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COMANDOS ELETROPNEUMÁTICOS

COMANDOS ELETROPNEUMÁTICOS

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V CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA V NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 25 a 28 de agosto de 2008 – Salvador – Bahia - Brasil August 25 – 28, 2008

- Salvador – Bahia – Brazil

SIMULAÇÃO DE COMANDOS ELETROPNEUMÁTICOS COM AUXÍLIO DE FERRAMENTA COMPUTACIONAL
Wesley de Almeida Souto, soutow@gmail.com1 Francisco Antônio Belo, belo@pesquisador.cnpq.br1 Edil Jarles de Jesus Nascimento, edildejesus@hotmail.com1
1

Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Lab. de Energia Solar , Jd. Cidade Universitária, João Pessoa-PB, 58051-900

Resumo: Este trabalho tem como objetivos mostrar a viabilidade de utilização de software de simulação em projetos de sistemas eletropneumáticos e ressaltar a importância da simulação como ferramenta complementar ao tradicional método de ensino expositivo. Existem várias opções de simuladores no mercado, com propostas e desempenhos similares, entretanto, neste trabalho utilizou-se o software FluidSIM®, da Festo. Ele dispõe de simbologia normalizada permitindo a elaboração e simulação de circuitos de comandos elétricos, pneumáticos e eletropneumáticos, onde é possível, a partir de um modelo pré-concebido, testar com fidelidade o comportamento real dos circuitos, revelando valores de pressão, velocidade, estado de sensores, movimentação e posição de válvulas e atuadores. Os resultados alcançados pelos usuários refletem uma maior compreensão da lógica adotada, otimização do tempo no processo de ensaios, redução de custos para montagem final de circuitos reais e conseqüentemente otimização nos projetos de automação industrial. Deste modo, pode-se afirmar que os simuladores atuam como ferramentas auxiliares no processo ensino-aprendizagem, conduzindo a uma melhor compreensão de alguns fenômenos físicos ocorridos nestes experimentos, devido à interatividade proporcionada pelos recursos tecnológicos. Palavras-chave: sistemas pneumáticos, simuladores, sensores, atuadores

1. INTRODUÇÃO A crescente complexidade dos processos de automação industrial, nas diversas áreas de conhecimento, e a maior disponibilidade de recursos computacionais têm proporcionado uma significativa utilização das técnicas de representação de modelos computacionais de um sistema real. Define-se a simulação como sendo o processo de projetar um modelo computacional de um sistema real e conduzir experimentos, com o propósito de entender seu comportamento e/ou avaliar estratégias para sua operação (Pedgen et al, 1995). Atualmente, na medida em que os processos mercantis e produtivos tornam-se mais complexos e dinâmicos, o trabalho deve interligar-se à aprendizagem, para que as organizações permaneçam competitivas (Senge, 1994). Isso equivale a dizer que as organizações devem investir na permanente qualificação de seus colaboradores sob pena da perda das condições de competitividade mercantil. A utilização da simulação como um objeto de aprendizagem, educação ou treinamento, pode trazer vários benefícios a esse processo, sobretudo permitir a união dos conceitos passados em sala de aula à observação de processos físicos reais. No entanto, apesar das vantagens obtidas com o uso de simulações, é preciso entender com clareza o papel desta atividade, pois a mesma não substitui a prática em laboratório ou em campo. Na simulação, um dos principais objetivos é a visão de que os resultados obtidos estão de acordo com a teoria apresentada em sala, enquanto a prática em laboratório, além deste, proporciona o manuseio com componentes e equipamentos reais. As atividades desenvolvidas na disciplina de Automação Industrial representam um caso típico onde o uso de simulações pode ser aplicado com observação nítida dos resultados obtidos. A utilização de uma grande variedade de dispositivos eletropneumáticos, sensores (fim de curso, ópticos, magnéticos), além de circuitos de comandos, exige um investimento considerável na aquisição de componentes e equipamentos para o funcionamento destes laboratórios, mas raramente estes recursos são encontrados em instituições públicas de ensino (Souto et al, 2007). Portanto, o acesso a programas que permitem simular circuitos eletropneumáticos e de comandos elétricos com vasta variedade de componentes e equipamentos, constituem uma ferramenta fundamental para a diminuição da distância entre teoria e prática, permitindo ao aluno a manipulação de circuitos e observação de seus resultados num ambiente virtual.

