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FRATURAS DE MEMBRO SUPERIOR E INFERIOR

FRATURAS DE MEMBRO SUPERIOR E INFERIOR

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Published by: Eva Suzana Jakubovisc on Mar 28, 2011
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FRATURAS DE MEMBRO SUPERIOR E INFERIOR

DEFINIÇÃO Define-se fratura como sendo uma interrupção na continuidade do osso, que pode ser um rompimento completo ou incompleto (fenda).

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Os ossos estão constantemente mudando. Células conhecidas como osteoblastos constantemente dissolvem os ossos velhos, de modo que os osteoblastos possam substituí-los por novo tecido ósseo - um processo conhecido como remodelamento ósseo. 1. Quando um osso se quebra, a fissura também rompe os vasos sangüíneos que percorrem todo o comprimento do osso. O sangue vaza dessas veias e rapidamente forma um coágulo chamado de hematoma no local da fratura. Isso ajuda a estabilizar o osso e a manter as duas partes alinhadas para a cura. 2. Seguem-se inchaço e inflamação, devido ao trabalho das células que estão removendo tecidos mortos e danificados. Pequenos vasos sangüíneos se estendem até o hematoma sobre a fratura a fim de alimentar o processo de cura. 3. Depois de diversos dias, o hematoma sobre a fratura se transforma em um tecido mais duro que forma o calo mole 4. Células conhecidas como fibroblastos começam a produzir fibras de colágeno, a mais importante proteína dos ossos e do tecido conectivo. Depois, os condroblastos começam a produzir um tipo de cartilagem conhecida como fibrocartilagem, que transforma o calo em um calo fibrocartilaginoso, mais duro. Esse novo calo preenche o espaço entre as partes fraturadas do osso, e dura aproximadamente três semanas 5. Em seguida, os osteoblastos começam a produzir células ósseas, formando o calo ósseo. Essa cobertura rígida dura de três a quatro meses e oferece a proteção e a estabilidade necessárias para que o osso entre em seu estágio final de cura.

evitar deformidades e melhorar funcionalidade de movimentos de atividades de vida diária relacionados à limitação. II.2 kgf. Fraturas das Mãos e dos Dedos As fraturas das falanges ou ossos metacárpicos podem resultar em deformidade e/ou rigidez das articulações. II. foi traçado o seguinte plano de tratamento: • • Exercícios de mobilização ativa em turbilhão aquecido. com massagem transversa. toalha e massa de modelar pra aumento de flexão e extensão da IFP. Diminuir o edema residual. O principal problema para o tratamento fisioterápico são as lesões por esmagamento que podem causar fraturas dos metacárpicos que resultam em dor e edema. que podem afetar músculos. III. Fortalecimento de músculos flexores e extensores dos dedos com resistência de banda elástica e Digiflex 4. nessas condições. deslizamento • • • Alongamento ativo de flexores e extensores de punhos e dedos. Além disso. é importante que o tratamento seja cuidadoso para produzir um ótimo resultado. pode haver grave dano nos tecidos moles. • .I. plano de tratamento Para tanto. vasos sanguíneos e nervos. Aumentar a amplitude de movimento de flexão e extensão da IFP do 4o dedo do MSD. Os objetivos do tratamento fisioterapêutico Os objetivos do tratamento fisioterapêutico foram: I. as quais podem ser muito incapacitantes e. Terapia manual superficial. Alongamento do tendão flexor. mobilização ativa da IFP com uso de bolas. Mobilização ativo-assistida com a técnica de Mulligan. que pode ser bastante incapacitante para muitas atividades dos membros superiores. A principal complicação dessas fraturas é a rigidez articular.

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