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circuitos sequencias e combinatorios

circuitos sequencias e combinatorios

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República de Angola Ministério da Educação Ministério das Telecomunicações e Tecnologia de Informação Instituto Nacional de Telecomunicações

Disciplina: P. Tecnológico.

Docente: Zaidila Ano lectivo 2011

Criado e Elaborado por:

Nome Cláudio Leandro de Sousa Afonso

Nº 06

Turma: C Classe: 12ª Curso: Telecomunicações.

.

do seu funcionamento em circuitos digitais. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica. tendo como base. Todas estas funções do processador são fisicamente realizadas por circuitos electrónicos. eles são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. Numa definição mais abrangente. como somar bits. Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados. telemóveis. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. 4 . Não posso dar continuidade a este conjunto de ideias sem antes esclarecer um pouco sobre os Circuitos digitais. acede à memória e gera resultados. armazenar. comparar e mover bits. Todas as complexas operações de um computador não são mais do que simples operações artiméticas e lógicas básicas. chamados circuitos lógicos. são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade. Os computadores.alto -. em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). Os circuitos lógicos têm por base operações lógicas estudadas na Álgebra de George Boole (um conceituado matemático Inglês que viveu entre 1815-1864). com o objetivo principal de representar. um computador digital não é mais do que um "aglomerado" de circuitos lógicos.baixo . ou parte. que é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. Quando se deseja construir um circuito lógico relativamente simples. Leitores de DVD. respectivamente). complementar bits.Introdução Este pequeno conjunto de ideias surge com uma breve definição de electrónica. Podemos dividi-los em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos.e high . Estas operações são usadas para controlar a forma como o processador trata os dados. Vamos pois começar o nosso estudo pela Álgebra de Boole. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos. Assim sendo. faz-se uso de um circuito integrado. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low .

O 0 ou LO será sempre uma tensão nula. O circuito que realiza esta operação é denominado inversor. Tipos de Portas Lógicas  P. Dizemos que na álgebra de Boole as variáveis lógicas só podem adquirir dois estados. em sua saída encontraremos um nível HI. Aberto ou Fechado. Assim. 0 ou 1. 5 . ou ausência de sinal num ponto do circuito. Nos circuitos digitais a presença de uma tensão será indicada como nível 1 ou HI (HIGH ou Alto) enquanto que a ausência de uma tensão será indicada por nível 0 ou LO (LOW ou baixo). presença ou ausência de sinal.Álgebra de Boole George Boole desenvolveu uma série de postulados e operações simples para resolver problemas de controle na fabricação de produtos. Boole estabeleceu na sua teoria que só existe duas condições ou estados possíveis para qualquer coisa que desejamos analisar. Entrada Saída 0 1 1 0  Porta Lógica AND/E: A função lógica E também conhecida pelo seu nome em inglês AND pode ser definida como aquela em que a saída será 1 se todas as variáveis de entrada forem 1. uma fonte só pode ter ou não tensão na sua saída. A álgebra de Boole se tornou importante especificamente com o surgimento da eletrônica digital. ou seja. Quando apresenta nível 0 na sua entrada. se tivermos nível LO na sua entrada. uma pergunta pode ter como resposta verdadeiro ou falso. mas o nível lógico 1 ou HI pode variar de acordo com o circuito analisado. vamos definir alguns pontos importantes para o nosso entendimento. a saída é 1 e vice-versa. Alto ou Baixo (HI ou LO). Verdadeiro ou Falso. Lógica NOT ou Inversora: O que esta função faz é inverter uma afirmação. Ligado ou Desligado. Níveis lógicos Partimos do fato de que os circuitos digitais trabalham com duas condições possíveis. uma lâmpada só pode estar acesa ou apagada.

três. obtida da associação da função OR com a função NOT ou inversor. NAND. Entrada A B 0 0 0 1 1 0 1 1 Saída S 0 1 1 1  Porta lógica NAND: É denominada NOT-AND ou conhecida como. Dizemos que para a função NAND a saída estará em nível 0 se todas as entradas estiverem com nível 1. Observe a existência de um pequeno círculo na saída da porta NAND ele indica a inversão. quatro ou quantas entradas quisermos e é representada pelos símbolos mostrados na figura a seguir.  Porta lógica OR/OU: A função OR é definida como aquela em que a saída estará em nível alto se uma ou mais entradas estiver em nível alto. Entrada A B 0 0 0 1 Saída S 1 0 6 .Entradas A B 0 0 0 1 1 0 1 1 Saída S 0 0 0 1 As funções lógicas E podem ter duas. Sua ação é definida da seguinte forma: a saída será 1 se todas as entradas forem 0. Entrada A B 0 0 0 1 1 0 1 1 Saída S 1 1 1 0  Porta lógica NOR: Esta é a inversão da função OR.

