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Exercicios Economia II 2011

Exercicios Economia II 2011

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Economia II Exercícios para as aulas práticas

2010-2011
Fevereiro

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas

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1. O Que é a Macroeconomia?

Escolha a resposta correcta de entre as alternativas colocadas.

1. Qual dos seguintes pontos não é um assunto essencialmente macroeconómico? a) crescimento económico b) produtividade c) desemprego d) preços do petróleo e) inflação

2. Qual das seguintes políticas não é um tipo de política macroeconómica? a) política monetária b) política orçamental c) política friccional d) política estrutural e) todas as políticas mencionadas são políticas macroeconómicas

3. A análise que determina as consequências económicas, desejáveis ou não, de uma dada política, é uma análise: a) positiva. b) normativa. c) nem positiva nem normativa. d) tanto positiva como normativa. e) ou positiva ou normativa.

4. Qual dos seguintes tópicos é mais habitualmente discutido no âmbito da macroeconomia? a) procura agregada b) uma família c) uma empresa d) a subida dos preços do trigo e) os salários dos professores

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5. Ao longo do século XX, o produto real por habitante da economia portuguesa: a) diminuiu. b) aumentou e depois diminuiu. c) diminuiu e em seguida aumentou. d) aumentou em quase todos os anos. e) flutuou de forma errática.

6. O produto por trabalhador empregado é também designado por: a) produtividade marginal do trabalho. b) PIB. c) produtividade média do trabalho. d) taxa de participação no mercado de trabalho. e) nível de vida.

7. Durante uma recessão, a taxa de desemprego: a) aumenta. b) diminui. c) flutua rapidamente. d) atinge o valor nulo. e) aproxima-se de 100%.

8. Num período de inflação: a) todos os preços aumentam. b) a taxa de desemprego diminui. c) o custo de vida aumenta. d) o PIB aumenta. e) os preços em geral aumentam.

9. Ao longo do século XX, a taxa de inflação em Portugal: a) foi sempre positiva. b) foi sempre negativa. c) foi relativamente constante. d) oscilou, e por vezes foi negativa. e) foi diminuindo.

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10. A taxa de desemprego em Portugal ao longo da segunda metade do século XX: a) tornou-se negativa nalguns anos. b) foi praticamente constante. c) atingiu os 25% repetidas vezes. d) nunca foi zero. e) nunca excedeu os 8%.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 4 ANEXO Fonte: Nuno Valério (coordenação). Lisboa. 2010 Fonte: Nuno Valério (coordenação). INE. 2010 . INE. 2001 e AMECO. Estatísticas Históricas Portuguesas. Estatísticas Históricas Portuguesas. 2001 e AMECO. Lisboa. Comissão Europeia. Comissão Europeia.

2001 e AMECO. 2010 Fonte: Nuno Valério (coordenação). Estatísticas Históricas Portuguesas. INE. Lisboa.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 5 Fonte: Nuno Valério (coordenação). INE. Comissão Europeia. Lisboa. 2001 e AMECO. Comissão Europeia. Estatísticas Históricas Portuguesas. 2010 .

. 3. No sistema de contas nacionais.. . Remunerações pagas . b) O Total de Recursos e de Empregos dessa economia. Para uma economia aberta. Considere a seguinte informação relativa às Contas Nacionais para a economia portuguesa em 2006. b) Contratar uma empregada para fazer o trabalho doméstico ou ser a própria família a executar esse trabalho. divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística. 33 758. Formação Bruta de Capital Fixo . conhece-se a seguinte informação (em unidades monetárias) relativa a um determinado ano: Produção Importação Vendas no mercado interno Vendas para o exterior (Exportação) 100 200 150 Bens de consumo intermédio Bens de consumo final Bens de investimento Calcule: 200 500 300 150 300 200 250 700 300 a) O montante da variação de existências. 77 773.. qual é a diferença entre: a) Uma empresa comprar um automóvel para um executivo ou dar ao executivo o rendimento adicional necessário à compra do automóvel.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 6 2. c) O Valor Acrescentado Bruto pela óptica da produção e pela óptica da despesa. Consumos Intermédios ..154 854. Medição da Actividade Económica e das Variáveis Económicas 1. 2... 133 055.. c) Comprar um electrodoméstico produzido no território económico português ou importar outro produzido no Japão. em milhões de euros:     Valor Acrescentado Bruto a preços de base .. sem Estado.

. – 12 767. – 5863. e) Calcule o Rendimento Disponível Bruto e o Líquido. 133 732.   (*) Transferências Correntes líquidas . – 298. d) Calcule o Produto Nacional Bruto a preços de mercado (ou Rendimento Nacional Bruto) e analise a possibilidade de o Produto Interno Bruto de um país ser inferior ao seu Produto Nacional Bruto..... Variação de Existências e ACOV(*) . 21 419. Aquisições líquidas de Cessões de Objectos de Valor a) Determine os valores das seguintes rubricas: Investimento (ou Formação Bruta de Capital). g) Averigúe a necessidade ou capacidade de financiamento da economia portuguesa no ano em estudo. O quadro seguinte apresenta alguns dados trimestrais relativos ao mercado de trabalho português nos anos 2007 e 2008: . Consumo Final . 22 391. Importações . c) Calcule o Produto Interno Líquido.. Rendimentos Primários líquidos.... f) Calcule a Poupança Bruta. b) Verifique a Identidade Básica da Contabilidade Nacional. 723. Exportações Líquidas .. num determinado ano.. 1856.... Impostos Indirectos pagos pelos produtores nacionais e enviados para o resto do mundo (instituições da União Europeia) líquidos de subsídios recebidos do resto do mundo (instituições da União Europeia) por produtores nacionais . a preços de mercado.. Exportações. 25 718. Impostos Indirectos Líquidos sobre a Produção. Impostos Indirectos líquidos sobre os Produtos .. recebidos do resto do mundo ...ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 7          Impostos Indirectos líquidos Totais . 2088. 60 971. Consumo de Capital fixo .. Produção e o total dos Rendimento Misto Bruto e Excedente Exploração Bruto. Transferências de Capital líquidas . 4..

