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Lei 3175 - Estatuto dos Servidorres Publicos

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PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.

Av. Cula Mangabeira, nº 211, CEP 39.401-002 Montes Claros – MG.
LEI Nº 3.175, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2.003.
Dispõe sobre o Estatuto do Servidor Público do Município de Montes Claros. O Povo do Município de Montes Claros, por seus representantes, aprovou e eu, Prefeito Municipal, em seu nome, sanciono a seguinte Lei: TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Esta Lei dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, instituído pela Lei nº 1.035, de 25 de março de 1974 e suas alterações. Art. 2º - Servidor Público, para os efeitos desta Lei, é a pessoa legalmente investida em cargo público, em caráter efetivo ou em comissão, ou detentora de função pública. Art. 3º - Cargo Público é a unidade de ocupação funcional, permanente e definida, preenchida por servidor público, com direitos e obrigações estabelecidos em lei. Parágrafo único - Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, assim como aos estrangeiros, na forma da lei, são criados por lei, com denominação e atribuições próprias e vencimentos pagos pelos cofres públicos. Art. 4º - Função Pública é o conjunto de atribuições que, por sua natureza ou suas condições de exercício, não caracterizam cargo público e são cometidas a detentor de função pública nos casos e forma previstos em lei. Art. 5º - Os cargos públicos de provimento efetivo, de mesma denominação e para cujo exercício se exija a mesma escolaridade, são agrupados em segmentos de classes e estes organizados em carreiras. Art. 6º - Os cargos públicos de provimento em comissão são de recrutamento amplo ou limitado. § 1º - Os cargos em comissão são de livre nomeação e exoneração. § 2º - Os cargos em comissão de recrutamento limitado e as funções gratificadas são providos por servidor público efetivo ou detentor de função pública estável. § 3º - Os cargos em comissão de recrutamento amplo são providos por qualquer pessoa que preencha os requisitos estabelecidos em lei. § 4º - Os cargos em comissão destinam-se, exclusivamente, às atribuições de direção, chefia e assessoramento. Art. 7º - Função gratificada é a instituída em lei para atender ao exercício de atividades que não justifiquem a criação de cargos específicos. Parágrafo único - As funções gratificadas são todas de recrutamento limitado. Art. 8º - É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei. TÍTULO II DO PROVIMENTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

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Art. 9º - São requisitos básicos para provimento de cargo público: I - nacionalidade brasileira ou naturalizado; II - gozo dos direitos políticos; III - quitação com as obrigações militares e eleitorais; IV - capacidade civil, na forma da lei; V - aptidão física e mental, comprovada em inspeção médica; VI - atendimento às condições especiais previstas para determinados cargos; VII - habilitação em concurso público, salvo quando se tratar de cargo para o qual a lei assim não o exija; VIII - habilitação profissional e nível de escolaridade exigidos para o exercício do cargo. § 1º - Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de inscrição em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras, para as quais serão reservadas até 10% (dez por cento) das vagas oferecidas no concurso. § 2º - Não preenchidas as vagas de que trata o parágrafo anterior, serão elas destinadas aos classificados no respectivo concurso. Art. 10 - São formas de provimento de cargo público: I - nomeação; II - promoção; III - reintegração; IV - recondução; V - aproveitamento; VI - reversão. CAPÍTULO II DA NOMEAÇÃO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 11 - A nomeação far-se-á: I - em caráter efetivo, quando se tratar de cargo público de provimento efetivo; II - em comissão, quando se tratar de cargo que, em virtude de lei, assim deva ser provido. Parágrafo único - O cargo em comissão de que trata o inciso II do artigo poderá ser preenchido, temporariamente, por designação, até o seu provimento por ato de nomeação. SEÇÃO II DO CONCURSO PÚBLICO Art. 12 - A investidura em cargo público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo, observados o prazo de validade e a ordem de classificação, ressalvada a nomeação para cargo em comissão, declarado em lei de livre nomeação e exoneração. §1º - O concurso público terá validade de até 2 (dois) anos, contados de sua homologação, podendo ser prorrogado 1 (uma) vez, por igual período. § 2º - O prazo de validade do concurso e as demais condições de sua realização serão fixados em edital, publicado em jornal diário de grande circulação e/ou diário oficial do Estado.

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§ 3º - Uma vez publicada a classificação definitiva dos candidatos aprovados, o concurso público deverá ser homologado no prazo máximo de 90 (noventa) dias, sob pena de ser considerado tacitamente homologado. Art. 13 - Enquanto houver candidato aprovado em concurso público anterior, cujo prazo de validade ainda não se tenha expirado, não poderá haver nomeação de aprovado em outro concurso para o mesmo cargo. SEÇÃO III DO ESTÁGIO PROBATÓRIO Art. 14 - Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório pelo período de 36 (trinta e seis) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguintes fatores: I - assiduidade e pontualidade; II - disciplina; III - capacidade de iniciativa; IV - produtividade; V - responsabilidade; VI - respeito e compromisso para com a instituição; VII - aptidão funcional; VIII - relações humanas no trabalho. § 1º - Doze meses antes de findo o estágio probatório, a avaliação de desempenho do servidor, realizada de acordo com o que dispuser o regulamento, será submetida à homologação da autoridade competente, sem prejuízo da continuidade da apuração dos fatores enumerados nos incisos deste artigo. § 2º - Uma vez demonstrada aptidão funcional, no prazo de que trata o parágrafo anterior, o servidor, 4 (quatro) meses antes do término do estágio, será submetido a avaliação final e, aprovado, terá homologado o estágio probatório. § 3º - A avaliação de desempenho será promovida por Comissão Especial instituída para essa finalidade. § 4º - O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado, assegurando ao servidor o contraditório e a ampla defesa. CAPÍTULO III PROMOÇÃO Art. 15 - A promoção é disciplinada em lei que disponha sobre Quadro de Pessoal, Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos Servidores do Município de Montes Claros. CAPÍTULO IV DA REINTEGRAÇÃO Art. 16 - A reintegração, que decorrerá de decisão administrativa ou de sentença judicial transitada em julgado, é o ato pelo qual o servidor demitido reingressa no serviço público, com ressarcimento dos vencimentos e vantagens próprios do cargo.

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§ 1º - A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado e, se este houver sido transformado, o servidor será reintegrado no cargo resultante da transformação. § 2º - Se o cargo anteriormente ocupado se encontrar provido ou extinto, o servidor será reintegrado em cargo de natureza, vencimento ou remuneração equivalentes, respeitada a habilitação profissional. § 3º - Não sendo possível a reintegração pela forma prescrita nos parágrafos anteriores, será o servidor posto em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até ser aproveitado em outro cargo. CAPÍTULO V DA RECONDUÇÃO Art. 17 - Recondução é o retorno do servidor efetivo e estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo. Parágrafo único - Se o cargo anteriormente ocupado estiver provido, o servidor será colocado em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até a ocorrência de vaga. CAPÍTULO VI DA DISPONIBILIDADE E DO APROVEITAMENTO Art. 18 - Poderá ocorrer a disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço, quando extinto o cargo efetivo ou declarada a sua desnecessidade e desde que não seja possível atribuir, de imediato, ao servidor, cargo ou função compatível. Art. 19 - Aproveitamento é o reingresso no serviço público do servidor em disponibilidade. Art. 20 - O retorno à atividade do servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo ou função de atribuições e vencimentos compatíveis com o cargo anteriormente ocupado. Art. 21 - Serão tornados sem efeito o aproveitamento e a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal, salvo doença comprovada por junta médica oficial. CAPÍTULO VII DA REVERSÃO Art. 22 - Reversão é o ato pelo qual o aposentado por invalidez reingressa no serviço público, após verificação por junta médica oficial de que não subsistem os motivos determinantes da aposentadoria. § 1º - A reversão far-se-á a pedido ou de ofício. § 2º - O aposentado não poderá reverter à atividade se contar mais de 70 (setenta) anos de idade. § 3º - Será cassada a aposentadoria do servidor que, após a reversão, não entrar em exercício no prazo de 30 (trinta) dias a contar da publicação do respectivo ato. Art. 23 - A reversão far-se-á no mesmo cargo efetivo ou no cargo resultante de sua transformação. Parágrafo único - Encontrando-se provido o cargo, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga.

terá direito à contagem do tempo relativo ao período de afastamento para todos os fins.O servidor que retornar à atividade.Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer nos prazos previstos no § 3º deste artigo e nos parágrafos do artigo 26 desta Lei. mediante solicitação fundamentada do interessado e despacho da autoridade competente.Posse é o ato que investe o cidadão no cargo público para o qual foi nomeado.O cidadão prestará. § 2º . a posse ocorrerá no prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias. salvo para promoção.No ato da posse.O não-servidor impedido temporariamente de tomar posse por motivo de saúde. § 6º .Cabe à autoridade competente do órgão para onde for designado o servidor dar-lhe exercício. e da data de publicação do ato. § 5º .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.A lotação do servidor nomeado e empossado será determinada pelo Secretário Municipal de Administração.A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias. no ato da posse.A posse será dada pelo Secretário Municipal de Administração. podendo esse prazo ser prorrogado por igual período. Cula Mangabeira.401-002 Montes Claros – MG. Art. § 3º . no caso de nomeação. acidente do trabalho ou gestação. § 1º . a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. 26 .É de 10 (dez) dias o prazo para o servidor entrar em exercício. § 2º . CEP 39. a suspensão. 27 . 28 .Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo. CAPÍTULO VIII DOS ATOS COMPLEMENTARES SEÇÃO I DA POSSE Art. retornará à junta médica no prazo estabelecido. contado da data da posse.A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. § 1º . § 5º . após a cessação dos motivos que causaram a sua aposentadoria por invalidez. § 2º . § 4º . nos demais casos de provimento. § 3º . o prazo para posse será contado do término do impedimento. § 4º .A posse poderá ocorrer mediante procuração específica. o cidadão apresentará declaração de bens que constituam seu patrimônio e declarará o exercício ou não de outro cargo. emprego ou função pública. 24 .O início. nº 211.No caso de gestante não servidora.Em se tratando de servidor licenciado por motivo de doença. SEÇÃO II DO EXERCÍCIO Art. Art. § 1º . TÍTULO III . Av. até o limite de 60 (sessenta) dias contados da nomeação.A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo e preenchimento dos requisitos exigidos para o provimento do cargo a ser ocupado. Art. contados da nomeação. § 3º . 25 . contados da publicação do ato de nomeação.Será exonerado o servidor empossado que não entrar em exercício no prazo previsto no parágrafo anterior. o compromisso de cumprir fielmente os deveres e atribuições inerentes ao cargo.

