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Adolescentes alunos (4)

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25/10/2010

Aspectos conceituais
A adolescência compreende o período da vida que se estende dos 10 aos 19 anos. (OMS,1995)

ADOLESCÊNCIA

A adolescência deve ser encarada como uma fase crucial e bem definida do processo de crescimento e desenvolvimento.

Transformações dos aspectos físicos, psíquicos e sociais do ser humano.

NUTRIÇÃO NORMAL IV

Aspectos conceituais
O início da adolescência coincide com o início da puberdade
Puberdade Família e sociedade Caracterizada pelas modificações biológicas e somáticas. Enfoque clínico epidemiológico e social Condição biopsicossocial Promoção da saúde e prevenção de doenças

SAÚDE INTEGRAL DO ADOLESCENTE

Equipe

Telarca

♂ Gonadarca

interdisciplinar

1

25/10/2010

Aspectos conceituais

Fatores que Regulam o Crescimento e Desenvolvimento na Adolescência
GENÉTICOS

Garantir a saúde do adolescente
CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO

AMBIENTAIS

Características e particularidades dessa faixa etária

Crescimento e desenvolvimento
NUTRICIONAIS VARIAÇÕES NEUROENDÓCRINAS

Fatores que Regulam o Crescimento e Desenvolvimento na Adolescência
 O hipotálamo funciona como um centro integrador de mensagem, controlando a secreção dos hormônios hipofisários ao metabolismo geral e ao crescimento: GH (Hormônio do crescimento) TSH (Tireotrofina) ACTH (Corticotrofina) Gonadotrofinas (FSH – Horm. Folículo estimulante; LH – Horm. Luteinizante)  A atividade harmônica de todas as glândulas do organismo possibilita ao adolescente explorar seu potencial genético de crescimento e desenvolvimento.

HORMÔNIO DO CRESCIMENTO
É um dos principais responsáveis pelo crescimento linear. Pico de produção coincide com o PV em estatura. Ritmo de secreção circadiano: liberação a cada 3 a 4 horas, sendo maior durante o sono. É tipicamente anabolizante: Efeitos diretos → Papel metabólico: Diminui a taxa de captação de CHO e sua utilização de CHO pelos tecidos (Hiperglicemiante);

Melhora a mobilização de lipídios dos depósitos de tecido adiposo e a utilização da gordura para satisfazer as necessidades energéticas (Lipolítico).

2

25/10/2010

TIREOTROFINA
 TRH (Hm. Liberador de tireotrofina) ativa fisiologicamente as

CORTICOTROFINA (ACTH)
 Pico máximo 6 a 8 horas da manhã;

células hipofisárias tireotróficas, aumentando a concentração plasmática de TSH (Tireotrofina), que por sua vez, ativa a glândula tireóide a produzir Triiodotironina (T3) e Tiroxina (T4).
 T3 e T4 possuem importante papel desenvolvimento normal do adolescente.

Síntese de hormônios gonadais; Aumento da lipólise no tec. adiposo e captação de glicose e aminoácidos no músculo;

no

crescimento

e Regula a secreção de glicocorticóides e gonadotrofinas (FSH, LH);

Regula a função supra-renal e a síntese de hms. Gonadais (estrógeno e progesterona), responsáveis pelo crescimento puberal.

GONADOTROFINAS (FSH, LH)
 MASCULINO:

GÔNADAS
Esteróides Sexuais Testosterona
 Age sobre os caracteres sexuais (pelos pubianos e pênis)  Produz crescimento hiperplásico do tec. Muscular e ósseo  Acelera a maturação esquelética (retenção alargamento dos ombros em ♂  Estimula a eritropoiese  Engrossamento das pregas vocais de N2) e

Aumento do tamanho testicular proliferação de células intersticias que ocasionam a elevação dos níveis séricos de testosterona crescimento de pelos pubianos, desenvolvimento peniano, aparecimento de pelos axilares e faciais, o surto da velocidade do crescimento e o aparecimento de acne;
FEMININO:  Com o amadurecimento hipotalâmico,os níveis até então produzidos

de estrógenos e progesterona não mais conseguem realizar o bloqueio da liberação de gonadotrofinas, ocorrendo uma liberação de LH e FSH pela hipófise, que atuarão sobre o ovário, ciclicamente, iniciando a produção hormonal responsável pelas transformações puberais na menina.

3

 Promove acúmulo de gordura em meninas.  Acelera o crescimento lateral da pélvis e crescimento linear em menor intensidade. especificamente nos quadris. 4 . 0.1% no esqueleto. seios e porções mediais da panturrilha. nádegas. •Fósforo –– ligado ao Ca na matriz (hidroxiapatita) •Vitamina D Relacionada aos hms.5% tecidos moles e 0. acúmulo de tecidos moles e mineralização da cartilagem e crescimento ósseo.25/10/2010 GÔNADAS Esteróides Sexuais Estrógenos e Progesterona  Promove retenção de nitrogênio. Esteróides Absorção intestinal Ca e P Balanço positivo de Ca ►aquisição e manutenção da MO Inibe a síntese de PTH  Fumo  > incidência de osteoporose. Fatores que interferem no crescimento ósseo Genéticos Racial Nutricionais Hormonais Massa Óssea Estilo de vida Sexuais Antropométricos Fatores que interferem no crescimento ósseo Estilo de vida  Atividade física –– favorece à densidade mineral óssea Fatores que interferem no crescimento ósseo Nutricionais Deficiência de energia e proteínas ↓síntese de IGF I  Excesso –– inibe crescimento (?)  Álcool excessivo: > fraturas Inibe a proliferação e a função dos osteoblastos e causa alterações na secreção hormonal  osteopenia alcoólica Desnutrição ►↓atividade de osteoblastos e ↑osteoclastos •Ca –– 99.4% líquido extracelular.

