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SUMÁRIO

A. Estatuto
1. Histórico ......................................................................... 10

2. Disposições Preliminares ................................................ 14
a) Do Nome ......................................................................... 14
b) Dos Fins .......................................................................... 15
c) Dos Bens e das Receitas da Igreja .................................. 15
d) Das Doutrinas ................................................................. 16

3. Dos Membros ................................................................. 17
a) Da Admissão ................................................................... 17
b) Dos Deveres, dos Direitos e dos Privilégios .................... 19
c) Da Perda da Qualidade de Membro ............................... 20
d) Da Aplicação da Disciplina .............................................. 20

4. Do Governo e dos Órgãos Deliberativos e
Administrativos ............................................................... 22
a) Dos Concílios .................................................................. 22
b) Do Governo .................................................................... 22

5. Do Ministério .................................................................. 23
a) Da Ordem Sagrada .......................................................... 23

6. Da Divisão Territorial ...................................................... 24

7. Da Superintendência-Geral ............................................ 24

8. Do Concílio-Geral ............................................................ 25

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a) Das Atribuições do Concílio-Geral .................................. 26
b) Das Restrições do Concílio-Geral .................................... 27

9. Do Conselho-Geral .......................................................... 28
a) Das Atribuições do Conselho-Geral ................................ 29
b) Das Restrições do Conselho-Geral .................................. 31

10. Das Secretarias-Gerais .................................................. 31

11. Do Concílio Regional ..................................................... 32
a) Das Atribuições do Concílio Regional ............................. 34
b) Das Restrições do Concílio Regional ............................... 35

12. Do Conselho Regional ................................................... 36
a) Das Atribuições do Conselho Regional ........................... 36
b) Das Restrições do Conselho Regional ............................. 38

13. Do Conselho Ministerial Regional ................................ 38
a) Das Atribuições do Conselho Ministerial Regional ......... 39
b) Das Restrições do Conselho Ministerial Regional .......... 41

14. Da Igreja – Sua Estrutura .............................................. 42
a) Da Igreja Local ................................................................ 42
b) Da Emancipação de Congregação .................................. 43
c) Da Assembleia da Igreja ................................................. 45
d) Do Conselho Local .......................................................... 47
e) Das Restrições do Conselho Local .................................. 49

15. Das Garantias Legais ..................................................... 49

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16. Da Aplicação dos Recursos ........................................... 50
17. Do Conselho Fiscal ........................................................ 50

18. Da Responsabilidade dos Ocupantes de Cargos
ou Funções .......................................................................... 52

19. Das Disposições Gerais ................................................. 52

20. Da Reforma do Estatuto .............................................. 53

B. Regimento Interno

Capítulo I - Das Doutrinas .................................................. 54
Capítulo II - Das Regras Gerais ........................................... 56
Capítulo III - Dos Símbolos da Igreja .................................. 60
Capítulo IV - Da Igreja Geral ............................................... 63
Seção I - Do Concílio-Geral ................................................. 63
Seção II - Do Colégio Episcopal ........................................... 64
a) Das Atribuições do Colégio Episcopal ............................. 65
b) Das Restrições do Colégio Episcopal .............................. 66
Seção III - Do Conselho Central .......................................... 67
a) Das Atribuições do Conselho Central ............................. 68
Seção IV - Dos Oficiais-Gerais ............................................. 69
a) Do Superintendente-Geral ............................................. 69
b) Dos Superintendentes Regionais .................................... 70
c) Dos Secretários-Gerais ................................................... 72
Seção V - Das Secretarias-Gerais ........................................ 72
a) Da Secretaria-Geral de Ação Social ................................ 73
b) Da Secretaria-Geral de Administração ........................... 73
c) Da Secretaria-Geral de Educação Cristã ......................... 75

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d) Da Secretaria-Geral de Finanças .................................... 75
e) Da Secretaria-Geral de Missões ..................................... 76
Seção VI - Das Comissões Gerais ........................................ 77
Seção VII - Dos Campos Missionários ................................. 79
a) Do Campo Missionário Nacional .................................... 79
b) Do Campo Missionário Estrangeiro ................................ 79

Capítulo V - .... Dos Fundos, dos Órgãos, dos Departamentos
e das Instituições ............................................................ 80
Seção I - Dos Fundos Gerais ................................................ 80
a) Fundo de Expansão Missionária ..................................... 80
b) Fundo Imobiliário Wesleyano ......................................... 80
Seção II - Dos Órgãos Gerais ............................................... 81
a) Da Associação Wesleyana de Ação Social ...................... 81
b) Do Complemento de Aposentadoria Wesleyana ........... 81
Seção III - Dos Departamentos Gerais ................................ 82
a) Da Agência Missionária Wesleyana ................................ 82
b) Do Centro de Publicações ............................................... 82
Seção VI - Das Instituições Gerais ....................................... 83
a) Do Centro de Formação Teológica ............................. 83

Capítulo VI - Da Igreja Regional .......................................... 84
a) Da Região Eclesiástica ..................................................... 84
Seção I - Do Concílio Regional ............................................ 85
Seção II - Dos Secretários RegionaiS ................................... 86
Seção III - Das Secretarias Regionais ................................... 87
a) Da Secretaria Regional de Ação Social ........................... 87
b) Da Secretaria Regional de Administração ...................... 87
c) Da Secretaria Regional de Educação Cristã .................... 89
d) Da Secretaria Regional de Finanças ............................... 90

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e) Da Secretaria Regional de Missões................................. 91
Seção IV - Das Comissões Regionais ................................... 92
a) Da Comissão Ministerial ................................................. 92
b) Da Comissão de Estatísticas e Informática ..................... 92
c) Da Comissão de Ética...................................................... 93
Seção V - Dos Diretores dos Departamentos Regionais ..... 93
a) Das Atribuições dos Diretores Regionais ........................ 94
Seção VI - Das Instituições Regionais.................................. 95

Capítulo VII - Do Distrito Eclesiástico ................................. 95
Seção I - Do Superintendente Distrital ............................... 96
a) Das Atribuições do Superintendente Distrital ................ 96
b) Das Restrições do Superintendente Distrital .................. 97

Capítulo VIII - Da Igreja Local ............................................. 98
Seção I - Dos Membros da Igreja ........................................ 98
Seção II - Dos Oficiais da Igreja ........................................... 99
a) Das Atribuições dos Oficiais da Igreja ............................ 99
Seção III - Do Presbitério .................................................. 101
a) Das Atribuições do Presbitério ..................................... 101
b) Das Restrições do Presbitério ....................................... 102
Seção IV - Da Disciplina dos Membros ............................. 102
Seção V - Dos Presbíteros ................................................. 103
a) Das Atribuições do Presbítero ...................................... 104
Seção VI - Da Junta Diaconal ............................................ 105
a) Das Atribuições da Junta Diaconal ............................... 105
b) Das Atribuições do Tesoureiro da Junta Diaconal ........ 108
c) Das Restrições da Junta Diaconal ................................. 109
Seção VII - Dos Diáconos e das Diaconisas ....................... 109
a) Das Atribuições do Diácono e da Diaconisa ................. 111

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Seção VIII - Do Evangelista ................................................ 112
a) Das Atribuições do Evangelista ..................................... 112
Seção IX - Da Escola Bíblica Dominical .............................. 113
Seção X - Dos Departamentos .......................................... 114
Seção XI - Do Conselho Missionário ................................. 115
Capítulo IX - Do Ministério da Igreja ............................... 115
a) Da Ordem Sagrada ........................................................ 115
Seção I - Do Bispo ............................................................. 115
a) Dos Privilégios do Bispo ............................................... 116
b) Do Candidato a Bispo ................................................... 116
Seção II - Do Ministro ....................................................... 117
a) Do Candidato à Ordenação a Ministro ......................... 117
b) Dos Deveres e dos Direitos do Ministro ....................... 118
c) Do Candidato a Ministro .............................................. 119
Seção III - Do Pastor .......................................................... 120
a) Do Candidato a Pastor .................................................. 120
b) Dos Deveres e dos Direitos do Pastor .......................... 120
Seção IV - Das Atribuições dos Ministros e dos Pastores . 122
a) Das Restrições dos Ministros e dos Pastores ............... 124
Seção V - Do Aspirante à Categoria de Pastor .................. 126
Seção VI - Do Quadro de Missionárias ............................. 127
a) Da Missionária .............................................................. 128
b) Da Credencial da Missionária ....................................... 130
c) Das Atribuições da Missionária .................................... 130
d) Das Restrições da Missionária ...................................... 131
e) Dos Deveres e dos Direitos da Missionária .................. 131
f) Da Readmissão da Missionária ..................................... 133
Seção VII - Da Aspirante à Categoria de Missionária ....... 133
Seção VIII - Do Seminarista ............................................... 135
Seção IX - Do Licenciamento, da Jubilação e da
Readmissão ................................................................... 136

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a) Do Licenciamento do Clérigo........................................ 136
b) Dos Deveres e dos Privilégios do Clérigo Licenciado ... 137
c) Da Jubilação do Clérigo ................................................ 137
d) Dos Deveres e dos Direitos do Clérigo Jubilado ........... 138
Seção X - Da Readmissão ao Ministério ........................... 138
Seção XI - Da Admissão de Pastores de Outras Igrejas..... 139
Seção XII - Da Perda da Credencial ................................... 140

Capítulo X - Do Sustento dos Clérigos .............................. 141

Capítulo XI - Da Liturgia de Cerimônias ........................... 142

Capítulo XII - Da Reforma do Regimento Interno ............ 143

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1. A aplicação deste Estatuto e deste Regimento Interno é
obrigatória em toda a extensão da Igreja Metodista Wesleyana.

2. O desconhecimento das normas desta Legislação é
indesculpável a todos os membros clérigos e leigos da Igreja
Metodista Wesleyana.

3. Fica sujeito a disciplina o clérigo ou o leigo que deixar de
cumpri-las.

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pmd 9 8/12/2009.Estatuto. ESTATUTO Parte 1 . 08:50 .

08:50 . e na aceitação da obra pentecostal. Estavam presentes nessa reunião as seguintes pessoas: Idelmício Cabral dos Santos. compondo-se inicialmente de ministros e leigos que cooperavam na Igreja Metodista do Brasil. Ciência. basearam-se na doutrina do batismo com o Espírito Santo. foi fundada a Igreja Metodista Wesleyana. os cânticos de corinhos. José Moreira da Silva. sob direção dos pastores Idelmício Cabral dos Santos e Waldemar Gomes de Figueiredo. Waldemar Gomes de Figueiredo. Às 14 horas da data acima mencionada. realizou-se a reu- nião que ficou conhecida como “Reunião da Ponte”. Nessa ocasião. Francis- co Teodoro Batista. Dons de Curar. Discernimento. as revelações e as visões. Gessé Teixeira de Carvalho. Operação de Maravilhas. Dinah Batista 10 Parte 1 . Os motivos que de- ram origem ao desligamento. Acrescentando-se ainda a realização da obra do avivamento espiritual. incluindo os dons mencionados na Bíblia Sagrada: Sabedoria. aceitando como forma de governo o centralizado com um Conselho-Geral. Zeny da Silva Pereira. na cidade de Nova Friburgo.pmd 10 8/12/2009. Córo da Silva Pe- reira. por ocasião do 11º Concílio Regio- nal da Igreja Metodista do Brasil. estado do Rio de Janeiro. Fé. Línguas e Interpretação de Línguas.Estatuto. foi definitiva- mente fundada a Igreja Metodista Wesleyana. Profecia. bem como os cânticos espirituais. como uma segunda bênção para o crente. pelo fato de ter sido feita sobre uma ponte no pátio da Fundação Getulio Vargas. as ora- ções pelos enfermos e os cultos sem liturgia e protocolos. José Mendes da Silva. 1 HISTÓRICO Aos cinco dias do mês de janeiro de 1967. seguin- do-se em linhas gerais o sistema metodista.

Wilson da Silva Mendes. Educação Cristã e Ação Social. Dinah Batista Rubim. Jeremias Gomes de Araújo. dos dias 16 a 19 de fevereiro de 1967. Helenice Bastos. Joa- quim R. secretário-geral: Gessé Teixeira de Carvalho. Gessy dos Santos. Galhardo. José 11 Parte 1 . José Gonçalves. Os estatutos da Igreja foram aprovados e os membros do Conselho-Geral foram eleitos ofici- almente: superintendente-geral: Waldemar Gomes de Figueiredo. Isaías da Silva Costa. Gessé Teixeira de Carvalho. Derly Ne- ves. A relação dos membros do Concílio Constituinte que orga- nizou a nova Igreja registra os seguintes nomes: Alice Nely dos Santos. e convocou-se o Concílio Constituinte para se reunir na cidade de Petrópolis. Ezequiel Luiz da Costa. Dílson Pereira Leal. Novos obreiros juntaram- se às fileiras wesleyanas e vários evangelistas foram eleitos. secretário-geral de ação social: Oriele Soares do Nascimen- to. Córo da Silva Pereira. e redator do jornal Voz Wesleyana: Gessé Teixeira de Carvalho. ocasião em que foi organizada a Igreja.pmd 11 8/12/2009. José M. Penha. secretário-geral de finanças: Idelmício Cabral dos Santos. Idelmício Cabral dos Santos. 08:50 . Na ocasião. Jacir Vieira e Antônio Faleiro Sobrinho. Clarice Alves Pacheco. Antônio Faleiro Sobrinho. elegeu-se o primeiro Conselho-Geral. Rubim. Ariosto Mendes. Es- tava consolidada a Obra do Senhor. José Barreto de Macedo. pre- sidente da Junta Patrimonial da Igreja Metodista Wesleyana: Fran- cisco Teodoro Batista. Azet Gerd. que ficou assim constituído: superintendente-geral: Waldemar Gomes de Figueiredo. Geraldo Vieira. Jair Magalhães. O movimento Wesleyano começou a desenvolver-se glorio- samente. incluin- do as três secretarias: Missões. João Coelho Duarte. Jedidad Hilda da Costa. e tesoureiro-geral: Idelmício Cabral dos Santos. José Mendes da Silva. Daniel Pedro de Paula. secretário-geral de missões: Gessé Teixeira de Carva- lho. Francisco Teodoro Batista. José Marques Pereira.Estatuto.

Francisco Teodoro Batista. Oriele Soares do Nascimento. Oriele Soares do Nascimento. Wilson R. Córo da Silva e Onaldo Rodrigues Pereira. aos quais delegou po- deres para preparar o Manual da Igreja Metodista Wesleyana. Bispo Gessé Teixeira de Carvalho 12 Parte 1 . publicado em 1968. O Concílio Constituinte elegeu uma Comissão de Legislação composta dos seguintes membros: Waldemar Gomes de Figueiredo. José Tertuliano Pacheco. Gessé Teixeira de Carva- lho. José Mendes da Silva. Nacir Neves da Costa. Tobias Fernandes dos Santos. José Moreira da Silva. Sebastião Moreira da Silva. Waldemar Gomes de Figueiredo. Octavio Faustino dos Santos. Letreci Teodoro. Sebastião Alves Moreira. Idelmício Cabral dos Santos. Onaldo Rodrigues Pereira. Moreira da Silva.Estatuto. Outros irmãos estiveram presentes.pmd 12 8/12/2009. 08:50 . Nilson de Paula Carneiro. Damasceno e Wilson Varjão. João Coe- lho Duarte. Pedro Moraes Filho. mas não assinaram o livro contendo a ata de organização.

estado do Rio de Janeiro.pmd 13 8/12/2009. na cidade de Petrópolis. que passou a chamar-se Igreja Metodista Wesleyana. com a finalidade de constituir uma Igreja evangélica nos moldes do metodismo histórico. Preâmbulo Delegados constituintes reuniram-se de 16 a 19 de fevereiro de 1967. 08:50 . 13 Parte 1 .Estatuto.

II . Centro.Primeira Região: Rua Paula Buarque. § 1º A Igreja Metodista Wesleyana possui sedes administra- tivas regionais (filiais administrativas) e são elas: I . Paraná. Porto Ve- lho. Minas Gerais. 800. III . Brasil. Parque São Vicente. com sua sede geral administrativa/matriz na Rua Marechal Deodoro. Parque Industrial. 1º Aos cinco dias do mês de janeiro de 1967.Estatuto. e adota a denominação genérica de Associação da Igreja Metodista Wesleyana. o primeiro Concílio Constituinte da nova Igreja. Salas 307 e 311. IV . São Paulo. um grupo de ministros e leigos organizou no Brasil uma igreja comprometida com a herança do metodismo histórico. Brasil. 341. Centro. Brasil. V .Segunda Região: Rua Espírito Santo. 2 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.Quarta Região: Rua Paulo Leal. 670. Curitiba. Rio de Janeiro. Do Nome Art. Santana. 497. Petrópolis. Brasil.Quinta Região: Rua José Zaleski.Terceira Região: Rua Ezequiel Freire. Brasil. Realizando nos dias 16 a 19 de fevereiro de 1967. na cidade de Petrópolis. Belo Horizonte. 14 Parte 1 . São Paulo. 2º A Igreja assim constituída é uma organização religiosa. Brasil. Petrópolis. Sala 213. denominada Igreja Metodista Wesleyana. 465. 195.pmd 14 8/12/2009. a qual se rege por este Estatuto. sem fins econômicos. 08:51 . Rondônia. Rio de Ja- neiro. ramo universal da Igreja de Jesus Cristo que veio a denominar-se Igreja Metodista Wesleyana.

Art. Art. 3º Os fins da Igreja Metodista Wesleyana são: adorar a Deus em espírito e em verdade. Dos Fins Art. Aveiro. guardado e administrado por quem de direito. por serem voluntá- rias. Vera Cruz. Aveiro. os dízimos. móveis e imóveis. as propriedades e tudo o mais que as leis do país lhe permitam. desde que tenham aprovação bíblica e que tudo seja adquirido.353. VI . os legados e as doações. 6º Os membros da Igreja Metodista Wesleyana não respon- dem individual. Não existe entre os membros direitos 15 Parte 1 . 08:51 .920/0001-05. 4º Constituem bens da Igreja Metodista Wesleyana as ofer- tas. promover a educação cristã e as obras de ação social. Portugal. solidária e subsidiariamente pelas obrigações contraídas em nome dela. administrar seu patrimônio e superintender todas as suas atividades.Região Europeia: Rua do Carmo. ganhar almas para a vida eterna.pmd 15 8/12/2009. orientar seus mem- bros e congregados a buscar o batismo com o Espírito Santo e adotar a santidade como estilo de vida. Dos Bens e das Receitas da Igreja Art. desde que cumpridas as formalidades legais. § 2º A Igreja poderá dispor de seus bens. 5º Todos os bens da Igreja Metodista Wesleyana são adqui- ridos em seu nome e administrados pela Secretaria-Geral de Administração. que. propagar o Evangelho do Senhor Je- sus Cristo. § 1º Os bens imóveis adquiridos em nome da Junta Patrimonial da Igreja Metodista Wesleyana são incorporados ao seu patrimônio. os juros. § 3º Os bens imóveis serão adquiridos em nome da Igreja Metodista Wesleyana e serão transcritos e registrados com o CNPJ 34. sucessora da Junta Patrimonial. são irrestituíveis. 37-A.Estatuto.

08:51 . que são sua regra de fé e prática. 7º As doutrinas professadas pela Igreja Metodista Wesleyana. 16 Parte 1 . exerça ou não função na diretoria. § 2º Qualquer membro. § 1º A Igreja não se responsabilizará por dívidas contraídas por seus membros leigos e clérigos ou administradores em desconformidade com este Estatuto.pmd 16 8/12/2009. sem vínculo empregatício entre o membro e a Igreja. têm como fundamento as Sagradas Escri- turas do Antigo e do Novo Testamento. responderá proporcionalmente ao prejuízo causa- do.Estatuto. § 3º Todo trabalho exercido pelos membros eleitos ou no- meados terá caráter voluntário. Das Doutrinas Art. que causar prejuízo comprovado à Igreja. como princípios de fé. por seus atos comissivos ou omissivos. e obrigações recíprocos.

Aceitar todas as doutrinas ensinadas e defendidas pela Igreja. em razão da cultura e da localidade. declaran- do-se formalmente membro da denominação. 9º A admissão de membros clérigos é competência do Con- selho Ministerial Regional. de acordo com a Bíblia Sagrada. e a de membros leigos do Presbitério da igreja local. 3 DOS MEMBROS Art. V . e tê-la como única regra de fé e prática. Art. No caso de me- nores de 18 anos.Demonstrar. Da Admissão Art.Estatuto. IV . cabendo ao Conse- lho Ministerial Regional dar decisão final. conforme previsto no Regimento Interno. de acordo com os ensinos da Bíblia.pmd 17 8/12/2009. autorizando-o a assumir 17 Parte 1 . que é a infalível Palavra de Deus. o termo de aceitação deverá ser assinado tam- bém pelo responsável legal do menor.Assinar o termo de aceitação e submissão ao Estatuto e ao Regimento Interno da Igreja Metodista Wesleyana. o arrependimento dos pecados e o desejo de viver vida nova.Ter seu estado civil regularizado no Registro Civil e reco- nhecido pela Igreja. exceto quando. 10º São requisitos para admissão de membros à comunhão da Igreja: I .Receber e confessar pela fé a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador e Senhor. II . 8º Os membros da Igreja Metodista Wesleyana são aqueles que satisfizerem as exigências de seu Estatuto e do Regimento Interno e forem admitidos à sua comunhão. por atos. 08:51 . III . a Igreja reconheça outra forma.

