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PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO

ANO LECTIVO 2010 /2011

ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO ........................................................................................... 4 2. PRIORIDADES EDUCATIVAS ............................................................................... 4 3. PLANOS CURRICULARES ................................................................................. 5 3.1. Desenho Curricular do Pré-escolar ............................................................................................ 5 3.2. Desenho Curricular do 1º ciclo .................................................................................................. 7 3.3. Desenho Curricular do 2º ciclo .................................................................................................. 8 3.4. Desenho Curricular do 3º ciclo .................................................................................................. 9 3.5. Orientações para as áreas curriculares não disciplinares ......................................................... 10 3.5.1. Formação Cívica ............................................................................................................... 10 3.5.2. Estudo Acompanhado ....................................................................................................... 11 3.5.3. Área de Projecto ............................................................................................................... 11 3.6. Atribuição do meio bloco a decidir pela escola ................................................................... 11 4. CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO ........................................................... 12 5 . FORMAÇÃO PARA ADULTOS ..................................................................... 14 5.1.Curso de educação e formação de adultos (cursos EFA) ......................................................... 15 5.2. UFCD – Formação Modular: ................................................................................................... 15 5.3.Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências ............................ 15 (RVCC – nível básico) ................................................................................................................... 15 5.4. Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências ............................ 17 (RVCC – nível secundário) ............................................................................................................ 17 6. ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO .................................................................... 19 6.1. Clubes ...................................................................................................................................... 19 6.2. Projectos .................................................................................................................................. 21 7- MODALIDADES E ESTRATÉGIAS DE APOIO ESPECIALIZADO E EDUCATIVO ................... 27 8. AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS ............................................................... 29 8.1. Princípios Gerais...................................................................................................................... 29 8.2.Critérios de Avaliação .............................................................................................................. 32 8.2.1. Áreas Curriculares Não Disciplinares .............................................................................. 38 8.3. Critérios de Transição .............................................................................................................. 40 8.4. Turmas de CEF ........................................................................................................................ 41 9. ORIENTAÇÕES E ESTRATÉGIAS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PCA (PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO) ......................................................................................... 41 9.1 – RECURSOS / ESTRATÉGIAS ............................................................................................. 41
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9.2 – PROJECTO CURRICULAR DE TURMA ........................................................................... 42 9.2.1. Estrutura............................................................................................................................ 42 9.2.2 – Mecanismos de avaliação do Projecto Curricular de Turma .......................................... 43 10. ARTICULAÇÃO ENTRE OS VÁRIOS NÍVEIS DE ENSINO .................................................... 44 10.1.Articulação entre a educação Pré-escolar e o 1º Ciclo ........................................................... 44 10.2.Articulação entre o 1º e o 2º Ciclo .......................................................................................... 45 10.3.Articulação entre o 2º e o 3º Ciclo .......................................................................................... 45 11.CRITÉRIOS ORGANIZACIONAIS .................................................................. 46 11.1. Critérios Gerais de elaboração de Horários para a educação Pré-Escolar o 1º Ciclo ............ 46 11.2. Critérios Gerais de Elaboração de Horários para os 2º e 3º Ciclos ....................................... 46 11.3 Critérios de Constituição de Grupos/Turmas ......................................................................... 47 11.4. Critérios da Distribuição de Serviço e Perfil do Director de Turma ..................................... 48 11.5. Equipas Pedagógicas ............................................................................................................. 49 11.6. Critérios para as Actividades de Acompanhamento .............................................................. 50 12. AVALIAÇÃO DO PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO ............................... 51

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1. INTRODUÇÃO
O Projecto Curricular do Agrupamento constitui um documento definidor das estratégias de desenvolvimento do currículo nacional, adequando-o ao contexto de cada estabelecimento de educação e ensino. A concretização do Currículo Nacional e do Projecto Curricular do Agrupamento é feita através dos Projectos Curriculares de grupo/turma, que o adequam ao contexto de cada turma. Estes documentos serão concebidos, implementados e avaliados pelos respectivos docentes titulares ou conselhos de turma, devendo, neste caso, o Director de Turma assumir o papel de coordenador. A Orientação Curricular Nacional fundamenta-se em três níveis de competências a desenvolver ao longo do ensino básico: competências gerais, competências transversais e competências essenciais.

2. PRIORIDADES EDUCATIVAS
 De acordo com o Projecto Educativo, consideram-se como prioridades:  Apostar nas novas tecnologias de informação e comunicação (TIC);  Implicar a comunidade docente na necessidade de uma mais profunda e sistemática coordenação pedagógica ao nível dos Departamentos e do Conselho de Turma;  Reforçar a preparação da comunidade docente no âmbito dos métodos e técnicas de estudo e de trabalho;  Alargar e dinamizar projectos de âmbito escolar, local, nacional e internacional;  Implicar os Encarregados de Educação /Pais no acompanhamento dos seus educandos e na sua participação na vida da Escola.  Proporcionar ao pessoal não docente formação de acordo com o diagnóstico efectuadao.  Para a implementação destas prioridades educativas devem ser considerados os seguintes aspectos:  As metodologias e actividades devem ser diversificadas, promovendo várias aprendizagens (nomeadamente através da Sala de Estudo e de actividades de acompanhamento);
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 Os alunos devem participar nas actividades e problemas da Escola, conseguindo-se assim uma integração efectiva dos mesmos, na comunidade educativa;  A educação para a cidadania, como desenvolvimento de uma consciência cívica, deve permitir a interiorização das elementares regras sociais, com relevância para a abordagem dos temas: educação ambiental e educação para a saúde;  A utilização das tecnologias da comunicação e informação deve permitir aos alunos adquirir saberes imprescindíveis na actual sociedade;  Os alunos devem ser co-responsabilizados pelo sucesso da sua aprendizagem;  Os Encarregados de Educação /Pais devem acompanhar e participar na vida escolar do seu educando. 

3. PLANOS CURRICULARES
A missão do Agrupamento de Escolas Conde de Ourém é contribuir para um ensino de excelência, disponibilizando aos seus alunos recursos que lhes permitam atingir elevados níveis de competência e de qualidade. Cabe ao Agrupamento promover a articulação entre a educação pré-escolar e os três ciclos do ensino básico numa perspectiva de sequencialidade progressiva, para que as competências transversais a desenvolver ao longo da escolaridade obrigatória e os conhecimentos a adquirir se completem, aprofundem e alarguem de ciclo para ciclo, preparando os alunos para o prosseguimento de estudos ou para a integração na vida activa. 3.1. Desenho Curricular do Pré-escolar “A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário”. As orientações pedagógicas prevêem o desenvolvimento das seguintes áreas:  Formação Pessoal e Social  Identificação  Temporalidade
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 Forma de estar em grupo  Familiarização com a situação escolar  Actividades livres (trabalho individual e de pequeno grupo)  Actividades de grande grupo  Segurança  Higiene individual  Vestir/Despir  Conhecimento do seu esquema corporal  Domínio da Linguagem e Abordagem à Escrita  Desenvolvimento da linguagem  Abordagem à escrita  Domínio da Matemática  Aquisições para as primeiras aprendizagens   Conhecimento do Mundo Expressões  Expressão Musical  Expressão Plástica  Expressão Dramática  Expressão Psicomotora  Coordenação da motricidade larga  Materialização  Noções espaciais  Jogos de construção  Jogos de mesa

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3.2. Desenho Curricular do 1º ciclo O 1º ciclo do ensino básico constitui-se como a 1ª etapa da escolaridade obrigatória, promovendo a progressiva realização individual dos cidadãos, através do desenvolvimento de competências transversais e da aquisição de conhecimentos, em harmonia com os valores de solidariedade social preparando-os para uma intervenção útil e responsável na ÁREAS CURRICULARES DISCIPLINARES COMPETÊNCIAS
Compreensão Oral Expressão Oral Leitura Expressão Escrita Conhecimento Explícito Números e Cálculo, Geometria Localização no espaço e no tempo do ambiente natural e social. O dinamismo das inter-relações entre o natural e o social.

ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES

Língua Portuguesa

Área de Projecto

Matemática

Estudo Acompanhado

Estudo do Meio Expressão Artística e Físico-Motora

Formação Cívica

25 HORAS comunidade.

Em todas as escolas do Agrupamento funcionam actividades de enriquecimento curricular: Apoio ao estudo, Inglês, Educação Musical, Animação Sócio-Cultural e Educação Física, sendo a entidade promotora a Câmara Municipal de Ourém.

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3.3. Desenho Curricular do 2º ciclo No 2º ciclo do ensino básico os alunos deverão continuar a desenvolver as competências transversais, nomeadamente as rotinas de estudo personalizadas, a experimentação e a organização e sistematização das aprendizagens. 2º Ciclo Carga Horária Semanal (Bloco  90 Min.)
5º Ano Língua Portuguesa Língua Estrangeira História e Geografia de Portugal DISCIPLINARES Matemática Ciências da Natureza Educação Visual e Tecnológica Educação Musical Educação Física Área de Projecto NÃO DISCIPLINARES Área de Projecto Tecnológico Estudo Acompanhado Formação Cívica CARGA HORÁRIA TOTAL 2 Blocos 1,5 Blocos 1,5 Blocos 2,5 Blocos 1,5 Blocos 2 Blocos 1 Bloco 1,5 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 16,5 Blocos 6º Ano 2,5 Blocos 1,5 Blocos 1,5 Blocos 2 Blocos 1,5 Blocos 2 Blocos 1 Bloco 1,5 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 16,5 Blocos

- Os alunos têm ainda a possibilidade de frequentar a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (0,5 bloco), sendo esta de carácter facultativo. - Nas turmas de 5º ano de Ensino Artístico de Música, os alunos beneficiam de 0,5 bloco de Sala de Estudo destinada à disciplina de Matemática.

