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Aula Ombro [Modo de Compatibilidade]

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ESTERNO

CINESIOLOGIA DO OMBRO
Profa. Profa. Bianca Callegari

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Vídeo 1 Vídeo 2 Vídeo 3

Complexo articular do ombro Primeiro grupo: Articulação escapulo-umeral: entre a cavidade glenóide e a cabeça do úmero. Articulação subdeltoideana: todo movimento na articulação acima leva ao movimento desta. Engloba a superfície da extremidade superior do úmero e a bainha dos músculos periarticulares, contando uma bolsa serosa subdeltoideana que promove o deslizamento. Segundo grupo: Articulação escapulo-torácica: tem seu movimento ligado ao movimento das duas articulações a seguir. Engloba dois espaços de deslizamento, o primeiro entre a escápula (coberta pelo músculo subescapular) e o músculo serrátil anterior, e o segundo entre o serrátil anterior e as constelas e músculos intercostais. Articulação acrômio-clavicular: entre acrômio e clavícula, como diz o próprio nome. Articulação esterno-costo-clavicular: engloba as três estruturas.

ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR

ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR

3 graus de liberdade Elevação, abaixamento, protração, retração, rotação axial

Todo movimento funcional do ombro envolve algum movimento da clavícula na articulação esternoclavicular

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ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
ELEVAÇÃO E ABAIXAMENTO 45° de elevação e 10° de abaixamento Estão associados com movimentos escapulares semelhantes Elevação: clavícula convexa rola pra cima e desliza pra baixo na concavidade do esterno lig costoclavicular estirado Abaixamento: clavícula convexa rola pra baixo e desliza pra cima na concavidade do esterno lig interclavicular estirado

ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
PROTRAÇÃO E RETRAÇÃO 15 a 30° de protração e retração Estão associados com movimentos escapulares semelhantes protração: clavícula côncava rola e desliza anteriormente sobre a face convexa do esterno lig capsular posterior e costoclavicular estirados retração: clavícula côncava rola e desliza posteriormente na concavidade do esterno lig capsular anterior e costoclavicular estirados

ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
ROTAÇÃO AXIAL (LONGITUDINAL)

ARTICULAÇÃO ACRÔMIOCLAVICULAR

Rotação posterior de 40-50° Estão associados com movimentos de flexão e abdução do ombro retorno do braço ao lado do corpo – clavícula gira de volta à posição original

ARTICULAÇÃO ACRÔMIOCLAVICULAR

ARTICULAÇÃO ACRÔMIOCLAVICULAR
ROTAÇÃO PARA CIMA E PARA BAIXO

Presença de disco articular Articulação plana ou deslizante Lig. capsular superior – reforçado pelos músculos deltóide e trapézio superior Lig. coracoacromial fornece estabilidade adicional à articulação

Rotação p/ cima – escápula em rotação para cima e para fora Contribui para a rotação completa para cima da ‘escapulotorácica’ Rotação para baixo – escápula de volta à posição anatômica

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ARTICULAÇÃO ACRÔMIOCLAVICULAR
AJUSTES NOS PLANOS HORIZONTAL E SAGITAL

ARTICULAÇÃO ESCÁPULO-TORÁCICA

Plano horizontal – leva a margem medial da escápula para longe e em direção à face lateral do tórax Plano sagital – leva o â inferior a inclinar para longe ou em direção ao tórax Ajustes entre 10 a 30° intensificam a qualidade e quantidade de movimento na ‘escápulo-torácica’

‘Falsa articulação’ ponto de contato entre face anterior da escápula e a parede póstero-lateral do tórax Resultado direto dos movimentos da esternoclavicular e acrômioclavicular movimentos do ombro dependem crucialmente da escápulo-torácica

ARTICULAÇÃO ESCÁPULO-TORÁCICA
ELEVAÇÃO E ABAIXAMENTO

ARTICULAÇÃO ESCÁPULO-TORÁCICA
PROTRAÇÃO E RETRAÇÃO

ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL

ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
Cápsula fibrosa dilatável e ajustável Ampla mobilidade Manguito rotador e ligg capsulares fundem-se na cápsula fibrosa Máxima estabilidade para articulação cabeça longa do bíceps – auxilia na estabilidade

Ligg glenoumerais

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Movimentos do ombro

Vídeo 4 Vídeo 5

Articulação mais móvel do corpo humano. Movimenta-se em três planos e três eixos: Eixo transversal: contido no plano frontal Movimentos de flexão e extensão, executados no plano sagital Eixo antero-posterior: contido no plano sagital Movimentos de adução e abdução, efetuados no plano frontal Eixo vertical: intersecção dos planos frontal e sagital Movimentos flexão e extensão horizontal. Há ainda os movimentos de rotação interna e externa, que acontecem em torno do eixo longitudinal do úmero, que pode estar contido em qualquer um dos planos.