Período crítico do crescimento e desenvolvimento  Modificações na composição corporal. ação da insulina e hormônio do timo. • Zn.participa da absorção normal de cálcio por meio da transferência de Ca das células da mucosa para a membrana basolateral.penetra nos cristais de hidroxiapatita no osso e aumenta a rigidez óssea. Importante para a síntese protéica. CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Características Biológicas: CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA A puberdade apresenta como principais componentes: Estirão de Crescimento pôndero –estatural. supra-renal e testículos. predominante no sexo masculino.  Desenvolvimento do sistema cardiorespiratório. órgãos e expansão do volume sanguíneo. D em sua forma ativa. tecido adiposo. Cu e Mg –– co-fatores de enzimas Cobre é um co-fator da lisiloxidase Fatores que interferem no crescimento ósseo Nutricionais • Zn – Fosfatase alcalina necessita de zinco para a sua atividade. 5 . massa muscular. resultando no desenvolvimento esquelético e muscular e modificação na quantidade e distribuição de gordura. Alterações no corpo relacionadas à maturação Puberdade 50% do peso corporal. metabolismo da somatomedina. tireóide.  Desenvolvimento do aparelho reprodutor.25/10/2010 Fatores que interferem no crescimento ósseo Nutricionais • Vitamina K –– co-fator na síntese de osteocalcina • Vitamina C –– ativa a lisiloxidase(colágeno) • Flúor . replicação de ácidos nucléicos. que é dependente de ATPase Co-enzima-A. Calcidiol1-hidrolase depende de Mg para transformar a vit. com resultante desenvolvimento de força e resistência. •Mg . 15% a 25% da altura e mais de 50% da massa óssea ↑Esqueleto.

Coincide com o início da puberdade Inicia no meio da puberdade Estágio 3 / 4 Ganho médio de altura durante a puberdade: 22%  O ganho mais importante de massa óssea acontece durante a puberdade.25/10/2010 ESTIRÃO CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA MASCULINO FEMININO  O estirão do peso ocorre logo após o estirão em altura e prolonga-se por alguns meses após o término do crescimento em altura.  A velocidade de ganho de gordura torna-se menor assim que o crescimento do esqueleto e do músculo começa a acelerar. quando as concentrações de hormônios do crescimento e hormônios sexuais aumentam. muscular e modificação na quantidade e distribuição de gordura: Desenvolvimento esquelético: Estirão dos membros Tronco Peso Meninos –Velocidade máxima de ganho ponderal Coincide com o PVC Aumento do diâmetro biacromial (ombros) 6 .  Sequência do pico de velocidade dos diferentes tecidos: Ganho médio de altura durante a puberdade: 19% A máxima velocidade de altura atingida é referida como pico do estirão Estatura Massa magra As mudanças no peso durante a puberdade são consideravelmente maiores do que as de estatura Ganho de peso Ganho de gordura e do IMC CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Crescimento pôndero –estatura: Estatura Fase de crescimento estável Fase de aceleração de crescimento PVC Fase de desaceleração de crescimento CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Peso Meninas –Velocidade máxima de ganho ponderal 6 meses após o PVC Desenvolvimento esquelético.

M2: presença do broto mamário e pequena saliência pela elevação da mama e papila. 7 . M3: maior aumento da mama e aréola M4: projeção da aréola e da papila M5: mamas com aspecto de adultos Crescimento e desenvolvimento de pêlos pubianos e mamas Crescimento e desenvolvimento de pêlos genitais. adiposo Menarca e gonadarca Critérios de Tanner M1: mamas infantis com elevação somente das papilas. pênis e volume testicular. Após o PVC aumenta o acúmulo tec.25/10/2010 CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Desenvolvimento muscular: Meninos: paralelamente ao PVC Meninas: Alguns meses depois do PVC CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Desenvolvimento do sistema Cardiorrespiratório: Desenvolvimento dos órgãos. Desenvolvimento esquelético: Aumento do diâmetro bilíaco (cintura pélvica) Desenvolvimento do sistema reprodutor: Desenvolvimento da mama Aparecimento de pêlos pubianos e axilares Aumento do volume testicular (homens) Desenvolvimento das genitálias Desenvolvimento do tecido adiposo: Após os 8 anos -Acúmulo de tecido adiposo até o estirão desaceleração (mais intensa nos meninos). Regulação da pressão arterial.

P2: crescimento esparso de pêlos. duração e Intensidade da aceleração do crescimento variam de indivíduo para indivíduo:  ↓ Quantidade de gordura para os estímulos hormonais  atraso no processo pubertário. distribuindo-se na região pubiana. P5: pêlos do tipo de quantidade iguais aos dos adultos. escroto e pênis infantis. G5: genitais adultos em tamanho e forma. P3: pêlos mais escuros e mais espessos.25/10/2010 G1: testículos. associado ao escroto e testículos. Início. G2: aumento do escroto e dos testículos.  Adolescente com excesso de gordura  início precoce da puberdade. 8 . CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA P1: não há pêlos pubianos. P4: pêlos do tipo adulto mas com área de distribuição menor do que nos adultos. G3: aumento do pênis (comprimento). G4: aumento do pênis (diâmetro) e desenvolvimento da glande.

deficiência de ferro.25/10/2010 CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Características Psicossociais:  Desequilíbrio e instabilidade na busca da sua própria identidade 3 lutos 1)luto pela perda do corpo infantil 2)luto pela perda dos pais da infância 3)luto pela perda da identidade e do papel infantil CARACTERÍSTICA DA ADOLESCÊNCIA Características Nutricionais: Necessidades nutricionais aumentadas Omissão de refeições. Preferência por lanches com altos teores de gordura A escolha alimentar é determinada pela preocupação com a imagem corporal Imagem corporal distorcida. 9 . Carboidrato. Distúrbios alimentares Fatores de Influência sobre o comportamento alimentar Família. zinco. folato. cálcio. desejos. vitamina A. Medos e alterações no caráter. DEP. Imagem corporal distorcida. Minerais e Vitaminas Preferências alimentares Valores culturais Condições socioeconômicas Modismo –dietas alternativas Meios de comunicação e propaganda Acesso à educação e às informações de saúde Rápido crescimento Aumento da massa magra Aumento da taxa metabólica Necessidades nutricionais inadequadas Locais e tipos de refeições Crescimento físico. escola e grupo social Aspectos psicológicos Fatores de Risco Nutricional Incremento das necessidades nutricionais ↑Energia. etc. iodo. motivações. Proteína. Lipídeos.