9 5 477.0 5 595.2 5 154.3 5 188.8 2007:II 10 600.4 90.6 Nota: Por questões de arredondamento os totais podem não corresponder à soma das parcelas Fonte: INE.5 234. Classifique cada um dos seguintes indivíduos como sendo empregado (E).1 77.4 84.4 115 61 376.6 234.3 2 620.5 54. .1 5 142.6 250.7 2 774. b) Com base nos dados disponíveis para aqueles oito trimestres.6 5 618.2 228. desempregado (D).7 240 87.6 5 128.7 2 642.5 185.8 5 644.7 2 986.6 5 138.7 62.6 371.4 427 192.6 5 479.6 246.2 2 800.8 83.4 254. Um operário despedido durante uma recessão económica. d) Atendendo à informação relativa ao número de desempregados à procura do primeiro emprego e de novo emprego.4 126.4 5 638.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 8 Portugal (milhares de indivíduos) 2007 2007:I População total Homens Mulheres População Activa Homens Mulheres População com Emprego Homens Mulheres População Desempregada Homens Mulheres 15 .4 197.5 122.5 2008:II 10 618. Janeiro de 2010 a) Calcule a taxa de actividade e a taxa de desemprego médias anuais em 2007 e em 2008.9 437.7 2 361.6 259.3 5 176.3 439.5 367.2 2 641.6 2 985.0 5 131.6 50.5 2 373.8 5 228.0 2 995. o que conclui para o mercado de trabalho português naqueles dois anos? 5.9 2 400.1 86.3 444.6 2 781.5 121.9 5 613. www.3 2 641.4 216.5 193.3 5 135.pt. c) Considere agora a População desempregada por escalões etários e discuta em que medida o desemprego pode estar associado à idade.8 222.9 210.2 5 200.5 2 986.7 2 388.1 5 145.5 5 137.ine.0 2 402.0 2 620.6 5 627.6 2 626.9 187.6 66.7 2 997.44 anos 45 e mais anos 1º Emprego Novo Emprego 10 595.4 2 419.6 5 629.2 5 485.8 433.7 409.2 232.0 2 996.1 2008:I 10 615.7 125.9 117.3 63.4 386.1 440.7 193.2 95.3 2 784.6 203.1 2007:III 10 607.9 2 387.7 123.9 2 987. ou como não pertencendo à população activa (N): a.6 5 134.2 122.1 2 808.3 2 622.5 5 482.7 230.4 2 391.6 241.3 2 799.5 2 647.24 anos 25 .8 5 466.8 5 191.6 2008 2008:III 10 625.8 5 605.9 5 139.0 5 469.1 2008:IV 10 631.4 247.2 2 975.9 59.1 72.0 469.4 2007:IV 10 614.0 2 802.7 5 472.1 215. calcule as taxas de desemprego por sexo e compare-as.8 5 195.5 62 382.3 234.8 2 793.0 5 476.4 376.3 359.1 403.

por um ano. escrever um livro. Concordaram numa taxa de juro anual real de 5 por cento. Para isso. g. Qual dos membros da família começou por auferir o maior salário real? Ano Sebastião Pai Mãe Irmã mais velha 2008 1973 1978 2000 IPC 110 83 91 100 Salário inicial 1330 1040 1210 1080 7. a) Ambos esperam uma taxa de inflação de 10 por cento. a sua mãe e o seu pai pretendem comparar os salários iniciais no respectivo primeiro emprego. em unidades monetárias. f. Suponha que emprestou 100 euros a um colega. Um estudante universitário a tempo inteiro. d. Sebastião. que já acabou o seu curso. Um adolescente de 14 anos trabalhando nas vindimas. e. Um mecânico de automóveis sem emprego que desistiu de procurar trabalho. com o ano em que começaram a trabalhar. Um recem-licenciado à procura do primeiro emprego. o IPC desse ano (multiplicado por 100). a inflação foi de 12 por cento. Um empresário de sucesso que deixou as suas empresas para.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 9 b. No entanto. c. construíram o quadro abaixo. e o respectivo salário inicial. sem qualquer sucesso desta vez. h. 6. Qual a taxa de juro real por si auferida? . Um técnico de computadores em férias. a sua irmã mais velha. Qual a taxa de juro nominal que deverá exigir ao seu colega? b) Parta do princípio que vigorou a taxa de juro nominal determinada na alínea anterior. Um pai que não trabalha para tomar conta dos filhos pequenos.

PIB por habitante. preços de 2000 122.ine.123 155.670 126.736 125.051 PIBpm. b) as taxas de inflação anual implícitas no deflator do PIBpm. Word Economic Outlook Database a) Por que são diferentes os valores do quadro acima "baseados na taxa de câmbio" e "baseados em paridades de poder de compra (PPC)"? . Crescimento Económico. em dólares dos EUA baseado nas taxas de câmbio correntes Alemanha Espanha Reino Unido Estados Unidos Polónia Portugal 44 488 35 558 46 432 46 541 11 861 23 351 baseado em paridades de poder de compra (PPC) corrente 35 392 30 765 36 316 46 541 17 493 22 357 Fonte: International Monetary Fund.128 149.582 144.308 135.270 129.270 124.pt ) a) as taxas de variação anual real do PIBpm.683 124. 2. a partir dos valores do quadro seguinte: Contas Nacionais Anuais .560 127. Calcule.711 129. Produtividade e Nível de Vida 1. 2008 preços correntes. nos anos de 2006 e 2007.434 138. preços correntes 122.450 131.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 10 3.882 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: INE ( www.446 163.Portugal ( milhões de euros) Ano PIBpm.

