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O USO E A OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO E RURAL

O USO E A OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO E RURAL

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JUSTIFICATIVA DO FOREA
A Educação Ambiental seja ela formal ou informal é uma ferramenta fundamental no processo de sensibilização da população para com as questões ambientais, sobretudo para com a conservação do meio ambiente. Contudo, a comunidade deve estar ciente da realidade ambiental da região em que vive, para que em conjunto possa articular estratégias e práticas em Educação Ambiental que minimizem impactos ambientais ou que permitam atingir e sensibilizar os diversos membros da sociedade em relação às questões ambientais.
A sociedade só irá proteger o Meio Ambiente se conhecê-lo adequadamente.
JUSTIFICATIVA DO FOREA
A Educação Ambiental seja ela formal ou informal é uma ferramenta fundamental no processo de sensibilização da população para com as questões ambientais, sobretudo para com a conservação do meio ambiente. Contudo, a comunidade deve estar ciente da realidade ambiental da região em que vive, para que em conjunto possa articular estratégias e práticas em Educação Ambiental que minimizem impactos ambientais ou que permitam atingir e sensibilizar os diversos membros da sociedade em relação às questões ambientais.
A sociedade só irá proteger o Meio Ambiente se conhecê-lo adequadamente.

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O USO E A OCUPAÇÃO DO SOLO

Uso e ocupação do solo

Uso e ocupação do solo

Uso e ocupação do solo
Organizar o território potencializando as aptidões, as compatibilidades, as contiguidades, as complementaridades, de atividades urbanas e rurais Controlar a densidade populacional e a ocupação do solo pelas construções Otimizar os deslocamentos e melhorar a mobilidade urbana e rural Evitar as incompatibilidades entre funções urbanas e rurais Eliminar possibilidades de desastres ambientais.

Preservar o meio-ambiente e a qualidade de vida rural e urbana

Uso e ocupação do solo
• Tópicos da Apresentação:
• O direito à propriedade
– OP úblico versus oP rivado. – A função social da propriedade

• As questões urbanas
– – – – – – – A história da Cidade O Caos Urbano As Cidades Ideais A Carta de Atenas As regulamentações urbanas O Estatuto das Cidades O Novo Urbanismo

• A Lei de Uso eO cupação de Solos – O caso Viçosa

Uso e ocupação do solo

O direito à propriedade

Uso e ocupação do solo
O direito à propriedade na visão romano-cristã, que chegou até nós.

• A propriedade privada, individualista e um direito natural fruto da Criação

Uso e ocupação do solo

• Santo Agostinho nasceu em 354 d.c • Obra Confissões em 397 d.c (1.500 anos antes da CF 1988)

Uso e ocupação do solo
• Nestas passagens Santo Agostinho embora não utilize a expressão clara da função social da propriedade traz o caráter nítido da preocupação da terra e sua produtividade. • Expressa que a terra deve pertencer a todos, enfim voltada ao atendimento das necessidades humanas.

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• São Tomás de Aquino nasceu em 1221 ( 750 anos antes da CF de 1988) • A propriedade privada somente será justificada se for produtiva.

Uso e ocupação do solo
• Concluiu que o ser humano não é o senhor absoluto da “natureza das coisas”, porém pode destruir ou modificá-la como se sua fosse, contudo deve respeitar a “natureza das coisas”, expressando um nítido caráter que atualmente dizemos de preservacionista ou ambientalista.

Uso e ocupação do solo

• Para uma abordagem laica sobre o direito à propriedade ver: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado de Friedrich Engels

Uso e ocupação do solo
. “O aparecimento da função social da propriedade ou propriedade função tardou a chegar no Brasil, mas a teoria do interesse social já na Constituição de 1934, que, como foi colocado no capítulo 3, garantia o direito de propriedade e ao mesmo tempo rezava que o mesmo “não poderá ser exercido contra o interesse social ou coletivo, na forma que a lei determinar”. Muito embora de forma tímida, a Carta Política de 1934, além de representar a constitucionalização do direito de propriedade, introduziu uma nova dimensão dinâmica para tal direito, disciplinando o exercício, colocando como limite o interesse social coletivo.”

Uso e ocupação do solo
A função social da propriedade
“Todo o indivíduo tem a obrigação de cumprir na sociedade, certa função, em razão direta do lugar que nela ocupa. Por conseguinte, o possuidor da riqueza, pelo fato de possuí-la, pode realizar certo trabalho que somente ele pode cumprir. Só ele pode aumentar a riqueza geral, assegurar a satisfação das necessidades gerais, ao fazer valer o capital que possui. Está, pois, obrigado socialmente a cumprir esta tarefa, e s óno caso de que a cumpra, será socialmente protegido. A propriedade não é um direito subjetivo do proprietário. É a função social do possuidor da riqueza”.

