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Relatório individual do 2º Periodo - Filipa

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Relatório de Área de Projecto

Actividade Física, Saúde e Lazer (AFSL) 2º Período 05-03-2011

Escola Secundária do Castêlo da Maia Filipa Pais 5 de Março de 2011

Escola Secundária do Castêlo da Maia

Relatório de Área de Projecto
´Actividade Física, Saúde e Lazerµ
´Como Viver em Todas as Idadesµ

2ºPeriodo

Prof. Eduardo Silva Elaborado por: Filipa Alexandra Pereira Malheiro Pais 12ºB

Escola Secundária do Castêlo da Maia 5 de Março de 2011

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Índice

1. Introdução«««««««««««««««««««««««««««««..4 2. Trabalho Desenvolvido««««««««««««««««««««««« .«6 2.1. 2.2. Interacção com os sem-abrigo««««««««««« «.«..«««.«.6 Promoção da actividade física nas instituições««««««««.««.«8 2.2.1. Infantário«««««« .««««««««««««««««««..«.9 2.2.2. Centro de Dia«««««««««««««« ..«««««««.««10 2.3. Estratégias de angariação de fundos««««««««««« ..««..«11 2.3.1. Barraquinha Verde««««««« .«««««««««««.«..«.12 2.3.2. Rifas«««««««««««««««..« .«««««««««...«12 2.4. 2.5. Aspectos Negativos«««««««...««« «.««««««««..««12 Aspectos Positivos««««««««««««««. ««««««..««.13

3. Conclusão««««««««...««««««««««««««««««..««..14 3.1. 3.2. 3.3. Reflexão««««««««««««««««««««««««« ..««14 Expectativas Futuras«««««««««««««««««««« .««14 Avaliação««««««««««««««««««««««««« ..«...15

4. Anexos««««««««««..««««««««.«««««««««« ..««16 4.1. 4.2. Anexo 1 ± Relatórios««««..««««««««««««««««...«16 Anexo 2 ± Cartões para dia de São Valentim e decoração da mesa.. «.20

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1. Introdução
Inserido na Área de Desporto e enquadrado no tema geral ³Actividade Física, Saúde e Lazer´, o título do projecto em que me interessei é ³Como viver em todas as idades´. Esta temática surgiu, devido ao interesse comum do grupo no assunto em questão e tendo em conta que queríamos fazer a lgo diferente e cuja importância é pouco divulgada até à data. Assim sendo , queríamos que o nosso trabalho influenciasse a comunidade e que tivesse, de certa forma, repercussões positivas no desenvolvimento desta. Assim, tentamos realizar um projecto que incidisse, na tentativa de melhorar e conhecer a comunidade em que estamos inseridos. Dado a actividade física, a saúde e o lazer estarem todos inter -ligados e presentes no nosso dia-a-dia, achamos que seria vantajoso debruçarmo-nos sobre a qualidade de vida que certas pessoas não têm e a influência da actividade física nas diferentes idades, principalmente nos idosos e nas crianças. Para este 2º período estabelecemos como metas:  Cumprir toda a nossa calendarização relativamente ao Infantário e ao Centro de Dia;  Continuar com as nossas visitas aos sem-abrigo;  Angariar fundos para dar ao Centro de Dia equipamentos para a aula de ginástica e para ajudar o infantário de Gondim na viagem de finalistas.  Preparação da exposição final. Os nossos objectivos gerais, têm como desígnio esclarecer, da forma mais simples, as dificuldades dos sem-abrigo e os preconceitos que existem para com eles. Por outro lado, debruçamo -nos sobre os benefícios da actividade física e quais os obstáculos nas diferentes idades. Criamos este projecto com o intuito de mudar a mentalidade das pessoas, mostrando que os sem-abrigo são pessoas como nós, que atravessam uma etapa difícil da sua vida e por isso necessitam da nossa ajuda. Por outro lado focamos quais os exercícios e actividades que beneficia m as diferentes áreas do corpo nas diferentes idades, bem como promovemos a relação entre jovens-idosos e jovens±crianças. Procuramos, essencialmente neste 2º período, mostrar quais os exercícios mais benéficos para as diferentes idades e quais as actividades que devem ser desenvolvidas para o desen volvimento intelectual e motor. Tentamos, com a ajuda da Professora Joana Sousa, da Professora Laura Pires

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e do Professor Eduardo Silva criar exercícios que incidissem nas áreas mais afectadas, e que de certa forma fossem fáceis de realizar. Sabíamos que este projecto nos iria despender muito tempo, mas todo este foi bem aproveitado. Apresentávamos um conhecimento geral acerca dos diversos temas escolhidos e por ser um tema interessante, achamos por bem aprofundar esta área.

