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Notas de Aula de Geometria Descritiva
Luiz Fernando Reis

Anotações

Apresentação

A Geometria Descritiva, desenvolvida no século XVIII pelo matemático francês Gaspard Monge, é a ferramenta básica para o domínio do espaço tridimensional. Todo o DesenhoTécnico, no que se inclui o Desenho Arquitetônico, o Desenho Mecânico,o Desenho Industrial e o Desenho Topográfico, como exemplos, têm como base os conceitos da geometria descritiva. Todo processo de representação de uma edificação busca, nas projeções mongeanas, sua base conceitual. Se o arquiteto, no exercício de sua profissão, que tem como uma de suasmais importantes atribuições, a de criar espaços, sem o domínio das três dimensões, isto se torna extremamente difícil. Mesmo que hoje, com os recursos da informática, através de diversos softwares, existam mais facilidades para o processo representação gráfica, os profissionais das áreas de arquitetura, engenharia e matemática não podem prescindir do conhecimento e perfeito domínio do espaço tridimensional, o que, sem os conceitos da Geometria Descritiva, se torna superficial e insuficiente. Esta versão de Notas de Aula de Geometria Descritiva, constitui parte do material desenvolvido em 1985 pelos professores Antonio Augusto Bitencourt de Oliveira, Geraldo Browne Ribeiro Filho, Luiz Fernando Reis, Rogério Fuscaldi Lélis, do antigo Setor de Arquitetura e Urbanismo e Virgílio da Silva Andrade, do Setor de Estruturas do Departamento de Engenharia Civil. Foi atualizada e modificada pelo professor Luiz Fernando Reis. Espera-se que, com este material, os acadêmicos das áreas acima citadas, tenham o seu aprendizado facilitado. Viçosa, MG, março de 2007 Luiz Fernando Reis Emmanoel de Moraes Barreto

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Bibliografia

1. CHAHLY, A. T. Descriptive geometry. Moscow: Higher School Publishing House, 1968. 2. FILHO, Oscar Guimarães. Geometria descritiva III: caderno de serviço. Juiz de Fora: UFJF/ICE, 1983. 3. GOLUBOV, Jayme Kerbel. Estudos de geometria descritiva. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1976. 4. GRANT, Hiram E. Geometría descriptiva pratica. Madrid: del Castillo, 1969. 5. HERRERO, Miguel Bermejo. Geometría descriptive aplicada. Sevilla, Universidad de Sevilla e Urmo Ediciones, 1978. 6. PINHEIRO, Virgílio Athayde. Noções de geometria descritiva, v I. Rio de janeiro: Ao Livro Técnico, 1978. 7. REIS, Luiz Fernando. Geometria descritiva. Governador Valadares: Universidade Santos Dumont, 1980. 8. RODRIGUES, Álvaro J. Geometria descritiva. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1941.

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Sumário

Capítulo 1 - Projeções Capítulo 2 - Estudo do Ponto Capítulo 3 - Estudo da Reta Capítulo 4 - Estudo do Plano Capítulo 5 - Estudo dos Poliedros Bibliografia

Projeções .CCE .UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (p’s) gp’ ap’ (a) (u) (g) Capítulo 1 .

Projeções Centro de Projeções (O) A figura 1 representa um Sistema de Projeções. a trajetória do ponto (A) até sua interseção com a Superfície de Projeção (a) é denominada de projetante de (A).UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações )A( Ponto Objetivo Superfície de Projeção Projeção Projetante Plano de Projeção (A) Reta Projetante Ponto Objetivo Projeção 1 2 Capítulo 1 . (A) é o Ponto Objetivo em posição original no espaço. onde: . a uma distância finita do Plano de Projeções. de onde se originam as projetantes. . Ponto Objetivo Projeção Plano de Projeções (A) (B) (C) 3 001 . a interseção da Projetante com a Superfície de Projeção é denominada de projeção de (A) A figura 2 representa o Sistema de Projeção Reta-Plano. .CCE . a superfície de projeção (a) é onde se determinam as projeções dos Pontos Objetivos . A figura 3 apresenta o Sistema de Projeções Cônicas. onde a Projetante é uma reta e Superfície de Projeção é um Plano. Esta denominação se dá por estar o Centro de Projeções (também denominado de Pólo de Projeções).

neste caso de 90 . Isto faz com que as projetantes tenham uma única o direção (d). 002 . diferente de 0 . Isto faz com que as projetantes tenham uma única direção (d). Dessa forma. O ângulo de incidência das projetantes. é oblíqua ao Plano (a).UFV . Sua utilização também se faz presente no Desenho Técnico (Desenho Mecânico. Desenho Topográfico e Desenho Arquitetônico). neste caso específico. O Centro de Projeções está a uma distância infinita do Plano de Projeções. é ortogonal ao Plano (a). onde: Assim como no caso anterior. O Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais é mais comumente conhecido com Sistema de Projeções Ortogonais. o Centro de Projeções está a uma distância infinita do Plano de Projeções. neste caso será qualquer um. o ângulo de incidência das projetantes será. neste caso específico. a o o o qual.CCE . 90 e 180 . ou simplesmente Projeções Ortogonais.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (O) (O Centro de Projeções foi deslocado para o Infinito) (d) (A) (C) (B) Direção das Projetantes (A) (C) (B) Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 1 2 Capítulo 1 . ou Sistema Mongeano de Projeções. onde: . Este Sistema será utilizado pela Geometria Descritiva. a qual.Projeções A figura 1 mostra o Sistema de Projeções Cilíndricas Oblíquas. A figura 2 mostra o Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais.

Na Projeção Cilíndrica. o Centro de Projeções está a uma distância __________________ do ______________________________ 09.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 1 . Projetante é: ____________________________________________________________________________________________________________ 03. 003 . todas as _________________________ são paralelas. 06. o Centro de Projeções está a uma distância ________________ do ______________________________.CCE . O Sistema de Projeções utilizado pela Geometria Descritiva é o __________________________________________________________________ 07.Complete: 01. Superfície de Projeção é: ___________________________________________________________________________________________________ 04. Existe um tipo de Projeção Cilíndrica em que não é necessário indicar a direção das projetantes. a projetante é uma _______________ e a superfície de projeção é um ___________________. Projeção é: _____________________________________________________________________________________________________________ 05. Na Projeção Cônica.Projeções Exercícios I . Portanto. Ponto Objetivo é:_________________________________________________________________________________________________________ 02. Centro de Projeções é: ______________________________________________________ 08. Este tipo é denominado de _______________________________________________________________. 10.UFV . posto que todas elas são perpendiculares ao Plano de Projeções. No sistema de projeção reta-plano.

Qual é o resultado da projeção cilíndrico ortogonal de um segmento de reta paralelo ao plano de projeção? 004 . pode-se afirmar que a projeção de um segmento possa vir a ter maior comprimento que o segmento objetivo? Explique. 02. 05. Mesma pergunta. Utilizando-se o Sistema de Projeções Cilíndricas Oblíquas.UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 1 . para o Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais.CCE . Mesma pergunda para o Sistema de Projeções Cilíndricas Oblíquas.Responda 01.Projeções Exercícios II . 03. Quando a projeção cilíndrica ortogonal de uma reta é um ponto? 04.

UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 005 .CCE .

CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (p’s) gp’ ap’ (a) (u) (g) Capítulo 2 .UFV .Estudo do Ponto .

Figura 3 . Estes planos são denominados de Plano Horizontal de Projeções e Plano Vertical de Projeções.Por tratar-se de um sistema tridimensional. sem parênteses.O Sistema Mongeano de Projeções é composto por dois planos ortogonais entre sí. o ponto terá cota positiva ou negativa.CCE .Estudo do Ponto Generalidades Figura 1 . respectivamente. Observação: Por convenção: . respectivamente.A colocação de um ponto no Sistema Mongeano fará com que este se VS HP 2o Diedro refira aos dois planos de projeções.a distância do ponto objetivo a um plano lateral de projeções. Estes dois planos dividem o espaço em quartro regiões denominadas diedros. afastamento ou cota nulos. Estas VI 3o Diedro HP referências serão as distâncias deste VI 4o Diedro HA ponto ao Plano Vertical. Abscissa 3 006 . o Ponto terá. conforme mostra o quadro a seguir: VS 1o Diedro HA Figura 2 . a designação de um Ponto Objetivo se faz por letra latina. A designação da Projeção de um ponto se faz por letra latina. conforme o ponto esteja acima ou abaixo do Plano Horizontal (PH) ou (p). Desta maneira. Estando sobre o Plano Vertical. serão necessárias três coordenadas para que um ponto seja individualizado. ele terá afastamento positivo ou negativo. denominada de Afastamento e ao Plano Horizontal. maiúscula. respectivamente. maiúscula. Cada diedro é delimitado por um par de semi-planos. . ortogonal aos dois planos de projeções.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 2o Diedro Plano Vertical de Projeções Afastamento Cota Linha de Terra 1o Diedro Plano Horizontal de Projeções 3o Diedro 4o Diedro Conforme o ponto objetivo esteja à frente ou atrás do Plano Vertical (PV) ou (p’). entre parênteses. denominada de Abscissa. Da mesma forma. denominada de Cota. O quadro a seguir resumirá o sinal das coordenadas descritivas do ponto segundo a sua localização. as quais constituem-se em coordenadas de um ponto.UFV . definirá a terceira coordenada descritiva. 1 2 Posição do Ponto 1o 2o 3o 4o HA HP VS VI LT Afastamento Cota Capítulo 2 . ou sobre o Plano Horizontal.