Flexão e extensão Extensão: ADM 45 a 50º Flexão: ADM 180º - grande amplitude.

Adução Posição de referência: membros superiores pendidos ao longo do corpo, palmas das mãos voltadas para o tronco. É impossível de ser realizada no plano frontal pela presença do tronco. Deve ser acompanhada de pequena extensão (ADM muito pequena), ou flexão (ADM 30 a 45º).

Abdução Rotação Posição de referência: membros superiores pendidos ao longo do corpo, palmas das mãos voltadas para o tronco. ADM 180º Acontece em três estágios: •0 a 60º - unicamente na articulação escapulo-umeral •60 a 120º - participação da articulação escapulo-torácica •120 a 180º - inclinação do tronco do lado oposto. A abdução é realizada freqüentemente associada a uma leve flexão, como nos movimentos de levar a mão na nuca ou a boca Posição de referência: estipula-se a flexão de cotovelo no plano sagital. Isso torna a mensuração de ADM mais precisa, pois isola a rotação do ombro, da prono- supinação do antebraço. Rotação interna – 100 a 110º de ADM, sendo necessário passar o antebraço atrás do tronco. Rotação externa – 80º de ADM.

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Movimentos da cintura escapular no plano horizontal Anteposição Retroposição

Associação de movimentos do ombro

Pentear-se e levar a mão à nuca

Colocar um casaco

Posição funcional: 45º de flexão do ombro, 45º de abdução e rotação interna de 30 a 40º (cotovelo fletido). É a posição de imobilização do ombro nas fraturas de diáfise do úmero, pois corresponde a posição de estado de equilíbrio dos músculos periarticulares do ombro.

Vídeo 6

Cápsula A cápsula articular é uma capa de tecido fibroso que envolve as articulações promovendo reforço e estabilidade. No caso do ombro a cápsula é frouxa devido as suas grandes ADMs, e acompanha-se de reforços ligamentares. Ligamentos Coraco-umeral: liga o processo coracóide à tuberosidade maior do úmero, e à tuberosidade menor, estando assim dividido em dois feixes. oO feixe inserido na tuberosidade maior limita a flexão oO feixe inserido na tuberosidade menor limita a extensão

Gleno-umeral: entre a cavidade glenóide e o úmero, possui três feixes (superior, médio e inferior), formando de um Z. oFeixes médio e inferior: limitam a abdução. oTrês feixes: limitam a rotação externa.

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Conóide: entre a clavícula e o vértice do processo coracóide. oLimita o movimento de abertura do ângulo entre a clavícula e a escápula. oLimita a rotação axial na articulação acrômio-clavicular Trapezóide: entre a clavícula e o segmento horizontal do processo coracóide. oLimita o movimento de fechamento do ângulo entre a clavícula e a escápula. oLimita a rotação axial na articulação acrômio-clavicular

O tendão intra articular da porção longa do bíceps Insere-se interiormente na articulação gleno-umeral e impede a luxação inferior da cabeça do úmero, juntamente com outros músculos, principalmente durante a contração do bíceps durante o levantamento de um objeto pesado. O tendão da porção longa do bíceps coloca a cabeça do úmero dentro da cavidade glenóide, tanto na flexão quanto na abdução.

Movimentos da escápula A escápula está localizada num plano oblíquo, formando com o plano frontal um ângulo de 30º. Está disposta entre a 2º e 7º costela. • Deslocamento lateral da escápula (adução e abdução): quando a escápula se desloca no sentido da linha média, ela tende a entrar no plano frontal aumentando o ângulo da escápula com a clavícula, ao contrário, quando a escápula se desloca para longe da linha média, ela tende a orientar-se no plano sagital, diminuindo o ângulo.

Translação vertical da escápula (abaixamento e elevação): necessariamente acompanha uma pequena báscula.

Báscula da escápula: rotação da escápula no seu plano, para baixo (com direcionamento da glenóide para baixo) ou para cima (direcionamento da glenóide para cima). ADM 60º.