para uma porta XOR de duas entradas teremos a saída 1 se as entradas forem 0 e 1 ou 1 e 0. Esta função tem a propriedade de realizar a soma de valores binários ou ainda encontrar o que se denomina paridade. Entrada A B 0 0 0 1 1 0 1 1 Saída S 0 1 1 0  Porta lógica NXOR: Podemos considerar esta função como o inverso da função lógica XOR. Sua denominação em inglês é Exclusive NOR ou NXOR. Definimos sua ação da seguinte forma: a saída será 1 se as entradas A e B forem diferentes. se bem que essa terminologia são seja apropriada neste caso. Esta função pode ser definida como a que apresenta uma saída igual a 1 se as variáveis de entrada forem iguais.1 1 0 1 0 0  Porta lógica XOR: Uma função importante para o funcionamento dos circuitos lógicos digitais e especificamente para os computadores é a denominada OR-exclusivo ou usando o termo XOR. mas a saída será 0 se as entradas forem ambas 1 ou ambas 0. Isso significa que. Uma tabela verdade para esta função é a seguinte: Entrada A B 0 0 0 1 1 0 1 1 Saída S 1 0 0 1 7 . Observe o círculo que indica a negativa da função anterior.

leva a um resultado igual a propria variavel.1 = A. portanto A. Ja para a operacao OU o elemento neutro e “0”.0 = 0. b) Operacao OU: Representada matematicamente o sinal (+).Propriedades das operações lógicas Representações a) Operacao E: A operacao E tem como simbolo o ponto final (. Ja para a operacao OU o elemento nulo e “1”. assim A+1 = 1 c) Elemento Complementar: A + A =1 e A· A = 0 d) Propriedade comutativa das operacoes E e OU: A .(B+C) = A. ou seja A+0 = A b) Elemento Nulo: E aquele que quando participa de uma operacao com uma variavel. sua representacao e dada por S=A B. A e A + B = B + A e) Propriedade associativa: A.(B. sua representacao e dada por S = AÅB . independente de qual seja o valor da variavel.C) = (A. e) Operacao XNOR: Esta operacao e indicada por um simbolo que tem funcoes diferentes na algebra booleana.B. d) Operacao XOR: Indicada por um simbolo que tem funcoes diferentes na algebra booleana. c) Operacao NAO: Indicada por uma barra da seguinte forma: A = S ou S = A’ (A barra igual a S ou S igual a A barrado). podemos enumerar as seguintes propriedades das operacoes logicas: a) Elemento Neutro: E aquele que.B + A. leva sempre a um mesmo valor. Tendo em mente estas representacoes. Na operacao E o elemento nulo e “0”. o simbolo Å.C h) Teoremas de “De Morgan”: A· B = A+ B ou A+ B = A· B 8 . o simbolo .B). No caso da operacao E o elemento neutro e “1”. B = B . A.). isto e. A + B = S. quando participa de uma operacao com uma variavel.C e A+(B+C) = (A+B)+C f) Teorema da Involucao: (A negacao da negacao e a afirmacao) A= A ou A’’= A g) A operacao E e distributiva em relacao a operacao OU: A. S = A.

Cada algarismo (ou dígito) é composto de sete barras de material semicondutor emissor de luz (ou de cristal líquido de absorção de luz): Procedimento para o Projeto de um Circuito Combinaciona. A partir da especificação do problema. Um procedimento genérico para o projeto envolve os seguintes passos: 1. Um exemplo prático. 3.Circuitos Logicos Os circuitos lógicos dos sistemas digitais podem ser de dois tipos: circuitos combinacionais ou circuitos sequenciais: Circuitos lógicos Combinacionais Um circuito combinacional ou combinatorio é constituído por um conjunto de portas lógicas as quais determinam os valores das saídas diretamente a partir dos valores atuais das entradas. 9 . determinar a tabela verdade (caso ela já não faça parte da especificação do problema). Obter as equações simplificadas. Pode-se dizer que um circuito combinacional realiza uma operação de processamento de informação a qual pode ser especificada por meio de um conjunto de equações Booleanas. Escolher um símbolo para cada variável de entrada e para cada variável de saída. No caso. considere o que ocorre com a maioria das calculadoras eletrônicas e relógios digitais que fazem uso ostensivo de um componente eletrônico conhecido por display de sete segmentos (seven-segment display). cada combinação de valores de entrada pode ser vista como uma informação diferente e cada conjunto de valores de saída representa o resultado da operação. O projecto de um circuito combinacional inicia na especificação do problema e culmina no diagrama do circuito (ou no conjunto de equações que o descrevem). 2.

