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Elaboração de Projetos[2]

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Curso de Elaboração de Projetos

www.enap.gov.br
1

Principais Tópicos do Curso
Introdução
- As novas bases do planejamento

- Conceitos básicos - Metodologias de elaboração de projetos - O método de planejamento a ser utilizado e a questão da participação

Elaboração de um Projeto
- Ciclo de um projeto

- Análise da Situação-problema - Análise de atores envolvidos - Situação-objetivo - Quadro Lógico por Resultados - Análise de riscos - Matriz de planejamento do projeto

Planejamento Operacional

- Plano de atividades
- Plano de recursos e orçamento

Monitoramento e Avaliação

2

Objetivos da Disciplina
Proporcionar aos técnicos e gerentes das organizações públicas as bases conceituais para a elaboração de projetos, que guardem coerência com os objetivos governamentais e que sejam instrumentos técnicos e politicamente viáveis para a solução de problemas identificados.

Metodologia
Apresentação de conceitos seguida de exercícios. Simulação a partir de um caso

3

O que é um projeto ?

4

Elaboração de Projetos

O que é um projeto ?
Empreendimento planejado que consiste em um conjunto de ações interrelacionadas e coordenadas, para alcance de objetivos e resultados, dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo dado.

Situação Atual

Situação Desejada

Projeto
5

Elaboração de Projetos

Requisitos de um projeto ?
‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Objetivos claros Resultados exeqüíveis Definição dos beneficiários diretos Localização espacial ³O Planejamento é um cálculo e preside a ação para criar o Tempo de duração futuro com imaginação, a partir das possibilidades que Definição de recursos

sejamos capazes de descobrir. Constitui-se numa aposta estratégica, baseada no pensamento estratégico´ Carlos Matus
6

Elaboração de Projetos

Tipos de Projetos
‡ Projetos de Investimentos ‡ Projetos Sociais ‡ Projetos Institucionais

7

O CICLO DE VIDA DE UM PROJETO
Todo projeto se desenvolve através de um ciclo de vida que se constitui numa seqüência de fases que vão desde a idéia inicial até o seu encerramento.

8

PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS
INÍCIO

São procedimentos que organizam e dão complementaridade às fases ou processos.
PLANEJAMENTO

EXECUÇÃO

CONTROLE 3 AVALIAÇÃO

ENCERRAMENTO 9

Os grupos de processos no Ciclo de Vida do Projeto
Nível de atividade
Processos de execução

Processos de planejamento Processos de inicialização Processos de controle Processos de encerramento

Início da fase ou projeto

Tempo

Final da fase ou projeto

10

Fases dos projetos *

* ou etapas...

‡ Fase de iniciação: Iniciação ± Esta fase dá início ao projeto * ± É resposta a uma percepção de demanda ou necessidade externa ou ± É resposta a uma oportunidade detectada pela organização ou o grupo do projeto ± Identifica melhor a necessidade / oportunidade e o como supri-la ± É fase de uma primeira avaliação de recursos e custos ± Precisa do comprometimento da organização para passar para as próximas fases

11

Fases dos projetos
‡ Fase de planejamento:
Planejamento

± Usa as informações levantadas na fase de iniciação ± Estabelece progressivamente o escopo do projeto ± Planejamento preliminar (compreensão) ‡ Definição do produto (até o 2o ou 3o nível de sub-produto) ‡ Forma de alcançá-lo ‡ levantamento menos grosseiro de riscos, custos e recursos ± Planejamento detalhado (definição) ‡ Detalha o produto ‡ Estabelece todas as atividades e ³pacotes de trabalho´ ‡ Define requisitos, entradas e saídas intermediárias ‡ Define interfaces e procedimentos técnicos a utilizar ‡ Define o esquema de controle

12

Fases dos projetos
‡ Fase de execução:
± Põe em execução todas as tarefas planejadas ± Caracteriza-se por um alto trabalho da equipe ± Coordenação geral do gerente de projetos ± Ações gerenciais descentralizadas ± Visa cumprir os objetivos de:
‡ ‡ ‡ ‡ Prazos Custos Qualidade ...
13
Execução

± Interação contínua com a fase de controle

Fases dos projetos
‡ Fase de Controle:
± A fase de controle do projeto segue Controle passo a passo a e execução. ± Dá origem a retoques e ajustes no planejamento original ± Procura manter o escopo do projeto ± É diluída nas diversas gerências específicas mas é coordenada pelo controle de mudanças, processo importante da gestão da integração. ± Verifica o cumprimento dos objetivos de:
‡ ‡ ‡ ‡ Prazos Custos Qualidade ...
14

Fases dos projetos
‡ Fase de encerramento:
± Objetivos atingidos, entrega do produto feita, produto aceito... ± Disposições adicionais de
‡ ‡ ‡ ‡ Devolução de excedentes Avaliação geral dos resultados Registro das ³lições aprendidas´ Dissolução da equipe.
15
Encerramento