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2. Trabalho Desenvolvido

Agora que estamos no fim de um dos períodos mais importantes do nosso projecto, podemos fazer um balanço geral do trabalho desenvolvido. Antes de mais, posso referir, orgulhosamente que, tendo em conta os objectivos a que nos propusemos e às dificuldades que foram surgindo, o nosso projecto se mostrou bem organizado e tudo foi alcançado com sucesso. Conseguimos com passos seguros, elaborar tudo aquilo a que nos propusemos.

2.1.

Interacção com os sem-abrigo

Pensamos incidir em cada tema da nossa área, ou seja, debruçarmo-nos na área da actividade física, do lazer, bem como da saúde. Para a Saúde pensamos que seria proveitoso ajudar uma organização, no entanto na nossa turma existia um elemento que já fazia voluntariado e indicou -nos o grupo que ajudava. Ficamos logo interessados e pedimos os contactos da pessoa responsável. A Ana Luísa interagiu com a responsável, D. Fernanda, que de certa forma nos transmitiu as informações que deveríamos reter para colaborar com eles. Neste dia, 30 de Novembro, o grupo B! Active, teve o privilégio de conhecer pessoas que são diariamente ignoradas pela sociedade, mas que no entanto são detentoras de grandes experiências de vida. O grupo apanhou o metro das 20:13 na paragem do Castêlo da Maia e chegou ao Hospital de Santo António por volta das 21:20, precisamente à hora de ajudar na distribuição da comida. A responsável demonstrou total receptividade para connosco, deixando-nos assumir a distribuição, promovendo o contacto com estas pessoas. Depois do jantar realizamos os inquéritos elaborados por mim, que focavam principalmente a instrução, a vida familiar e as esperanças futuras. Esses dados mais tarde, foram traduzidos para esquemas pela Ana, de forma a uma melhor compreensão na apresentação final, que mais uma vez ficou ao meu encargo. Foi uma noite emocionante, na qual nem o frio nem a chuva nos impediu de ajudar quem mais precisava. Não estávamos a contar com uma recepção tão calorosa por parte de todos, o que nos comoveu. Por volta das 00:30 regressávamos a casa, com um sorriso na cara por termos oportunidade de fazer algo pelos outros. Esta noite diferente serviu principalmente, para ilustrar a ideia errada que normalmente fazemos dos sem-abrigo. Logo no inicio, a organização ³Amor Caseiro´ com quem interagimos, dissenos que necessitava de alguma ajuda para conseguir arranjar mantimentos e

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vestuário. Desta forma, decidimos organizar um peditório. Para este era essencial:  Caixas, para colocar os donativos;  Etiquetas para os identificar, ou seja um para a roupa e o outro para a comida;  Data para a recolha dos donativos;  Cartazes a promover esta actividade. As caixas ficaram ao meu encargo e assim, as reuniões iniciais, 3 e 10 de Novembro, realizaram-se em minha casa para que na montagem das mesmas todos colaborassem. Após duas reuniões conseguimos finalizar a montagem das 10 caixas, devidamente identificadas e plastificadas. As etiquetas foram elaboradas pela Inês e a escolha da data da rec olha destes foi escolhida por todo o grupo, para ser em Dezembro. O texto que ficou exposto no cartaz foi elaborado pelo grupo numa reunião semanal, no entanto, a parte estética ficou à minha responsabilidade. Como estávamos perto do Natal decidimos elaborar um texto que incidisse na boa vontade presente nesta época. No entanto como o nosso cartaz demorou algum tempo a ser aprovado, o texto teve que ser reformulado, ficando a recolha agendada para 11 de Janeiro. Quando chegou a altura de afixarmos os cartazes e de fazermos propaganda a esta causa, surgiu-nos um obstáculo. O nosso cartaz não foi aprovado porque faltavam algumas informações relativamente à nossa área e ao professor responsável. Inicialmente tínhamos pensado que os donativos poderiam ser colocados em qualquer um dos pavilhões, pois encontrava m-se lá as funcionárias que os poderiam supervisionar, no entanto foi-nos dito que isso não iria ser possível. Assim, tivemos que reformular novamente a data de entrega dos donativos, passando para 17 a 31 de Janeiro , bem como o número de caixas foi reduzido de 10 para 4. Os locais escolhidos para a recolha de donativos foram, a Associação de Estudantes e o Clube de Saúde. Como a impressão dos cartazes teria que ser em A3 a Ana conseguiu arranj ar o patrocínio de uma papelaria que nos iria fazer a impressão a metade do preço, pelo que lá me dirigi para os imprimir. Foi com grande satisfação que conseguimos finalmente expor os cartazes devidamente identificados, a qual ficou ao meu cargo, da Ana e da Inês. No final da recolha, verificamos que possuíamos muito mais vestuário do que alimentos, no entanto agradecemos todas as contribuições. Depois da recolha era necessário fazer a contagem de tudo aquilo que tínhamos conseguido, a qual ficou a cargo da Ana Luísa. Por fim, após todo este trabalho, tinha chegado o momento gratificante, a entrega de donativos aos sem-abrigo e à instituição. Dia 15 de Fevereiro entregamos os donativos à