401-002 Montes Claros – MG. 33 . se a lei específica assim o determinar.Disposição é a cessão do servidor para ter exercício. 34 . § 2º . Cula Mangabeira.São formas de movimentação de pessoal: I . CEP 39. IV . CAPÍTULO IV DA DISPOSIÇÃO Art. 31 . a disposição far-se-á mediante convênio.órgãos ou entidades de caráter assistencial e beneficente.A disposição poderá ocorrer para: I . inclusive nos casos de reorganização.redistribuição. os servidores estáveis que não puderem ser redistribuídos na forma deste artigo serão colocados em disponibilidade. 29 . II . ouvidos os titulares das respectivas pastas.quadro do Poder Legislativo Municipal.readaptação. . observada a conveniência do serviço. Av. extinção ou criação de órgão. 32 . § 2º . § 3º . III .Na hipótese do inciso II do artigo. 30 .Nos casos de extinção de órgão. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. § 1º . não podendo haver delegação. dar-se-á por ato do Secretário Municipal de Administração.A remoção do servidor de uma secretaria para outra. II . DA MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.O ato de disposição é de competência do Prefeito Municipal.A disposição que decorra do cumprimento de requisição prevista em lei federal.Na hipótese dos incisos II e III. a disposição se dará sem ônus para o Município.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. nº 211.remoção. até seu aproveitamento na forma prevista nesta Lei.poder.Remoção é o deslocamento do servidor de uma para outra secretaria ou de uma para outra unidade dentro da mesma secretaria.Ao servidor efetivo em estágio probatório e ao detentor de função pública não se concederá remoção a pedido. Parágrafo único .Dar-se-á a redistribuição para ajustamento de quadro de pessoal às necessidades dos serviços. CAPÍTULO III DA REDISTRIBUIÇÃO Art. a pedido ou de ofício. do Estado ou outro Município.disposição. órgão ou entidade da União. por prazo determinado. em órgão ou entidade diversa do quadro em que se encontrar lotado seu cargo. § 1º . podendo dar-se sob a forma de permuta. CAPÍTULO II DA REMOÇÃO Art. Art. III . Art. será com ônus para o Município. sem fins lucrativos.

por 8 (oito) dias consecutivos. verificada em inspeção médica oficial e específica.licença para tratamento de saúde.Na hipótese dos incisos VI. 39 . irmãos.licença à gestante.A readaptação se fará a pedido ou de ofício. 40 . Art. menor sob guarda ou tutela. TÍTULO IV DO TEMPO DE SERVIÇO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. ao servidor.júri e outros serviços obrigatórios por lei. quando o afastamento houver sido expressamente autorizado pelo Prefeito Municipal. por 3 (três) dias consecutivos.Para nenhum efeito será contado o tempo de serviço gratuito.casamento. VII e IX.exercício de cargo em comissão em órgãos do Poder Executivo Municipal. especialmente registro de freqüência e folha de pagamento. 37 .exercício de cargo em comissão em órgãos ou entidades dos poderes da União e do Estado.Serão computados os dias de efetivo exercício.Readaptação é o cometimento.licença ao servidor acidentado em serviço ou acometido de doença profissional. por 5 (cinco) dias consecutivos.férias regulamentares. Art. 35 . madrasta ou padrasto. II . Cula Mangabeira.desempenho de mandato eletivo federal. Art. IX . § 2º . 38 . em caso de doação de sangue. XIII . CAPÍTULO V DA READAPTAÇÃO Art. V .por 1 (um) dia ao mês. enteados.missão ou estudo de interesse da administração.falecimento do cônjuge ou companheiro.É vedada a soma de tempo de serviço simultaneamente prestado em dois ou mais cargos. o tempo de serviço não será considerado para promoção.no dia do seu aniversário.falecimento de sogro.401-002 Montes Claros – MG. nº 211. estadual ou municipal. IV . XII . genro e nora. § 1º .A readaptação não implicará acréscimo ou perda remuneratória e nem se caracteriza como provimento em outro cargo público.Contar-se-á para efeito de aposentadoria: . XIV . filhos. VII . CEP 39. com ônus para os cofres públicos municipais. VI . à vista de documentação própria. 36 . de encargo compatível com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental.A apuração do tempo de serviço será feita em dias.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. avós e netos. III . à adotante e em razão da paternidade. Av. que serão convertidos em anos. Parágrafo único . X . sogra. considerado o ano como de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias.São considerados de efetivo exercício os afastamentos do servidor por motivo de: I .convocação para serviço militar. VIII . pais. XI . em outros pontos do território nacional ou no exterior. Parágrafo único . XV . Art.

I .do dia destinado ao repouso semanal.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. quanto aos servidores não sujeitos ao ponto. a fração superior a 30 (trinta) minutos. Cula Mangabeira.o tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal.É facultada a redução temporária da jornada de trabalho com adequação dos vencimentos à nova carga horária. CEP 39. aos Estados e outros municípios. Art.Para efeito do disposto no inciso II do artigo. III . Parágrafo único . CAPÍTULO II DA JORNADA DE TRABALHO Art. inclusive aquelas verificadas na sexta-feira de uma semana e na segunda-feira da semana imediatamente subseqüente. nº 211.o tempo de contribuição para o INSS. 44 . para os fins do disposto no artigo 23 da Lei Complementar nº 101.o tempo de serviço público prestado à União. estabelecida em lei ou regulamento.Salvo nos casos expressamente previstos em lei ou regulamento. Parágrafo único . Av. arredondar-se-á para meia hora a fração de tempo inferior a 30 (trinta) minutos e. Art. § 1º . IV . estadual e municipal.O servidor perderá a remuneração: I . não poderá exceder a 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) horas semanais. da administração direta e indireta. de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). ou II . hipótese em que os diversos regimes de previdência se compensarão financeiramente. Parágrafo único . 43 . na administração pública e na atividade privada.A freqüência do servidor será apurada: I .A duração do trabalho normal do servidor público. 41 . diariamente. rural e urbana. II .401-002 Montes Claros – MG.segundo a forma determinada em regulamento. abonar faltas ou reduzir-lhe a jornada de trabalho. TÍTULO V DA VACÂNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS .A infração do disposto no artigo anterior determinará a responsabilidade da autoridade que tiver expedido a ordem ou que a tiver consentido. voluntário ou obrigatório.Ponto é o registro do comparecimento do servidor ao trabalho e pelo qual se verifica. segundo critérios estabelecidos em lei. desde que não seja simultâneo.Consideram-se sucessivas as faltas cometidas em seqüência.do dia em que faltar ao serviço. na hipótese de faltas sucessivas ou intercaladas na semana que os anteceder. Art. sem prejuízo da ação disciplinar cabível. do feriado ou do dia em que não houver expediente. § 2º .pelo registro diário de ponto. II .correspondente à fração de tempo de descumprimento da jornada de trabalho.o tempo de serviço militar. 42 . III . a sua entrada e saída. é vedado dispensar o servidor do registro diário do ponto. para 1 (uma) hora.

A vacância de cargo público decorrerá de: I . observado o disposto nesta Lei.demissão. II . se professora. nº 211. exceto se decorrente de acidente em serviço. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. Av. moléstia profissional ou doença grave. desde que cumprido tempo mínimo de 10 (dez) anos de efetivo exercício no serviço público e 5 (cinco) anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria.falecimento. sendo os proventos proporcionais ao tempo de serviço.tendo tomado posse. 46 . 45 . e 55 (cinqüenta e cinco) anos de idade e 30 (trinta) de exercício.promoção. e 50 (cinqüenta) anos de idade e 25 (vinte e cinco). .O servidor terá direito ao benefício da aposentadoria. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. b) 65 (sessenta e cinco) anos de idade. nas seguintes condições: I . 48 .A exoneração de cargo efetivo dar-se-á quando: I . se mulher. se professor. II . III . II .a pedido do próprio servidor. contagiosa ou incurável. especificadas em lei.a juízo da autoridade competente.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. V . Cula Mangabeira. se mulher. CAPÍTULO IV DA APOSENTADORIA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. aos 70 (setenta) anos de idade. CEP 39. CAPÍTULO II DA EXONERAÇÃO Art. VI . III .voluntariamente. CAPÍTULO III DA DEMISSÃO Art. c) 55 (cinqüenta e cinco) anos de idade e 30 (trinta) de exercício.a pedido do servidor.A demissão será aplicada como penalidade. e 60 (sessenta) anos de idade. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido.posse em outro cargo inacumulável. que comprovem exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. observadas as seguintes condições: a) 60 (sessenta) anos de idade e 35 (trinta e cinco) de exercício. se homem. quando os proventos serão integrais. Art. 49 .por invalidez permanente.A exoneração de cargo em comissão dar-se-á: I .não forem satisfeitas as condições do estágio probatório.exoneração.compulsoriamente. se homem. 47 . III . Art.401-002 Montes Claros – MG. ou II .aposentadoria. IV .

definidos em lei complementar federal. § 5º . II .Entende-se por moléstia profissional a que decorrer das condições do serviço ou de fatos nele ocorridos. Art. hanseníase. que prejudiquem ou impeçam a locomoção. . a inspeção médica. § 9º . no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. artrite reumatóide.Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma da Constituição Federal. osteíte deformante (doença de Paget). § 11 .O servidor aposentado por invalidez não poderá dedicar-se a qualquer atividade remunerada. insuficiência renal crônica. insalubres ou perigosas.Aids. neoplasias malignas. levando à perda ou restrição permanente da capacidade laborativa. na forma da lei. conforme se dispuser em regulamento. síndrome de imunodeficiência adquirida . doença pulmonar obstrutiva crônica avançada. por ocasião de sua concessão.401-002 Montes Claros – MG. contagiosas ou incuráveis.Os proventos de aposentadoria. § 13 . ressalvados os casos de atividades exercidas exclusivamente sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. 50 . que exponham o servidor a agentes patógenos próprios da atividade. a que se refere o inciso I deste artigo: quadros psicóticos orgânicos. Cula Mangabeira.A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde por período não excedente a 24 (vinte e quatro) meses. sob pena de ter a aposentadoria cassada. espondiloartrose anquilosante.É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria. e que tenha como causa mediata ou imediata o exercício das atribuições inerentes ao cargo. lupus eritematoso sistêmico. por ocasião da sua concessão. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta de único regime previdenciário. nº 211. doenças desmielinizantes e degenerativas do sistema nervoso central. e outras que a lei venha a indicar com base na medicina especializada. prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. corresponderão à totalidade da remuneração.Os proventos de aposentadoria e as pensões.o acidente sofrido pelo servidor no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela. psicoses endógenas.Equipara-se a acidente em serviço: I . haja contribuído para a perda ou redução de sua capacidade para o trabalho. quanto à aposentadoria. periodicamente. circulatórias ou neurológicas irreversíveis. § 6º . § 8º . § 10 . irreversíveis. que.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor.Consideram-se doenças graves. pênfigo foliáceo ou vulgar.Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. paralisias de qualquer etiologia. as exceções que venham a ser estabelecidas em lei complementar federal. o servidor será aposentado. nos termos da Constituição da República. § 1º .Nos casos de exercício de atividades consideradas penosas.Considera-se acidente em serviço o evento danoso que determine lesão corporal. § 3º . diabetes mellitus grave com complicações renais. cardiopatia grave. Av. § 4º .A prova do acidente será feita em processo especial.O servidor aposentado por invalidez será submetido. observar-se-ão. CEP 39. § 7º . § 12 . serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria e.a agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício de suas atribuições. § 2º . no prazo de 8 (oito) dias. devendo o laudo médico estabelecer-lhe a rigorosa caracterização. cegueira profissional posterior ao ingresso no serviço público. embora não tenha sido causa única.