Metodologias

16

Elaboração de Projetos Nível Institucional / Estratégico
Plano

PES
Planejamento Estratégico Situacional

Plano

Nível Intermediário

ZOPP
Marco Lógico
Planejamento de Projetos Orientado para Objetivos

Marco Lógico

Nível Operacional

MAPP
Atividades Atividades
17

Elaboração de Projetos

Métodos, técnicas e conceitos de planejamento e projetos:
‡ ZOPP ± ZielOrientierte ProjektPlanung (Planejamento de Projetos Orientado para Objetivos) ± GTZ/ Alemanha; ‡ RBM ± Results Based Management (Gestão de Projetos com Base em Resultados) ± CIDA/Canadá; ‡ PES ± Planejamento Estratégico Situacional ± Fundação Altadir/Chile. ± MAPP ± Método Altadir de Planificación Popular ‡ Quadro Lógico (QL) - Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional/United States Agency for International Development (USAID). Também conhecido como Matriz de Planejamento de Projeto (MPP) ou Marco Lógico. ‡ PMI ± Project Management Institute (Instituto de Gerenciamento de Projeto) - Estados Unidos da América ‡ PMBoK ± Project Management Body of Knowledge (Instituto de Gerenciamento de Projeto) - Estados Unidos da América

18

Elaboração de Projetos

MÉTODO ZOPP
Z iel O rientierte P rojekt P lanung Objetivo Orientado Projeto Planejamento

Planejamento de Projeto Orientado por Objetivo

19

Elaboração de Projetos

Fases do ZOPP
‡ 1ª ANÁLISE DA SITUAÇÃO
Análise de Envolvimento, Problemas, Objetivos, Alternativas;

‡ 2ª PLANEJAMENTO E MATRIZ ZOPP
Estratégia do Projeto; Pressupostos, Indicadores Objetivamente Verificáveis, Fontes de Verificação;

‡ 3ª AVALIAÇÃO DA MATRIZ ZOPP
20

Análise de Situação
Conhecimento da realidade a ser trabalhada - antes de se proceder à definição dos objetivos do projeto; Assegurar a participação de pessoas, grupos e organizações que, de alguma forma estejam relacionados à situação;

‡ Análise dos Envolvidos
Identificação dos diversos atores interessados; Caracterização e análise dos grupos de interesse identificados; Identificação de possíveis contribuições e entraves ao projeto: detectar aliados, suas potencialidades e o tipo de contribuição; possíveis opositores e principais barreiras
21

ANÁLISE DOS ENVOLVIDOS ANÁLISE DE ATORES (STAKEHOLDERS)

22

ANÁLISE DE ATORES ATORES ± são os envolvidos numa determinada situação-problema.
O gerenciamento dos atores envolvidos (stakeholders) é o papel principal do gerente de projetos. Gerenciamento eficiente identificar os atores conhecer suas necessidades e expectativas gerenciar e influenciar seus requisitos de forma a garantir o sucesso do projeto.
23

ANÁLISE DE ATORES

Para que serve a análise?
Para compreender quem são os Beneficiários, parceiros, possíveis opositores, etc. Ajuda a estabelecer ações realistas Auxilia a identificar riscos ao projeto. Previne possíveis omissões e auxilia no envolvimento de outros atores relevantes. Torna o processo de decisão mais fidedígno e ações compartilhadas mais viáveis.
24

ANÁLISE DE ATORES

Como se faz?
Levantar informações :
‡ Quanto à percepção

Variáveis a serem consideradas
sexo, idade, classe social, procedência, condição física

‡ Quanto ao potencial de ação, rejeição, limitações e temores
25

ANÁLISE DE ATORES A categorização dos atores sociais vai depender de cada situação-problema e contexto em que estão inseridos. Exemplos de categorias: 
beneficiários diretos e indiretos  instituições executoras  instituições financiadoras  administrações municipais  governo estadual, instituições públicas  entidades não governamentais
26

ANÁLISE DE ATORES
Ator
Beneficiários

Potencial de Ação
- Conhecimento/ experiência já existente sobre a temática do projeto.

Interesses
- Qual o interesse que o ator tem na resolução dos problemas da situação em análise.

Limitações
Dificuldades para compreensão do problema e/ou para contribuir, influenciar na situação objetivo; - Restrições para apoio ou ação conjunta.

Temores
- Receio de que o projeto possa de alguma forma, atingir negativamente o ator (beneficiários e outros envolvidos)

Demandas ao Projeto
- Benefícios diretos esperados com a execução do projeto.

Instituições Públicas Estaduais

-Tecnologia existente; - Recursos humanos - Recursos financeiros - Outras possibilidades de contribuição (cessão de instalações, veículos, combustível, etc).