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instituição, no entanto, como alguns alimentos não poderiam ser utili zados por esta para cozinharem as refeições, procedemos à sua distribuição pelas pessoas mais carenciadas. Neste dia combinamos também contribuir com um miminho e levamos um bolo. No final desta actividade sentimos grande satisfação por termos conseguido cumprir esta parte do projecto e por termos escolhido esta área. Todas as noites de terça-feira passadas junto ao Hospital de Santo António foram gratificantes, não só por termos uma nova percepção da realidade, mas também pelos conhecimentos que adquirimos. Depois desta actividade posso dizer que o grupo compreendeu que devemos agradecer por tudo aquilo que possuímos. Em última análise, no que diz respeito a esta actividade, para o grupo ³B! Active´, foi um bom começo do 2ºperíodo e essencialmente, um concretizar dos objectivos a que nos propusemos. Demonstramos trabalho, criatividade, perspicácia e empenho.

2.2.

Promoção de actividade física no Centro de Dia de Santa Maria de Avioso e no Infantário de Gondim

Ao longo do 1ºperiodo o grupo foi adiantando trabalho relativamente às actividades que iríamos efectuar no 2ºperiodo porque sabíamos que seria complicado conciliar todo o trabalho com a nossa disponibilidade. Assim sendo , o primeiro passo a dar seria escolher qual o Centro de Dia e qual o Infantário com os quais iríamos trabalhar. O Infantário à partida seria o de Gondim, uma vez que a Ana Luísa tinha lá pessoas conhecidas. Relativamente ao Centro de Dia pensamos no de Santa Maria de Avioso, por ser perto da escola e assim não perderíamos tempo nas viagens. Todas as opções ficaram em aberto, até realizarmos uma reunião com a responsável do Infantário de Gondim, D. Elisabete, e com a D. Cidália, responsável pelo Centro de Dia, no dia 27 de Outubro. Na reunião discutimos a possível colaboração do infantário no nosso projecto de 2ºperiodo. Falamos com a responsável sobre a intenção do grupo, apresentando as ideias e o objectivo do nosso projecto. Obtivemos uma resposta positiva e a disponibilização para a sua r ealização. Mencionamos também que ambicionávamos trabalhar com o Centro de Dia de Santa Maria de Avioso e aquela, como possuía o contacto da D. Cidália, responsável por este, fez o favor de nos apresentar. De seguida foi-nos apresentado o espaço e o grupo com quem iríamos interagir.

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Rel ti ente ent e i , ese nt seu ject . i li , ue ficou entusi smada com este e com o nosso objecti o (interacção dos idosos com a comunidade mais jovem, e a romoção da actividade física). A s a exposição das actividades a reali ar a . idália sugeriu a cooperação da Professora de inástica, oana Sousa, ue se mostrou disponível mostrando-nos , o espaço e o respectivo ginásio, bem como o grupo com o ual iríamos lidar. al como aconteceu no infantário, ficamos de dar uma resposta definitiva mal o nosso projecto fosse aprovado. uando tal aconteceu, passámos a seleccionar uais as actividades ue iríamos reali ar com cada uma das instituições e em ue dias as iríamos reali ar. A calendari ação das actividades foi feita no período de modo a começar logo no inicio de período e de forma alternada, ou seja numa semana íamos ao infantário e na outra iríamos ao entro de ia.