ÁREAS CURRICULARES

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3.4. Desenho Curricular do 3º ciclo No 3º Ciclo continuar-se-á o aprofundamento das competências transversais promovendo-se uma maior autonomia dos alunos na organização do seu estudo, capacidade de iniciativa para a superação de dificuldades e resolução de problemas e um comportamento assertivo, consciente e intencional, operacionalizado através das actividades constantes dos projectos curriculares 3º Ciclo Carga Horária Semanal (Bloco  90 Min.)
7º Ano Língua Portuguesa Língua Estrangeira 1 Língua Estrangeira 2 História Geografia Matemática DISCIPLINARES Ciências Físicas Naturais Educação Artística (Música ou Teatro) Educação Tecnológica Educação Artística ( Música, ET, EV ou Teatro) Educação Visual Educação Física Tecnologias de Informação e Comunicação Área de Projecto NÃO DISCIPLINARES CARGA HORÁRIA TOTAL Estudo Acompanhado Formação Cívica 2 Blocos 1,5 Blocos 1,5 Blocos 1 Bloco 1 Bloco 2,5 Blocos 2 Blocos 1 Bloco 0 Blocos 1 Bloco 1,5 Blocos 0 Blocos 1 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 17,5 Blocos 8º Ano 2 Blocos 1,5 Blocos 1,5 Blocos 1,5 Blocos 1 Bloco 2 Blocos 2 Blocos 1 Bloco 0 Blocos 1 Bloco 1,5 Blocos 0 Blocos 1 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 17,5 Blocos 9º Ano 2 Blocos 1,5 Blocos 1 Blocos 1,5 Blocos 1 Bloco 2 Blocos 2,5 Blocos 0 Blocos 1,5 Blocos ----------1,5 Blocos 1 Bloco 1 Bloco 0,5 Bloco 0,5 Bloco 17,5 Blocos

ÁREAS CURRICULARES

- Os alunos do Ensino Artístico da Música, no 7º ano, têm apenas 1 bloco de 90 minutos na disciplina de Língua Estrangeira II e no 8ºano, apenas 1 bloco de 90 minutos na disciplina de Língua Estrangeira I. - Nas turmas de 7º ano de Ensino Artístico de Música, os alunos beneficiam de 0,5 bloco de Sala de Estudo destinada à disciplina de Matemática. - A disciplina de Educação Artística (7º e 8º anos) apresenta uma organização semestral; os alunos podem optar pelas seguintes disciplinas: Educação Musical ou Teatro.

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- Os alunos têm ainda a possibilidade de frequentar a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (0,5 bloco), sendo esta de carácter facultativo. - No 9º ano, os alunos escolhem uma das disciplinas frequentadas no 7º ou no 8º ano. - No 8º ano, na carga horária relativa à área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado foi destinado um bloco de 90 minutos à utilização das T.I.C. para dar cumprimento ao Despacho de 27 de Junho de 2007. - No 8ºano, as turmas estão inseridas no projecto “Mais sucesso escolar” na disciplina de Língua Portuguesa. O projecto “Turma +” tem como objectivos criar mecanismos para promover o sucesso na disciplina de Língua Portuguesa e contribuir para o aumento do sucesso global. 3.5. Orientações para as áreas curriculares não disciplinares As três áreas curriculares não disciplinares: Área de Projecto, Estudo

Acompanhado e Formação Cívica, organizam-se e desenvolvem-se numa perspectiva transversal e integradora das aprendizagens, da forma seguinte:

3.5.1. Formação Cívica

Esta área é leccionada pelo Professor Titular de Turma (1º CEB) ou pelo Director de Turma (2º e 3º CEB) e tem em vista promover actividades facilitadoras de uma participação organizada, designadamente, discussão, debates, chuva de ideias, etc., no âmbito de temáticas que estejam de acordo com o Projecto Educativo de Escola – “Por uma Escola de Valores, Educar para a Cidadania”. Poderão ainda ser abordados os temas seguintes: - Educação para a saúde e sexualidade; - Educação ambiental; - Educação para a sustentabilidade; -Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo; - Educação para os direitos humanos; - Educação para a igualdade de oportunidades; - Educação para a solidariedade;
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- Educação rodoviária; - Educação para os media; - Dimensão europeia da educação.

3.5.2. Estudo Acompanhado Esta área é da responsabilidade:  1º CEB: dos docentes titulares de turma;  2º CEB: docentes da turma, em par pedagógico;  3º CEB: docente da turma. O objectivo central desta área é desenvolver a capacidade de aprender a aprender, permitindo aos alunos realizar com maior autonomia a sua aprendizagem, exercitando métodos de estudo adequados. Esta área deve contribuir, prioritariamente, nos projectos de “Melhoria das aprendizagens na Matemática”, “Plano Nacional de Leitura” e “Tecnologias de Informação e Comunicação”. 3.5.3. Área de Projecto Esta área organiza-se em par pedagógico, no 2º Ciclo e, em regime de monodocência no 1º e 3º CEB. Nesta área é importante desenvolver competências de resolução de problemas, de intervenção no meio, de integração de saberes e de pesquisa. Esta área deve contribuir, prioritariamente, nos projectos de “Melhoria das aprendizagens na Matemática” e “Educação para a Saúde”. 3.6. Atribuição do meio bloco a decidir pela escola Para os alunos dos 5º e 6º anos, a escola EB 2/3 oferece 0,5 bloco de APT (Área de Projecto Tecnológico), no sentido de preparar os alunos para a utilização das novas tecnologias da informação e da comunicação. No 5º e no 7º ano, o 0,5 bloco de oferta de escola foi atribuído à disciplina de Matemática no sentido de concretizar o Plano de Acção da Matemática nos termos do Decreto-lei nº 209/2002 de 17 de Outubro. Nos restantes anos (6º, 8º e 9º anos) a Sala de Estudo de Matemática com a duração de 0,5 bloco semanal, de carácter obrigatório para os alunos, está marcada no horário da turma e do professor.
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No 8º ano, o mesmo 0,5 bloco foi atribuído às Línguas Estrangeiras.

4. CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO
Os cursos de educação e formação inserem-se numa perspectiva de novas oportunidades de formação, permitindo a conclusão do 9º ano e uma qualificação profissional de nível 2.

Operador de Informática – tipo II (2 anos)
Componentes de Formação Áreas de Competência Disciplinas Língua Portuguesa e Língua Estrangeira - Inglês TIC Cidadania e Mundo Actual Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Cidadania e Sociedade Ciências Aplicadas Educação Física Matemática Aplicada Física e Química Instalação e Manutenção de Tecnologias Específicas Tecnológica Microcomputadores Aplicações de Escritório Gestão de Bases de Dados Operação em Redes Locais e Internet Prática Contexto de Trabalho (Estágio) TOTAL CARGA HORÁRIA Carga Horária 192 horas 192 horas 96 horas 192 horas 30 horas 96 horas 210 horas 123 horas 153 horas 204 horas 135 horas 276 horas 210 horas 1125 HORAS

Línguas, Cultura Comunicação Sócio-Cultural

Científica

Marcenaria – tipo II (2 anos)
Componentes de Formação Áreas de Competência Línguas, Cultura Comunicação Sócio-Cultural Disciplinas e Língua Portuguesa Língua Estrangeira - Inglês TIC Cidadania e Mundo Actual Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Cidadania e Sociedade Ciências Aplicadas Educação Física Matemática Aplicada Física e Química Trabalhos Simples em Madeira Tecnologias Específicas Tecnológica Técnicas Simples de Marcenaria Técnicas de Marcenaria em Mobiliário de Estilo Técnicas de Marcenaria em Peças de Criação Carga Horária 192 horas 192 horas 96 horas 192 horas 30 horas 96 horas 210 horas 123 horas 268 horas 155 horas 183 horas 165 horas

Científica

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Prática

Contexto de Trabalho (Estágio)

210 horas 2112 HORAS

TOTAL CARGA HORÁRIA

Acompanhante de crianças – tipo II (2 anos)
Componentes de Formação Áreas de Competência Línguas, Cultura e Comunicação Sócio-Cultural Disciplinas Língua Portuguesa Língua Estrangeira - Inglês TIC Cidadania e Mundo Actual Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Cidadania e Sociedade Ciências Aplicadas Educação Física Matemática Aplicada Científica Psicologia Acompanhamento de crianças Tecnologias Específicas Tecnológica Prática Assistência a crianças no domicílio Abordagem sócio-familiar Acompanhamento em creches Estágio em contexto de trabalho Carga Horária 192 horas 192 horas 96 horas 192 horas 30 horas 96 horas 210 horas 123 horas 192 horas 192 horas 192 horas 192 horas 210 horas 2109 HORAS

TOTAL CARGA HORÁRIA

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5 . FORMAÇÃO PARA ADULTOS
O Agrupamento tem sentido a necessidade de dar resposta à comunidade educativa e promover a redução dos défices de qualificação dos adultos, cada vez mais uma preocupação de instituições e cidadãos. Assim, e como resposta às necessidades diagnosticadas pelo Centro de Novas Oportunidades, pretendemos oferecer percursos formativos adequados ao mercado de trabalho e aos interesses dos adultos com mais de 18 anos. A escola procedeu à candidatura pedagógica e financeira de cursos de Educação e formação de adultos, de nível básico e secundário, de qualificação escolar e profissional, bem como de Unidades de formação de curta duração (de formação base) de acordo com um diagnóstico prévio e consulta a parceiros. Com o objectivo de suprir e completar o conjunto de ofertas formativas deste Concelho, o Centro de Novas Oportunidades propõe: - Assegurar a todos os cidadãos maiores de 18 anos uma oportunidade de qualificação de certificação, de nível básico ou secundário, adequado ao seu perfil e necessidades, no âmbito da área territorial deste CNO; - Contribuir para a elevação dos níveis de educação e formação da população adulta, facilitando o seu acesso a novos planos de educação/formação e melhoria da empregabilidade (por exemplo, criação de cursos EFA); - Reconhecer os conhecimentos, as experiências e as competências adquiridas pelos adultos ao longo da vida; - Validar as competências de acordo com os referenciais; - Desenvolver competências que favoreçam a integração / reintegração de adultos no mercado de trabalho; - Identificar soluções formativas adequadas às necessidades de formação dos adultos, particularmente no domínio das Línguas estrangeiras e das TIC; - Promover o desenvolvimento do conceito de cidadania activa; - Estabelecer parcerias com vista a facilitar o processo de recrutamento de candidatos ao reconhecimento e validação de competências; - Promover a partilha de informação, experiência e disseminação de práticas bem sucedidas.