Instituições Públicas Municipais Organizações não Governament ais

27

Análise de Situação

Análise de Problemas
28

ANÁLISE DE PROBLEMAS

‡ Passos:
± analisar uma situação existente; ± identificar os problemas mais relevantes; ± construir um diagrama (Árvore de Problemas) visualizando as relações de causa - efeito.

‡ Como se faz?
± ± ± ± identificar o problema inicial (central); definir causas relevantes do problema inicial (central); definir os efeitos (conseqüências) relevantes; construir a Árvore de Problemas.
29

Árvore de problemas
‡ A ³Árvore de Problemas´ permite a visualização de:
± um problema inicial que enuncia e sintetiza a situação - problema; ± as causas imediatas que determinam os sintomas (descritores) do problema e que, de um modo geral, estão dentro do espaço de governabilidade do ator social que iniciou o processo de planejamento; ± as causas mais distantes da situação - problema, muitas vezes de pouca ou nenhuma governabilidade do(s) ator(es) iniciador(es) do processo; ± os efeitos da situação - problema, já em curso ou em potencial; ± de algumas atividades que deverão ser realizadas.
30

‡ Causas dos Problemas:
‡ Fatores que determinam a existência ou a manutenção do problema. ‡ Identificam onde serão concentradas as ações (projetos). ‡ Dentre as causas encontradas:
‡ Identificar as de maior importância; ‡ Distinguir as que podem e as que não podem ser removidas no horizonte do Plano; ‡ Distinguir as que estão dentro e fora do controle do ator.
31

Diagrama de Causa e Efeito
Brasil

IMPACTO EFEITO 1

EFEITO EFEITO 1

IMPACTO

Efeitos
PROBLEMA
Problemas relacionados

Causas
CAUSA 1

CENTRAL

CAUSA 2

CAUSA 3

CAUSA 1.1

CAUSA 1.2

CAUSA 2.1

CAUSA 2.2

CAUSA 3.1

CAUSA 3.2

CAUSA 1.1.1

Causas = razões da ocorrência Descritores = sintomas das causas

CAUSA = Descritores

32

Análise de problemas
Redução de número de passageiros Perda de confiança na empresa Passageiros chegam atrasados
Efeitos Causas

Passageiros são feridos/mortos

Alta freqüência de acidentes Ônibus trafegam em alta velocidade Motoristas despreparados Mau estado dos veículos Veículos muito velhos Insuficiente manutenção dos veículos Mau estado das ruas

Dificuldade na obtenção de peças de reposição

33

Exemplo de Árvore de problemas
Menos emprego

Insegurança alimentar

Baixa renda

Problemas sociais na população local

Colheitas abaixo do potencial Efeitos Causas Água de Irrigação mal utilizada pelos produtores
Mesmo custo da água independe ntemente do nível de uso Desconhec imento dos produtores sobre requisitos ótimos de irrigação

Falta de produção de cultivos de alto valor

Conflito ente os produtores sobre os direitos da água
Escassez de água par uso doméstico e industrial

Pequenos Agricultores não tem água para irrigação
Falta de investimentos em novas áreas irrigadas
Inexistência de incentivos para investimentos privados e o governo sem recursos

Sistema de irrigação em mal estado

Indefinição das demandas da comunidade

34

Análise de Objetivos

35

Análise de objetivos / Árvore de objetivos
‡ As técnicas utilizadas permitem:
± descrever uma situação futura desejada e realista; ± analisar sinteticamente as relações meio-fim; ± a identificação, de forma facilitada, das soluções alternativas.

‡ Como se faz:
± reformular as condições negativas em condições positivas desejáveis, realistas e alcançáveis; ± descrever como fatos já estabelecidos (no particípio passado); ± examinar relações meio-fim; ± verificar se os objetivos são necessários e suficientes; ± rever a Árvore de Objetivos na sua lógica; ± alterar as formulações, caso não estejam claras; ± suprimir ou acrescentar objetivos, se necessário.

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Análise da situação-objetivo
‡ Como se faz?
± transformar a formulação negativa dos problemas em condições positivas que sejam desejáveis e realisticamente alcançáveis, no horizonte temporal do projeto; ± descrever as situações desejadas como fatos já estabelecidos, usando o particípio passado; ± observar se os objetivos são suficientes e necessários; ± verificar se há lógica nas relações meio-fim elaboradas; ± alterar as formulações, suprimir ou acrescentar objetivos se necessário; ± formular situações que contemplem a especificidade dos atores beneficiários.
37

Árvore de objetivos
Número de passageiros aumentando Confiança na empresa recuperada Passageiros chegam no horário
Fins Meios

Número de passageiros feridos/mortos reduzido

Índice de acidentes reduzido Ônibus trafegam na velocidade permitida Motoristas capacitados Veículos em bom estado Ruas em boas condições de estado