Os elementos que realizam essas ultimas operacoes sao denominados multiplexadores e decodificadores. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. multiplexer. Entao alem das operacoes logicas e aritmeticas como adicao. Mapear o circuito para a biblioteca de portas disponível (se for o caso). mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais.4. São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é maior que o custo e a inconveniência de utilizar as funções de multiplexação/demultiplexação. A sua equação booleana é: A qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: A 0 0 0 0 1 1 1 1 B 0 0 1 1 0 0 1 1 C 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 10 . existem outras funcoes necessarias para a realizacao de conexoes entre os diversos operadores. Em eletrônica. Dentre essas funcoes estao a multiplexacao e a decodificacao. Desenhar o circuito final Os circuitos combinacionais sao os responsaveis pelas operacoes logicas e aritmeticasdentro de um sistema digital. subtracao complementacao. Por exemplo. A seguir. Multiplexador Um multiplexador. o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. etc. 5. Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. veremos como tais circuitos sao constituidos.

Multiplexers maiores também são comuns. e S1. Por exemplo. e duas fibras separadas serão necessárias. S2. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. existe um Mux na transmissão e um Demux na recepção. Dois sistemas são necessários para uma comunicação bidirecional. e S2 é falso. Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade. a saída será igual ao valor da entrada X5. e as entradas de selecção são numeradas como S4. sendo a comunicação realizada em um par de fibras. A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. Em um sistema unidirecional. S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". existe um Mux/Demux em cada terminação. um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. 11 . Se S4 e S1 são verdadeiros. com saídas menos significativas à sua direita. Em um sistema bidirecional.

isto é. daí podemos utiliza-la com verificador de igualdade binária entre duas entradas. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador. demultiplexer. uma para soma e outra para carry. 1) Meio Somador: São circuito digitais que somam palavras de apenas UM BIT. 12 . _ _ Soma = AB + AB Carry = AB Circuito Digital: soma 0+0=0 0+1=1 1+0=1 1 + 1 = 2 (10) Carry (vai 1) 0 0 0 1 Observando mais atentamente a tabela-verdade do circuito. devemos primeiro montar a sua tabela-verdade como segue abaixo: B 0 0 1 1 A 0 1 0 1 0 Pela tabela-verdade acima. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas. quando as entradas A e B tiverem o mesmo nível lógico. Somadores São circuitos combinatórios operativos. que permitem somar dois ou mais números binários.Um demultiplexador. Observe que a saída de soma só é nível alto. Para montarmos o seu circuito. podemos verificar outras utilidades sem ser somar palavras de apenas um bit. teremos duas expressões booleanas.

Quando fazemos uma. uma para receber o bit da palavra A. (led acende). conforme soma abaixo: 1 10 111 11 001+ 0 Para os outros bits receberem o bit de carry. devemos montar a tabela-verdade: B 0 0 0 0 1 1 1 1 A 0 0 1 1 0 0 1 1 te 0 1 0 1 0 1 0 1 Soma 0 1 1 0 1 0 0 1 Carry 0 0 0 1 0 1 1 1 Teremos três expressões booleanas: __ __ _ _ Soma = AB te + ABte + ABte + ABte _ _ _ Carry = ABte + ABte + ABte + ABte Após simplificarmos as expressões temos que: _ _ _ __ Soma = te (AB + AB) + te (A B + AB) _ _ Carry = te (AB + AB) + AB 13 . uma para receber o bit para palabra B e a terceira para receber o bit do carry. Para desenharmos o circuito.Todas as vezes que as entradas tiverem bits iguais a saída soma será 1. o seu circuito lógico deverá diferente do circuito anterior. A terceira entrada também é conhecida como transporte de entrada (te). 2) Somador Complecto: Este circuito nos permite somarmos palavras de mais de um bit. ele precisará Ter três entradas. podemos notar que o bit “vai 1” afeta a soma dos bits posterior ao primeiro.

iremos trabalhar o meio somador e o somador completo através de diagrama de blocos como segue abaixo: Meio-Somador: B A Carry Soma Somador Completo: B A te Carry Soma Para somarmos. duas palavras de 3 bits. O bloco meio-somador é sempre o primeiro blocos. como segue abaixo: 14 .Diagrama em Bloco Apartir de agora. por exemplo. devemos associar dois blocos somador completo com um bloco meio-somador.