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A escola tem em funcionamento: 5.1.Curso de educação e formação de adultos (cursos EFA) - Técnico/a de Apoio à Gestão, nível secundário, dupla certificação (tipologia: S - tipo A + Nível 3). Regime: Pós-laboral Plano de Formação do curso de educação e formação de adultos Plano Curricular
Componente Portefólio Reflexivo de Aprendizagem Formação Tecnológica Formação Tecnológica Formação de Base Formação de Base Formação de Base Formação de Base Unidades de Formação de Curta Duração Formação em contexto real de trabalho Cultura, Língua e Comunicação Cultura, Língua e Comunicação Cidadania e Profissionalidade Sociedade, Tecnologia e Ciência Área Disciplina Temas Unidade C. Horária 85 1225 210 150 100 150 150

5.2. UFCD – Formação Modular: Cultura Linguagem e Comunicação Linguagem e comunicação Linguagem e comunicação – Língua estrangeira (inglês e francês) – em funcionamento Sociedade tecnologia e Ciência Tecnologias de Informação e comunicação - em funcionamento Cidadania e profissionalidade Matemática para a vida Os referenciais são os propostos pelo catálogo nacional de qualificações disponíveis em http://www.catalogo.anq.gov.pt/

5.3.Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC – nível básico) O processo de RVCC (nível básico) permite a obtenção de uma equivalência escolar ao 4.º, 6.º ou 9.º ano de escolaridade, através do reconhecimento das competências adquiridas pelos adultos ao longo da sua vida. Essas competências podem ter sido adquiridas nos mais variados contextos (escolar, formativo, profissional, social).
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O processo de RVCC é dirigido a adultos que apresentem um conjunto diversificado de experiências de o nível básico. Todas as pessoas adquirem, ao longo do seu percurso pessoal, profissional, social e formativo, mais ou menos competências nas mais diversas áreas. As competências variam de pessoa para pessoa, conforme o seu percurso de vida e os seus interesses. Para obter uma certificação de nível básico, os candidatos têm que demonstrar competências nas seguintes áreas: - Linguagem e Comunicação (LC); - Matemática para a Vida (MV); - Cidadania e Empregabilidade (CE); - Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Para que as competências possam ser reconhecidas, os candidatos têm que as demonstrar, através da realização de trabalhos escritos, com base na sua história de vida. Durante todo o processo, os adultos contam com a orientação de um Profissional de RVC, ao qual compete a realização de sessões de reconhecimento de competências, de orientação do seu trabalho e de preparação para a sessão de Júri de Validação. Os candidatos são também acompanhados por uma equipa de Formadores, aos quais cabe a realização de sessões de reconhecimento de competências e sessões de formação complementar nas áreas onde os candidatos demonstrarem ter necessidade da mesma. A formação complementar tem a duração máxima de 50 horas, repartidas pelas 4 áreas-chave. O seu objectivo é proporcionar aos adultos o desenvolvimento de algumas competências em determinada (s) área (s). Após o reconhecimento e validação das competências dos adultos pela equipa do CNO, é preparada a sessão de Júri de Validação. Esta sessão representa o momento final do processo, após a qual é emitido o certificado de qualificações. O júri de validação é composto por um avaliador externo e a equipa que acompanhou o candidato. Não se trata de um momento de avaliação, mas de um
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vida,

que

permitam

o

reconhecimento

de

competências de acordo com os referenciais de educação e formação de adultos para

momento formal de reconhecimento público da legitimidade da certificaçã o.

A certificação obtida pode ser: Total - quando o candidato adquiriu ao longo da sua vida as competências necessárias à certificação de um determinado nível de escolaridade ou as desenvolveu e demonstrou ao longo do processo de RVCC. Parcial - quando o candidato não adquiriu todas as competências necessárias nas 4 áreas chave, obtém uma certificação parcial através do processo de RVCC, completando o seu percurso de qualificação através da frequência de módulos de formação (UFCD) com a duração de 50 horas por área de competência em falta. Após a conclusão desses módulos de formação, obtém a certificação total, ao nível do B1 (4.º), B2 (6.º) ou B3 (9.º ano) de escolaridade.

5.4. Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC – nível secundário) O processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (nível secundário) permite a obtenção de uma equivalência escolar ao 12.º ano de escolaridade, através do reconhecimento das competências adquiridas pelos adultos ao longo da sua vida. Essas competências podem ter sido adquiridas nos mais variados contextos (escolar, formativo, profissional, social). O processo de RVCC é dirigido a adultos que apresentem um conjunto diversificado de experiências de o nível secundário. As fases do reconhecimento das competências e a respectiva validação seguem os mesmos trâmites do RVCC – nível básico Para obter uma certificação de nível secundário, os candidatos têm que demonstrar competências nas seguintes áreas: - Cultura, Língua e Comunicação (CLC); - Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC);
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vida,

que

permitam

o

reconhecimento

de

competências de acordo com os referenciais de educação e formação de adultos para

- Cidadania e Profissionalidade (CP). Por cada competência demonstrada, o candidato obtém 1 crédito. Para alcançar a sua certificação deverá obter entre 44 a 88 créditos, distribuídos pelas 3 áreas: no mínimo 16 créditos em Cidadania e Profissionalidade e 14 créditos em cada uma das restantes áreas (STC e CLC). Deverá também, obrigatoriamente, demonstrar competências numa língua estrangeira. O processo de Reconhecimento de Competências permite obter equivalência ao 12º ano de escolaridade. De acordo com as competências demonstradas, essa certificação pode ser: Total - quando o candidato adquiriu ao longo da sua vida todas as competências necessárias à certificação, ou as desenvolveu e demonstrou ao longo do processo de RVCC. Parcial - quando o candidato não adquiriu todas as competências necessárias nas 3 áreas chave, obtém uma certificação parcial através do processo de RVCC, completando o seu percurso de qualificação através da frequência de módulos de formação de 50 horas por cada competência em falta. A duração do processo de RVCC é variável, dependendo das competências que os candidatos possuem, do seu ritmo de trabalho e da necessidade de formação complementar. As sessões de reconhecimento de competências têm lugar uma vez por semana, com duração de duas horas, em horário laboral ou pós-laboral. Para além destas, são também realizadas sessões individuais, em função das necessidades de cada adulto.

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6. ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO
O Agrupamento oferece aos alunos um conjunto de actividades definidas no início do ano lectivo, de acordo com projectos apresentados pelos professores e outros elementos da comunidade educativa e a constar no Plano Anual de Actividades. Estas actividades são de carácter facultativo para os alunos, dependendo o seu funcionamento das inscrições e da disponibilidade de recursos humanos e físicos. Organizam-se em Clubes e /ou Projectos. Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) no 1º CEB Anualmente, as Escolas do nosso Agrupamento proporcionam aos alunos actividades de enriquecimento curricular, de carácter facultativo, gratuito e de natureza eminentemente formativa e lúdica, que visam contribuir para a valorização do saber, da cultura e da cidadania e, consequentemente, para a formação integral do aluno. São oferecidas actividades nas seguintes áreas: Apoio ao Estudo; Inglês; Actividade Física e Desportiva; Animação Sociocultural e Ensino da Música. 6.1. Clubes a) Clube de Música Dinamizado pelos professores Sérgio Poupado e Rui Sérgio Oliveira, este clube prevê, para além da prática instrumental e das variadas vivências musicais, proporcionar alguma formação específica na área da manutenção e pequenas reparações do equipamento utilizado. O professor propõe ainda a criação de dois grupos: - Grupo de música ligeira, dando continuidade ao trabalho realizado no ano anterior. - Atelier de percussão, para dar resposta à grande procura na aprendizagem de instrumentos de percussão, nomeadamente bateria de jazz. b) Clube de Teatro Este clube destina-se a alunos do 3º ciclo e é dinamizado pelas professoras, Cristina Portugal e Rosa Magna, responsáveis pela coordenação, produção de texto e montagem do espectáculo. Pretende-se que os alunos desenvolvam atitudes de trabalho, criatividade, expressividade, autonomia, cooperação e respeito pelos outros, combatendo o insucesso escolar, através da motivação para a aprendizagem.

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c) Clube “Parlamento dos Jovens” São responsáveis por este clube, as professoras Eunice Bernardino e Dália Neves. Este clube destina-se a alunos dos 2º e 3º ciclos, numa primeira fase e aos alunos eleitos pelos seus pares (3º ciclo) nas segundas e terceira fases. Este clube visa incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica; sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afectam o seu presente e o futuro individual e colectivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político; dar a conhecer o significado do mandato parlamentar o processo de decisão do Parlamento, enquanto órgão representativo de todos os cidadãos e incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria. É tema deste ano lectivo “Violência em meio escolar”.

