OPM

DATA

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO /2555/03 EMG-PM/3 NOTA PARA BOLETIM DA POLÍCIA MILITAR

PUBLIQUE-SE

POR DELEGAÇÃO

BOL Nº

Fls 01

PMERJ PM/3

EMG 06Fev03

NOTA DE INSTRUÇÃO Nº 001/03
(PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS) 1. FINALIDADE Regular os procedimentos operacionais a serem adotados pelos integrantes da Corporação, na execução do Policiamento Ostensivo, durante o atendimento dos diversos tipos de ocorrência. 2. OBJETIVO a. Fornecer subsídios técnico-profissionais para a instrução da tropa, de forma a padronizar os comportamentos operacionais no atendimento de ocorrências nas diversas Áreas de Policiamento ou Atuação da PMERJ. b. Definir procedimentos para emprego das UOp e UOpE, racionalizando as suas ações a fim de obter maior rendimento operacional. c. Padronizar procedimentos operacionais objetivando minimizar as possíveis falhas na condução das ocorrências pelos policiais militares. d. Melhorar a imagem da Corporação junto à população, através da prestação de um serviço com maior qualidade.

C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 - 2003 CFS.doc

posto que muitos delitos deixam de ser devidamente apurados. b. 4) Lei nº 9. e dá outras providências. a quem é depositado o dever e a responsabilidade de proteger e salvar vidas. 6) Lei nº 9. às vezes causando exploração por parte da imprensa. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . não raro. Condicionantes Legais 1)Decreto Lei nº 3689 de 03 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal.409 de 11 de janeiro de 2002 – Dispõe sobre a prevenção. como nos procedimentos adotados.069 de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente. ao uso e ao tráfico ilícito de produtos. substâncias ou drogas ilícitas que causem dependência física ou psíquica. só têm valor se o homem. 7) Lei nº 10.368 de 1976 – Lei de Entorpecentes. como também acarretando conseqüências de natureza criminal para o próprio policial militar. e para tal. quer seja no modo de atuação. por conseqüência da falta de preparo dos policiais que assumem a ocorrência.503 de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro. existe a clara e permanente necessidade de se aumentar à instrução. (CONTINUAÇÃO) 2 3. verificamos inúmeros erros cometidos. a fiscalização.doc . um saldo negativo para a Corporação pois. 3) Lei nº 8. EXECUÇÃO a.605 de fevereiro de 1998 – Dispõe sobre as sanções penais administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao Meio Ambiente e dá outras providências. o tratamento. DIAGNÓSTICO Atualmente em nossa Corporação. 5) Lei nº 6. estiver realmente seguro de suas ações e confiante em si. o controle e a repressão à produção. A cargo das UOp e UOpE subordinadas . 2) Decreto Lei nº 2848 de 07 de setembro de 1940 – Código Penal. resultam em ocorrências mal atendidas pelos policiais.NOTA PARA BOL Nº 028 .2003 CFS. assim elencadas pelo Ministério da Saúde. Tais ocorrências deixam. via de regra. nas diversas ocorrências atendidas pelo policiamento ostensivo. 4. É importante salientar que todas essas orientações e informações transmitidas aos policiais militares.12/02/2003 .

C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . ou qualquer outra modalidade vexatória. quando não houver Juiz Especializado.2003 CFS. (2) Sem flagrante.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) Criança: a pessoa até doze anos de idade incompletos. a) Se for criança: Caso não esteja instalado o Conselho Tutelar. 10) NI 011/92 de 11 de junho de 1992 (violência contra criança e adolescente no Brasil. c. 9) NI 04/84 de 26 de janeiro de 1984 (ocorrências com autos furtados ou roubados).259 de 2001 – Lei de criação do Juizado Especial Federal. Observação importante:Nenhum adolescente será privado de sua liberdade senão em flagrante de ato infracional ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente. (CONTINUAÇÃO) 3 8) Lei nº 10. Adolescente: aquela entre doze e dezoito anos de idade. 3) Ato infracional atribuído à criança e adolescente.069/90).099 – Bol PM nº 094 de 27 de maio de 1997).Lei Federal 8. até a autoridade Policial Especializada. (art 103 . tendências e perspectivas – Bol PM nº 107 de 11 de junho de 1992).doc . b) Se for adolescente: (1) Em caso de flagrante Deve ser encaminhado. 2) Definição de Ato Infracional Considera-se ato infracional a ação praticada por criança ou adolescente.NOTA PARA BOL Nº 028 . mas com ordem judicial. descrita como crime ou contravenção penal. sem algema. 11) NI 04/97 de 26 de maio de 1997 (Regula a PMERJ por ocasião das ocorrências policiais que env olvam prisão na Lei nº 9. a criança deve ser encaminhada ao Juiz da Infância e da Juventude ou para aquele que exerça essa função.12/02/2003 .Aspectos a serem observados em conformidade com o previsto na Lei Federal nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) 1) Definição de Criança e Adolescente para os efeitos da Lei Federal 8.