Frota renovada

Manutenção adequada dos veículos Peças de reposição acessíveis

38

Análise de Alternativas

39

Análise de alternativas
‡ Como se faz?
± identificar na Árvore de Objetivos os subconjuntos verticais (meio-fim) que podem ser utilizados como possíveis estratégias do projeto; ± estabelecer critérios para análise dos melhores subconjuntos (meio-fim); ± identificar no diagrama Árvore de Objetivos os subconjuntos que serão adotados como estratégias para o projeto; ± elaborar a Matriz de Decisão.
40

Exemplo da empresa de ônibus Matriz de decisão Duração do projeto: 01 ano
Alternativas

Análise de alternativas
Condução Segura Melhoria da Frota
Recuperação das Estradas

Critérios

Enfoque Integrado

Viabilidade financeira Impacto Ambiental
Repercussão na clientela (peso 2)

4 1 2x2 = 4 9 3º

2 4 3x2 = 6 12 2º

1 3 1x2 = 2 6 4º

3

2
4x2 = 8 13 1º

Escala de valores utilizado: (1) Baixo (2) Regular (3) Bom (4) Ótimo

Total de pontos

Classificação

Alternativa Escolhida: Enfoque integrado
Obs.: 1) A atribuição de valores ponderados para a análise é de decisão da equipe do projeto. 2) Outras variáveis podem interferir na escolha da alternativa.

41

Viabilidade dos Projetos Projeto
Projeto 1 Projeto 2 Projeto 4 Projeto 5 Projeto 6 Projeto 7 Projeto 8 Projeto 9

Viabilidade Política Técnica Organizacional Financeira 3 3 3 3 2 1 X X X X X X X X X 1 2 X X X X X
42

3 1

X

Exercício
Considere o Problema: Alto ínice de mortalidade infantil
‡ Análise dos atores ‡ Construa a árvore de problema ‡ Construa a árvore de objetivos ‡ Análise de viabilidade
43

Elaboração de Projetos

TRIÂNGULO DE GOVERNO (*)
* Carlos Matus

PES

Projeto de Governo Compromisso, implica em intercâmbio de problemas

Governabilidade Relação de peso entre variáveis que controlo e as que não controlo

Governança Convergência de 3 variáveis: liderança, conhecimento e experiência
44

Quadro Lógico Banco Mundial

45

Elaboração de Projetos

Quadro Lógico por Resultado
‡ O que é ?
± É um instrumento utilizado para facilitar o processo de conceituação, desenho, execução e avaliação de projetos. Pode ser usado em todo o ciclo do projeto e deve ser elaborado de forma participativa. ± Possui uma lógica vertical que clarifica a razão pela qual o projeto foi concebido e como será executado. ± A lógica horizontal explica como os resultados do projeto serão expressos de forma clara, realista e verificável.
46

Origem: ³Logical framework´ ou estrutura lógica desenvolvida pelo Departamento de Defesa norteamericano, no final dos anos 60.
O QUADRO LÓGICO é utilizado pela maioria dos organismos multilaterais e bilaterais de Cooperação Internacional. Motivou a concepção:  da Matriz de Planejamento no Método ZOPP;  do Marco Lógico do BID-Banco Interamericano de Desenvolvimento; da Matriz do Marco Lógico do BIRD-Banco Mundial.
47

O QL não é um plano completo de um projeto. fornece respostas basicamente às seguintes perguntas:
‡ Por que o projeto deve ser realizado? ‡ Qual é o seu propósito e quais as mudanças a serem alcançadas? ‡ Como se pretende produzir melhorias? ‡ Quais as condições externas que influenciam o alcance dos resultados e dos seus efeitos? ‡ Como é possível identificar o alcance das melhorias e mudanças?
48

Elaboração de Projetos

Características do Quadro Lógico por Resultados
‡ constitui-se na estrutura lógica de um projeto; ‡ tem foco nos resultados e não nas atividades; ‡ é um instrumento simples e importante para o monitoramento de alcance dos resultados e do uso prudente dos recursos; ‡ facilita a elaboração de relatórios e documentos baseados nos resultados alcançados e nas lições aprendidas.
49

Elaboração de Projetos

Quadro Lógico por Resultado
‡ Como elaborar ?
± Identificar o impacto e transcrevê-lo para a primeira linha do Quadro; ± Transcrever os resultados finais desejados (efeitos do projeto), um após o outro; ± Transcrever os resultados intermediários ou produtos; ± Estabelecer, para cada resultado, metas, indicadores e linha de base. Fonte de verificação dos indicadores planejados e as suposições importantes são igualmente expressas de forma clara.
50

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO
QUADRO LÓGICO

MATRIZ DE PROJETO

51

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52

QUADRO LÓGICO POR RESULTADOS

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO

53

QUADRO LÓGICO POR RESULTADOS

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO

54

Elaboração de Projetos

Quadro Lógico por Resultados
‡ O Quadro Lógico por Resultados possui uma lógica horizontal:
Impacto Efeitos Indicadores Indicadores Linha de base Linha de base Fonte de verificação Fonte de verificação

Produtos

Indicadores 

E uma lógica vertical:
Impacto Efeitos Produtos Suposições importantes Suposições importantes Suposições importantes
55

56

QUADRO LÓGICO

INDICADORES
Os indicadores são sinalizadores de alcance de uma situação ou estado desejado. Podem ser traduzidos em número, percentual, descrição de processos ou fatos que indiquem a mudança qualitativa e/ou quantitativa de uma condição específica.