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A Função Social da Propriedade
As Constituições Brasileiras desde 1822 • Constituição do Império de 1824 nossa primeira Carta Política, artigo 179, XXII, mencionava o direito de propriedade, mas “em toda a sua plenitude”, tendo uma única exceção ceder em relação ao bem público, desde que legalmente verificado e indenizável. • Já no período republicano, temos a Constituição de 1891, tendo evoluído • pouco em relação à imperial e à questão da propriedade somente previu a questão da desapropriação por necessidade ou utilidade pública, • Código Civil de 1916, na questão da propriedade limitou-se apenas a regular alguns casos de necessidade ou utilidade pública para fins de desapropriação • A Constituição de 1934 já começa a apresentar maior avanço na questão da propriedade, e apresentava novos conceitos no concernente à liberdade e à propriedade. Assim, é na Constituição de 1934 que aparece a função social com o surgimento do interesse social. • Basicamente após a Constituição de 1934, as demais constituições apresentam em suas normas o direito de propriedade condicionado à função social.

Uso e ocupação do solo
• Estatuto da Terra Lei nº 4.504 de 1964 • Art.2º É assegurada a todos a oportunidade de acesso à propriedade da terra, condicionada pela função social, na forma prevista nesta lei. • §1º A propriedade da terra desempenha integralmente a sua função social quando, simultaneamente: • a)favorece o bem estar dos proprietários e dos trabalhadores que nela labutam, assim como de suas famílias; • b)mantém níveis satisfatórios de produtividade; • c)assegura a conservação dos recursos naturais; • d)observa as disposições legais que regulam as justas relações de trabalho entre os que a possuem e a cultivam “.

Uso e ocupação do solo
A Função Social da Propriedade
• • A Constituição de 1988 A Constituição Federal de 1988 inovou ao abrir o título que trata dos Direitos e Garantias Fundamentais, em seu art. 5º ao assegurar a todos na forma da lei direitos fundamentais como: à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e finalmente à propriedade, que vem tutelado entre estes valores maiores. Finalmente em seu art.5º,: inciso XXII, garante o direito de propriedade desde que atenda a sua função social, inciso XXIII, determinando assim o princípio constitucional da função social da propriedade além do capítulo referente à ordem econômica. Sua importância em relação às demais constituições se deve ao fato de que aparece a função social da propriedade como um direito fundamental como preceitua o art.5º, sendo também uma cláusula pétrea logo,terá o caráter de imutável.

• • •

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A Função Social da Propriedade • O Código Civil de 2000

• O Código Civil de 2002, no art. 1.228, §§ 01 a 04, também disciplina a maneira como o direito de propriedade deve ser exercido: • § 1º O direito de propriedade deve ser exercido em consonância com as suas finalidades econômicas e sociais e de modo que sejam preservados, de conformidade com o estabelecido em lei especial, a flora, a fauna, as belezas naturais, o equilíbrio ecológico e o patrimônio histórico e artístico, bem como evitada a poluição do ar e das águas.

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O E statuto da Cidade

Lei 10.257 de 10 de julho de 2001
a política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem- estar de seus habitantes. Artigo 1º - Parágrafo único. Para todos os efeitos, esta Lei, denominada Estatuto da Cidade, estabelece normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental. Na mesma linha, o artigo 2º da referida lei preceitua que todos devem ter direito a cidades sustentáveis, entendidas como direito à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, bem como a bons serviços de transportes públicos, ao trabalho, ao lazer, preocupando-se não s com ó as gerações presentes, mas também com as futuras.

Uso e ocupação do solo

As leis de uso e ocupação do solo são “restrições” ao direito absoluto à propriedade privada

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10 minutos

Uso e ocupação do solo
As Questões Urbanas

Uso e ocupação do solo

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As cidades primitivas • Uma cidade nasce a partir do momento em que um determinado número de pessoas se instala numa certa região através de um processo denominado de urbanização.

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As cidades pré-industriais

• As primeiras cidades surgiram na Mesopotâmia (atual Iraque), depois vieram as cidades do Vale Nilo, do Indo, da região mediterrânea e Europa e, finalmente, as cidades da China e do Novo Mundo. • A maior parte dos historiadores, afirma que Roma, na Itália, há cerca de 2 500 anos alcançou a marca de 1 milhão de moradores durante a República, período que durou de 509 a.C. a 27 a.C. e que manteve a condição de maior cidade do mundo até o século 19.