2.2. . I

i

As actividades ue iríamos reali ar no infantário teria de ir encontro de m alguns parâmetros, tais como: a coordenação, a capacidade de memori ação, a agilidade e a preparação física. A ssim, tivemos ue adaptar alguns jogos a estas circunstâncias. o início seleccionamos alguns exercícios, tentendo fazer exercícios diferentes e criativos. Eu e a Inês resolvemos pedir ajuda nossa , professora de Educação ísica, aura Pires, e esta como sempre mostrou interesse no nosso projecto comprometeu--se a emprestar-nos alguns livros com , exercícios ue poderíamos fazer no infantário. a reunião de grupo do dia de ovembro elaboramos todas actividades ue ueríamos desenvolver com as crianças e ue iam de encontro aos nossos objectivos. Em todas as actividades desenvolvidas cada um de nós ficava com um grupo de crianças, de forma a uma mel or vigilância e a um mel or cumprimento dos exercícios propostos.

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A calendarização não foi cumprida risca porque o entro de ia teve que adiar uma visita. esta forma, decidimos que seria mel or alterar a data do infantário de forma, a que a caça ao tesouro se efectuasse num dia de Sol. Para este dia a Ana ficou responsável de elaborar o Peddy Paper e eu de fazer as carinhas que seriam encontradas nos locais correspondentes. o fim, houve bolo para o lanche elaborado pelo grupo. ueríamos que a tarde acabasse com um gostinho doce.

2.2.2.

i

Relativamente ao entro de ia deparamo-nos com alguns obstáculos, porque muitos dos exercícios que pensávamos fazer, não eram possíveis devido s condições físicas dos utentes. Assim, aceitamos o convite da professora oana em assistir a uma aula dela no complexo de ginásticada aia, a fim de ficarmos mais elucidados quanto aos exercícios que iríamos realizar, no entanto a professora oana alertou-nos que os utentes do entro de ia de Santa aria de Avioso não poderiam realizar a maioria das actividades que ela tinha feito naquela aula. Perante esta situação decidimos incidir na ocupação de tempos livres no , entanto um dia seria dedicado a exercícios físicos.

de aneiro, tive que e laborar os esquemas que seriam Antes do dia utilizados para apurar os vencedores destes torneios odo o material necessário . foi disponibilizado pela . idália. ia de evereiro foi realizado um circuito composto por várias actividades, com a colaboração da Professora oana que nos alertou de quais os membros em que deveríamos incidir e para alguns pormenores que devíamos ter em conta. esta forma a aula dela, foi substituída pelo nosso pequeno circuito´. ais uma vez todos os materiais, foram cedidos pe próprio entro de ia. lo

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Para a última actividade do Centro de Dia achamos por bem promover um momento de convívio entre os utentes do Centro de Dia de Santa Maria de Avioso, os utentes de Silva Escura e o nosso grupo. Então, passamos a distribuir tarefas relativamente à elaboração das perguntas para o concurso, tendo eu ficado com a gastronomia, a Inês com os feriados, a Ana Luísa com os provérbios e o José com a História. Escolhemos estes temas porque achávamos que seriam os mais adequados para um grande sucesso. No entanto ainda nos faltava comprar os troféus relativos aos torneios de sueca e dominó. O José conhecia uma loja na Maia que tinha uns preços acessíveis e então, eu e a Inês fomos lá no dia 16 de Fevereiro, e escolhemos os troféus para entregar aos vencedores. Tal como estava previsto, no dia 23 de Fevereiro, realizamos o concurso de cultura geral, bem como a entrega de prémios e tiramos algumas fotografias para mais tarde recordarmos estes momentos. No final da actividade cada um realizou relat órios, de forma a que todo o nosso trabalho ficasse registado e pronto para ser arquivado. Eu elaborei o relatório da última visita ao Centro de Dia no dia 23 de Fevereiro) e o relatório da primeira visita ao infantário dia 5 de Janeiro). E stes documentos encontram-se disponíveis no Anexo1.

2.3.