25/10/2010 Sucesso da Orientações Dietéticas As orientações devem ser estimuladoras da conscientização e não uma imposição. • Necessidade de ouvir. Escolhas saudáveis ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NA ADOLESCÊNCIA Saúde ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NA ADOLESCÊNCIA ABORDAGEM • Necessidade da participação ativa • Confiança e aceitação da relação com o profissional. orientar e envolver os pais no atendimento • Individualizar o atendimento • Características do grupo etário ANAMNESE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL METAS CONDUTA 10 .

• Dieta variada  Mantém o balanço energético  Obtém os nutrientes indispensáveis ao crescimento e desenvolvimento esperados.25/10/2010 PRESCRIÇÃO DIETÉTICA Objetivos NUTRICIONAIS • • Preservar a saúde do paciente Favorecer e manter o crescimento e desenvolvimento adequados • Prevenir as DCNTs • A ingestão dietética do adolescente deve garantir: – Manutenção das funções vitais – Mudanças rápidas do crescimento físico – Maturação sexual – Grau variado de atividade física – Prevenção de deficiências e excessos nutricionais PRESCRIÇÃO DIETÉTICA • • PRESCRIÇÃO DIETÉTICA As necessidades nutricionais são influenciadas pelos eventos normais da puberdade e pelo estirão de crescimento momentâneo. O balanço energético reflete o equilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia. 11 . levando-se em consideração as circunstâncias fisiológicas particulares.

6 e < 1.900 kcal/dia Homens 70 kcal/kgP 55 kcal/kg P 45 kcal/kg P 40 kcal/kg P 5.5 – (61. O peso foi o melhor preditor correlacionado com o Total Energy Expenditure – TEE (Gasto de Energia Total) 2TEE é baseado no sexo.18 19 .60 1.9 (ativo) AF = 1.65 Intensa 2.76 1.16 se PAL for estimado entre > 1.200 kcal/dia 2. 2002 EER = 2TEE + Deposição de Energia Sexo masculino: EER = 88.62 1.63 1.56 se PAL for estimado entre > 1.7 x P + 903 x A )] + 25 (kcal para Deposição de Energia) Sexo feminino: EER = 135.25/10/2010 PRESCRIÇÃO DIETÉTICA National Research Council (NRC/1989) FAO/OMS/UNU (1985) 2) PRESCRIÇÃO DIETÉTICA FAO/OMS/ONU.4 kcal/cm FEMININO PRESCRIÇÃO DIETÉTICA Cálculo do VET  FATOR ATIVIDADE 1 PRESCRIÇÃO DIETÉTICA 4) National Research Council/NAS/FNB. na altura e na atividade física.27 1.14 15 .58 1.5 x P + 499 12.10 11 .56 Feminino 1.200 kcal/dia Mulheres 70 kcal/kg P 47 kcal/kg P 40 kcal/kg P 38 kcal/kg P 15.10 1.0 se PAL for estimado entre > 1.31 se PAL for estimado entre > 1.69 1. 12 .2 kcal/cm 14.2 kcal/cm 15.18 19 .5 kcal/cm 13.24 2.10 11 .6 (P.80 1.9 AF = 1.8 x I) + [AF x (10.53 1.18 8 .500 kcal/dia 3.7 x P + 496 IDADE (anos) 07 .3 – (30.52 Moderada 1.55 1.9 x I) + [AF x (26.2 x P + 746 14.60 1.73 1.)** AF = 1.26 se PAL for estimado entre > 1.18 18 – 30 03 .13 se PAL for estimado entre > 1.65 1.0 kcal/cm 16.000 kcal/dia 2.4 kcal/cm SEXO MASCULINO IDADE (anos) 03 .000 kcal/dia 2.5 (muito 1 Estimated Energy Requirement -EER (Necessidade de Energia Estimada) foi derivada de equações de regressão baseadas em dados de água dupla marcada.4 AF = 1.9 e < 2.A. sendo este valor utilizado para determinar o TEE.)* AF = 1.PAL) é usado para descrever e quantificar os hábitos de atividade física de um indivíduo.80 Sexo Feminino AF = 1.27 Masculino 1. 3 O Nível de Atividade Física (Physical Activity Level .60 RR # 1.54 1.000 kcal/dia 2.10 10 .4 e < 1.0 se PAL for estimado entre > 1.6 AF = 1.0 e < 1.30 TMB 22.4 (seden.57 1.40 1.40 Leve 1.0 e < 1.5 x P + 651 15.6 e < 1. na idade.42 se PAL for estimado entre > 1.0 x P + 934 x A)] + 25 (kcal para Deposição de Energia) Coeficiente de Atividade Física (AF) para crianças de 3 a 18 anos de idade: Sexo Masculino AF = 1.24 2.7 x P + 495 17. no peso.0 kcal/cm 13.3 x P + 679 22. 1985 VET = TMB x fator atividade IDADE (anos) 07 .4 e < 1.14 15 . As categorias do PAL fornecem o Coeficiente de Atividade Física (AF).9 kcal/cm 17.9 e < 2.200 kcal/dia 2.5 ativo) 3 Idade (anos) 10 11 12 13 14 15 16 17  18 anos Sexo Masc Fem Repouso absoluto* 1.10 10 .65 1.67 1.

2002 . 1998.400 kcal. Giovannini et al. 1998.500 kcal) Sexo masculino acompanha o estirão ( 3. Jacobson et al.RDA = 130 g/dia AMDR = 45% a 65% de energia Açúcar adicionado às preparações: máximo de 25% da energia total. 1993. 55. 13 .60% do VET ( Lifshitz et al. Ballabriga & Carrascosa. Carboidratos NAS/FNB.25/10/2010 Características Químicas ENERGIA Deficiência de energia e proteínas  interfere no crescimento linear). 2000). até 16 anos) Carboidratos Normoglicídica Principal fonte de energia para o crescimento e desenvolvimento dos adolescentes. Calorias Normocalórica sexo desenvolvimento puberal idade superfície corporal atividade física Consumo máximo de calorias menarca (  12 anos e 2.