Codificadores Sabenmos que o demultiplexador é o circuito inverso do multiplexador. O valor de entrada indica qual dos pinos de entrada está na posição 1. usando um tipo de código. O trabalho do codificador é transformar o valor de entrada no valor de saída. portanto. ele transforma um valor em seu valor codificado. porque existem diversas maneiras de representar um mesmo valor. Seu uso correto se dá quando no máximo uma entrada tem o valor 1. codifica um sinal que se encontra em uma forma para outra forma. Sim. O codificador é um circuito lógico que. analogamente podemos dizer queo decodificador é o circuito inverso do codificador. que no nosso O nosso codificador é o seguinte (tendo em vista que existem várias configurações para um codificador): Como se vê. ou baixo). • Sua Estrutura: Ele contém E entradas e S saídas. O valor de saída também indica qual dos pinos de entrada está na posição 1. como o próprio nome o diz. depende da quantidade de bits das palavras. mas de uma maneira diferente. Portanto. São dispositivos que possuem várias linhas de entrada e apenas uma linha de entrada é ativada em determinado instante e produz um código de saída de N-bits. A quantidade de blocos somador completo. 15 . não é necessário que haja uma relação entre o número de entradas e de saidas em um codificador. que corresponde à linha de entrada ativada.Observe que saída carry de um bloco é ligada a entrada te do bloco posterior. ou alto (As demais. serão 0.

Tabela Verdade ENTRADAS A7 A6 A5 A4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 SAÍDAS O2 O1 O0 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 Equações Lógicas A3 0 0 0 1 0 0 0 0 A2 0 0 1 0 0 0 0 0 A1 0 1 0 0 0 0 0 0 A0 X X X X X X X X Circuito Lógico Codificador com Prioridade Quando duas ou mais entradas são ativas simultaneamente. correspondente à linha ativa na entrada. o código de saída corresponderá à entrada de maior prioridade.Codificador com Prioridade Decimal-para-BCD Circuito Lógico : 16 . CI 74147 .Codificador Octal-para-Binário O circuito tem oito linhas de entrada e produz um código de saída de 3-bits.

6 17 .Tabela Verdade Símbolo Lógico IEEE/ANSI CI 74147 como codificador de chaves Fig.

Circuito sequencial Entradas Circuito combinatório Elementos de memória Estado Saídas 18 . No entanto.os circuitos puramente combinacionais não apresentam capacidade de memória fazendo com que estestenham uma gama de aplicação muito limitada. Devido a esta razão torna-se nesta altura essencial introduzirum novo tipo de circuitos digitais que inclua esta mesma capacidade.Circuitos Sequencias Até agora os trabalhos práticos efectuados eram apenas baseados em circuitos combinacionais.  Síncronos – as saídas mantém-se inalteradas vem certos intervalos de tempo. Este tipo de circuitos denomina-se porcircuito sequencial. Um circuito diz-se sequencial quando as suas saídas dependem não só das entradas. • • • Um circuito sequencial possui elementos de memória O estado do circuito corresponde aos bits armazenados nos elementos de memória A mesma combinação de entradas pode originar valores diferentes na(s) saída(s) Os circuitos sequenciais podem ser:  Assíncronos – para qualquer instante de tempo as saídas dependem das entradas e do estado do circuito. mas também do estado anterior do circuito.

. Manter estado anterior Reset Set Complementa estado anterior 19  Q   . Manter estado anterior Reset  Y Q ? ? ? ? ? ? 0 1 0  1 0 1 Set Não utilizado (indefinido)  1 1 ? O flip-flop SR Master-Slave tem o problema do estado indefinido.Filp.  Flip-flop SR Master-Slave S C R S C R Y Y S C R Q Q C S R C S  0 R 0 Qt+1 Qt Obs..  Flip-flop JK Master-Slave C  J C K S C R S C R Q J 0 0 1 1 K 0 1 0 1 Qt+1 Qt 0 1 Obs.Flops São elementos construídos a partir de latches. Esta situação acontece quando ocorre um estímulo de C estando as entradas S e R a ‘1’. que permite um maior controlo no armazenamento da informação.

após uma transição do relógio. preservando o valor da saída entre duas ocorrências temporizadas (consecutivas) de uma linhade relógio. Tempo de Hold – tempo em que é necessárioter a entrada estável após uma transição do Relógio.. Flip-flop D (edge tiggrered) A função do flip-flop D (D de delay – atraso) é a de armazenar e apresentar à saída o valor lógico de umaúnica entrada. Manter estado anterior Reset Set Complementa estado anterior J C K D C S C R Q Q Tal como o FF D edge-triggered.O flip-flop JK Master-Slave não tem o problema do estado indefinido. 20 . D C D C S C R Q Q C D 0 1 Qt+1 0 1 Um flip-flop edge-Triggered só reage quando ocorre uma transição no nível lógico do sinal C (o FF do esquema só reage quando C varia de ‘0’ para ‘1’).  Flip-flop JK Edge-Triggered C J 0 0 1 1 K 0 1 0 1 Qt+1 Qt 0 1 Obs. Temporização Tempo de Setup – tempo necessário para tera entrada estável antes de uma transição do Relógio.. este flip-flop reage às transições do sinal C (neste caso as transições de ‘0’ para ‘1’). Tempo de propagação – tempo que demora até que saída se encontre estável.

21 .Latch elemento básico que permite armazenar indefinidamente um bit de informação.

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