Estratégias de angariação de fundos

2.3.1. Barraquinha Verde Este ano, a barraquinha verde destinou -se única e exclusivamente aos grupos de Área de Projecto. Assim sendo e como o nosso grupo necessitava de algumas ajudas monetárias, decidiu investir. O dia escolhido foi o dia 14 de Fevereiro e por esta razão optamos por adoptar o tema do Dia de São Valentim. No entanto , o primeiro passo era escolher quais os produtos que iríamos vender e definir os preços. Todo este trabalho foi feito pelo grupo. Então procedemos à distribuição de tarefas, tendo eu ficado encarregue dos cartões de São Valentim encontram-se fotografias destes no Anexo 2), de fazer o fondue de chocolate, bem como o bolo de chocolate, a Inês de fazer as lembranças, de trazer os guardanapos e de fazer o preçário, a Ana Luísa de trazer os pratos e de comprar a fruta e por fim o José ficou responsável pelos copos e pelas bebidas. A venda correu bastante bem, tivemos uma boa adesão por parte dos alunos. No inicio estávamos um bocadinho apreensivos, no entanto ao final do dia verificamos que tínhamos feito uma boa quantia. Durante todo o dia recebemos elogios pela decoração e pela qualidade dos produtos vendidos. Depois desta venda bem sucedida, surgiu a hipótese de voltarmos a ter mais uns dias na barraquinha. Desta forma ficamos com a s manhãs dos dias 1 e 2 de Março. Tal como tínhamos feito, nas aulas do dia 19 e 26 de Fevereiro,

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elaboramos a lista de tarefas para cada u m. Desta vez fiquei responsável, mais uma vez, pelo bolo de chocolate e pelo fondue, a Ana pela fruta e pelos Waffles, a Inês pelo pastel de carne e pelo preçário e o José pelas bebidas e pelas batatas fritas. Desta vez, decidimos usar algum do dinheiro que arrecadamos da barraquinha do dia 14 de Fevereiro. Distribuímos a quantia de 10 euros para todos os gastos que tivéssemos, se sobrasse dinheiro, era reposto no mealheiro. Como não possuíamos nenhum tema para a barraquinha, lembramo-nos de fazer um dia alusivo à felicidade. Aproveitamos e utilizamos balões com mensagens escritas por nós. Assim, a toda a gente que consumisse na barraquinha, dávamos um balão com uma mensagem à escolha. Foram dois dias bastante divertidos, no entanto o dinheiro que conseguimos, foi inferior ao do primeiro dia. Desta quantia pagamos os troféus para o Centro de Dia e as impressões dos cartazes para a recolha de donativos. Neste momento, sempre que precisarmos de alguma coisa o dinheiro utilizado será retirado do que arrecadamos na barraquinha e que se encontra no nosso mealheiro.

2.3.2. Rifas Desde o inicio do ano sabíamos que teríamos de arranjar estratégias para angariarmos dinheiro. A ideia que primeiro nos surgiu foi a venda de rifas. No entanto, só seria possível se a instituição carimbasse e a venda fosse fora da escola. Inicialmente era necessário elaborar um modelo de rifas e escolher quais seriam os prémios. Decidimos falar com a D.Cidália para pedir a sua opinião. Esta ofereceu-nos materiais elaborados pelos utentes do Centro de Dia de Santa Maria de Avioso e alertou-nos de que já existiam rifas previamente picotadas, era só necessário preencher. Desta forma, compramos quatro blocos de rifas de forma, a que cada um de nós ficasse responsável por vender 100 rifas. O preço base rondaria os 0,50 cêntimos e os prémios são: 1º prémio ± cachecol e gorro, 2º prémio ± moldura e 3º prémio ± porta-chaves. A venda destas ainda está a decorrer, mas certamente que conseguiremos vender as 400 rifas.

2.4.

Aspectos negativos

Mais uma vez, este período não fugiu à regra em matéria de dificuldades e obstáculos para ultrapassar. Temos aprendido a lidar com isso e temo -nos esforçado para arranjar sempre a melhor solução. Às vezes, é mesmo muito complicado conciliar tudo ao mesmo tempo, mas com o nosso espírito de luta e a vontade de não deixar nada por fazer, conseguimos ultrapassar todas as adversidades. Como primeira dificuldade que tivemos no inicio do a no, foi a constituição do grupo. Eu, a Ana e a Inês estabelecemos logo uma relação de proximidade,