§ 1º . nº 211. a partir da data do requerimento da aposentadoria.No caso de aposentadoria voluntária. 54 . TÍTULO VI DOS DIREITOS.Vencimento é a retribuição pecuniária fixada em lei. a complexidade. Parágrafo único . DAS VANTAGENS E DAS CONCESSÕES CAPÍTULO I DO VENCIMENTO E DA REMUNERAÇÃO Art.Os proventos da aposentadoria serão revistos.A fixação dos padrões de vencimento observará a natureza. e sua não-concessão importará a reposição do período de afastamento. Av. Parágrafo único . o grau de responsabilidade. Parágrafo único . os requisitos para investidura e as peculiaridades dos cargos. o retorno do servidor ao exercício do cargo em que se deu a aposentadoria. Art.A aposentadoria compulsória terá vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo.A renúncia de que trata este artigo implica a automática suspensão do pagamento dos proventos e não gera. 56 . hipótese em que será garantida.401-002 Montes Claros – MG. mas prescreverão as prestações respectivas não reclamadas no prazo de 5 (cinco) anos contados da data em que forem devidas. a que tem direito o servidor pelo exercício de cargo público. na forma da Lei.Ao servidor aposentado voluntariamente fica assegurada a renúncia à aposentadoria. 52 . e a pensão temporária é devida aos demais dependentes. conforme disposto em lei específica. a partir da data do óbito. Cula Mangabeira.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. Parágrafo único . SEÇÃO II DA RENÚNCIA À APOSENTADORIA Art.São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade.A pensão distingue-se. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade.O lapso de tempo compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença. § 2º . 51 . os seus dependentes fazem jus a pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento.A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato.A pensão vitalícia é devida ao cônjuge ou ao dependente incapaz. quanto à sua natureza. § 1º . . Art. em vitalícia e temporária.Por morte do servidor ou do aposentado. CAPÍTULO V DA PENSÃO Art. é assegurado ao servidor afastar-se da atividade. na mesma proporção e na mesma data.O direito ao benefício da pensão por morte não prescreverá. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo em que se tenha dado a aposentadoria. § 2º . apenas. em hipótese alguma. 55 . e se extinguirá. Art. CEP 39. com a cessação do motivo que lhe tenha dado causa. em ambos os casos. 53 . a contagem de tempo de serviço que tenha dado origem ao benefício.

ou que tiver a sua aposentadoria ou disponibilidade cassadas. observado o disposto no art. nos termos de regulamento. Av. de servidor que for demitido.Remuneração é o vencimento do cargo. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. se houver.401-002 Montes Claros – MG.indenizações. do Prefeito Municipal. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento.Além do vencimento. pelo exercício do cargo ou função. . nº 211. Cula Mangabeira. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I . § 1º .abono-família.As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito. percebida cumulativamente ou não. 60 .O débito com o erário. exonerado. em espécie.O vencimento. sempre na mesma data e sem distinção de índices. mediante autorização do servidor. 63 . será deduzido de seu crédito financeiro com o Município. de 4 de maio de 2000. observada a jornada normal de trabalho.Poderá haver consignação em folha de pagamento. assegurada a revisão geral anual. Art.Nenhum servidor poderá perceber. 62 . nos casos e condições indicados em lei. Art. § 2º . 57 .A remuneração dos servidores somente poderá ser fixada ou alterada por lei específica. ser quitado dentro de 60 (sessenta) dias.É vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal.A remuneração do servidor público do Município. § 1º .O vencimento do cargo e emprego público é irredutível. 59 .As reposições e indenizações ao erário poderão ser descontadas em parcelas mensais. IV .As gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento. 65 . seqüestro ou penhora. 58 . 64 . CEP 39.gratificações. Parágrafo único .adicionais.Salvo por imposição legal ou mandado judicial.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. vencimento inferior ao salário mínimo vigente no País. Art. inciso XV da Constituição Federal e no § 2º do artigo 23 da Lei Complementar nº 101. III . 37. na forma de regulamento. Art. § 2º . CAPÍTULO II DAS VANTAGENS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. não poderá exceder o subsídio mensal. Art. exceto nos casos de prestação de alimentos resultantes de decisão judicial. sob pena de sua inscrição em dívida ativa. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer natureza. devendo o saldo devedor. Art. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes ou temporárias estabelecidas em lei. II . Art. mensalmente. 61 . Art.

em qualquer caso. estará sujeita a posterior comprovação. Cula Mangabeira.Poderá ser concedida indenização ao servidor que realizar despesas com transporte para a execução de serviços fora da sede.O abono-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo. a serviço. II . fica obrigado a restituí-la integralmente. § 2º .transporte. Art. em situações inadiáveis e excepcionais. para fins de concessão de acréscimos ulteriores. restituirá a diária recebida em excesso.Consideram-se dependentes econômicos. por qualquer motivo. 67 . afastar-se da sede do Município fará jus às passagens necessárias para o seu deslocamento.A diária será paga antecipadamente e.O servidor que.diária. Art. alimentação e locomoção urbana.Constituem indenizações ao servidor: I .Na hipótese de o servidor retornar ao Município em prazo menor do que o previsto para o seu afastamento.401-002 Montes Claros – MG. se afastar do Município em caráter eventual ou transitório. no prazo estabelecido no artigo. por dependente econômico.Somente terá direito ao abono-família o servidor que perceba até duas vezes o menor vencimento básico pago pela municipalidade. § 1º . observados os limites previstos nesta Lei. Parágrafo único . para cobrir as despesas de pousada.outras que a lei indicar. fará jus a diárias.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. § 2º . § 1º . para outro ponto do território nacional.O servidor que receber diária e não se afastar do Município. 68 . SUBSEÇÃO I DAS DIÁRIAS Art. nº 211.Os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados. conforme se dispuser em regulamento. SUBSEÇÃO II DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE Art. III . Parágrafo único . 70 . Av. 66 .A diária será concedida por dia de afastamento. para efeito de concessão do abono-família: . à razão de 1% (um por cento) sobre o menor vencimento básico pago pela municipalidade. CEP 39. SEÇÃO II DAS INDENIZAÇÕES Art. 71 . no prazo de 3 (três) dias. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora do Município.O servidor que. 69 .Os valores das indenizações e as condições para a sua concessão serão estabelecidos em regulamento. SEÇÃO III DO ABONO-FAMÍLIA Art. a serviço. Parágrafo único .

401-002 Montes Claros – MG.As gratificações previstas nos incisos I. 73 . facultado o pagamento. Art.pelo exercício de cargo de direção. c) do inciso III. Art.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. se inválido.A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. V . de qualquer idade.o cônjuge ou companheiro e os filhos. nos seguintes percentuais: a) do inciso I. II e III do artigo 75 serão disciplinadas em lei. 76 .Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto e a madrasta.O servidor exonerado perceberá a gratificação natalina. II . 77 . Art. nem servirá de base para qualquer contribuição. chefia e assessoramento. 79 . IV . e. 74 . inclusive pensão ou provento da aposentadoria. Parágrafo único . Av. de até 100% (cem por cento) sobre o vencimento básico. as cotas a que faziam jus serão atribuídas àquele a cujo cargo ficar a guarda do dependente. proporcionalmente aos meses de exercício. inclusive para a seguridade social. 78 . § 1º . II . § 2º . CEP 39. e. até 24 (vinte e quatro) anos ou. Art. de até 50% (cinquenta por cento) da média do somatório dos vencimentos dos componentes da equipe de trabalho para cada um de seus membros. 72 . SEÇÃO IV DAS GRATIFICAÇÕES Art. inclusive os enteados. Art.como estímulo à produção coletiva.o menor de 18 (dezoito) anos que. mediante autorização judicial. a título de adiantamento.Quando pai e mãe forem servidores públicos.natalina. por mês de exercício no respectivo ano.Considera-se mês integral a fração igual ou superior a 15 (quinze) dias.O abono-família não está sujeito a quaisquer tributos. Art. Art. em valor igual ou superior ao menor vencimento básico da municipalidade.A gratificação natalina corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro.como estímulo à produção individual. III. os representantes legais dos incapazes. nº 211. .A gratificação natalina será paga até o dia 20 de dezembro de cada ano. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. de 50% (cinqüenta por cento) da gratificação no período de fevereiro a novembro de cada ano. o abono-família será pago a um deles. se estudante. até 18 (dezoito) anos de idade ou. se separados.Poderão ser deferidas ao servidor as seguintes gratificações: I . de até 150% (cento e cinquenta por cento) sobre o vencimento básico.Não se configura a dependência econômica quando o beneficiário do abono-família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte. na falta deles.outras que forem criadas por lei. viva na companhia e às expensas do servidor. 75 . Cula Mangabeira. ou do inativo. I . b) do inciso II.

§ 3º . III . 82 .O serviço noturno. por ocasião das férias.O adicional por serviço extraordinário não integra a remuneração.de férias. 80 . adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração mensal.O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) em relação ao valor da hora normal de trabalho. Cula Mangabeira. para atender a situações excepcionais e temporárias.pela prestação de trabalho noturno.Será pago ao servidor.pela prestação de serviço extraordinário. diante de situações inadiáveis cuja inexecução possa acarretar prejuízos irreparáveis. SEÇÃO VI . 83 . na forma da lei. II . CEP 39. § 1º . prestado em horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte.Somente será permitido serviço extraordinário mediante autorização do Prefeito. 81 . § 2º . podendo ser prorrogado por igual período. terá o valor-hora normal de trabalho acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). SUBSEÇÃO III DO ADICIONAL NOTURNO Art.o servidor que. SUBSEÇÃO II DO ADICIONAL POR SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO Art. nº 211. salvo nos casos em que a lei dispuser em contrário. através de Portaria. SEÇÃO V DOS ADICIONAIS SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Av. SUBSEÇÃO IV DO ADICIONAL DE FÉRIAS Art. respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas diárias.401-002 Montes Claros – MG.o ocupante de cargo em comissão ou função gratificada. não se encontre no exercício do cargo. nem serve de base de cálculo para nenhum efeito. por qualquer motivo.Serão deferidos ao servidor.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. os seguintes adicionais: I .Não poderá receber gratificação por serviço extraordinário: I . II .