68 41.000 20.org/economics/database. January 2010 http://www.04 18.nl/ggdc The Conference Board Total Economy Database.65 21.000 30.28 18.78 17.rug.62 36.22 17.org/economics/database.05 22.685 Fonte: www. January 2010 http://www.60 39.65 32. 1989-2009 Unidades: PIB per capita.50 28.33 22.45 22.329 39.000 25.78 37.08 40.502 2007 23.54 28.conference-board.16 39.000 35.75 23.04 28.000 PT 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 16. dólares 2009 EKS 45.10 23.95 30.682 2009 22.102 41. verificou-se a convergência real da economia portuguesa em relação à média dos países EU15? E durante o período 1989 a 2007? .44 29.nl/ggdc The Conference Board Total Economy Database.53 19.54 31.77 34.18 38.68 PT EU15 Fonte: www.53 22. os preços serão em média mais baixos em Portugal ou na Alemanha? E em Portugal ou na Polónia? 3.10 35. No gráfico e quadro seguintes.21 29. é apresentada informação sobre o PIB por habitante de Portugal e da média dos países EU15 PIB por habitante Portugal e EU15.02 22.conference-board.000 40.21 36.84 18. e de acordo com o quadro.eco.000 15.cfm a) Durante o período que decorreu entre 1989 e 2009.14 19.83 20.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 11 b) Quando expressos em dólares.32 EU15 27.17 22.38 22. dólares 2009 EKS 1989 Portugal EU15 16.rug.cfm PIB por habitante Portugal e EU15 Unidades: PIB per capita.eco.38 41.55 17.43 28.42 22.557 27.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 12 b) Se Portugal e os países EU15 mantiverem a partir de 2009 as mesmas taxas médias de crescimento anual (verificadas entre 1989 e 2009).eu/economy_finance/db_indicators/ameco/index_en.3% 48. Considere os seguintes valores para a economia portuguesa: Produtividade média do trabalho População empregada (euros. O que é o capital humano? Qual a sua importância económica? Como se forma o capital humano? 6. no longo prazo? 5.htm a) Calcule o acréscimo no PIB por habitante entre 1960 e 2008 b) Decomponha esse acréscimo na parte atribuível ao acréscimo da produtividade média do trabalho e na parte atribuível ao aumento da percentagem da população empregada. c) Por que se considera que o aumento da produtividade média do trabalho é o factor principal na determinação do nível de vida.europa. preços constantes) (em percentagem da população total) 1960 2008 5. em que ano Portugal alcançará o PIB por habitante da média dos países EU15? c) Considere agora a hipótese de que Portugal terá uma taxa média de crescimento anual a partir de 2009 superior em um ponto percentual àquela que se verificou entre 1989 e 2009? 4.annual macro-economic database of the European Commission's Directorate General for Economic and Financial Affairs (DG ECFIN) http://ec.042 25.5% Fonte: AMECO . Que tipos de política económica se podem adoptar com o intuito de promover o crescimento da produtividade média do trabalho? .614 37.

em que N t é o número de trabalhadores. a) Mostre que esta função de produção tem rendimentos constantes à escala. em milhões de pessoas. b) Suponha agora que N t  5 . isto é. Uma taxa de crescimento mais elevada é sempre preferível a uma taxa de crescimento mais baixa? Porquê? 9. mais tarde ou mais cedo o crescimento económico deverá cessar". sendo a produtividade marginal do capital decrescente. a simples expansão do stock de capital físico não pode por si só assegurar o crescimento económico duradouro. . Mostre que a produtividade marginal do capital é decrescente. Suponha que produto agregado de um país no ano t é dado pela função 2 / 3 1/ 3 Yt  At N t K t .ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 13 7. qualquer que seja t. Justifique esta propriedade com base no "argumento da replicação". c) Explique por que é que. K t mede o capital físico e At representa todos os outros factores susceptíveis de influenciar o nível de produto. d) O que pode representar a variável At ? 8. Discuta a seguinte afirmação: "Como o ambiente é frágil e os recursos naturais finitos. o número de trabalhadores não varia ao longo do tempo.

A ideia de que a poupança individual durante os anos de trabalho com vista a salvaguardar o consumo durante a reforma. A ideia de que as pessoas poupam nos bons anos com vista a salvaguardar o consumo durante os maus anos. está subjacente: a) à teoria keynesiana do consumo. b) à teoria do rendimento permanente. A função de consumo keynesiana descreve a relação entre consumo privado e: a) rendimento disponível permanente. 4. c) políticas de impostos e subsídios não afectam o consumo privado. está subjacente: a) à teoria keynesiana do consumo. e) nenhuma das anteriores.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 14 4. 3. 2. d) a) e c). . Consumo Privado. e) todas as anteriores. b) os bancos dificilmente emprestam dinheiro a pessoas cujo rendimento disponível corrente é baixo. c) à teoria do ciclo de vida. Quais dos seguintes aspectos são razão para que o consumo privado dependa mais do rendimento disponível corrente do que as teorias orientadas para o futuro sugerem: a) a compra de bens duráveis pode ser adiada quando o rendimento disponível corrente baixa. d) b) e c). b) poupança privada. c) rendimento disponível corrente. e) todas as anteriores. d) b) e c). b) à teoria do rendimento permanente. c) à teoria do ciclo de vida . Poupança das Famílias e Investimento Escolha múltipla 1.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 15 d) a) e b). 7. Uma situação geradora de uma alteração na propensão marginal a consumir numa determinada economia provoca: a) um movimento ao longo da função de poupança dessa economia. b) alterações da função de consumo. c) a parcela do rendimento disponível que não é consumida. 5. e) b) e c). e) a) e c). Variações no rendimento disponível corrente das famílias provocam: a) movimentos ao longo da função de consumo. b) a parte autónoma da função de poupança. d) o montante pelo qual a poupança privada varia quando o rendimento disponível varia uma unidade. c) a parcela do consumo privado que não depende do rendimento disponível corrente. . d) a) e c). A propensão marginal a poupar é: a) o montante de poupança por cada unidade de rendimento disponível. b) o montante pelo qual o consumo privado aumenta quando o rendimento disponível aumenta uma unidade. d) b) e c). e) nenhuma das anteriores. e) b) e c). 6. c) um movimento ao longo da função de consumo dessa economia. Podemos definir a parte autónoma da função keynesiana de consumo com: a) a parcela do rendimento disponível que não é consumida. b) uma alteração na função de consumo dessa economia. e) nenhuma das anteriores. 8. c) alterações da função de poupança. d) o valor do consumo privado por cada unidade de rendimento disponível.