§ 1º Quanto aos congregados que não podem ser membros comungantes da Igreja. sejam tratados com amor. exceto na Ceia do Se- nhor e nas reuniões administrativas. As pessoas que satisfizerem os requisitos para sua ad- missão no rol de membros da Igreja (Art. não sejam impedidos de colaborar com a obra de Deus. de pre- ferência em culto solene. VI .pmd 18 8/12/2009. desde que não estejam sob disciplina.Cumprir o que dispõe as Regras Gerais do Regimento Interno. 10) serão recebidas pelos seguintes modos: a) Profissão de fé e batismo – As pessoas a ser recebidas por profissão de fé e batismo são matriculadas na classe de iniciantes e recebem do pastor. Art. § 2º Entende-se por colaborador na obra os congregados que participam nas atividades da igreja. a fim de que sejam recebidos e. tal compromisso. em virtude de sua situação civil ainda não regularizada. § 1º A recepção de membros se faz em ato público. orientados e ajuda- dos para que regularizem sua situação civil. ou de pessoas por ele indicadas. VII . b) Adesão às doutrinas e ao regime da Igreja – O recebi- mento por adesão diz respeito a membros de outras Igrejas que desejam ingressar na Igreja Metodista Wesleyana. sujeitando-se a um período de prova de até 90 (noventa) dias. excluídos. d) Reconciliação – A reconciliação diz respeito a membros que tenham sido excluídos e queiram voltar à Igreja. nesse caso. de acordo com a lei do país.Estatuto. as necessárias instruções. 08:51 . c) Transferência – De igrejas wesleyanas para igrejas wesleyanas. ou a critério do Presbi- tério. durante esse período. 11.Ter no mínimo 12 anos de idade. 18 Parte 1 . após com- provarem arrependimento. ou a membros de outras igrejas evan- gélicas. que peçam sua reconciliação na Igreja Metodista Wesleyana.

5. em última instância. 8. Comparecer à Assembleia Ordinária e Extraordinária. Votar e ser votado para cargos eletivos. São deveres. Submeter-se às orientações da Bíblia Sagrada. Apelar. Na ocorrência de desentendimento. dos Direitos e dos Privilégios Art. ao Conselho-Geral. Ter postura ética condizente com a vocação cristã. procurar o pastor para arbitrar. nos termos do Regimento Interno. é necessário que o candi- dato seja batizado por imersão. Participar assiduamente dos cultos. 7. Participar da Ceia do Senhor. em caso de disciplina. 4. que é a regra de fé e prática.pmd 19 8/12/2009. Colaborar. b) Direitos: 1. Participar nas assembleias locais e nos concílios regio- nais e gerais. em caso de disciplina administrati- va. ao Conselho Ministerial Re- gional. Submeter-se às admoestações do pastor. 19 Parte 1 .Estatuto. 2. 3. segundo o que determina o Regimento Interno. Usufruir os benefícios espirituais da Igreja e desfrutar dos bens estruturais para comunhão. c) Privilégios: 1. em caso de disciplina eclesiástica. ao Co- légio Episcopal. 12. bem como as decisões dos órgãos repre- sentativos. 6. 2. com a Igreja. 2. em caráter voluntário. Cumprir os votos feitos à Igreja. 4. quando indicado. Cumprir as orientações e determinações do Estatuto e do Regimento Interno. Exercer com fidelidade os cargos para os quais for eleito. confraternização e recreação. § 2º Em qualquer desses modos. Transferir-se de uma para outra unidade da Igreja. 5. 08:51 . 3. 3. Dos Deveres. direitos e privilégios do membro recebido à comunhão: a) Deveres: 1.

4º das Regras Gerais do Regimento Interno.Abandona a Igreja. os direitos e os privilégios aquele que: I . Parágrafo único. V . § 2º No caso de exclusão. é intransmissível. 13. 08:51 . 15 e seus incisos. meeiro ou sucessor. 20 Parte 1 . IV . Da Perda da Qualidade de Membro Art. Da Aplicação da Disciplina Art. § 1º Configuram-se justa causa para fins de disciplina e ex- clusão do membro: a) As condutas previstas no Art. consequentemente. b) As condutas previstas no Art.Deixar de cumprir os votos feitos ao Senhor Jesus e à Igreja. bem como aqueles casos que ferem a integridade da Igreja. bem como seus direi- tos e deveres. após decisão definitiva. II .For excluído por justa causa. não podendo ser reivindicada por qualquer herdeiro.Se divorcia. A qualidade de membro.Se ausenta por mais de 6 (seis) meses sem motivo justi- ficado. a juízo do Presbitério. Estará sujeito a disciplina o membro que: I . Art. esse ato será comunicado à igreja em reunião de membros. Perde a condição de membro da Igreja Metodista Wesleyana e.Se retira a próprio pedido. IV . 15. 14. por descumprir comprovadamente os deve- res conjugais.Estatuto. A aplicação da disciplina é um dos meios pelos quais a Igreja procura manter a pureza do Evangelho visando à restaura- ção do faltoso e ao testemunho da comunidade dos fiéis.pmd 20 8/12/2009. III . c) Todos os crimes e delitos previstos no ordenamento jurí- dico nacional.Tiver falecido.

§ 3º do Regimento Interno).Descumprir os deveres conjugais. Art. ou pastores. disci- plina. Parágrafo único.pmd 21 8/12/2009. defendidas pela Igreja Metodista Wesleyana. V . VI .Abandonar sem justificativa os cargos para o qual foi eleito. 106. II . 08:51 . a ética e a moral cristãs. e dos presbíteros em atividade (Art. desobedecendo às deter- minações superiores. desligamento e orientação espiritual dos membros.Praticar atos contrários às normas da Igreja conforme suas doutrinas. Presbitério é o órgão da igreja local para admissão. 16. III .Praticar atos incompatíveis com a fé.Abusar dos cargos que ocupa. 21 Parte 1 . 108 do Regimento Interno. 107 do Regimento Interno). Com- põe-se do pastor.Estatuto. IV . VII . O faltoso estará sujeito à disciplina estabelecida de acordo com o Art. segundo a Bíblia (Art.Divulgar doutrinas que contrariem os padrões da Igreja.

pmd 22 8/12/2009. A composição dos concílios é estabelecida no Estatuto e no Regimento Interno. A Igreja Metodista Wesleyana é subordinada ao Con- cílio-Geral. Parágrafo único. jurisdi- ção eclesiástica geral e regional. respeitando-se os seguintes princípios: I . ci- vil. 17. extraordinariamente.Estatuto. Do Governo Art. DO GOVERNO E 4 DOS ÓRGÃOS DELIBERATIVOS E ADMINISTRATIVOS Dos Concílios Art.Para os Concílios Regionais. O Concílio-Geral se reúne ordinariamente de 6 (seis) em 6 (seis) anos. um ou mais representantes de cada igreja deverão ser envi- ados. § 2º Administrativamente é representada ativa. passiva. o Concílio Regional se reúne ordina- riamente de 2 (dois) em 2 (dois) anos. A Igreja Metodista Wesleyana possui dois concílios: o Geral e o Regional. que é sua assembleia geral e seu órgão legislador e administrativo supremo. é representado pelo Conselho-Geral. § 1º Eclesiasticamente é representada pelo presidente do Conselho-Geral. sempre que se fizer necessário. os quais exercem. 19. Art. 18. 08:51 . os dois concílios se reuni- rão. judicial e extrajudicialmente pelo secretário-geral de admi- 22 Parte 1 .Fica assegurada a representação igual de clérigos e leigos para o Concílio-Geral. II . em seu interregno. respectivamente. respeitando o limite máximo definido no Estatuto e no Re- gimento Interno. além dos membros do Con- cílio.

os direitos e os privilégios de bispos. 08:51 . O Ministério da Igreja Metodista Wesleyana se compõe de bispos. Da Ordem Sagrada Art. ministros. 5 DO MINISTÉRIO Art. pastores e missionárias ativos e inativos. são estabelecidos no Estatuto e no Regimento Interno. ministros. 20. A Ordem Sagrada da Igreja Metodista Wesleyana é de- nominada ministerial. pas- tores e missionárias jubilados ou licenciados.Estatuto. nistração. 21. ministros. § 2º O licenciamento de bispos. Parágrafo único. II . pastores e missionárias. A Ordem Ministerial é constituída de bispos. bem como as exigências gerais. Art. I . pastores e missionárias. § 3º O mandato do secretário-geral de administração se en- cerrará 60 (sessenta) dias após o concílio posterior ao que o ele- geu.O Ministério Inativo compõe-se de bispos. 23 Parte 1 . minis- tros.O Ministério Ativo é itinerante e composto de bispos. pastores e missionárias será expedido mediante solicitação do interessado ou por iniciativa do órgão competente. que poderá outorgar procuração. ministros. ministros. Os deveres. 22.pmd 23 8/12/2009. pastores e missionárias. § 1º Entende-se por ministério itinerante o ministério sujei- to a transferência.

Campos Missionários e igrejas locais. 6 DA DIVISÃO TERRITORIAL Art. 25.Estatuto. eleito e empossado no Concílio- Geral. 7 DA SUPERINTENDÊNCIA-GERAL Art. Os bispos são eleitos observando-se as exigências do Es- tatuto e do Regimento Interno da Igreja Metodista Wesleyana.pmd 24 8/12/2009. eleitos no Concílio-Geral e nomeados pelo presidente do Conselho-Geral. Art. que superintende os interesses da Igre- ja. O ministro eleito bispo é ordenado e empossado na última reunião do Concílio que o elegeu e a duração do seu 24 Parte 1 . A Superintendência-Geral é exercida pelo bispo-presi- dente do Conselho-Geral. § 2º As Regiões Eclesiásticas são administradas pelos supe- rintendentes regionais. ouvido o Conselho-Geral. 24. § 1º A Sede Geral Administrativa está sob a responsabilida- de do superintendente-geral. 08:51 . 23. Distritos. Parágrafo único. Regiões Ecle- siásticas. A Igreja Metodista Wesleyana é administrada territorialmente por uma Sede Geral Administrativa.

pelo secretário de atas e seus auxiliares e pelo cronometrista. no mínimo.Estatuto. e extraordinariamente quando necessário. 25 Parte 1 . 27. 8 DO CONCÍLIO-GERAL Art. Art. as sessões só se realizam com a maioria absoluta de seus delegados.pmd 25 8/12/2009. 26. pelo presi- dente do Conselho-Geral ou por 1/5 (um quinto) dos membros da Igreja. eleitos pelo plenário. Parágrafo único. secretários-ge- rais e delegados eleitos pelos concílios regionais ou seus suplen- tes. Art. 28. no mínimo. O Concílio-Geral compõe-se de bispos. que é o do Conselho-Geral. 08:51 . 30 (trinta) dias. A convocação do Concílio-Geral Ordinário se faz com antecedência de. § 2º Os delegados de um Concílio-Geral Extraordinário são os mesmos do Concílio-Geral anterior. O Concílio-Geral se reúne de 6 (seis) em 6 (seis) anos. A mesa do Concílio-Geral é formada pelo presidente. § 1º O quorum para a instalação do Concílio-Geral é de 2/3 (dois terços) dos seus delegados. mandato é determinada pelo Estatuto e pelo Regimento Inter- no. aos quais compete todo trabalho da secretaria. 60 (sessenta) dias e a convocação de um extraordinário de.

VI . por meio de seus presidentes. entre outras. VI.Estatuto. sem debate. Essa Comissão tem a seguinte compo- sição: a) Superintendentes regionais – a presidência caberá ao pre- 26 Parte 1 . dos secretários-gerais e das instituições gerais. tais como de Culto. me- diante recomendação do Conselho-Geral. e 146 do Regimento Interno). se acolhidas. III .Receber relatórios dos bispos.Aprovar os relatórios econômicos e financeiros dos ór- gãos gerais da Igreja. 29.pmd 26 8/12/2009.Delegar ao Conselho-Geral autoridade para destituir membros. mediante prévia. por indicação do Conselho-Geral. serão encaminhadas ao Con- cílio-Geral. entre os ministros que satisfaçam os requisi- tos para eleição e ordenação. X .Legislar para a Igreja. 08:51 . para votação. por indicação da comissão de indicações: a) Os secretários-gerais.Eleger. 30 e seus incisos. no interregno dos concílios-gerais. observando o quorum no Art. os bispos. VII . Diplomacia. c) A Comissão de Estatística e Informática.Eleger. É facultado ao ministro renunciar à sua candidatura antes do processo de eleição (Artigos 47. 59 do parágrafo único do Código Civil. por indicação das regiões. comissões tran- sitórias. V . sugestões de modificação de normas. Escrutinadora e Estado Geral.Eleger. São atribuições do Concílio-Geral: I . VIII . respeitados os limites do Art.Conceder títulos honoríficos a bispos indicados pelo Con- selho-Geral.Determinar a implantação de Regiões Eclesiásticas. IV . II . as quais. b) A Comissão de Legislação. Das Atribuições do Concílio-Geral Art. IX . § 1º A Comissão de Legislação recebe.Aprovar o Plano-Diretor elaborado pelo Conselho-Ge- ral para o próximo exercício. depois de estudadas.

§ 5º O presidente da Comissão de Legislação poderá convi- dar até quatro leigos(as). b) Secretários-gerais. isto é. para assessorá-lo. nem estabelecer novas doutri- nas contrárias às já existentes no Estatuto e no Regimento Inter- no. II .pmd 27 8/12/2009. § 2º A Comissão-Geral de Estatística e Informática. Das Restrições do Concílio-Geral Art. receberá das Comissões Regionais de Estatís- tica e Informática os dados das regiões e relatará ao Concílio- Geral. § 3º As comissões permanentes funcionam em todo o exer- cício eclesiástico. § 4º A Comissão-Geral de Estatística e Informática será convocada e presidida pelo ministro mais votado e elegerá um secretário de atas. do término de um Concílio-Geral ao tér- mino do Concílio-Geral seguinte. O Concílio-Geral legisla para a Igreja.Estatuto. c) Quatro ministros e cinco leigos. mediante indicação. composta de cinco membros. 27 Parte 1 .Não pode mudar nem alterar qualquer órgão de gover- no da Igreja de modo a abolir o sistema de itinerância ou a Supe- rintendência Administrativa.Não pode mudar nem alterar o corpo de doutrinas fun- damentadas na Palavra de Deus. eleitos no Concílio-Geral. sujeito às seguintes restrições: I . sidente do Conselho-Geral. 30. 08:51 . profissionais em áreas técnicas.

32. 28 Parte 1 .pmd 28 8/12/2009. Art. e extraordinariamente por convocação do presidente ou a pedido de 2/3 (dois terços) de seus membros. III . O Conselho-Geral reúne-se ordinariamente uma vez por ano. Art. disciplina e administração das atividades gerais da Igreja Metodista Wesleyana. A Igreja Metodista Wesleyana adota a forma de governo centralizado em um Conselho-Geral. O Conselho-Geral é o órgão de planejamento. 9 DO CONSELHO-GERAL Art. bem como a instância superior para jul- gar e solucionar conflitos administrativos da Igreja em grau de recurso. 31. 34.Estatuto. que é o superintendente-geral. II .Preparar o Regimento do Concílio-Geral. ouvido o Conselho-Geral.Exercer a Superintendência-Geral. § 2º Após as eleições.Presidir a Comissão de Legislação. coordena- ção. todos eleitos pelo Concílio-Ge- ral. IV . e funciona sob a presidência do bispo mais votado no primei- ro escrutínio. cujo presidente representa e supervisiona todas as suas atividades. § 1º O Conselho-Geral é composto dos superintendentes regionais e dos secretários-gerais. Art. o Conselho-Geral. Ao presidente do Conselho-Geral compete: I . organiza sua mesa elegendo um vice-presidente e um secretário de atas. e determinar data e local. convocado pelo seu presidente. 08:51 . 33.Convocar o Concílio-Geral.

Art. nas Regiões Eclesiásticas (Art. do Regi- mento Interno). IV . Escrutinadora e Estado Geral. III . Art.Nomear Comissão de Indicações do Concílio-Geral. Das Atribuições do Conselho-Geral Art. c) Comissões de Culto.Nomear.Estudar planos de trabalho das secretarias-gerais e fa- zer os devidos ajustes. credenci- ais para ministros.Substituir o presidente em seu impedimento. 08:51 . 35. que serão denominadas filiais.Intervir. 37. Ao vice-presidente compete: I .Lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro próprio. V . VI .pmd 29 8/12/2009. VIII . formulários. e assessorá-las.Providenciar todo o material necessário para o funciona- mento dos trabalhos da Igreja. 27.Ordenar bispos. 36. II . VI . entre outras.Autorizar aberturas de igrejas.Recomendar ao Concílio-Geral a implantação de outras regiões. VII .Estatuto.Ajudá-lo na execução de suas atribuições. Ao secretário de atas compete: I . São atribuições do Conselho-Geral: I . II . tais como certificados.Atender aos deveres relacionados ao seu cargo. Diplomacia. bispos para as Regi- ões Eclesiásticas.Aprovar estatutos ou regimentos preparados pelas or- 29 Parte 1 .Indicar ao plenário do Concílio-Geral: a) Secretário de atas. com a aquiescência do Conselho-Geral. II .Examinar o livro de atas do Concílio-Geral. em casos especiais. ouvido o Conselho-Geral. V . b) Cronometrista. livros de registros e outros. com os devidos nomes e demarcações de limites geo- gráficos. VII . XIII.

exceto nos ca- sos de competência do Colégio Episcopal (Art. 180 do Regimento In- 30 Parte 1 .Promover a jubilação dos superintendentes geral e regional.pmd 30 8/12/2009. nos termos do Art. XX .Receber.Disciplinar e destituir oficiais-gerais faltosos. em qualquer região. XIII . XVI . 08:51 . XXII . aos 70 anos. XIX . em con- sonância com 1Co 6. em última instância de recurso. VIII . IX . XIV .Criar os procedimentos para aplicação de disciplina a clérigos e leigos.Aprovar anualmente o indexador de reajuste da tabela de subsídio pastoral apresentada pela Secretaria-Geral de Finan- ças. o recurso poderá ser encaminhado ao Colégio Episcopal. do Regi- mento Interno). Em caso de matéria que contenha caráter eclesiástico. XXI .Aprovar orçamentos gerais.Aprovar nomes indicados pelos secretários-gerais para formar os conselhos-diretores das instituições subordinadas às respectivas secretarias-gerais. de- pois de reunir-se com seu superintendente regional. XI . 15.Estatuto. XVIII . X .Julgar e solucionar conflitos advindos das regiões em grau de recurso.Emitir pareceres e súmulas interpretativas em caso de conflito de interpretação da legislação da Igreja. exceto nos casos de competência do Colégio Episcopal.Aprovar nomes indicados pelos secretários-gerais para compor as secretarias-gerais.Preencher vagas de bispo e de qualquer oficial-geral. XII . funcionando como instância superior. ganizações gerais. quando necessário. XVII .Intervir. VII. a apelação de clérigos e leigos disciplinados administrativamente.1-9.Examinar os livros das secretarias-gerais.Aprovar a tabela de subsídio pastoral apresentada pela Secretaria-Geral de Finanças.Autorizar a abertura de filiais em qualquer município dos estados brasileiros por meio de seu superintendente-geral. XV .

Aprovar indicações de líderes para órgãos gerais que não estejam de acordo com as regras gerais da Igreja Metodista Wesleyana. O Conselho-Geral não pode: I . todas compostas de cinco pessoas aprovadas pelo Conselho-Geral e que funcionam sob a presidência dos respectivos secretários-gerais. Centro de Publicações. XXIII . São cinco as secretarias-gerais: Missões. § 1º As secretarias-gerais administram os seguintes fundos e organizações: Fundo de Expansão Missionária. a organização e a implantação de associações e instituições gerais e regionais. Das Restrições do Conselho-Geral Art. Finanças e Administração. Educação Cris- tã. ou interferir neles. Fundo Imobiliá- rio Wesleyano. 39. 10 DAS SECRETARIAS-GERAIS Art. terno.Aprovar ou determinar qualquer matéria ou plano de trabalho que tenham sido rejeitados pelo Concílio-Geral.Interferir em planos de trabalho que tenham sido apro- vados pelo Concílio-Geral. Ação Social. III . Complemento de Aposentadoria Wesleyana e Agência Missionária Wesleyana.Tratar de assuntos referentes a uma organização que não tenha seu representante presente.Determinar a criação. 31 Parte 1 .Estatuto. II . 38.pmd 31 8/12/2009. bem como fisca- lizar seu funcionamento. IV . Centro de Formação Teológica. Associação Wesleyana de Ação Social. 08:51 .

42. Os oficiais-gerais gozam do privilégio da palavra nos concílios regionais. mediante indicação dos secre- tários-gerais.pmd 32 8/12/2009. 08:51 . 40. dos supervisores de campos missionários. dos superintendentes distritais. em data e local determinados pelo superintendente regional. e extraordinariamente sempre que houver necessidade. O Concílio Regional se reúne bienalmente. secretarias regio- nais. de ministros e pasto- res. 32 Parte 1 . em cada Região Eclesiástica. progra- mação e administração das atividades da Região Eclesiástica. 41. O Concílio Regional compõe-se do superintendente regi- onal. Art. Parágrafo único. § 4º O presidente do Conselho-Geral é membro ex-ofício das secretarias-gerais. § 2º As secretarias-gerais administram os fundos e as orga- nizações a elas vinculadas por meio dos conselhos-diretores elei- tos pelas respectivas secretarias. 11 DO CONCÍLIO REGIONAL Art. dos secretários regionais. que tratarão dos interesses específicos das secretarias-ge- rais e promoverão a execução dos planos estabelecidos pelos con- cílios regionais. Art. § 3º Haverá. de missionárias com nomeação regional e dos delegados elei- tos pelos conselhos locais ou seus suplentes.Estatuto. ouvido o Con- selho Ministerial Regional. O Concílio Regional é o órgão de planejamento.