2* 1.DRI PROTEÍNAS Estágio de vida Homens 9-13 a 14-18 a 19-30 a Mulheres 9-13 a 14-18 a 19-30 a Carboidrato (g/dia) 130 130 130 Fibra Total (g/dia) 31* 38* 38* -6 (g/dia) 12* 16* 17* -3 (g/dia) 1. 1991 citado por Krause & Mahan. 1990) •15 a 20% do VET (National Cholesterol Education Program.nap. Jacobson et al. 1998) Sem adequada ingestão calórica. 130 130 130 26* 26* 25* 10* 11* 12* 1. •12 a 15% do VET (citado por Costa & Souza..35 % PAVB (Vannucchi et al. 1998) •12% e 14% (Giovannini et al.edu PROTEÍNAS O pico de consumo de proteína coincide com o pico de consumo de energia. Formação dos componentes para o desenvolvimento das características sexuais. 1998. 2000) 14 .25/10/2010 CARBOIDRATOS Normoproteíca Ingestão Dietética de Referência . 11 a 14 anos para MENINA 15 a 18 anos para MENINO RECOMENDAÇÕES PROTEÍNAS • 10 a 15 % do VET  30 .1* AI valores com * e RDA valores sem * Fonte: www.1* 1.6* 1.0* 1.  Aumento da massa muscular.6* Manutenção adicional necessária para:  Crescimento  Formação de novos tecidos. a proteína é utilizada na gliconeogênese.

1 .00 Crianças Masculino Feminino º Leite ou ovos.16 16.95 0.1 12.98 1.00 0.75 * Também pode ser utilizado o recomendado para adulto: 0.35 1.86 0.75 0.18 > 18.00 1.87 0. Os dados para crianças menores de 6 meses são aplicados para aquelas cuja proteína da alimentação não seja proveniente exclusivamente do leite materno.90 0. ² Proteína com digestibilidade verdadeira de 80% a 85% e qualidade aminoacídica de 90% em relação ao leite ou ovo.18 > 18.1 . ¹ Calculada com base nas recomendações da FAO/OMS/UNU.33 58 Mulheres g/cm g/dia 0.20 1.35 1.14 15 .1 .98 0.1 .90 0.30 1. 1985 ¹ Leite ou ovos.30 1.1 .94 0.00 0.90 0.92 0.14 14. FAO/OMS 1985 Sexo Idade (anos) Manutenção (mg de N/kg/dia) Crescimento (mg de N/kg/dia) Total + 2Dp (gPtn/kg/dia) Qtde Adequada Recomendações diárias Vannucchi et al (1990) Sexo Idade 05.00 1.83 0.97 0.27 44 0. ² Proteína com digestibilidade verdadeira de 80% a 85% e qualidade aminoacídica de 90% em relação ao leite ou ovo.96 0.80 0.75 110 109 108 107 106 105 104 103 000 19 17 15 13 09 07 02 00 00 129 126 123 120 115 112 106 103 000 161 157 154 150 144 140 132 129 000 1.95 0. segundo Fem 10 11 12 13 14 15 16 17 > 18 P Alimentação Mista g/kg/ 1.28 46 FAO/OMS 1985 Sexo Idade anos) Manutenção (mg de N/kg/dia) Crescimento (mg de N/kg/dia) Total + 2Dp (gPtn/kg/dia) Qtde Adequada Masc 10 11 12 13 14 15 16 17 > 18 110 109 108 107 106 105 104 103 000 17 17 21 17 17 13 11 07 00 127 126 129 124 123 118 115 110 000 159 157 161 155 154 147 144 137 000 0.1 .29 45 0. Os dados para crianças menores de 6 meses são aplicados para aquelas cuja proteína da alimentação não seja proveniente exclusivamente do leite materno.90 0.18 19 – 24* Homens g/cm g/dia 0.1 PBQ g/kg/dia 1.0 g/kgP ¹ Leite ou ovos.8 a 1.34 59 0.12 12.14 14.80 0.00 0.99 0. 15 .20 1.75 de proteínas.21 28 0.25/10/2010 PROTEÍNA National Research Council (NRC/1989) Idade (anos) 07 – 10 11 .29 46 0.10 1.96 0.1 .16 16. ² Proteína com digestibilidade verdadeira de 80% a 85% e qualidade aminoacídica de 90% em relação ao leite ou ovo.21 28 0. Os dados para crianças menores de 6 meses são aplicados para aquelas cuja proteína da alimentação não seja proveniente exclusivamente do leite materno.

76 0. EAR (g/kgPC/d) RDA (g/kgPC/d) NAS/FNB.1.12g/d M: 3.1g/d e 6.66 Masculino 0. Jacobson et al. veículo para as vitaminas lipossolúveis  fontes de ácidos graxos essenciais para o crescimento e desenvolvimento normais.17g/d Razão 6: 3 = 5:1 a 10:1 Se > 10:1 aumentar 3 16 .1. 1990 Lifshitz et al. >8% de AGM e 10% de GP. Masculino 0. LIPÍDIOS  Excesso pode ser responsável pela obesidade e aterosclerose. 2002 F: 3.80 9 a 13 anos 14 a 18 anos > 19 anos Para se garantir a quantidade necessária de aminoácidos essenciais.5 47 AI ou RDA de um indivíduo de referência (g/d) Masculino 34 52 56 Feminino 34 46 46 Fornecimento de energia. 2000)  VANNUCCHI et al (1990): < 8% de AGS.66 Feminino 0.6g/d e 6. a proporção de proteína de alto valor biológico deve ser de dois terços do total recomendado. LIPIDIOS  FAO/OMS 1996 20% a 30% do VET (Vannucchi et al. Giovannini et al.85 0.71 0. NAS/FNB: AMDR 25 a 35% (4 a 18 anos) Razão 6: 3 = 5:1 a 10:1  NRC/NAS/FNB. 2002 (DRIs) Estágio de Vida EAR de um indivíduo de referência g/d Masc Fem 27 38 38 27 44.95 0.25/10/2010 Proteínas LIPÍDIOS Normolipídica.80 Feminino 0. 1998.95 0.73 0. 1993.76 0.85 0.