O servidor que gozar de licença sem vencimento. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos. em um só mês.As faltas do servidor. ser-lhe-á paga a remuneração correspondente ao período de férias. 84 . Art. sendo que nenhum deles poderá ser inferior a 10 (dez) dias consecutivos. Art. § 3º . CAPÍTULO III DAS FÉRIAS Art. obrigatoriamente.Excepcionalmente. CEP 39.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício. Av.O servidor poderá receber. § 4º .O pagamento do adicional de 1/3 (um terço) de que trata o artigo 83 desta Lei. nos períodos seguintes.O servidor gozará. § 5º .O servidor que opere. somente obterá direito às férias após 12 (doze) meses de exercício. 30 (trinta) dias consecutivos de férias. sem amparo legal. desde que não correspondam às atribuições específicas do cargo ocupado. 89 . 86 . § 2º . 87 . não se permitindo a liberação. sem prejuízo da remuneração. por ano. de acordo com regulamento: a) pelo exercício de docência ou de função auxiliar em programa de desenvolvimento de recursos humanos. Cula Mangabeira. de mais de 1/3 (um terço) dos servidores de cada unidade administrativa. b) pela elaboração de trabalhos técnicos de especial interesse do serviço público municipal. a critério da Administração. Art.As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de superior interesse público. ao retornar ao serviço. DE OUTRAS VANTAGENS PECUNIÁRIAS Art. e nas hipóteses em que haja legislação específica. poderão as férias ser concedidas em 2 (dois) períodos. gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias por semestre de atividade profissional. será efetuado juntamente com a remuneração relativa ao mês imediatamente anterior ao do gozo das férias. 88 . § 7º . ressalvado o disposto no artigo 87. para o ano subseqüente. CAPÍTULO IV DOS AFASTAMENTOS . com raio X ou substância radioativa. nº 211. proibida em qualquer hipótese a acumulação. c) pela participação em órgão de deliberação coletiva. durante o período aquisitivo.O servidor transferido quando em gozo de férias não será obrigado a apresentar-se antes de terminá-las. direta e permanentemente.As férias serão concedidas de acordo com a conveniência do serviço. 90 . § 6º . ser concedidos a partir do 11º (décimo primeiro) mês. cujo direito tenha adquirido. serão descontados das férias até o limite de 15 (quinze) dias. as seguintes vantagens pecuniárias. 85 .401-002 Montes Claros – MG. além das previstas nesta Lei.O servidor estudante terá o direito de fazer coincidir suas férias com as férias escolares. Art. observada a escala que for organizada em dezembro de cada ano. Art. podendo. § 1º . desde que não correspondam às atribuições específicas do cargo ocupado. no caso de comprovada necessidade do serviço.Em caso de exoneração ou demissão do servidor.Em casos excepcionais.

Ao servidor público da administração direta. CEP 39.investido no mandato de Prefeito.para tratamento de saúde. sem prejuízo do subsídio do cargo eletivo. III .401-002 Montes Claros – MG. Parágrafo único . fica automaticamente afastado do exercício de seu cargo efetivo ou função pública.quando acidentado no exercício de suas atribuições ou acometido de doença profissional. será afastado do cargo ou função. nº 211.O afastamento do servidor que se candidatar a cargo eletivo observará o que dispuser a legislação eleitoral. II . CAPÍTULO V DAS LICENÇAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Cula Mangabeira.Conceder-se-á licença ao servidor: I . II . 93 . enquanto durar o comissionamento. o servidor devolverá aos cofres públicos a remuneração que tenha recebido durante o afastamento.exercício de cargo de provimento em comissão.investido no mandato de Vereador: a) havendo compatibilidade de horário.Configurada fraude no afastamento de que trata o artigo.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. III .atividade político-partidária.por motivo de doença em pessoa de sua família.O servidor investido em cargo de provimento em comissão da administração direta. o seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais. exceto promoção por merecimento. SEÇÃO III DO AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO Art. 91 . será afastado do cargo. Av. b) não havendo compatibilidade de horário. 92 .Em qualquer caso que exija o afastamento do servidor para exercício de mandato eletivo. SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Parágrafo único . sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. III . SEÇÃO IV DO AFASTAMENTO PARA ATIVIDADE POLÍTICO-PARTIDÁRIA Art. 94 . .tratando-se de mandato federal ou estadual. 95 . autárquica ou fundacional investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I .exercício de mandato eletivo. sem prejuízo de outras sanções cabíveis. II . ficará afastado do cargo.O servidor será afastado do cargo para: I . manter-se-á em exercício e perceberá as vantagens do seu cargo. SEÇÃO II DO AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO Art.

acidente em serviço ou moléstia profissional. Av. à unidade de pessoal do órgão a que estiver vinculado.por motivo de gestação. III e IV do artigo 95.As licenças concedidas dentro de 30 (trinta) dias contados do término da anterior serão consideradas prorrogação. os dias de ausência. por escrito.para tratar de interesses particulares.Em qualquer hipótese. sob pena de ter cassada a licença. 49 desta lei será concedida com base nas conclusões da medicina especializada. § 5º . a pedido ou de ofício.Finda a licença.O servidor licenciado para tratamento de saúde não poderá dedicar-se a qualquer atividade remunerada. § 2º . 97 . SEÇÃO II DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE Art.Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde.A licença para tratamento de saúde é disciplinada em decreto. IV .O servidor não poderá permanecer em licença da mesma espécie por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses. § 4º .para acompanhar cônjuge ou companheiro. nº 211. VII e VIII. sob pena de se apurarem. ficando obrigado a comunicar.O exame para a concessão da licença será feito por médico credenciado pelo Município. como faltas injustificadas. 98 . Art. quando o exame médico não concluir pela concessão imediata da aposentadoria. Art. Art. a inspeção médica será realizada em sua residência ou no hospital onde esteja em tratamento.Considerado apto em exame médico. para a concessão da licença. o seu endereço. VI . caso se julgue em condições de reassumir o exercício.O atestado ou laudo passado por médicos do trabalho só produzirá efeitos depois de homologado pela Secretaria Municipal de Administração.401-002 Montes Claros – MG. 101 . § 3º . sem prejuízo da remuneração. Art. § 9º .O servidor poderá gozar licença onde lhe convier.No curso da licença. com base em perícia médica. o servidor licenciado assumirá o exercício de suas funções. guarda judicial ou em razão de paternidade.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período das licenças previstas nos incisos I. do artigo anterior. a inspeção médica. imediatamente.As licenças superiores a 15 (quinze) dias dependerão de exame do servidor por médico do Instituto de Previdência ao qual estiver vinculado. VIII . 96 . § 8º . § 7º . adoção. por motivo de doença. Parágrafo único . 99 . SEÇÃO III DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA .Estando o servidor impossibilitado de locomover-se. 100 . e pelo prazo indicado no laudo ou atestado médico oficiais. poderá o servidor requerer exame médico. § 6º . o servidor reassumirá. Art. VII . § 1º . V .para serviço militar.para desempenho de mandato eletivo em diretoria de entidade sindical. salvo nos casos dos incisos V. CEP 39. é indispensável. II. o exercício do cargo. Cula Mangabeira.A licença a servidor acometido de doença prevista no § 9º do art.

cônjuge ou companheiro. Art. sem prejuízo da remuneração. de demissão por abandono de cargo. do servidor ao chefe ou diretor da repartição de lotação. . a licença terá início a contar do parto.Quando a pessoa da família do servidor se encontrar em tratamento fora do Município permitir-se-á o exame médico por profissionais pertencentes ao quadro de servidores federais.No caso de natimorto. esta será concedida a apenas um deles ou. enteado. a servidora será submetida a exame médico e. mãe.O servidor desincorporado. Cula Mangabeira. § 4º . § 3º .Havendo mais de um servidor da mesma família com direito à licença de que trata o artigo. § 3º . À ADOTANTE E DA LICENÇA-PATERNIDADE Art.À servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade serão concedidos 60 (sessenta) dias de licença remunerada. 105 . durante a jornada de trabalho. salvo se optar pelo soldo do serviço militar.Dos vencimentos ou remuneração. § 1º . se a ausência exceder àquele prazo. alternadamente. § 4º . se julgada apta. reassumirá dentro de 30 (trinta) dias consecutivos. mediante laudo médico oficial e comprovação da necessidade de sua assistência pessoal e permanente. o exercício de seu cargo.Para amamentar o próprio filho até a idade de seis meses.No caso de nascimento prematuro. Av.Ao servidor que for convocado para o serviço militar e outros encargos da segurança nacional será concedida licença com vencimentos ou remuneração integrais.A licença será concedida mediante comunicação. por 120 (cento e vinte) dias consecutivos. Art.O servidor poderá obter licença por motivo de doença na pessoa de pai. 107 . filho. SEÇÃO V DA LICENÇA PARA O SERVIÇO MILITAR Art. 103 . estaduais ou municipais da localidade. Parágrafo único . 104 . 106 . Art. § 2º .Será concedida licença à servidora gestante. § 1º . sob pena de perda dos vencimentos ou remuneração e. § 2º . o prazo de que trata este artigo será de 15 (quinze) dias.O servidor que obtiver a licença prevista neste artigo somente poderá obter nova licença decorridos 12 (doze) meses do término da anterior. a intervalo de 30 (trinta) minutos por turno. o servidor terá direito à licença-paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos.No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano e menos de 6 (seis) anos de idade. a um e outro. por escrito. CEP 39. reassumirá o exercício. § 3º .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de licença remunerada.A licença de que trata este artigo será concedida sem remuneração.401-002 Montes Claros – MG.No caso de aborto atestado por médico oficial. irmão. SEÇÃO IV DA LICENÇA À GESTANTE.Pelo nascimento ou adoção de filhos. 102 . nº 211. salvo antecipação por prescrição médica. acompanhada de documento oficial que comprove a incorporação. § 2º . decorridos 30 (trinta) dias do evento. descontar-se-á a importância que o servidor perceber na condição de incorporado. a servidora lactante terá direito. Art. § 1º .A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação.

CEP 39. § 1º .401-002 Montes Claros – MG. salvo se requerer exoneração.Findo o prazo a que se refere o parágrafo anterior.Não se concederá licença ao servidor: I .Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção nas referidas entidades.É assegurado ao servidor o direito à licença para o exercício de mandato eletivo em diretoria de entidade sindical da categoria do servidor público de âmbito municipal. 108 . Av. até o máximo de 2 (dois) por entidade. o servidor deverá aguardar em exercício. durante os estágios previstos nos regulamentos militares.Quando o estágio for remunerado. sem prejuízo da remuneração de seu cargo.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.Ao servidor oficial da reserva das forças armadas será também concedida licença. Art. poderá ser demitido por abandono de cargo. SEÇÃO VI DA LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES Art. independentemente de solicitação. por 15 (quinze) dias consecutivos. a concessão da licença. § 2º .na condição de ocupante de cargo de provimento em comissão.A licença será concedida sem remuneração. Cula Mangabeira. a licença poderá ser prorrogada no máximo por igual período.que esteja sujeito a indenização ou devolução aos cofres públicos. sem remuneração. 109 .A concessão de nova licença somente ocorrerá após decorrido período de efetivo exercício igual ou superior ao da licença anterior. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. a qualquer tempo. prorrogável por igual período. na forma de regulamento. licença sem remuneração. e somente poderá ser renovada após cumprido igual período de efetivo exercício. com vencimentos ou remuneração integrais. nº 211. mediante processo administrativo. for mandado servir. em outro ponto do Estado. § 2º .que esteja respondendo a processo administrativo disciplinar. a pedido do servidor ou no interesse do serviço. do território nacional ou no exterior. Art.Vencido o prazo previsto no parágrafo anterior e não publicado o respectivo ato. o servidor será liberado. Art. devidamente instruído. SEÇÃO VIII DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO SINDICAL OU REPRESENTAÇÃO Art. e vigorará pelo prazo de até 2 (dois) anos. 110 . assegurar-se-á ao servidor o direito de opção. e não tendo o servidor reassumido o exercício.Ao servidor estável poderá ser concedida. § 1º . 111 . II .Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar o cônjuge ou companheiro que. § 1º . Art. a critério da Administração. SEÇÃO VII DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR CÔNJUGE OU COMPANHEIRO Art. servidor público. para tratar de interesses particulares. quando não perceber qualquer vantagem pecuniária pela convocação. 112 . Parágrafo único . III . ou quando for cumprir mandato eletivo. mediante pedido devidamente instruído. § 3º .Protocolado o requerimento. pelo período solicitado.Decorrido o prazo de prorrogação da licença. 113 . e persistindo as razões do afastamento.A licença poderá ser interrompida. . 114 .