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Anotações
As coordenadas descritivas de um ponto objetivo serão sempre apresentadas conforme a ordem abaixo A’ z x O Abscissa = x; Afastamento = y; Cota. = z. Assim, para o ponto (A) do exemplo ao lado, ter-se-á a seguinte notação:

y

(A) (x; y; z)

A

1

2

Capítulo 2 - Estudo do Ponto
Determinação da Épura e o Alfabeto do Ponto o Figura 1 - Ponto (A), colocado no 1 Diedro. Observe-se que a projeção vertical localiza-se sobre o (p’s) e a projeção horizontal sobre o (pa), já que o ponto possui, respectivamente afastamento e cota positivos. Figura 2 - A transposição do sistema tridimensional para um sistema bidimensional, é denominada Épura. Trata-se do rebatimento do plano horizontal (p), o sobre o plano vertical (p’), através de um giro de 90 , em torno da Linha de Terra (interseção de (p) com (p’)), de forma que sejam fechados os segundo e quarto diedros. Após este rebatimento, o semi-plano horizontal posterior (pp) coincidirá com o semi-plano vertical superior (p’s), acima da linha de terra, assim como o semi-plano horizontal anterior (pa), coincidirá com o semi-plano vertical inferior (p’i), abaixo da linha de terra. Considerando-se que, por estar localizado no 1o diedro, o ponto tem projeção vertical sobre (p’s) e horizontal sobre (pa) e, considerando, como já citado acima, a localização de cada um destes semi-planos após o rebatimento, a épura do ponto (A) terá seu aspecto definitivo conforme mostrado ao lado da perspectiva da figura 2. Os segmentos de retas que unem as projeções vertical A’ e horizontal A à linha de terra, recebem o nome de Linha de Chamada. Considerando-se que, na Geometria Descritiva utiliza-se o Sistema de Projeções Ortogonais, as linhas de chamada serão sempre perpendiculares à linha de terra. A distância da projeção vertical A’, até a linha de terra representa a cota do ponto (A), assim como a distância da projeção horizontal A até a linha de terra representa o afastamento deste ponto. A abscissa do ponto (A), que corresponde no espaço, à distância do ponto objetivo até o plano lateral de projeções, será, em épura, rerpesentada pela distância dos pés das linhas de chamada das projeções do ponto, até a interseção do plano lateral com a linha de terra, ponto marcado arbitrariamente sobre a linha de terra.

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Anotações

A A’

A

O

x z A’

O

x

y

z

1

y

2

Capítulo 2 - Estudo do Ponto
Alfabeto do Ponto Figura 1 - Ponto localizado no 2o diedro, ou seja, atrás do plano vertical e acima do plano horizontal. Portanto, o ponto (A) possui afastamento negativo e cota positiva. A considerar-se a posição dos semi-planos após o rebatimento dos mesmos para a obtenção da épura, as projeções de (A) apresentam-se como nesta figura, ou seja, ambas acima da linha de terra. Figura 2 - Ponto localizado no 3o diedro, ou seja atrás do plano vertical e abaixo do plano horizontal. Neste caso (A) possui cota e afastamento negativos. Em épura, a projeção vertical ficará abaixo da linha de terra e a horizontal acima. Figura 3 - Ponto localizado no 4o diedro, ou seja, abaixo do plano horizontal a à frente do plano vertical. Aqui, (A) possui cota negativa e afastamento positivo. Em épura, ambas as projeções estarão localizadas abaixo da linha de terra.

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Anotações
A’ O x

Capítulo 2 - Estudo do Ponto
Alfabeto do Ponto Além das localizações apresentadas nas figuras anteriores, o ponto pode estar localizado, também, em cada um dos semi-planos de projeção. Neste caso, ou o afastamento ou a cota serão nulos. Figura 1 - Ponto localizado no semi-plano horizontal anterior. A cota é nula. O afastamento é positivo. Em épura, a projeção vertical apresenta-se sobre a linha de terra e a horizontal abaixo desta linha. Figura 2 - Ponto localizado no semi-plano horizontal posterior. Aqui também a cota é nula. O afastamento é negativo. Em épura, a projeção vertical apresenta-se sobre a linha de terra e a horizontal acima desta linha. Figura 3 - Ponto localizado no semi-plano vertical superior. Aqui o afastamento é nulo. A cota é positiva. Em épura, a projeção horizontal apresenta-se sobre a linha de terra e a vertical acima desta linha. Figura 3 - Ponto localizado no semi-plano vertical inferior. Aqui também afastamento é nulo. A cota é negativa. Em épura, a projeção horizontal apresenta-se sobre a linha de terra e a vertical abaixo desta linha. Para um ponto localizado na linha de terra, ambos, afastamento e cota, serão nulos. Dessa maneira, em épura, projeções vertical e horizontal localizar-seão sobre a linha de terra.

A

y

A

A’ O x

1

y

2

A’

Z
A O x A O x

Z
A’

3

4

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Estudo do Ponto Bissetor Par (bp) Planos Bissetores Figura 1 . ou (bi). suas projeções são coincidentes.Planos Bissetores são planos que contêm a linha de terra e o dividem os diedros em partes iguais. Um atravessa o 1o e o 3o o diedros e é denominado de Bissetor Ímpar.Todo ponto pertencente ao bissetor ímpar tem cota e afastamento iguais.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Bissetor Ímpar (bi) Plano Bissetor Ímpar I’ Z I 1 Y Plano Bissetor Par O x 2 Capítulo 2 . P’=P Figura 3 .UFV . O x Y=z 3 010 . em módulo e sinal. Estes planos formam ângulos de 45 com cada um dos planos de projeção. suas projeções são simétricas em relação à linha de terra. o outro atravessa o 2 e o o 4 diedros e é denominado de Bissetor Par. Os planos bissetores são em número de dois. porém os sinais são opostos. Em épura.CCE .Todo ponto pertencente ao bissetor par tem cota e afastamento iguais em módulo. Figura 2 . ou (bp). Em épura.

então a reta é a mediatriz do segmento formado pelos dois pontos. Se dois pontos (A) e (B). são simétricos em relação a um terceiro ponto (B). Se dois pontos (A) e (B). o plano alfa é o mediador do segmento formado pelos dois pontos.Tipos de Simetria . são simétricos em relação a uma reta (r). este ponto é equidistante de (A) e de ( C). são simétricos em relação a um plano (a). Figura 3 .UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (C) (B) Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis A’ Anotações (A) O (A) A=B B’ (r) (B) 1 A 2 Capítulo 2 .CCE .Estudo do Ponto Simetria Figura 1 .Simetria em relação ao Plano Vertical de Projeções Se dois pontos são simétricos em relação ao plano vertical de projeções. Casos de Simetria A’=B’ O B Figura 2 . 3 011 .Simetria em relação ao Plano Horizontal de Projeções Se dois pontos são simétricos em relação ao plano horizontal de projeções. . em épura as suas projeções verticais são coincidentes e as projeções horizontais são simétricas em relação à linha de terra. Se dois pontos (A) e (C). . em épura as suas projeções horizontais são coincidentes e as projeções verticais são simétricas em relação à linha de terra.

A’ B O A B’ 3 012 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia A’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações B=A’ B’ A=B’ (p’s) (bi) A’ (A) A O (bP) (A) (p’s) A’ O B’ (B) B (B) B’ A B (pa) (pp) B A 1 2 Capítulo 2 .UFV . em épura as suas projeções de mesmo nome são simétricas em relação à linha de terra.Simetria em relação à Linha de Terra Se dois pontos são simétricos em relação à linha de terra.Estudo do Ponto Simetria Figura 1 . em épura as suas projeções de nomes contrários são coincidentes.CCE .Simetria em relação ao Bissetor Ímpar Se dois pontos são simétricos em relação ao bissetor ímpar. Figura 2 .Simetria em relação ao Bissetor Par Se dois pontos são simétricos em relação ao bissetor par. em épura as suas projeções de nomes contrários são simétricas em relação à linha de terra. Figura 3 .

tem cota __________ e os situados abaixo do referido plano. dados por suas coordenadas: (A) (0.Complete 1. pode-se afirmar que todo ponto que esteja localizado em: a) 1o diedro. d) 4o diedro.2) 0 013 . 4. tem cota (+) (-) e afastamento (+) (-). tem cota (+) (-) e afastamento (+) (-). Todo ponto situado acima do plano horizontal de projeções.-1. c) 3o diedro.0. Todo ponto situado à frente do plano vertical.-1) (E) (5.1.3) ( C) (3.-2) (D) (4.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 2 Exercícios I .2. 2. tem cota (+) (-) e afastamento (+) (-). Desenhar a épura dos pontos abaixo. b) 2o diedro.-3. tem cota (+) (-) e afastamento (+) (-). tem cota ______. 3.UFV . tem afastamento __________ e os situados atrás do referido plano.Baseado nas respostas anteriores.0) (B) (2.CCE . tem afastamento ___________.

Dadas as épuras dos pontos ao lado.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis G Anotações A F Capítulo 2 Exercícios II .UFV .CCE . dê a localização de cada um deles: = N = N’ A’ F’ G’ M (A): ___________________ B’ (B): ___________________ C’ (C): ___________________ (D): ___________________ (E): ___________________ (F): ___________________ (G): ___________________ L’ (J): ___________________ (K): ___________________ (L): ___________________ (M): ___________________ (N): ___________________ (O): ___________________ (P): ___________________ (Q): ___________________ (R): ___________________ (S): ___________________ (T): ___________________ = O = O’ Q’ S’ = D = D’ S Q K E’ L T K’ E T’ C B J M’ J’ 014 .

