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    Quer um tipo de experiências, quer outro vão determinar sempre a


nossa personalidade e a nossa identidade pessoal, pois para cada vivência ou
acontecimento, tendemos sempre a atribuir-lhe um significado pessoal.
No fundo só há experiencia se houver atribuição de um significado (o que não tem
significado para nós não faz parte da nossa história pessoal)
Enquanto sujeitos activos, encontramos significados para as nossas acções,
pensamentos, emoções, assim estamos a participar e a desenvolver a nossa auto-
determinação.

c           

Ú onsciente de si próprio, cada homem é capaz de auto organizar-se, isto +e,


pegar no emaranhado das suas vivencias e elaborar uma síntese que lhe
confere individualidade própria.
Ú c capacidade de auto-organização é a capacidade do homem criar ordem e
sentido ao conjunto das suas experiencias e acções. Tudo o que o homem
experiencia só adquire sentido na relação com os outros acontecimentos ou
vivencias, sempre situados num espaço e num tempo.
Ú endo um ser social por natureza, o homem encontra na sociedade e na
cultura não apenas limitações, mas a condição da sua realização enquanto
pessoa. ada sociedade coloca à sua disposição um manancial de actuações
ode pode seleccionar as que julga mais adequadas ao seu projecto devida e á
sua forma pessoal de ser, á sua personalidade.