II . III . em razão de falecimento do cônjuge. madrasta ou padrasto. avós. IV . a fim de se alistar eleitor. 119 . 117 . quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição. III . genro e netos.Ao servidor estudante poderá ser concedido horário especial. sogra.A licença terá duração igual à do mandato. 115 . Art. atestado de freqüência.por 1 (um) dia ao mês. Cula Mangabeira. em caso de doação de sangue.por 8 (oito) dias consecutivos. companheiro.mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho.É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos. poderá o servidor ausentar-se do serviço: I . assegurada ampla defesa.deverá apresentar ao Setor de Pessoal atestado fornecido pelo estabelecimento de ensino.por 5 (cinco) dias consecutivos. Art.no dia do seu aniversário. Av. 116 .por 3 (três) dias consecutivos.Sem prejuízo da remuneração. II . em razão de falecimento de irmãos. TÍTULO VII DO DIREITO DE PETIÇÃO E DOS RECURSOS CAPÍTULO I DO DIREITO DE PETIÇÃO Art. 118 . enteados.deverá apresentar.em virtude de sentença judicial transitada em julgado.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 3 (três) anos de efetivo exercício.Como condição para a aquisição da estabilidade. VI . II .401-002 Montes Claros – MG. mensalmente. podendo ser prorrogada. menor sob guarda ou tutela. em razão de seu casamento. fornecido pelo estabelecimento de ensino. no caso de reeleição. . sogro. CAPÍTULO VII DAS CONCESSÕES Art.manterá em dia e em boa ordem os trabalhos que lhe forem confiados. CEP 39.mediante processo administrativo no qual lhe seja assegurada ampla defesa. na forma da lei.O servidor público estável só perderá o cargo: I . Parágrafo único . ascendente ou descendente. nº 211. § 2º .por 1 (um) dia. V . em defesa de direito ou interesse legítimo. obedecidas as seguintes condições: I . comprovando a matrícula e declarando o horário das aulas. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. sem prejuízo do exercício das atribuições do cargo. CAPÍTULO VI DA ESTABILIDADE Art. III .

Art.O prazo para interpor recurso é de 15 (quinze) dias a contar da publicação ou da ciência da decisão recorrida. III . II .O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. Parágrafo único . nº 211. o recurso poderá ser interposto: a) pelo servidor. quando o Corregedor houver denegado o seu pedido. § 1º .em 5 (cinco) anos. quando o ato não for publicado. Av. II . Art. quando acolhido o pedido do servidor. interrompem a prescrição. quando cabíveis.401-002 Montes Claros – MG.em 120 (cento e vinte) dias.É assegurado ao servidor ou a procurador por ele constituído: I . Cula Mangabeira. não podendo ser renovado.Não cabe recurso administrativo contra ato ou decisão do Prefeito Municipal. 128 .O prazo para interposição do pedido de reconsideração é de 15 (quinze) dias a contar da publicação ou da ciência da decisão. Parágrafo único . para reclamação contra direitos estatutários.das decisões proferidas pelo Corregedor Municipal. Art.A prescrição é de ordem pública.O prazo de prescrição será contado da data da publicação do ato impugnado ou da ciência pelo interessado. Parágrafo único . CAPÍTULO II DOS RECURSOS Art. 127 . CEP 39. 126 .Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. constantes de registros ou bancos de dados de órgãos. Art. Art.das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos.Cabe recurso de revisão: I . Parágrafo único . 123 . não podendo ser relevada pela administração. 125 .de revisão. II . Art. Art. II .de revisão extraordinária. II .em 5 (cinco) anos.do indeferimento do pedido.conhecimento de informações relativas à sua pessoa. 120 .vista de processo ou documento na repartição.Na hipótese do inciso II do artigo. Art.Cabe recurso de revisão extraordinária ao Prefeito Municipal: I .do indeferimento do pedido de reconsideração.O direito de requerer prescreve: I . . nos demais casos. 122 .Das decisões são cabíveis os seguintes recursos: I . 124 .das decisões proferidas por Secretário Municipal. salvo quando outro prazo for fixado em lei.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. 121 .O pedido de reconsideração e o recurso.O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente. § 2º . b) pelo Secretário Municipal. III . quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.

c) às requisições dos órgãos de correição e de fiscalização e para defesa da Fazenda Pública. durante o expediente. do serviço. podendo.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo.opor resistência injustificada ao andamento de documento ou processo. provido. injustificadamente.zelar pela economia do material e pela conservação do patrimônio público.observar as normas legais e regulamentares. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. caso em que.O recurso poderá ser recebido com efeito suspensivo. IV . companheiro ou parente até o segundo grau civil.Havendo reclamação escrita contra o servidor. sem prévia anuência da autoridade competente.atender com presteza: a) ao público em geral. Art.Ao servidor é proibido: I . VI . em geral. II . CAPÍTULO II DAS PROIBIÇÕES Art. o desempenho de atribuições que sejam de sua responsabilidade ou de seu subordinado. III . . sofrer sanções disciplinares previstas nesta Lei. os efeitos da decisão retroagirão à data do ato impugnado. a juízo da autoridade competente. VII . 132 .cometer a pessoa estranha à repartição.ausentar-se.guardar sigilo sobre assunto da Prefeitura. em cargo de confiança.representar contra ilegalidade. da sua condição de agente público: I . qualquer documento ou objeto da repartição. Parágrafo único . TÍTULO VIII DOS DEVERES. CEP 39. DAS PROIBIÇÕES E DAS RESPONSABILIDADES CAPÍTULO I DOS DEVERES Art. exceto quando manifestamente ilegais. IX . XII . X . Av. VII . VIII .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.manter conduta compatível com a moralidade administrativa. cônjuge. salvo motivo de força maior. Art. V .401-002 Montes Claros – MG.promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. Cula Mangabeira. 129 . 130 . fora dos casos previstos em lei.cumprir as ordens superiores. V .coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou entidade sindical.tratar com urbanidade as pessoas. XI . ou a partido político. prestando as informações requeridas. inclusive. III . VIII .São improrrogáveis os prazos estabelecidos neste Título. nº 211.manter sob sua chefia imediata.ser leal às instituições a que servir. IV . II . este será ouvido pela chefia imediata. VI .recusar fé a documento público. ressalvadas as protegidas por sigilo. omissão ou abuso de poder.ser assíduo e pontual ao serviço. 131 .São deveres do servidor.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tenha ciência em razão do cargo. além dos que lhe cabem em virtude de seu cargo ou função e dos que decorrem.retirar.

Art. 137 . com profissões regulamentadas. empregos ou funções. nº 211. Art. 134 . Cula Mangabeira. 133 . exceto em situações de emergência e transitórias. CAPÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES Art. dos Estados e dos Municípios. do Distrito Federal.a de dois cargos de professor.utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares. e de cônjuge ou companheiro. em razão de suas atribuições.O servidor responde civil. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições.O servidor que acumular licitamente 2 (dois) cargos. situação em que poderá ser designado para exercer. 135 . XIV .O disposto no parágrafo único do artigo anterior aplica-se. Parágrafo único . III . durante o período de interinidade.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. outro cargo em comissão.a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. XII .valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem.receber vantagem de qualquer espécie. exceto se já for ocupante de um deles. podendo optar pela remuneração destes ou a do comissionamento.Exclui-se da proibição de acumular uma aposentadoria com a remuneração de cargo eletivo ou de cargo em comissão. 136 . § 2º .401-002 Montes Claros – MG. X . Av. CAPÍTULO III DA ACUMULAÇÃO Art. nas mesmas condições estabelecidas no artigo anterior. XI . IX .atuar. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. interinamente. como procurador ou intermediário.a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde.O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão. § 1º .praticar usura sob quaisquer de suas modalidades. ainda que lícita. declarado em lei de livre nomeação e exoneração.É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. em detrimento da dignidade do cargo. XV . exceto: I . quando investido em cargo de provimento em comissão. Parágrafo único . sociedade de economia mista. devendo optar pela remuneração de um dos cargos. CEP 39. fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários.A proibição de acumular estende-se a cargos. empresas públicas. ficará afastado de ambos. da União. ao servidor que infringir as normas deste artigo. junto a repartição pública. Art. fundações públicas.exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo e com o horário de trabalho. no que couber.A acumulação de cargos. II . empregos e funções em autarquias.cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa.É proibida também a acumulação de proventos de aposentadoria com a remuneração de cargo público. suas subsidiárias e sociedades controladas direta ou indiretamente. sem prejuízo de suas atribuições. . XIII .

144 .São circunstâncias agravantes: I . IV .A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência ou de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão. II . II . 143 . nº 211. § 1º . II . 138 . Art. 142 . até o limite do valor da respectiva herança. doloso ou culposo. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. III . 139 . Av.a provocação injusta de superior hierárquico.a reincidência da infração.A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo.São penalidades disciplinares: I .cassação de aposentadoria ou disponibilidade. em ação regressiva. e de inobservância de dever funcional previsto em lei.A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. III . CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art.São circunstâncias atenuantes: I . responderá o servidor perante a Fazenda Pública. CEP 39.o bom desempenho anterior dos deveres funcionais. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. 140 .advertência. § 2º . Art.suspensão. a critério da autoridade competente. IV .a prestação de serviços considerados relevantes por lei. nos casos de violação de proibição constante do artigo 132. V .a acumulação de infrações.a combinação com outros indivíduos para a prática da infração.A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no artigo 61 na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial.A advertência será aplicada por escrito. Art. Cula Mangabeira. os danos que dela provierem para o serviço público.401-002 Montes Claros – MG. incisos I a VIII. não podendo exceder a 60 (sessenta) dias.o cometimento da infração durante o cumprimento de pena disciplinar. regulamento ou norma interna. Art.A sanções civis. que não justifique imposição de penalidade mais grave.demissão. IV . § 2º . .a confissão espontânea da infração.Outros atenuantes e agravantes não previstos nos parágrafos anteriores poderão ser considerados na aplicação das penalidades. Art. § 3º .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.A responsabilidade administrativa do servidor será considerada inexistente no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria.Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. § 1º . III . 141 . penais e administrativas poderão acumular-se. § 3º . Art.Tratando-se de dano causado a terceiros.destituição de cargo em comissão ou função gratificada. sendo independentes entre si.