d) Clube de Ciência, Tecnologia, Sociedade, Arte e Ambiente Este clube é dinamizado pelos professores Gabriel Lagarto e Carla Frazão. Destinase a alunos dos 2º e do 3º ciclos. Pretende-se que os alunos desenvolvam atitudes de persistência, curiosidade, rigor, gosto pela pesquisa, autonomia, cooperação e respeito pelos outros, combatendo o insucesso escolar, através da motivação para a aprendizagem e do desenvolvimento de capacidades cognitivas. Os alunos escolherão as actividades a desenvolver, mas serão orientados a nível conceptual e processual e tentar-se-á fazer a ligação entre a ciência, o trabalho científico, o papel da ciência na sociedade e no ambiente e a sua relação com o desenvolvimento tecnológico. e) Clube da Comunicação Este clube é dinamizado pelos professores Adelina Mendes, Judite Valverde e Paulo Ferreira e contam com a colaboração da Equipa da Biblioteca Escolar e das coordenadoras do Pré-escolar e do 1º ciclo. Destina-se aos alunos dos 2º e 3º ciclos. O clube tem como objectivo, desenvolver a comunicação escrita recorrendo a estratégias diversificadas; levar os alunos a um conhecimento mais alargado do meio que os rodeia e dos usos e costumes que nele existem; realizar actividades de complemento curricular que correspondam aos interesses dos alunos, em função dos recursos existentes; fomentar e estimular a realização de iniciativas que visem melhorar o sucesso escolar dos alunos, divulgando trabalhos realizados, através do jornal mensal “Rabiscos”,
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publicado no jornal local “Ourém e o seu concelho”; informar a comunidade de trabalhos dos discentes e / ou docentes e das actividades desenvolvidas no Agrupamento; contribuir para o desenvolvimento da criatividade do aluno, do seu sentido de responsabilidade e da sua capacidade de participação; levar os alunos a desenvolver métodos de investigação, pesquisa e organização contribuindo para a sua autonomia; proporcionar, através de um espaço lúdico, entreajuda e cooperação; divulgar contextualizando obras cinematográficas que se enquadrem em várias disciplinas. f) Clube da Saúde Este clube destina-se a alunos do 3º ciclo e é dinamizado pela professora Aida Frade. Tem como objectivo contribuir para a tomada de consciência de que a informação e a reflexão são bases indispensáveis para uma atitude esclarecida e responsável perante a vida. Este clube pretende ainda criar oportunidades sobre temas como alimentação e actividade física e suas implicações na saúde; consumo de substâncias psico-activas; vivência saudável da sexualidade e problemas de saúde relacionados com a sexualidade; violência em meio escolar. g) Atelier de Artes Visuais Este ateliê é dinamizado pelo professor Carlos Ferreira e visa promover a Imagem como objecto de estudo, de forma a proporcionar o seu entendimento através da gramática essencial para a compreensão das imagens. 6.2. Projectos a) Projecto – Desporto escolar O projecto do Clube de Desporto Escolar, coordenado pelo professor João Vítor Alves tem como objectivos gerais proporcionar um conjunto de actividades desportivas de carácter recreativo, competitivo, de formação ou orientação desportiva; adquirir atitudes de integração e convívio e contribuir para a formação de um estilo de vida activo e saudável. O Desporto Escolar é dirigido aos alunos da escola e desenvolve as seguintes modalidades:

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BTT, Dança, Escalada, Futsal, Natação, Orientação, Ténis de mesa, Tiro com arco, Voleibol, Xadrez

b) Projecto BLOGUE Este projecto é dinamizado pelas professoras Maria Manuela Nunes e Paula Barge. Destina-se a adultos em processo, equipa técnico-pedagógica, professores do Agrupamento e comunidade. São objectivos do projecto: - Divulgar à comunidade o Centro das Novas Oportunidades; - Dar a conhecer as actividades desenvolvidas pelo CNO; - Valorizar trabalhos desenvolvidos pelos adultos em processo; - Utilizar as TIC como ferramenta de divulgação do CNO; - Proporcionar aos adultos o acesso e a utilização das TIC.

c) CACO - Um clube da Escola e para fora dela O C.A.C.O. (Clube do Agrupamento Conde de Ourém), fundado em Setembro de 2000, é uma entidade de utilidade pública, sem fins lucrativos e está vocacionada actualmente para a prática desportiva federada da modalidade de Tiro com Arco. A sede do Clube está situada na Escola Básica dos 2º e 3º ciclos D. Afonso, IV Conde de Ourém, de cujo seio surgiu a fundação do Clube, justificada pela necessidade de criar uma continuidade para os jovens desportistas, que no final da escolaridade obrigatória abandonavam a Escola.

d) Projectos da Biblioteca Escolar Toda a actividade da biblioteca está articulada com o trabalho dos departamentos curriculares, com as áreas curriculares não disciplinares, com os diversos conselhos de turma e ainda com todos os clubes e projectos da escola. São professoras bibliotecárias a educadora Isabel Gonçalves (BE Oureana e BE da Atouguia) e a professora Margarida Sampaio (BE da Escola sede).

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“Livros sobre Rodas”- Disponibilizar fundo documental para empréstimo domiciliário às crianças e aos alunos que não podem ir à sede ( Pré escolar e 1º CEB) . Boletim “O sonho” ; Jornalinho do 1º CEB “Lápis afiado”; Blogue - Informar e envolver a comunidade. Participação / colaboração (de todos as crianças e alunos do Agrupamento) no Jornal escolar “Rabiscos”, publicado no jornal local “Ourém e o seu concelho”. Auto- avaliação das Bibliotecas Escolares – Medir a qualidade dos serviços prestados. Mês/ Dia internacional das Bibliotecas Escolares – Incentivar a utilização das Bibliotecas Escolares. Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor – Valorizar o trabalho intelectual. “Ler na escola” (O meu jardim…A minha turma… A minha escola…) – Levar a uma participação de maior número de turmas/ salas / estabelecimentos de ensino. Projecto relacionado com o Plano Nacional de Leitura (Pré-escolar, 1º, 2º e 3º CEB). “Semana de Leitura” – Envolver / motivar os alunos para a leitura. Feira do Livro – Propiciar o contacto com uma grande variedade de livros. Presença de convidados significativos em diversas áreas da cultura e do conhecimento -Envolver / motivar os alunos para a leitura. “Ida à escola” – Estabelecer o primeiro contacto com o espaço da futura escola. “A Biblioteca vai…” – Dinamizar o gosto pela leitura a quem não tem acesso à Biblioteca Escolar. “Saquinhos mágicos” – Propiciar a circulação do maior número de títulos, para leitura pelo educador, por todas as salas. “Amigos da Biblioteca” – Criar um grupo de alunos – monitores, na Biblioteca. “Natal no Coração” – Sensibilizar os alunos para aspectos de ordem sócio-cultural , proceder à recolha de bens alimentares e à sua distribuição pelos alunos mais carenciados da escola. “Pilhas de livros” – Proceder à recolha de pilhas com o objectivo de serem convertidas em livros para a biblioteca. “Na rádio com…”- Divulgar as actividades e projectos desenvolvidos no Agrupamento; desenvolver competências em literacia; divulgar músicas nacionais ou estrangeiras.

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e ) Plano de Acção para a Matemática II (PAM II) Este plano, apoiado pelo Ministério da Educação, visa apoiar projectos que tenham como objectivo a melhoria dos resultados em Matemática dos alunos dos 2º e 3º ciclos. É coordenadora do PAM II, a professora Ana Paula Rodrigues. f) Projecto «Educação Para a Saúde» Este projecto é coordenado pela professora Aida Frade. A promoção da saúde no meio escolar é uma acção que envolve um permanente desenvolvimento, visando contribuir para a aquisição de competências por parte da comunidade escolar, que lhe permitam confrontar-se confiada e positivamente consigo própria e, bem assim, fazer escolhas individuais, conscientes e responsáveis, estimulando um espírito crítico e construtivo, verdadeiro pressuposto do exercício de uma cidadania activa. Assim, e conexionados com as temáticas prioritárias definidas no Despacho de 27/09/2006 foram aferidos os seguintes objectivos gerais: promover uma reflexão em torno de diferentes conceitos de Saúde; clarificar o conceito de Educação para a Saúde; promover atitudes de autonomia e de responsabilidade face a si próprio e aos outros; promover a adopção de estilos de vida saudáveis; fomentar a aquisição de competências pessoais e sociais de forma a facilitar ao aluno a construção do seu projecto de vida; estabelecer um diálogo interactivo entre todos os elementos da sociedade, em especial: Escola/Comunidade e Educação/Saúde; promover / apoiar mudanças a nível das relações familiares. Ligado a este projecto está o GIAA (Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno), dinamizado pelas professoras Sofia Silva, Aida Frade e Sílvia Brígido. Fazem também parte desta equipa, o enfermeiro do Centro de Saúde, Eduardo Santos, a coordenadora do 1º CEB, Anunciação Chaínho e a estagiária em Ciências da Educação, Andreia Freitas. Pretende-se, com este gabinete, criar um espaço de esclarecimentos de dúvidas que possam surgir no que respeita a alterações na puberdade e adolescência; atitudes face à sexualidade; doenças sexualmente transmissíveis; riscos das experiências sexuais prematuras; bem-estar físico, psíquico e social do organismo.

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g) Projecto Novos Programas de Língua Portuguesa e Matemática

Língua Portuguesa No ano lectivo de 2009/2010, a escola aderiu à formação “Novos programas de Língua Portuguesa” tendo as professoras Adelina Mendes e Gisela Rute Rodrigues participado em sessões quinzenais de formação presencial dinamizadas por um formador da DGIDC. Neste ano lectivos, todos os professores de Língua Portuguesa terão sessões de trabalho na escola, quinzenalmente, à quinta-feira à tarde, sob orientação das colegas que tiveram formação, para planificação e preparação de materiais. Os sumários destas sessões serão enviados periodicamente para a plataforma da DGIDC, disponível para o efeito. Matemática O Ministério da Educação lançou uma candidatura para os agrupamentos que pretendiam implementar os Novos Programas de Matemática no ano lectivo 2009/2010, nos1º, 3º, 5º e 7ºanos de escolaridade. O Agrupamento candidatou-se a este projecto para os três ciclos e foi seleccionado para aplicação dos novos programas. Foi criado um mecanismo de acompanhamento científico e pedagógico, tendo a coordenação ficado a cargo das professoras Dulce Marques (1ºciclo), Cláudia Alves (2º ciclo) e Manuela Catarino (3º ciclo). Neste ano, deu-se continuidade a este projecto, reunindo os professores quinzenalmente, à terça-feira para trabalho conjunto. O Agrupamento irá promover formação nesta área para todos os professores do 1ºCEB

Turma mais sucesso escolar No ano lectivo 2009/2010, foi implementado o projecto “Mais Sucesso Escolar” nas turmas de 1º ano e 7º ano, na área da Língua Portuguesa, com continuidade no presente ano lectivo.

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Projecto “ Sentir música” Projecto desenvolvido em parceria com entidades especializadas na educação musical, do concelho de Ourém, que visa sobretudo favorecer as aptidões das crianças através da expressão corporal e musical. É desenvolvido em todos os jardins-de-infância deste Agrupamento com a supervisão das Educadoras titulares de grupo.

Fundação Ilídio Pinho Projecto resultante de uma protocolo entre a Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e o Banco Espírito Santo com o objectivo de estimular o interesse dos alunos pelas ciências. O Agrupamento tem anualmente concorrido a este projecto, através de candidaturas no escalão do pré-escolar, tendo ganho um segundo prémio, e uma menção honrosa.