edu MINERAIS Os adolescentes incorporam o dobro da quantidade de cálcio. 2 Uma ingestão máxima de 25% de energia de açúcar adicionado é sugerida. Fatty Acids.30 45 – 65 10 .10 Crianças.65 5 . Fat. 17 . Cálcio: MINERAIS Cobrir as necessidade de crescimento do esqueleto  atingir Massa óssea adequada  prevenir osteoporose Manutenção da integridade celular. Fiber. 1-3 anos 30 – 40 5 .6 – 1.10 Adultos 20 – 35 5 – 10 Não podem ultrapassar a 300mg/dia. zinco e magnésio em seu organismo durante os anos de estirão do que em outras épocas. and Amino Acids (2002). Cholesterol.2 0. ferro. FONTE: Dietary Reference Intakes for Energy.25/10/2010 LIPIDIOS  Intervalo Aceitável de Distribuição de Macronutrientes (AMDR) Intervalo (% de energia) Colesterol Macronutrientes Gorduras Crianças.2 0. coagulação do sangue. Carbohydrate. -3 ou -6.35 10% do total podem ser de ácidos graxos de cadeia longa.nap.65 10 . -6 ácido graxo poliinsaturado (ácido linoléico)1 -3 ácido graxo poliinsaturado (ácido linolênico)1 Carboidrato2 Proteína 1 Aproximadamente 0. Este nível de ingestão máxima foi baseado para garantir a ingestão suficiente de micronutrientes essenciais que não estão presentes nesses alimentos e bebidas que contêm açúcar adicionado. contratilidade muscular e ativação de processos enzimáticos. Protein.6 – 1. VANNUCCHI et al (1990) recomenda 100mg/1000kcal.6 – 1.35 5 .2 45 . Este relatório pode ser acessado em www.20 45 . 4-18 anos 25 .

MINERAIS Cálcio: •Cafeína e o excesso de Na aumentam excreção urinária de Ca.  1g Ptn – perda de 1mg de Ca urinário ???  Aumento no consumo de refrigerantes – Ácido fosfórico prejudica absorção óssea.  Ingerem 20% menos de Ca do que aqueles que não consomem refrigerante. abóbora. chocolate.300mg/dia 19 a 30 anos: 1. 2002: H e M – 9 – 18 anos: 1300mg MINERAIS Cálcio:  Meninas apresentam mais inadequação  Excesso de proteína  mobilização do cálcio do osso. tomate.200 a 1. beterraba. chá. feijão verde.25/10/2010 MINERAIS Cálcio: NRC/NAS/FNB.500mg/dia (11 a 24 anos) DRI. 1998: 9 a 18 anos: 1. 1994  1.000mg/dia National Institute of Health Consensus Conference.5 ml de café MINERAIS Cálcio: Ácido oxálico (espinafre. etc)  quelam o Ca  a excreção fecal 18 . •A excreção urinária de Ca aumenta  26mg para cada grama de NaCl. batata doce. •300 a 400 mg/dia de cafeína aumenta a excreção urinária de Ca em 10mg – redução da absorção renal e perda intestinal •Café Expresso (2 xícaras) 250 a 330 mg •Sugestão – aumentar a ingestão de Ca 40mg para cada porção de 177. quiabo. aipo. berinjela.

5mg/dia) MINERAIS Ferro: Ingestão de Ferro MINERAIS Ferro: Dallman (1989) Síntese de Hb e MIOGLOBINA + Aumento das necessidades Masculino . mas a menstruação inicia  6 meses a 1 ano após o PVC 19 .5mg/d Sexo F perdas menstruais  Fe absorvido 1. Sexual crescimento e necessidade de ferro diminuição do Sua deficiência está associada crescimento e da anemia.existe claro aumento nas necessidades de ferro em  10 a 15mg/d Depois do PVC e Mat.25/10/2010 MINERAIS Ferro: Ferro: MINERAIS Sexo M Importante para a expansão da massa muscular. à deficiência do Feminino o PVC não é tão grande. aumento do volume sangüíneo.4mg de ferro/dia). elevação dos níveis de Hb perdas menstruais (1.3 mg/dia (pico: 1. Expansão MM e Vol Sang ( céls vermelhas 33% pico)  Fe absorvido 1mg/d a 2.

1 mg/dia.9 mg/dia 13. • 20 . 2001) • Garotas de 9 a 13 anos  menarca antes dos 14 anos  consumir adicional de 2. • Uso do contraceptivo oral  EAR = 6.5mg/dia) • Garotas de 14 a 18 anos  não iniciaram a menarca  ingestão de ferro de 12. supra-renal e testículos.8 vezes maior para vegetarianos  ↓ biodisponibilidade MINERAIS MINERAIS Zinco: • Essencial para a regeneração do esqueleto e músculos e para o crescimento e maturação sexual. tireóide.5 mg/dia). aminoácidos e proteína da carne. proteína do ovo Melhoram: Ácido ascórbico.5 mg/dia (15 – 2.25/10/2010 MINERAIS Ferro: Ferro: MINERAIS RDA (NRC/NAS/FNB.4 mg/dia.1 mg/dia 16. fibra alimentar. proteína de soja.9 mg/dia • Meninas  aumento de 1.5 mg/dia (10.5 =12. Total da ingestão recomendada: IDADE QUANTIDADE RECOMENDADA 09 – 13 anos 14 – 18 anos ♂ 10.9 mg/dia e RDA = 11. fosfatos. • Metabolismo da somatomedina. • Síntese protéica. polifenóis. Adolescente no estirão de crescimento: • Meninos  aumento de 2. da insulina. desenvolvimento das gônodas e em sistemas enzimáticos. Ferro: Fatores que afetam a absorção de ferro • Inibem: cálcio.1 mg/dia O requerimento de ferro é 1. oxalatos. ácidos orgânicos.9 mg/dia ♀ 9. atividades do ácido nucleícos.

Deficiência  retardo do crescimento e atraso puberal RDA = 09 a 13 anos: 08mg/d 14 a 18 anos: 09mg/d (F) e 11mg/d (M) 19 a 30 anos: 08mg/d (F) e 11mg/d (M) O requerimento pode ser até 50% maior em vegetarianos. 2001: biodisponibilidade NRC/NAS/FNB. moderada e alta Os níveis séricos de Zn diminuem em resposta ao rápido crescimento e mudanças hormonais da puberdade. síntese de ácidos nucléicos e ptn. principalmente nas dietas restritivas. 2001: Baixa. D em sua forma ativa. > parte está no osso. Que é dependente de ATPase Ca-A Enzima calcidiol 1-hidrolase depende de Mg para transformar a vit. Cobre e Zinco Os adolescentes incorporam o dobro da quantidade de magnésio em seus organismos durante o estirão. envolvidos na síntese de vários constituintes da matriz óssea. Participa da absorção normal de cálcio por meio da transferência de Ca das células da mucosa para a membrana basolateral Co-fatores metálicos de enzimas. e este mineral juntamente com o zinco e o cobre atuam Magnésio MINERAIS Manutenção imunológica. 21 .25/10/2010 MINERAIS Zinco: Zinco: MINERAIS Retenção Corporal de Zn   Massa Magra FAO/OMS. produção de energia celular. MINERAIS Magnésio.