0).-2). (D) (4. (C ) (3.-1).2. Observação: Utilizar uma única linha de terra. em relação à Linha de Terra. 015 . em relação ao (bi). simétrico de (F). (B) (2.3).2). em relaçao ao (bp).1.UFV . simétrico de (J). (E) (5.Dar as coordenadas dos simétricos dos pontos abaixo em relação a: (A) (0.-3.0.-1.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 2 Exercícios III .CCE . em relação a (p). simétrico de (K). simétrico de (G). simétrico de (L). IIIa .Desenhar a épura de cada um dos pontos e de seus simétricos no espaço ao lado. em relação a (p’).

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (p’s) gp’ ap’ (a) (u) (g) Capítulo 2 .Estudo da Reta .CCE .UFV .

projeção horizontal é um ponto. ou por um ponto e uma direção conhecida. entre parênteses e suas projeções por letras latinas.CCE . ângulo que a projeção vertical faz com a linha de terra. . r A B 3 4 016 . . minúscula. abscissas e afastamentos constantes. uma reta fica bem definida quando são conhecidas as suas projeções vertical e horizontal.Reta Vertical É a reta perpendicular ao plano horizontal de projeções e paralela ao plano vertical de projeções.UFV . . Figura 2 . abscissa e cotas variáveis.Estudo da Reta B’ r’ A’ Definição de Reta Figura 1 . Observações: a) . Uma reta é definida como o deslocamento contínuo de um ponto. sua projeção vertical é perpendicular à linha de terra. Uma reta é determinada por dois pontos distintos. que lhe conferem características e propriedades específicas. Em épura: . minúsculas. fica determinada por suas projeções r c) . projeção vertical em verdadeira grandeza. Objetiva será denominada por uma letra latina. As retas são classificadas segundo a sua posição em relação aos planos de projeções. a reta (r). projeção vertical oblíqua à linha de terra. cotas variáveis. A r A=B=r B 1 2 Capítulo 3 . .Reta Frontal É a reta paralela ao plano vertical de projeções e oblíqua ao plano horizontal de projeções. . .Descritivamente. projeção vertical em verdadeira grandeza. . numa única direção. . Neste caso específico. . definidas pelas projeções AB e A’B’. Classificação das retas sem perênteses. Em épura: . b) . definida pelos pontos (A) e (B). apresenta a verdadeira grandeza do ângulo que a reta faz com o plano horizontal de projeções. Descritivamente uma Reta e r’. afastamento constante.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações B’ r’ A’ A’ r’ B’ Figura 3 . projeção horizontal paralela à linha de terra.

cotas constantes. projeções vertical e horizontal em verdadeira grandeza. abscissas e cotas constantes. Em épura: . A r r A B B 1 2 Capítulo 3 . projeção horizontal perpendicular à linha de terra. .UFV . . . A’=B=r’ Em épura: . Em épura: . . projeção vertical paralela à linha de terra.Estudo da Reta Classificação Figura 1 .Reta Fronto-Horizontal É a reta paralela aos planos horizontal e vertical de projeções. projeções vertical e horizontal paralelas à linha de terra. abscissas variáveis. projeção horizontal em verdadeira grandeza. projeção vertical é um ponto. . . apresenta a verdadeira grandeza do ângulo que a reta objetiva faz com o plano vertical de projeções.Reta Horizontal É a reta paralela ao plano horizontal de projeções e oblíqua ao plano vertical de projeções. cotas e afastamentos constantes. A r B 3 017 . . abscissas e afastamentos variáveis. projeção horizontal em verdadeira grandeza. afastamentos variáveis. .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações A’ r’ B’ A’ r’ B’ Figura 3 . .Reta de Topo É a reta perpendicular ao plano vertical de projeções e paralela ao plano horizontal de projeções. . . Figura 2 . projeção horizontal oblíqua à linha de terra.CCE . ângulo que a projeção horizontal faz com a linha de terra. .

Em épura: .Reta Qualquer É a reta oblíqua aos dois planos de projeções.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis B’ Anotações A’ r’ B’ A’ r’ A A r B r B 1 2 Capítulo 3 . projeções horizontal e vertical oblíquas à linha de terra. . 018 .Reta de Perfil É a reta oblíqua aos planos de projeções e ortogonal à linha de terra.CCE . projeções horizontal e vertical perpendiculares à linha de terra. abscissa constantes.UFV . afastamentos e cotas variáveis. abscissas. Em épura: . . afastamentos e cotas variáveis. Figura 2 . .Estudo da Reta Figura 1 .

um ponto da reta com projeções coincidentes. se as projeções de um ponto estão sobre as projeções de mesmo nome da reta.CCE .Pertinência entre Ponto e Reta Um ponto pertence a uma reta quando a projeção horizontal do ponto pertence à projeção horizontal da reta e a projeção vertical do ponto pertence à projeção vertical da reta.é a interseção da reta com o plano bissetor par. Traço horizontal (H) . portanto.é a interseção da reta com o plano bissetor ímpar.é a interseção da reta com o plano horizontal de projeções. um ponto comum à reta e ao plano vertical de projeções. ou seja. Traço com o Bissetor Par (P) .UFV . Traço com o Bissetor Ímpar (I) . um ponto da reta com projeções simétricas em relação à linha de terra.Estudo da Reta B’ r’ A’ Figura 1 . um ponto comum à reta e ao 1 plano horizontal de projeções. portanto. considerando-se os dois planos de projeções e os dois planos bissetores. exceto para a reta de perfil. Figura 2 . Traço vertical (V) . portanto. um ponto comum à reta e a este plano. ou seja. A r (V) V’ Bissetor Ímpar (bi) I’ H’ V I (H) H P P’ 2 019 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 3 . o ponto pertence à reta. portanto.um ponto da reta com afastamento nulo. ou seja. ou seja.Os traços notáveis de uma reta B Uma reta pode possuir até quatro traços.é a interseção da reta com o plano vertical de projeções. reciprocamente. um ponto da reta com cota nula. um ponto comum à reta e a este plano.

A interseção destas duas perpendiculares determinará a terceira projeção do referido ponto.” A C B 1 2 Figura 3 . no sentido anti-horário. ou projeção lateral. as projeções do ponto (C). Após este giro.Nesta figura são mostradas as operações descritas na figura anterior. de forma que este contenha a reta de perfil. Para solucionar este problema. não lhe pertence. em relação aos planos de projeções. definida pelos pontos (A) e (B) e um ponto (C).UFV . bem como a determinação da verdadeira grandeza da reta e dos ângulos que esta faz com os planos de projeções. observa-se que o ponto (C). Figura 2 . A relação de pertinência para um ponto e uma reta de perfil pode ser definida da seguinte forma: “se um ponto pertence a uma reta de perfil. em torno de sua interseção com o plano vertical de projeções. ortogonal aos dois planos de projeção (também conhecido com plano de perfil). já que a sua terceira projeção não está sobre a terceira projeção da referida reta. nem sempre verificase a recíproca da relação de pertinência entre um ponto e uma reta. buscando-se interceptar a paralela à linha de terra que será traçada a partir da projeção vertical deste ponto. Observa-se que. ou projeção lateral é obtida através da passagem de um plano lateral de projeções. ou seja. a terceira projeção do ponto pertence à terceira projeção da reta de perfil e reciprocamente. A’’ A’ C’ C’’ B’ B’’ A C B 3 020 .A terceira projeção da reta. Assim. Figura 1 . A partir dali. Observação: A terceira projeção de um ponto será sempre denominada por letra latina.Estudo da reta Reta de Perfil A posição que a reta de perfil ocupa. em torno do pé da linha de chamada destes pontos. então o ponto pertence à reta”. Por esse motivo. onde torna-se possível esta verificação. acompanhada do índice “. tem-se.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia A’ C’ B’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Este plano. traça-se uma perpendicular. no sentido anti-horário. até que estes dois planos se sobreponham. “se as projeções de um ponto estão sobre as projeções de mesmo nome da reta. maiúscula. sofrerá um giro de 90o. agora em épura.Aqui é mostrada uma reta de perfil. estão sobre as projeções de mesmo nome da reta de perfil. utiliza-se a terceira projeção da reta de perfil.CCE . que não lhe pertence. o que leva à conclusão de que a simples verificação da épura de uma reta de perfil e de um ponto cujas projeções estão sobre as projeções de mesmo nome da reta. Capítulo 3 . denominado de (p’’). então a terceira projeção da reta. confere-lhe características especiais. A determinação da terceira projeção se faz através do giro de 90º da projeção horizontal de cada ponto. ainda que tenha as suas projeções sobre as projeções de mesmo nome da reta. em épura. não é suficiente para afirmar-se que este ponto pertença à referida reta. ainda que não exista pertinência entre aqueles dois elementos.

além das projeções laterais de cada um deles.Estudo da Reta As figuras 1. 3o e 4o diedros. tomando-se como elementos divisores a linha de chamada e a interseção do plano (p’’) com o plano vertical. teriam a sua localização. como no esquema abaixo: p’’p’ 2o diedro 1o diedro A 3o diedro 4o diedro ’A ’’A 3 021 . 2 e 3.CCE . Se a épura for dividida como que em quadrantes.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia A’’ A’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações A A A’’ A’ 1 2 Capítulo 3 .UFV . após a sua determinação. mostram pontos nos 2o. as projeções laterais de pontos. a partir do diedro de origem.