Promoção da Inclusão Foi implementado o projecto de inclusão através de parcerias com entidades da região, para integrar jovens com NEE´S e que necessitam de um currículo específico. Tem como objectivos:  Contribuir para a igualdade de oportunidades de sucesso educativo para todas as crianças e jovens, promovendo a existência de respostas pedagógicas diversificadas que se adeqúem às suas necessidades e ao seu desenvolvimento global,  Promover a existência de condições na escola para a inclusão socioeducativa das crianças e jovens com necessidades educativas especiais; articular as respostas a necessidades educativas com os recursos da escola e de outras entidades particulares;  Promover a participação activa dos alunos com NEE nas actividades curriculares e de Enriquecimento Curricular;  Aplicar e desenvolver metodologias de intervenção interdisciplinares que, facilitem os processos de aprendizagem, de autonomia e de adaptação ao contexto escolar.
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Projecto da Intervenção Precoce Consiste na prestação de serviços educativos, terapêuticos e sociais a crianças e às suas famílias com o objectivo de minimizar efeitos nefastos ao seu desenvolvimento. Integram este projecto duas educadoras de Infância, afectas a este Agrupamento, e que estão integradas no Departamento de Expressões. O desenvolvimento da sua intervenção é efectuado em articulação com os técnicos que integram o Projecto, definindo estratégias de intervenção. Articulam igualmente com o grupo de Educação especial, uma vez que algumas das crianças que integram o projecto frequentam os estabelecimentos da rede pública.

7- MODALIDADES E ESTRATÉGIAS DE APOIO ESPECIALIZADO E EDUCATIVO
Os Serviços Especializados de Apoio Educativo destinam-se a promover a existência de condições que assegurem o sucesso e a plena integração escolar dos alunos tendo, entre outros, os seguintes objectivos: a) Facilitar o desenvolvimento da identidade pessoal do aluno e a construção do seu projecto de vida; b) Apoiar os alunos no seu processo de aprendizagem e integração escolar; c) Colaborar no levantamento de necessidades da comunidade educativa com o fim de propor acções preventivas e de medidas educativas específicas; d) Assegurar, em colaboração com outros serviços, designadamente os de educação especial, a detecção de alunos com necessidades educativas especiais, avaliar da sua situação e estudar as intervenções adequadas; e) Participar em acções comunitárias destinadas a promover o sucesso escolar, bem como colaborar em programas destinados a eliminar a fuga à escolaridade obrigatória, o abandono precoce e o absentismo sistemático; f) Orientar, em termos vocacionais, especialmente os alunos do 9º ano e os inseridos em currículo alternativo;

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As modalidades e estratégias de apoio educativo caracterizam-se por contribuírem para o reforço das aprendizagens dos alunos, especialmente para aqueles cujas dificuldades são mais evidentes, nomeadamente, alunos com necessidades educativas especiais, alunos vindos do estrangeiro cujo domínio da língua portuguesa necessita de apoio imediato para melhor integração na escola e alunos indicados pelos professores titulares de turma e Conselhos de Turma. Assim, como forma de dar resposta a estas necessidades dos alunos, a Escola assegura os seguintes tipos de apoio:  Apoio ao Estudo no 1º CEB integrado nas AEC, em horários extracurricular com o professor titular de turma.  Apoio Educativo por outros professores do 1º CEB, a alunos com dificuldades de aprendizagem e que não estão contemplados na Educação Especial.  Apoio pedagógico acrescido;  Sala de Estudo;  Apoio individualizado para alunos com necessidades educativas especiais;  Metodologias diferenciadas de acordo com a especificidade do caso;  Adaptações materiais e físicas;  Apoio aos alunos de Português como Língua Não Materna, organizando-os em grupo de nível e utilizando a carga horária de Estudo Acompanhado.  Tutoria; as actividades desenvolvidas no âmbito deste projecto visam acompanhar individualmente os alunos em todo o seu percurso escolar, especialmente aqueles, que sob o ponto de vista psico-afectivo, são mais carenciados. Por ausência de psicóloga contratada por ordem do Ministério da Educação, este serviço está a ser assegurado por uma psicóloga, proveniente de um protocolo entre o Agrupamento e o CRIO, dedicando 10 horas semanais a este Agrupamento.

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8. AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS

8.1. Princípios Gerais Aplica-se a legislação em vigor, que regulamenta a avaliação das aprendizagens dos alunos do Ensino Básico. Os critérios específicos de avaliação, para as áreas curriculares disciplinares, foram definidos em Grupo Disciplinar e/ou Departamento Curricular e aprovados em Conselho Pedagógico, constituindo referenciais comuns na Escola. A avaliação nas áreas curriculares não disciplinares expressa-se numa menção qualitativa de Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem. Os parâmetros a avaliar são os que constam do registo de avaliação entregue, no final de cada período lectivo, aos Encarregados de Educação/Pais.

O processo de avaliação deverá contemplar modalidades de carácter globalizante, interdisciplinar, de acordo com a utilização e integração de conhecimentos das várias áreas curriculares. Deverá também contemplar a aquisição de competências transversais, nomeadamente a autonomia, o sentido de responsabilidade, a capacidade de organização, o domínio da Língua Portuguesa e o domínio das Tecnologias de Informação e de Comunicação.

Princípios e Objectivos da avaliação na Educação Pré-Escolar A avaliação na Educação Pré-escolar assenta nos seguintes princípios: Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo definidas nas Orientações Curriculares da Educação Pré-escolar; Recurso a técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados; Valorização da componente formativa, atendendo-se especialmente aos progressos da criança.

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A avaliação na Educação Pré-escolar visa: Apoiar o processo educativo, permitindo ajustar metodologias e recursos, de acordo com as necessidades e interesses de cada criança e as características do grupo, de forma a melhorar as estratégias de ensino / aprendizagem; Reflectir sobre os efeitos da acção educativa, a partir da observação de cada criança e do grupo, reconhecendo a pertinência e sentido das oportunidades educativas proporcionadas e o modo como contribuíram para o desenvolvimento de todas e de cada uma, de forma a estabelecer a progressão das aprendizagens; Envolver a criança num processo de análise e de construção conjunta, inerente ao desenvolvimento da actividade educativa, que lhe permita, enquanto protagonista da sua própria aprendizagem, tomar consciência dos progressos e das dificuldades que vai tendo, e como as vai ultrapassando; Contribuir para a adequação das práticas educativas, tendo por base uma recolha sistemática de informação que permita ao educador regular a prática educativa, tomar decisões, planear a acção; Conhecer a criança e o seu contexto, o que implica desenvolver processos de reflexão, partilha de informação e aferição entre os vários intervenientes – pais, equipa e outros profissionais – tendo em vista a adequação do processo educativo.

Intervenientes Intervêm no processo de avaliação: O Educador; A(s) criança(s); Os Encarregados de Educação.

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Instrumentos:

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São instrumentos de avaliação os registos de observação, portefólios e outros documentos. Modalidades: Avaliação diagnóstica – A realizar até ao final do 2º mês de actividades, finalizada com o preenchimento de uma ficha que irá fundamentar a elaboração do Projecto Curricular de Turma. Avaliação formativa - Documento escrito com a informação global das aprendizagens mais significativas de cada criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos, a transmitir aos encarregados de educação em três momentos: A comunicação da avaliação aos encarregados de educação far-se-á até ao quinto dia do período de avaliação conforme o estipulado no Despacho do Calendário Escolar respectivo. 2. A avaliação final de todas as crianças será comunicada aos encarregados de educação logo após o encerramento das actividades lectivas 8.2.Critérios de Avaliação a) Critérios de Avaliação – no pré-escolar

Desenvolvimento da identidade

Área de Formação Pessoal e Social 3 Anos 4 Anos Sabe o nome com a maioria Sabe o nome próprio dos apelidos Conhece a família Participa em conversas Interage com outras crianças/adultos Participa, por iniciativa própria em actividades de grupo Veste-se e despe-se e é autónomo na sua higiene pessoal Compreende e cumpre regras Interage com os outros

5 Anos Sabe os nomes do agregado familiar Relaciona parentescos Sabe dizer o nome da terra onde mora É capaz de trabalhar/brincar em grupo de 4/5crianças É capaz de respeitar regras É autónomo no vestir e despir e na sua higiene pessoal

Educação para a cidadania

Autonomia Apropriação do tempo Apropriação do espaço

É autónomo na ida ao WC e em tarefas simples Conhece a sequência da rotina diária Identifica os diferentes espaços

Conhece os diferentes espaços

Utiliza correctamente os diferentes espaços

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Utilização correcta dos materiais

Área de Expressão e comunicação EXPRESSÃO PLÁSTICA 3 Anos 4 Anos Manipula e explora É capaz de cortar diferentes materiais Começa a representar a figura humana com cabeça, braços e pernas (girino) Identifica as cores primárias Desenha a figura humana com cabeça, tronco e membros Identifica cores primárias e secundárias Consegue colorir dentro do contorno

5 Anos Usa correctamente o lápis /Manuseia com correcção a tesoura Desenha a figura humana completa com pormenores Identifica algumas tonalidades É capaz de representar graficamente uma história/acontecimento

Evolução do desenho figurativo

EXPRESSÃO MOTORA Esquema Corporal Motricidade global Motricidade fina 3 Anos Expressa movimentos livremente e/ou orientados Apresenta motricidade global adequada à idade Apresenta destreza manual simples 4 Anos Tem consciência das diferentes partes do corpo Corre, trepa, salta, sobe e desce escadas Apresenta destreza manual 5 Anos Tem noção do seu esquema corporal Salta ao pé-coxinho, corre com alternância de velocidade Apresenta destreza manual mais aperfeiçoada

EXPRESSÃO DRAMÁTICA 3 Anos Exprime emoções Exprime-se através do jogo simbólico 4 Anos Reproduz gestos que identificam sentimentos Atribui significados diferentes aos objectos Participa em pequenas dramatizações 5 Anos Identifica gestos com significado Organiza pequenas representações Recria experiências da vida quotidiana ou situações imaginárias