1) Nos casos de HOMICÍDIO a) Se possível prender em flagrante o(s) criminoso(s). em condições atentatórias à sua dignidade.. veículo utilizado.. sob pena de responsabilidade”. resguardando o(s) instrumento(s) utilizado(s) na prática do crime evitando qualquer contato com outros objetos no local. Art 233: Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade. revistando-o(s) minuciosamente. a) Não permitir a entrada e/ou permanência que qualquer pessoa no local do crime. c) Apreender armas e demais instrumentos utilizados para o cometimento do crime. guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento. Art 232: Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade. Comunicar ao COp ou S Op.2003 CFS. algemando-o(s). b) Isolar e preservar o local.).(NI nº 06/98).069/90: Art 230: (Apreensão Ilegal) Privar a criança ou o adolescente de sua liberdade. previstos na Lei Federal 8.doc . se for o caso. provável destino. até o Juiz que expediu ordem escrita e fundamentada. por ação ou omissão. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . sem algema ou qualquer outra modalidade vexatória. procedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou inexistindo ordem escrita da autoridade judiciária competente.12/02/2003 . PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA SEREM ADOTADOS PELO POLICIAMENTO OSTENSIVO. a)Art 178 (Lei Federal 8.NOTA PARA BOL Nº 028 . d) Arrolar testemunhas idôneas. guarda ou vigilância a tortura. etc. (CONTINUAÇÃO) 4 Deve ser encaminhado.069/90): “O adolescente a quem se atribua autoria de ato infracional não poderá ser conduzido ou transportado em compartimento fechado de veículo policial. d. b) Dos crimes praticados contra a criança e o adolescente. 4) Orientações importantes. ou que impliquem risco à sua integridade física ou mental. colher dados sobre o(s) criminoso(s) (características físicas. até a presença da Polícia Técnica. b) Se não for possível à prisão.

. e) Isolar e preservar o local. se for o caso.doc . f) Exercer vigilância.12/02/2003 . o rabecão e o POG. 2) Nos casos de TENTATIVA DE HOMICÍDIO a) Socorrer a(s) vítimas(s).). a autoridade.2003 CFS.NOTA PARA BOL Nº 028 . se necessário. aguardando no local a ambulância. h) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. Comunicar ao COp ou S Op c) Se não for possível efetuar a prisão. (CONTINUAÇÃO) 5 e) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. i) Preencher o TRO e anotar o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI).(NI nº 06/98-EMG-PM/3). etc. até a presença da Polícia Técnica. e/ou o número do Registro de Ocorrência. provável destino. quando houver. acionar a ambulância ou GSE (Via rádio ou Tel 193). algemando-o(s). g) Preencher o TRO e anotar o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI). se for o caso. d) Não permitir a entrada e/ou permanência que qualquer pessoa no local do crime. colher dados sobre o(s) criminoso(s) (características físicas. f) Apreender armas e demais instrumentos utilizados para o cometimento do crime. e/ou Registro da Ocorrência. revistando-o(s) minuciosamente.. a perícia. g) Arrolar testemunhas idôneas.. 3) Nos casos de LESÃO CORPORAL DOLOSA a) Socorrer a(s) vítimas(s). veículo utilizado. h) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . b) Se possível prender em flagrante o(s) criminoso(s). se necessário. acionar a ambulância ou GSE (Via rádio ou Tel 193). resguardando o(s) instrumento(s) utilizado(s) na prática do crime evitando qualquer contato com outros objetos no local. se houver. j) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência.