UFV - CCE - Departamento de Arquitetura e Urbanismo

Setor de Representação Gráfica e Tecnologia
(V) V’ V’’ A’’ A’

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Anotações

B’ H’ V

B’’ H’’

A

B (H) H

2

Capítulo 3 - Estudo da Reta
Figuras 1 e 2 Traços Notáveis da Reta de Perfil Traços Horizontal e Vertical Os traços da reta de perfil serão obtidos a partir da 3a projeção da reta. A interseção da 3a projeção da reta com a interseção p’’p’, define a 3a projeção do traço vertical, V’’. A projeção vertical V’, estará coincidente com V’’, enquanto que a projeção horizontal V estará sobre a linha de terra, já que como todo traço vertical, a cota de (V) é nula. A interseção da 3a projeção com a linha de terra, determina a 3a projeção do traço horizontal (H), já que a cota deste traço é nula. Desta forma, a projeção vertical H’, concidirá com a projeção horizontal V, na linha de terra, enquanto que a projeção horizontal H, será determinada através do alçamento feito a partir da sua 3a projeção, com um giro de 90o, no sentido horário, conforme é mostrado na Figura 2.

1

022

UFV - CCE - Departamento de Arquitetura e Urbanismo

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Anotações
Capítulo 3 - Estudo da Reta
Figura 1 Traços Notáveis da Reta de Perfil Traços com os Bissetores Os traços da reta de perfil com os planos bissetores, à exemplo dos traços horizontal e vertical, são obtidos a partir da 3a projeção da reta. P’’ P’ P bi Traço com o Bissetor Ímpar Neste caso, a interseção da 3a projeção da reta com a 3a projeção da interseção (p’’bi) (plano lateral/bissetor ímpar), determinará a 3a projeção de (I), I’’.As projeções horizontal e vertical, simétricas em relação à linha de terra, serão determinadas através do alçamento das mesmas. Traço com o Bissetor Par À exemplo do caso anterior, a interseção da 3a projeção da reta com a 3a projeção da interseção (p’’bp) (plano lateral/bissetor par), determinará a 3a projeção de (P), P’’. As projeções horizontal e vertical, coincidentes, serão determinadas através do alçamento das mesmas.

bp

Bissetor Ímpar (bi)

V’ V’’ I’’ I’ A’ B’ H’ V A’’ B’’ H’’

I A

B H

2

023

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s’ r’ A’ s’

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r’ A’

Anotações
Capítulo 3 - Estudo da Reta
Posição Relativa entre Retas Retas Concorrentes Duas retas são concorrentes quando possuem um ponto em comum. A Figura 1 mostra o caso de concorrência entre duas retas. Descritivamente, se duas retas (r) e (s) são concorrentes, em épura as projeções de mesmo nome r’e s’; r e s, são concorrentes. A Figura 2 mostra um caso de concorrência em que as duas retas pertencem a um plano ortogonal a um dos planos de projeções. Neste caso, como o plano que as contêm é ortogonal ao plano horizontal, em épura as projeções horizontais das duas retas são coincidentes. As verticais são concorrentes.

r s s A r A

1
A’ r’ O’ s’ B’ s’ A’ r’

2 A presença de uma reta de perfil e outra
que não o seja, conforme mostra a Figura 3, obriga à verificação se o ponto de concurso é, de fato, um ponto comum às duas retas. Aplica-se, então, a relação de pertinência para a reta de perfil e para a outra reta. Para o caso de duas retas de perfil, a concorrência somente existirá se as duas retas tiverem a mesma abscissa. Ainda assim é necessário verificcar se as projeções laterais das duas retas são concorrentes, já que para duas retas de perfil com a mesma abscissa, poderá haver paralelismo entre as mesmas. A Figura 4 mostra dois casos onde não se verifica a concorrência entre as duas retas. Para estas duas épuras, aplica-se o caso de reversibilidade entre as retas.

A O r B

r’

s s r

r

A

3

4

024

em épura as projeções horizontais serão coincidentes. r s r’ s’ 3 025 . em geral têm as projeções de mesmo nome paralelas entre sí.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações r’ s’ s r 1 2 Capítulo 3 . uma das projeções do par de retas retas será coincidente. Se as duas retas paralelas pertencem a um plano ortogonal a um dos planos de projeções.Estudo da Reta Posição Relativa entre Retas Retas Paralelas Duas retas paralelas. Conforme é mostrado nas Figuras 2 e 3. o plano que contem as paralelas (r) e (s) é ortogonal ao plano horizontal de projeções. enquanto que as verticais apresentar-se-ão paralelas. A Figura 1 mostra duas retas paralelas.CCE . conforme descrita na definição acima.UFV . Assim.

Estudo da Reta Exercícios 1 r r’ I .____________________________ 10 .____________________________ 04 .____________________________ 05 . classifica-las.____________________________ 11 .UFV .CCE .____________________________ 02 .____________________________ 09 .____________________________ 06 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 2 3 r’ r r’ Anotações Capítulo 3 .____________________________ r r’ r r 8 9 r r’ r’ 5 6 r r r’ r’ r’ 10 11 12 r r r’ r’ r’ r 026 .____________________________ r 03 . segundo a sua posição em relação aos planos de projeções 4 01 .____________________________ 12 .____________________________ 7 08 .Dadas as retas por suas épuras.____________________________ 07 .

____________________________ 14 .Dadas as retas por suas épuras.UFV .Estudo da Reta Exercícios I .____________________________ 15 . segundo a sua posição em relação aos planos de projeções 13 r r r r’ r’ r’ 16 13 .____________________________ 17 .____________________________ 16 .CCE . classifica-las.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 14 15 Anotações Capítulo 3 .____________________________ 17 r r’ r r’ 027 .

Possui cota e abscissa _________________. ou os planos bissetores. são denominados de _______________________ 13. Em épura sua projeção vertical é _________________________ à linha de terra e a sua projeção horizontal é um ___________________. da reta. Geralmente. pertence à _______________________ da reta. Se um ponto pertence a uma reta de perfil.Estudo da Reta Exercícios II . O ângulo que ela forma com (p'). Em épura sua projeção horizontal é _________________________ à linha de terra e a sua projeção vertical é um ___________________. as projeções horizontal e vertical são __________________ à linha de terra). Os pontos em que uma reta atravessa os planos de projeção. Possui ______________ e _______________ constantes. 028 . A Reta Frontal possui ____________________ constante. 14. Por este motivo.Complete: 1.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 3 . 10. quando tal reta for ____________ ao plano sobre o qual ela se 3. O afastamento do traço vertical é ____________________. A sua projeção _______________________apresenta a verdadeira grandeza da reta e o ângulo que a reta faz com o plano (p) é representado pelo ângulo que a projeção ____________________ faz com a linha de Terra. a posição de uma reta no espaço fica bem determinada quando são __________________________ as _______________________ sobre os ______________________________________. Em épura suas projeções são _______________ em relação à linha de terra. Possui afastamento e abscissa _________________. 5. A Reta Horizontal possui _____________________ constante 4. ______________________ a (p') e ___________________ a (p”). para poder-se trabalhar com a reta de perfil é necessário recorrer-se à ________________ projeção. projeta. A Reta Vertical é ____________________ a (p) e _________________ a (p'). Dessa forma. A Reta Qualquer é _______________________ a (p) e ___________________ a (p'). De um modo geral. A Reta de Topo é ____________________ a (p') e _________________ a (p). A cota do traço horizontal é igual ______________________. a sua projeção horizontal localiza-se na ____________________________. A Reta Fronto-Horizontal é ________________ a (p) e ______________ a (p'). 7. a sua projeção vertical localiza-se na ____________________________. A Reta Frontal é ________________ a (p') e ______________ a (p). 6. sua projeção horizontal é _________________ à linha de terra. A projeção de uma reta apresenta a verdadeira grandeza desta reta. onde esta reta apresenta a sua ______________________. apresenta a sua verdadeira grandeza no ângulo que a projeção __________________________ faz com a linha de terra. A Reta Horizontal é ________________ a (p) e ___________________ a (p'). 9. 8. 12. A reta de perfil é ________________________ a (p).CCE .UFV . Por isso ela possui cota ________________. Por este motivo. Em épura. 2. afastamento _______________________ a abscissa _______________________. então a ______________________ do ponto. 11. assim com a projeção vertical.

16.Estudo da Reta Exercícios II . em épura. em épura. 18. projeções ________________ em relação à linha de terra. projeções ____________________ em relação à linha de terra. projeções _________________________. projeções ____________________ em relação à linha de terra. O traço de uma reta no bissetor ímpar tem. O traço de uma reta no bissetor par tem. em épura.Complete: 15. toda reta que pertence ao bissetor par tem. Toda a reta que pertence ao bissetor ímpar tem. 17.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 3 . assim como.UFV . com suas palavras as retas perpendiculares aos bissetores: Reta perpendicular ao bissetor ímpar _____________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________ Reta perpendicular ao bissetor par _____________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________ 029 . em épura. Defina.CCE .

1.) (N) (4.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações III -Dadas as retas definidas por dois de seus pontos.1) Sendo (K)(L) vertical (M) (2.5.3) sendo ( C)(D) horizontal (E) (4.4. 4.?) ( D) (3.1.3. 5.UFV .3.1.3.) (F) (8.4) (J) (?.?) sendo (E)(F) fronto-horizontal (G) (4. 6. 3.CCE .4.?) Sendo (G)(J) de topo (K) (3.) (B) (4. 1.5.?. (A) (2.?. 030 .3.1) sendo (A)(B) frontal ( C) (0. desenhar a épura de cada uma delas.2.1) Sendo (M)(N) qualquer 2.4) (L) (?.?.

sabendo que (I) pertence ao (bi). determinada pelos pontos (A) e (B). Complete as projeções de um segmento de reta de topo (C) (D).CCE . 4.UFV . Sabe-se. A’ A D’ B D 2. Anotações 1. as projeções de um reta frontal. Complete a projeção vertical da reta horizontal. C’ I’ C 031 . também. Construa as projeções de um segmento de reta vertical (I)(J). o que forma 30 com o plano (p).Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 3. Conduza pelas projeções do ponto (D). Sabe-se que o afastamento de (D) é maior que o de (C). que a cota de (J) é menor que a cota de (I). que mede três cm.