Dar decisão de lei em caráter provisório e encaminhá-la ao órgão competente para apreciação do mérito (Art. Art.pmd 33 8/12/2009.Decidir questões de ordem. 33 Parte 1 . § 1º Na falta ou impedimento do superintendente regional.Preparar a agenda. 30 (trinta) dias. II . 60 (sessenta) dias e a do Concílio Regional Extraordinário de. 08:51 .Estatuto. 43. § 3º A convocação do Concílio Regional Ordinário se faz com antecedência de. o Concílio Regional será convocado pelo vice-presidente do Con- selho Ministerial Regional.Lavrar as atas e registrá-las em livros apropriados. Ao presidente compete: I .Convocar e presidir o Concílio Regional. A mesa do Concílio Regional se constitui do presidente. Art. X).Escolher auxiliares para ajudá-lo no trabalho. Ao cronometrista compete: I . 46. do secretário de atas e do cronometrista. no mínimo. 60. III . as sessões só se realizam com a maioria relativa dos delegados. 45. II . II . Ao secretário de atas compete: I . IV . o regimento e o rol. 44.Tomar todas as providências necessárias ao funciona- mento regular do Concílio Regional. apresen- tando-os à mesa para confirmação. que o presidirá.Providenciar para que as reuniões comecem nos horári- os aprovados. V .Fiscalizar a observância do regimento aprovado. no mínimo. e submetê-los a quem de direito para ser examinados. Art. Art. § 4º O quorum para a instalação de um Concílio Regional é de 2/3 (dois terços) de seus delegados. § 2º São delegados de um Concílio Regional Extraordinário os mesmos delegados do Concílio Ordinário anterior.

ministros. 63. § 4º A eleição de suplentes de delegados ao Concílio-Geral 34 Parte 1 . inclusive de delegados ao Concílio-Geral (Art.Eleger delegados e seus suplentes para o Concílio-Geral. uma vez que os oficiais-gerais são membros natos. clérigos e leigos. mediante parecer favorável do Conselho Ministeri- al Regional (Art. III). 29. e outros oficiais regio- nais com mandato bienal. § 2º Os nomes para a eleição em plenário serão apresenta- dos pelo Conselho Ministerial Regional. finanças e administração.Eleger no Concílio Regional que antecede o Concílio- Geral quatro ministros que preencham os requisitos do Art. que de- vem ser executados pelas igrejas da região.Tomar conhecimento dos trabalhos realizados pelas igre- jas e demais organizações na região.Determinar a organização ou a extinção de instituições regionais e eleger. 47.Aprovar os relatórios econômicos e financeiros dos ór- gãos regionais da Igreja destinando suas sobras para fins estatutários.Aprovar planos dos diversos órgãos da Igreja. se necessário.pmd 34 8/12/2009. III). II .Estatuto. seus conselhos-diretores. São atribuições do Concílio Regional: I .Admitir. 146 do Regimento Interno. V . pelos pastores. VII . IV . no Concílio Regional anterior a ele. VI .Eleger secretários regionais de missões. Das Atribuições do Concílio Regional Art. por eleição no plenário. 08:51 . pastores e missionárias. se necessário. § 1º O Concílio Regional organiza seu regimento para orien- tação e execução de seus trabalhos. III . por meio de relatórios es- critos pelos superintendentes distritais e. ação social. VIII . civilmente capazes. II). § 3º Serão eleitos clérigos ao Concílio-Geral apenas em nú- mero necessário para completar a delegação. educação cris- tã. na proporção de 1 para cada 500 membros ou fração. os quais juntamente com o superinten- dente regional concorrerão à eleição para bispo (Art. 63.

bem como preencherá qualquer vaga que se der no quadro de clérigos regi- onais (Art. § 7º No interregno dos concílios regionais. 64). em sua primeira reunião do exercício. 35 Parte 1 . 48. Das Restrições do Concílio Regional Art. II . as seguintes comis- sões com mandato sexenal: I .Eleger líderes regionais que não estejam de acordo com as regras gerais da Igreja Metodista Wesleyana. II . Art. Após um Concílio-Geral Ordinário. será realizada na proporção de 50% dos delegados eleitos. III . o Concílio Regional elege. 08:51 . § 5º A eleição da delegação ao Concílio-Geral obedecerá ao seguinte critério: metade de clérigos e metade de leigos. e para cargos coletivos até o dobro do número necessário.Estatuto. § 6º A eleição para cargos individuais se fará mediante indi- cação de até três nomes. podendo funcionar no interregno dos concílios regionais.Ministerial.Ética Pastoral. As comissões se compõem de cinco mem- bros cada uma. O Concílio Regional não pode: I . Parágrafo único.Interferir em planos de trabalho que tenham sido apro- vados pelo Concílio-Geral e pelo Conselho-Geral. 49.pmd 35 8/12/2009.Estatística e Informática. o Conselho Mi- nisterial Regional atenderá às prescrições deste artigo.

dos secretários regi- onais. dos conselheiros do de- partamento de crianças. dos superintendentes distritais. Das Atribuições do Conselho Regional Art. Parágrafo único. 52. 50.Cooperar com os secretários regionais na execução de seus planos na região. II .pmd 36 8/12/2009.Assessorar o bispo. Ao Conselho Regional compete: I . 08:51 . dos diretores dos depar- tamentos e dos ministérios regionais. Parágrafo único. III . Art. O Conselho Regional. preparados pelas respectivas secretarias. em sua primeira reunião ordinária. elege um vice-presidente e um secre- tário de atas. sugerindo-lhes modificações e adaptações que julgar necessárias ao serviço do Senhor. o vice- presidente do Conselho Regional o substituirá na presidência. IV . Conselho Regional é o órgão de planejamento. O Conselho Regional compõe-se do supe- rintendente regional. No caso de impedimento do presidente.Fazer cumprir na Região Eclesiástica os planos do Concí- lio-Geral.Aprovar planos de trabalho e coordenar suas atividades na região. coorde- nação e administração das atividades da Igreja na região. 12 DO CONSELHO REGIONAL Art.Estatuto. que é seu presidente. de pré-adolescentes e de adolescentes. após o Concílio Regional. 51.Aprovar regimentos dos departamentos ou de outras instituições regionais. V . e dos presidentes dos conselhos-diretores das organizações. 36 Parte 1 .

55. Parágrafo único. V . Art. 15 (quinze) dias de antecedência.Fazer a escrita e a correspondência que o Conselho Regi- onal determinar. III . IV .Exercer as funções que lhe sejam atribuídas pelo Conse- 37 Parte 1 . notificando posteriormente ao Conselho Regio- nal. Aos vogais compete: I . Art.Coordenar os planos dos departamentos. VII . 54. no mínimo.Despachar os assuntos de mero expediente e outros em caráter urgente. 53. mediante indicação do secretário regional de educação cristã. Art. II . A reunião do Conselho Regional deverá ser convocada com.Manter o arquivo. Ao vice-presidente compete auxiliar o presidente no exer- cício das suas atribuições e substituí-lo nas suas faltas ou impedi- mentos. pré- adolescentes e adolescentes. Ao secretário compete: I . Art. III .Convocar e presidir as reuniões ordinárias e extraordiná- rias do Conselho Regional.Superintender e orientar o planejamento e a coordena- ção das atividades regionais.Vetar eventos ou projetos que contrariem os princípios e diretrizes da Igreja. VI . Ao presidente compete: I .Lavrar as atas das reuniões do Conselho Regional em li- vro próprio ou outro meio aceito. 08:51 . II . 56.Promover a execução das deliberações do Concílio Re- gional e do Conselho Ministerial Regional. VIII .Eleger bienalmente os conselheiros de crianças.Coordenar os planos das secretarias a ser executados na região.Estatuto.pmd 37 8/12/2009.

elege um vice-presidente e um se- cretário de atas. 60. na sua primeira reunião. 58. Art. ou interferir neles.Superintender os interesses espirituais da Igreja na re- gião. 38 Parte 1 . 57. O Conselho Ministerial Regional é o órgão que trata do relacionamento entre os clérigos da administração regional. III . IV .pmd 38 8/12/2009. Art.Estatuto. É composto do superintendente regional. Ao presidente compete: I .Eleger conselheiros regionais que não estejam de acor- do com as regras gerais da Igreja Metodista Wesleyana. após o Concílio Regio- nal.Tratar de assuntos referentes a uma organização que não tenha seu representante presente. lho Regional. 59. 08:51 .Aprovar ou determinar qualquer matéria ou plano de trabalho que tenham sido rejeitados pelo Concílio Regional. O Conselho Regional não pode: I . e dos superintendentes distritais. II . O Conselho Ministerial Regional. que é seu presidente. Das Restrições do Conselho Regional Art.Interferir em planos de trabalho que tenham sido apro- vados pelo Concílio-Geral e pelos conselhos ministeriais regio- nais. 13 DO CONSELHO MINISTERIAL REGIONAL Art.

Lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro próprio. III . II . ouvido o Conselho Minis- terial Regional. VIII .Decidir as questões de ordem. Art. com ou sem ônus. de sua competência. 62.Receber as questões de lei. 39 Parte 1 . IV). Art.Estatuto. IV .Nomear.Orientar e verificar se os planos regionais estão sendo executados nas igrejas.Apresentar o livro à Comissão de Exames. II . Ao Conselho Ministerial Regional compete: I . VII . 63. 63. quando na presidência de algum Concílio.Nomear superintendentes distritais e supervisores dos campos missionários.Ordenar ministros para o santo ministério. 44.Substituir o presidente em todas as atribuições. 61. 08:51 . Ao vice-presidente compete: I . II . e tê-lo sob sua guarda. V). Em caso de vaga na Superintendência Regional superior a 6 (seis) meses.Cumprir as tarefas que lhe forem dadas pelo presidente.Zelar pela doutrina e práticas da Igreja em conformidade com as orientações do Colégio Episcopal. V . dar de- cisão em caráter provisório e encaminhá-la ao Conselho-Geral. missionárias e aspirantes a pastores e a missionárias. Das Atribuições do Conselho Ministerial Regional Art.Dar posse a oficiais regionais. o Conselho-Geral preencherá a vaga.Presidir a consagração de pastores e missionárias. Ao secretário compete: I . X . IX . em seu impedimento. VI . assessora- do pelo Conselho Ministerial Regional (Art. que julgará o mérito e providenciará a publicação no órgão ofici- al (Art. pastores. ministros.Convocar o Concílio Regional.pmd 39 8/12/2009. Parágrafo único.

IV . XI . VII . VIII . documentos de prova de filiação. VI .Preencher vagas verificadas nos cargos regionais. V . 82 do Regimento Interno).Assessorar o superintendente regional na nomeação dos clérigos. 08:51 .Aceitar ou não candidatos ao ministério. no interregno dos concílios.pmd 40 8/12/2009.Criar igrejas onde não haja trabalho regular e determi- nar o seu pastor. XIV . a juízo do Conselho Ministerial Regional. e regularidade. observadas todas as exigências da lei (Art. 40 Parte 1 . em casos especiais.Eleger os membros das secretarias regionais. XII).Demarcar as áreas geográficas que se constituirão em distritos eclesiásticos.Nomear.Opinar sobre convocação do Concílio Regional. 37. no interregno dos concílios. III.Exigir. 70. I e II. XV . X . VI.Indicar nomes para as eleições no plenário do Concílio Regional (Art. ao nomear os clérigos.Determinar a emancipação de congregações ou frentes missionárias à categoria de igreja. XVI . um diretor regional de evangelismo. 82 do Regimento Interno). XIII . IV.Decidir sobre organização de igrejas em caso de rejei- ção pelo Conselho Local (Art. XVII . 70. a pedido do secretário regional de missões.Admitir ministros e pastores. XII . ao INSS.Fazer voltar à categoria de congregação uma igreja que não satisfaça os requisitos do Art. III . que queiram ingressar no quadro ministerial des- ta Igreja (Art.Estatuto. e ministros de outras igrejas. § 4º). 47.Cumprir a tabela de subsídio pastoral. 47. determinada pela Secretaria-Geral de Finanças e aprovada pelo Conselho-Ge- ral (Art. II . indicados pelos respectivos secretários. V) – exceto para a eleição referida no Art.Determinar o subsídio do bispo da região. IX .

§ 4º O Conselho Ministerial Regional poderá utilizar verba de órgãos ou departamentos. apresentados pela Secretaria Regional de Finanças.Interferir em planos de trabalho que tenham sido apro- 41 Parte 1 . XX . 14 e 15 do Estatuto). nomeada pelo bispo.Receber apelação dos membros da Igreja em caso de disciplina. 08:51 . rela- tará ao Conselho Ministerial Regional para as devidas providên- cias. § 2º Em casos especiais.pmd 41 8/12/2009. Art.Examinar as questões relativas a divorciados. dando seu parecer. § 3º A Comissão de Sindicância. a critério do presidente. ouvidas as secretarias. XIX . XXIV . XXIII .Aprovar os critérios para cobertura de orçamentos. median- te o encaminhamento do Presbitério. desde que em circunstância emergencial. os candidatos aceitos terão de comparecer à Comissão Ministerial (Art. 65.Examinar o livro de atas por meio de comissão. 64.Tratar da disciplina de ministros. § 1º Em ambos os casos dos incisos III e XV. e extraordinariamente sempre que hou- ver necessidade. XXII . XXI . pastores e missionárias com nomeação regional.Estatuto. Das Restrições do Conselho Ministerial Regional Art. mediante encaminhamento do secretário regional de administração. O Conselho Ministerial Regional se reúne ordinariamen- te duas vezes por ano. 82 do Regimento Interno).Examinar o livro da tesouraria da Secretaria Regional de Finanças. mediante relatório da Co- missão de Sindicância. o Conselho Ministerial Regional po- derá alterar o período probatório para admissão de clérigos. O Conselho Ministerial Regional não pode: I . seguindo as normas aplicáveis aos mem- bros da Igreja (Artigos 13. XVIII .Dar parecer sobre vender ou dispor de bens móveis e imóveis.

68. com a função administrativo-eclesiástica. 66. A igreja local/filial é uma unidade do sistema eclesiásti- co e se compõe de membros e congregados da Igreja. 08:51 . A Igreja Metodista Wesleyana é organizada em Regiões Eclesiásticas. IV . ou interferir neles. II . obedecendo à sua circunscrição delineada pelo Concílio-Geral. 67.Tratar de assuntos referentes a uma organização que não tenha seu representante presente. A igreja local/filial é o agrupamento de membros devida- mente arrolados e sob jurisdição de sua Assembleia.Aprovar indicações de líderes para órgãos regionais que não estejam de acordo com as regras gerais de Igreja Metodista Wesleyana.Estatuto. 14 DA IGREJA SUA ESTRUTURA Art. Art. e sua atu- ação está limitada aos ditames estabelecidos pelo Concílio-Ge- ral. que subsis- 42 Parte 1 . sob a direção de bispos superintendentes regionais. Parágrafo único. Cada Região Eclesiástica possuirá sua sede administrativa/filial.pmd 42 8/12/2009.Aprovar ou determinar qualquer matéria ou plano de trabalho que tenham sido rejeitados pelo Concílio Regional. III . Da Igreja Local Art. vados pelos concílios Geral e Regional. podendo autorizar a abertura ou o fechamento de uma igreja local/filial ou congrega- ção.

Estatuto.Ter arrecadação financeira suficiente para cumprir a ta- bela pastoral e honrar os demais encargos com os órgãos regio- 43 Parte 1 . § 2º A igreja local/filial será considerada igreja sede em re- lação às suas congregações e grupos de crescimento. um presbítero e. 70. A congregação que for elevada à categoria de igreja re- ceberá a nomenclatura de filial e obedecerá aos seguintes trâmi- tes: I . mas ficará subordinada à igreja sede até o cumprimento do estabelecido no Art. edificação e unidade quantos puder estabelecer.pmd 43 8/12/2009. Art. sempre nos moldes das normas vigentes da Igreja (Art. II . § 3º Uma congregação tem seu movimento evangelizador. às exi- gências legais de uma igreja local/filial. no mínimo. 08:51 . edificação e unidade a atividade exercida nos moldes do manual de orienta- ção da Secretaria-Geral de Educação Cristã. 78. Uma igreja terá tantas congregações e grupos de cresci- mento. te e funciona sob a responsabilidade do pastor e do Conselho Local. um diácono.Ter no mínimo cem membros. ambos designados pelo pastor na área de sua jurisdição. e sua arrecadação é encaminhada ao tesoureiro até o dia da reunião mensal. Da Emancipação de Congregação Art. § 1º É necessária para a organização da igreja local/filial a regularidade perante os órgãos públicos. VIII). § 4º Entende-se por grupos de crescimento. § 2º A congregação atenderá. 69. bem como a obtenção da barra do CNPJ. edificação e unidade. § 1º Entende-se por congregação a extensão do trabalho regular da igreja sede que tenha Escola Bíblica Dominical. VII. quando necessário. social. 70. educacional e financeiro controlado pela igreja sede. sendo 50% maiores de 18 anos e que possam ser oficiais.

ou resultar em arrecadação financeira insuficiente para honrar seus encar- gos. o pastor convoca os membros participan- tes da congregação para uma assembleia e promove a organiza- ção da nova igreja local/filial. por escrito. ao superintendente regio- nal. e ter templo próprio. Em ambos os casos.Tendo o parecer favorável do superintendente distrital. se a igreja sede contiver menos de 120 membros em seu rol.A igreja sede delibera em seu Conselho Local sobre a emancipação de uma congregação à categoria de igreja local/ filial (Art. IV . a decisão ao superin- tendente distrital e este. serão eleitos dois presbíteros e quatro diáconos ou diaconisas para cada cem membros. 44 Parte 1 . a anuência do superintendente regional e a autorização do su- perintendente-geral. § 1º O Conselho da igreja sede não pode decidir sobre a emancipação de uma congregação à categoria de igreja. poderá apelar ao Conselho Ministerial Regional. nais e gerais. o presbítero e o diácono que nela trabalham permanecerão em seus cargos. que autorizará o secretário regional de administração a ado- tar os procedimentos administrativos jurídicos necessários. Caso o pedido seja rejeitado. por escrito. caso haja concordância dos membros.Estatuto. 08:51 . elegendo seus respectivos oficiais. § 2º Ao emancipar-se uma congregação à categoria de igre- ja. III . Realiza- se a eleição dos demais oficiais para completar o número neces- sário. VIII) e comunica. ou em casos especiais a crité- rio do Conselho Ministerial Regional.pmd 44 8/12/2009. o encaminhamento deverá ser fei- to por intermédio do pastor titular da igreja. encaminhando a relação de membros e a exposição de motivos. § 5º Competirá à Secretaria-Geral de Administração esta- belecer e regular os procedimentos internos de caráter adminis- trativo e jurídico para formação e emancipação da congregação à categoria de igreja. § 4º Na nova igreja. 78. § 3º Uma congregação pode pedir ao Conselho Local de sua igreja sede a emancipação à categoria de igreja local/filial.

do Regimento Interno).Eleger a Comissão de Evangelização e de Ação Social. VI . e outras que julgar necessá- rias. diáconos e diaconisas será exclusiva do pastor. Compete à Assembleia: I . XIII. 08:51 . § 2º Com referência ao inciso IV. 116. V . XIV. do Regimen- to Interno).pmd 45 8/12/2009. e aprová-los (Art. XV. Art. 116. X. XII. 72. II .Estatuto. adolescentes. 116.Eleger os oficiais da igreja. VIII .Pedir autorização à Secretaria Regional de Administra- ção para vender imóveis. do Regimento In- terno).Receber informações da Junta Diaconal das condições dos bens móveis e imóveis e de outros que estejam sob sua res- ponsabilidade (Art. c) A minuta fornecida pela Secretaria com assinatura do pastor e do secretário da Assembleia (Art. § 1º O pedido de que trata o inciso III deverá ter: a) Extrato de ata referente à decisão.Eleger membros de conselhos-diretores das instituições educativas e assistenciais da igreja. VII . 45 Parte 1 . 71.Opinar sobre a conveniência ou não de construir batistério na igreja. jovens e adultos. ouvidos o relatório do pastor e do tesoureiro da igreja e as informações de suas organizações. IV . XIX. III . respeitadas as dis- posições dos Artigos 112 e 127 do Regimento Interno.Tomar conhecimento dos trabalhos realizados. A Assembleia da igreja local é o órgão deliberativo e ad- ministrativo e compõe-se dos membros da Igreja Metodista Wesleyana arrolados nela. a indicação de presbíteros.Aprovar estatutos ou regimentos das instituições locais. exceto dos departamentos de crianças. b) Parecer do secretário regional de administração. com um mínimo de cinco membros. Da Assembleia da Igreja Art.

pmd 46 8/12/2009. A ordem dos trabalhos da Assembleia é a seguinte: I . sem intervalo. 73. bem como nos concílios da Igreja. § 2º A convocação da Assembleia se fará com o prazo míni- mo de 7 (sete) dias de antecedência. que é o pastor.Um presidente.Relatórios: do pastor. Essa ordem pode ser alterada. A Assembleia se reúne ordinariamente uma vez por ano. III . enquanto durar a incapacidade ou a capacidade relativa. § 1º O quorum da Assembleia será: em primeira convoca- ção.Estatuto.Devocional. do tesoureiro e de outros. Art. salvo se emancipado conforme as normas. relativa ou absolutamente inca- paz. VI . nos meses de novembro ou dezembro. Parágrafo único. 75. se necessá- rio. IV . eleito anualmente.Leitura da ata anterior. e extraordinariamente quando houver necessidade. 08:51 . § 3º O membro da igreja. da maioria absoluta dos membros da igreja civilmente capa- zes. sempre convocada e presidida pelo pastor titular. não poderá votar nas assembleias locais. II .Eleições dos oficiais e de outros. A mesa da Assembleia é composta de: I . pelo pastor ou por 1/3 (um terço) dos membros da igreja.Chamada do rol. e.Um secretário. Art. em segunda. Art. ao qual compete la- vrar as atas em livro próprio. 46 Parte 1 . 74. desde que a maioria dos presentes seja de membros civilmente capa- zes. de qualquer número. V . II . fazer a correspondência que a Assembleia determinar e ajudar o pastor na escrituração dos róis da igreja e do fichário. exceto para eleição do Conselho Local. se não for determinado o con- trário.Encerramento com a bênção.

Art. III . Do Conselho Local Art. arquivista. § 4º).pmd 47 8/12/2009. evangelistas. Compete a ele lavrar as atas do Conselho Local em livro próprio e fazer a correspondência determinada por esse Conselho. 76.Estatuto. compõe-se de pastores.Fazer cumprir na igreja os planos dos concílios regionais.Cuidar dos interesses e dos problemas educativos da igreja. superintenden- te de escolas bíblicas dominicais. II . Art. secretário da Assembleia. e organizar congregações (Art. 08:51 . Ao Conselho Local compete: I .Convocado pelo pastor. VI . 70. aspirantes. 78. líderes de ministérios. conselheiros de crianças.Estabelecer grupos de crescimento. VIII .Aprovar planos de trabalho e coordenar as atividades das organizações. VII . II . órgão de planejamento das atividades da igreja.Examinar os livros de atas e da tesouraria da igreja ou determinar comissões para fazê-lo. edificação e unida- de. diáconos. noticiarista e presidentes de outras organizações da Igreja. § 2º O secretário da Assembleia também é o secretário do Conselho Local. agen- te de literatura. § 1º O quorum do Conselho Local será constituído de pas- tor ou pastores e da metade mais um de seus membros. V . de pré-adoles- centes e adolescentes.Determinar os horários de funcionamento das reuniões regulares da Igreja. O Conselho Local se reúne quando: I .A pedido por escrito da maioria dos oficiais. IV . O Conselho Local. 77.Providenciar os recursos necessários para o bom funcio- namento da Escola Bíblica Dominical. presbíteros. missionárias. diretores de departamentos.Decidir sobre pedido de emancipação de congregação 47 Parte 1 . diaconisas.