provável destino. algemando-o(s). d) Apreender armas e demais instrumentos utilizados para o cometimento do crime.099/95) e/ou número do Registro de Ocorrência. Comunicar ao COp ou S Op c) Se não for possível efetuar a prisão.. b) Apreender o produto do furto. se for o caso. h) Informar ao COp ou SOp o encerramento da ocorrência. veículo utilizado. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . algemando-o(s). g) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. se houver ou Termo de Compromisso (Lei 9. f) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. Comunicar ao COp ou SOp. (CONTINUAÇÃO) 6 b) Se possível prender em flagrante o(s) criminoso(s).099/95) e/ou número do Registro de Ocorrência. colher dados sobre o(s) criminoso(s) tais como: características físicas. Comunicar ao COp ou SOp. 4) Nos casos de FURTO a) Se possível. etc. e) Arrolar testemunhas idôneas. colher dados do(s) criminoso(s) e seu destino (características físicas. d) Arrolar testemunhas idôneas.. c) Apreender o produto do furto. prender em flagrante o(s) criminoso(s) e revistá-lo(s) minuciosamente. 5) Nos casos de FURTO EM AUTO a) Se possível. ou Termo de Compromisso (Lei 9. e) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área f) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI).). algemando-o(s). se for o caso. etc. Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s). se for o caso. se houver. prender em flagrante o(s) criminoso(s) e revistá-lo(s) minuciosamente. citando número de série caso exista. b) Se não for possível efetuar a prisão.NOTA PARA BOL Nº 028 .12/02/2003 .doc . veículo utilizado.. provável destino.2003 CFS. revistando-o(s) minuciosamente. g) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante Delito (ou AAAPAI).

b) Entrar em contato com o responsável pelo estabelecimento de ensino. ou Termo de Compromisso (Lei 9. Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(is) apreendido(s).2003 CFS. d) Recuperar (se possível) o produto do furto. 6) Nos casos de FURTO EM COLETIVO a) Se possível. f) Informar o término da ocorrência ao COp ou S Op. e) Preencher o TRO com o número do Auto de Flagrante Delito (ou AAAPAI). (CONTINUAÇÃO) 7 c) Arrolar testemunhas idôneas. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . ou Termo de Compromisso (Lei 9. algemando-o(s).NOTA PARA BOL Nº 028 .099/95) e/ou número do Registro de Ocorrência. c) Arrolar testemunhas idôneas. d) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área e) Preencher o TRO com número do Auto de Flagrante (ou AAAPAI). 7) Nos casos de FURTO EM ESTABELECIMENTO DE ENSINO a) Se possível. algemando-o(s). citando número de série caso exista. se for o caso. c) Preservar o local do crime. b) Apreender o produto do furto. Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s). se houver. se for o caso. prender o(s) criminoso(s) em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente. Comunicar ao COp ou S Op.12/02/2003 . se houver. prender o(s) criminoso(s) em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente.099/95) e/ou Registro de Ocorrência. d) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área.doc . f)Aguardar no local a chegada da autoridade e do perito. e)Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. Comunicar ao COp ou SOp. citando número de série caso exista. f) Informar o término da ocorrência ao COp ou S Op.

e) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. da perícia e do POG. que deverá fazer o rol dos bens que foram furtados e em seguida proceder à delegacia da área para o devido registro e conseqüente solicitação de perícia para o local. Comunicar ao COp ou S Op. i) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. OBS: Caso o proprietário da residência não seja localizado deverá a ser mantido o POG no local até a presença do mesmo.12/02/2003 .099/95) e/ou número do Registro de Ocorrência. que deverá ser orientado a proceder à delegacia da área para o devido registro e conseqüente solicitação de perícia para o local.099/95) e/ou número do Registro de Ocorrência. prender o(s) criminoso(s) se em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente. c) Preservar o local do crime. citando número de série caso exista. se for o caso. h) Preencher TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante(ou AAAPAI).NOTA PARA BOL Nº 028 . citando número de série caso exista. Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s). Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s). (CONTINUAÇÃO) 8 g) Arrolar testemunhas idôneas. b) Entrar em contato com o morador ou proprietário. g) Arrolar testemunhas idôneas. 8) Nos casos de FURTO EM RESIDÊNCIA a) Se possível. d) Recuperar o produto do furto (rés furtiva). ou Termo de Compromisso (Lei 9.2003 CFS. f) Aguardar a chegada da autoridade policial.doc . h) Preencher TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI) ou Termo de Compromisso (Lei 9. i) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. OBS: Caso o responsável pelo estabelecimento não seja localizado deverá a ser mantido o POG no local até a presença do mesmo. 9) Nos casos de ROUBO em via pública C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . algemando(s).