tratamento e distribuição Figura 1. 2. Desvantagens dos Sistemas Pneumáticos O ar é compressível o que dificulta um posicionamento preciso. através dos respectivos elementos de trabalho (Parker. alguns resultados simulados além do manuseio dos componentes reais. Sob este contexto. válvula de fechamento e distribuidor) são representados pelas fontes de energia (Festo. 2001). o ar expande-se o que pode originar acidentes do tipo explosão. Os elementos de sinais (botões. 2. sendo que a maior parte das aplicações de baixo custo utiliza a pneumática como sistema de controle. existem somente dois tipos de movimento o rotativo e o linear. Todos os elementos pneumáticos devem ser representados no esquema na posição inicial de comando. isso deve ser indicado no esquema. (1). Estrutura de um Sistema Pneumático A elaboração de um circuito requer um pensamento lógico e a correta escolha dos métodos possíveis de execução a partir da lógica requerida. Estrutura de um sistema pneumático 3. a pneumática. num laboratório físico. sopro) e é definido como a parte da Física que se ocupa da dinâmica e dos fenômenos físicos relacionados com os gases ou vácuos. Cada elemento dentro de um circuito pneumático . fins-de-curso. detector de proximidade) introduzem os sinais e os elementos de produção. 2. “E” e temporizadores) se encarregam do tratamento dos sinais.3. tratamento e distribuição (unidade de conservação. 2. elementos “OU”. Os elementos de trabalho (cilindros.1. Salvador-Bahia Após isto. Se na posição inicial. SISTEMAS PNEUMÁTICOS O termo pneumática é derivado do grego Pneumos ou Pneuma (respiração. Elementos de trabalho Elementos de comando Elementos de processamento de sinais Elementos de sinais Elementos de produção. Deste modo. juntamente com a eletrônica. 2007). a válvula já está acionada. com componentes previamente selecionados. não permitem a aplicação de forças elevadas já que não é possível utilizar pressões elevadas. Os sistemas pneumáticos utilizam como forma de energia o ar comprimido e são utilizados em sistemas de automação. Vantagens dos Sistemas Pneumáticos O ar existe em volume ilimitado e quando comprimido pode ser facilmente armazenado para posterior utilização em diversos sistemas de transmissão de energia considerados não poluentes e limpos. É também o estudo da conversão da energia pneumática em energia mecânica. motores) são responsáveis pela execução de uma determinada ordem. A estrutura de um sistema pneumático é representada conforme mostrado na Fig.V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. constitui o principal meio de automação de várias indústrias. DENOMINAÇÃO DOS ELEMENTOS PNEUMÁTICOS Os elementos pneumáticos são identificados por meio de números (norma DIN) ou por meio de letras (norma ISO).2. 25 a 28 de Agosto 2008. os elementos de processamento de sinais (válvulas. este trabalho apresenta alguns exemplos da utilização da simulação computacional como ferramenta auxiliar no processo de ensino de circuitos eletropneumáticos. pode-se comprovar. os elementos de comando (válvulas direcionais) pela saída dos sinais.