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enquanto que o elemento masculino o José permaneceu de certa forma um pouco à parte. Era algo que acontecia naturalmente. Existiram certas discussões devido à falta de comunicação e de interesse por este elemento. Apesar de todos os inconvenientes, o grupo conseguiu sempre superá -las da melhor forma. Temos vindo a tentar superar este aspecto negativo, uma vez que o mais importante é o desenvolvimento do projecto. Relativamente à recolha de donativos, as nossas dificuldades foram a impressão dos cartazes. Esta recolha atrasou-se devido à aprovação demorada dos ante-projectos, bem como o colidir com a recolha de brinquedos da Associação de Estudantes. No inicio do ano quando a mesma deveria iniciar, os cartazes não foram aprovados, pelo que nos alterou os planos, para além de nos fazer dispender mais dinheiro do que aquele que contávamos. Quando estes foram afixados, notamos existir uma grande dificuldade para to dos os grupos pelo facto de, haver na escola imensos cartazes afixados que os alunos e a própria comunidade escolar, já não dão muita atenção. Por outro lado, tivemos alguma dificuldade em arranjar exercícios para o Centro de Dia, pelo que tivemos que reco rrer à ajuda da Professora Joana. Essencialmente, foram estes os aspectos mais negativos que condicionaram o nosso trajecto no 1º e 2º período.

2.5.

Aspectos positivos

Como pontes fortes desta nossa caminhada, posso realçar, como sempre, o nosso poder de organização, as nossas qualidades distintas que nos ajudam a ter sempre novas e diferentes ideias), o nosso interesse em criar um projecto sólido, criativo e útil em termos pessoais e em termos de comunidade. Acho que todos os pontos negativos têm de certa forma alguma coisa que se pode retirar como positivo. Todos os momentos menos bons, ajudaram -nos a pensar e a esforçarmo-nos para dar a volta por cima. Estes, contribuíram, sem dúvida, para o nosso crescimento enquanto pessoas e para um melhor conhecimento do meio que nos rodeia. Lidar com outras pessoas, com outras perspectivas, com determinadas situações fez-nos ter uma percepção diferente da forma como abordamos diversos assuntos. Por esta razão todo o nosso projecto vai ter um grande impacto na nossa vida, e tudo o que aconteceu só nos fortaleceu ainda mais.

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3. Conclusão 3.1. Reflexão

Neste relatório desta trabalhosa disciplina, sou capaz de fazer um balanço positivo acerca de um percurso sólido e esforçado do grupo, sendo este empenhado em algo que é realmente do nosso interesse. Tendo em conta os nossos objectivos, posso dizer que conseguimos dar resposta a todos eles, embora encontrando sempre dificuldades acrescidas . Ao estabelecermos relações com os sem-abrigo e as restantes instituições, demonstramos que podemos fazer parte de algo maravilho, basta um pequeno esforço da nossa parte. A nossa capacidade de encontrar algo útil e interessante para todos, fez -nos alargar horizontes e garantir que grande parte das pessoas ficasse satisfeita com todo o trabalho realizado. A interacção com os sem -abrigo vai com certeza marcar todo o nosso percurso existencial. Vai ser sem dúvida das actividades mais gratificantes de todo o nosso projecto. Perante isto, sei que o nosso projecto, os nossos objectivos, se demonstraram úteis, principalmente para nós e para as instituições. Foram, embora com dificuldade, passíveis de serem concretizados e, a meu ver, realizados com dedicação e sucesso. Apesar de tudo deparamo-nos com algumas limitações que, uma vez ultrapassadas, contribuíram para o nosso crescimento enquanto grupo.

3.2.

Expectativas futuras

Relembrando os nossos objectivos aquando da criação deste tema, espero que as actividades que realizamos fiquem na memória e que contribuam, positivamente, para a vida daqueles que nos acompanharam. Pretendemos mostrar na apresentação todo o nosso percurso, os nossos produtos finais e uma síntese do que é realmente o nosso projecto. Queremos principalmente, passar a ideia de que este trabalho nos agradou, que apesar de todo o esforço, conseguimos cumprir o nosso objectivo. Sinceramente, o desenvolvimento deste trabalho foi uma experiência muito construtiva e que me irá marcar no futuro.

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3.3.