III). 48 Parte 1 . XIV .Eleger delegados e seus suplentes para o Concílio Regio- nal indicado pelo pastor. respeitando o limite de um delegado para cada cem membros no rol. b) Candidatos a pastor ou aspirantes ao ministério. dentre os membros civilmente capazes. § 4º O candidato a seminarista que almeja o ministério será recomendado à Secretaria Regional de Educação Cristã (Art. 70.Recomendar à Comissão Ministerial: a) Candidatas a missionárias ou aspirantes à missionária.Estatuto. no mínimo. XVI . custeados ou não pela Igreja. X . c) Sociedades bíblicas.Indicar os representantes para: a) Orfanatos. § 5º A reunião do Conselho Local deverá ser convocada pu- blicamente com. mediante indicação do pastor. XIII . XV . § 3º Em áreas ou cidades onde não haja extensão do Centro de Formação Teológica. do Regimento Interno). Seções VII e VIII).Decidir sobre estabelecimento de qualquer trabalho a ser organizado (Art.Comemorar com destaques as datas especiais da Igre- ja.Elaborar estatutos nas instituições locais. XI . IX . exceto dos de- partamentos e ministérios. ouvidos os de- partamentos. § 1º O Conselho Local. 7 (sete) dias de antecedência.Eleger os conselheiros de crianças. § 2º O Conselho Local poderá eleger mais de um delegado ao Concílio Regional. observará o que determina o Regimento Interno (Capítulo IX. 78. de pré-adolescen- tes e adolescentes. VII. à categoria de igreja (Art. b) Lar de anciãos. ao recomendar candidatos ao minis- tério. § 1º. o candidato a seminarista será encami- nhado à Secretaria Regional de Educação Cristã. 08:51 .Recomendar ao Centro de Formação Teológica candi- datos a seminaristas. 69).pmd 48 8/12/2009. e apresentar à Assembleia. XII .

79. Regional e Ministerial Regional. Parágrafo único. As contribuições recebidas nas igrejas por meio das te- sourarias serão aplicadas na aquisição e na manutenção de bens e serviços locais. O Conselho Local não pode: I .Interferir em planos de trabalho que tenham sido apro- vados pelos concílios Geral e Regional e pelos conselhos Geral. regionais e gerais da Igreja. nos assuntos correlacionados à função e à manutenção da Igreja Metodista Wesleyana. 15 DAS GARANTIAS LEGAIS Art. 80. 81.Tratar em primeira convocação de assuntos referentes a uma organização que não tenha seu representante presente. O direito de defesa é concedido em sua plenitude aos membros da Igreja Metodista Wesleyana. 3º do Regimento Inter- no). ministérios.Estatuto. Art.Eleger delegados aos concílios e aos cargos de liderança que não estejam de acordo com as regras gerais de Igreja Metodista Wesleyana (Capítulo II. Compete à Secretaria-Geral de Administração promover ações cíveis e constitucionais visando à garantia dos direitos dos associados em qualquer esfera judicial ou adminis- trativa no território nacional ou estrangeiro.pmd 49 8/12/2009. comissões e afins quando não estiver presente seu representante. 49 Parte 1 . III . II . 08:51 . Das Restrições do Conselho Local Art. Art. IV .Tratar de departamentos.

regionais e gerais. o apresentará ao Concílio Regional. II . I . o relatório financeiro e o apresentará ao Conselho Fiscal e ao Concílio-Geral. que. que é seu presidente. § 2º Cada igreja. É o órgão da Secretaria-Geral de Administração que fis- caliza e aprova o relatório financeiro dos órgãos locais. 16 DA APLICAÇÃO DOS RECURSOS § 1º As tesourarias devem apresentar relatórios financeiros mensais para sua aprovação à Junta Diaconal.pmd 50 8/12/2009. 82. 08:51 . receberá do te- soureiro o relatório financeiro do exercício para sua aprovação e o encaminhará à Comissão Regional de Estatística e Informática.Estatuto. por intermédio dos concílios regionais.Os relatórios apresentados ao Conselho Fiscal só serão 50 Parte 1 . 17 DO CONSELHO FISCAL Art. § 3º A Secretaria-Geral de Finanças receberá das igrejas.O Conselho Fiscal é formado pelo secretário-geral de ad- ministração. por sua vez. pelos secretários regionais de administração e por um técnico da área contábil e outro da área jurídica. reunida em Assembleia.

51 Parte 1 .Emitir parecer sobre qualquer assunto que lhe seja sub- metido pelas secretarias e órgãos.Estatuto. Após as eleições dos secretários regionais de administração. 08:51 .Emitir ao Conselho-Geral parecer sobre os relatórios fi- nanceiros apresentados pelas secretarias e órgãos. conferir o caixa e fiscalizar atos da gestão financeira em âmbito geral. 83.O Conselho Fiscal se reunirá anualmente.pmd 51 8/12/2009. o secretário-geral de administração convoca- rá o Conselho Fiscal e elegerá um vice-presidente e um secretá- rio. IV . III .Inspecionar e verificar todos os atos administrativos da Igreja.Apresentar no Concílio-Geral o parecer sobre os relató- rios financeiros apresentados pelas secretarias e órgãos. regional. considerados aprovados com a assinatura do secretário-geral de administração. distrital e local. VI . Parágrafo único.Examinar os livros. Art. Ao Conselho Fiscal compete: I . II . zelando pelo cumprimento do Estatuto e do Regulamento Interno. do secretário do Conselho Fiscal e de um dos téc- nicos. V .

18 DA RESPONSABILIDADE DOS OCUPANTES DE CARGOS OU FUNÇÕES Art. 52 Parte 1 . Independentemente das penalidades discipli- nares previstas no Estatuto e no Regimento Interno.Estatuto. no todo ou em parte. 86. 19 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. conforme o tipo da in- fração. implícita ou explicitamente. Serão consideradas nulas de pleno direito quaisquer dis- posições ou resoluções que. 08:51 . A Constituição. 85. Parágrafo único. Respondem civil e criminalmente os/as ocupantes de car- gos ou funções que tenham sob sua guarda bens e valores da Igreja Metodista Wesleyana ou que sejam responsáveis pela sua aplicação e cometam ilícitos civis ou criminais. que causar danos morais ou econômico-financeiros à Igreja. 84. contrariarem ou ferirem este Estatuto.pmd 52 8/12/2009. po- derá ser acionado civil ou criminalmente. Art. o infrator. a parte doutrinária e as normas adjetivas constarão do Estatuto e do Regimento Interno da Igreja Metodista Wesleyana. e ressarcir os danos causados.

Art. 87. A Igreja Metodista Wesleyana poderá dissolver-se na for-
ma da lei, por voto de 4/5 (quatro quintos) do total dos membros
do Concílio-Geral, especialmente convocado para este fim.
Parágrafo único. No caso de dissolução, os bens da Igreja, liqui-
dado o passivo, serão aplicados segundo o critério do Concílio
que deliberou sobre a dissolução.

Art. 88. Os casos omissos e as dúvidas provenientes da interpre-
tação do Estatuto e do Regimento Interno serão decididos em
consulta, por escrito, ao Conselho-Geral.

20 DA REFORMA DO
ESTATUTO

Art. 89. Este Estatuto poderá ser reformado mediante proposta:
I - Da Comissão de Legislação;
II - Da Maioria Absoluta do Concílio-Geral.
Parágrafo único. A proposta será discutida no plenário do
Concílio-Geral considerando-se aprovada se obtiver 2/3 (dois ter-
ços) dos votos dos delegados do Concílio-Geral, entrando em vi-
gor na data de sua publicação.

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REGIMENTO INTERNO

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1 DAS DOUTRINAS

Art. 1º Doutrinas são princípios de fé e prática pelos quais a Igre-
ja Metodista Wesleyana se orienta, conforme fundamentado nas
Escrituras do Antigo e do Novo Testamento.

Art. 2º A Igreja Metodista Wesleyana expressa sua fé por meio
da seguinte confissão, que é também a base de sua pregação:
I - Há um só Deus vivo e verdadeiro, soberano, eterno, de
infinito poder e sabedoria, criador e conservador de todas as
coisas visíveis e invisíveis; na unidade de sua divindade, há três
pessoas de uma só substância, de existência eterna, igual em
santidade, justiça, sabedoria, poder e dignidade: o Pai, o Filho e
o Espírito Santo – Êx 20.2,3; Sl 145.13; Mt 28.19,20; Lc 3.22; Tg
1.17;
II - O Filho, que é a Palavra do Pai, encarnou-se no ventre da
virgem Maria, reunindo assim duas naturezas inteiras e perfei-
tas: a divina e a humana, para ser conhecido como verdadeiro
Deus e verdadeiro homem, que sofreu, foi crucificado, morto e
sepultado, reconciliando-nos assim com o Pai e fazendo expia-
ção pelos nossos pecados – Lc 1.35; Jo 3.31; Cl 1.15-20; Hb 4.15;
III - Jesus Cristo foi crucificado, morto e sepultado, verteu
seu sangue para remissão dos pecados e regeneração dos peca-
dores arrependidos – Rm 5.9; Hb 9.14;
IV - Cristo verdadeiramente ressuscitou dentre os mortos
em seu corpo, glorificado, com todas as características da natu-
reza humana, e subiu ao céu e assentou-se à destra do Pai, de
onde há de vir para julgar os vivos e os mortos – At 2.32-36; 2Tm
4.1; 1Jo 3.2;

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1Pe 3.Os planos de Deus para o sustento de sua obra são: os dízimos e as ofertas. que procede do Pai e do Filho. XI . XIII .8.28.A santificação do salvo é uma operação realizada pelo Espírito Santo. Mt 23. At 1.55-57. Ela é o padrão único e infalível pelo qual a conduta humana e as opiniões devem ser julgadas – 2Tm 3.23. 2Co 13.16.19. XII .17. que é a Palavra de Deus. IX . unidos uns aos outros na fé e na comunhão do Evan- gelho. 10.4.A Ceia do Senhor é uma festa espiritual.16. Ef 2.8-10. 2. não como meio de salvação. Tg 5. e permanece como princípio neotestamentário – Ml 3.O batismo com o Espírito Santo. 08:57 . ato da graça de Deus. O dízimo é anterior à lei mosaica.Regimento. por meio da qual os salvos – pelo uso do pão comum e do vinho – lembram juntos a morte de Cristo e perpetuam o sentido de sua morte até que ele venha – 1Co 10. 2Co 9. governados por 57 Parte 2 . Ela é obra da livre graça de Deus por meio da qual morremos para o pecado e vivemos para a jus- tiça.A Bíblia. do Filho e do Espírito Santo.O batismo bíblico é a imersão do crente em água.18.19-21.23-26. VII .O Espírito Santo.5-13. é uma experiência de revestimento de poder recebida pela fé para testemunho do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.A cura divina e os milagres são para nossos dias também como parte integrante da obra expiatória de Cristo – Mc 16.23. foi escrita por homens divinamente inspirados. observando os mandamentos de Cristo. Como real evidência do batismo. Rm 6.3.15.49. V . VIII . 24. em nome do Pai. manifestam-se as línguas estranhas – Lc 3.A Igreja visível de Cristo é uma congregação de crentes batizados. mas como testemunho dela – Jo 3.8. verda- deiro e eterno Deus – Mt 28. 2Pe 1. XIV . 11.13.pmd 57 8/12/2009. X . VI .12.A justificação se realiza somente pela fé em Jesus Cris- to – Rm 3.44-46. Cl 2. na qual foi cumprido e exigido.21.16. adquirida pela fé.

Fl 3.pmd 58 8/12/2009. Em conformidade com 58 Parte 2 . ou seja.No céu.33. suas leis e exercendo os dons concedidos pelo Espírito Santo – Mt 18. pessoal. na prática da vida cristã.10. decotadas e transparentes.17. 08:57 . XVI . Nós amamos a sua vinda e o espera- mos.A segunda vinda de Cristo será repentina. dizendo: “Ora vem. 2Co 5. apertadas. Toma- mos como prática as seguintes: I . Entendemos que o vestuário re- cebe atenção nas Escrituras. 1Pe 1. 1Co 14. 1Ts 4. que eles se vistam e se apresentem dentro dos princípios bíbli- cos da discrição e da decência.46.12.20.17. e haverá punição infindável para os ímpios no lago de fogo – Mt 25. um con- junto de regras inspiradas na Bíblia Sagrada e no zelo manifesta- do por João Wesley aos primeiros irmãos que o cercaram em busca de conforto espiritual e santificação de suas vidas. 3º A Igreja Metodista Wesleyana adota para orientação de seus membros e congregados. Ap 22. e vestir-se e apresentar-se com dis- crição e decência significa vestir-se com recato. haverá galardão para os santos e bem-aventu- rados por toda a eternidade. Ef 5.4. 2 DAS REGRAS GERAIS Art.23.16.Regimento. de uma maneira que o corpo não fique exposto através de roupas cur- tas.27-36. pré- tribulacional e pré-milenial. XV . pois entendemos ser o corpo santuário do Espírito Santo. Senhor Jesus” – Mt 24.Apresentação pessoal: Quanto aos homens e mulheres. Deve-se também evi- tar a ostentação excessiva de joias e adereços.

VII . III . Dando de comer aos que têm fome. 1Tm 2. trazendo mau testemunho.Práticas sociais: Que se faça o bem a todos. especialmente para a Ceia do Senhor. IV .Ordem do culto: Que os pastores e dirigentes dos cul- tos façam a distribuição do programa cuidadosamente.14.Que os oficiais da igreja compareçam trajados de modo adequado aos cultos. não usem expressões que invoquem nomes de “santos”. visitando os enfermos e encarcerados. não só para que possam viver bem com a famí- lia mas também para evitar a falta do cumprimento de seus de- veres financeiros.Cuidados pessoais: Que os cristãos façam bem a si mes- mos: trabalhando diligentemente e economizando de todos os modos possíveis.10 e 1Pe 3. anúncios e apresentações. A mensagem precisa de tempo para sua exposi- ção.Regimento.Dívidas: Que os cristãos de nossa Igreja não façam dívi- das que não possam pagá-las na ocasião própria. XI . II .Uso do nome do Senhor: Que os cristãos não profiram o nome do Senhor em vão. nem ofendam o seu próximo ou mesmo levem irmãos perante as autoridades judiciais para dirimir desentendimentos sem pri- meiro recorrer aos meios indicados na Palavra de Deus (1Co 6).Negócios: Que os cristãos não pratiquem a usura nem sejam gananciosos em seus negócios.9.Comunhão com o Senhor: Que os cristãos evitem parti- cipar de qualquer atividade que possa levá-los a perder sua co- munhão com o Senhor Jesus Cristo e com a Igreja.15. VI .Relacionamento pessoal: Que os cristãos não briguem. vestindo os nus. dando prio- ridade aos da família da fé. V . É neces- sário evitar tomar tempo demasiado com cânticos. nem chocarrices ou ironias em torno de ex- pressões bíblicas e coisas santificadas ao Senhor.Deveres pessoais: Recomenda-se aos cristãos da Igreja 59 Parte 2 . 08:57 . nem façam uso de palavras torpes.1-7. VIII . propor- cionando-lhes conforto espiritual e apresentando-os a Jesus como Salvador e Senhor.pmd 59 8/12/2009. os seguintes textos: 1Co 11. IX . X .

a juízo do Presbitério. XII . Nós os com- batemos por serem pecaminosos contra o corpo. e para ambos instituiu o casamento como forma de constituição da família. bebida alcoólica e droga.Regimento. XIII . c) Frequentem assiduamente os cultos e a Escola Bíblica Domini- cal. jogo do bicho. § 2º Os princípios bíblicos da discrição de que trata o inciso I serão interpretados e orientados pelo Colégio Episcopal. Art.14-18). pois corrompem a moral e enfraquecem o caráter. que é o templo do Espírito Santo. clubes. em casos específicos.Que os membros da Igreja Metodista Wesleyana sejam orientados a não se casar com incrédulos ou pessoas que profes- sam outra fé religiosa que não seja a evangélica (2Co 6. d) Estejam presentes aos cultos de Ceia do Senhor e sejam jubilosos participantes. E. que: a) Pratiquem a oração tanto em particular quanto em família. dois sexos distintos. II .Deus criou o homem e a mulher. bingos e ou- tros jogos correlatos. concílios e nos cargos de lide- rança na igreja local e na região.Fazem parte de sociedades secretas: o cristão não pode envolver-se com grupos ou sociedades de atividades secretas.pmd 60 8/12/2009. b) Façam diariamente leituras cuidadosas da Bíblia Sagrada. 08:57 . 4º Não podem ser membros da Igreja Metodista Wesleyana os que: I . pode- rão sofrer disciplina mais séria. III .Praticam jogos de azar: o cristão não pode arriscar seus recursos e patrimônio em loterias. Nós os combatemos. organizações ou entidades cujas atividades sejam incom- 60 Parte 2 .Praticam males sociais: o cristão não pode usar. Entendemos assim que o casamento é a união entre um homem e uma mulher. fabricar ou comercializar tabaco. § 1º Os membros da Igreja Metodista Wesleyana que siste- maticamente se opuserem a essas regras perderão o privilégio de representá-la em convenções.

mantêm uma união homosse- xual ou fazem a sua apologia. 61 Parte 2 . 08:57 .Regimento.pmd 61 8/12/2009. patíveis com a vida cristã e que prejudiquem a vida de santidade ao Senhor.Praticam o homossexualismo. IV .

Demonstram o coração abrasado pelo Espírito Santo. 62 Parte 2 . de autoria do bis- po Gessé Teixeira de Carvalho. plantada no mundo. Demonstra a silhueta do mundo. II . Labaredas de fogo em movimento formando o coração. Demonstra a obra redentora de Cristo Jesus no mundo e aponta o céu como destino eterno do cristão. que recebe o número 361 em nosso hinário oficial Cânticos de Adoração. 08:57 . como também a purificação e santidade progressiva pelo fogo do Espírito Santo.pmd 62 8/12/2009. Semicircunferência como base para a cruz.Regimento.O símbolo gráfico com uma cruz e um coração estilizado em forma de chamas.O hino “Igreja Metodista Wesleyana”. significando que estamos no mundo para apresentar o plano redentor de Cristo Jesus. Seguem modelo e significação: Cruz em perspectiva. apontando para o céu. 3 DOS SÍMBOLOS DA IGREJA Art. 5º A Igreja Metodista Wesleyana adota os seguintes símbo- los: I .

que é tipificado pelo arco estilizado de cor vermelha que cobre “o plano da redenção”.A logomarca com a padronização do estilo da letra e seus formatos característicos do nome “Igreja Metodista Wesleyana”: IV . c) Essa pureza só é conquistada por meio do sangue de Jesus. d) O slogan “Santidade como estilo de vida” resume o ideal de um verdadeiro cristão que aceita o plano redentor e busca pure- za por meio do sangue de Jesus. que deverá obter os seguintes critérios e proporções: a) Plano da redenção de Cristo Jesus.Regimento. e) A cor azul no fundo remete à santidade absoluta que só ire- mos ter no céu. Símbolo da Igreja Metodista Wesleyana demonstrando o coração abrasado pelo Espírito San- to. b) Cor branca faz o plano de fundo do símbolo da redenção (cruz). III . demonstrando pureza. 08:57 .pmd 63 8/12/2009. 63 Parte 2 .Uma bandeira que representa o ideal da Igreja Metodista Wesleyana como corpo de Cristo.

Cor azul: Céu. As normas dessas imagens deverão ser obedecidas pelos en- volvidos com o uso constante da marca “Igreja Metodista Wesleyana”. que as esclarecerá. A identidade visual tem por objetivo estabelecer crité- rios para sua aplicação.Regimento. VI . Referência: Pantone 485 C. § 1º A marca é um dos maiores patrimônios de uma deno- minação. paz.Padronização e significação das cores: Cor vermelha: Fogo.pmd 64 8/12/2009. aceitação social. pureza. § 3º Fica terminantemente proibido o uso da marca para fins comerciais sem a prévia autorização por escrito da Secreta- ria-Geral de Administração. vibração. assegurando sua qualidade e integridade. tranquilidade. 08:57 . vivacidade. Referência: Pantone 2728 C.A Igreja Metodista Wesleyana adota como sua marca e bandeira as imagens a seguir: Marca: (união do símbolo e do logotipo) 64 Parte 2 . de maneira que garanta uma imagem fiel. sangue. § 2º Todas as dúvidas de utilização correta da marca deve- rão ser encaminhadas à Secretaria-Geral de Administração. V . calor.

7º O Concílio-Geral executa a seguinte ordem de trabalho. Eleição das comissões transitórias. Relatórios: 65 Parte 2 . 5. ao qual se subor- dina. Bandeira: 4 DA IGREJA GERAL Art.Regimento. 08:57 . que poderá ser alterada. Demarcação dos limites do plenário. Eleição dos secretários de atas e do cronometrista. a critério do Conselho-Geral ou do pre- sidente: 1. 6.pmd 65 8/12/2009. SEÇÃO I Do Concílio-Geral Art. 2. Aprovação do Regimento. 3. Culto. 7. Chamada de rol e verificação do quorum. 4. 6º A Igreja Metodista Wesleyana tem como órgão legislador e administrativo supremo o seu Concílio-Geral.

pmd 66 8/12/2009. Art. Os recursos para o funcionamento do Colégio Episcopal 66 Parte 2 . SEÇÃO II Do Colégio Episcopal Art. serão eleitos entre os membros do Colégio Episcopal em atividade com mandato de 6 (seis) anos o vice-presidente e o secretário de atas. Art. preservando sua unidade. 8º O Colégio Episcopal é o órgão espiritual de consulta. a) Dos bispos. em sua primeira reunião. aconselhamento e disciplina. exceto nos casos de competência do Conselho-Ge- ral. c) Das comissões permanentes. 10. proferindo decisão final nas ma- térias de sua competência. 8. d) De outras organizações.Regimento. Legislação. d) De outras organizações. Eleições: a) Dos bispos. b) Dos secretários-gerais. 08:57 . § 1º É a instância superior para julgar e solucionar conflitos eclesiásticos em grau de recurso. § 1º O presidente do Colégio Episcopal será o bispo presi- dente do Conselho-Geral. § 2º É órgão de interpretação da legislação na Igreja Metodista Wesleyana. 11. c) Das comissões permanentes. podendo emitir súmulas com eficácia vinculante. Encerramento. 9. b) Dos secretários-gerais. 10. 9º O Colégio Episcopal compõe-se dos bispos em atividade ou não. § 2º Após o Concílio-Geral. Relatórios das comissões transitórias. que assegura o pleno cumprimen- to da missão da Igreja.