c) compra de habitações novas. a poupança é positiva sempre que: a) a linha representativa da função de consumo está acima daquela linha. O investimento das empresas está associado a: a) compra de bens de capital novos. d) a) e b). b) à Variação de Existências da empresa nesse período. b) prever os custos futuros. depois de deduzida a parcela destinada a cobrir a parte depreciada do stock de capital existente no início do período. A variação do stock de capital fixo de uma empresa num determinado período. 12. e) ao montante (a precos constantes) de FBCF realizado nesse periodo. realizada pela empresa nesse período. d) calcular o valor presente dos lucros utilizando a taxa de juro real. d) à Formação Bruta de Capital. realizada pela empresa nesse período. b) a linha representativa da função de consumo está abaixo daquela linha. os responsáveis pelas empresas têm de: a) prever as receitas futuras.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 16 9. Num gráfico representativo da função keynesiana de consumo em que os eixos horizontal e vertical têm exactamente a mesma escala. e) nenhuma das anteriores. e) nenhuma das anteriores. b) variação de existências de matérias primas e produtos acabados. c) a linha representativa da função intercepta aquela linha. máquinas e outros equipamentos e existências no período anterior e o investimento realizado nesse período. corresponde: a) à Formação Bruta de Capital Fixo. Antes de investir. se traçarmos uma linha que passe pela origem e com 45º de inclinação. . c) à diferença entre o valor monetário de todos os edifícios. 10. d) b) e c). 11. c) ajustar as receitas e os custos futuros à inflação.

d) b) e c). b) alterações da função de investimento. e) nenhuma das anteriores. 13. 15. b) valor futuro das receitas esperadas totais for superior ao custo do empreendimento. 16. d) a) e b). As empresas podem financiar os seus investimentos: a) com fundos próprios. b) rendimento disponível . e) nenhuma das anteriores. d) valor presente dos custos esperados totais for inferior ao custo do empreendimento. e) nenhuma das anteriores. c) taxa de juro. e) nenhuma das anteriores. . c) aumentando os preços dos seus produtos. c) alterações da função de poupança. b) com fundos alheios. c) valor presente dos lucros esperados totais for inferior ao custo do empreendimento. 14.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 17 e) todas as anteriores. A função de investimento descreve o valor total do investimento a cada nível de: a) preço. d) produto interno bruto. Variações na taxa de juro de mercado provocam: a) movimentos ao longo da função de investimento. Só vale a pena à empresa investir se: a) valor presente dos lucros esperados totais for superior ao custo do empreendimento.

adicionalmente. d) o valor do investimento por cada unidade de produto interno bruto. Sabe-se. Uma situação geradora de uma alteração na sensibilidade do investimento à variação na taxa de juro. /mês no rendimento disponível das famílias.) /ano. b) uma alteração na função de investimento dessa economia. Questões Abertas 1. o consumo privado é 6650 u. que: .m.m. Suponha que um estudo sobre o comportamento agregado das famílias de um determinado país.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 18 17. e) nenhuma das anteriores. numa determinada economia provoca: a) um movimento ao longo da função de investimento dessa economia.m. permitiu determinar que o seu consumo dependia do respectivo rendimento disponível e que essa dependência era do tipo linear. e) nenhuma das anteriores. c) a parcela do investimento que não depende da taxa de juro. /mês no consumo privado. Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte:    As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente ao seu rendimento disponível. Podemos definir a parte autónoma da função de investimento como: a) a parcela do rendimento nacional que não é investida. 18. /ano. corresponde um aumento de 7 u. c) um movimento ao longo da função de consumo dessa economia d) a) e c). Quando o rendimento disponível é 8925 unidades monetárias (u. Interprete o significado dos parâmetros da função que determinou. 2. A um aumento de 10 u. realizado para um ano que escolhemos como base. b) a variação no investimento associada a uma variação unitária na taxa de juro.m.

que o valor desta propensão é sempre maior que a da correspondente propensão marginal. 3./mês. a uma variação positiva de 2% /ano na taxa de juro corresponde uma variação negativa de 224. b) Calcule a expressão da função de poupança. . as intenções de investimento das empresas são de 1605 unidades monetárias.m.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 19   valor do rendimento disponível. Determine a função de investimento das empresas de uma economia em que:    investimento pode ser representado por uma função linear da taxa de juro. Suponha que deve avaliar a viabilidade de um projecto de investimento de um milhão de euros a efectuar em 2010.2 unidades monetárias (u.m. Considera viável o projecto. matematicamente. um aumento de rendimento disponível de 10 u./mês traduz-se num aumento das intenções de consumo de 8 u.m. Em 2013: 400 000 euros. Em 2012: 400 000 euros./ano. As receitas líquidas esperadas desse investimento repartem-se do seguinte modo:     Em 2011: 100 000 euros. Perante a informação fornecida: a) Calcule a expressão da função de consumo e interprete o significado dos seus parâmetros. interprete o significado dos seus parâmetros e relacione-os com os da função calculada na alínea anterior.) no investimento. colocando-se na óptica do empresário. Interprete o significado daquelas grandezas. Em 2014: 400 000 euros. Interprete o significado dos parâmetros da função que determinou. é de 455 u. quando a taxa de juro é 3%.m. se a taxa de juro de mercado (constante ao longo deste período) for de 8%? 4. para o qual a poupança é nula. c) Determine a expressão da propensão média ao consumo e demonstre.

no entanto. permitiu-nos saber o seguinte:   as intenções de investimento das empresas são caracterizadas por uma dependência linear da taxa de juro real de mercado. a) Determine a função de investimento das empresas e interprete o significado dos seus parâmetros.05/ano (medida como número puro/ano). qualquer que seja o seu nível. a realizar no ano em curso na economia em estudo. para a taxa de juro real de mercado de 0. Represente graficamente as funções consumo privado e poupança e explicite os valores das respectivas propensões médias. 7. .m.m.. à taxa de juro de 0. para o rendimento disponível de 5000 u./ano. b) Analise a viabilidade de um projecto de investimento.035. no valor de 12000 u.975. para o valor do rendimento disponível de 4000 u.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 20 5. essa propensão média tem uma variação de -0. Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte:   As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente ao seu rendimento disponível.m. sendo o valor dos lucros esperados em cada um dos 3 anos de vida do projecto de 4500 u.m.075/ano. as intenções de investimento das empresa são de 9812 u. Admita uma situação em que todo o rendimento é consumido./ano se aquela duplicar./ano é de 0. 6./ano. as quais variam negativamente 28 u./ano. A propensão média a consumir. Interprete o significado dos parâmetros da função que determinou.m. Um estudo sobre o comportamento agregado das empresas de um determinado país.m.