Músculos da região do Ombro
Da escápula ao tronco [6] - Serrátil Anterior, Trapézio, Rombóide Maior e Menor, Peitoral Menor, Subclávio, e Elevador da Escápula. Escápula. Da escápula ao úmero [9] - Deltóide, Supra-espinhoso, InfraSupraInfraespinhoso, Redondo Menor, Subescapular, Redondo Maior, Córacobraquial, Córacobraquial, Bíceps e Tríceps. Tríceps. Do tronco ao úmero [2] – Grande Dorsal, Peitoral Maior

Escápula ao tronco
PosteriormentePosteriormente- Trapézio, Rombóide Maior e Menor, e Elevador da Escápula. Escápula. Anteriormente - Peitoral Menor, Subclávio, Serrátil Anterior. Anterior.

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TRAPÉZIO O: Fibras superiores: protuberância occipital, processos espinhosos C1 a C7. Fibras médias: processos espinhosos T1 a T5. Fibras inferiores: processos espinhosos T6 a T12. I: Fibras superiores: 1/3 clavícula e acrômio. Fibras médias: lábio superior da espinha da escápula. Fibras inferiores: borda caudal da espinha da escápula. A: Adução e rotação para cima da escápula.

ROMBÓIDES MAIOR E MENOR O: Processos espinhosos de C7 a T5. I: Borda medial da escápula, da espinha à borda inferior. A: elevação, adução e rotação da escápula, e fixa o ângulo inferior da escápula contra as costelas.

LEVANTADOR DA ESCÁPULA O: Tubérculos posteriores dos processos transversos de C1 a C4. I: Borda medial da escápula, do ângulo superior à espinha. A: Elevação, adução e rotação p/ baixo da escápula.

SERRÁTIL ANTERIOR O: Digitação na face externa das 8 primeiras costelas. I: (Face costal) ângulo superior, borda medial e ângulo inferior da escápula. A: Porção superior: puxa a escápula p/ frente e abdução. Porção inferior: rotação da escápula p/ cima (ocorre na flexão e abdução).

PEITORAL MENOR O: 2 A 5º Costela, próximo a união da cartilagem costal com a costela. I: Borda medial do processo coracóide. A:Depressão e abdução da escápula. SUBCLÁVIO O: União da cartilagem costal com a 1º costela. I: Sulco na face inferior da clavícula. A: Abaixa a clavícula ( depressão da escápuloa) e coloca a extremidade interna da clavícula com o manúbrio esternal (coaptador).

MÚSCULOS ESCAPULARES

Adução: Trapézio médio, Elevador da escápula e Rombóides. Elevação: Elevador da escápula e Rombóides. Abdução: Serrátil Anterior e Peitoral Menor. Depressão (abaixa): Peitoral Menor e Subclávio.

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Escápula ao Úmero
Da escápula ao úmero [9]
Deltóide, SupraSupra-espinhoso, InfraInfra- espinhoso, Redondo Menor, Subescapular, Redondo Maior, Córacobraquial, Córacobraquial, Bíceps Tríceps. Tríceps.

DELTÓIDE O: Espinha da escápula, acrômio e terço lateral da clavícula. I: Tuberosidade deltoidiana do úmero. A: Abdução da escapulo-umeral. Porção clavicular: flexão. Porção escapular: extensão.

SUPRAESPINHOSO O: Fossa espinhal da escápula. I: Tubérculo maior do úmero. A: Abdução e rotação externa da escapulo-umeral INFRAESPINHOSO O: Fossa infraespinhal da escápula. I: Tubérculo maior do úmero. A: Rotação externa da escapulo-umeral.

REDONDO MAIOR O: Borda lateral da escápula (1/3 inferior). I: Crista do tubérculo menor do úmero. A: Rotação interna e adução da escapulo-umeral.

SUBESCAPULAR REDONDO MENOR O: Borda lateral da escápula. I: Tubérculo maior do úmero. A: Rotação externa da escapulo-umeral. O: Face costal da escápula. I: Tubérculo menor do úmero. A: Rotação interna da escapulo-umeral.

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Coaptação muscular do ombro •Transversal: garantem a estabilidade da cabeça umeral dentro da cavidade glenóide: Manguito rotador: 1.Supraespinhoso, 2.Subescapular, 3.Infraespinhoso, 4.Redondo menor Tendão da porção longa do bíceps

• 1. 2. 3. 4. 5.

Longitudinais: impedem a luxação inferior da cabeça umeral. Porção curta do bíceps Coracobraquial Tríceps Feixes do deltóide Feixe clavicular do peitoral maior

BÍCEPS O: Porção longa: Tubérculo supraglenoidal Porção curta: Processo coracóide da escápula. I: Tuberosidade do rádio e através da aponeurose do bíceps, na fáscia do antebraço. A: Flexão do antebraço, supinação e abdução da escapuloumeral (porção longa).

