATERAL

AMORTECIMENTO DE QUEDA PARA TRÁS

ROLAMENTO PARA TRÁS

AMORTECIMENTO DE QUEDA PARA FRENTE

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O GOSHI
02. TÉCNICAS DE PROJEÇÃO (NAGUE WAZA)

O SOTO GARI

KOSHI GURUMA

KOTE GAESHI

9 10
SHUTO UKE + O SOTO GARI + ALGEMA
03. TÉCNICAS DE SOCOS (TSUKI WAZA)

JAB

DIRETO

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CRUZADO COTOVELADAS

VERTICAL ASCENDENTE VERTICAL DESCENDENTE

LATERAL PARA TRÁS

UPPER

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JOELHADA
04. TÉCNICAS DE CHUTES (KERI WAZA)

CHUTE FRONTAL

06. TÉCNICAS DE ESTRANGULAMENTO

HADAKA JIME 1 (“CADEADO”)

CHUTE LATERAL CHUTE CIRCULAR

HADAKA JIME 2 (“MATA LEÃO”)

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KOTE HINERI (SANKIO) - POSIÇÃO EM PÉ COM
ALGEMA
07. TÉCNICAS DE CHAVES DE BRAÇO E PUNHO

KOTE HINERI (SANKIO) - POSIÇÃO DEITADO


COM ALGEMA

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KOTE OSAE (NIKIO)

UDE GARAMI

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DEFESA DE CHUTE LATERAL
08. DEFESA PESSOAL

DEFESA DE SOCO AO ROSTO

DEFESA DE PEGADA PELAS COSTAS

DEFESA DE CHUTE FRONTAL


- “ABRAÇO DE URSO” POR CIMA DOS BRAÇOS

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- “ABRAÇO DE URSO” POR BAIXO DOS BRAÇOS

“NELSON”

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DEFESA DE GRAVATA LATERAL (HADAKA JIME 1) DEFESA DE GRAVATA PELAS COSTAS (HADAKA JIME 1)

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DEFESA DE FACADA POR BAIXO 09. DOMÍNIO TÁTICO

IMPEDIMENTO DE SAQUE DE ARMA

ARMA DE FOGO APONTADA AO PEITO

RETENÇÃO DE SAQUE DE ARMA

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ALGEMA 1 (DEITADO) – KOTE HINERI ALGEMA 2 (DE PÉ) – KOTE HINERI

DOMÍNIO 1 – UTILIZANDO TÉCNICAS DE


ESTRANGULAMENTO (HADAKA JIME 1 OU 2)

DOMÍNIO 2 – TÉCNICAS DE PROJEÇÃO + CHAVE DE PUNHO


(KOTE HINERI).

DOMÍNIO 3 (CONDUÇÃO) – UDE GARAMI + HADAKA JIME

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ARMAMENTO E TIRO

CONCEITO:
Antes de iniciarmos o estudo sobre armas, é preciso conceituar o que seja
uma arma:

"ARMA É TODO MEIO CAPAZ DE AUMENTAR O PODER


OFENSIVO E DEFENSIVO DE UMA PESSOA"

CLASSIFICAÇÃO
Para fins de estudo, o armamento leve é classificado, segundo suas
características principais, em diferentes grupos.

A - QUANTO AO TIPO:
De porte: É aquela que em razão do seu pouco peso e volume pode ser
acondicionada em um coldre.
Portátil: É aquela que em razão do seu peso e volume deve ser transportada
com auxílio de uma bandoleira.
Não Portátil: É aquela que em razão de seu peso e volume só pode ser
transportada embarcada em viaturas ou dividida em partes e transportada
por grupo de homens.

B - QUANTO AO EMPREGO:
Individual: Destina-se à proteção de quem a conduz.
Coletiva: Destina-se à proteção de um grupo de pessoas.

C - QUANTO AO FUNCIONAMENTO:
De repetição: É aquela que depende da força muscular do atirador para
realizar todos os processos do tiro.
Semi - automática: É aquela que realiza automaticamente todos os
processos do tiro, com exceção do disparo.
Automática: É aquela que realiza automaticamente todos os processos de
tiro após o primeiro disparo; também funcionam como semi - automática.