foi desenhado e simulado no FluidSIM® o circuito pneumático mostrado na Fig.. 1. . A Tabela (1) mostra a classificação dos grupos. caso haja necessidade de interrupção de emergência. controle de velocidades e parada de emergência.. exemplo. Ao ser habilitada. 2. . retorno automático.2 1 3 1.0 .. Circuitos Pneumáticos Os circuitos pneumáticos são compostos por válvulas pneumáticas e são responsáveis por comandar os atuadores pneumáticos.7) deverá ser acionada através do botão de emergência fazendo com que o cilindro retome a sua posição de origem.02).1) e o seu conseqüente retorno. (2) representa um circuito pneumático de avanço manual.3) promovendo a mudança de estado da válvula 5/2 vias (1.02.02 3. 2. . 01 a1 1. 1. .01.0).V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica.. sendo que a válvula 3/2 vias (1. ou seja. Circuito de avanço manual.. . retorno automático. a válvula 3/2 vias (1. . Elementos que influenciam no avanço do elemento de trabalho. controle de velocidade e parada de emergência Esquema ilustrado na Fig. com velocidade controlada tanto para avanço quanto para recuo e dispositivo de parada de emergência.3 1 3 2 1 1. 25 a 28 de Agosto 2008.1 . ..3. Admitindo-se a situação onde um cilindro de dupla ação deve avançar.1) e conseqüentemente o avanço do cilindro de dupla ação (1.. por ex. 1. As velocidades de recuo e de avanço do cilindro são reguladas através das válvulas reguladoras de fluxo (1. 2.7 1 3 0. (2). .. . 1.2) é acionada por botão e tem retorno por mola. Função do elemento Elementos que constituem a alimentação da energia Designação das diversas cadeias de comando Elemento de trabalho.: 1.5.3.1 . 2001). recuado. exemplo. por ex..4 (nºs pares) Elementos que influenciam no retorno do elemento de trabalho.01 e 1. o sensor fim-de-curso (a1) comuta a válvula 3/2 vias (1. . 1. Elemento de comando.5 2 2 1.2. 02 40% 100% 4 2 2 5 1 3 1 1.01.0 . Entretanto..5 (nºs ímpares) Elementos que auxiliam no movimento (lento/rápido) dos elementos de trabalho. esta válvula promove a pilotagem da válvula 5/2 vias (1.1 1.. (Festo. após ser dado um sinal de acionamento manual e retornar automaticamente ao chegar ao seu final de curso.1. 1.1 Figura 2.0 a1 1.. Ao chegar ao final do curso da haste do cilindro de dupla ação.2. por exemplo. Classificação dos grupos Grupo 0 1. Para avanço número par e retorno número ímpar.1.4. 2. Salvador-Bahia tem sua função e para a sua identificação é utilizada a seguinte regra: A identificação é composta de um número de grupo e a numeração seguinte indica a função do elemento. Tabela 1.: 1. 3 .0.

1 1 2 3 4 5 Atuador_A 0 1 1 2 3 4 5 Atuador_B 0 1 1 2 3 4 5 Atuador_C 0 A+ B+ C+ A-B-C- Figura 3. Representação em Diagrama Trajeto-Passo O diagrama Trajeto-Passo mostrado na Fig. . identificados em função da sua posição e do cilindro que os acionam. os elementos de trabalho são identificados por letras maiúsculas e os fins de curso com letras minúsculas. As mais usuais são: Tabela. Tipicamente o movimento ou ação de um determinado atuador só poderá ocorrer após a conclusão do movimento ou ação que imediatamente o precede.= recuo da haste.. 3.cilindro B.0 . Identificação por Letras Neste método.0 .3. 3. .2. b0. Representação da seqüência de movimento dos pistões em formato de tabela Passo do cilindro 1 2 3 4 Haste do cilindro 1..0 Avança ------------------Recua Haste do cilindro 2. (2). Tabela 2. A seqüência do movimento dos pistões pode ser representada por diversas formas.3. Seqüência de Movimento das Hastes dos Cilindros Os sistemas automatizados geralmente utilizam mais de um atuador ocasionando uma relação de dependência nos movimentos de cada um deles. c1.0 ---------Avança ---------Recua Haste do cilindro 3. Diagrama Trajeto-Passo . . 2.3. Salvador-Bahia 3. Identificação dos elementos de trabalho Letra A.. 25 a 28 de Agosto 2008. b1. Função Elementos de trabalho Elementos fins de curso colocados na posição traseira das hastes dos cilindros Elementos fins de curso colocados na posição dianteira das hastes dos cilindros A partir da combinação de letras e números a identificação dos elementos do circuito fica organizada. após o final de curso de movimento de cada um. Representação em Formato de Tabela Tabela 3. após o último atuador atingir o seu final de curso.2. conforme mostrado na Tab..cilindro A. B.1..(3) representa o caso em que três atuadores devem avançar seqüencialmente.0 ------------------Avança Recua 3. a seqüência é: A+ B+ C+ A-B-COnde: + = avanço da haste.3. 3.cilindro C Então. A Figura (3) ilustra esta situação. a1.3.0 . O retorno dos atuadores ocorre simultaneamente.V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. A essa seqüência de movimentos dependentes um do outro é denominada cadeia de comandos. 3. Algébrica e Diagrama Trajeto-Passo. .. a0. c0. Representação em Forma Algébrica Sendo: 1. C.