O livro ficará sob sua res- ponsabilidade. prática e unidade da Igreja 67 Parte 2 .Presidir reuniões convocadas pelo presidente em sua ausência. 12.Fazer a correspondência e as comunicações oficiais do Colégio Episcopal. 14. Ao presidente compete: I . Art.Atender às solicitações do presidente. Art. Ao vice-presidente compete: I . II .Regimento. Das Atribuições do Colégio Episcopal Art. III .Convocar e presidir as reuniões. II . V .Manter constante contato com os bispos em suas regi- ões. serão providenciados pela Secretaria-Geral de Finanças.Assessorar o presidente no exercício das suas atribuições e substituí-lo nas suas faltas ou impedimento.Lavrar as atas das reuniões do Colégio Episcopal e registrá- las em livro próprio ou sistema digital.Comparecer a eventos regionais. desde que possível. Ao Colégio Episcopal compete: I .pmd 67 8/12/2009. II . Aos vogais compete: I . 13. 08:57 . 11.Exercer as funções que lhe sejam atribuídas pelo Colégio Episcopal. em casos especiais. Art.Nomear Comissão de Sindicância para apurar denúnci- as contra os membros do Colégio Episcopal. Art. III . nas Regiões Eclesiásticas. 15.Zelar pelos postulados de fé. Ao secretário de atas compete: I . II . IV .Participar das reuniões e convocações do Colégio Epis- copal. com aquiescência do Colégio Episcopal.Intervir eclesiasticamente.

de sua competência. XIX. X .Regimento. II . 3º das Regras Gerais. do Estatu- to). O Colégio Episcopal não pode: I . 16. IV .Emitir parecer sobre temas vigentes no país. 14 e 15 do Estatuto). servi- rá de último grau de apelação em matéria eclesiástica. 12. VIII . Art. 5. b.Tratar da disciplina de membros do Colégio Episcopal. III . que julgará o mérito e providenciará a publicação no órgão oficial.Emitir pareceres e súmulas interpretativas em caso de conflito de interpretação da legislação da Igreja. caso haja necessidade. IX . Metodista Wesleyana.Manifestar-se em nome da Igreja Metodista Wesleyana em momentos oportunos. no que couber os mesmos moldes de minis- tros.Receber e julgar casos de apelação de clérigos discipli- nados pelos conselhos ministeriais regionais e leigos disciplina- dos pelos presbitérios (Art.Julgar casos de acusação ou justa causa de bispos e ofici- ais-gerais. 37. V .Dar conhecimento público do posicionamento teológi- co da Igreja Metodista Wesleyana. exceto nos ca- sos de competência do Conselho-Geral (Art. mediante relatório da Comissão de Sindicância. XI .Tratar em primeira convocação de assuntos referentes a 68 Parte 2 . pastores e missionárias. Das Restrições do Colégio Episcopal Art. VII . garantido o direito de ampla defesa e observando este processo disciplinar. ou mesmo nas igrejas evangélicas brasileiras. VI .Interpretar os princípios bíblicos do inciso I. 08:57 . dar decisão em caráter provisório e encaminhá-la ao Conselho-Ge- ral.Expedir circulares de orientação quanto aos usos e cos- tumes. seguindo as nor- mas aplicáveis aos membros da Igreja (Artigos 13.pmd 68 8/12/2009. Quanto aos clérigos e leigos.Receber as questões de lei. do Estatuto).

O Conselho Central poderá eleger um Comitê Executivo para tratar de assuntos emergenciais. 18. 17. II . com mandato sexenal: os do Brasil serão os secretários- gerais de educação cristã. uma região que não tenha presente seu superintendente.Convocar e presidir as reuniões do Conselho Central.Ratificar ou aplicar disciplina sem o devido processo le- gal a qualquer membro da Igreja Metodista Wesleyana. indicados pelas igrejas.Prestar informações ao Conselho-Geral sempre que so- licitado. V . III . Os estran- geiros: o superintendente regional e mais um clérigo e um leigo. Parágrafo único. O Conselho Central tem a seguinte composição: três membros do Brasil e três membros de cada país onde estiver a IMW. 08:57 .Regimento. Art. SEÇÃO III Do Conselho Central Art. Art. Art.Interpretar os interesses das igrejas membros no Con- selho-Geral.Relatar ao Concílio-Geral. após sua composição. Parágrafo único. 20. 19. de finanças e de missões. II . Ao vice-presidente compete: 69 Parte 2 . O superintendente-geral é o presidente do Con- selho Central. IV . 21. III . será convoca- do pelo superintendente-geral e escolherá um secretário e um tesoureiro.Interferir nas responsabilidades do Conselho-Geral. O Conselho Central é o órgão de ligação entre a Igreja Metodista Wesleyana no Brasil e as existentes no estrangeiro. O Conselho Central. Art.pmd 69 8/12/2009. Ao presidente compete: I .Executar as decisões do Conselho Central.

Receber as cotas votadas pelas igrejas membros para o sustento e o funcionamento do Conselho Central. II .Atender às solicitações do presidente. IV . Das Atribuições do Conselho Central Art. por tempo pre- determinado. intercâmbio de cléri- gos e missionários nacionais com estrangeiros. 08:57 . havendo conveniência.Solicitar verbas para o funcionamento do Conselho Cen- tral aos órgãos competentes de cada igreja.Promover. determinado a cota necessária. 22. será realizada uma em cada país.Apresentar ao Concílio-Geral o livro para exame.pmd 70 8/12/2009. § 1º O Conselho Central realizará duas reuniões ordinárias no sexênio e tantas quantas forem necessárias. Art. 70 Parte 2 . 24.Programar encontros.Apresentar ao Concílio-Geral o livro para exame. Ao tesoureiro compete: I .Prestar relatório anualmente ao Conselho Central.Regimento. III . Ao Conselho Central compete: I . II . II . alternadamente. III . III .Lavrar as atas em livro próprio.Substituir o presidente em seu impedimento. IV . sem que se alterem os programas no âmbito nacional.Escriturar em livro próprio a contabilidade. § 2º Quanto às reuniões. III .Presidir reuniões convocadas pelo presidente em sua ausência. I .Fazer as comunicações oficiais do Conselho Central. retiros e seminários envolvendo as igrejas. V .Tratar da unidade da igreja nacional com as estrangeiras. 23. sempre convocadas pelo presidente. II .Elaborar planos de intercâmbio entre as igrejas. Ao secretário compete: I . Art.

Exercer a Superintendência-Geral.Presidir o Concílio-Geral. em caso de vacância de uma superinten- dência regional. ou mais. VIII .Dar decisões de lei.Representar a denominação eclesiasticamente.Regimento. O superintendente-geral é o bispo eleito e ordenado que obteve a maior votação no escrutínio do Concílio-Geral. XIII .pmd 71 8/12/2009. III .Zelar pela unidade ética ministerial.Nomear os bispos regionais assessorado pelo Conselho- Geral. XII . e encaminhá-las ao Colégio Episcopal. 08:57 . no caso de vacância de Superintendência Re- gional. a cerimônia de ordenação de ministros e de consagração 71 Parte 2 . IV . XIV . XI . nas Regiões Eclesiásticas.Relatar ao Concílio-Geral. Ao superintendente-geral compete: I . VII – Convocar o Concílio-Geral Ordinário ou Extraordiná- rio.Nomear Comissão de Sindicância Geral. Art. IX . b) Os superintendentes regionais.Presidir. 27. São oficiais-gerais: a) O superintendente-geral. 26. X . SEÇÃO IV Dos Oficiais-Gerais Art.Zelar pelos padrões doutrinários da Igreja. Do Superintendente-Geral Art. c) Os secretários-gerais. 25. II .Decidir questões de ordem quando na presidência de um Concílio-Geral. ouvido o Conselho-Geral. V .Intervir com aquiescência do Conselho-Geral. VI . após consulta ao Conselho-Geral em caráter definitivo.Exercer a superintendência de uma região para a qual foi nomeado. em caso de de- núncia e queixa contra bispos e oficiais-gerais. em ca- sos especiais.

29. VII . e aguar- dar a decisão do Conselho-Geral. Ao superintendente regional compete: I .Presidir o Concílio Regional e o Concílio-Geral.Representar a Igreja eclesiasticamente em sua região. o bispo superintendente- geral precisa aguardar a decisão final do Conselho-Geral. ou mais.Enviar ao Fundo Imobiliário Wesleyano 100% dos seus dízimos. § 1º Ao requerer sua jubilação.Relatar ao Concílio Regional e ao Concílio-Geral. 28.Promover de ofício a jubilação dos bispos aos 70 anos.Zelar pelos padrões doutrinários da igreja na região.Convocar Concílio Regional. ou antes. Dos Superintendentes Regionais Art. b) Atos praticados com desvio de finalidade do superinten- dente regional. II .Exercer a superintendência da região para a qual foi no- meado. em casos de vacância de uma Superintendência Regional. V .Decidir questões de ordem quando na presidência de 72 Parte 2 . 180.Requerer sua jubilação aos 70 anos.Zelar pela unidade ética ministerial regional. XVI . de pastores e missionárias. IV . nos termos do Art. 08:57 . c) Atos de imoralidade passivos de disciplina. depois de reunido o Conse- lho-Geral nos seguintes casos: a) Atos de improbidade administrativa. XVII . § 2º Competirá ao superintendente-geral praticar os proce- dimentos de intervenção regional. III . VI . se convi- dado pelo superintendente-geral. Art.pmd 72 8/12/2009. XV . ordenado e nomeado para assumir a superintendência de uma ou mais Regi- ões Eclesiásticas. VIII . ouvido o Conselho Ministe- rial Regional. O superintendente regional é o bispo eleito.Regimento.

nos termos do Art. Mais votado. em caso de denúncia contra membros do Concílio Regional. Mais tempo de ministério na Igreja Metodista Wesleyana. § 1º Ao requerer sua jubilação.Organizar a região para a qual foi nomeado. XVIII . XIV . XIII .Ordenar ministros. o ministro que obteve maioria absoluta na votação do Concílio-Geral será ordenado bispo. um Concílio Regional. IX .Nomear Comissão de Sindicância.Convocar retiros e reuniões de caráter inspirativo. XVI . X . no- meado e empossado.pmd 73 8/12/2009. desde que a vacância se dê até 2 (dois) anos do próximo Concílio-Geral. XII . pastores e missionárias assessorado pelo Conselho Ministerial Regional. §2º No caso de vacância da Superintendência Regional no interregno dos concílios-gerais. 73 Parte 2 . serão utilizados os seguintes critérios: 1.Requerer sua jubilação aos 70 anos. Mais idade. XV .Nomear ministros. objetivando o crescimento da Igreja e o desenvolvimento espiri- tual dos clérigos. 3. § 3º No caso de mais de um candidato ter alcançado a mai- oria absoluta. XI . XVII . se ela não estiver em atividade. 2. 08:57 .Emitir decisões de lei em caráter provisório e encaminhá- las ao Conselho-Geral ou ao Colégio Episcopal quando pertinen- te. 180.Regimento. 180.Enviar ao Fundo Imobiliário Wesleyano 100% dos seus dízimos. ou antes.Promover a jubilação dos ministros e dos pastores aos 70 anos e das missionárias aos 65.Presidir o cerimonial de consagração dos pastores e das missionárias. nos termos do Art. presidida por um membro do Conselho Ministerial Regional. o bispo superintendente regional precisa aguardar a decisão final do Conselho-Geral.

Convocar e presidir as reuniões das respectivas secretari- as. § 1º As secretarias se reúnem em qualquer época. As secretarias-gerais são compostas de cinco pessoas.Organizar planos de trabalho que serão estudados e aprovados pelas respectivas secretarias. 30. II . sob a presidência dos secretários-gerais. Secretários-gerais são ministros eleitos pelo Concílio- Geral.Tomar parte nas reuniões do Conselho-Geral. 32. 74 Parte 2 . 08:57 . VI . SEÇÃO V Das Secretarias-Gerais Art. e relatam ao Concílio-Geral.Indicar nomes para compor os conselhos-diretores de instituições que estejam sob sua orientação. todas membros da Igreja Metodista Wesleyana. visando em tudo à harmonia na obra e à glória do trino Deus. Art.Regimento. IV . aos quais compete: I . as secreta- rias elegem um vice-presidente e um secretário de atas. Dos Secretários-Gerais Art.Relatar ao Concílio-Geral. depois de ouvido o Conselho-Geral. § 2º Na primeira reunião após o Concílio-Geral. As secretarias-gerais são órgãos que executam os planos e os programas da Igreja.Indicar nomes para compor as secretarias-gerais. § 3º Ocorrendo vaga em qualquer secretaria. ela mesma preencherá a vaga. Parágrafo único. III . 31. Os secretários-gerais serão empossados du- rante o Concílio-Geral. sempre convocadas pelos respectivos secretários. agindo cada uma em seu próprio setor de ação. com a presença míni- ma da metade mais um de seus membros.pmd 74 8/12/2009. V .

judicial e extrajudicialmente pelo secretário-geral de administração (Art.Cuidar da obra de ação social da Igreja. II . IV .Promover e orientar o desenvolvimento das atividades de cunho social por Igrejas Locais. 75 Parte 2 . e dar assis- tência. III .Outorgar procuração a entidades e organizações gerais. por meio de pedidos em conformidade com a lei. distritos e regiões. IV .Orientar a Igreja no combate aos males sociais.Inventariar os bens da Igreja anualmente. 33.Implantar ações voltadas para o atendimento de cléri- gos. civil. Art. ouvido o Conselho-Geral.Firmar convênios com instituições governamentais e não governamentais para cumprir metas e projetos aprovados pelo Conselho-Geral. 36.Regimento. A Secretaria-Geral de Administração é o órgão por meio do qual a Igreja cuida de seus interesses administrativos e dos bens móveis e imóveis.Adquirir bens em nome da Igreja Metodista Wesleyana. por meio das secretarias regionais de ação social.pmd 75 8/12/2009. elaborando um plano de atividades. pas- siva. pessoas na terceira idade e crianças e adolescentes em situ- ação de risco. mediante parecer do Conselho-Geral. 34. 08:57 . Da Secretaria-Geral de Ação Social Art. Da Secretaria-Geral de Administração Art. A Igreja Metodista Wesleyana é representada ativa. II . III . A Secretaria-Geral de Ação Social é o órgão por meio do qual a Igreja cuida do serviço de assistência social e tem por fina- lidade: I . 35. À Secretaria-Geral de Administração compete: I . decidindo sobre ele. Art. V . 19 do Estatuto).Examinar a documentação de pedido de venda de pro- priedades que estejam sob jurisdição geral.

mediante pedido do bispo da região. X . § 1º O secretário-geral de administração poderá credenciar os seus correspondentes nas regiões para exercer os poderes pre- vistos neste artigo.Escriturar em livro apropriado as estatísticas regionais das entidades. b) Plantas das construções.Assessorar.Decidir sobre construções na Igreja e verificar sua docu- mentação. barras do CNPJ para novas igrejas e entidades da Igreja. quando necessário. junto à Receita Federal. § 2º Os documentos de que trata o inciso V são: a) Escrituras de propriedades. IX .Programar nas regiões seminários de orientação sobre como fazer as estatísticas da Igreja.Manter atualizado o fichário com endereços: a) Dos clérigos. V . c) Livros encerrados. § 4º A Secretaria-Geral de Administração poderá contratar assessoria de técnicos para auxiliá-la.Regimento. § 3º A Secretaria-Geral de Administração poderá contratar assessoria jurídica para as demandas afins.Requerer. nos limites do Estatuto e do Regimento Interno por meio de comunicação oficial.Expedir resoluções normativas de procedimentos ad- ministrativos nos casos de omissão.pmd 76 8/12/2009. analisar e auditar junto aos órgãos gerais e à Igreja a escrituração contábil. c) Das entidades. XI . bem como seus Demonstrativos Financeiros. VII . VI . VIII . bem como para a Comis- 76 Parte 2 . b) Das igrejas. anualmente.Registrar em livro apropriado ou em ficha os dados relacionados dos bens móveis e imóveis da Igreja. XIV . XIII .Conservar arquivados em ordem os documentos ativos e inativos da Igreja. 08:57 .Receber relatórios dos fundos criados pelas secretarias- gerais. XII .

pmd 77 8/12/2009. e tem por finalidade: I . § 1º A Secretaria poderá criar ministérios gerais e nomear seus respectivos líderes. de acordo com a necessidade da Igreja.Supervisionar as atividades das instituições vinculadas à Secretaria.Administrar. são Geral de Estatística e Informática e na área de marketing e comunicação social. IV . IX . apresentando- o antes ao Conselho-Geral para aprovação. Da Secretaria-Geral de Finanças 77 Parte 2 .Criar ou eliminar cursos.Planejar campanhas vocacionais. por meio de conselhos-diretores. VI . tanto para atender às necessidades de âm- bito geral quanto regional. V . o diretor-geral dos departamentos por ocasião dos congressos gerais. 37. entre os diretores regionais.Preparar o padrão cultural e doutrinário.Organizar e executar os seminários de atualização teoló- gica. X .Determinar literatura para a Escola Bíblica Dominical.Regimento. na área geral. VII . ouvido o Conselho-Geral.Orientar a arrecadação dos 10% junto às secretarias re- gionais referentes aos dízimos das escolas bíblicas dominicais.Nomear. § 2º Os ministérios gerais trabalham sob a supervisão da Secretaria-Geral de Educação Cristã. Da Secretaria-Geral de Educação Cristã Art.Preparar pregadores e líderes por meio de cursos forne- cidos às secretarias regionais de educação cristã. 08:57 . III . VIII . § 3º A Secretaria organizará os respectivos regimentos para os ministérios gerais. A Secretaria-Geral de Educação Cristã é o órgão por meio do qual a Igreja cuida do desenvolvimento espiritual e intelectu- al dos seus membros. ouvido o Conselho-Geral. II . o Centro de Formação Teológica da Igreja Metodista Wesleyana e o Cen- tro de Publicações.

que necessi- te de recursos para a promoção de seu programa solicitará desta Secretaria os meios ou fará proposta que solucione cada caso.Orientar as regiões quanto ao levantamento de recur- sos para o sustento regular e em campanhas especiais para fins determinados. 39. A Secretaria-Geral de Finanças é o órgão que pro- move o levantamento de recursos financeiros para o sustento de clérigos e instituições gerais. III . 08:57 . será submetido ao Conselho-Geral. IV . No período entre os concílios-gerais. VII .Apresentar ao Conselho-Geral para aprovação o indexador da tabela de subsídio para os clérigos. com fins determinados. IX . À Secretaria-Geral de Finanças compete: I . Art.Apresentar anualmente ao Conselho-Geral o livro de tesouraria para exame.Apresentar ao Conselho-Geral o critério orçamentário.Sustentar os clérigos da Administração-Geral sem sus- tento das regiões.Regimento. só poderá ser utilizado para os fins a que se destinam. II .Apresentar ao Conselho-Geral para aprovação o estu- do da Secretaria-Geral de Finanças propondo a tabela de subsí- dio para os clérigos.Levantar verbas necessárias à manutenção da obra. A Secretaria-Geral de Missões tem sob sua responsabili- dade a grande tarefa de expandir o Reino de Deus por meio da 78 Parte 2 . 38. os reajus- tes orçamentários. 40. VI . § 2º Qualquer verba ou donativo recebido por esta Secreta- ria. Art.Distribuir pelas regiões as cotas orçamentárias a ser le- vantadas. ou outro órgão geral. Parágrafo único. V . Da Secretaria-Geral de Missões Art. ou qualquer outro assunto da competência desta Secretaria. § 1º Qualquer secretaria. VIII .Apresentar relatório ao Concílio-Geral.pmd 78 8/12/2009.

08:57 .Regimento. por meios ao seu alcance. ouvidos os respectivos bispos.pmd 79 8/12/2009.Orientar as Comissões Regionais quanto à aquisição de 79 Parte 2 .Elaborar um Plano-Diretor de Informática (PDI) para a Igreja. visando ao sustendo das missionárias. deverá ser feito pela Secretaria-Geral de Missões. VII .Orientar nas regiões sobre atividades a ser realizadas por equipes de voluntários para trabalhos missionários e evangelizadores em determinados períodos do ano. com ofertas especiais. À Comissão Geral de Estatística e Informática compete: I . o ardor missioná- rio e evangelizador da Igreja. com abrangência em to- das as Regiões Eclesiásticas. e tem por finalidade: I . II .Todo encaminhamento de candidatos ao preparo. Seção VI Das Comissões Gerais Art. b) Nacionais: a Secretaria-Geral de Missões poderá abrir frentes missionárias onde não haja nenhum trabalho iniciado por qual- quer das regiões. e divulgando o dia de Missões Es- trangeiras.Desenvolver. tanto no estrangeiro quanto nas áreas nacionais sob os cuidados da Secretaria-Geral de Missões. VI . III . despertando assim a visão missiológica e transcultural da Igreja.Formar agência missionária para treinamento transcultural e envio de candidatos com chamada para o campo. que é a missão precípua da Igreja. V . 41. IV . II . visando ao desenvolvimento da fé e à busca do poder de Deus.Promover congressos e consultas missionárias. ação missionária.Planejar a criação de frentes de missões em áreas: a) Estrangeiras: propondo ao Conselho-Geral os meios de levan- tamento do sustento para os clérigos.Sustentar os clérigos nos Campos Missionários gerais. em con- junto com as secretarias regionais. e consequentemente ao campo missionário transcultural.