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As cidades pré-industriais

A cidade pré-industrial caracterizase pela simplicidade das estruturas urbanas, economia artesanal organizada em base familiar e dimensões restritas.

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• As cidades industriais • Como vimos, embora as primeiras cidades tenham aparecido há mais de 3.500 anos a.C., o processo de urbanização moderno teve início no século XVIII, em conseqüência da Revolução Industrial, desencadeada primeiro na Europa e, a seguir, nas demais áreas de desenvolvimento do mundo atual. No caso do Terceiro Mundo, a urbanização é um fato bem recente. Hoje, quase metade da população mundial vive em cidades, e a tendência é aumentar cada vez mais.

• NosP aíses capitalistas desenvolvidos a maior parte já atingiu índices bastante elevados e, praticamente, máximos de urbanização. A tendência, portanto, é de estabilização em torno de índices entre 80 e 90%, embora alguns já tenham ultrapassado os 90%.

Uso e ocupação do solo
• As cidades industriais • A cidade subordinou o campo e estabeleceu uma divisão de trabalho segundo a qual cabe a ele fornecer alimentos e matérias-primas a ela, recebendo em troca produtos industrializados, tecnologia etc.

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As cidades industriais
Mas o fato de o campo ser subordinado à cidade não quer dizer que ele perdeu sua importância, pois não podemos deixar de levar em conta que: • Pr não ser auto-suficiente, a sobrevivência da o cidade depende do campo; • Quanto maior a urbanização maior a dependência da cidade em relação ao campo no tocante à necessidade de alimentos e matérias-primas agrícolas.

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As cidades industriais

O caos urbano

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As cidades industriais

O caos urbano

Uso e ocupação do solo
As cidades industriais

O caos urbano

Uso e ocupação do solo
As cidades Ideais
( A sociedade ideal)

O Conceito de Cidade
Que tipo de cidade queremos?

Uso e ocupação do solo
As cidades Ideais
Utopias Urbanas

• O mito de Atlântida e a sociedade Ideal deP latão e as utopias da Antiguidade • A Cidade de Deus de Santo Agostinho e as utopias religiosas do feudalismo
Do artigo “Utopias Urbanas” de Barbara Freitag

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As cidades Ideais
Utopias Urbanas

• A utopia renascentista de Thomas Morus: Utopia: a ilha da cidade e da sociedade ideal • A utopia socialista de Charles Fourier e Godin: O Falanstério e o Familistério do século XIX
Do artigo “Utopias Urbanas” de Barbara Freitag

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As cidades Ideais Utopias Urbanas

• Cidades Jardim: Goiânia

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As cidades Ideais
Utopias Urbanas

• La ville radieuse de Le Corbusier e as outras utopias da Carta de Atenas
Do artigo “Utopias Urbanas” de Barbara Freitag

Uso e ocupação do solo
As cidades Ideais Utopias Urbanas

• Brasília :Utopia e Realidade
Do artigo “Utopias Urbanas” de Barbara Freitag

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20 minutos

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Regulamentações Urbanas Modernas

A CARTA DE ATENAS
http://www.icomos.org.br/cartas/Carta_de_Atenas_1933.pdf

Uso e ocupação do solo

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A Carta de Atenas • A visão sanitarista e conjunto de medidas adotadas para propiciar as condições higiênicas indispensáveis para garantir a qualidade de vida urbana. (hoje meio-ambiente) • O estudo científico, sistemático e multidisciplinar das cidades, suas funções e da questão urbana. • A consolidação do Urbanismo como a disciplina e a atividade relacionadas com o estudo, regulação, controle e planejamento da cidade (em seu sentido mais amplo) e da urbanização. • O desenho urbano como a forma de garantir uma cidade humanizada. • A Sociedade e a Cidade modernas.

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas A CARTA DE ATENAS

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas A CARTA DE ATENAS O Público e o Privado

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas A CARTA DE ATENAS

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas A CARTA DE ATENAS

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas A CARTA DE ATENAS

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas • O Código Florestal de 1965

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas • O Código Florestal de 1965

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas • A Lei 6.766/79 e o parcelamento urbano