a eletropneumática é o ramo da pneumática que utiliza energia elétrica alternada ou contínua como fonte de acionamento de válvulas. (4). 2001) 5. A Figura (5) mostra alguns dos diversos componentes disponibilizados pela biblioteca do FluidSIM®. interruptores e principalmente relés. os elementos de comando são as válvulas solenóides. A abreviação é indicada pela letra do atuador. ao se clicar duas vezes sobre a mesma. simulando a passagem maior ou menor de ar comprimido. sensores e de que maneira é feita a captação de ar e sua distribuição. Ao receber o sinal elétrico. Simbologia da biblioteca do FluidSIM® (Festo. inclusive circuitos eletropneumáticos. Nestes sistemas de conversão. 4. são responsáveis pelo processamento de sinais. ELETROPNEUMÁTICA Segundo Fialho (2003). o trajeto de um atuador e nas abscissas. Os componentes que realizam controles tipicamente pneumáticos são substituídos por relés. tais como cilindros e válvulas. 25 a 28 de Agosto 2008. tais como a reguladora de fluxo. comutadores de potência. chaves. a comunicação com dispositivos de hardware compatíveis com o programa. Conversor Elétrico-Pneumático Os conversores elétrico-pneumáticos foram desenvolvidos com o objetivo de se aproveitar as vantagens dos comandos elétricos e pneumáticos para utilização em sistemas que empregam a pneumática e a eletricidade respectivamente para as partes de trabalho e de comando. responsáveis pela conversão de sinais elétricos em sinais pneumáticos. ou através de microprocessadores. nas ordenadas. Os elementos de sinais são elétricos e os acionamentos das válvulas direcionais que acionam os cilindros são feitos por solenóides (válvulas direcionais com duplo ou simples solenóide). O comando pode ser executado por controladores lógicos programáveis – CLP´s. os passos. é permitida. Os componentes elétricos tais como. pressostatos e sensores elétricos. Conta com biblioteca de ajuda e recursos gráficos de demonstração do funcionamento de diversos componentes tais como. ainda. Quando da utilização de determinadas válvulas. 80% Figura 4. permite. utilizando válvulas solenóides. A sua utilização permite simular projetos com animação dos elementos. Válvula reguladora de fluxo unidirecional. O uso da eletropneumática é indicado em ambientes em que haja risco de explosão. havendo inclusive a mudança de cor das linhas quando as mesmas estão ou não pressurizadas. a bobina produz um campo magnético que movimenta o núcleo que provoca o acionamento da válvula pneumática (Festo. válvulas. 2007) .V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. 4.1. a sua regulagem. SOFTWARE DE SIMULAÇÃO O software FluidSIM® é muito importante para o ensino de projetos que simulam circuitos pneumáticos básicos. ou vice-versa. cilindros. seguida do sinal positivo (indicando avanço) ou negativo (indicando retorno). 2 2 4 2 4 2 1 1 3 5 1 2 1 3 5 1 1 1 3 2 1 1 2 5 5 3 4 Figura 5. conforme mostrado na Fig. Salvador-Bahia O diagrama trajeto-passo consiste em representar. interruptores. A parte elétrica destas válvulas é constituída por um cabeçote no qual se encontra uma bobina com um núcleo metálico móvel.