57

QUADRO LÓGICO INDICADORES

INDICADOR OU META 
Indicadores (sinalizar + metas) detalhamento dos objetivos e resultados po que pQuanto pquando pbase para o acompanhamento e a avaliação Indicadores (sinalizar) como sinalizadores de alcance de um resultado ou objetivo.
58

QUADRO LÓGICO

INDICADORES

59

QUADRO LÓGICO

Exemplo
Impacto
Melhoria do status de mulheres jovens com escolaridade básica completa, repercutindo no aumento das oportunidades de emprego feminino.

Indicador
65% das mulheres que concluíram a escolaridade básica, ocupam empregos formais no mercado de trabalho.

Efeito
Aumento do índice de alfabetização de mulheres.

Indicador
150 mulheres concluem o curso de alfabetização no ano de 1997, superando o número de 85, obtido no ano anterior.

60

QUADRO LÓGICO

Exemplo
Produtos
Eqüidade na contratação de professores de ambos os sexos.

Indicadores
Proporcionalidade de 50% de professores e professoras no quadro de pessoal. Currículo escolar alterado Redução do número de faltas.

Adequação de horários e de conteúdo escolar contemplando as novas orientações da Secretaria da Educação Estadual.

61

QUADRO LÓGICO

MEIOS DE VERIFICAÇÃO Mecanismos estabelecidos para comprovação dos indicadores Exemplos: relatórios, entrevistas, estudos específicos. Devem ser compatíveis com a natureza dos indicadores.

Pode haver a necessidade de modificação de indicadores, se sua comprovação se mostrar não factível ou de custo elevado.
62

QUADRO LÓGICO

LÓGICA EXISTENTE
LÓGICA DE CONSTRUÇÃO

63

QUADRO LÓGICO

LÓGICA EXISTENTE LÓGICA VERTICAL

64

QUADRO LÓGICO

LÓGICA EXISTENTE LÓGICA HORIZONTAL

65

Elaboração de Projetos

Gestão por resultados (GPR)
Results Based Management (RBM)

Cadeia de resultados
IMPACTO (IMPACT) conseqüências obtidas X anos após o alcance do efeito do projeto resultado final do projeto resultados intermediários ou os meios necessários para o alcance do efeito estabelecidas por produto 66

EFEITO (OUTCOME) PRODUTOS (OUTPUTS)

ATIVIDADES (INPUTS)

Elaboração de Projetos

Cadeia de resultados
‡ Objetivo superior (Goal)/Impacto:
± aumento do número de passageiros

‡ Objetivos do projeto (Purpose):
± recuperação da confiança na empresa

‡ Resultado final / Efeito (Outcome):
± índice de acidentes reduzido

‡ Resultados de processo/produtos (Outputs):
± ônibus trafegam na velocidade permitida; ± veículos em bom estado; ± ruas em boas condições de tráfego.
67

Elaboração de Projetos

Diagrama da Cadeia de Resultados do Projeto
Atividades
Atividade 1.1.1 Atividade 1.1.2 Atividade 2.1.1 Atividade 2.2.1 Atividade 2.2.2 Atividade 3.1.1 Atividade 3.2.1 Atividade 3.3.1 Produto 1.1

Produtos

Efeitos

Impacto

R1
Produto 2.1 Produto 2.2

R2
Produto 3.1 Produto 3.2

Impacto

R3
Produto 3.3

68

Elaboração de Projetos

Estrutura do Quadro Lógico
Lógica da Intervenção Indicadores Objetivamente Comprováveis Fontes de Comprovação Suposições Importantes

Objetivo Superior Objetivo do Projeto Resultados

Atividades Principais

69

Estrutura do Quadro Lógico
Lógica da Intervenção Objetivo Superior Objetivo do Projeto
Situação sócioeconômica da região melhorada Agricultores aplicam novas técnicas na produção de arroz.