12/02/2003 . f) Preencher TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante((ou AAAPAI). Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s). d) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. se houver e número do Registro de Ocorrência. se houver ou Termo de Compromisso (Lei 9. (5) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área (6) Aguardar a chegada da autoridade. g) Informar ao COP ou S Op o encerramento da ocorrência. (9) Informar ao COp ou S Op o término da ocorrência. objetivando preservá-lo para auxiliar o trabalho da Polícia Técnica. algemando(s) (se for o caso). Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s).doc . C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 .2003 CFS. (8) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante. (CONTINUAÇÃO) 9 a) Se possível. Comunicar ao COp ou SOp. (7) Arrolar testemunhas idôneas. citando número de série caso exista. perícia e do POG. b) Recuperar o produto do roubo. citando número de série caso exista.099/95) e/ou número do Registro de Ocorrência.NOTA PARA BOL Nº 028 . (4) Interditar o local. 10) Nos casos de ROUBO EM ESTABELECIMENTO COMERCIAL ou FINANCEIRO. (3) Recuperar o produto do roubo. a) No caso de prisão do(s) criminoso(s). (1) Revistá-lo(s) minuciosamente. algemando(s). e) Arrolar testemunhas idôneas. (2) Apreender a(s) arma(s) utilizada(s) na prática do crime. c) Apreender armas ou instrumentos utilizados no roubo. Comunicar ao COp ou S Op. (ou AAAPAI). se for o caso. prender o(s) criminoso(s) se em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente. não permitindo a entrada e/ou permanência que qualquer pessoa no local do crime.

(9) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (se houver) e/ou número de Registro de Ocorrência. (2) Em caso de ter havido confronto armado entre o(s) criminoso(s) e vigilantes. prender o(s) criminoso(s) se em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente. para que seja retransmitida pela rede de comunicações da PMERJ. imediatamente. apreendendo a(s) arma(s) utilizada(s) na prática do crime. se necessário. (CONTINUAÇÃO) 10 OBS: Caso haja refém(s) deverão ser adotados os procedimentos previstos na NI 05/02 – EMG-PM/3. Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s).NOTA PARA BOL Nº 028 .. citando número de série caso exista. informando. acionar a ambulância ou GSE (Via rádio ou Tel 193). solicitar que seja feita verificação nos hospitais da área objetivando a possibilidade de que algum criminoso possa ter sido ferido durante o confronto e estar procurando auxílio médico..). (4) Acionar a Supervisão para o local.2003 CFS. (8) Arrolar testemunhas idôneas. provável destino. b) Se houver a fuga do(s) criminoso(s): (1) Alertar o Centro de Operações para acionar cerco bancário informando os dados sobre o(s) criminoso(s) e seu provável destino (características físicas. se for o caso. (3) Em caso de vítima. etc. (6) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. (5) Preservar o local de crime. perícia e do POG. algemando(s). C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . colher dados sobre o(s) criminoso(s) tais como: características físicas do(s) elemento(s). (10) Informar ao C Op ou S Op o término da ocorrência. veículo utilizado. 11) Nos casos de ROUBO DE AUTO a) Se possível. (7) Aguardar a chegada da autoridade. bem como as características do veículo roubado.12/02/2003 . b) Se não for possível efetuar a prisão. Comunicar ao COp ou S Op. veículo(s) utilizado(s). seguranças ou Policiais Militares.doc . via rádio ao COp ou S Op.