1) promovendo o avanço do cilindro de dupla ação (1. cilindros.1 1. Comparando-se com o circuito mostrado na Fig.0 a1 1. O conteúdo desse software não é exclusivo para pneumática. compatível com a plataforma Windows®.0). A Figura (6) mostra a solução eletropneumática para o circuito de retorno automático e parada de emergência. (7) ilustra como pode ser elaborado o comando elétrico do circuito eletropneumático. Deste modo. (2). A diferenças entre ambas é a forma de acionamento de cada uma.3 2 1 1.0). 02 50% 4 2 2 5 1 3 1 1. têm construção interna semelhante às válvulas pneumáticas. relés e controladores lógicos programáveis – CLP´s. +24V 1 2 S1 S2 Y1 Y2 0V Figura 7. 1.2) e (1. Nas válvulas pneumáticas. é dirigido tanto a projetistas como a professores.7 Y2 3 2 1 1 3 0. nota-se a presença das válvulas solenóides (Y1) e (Y2) nas válvulas (1. requerem um circuito elétrico de comando. pois abrange: condutores.2) e (1. As válvulas de comando elétrico. válvulas.V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. . 5. A chave sem retenção (S2) representa o botão de emergência. Circuito Eletropneumático Simulado Fialho (2003) mostra que as válvulas de comando elétrico. utilizadas num circuito eletropneumático. e quando habilitada promove o recuo do cilindro de dupla ação (1. temporizadores. acessórios e componentes de depressão. o acionamento poder ser realizado por ação manual. ao ser pressionada.2 Y1 2 1.1. Comando elétrico do circuito de retorno automático e parada de emergência De acordo com o esquema mostrado na Fig. que estão desenvolvendo e ensinando a construção de circuitos.7). reguladores de vazão. 01 40% 1 3 a1 1. reguladores de pressão. mecânica ou pneumática.7).5 1. O acionamento das válvulas solenóides pode ser realizado a partir de chaves. seqüenciadores. Salvador-Bahia Este aplicativo. posicionadores. a chave sem retenção (S1) comuta e permite a energização da bobina do solenóide (Y1) que pilota a válvula 5/2 vias (1.1 Figura 6. (7). sensores. Circuito eletropneumático de retorno automático e parada de emergência Analisando o circuito ilustrado na Fig. lógica. a Fig. também conhecidas por válvulas solenóides. (6) nota-se a necessidade de um circuito de comando para as válvulas solenóides (1. 25 a 28 de Agosto 2008.