Comunicação e expressão gestual Jogo simbólico Jogo dramático

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DOMÍNIO DA MATEMÁTICA 3 Anos Conjuntos: propriedades e relações dos objectos Desenvolvimento do conceito de número Monta puzzles simples Começa a contar alguns elementos 4 Anos Identifica as qualidades de objectos: cor, tamanho, comprimento... Forma conjuntos de acordo com um critério previamente estabelecido Realiza associações e sequências simples Reconhece e nomeia noções espaciais básicas: longe/perto; em cima/em baixo Tem a noção dos diferentes tempos cronológicos Identifica figuras geométricas básicas 5 Anos Representa conjuntos Conta até 10 ou mais Identifica direita/esquerda Faz comparações

Espaço/Tempo

Manifesta noções de: grande/pequeno; muito/pouco; dentro/fora;

Iniciação à geometria

Desenha / nomeia figuras geométricas

EXPRESSÃO MUSICAL 3 Anos Ritmo Distinção de sons Diferencia sons 4 Anos Participa em jogos com diferentes ritmos Identifica e localiza diferentes sons Movimenta-se ao som de música ou batimentos Memoriza canções 5 Anos Repete ritmos preestabelecidos Distingue sons de diferente intensidade Distingue sons de diferente duração Adapta-se ao ritmo de canções e melodias

Interpretação de canções

Memoriza pequenas canções

ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO 3 Anos Costumes e festas da comunidade; A Natureza -O tempo dia e noite Explora os recursos que tem à sua disposição Faz perguntas sobre questões que lhe despertam curiosidade Manifesta interesse por actividades propostas -Sensibilização às ciências 4 Anos Manifesta vontade de experimentar Manipula objectos e materiais com interesse e curiosidade Fala e faz perguntas (sobre a vida animal, ambiente e outras questões da vida) 5 Anos Descobre nas paisagens características e suas alterações Conhece e caracteriza épocas festivas e tradições Manifesta curiosidade de saber Cria e reutiliza materiais existentes Conhece (fenómenos) aspectos meteorológicos Tem conhecimento da rotatividade do tempo (horas, dias, anos, estações)

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DOMÍNIO DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA 3 Anos Articula correctamente palavras Expressão e comunicação Constrói frases simples Gosta de ouvir histórias Identifica graficamente os seus trabalhos 4 Anos Exprime realidades/pensamentos nos desenhos e/ ou oralmente Interpreta imagens Ordena e sequencia acontecimentos Manifesta interesse em copiar o próprio nome Gosta de ouvir ler pequenas histórias 5 Anos Progride na expressão oral

Escreve o seu nome Reconhece letras do seu nome Consegue estar atento a ouvir ler histórias, poemas, lengalengas... Tem noção do significado da leitura e da escrita Reconta histórias

A avaliação na Educação Pré-escolar assume uma dimensão marcadamente formativa, é um processo contínuo e interpretativo que procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. Os parâmetros de avaliação de competências situam-se em 4 níveis:  Não revela – NR  Revela pouco – RP  Revela –R  Revela claramente -RC

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b) Critérios de Avaliação – no ensino básico

Departamentos Curriculares

Domínios Disciplinas Língua Portuguesa

Aprendizagens / Competências saber 70% 70% 70% 70% 75% 75% 70% 60% 70% 70% 35% 25% 10% 60% 80% 80% 70% 75% 60% 25% 75% 75% 75% 80% 35% 40% 10% 60% 25% 45% 40% 40% 60% 35% 40% 45% 60% Saber fazer

Atitudes Saber estar / saber ser 30% 30% 30% 30% 25% 25% 30% 40% 30% 30% 25% 30% 30% 40% 20% 20% 30% 25% 40% 40% 25% 25% 25% 20% 25% 20% 30% 40% 30%

1º CICLO

Departamento 1ºCEB

Matemática Estudo do Meio Expressão Artística e Físico-Motora

Departamento de. Línguas Departamento Ciências Sociais e Humanas

Língua Portuguesa Língua Estrangeira História e Geografia de Portugal Educação Moral e Religiosa Católica Matemática Ciências da Natureza Ed. Visual e Tecnológica

2º CICLO

Dep. de Matemática e Ciências Experimentais

Departamento de Expressões

Educação Musical Educação Física Educação Física Educação Física
(condições especiais de avaliação)

Departamento de Línguas

Língua Portuguesa Línguas Estrangeiras História /Geografia 7º ano

Departamento Ciências Sociais e Humanas

História/Geografia 8º ano e 9º ano Educação Moral e Religiosa Católica Teatro

3º CICLO

Matemática

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais

Ciências Naturais Ciências Físico-química TIC Educação Tecnológica Educação Visual

Departamento de Expressões

Educação Física Educação Física Educação .Física
(condições especiais de avaliação)

Educação Musical

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As atitudes a desenvolver são as seguintes: sentido de responsabilidade, atitude cooperativa, respeito pelas opiniões dos outros, empenho, espírito de organização, autonomia, sentido crítico, assiduidade, pontualidade e hábitos de higiene e segurança. A nomenclatura usada na classificação dos testes, de acordo com o definido em Conselho Pedagógico, deve ser a seguinte: De 0 a 19% - Não satisfaz ( fraco) De 20 a 49 % - Não satisfaz De 50 a 54 % - Satisfaz no mínimo De 55 a 69 % - Satisfaz De 70 a 74% - Satisfaz mais De 75 a 89 % - Bom De 90 a 100 % - Muito bom Nos testes, a avaliação qualitativa poderá ser seguida de uma descrição das aprendizagens não realizadas e/ou um reforço positivo. As percentagens serão comunicadas aos alunos.

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8.2.1. Áreas Curriculares Não Disciplinares (O nível de desempenho, em cada item, relaciona-se com o grau de escolaridade do aluno)
Nota: Para o aluno obter uma das MENÇÕES referentes à Avaliação Qualitativa a que as ACND estão sujeitas, terá que evidenciar a MAIORIA dos INDICADORES correspondentes à Menção com a qual está a ser avaliado. No 1º ciclo as menções de Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz bem correspondem respectivamente a Não Revela, Revela e Revela Claramente.

ÁREA DE PROJECTO

Menção

Critérios / Indicadores
*Não cumpre os prazos de apresentação/ realização dos trabalhos *Não participa na apresentação oral, escrita e estética dos trabalhos *Não traz o material de trabalho necessário *Não revela curiosidade/interesse/participação *Não respeita a opinião dos outros *Não cumpre as regras de trabalho de grupo * Apresenta muitas dificuldades na expressão oral e escrita *Não possui hábitos de investigação *Não utiliza as TIC *Não sistematiza ideias nem apresenta conclusões *Não é criativo * Não é autónomo *Cumpre normalmente os prazos de apresentação/ realização dos trabalhos *Participa na apresentação oral, escrita e estética dos trabalhos * Traz o material de trabalho necessário *Revela alguma curiosidade/interesse/participação *Respeita a opinião dos outros *Cumpre as regras de trabalho de grupo * Apresenta poucas dificuldades na expressão oral e escrita *Apresenta algum rigor na linguagem científica Possui alguns hábitos de investigação * Utiliza as TIC * Sistematiza ideias e apresenta conclusões *Revela alguma criatividade * Revela alguma autonomia * Avalia as tarefas individuais e de grupo (auto e hetero-avaliação) *Cumpre os prazos de apresentação/ realização dos trabalhos *Participa claramente na apresentação oral, escrita e estética dos trabalhos *Traz o material de trabalho necessário *Participa de forma clara e com rigor na apresentação oral, escrita e estética dos trabalhos *Revela curiosidade/interesse/participação *Respeita a opinião dos outros *Cumpre as regras de trabalho de grupo *Exprime-se com facilidade, oralmente e por escrito Apresenta rigor na linguagem científica *Possui hábitos de investigação *Utiliza com facilidade as TIC * Sistematiza ideias e apresenta conclusões * É criativo * É autónomo * Avalia com rigor as tarefas individuais e de grupo (auto e heteroavaliação)

NÃO SATISFAZ

SATISFAZ

SATISFAZ BEM

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ESTUDO ACOMPANHADO

Menção

Critérios / Indicadores
*Não traz o material de trabalho necessário *Não desenvolve métodos e técnicas de estudo *Não revela hábitos de trabalho *Não é autónomo *Não é organizado *Não possui capacidade de investigar *Apresenta muitas dificuldades de expressão oral e escrita * Não aplica conhecimentos a novas situações *Não cumpre as regras de trabalho *Traz o material de trabalho necessário *Desenvolve métodos e técnicas de estudo *Revela alguns hábitos de trabalho *Revela alguma autonomia *Revela alguma capacidade de organização *Possui capacidade de investigar * Apresenta poucas dificuldades de expressão oral e escrita * Aplica conhecimentos a novas situações *Cumpre as regras de trabalho *Traz o material de trabalho necessário *Desenvolve com facilidade métodos e técnicas de estudo *Revela hábitos de trabalho *Revela autonomia * Revela capacidade de organização *Possui capacidade de investigar * Exprime-se com facilidade, quer oralmente, quer por escrito *Aplica com facilidade conhecimentos a novas situações *Cumpre as regras de trabalho

NÃO SATISFAZ

SATISFAZ

SATISFAZ BEM

FORMAÇÃO CÍVICA

Menção
NÃO SATISFAZ

Critérios / Indicadores
* Não respeita normas, regras e decisões *Interage de forma conflitual com colegas, professores e funcionários. *Não coopera nem tem espírito de entreajuda * Não revela espírito crítico *Respeita quase sempre normas, regras e decisões *Interage quase sempre de forma não conflitual com colegas, professores e funcionários *Respeita quase sempre a opinião dos outros * Coopera e tem espírito de entreajuda * Revela algum espírito crítico *Respeita sempre normas, regras e decisões *Interage de forma positiva e não conflitual com colegas, professores e funcionários *Respeita a opinião dos outros *Coopera e tem espírito de entreajuda * Revela espírito crítico