c) Em caso de vítima. (CONTINUAÇÃO) 11 c) Em caso recuperação de veículo roubado. no que for aplicável. apreendendo a(s) arma(s) utilizada(s) na prática do crime. g) Arrolar testemunhas idôneas. prender o(s) criminoso(s) se em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente. se for o caso. 12) Nos casos de ROUBO EM COLETIVO a) Se possível. solicitar que seja feita verificação nos hospitais da área objetivando a possibilidade de que algum criminoso possa ter sido ferido durante o confronto e estar procurando auxílio médico. Fazer contato com proprietário via COp ou S Op. i) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. e) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área f) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI).NOTA PARA BOL Nº 028 . OBS: Caso haja refém(s) deverão ser adotados os procedimentos previstos na NI 05/02 – EMG-PM/3. d) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. acionar a ambulância ou GSE (Via rádio ou Tel 193). b) Em caso de ter havido confronto armado entre o(s) criminoso(s) e passageiro(s) ou Policiais Militares. OBS: Caso haja transformação em ocorrência com refém(s) deverão ser adotados. algemando(s). d) Arrolar testemunhas idôneas. f) Relacionar os bens recuperados no interior do auto. os procedimentos previstos na NI 05/02 – EMG-PM/3.doc . g) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. se necessário.12/02/2003 . e/ou número do Registro de Ocorrência. e) Transportar ou rebocar o auto à Delegacia Policial. se houver e/ou número do Registro de Ocorrência. se houver. h) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI).2003 CFS. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . Comunicar ao COp ou S Op.

se houver. 14) Nos casos de ENTORPECENTE (POSSE E USO) a) Se possível prender em flagrante o(s) criminoso(s). C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . pode ser veneno). Discriminando no corpo do TRO ou em parte anexa o(s) material(ais) apreendido(s). e/ou número do Registro de Ocorrência. e) Regressar à DP com o respectivo Laudo prévio. algemando(s).2003 CFS. Comunicar ao COp ou S Op. se necessário. Comunicar ao COp ou S Op. se for o caso.doc . prender o(s) criminoso(s) se em flagrante e revistá-lo(s) minuciosamente. 15) Nos casos de CRIME CONTRA A ECONOMIA POPULAR a) Identificar o solicitante. f) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. não cheire.NOTA PARA BOL Nº 028 . g) Informar ao COp ou S Op o encerramento da ocorrência. c) Apresentar a ocorrência a Delegacia da Área de Policiamento. d) Conduzir. b) Em caso de vítima. b) Apreender o material entorpecente (não tentar descobrir que tipo de material – não prove. f) Preencher o TRO e anotar o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI) . c) Arrolar testemunhas idôneas. (CONTINUAÇÃO) 12 13) Nos casos de ROUBO EM ESTABELECIMENTO DE ENSINO ou RESIDÊNCIA a) Se possível. arrolar provas e comunicar ao COp ou S Op. d) Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área e) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI). citando número de série caso exista.12/02/2003 . e/ou Registro da Ocorrência. acionar a ambulância ou GSE (Via rádio ou Tel 193). quando houver. após guia de remessa da DP. algemando-o(s). apreendendo a(s) arma(s) utilizada(s) na prática do crime. revistando-o(s) minuciosamente. o material para ser periciado. se for o caso. OBS: Caso haja refém (s) deverão ser adotados os procedimentos previstos na NI 05/02 – EMG-PM/3.

c) Conforme a decisão da autoridade policial da área. d) Arrolar testemunhas idôneas. b) Caso não seja possível prender o(s) autor(es) do furto ou roubo do auto. se houver. e/ou do Registro de Ocorrência. (CONTINUAÇÃO) 13 b) Prender o comerciante infrator. algemando-o(s). b) Arrolar testemunhas idôneas. c) Apreender provas e materiais (o produto e nota fiscal).2003 CFS. e) Informar ao COp ou S Op o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI) e/ou o número do Registro de Ocorrência da DP e o número do TRO. g) Informar o encerramento da ocorrência ao COp ou S Op. enquanto o motorista comunica o fato à Delegacia Policial.NOTA PARA BOL Nº 028 .se for o caso. f) Preencher o TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI). 16) Nos casos de PORTE ILEGAL DE ARMA a) Apreender a(s) arma(s) e prender o(s) infrator(es) em flagrante. 17) Nos casos de AUTO RECUPERADO a) Se possível prender em flagrante o(s) criminoso(s). deverá o comandante da guarnição permanecer no local para manter a interdição. c) Encaminhar a ocorrência à Delegacia Policial da circunscrição para fins de lavratura do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI) e apreensão da(s) arma(s). se for o caso. e) Apresentar o fato à Delegacia Policial . f) Informar o encerramento da ocorrência ao COp ou S Op. Comunicar ao COp ou S Op. revistando-o(s) minuciosamente. conduzindo a ocorrência à Delegacia da Área de Policiamento.12/02/2003 . algemando-o(s).doc . Comunicar ao COp ou S Op. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . revistando-o(s) minuciosamente. d) Preencher TRO com o número do Auto de Prisão em Flagrante (ou AAAPAI) e/ou do Registro de Ocorrência. deverá preservar o local ou encaminhar o auto à Delegacia Policial para ser lavrado o Auto de Apreensão.