03 /ano na taxa de juro (medida como número puro /ano) ocasiona uma diminuição de 1350 u. .ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 21 8. A respeito da influência dessa taxa de juro sobre a variável investimento.  Para a taxa de juro de 0.m. Calcule a função de investimento das empresas da economia em causa e interprete o significado dos seus parâmetros.05/ano./ano. as intenções de investimento das empresas desta economia são de 6100 u. sabese que um aumento de 0.m. obtivemos as seguintes informações:   investimento das empresas é variável e depende linearmente da taxa de juro./ano no valor das intenções de investimento. No estudo do mercado de bens e serviços de uma economia.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 22 5. 2. Classifique os seguintes impostos como directos sobre o rendimento. c) proporcional. b) os impostos directos recaem sobre os bens e serviços transaccionados no mercado e.3Y implica que o imposto é: a) progressivo. c) diminuir o consumo público. 3. A função de imposto T  50  0. sobre todos os indivíduos e as empresas. O Estado e as Finanças Públicas 1. O saldo orçamental corrente tenderá a aumentar se: a) crescer a despesa em juros da dívida pública. Os impostos directos distinguem-se dos impostos indirectos porque: a) os impostos directos recaem sobre o rendimento e o património e têm um efeito imediato sobre a capacidade de consumo e de poupança dos agentes económicos. sobre o património ou indirectos: a) IRS b) IVA c) IRC d) ISP (imposto sobre produtos petrolíferos) e) Imposto municipal sobre imóveis f) Imposto sobre o consumo de bebidas alcoólicas 5. deste modo. b) crescer o consumo público. b) regressivo. Classifique as seguintes despesas do Estado como correntes ou de capital: a) despesas com juros da dívida pública b) construção de um hospital . c) os impostos directos são de mais fácil aplicação porque podem ser recolhidos junto dos agentes vendedores de bens e serviços. 4.

. Jorge Santos e outros. 2001: 7. determine o valor do consumo público que se deve ter verificado no ano 1. d) Calcule o coeficiente da dívida no ano 1. calcule o valor do consumo e do investimento no ano 1. O consumo público diminui se: a) diminuírem as pensões de velhice. McGraw-Hill. 2ª edição. b) Calcule o valor do rendimento disponível das famílias no ano 1 (Nota: as famílias recebem como rendimento os juros da dívida pública).8Yd .25Y . Para uma dada economia fechada conhece-se a seguinte informação (em unidades monetárias):       dívida pública no fim do ano 0 = 500 PIBpm no ano 1 = 1500 transferências do Estado para as famílias no ano 1 = 150 saldo orçamental corrente no ano 1 = 35 taxa de juro nominal anual no ano 1 = 6 % no ano 1. Exercícios adaptados do livro Macroeconomia. c) Considerando que a função de consumo é C  100  0.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 23 c) remunerações dos funcionários do Estado d) compra de gasolina para as viaturas ministeriais e) compra de marcadores para os professores do ISEG f) construção de um novo anfiteatro no ISEG 6. as receitas de capital igualam as despesas de capital a) Admitindo que os impostos desta economia se podem definir pela função T  30  0.

e) Nenhuma das afirmações anteriores é verdadeira. 9.m. 8. 11. c) se se construírem menos estradas. b) Calcule o saldo primário. c) a receita em impostos é baixa. d) o saldo convencional é negativo.m.m. 100 u.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 24 b) para uma mesma remuneração por trabalhador. d) Com os dados do problema faria sentido que a emissão de dívida fosse maior que 120 u. d) se a comparticipação nacional para o orçamento da União Europeia diminuir. e) nenhuma das anteriores. e) Calcule a taxa de juro implícita na dívida pública. 500 u.m. c) Calcule a variação do stock da dívida pública. 20 u. 80 u. Suponha que em relação à actividade orçamental do Estado se verificam os seguintes dados:       Despesas excluindo juros e amortizações de dívidas Juros Amortizações de dívidas Receitas totais excluindo emissão de dívida Emissão de dívida Stock de dívida 80 u. Se a despesa em juros excede o saldo primário. isso significa que: a) as receitas correntes são inferiores às receitas correntes. a) Calcule o saldo orçamental convencional.m. diminuir o número de funcionários públicos. Suponha que no ano de 2008 se verificaram as seguintes estatísticas: .? Utilize a restrição orçamental do Estado na sua resposta. Quais os previsíveis efeitos de um aumento da inflação no saldo orçamental convencional? 10. b) a despesa em juros excede as receitas totais.m. 120 u.m.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 25      PIB nominal Variação do deflator do PIB Despesas em juros Receitas efectivas totais Despesas efectivas totais 5000 u.. . 1000 u.m.m. em 2007. b) Determine o défice primário em percentagem do PIB. 10% 500 u. e que o stock de dívida pública era de 3000 u. c) Calcule o excedente primário que teria pemitido a estabilização do coeficiente da dívida. a) Determine a taxa de juro real implícita na dívida pública e a taxa de crescimento real do PIB.m. Suponha ainda que.m. 1500 u.m. o PIB nominal foi igual a 4600 u.m.

a) Interprete os parâmetros de cada uma das funções.0 Ano 1 1.05 a) A competitividade externa desta economia aumentou ou diminuiu. em que Y representa o produto e R a taxa de câmbio real. quando a taxa de câmbio real aumenta em uma unidade. respectivamente: Ex = 170 + 30R.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 26 6. As funções de exportação e de importação de uma dada economia são. a) Suponha que o produto aumentou em 10 unidades.02 1. Considere os seguintes dados. do ano 0 para o ano 1? (Calcule a taxa de câmbio real em cada um dos anos). e as exportações aumentam em 50 unidades também. ao mesmo tempo que a taxa de câmbio real variou em 0. Im = 50 + 0. Comércio Externo e Balança de Pagamentos 1. índice de preços interno P*. Sabe-se.0 1. as importações diminuem em 50 unidades. b) Qual deveria ter sido o valor do índice de taxa de câmbio no ano 1 por forma a manter a competitividade externa? 2.04. índice de preços externo e.0 1.3. que:   a propensão marginal a importar é igual a 0. .06 1. observados para uma economia em dois anos consecutivos: Ano 0 P. Em quanto terão variado as exportações líquidas? b) Calcule a variação da taxa de câmbio real que teria levado a uma variação nula das exportações líquidas. b) Determine a expressão das exportações líquidas. 3. de determinada economia. índice de taxa de câmbio 1.4Y – 50R.