188 p.htm > Acesso em: 20/07/2007.. Diagrama de Estados O diagrama de estados. Ed. “Simulation in FluidSIM 3. 2d. é possível ter uma visão em tempo real da dinâmica do circuito eletropneumático. R. A. A utilização do software de simulação é justificada pela representação fiel dos circuitos modelados. Doubleday.B. P. A Figura (8) mostra o comportamento do cilindro de dupla ação (1. o estado da válvula 3/2 vias (1.A. 9.Projetos. Disponível em: <http://www. 2007. et al. 7.3) e o comportamento da chave sem retenção (S1). Brasil. 640 p.1) através do gráfico tempo (s) X distância (mm). 1. PPGEM-UFPB e a CAPES que apoiaram o desenvolvimento deste trabalho. . tornado-se mais capacitado para o exigente mercado de trabalho. haja vista que o intervalo de tempo pode ser ajustado automaticamente. Festo Didactic. 2007. 8.. sendo que o estudante interage com maior interesse no processo de aprendizagem. McGraw-Hill. 25 a 28 de Agosto 2008. Ed..fluidsim. DIREITOS AUTORAIS As informações contidas neste artigo são de inteira responsabilidade de seus autores. A. “The Fifth Discipline Fieldbook”. C. os autores atestam que a combinação da simulação virtual. AGRADECIMENTOS Os autores são gratos ao CEFET-BA. elaboração e execução de projetos o aluno atinge melhoria no seu desempenho acadêmico. disponível no FluidSIM®.” Vol.. 2003. Brasil. Souto. Pedgen. Com isto. A. Digrama de estados 6. 1995.3 0 1 Pushbutton (make) S1 Figura 8. New York.0 60 40 20 mm a 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 3/n Way Valv e 1. permite a representação gráfica da atuação dos elementos mais importantes de um determinado circuito. Senge. As opiniões nele emitidas não representam.. de modo mais dinâmico e com menor custo de implantação. o projetista consegue grande versatilidade na construção de automatismos.. São Paulo. pp. Com a complementação de relatórios. Festo. CONCLUSÃO Neste trabalho. Brasil. 1994. Component Description Designation 0 100 80 Double acting cy linder 1.V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. “Automação Pneumática . D. Fialho. 328 p. necessariamente. “Introduction to simulation using SIMAN”.and Sadowski. FluidSIM® da Festo. in II Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte Nordeste de Educação Tecnológica. R. com montagens de circuitos com componentes reais. onde linhas pressurizadas e energizadas são visualizadas a cada passo. João Pessoa. New York. viabilidade econômica. confiabilidade e agilidade. Dimensionamento e Análise de Circuitos”. Embora a pretensão deste trabalho não seja apresentar uma nova metodologia de ensino. 2001. Com este recurso. Érica. “Técnicas de Automação Industrial”. os autores procuraram apresentar conceitos básicos para elaboração de circuitos pneumáticos e eletropneumáticos a partir do software de simulação. Salvador-Bahia 5. “Integração de CLP´s com circuitos eletropneumáticos em plantas industriais automatizadas”. demonstrar os elementos mais representativos das soluções tecnológicas disponíveis para automatização de ambientes industriais. pontos de vista da Comissão Científica deste evento. 608 p.2. P. et al. REFERÊNCIAS Festo. W. Shannon.de/fluidsim/index3_e. 1-10. M. no ensino de disciplinas técnicas possibilitam ao professor.6 Demo Version”.

reduction of costs for final assembly of real circuits and consequently larger versatility in the projects of industrial automation. Lab. it can be affirmed that the simulators act as auxiliary tools in the process teaching-learning. 58051-900 Abstract: This work has objectives to show the viability of use of simulation software in projects of pneumatic systems and to emphasize the importance of simulation as complement tool to the traditional method of expositive teaching. Jd. Cidade Universitária. state of sensors. soutow@gmail. simulators.br1 Edil Jarles de Jesus Nascimento. João Pessoa-PB.com1 Universidade Federal da Paraíba – UFPB. In this case. providing a better understanding of some physical phenomena happened in these experiments. Salvador-Bahia SIMULATION OF PNEUMATICS SYSTEMS WITH AID OF COMPUTATION TOOL Wesley de Almeida Souto. de Energia Solar . optimization of the time in the process of rehearsals. the FluidSim™ software has been used. 25 a 28 de Agosto 2008. movement and position of valves and actuators. speed.cnpq. The reached results reflect a larger understanding of the adopted logic.com1 Francisco Antônio Belo. Keywords: pneumatics systems. revealing pressure values. sensors. teaching. edildejesus@hotmail.V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. This way. that has normalized symbol allowing the elaboration and simulation of circuits of electrical and pneumatics commands starting from a conceived model to test with fidelity the real behavior of the circuits. . belo@pesquisador.

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