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas

Uso e ocupação do solo
Regulamentações Urbanas Modernas

Uso e ocupação do solo

Uso e ocupação do solo
Zoneamento Rural

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Zoneamento Rural

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Zoneamento Ambiental

Uso e ocupação do solo

Os grandes problemas urbanos da atualidade

Uso e ocupação do solo
A favelização

Uso e ocupação do solo
A explosão do transporte individual

Uso e ocupação do solo
A priorização do transporte individual privado

Uso e ocupação do solo
Opção por apenas um modal para o transporte público

Uso e ocupação do solo
A falta de transporte público de massa

Uso e ocupação do solo
Desrespeito às leis vigentes

Uso e ocupação do solo
Desequilibro Ambiental

Uso e ocupação do solo
A Especulação Imobiliária Urbana

Uso e ocupação do solo

O novo urbanismo pós Carta de Atenas

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O novo urbanismo pós Carta de Atenas
Resumo:

Os 10 princípios do novo urbanismo são: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. facilidade para pedestres, conectividade, uso misto diversidade, diversificação das moradias, qualidade do projeto arquitetônico e urbanístico, estrutura de um bairro tradicional, aumento da densidade, transporte público ambientalmente adequado, sustentabilidade e qualidade de vida.

Uso e ocupação do solo
O novo urbanismo pós Carta de Atenas A cidade para o homem e não para a Máquina

Uso e ocupação do solo

30 minutos

Uso e ocupação do solo
O Estatuto da Cidade

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O Estatuto da Cidade
Princípios

• O princípio da função social da propriedade urbana • O direito à Cidade • A gestão democrática e a participação popular como fundamentos da gestão e do planejamento das cidades

Uso e ocupação do solo
OP lano Diretor
Princípios

• • • •

A repartição dos ônus e benefícios da urbanização O Urbanismo como função pública A função social do imóvel urbano A função social da cidade

Uso e ocupação do solo
O Estatuto da Cidade , OP lano Diretor e os direitos Direito: • • • • • • • • • • • • • • À moradia À Saúde Ao Saneamento Básico À Educação À Cultura Aos Esportes À Assistência Social À segurança À Mobilidade e Transporte Ao Desenvolvimento econômico urbano e rural Ao desenvolvimento agrário Ao desenvolvimento do turismo À preservação do ambiente e ao desenvolvimento sustentável AoP atrimônio Edificado de InteresseP úblico

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O Plano Diretor
Conteúdo:
Diagnstico Técnico e Participativo ó
DC – Deficiências,P P otencialidades e Condicionantes

Prognstico ó
Cenários de desenvolvimento Vetores de Crescimento Zoneamento Sistema Viário

Instrumentos e Ações
Lei doP lano Diretor Códigos complementares Ações Emergenciais P lanos setoriais P rogramas eP rojetos

Uso e ocupação do solo
Lei de Ocupação,Uso do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Uso e ocupação do solo
Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

O rdenamento do Territrio Municipal ó • Objetivos
• •


• •

Orientar e estimular o desenvolvimento urbano; P reservar as características urbanas que conferem a identidade a Viçosa; Prmitir o desenvolvimento racional e integrado do aglomerado e urbano; Assegurar concentração urbana equilibrada, mediante o controle do uso e do aproveitamento adequado do solo; Dividir o território municipal em zonas diferenciadas em função das normas contidas nesta lei; Assegurar as reservas de áreas necessárias à expansão, em conformidade com o planejamento físico-territorial urbano;

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

O rdenamento do Territrio Municipal ó • Objetivos
• • • • • • Minimizar conflitos entre usos e atividades incompatíveis ou inconvenientes; Aproveitamento socialmente justo e racional do solo; Utilização compatível com a capacidade de atendimento dos equipamentos e serviços públicos Utilização adequada dos recursos naturais disponíveis, bem como proteção, preservação e recuperação do ambiente natural e edificado; P adequação aos seus fins, sobretudo em se tratando de lena propriedade pública; Utilização do bem em conformidade com as funções sociais da cidade.

Uso e ocupação do solo
Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento
Caso Viçosa

A Ocupação e o Uso do Solo • Definições e a Classificação dos Usos 1. Residencial 2. Comercial e de Serviços 3. Institucional 4. Industrial 5. Especial 6. Mista 7. Agrário

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Usos
• Permitidos • Não-Permitidos • Tolerados
– Anexo I – Listagem de Categorias de Uso

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Áreas não-edificantes
• Nas áreas urbanas e rurais, as faixas de terrenos situadas ao longo das águas correntes e dormentes, a distâncias nunca inferiores a trinta metros das margens, observando maiores exigências das normas aplicadas à matéria. • Ao longo de redes adutoras de água, emissários de esgotos sanitários e galerias de águas pluviais, as faixas serão no mínimo de quatro metros à partir do eixo das tubulações e galerias. • Ao longo de toda a malha ferroviária, dentro do município, as faixas não-edificantes serão de no mínimo de quinze metros, a partir da borda externa dos trilhos, salvo maiores exigências das normas aplicadas à matéria.