Considere a seguinte informação macroeconómica acerca de um determinado país. que P = 1 e que P* = 1. as importações e o saldo da balança de bens e serviços em percentagem do produto. Qual o valor do produto para o qual a balança de bens e serviços se encontraria equilibrada? d) Para um hipotético valor de Y=550. em virtude de uma catástrofe natural b) as remessas dos emigrantes c) a repatriação de lucros da filial portuguesa de uma empresa multinacional sedeada no exterior d) as verbas recebidas dos fundos estruturais comunitários. 6. Os lucros recebidos provenientes de investimentos no exterior registam-se: a) na Balança Comercial/de Mercadorias b) na Balança de Transferências Correntes c) na Balança de Capital d) na Balança de Rendimentos 7. considerando o ano 1 como ano base: Ano 1 PIBpm real Exportações em volume Importações em volume 100 35 42 Ano 2 125 38 43 Ano 3 140 50 62 Perante esta informação: . calcule as exportações.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 27 c) Suponha que e = 1. Indique qual destas balanças não integra a Balança Corrente: a) a Balança Comercial/Balança de Mercadorias b) a Balança de Rendimentos c) a Balança Financeira d) a Balança de Transferências Correntes 5. Quais das seguintes operações não são registadas na Balança de Transferências Correntes? a) a ajuda alimentar de um país a outro.1. 4.

por parte de Portugal. b) Calcule as taxas de cobertura das importações pelas exportações para cada um dos anos considerados. . dos juros de um empréstimo concedido a uma empresa com actividade em Espanha. Indique se o efeito de cada um dos acontecimentos seguintes se revela na Balança Comercial. d) Calcule o peso do défice da balança comercial no PIBpm para cada um dos anos considerados. a) o investimento directo da Siemens em Portugal. por parte de um banco português. d) uma diminuição das receitas do turismo. e) um aumento das importações de automóveis.):       Exportações de Mercadorias = 3898 Saldo da Balança de Serviços = 221 Saldo da Balança de Transferências Correntes = 1053 Saldo da Balança de Rendimentos = -204 Importações de Serviços = 1031 Saldo da Balança Comercial (de Mercadorias) = -1262 calcule: a) o Saldo da Balança de Bens e Serviços. c) Calcule o grau de abertura desta economia ao exterior para cada um dos anos considerados. b) uma queda nas exportações de calçado e de vinho do Porto. f) um aumento dos fundos estruturais. é inelástica). b) as Importações de Mercadorias. canalizados para o nosso país.m. provenientes da União Europeia.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 28 a) Calcule as taxas de crescimento anuais do PIBpm real nos anos 2 e 3. 9. na Balança Corrente. Com base nos seguintes dados. relativos à estrutura da balança Corrente da Betalândia em 2009 (valores em milhões de u. c) o recebimento. g) uma descida do preço do petróleo (admitindo que a procura de petróleo. na Balança de Capital ou na Balança Financeira da Balança de Pagamentos. 8.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 29 c) as Exportações de Serviços. d) o Saldo da Balança Corrente. .

Ciclos Económicos – Uma Introdução Defina os seguintes conceitos de forma sucinta: cava (do ciclo económico) ciclo económico crista (do ciclo económico) depressão desemprego cíclico desemprego estrutural desemprego friccional desvio do produto expansão lei de Okun produto potencial recessão .ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 30 7.

b) aumenta o produto pelo mesmo valor que este aumentaria caso tivesse sido o investimento exógeno a aumentar em X u. 2. b) dependem apenas da dimensão das modificações do investimento. d) faz crescer o investimento numa proporção inferior. Num modelo keynesiano simples. d) O Consumo Privado menos os Impostos e o Investimento. 4.m. d) diminuem se a função de consumo simultaneamente se desloca para cima./ano. Numa dada economia sem Estado e sem relações com o exterior o comportamento do consumo privado é dado pela função C  C  cY e o do investimento por I  I . qual das ocorrências seguintes não modifica curva que a representa: a) O rendimento aumenta.m. Representando graficamente a Despesa Interna. . b) O consumo passa a depender apenas do rendimento. e) serão menores se a poupança diminui quando aumenta o investimento.m./ano: a) aumenta o valor do multiplicador na proporção de X. Num modelo keynesiano simples sem Estado. c) A propensão marginal ao consumo diminui. um aumento do consumo autónomo em X u. 3. e) b) e c). e) Nenhuma das anteriores. Quais são as componentes da despesa agregada no modelo keynesiano simples sem Estado? a) O Consumo Privado e o Investimento./ano. c) serão tanto maiores quanto menor for a propensão marginal a poupar.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 31 8. b) O Consumo e a Poupança. c) tem como consequência um aumento do consumo total em X u. Procura Agregada e Rendimento no Curto Prazo 1. c) O Consumo Privado e o Consumo Público. as flutuações no produto resultantes de modificações no investimento: a) não existem se o multiplicador for igual a 1.

c) Não ocorrem modificações na poupança. 6. calcule a Despesa Interna. a) Sabendo que o investimento autónomo corresponde a 5 u. b) Indique o valor da propensão marginal a consumir./ano. 5. No modelo simples keynesiano sem Estado.m. b) Uma diminuição da poupança. c) da propensão marginal a poupar. c) Se a propensão marginal à poupança passar a ser 0. Considere uma economia fechada e sem Estado descrita pelo seguinte modelo: I I . da propensão marginal a poupar e a expressão da propensão média a consumir. ceteris paribus. o Produto Interno. origina: a) Um aumento da poupança. 7.8Y .3. e) A propensão marginal à poupança passa a ser nula. b) do nível de investimento. e) Uma redução do produto. considerando o nível de Investimento referido em a)? . C  15  0. qual o efeito dessa alteração sobre o Produto e sobre a Poupança. Explique como se relacionam as variáveis macroeconómicas que calculou. o Consumo Privado e a Poupança Privada. e) de todos os anteriores. d) da propensão marginal a consumir. d) Não existe informação suficiente para responder. O nível de produto interno de uma economia segundo o modelo keynesiano sem Estado e considerando a economia fechada depende: a) do nível de consumo autónomo. um acréscimo da propensão marginal ao consumo.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 32 d) O investimento aumenta em resultado da melhoria dos estados de ânimo dos empresários.