(G). uma fronto-horizontal (s). Anotações 5. (A)(?.3.CCE .?) (C)(?.-3) (B)(?. (E).-1.2) (F)(?. sabendo-se que eles pertencem à reta de perfil definida pelos pontos (K) (-2. B’ A’ A’ B A B 6. tal que o lado o (A)(B) seja frontal e o (A)(C) horizontal. (D). cuja projeção horizontal AB foi dada. 8.2).UFV .2.0.?) (G)(?. Determinar a projeção vertical de um segmento de reta frontal (A) (B).?. Sabe-se que a cota de (B) é menor que a cota de (A). (B).?) (D)(?.?. formando 45 com (p'). Determinar as projeções dos pontos (A).1.1)e (L) (?.?) (E)(?.-2. (F). Conduza pelo ponto (M).?. Complete as projeções do triângulo isósceles (A)(B)(C). que mede quatro cm. (C).Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 7.0) M’ M 032 015 .

de cota = -1. localize os seguintes pontos: (A).UFV .5 cm (E). de cota = -2 cm (F).5 cm (B).Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 9. de afastamento = 0 cm M’ N N’ M 033 015 . de cota = 5 cm (D). de afastamento = -2 cm (C). de afastamento =3.CCE . Nas projeções da reta de perfil definida pelos pontos (M) e (N).

2. dois vértices de um losango de perfil (A)(B)(C)(D) e sabendo-se que o seu centro (O) tem 6 cm de afastamento e cota menor que a de (B).6).Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 10. obter as suas projeções. Sendo (A) (3.8) e (B) (?.8.CCE . 034 015 .UFV .

2). 035 015 .UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 11. sendo (C) (2.6. Traçar a épura da reta de perfil (C) (D). de modo que nenhum ponto da reta tenha razão da cota para o afastamento igual -5/2.CCE . Sabe-se que a cota de (D) = 4 cm.

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 12. r’ r’ r r r’ r’ r r 036 015 .UFV . Determinar os traços das retas a seguir.CCE . dadas por suas projeções e indicar a trajetória de cada uma delas.

dadas por suas projeções e indicar a trajetória de cada uma delas.UFV .CCE . r’ r’ r r A’ A B’ B’ A A’ B B 037 015 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 12a. Determinar os traços das retas a seguir.

?. no bissetor par e sabendo-se que ele não tem traço no bissetor impar. no bissetor ímpar e sabendo-se que ela não possui traço no bissetor par.-4).?.1.?) (B) (4.?) (N) (?.-1). 15. Desenhar as projeções do segmento (M) (2.?) (B) (5.?) (N) (?. sabendo-se que este pertence ao bissetor par 16.3. conhecendo-se o traço (I) (5. Desenhar as projeções do segmento (A) (2.?). conhecendo-se o seu traço (P) (5. 038 015 .?). sabendo-se que este pertence ao bissetor ímpar Anotações 13.2.UFV .-4).2. Construir a épura da reta (M) (2.-1).?.3.?.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 14. Desenhar as projeções do segmento (A) (2.1.CCE .

1. _________________________ 12. _________________________ 2. _________________________ 5.UFV . _________________________ 6. _________________________ 4. _________________________ 3. _________________________ r r’ r’= s’ = r’ O’ s’ A s s O r r s B D C 9 r’ O’ s’ 10 A’ B’ C’ D’ 11 12 A’ s’ r B’ D’ C’ A s O r B C s r’ A C D B D 039 015 . _________________________ 11. _________________________ 1 O’ r’= s’ = r’ s’ D’ B’ C A s O r r s D B 5 s’ 6 7 8 r s A’ C’ B’ D’ 8. _________________________ 7.CCE . _________________________ 9. Escreva nos lugares indicados o nome das posições relativas dos pares de retas de cada uma das épuras a seguir. _________________________ 10.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 2 3 C’ A’ r’ s’ 4 Anotações 17.

de projeções simétricas em relação à linha de terra. à reta (r). r’ s’ r’ O’ r B A r A O s 20. Dão-se duas retas (r) e (s) e a projeção horizontal (A) (B) de uma terceira reta que nelas se apóia. Traçar por (C) a paralela (s).CCE . um segmento (A) (B). Construir pelo ponto (O). r’ 21. r’ s’ C r r A C’ s 040 015 . Apoiar nas retas (r) e (s). Determinar a projeção vertical A'B'. Anotações 18. a frontal (s) que se apóia na reta (r).Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 19.UFV .

0) lhe é paralela. pertence ao (bp) e (A) (8.?). Anotações 22.?) (K) (?.-3.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 23. pertence ao (bi) e (A) (9. Construir as projeções de (A)(K) e estabelecer a partir daí a propriedade característica das paralelas ao (bp).0) lhe é paralela. Construir as projeções de (A)(K) e estabelecer a partir daí a propriedade característica das paralelas ao (bi).?.3.0) (N) (4.6. A reta (M) (0.?. de comprimento igual a 4 cm.CCE . A reta (M) (0.3) (K) (?.UFV .?). apoiar um segmento frontal (K) (L).1. 041 015 . r’ s’ r s 24.0) (N) (4. Nas horizontais (r) e (s).?.4.

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (p’s) gp’ ap’ (a) (u) (g) Capítulo 4 .Estudo do Plano .UFV .CCE .

UFV . b) por um ponto e uma reta que não contenha este ponto. A C B 1 A’ r’ r A 2 042 . conforme mostra a Figura 2.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações C’ A’ B’ Capítulo 4 . conforme mostra a Figura 1.CCE .Estudo do Plano Definição de Plano Um plano pode ser definido: a) por três pontos não colineares.

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações s’ r’ A’ Definição de Plano Ainda. Capítulo 4 . conforme mostra a Figura 1.UFV .um plano pode ser definido: c) por duas retas concorrentes.CCE . d) por duas retas paralelas.Estudo do Plano s A r 1 r’ s’ s r 2 043 . conforme mostra a Figura 2.

também. ap’ T T’ ap 1 ap’ z y ap y ap 2 3 044 . medidos segundo as convenções trigonométricas. Os traços de um plano também poder ser paralelos à linha de terra conforme apresentado na Figura 2. neste caso. paralelo ao outro plano. Isto ocorre quando o plano é ortogonal a um dos planos de projeções. A definição do traço.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 . A Figura 3 mostra uma terceira possibilidade onde o plano apresenta apenas um traço.CCE . Um plano pode possuir um ou dois traços. ap é a interseção de a com p.Estudo do Plano Traços do Plano É a interseção do plano com os planos de projeções. como será visto adiante. Neste caso ele será. Para um plano que possui dois traços se interceptando na linha de terra. A definição dos traços. será feita através do afastamento do traço horizontal e da cota do traço vertical. ser coincidentes com a linha de terra. ap’ é a interseção de a com p’. onde ap’e ap são oblíquos à linha de terra e se interceptam no ponto (T). por coordenadas. um desses traços poderá ser perpendicular a esta linha. Se possui dois traços ele podem ser oblíquos à linha de terra. por coordenadas. obedecerá o mesmo critério do caso anterior.UFV . Os traços poderão. conforme mostra a Figura 1. será feita a partir do ponto de concurso dos dois traços na linha de terra e o ângulo que cada destes traços faz com a referida linha. obrigatoriamente. A definição destes traços.

Em épura. Figura 1 .CCE . Em épura seu único traço (horizontal).Plano de Topo É o plano perpendicular ao plano vertical de projeções e oblíquo ao plano horizontal de projeções.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações ap’ y ap z 1 ap’ 2 Capítulo 4 . é paralelo à linha de terra Figura 2 . Em épura seu único traço (vertical). é paralelo à linha de terra ap Figura 3 .Estudo do Plano Classificação dos Planos Os planos são classificados segundo a sua posição em relação aos planos de projeções e aos planos bissetores.UFV .Plano Frontal É plano paralelo ao plano vertical de projeções.Plano Horizontal É o plano paralelo ao plano horizontal de projeções. seu traço horizontal é perpendicular à linha de terra e o traço vertical é oblíquo a esta linha. 3 045 .

é necessário a definição de um ponto do plano que não pertença à linha de terra. Em épura seu traço vertical é perpendicular à linha de terra e o traço horizontal é oblíquo a esta linha. ap ap M’ 3 046 . Figura 3 .Plano Vertical É o plano perpendicular ao plano horizontal de projeções e oblíquo ao plano vertical de projeções.Plano que contem a Linha de Terra Plano que contem a linha de terra é oblíquo aos dois planos de projeções.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia ap’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações ap’ ap ap 1 2 Capítulo 4 .UFV . Em épura seus dois traços são paralelos à linha de terra.Plano Paralelo à Linha de Terra É o plano paralelo à linha de terra e oblíquo aos dois planos de projeções. Figura 2 . Para a definição dos traços (coincidentes com a linha de terra).CCE .Estudo do Plano M’ Classificação dos Planos Figura 1 .