Competência da Comissão de Legislação: I .Regimento.Receber relatórios das atividades dentro da região.Elaborar as estatísticas da Igreja e trazê-las em arquiva- mento de banco de dados. 80 Parte 2 . III . após cada Concílio Regional. A Comissão fará chegar às mãos dos dele- gados eleitos o anteprojeto em até 30 dias antes do Concílio- Geral. Esta Comissão será orientada e supervisionada pela Secretaria-Geral de Administração. Art.Emitir parecer sobre legalidade de interpretação do Es- tatuto e do Regimento Interno.Harmonizar a legislação com as decisões tomadas no Con- cílio-Geral. IV . anu- almente.Receber cópia de segurança das Comissões Regionais de Estatística e Informática e dos dados relativos à região. 42. V .pmd 80 8/12/2009. dentro do estabelecido no Plano-Diretor de Informática. As propostas deverão ser encaminhadas à Comissão de Legislação até o último Concílio Regional que ante- cede o Concílio-Geral. III . VI . no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. Parágrafo único.Receber sugestões e formular propostas ou emendas na legislação da Igreja e encaminhá-las ao plenário do Concílio-Ge- ral. equipamentos. bem como ser o órgão consultivo do Conselho-Geral. Parágrafo único. II . contando do último dia de reunião desse órgão. 08:57 .Desenvolver e/ou contratar serviços especializados para criação e implantação de sistemas aplicativos para atendimento das necessidades administrativas e gerenciais da Igreja.

§ 2º Os Campos Missionários subdividem-se em setores. 46. sob a supervisão da Secretaria-Geral de Missões. Do Campo Missionário Estrangeiro Art. 44. por meio do Conselho Central. O Campo Missionário Nacional é a área fora da jurisdi- ção das Regiões Eclesiásticas. a Secretaria-Geral de Missões as transferirá para a região mais próxima. 08:57 .Regimento. e estes em igrejas. 47. Um Campo Missionário é criado mediante pedido da Secretaria-Geral de Missões ao Conselho-Geral. Art.pmd 81 8/12/2009. 43. Parágrafo único. 45. Art. A Igreja Metodista Wesleyana estabelecida no estran- geiro manterá vínculo com a Igreja Metodista Wesleyana no Bra- sil. O Campo Missionário Estrangeiro que tenha registro de personalidade jurídica no país onde atua será Igreja Metodista Wesleyana Estrangeira. e que possua condições de subsidiar os seus pasto- res. § 1º Uma vez organizadas igrejas em área estritamente missionária. Art. ainda que com outra nomenclatura. 81 Parte 2 . o bispo da Região Eclesiástica mais próxima acumu- lará a Superintendência. Ao organizar-se uma Igreja Metodista Wesleyana no exterior. O Campo Missionário Estrangeiro é a área situada fora do país. SEÇÃO VII Dos Campos Missionários Do Campo Missionário Nacional Art.

por meio de suas secretarias-gerais. 08:57 . em número de cinco. DOS DEPARTAMENTOS E DAS INSTITUIÇÕES SEÇÃO I Dos Fundos Gerais Art. A Igreja Metodista Wesleyana. por meio de suas secreta- rias-gerais. Os fundos têm seus membros. poderão funcionar com diretores regio- nais indicados pelos secretários regionais e aprovados pelo Con- selho Ministerial Regional da respectiva região. Seus objetivos e pro- pósitos seguem a orientação do regimento aprovado pelo Con- selho-Geral. Art. com mandato sexenal. 5 DOS FUNDOS. está vin- culado à Secretaria-Geral de Administração. 51.pmd 82 8/12/2009. está vinculado à Secretaria-Geral de Missões. § 2º O funcionamento dos fundos nas regiões seguirá a nor- 82 Parte 2 . b) Fundo Imobiliário Wesleyano. cuja sigla é Fuemis. As diretorias dos fundos compõem-se de um presidente. Os fundos prestarão informações aos concílios regionais por meio de seus representantes. Suas atividades são ori- entadas por regimento preparado pela Secretaria-Geral de Mis- sões e aprovado pelo Conselho-Geral. § 1º Nas regiões. 49. DOS ÓRGÃOS. um vice-presidente. Art. um secretário de atas e um tesoureiro. os fundos criados pela Igreja.Regimento. in- dicados pelos respectivos secretários-gerais e eleitos pelo Con- selho-Geral. mantém os seguintes fundos: a) Fundo de Expansão Missionária. 50. 48. Art. cuja sigla é FIW.

§ 3º Os secretários-gerais são membros ex-ofício dos fun- dos vinculados às respectivas secretarias. Art. 52. A Awas será supervisionada e fiscalizada pela Secretaria- Geral de Ação Social. O CAW é calculado na base de 8% do total do subsídio mensal. Art. 53. Art. no desempenho da tarefa social. e no âmbito local por sua diretoria. que faz o repasse para a previdência privada em nome do participante. SEÇÃO II Dos Órgãos Gerais Da Associação Wesleyana de Ação Social – Awas Art. 55. em todos os níveis. O CAW orienta-se em sua aplicação por regimento pre- parado pela Secretaria-Geral de Finanças e aprovado pelo Con- selho-Geral. O Complemento de Aposentadoria Wesleyana (CAW) é um órgão da Secretaria-Geral de Finanças com a função de auxi- liar os clérigos na formação de um fundo para complemento de sua aposentadoria. No âmbito regional pela Secretaria Regio- nal de Ação Social. O valor é deposita- do na conta-corrente da Secretaria-Geral de Finanças.pmd 83 8/12/2009. 83 Parte 2 . inclusive com a taxa de expediente. ma pelas secretarias-gerais. que ministrarão às secretarias as de- vidas adaptações. A Associação Wesleyana de Ação Social (Awas) é um ór- gão da Secretaria-Geral de Ação Social com o objetivo de apoiar e fiscalizar as associações locais da Igreja Metodista Wesleyana. Do Complemento de Aposentadoria Wesleyana – CAW Art.Regimento. 54. 08:57 . 56.

Art. indicados pelo secretário-geral de educação cristã e eleitos pelo Conselho-Ge- ral com mandato de 6 (seis) anos. Art. órgão oficial da Igreja. Os redatores das diversas publicações serão eleitos pelo 84 Parte 2 . 08:57 . sendo um deles neces- sariamente ministro e os demais clérigos ou leigos. Art. O Centro de Publicações é um departamento da Secreta- ria-Geral de Educação Cristã. 57. o secretário-geral de educação cristã convoca os eleitos e organiza a mesa. além de outras publicações do interesse da Igreja. § 1º Após a reunião do Conselho-Geral. Do Centro de Publicações Art. SEÇÃO III Dos Departamentos Gerais Da Agência Missionária Wesleyana – Agemiw Art. O regimento da Agemiw será elaborado pela Secretaria-Geral de Missões e aprovado pelo Conselho-Geral. 58. que fez a eleição. e a litera- tura para a Escola Bíblica Dominical. Parágrafo único. elegendo um presidente. com direito a voto. 60. 59. O Centro de Publicações tem por finalidade administrar e editar o jornal Voz Wesleyana. A Agência Missionária Wesleyana (Agemiw) é um depar- tamento da Secretaria-Geral de Missões cuja finalidade é auxiliá- la no desempenho de suas funções no âmbito de missões transculturais. 61. § 3º O presidente do Conselho-Diretor terá de ser um mi- nistro em atividade.Regimento. O Centro de Publicações é administrado por um Conse- lho-Diretor composto de cinco membros. um vice-presidente e um se- cretário de atas. § 2º O secretário-geral é membro ex-ofício do Conselho- Diretor.pmd 84 8/12/2009.

Art. 08:57 .pmd 85 8/12/2009. O Ceforte é administrado por um Conselho-Diretor. 85 Parte 2 . poderá organizar in- ternatos. 78 § 1º). 65. dos quais um deverá ser graduado em pedagogia. SEÇÃO IV Das Instituições Gerais Do Centro de Formação Teológica – Ceforte Art. O Centro de Formação Teológica da Igreja Metodista Wesleyana – Ceforte é uma entidade educacional e religiosa vin- culada à Secretaria-Geral de Educação Cristã. com mandato de 6 (seis) anos. Art. § 3º e 4º . havendo necessidade. § 2º O Ceforte. 64. indicados pelo secretário-geral de edu- cação cristã e aprovado pelo Conselho-Geral. XIII. O Ceforte tem por finalidade dar formação teológica em vários níveis a candidatos de ambos os sexos. a quem está subor- dinado. § 2º O regimento do Ceforte é preparado pelo Conselho- Geral. Conselho-Diretor. na primeira reunião do exercício. O Centro de Publicações tem suas atividades e atribui- ções regidas por regimento preparado pela Secretaria-Geral de Educação Cristã e aprovado pelo Conselho-Geral.Regimento. e os que visam apenas servir na igreja local serão recomendados pelas igrejas em que são membros (Artigos 78. com- posto de três ministros e dois leigos. 62. § 1º Os candidatos que aspiram ao ministério serão reco- mendados pela Secretaria Regional de Educação Cristã. § 1º A organização e as atribuições do Conselho-Diretor cons- tam do regimento do Ceforte.Estatuto. 63. Art.

A Região Eclesiástica é a área cuja extensão e limites são determinados pelo Concílio-Geral. mediante pedido da Secretaria Regional de Educação Cristã. Art. e tendo aprovação do seu Conselho-Diretor e da Secretaria-Geral de Educação Cristã. ser reeleito. § 5º O secretário-geral de educação cristã é membro ex- ofício do Conselho-Diretor e com direito a voto. a eleição de seu substituto será para completar o mandato. § 4º No caso de vacância de diretor em meio ao exercício. no entanto. 86 Parte 2 . O Ceforte. § 2º As extensões prestarão anualmente relatórios ao dire- tor-geral sobre o próprio funcionamento. 6 DA IGREJA REGIONAL Da Região Eclesiástica Art. 08:57 . e este as repassará à Secretaria-Geral de Educação Cristã. incluindo as informações da sede geral. 66. 67.pmd 86 8/12/2009. § 3º Após a eleição do Conselho-Diretor. po- dendo ele. poderá funcionar como extensão nas diversas Regiões Eclesiásticas nacionais e estran- geiras. mediante sugestão do Conse- lho-Geral. o secretário-geral de educação cristã convoca seus membros e elege a mesa. com- posta de um presidente. um vice-presidente e um secretário de atas.Regimento. § 1º O regimento e a estrutura organizacional serão os mes- mos da sede.

Art.pmd 87 8/12/2009. Determinação de limites e horários. 70. a juízo do Conselho-Geral. de Diplomacia e de Escrutinadora. em cada reunião.Regimento. § 2º Uma região eclesiástica compreende dois ou mais dis- tritos. § 3º Haverá em cada Região Eclesiástica. que estejam no pleno exer- 87 Parte 2 . 8. Organização da chamada do rol. Bênção apostólica. Aprovação do Regimento. 08:57 . 12. 5. b) Dos superintendentes distritais. entre outras que julgar necessárias. O Concílio Regional tem a seguinte ordem para seus tra- balhos. 11. a critério do presidente da mesa: 1.Dos ministros e dos pastores. 4. Culto ou Devocional. Eleições. Relatórios das comissões permanentes. Informações: a) Do bispo. Relatórios das comissões transitórias. 69. 3. bienalmente. 9. um Concílio Regional. c) De outros oficiais e instituições. Art. 7. Leitura das nomeações pastorais. 6. § 1º Uma região eclesiástica é superintendida por um bispo e é administrada pelo respectivo Concílio Regional. O Concílio Regional elege. Eleição de comissões. 68. Eleição dos secretários. 2. Os candidatos à eleição de delegados ao Concílio-Geral estão sujeitos às seguintes exigências: I . 10. a qual poderá ser alterada se necessário. SEÇÃO I Do Concílio Regional Art. as seguintes comissões transitórias: de Cultos.

II . Secretários regionais são ministros em atividade. Entende-se por pleno exercício. com mandato bienal. para um mandato bienal. 72.Participar das reuniões como membros do Conselho Re- gional.Dos leigos. Parágrafo único. Art. mediante indicação do Conselho Minis- terial Regional. V . Aos secretários regionais compete: I . para efei- to de eleição como delegado ao Concílio-Geral. Parágrafo único.Representar na região as secretarias-gerais. eleitos pelo Concílio Regional. que sejam membros da Igreja Metodista Wesleyana por pelo menos 4 (quatro) anos e tenham no mínimo 25 anos de idade. 88 Parte 2 . 73. 71.Indicar nomes para compor os conselhos-diretores das instituições regionais que estejam sob sua orientação. os ministros e os pastores que estejam em atividade com nomeação.Convocar e presidir as reuniões das respectivas secreta- rias. 08:57 .pmd 88 8/12/2009. III . VI . Os secretários regionais indicam ao Conselho Ministerial Regional nomes para a eleição de cinco membros para compor as secretarias e as diretorias das instituições vinculadas a elas. II . Os secretários regionais eleitos são empossados na vigência do Concílio Regional. IV . cício de seu ministério. SEÇÃO II Dos Secretários Regionais Art.Regimento. Art.Organizar planos de trabalho que serão estudados pe- las suas secretarias e apresentados ao plenário do Concílio Regi- onal.Relatar no plenário do Concílio Regional.

VI . elegendo um vice-presidente.Outorgar procuração à entidade. após as indicações e a eleição. V . III . executar e supervisionar a obra social na re- gião. Da Secretaria Regional de Administração Art.Administrar por meio de conselhos-diretores as institui- ções de assistência social na região.Representar a Secretaria-Geral na região. um tesoureiro. reúnem-se por convocação dos respectivos secretários regionais para organizar sua mesa. II . um se- cretário de atas e. As secretarias regionais. II . 75. correspondentes às secretarias-gerais.Distribuir as minutas de pedido de procuração e orientar seu processamento. As secretarias funcionam sob a presidência dos secretários regionais e relatam no Concílio Regional. À Secretaria Regional de Administração compete: I . aos órgãos regionais e às igrejas para movimentar contas bancárias e transações públi- 89 Parte 2 .Estimular campanhas que visem combater os males so- ciais. 74. 08:57 . Art.Regimento. III . Da Secretaria Regional de Ação Social Art. não previsto no Estatuto e no Regimento In- terno. 77. Parágrafo único.pmd 89 8/12/2009.Programar. SEÇÃO III Das Secretarias Regionais Art. será resolvido pelo superintendente regional. IV. Parágrafo único. Em cada Região Eclesiástica funcionam cinco secretarias regionais.Cuidar do amparo das crianças e dos idosos. Qualquer assunto da competência das se- cretarias regionais. se necessário.Orientar planos de assistência social. a fim de pro- mover no âmbito Regional seus interesses. À Secretaria Regional de Ação Social compete: I . 76.Representar a Secretaria-Geral na região.

e encaminhá-lo ao Conselho Ministerial Regional.pmd 90 8/12/2009. VII . XII . c) Entidades locais e regionais.Registrar em livro apropriado ou em ficha os dados dos bens móveis e imóveis da região. pelos seus distritos.Escriturar em livro próprio as estatísticas da região. IX .Requerer.Recolher os documentos ativos e inativos das igrejas e encaminhar à Secretaria-Geral de Administração. dando ciência à Secretaria-Ge- ral de Administração. cas. XI . XVII .Adquirir bens na região em nome da Igreja Metodista Wesleyana. XIV . XIII .Organizar setores de administração. 08:57 . XVI . se autorizado pelo secretário-geral de adminis- tração. menos os que devem ficar na região para efeito de atendimento público.Manter o arquivo do patrimônio imobiliário. soli- citando sua aquiescência. X . b) Igrejas.Decidir sobre construções nas igrejas e verificar a do- cumentação. podendo exercer os poderes do secretário-geral de administração na região se for por ele credenciado.Comunicar à Secretaria-Geral de Administração a aqui- sição ou a venda das propriedades e enviar uma cópia dos docu- mentos para o inventário. VIII . ou dispor de bens imóveis. a pedido das Igrejas Locais e entidades.Administrar instituições por meio de conselhos-dire- tores que lhe sejam subordinados.Manter atualizado o fichário com endereços de: a) Clérigos da região.Decidir sobre o pedido para vender. IV . V . VI .Regimento.Receber informações dos fundos que funcionam na região. XV . 90 Parte 2 .Comunicar à Secretaria-Geral de Administração casos de doações à Igreja e recebê-las se for autorizado. as barras do CNPJ.

§ 3º Os ministérios regionais trabalham sob a supervisão da Secretaria Regional de Educação Cristã. § 2º A Secretaria poderá. X . reconhecidos pela Igreja. a juízo do Conselho Ministerial Regional. criar ministérios regionais e nomear seus respectivos líderes.Programar. III . supervisionar e auxiliar na administração e exe- cução das atividades dos departamentos e ministérios.Orientar os diretores regionais dos departamentos. VI .Preparar regimentos ou estatutos para: a) Departamentos regionais e locais. XII . À Secretaria Regional de Educação Cristã compete: I .pmd 91 8/12/2009.Preparar líderes leigos para a Escola Bíblica Dominical. 08:57 . ao Conselho Mi- nisterial Regional quando da recomendação de candidato ao mi- nistério para o Ceforte ou para as faculdades de teologia e semi- nários de outras denominações. recomendar e orientar candidatos ao minis- tério. 78.Examinar.Representar a Secretaria-Geral na região.Promover campanha vocacional. por escrito. IX). VIII . VII .Repassar 10% do arrecadado relativo aos dízimos das escolas bíblicas dominicais à Secretaria-Geral de Educação Cristã (Art.Regimento. executar e supervisionar a obra educacional na região. V .Promover convenções regionais da Escola Bíblica Domi- nical. § 1º A Secretaria comunicará. IX . XI . Da Secretaria Regional de Educação Cristã Art.Promover as convenções regionais por meio dos seus respectivos departamentos. b) Instituições regionais. IV . § 4º A Secretaria organizará os respectivos regimentos para os ministérios regionais. 37. ouvida a Secretaria-Geral de Educação 91 Parte 2 . II .Organizar e executar Seminário de Atualização Teológi- ca.Orientar.

apresentan- do ao Conselho Regional para aprovação.Providenciar verbas para os deslocamentos dos supe- rintendentes distritais e supervisores de Campos Missionários.Providenciar verbas para as mudanças pastorais.Apresentar o livro da tesouraria ao Conselho Ministeri- al Regional e à Secretaria-Geral de Finanças para exames. VII .Representar a Secretaria-Geral na região.pmd 92 8/12/2009.Efetuar os pagamentos regulares estabelecidos pelo Con- selho Ministerial Regional e os que forem autorizados pelo supe- rintendente regional. II . X . XI . 08:57 .Alocar verbas necessárias à manutenção da obra por meio de dízimos. § 2º O movimento financeiro da região seguirá a orientação 92 Parte 2 . 79. IV .Informar à Junta Diaconal no caso de clérigo de tempo integral e de tempo de serviço sobre qual deles deve ser remu- nerado. aprovadas pelo Conselho Regional. Da Secretaria Regional de Finanças Art. À Secretaria Regional de Finanças compete: I . com o critério a ser adotado. XIII . em caso de quebra dos orçamentos. IX . XII . § 2º).Providenciar verbas para o funcionamento e o desen- volvimento das atividades das secretarias e das instituições regi- onais.Enviar à Secretaria-Geral de Finanças 10% da arreca- dação como cota correspondente à sua participação geral. 187. III . VI . Cristã.Determinar. § 1º As secretarias e as instituições regionais solicitam des- ta Secretaria os recursos necessários para o seu funcionamento. V .Apresentar ao Conselho Ministerial Regional a tabela de subsídio dos clérigos com nomeação regional. o cor- te proporcional no subsídio dos clérigos. VIII . orçamentos e ofertas.Determinar à Junta Diaconal a tabela base com o valor que deverá subsidiar o clérigo (Art.Providenciar a cobertura dos orçamentos.Regimento.

VIII .Criar na Região Eclesiástica um Ministério de Evangelismo. da Secretaria-Geral de Finanças. não sendo permitido a qualquer outro órgão promover campanhas financeiras sem prévia autori- zação da Secretaria Regional de Finanças.Regimento. IV . como extensão de suas atribuições. V .Relatar o desenvolvimento das suas atividades ao Con- selho Regional. XII . ao Conselho Ministerial Regional. IX . quando soli- citado. 08:57 .Criar e manter Campos Missionários onde não haja tra- balho organizado.Representar a Secretaria-Geral na região. Parágrafo único.pmd 93 8/12/2009. VI . 93 Parte 2 . XIIII .Enviar à Secretaria-Geral de Missões a cota de 10% cor- respondente à sua participação geral.Promover congressos. 80.Promover campanhas de evangelização. no sexênio da colheita. À Secretaria Regional de Missões compete: I . A Secretaria-Geral de Missões poderá usar em suas atividades o Ministério de Integração Missionária Wesleyano (MIMW).Prestar contas de seu relatório financeiro.Planejar o levantamento de verbas para o sustento dos Campos Missionários Regionais.Administrar os Campos Missionários regionais. seminários e palestras na re- gião. II .Formar equipes de voluntários para trabalhos de mis- sões.Divulgar o Dia de Missões Nacionais com levantamento de ofertas especiais visando ao sustento dos missionários. XI . III .Planejar a programação para o exercício. na área regional. VII . X . § 3º Qualquer verba ou donativo recebido por esta Secreta- ria com fins determinados não poderá ser usado em outras fina- lidades. Da Secretaria Regional de Missões Art.

ao Conselho Ministerial Regional (Art. elaborado pela CGEI. 83. V . na região.Prever no PDI a interligação da administração da Igreja pela internet. 94 Parte 2 .pmd 94 8/12/2009. na região. o Plano-Diretor de Informática (PDI) para a Igreja. pastor e missionária. § 1º Os candidatos serão submetidos a um período probatório. À Comissão Ministerial compete examinar os candidatos a ministro. 82. II . acompanhado de proposta de aceita- ção ou não. SEÇÃO IV Das Comissões Regionais Da Comissão Ministerial Art. § 3º Ministros e pastores de outras denominações que re- queiram ingresso na Igreja Metodista Wesleyana terão de com- parecer perante esta Comissão. por ocasião do Concílio Regional. XV. 63. III . aguarda- rão a consagração ou ordenação. As secretarias regionais e as instituições apresen- tam bienalmente seus livros para exames à Secretaria Regional de Administração.Organizar as estatísticas da Igreja. dando seu parecer. trazê-las em dia e relatar ao plenário do Concílio Regional. o encaminhará a um especialista para exame físico e mental. do Es- tatuto). Art. § 2º A Comissão.Representar a Comissão-Geral de Estatísticas e Informática (CGEI) na região.Implantar. Cumprindo esse período com aprovação.Regimento. À Comissão Regional de Estatísticas e Informática com- pete: I . 81. 08:57 . caso haja necessidade.Encaminhar à CGEI os dados relativos à região. além do exame da vida moral e espiritual do candidato. Da Comissão de Estatísticas e Informática Art. IV . conforme o padrão cultural da Igreja.