SATISFAZ

SATISFAZ BEM

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8.3. Critérios de Transição A decisão de progressão de um aluno ao ano de escolaridade seguinte é uma decisão pedagógica tomada pelo Conselho de Turma e pelo Conselho de Docentes. PROGRESSÃO E RETENÇÃO a) FINAL DO 1º CICLO A decisão de retenção é tomada quando, na apreciação global das aprendizagens realizadas e das competências desenvolvidas, o aluno não atingiu os requisitos mínimos necessários para transitar de Ciclo. ANOS NÃO TERMINAIS DE CICLO (1º- 2º e 3º anos) No 1º ano de escolaridade não há lugar a retenção, excepto se tiver sido ultrapassado o limite de faltas injustificadas, de acordo com a lei em vigor. A decisão de retenção é tomada quando, na apreciação global das aprendizagens realizadas e das competências desenvolvidas, o aluno não atingiu os requisitos mínimos necessários para transitar de ano. Um aluno retido no 2º ou 3º ano de escolaridade deverá integrar até ao final do ciclo a turma a que já pertencia, salvo se houver decisão em contrário do competente Conselho de Docentes ou do Conselho Pedagógico do Agrupamento, de acordo com o previsto no Regulamento Interno do Agrupamento, sob proposta fundamentada do professor titular de turma e ouvido sempre que possível o professor da eventual nova turma. Na situação referida anteriormente, o aluno será avaliado no final do 1º Ciclo e, caso tenha desenvolvido as competências necessárias para prosseguir com sucesso os seus estudos no ciclo ou nível de escolaridade subsequente, deverá transitar para o 2º Ciclo. b) FINAL DOS 2.º e 3.º CICLOS A decisão de retenção é tomada quando o aluno: -tenha obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática; -tenha obtido classificação inferior a 3 em três disciplinas, ou em duas disciplinas e a menção de Não Satisfaz a Área de Projecto, desde que não integrem cumulativamente as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

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Os conselhos de turma apenas devem ponderar as situações que se enquadrem nos critérios definidos pelo conselho pedagógico. Nestes casos, o conselho de turma determina, por unanimidade a progressão do aluno, in ponto 58 do Despacho Normativo 1 de 2005. ANOS NÃO TERMINAIS DE CICLO (5.º 7.º e 8.º anos) A decisão de retenção é tomada quando o aluno: - não desenvolveu as competências essenciais a Língua Portuguesa e a Matemática; - não desenvolveu as competências essenciais a três ou mais disciplinas. - não desenvolveu as competências essenciais a duas disciplinas e obteve menção de Não Satisfaz a Área de Projecto. Os conselhos de turma apenas devem ponderar as situações que se enquadrem nos critérios definidos pelo conselho pedagógico. Nestes casos, o conselho de turma determina, por consenso a progressão do aluno, ao abrigo da alínea b) do ponto 54 do Despacho Normativo 1 de 2005. 8.4. Turmas de CEF A avaliação é contínua e realiza-se por disciplina ou domínio e por componente de formação, de acordo com a escala definida para os cursos de tipo 2 e que se expressa de 1 a 5. A avaliação processa-se em momentos sequenciais predefinidos, ao longo do curso, não havendo lugar a retenção no caso dos percursos de dois anos.

9. ORIENTAÇÕES E ESTRATÉGIAS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PCA (PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO)
9.1 – RECURSOS / ESTRATÉGIAS Para além de recursos humanos nem sempre disponíveis em número adequado, a implementação do Projecto Curricular de Agrupamento nomeadamente no que diz respeito aos apoios e estratégias individualizadas exige recursos, materiais imprescindíveis a uma desejável melhoria da qualidade de ensino. Assim, considera-se necessário: a dotação de todas as salas de aula com material didáctico diversificado; a adequação da biblioteca às novas exigências das diversas áreas do currículo;
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a dinamização de uma sala equipada com meios informáticos, para que os alunos possam utilizar as tecnologias da informação e comunicação; a existência de um inventário, permanentemente equipamentos audiovisuais existentes na Escola, requisitados para utilização nas actividades lectivas; a implementação de recursos multimédia para a criação de materiais didácticos de apoio às diversas áreas do currículo. actualizado, dos de serem passíveis

9.2 – PROJECTO CURRICULAR DE TURMA O Projecto Curricular de Turma (PCT) é um documento de organização curricular, concebido, aprovado e avaliado pelas estruturas de orientação educativa responsáveis pela organização das actividades da turma que integra as estratégias de concretização e desenvolvimento do currículo nacional e do Projecto Curricular do Agrupamento, tendo em conta a adequação da Turma. Os Conselhos de Turma reúnem para elaborar o Projecto Curricular de Turma (PCT). Este implica caracterizar a turma com base nos processos dos alunos e/ou Projecto Curricular de Turma do ano anterior e da avaliação diagnóstica realizada por cada docente na sua área curricular. Devem ainda incluir os meios para detectar os interesses e necessidades dos alunos, com vista à planificação das áreas curriculares não disciplinares e medidas de apoio.
9.2.1. Estrutura

O Projecto Curricular de Turma tem a seguinte estrutura:  Constituição da turma; Constituição do Conselho de Turma; Caracterização da turma: . Perfil da turma; . Percurso escolar dos alunos; . Dificuldades específicas em cada disciplina; . Hábitos e métodos de trabalho e/ou estudo; . Estratégias /actividades que obtêm maior sucesso junto dos alunos; . Dificuldades de integração na turma; . Interesses/ expectativas dos alunos.  Principais potencialidades e problemas detectados a nível de comportamento e aprendizagem (gerais e individuais)
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 Estratégia educativa a desenvolver . Definição de prioridades de intervenção  Aprendizagens e Competências a desenvolver . Competências a privilegiar em cada período lectivo; . Planificação das áreas curriculares disciplinares; . Planificação das áreas curriculares não disciplinares .Competências transversais; articulação horizontal das competências a desenvolver em todas as áreas curriculares  Actividades de enriquecimento curricular  Avaliação . Critérios de avaliação . Instrumentos de avaliação utilizados ao longo do ano . Diferenciação pedagógica (aulas de recuperação de Língua Portuguesa; tutoria; planos de acompanhamento; planos de recuperação; planos de desenvolvimento; aulas ao abrigo do despacho normativo 7/ 2006; SPO) . Resultados escolares  Avaliação global do PCT . Avaliação do PCT . Indicações a ter em conta no próximo ano lectivo. . Conteúdos não leccionados Na educação Pré-escolar a estrutura do PCT é definida pela circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 e elaborado pelo docente titular de grupo. No 1º CEB o Projecto Curricular de Turma é elaborado pelo Professor Titular da turma. Nos 2º e 3º CEB, o Conselho de Turma reunirá no início do ano lectivo, para definir o PCT consoante as características dos alunos que são recolhidas do PCT anterior e dos processos individuais dos alunos, e nas reuniões seguintes será feito o reajuste do PCT.
9.2.2 – Mecanismos de avaliação do Projecto Curricular de Turma

Nos 2º e 3º ciclos, o Conselho de Turma reunirá no início do ano lectivo, no fim de cada período lectivo, em reunião intercalar nos 1º e 2º períodos lectivos e sempre que necessário para avaliar a adequação e o desenvolvimento das actividades constantes do Projecto Curricular de Turma. No final do ano, o Conselho de Turma procede à avaliação global do PCT.

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No 1º ciclo o Docente Titular de Turma avaliará e adequará o Projecto Curricular de Turma no final de cada período. O Docente Titular do Pré-escolar fará um relatório de avaliação do Projecto Curricular de Turma no final de cada período e a respectiva reformulação caso seja necessário. Compete ao Órgão de Gestão, a partir dos dados da avaliação formativa, mobilizar e coordenar os recursos existentes no Agrupamento com vista a desencadear respostas adequadas às necessidades dos alunos.

10. ARTICULAÇÃO ENTRE OS VÁRIOS NÍVEIS DE ENSINO
10.1.Articulação entre a educação Pré-escolar e o 1º Ciclo A articulação entre as várias etapas do percurso educativo implica uma sequencialidade progressiva, conferindo a cada etapa a função de completar, aprofundar e alargar a etapa anterior, numa perspectiva de continuidade e unidade global da educação/ensino. Aos Educadores de Infância e Professores do 1º ciclo compete promover esta continuidade / sequencialidade. A transição das crianças da Educação Pré-Escolar para o 1º ciclo do Ensino Básico pressupõe uma planificação conjunta de forma a assegurar o sucesso da sua integração na escolaridade obrigatória. A preocupação com uma transição facilitadora da continuidade educativa passa igualmente pela valorização das aquisições e aprendizagens feitas pela criança no Jardim-de-infância. Com o objectivo de facilitar a continuidade educativa, deverão seguir-se algumas estratégias, nomeadamente: Momentos de diálogo/reuniões envolvendo Docentes, Encarregados de Educação e crianças, para troca de informações sobre como se faz e se aprende no Jardim de Infância e na Escola do 1º CEB; Planificação e desenvolvimento de projectos/actividades comuns a realizar ao longo do ano lectivo que impliquem a participação dos Educadores, Professores do 1ºCEB e respectivos grupos de crianças;

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Organização de visitas guiadas à Escola do 1º CEB e ao Jardim de infância de Docentes e crianças como meio de colaboração e conhecimento mútuo; No final do ano lectivo, Educador e Professor do 1º ano devem articular estratégias no sentido de promover a integração da criança e o acompanhamento do seu percurso escolar: visitas guiadas à Escola do 1º ciclo para crianças que vão frequentar o 1º ano; Realização de reuniões entre educador e professor para troca de informação sobre o trabalho desenvolvido no Jardim-de-infância de modo a que, o Professor ao construir o seu Projecto Curricular de Grupo/Turma possa assegurar a continuidade e sequencialidade do percurso escolar das crianças; informações sobre o meio socioeconómico de onde os alunos provêm, fundamental para a compreensão dos mecanismos que impedem a motivação e o sucesso do aluno. Constituição de uma equipa de docentes do pré-escolar e do 1º CEB, para caracterização das crianças que ingressam no 1º CEB e posterior constituição de turmas em conjunto. 10.2.Articulação entre o 1º e o 2º Ciclo No final do ano lectivo são criadas equipas de trabalho compostas pelos docentes da equipa pedagógica do 4º ano e do 5º ano. É efectuada a caracterização dos alunos, com o levantamento de situações específicas e constituição de turmas de 5º ano. As coordenadoras das equipas pedagógicas do 1º CEB reúnem com os coordenadores das áreas leccionadas nas AEC, com excepção da Animação sócio cultural, no início do ano lectivo, com o objectivo de articular estratégias e conteúdos que possam melhorar o ensino aprendizagem dos alunos. Durante os períodos lectivos a articulação efectua-se sempre que necessário. Nos finais de período é feita a avaliação dos alunos, participando os docentes das AEC nas reuniões de avaliação do 1º CEB. 10.3.Articulação entre o 2º e o 3º Ciclo No final do ano lectivo, em departamento e em grupo disciplinar procede-se ao ponto da situação didáctico – pedagógica para que os docentes que vão receber os alunos no 7º ano possam planificar o seu trabalho de acordo com os conteúdos leccionados no 6º ano. Ainda no final do ano lectivo, as equipas pedagógicas de 6º ano procedem à caracterização das turmas desse ano de escolaridade, referindo aspectos

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comportamentais, de aprendizagem e assiduidade devendo, todos estes factores, ser tidos em conta, aquando da constituição de turmas.