Plano Perpendicular ao Bissetor Par É um plano oblíquo aos dois planos de projeções e à linha de terra. porém perpendicular ao (bi).Plano de Perfil É o plano ortogonal aos dois planos de projeções .UFV . Tem como característica os traços oblíquos à linha de terra e coincidentes.Estudo do Plano Classificação dos Planos ap’ ap Figura 1 . Figura 3 . Tem como característica os traços oblíquos à linha de terra e simétricos à esta linha.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (ap’) Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações ap’ l l ap (ap) 1 2 Capítulo 4 . porém perpendicular ao (bp).Plano Perpendicular ao Bissetor Ímpar É um plano oblíquo aos dois planos de projeções e à linha de terra.CCE . Em épura seus traços são perpendiculares à linha de terra e coincidentes Figura 2 . 3 047 .

CCE .Plano Qualquer É um plano oblíquo aos dois planos de projeções e à linha de terra.Plano Paralelo ao Bissetor Par É um plano paralelo à linha de terra com esta característica específica .Plano Paralelo ao Bissetor Ímpar É um plano paralelo à linha de terra com esta característica específica . O plano Qualquer não possui nenhuma propriedade específica. Em épura seus traços são paralelos e simétricos à linha de terra. Tem como característica os traços oblíquos à linha de terra.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações ap’ ap’ ap Capítulo 4 . 1 2 ap’ T T’ ap 3 048 .UFV . Em épura seus traços são paralelos e coincidentes.Estudo do Plano Classificação dos Planos Figura 1 . ap Figura 2 . Figura 3 .

O plano é dado pelos traços Uma reta pertence a um plano quando os traços desta reta estão sobre os traços de mesmo nome do plano e.UFV ..Estudo do Plano ap’ V’ Pertinência entre reta e Plano Figuras 1 e 2. T T’ H’ V H ap 1 ap’ r’ V’ T T’ V r ap 2 049 . reciprocamente. então esta reta pertence ao plano. se os traços de uma reta estão sobre os traços de mesmo nome de um plano.CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .

O plano é definido por duas retas. concorrentes ou paralelas Neste caso. uma reta pertence a um plano quando apoiar-se em uma reta do plano e for paralela a outra reta que pertença a este plano. A r t s B Ainda. uma reta pertence a um plano quando possuir pelo menos dois pontos distintos sobre duas retas deste plano. C 1 t’ A’ r’ s’ B’ t r A s B 2 050 .CCE .Estudo do Plano t’ r’ A’ Pertinência entre reta e Plano Figuras 1 e 2.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia B’ C’ s’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .UFV . Is to significa que esta reta deve estar apoiada em duas retas distinstas do plano. em pontos distintos.

UFV .Reta de Topo Figura 4 .Estudo do Plano Retas do Plano Horizontal s’ ap’ Figura 2 .Reta Fronto-Horizontal Figura 3 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .Reta Horizontal s 1 2 t’ ap’ r’ ap’ r t 3 4 051 .CCE .

Reta Fronto-Horizontal Figura 3 .Estudo do Plano t’ Retas do Plano Frontal Figura 2 .Reta Vertical t ap 1 2 s’ r’ s ap r ap 3 4 052 .CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .Reta Frontal Figura 4 .UFV .

UFV .CCE .Reta de Topo Figura 3 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações ap’ s’ Capítulo 4 .Reta Frontal s ap 1 2 t’ ap’ r’ ap’ t r ap ap 3 4 053 .Reta Qualquer Figura 4 .Estudo do Plano Retas do Plano de Topo Figura 2 .

Reta Qualquer t ap 1 2 ap’ ap’ r’ s’ r ap s ap 3 4 054 .Estudo do Plano ap’ Retas do Plano Vertical Figura 2 .Reta Horizontal Figura 4 .CCE .UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .Reta Vertical t’ Figura 3 .

Estudo do Plano ap’ s’ Retas do Plano Paralelo à Linha de Terra Figura 2 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .CCE .Reta de Perfil Figura 4 .UFV .Reta Fronto-Horizontal Figura 3 .Reta Qualquer s ap 1 2 r’ ap’ ap’ t’ t ap r ap 3 4 055 .

Reta Qualquer r M 1 2 M’ M’ t’ ap’ ap s’ ap’ ap t M M s 3 4 056 .CCE .Reta Fronto-Horizontal ap’ ap Figura 3 .Estudo do Plano M’ r’ Retas do Plano que contem a Linha de Terra Figura 2 .UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .Reta de Perfil Figura 4 .

UFV .Reta Vertical Retas do Plano de Perfil Figura 2 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .CCE .Estudo do Plano ap’ r’ Figura 3 .Reta de Topo r ap 1 2 ap’ ap’ t’ r’ t r ap ap 3 4 057 .Reta de Perfil Figura 4 .

CCE .Reta Qualquer (r) ap’ (s) r’ Figura 3 .Estudo do Plano Retas do Plano Qualquer (t) Figura 2 .UFV .Reta de Perfil r (u) ap 1 ap’ s’ ap’ u’ ap s 2 ap’ t’ ap u t ap 3 4 058 .Reta Horizontal e Reta Frontal Figura 4 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .

Define-se como Horizontal de um Plano. ao considerar-se a definição acima. pode-se concluir que a horizontal de um plano nem sempre é uma reta horizontal.UFV . a reta do deste plano que é paralela ao plano vertical de projeções . Sua larga aplicação na resolução de problemas lhes confere tal importância.Figura 2. a sua horizontal será uma reta de topo. a reta deste plano que é paralela ao plano horizontal de projeções . ap’ f’ H’ f H ap 1 3 059 . Assim definidas. assim como a frontal de um plano nem sempre é uma reta frontal. no caso deste plano. para um plano de topo.Estudo do Plano As Retas Principais de um Plano ap’ V’ h’ São assim denominadas as frontais e as horizontais. somente a esta reta aplica-se tal definição. posto que. h ap Define-se como Frontal de um Plano.CCE .Figura 3.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 . V 2 Como exemplo.

Este ângulo será o maior quando a reta for perpendicular ao traço vertical do plano a ela pertence. Este ângulo será o maior quando a reta for perpendicular ao traço horizontal do plano a ela pertence.Reta de Máxima Inclinação É a reta do plano que faz o maior ângulo possível com o plano vertical de projeções.Reta de Máximo Declive 1 2 V’ ap’ i’ H’ V i ap i’ 3 4 060 . Figuras 1 e 2 .CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .UFV .Estudo do Plano ap’ V’ d’ H’ V d H ap Figuras 3 e 4 . É a reta do plano que faz o maior ângulo possível com o plano horizontal de projeções.

um plano paralelo às referidas retas. u’ Casos Fundamentais de paralelismo entre Reta e Plano Figuras 2 e 3 .UFV .CCE . porque (r) é paralela a (s) e (s) pertence a (a). este será definido por duas concorrentes que passam pelo ponto e são paralelas às duas retas conhecidas. t t’ O’ O u 3 061 .Se são conhecidos um ponto e duas retas reversas. para passar-se pelo ponto.Estudo do Plano Paralelismo entre Reta e Plano Uma reta é paralela a um plano quando é paralela a uma reta deste plano Figura 1 .(r) é paralela a (a).Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações 1 2 Capítulo 4 .

Figuras 3 e 4 As distâncias de duas reversas a um plano serão iguais.Estudo do Plano Casos Fundamentais de paralelismo entre Reta e Plano u’ Figuras 1 e 2 Se são conhecidas duas retas reversas.UFV . para passar-se um plano por cada uma delas paralelo à outra reta. a reta que concorre com uma delas é paralela à outra que define o plano procurado. u t’ t 1 2 t’ u’ t u 3 062 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .CCE . se o plano for paralelo às retas e passar pelo ponto médio de qualquer segmento que una as duas retas.

Estudo do Plano Casos Fundamentais de paralelismo entre Reta e Plano Figuras 1 e 2 Toda reta paralela a dois planos secantes. é paralela à interseção dos referidos planos.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações tp’ ap’ O’ tp ap O 2 Capítulo 4 .UFV .CCE . 1 063 .

serão paralelos. Casos Fundamentais de paralelismo entre Planos Figuras 3 .Conduzir. os traços de mesmo nome de dois planos paralelos.Estudo do Plano Paralelismo entre Planos Figuras 1 e 2 Dois planos paralelos têm. 1 2 O’ P’ r’ s’ P’ ap’ S r O P P ap 3 4 064 .Construir os traços do plano (a). Em épura. paralelo ao plano (t) e que passa por (P). um plano paralelo ao plano definido por (r) e (s). Figuras 4 .UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 . pelo menos. pelo ponto (O). dois pares de retas paralelos entre sí.CCE .

distinta destes pontos.Dados dois pontos (A) e (B) e uma reta (r).UFV . planos paralelos e equidistantes da reta. em seguida passar-se por estes pontos planos paralelos àquele. s B A C 3 4 065 . a condução pelos pontos. de três planos eqüidistantes entre sí e paralelos à reta conhecida. basta-se determinar o plano que contem o ponto médio do segmento resultante da união dos dois pontos (A) e (B). r B A 1 B’ 2 A’ s’ C’ Figuras 3 e 4 . Os demais planos serão paralelos a este e conterão os extremos (A) e (C).CCE . (B) e (C) e uma reta (s). para. dados e a reta (r) dada. para conduzir-se pelos pontos.Estudo do Plano A’ Paralelismo entre Planos r’ B’ Casos Fundamentais de paralelismo entre Planos Figuras 1 e 2 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 . será feita definindo-se um deles pelo ponto intermediário (B) e por uma reta paralela à reta dada e que contem o ponto médio do segmento limitado pelos pontos (A) e (C).Dados três pontos não colineares (A).

por estes pontos. de quatro planos eqüidistantes. 1 066 . (B). ( C) e (D) não coplanares.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis D’ B’ Anotações C’ A’ A B C D 2 Capítulo 4 .CCE . em seguida.Estudo do Plano Casos Fundamentais de paralelismo entre Reta e Plano Figuras 1 e 2 Por quatro pontos (A). os planos interiores e. a condução. passando-se pelos pontos exteriores. dois planos paralelos aos planos já definidos. posteriormente. unindo-se os 2 pontos divisores aos pontos internos (B) e ( C) dados. será determinada definindose a divisão do segmento resultante da união dos pontos exteriores (A) e (D) em três partes iguais. definindo-se.UFV .

se um dos planos secantes for definido por duas retas e o outro for um plano projetante a um ou aos dois planos de projeções. Frontal. . Horizontal.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia ap’ r’ B’ O’ A’ s’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações r B O (p’s) s A ap (ap’) 2 Capítulo 4 . Vertical. é imediata. . . Figuras 1 e 2 As projeções da reta determinada pela interseção de dois planos. 1 067 . Topo.Estudo do Plano Planos Secantes Dois planos secantes determinam entre sí uma reta comum a eles. tais como os planos: . .UFV .CCE . Perfil.