Vídeo 7

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ABDUÇÃO DO BRAÇO OS TRÊS TEMPOS DA ABDUÇÃO DO BRAÇO Articulação escapulo-umeral: Deltóide, Supraespinhoso e Bíceps (porção longa). Articulação escapulo-torácica: Serrátil Anterior e Trapézio

Primeiro tempo: 0 a 90º. Acontece na articulação escapulo-umeral, e termina com o bloqueio do tubérculo maior na cavidade glenóide (que é retardado com a rotação externa ou flexão). Músculos: Deltóide (1) e Supraespinhoso (2). Segundo tempo: 90 a 150º. Articulação escapulo-torácica -rotação para cima (60º), acompanhada de rotações longitudinais das articulações esterno-costo-clavicular e acrômioclavicular (30º cada uma). Limitada pela resistência dos músculos adutores (Grande Dorsal e Peitoral Maior). Músculos: Trapézio (3 e 4) e Serrátil Anterior (5).

OS TRÊS TEMPOS DA ABDUÇÃO DO BRAÇO

CORACOBRAQUIAL O: Processo coracóide da escápula. I: Terço médio do úmero, medialmente. A: Flexão da escapulo-umeral.

Terceiro tempo: 150 a 180º. Há a participação da coluna vertebral. Se o movimento for unilateral, ocorre uma inclinação lateral, e se for bilateral, ocorre uma hiperlordose lombar. Em ambos os casos por ação dos músculos paravertebrais.

Do tronco ao Úmero
Do tronco ao úmero [2]
Grande Dorsal Peitoral Maior

PEITORAL MAIOR O: Metade medial da clavícula, esterno, 6 primeiras cartilagenscostais e aponeurose do músculo oblíquo externo. I: Tendão único que se insere na crista do tubérculo maior do úmero. A: Adução da escapulo-umeral. Porção clavicular: flexão.

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OS TRÊS TEMPOS DA FLEXÃO DO BRAÇO

OS 3 TEMPOS DA FLEXÃO DO BRAÇO

Primeiro tempo: 0 a 50-60º. Acontece na articulação escapulo-umeral e é limitada pela tensão do ligamento coraco-umeral, e pela resistência dos músculos Redondo Menor, Redondo Maior e Infraespinhoso. Músculos: feixe anterior do Deltóide (1), coracobraquial (2) e feixe superior do Peitoral Maior (3). Segundo tempo: 60 a 120º. Articulação escapulo-torácica. Acontece uma rotação para cima da escápula e rotação axial das articulações esterno-costo-clavicular e acrômio-clavicular, e é limitada pela resistência dos músculos Grande Dorsal e feixe inferior do Peitoral Maior. Músculos: Trapézio (4 e 5) e Serrátil Anterior (6). Terceiro tempo: 120 a 180º. Intervenção da coluna vertebral. Na flexão unilateral há inclinação lateral, e na bilateral há hiperlordose lombar

GRANDE DORSAL ROTAÇÃO DO BRAÇO O: Processos espinhosos das 6 últimas vértebras torácicas, fáscia toracolombar e crista ilíaca. I: Crista do tubérculo menor do úmero e assoalho do sulco intertubercular. A: Adução, rotação interna e extensão da escapulo-umeral. 1º Tempo: Escapulo-umeral. Músculos Responsáveis: Rotadores internos: Grande Dorsal (1), Redondo maior (2), Subescapular (3), Peitoral Maior (4). Rotadores externos: Infraespinhoso (5) e Redondo Menor (6).

2º Tempo: Escapulo-torácica. A rotação na articulação escapulo-umeral não é suficiente para suprir a totalidade da rotação do MS, então é necessário os movimentos de adução e abdução da escápula.. A adução da escápula aumenta a rotação externa e os músculos responsáveis são: Rombóides e Trapézio. A abdução da escápula aumenta a rotação interna e os músculos são: Serrátil Anterior e Peitoral Menor.

TRÍCEPS BRAQUIAL O: Porção longa: tubérculo infraglenoidal da escápula. Porção medial: face posterior do úmero, abaixo do sulco para o n. radial. Porção lateral: face posterior do úmero, acima do sulco para o n. radial. I: Face posterior do olecrano, da ulna. A: Extensão da escapulo-umeral (porção longa), e extensão do antebraço.

EXTENSÃO DO BRAÇO 1º Tempo: Extensão da escapulo-umeral. Músculos: Redondo Maior (1), Redondo Menor (5), feixe posterior do Deltóide (6) Grande Dorsal (2) e Tríceps ( porção longa). 2º Tempo: Adução da escapulo-torácica (aumenta a ADM da extensão do braço). Músculos: Rombóide (4) e Trapézio (7).

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Vídeo 8

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