quantifique as consequências sobre o produto. Um aumento do investimento. e) O que é o multiplicador do investimento? Qual a hipótese admitida quando da descrição do mecanismo do multiplicador? f) Considerando o nível de investimento referido em a) . 8. o investimento e a poupança de uma alteração na componente autónoma do consumo de 15 para 20 u. . Quantifique as consequências sobre o produto e sobre o consumo privado dessa variação do investimento. a) Represente graficamente o Produto Interno/Despesa Interna considerando uma economia sem Estado e sem relações com o exterior e cujo comportamento do consumo privado é dado pela função C  C  cY e o do investimento por I  I . a) Calcule os valores do rendimento./ano. b) As famílias. Quais são os novos valores para o rendimento. poupança e consumo privado. o consumo privado.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 33 d) Retome o modelo inicialmente apresentado. consumo e poupança? Interprete os resultados obtidos. sem efectuar cálculos. por cada unidade adicional de rendimento.m. Uma redução na propensão marginal ao consumo. 9. resolvem poupar menos 5% do que o faziam anteriormente./ano.m. b) Ilustre na representação gráfica efectuada as seguintes situações:    consumo passa a depender apenas do rendimento. as consequências sobre o produto de um aumento do investimento de 5 para 10 u.75Y e I = 250. Numa economia caracterizada pelas seguintes expressões para o consumo e investimento privados: C = 50 + 0. Explique.

Calcule os valores do rendimento. quais são os novos valores para o rendimento e consumo? Vamos introduzir. de tal maneira que a propensão marginal a importar duplica. que as exportações (Ex) são exógenas. iguais a 100 u.m. Só se admitem variações do consumo colectivo e das transferências. g) Suponha agora que se pretendia atingir o rendimento de pleno emprego mantendo o orçamento equilibrado. da seguinte forma: Im = 150 + 0. A que deverão ser iguais essas variações? h) Vamos considerar agora a economia aberta e admitir. As equações de comportamento desta economia passam a ser as seguintes: C = 50 + 0. (e com a propensão marginal ao consumo inicial). e se se pretender atingi-lo através de uma variação do consumo colectivo. o que acontece ao rendimento. qual deverá ser essa variação? f) Calcule a repercussão que a medida adoptada na alínea anterior terá no saldo orçamental. e) Se o rendimento de pleno emprego for Yp = 1500 u..1Y.75Yd I = 250 G = 200 T = 0. ao saldo orçamental e às exportações líquidas? 10. agora.2Y TR = 80 d) Determine os valores do rendimento e do saldo orçamental.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 34 c) Se o investimento aumentar para 260 u. neste contexto.m. o Estado.m.. saldo orçamental e exportações líquidas (Ex-Im). i) Se o gosto pelos bens estrangeiros aumentar. Sabe-se a seguinte informação acerca do mercado de bens e serviços de uma determinada economia: . e que as importações (Im) dependem positivamente do rendimento.

calcule o novo rendimento de equilíbrio e o novo saldo orçamental. as intenções de exportação são de 3560 u. 11.. apesar da satisfação pelo crescimento do produto mas. as transferências líquidas do Estado para as famílias têm o valor total de 700 u. as despesas do Estado na realização de investimentos em infraestruturas e na aquisição de bens e serviços são. c) Suponha agora que.m.. o investimento privado totaliza 1941 u. de 395 u. corresponde a 19% do produto. Nesta situação.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 35        C = 94 + 0.. determine o nível do produto.8Yd I  300 G  250 Tr  150 T  30  0.m. respectivamente. sistema de impostos da economia é tal que a carga fiscal líquida. sabendo que o financiamento . resultante dos impostos directos e indirectos e dos subsídios..m. Perante esta informação. as importações correspondem a 40% do produto.m. b) Calcule o saldo orçamental (SO = receitas públicas – despesas públicas). conhecedor do efeito multiplicador que os gastos públicos em bens e serviços exercem sobre o produto.2Y a) Determine o nível de equilíbrio do produto desta economia.75Yd. o Governo decide aumentá-los para 300.m. 12. e de 1020 u. Considere uma economia que pode ser descrita pelo seguinte sistema de equações: D C I G C  20  0. podemos admitir que. Partindo da situação da alínea c) do exercício anterior.

ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 36 dos gastos públicos deverá ser acompanhado por um acréscimo de receitas públicas. com pleno emprego. exactamente no mesmo montante da subida já verificada nos gastos públicos em bens e serviços. c) Sabe-se que os valores obtidos nas alíneas anteriores são acompanhados de uma situação de desemprego e que se estima que. Para uma dada economia fechada conhece-se a seguinte informação (em unidades monetárias) relativa a um determinado ano:   PIBpm = 1500 transferências do Estado para as famílias = 150 . a sua resposta.25Y a) Calcule o produto desta economia. 13. Como poderia o Estado utilizar as despesas públicas correntes para conduzir a economia para o produto de pleno emprego? Justifique e quantifique medidas que propõe. o produto desta economia poderia chegar a 3000 u. tendo presente que as preocupações do Governo deverão ser não apenas o equilíbrio das contas públicas mas também o nível do rendimento desta economia. b) Calcule o saldo orçamental corrente. G = +50 ou Alternativa B – subida de 2% da taxa de imposto (passando para t=0. Discuta a validade destas duas alternativas.8Yd I  400 G  400 TR  200 T  40  0. Considere uma economia fechada para a qual se conhece a seguinte informação em unidades monetárias para um determinado ano: C  72  0. houve quem defendesse duas alternativas possíveis: Alternativa A .diminuição das transferências do Estado para as famílias Tr=-50.m.22). analisando o significado económico das 14.

c) o investimento diminuir 10 u. b) Sabendo ainda que a propensão marginal a consumir é 0.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 37  saldo orçamental corrente = 5 a) Admitindo que os impostos desta economia se podem definir pela função T = 30 + 0. Quais seriam as consequências ao nível do saldo orçamental corrente? 15. A propensão marginal a importar é de 0.1.m. O que acontecerá à balança de bens e serviços e ao nível de rendimento deste país se. b) as exportações diminuírem 10 u. tudo o resto se mantendo constante: a) o consumo colectivo aumentar 10 u.m.25 Y determine o valor do consumo colectivo que se deve ter verificado nesse ano.6 e os impostos são exogenamente determinados.8 determine o valor que poderia ser obtido para o PIBpm se o consumo colectivo tivesse um aumento de 100 u.m. A propensão marginal a consumir é de 0.m. . As exportações da Megalândia são actualmente iguais às importações e são exogenamente determinadas.