Indicadores Objetivamente Comprováveis
‡ Renda média aumentada em x% até o ano 2002. ‡ Migração reduzida. ‡ Produtividade (ton./hectare) aumentado em x% na região tal no ano 2001, y% no ano 2002 e z% no ano 2003. ‡ Produção de arroz tipo exportação aumentada em x%. ‡ Na região são implantados 60km de canais de irrigação e 12 bombas elétricas de potência média até 9/2000. ‡ X hectares de terras são servidos em 12/2000. ‡ Ociosidade do sistema de irrigação é, no máximo, 24h/mês. ‡ Relação do no de assessores/ agricultores. ‡ No mínimo, 2 visitas técnicas/mês por agricultor. ‡ Quantidade de insumos solicitada em x%. ‡ Valor de créditos concedidos. ‡ Nº de créditos concedidos. ‡ Inadimplência abaixo de 5%. ‡ Esquema de comercialização é definido em 2/2001, especificando locais, datas, pagamento etc. ‡ Volumes comercializados: 2001 - x; 2002 y; 2003 ± z toneladas. ‡ Nº de agricultores treinados em novas técnicas de cultivo de arroz. ‡ Tipo e duração do treinamento e seu aproveitamento.

Fontes de Comprovação
‡ Censo anual

Suposições Importantes
‡ Política de desenvolvimento prioriza a produção de arroz. ‡ Não há migração para a região do projeto.

‡ Censo agrícola ‡ Documentação do projeto

Resultados

1. Sistema de irrigação implantado e funcionando. 2. Serviço de Assistência Agrícola está fortalecido. 3. Financiamento para mecanização é facilitado. 4. Sistema de comercialização implantado e funcionando. 5. Agricultores capacitados.

‡ Livro de obras ‡ Vistoria local ‡ Livro de ocorrências ‡ Min. de Agricultura ‡ Relatórios dos assessores ‡ Livros de solicitação ‡ Documentação do Fundo Rotativo ‡ Documentação do Depto de Comercialização ‡ Relatórios dos instrutores ‡ Documentação do projeto

‡ Não há desastres naturais. ‡ Não há disputas excessivas pelo uso d'água. ‡ Não há evasão de assessores capacitados. ‡ Preço do combustível não aumenta mais que 5%. ‡ O preço internacional do arroz não baixa mais que 10%. ‡ Agricultores assimilam o novo conhecimento.

Atividades Principais

70

Primeira coluna: Lógica da Intervenção

71

Segunda coluna: Indicadores Objetivamente Comprováveis

72

Terceira Coluna: Fontes de Comprovação

73

Quarta coluna: Suposições Importantes

74

Quadro Lógico para programas

75

Elaboração de Projetos

COMPONENTES BÁSICOS DO PROJETO
OBJETIVO SUPERIOR OBJETIVOS IMEDIATOS PRODUTOS ATIVIDADES INSUMOS PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO

76

Elaboração de Projetos EXEMPLO DE UM ROTEIRO DE PROJETO Baseado no Marco Lógico
‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO IMPORTÂNCIA E JUSTIFICATIVA HORIZONTE DO PROJETO OBJETIVO SUPERIOR OBJETIVO(S) IMEDIATO(S) METODOLOGIA PRODUTOS ESPERADOS (Metas) DESCRIÇÃO E CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES QUANTIFICAÇÃO E ORÇAMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA INSUMOS REQUERIDOS (Q E $) CONTRAPARTIDA OFERECIDA (especificação, quantificação e orçamentação) ANEXOS: Matriz Lógica do Projeto; Caracterização da organização proponente e das organizações participantes; Pessoal técnico - coordenação e execução) 77

Conceitos
OBJETIVO SUPERIOR
Correponde ao OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO ou OBJETIVO GERAL. É o objetivo maior ligado a programas de desenvolvimento a que o projeto se propõe a contribuir. Está associado ao IMPACTO do projeto, em termos de abrangência dos resultados É o objetivo que o projeto se propõe a alcançar no seu horizonte. Deve ter formulação concisa e estar relacionado ao OBJETIVO SUPERIOR. Em termos de abrangência de resultados corresponde ao EFEITO do projeto. Também denominado de OBJETIVO ESPECÍFICO Situação desejada que se busca alcançar no final do horizonte do projeto.Os produtos deverão levar ao alcance dos objetivos imediatos do projeto. Também denominado de METAS. Sua redação deve ser feita de forma adequada para não confundir com atividades. 78

OBJETIVOS IMEDIATOS

PRODUTOS

Conceitos
ATIVIDADES
Esforço a ser desenvolvido por meio de ações que levem ao atingimento dos PRODUTOS especificados. Podem ser expressas por produto ou para o conjunto de produtos. Devem ser especificadas, quantificadas, orçadas e cronogramadas dentro do horizonte do projeto. São os meios necessários para a execução das atividades do projeto. A partir do detalhameto das ATIVIDADES é que se procede à especificação e quantidicação dos INSUMOS do projeto. Corresponde ao conjunto de produtos, atividades e insumos do projeto e está relacionado à ESTRATÉGIA DE AÇÃO do projeto. (A combinação dos meios a serem mobilizados para o atingimento dos objetivos, produtos e de execução das atividades do projeto)

INSUMOS

PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO

79

Conceitos Correlatos
INDICADORES
São expressões qualitativas ou quantitativas indicadoras do alcance dos objetivos, produtos e de execução das atividades do projeto. Devem ser expressos em termos de quantidade, qualidade e tempo (local e custo, quando necessário). Especificam como a informação desejada referente aos indicadores poderá ser obtida.