Os diretores regionais são eleitos pelas respectivas con- venções mediante a indicação de três nomes. de jovens e de adultos. 86. § 2º Os diretores regionais de jovens e de adultos e os con- selheiros regionais de adolescentes e de crianças presidem as respectivas convenções e são os coordenadores das atividades dos seus departamentos (Art.Gerenciar o plano de normalização e distribuição de computadores para a Igreja. um tesoureiro e um secretá- 95 Parte 2 .pmd 95 8/12/2009.Aconselhar sobre problemas que surjam na área famili- ar.Orientar as igrejas quanto ao uso do software de admi- nistração eclesiástica nos moldes administrativos da Igreja.Promover a harmonia entre partes em atrito ou desar- monia. VII .Regimento. 139). IV . o que fortalecerá o relacionamento mútuo. 08:57 . elegerá um vice-diretor. O diretor. SEÇÃO V Dos Diretores dos Departamentos Regionais Art. apresentados por uma comissão de indicações do plenário. Da Comissão de Ética Art. conta ainda com dois conse- lheiros regionais: de crianças e de adolescentes. Parágrafo único. com mandato bienal. À Comissão de Ética compete: I .Admoestar os pastores quanto à ética. quanto às fal- tas no ministério. 84.Encaminhar relatório. Para melhor orientação. III . VI . II . quando solicitado. em sua primeira reunião após a convenção. Art. § 1º Os diretores regionais trabalham sob a supervisão da Secretaria Regional de Educação Cristã. A Igreja Metodista Wesleyana tem em cada Região Ecle- siástica três diretores regionais: de adolescentes. que é presidida pelo secretário regional de educação cristã. 85.

sob a orientação da Secretaria-Geral de Educação Cristã. ouvido o secretário regional de educação. 88.Nomear os supervisores distritais. Serão realizados trienalmente congressos gerais dos de- partamentos. § 2º Para eleição de diretores exige-se que: a) Sejam membros no mínimo há dois anos e que estejam em plena comunhão. ouvidos os conselheiros nos casos necessários.Nomear. III . VII . Aos diretores regionais compete: I .Planejar. IV .Regimento. do Estatuto). ouvido o secretário regional de educação cris- tã. II . e de projetos de férias.Programar encontros distritais de acordo com os supe- rintendentes distritais. VI . b) Estejam de acordo com as doutrinas e práticas da Igreja 96 Parte 2 . 52. obtendo sua aquiescência. jovens e adultos na busca de mai- ores experiências com Deus por meio do Espírito Santo. sob a direção de um diretor-geral nomeado pelo secretário-geral de educação cristã para este fim. orientar e supervisionar os trabalhos dos departamentos e ministérios. 08:57 . 89. V . c) Setor de evangelização. Das Atribuições dos Diretores Regionais Art. em anos alternados.Ajudar adolescentes. executar. § 1º Os departamentos terão pelo menos três setores de atividade: a) Setor de cultivo espiritual. rio de atas. Art. os diretores dos setores departamentais. b) Setor de fraternidade. mediante indicação do secretá- rio regional de educação cristã (Art. Os conselheiros regionais de crianças e adolescentes são eleitos pelo Conselho Regional.pmd 96 8/12/2009. ouvidos os superin- tendentes distritais.Promover convenções. Art. 87.Incentivar o serviço de evangelização e a fraternidade. VIII. da ora- ção e da obediência à Palavra de Deus.

Art. com mandato bienal. O Distrito Eclesiástico é a área geográfica demarcada pelo Conselho Ministerial Regional. f) Orfanatos. ouvido o secretário regional de educação cristã acerca do assunto. § 3º Os diretores regionais poderão organizar sua diretoria e preparar um manual de orientação de suas normas de ativida- de. 90. Serão orientadas e supervisionadas pelos respectivos secretários regionais. 7 DO DISTRITO ECLESIÁTICO Art.pmd 97 8/12/2009. 97 Parte 2 . e) Creches. b) Asilos para terceira idade. d) Casa de recuperação. Parágrafo único. de acordo com a área de atua- ção. As instituições regionais serão administradas por conse- lhos-diretores.Regimento. c) Associações. 92. indicados pelo Conselho Ministerial Regional. 91. 08:57 . Metodista Wesleyana. SEÇÃO VI Das Instituições Regionais Art. cujas igrejas nele existentes ficam sob a supervisão de um superintendente distrital. As instituições regionais são: a) Acampamentos.

O superintendente distrital é membro do Con- selho Ministerial Regional e do Conselho Regional. assumidos os encargos financeiros decorrentes. § 1º O Distrito abrange no mínimo duas igrejas.Verificar se as igrejas estão mantendo em dia seus de- veres com todos os órgãos da administração. ouvida a Secretaria Regional de Missões e Finanças. V . II . Das Atribuições do Superintendente Distrital Art. O superintendente distrital é o ministro nomeado pelo superintendente regional e o representa em um distrito. para ouvir informações dos pastores e dos representantes das igrejas. SEÇÃO I Do Superintendente Distrital Art.pmd 98 8/12/2009. § 2º Em cada distrito haverá no mínimo duas reuniões no exercício eclesiástico. § 3º Um distrito pode criar trabalho missionário dentro de sua jurisdição. IV .Regimento. III . presididas pelo superintendente distrital. 08:57 . VI .Reunir os clérigos pelo menos duas vezes no exercício e dar-lhes orientações necessárias. os aspirantes a pastor poderão participar das reuniões de que trata o parágrafo 2º deste artigo. 98 Parte 2 . § 4º A critério do superintendente distrital. VII .Visitar as igrejas mantendo contato com o pastor e os oficiais conjuntamente. a juízo do Conselho Ministerial Regional.Reunir as igrejas pelo menos duas vezes ao ano.Resolver no âmbito do distrito as dificuldades que porventura ocorram entre as igrejas e os pastores. man- tendo com eles constantes contatos.Supervisionar o trabalho dos pastores no distrito. 94.Promover retiros de caráter inspirativos com pastores e oficiais das igrejas. Ao superintendente distrital compete: I . Parágrafo único. 93.

Dar parecer sobre as atividades do pastor.Supervisionar as atividades dos departamentos e mi- nistérios regionais no distrito e informar sempre que necessário seu desenvolvimento às respectivas secretarias.Conciliar as férias anuais dos pastores do seu distrito com os interesses da igreja.Nomear qualquer clérigo sem ouvir o bispo.Aprovar membros para ocupar a função de supervisão distrital dos departamentos e ministérios regionais. até o dia 20 de cada mês. comunicando à Secretaria Regional de Ad- ministração qualquer irregularidade.Fiscalizar.Verificar anualmente os livros oficiais das igrejas e ori- entar sua escrituração. 99 Parte 2 . III . XII .Dar seu parecer sobre a organização de uma congrega- ção do seu distrito em igreja. estimular e prestar assistência aos traba- lhos de supervisão distrital dos departamentos. 95. Das Restrições do Superintendente Distrital Art. visando a seu bom desenvolvimento. VIII . em mapa distrital. sem ouvir o Conselho Local. II . X . IX . XI .Regimento. no âmbito de sua igreja. XIII .Assessorar o bispo nas nomeações pastorais. XV – Cooperar.Reter os comprovantes de remessa das cotas orçamen- tárias devidas à Secretaria Regional de Finanças. o encaminhamento das cotas orçamentárias das igrejas depositadas na conta da Se- cretaria Regional de Finanças.Nomear para as igrejas as missionárias que estiverem à disposição do distrito. XIV .pmd 99 8/12/2009.Preparar as estatísticas das igrejas do distrito. 08:57 . dando seu parecer. XVII . XVI . O superintendente não pode: I . ouvidos os pastores.

c) Deve-se arquivar a certidão de habilitação ou a cópia da certi- 100 Parte 2 . do Conselho Local. que não pode ser reformado. da Assembleia e do Patrimônio. nem rasurado. b) Livro de Rol Atual – Modelo Oficial. bem como livro-caixa. 97. 8 DA IGREJA LOCAL SEÇÃO I Dos Membros da Igreja Art. o qual é atualizado anual- mente para que se tenha sempre em dia o número de membros. lavrar o Livro de Ata e o Livro de Registro de Casamento. b) No caso de casamento religioso. da Junta Diaconal. § 2º Além dos livros de registros referidos no parágrafo an- terior.Regimento. 08:57 . li- vro de contribuição e livro-diário: a) No caso de casamento religioso com efeito civil. seu registro deve seguir a ordem cro- nológica. lavrar o Livro de Registro de Casamento. As pessoas recebidas como membros da igreja têm seus nomes registrados em livros apropriados na igreja local e tor- nam-se participantes dos deveres e privilégios conferidos na Igre- ja. a Igreja manterá livros apropriados para registro de casa- mentos e de atas do Presbitério. 96. São membros da Igreja Metodista Wesleyana as pessoas que cumprirem os requisitos para admissão e forem recebidas à sua comunhão. § 1º São dois os livros de registros constantes deste artigo: a) Livro de Rol Permanente – Modelo Oficial.pmd 100 8/12/2009. Art.

conselheiros de crianças e de adolescentes.Dos diretores dos departamentos e ministérios: a) Dirigir os departamentos e ministérios de acordo com as ins- truções dos órgãos superiores. São atribuições dos oficiais: I . 98. II . tais como aspirantes. b) Prestar informações ao Conselho Local. b) Nomear. 6. 101 Parte 2 . Das Atribuições dos Oficiais da Igreja Art. de ministérios e conselho missionário. dão de casamento.pmd 101 8/12/2009. d) Reunir os professores trimestralmente para avaliar o funcio- namento da escola. arquivista. conforme o caso. dire- tores de departamentos.Do superintendente da escola bíblica dominical: a) Dirigir a Escola Bíblica Dominical e providenciar para que tudo funcione regularmente.3) e alunos da Escola Bíblica Dominical. diaconisas. evangelistas. presbíteros. os professores necessários. diáconos. c) Nomear. um secretário e um tesoureiro para o serviço da Escola Bíblica Dominical. noticiarista. ouvido o pastor. ouvido o pastor. Parágrafo único. SEÇÃO II Dos Oficiais da Igreja Art. 99. presi- dentes de conselhos-diretores e demais presidentes de outras organizações. quando requeridas. e) Apresentar relatório das atividades à Assembleia da igreja lo- cal. c) Apresentar relatório das atividades à Assembleia da igreja lo- cal. 08:57 . São oficiais da Igreja os membros que exercem cargos. agente de literatura. cheios do Espírito Santo e de sabe- doria e que sejam dizimistas (At. secretário da assembleia. superintendente da escola bíblica dominical.Regimento. Os oficiais serão eleitos ou nomeados dentre os membros de boa reputação.

b) Fazer correspondência referente ao trabalho da Assembleia. hinários. 102 Parte 2 . de acordo com o Regimento Interno.pmd 102 8/12/2009. sempre que for solicitado. A Escola Bíblica Dominical pode. c) Entregar ao sucessor o livro e os documentos em ordem.Do secretário da Assembleia: a) Lavrar as atas das reuniões em livro apropriado. de forma ampla. b) Promover a programação da Igreja. onde possível. ouvido o pastor.Do agente de literatura: a) Adquirir Bíblias. que relatará anualmente à tesouraria da Igreja. por meio de propaganda falada ou escrita.Regimento. de acordo com seus esta- tutos ou regimentos. b) Dar informações ao Conselho Local sobre as atividades das instituições. V .Dos presidentes dos conselhos-diretores: a) Dirigir as instituições que presidem. séries de conferências etc. VI . c) Apresentar relatório das atividades à Assembleia da igreja lo- cal. lançamentos de pedra fundamental. 08:57 . III . IV . VII . b) Agenciar o Voz Wesleyana. folhetos e livros evangélicos de acor- do com o padrão doutrinário da Igreja para vendê-los.Do arquivista: a) Recolher todos os livros e documentos em desuso e arquivá- los.Do noticiarista: a) Enviar ao jornal Voz Wesleyana notícias das atividades da Igre- ja. c) Divulgar. manter uma subtesouraria. b) Trazer em perfeita ordem o arquivo da igreja. principal- mente os trabalhos especiais. cruzadas evangelísticas. Parágrafo único. tais como inauguração de templos e congregações. angariando assinaturas e promo- vendo a venda de números avulsos. as atividades da igreja. e fazê-la funcionar. c) Organizar biblioteca. por ocasião de datas his- tóricas.

Opinar sobre recepção de membros por profissão de fé e batismo. V . Na ausência temporária do pastor titular. O Presbitério se reúne trimestralmente ou quando ne- cessário.Admitir. 103. responderá pelo expediente o vice-presidente. § 2º Caso haja mais de um ajudante. elegerá um vice-presidente e um secretário dentre os seus mem- bros. IV . II .Exercer o governo espiritual e disciplinar da igreja. o pastor titular deter- minará quem será o vice-presidente. e com a metade mais um dos seus membros.Comunicar à direção dos seminários e à Secretaria Regi- onal de Educação Cristã casos de disciplina aplicada a alunos membros da igreja. 100.Exonerar ou colocar em disponibilidade presbíteros e diáconos. convocado pelo pastor titular. Art.Regimento. III . 08:57 . Art. Das Atribuições do Presbitério Art. § 1º No caso de uma igreja ter pastor ajudante. 103 Parte 2 .pmd 103 8/12/2009. 102. A reunião do Presbitério será ilegal se não houver con- vocação pública ou individual de todos os membros com tempo hábil ao comparecimento. Ao Presbitério compete: I . O Presbitério. SEÇÃO III Do Presbitério Art. 104. 16 do Estatuto). este será o vice-presidente. VI . disciplinar e desligar membros da igreja (Art.Aplicar penalidades ou cancelá-las. Art. que é seu presidente. velan- do atentamente pela fé e práticas adotadas. em sua primeira reunião do exercício. 101.

quem o denunciou deverá comprovar a veraci- dade do fato mediante provas testemunhais ou documentais. 13 do Estatuto.Assessorar o pastor na indicação de oficiais à eleição na Assembleia. § 3º Se o acusado se arrepender e pedir perdão. de acordo com o previsto no Art. a juízo do Presbitério. relatório de suas atividades por meio do seu presi- dente. SEÇÃO IV Da Disciplina dos Membros Art. será julgado depois de ouvidas as testemunhas. O Presbitério não pode: I . Caso con- teste a denúncia. que a juízo do Presbi- tério são casos especiais.pmd 104 8/12/2009. IX .Examinar as questões relativas ao membro que se di- vorciar. 08:57 . não comparecer sem motivo justo. VIII .Reunir-se sem a presença do presidente. será per- doado. § 2º Se o indiciado. XI . Um membro denunciado deverá ser convocado. por escrito e com antecedência. 106. X . 105. os casos dos divorciados. para exame e parecer.Encaminhar ao Conselho Ministerial Regional.Suspender qualquer plano em execução pelas organiza- ções que não tenha sido planejado pelo Conselho Local. sendo chamado. à reunião do Presbitério. sem visitar. II .Apresentar anualmente.Aplicar penalidade. a juízo do Presbité- 104 Parte 2 . § 1º Se o denunciante não puder provar a denúncia. a não ser que este tenha delegado autorização ao vice-presidente. podendo ter sua disciplina atenuada. será disciplinado. III . exortar e aconselhar o faltoso. sem pri- meiro ouvir pessoalmente o candidato sobre o assunto. Das Restrições do Presbitério Art.Receber membros por reconciliação e adesão.Regimento. VII . ou que possa prejudicar os interesses espirituais da comunidade. por ocasião da última Assembleia.

08:57 . ou de outra igreja da mesma fé doutriná- 105 Parte 2 . SEÇÃO V Dos Presbíteros Art. No caso de disciplina. exceto em casos especiais. defendidas pela Igreja. § 4º Em caso de disciplina. § 2º Fica sujeito a disciplina o membro que praticar atos incompatíveis com a fé. Quando um membro se ausentar das atividades da igreja sem motivo justificado. § 1º As disciplinas aplicadas pela Igreja vão desde a admo- estação particular. ter sido visitado e exortado pelo pastor. a ética e a moral cristãs. Art. d) Pedofilia. Quando um presbítero vier de outra Igreja Metodista Wesleyana. e) Entre outros. o membro perderá seus privilégios. esta será aplicada. por um período de 6 (seis) meses. rio. tais como (Art. O presbítero é o oficial eleito em Assembleia da igreja e consagrado pelo pastor para auxiliá-lo no governo. que não excederá o período de três meses. Art. 15 Estatuto): a) Adultério. se possível. a suspensão por tempo determinado dos di- reitos de membro e a exoneração de cargos e funções até seu efetivo desligamento do rol. além de o fato ficar regis- trado em ata do Presbitério. segundo a Bíblia.Regimento. na disciplina e na orientação espiritual zelando pelos interesses da Igreja. 108. c) Homossexualismo. Parágrafo único. mas não será impedido de sua participação aos cultos e reuniões normais da igreja. após período probatório de um ano. visitá-los e exortá-los. 107. b) Prostituição. 109. devendo o pastor. quando possível. terá seu nome excluído do rol.pmd 105 8/12/2009. depois de.

Seja batizado com o Espírito Santo. X .Ajudar na administração da Ceia do Senhor e no batis- mo quando convidado pelo oficiante. será dispensado de uma nova consa- gração. VII . Das Atribuições do Presbítero Art. ou a critério do pastor em casos especiais. quando 106 Parte 2 . ou esteja buscando insistentemente esse batismo. Requer-se do candidato a presbítero que: I .Tenha no mínimo 25 anos de idade. V .Orar com os membros em suas necessidades.Tenha sido oficial da Igreja pelo menos por 2 (dois) anos. ria e costumes. IIII . são na fé.Seja assíduo e pontual no cumprimento de seus deve- res.Convém que seja casado.Tomar parte na consagração de presbíteros. II . XI . 08:57 . VIII . VI .Admoestar membros da igreja que sejam repreensíveis. XII . II . 110.Seja membro da igreja por quatro anos consecutivos.Visitar os membros da igreja. VII . prudente no agir e exemplo de santidade. VI . 111.Governe bem a sua casa.pmd 106 8/12/2009. em conformidade com 1Tm 3. IX .Seja dizimista fiel. III .Seja batizado por imersão.4.Assistir às reuniões das organizações da igreja. IV . e for eleito. diáconos e diaconisas. Ao presbítero compete: I . V . Art.Seja irrepreensível na moral.Informar à Junta Diaconal os casos em que membros carecem de assistência.Tenha o ensino fundamental. IV .Seja aluno da Escola Bíblica Dominical.Regimento.

§ 2º Quando um presbítero vier de outra denominação da mesma fé e prática. po- dendo este ser reeleito sempre que houver conveniência. após um ano de permanência como mem- bro na igreja. para informá-lo das decisões tomadas. 104. aceitando a sua consagração. IV . 114.For exonerado. III . VI . 08:57 . o pastor poderá indicá-lo à eleição. § 1º Um presbítero exonerado por atos de imoralidade não poderá voltar à função enquanto não decorrer o prazo de 4 (qua- tro) anos. a pedido ou não. V . O ofício de presbítero é permanente. Art. Os presbíteros. após três mandatos consecutivos.pmd 107 8/12/2009.Residir ou trabalhar em lugar que não lhe permita exer- cer o cargo. 112.Deixar de preencher os requisitos exigidos para o cargo. § 3º O mandato de um presbítero é de 4 (quatro) anos.For posto em disponibilidade pelo pastor ou Presbitério em razão de incapacidade de saúde física ou mental ou incompatibi- lidade ministerial (Art.Transferir-se para outra igreja. ou a juízo do Presbitério. o pastor não puder estar presente. 113.Regimento. serão dispensa- dos de concorrer à reeleição.Ausentar-se sem justificativas aceitáveis da reunião do Pres- bitério por mais de três vezes consecutivas. O presbítero perde seu mandato quando: I . SEÇÃO VI Da Junta Diaconal Art. II . VI). 107 Parte 2 . A Junta Diaconal é o órgão de administração e planeja- mento relativo às necessidades materiais da Igreja. ficando em disponibili- dade. Art. e compõe-se de diáconos e diaconisas em atividade.

fica ao critério da Junta Diaconal. Quanto ao telefone.Auxiliar o pastor na direção administrativa e financeira da igreja. um presbítero poderá ser eleito tesoureiro. 116. elegerá um vice-pre- sidente.Enviar até o dia 10 de cada mês à Secretaria Regional de Finanças um dízimo ou mais de arrecadação da igreja. 94. a instala- ção de água e de energia elétrica deve estar separada das insta- lações do templo. na primeira reunião do exercício ecle- siástico. III . se elas não tiverem suporte financeiro. 108 Parte 2 . Em caso de necessidade. sob a presidência do pastor titular. 08:57 . aos retiros de pastores e aos eventos gerais e regionais para os quais forem convocados. c) viagens. h) anuênio por tempo de serviço. A Junta Diaconal. Parágrafo único.pmd 108 8/12/2009. 77. V . acima disso. VI . e as dos delegados aos concílios. 115. excluindo água.Prover ao pastor: a) subsídio determinado pela Secretaria Regional de Finanças. Nas casas pastorais.Pagar as inscrições dos clérigos aos concílios. 50% da contribuição. Compete à Junta Diaconal: I . um secretário e um tesoureiro dentre os seus membros. excluídos os itens “b”. b) aluguel de casa.Reunir-se mensalmente. g) 8% da tabela pastoral para CAW. Art.Decidir sobre construções nas propriedades da igreja. IV . d) expediente nunca inferior a 10% da tabela. Das Atribuições da Junta Diaconal Art. luz e gás. ou como for estipulado pelo Concílio Regional (Art. f) 13º do subsídio pastoral. e) 100% da contribuição devida ao INSS até três prebendas dos pastores.Providenciar a cobertura das despesas das organizações da igreja. II . quando a serviço da Igreja. XIII). VII . ouvida a Secretaria Regional de Administração (Art. XI). “c” e “e”.Regimento.