Parágrafo único . XI . ou 90 (noventa) intercalados em um ano.Terá suspensa a licença e poderá sofrer as penalidades cabíveis o servidor que. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. Art.ato lesivo da honra ou ofensa física em serviço.incontinência de conduta na repartição ou fora dela. VIII . ou dilapidação do patrimônio público. III . VI .abandono de cargo.401-002 Montes Claros – MG. quando em serviço. XIII . VIII. implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. Art.As demais hipóteses do artigo 146 implicam a incompatibilização do ex-servidor para nova investidura em cargo público municipal pelo prazo de 3 (três) anos. o servidor optará por um dos cargos. sem prejuízo da ação penal cabível. salvo em legítima defesa própria ou de outrem. além do cargo que caracterizou o acúmulo. o servidor perderá. incisos I. Parágrafo único . XII .transgressão dos incisos IX a XIII do artigo 132.crime contra a administração pública. nos casos dos incisos IV.desídia no desempenho das respectivas funções. se o servidor não houver. Art. Art. licenciado na forma dos incisos I.A demissão ou a destituição de cargo em comissão.A destituição de cargo em comissão será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão ou de demissão. incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público municipal. 148 . o que exercia há mais tempo e restituirá o que tiver percebido indevidamente. Art. 147 . CEP 39.A demissão será aplicada nos casos de: I . Av. . VIII. Art. 146 . dedicar-se a qualquer atividade remunerada.insubordinação grave em serviço. IV . 145 . V .Provada a má-fé. 150 . X e XI. nesses períodos.Configura abandono de cargo a ausência injustificada do servidor ao serviço por mais de 30 (trinta) dias consecutivos. VII . falta punível com a pena de demissão. Parágrafo único .acumulação ilegal de cargos. Art. 153 . na atividade.aplicação irregular de dinheiro público.Constatada a hipótese de que trata este artigo. II.Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do servidor que houver praticado. praticado nova infração disciplinar. nº 211.improbidade administrativa. X .corrupção. X e XI do artigo 146.A demissão ou a destituição de cargo em comissão por infringência do artigo 146. Cula Mangabeira.Verificada em processo disciplinar acumulação proibida e provada a boa-fé. a exoneração efetuada nos termos do artigo 47 será convertida em destituição de cargo em comissão. II . Art. III e IV do artigo 95.O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos.revelação de segredo de que se tenha o servidor apropriado em razão de suas atribuições. IX . 149 . 151 . a servidor ou a particular. 152 . Art. Parágrafo único .lesão aos cofres públicos. IV. respectivamente.

pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquela mencionada no inciso III. Art. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão.401-002 Montes Claros – MG. 155 . 157 .O ato de imposição de penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. quando se tratar de suspensão superior a 15 (quinze) dias. Art.pelo Secretário Municipal de Administração. II . Cula Mangabeira. § 4º . III .em 2 (dois) anos.Interrompido o curso da prescrição. Av. excetuada a hipótese prevista no inciso II. 158 . pelo prazo de até 60 (sessenta) dias. assegurada ao acusado ampla defesa. Parágrafo único . quando se tratar de destituição de cargo em comissão. quanto à suspensão. II . o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar o motivo que lhe tenha dado causa. nº 211.Como medida cautelar e a fim de que não venha a influir na apuração da irregularidade. sem prejuízo da remuneração.As penalidades disciplinares serão aplicadas: I . quanto às infrações puníveis com demissão.em 5 (cinco) anos. ressalvado o disposto no inciso anterior. IV . TÍTULO IX DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. V .Considera-se desidiosa a conduta reveladora de negligência no desempenho das atribuições e a transgressão habitual dos deveres de assiduidade e pontualidade. mediante comunicado ao órgão correicional. § 3º .em 180 (cento e oitenta) dias.A sindicância e o processo administrativo poderão ser antecedidos de procedimento preliminar que objetive ao levantamento de circunstâncias ou fatos indicadores de ilícito. Art.A ação disciplinar prescreverá: I . . poderá ser afastado do exercício do cargo. III .pelo Prefeito Municipal. 159 . CEP 39. quanto à advertência. quando a aplicação da penalidade decorrer de processo administrativo que tenha tramitado pela Corregedoria.pelo Secretário Municipal. § 2º . 154 .A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a providenciar a sua apuração imediata. até a decisão final proferida por autoridade competente.Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime.A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição.O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. 156 . o servidor. quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado a órgão abrangido por esta Lei. por solicitação do titular do órgão correicional.pela autoridade que houver feito a nomeação. § 1º . quando se tratar de advertência ou suspensão de até 15 (quinze) dias. Art. para fins de instauração de sindicância ou processo administrativo disciplinar. Art.

por qualquer meio.Os autos da sindicância integrarão o processo disciplinar como peça informativa da instrução. cassação de aposentadoria ou disponibilidade.instauração de processo disciplinar.aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 60 (sessenta) dias. Art. 168 . Art. na forma da lei. 160 . os procedimentos previstos para o processo disciplinar. a presença de advogado constituído ou de defensor público.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. III . obstar-lhes dolosamente o andamento dos trabalhos ou incorrer em atitude de ofensa ou desrespeito em relação a qualquer deles. CEP 39. Art. 165 .O processo disciplinar obedecerá ao princípio do contraditório. CAPÍTULO III DO PROCESSO DISCIPLINAR Art. Parágrafo único . que compreende depoimento pessoal.instauração. . ainda que não concluído o processo ou encerrada a sindicância. independentemente da instauração do processo disciplinar. objetivando o bom andamento do processo e a melhor elucidação dos fatos nele versados.Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de demissão. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. II . assegurada ao acusado ampla defesa. defesa prévia. a autoridade competente encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público. 163 . 166 . passível de suspensão ou demissão.arquivamento dos autos. ou destituição de cargo em comissão. 161 . III . findo o qual cessarão os seus efeitos. Parágrafo único . será obrigatória a instauração de processo disciplinar.O titular do órgão correicional. Cula Mangabeira. o servidor que.instrução. 167 .O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidades de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições.Aplicam-se à sindicância. II . em qualquer de suas fases. nº 211. 164 . Art.Da sindicância poderá resultar: I . Art. garantida.401-002 Montes Claros – MG. durante a tramitação do processo. produção de provas e relatório.Ao titular do órgão correicional e aos membros das comissões processantes é assegurada ampla garantia no exercício de suas atribuições. com a publicação do respectivo ato.Na hipótese de o relatório da sindicância concluir que a infração está capitulada como ilícito penal. ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. Art.O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. CAPÍTULO II DA SINDICÂNCIA Art. incorrendo em falta grave. Art. no que couber.julgamento. 162 . Av. poderá adotar providências ou determinar as diligências necessárias.O processo disciplinar compreende as seguintes fases: I .

O presidente da comissão poderá denegar pedidos considerados impertinentes. Art.O prazo para conclusão do processo disciplinar não excederá 60 (sessenta) dias. CEP 39. ficando.Será indeferido o pedido de prova pericial. será citado por edital. publicado por 3 (três) vezes no órgão oficial. nº 211. § 2º . § 2º . não poderão participar cônjuge. companheiro ou parente do indiciado. 171 . Cula Mangabeira. II . sem prejuízo da remuneração decorrente do exercício. Art.Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. que indicará. 176 . § 1º .É assegurado ao servidor o direito de acompanhar o processo. consangüíneo ou afim.401-002 Montes Claros – MG. quando se tratar de prova pericial. quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito. para. 175 .O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de três servidores estáveis. § 2º . até entrega do relatório final. automaticamente dispensados do serviço de sua repartição. 173 . recorrendo. . quando necessário.Na defesa prévia poderá o indiciado. de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. meramente protelatórios. assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da administração. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. admitida a sua prorrogação por mais 30 (trinta) dias por motivo de força maior. abrir-se-á vista ao indiciado. § 1º .Da comissão de que trata o artigo.O presidente da comissão mandará citar o indiciado para prestar depoimento pessoal. a comissão promoverá a tomada de depoimentos. 170 . Art. Art.requerer perícia.Na instrução do processo disciplinar. IV . objetivando a coleta de provas. III . 174 .A comissão exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. arrolar e reinquirir testemunhas.A citação se fará pessoalmente. em dia e hora designados. Art. acareações e diligências cabíveis.O titular do órgão correicional poderá requisitar servidores estáveis para integrar Comissão de Processo Administrativo Disciplinar. Parágrafo único . em linha reta ou colateral. no prazo de 15 (quinze) dias. pelo prazo de 15 (quinze) dias.requerer diligências que entender necessárias. apresentar defesa prévia. 169 . o seu presidente. a técnicos e peritos. dentre eles. por isso. ou por via postal com aviso de recebimento. designados pelo titular do órgão correicional.Entre a expedição da carta de citação e o depoimento pessoal mediará prazo não inferior a 15 (quinze) dias. ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. 172 . até o terceiro grau.Os membros da comissão dedicarão todo o seu tempo aos trabalhos da mesma. pessoalmente ou por intermédio de procurador. produzir provas e contraprovas e formular quesitos. querendo. § 3º .arrolar testemunhas até o número de 3 (três). Av.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. Art. Art.Prestado o depoimento pessoal. Art.juntar documentos. sem prejuízo da remuneração. sob pena de preclusão: I . § 1º .

comparecendo. 177 . Art. injustificadamente à intimação para depor. no prazo de 10 (dez) dias. no relatório. § 2º . ou aposentado voluntariamente. perderá a remuneração do dia. Art. proceder à acareação entre os depoentes. as intimações previstas neste Título se farão na pessoa do procurador constituído.401-002 Montes Claros – MG. facultando-se ao procurador do indiciado ou a seu defensor dativo reinquiri-las por intermédio do presidente da comissão. estas serão chamadas a depor mediante carta de intimação. 179 . 178 . para julgamento. procedendo-se de conformidade com o disposto no artigo anterior. CEP 39. Art. a comissão elaborará relatório minucioso.O processo disciplinar.A testemunha que. CAPÍTULO IV DO JULGAMENTO . em que resumirá as peças principais dos autos e mencionará as provas em que se baseou para formar a sua convicção. a comissão indicará o dispositivo legal ou regulamentar transgredido.Ressalvada a carta de citação de que trata o artigo 175. 181 . § 1º . § 2º . de preferência bacharel em direito. sugerir quaisquer providências que lhe pareçam de interesse público. da alínea "c" do artigo 133 desta Lei. 180 . § 3º . 183 . Art. a intimação será comunicada à sua chefia imediata. oferecer razões finais de defesa. § 1º . nº 211. o voto vencido poderá ser a ele anexado. 182 . servidor público. § 2º . assim o requerer. bem como as circunstâncias agravantes ou atenuantes. será remetido à autoridade competente. em virtude da infrigência do disposto no inciso V. o indiciado será intimado para.Se a conclusão do relatório não se der por unanimidade.Se a testemunha for servidor público.O servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido.As testemunhas serão inquiridas separadamente. de ofício ou a requerimento do indiciado. Av. expedida pelo presidente da comissão. com o relatório da comissão. 184 . poderá o presidente da comissão. Cula Mangabeira. com a indicação do dia e hora marcados para o depoimento. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. vedado à testemunha trazêlo por escrito.O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. ao indiciado que não comparecer para o depoimento pessoal ou que.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. Art.Reconhecida a responsabilidade do servidor.Concluída a instrução. do defensor dativo ou do indiciado.A comissão deverá. Art.Após as razões finais de defesa. acaso aplicada. § 4º . cuja segunda via será anexada aos autos. não atender. Art.Apresentado o rol de testemunhas. § 1º . sem prejuízo da penalidade a que se sujeitar. Art.O relatório será sempre conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor.Na hipótese de depoimentos contraditórios.Será dado defensor dativo.