2004)  2.5 g/d para ambos os sexos AI (NRC.7 g/d ↑ Absorção de sódio 22 . 2001 (AI): 09 a 13 anos: 2mg/d 14 a 18 anos: 3mg/d 19 a 30 anos: 4mg/d (♂) e 3mg/d (♀) MINERAIS Sódio:  Ca e Na compartilham do mesmo sistema de transporte no túbulo renal proximal: Excesso de Sódio ↑ excreção de sódio urinário ↑ excreção de cálcio urinário MINERAIS Sódio AI (NRC.9 mg/d 14 a 18 anos: ♂ 2.2 mg/d 19 a 30 anos: ♂ 2.3 g/d Potássio: 9 – 13 anos: 4. 2001: 9 a 18 anos: 1.25/10/2010 MINERAIS Magnésio NRC.6mg/d ♀ 1.3 mg/d ♀ 1. NRC/NAS/FNB. 2004)  1.8mg/d Flúor: Prevenção de cárie dentária. aumenta a rigidez do mineral ósseo NRC/NAS/FNB. 2001 09 a 13 anos: 700g/d 14 a 18 anos: 890  g/d 19 a 30 anos: 900  g/d Fósforo: Crescimento ósseo adequado.250mg/dia MINERAIS Manganês  Biossíntese de mucopolissacarídeos na formação da matriz NRC/NAS/FNB.5 g/d 14 a 18 anos e > 19 anos: 4. 2001  RDA = 09 a 13 anos: 240mg/d 14 a 18 anos: 410mg/d (M) e 360mg/d (F) 19 a 30 anos: 400mg/d (M) e 310mg/d (F) Cobre: NRC.6mg/d ♀ 1. 2001 (AI): 09 a 13 anos: ♂ 1.

K:  Sínteses de fatores de coagulação e de osteocalcina ( proteína da matriz óssea necessária para o depósito de cálcio nesta matriz). 2001: 09 a 30anos ♂ e ♀ : 5g/dia VITAMINAS VIT. VITAMINA A • Deficiência grave desta vitamina é associado com esterilidade e amenorréia. VITAMINAS VIT. Manutenção da homeostase normal do Ca e P e mineralização óssea.  Necessidades na adolescência (extrapoladas das necessidades dos adultos). • Relação com crescimento e maturação sexual. NRC/NAS/FNB. •Deficiência moderada pode afetar o crescimento fetal. 2001: NRC/NAS/FNB.25/10/2010 VITAMINAS  Durante o anabolismo e produção energética na adolescência. NRCNAS/FNB. E:  Protege as membranas celulares de deterioração pela peroxidação dos lipídios  Mantém propriedades estruturais e funcionais das novas células formadas durante o crescimento. 2000: 9 a 13 anos: 11mg/dia 14 a 19 anos: 15mg/dia 9 a 13 anos: 60g/dia 14 a 18 anos: 75g/dia > 19 anos: 120 g/d (M) e 90 g/d (F) 23 . 2001: 09 a 13 anos: 600g/dia 14 a 19 anos: 900 g/dia (M) e 700 g/d (F) VITAMINAS VITAMINA D: Essencial para o rápido crescimento esquelético. NRC/NAS/FNB.

na formação e manutenção do colágeno. na formação e manutenção da matriz óssea e da dentina.25/10/2010 VITAMINAS VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS VITAMINA C: Participa do metabolismo intermediário.1mg/d (F) Maior demanda de energia  maior quantidade dessas vitaminas  são requeridas p/ liberar energia dos carboidratos.0mg/d (F) 19 a 30 anos: 1. mas a ingestão dietética desta vitamina pode ser baixa entre aqueles que habitualmente evitam frutas e vegetais.9mg/d 14 a 18 anos: 1.3mg/d (M) e 1.formação hemácias 24 . niacina e metabolismo energético tiamina: envolvidas no VITAMINAS NRC/NAS/FNB. Favorece a absorção do ferro não-heme VITAMINA C: VITAMINAS VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS Há poucos estudos do baixo nível sérico de Vitamina C nos adolescentes. os que fumam e os de nível socioeconômico baixo.1mg/d (F) Niacina  09 a 13 anos: 12mg/d 14 a 30 anos: 16mg/d (M) e 14mg/d (F) Tiamina  09 a 13 anos: 0.2mg/d (M) e 1.0mg/d (F) 19 a 30 anos: 1. 2000: 9 a 13 anos: 45mg/dia 14 a 18 anos: 75mg/dia (M) e 65mg/d (F) 19 a 30 anos: 90mg/d (M) e 75mg/d (F) VITAMINAS Vit complexo B: Não são armazenadas no organismo em quantidades apreciáveis. 2001 Riboflavina  09 a 13 anos: 0.3mg/d (M) e 1. NRC. VITAMINA B1 .2mg/d (M) e 1. O suprimento diário é desejável para evitar depleção e a interrupção das funções fisiológicas normais.9mg/d 14 a 18 anos: 1. Riboflavina.

 Participa da composição de todos os líquidos e células orgânicas.25/10/2010 VITAMINAS Folato e B12 : síntese de tecidos   necessidades de ácido fólico e a vitamina B12 • Síntese de DNA e RNA rápido crescimento celular e particularmente o pico de crescimento. NRC/NAS/FNB.3 mg/d (M) e 1.  Hidratação  Ritmo intestinal normal 25 .3 mg/d LÍQUIDOS  Água metabólica + água dos líquidos da dieta + água pura.2 mg/d (F) 19 a 30 anos: 1. de vários processos bioquímicos para o metabolismo.0 mg/d 4 a 18 anos: 1.8g/d 14 a 30 anos: 2. Folato: adolescentes pós menarca  defeito no tubo neural no feto VITAMINAS NRC/NAS/FNB. Suas necessidades estão relacionadas à ingestão protéica. 2001: 09 a 13 anos: 1.4g/d Recomenda-se a ingestão de 400µg de acido fólico diário de alimentos fortificados. 2001 Folato  09 a 13 anos: 300g/d 14 a 30 anos: 400g/d B12  09 a 13 anos: 1. • Crescimento e maturação das hemácias. suplemento ou ambos em adição ao folato dos alimentos de uma dieta variada VITAMINAS VITAMINA B6: Sistema enzimático associado ao metabolismo da proteína.