11.CRITÉRIOS ORGANIZACIONAIS
11.1. Critérios Gerais de elaboração de Horários para a educação Pré-Escolar o 1º Ciclo O horário de funcionamento dos estabelecimentos de Educação Pré-Escolar e do 1º ciclo devem ser adequados para o desenvolvimento das actividades pedagógicas e será elaborado pelo Director em colaboração com docentes, depois de ouvidos os Pais e Encarregados de Educação, no caso do Pré-Escolar. Os horários do 1ºCEB são elaborados de acordo com a legislação em vigor dando real importância à Escola a tempo inteiro. O horário é afixado e compreende uma componente lectiva e a componente de apoio à família.  A carga curricular é organizada de acordo com as orientações constantes da legislação em vigor, das 9.00h às 15.30h com interrupção para almoço das 12.30h às 14h00.    As actividades de enriquecimento curricular desenvolvem-se a no inicio ou no fim de cada turno da actividade lectiva, em aulas de 45 minutos, ao longo da semana. Haverá flexibilização dos horários das AEC. A carga curricular é organizada de acordo com as orientações constantes da legislação em vigor. 11.2. Critérios Gerais de Elaboração de Horários para os 2º e 3º Ciclos  As disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática devem ser colocadas, preferencialmente, no turno da manhã;  Os alunos do 2º ciclo não devem ter manhãs sem aulas, podendo o 3º ciclo ter turnos da manhã, livres;  Dever-se-á evitar que a mesma disciplina seja atribuída em dias consecutivos;  Não devem ser atribuídas duas línguas seguidas no mesmo dia;  Não deve ser atribuída a mesma disciplina, sempre, no fim de cada turno;  Dever-se-á libertar uma tarde (4ª feira) para a realização de reuniões de departamento e realização de outras actividades;

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 Serão tidos em conta os projectos apresentados: Plano de Acção da Matemática; Novos Programas de Matemática e Língua Portuguesa; Turma +;  No 8º ano, na carga horária, relativamente à área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado é atribuído um bloco de noventa minutos às TIC tendo em conta que a Área de Projecto foi destinada ao Plano de Acção da Matemática;  Haverá desdobramento das turmas de 2º ciclo, na disciplina de Ciências da Natureza (5º e 6º anos);  Haverá desdobramento das turmas de 3º ciclo nas disciplinas de Ciências Naturais, Ciências Físico-Química e de Educação Artística e Tecnológica. 11.3 Critérios de Constituição de Grupos/Turmas Pré escolar: A constituição de grupo/turma da Educação Pré-Escolar deverá ser feita pela Direcção do Agrupamento, cumprindo, quando possível, as recomendações do educador do grupo/turma e do Departamento de Educação Especial, tendo como base os seguintes critérios:

-Manter a constituição do grupo do ano anterior; -Formar grupos heterogéneos equilibrados, sempre que não seja possível formarem grupos homogéneos; -Atender situações específicas referidas no processo das crianças ou por indicação recebida por serviços técnicos; -Manter o equilíbrio entre o número de rapazes e o número de raparigas. 1º ciclo: Serão tidos em conta os seguintes critérios: - Continuidade pedagógica; - Prioridade em constituir turmas com dois níveis de escolaridade: 1º e 2º anos / 3º e 4º anos para optimizar as actividades de enriquecimento curricular; - Equilíbrio em relação ao número de alunos entre turmas existentes na escola.

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2º e 3º ciclos No processo de constituição de turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica, tendo em conta o seguinte: - Respeito pelas indicações do conselho de turma anterior;

- Distribuição equilibrada dos alunos retidos/ dos alunos abrangidos pelo Dec.Lei 3/2008
(Ter em atenção os alunos que pertencem ao Projecto “Promoção da inclusão”; estes deverão ficar na mesma turma ou divididos, no máximo, por duas turmas);

- Nível etário dos alunos; - Proporcionalidade entre os sexos; - Continuidade na turma; - Alunos a frequentarem o Ensino Artístico da Música; - No 3º ciclo: opções dos alunos. O processo de constituição de turmas em especial para o 5º e 7ºanos obedecerá prioritariamente aos seguintes critérios gerais:  Alunos que frequentaram, no ano anterior, o ensino básico no estabelecimento de ensino ou no respectivo agrupamento de escolas;  Alunos com necessidades educativas especiais;  Alunos com irmãos já matriculados no estabelecimento de ensino;  Alunos cuja residência dos pais / encarregados de educação, devidamente comprovada, se situe na área de influência do estabelecimento de ensino, dandose prioridade aos mais novos. 11.4. Critérios da Distribuição de Serviço e Perfil do Director de Turma A distribuição de serviço docente é feita pelo Director, em articulação com a equipa responsável pela constituição de turmas e elaboração de horários. Serão respeitados, sempre que possível, os seguintes critérios:  Dar continuidade pedagógica, sempre que não haja indicações em contrário ao Conselho de Turma;

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 Atribuir as Direcções de Turma a professores do quadro da escola, adequando o mais possível o perfil do Director de Turma à turma atribuída;  Garantir em todos os Conselhos de Turma professores do quadro de escola com o objectivo de facilitar a construção do Projecto Curricular de turma;  Valorizar as características pessoais e a relação pessoal e pedagógica na constituição dos pares pedagógicos da Área de Projecto e Estudo Acompanhado;  Atribuir, sempre, ao Director de Turma a Formação Cívica, e sempre que possível a Área de Projecto e/ou o Estudo Acompanhado, para que este possa assegurar uma maior ligação à turma.

11.5. Equipas Pedagógicas As equipas pedagógicas organizam-se por ano de escolaridade. No 1º Ciclo, as equipas são constituídas por: - Docentes que leccionam um mesmo ano de escolaridade, sendo que, em situação de leccionação de mais de um ano de escolaridade, o docente integrará, preferencialmente, a equipa do ano em que tiver maior número de alunos; - Um representante do Departamento de Serviços Especializados de Apoio Educativo e Orientação Escolar. Nos 2º e 3º Ciclos, as equipas são constituídas por: - Directores de turma de um mesmo ano de escolaridade; - Um docente das turmas representante de cada departamento curricular; - Um representante do Departamento de Serviços Especializados de Apoio Educativo e Orientação Escolar. De acordo com o Despacho nº17 860/2007 de 13 de Agosto, cabe às equipas pedagógicas: - Desenvolver o trabalho de constituição das turmas; - Analisar o percurso escolar dos alunos, identificando as características e dificuldades de aprendizagem; - Assegurar o acompanhamento das turmas ao longo do ciclo de ensino.

Estas equipas devem reunir após o termo do período da matrícula dos alunos, iniciando funções.

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No 1º ciclo, reúnem ordinariamente uma vez por mês, na sede do Agrupamento e extraordinariamente sempre que necessário; Nos 2º e 3º ciclos, reúnem ordinariamente após cada momento de avaliação e extraordinariamente sempre que necessário. Compete ao coordenador de cada equipa pedagógica: - Coordenar a acção da respectiva equipa, articulando estratégias e procedimentos; - Apresentar ao coordenador de ciclo as propostas da equipa que coordena; - Apresentar um relatório ao Director do balanço dos resultados de final de cada período; - Apresentar ao Director um relatório crítico, anual, do trabalho desenvolvido; No caso do 1º ciclo o relatório crítico anual deverá ser apresentado ao coordenador de departamento. 11.6. Critérios para as Actividades de Acompanhamento No sentido de assegurar a ocupação plena dos alunos em actividades educativas, na ausência dos docentes, a escola organizou-se da seguinte forma: Em cada período do dia (manhã e tarde) professores de várias formações estão disponíveis para desenvolver actividades de acompanhamento dos alunos, na ausência imprevista do professor. Com o objectivo de proporcionar ao aluno um espaço em que possa aproveitar o seu tempo livre, na escola, de forma construtiva e enriquecedora, irá funcionar na escola sede, a Sala de Estudo, de segunda a sexta-feira, durante os turnos da manhã e da tarde, à excepção da quarta-feira em que funcionará apenas no turno da manhã (das 8.30h às 13.30h). Os alunos poderão dirigir-se à Sala de Estudo: - Por iniciativa própria, para tirar dúvidas, aprofundar assuntos, realizar trabalhos, efectuar pesquisas para trabalhos escolares na internet; - Por sugestão dos Encarregados de Educação (frequência obrigatória); - Por indicação do Director de Turma ou de outro professor da turma. Há alunos propostos pelos conselhos de turma para frequentarem este espaço, no âmbito dos planos de recuperação / acompanhamento.

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A Sala de Estudo poderá ainda acolher alunos que receberam ordem de saída da sala de aula. Neste caso, terão de realizar a tarefa definida pelo professor, decorrente da aplicação da medida correctiva.

12. AVALIAÇÃO DO PROJECTO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO
A avaliação do Projecto Curricular do Agrupamento deve ter lugar no Conselho Pedagógico, no final de cada ano lectivo. Serão efectuadas reformulações em função da avaliação efectuada por uma equipa de acompanhamento de entre os membros do Conselho Pedagógico. Esta equipa avaliará, através de relatórios e questionários os seguintes aspectos:   Organização da escola (tempos lectivos, espaços, serviços, etc); Satisfação dos utentes (pessoal docente e não docente, alunos e encarregados de educação).

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