Avaliação

Aprendi, ao trabalhar nesta disciplina que, trabalho, esforço, dedicação e empenho são qualidades essenciais, sem as quais uma boa ideia não avança. Para trabalhar em grupo, é preciso uma igual dedicação por parte de todos os elementos e uma ajuda e respeito mútuo. Quanto a isto, não tenho dúvida de que faço parte de um grupo que prima nestas qualidades, no entanto acho que a nossa relação pode ainda melhorar. Trabalho de equipa foi sempre o pilar dos nossos sucessos. Procuramos fazer o que é possível em conjunto e quando assim não é possível, dividimos tarefas. Consoante a necessidade, adaptamo -nos às tarefas, às dificuldades, ao que tínhamos por realizar. Todas contribuímos com ideias, soluções, alternativas, contributos positivos, argumentos con tra, a favor, todas trabalhamos por igual e todas demos a conhecer o que fizemos para o trabalho de forma autónoma. Quando algum não podia ou estava mais ocupado, sempre compreendemos, não levantamos muitos problemas e procuramos ajudar e por vezes trocar as tarefas para ninguém sair penalizado. Penso que o nosso trabalho está bem organizado e bem estruturado. Acho que merecemos notas diferentes. O único elemento que se destaca como menos bom é o José, pois foi o que demonstrou menor interesse, empenho e responsabilidade. Os restantes elementos do grupo, acho que se distinguem. Demonstramos autonomia, entusiasmo, esforço e progressão no colectivo e individualmente. Pedimos ajuda quando necessário e apoiamo -nos mutuamente. Por isto, acho que merecemos todas Muito Bom, em termos qualitativos e o José somente Bom, uma vez que deveria haver alguma diferença na classificação. Aprendi, assim, que Área de Projecto é sinónimo de trabalho mas também de aprendizagem. Somente com esta disciplina é que é possível termo s uma melhor percepção do trabalho futuro, a fim de nos preparar para superar as dificuldades que nos irão surgir na nossa caminhada.

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4.
4. .

Relatório da primeira visita ao infantário (dia da ltima visita ao entro de ia ( de evereiro)

de aneiro) e

Relatório sobre a actividade desenvolvida no Infantário de Gondim a 5 de Janeiro de 2011

o dia de aneiro, deslocamo -nos ao infantário de ondim para conhecer melhor as crianças com as quais iríamos lidar e para realizar as actividades já planeadas pelo grupo. Iniciamos a tarde com o jogo do galo cócóró, para que as crianças jogo pudessem aquecer devidamente para a realização dos outros jogos. seguinte era intitulado como mini disco e consistia: ao som da música, as crianças espalhavam-se e movimentavam-se pela sala, quando a música parava, a Voz mandava-as desempenhar determinada posição, cujo grau de dificuldade iria aumentando ao longo do jogo As crianças tiveram que aguentar . segundos em determinada posição, caso contrário eram eliminadas do jogo. Este jogo foi realizado como intuito de melhorar a capacidade de coordenação e de concentração. e seguida, o jogo realizado foi o labirinto, quetinha como objectivo criar confiança entre os elementos do grupo e aprenderem um bocadinho sobre orientação. izemos duas equipas, onde elegemos um porta -voz e aleatoriamente cada elemento da equipa percorria o labirinto. A criança que percorria o labirin to estava de olhos vendados e tinha que seguir as instruções do porta -voz. uando o objecto, neste caso um nenuco, era encontrado passava ao elemento seguinte. -se omo ainda tínhamos tempo para o lanche das crianças agendado para as h, decidimos fazer mais um jogo, o das cadeiras. Este jogo consista na colocação de i um número de cadeiras no centro da sala, inferior numa unidade ao número de elementos de uma equipa. Ao longo do jogo a dificuldade vai aumentando at no final, ficarem somente dois elementos para uma cadeira. omo todas as actividades realizadas exigiam esforço físico achamos por bem realizar uma no final mais calma, mas que fosse de certa forma de encontro aos nossos objectivos. Assim, o jogo seleccionado foi o do telefone, que visava uma boaconcentração e uma boa memória. Para este jogo fizemos uma roda na sala, na qual também estávamos inseridos, e criávamos palavras e não frases, para que a dificuldade

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não fosse acrescida e passávamos a mensagem pessoa que estava ao nosso lado. objectivo desta actividade não foi ao encontro das nossas expectativas.

P ii : Durante toda a tarde, as crianças mostraram uma grande receptividade aos novos jogos e propuseram a fazê-los sem qualquer problema. -se s objectivos traçados, foram alcançados com bastante sucesso. Além de terem gostado das nossas actividades, criamos uma relação de proximidade que os fez ansiar pela próxima visita.

único jogo que levantou problema foi o de telefone. Aspectos egativos: existiu muita concentração, o que dificultou o cumprimento das regras do jogo.