§ 1º . ao Prefeito Municipal.Caso o interessado deseje fundamentar o pedido com prova testemunhal ou de outra espécie. a autoridade julgadora definida no artigo 156 desta Lei proferirá a decisão. a revisão do processo poderá ser requerida pelo cônjuge ou qualquer parente em linha ascendente. Art. 186 . ausência ou desaparecimento do punido. 185 .A autoridade julgadora que der causa à extinção da punibilidade pela prescrição será responsabilizada na forma da lei. Art.Verificada a existência de vício insanável. § 2º . 189 . Art. o ônus da prova cabe ao requerente. Av. deverá ser remetido ao órgão central do sistema de administração de pessoal.Concluído o procedimento justificatório e instruído o pedido de revisão.Caberá ao órgão correicional ouvir as testemunhas arroladas. salvo se proferida pelo Prefeito Municipal. será a matéria devolvida ao titular do órgão central do sistema de administração geral. Art. 193 .No caso de incapacidade mental do servidor. Art. Art.O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade. § 2º .No processo revisional.O processo disciplinar poderá ser revisto.Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções. Parágrafo único . Cula Mangabeira. 187 .O requerimento do interessado. para instauração de novo processo.401-002 Montes Claros – MG. da qual caberá recurso para o órgão correicional. nº 211. contados do recebimento do processo.Recebido o relatório. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. descendente ou colateral. bem como se pronunciar sobre o pedido.No prazo de 30 (trinta) dias. poderá requerer procedimento justificatório ao titular do órgão. 190 . motivadamente. 188 . . § 1º . a autoridade julgadora declarará a nulidade total ou parcial do processo e determinará a constituição de outra comissão. Art. agravar a penalidade proposta. para decisão. CAPÍTULO V DA REVISÃO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Art.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. que determinará a sua remessa. a autoridade julgadora poderá acatá-lo ou. devidamente instruído e fundamentado. 191 . desde que se aduzam fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. § 1º . para exame preliminar e devido encaminhamento. a revisão será requerida pelo respectivo curador. Art. 192 . § 2º .A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão. até terceiro grau.Em caso de falecimento. CEP 39. abrandá-la ou isentar de responsabilidade o indiciado. ainda não apreciados no processo originário. juntamente com o respectivo processo administrativo. que deferirá ou não o solicitado. que requer elementos novos. dirigido ao Prefeito Municipal. a pedido do interessado. a qualquer tempo.Extinta a punibilidade pela prescrição. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave.

Na hipótese do inciso IV do artigo. V . II . 195 .O contrato firmado com base neste artigo só gera efeitos a partir de sua publicação no Órgão Oficial. regime de execução. vencimentos e carreiras do órgão contratante. em áreas ou setores específicos da Administração Pública Municipal. III . e dotação orçamentária a ser utilizada.suprir necessidades excepcionais.401-002 Montes Claros – MG. condições de pagamento.combater surtos epidêmicos. prazo. preço.atender a situações de calamidade pública. sob pena de nulidade do contrato e responsabilidade civil da autoridade contratante. possam gerar situações de calamidade ou prejuízo ao cidadão. sob forma de extrato. poderá haver. especificando as partes contratantes. II e III. exceto na hipótese do inciso IV do artigo anterior. 198 .É vedado o desvio de função de pessoa contratada na forma deste artigo.Para atender a necessidade de excepcional interesse público. 197 .permitir a execução de serviços técnicos por profissional de notória especialização. § 4º . § 1º . por sua natureza e interesse público relevante. Art. até seis meses.O julgamento favorável do processo implicará também o restabelecimento de todos os direitos perdidos em conseqüência da penalidade aplicada. Art. contratação de pessoal por prazo determinado.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. quando os serviços técnicos forem essenciais para a concretização de projetos especiais de pesquisa científica ou desenvolvimento técnicoadministrativo especializado. IV . § 3º . o Prefeito Municipal adequará ou tornará sem efeito a penalidade aplicada ao servidor. Cula Mangabeira. inclusive estrangeiro.Nas contratações por tempo determinado.na hipótese do inciso IV. sob a forma de contrato de direito administrativo. CEP 39. mediante autorização do Prefeito.Consideram-se de necessidade de excepcional interesse público as contratações que visem a: I . III . critérios de reajuste.nas hipóteses dos incisos I.fazer recenseamento.na hipótese do inciso V. bem como a substituição imediata de Professor ou Médico. Art. até quarenta e oito meses. CAPÍTULO II DOS ESTAGIÁRIOS . II . nº 211. 194 . caso em que o contratado não será considerado servidor público. até doze meses. § 2º . quando for o caso. quando serão observados os valores do mercado de trabalho. 196 .As contratações de que trata este artigo terão dotação específica e obedecerão aos seguintes prazos: I . objeto. TÍTULO X DISPOSIÇÕES ESPECIAIS CAPÍTULO I DA CONTRATAÇÃO DE CARÁTER EXCEPCIONAL Art.Julgado procedente o pedido de revisão. serão observados os padrões de vencimento do plano de cargos. Av. bem como sua recontratação. Art. o prazo da contratação poderá ser de até 4 (quatro) anos. transitórias e inadiáveis que.

Aplicam-se aos estagiários. Parágrafo único . Art.O exercício das funções dos estagiários deve guardar correlação entre a área de estudo e as atividades próprias das unidades administrativas de designação. com indicação do ano ou período do respectivo curso. Art.A admissão do estagiário será firmada por Termo de Compromisso de Estágio. II . III . CEP 39. Av.documento relativo à qualificação pessoal.O auxílio financeiro. 199 . sendo 80 (oitenta) destinadas a estudantes de ensino médio e 120 (cento e vinte) destinadas a estudantes de nível superior. ou mediante representação motivada do Secretário Municipal da Pasta onde estiver em exercício. Art. 209 . mediante convênio com instituições educacionais.atestado de matrícula e freqüência -.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. por prazo de 12 (doze) meses. 200 . a ser aplicado pela Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos. os deveres.estagiário de ensino de nível médio. e não caracteriza vínculo empregatício com o Município na definição da Lei Federal nº 6.O Município poderá conceder o auxílio transporte ao estagiário nos termos do regulamento. Art.401-002 Montes Claros – MG. sendo que os estudantes de nível superior deverão estar matriculados e cursando um dos 3 (três) últimos anos do respectivo curso. 100% (cem por cento). Art. 201 . 60% (sessenta por cento).Ficam criadas 200 (duzentas) vagas para a admissão de estagiários.estagiário de ensino de nível superior. Cula Mangabeira.494/77. prorrogável por igual período. com a redação dada pela Lei nº 8. com a interveniência da escola. a título de bolsa complementar educacional será: I . Art.Os estudantes de nível médio poderão estar cursando qualquer ano. 202 . 204 . a pedido. II .declaração de disponibilidade de horário e opção de turno. Art. 208 . observada a compatibilidade com o horário escolar.Os estagiários serão indicados pelas instituições educacionais e poderão ser submetidos a teste seletivo. Art. durante o período de estágio. sendo que o horário de expediente será acertado entre o estagiário e a administração.Para o desempenho de atividades auxiliares.859/94. Art. . calculado sobre o menor vencimento pago pela municipalidade.A jornada de trabalho para o desempenho das atividades auxiliares será de 4 (quatro) horas.A administração municipal poderá conceder aos estagiários auxílio financeiro. 206 . 207 .documento comprobatório de regularidade escolar . § 1º .O estagiário poderá ser dispensado a qualquer tempo por ato do Secretário Municipal de Administração.São requisitos para a investidura na função de estagiário: I . 205 .Os estagiários deverão estar matriculados em escolas oficiais ou reconhecidas pelo governo. a título de bolsa complementar educacional. proibições e normas disciplinares a que estão sujeitos os servidores públicos municipais. § 2º . poderá o Município admitir estagiários. Art. 203 . nº 211. Art.

Cula Mangabeira. CAPÍTULO III DA RESERVA DE VAGAS PARA AS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA Art. 213 . 216 . Av. será expedido certificado pelo Secretário Municipal de Administração. 217 . aprovados em concurso público. as remanescentes serão ocupadas pelos demais concorrentes. 214 . quanto ao período. Art.A cada 20 (vinte) nomeações de candidatos aprovados. no exercício de suas atribuições. § 2º . 211 . para os fins desta Lei.No ato da inscrição. perda ou anormalidade de natureza psicológica. Art. caso seja necessário. fixadas por Decreto. Parágrafo único . o candidato portador de deficiência é obrigado a declará-la e. 212 . . devendo seu parecer ser fundamentado. dentro do padrão considerado normal para o ser humano. de Experiência e de Pós-graduação.Os órgãos da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo aplicarão provas especiais para o preenchimento das vagas reservadas.Ao término do estágio.401-002 Montes Claros – MG. desempenho e assiduidade do estagiário. que gere incapacidade para o desempenho de atividade. para fins de classificação em concurso público para investidura em cargo ou emprego públicos da administração direta e indireta do Município de Montes Claros. aquela que apresenta. portadores de deficiência. 218 .Os candidatos portadores de deficiência. CEP 39. nº 211. Art. em caráter permanente. obedecida a classificação da lista de deficientes aprovados. § 1º . segundo regras próprias.Ficam instituídos os Títulos de Estabilidade. fisiológica ou anatômica. Art.Em todos os Concursos Públicos para provimento de cargo de provimento efetivo do quadro de pessoal da Administração Direta e Indireta do Município de Montes Claros serão reservados 10% (dez por cento) do número de vagas para as pessoas portadoras de deficiência. confirmada em qualquer fase do concurso. desde que conceituada na medicina especializada de acordo com os padrões mundialmente estabelecidos. serão submetidos a avaliação pela junta médico-pericial municipal.Os servidores ou empregados portadores de deficiência serão avaliados. serão nomeados 2 (dois) candidatos portadores de deficiência. Art. obedecida a ordem de classificação. nos termos desta Lei. poderá sofrer conseqüências legais decorrentes. deverá solicitar condições especiais para se submeter às provas e demais exames previstos no Edital. Art. 210 . salvo quanto aos cargos para os quais a Lei exija aptidão plena. CAPÍTULO IV DOS TÍTULOS PARA FINS DE CONCURSO PÚBLICO Art. para se verificar a compatibilidade da deficiência com as atividades do cargo ou emprego.Caso o número de candidatos portadores de deficiência aprovados seja menor do que o número de vagas reservadas aos mesmos. terão seus nomes publicados em lista à parte. Art.Os candidatos aprovados.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. no ato da inscrição.Considera-se pessoa portadora de deficiência. em caso de declaração falsa.O candidato deficiente. 215 .