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

• • • •

Áreas Especiais Área de Proteção Ambiental Área de Proteção Permanente Área de Risco Área de Especial Interesse Social

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Usos especiais • Postos de serviço para veículos automotores

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Parâmetros Urbanísticos • Taxa deP ermeabilização
– Prcentual da área de cada terreno e terá valor específico e para cada zona, destinada a prover cobertura do terreno com vegetação ou qualquer outro material permeável que contribua para o equilíbrio climático e propicie alívio para o sistema público de drenagem urbana.

• Coeficiente de Aproveitamento
– É o número que multiplicado pela área do lote, determina a área máxima permitida para edificação e terá um valor numérico específico para cada zona. (solo criado)

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento

Caso Viçosa Parâmetros Urbanísticos Taxa deP ermeabilização

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Caso Viçosa Parâmetros Urbanísticos Coeficiente de Aproveitamento

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Parâmetros Urbanísticos • Taxa de Ocupação – É o percentual da área do lote que pode ser ocupado por construção e terá um valor específico para cada zona. • Afastamentos • É a distância mínima que as construções devem ter dos logradouros públicos sejam ruas ou estradas e dos confrontantes laterais e de fundo.
• Há ainda os afastamentos obrigatórios dos cursos d’água exigidos pelo código florestal e pela lei 6.766/79.

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Caso Viçosa Parâmetros Urbanísticos
• Taxa de Ocupação

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Caso Viçosa Parâmetros Urbanísticos
• Afastamentos

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Parâmetros Urbanísticos • Gabaritos e subsolo
– Gabarito é o número total de pavimentos da edificação, excluídos apenas os pavimentos do subsolo. – Subsolo é o pavimento que está abaixo do primeiro pavimento, dito térreo.

• Estacionamentos
– Áreas construídas ou não destinadas ao estacionamento de veículos de usuários da edificação, podendo também, em alguns casos específicos, serem alugadas para terceiros.

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento
Caso Viçosa Parâmetros Urbanísticos
• Gabaritos

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa
Parâmetros Urbanísticos • Subsolo

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Macro-Zoneamento

• • • •

Sede Distritos (Três) Universidade Federal de Viçosa Zona Rural

Uso e ocupação do solo
Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Zoneamento
• Critérios:
1. 2. 3. 4. A oferta da infraestrutura urbana O adensamento populacional pretendido A adequação do uso às características do solo O equilíbrio urbano

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa

Zoneamento

Zonas

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.

ZR – Zona Residencial com quatro sub-tipos ZC – Zona Central CM – Corredor Misto AA – Área deP P roteção Ambiental ZI –Zona Industrial ZUF – Zona da Universidade Federal de Viçosa ZT – Zona doP P arque Tecnológico de Viçosa ZEIS – Zona de Especial Interesse Social ZRU – Zona Rural
Anexo IV – Zoneamento da Área Urbana

Uso e ocupação do solo
Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa Zoneamento • Instrumentos deP olítica Urbana
1. Prcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios, a P rogressivo no tempo e desapropriação com pagamento ITUP em títulos da dívida pública. 2. Concessão de Uso Especial para fins de Moradia 3. Direito deP reempção 4. Outorga Onerosa ( Solo criado) 5. Operações Urbanas Consorciadas 6. Transferência do Direito de Construir 7. Estudo de Impacto de Vizinhança

Uso e ocupação do solo
Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa Instrumentos de Política Urbana
• 1. 2. 3. Planejamento e Gestão da Política Urbana COMLAM P P ILAM Controle Urbano

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Lei de Ocupação,Uso e do Solo e Zoneamento Caso Viçosa Instrumentos de Política Urbana
• Participação Popular 1. Encontro da Cidade 2. Assembléias Territoriais deP olítica Urbana 3. FMU P 4. OrçamentoP articipativo 5. Audiências, Debates e ConsultasP úblicas 6. IniciativaP opular

Uso e ocupação do solo
RESUM O
O instrumento de Uso eO cupação do Solo é fundamental para o ordenamento do territrio Municipal. ó Ele está condicionado: • • • • • • • ao Direito deP ropriedade à Função Social daP ropriedade. às características do território da cidade e do município ao Conceito de Cidade, isto é que tipo de cidade queremos aos princípios do urbanismo e do planejamento urbano ao Estatuto da Cidade aoP lano DiretorP articipativo

Uso e ocupação do solo

40 minutos

Uso e ocupação do solo

Obrigado!
Arquiteto AguinaldoP acheco aguinaldopacheco47@gmail.com 031-9254-0836

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