através do COp ou SOp. e Comunicar ao término da ocorrência ao COp ou S Op. a recuperação. Caso o veículo tenha sido usado para prática de ilícito penal - Através da DP da área.2003 CFS. de maneira a não prejudicar o trânsito. h) Nos casos de acidente de trânsito com vítima a ocorrência deverá ser apresentada à DP para registro. Mantê-lo interditado até a chegada da perícia. Apresentá-lo ao Delegado para fins de apreensão. e) Desfazer o local do acidente. o corpo deverá ser removido do leito da via pública. OBS: Deverão ser observados os procedimentos previstos na NI nº 04/84. após ter sido verificada a regularidade da documentação de porte obrigatório (CNH. deverá providenciar o imediato atendimento aos feridos.EMG-PM/3.12/02/2003 . b) Nos casos de acidente de trânsito com vitima. d) O local de onde o corpo foi removido deverá ser demarcado para futura avaliação da perícia. e) Comunicar o término da ocorrência ao COp ou S Op. liberando os motoristas. c) Quando resultar morte.970). se nela estiver. no local. solicitar perícia.NOTA PARA BOL Nº 028 . solicitando sua presença na Delegacia policial da área para as providências cabíveis. todavia. acionar a ambulância ou GSE (Via rádio ou Tel 193). preenchendo o TRO e o BRAT. CRLV). f) Verificar documentação dos condutores e anotar dados comuns referentes aos motoristas. (CONTINUAÇÃO) 14 d) Comunicar ao proprietário. esclarecer as partes envolvidas do procedimento que será efetuado e que não existe registro em DP para esse tipo de acidente. permanecendo. Preencher o TRO. se necessário. removendo os veículos do leito da via pública (Lei 5. 18) Nos casos de ACIDENTE DE TRÂNSITO (com ou sem vítima) a) Nos casos de acidente de trânsito sem vítima.doc . C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . g) Arrolar testemunhas idôneas.

2003 CFS. f) Aguardar a perícia técnica para liberação do local. entorpecente posse e uso. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . algemando-o(s). que solicitará perícia técnica. OBS: Deverão ser observados os procedimentos previstos na NI nº 017/84. e ainda fazer o BRAT. OBS: Não existe a figura do elemento suspeito. revistando-os cuidadosamente. Apresentar a ocorrência à Delegacia Policial da área. g) Aguardar o rabecão. etc. arrolar testemunhas.12/02/2003 . d) Fazer pedido de ambulância para constatar o óbito. se possível.). b) Abordar de forma técnica o(s) elemento(s) em atitude suspeita. c) Se caracterizado a prática de qualquer crime (porte ilegal de arma.. POG e rabecão para o local. o que justifica a abordagem de alguém será a atitude suspeita adotada pelo(s) elemento (s). c) Colher dados sobre o(s) possível(is) criminoso(s) e a ocorrência visando auxiliar nas investigações para definição de autoria. e) Apresentar a ocorrência à DP da circunscrição. solicitando auxílio se necessário.EMG-PM/3 19) Nos casos de ELEMENTO(S) EM ATITUDE SUSPEITA a) Comunicar ao COP ou S Op o local onde fará a abordagem. e) Comunicar o término da ocorrência ao COp ou S Op. b) Procurar.. d) Preencher TRO com o nº do Auto de Prisão em Flagrante ou o Nº do Registro de Ocorrência. dar voz de prisão em flagrante. j) Comunicar o término da ocorrência ao COP ou S Op. (CONTINUAÇÃO) 15 i) Confeccionar TRO com o nº do Registro de Ocorrência e/ou nº do Auto de Prisão em Flagrante (se caracterizado como crime). 20) Nos casos de ENCONTRO DE CADÁVER a) Interditar e preservar o local.doc .NOTA PARA BOL Nº 028 .