MEIOS DE VERIFICAÇÃO

Fatores fora do controle do projeto que podem influenciar PRESSUPOSTOS no atingimento de seus objetivos e produtos e na execução das atividades. Não deve ser confundido com pré-requisito

FATORES DE RISCO

São fatores exógenos ao projeto, cuja ocorrência compromete o alcance dos objetivos, produtos e a execução das atividades do projeto.

São pré-condições inerentes ao projeto sem os quais a PRE-REQUISITOS organização responsável pela execução não teria condição de executá-lo, tais como capacidade de gerenciamento e pessoal com qualificação mínima necessária. 80

Conceitos Correlatos
ACOMPANHAMENTO
Focaliza o plano de implementação do projeto durante a sua fase de implementação, constituindo-se em ferramenta imprescindível para a gestão do projeto.

AVALIAÇÃO

Tem como propósito aferir o alcance dos resultados, objetivos imediatos e objetivos de desenvolvimento do projeto. Está relacionada aos conceitos de eficácia e efetividade do projeto. Existem 4 modalidades: Ex-ante; de percurso; ex-post de efeito e ex-post de impacto. Significa executar de maneira correta as atividades programadas. Está relacionada ao plano de implementação do projeto. É a escolha adequada das atividades para o alcance dos produtos e a adequada explicitação dos produtos que garantam o alcance dos objetivos do projeto. Está relacionada aos objetivos imediatos do projeto. Significa fazer o que tem que ser feito.

EFICIÊNCIA

EFICÁCIA

É a capacidade de articulação e gerência que faz com as EFETIVIDADE coisas aconteçam em termos dos benefícios finais do projeto. Engloba os conceitos de eficiência e de eficácia e está 81 relacionada aos objetivos de desenvolvimento do projeto.

Elaboração de Projetos

‡ Plano: Unidade de planejamento onde são definidos programas e projetos necessários para a mudança de uma situação-problema mais abrangente. ‡ Programa: Conjunto de projetos e atividades articulados entre si, que visam o alcance de uma situação-objetivo. ‡ Projeto: Constitui-se em ações articuladas e temporárias com o objetivo de obter os produtos necessários à transformação de uma dada realidade. Programas e projetos tornam o plano operacional.

82

QL e PMI

83

O QL não responde a todos os aspectos de gerenciamento de projeto, que são organizados em Áreas de Conhecimento pelo Project Management Institute (PMI)
Área de Conhecimento PMBOK Escopo Resposta do Quadro Lógico
O escopo bem definido é uma das principais preocupações do QL. A Lógica da Intervenção trata dele exaustivamente, inclusive considerando as duas dimensões do escopo: aquela que é diretamente gerenciável (resultados) e aquela que é esperada como efeito do projeto (objetivo).O estabelecimento das atividades principais relacionadas a cada resultado também contribui para uma delimitação precisa e para o gerenciamento do escopo.

Tempo
Para cada objetivo e resultados são estabelecidos um ou mais indicadores. Uma das características do indicador é a sua dimensão tempo que permite definir prazos e milestones, e acompanhá-los durante o ciclo do projeto.O plano operacional, baseado no QL detalha mais os prazos e as datas. 84

QL e PMI
Área de Conhecimento PMI Custo Resposta do Quadro Lógico
As principais atividades do QL dão uma primeira base para realizar estimativas de custos. O seu detalhamento acontece no plano operacional

Qualidade
Qualidade é uma das cinco características do indicador.

Recursos Humanos
As atividades principais dão uma base para a estimativa de recursos humanos necessários, mas o QL não se propõe especificamente a gerenciar RH. A aplicação do QL requer uma estrutura organizacional adequada complementar à estruturação do projeto.

Comunicação
Faz parte da estrutura organizacional e o seu funcionamento não é considerado especificamente pelo QL. No entanto, o próprio QL é um instrumento de comunicação.

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QL e PMI
Área de Conhecimento PMI Risco Resposta do Quadro Lógico
O QL dá atenção especial a riscos externos, ou seja, fatores que estão fora do controle gerencial do projeto, mas que são importantes para o êxito do projeto. Esses riscos são analisados e considerados na coluna das suposições . As suposições podem ser especificadas com indicadores que devem ser monitorados.

Aquisição e contratos
O QL não considera esta área.

Integração
A descrição do QL, dos seus diversos elementos e das suas inter-relações, que é um documento à parte, e o monitoramento da sua validade ao longo do tempo, visam garantir a integração, dentro de uma estrutura organizacional definida para o projeto .