Pós-Graduação "stricto sensu" . quando eivados de ilegalidade. Art.Doutorado: 15 (quinze) pontos. TÍTULO XI DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. II . Art. Art. . CEP 39. até o limite de 20 (vinte) pontos.A comprovação de Título de Estabilidade. nº 211. III .Pós-Graduação "lato sensu" .O Município manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e seus dependentes. Art. observado o seguinte: I .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. o limite de 20 (vinte) pontos. 222 . 219 .O tempo de serviço público prestado à administração direta ou indireta da União.A um mesmo candidato poderão ser atribuídos pontos pelos dois critérios dos incisos anteriores.O dia 28 de outubro é consagrado ao servidor público do Município. Título de Experiência e Título de Graduação.o tempo de serviço em função diferente do cargo ou emprego a que estiver concorrendo será contado à base de 3 (três) pontos por ano completo de efetivo exercício ou fração superior a seis meses. desde que tenham conseguido o mínimo de pontos exigidos para aprovação no concurso. a Título de Estabilidade. todavia.Ao candidato a cargo ou emprego público de nível superior. detentor de diploma de PósGraduação na área específica a que concorrer. para efeito de classificação.Pós-Graduação "stricto sensu" . Art. para fins tãosomente de classificação. II . ser acumulados com os dos Títulos de Estabilidade e de Experiência. Cula Mangabeira. nos termos do art.Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Montes Claros.Especialização: 5 (cinco) pontos. serão atribuídos pontos a título de Pós-Graduação. 224 . respectivamente.A administração deverá rever seus atos. Parágrafo único . assegurando a aposentadoria e pensão. far-se-á através de certidão expedida pelo órgão público onde adquiriu estabilidade ou prestou serviço e diploma registrado. 223 . para fins tão somente de classificação no concurso. 40 da Constituição Federal e da Lei Municipal nº 2.Aos servidores públicos do Município de Montes Claros considerados estáveis. observado o seguinte: I . sendo considerado ponto facultativo.Será considerado aprovado o candidato que alcançar o mínimo de 50% (cinqüenta por cento) do total de pontos possíveis na prova de conhecimentos.o tempo de serviço na função específica do cargo ou emprego a que estiver concorrendo será contado à base de 4 (quatro) pontos por ano completo de efetivo exercício ou fração superior a seis meses. Art.401-002 Montes Claros – MG. Estados e Municípios será contado como Título de Experiência.101/1993 . todavia.Mestrado: 10 (dez) pontos. nos termos do artigo 19. respeitado. 220 . Parágrafo único . podendo. serão atribuídos 20 (vinte) pontos. até o limite de 20 (vinte) pontos. aos candidatos não alcançados pelo disposto no artigo anterior. a qualquer tempo. 221. Av. para efeito de classificação em concurso público. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal.Os pontos atribuídos de acordo com os critérios deste artigo obedecerão ao limite máximo de 15 (quinze) pontos. 226 . Art. 225 .

no que couber. 238 . até 31 de dezembro de 2003. 236 . Av. Art. 237 . a companheira ou companheiro que comprove união estável como entidade familiar. até um ano após o final do mandato. o valor das mensalidades e contribuições definidas em assembléia geral da categoria. sofrer discriminação em sua vida funcional. Parágrafo único .O servidor investido em cargo de direção ou chefia poderá ter substituto indicado na forma de regulamento. 229 . para o primeiro dia útil seguinte. exceto a pedido. CEP 39. 230 . de 25 de março de 1974 e suas alterações. o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos. dentre outros delas decorrentes: a) de ser representado pelo sindicato. 232 .Ao servidor já efetivado. 235 . Prefeitura Municipal de Montes Claros. Art. o direito de optar pelo seu vencimento. 234 . para o custeio dos benefícios assegurados.Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.O substituto fará jus à remuneração atribuída ao cargo em que se der a substituição. 231 . nem se eximir do cumprimento de seus deveres. Parágrafo único . Art. da Lei nº 1. Art. b) de inamovibilidade do dirigente sindical.Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos.É facultado ao Prefeito Municipal delegar competência para a prática de atos administrativos.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.035. quando no exercício do mandato de Prefeito Municipal. Art.O Prefeito Municipal baixará. Art. 23 de dezembro de 2003. nº 211. Art. por Decreto.Fica garantida a contagem de tempo pra fins de concessão dos benefícios de adicionais por tempo de serviço e de férias-prêmio. nos termos da Constituição da República e da Lei Orgânica do Município.Para atender ao disposto no artigo anterior. observado o disposto no parágrafo único do artigo 59 desta Lei. 228 .Consideram-se da família do servidor. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual. além do cônjuge e filhos. o prazo que se iniciar ou vencer em dia em que não haja expediente.Revogam-se as disposições em contrário.Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.Ao servidor público civil é assegurado.401-002 Montes Claros – MG. fica assegurado o direito à percepção de adicional equivalente à sexta-parte do seu vencimento base. 233 . excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. o servidor não poderá ser privado de quaisquer direitos. inclusive como substituto processual. Art.Será assegurado ao servidor. os regulamentos necessários à execução da presente Lei. Art. Art. ficando prorrogado. 227 . o Município instituirá contribuições dele próprio e do servidor. .Equipara-se ao cônjuge. Cula Mangabeira. c) de descontar em folha. na data da publicação desta Lei. Art. ao completar 25(vinte e cinco) anos de serviço público municipal. sem ônus para a entidade sindical a que for filiado. Art. Parágrafo Único .

18 a 21) (art. 17) CAPÍTULO VI .Dos Atos Complementares SEÇÃO I . CEP 39. 27 e 28) TÍTULO III .Do Concurso Público (arts.Da Reversão (arts.DISPOSIÇÕES PRELIMINARES(arts.Da Recondução (art.Disposições Gerais (art.Da Progressão e da Promoção CAPÍTULO IV . 9º a 28) CAPÍTULO I .Da Posse (arts.Da Nomeação SEÇÃO I . 14) CAPÍTULO III .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. 1º a 8º) TÍTULO II .401-002 Montes Claros – MG. Cula Mangabeira. 11) SEÇÃO II . nº 211. 16) (art. 29 a 35) (arts.Da Reintegração CAPÍTULO V .Do Exercício (arts. 9º e 10) CAPÍTULO II .Do Estágio Probatório (art. Jairo Ataíde Vieira Prefeito Municipal ÍNDICE SISTEMÁTICO TÍTULO I . 22 a 24) CAPÍTULO VIII .Da Disponibilidade e do Aproveitamento CAPÍTULO VII .DO PROVIMENTO (arts.DA MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL (arts. 15) . Av. 12 e 13) SEÇÃO III .Disposições Gerais (arts. 25 e 26) SEÇÃO II .

Da Remoção (art.Da Indenização de Transporte (art. Cula Mangabeira. 56 a 120) TÍTULO VI .Da Exoneração (arts.Da Pensão (art.Das Indenizações (art.Dos Adicionais (arts.DOS DIREITOS. 35) TÍTULO IV . nº 211.Da Demissão (art.Disposições Gerais CAPÍTULO II . Av.Das Vantagens SEÇÃO I . 45) CAPÍTULO I . 29) CAPÍTULO I .Da Redistribuição CAPÍTULO IV . 30) (art. 70) SEÇÃO III .Disposições Gerais CAPÍTULO II . (art. 80 a 84) SUBSEÇÃO I . 66 e 67) SUBSEÇÃO I .Das Gratificações (arts.Da Jornada de Trabalho TÍTULO V . CEP 39.401-002 Montes Claros – MG.Do Vencimento e da Remuneração (arts. 36 a 40) (arts.Da Readaptação(art. 49 a 53) SEÇÃO II .DA VACÂNCIA (arts. 68 e 69) SUBSEÇÃO II .DO TEMPO DE SERVIÇO CAPÍTULO I . 64 e 65) SEÇÃO II .Disposições Gerais (art. 36 a 44) (arts.Do Abono Família (arts.Das Diárias (arts. 41 a 44) (arts.Disposições Gerais CAPÍTULO II . 80) SUBSEÇÃO II . 32 a 34) CAPÍTULO V . 46 e 47) CAPÍTULO III . 48) CAPÍTULO IV . DAS VANTAGENS E DAS CONCESSÕES CAPÍTULO I .PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.Da Aposentadoria SEÇÃO I . 81) . 55) (arts. 54) CAPÍTULO V .Da Renúncia à Aposentadoria (art. 75 a 79) SEÇÃO V . 56 a 63) CAPÍTULO II .Disposições Gerais (arts. 45 a 54) (art. 31) CAPÍTULO III . 71 a 74) SEÇÃO IV .Disposições Gerais (arts.Da Disposição (arts.Do Adicional por Serviço Extraordinário (art.

117 a 120) (arts. 119 a 130) (art. 85 a 90) CAPÍTULO IV . 84) CAPÍTULO III . à Adotante e da Lic. CEP 39.Da Licença para o Serviço Militar (arts. 100 e 101) SEÇÃO III .Dos Deveres (art. ou Representação CAPÍTULO VI .Do Afastamento para Exercício de Mandato Eletivo (art. SUBSEÇÃO III .Partidária (art. 133 e 136) (art. 91) SEÇÃO II .Das Penalidades (arts.Das Proibições (art.Disposições Gerais (arts.Da Licença por Motivo Doença em Pessoa da Família SEÇÃO IV . para Acompanhar Cônjuge ou Companheiro SEÇÃO VIII .Das Férias (arts. 132) CAPÍTULO III .Da Licença para Tratar de Interesses Particulares (art.De Outras Vantagens Pecuniárias (art.Do Direito de Petição CAPÍTULO II . 94) CAPÍTULO V . Desemp.Do Afastamento para Exercício de Cargo Comissão (art.Da Estabilidade (arts. nº 211. 131 a 157) TÍTULO VIII .Da Acumulação CAPÍTULO IV .DOS DEVERES. 126 a 130) (arts. 83) SEÇÃO VI . à Gestante. 137 a 140) CAPÍTULO V . de Mand.Das Concessões (arts. 115 e 116) CAPÍTULO VII . 109 SEÇÃO VII .Do Afastamento para Atividade Político .-Paternidade SEÇÃO V .Da Lic.Da Licença para Tratamento de Saúde (arts. 107 e 108) SEÇÃO VI .Licenças (arts.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG.95 a 114) SEÇÃO I .DO DIREITO DE PETIÇÃO E DOS RECURSOS CAPÍTULO I . 131) CAPÍTULO II . 119 a 125) (arts. 93) SEÇÃO IV .Disposições Gerais (art. DAS PROIBIÇÕES E DAS RESPONSABILIDADES CAPÍTULO I . 102) (arts. 114) TÍTULO VII .Dos Afastamentos (arts.Do Adicional Noturno (art. Sind. 113) (art.Da Lic.Dos Recursos (arts. 141 a 157) .103 a 106) a 112) (art. Cula Mangabeira. 95 a 99) SEÇÃO II . 82) SUBSEÇÃO IV .Do Adicional de Férias (art. Av.Da Lic.Das Responsabilidades (arts. 91 a 94) SEÇÃO I .401-002 Montes Claros – MG. 92) SEÇÃO III .

189 a 195) CAPÍTULO I . 199 a 210) CAPÍTULO III .Do Julgamento (arts. 224 a 238) (arts. Cula Mangabeira. 196 a 198) (arts. 166 a 184) CAPÍTULO IV .DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR (arts.Disposições Gerais (arts. 218 a 223) (arts.Da Contratação de Caráter Excepcional CAPÍTULO II . Av.Da reserva de vagas para as pessoas portadoras de deficiências 211 a 217) CAPÍTULO IV .DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS (arts. TÍTULO IX .Dos Estagiários (arts. 158 a 195) CAPÍTULO I . 158 a 161) CAPÍTULO II . CEP 39.PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTES CLAROS – MG. 162 a 165) CAPÍTULO III . 196 a 223) (arts.DISPOSIÇÕES ESPECIAIS (arts. .Da Sindicância (arts. nº 211.Da Revisão do Processo Administrativo TÍTULO X .Do Processo Disciplinar (arts.Dos títulos para fins de concurso público TÍTULO XI .401-002 Montes Claros – MG. 185 a 188) CAPÍTULO V .

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