mesmo quando são apenas testemunhas da violência sofrida pela mãe. (2) Longe do agressor. Orientação Específica.doc . (6) Ela pode não estar preparada para fazer a denúncia. preferencialmente a DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) informe ao delegado(a) ou a(o) policial de plantão sobre a gravidade do caso. deverá ser comunicado imediatamente à DP para que seja informado ao Conselho Tutelar. para garantir a integridade física da mulher e seus filhos. como faria com qualquer outra pessoa. ajude a mulher a avaliar o perigo que ela corre.. É possível que a vítima recuse sua ajuda. (8) Caso seja solicitado pela vítima. insista para que a mulher o acompanhe a uma delegacia. Há muito que fazer para ajudá-la e sua atuação pode fazer toda a diferença. i) Comunicar o término de ocorrência ao COp ou S Op. de forma respeitosa. (7) Caso haja crianças na residência.2003 CFS. visto que as crianças que vivem em um lar violento precisam de apoio. pela delegacia ou por algum centro de atendimento às vítimas de violência.NOTA PARA BOL Nº 028 . É importante evitar que uma situação de risco seja registrada como uma ameaça sem gravidade. ela poderá fazer uso das informações que você está prestando a ela. mais tarde. (4) Você não pode obrigá-la a registrar o fato. nos casos em que o agressor tentar C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . (CONTINUAÇÃO) 16 h) Confeccionar o TRO com o nº do Registro de Ocorrência. acuada e intimidada pelo (a) agressor (a). Ela está. mas pode estimulá-la. Muitas vezes elas são também agredidas e. provavelmente. 1) Nos casos de ocorrência que venha a caracterizar: a) VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER (1) Entreviste as partes separadamente.12/02/2003 . podem acabar apresentando uma série de problemas. esclarecendo. (3) Em caso de risco extremo. os custos e os benefícios de denunciar o(a) agressor(a). mas em algum momento. d. (5) Ao encaminhar a ocorrência à delegacia. ou buscar ajuda no momento em que você está fazendo o atendimento.

lá chegando o policial militar deverá ter a seguinte conduta: a) Procurar o Delegado de serviço e relatar a ocorrência. étnica ou religiosa é um crime inafiançável e imprescritível.12/02/2003 .NOTA PARA BOL Nº 028 . (2) Mesmo que pareça uma ocorrência de pequena importância. a) Discriminação Racial. Encaminhamento de Ocorrências à Delegacia Policial – Procedimentos.2003 CFS. não esquecendo de pormenorizar os dados relativos à ocorrência (local. e. bem como a(s) testemunha(s) do caso. (CONTINUAÇÃO) 17 impedir que ela retire seus pertences acompanhe a vítima à sua casa. hora. cor. c) Aguardar a solução da Autoridade Policial. b) Discriminação Sexual (1) Sempre que for acionado para atender a uma ocorrência de discriminação por orientação sexual. Não é admissível o preconceito de qualquer natureza. para justificar a abordagem de qualquer pessoa. o material utilizado para a prática do crime (se houver). lembrese que a discriminação racial. se faz necessário que existam outros motivos que justifiquem a revista pessoal.doc . com as partes envolvidas. raça ou preferência religiosa. b) Apresentar a(s) vítima(s) e/ou acusado(s). C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . deverá a ocorrência. envolvidos) e as providências adotadas. 2) Nos casos de DISCRIMINAÇÃO RACIAL e SEXUAL. (1) Sempre que for chamado para atender uma ocorrência de discriminação ou preconceito de raça. OBS: Uma pessoa não deverá ser abordada em razão de sua cor. 1) Após haver comunicado ao Centro de Operações ou Sala de Operações que está conduzido a ocorrência para a DP da circunscrição. ser conduzida à Delegacia Policial. (2) Discriminar qualquer pessoa por sua orientação sexual é crime. d) Não discutir às decisões tomadas por aquela Autoridade. etnia ou religião conduza as partes à Delegacia de Polícia. para retirada de seus objetos pessoais.