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PMI ± Fases X Gerências específicas
Fases Gestões Integração Iniciação e planejamento Desenvolvimento do plano do projeto Iniciação Planejamento do escopo Definição do escopo Definição das atividades Seqüenciamento das atividades Estimativa da duração das atividades Desenvolvimento do cronograma Estimativa de custos Orçamento Planejamento da qualidade Planejamento da organização do projeto Aquisição do pessoal Planejamento das comunicações Planejamento da gestão dos riscos Identificação dos riscos Avaliação dos riscos Quantificação dos riscos Planejamento de respostas aos riscos Planejamento das aquisições Planejamento das solicitações Execução Execução do plano do projeto Verificação do escopo Controle Controle geral de mudanças Controle de mudanças do escopo Encerramento

Escopo

Tempo

Custos ualidade Pessoal Comunicações

Controle dos custos Garantia da qualidade Desenvolvimento da equipe Disseminação das informações Controle da qualidade Dissolução da equipe Relatórios de desempenho Encerramento administrativo

Riscos

Controle de riscos

Solicitações Seleção de fontes Administração dos contratos Encerramento de contratos

Aquisições

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Gerências específicas
1. Gerência da integração 2. Gerência de escopo 3. Gerência do tempo 4. Gerência de custo 5. Gerência de qualidade 6. Gerência de recursos humanos 7. Gerência de comunicações 8. Gerência dos riscos 9. Gerência das aquisições
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Gerências específicas
‡ 1. A Gerência de Integração inclui os processos necessários para assegurar que os vários elementos do projeto estão adequadamente coordenados. Ela se aplica tanto ao desenvolvimento do Plano de Ação do Projeto como à sua execução e ao controle de alterações. ‡ 2. A Gerência do Escopo inclui os processos necessários para assegurar que o projeto inclui todo o trabalho necessário, e somente o trabalho necessário, para completar o trabalho com sucesso. Por ³escopo´ se entende o que será feito, relativamente ao trabalho e ao produto, e esta área trata tanto da definição do escopo e do seu controle durante a execução do projeto. A principal técnica para a definição do escopo é a confecção da Estrutura de Decomposição do Projeto ( Work Breakdown Structure).
89

Gerências específicas
‡ 3. A Gerência do Tempo inclui os processos necessários para assegurar o planejamento e execução do projeto em um prazo adequado. Esta área engloba o levantamento das atividades do projeto (definição, seqüenciamento, estimativa de duração), o agendamento (scheduling) do projeto e seu controle. ‡ 4. A Gerência de Custos inclui os processos necessários para assegurar que o projeto possa ser executado dentro do orçamento aprovado. Esta área engloba o planejamento de recursos, as estimativas de custos dos recursos, a confecção do orçamento e o controle de custos. ‡ 5. A Gerência da Qualidade inclui os processos necessários para assegurar que o projeto vai satisfazer as necessidades para o qual foi concebido. Esta área engloba o planejamento da qualidade, a garantia da qualidade e o controle da qualidade. 90

Gerências específicas
‡ 6. A Gerência de Recursos Humanos inclui os processos necessários para que se faça o melhor uso dos recursos humanos envolvidos no projeto. Esta área engloba o planejamento organizacional, a formação e desenvolvimento da equipe do projeto. ‡ 7. A Gerência de Comunicações inclui os processos necessários para assegurar a adequada geração, disseminação e armazenamento de informações do projeto. Esta área engloba o planejamento e a distribuição de informações. ‡ 8. A Gerência de Riscos inclui os processos relacionados com a identificação e análise dos riscos do projeto. Esta área engloba a identificação dos riscos, sua quantificação, estabelecimento de contra-medidas e acompanhamento dos fatores de risco.
91

Gerências específicas
‡ 9. A Gerência de Aquisições inclui os processos necessários para a aquisição de bens e serviços fora da organização executora do projeto. Aqui temos a confecção do plano de compras (bens e serviços), o levantamento de potenciais fornecedores, a licitação, a contratação, a administração do contrato e o fechamento do contrato.

92

Exercício - Quadro Lógico - QL
Lógica da Intervenção Objetivo Superior Objetivo do Projeto
‡

Indicadores Objetivamente Comprováveis
‡

Fontes de Comprovação
‡

Suposições Importantes

-

‡

‡

‡

Resultados

1.

‡

‡

‡

Atividades Principais

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Exercício - Quadro Lógico por Resultados - QLR
RESULTADOS IMPACTO LINHA DE BASE INDICADORES METAS FONTE DE VERIFICAÇÃO SUPOSIÇÔES IMPORTANTES

EFEITOS PRODUTOS

SUB-PRODUTOS

94

Exercício - Quadro Lógico por Resultados - QLR
ATIVIDADES

95

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