13 14.18 19.30 Mulheres 9.3 L/d 19 anos: 2.1 L/d 14 a 18 anos: 2.3 L/d 19 anos: 3.25/10/2010 LÍQUIDOS Recomendação: NRC/NAS/FNB. 2004 CONDIMENTOS • Variabilidade das preparações da dieta Sexo masculino 9 a 13 anos: 2.7 L/d Sexo feminino 9 a 13 anos: 2.18 19.13 14.4 L/d 14 a 18 anos: 3.30 Fibra Total (g/dia) AI 31 38 38 26 26 25 26 . CARACTERÍSTICA FÍSICO-QUÍMICA FIBRAS NRC/FBN.7 L/d • Aceitação da dieta • Palatabilidade CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Consistência: Fracionamento: NORMAL Temperatura: Volume: Adequado à fase de crescimento e desenvolvimento em que se encontra o adolescente. 2002 Estágio de vida Homens 9.

etc. especialmente quando o fitato também está presente na fonte de fibra natural. é difícil associar uma fonte específica de fibra com um determinado efeito adverso. 1995) Após 15 anos: Mesma recomendação p/ adulto: 20 – 30g/d. 2003). Portanto. produtos de padaria. Conclui-se que. Até 15 anos: Soma-se a idade da criança/adolescente + 5 (idade + 5) (Williams e cols. Apesar de ocasionais. 27 . ÁCIDOS GRAXOS TRANS  Consumo máximo: < 1% do VET epidemiológicos (WHO. uma alta ingestão de fibra alimentar não produzirá efeitos deletérios em indivíduos saudáveis. sorvetes. ÁCIDOS GRAXOS TRANS Originam-se dos AGI no processo de hidrogenação e biohidrogenação. ↓ HDL-C Compete com AGE.  Faltam estudos longitudinais consumo excessivo de trans na adolescência é um forte preditor de doenças crônicas na vida adulta. bolos. da ANVISA. aprova a obrigatoriedade da inclusão da quantidade de gordura trans nos rótulos dos alimentos. biscoitos. Devido à natureza volumosa de fibras. efeitos adversos gastrintestinais são observadas quando se consome algumas fibras isoladas ou sintéticas.25/10/2010 FIBRAS Essa recomendação é extrapolada da estimativa para adultos de 14g/1000kcal e está respaldada na prevenção de dça. excesso de consumo tende a ser auto-limitada. pastéis. Correlação positiva com AGT e cc plasmáticas de partículas pequenas e densas de LDL-C (aterogênicas). Sérios efeitos adversos crônicos não foram observados. com base em alguns estudos  Ex: produtos industrializados: margarinas duras..  Em 2006: Resolução RDC nº 360 de 2003. São AGNE e não trazem benefício conhecido à saúde humana. portanto. salgadinhos de pacote. FIBRAS DRI(2002): A fibra dietética pode ter composições variáveis e. como parte de uma dieta saudável. adequada p/ prevenção de DCNT. (Vitolo. um UL não foi definido para as fibras funcionais. podendo estar SUPERESTIMADA. batatas fritas.  Deve-se dar atenção ao consumo nas fases precoces da vida. Não existe AI ou RDA  falta de evidências p/ determinar quant. inibindo as enzimas envolvidas na síntese de AGP de cadeia longa. 6g de fibra solúvel. 2008). Cardiovascular.

04 5.10 0.22 0.44 1.13 1. PRIORIDADE AOS ALIMENTOS DA SAFRA. Frita (fast food1) B. 28 .07 0. ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS • Não deve ser rígida. COMENDO DIARIAMENTE PELO MENOS UM ALIMENTO DE CADA GRUPO ALIMENTAR TOMAR..86 • Fundamental discuti-la com o interessado • Lembrar a grande influência da mídia Chiara & cols.19 1.51 1. chocolate (fast food) Sundae cobert.81 2.8 4. EM AMBIENTE TRANQÜILO.69 Trans ___ 4. DIARIAMENTE. POR SEREM MAIS BARATOS E MAIS NUTRITIVOS.4 0.57 6. Frita (fast food2) S 16. creme) Sundae cobert.49 1.84 4.56 3.37 0.14 0.05 0.18 1. Frita (chips) B.71 0. PROCURE TER UMA ALIMENTAÇÃO BEM VARIADA. morango.76 4. 2003 Orientações dietéticas para adolescentes Orientações dietéticas para adolescentes  COMER SEM PRESSA.60 2.02 3.31 4.51 PI 3.43 4. MASTIGANDO  DAR BEM OS ALIMENTOS.9 2.  REALIZAR PELO MENOS TRÊS REFEIÇÕES AO DIA.14 1.98 3.25/10/2010 ÁCIDOS GRAXOS TRANS  Estratégias de orientação devem ser estabelecidas p/ ajudar pais e adolescentes a identificarem os alimentos potencialmente ricos em AGT.25 0.76 3.67 5.45 4.1 M 14.73 Sorvete (crocante e creme) Sorvete( choc. COM INTERVALOS DE PELO MENOS 03 HORAS..73 1. morango (fast food) Biscoito cream cracker Biscoito recheado (chocolate) Biscoito recheado (morando) 1. • Deve imprimir um caráter de flexibilidade AGT em gramas por 100g do alimento: Alimentos B.  PROCURAR MANTER O HORÁRIO PARA A REALIZAÇÃO DAS REFEIÇÕES.38 1.  A ALIMENTAÇÃO DEVE SER PREPARADA COM BASTANTE HIGIENE. BASTANTE ÁGUA ( CERCA DE 10 a 15 copos de 200ml).