Planos perpendiculares a um ou aos dois planos de projeções.UFV . Figuras 1 e 2 Quando dois planos secantes são dados por seus traços e estes concorrem em pontos distintos. . dependendo-se dos elementos conhecidos. Planos paralelos aos planos de projeções.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações V’ ap’ gp’ H’ V (p’s) (V) ap gp ap’ (a) gp’ H 2 Capítulo 4 . . Cada ponto da interseção é determinado utilizando-se planos auxiliares. em função dos elementos fornecidos pelo problema. 1 068 . utilizam-se os planos de projeções (p) e (p’). que. como planos auxiliares para a determinação da reta interseção dos dois planos. podem ser: .Estudo do Plano Planos Secantes Casos Gerais A determinação da reta interseção de dois planos secantes fica mais ou menos trabalhoso. Planos de projeções. determina-se dois pontos da referida reta. ou apenas um ponto se a direção desta reta for conhecida. Em todos os casos. dentro dos limites da épura.CCE .

CCE . utiliza-se apenas um dos planos de projeções como plano auxiliar.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações gp’ u’ ap’ H’ u (p’s) ap H gp gp’ ap’ 2 (a) (u) Planos Secantes Capítulo 4 .UFV . forem concorrentes dentro dos limitres da épura e os outros dois forem paralelos.Estudo do Plano (g) Casos Gerais Figuras 1 e 2 Quando dois dos traços de mesmo nome dos dois planos. 1 069 . já que a reta interseção será paralela ao par de traços paralelos.

V1’ Capítulo 4 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações yp’ h’ h1’ ap’ V’ K’ gp’ Planos Secantes Casos Gerais H’ V V1 K ap gp Figuras 1 e 2 Se dois dos traços homônimos concorrem dentro dos limites da épura e dois deles concorrem fora deste limite. Figura 3 Este mesmo artifício se aplica quando os pares de traços concorrem no mesmo ponto da linha de terra. utiliza-se um plano de projeções e outro que lhe seja paralelo. ou quando um dos planos contem a linha de terra.UFV .Estudo do Plano yp’ ap’ gp’ (p’s) h1 H h 2 M’ ap’ gp’ gp’ gp’ ap’ M ap gp ap 1 3 070 . como planos auxiliares.CCE .

como plano auxiliar. portanto necessita-se de apenas um ponto para a sua determinação.CCE .Estudo do Plano Planos Secantes Casos Gerais Figuras 1 e 2 Se os dois planos secantes são paralelos à linha de terra.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações ap’ gp’ K’ V1’ V’ u’ H’ ap H1’ K H1 V V1 u (p’s) ap’ gp H gp’ (r) (u) (s) 2 Capítulo 4 . utiliza-se um plano perpendicular a um ou aos dois planos de projeções. sabe-se que a reta interseção de dois planos paralelos à linha de terra é uma fronto-horizontal. Neste caso. 1 071 . já que a sua direção é conhecida.UFV .

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia yp’ h’ h1’ V’ K’ y1p’ h2’ h3’ V2’ V3’ gp’ V1’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações L’ ap’ V1 V3 V2 V K (p’s) ap’ gp’ ap L gp 2 Capítulo 4 . ou um par de paralelas. Este mesmo procedimento será aplicado para os casos em que um dos planos secantes é definido por um par de concorrentes. levando-se em consideração as facilidades que a escolha de um ou de outros possibilitem. ainda. A escolha de planos auxiliares paralelos ao plano vertical de projeções. será determinada em função das características do problema. o forem assim definidos. quando os dois planos secantes.CCE . ou das retas que compõem o problema.Estudo do Plano Planos Secantes Casos Gerais Figuras 1 e 2 Se os traços homônimos concorrem fora dos limites da épura.UFV . utilizam-se dois planos paralelos a um dos planos de projeções (plano vertical ou plano horizontal). como planos auxiliares. ou. Estas facilidades estão relacionadas à posição dos traços. ou ao plano horizontal de projeções. 1 072 .

CCE .UFV . se faz através da passagem. por esta reta. A reta resultante da interseção entre os dois planos terá um ponto em comum com a reta dada. determina-se a interseção deste plano com o plano dado.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia s’ r’ ap’ yp’ V’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações A’ V H’ A H ap yp r s 2 Capítulo 4 . 1 073 . Este ponto será o ponto de interseção procurado. a determinação da interseção será feita de forma direta. de um plano auxiliar que seja projetante a um dos planos de projeções. Em seguida.Estudo do Plano Interseção de Reta e Plano Figuras 1 e 2 A interseção de uma reta com um plano que não seja projetante. Se o plano dado for projetante.

classifica-los.Estudo do Plano Exercícios I .____________________________ 06 .____________________________ 10 .____________________________ 07 .____________________________ 03 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis 2 ap’ ap 3 Anotações Capítulo 4 .____________________________ ap’ 8 ap’ 9 ap ap ap M’ ap’= ap = ap M 10 ap 11 ap’ 12 ap ap’ ap 074 015 .____________________________ 12 .CCE .____________________________ 05 .____________________________ 08 .____________________________ 1 ap’ ap ap’ 4 ap’ 5 6 ap’ 02 .____________________________ 11 .Dados os planos por seus traços. 01 .UFV .____________________________ 7 09 .____________________________ 04 .

UFV .CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis s’ r’ s’= r’ = Anotações r’ Capítulo 4 . determinaros seu traços.Estudo do Plano Exercícios II .Dados os planos definidos por duas retas (r) e (s) . A’ A’ s’ r s r r A s s A r’ r’ s’ A’ s’ s’= r’ = r r A s= r = s s 075 015 .

UFV .Dados os planos por seus traços. ap’ ap ap’ r’ ap’ r’ ap ap 076 015 . determinar a outra projeção da reta (r). que lhe pertence.CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações r’ ap’ r’ Capítulo 4 .Estudo do Plano Exercícios III .

determinar a outra projeção da reta (t).UFV .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações s’ r’ s’ s’ A’ t’ t’ r’ Capítulo 4 . que lhe pertence.CCE . r’ A’ r s t r A s A r s t’ s’ r’ t’ s’ A’ r’ s’ A’ r’ t s r r A s r A s 077 015 .Dados os planos definidos por duas retas (r) e (s) .Estudo do Plano Exercícios IV .

que lhe pertence. determinar a outra projeção do ponto (M).Dados os planos definidos por duas retas (r) e (s) .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis r’ Anotações r’ s’ s’= r’ = s’ A’ Capítulo 4 .CCE .Estudo do Plano Exercícios V .UFV . s r r A s r A’ A s M M M r’ s’ M’ r’ A’ M’ A’ s’ s’ r’ r r A s M s A r s 078 015 .

UFV .Dados os planos por seus traços.Estudo do Plano Exercícios VI .CCE . que lhe pertence. M’ ap’ M’ ap’ ap ap’ M’ ap’ M’ ap ap 079 015 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 . determinar a outra projeção do ponto (M).

determinar as projeções de uma horizontal e de uma frontal de cada plano. r r’ s’ A’ B’ B’ r’ = s’= r’ A’ A’ B’ s’ A s B r A B r A B s s s’ r’ s’ = s’= r’ B’ r’ A’ B’ B’ B B B A = s=r s r s r 080 015 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .Dados os planos definidos por duas retas (r) e (s) . passando pelo ponto (B).CCE .UFV .Estudo do Plano Exercícios VII .

determinar as projeções de uma horizontal e de uma frontal de cada plano. do plano).Estudo do Plano Exercícios VIII .UFV . passando pelo ponto (M). ap’ M’ ap’ M’ ap ap’ M’ ap’ M’ ap ap 081 015 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .Dados os planos definidos por seus traços .CCE .

r r’ s’ A’ B’ B’ r’ = s’= r’ A’ A’ B’ s’ A s B r A B r A B s s s’ r’ s’ = s’= r’ B’ r’ A’ B’ B’ B B B A = s=r s r s r 083 015 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 .UFV .Dados os planos definidos por duas retas (r) e (s) .Estudo do Plano Exercícios IX . passando pelo ponto (B).CCE . que lhes pertence. determinar as projeções de uma reta de máximo declive e de uma reta de máxima inclinação de cada plano.

determinar as projeções de uma reta de máximo declive e de uma reta de máxima inclinação de cada plano. do plano).Dados os planos definidos por seus traços . passando pelo ponto (M).UFV .Estudo do Plano Exercícios X .CCE .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 4 . ap’ M’ ap’ M’ ap ap’ M’ ap’ M’ ap ap 084 015 .