D - QUANTO AO PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO:


• Armas que utilizam a ação muscular do atirador;
• Armas que utilizam a pressão dos gases resultante da queima da
pólvora ou carga de projeção direta ou indiretamente sobre o ferrolho, que
na realidade é a pressão resultante que serve tanto para impulsionar o
projétil, quanto para recuar o ferrolho, abrindo a culatra para ejeção e
carregamento da arma.
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Além das classificações acima, existem algumas definições cujo 2.2- Vareta do extrator: auxilia no giro do tambor e serve também para
conhecimento se faz necessário ao estudo do armamento, de modo geral: retirar cápsulas deflagradas ou munições intactas.
Calibre: É a medida do diâmetro interno do cano.
Raias: São sulcos helicoidais paralelos abertos na arma, que dão sentido de 3- Armação
rotação ao projétil, dando-lhe precisão. É o esqueleto ou a carcaça da arma, a qual protege o mecanismo, tendo
Cheios: São nervuras entre as raias. ainda, como parte fundamental, o guarda-mato e a ponte, onde encontramos
Passos: São as distâncias entre as raias. a alça ou entalhe de mira.
3.1- Dedal Serrilhado: serve para destravar o tambor e abri-lo.
As armas de defesa para uso civil são: revólver, pistola até o calibre 380, 3.2- Tecla do Gatilho: aciona o recuo do cão e a rotação do tambor, até
garrucha, carabina (de almas raiadas) e as espingardas "cartucheiras", tendo que se dê o escape do cão.
alma lisa, de calibres 36, 32, 28, 24, 20, 16 e 12. Os calibres de porte e 3.3- Guarda Mato: serve para proteger o gatilho em caso de queda ou
defesa de uso civil são: 32, 38, 7.65 e 380. qualquer obstáculo.
3.4- Entalhe de Mira (Fixa) ou Alça de Mira (Regulável): serve para
O revólver é uma arma de porte individual, de repetição, sendo sua fazer a visada, alinhando-se com a massa de mira, de forma que o topo da
alimentação feita uma a uma da esquerda para a direita, observando que o massa de mira fique nivelado com o meio da alça ou entalhe de mira.
tambor no momento do tiro gira da direita para a esquerda, no sentido anti -
horário. 4- Mecanismo ou Guarnição
O tiro com revólver pode ser executado por dois processos: São peças fundamentais que exercem o funcionamento da arma.
4.1- Cão: serve para ferir a espoleta do cartucho, disparando o tiro.
Ação simples: Acontece toda vez que o atirador engatilhar a arma, ou seja, 4.2- Percussor ou Percutor: peça fixa no próprio cão ou móvel, embutida
trouxer o cão para trás, para depois acionar o gatilho. na própria armação, que é lançada do cão. Por ação inercial, esmaga a
Ação dupla: Exige a força muscular do atirador sobre o gatilho, em todo espoleta.
seu percurso, fazendo com que o cão se movimente em razão do mecanismo
acionado.
O revólver divide-se em (4) quatro partes: cano, tambor, armação,
mecanismo ou guarnição.
Externamente, apresenta a seguinte configuração;

1- Cano
É um tubo cilíndrico raiado internamente, do qual o projétil é disparado;
nele encontramos a massa de mira, a boca e a culatra.
1.1- Raias: estrias internas (dentro do cano) que servem para dar o
movimento de rotação do projétil, para que o mesmo atinja seu objetivo
com precisão;
1.2- Massa de Mira: projeção na ponta do cano que indica a direção que
tomará o projétil rumo ao alvo;

2- Tambor
É um tubo cilíndrico vazado, podendo ter cinco, seis,
sete, oito ou nove câmaras. Possui também a vareta do
extrator e o extrator.
a) 2.1- Câmaras: alojamento de munições;
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REVOLVER:
O revólver é caracterizado pela sua grande capacidade de fogo, aliada
à sua resistência e leveza. Seu emprego é de caráter individual e seu
funcionamento é de repetição.

Munição
ou
Cartucho

MUNIÇÃO
A munição, em relação à espoleta, divide-se em dois tipos: as de fogo
Central as de fogo Circular.
Fogo Central: quando a percussão ocorre em uma espoleta (depósito de
Mistura Iniciadora), que está localizada no centro da cabeça do cartucho.
Fogo Circular: quando a Mistura Iniciadora está contida na circunferência DIREITA
interna da cabeça do cartucho, constituindo um verdadeiro anel. ESQUERDA
Nos revolveres de marcas nacionais, ao acionar o gatilho, o tambor
girará no sentido anti-horário, ou seja, “da direita para a esquerda”.
Recomendação: lembrando que o revolver calibre 22 é usado também para
treinamento, não se deve acionar o gatilho sem existir cartucho na câmara; JET LOUDER
o percutor baterá no aço do revolver, podendo danificá-lo. O Jet louder é uma ferramenta utilizada para efetuar uma
recarga rápida.
FUNDO DO CARTUCHO
OLHO DIRETOR
Magnun .357 Calibre 22 Mantendo os dois olhos abertos, focalize um objeto e
procure apontar com o indicador para esse alvo. A seguir
feche um olho por vez. O olho que visualizar seu dedo exatamente sobre o
alvo é o seu “Olho Diretor”, como é conhecido como “o olho bom de tiro”.
Fogo Central Fogo Circular COMO PEGAR NA ARMA PARA CARREGAR
Espoleta Composto Pegue a arma com a mão esquerda colocando o dedo médio e o anelar na
Químico abertura do encaixe do tambor, com apoio do polegar.
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O cano da arma deverá estar voltado para frente e inclinado para o chão LINHA DE MIRA:
facilitando o carregamento.
É a reta que parte da alça ou entalhe de mira e vai até a massa de mira.