dano (em alguns casos). Conceito e tipos de ação penal 1) Conceito de AÇÃO PENAL É a faculdade de proceder em juízo contra o autor de um crime ou contravenção.2003 CFS. A ação penal pode ser pública (condicionada ou incondicionada) ou privada. difamação.12/02/2003 . é vedada pelo ordenamento jurídico pátrio. É também o exercício dessa faculdade. a fim de que a ele se inflijam as penas previstas na lei penal para o fato. f. 2)Tipos de AÇÃO PENAL a) AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA é aquela cujo exercício se subordina a uma condição. b) AÇÃO PENAL PÚBLICA INCONDICIONADA é aquela em que é suficiente a ocorrência do ilícito penal para que seja instaurado o inquérito policial e a conseqüente ação. externada pelo ofendido ou por quem legalmente o represente (Ex:ação penal por crime de ameaça). Obs: Via de regra a ação penal é pública e incondicionada. 1) Nos casos em que a vítima não queira seguir até a presença da autoridade policial o condutor da ocorrência deverá registrar o fato no TRO e solicitar que a mesma aponha sua assinatura abaixo do texto. Esta é a manifestação de vontade no sentido de proceder. etc). não se exigindo a representação do ofendido ou do seu representante legal (Ex:homicídio. Ex: crimes de adultério (sempre). contra os costumes (com raras exceções previstas em lei). fora dos casos previstos em lei. sendo promovida mediante queixa. calúnia.NOTA PARA BOL Nº 028 . só não o é quando a lei expressamente declara que é privativa do ofendido ou que depende de representação. e sim do ofendido. c) AÇÃO PENAL PRIVADA é aquela que não é de iniciativa do MP. quando a situação assim o exigir. Orientações para os casos de crimes de Ação Penal Pública Condicionada a Representação e nos crimes de Ação Penal Privada. C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 .doc . injuria (com raras exceções previstas em lei). (CONTINUAÇÃO) 18 f)Recorrer ao Oficial de Dia de sua OPM ou ao oficial de Supervisão. 2) A condução coercitiva. ou o processo movido contra o réu no juízo criminal. g. roubo.

além das condutas acima elencadas. SOB QUALQUER PRETEXTO.doc . devem ser observadas as seguintes recomendações: 1) O comandante da guarnição deve assistir à lavratura total do flagrante delito. bem como distribuir cópia às guarnições de serviço. sem distorções ou omissões. 3) No caso de constatar que há distorções entre o que foi declarado pelo preso e o que foi transcrito pelo escrivão. 5) Ao assumir a ocorrência. isto é. a partir do recebimento desta NI. 4) Registrar.EMG-PM/3) C:\Users\cci\Desktop\Biblioteca\NI\Notas de Instrução\Ni 2003\NI nº 001 . educadamente deverá solicitar a devida retificação. o policial militar deve proceder de maneira calma. NÃO É PERMITIDO DEIXAR A VIATURA SEM UM INTEGRANTE DA GUARNIÇÃO. 2) Obrigatoriamente deve ler o que lhe for entregue pelo escrivão com a máxima atenção e só assinar se entender que tudo está transcrito de acordo com o sucedido.12/02/2003 . explicando que aquilo será à base de um futuro processo para que. serena e imparcial. 6) O motorista ou outro integrante da guarnição deve permanecer na viatura e com o rádio ligado para contatos. (CONTINUAÇÃO) 19 h. Todos os Comandantes de UOp e UOpE. de forma clara e detalhadamente. Nos casos de ocorrência com autuação. deverão providenciar instrução para a sua tropa objetivando divulgar o conteúdo da presente NI. tudo esteja de acordo e possibilite a apuração do fato.NOTA PARA BOL Nº 028 . 7) O policial militar ao assumir a ocorrência. O policial militar deve “assumir a ocorrência” e não ser envolvido por ela. no TRO ou na BRAT o sucedido.2003 CFS. (Nota nº - 2003 . em Juízo. deverá ter em mente que a coleta minuciosa de dados é fundamental para a possível elucidação dos delitos por parte da Polícia Judiciária. i.

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