ão

onclusão: A primeira visita ao infantário foi bastante marcante, não só por termos conseguido realizar todas as actividades propostas com um bom desempenho das crianças, mas também pelos laços que fo ram criados. Desta forma, foi um incentivo para continuar as nossas visitas já agendadas, para o cumprimento da calendarização.

Relatório sobre a actividade desenvolvida no Centro de Dia de Santa Maria de Avioso a 23 de Fevereiro de 2011

h e m chegamos ao entro de Dia para realizar as Por volta das actividades já planeadas pelo grupo (concurso de cultura geral). Verificamos que a Professora oana se encontrava com os idosos a realizar alguns exercícios e por esta razão aproveitamos para organizar o espaço. s grupos já tinham sido formados pela D. idália o que nos facilitou de certa forma a organização. ais tarde, chegaram os idosos do entro de Dia de Silva Escura para também participarem.

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Ao todo estavam presentes seis grupos de q uatro elementos, cada um tinha direito a uma pergunta de cada categoria. Era necessário acertar em todas as perguntas para se passar fase seguinte, o que foi conseguido por todos os grupos, o que causou alguns problemas, uma vez que deveria ser selecciondo a um único grupo. o entanto não foi um obstáculo uma vez que como existiu empate, foi inventado um novo exercício, ou seja cada grupo tinha uma bola e , tinha que acertar no arco que a professora oana estava a segurar, de forma a exercitar os membros superiores e passar assim fase seguinte. Depois desta n actividade, passaram somente dois grupos final. Após umas breves pergutas com um grau de dificuldade superior, conseguimos apurar o grupo vencedor. Uma vez acabada esta actividade, o grupo achou por bem fazer a entrega de prémios da Sueca e do Dominó. Por fim, prosseguimos aos agradecimentos Professora oana por se ter sempre disponibilizado para nos ajudar e D. idália por ter disponibilizado o espaço e o seu grupo de utentes para desenvolvermos o nosso projecto. Aspectos Positivos: Durante a actividade houve uma grande adesão dos utentes de Silva Escura, bem como os de Santa aria de Avioso. esta tarde, prevaleceu o espírito de convívio e de competitividade. o final, procedemos entrega de prémios e despedida da instituição. Este momento foiassinalado com fotografias e palavras que ficarão na memória de todos os participantes.

Aspectos egativos: Relativamente ao questionário elaborado, o que demonstrou ser o mais difícil, foi o de istória. ota: Estão somente as perguntas elaboradas por mim em anexo. documento inteiro, no entanto não cabe. ueria anexar o

Em suma, toda a actividade permitiu fazer uma apreciação da memória dos idosos, bem como fomentar uma boa concentração e o aumento de cultura geral.

Gastronomia - Filipa
1 O principal ingrediente dos pastéis de bacalhau é a) Farinha b) Bacalhau c) Salsa d) Cebola

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2 Qual o ingre iente principal das tripas à moda do Porto? a) Alface b) Tomate c) Grão-de-bico d) Feijões

3 Como se c ama o prato que se faz normalmente no dia a seguir ao Natal com os restos do bacalhau, das batatas e das couves?

4 - Qual a especiaria utilizada na aletria? a) Canela b) Coentros c) Piri-piri d) Cominhos

5 O que é que acompanha o Cozido à Portuguesa? a) Batatas Fritas b) Batatas Estufadas c) Batatas Assadas d) Batatas Cozidas

6 Os rojões são feitos com que carne? a) Peru b) Galinha c) Porco d) Vaca

7 O Arroz de Cabidela Tradicional leva sangue de a) Boi b) Porco c) Galinha d) Pato

8 As sopas de cavalo (burro) cansado são a) Sopas de vinho b) Sopas de Receita c) Sopas de Cerveja d) Sopas de Bagaço

 

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Farrapo Velho ou Roupa Velha.

19

9 Qual a farinha utilizada nas Papas de Sarrabulho? a) Farinha de Trigo b) Cevada c) Farinha d Milho d) Centeio

10 O que é que aparecia antigamente no Bolo Rei que depois foi proibido? a) Feij es e Chocolate b) Tremoços e fava c) Fava e Brinde

11 Para colorir os ovos cozidos da Páscoa o que é utilizado? a) Casca de Batata b) Casca de Cebola c) Casca de Laranja d) Casca de Cenoura

4.2.

2

artões para o Dia de São Valentim e decoração da mesa

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