ALÇA DE MIRA

MASSA DE MIRA

ALIMENTAR E CARREGAR A ARMA: LINHA DE VISADA

Inicia-se no apoio do tambor com o dedo polegar, introduzindo uma a uma É a linha que parte do olho, passa pelo Entalhe ou Alça de Mira nivelada na
as munições na câmara, girando o tambor levemente da esquerda para massa de mira e termina no alvo.
direita. Para haver um ajuste perfeito, a câmara vazia deve estar alinhada
com o cano.

MASSA DE MIRA ALÇA DE MIRA


OLHO

PARA DESCARREGAR A ARMA:


ALVO
Pegue a arma com a mão esquerda colocando dedo médio e o anelar na
abertura do encaixe do tambor. Coloque em seguida o dedo polegar sobre a
vareta do extrator, apertando até que se conclua toda a extração; se possível
apóie com a palma da mão direita aberta em baixo.

PONTARIA VISADA

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ALINHAMENTO ALÇA X MASSA DE MIRA DUPLA EMPUNHADURA:

A empunhadura é feita com a mão direita, onde


os quatro dedos da mão esquerda ficam
sobrepostos sobre a mão direita, abaixo do
guarda-mato, com o cuidado para não se colocar
Massa Alça Massa x Alça o dedo polegar atrás do cão do revolver. (em
caso de ser canhoto inverte-se a posição da
empunhadura).

Alvo
POSIÇÕES DE TIRO:
Massa x Alça x Alvo

NITIDEZ DO FOCO ISÓSCELES

MASSA x ALÇA x MASSA x ALÇA x MASSA x ALÇA x


ALVO ALVO ALVO
NITIDOS, situação ERRADO CERTO
impossível para os Ficou nítido o alvo e Bem nítido a Massa
olhos humanos. não a Massa X x Alça e sombra do
Alça. alvo.

POSIÇÃO WEAVER
Tem por finalidade reduzir a
silhueta do atirador, mantendo
ainda uma posição de duplo apoio,
equilíbrio e facilitar qualquer
movimentação rápida para abrigo e
progresso no ataque.

Agrupamento Central Direita Baixa Esquerda Alta


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POSIÇÃO AJOELHADA: REGRAS DE SEGURANÇA

Com ou sem apoio de braço, oferece maior segurança, com dupla USO GERAL DE ARMAS:
empunhadura, apoiando a parte anterior do antebraço esquerdo no joelho NUNCA aponte uma arma para alguém, carregada ou não, a menos que seja
esquerdo. ( ao contrário para canhotos). para atirar.
NUNCA pergunte se uma arma está carregada, verifique você mesmo.
NUNCA efetue disparos para o alto ou disparos de advertência.
NUNCA utilize a arma para finalidades diferentes daquelas a que se
destinam.
NUNCA utilize munição velha ou vencida para o tiro, mesmo que em
instrução.
NUNCA altere as características da sua arma.
NUNCA use a arma se você ingeriu bebida alcoólica.
NUNCA deixe a arma em local de fácil acesso, carregada ou não.
SEMPRE mantenha a arma limpa e em perfeitas condições para uso.
SEMPRE verifique se a arma está descarregada antes de fazer sua
manutenção.
SEMPRE use munição apropriada para cada tipo de arma.
SEMPRE carregue a arma junto ao corpo.
POSIÇÃO DEITADA: SEMPRE manuseie a arma apontando-a para direção segura, especialmente
Deitado de frente para o alvo, empunhadura dupla, os dois cotovelos se for municiar ou desmuniciar.
apoiados no chão. SEMPRE mantenha o dedo fora do gatilho até o momento do tiro.
SEMPRE obtenha instruções e aprenda a usar uma determinada arma que
não conheça.

NO ESTANDE DE TIRO:
SEMPRE utilize óculos de proteção e abafadores em treinamentos com
armas.
SEMPRE mantenha a arma no coldre, ou então permaneça com o tambor ou
ferrolho aberto.
SEMPRE faça dupla inspeção física e visual da arma.
SEMPRE mantenha a arma desengatilhada e travada.
SEMPRE mantenha a arma apontada para locais seguros.
SEMPRE comunique qualquer incidente, acidente ou outra alteração
durante a instrução.
NUNCA se desloque no estande de tiro sem autorização do instrutor.
NUNCA avance na linha de tiro sem ordem do instrutor.
NUNCA atire sem ordem do instrutor.
MOMENTO DO DISPARO
NUNCA atire em alvos não apropriados, que possam causar ricochetes.

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