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (p’s) gp’ ap’ (a) (u) (g) Capítulo 5 .Mudanças .Métodos Descritivos .CCE .UFV .

CCE . Figura 2 .Esta representada a épura do ponto (A) em relação a nova linha de terra. p’ A’ p’p p’ 1p A’1 (p ’1 ) p A 3 4 016 . observe que a projeção horizontal é a mesma enquanto a projeção vertical recebeu um novo nome (A’1) mantendo o valor da cota.A representação do plano (o’1) em relação ao ponto (A). o plano vertical (o’) foi girando sobre o eixo vertical. mantendo perpendicular ao plano horizontal (o) de projeção. Figura 1 . Figura 3 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações p’ Capítulo 5 .UFV .Representação da épura pelo posicionamento do plano (o’1) que ira determinar assim uma nova linha de terra (o)(o’1). p’p p’ 1p (p ’1 ) p 1 2 Figura 4 .Descritivamente.Mudança de Plano Definição de Mudança de Plano A mudança de plano consiste em girar sobre um eixo vertical o plano vertical (o’) ou sobre um eixo de topo plano horizontal (o) de projeção.

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia A’ A’ A’1 + Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Figura1 .A mudança do plano foi feito de maneira que o ponto (A) que pertencia ao primeiro diedro.A mudança do plano foi feito de maneira que o ponto (A) pertença ao plano vertical. A representação da projeção vertical (A’1) do ponto (A) manteve a cota positiva com o mesmo valor. Figura 4 . A’1 + A A (p A ) (p A ) 1 2 (p A’ A ) (p A ) A’ A + + A’1 A A’1 3 4 017 .A mudança do plano foi feito de maneira que o ponto (A) pertencente ao semi plano vertical superior.CCE .A representação da projeção vertical (A’1) do ponto (A) manteve a cota positiva com o mesmo valor. Figura2 . foi para o segundo diedro. Nesta situação a projeção horizontal do ponto (A) coincide com a linha de terra. Enquanto a projeção horizontal do ponto (A)coincide com a linha de terra Figura 3 . A representação da projeção vertical (A’1) do ponto (A) manteve a cota positiva com o mesmo valor.UFV .

+ 2 A’ (p ’ s) A1 A 3 018 .O plano horizontal foi em relação a um eixo de topo.Esta representada a épura do ponto (A) em relação a nova linha de terra.Representação da épura pelo posicionamento do plano (o1) que ira determinar assim uma nova linha de terra (o’)(o1). observe que a projeção vertical é a mesma enquanto a projeção horizontal recebeu um novo nome (A1) mantendo o valor do afastamento. Figura 2 .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações p’p 1 p’p ) (o 1 (p) 1 Figura 1 . É a reta perpendicular ao plano vertical de projeções e paralela ao plano horizontal de projeções.UFV . Figura 3 .CCE .

Poliedros Seção Plana .Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia (p’s) gp’ ap’ (a) (u) (g) Capítulo 6 .CCE .UFV .

denominadas faces laterais. 3 4 083 . de base pentagonal.Poliedros Poliedros Regulares Chama-se poliedro ao sólido limitado por planos. as faces e os vértices do poliedro. A pirâmide é regular quando a base é um polígono regular e a altura da pirâmide. de base pentagonal. Os poliedros podem ser regulares ou irregulares. A’ A’ B’ E’ C’ D’ E E=E1 A A=A1 D=D1 V D B’ E’ C’ D’ Base Vértice Aresta Face lateral Vértice Aresta Face lateral Base 1 Prisma reto. denominadas faces laterais. que é o vértice da pirâmide. perpendicular traçada do vértice ao plano da base. Quando as faces laterais são retângulos. assente no Plano Horizontal Pirâmide reta. se distinguem os prismas e as pirâmides. o prisma é reto. é um polígono qualquer e as outras faces. limitando-se mutuamente. caso contrário é oblíquo. assente no Plano Horizontal V’ A1’ B1’ E1’ C 1’ D 1’ 2 B B=B1 C=C1 C Pirâmide É o poliedro no qual uma das faces.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Capítulo 5 . Esses planos.UFV . conforme exemplos abaixo: Tetraedro = 4 faces Hexaedro = 6 faces Octaedro = 8 faces Dodecaedro = 12 faces Icosaedro = 20 faces Um poliedro é convexo quando fica todo situado dum mesmo lado de cada uma de suas faces.CCE . no caso contrário é irregular ou oblíqua. determinam as arestas. estão situadas em planos paralelos e as outras faces. chamadas bases. Entre os poliedros irregulares. Prisma É o poliedro no qual. são paralelogramos que têm um lado comum com cada uma das bases. duas faces. são triângulos que têm um lado comum com o polígono da base e concorrem todos a um ponto. tem seu pé no centro dessa base. chamada base. Dá-se aos poliedros nomes particulares em função do seu número de faces.

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Pirâmide oblíqua. os vértices nunca deixarão de ser pontos.CCE . planos. Nessas condições. de base pentagonal. no plano horizontal. se a projetante de um vértice de um poliedro atravessa o poliedro antes de chegar ao observador. e as faces. pelo desenho convencional.UFV . para as projeções dos pontos. A observação atenta das duas projeções de um sólido permite reconhecer quais são os elementos vistos em um e em outra projeção. Da mesma maneira. as projeções de seus vértices. pelo conhecimento de suas definição geométrica. Realmente. contorno aparente vertical é o limite visual do sólido. das retas e dos planos. de face assente no Plano Horizontal D1 E1 Pirâmide reta. para atingi-los. as arestas e os vértices são invisíveis quando o raio visual. assente no Plano Horizontal C1 B1 1 A’ A 1’ 2 As projeções ortogonais dão uma idéia nítida da visibilidade dos corpos. Um poliedro sendo opaco. pelos raios visuais que limitam o sólido. As projeções ortogonais dos poliedros constroem-se fazendo a aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do estudo da Geometria Descritiva. de face assente no Plano Horizontal 3 4 084 . assente no Plano Horizontal V’ D1’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Representação de prismas e pirâmides Representar um poliedro em épura é determinar. como imagens do objeto visto pelo observador a uma distância infinita. ou por outra. tem que atravessar o corpo. chama-se contorno aparente horizontal de um sólido à figura traçada. de modo que os raios visuais se podem considerar paralelos entre si e perpendiculares a cada um dos planos de projeções. A’ B’ E’ C’ D’ A’ B’ E’ C’ D’ E A D E A D V E1 B C A1 D1 B C Prisma oblíquo. é distinguir. as arestas retas. as partes vistas das ocultas. E’ B’ E1’ B1 ’ C’ B’ D’ C’ D 1’ C 1’ D’ A’ B C A D E E’ F’ V’ A F B V E B1 C1 C D A1 Prisma reto. seja qual for a posição que um poliedro ocupe relativamente aos planos de projeções. no plano vertical. de base pentagonal. esse vértice é oculto. de suas arestas e de suas faces.

no poliedro. um polígono que lhes sejam comuns. As ilustrações ao lado mostram a sequência da determinação de uma seção plana determinada em uma pirâmide reta.CCE . Este capítulo tratará das seções planas em poliedros. determinadas por planos projetantes.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Seções Planas nos Poliedros As seções planas nos poliedros são obtidas a partir da passagem de um plano.UFV . por um plano de topo. 1 V’ ap’ 3’ 2 2’ 4’ 1’ 5’ E’ A’ D’ B’ C’ A 1 V E 5 4 D 2 3 B C ap’ 3 4 085 . de forma a determinar. assente no plano horizontal. qualquer que seja. de base pentagonal.

de topo. A figura 4 mostra este procedimento.Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Rebatimento e determinação da Verdadeira Grandeza de uma Seção Plana O Método do Rebatimento. assim como os das Rotação e das Mudanças de planos. 1 2 O plano projetante. constituem ferramentas que permitem determinar a verdadeira grandeza de entes cujas projeções mongeanas não apresentam esta propriedade. até que este coincida com o referido plano. Este método consiste. girando em torno da sua interseção com este plano. A épura da página a seguir mostra o mesmo procedimento.CCE . (a) 3 4 086 .UFV . basicamente. contendo a seção plana da pirâmide será rebatido sobre o plano horizontal de projeções. em ttomar o plano de seção e girá-lo em torno de sua interseção com com o plano de projeções em relação ao qual ele não é projetante.

Departamento de Arquitetura e Urbanismo Setor de Representação Gráfica e Tecnologia V’ ap’ 3’ Notas de Aula de Geometria Descritiva Luiz Fernando Reis Anotações Rebatimento e determinação da Verdadeira Grandeza de uma Seção Plana (a) A figura 3 mostra que a partir da projeção vertical e horizontal dos pontos proveniente da interseção do plano de topo (a) com a pirâmide.G da seção plana. 2’ 4’ 1’ 5’ E’ A’ D’ B’ C’ A 1 V E 5 4 D 2 3 B C ap’ 1 V’ ap’ 3’ 2 2’ 4’ 5’ 1’ E’ A’ D’ B’ C’ 11 21 A B 1 2 V 51 41 31 5 E 3 4 D C ap’ 3 087 . que foi possível a determinação da V.UFV .CCE .

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