o nível de preços. Suponha que. b) Suponha que o banco central pretende aumentar a taxa de juro em 3 pontos percentuais. Moeda e Política Monetária 1. ceteris paribus. Considerando ainda a expressão da procura de moeda do anterior exercício.5Y  4000i) . . Represente graficamente esta solução no plano (M. em determinada economia. c) Que acontece à procura de moeda nominal quando. aumenta? Escreva a expressão da procura real de moeda e interprete-a. i). Defina os seguintes conceitos de forma sucinta: contracção monetária custo de oportunidade da detenção de moeda expansão monetária função de reacção da política monetária moeda oferta de moeda política monetária procura de moeda taxa de juro nominal taxa de juro real 2. b) Explique por que é que a procura de moeda depende negativamente de i .ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 38 9. 3. Qual deverá ser o novo valor da oferta de moeda? Trata-se de uma expansão ou de uma contracção monetária? Represente estas alterações no gráfico que desenhou anteriormente. suponha que P  1 e que Y  1000 . a taxa de juro nominal. P . a) Calcule o valor da oferta de moeda por parte do banco central se este resolver fixar a taxa de juro em 5%. o produto real. a) Explique por que é que a procura de moeda depende positivamente de Y . a procura de moeda é dada pela expressão M  P(0.

explique como é que: a) o banco central consegue determinar a taxa de juro nominal. 5.75(Y  T ) . i). Considere uma economia descrita pelas equações seguintes: C  250  0. 4. G  G  1000 . I  2500  10000r . e) De que outra forma poderia ter sido eliminado o desvio do produto? Indique uma política alternativa quantificada que repusesse a economia no pleno emprego. . Em que condições se pode defender que o banco central determina a taxa de juro real? 6. Qual o valor do desvio do produto? Trata-se de um desvio expansionista ou recessivo? c) Proponha uma política monetária que elimine o desvio calculado na alínea anterior. T  T  1000 . b) Suponha que o produto potencial ou de pleno emprego é igual a 11000. supondo que o banco central fixa a taxa de juro real em 5 por cento. Trata-se de uma expansão ou de uma contracção monetária? d) Represente graficamente a situação inicial e a solução proposta na alínea anterior. Recorrendo a gráficos adequados.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 39 c) Parta do princípio que o banco central pretende manter a taxa de juro nominal fixa em 8%. a) Calcule o produto de equilíbrio de curto prazo. b) o banco central não pode definir a taxa de juro nominal e a massa monetária de forma independente. Explique a relação entre a taxa de juro nominal e a taxa de juro real. Em quanto deverá variar a oferta de moeda num cenário em que o produto real aumenta 3% e a inflação é igual a 2%? d) Represente graficamente a evolução da alínea anterior no plano (M. Y C  I G.

c) do desemprego. b) da procura agregada. 2. d) um aumento das exportações líquidas. c) um aumento do produto potencial. e) uma alteração da política monetária seguida pelo banco central. O principal inconveniente do modelo keynesiano básico é não explicar a determinação: a) do produto. 3. d) infinito. b) positivo. d) da inflação. Procura e Oferta Agregadas – Uma Introdução Defina os seguintes conceitos de forma sucinta: curva da procura agregada curva da oferta agregada de curto prazo equilíbrio de curto prazo equilíbrio de longo prazo curva da oferta agregada de longo prazo perturbação (ou choque) da procura desinflação pertubação (ou choque) da oferta 1. O declive da curva da procura agregada é: a) negativo.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 40 10. b) um aumento dos impostos. . Qual dos seguintes acontecimentos não desloca a curva da procura agregada? a) um aumento do consumo autónomo. c) nulo.

e) infinito. e) qualquer um dos acontecimentos mencionados. O declive da curva da oferta agregada de longo prazo é: a) variável. b) desinflação. d) nulo. b) negativo. c) positivo. e) infinito.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 41 4. d) perturbação do produto potencial. e) equilíbrio. d) perturbação da inflação. b) choque inflacionário. d) nulo. c) choque da oferta agregada. . 7. O declive da curva da oferta agregada de curto prazo é: a) variável. 6. c) positivo. c) constância da inflação. b) negativo. 5. A tendência para a inflação variar de forma relativamente lenta é por vezes designada por: a) inércia da inflação. Qual dos seguintes acontecimentos é uma potencial causa de inflação? a) procura agregada excessiva.

022 G2009 1797 onde Y representa o PIBpm e G o consumo público (ambos medidos em 109 US$ de 2000) e π é a taxa de inflação anual com base no deflator da despesa interna. 2009 . Quantifique essa política. 1  2009   2008  . e) Que outras políticas poderiam ter sido utilizadas como alternativas à da alínea anterior? Utilize uma representação gráfica adequada para ilustrar a sua resposta. proponha uma política orçamental que tivesse permitido aos EUA reduzir ao mínimo o hiato do produto em 2009.G2009  2570. Conhecem-se ainda as seguintes funções agregadas para o ano de 2009: Y2009  10 740  0. d) Com base nos resultados da alínea anterior. e) tanto a oferta como a procura agregada se desloquem para a direita. b) a curva AD se desloque para a esquerda. 9. c) a curva da oferta agregada se desloque para a direita. cada uma das funções acima apresentadas e represente-as graficamente no espaço habitual. 29177 a) Identifique. Considere os seguintes dados para a economia dos EUA nos anos de 2008 e 2009: Y2008 11 596 π2008 0. c) Sabendo que o produto potencial para 2009 foi 11 590×109 US$ de 2000 o que pode concluir quanto ao tipo de desvio cíclico observado? Justifique economicamente todos os seus cálculos. b) Calcule o produto e a taxa de inflação de equilíbrio para 2009. justificando economicamente.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 42 8. d) a curva da oferta agregada se desloque para a esquerda. Um aumento das despesas com a Defesa faz com que: a) a curva AD se desloque para a direita. Y2008  11 458  0. . 011 .31.

Que tipo de acções tenderão os agentes económicos a tomar quando esperam um nível significativo de inflação no futuro? 2. Qual seria a perspectiva de Keynes sobre os mecanismos auto-correctores da economia quando escreveu que "no longo prazo estamos todos mortos"? . 3. O que significa dizer-se que determinado pagamento se encontra "indexado à inflação"? Aponte alguns exemplos de indexação.ISEG – Economia II – Exercícios para as aulas práticas 43 Questões para discussão 1.

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