ALGODÃO. CONTROLANDO ALIMENTOS E FAZENDO EXERCÍCIO FÍSICO. DAR PREFERÊNCIA A ALIMENTOS INTEGRAIS. CALDOS. CARNES. CANOLA. SAL E AÇÚCAR DEVEM SER UTILIZADOS EM QUANTIDADES MODERADAS.25/10/2010 Orientações dietéticas para adolescentes Orientações dietéticas para adolescentes  DAR PREFERÊNCIA A PEIXE E FRANGO. AS FRITURAS DEVEM SER EVITADAS. COMER DIARIAMENTE FRITURAS E VERDURAS FRESCAS. COMO MOLHOS. NÃO REUTILIZAR O ÓLEO DE FRITURAS. A FIM DE PRESERVAR SEU VALOR NUTRITIVO. EVITAR REFRIGERANTES E DOCES. Orientações dietéticas para adolescentes OS SUCOS DE FRUTAS DEVEM SER CONFECCIONADOS O MAIS PRÓXIMO DA HORA DE INGERI-LOS PARA PRESERVAR AS VITAMINAS. PARA EVITAR O EXCESSO DE COLESTEROL NO ORGANISMO. BISCOITO INTEGRAL. PARA GARANTIR A QUOTA DIÁRIA DAS VITAMINAS E MINERAIS QUE O ORGANISMO NECESSITA. GIRASOL. PORQUE PARA AUMENTAR A VIDA DE UM ALIMENTO HÁ NECESSIDADE DO USO DE ADITIVOS PARA CONSERVÁ-LOS. PREPARADOS SEM PELE E COM POUQUÍSSIMO ÓLEO. DIMINUIR O CONSUMO DE GORDURAS ANIMAIS. DIMINUIR O CONSUMO DE GORDURAS ANIMAIS ELAS ELEVAM O COLESTEROL. ENTRE OUTROS. AS FRUTAS DEVEM PREFERENCIALMENTE SER CONSUMIDAS NA FORMA IN NATURA. COMO ARROZ INTEGRAL. NA ESCOLHA DO ÓLEO DAR PREFERÊNCIA A SEGUINTE ORDEM: MILHO. PORQUE AJUDAM A PROMOVER O ENVELHECIMENTO PRECOCE DO ORGANISMO. MANTENHA O PESO. ESSES ADITIVOS QUANDO CONSUMIDOS EM GRANDES QUANTIDADES PROVOCAM DANOS A SAÚDE. PORQUE ALÉM DE ENGORDAR PROMOVEM O APARECIMENTO DE CELULITES. CASO NÃO O FAÇA DEVE-SE INTRODUZIR FARELO DE TRIGO OU DE AVEIA OU DE ARROZ NAS PREPARAÇÕES (2 COLHERES SOPA/DIA). Orientações dietéticas para adolescentes SE EXISTIR HISTÓRIAS FAMILIAR DE HIPERTENSÃO. A INGESTÃO DE 29 . COMECE CEDO A APRENDER A CONSUMIR POUCO SAL DE COZINHA E ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS RICOS EM SÓDIO. DAR PREFERENCIA AOS ALIMENTOS NATURAIS. MOSTARDA. ARROZ. PÃO INTEGRAL. OS OVOS E DERIVADOS DEVEM SER UTILIZADOS NO MÁXIMO DUAS VEZES POR SEMANA. SOJA.

Manole. O EXCESSO DE ÁLCOOL PREJUDICA A ABSORÇÃO DE VITAMINAS C E DO COMPLEXO B. EVITAR BEBIDAS ALCÓOLICAS. 2. FAO. 5.. Food energy – methods of analysis and conversion factors. Cap. São Paulo. FAO/OMS/UNU .: il. São Paulo. 2002. Vol 1. Série de informes técnicos. DRIs – Dietary Reference Intakes. Nutrição em Obstetrícia e Pediatria. leite enriquecido com ferro. 2003. jenipapo. Porto Alegre: Artmed. VITOLO. 9ª ed. 221 p. FAO Food and Nutrition Paper No. Diet. 2008. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. Nutrición en la infancia y adolescencia. Adolescência Aspectos Clínicos e Psicossociais. Saundes e Lacerda. Cap. n. Alimentos. Genebra. 724. M. Referências ACCIOLY. Fundamentos básicos da nutrição.464p. Editora Cultura Médica. D. SOUZA RP. Uso e Aplicações das “Dietary Reference Intakes”. Rio de Janeiro. & MAHAN. Nutrição e Dietética em Clínica Pediátrica. SHILS et al . M. Elizabeth. KRAUSE. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. 10. acerola. 11.25/10/2010 Orientações dietéticas para adolescentes NÃO REALIZE ATIVIDADE FÍSICA EM JEJUM. BALLABRIGA &CARRASCOSA.11. Vol. A e BRASIL. D. 13. 4. Ed. 1998. 2002. LOPEZ. 2002. Nutrição e Dietoterapia.14 e19.12. Ginebra. 3. EXCESSO DE ÁLCOOL PROVOCA SÉRIOS DANOS A SAÚDE. de Aquino. Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 1985. 77. PORQUE PODE PROMOVER HIPOGLICEMIA. 9. Rio de Janeiro: Ed. entre outras. Atheneu 2004. araçá. 368p. L. V.. L. Rome. COSTA MC. 2008 WAITZBERG. Ed. FAO/OMS/UNU. 12. 6. Nutrition and the Prevention of chronic Diseases. caju. T.Organizacion de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion/ Organización Mundial de la Salud –. Nutrição Oral. 1995. Roca. L. 3ª ed. A. AS MULHERES DURANTE A MENSTRUAÇÃO DEVEM AUMENTAR O CONSUMO DE ALIMENTOS FONTE DE FERRO E FONTE DE VITAMINA C Ex. F. K. S. WHO/FAO. National Research Council (NRC). Fonte de vitamina C -frutas cítricas. Buenos Aires. PHILIPPI. Pirâmide dos Alimentos. goiaba. biscoito enriquecido com ferro. entre outras.: Fontes de ferro -fígado. R. Elisa M. 2003. 7. 2000. Atheneu. São Paulo. 12. goiaba. 2003. cap. 1. Report of a technical workshop.1. 8. São Paulo: Ed. Necesidades de energía y de proteínas. 387p. São Paulo: Manole. 30 . Edicions Ergon. Rubio.

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