Regimento. trazendo-as conser- vadas e limpas. 77.Cuidar das propriedades da igreja.Liberar.pmd 109 8/12/2009. XIV . por prazo combinado com o Conselho Ministerial Regional.Providenciar acomodações para atividades da igreja e suas organizações.Alugar propriedades da igreja de uso local. X). III). adolescentes e jovens. e pedir para isso procuração à Secretaria Regional de Administração. 77.Prestar relatório na última assembleia do exercício. sobre aquisição de imóveis. dentro da conveniência da igreja e sem abono especial. 08:57 . XVII . por meio do presidente e do tesoureiro. XI . mediante contrato de comodato e por tempo determinado. verbas de uma con- gregação em caso de aquisição de imóveis ou construção. menos o templo e suas de- pendências. juntando ao pedido extrato da ata da reunião e da minuta fornecida pela Secretaria Regional de Administração (Art.Consultar a Secretaria Regional de Administração. caso haja possibilidade. XV . 120.Solicitar procuração à Secretaria Regional de Adminis- tração. para aquisição de imóveis.Autorizar os departamentos e a Escola Bíblica Domini- cal a funcionar com uma subtesouraria. XVIII .Autorizar o uso de imóveis. X . XIX . quando necessário. A escritura e/ou documentos originais relativos à transação devem ser enviados à referida Secretaria e devem ser guardadas cópias no arquivo local (Art. XX . procuração à Secretaria Re- 109 Parte 2 . IX .Providenciar os elementos da Ceia do Senhor. que só serão usados naquilo para o que foram dedi- cados. dando prioridade a crianças. VIII . aguardando a sua autoriza- ção.Pedir. por escrito. em nome do pastor e do tesoureiro. XII . cabendo ao pastor cedê-los a outrem. XIII .Conceder férias anuais de 30 (trinta) dias ao pastor e às missionárias com nomeação regional.Registrar em livro apropriado ou em outros meios legais os bens móveis da Igreja (Art. II). XVI . para movimentar conta bancária.

um secretário de atas e um tesoureiro. A reunião da Junta Diaconal deverá ser convocada publicamente com. Art. XXIII . quando houver possibilidade. um vice-presidente. discutir e votar propostas. A composição da mesa será de um presidente. II . Parágrafo único. Das Atribuições do Tesoureiro da Junta Diaconal Art.pmd 110 8/12/2009. Ao presidente da Junta Diaconal compete: I . no mínimo. que será o pastor titular.Informatizar a igreja.Receber todos os haveres em dinheiro da Igreja. deposi- tando-os em conta bancária em nome da Igreja Metodista 110 Parte 2 .Substituir o presidente no seu impedimento. III . II .Cumprir as tarefas que lhe forem determinadas pelo pre- sidente.Preparar a correspondência da Junta Diaconal que for solicitada pelo presidente.Regimento. 7 (sete) dias de ante- cedência. 119. 08:57 . Art. Parágrafo único. XXI . Ao secretário compete: I .Lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro apropri- ado ou em outro sistema legal. Ao vice-presidente compete: I .Convocar e presidir as reuniões da Junta Diaconal men- salmente. 117. Art. II .Indicar nomes para compor a mesa. que ficará sob sua responsabili- dade. 120.Analisar. Ao tesoureiro compete: I . 118. XXII . gional de Administração para vender bens da Igreja.Gerenciar a execução dos incisos referentes à compe- tência da Junta Diaconal.Relatar anualmente à Secretaria Regional de Admi- nistração a situação dos imóveis da igreja.

A Junta Diaconal não pode: I .pmd 111 8/12/2009. ao receber em meio ao exercício eclesiástico um novo clérigo.Fazer todos os pagamentos regulares e fiscais. III . V . 08:57 . b) Livro-Grade. encadernando-os anualmente com termo de abertura e encerramento. IV . ou parte dela.Emitir balancetes mensais.Escriturar nos livros ou por meios magnéticos e eletrôni- cos. III . e apresentar o balanço anual à Assembleia.Pagar a clérigos sem ouvir a Secretaria Regional de Fi- nanças. a não ser em casos especiais à própria Igreja. II . no atendimen- to de sua necessidade. II .Relatar mensalmente à Junta Diaconal. votada para o sustento do clérigo. c) Livro-Diário. § 1º O tesoureiro só poderá ter em mãos importância pe- quena.Cortar a verba.Regimento. 121. necessária às despesas regulares da igreja.Reter em seu poder qualquer importância devida à Se- cretaria Regional de Finanças por mais de 15 dias. e os que forem autorizados pelo presidente. IV . contendo assinaturas do pastor titular e do tesoureiro. de acor- do com as normas contábeis e os itens relativos às estatísticas e com a devida documentação comprobatória de todo movimen- to financeiro. utilizando programa oficial de informática da Igreja.Emprestar dinheiro que esteja sob sua responsabilida- de. Wesleyana. Das Restrições da Junta Diaconal Art. § 2º Os livros mencionados no inciso II são: a) Livro-Caixa. SEÇÃO VII Dos Diáconos e das Diaconisas 111 Parte 2 .

Tenha dons de liderança em assuntos administrativos. sempre que houver conveniência.4. § 2º Quando um diácono ou uma diaconisa vierem de outra Igreja Metodista Wesleyana.Governe bem a sua própria casa conforme 1Timóteo 3.Seja membro da Igreja. nomeados(as) por um ano. poden- do haver reeleição. 123.Seja batizado(a) com o Espírito Santo ou esteja buscan- do com insistência essa experiência.Seja aluno(a) da Escola Bíblica Dominical. § 1º Diáconos e diaconisas eleitos(as) são consagrados(as) pelo pastor. 122. Requer-se do(a) candidato(a) a diácono ou à diaconisa que: I . Diáconos e diaconisas. ou de outra igreja da mesma fé e costumes. 124. XI .Saiba ler e escrever. em solenidade públi- ca. Diáconos e diaconisas são oficiais eleitos pela Assembleia. 125.Regimento. concorrerão à eleição na Assembleia. Parágrafo único. Em casos especiais.Seja batizado(a) por imersão.pmd 112 8/12/2009. O mandato diaconal é de 2 (dois) anos. V . Art. sen- do aprovados(as). pelo menos por 2 (dois) anos. VII .Seja pontual e cumpridor(a) de seu dever. O ofício de diaconato é permanente. III . e forem eleitos(as). Art.Seja maior de 20 anos. 08:57 . X .Seja dizimista fiel. VI . assessorado pelos presbíteros. serão dispensados(as) de uma nova cerimônia de consagração. para auxiliar o pastor e atender às necessidades materiais da igreja Art. Art. Parágrafo único. IV . VIII .Tenha boa reputação na comunidade onde vive. II . a exigência quanto ao tempo em que se é membro da Igreja ficará a critério do Presbi- tério. IX . 112 Parte 2 . na medida do possível.

Ser sensível às necessidades de membros e congrega- dos.Ausentarem-se por três reuniões consecutivas sem jus- tificativas aceitáveis. após dois anos de permanência como membro na igreja.Levantar as ofertas no culto público.Zelar pela ordem do culto. III . V . 113 Parte 2 . em razão de incapacidade de saúde física ou mental ou incompatibilidade ministerial. se nomeado pelo pastor.Transferirem-se para outra igreja. III . VI .Forem postos em disponibilidade pelo pastor ou Presbi- tério.Não forem reeleitos pela Assembleia. II .Deixarem de preencher os requisitos exigidos para o car- go. 08:57 .Visitar os membros da igreja em suas necessidades mate- riais.Comparecer às reuniões da Junta Diaconal e cumprir suas determinações.Manter vigilância constante sobre o estado e conserva- ção dos bens móveis e imóveis. 127. IV . § 3º Quando um diácono ou diaconisa vierem de outra de- nominação da mesma fé e costumes.Regimento. Ao diácono e à diaconisa competem: I . IV . na medida do possível. até sua con- firmação pela Assembleia da igreja. VI . ser eleitos na Assembleia. VII .Manter a ordem nas dependências da igreja. aceitando-se a sua consagração. Das Atribuições do Diácono e da Diaconisa Art. 126.pmd 113 8/12/2009. V . segundo a orientação do pas- tor.Forem exonerados(as) a pedido ou não. poderão. a critério do Pres- bitério. II . § 1º O diácono e a diaconisa são oficiais da igreja local e exercem seu mandato somente no âmbito local. A função de diáconos e diaconisas cessa quando: I . Art. § 2º No caso de serem transferidos para outra igreja. pode- rão exercer seu mandato.

Requer-se do candidato a evangelista que: I . SEÇÃO VIII Do Evangelista Art. a critério do pastor.Relatar suas atividades à Assembleia no final do ano. III . 130.Seja batizado por imersão.Apresentar planos. 128.Liderar o trabalho evangelístico na igreja local. V .Seja membro da igreja pelo menos por quatro anos con- secutivos.Tenha demonstrado ardor evangelístico. para ajuizamento e conhecimento harmonioso do trabalho a ser rea- 114 Parte 2 . Ao evangelista compete: I . 08:57 .Seja dizimista fiel. 129. IV .Regimento. ou esteja buscando- o com insistência.Seja batizado com o Espírito Santo. ao Conselho Local e espe- rar sua aprovação. IV . Um diácono ou diaconisa exonerados por atos de imo- ralidade não poderão voltar à função enquanto não decorrer o prazo de três anos ou a juízo do Presbitério.Abrir novas frentes de evangelização. escolhido para o serviço evangelizador na área local. III . Art. VI . VII . V . custos etc. 131. VI . Art.Relatar ao Conselho Local os projetos e avanços missio- nários urbanos. ou. em caso especial. VII . estando em ple- na atividade na igreja local.Promover movimentos evangelizadores.Seja aluno da Escola Bíblica Dominical.Seja assíduo e pontual no cumprimento de seus deveres e compromissos. Evangelista é o membro da igreja indicado pelo pastor e eleito em Assembleia.pmd 114 8/12/2009.Submeter todas as iniciativas ao pastor. Das Atribuições do Evangelista Art. II . II .

adoles- centes. 115 Parte 2 . por nenhum motivo. mediante in- dicação do pastor.pmd 115 8/12/2009. 136. Art. A Escola Bíblica Dominical é a organização da Igreja que cuida da educação cristã de crianças. havendo conveniência na Assembleia. Art. SEÇÃO IX Da Escola Bíblica Dominical Art. A Escola Bíblica Dominical adotará para estudos em clas- se a literatura preparada pelo Centro de Publicações.Executar o planejamento do Ministério Regional de Evangelismo na igreja local (Art. lizado. Os membros das igrejas e congregações se reúnem aos domingos em horários determinados pelo Conselho Local para estudo da Palavra de Deus.Regimento. VIII . A função de evangelista é anual. podendo este ser reeleito. 133. ou a que for determinada pela Secretaria-Geral de Educação Cristã. Art. 132. poderá deixar de usar a literatura editada pelo Centro de Publicações ou desrespeitar a determinação da Secretaria-Geral de Educação quanto ao seu uso. 08:57 . 80). em classe de diferentes idades. Parágrafo único. jovens e adultos. Art. Parágrafo único. 135. pré-adolescentes. 134. con- forme o Estatuto da Escola Bíblica Dominical. A Escola Bíblica Dominical será dirigida por um superin- tendente eleito anualmente e terá professores indicados por ele. A Escola Bíblica Dominical enviará o dízimo de sua arre- cadação mensal à Secretaria Regional de Educação Cristã. ouvido o pastor. Nenhuma igreja.

140. Art. O departamento de crianças. II .De adolescentes.De pré-adolescentes. de jovens e de adultos orienta suas atividades por estatutos pre- parados pela Secretaria-Geral de Educação Cristã e aprovados pelo Conselho-Geral. ouvidos os respectivos departamentos. § 1º Os departamentos serão dirigidos por diretores eleitos pela Assembleia. O Departamento de Adultos. III . Parágrafo único. Cada igreja manterá os seguintes departamentos: I . 08:57 .Regimento. seguindo-se a mesma orientação regional. Art.De crianças. poderá ser desdobrado em três setores: a) De homens. SEÇÃO X Dos Departamentos Art. Para eleição dos diretores exige-se que: I . IV . em caso de conveniência local. Os departamentos recebem orientação dos departa- mentos regionais e executam a programação aprovada em con- venção pelo Conselho Local.Sejam membros da igreja no mínimo há dois anos e estejam 116 Parte 2 . mediante indicação do pastor de até três no- mes. b) De senhoras.De adultos. 138. c) De terceira idade.De jovens. 141. Os departamentos têm por finalidade o cultivo de ex- periências religiosas positivas. de pré-adolescentes e de adolescentes. Art. de adolescentes.pmd 116 8/12/2009. 139. 137. o pastor indicará um(a) conselheiro(a) e este(a) responderá pelos atos do diretor. Art. a evangelização e a fraternidade cristã. V . § 2º No departamento de crianças.

Regimento. 117 Parte 2 . em plena comunhão. b) concorrer à eleição para secretários(as) regionais. 9 DO MINISTÉRIO DA IGREJA Da Ordem Sagrada Art. Os pastores e as missionárias estão impe- didos de: a) ser nomeados(as) para a função de superintendentes distritais. ministros. A composição. O Conselho Missionário é um departamento local que tem por finalidade implementar a visão missionária das secreta- rias Geral e Regional de Missões no âmbito da igreja local. Parágrafo único. a competência e o funcionamento do Conselho Missionário são definidos no regimento elaborado pela Secretaria-Geral de Missões e aprovado pelo Conselho-Ge- ral. Parágrafo único. II . ordenado e empossado pelo Concílio-Geral para exercer a Superintendência-Geral ou Regional. A Ordem Ministerial é composta de quatro categorias: bispos. 144. pastores e missionárias.Estejam de acordo com as doutrinas e práticas da Igreja. 143.pmd 117 8/12/2009. 08:57 . SEÇÃO XI Do Conselho Missionário Art. SEÇÃO I Do Bispo Art. 142. Bispo é o clérigo ativo eleito.

Do Candidato a Bispo Art.Esteja no Ministério Pleno. nos mesmos moldes do processo dos demais clérigos (Artigos 13. Art. de- veres e obrigações exigidos para a função de ministro da Igreja Metodista Wesleyana. III . IV . regionais e gerais. cumprindo os requisitos.Tenha em seu histórico marcas exemplares de vida fami- liar. será concedido ao bispo acusado direito de ampla defesa.Voltar a pastorear.Transferir-se para outra Região Eclesiástica. 14 e 15. Requer-se do candidato à eleição e ordenação a bispo que: I . 180. § 2º Em caso de acusação.Ser membro do Concílio Regional. Dos Privilégios do Bispo Art. do Estatuto.Ser membro do Conselho-Geral se estiver em atividade. § 4º Sendo falsa a acusação. 145. III . II . 15. ou jubilado: I . § 5º O bispo que completar 70 anos será jubilado. nos ter- mos do Art. o responsável por ela será dis- ciplinado a critério do Colégio Episcopal. administração eficiente.Regimento. V . 08:57 . zelo e pontualidade em suas obrigações locais. conforme demonstrado 118 Parte 2 . 146. podendo haver reeleição. IX). § 1º O mandato de bispo é de seis anos. se estiver em atividade.Seja capaz de exercer a Superintendência Regional ou Geral para a qual será eleito e nomeado. da região onde esti- ver residindo.pmd 118 8/12/2009.Seja bacharel em teologia.Ser membro do Colégio Episcopal. Privilégios do bispo em atividade. § 3º Em caso de acusação fundamentada. caso lhe convenha. II . IV . o bispo estará sujeito a processo disciplinar. discrição. e na região que dese- jar. presidido pelo Colégio Episcopal.

147.Tenha aprovação do Conselho Ministerial Regional.Tenha sido aprovado pela Comissão Ministerial.Tenha sido aceito pelo Conselho Ministerial Regional. divorciado.Obtenha votação favorável da maioria absoluta do ple- nário do Concílio-Geral para eleição e ordenação a bispo.Esteja de acordo com os requisitos encontrados em 1Ti- móteo 3. ou seja. por ocasião da ordenação.1-7. Requer-se do candidato à eleição e ordenação a minis- tro que: I .Tenha sido ministro titular de tempo integral por pelo menos quatro exercícios eclesiásticos na Igreja Metodista Wesleyana. XI . IV . II . VII . Ministro é o clérigo ordenado pela Igreja Metodista Wesleyana para ministrar as ordenanças de Cristo e participar do governo de sua Igreja. VI . Do Candidato à Ordenação a Ministro Art. 148. VIII .Não tenha sido. V . XII .Regimento. por ocasião da eleição e/ou ordenação.Tenha preenchido requisitos para candidato a ministro. XIII .Tenha sido eleito no Concílio Regional ao qual perten- ça. às perguntas de liturgia. SEÇÃO II Do Ministro Art. submissão ao regime itinerante e à autoridade eclesiástica da Igreja Metodista Wesleyana. X . no desempenho das suas funções.Tenha. IX .Responda satisfatoriamente. no ato da ordenação. XIV .Declare. por escrito. a idade mínima de 40 anos. 15 anos de ministério ativo e contínuo na Igreja Metodista Wesleyana. III .Tenha.Obtenha votação favorável da maioria do plenário do 119 Parte 2 .pmd 119 8/12/2009. assumindo assim as responsabilidades ine- rentes ao cargo. 08:57 .

a idade mínima de 30 anos. II .Assumir e desempenhar as funções para as quais foi elei- to ou nomeado.Ser membro do Concílio Regional da região à qual está ligado.Gozar vitaliciedade no ministério. 149. 120 Parte 2 . ou antes. 150. II . V . caso deixe o ministério.Regimento. Concílio Regional. ao Conselho- Geral. o ministro pre- cisa aguardar a decisão final do Conselho Ministerial Regional.Transferir-se para a igreja como membro.Transferir-se para outra Região Eclesiástica. respeitadas as disposi- ções do Estatuto e do Regimento Interno da Igreja. III . 180.pmd 120 8/12/2009. em caso de disciplina eclesiástica.Requerer sua jubilação aos 70 anos. IV . em caso de disciplina administrativa. São deveres do ministro: I . no ato da ordenação. Art. ao Colégio Episcopal e.Tenha. São direitos do ministro: I . assumindo assim as responsabilidades ine- rentes ao cargo.Licenciar-se de suas funções em caráter temporário.Pastorear o rebanho do Senhor em conformidade com o padrão doutrinário e administrativo da Igreja Metodista Wesleyana. III . VII . mediante entendimento com a Junta Diaconal e o Superintendente Distrital (SD).Apelar. V . nos ter- mos do Art. às perguntas de liturgia. por ocasião da ordenação.Responda satisfatoriamente. 08:57 . Dos Deveres e dos Direitos do Ministro Art.Oficiar as cerimônias em conformidade com a liturgia da Igreja Metodista Wesleyana.Gozar férias de 30 dias anuais. Ao requerer sua jubilação. Parágrafo único. sejam elas regionais ou gerais. VI . IV . VI .

Submeta-se ao exame psicotécnico.Seja examinado pela Comissão Ministerial e pelo Con- selho Ministerial Regional. Candidato a ministro é o pastor da Igreja Metodista Wesleyana que tenha plena certeza do seu chamado por Deus para exercer o Santo Ministério da Palavra e que satisfaça os se- guintes requisitos: I -Tenha. zelo e pontualidade em suas obrigações locais.Regimento. 08:57 . § 1º Quanto à transferência para outra região. a quem caberá decisão final sobre o assunto. § 1º O pedido do pastor para se tornar candidato a ministro dependerá da aquiescência do Conselho Ministerial Regional. com o pro- pósito de continuar servindo no ministério.Seja bacharel em teologia. § 2º Os pastores residentes em áreas que não possuam ex- tensão do Ceforte poderão apresentar curso de bacharel em te- ologia feito em instituição de ensino recomendada pela Secreta- 121 Parte 2 . discrição. quanto à conveniência e possibi- lidade ou não de aceitação. aguardando sua decisão final. § 3º Quanto às férias do SD. submissão ao regime itinerante e à autoridade eclesiástica. Do Candidato a Ministro Art. terá de haver enten- dimento prévio com os bispos. pelo menos por três exercícios eclesi- ásticos na Igreja Metodista Wesleyana.Tenha recomendação favorável do Conselho Ministerial Regional. VIII .Declare. V . VII . por escrito. 151.pmd 121 8/12/2009. IV . regionais e gerais.Seja capaz de desempenhar qualquer cargo regional ou geral para o qual seja eleito ou nomeado. VI . § 2º Suas férias deverão ser comunicadas ao SD com ante- cedência de 30 dias. II .Seja pastor titular. marcas exemplares de vida fami- liar e administração eficiente. este deverá comunicar ao bis- po com antecedência. III . em seu histórico.

Tenha sido aceito pelo Conselho Ministerial Regional.Responda satisfatoriamente. assumindo assim as responsabilidades ine- rentes ao cargo. São deveres do pastor: I . Art. Do Candidato a Pastor Art. SEÇÃO III Do Pastor Art. IV . ria Regional de Educação Cristã. 08:57 . II .Tenha sido aprovado no estágio. sejam elas regionais ou gerais. Pastor é o clérigo que recebeu consagração para minis- trar as ordenanças de Cristo e de sua Igreja.Regimento. VI . V . ele terá direito a defender-se no plenário. Requer-se do candidato à eleição e consagração a pas- tor que: I .Obtenha votação favorável da maioria do plenário no Concílio Regional. 160. 152. Parágrafo único.Tenha sido aprovado pela Comissão Ministerial. 153. III .Tenha por ocasião da consagração a idade mínima de 25 anos. 154. II . O candidato a ministro que apresentar curso de bacha- rel em teologia e tiver servido como pastor titular por três exer- cícios eclesiásticos poderá ser encaminhado à ordenação. respeitadas as dis- posições do parágrafo único do Art. 155.Pastorear o rebanho do Senhor em conformidade com o 122 Parte 2 .Assumir e desempenhar as funções para as quais foi no- meado.Tenha completado satisfatoriamente o período prepara- tório. às perguntas da liturgia. Caso haja alguma acusação contra o candi- dato. VII . no ato da consagração.pmd 122 8/12/2009. Dos Deveres e dos Direitos do Pastor Art.

Licenciar-se de suas funções em caráter temporário. 180. IV . 157.Transferir-se para uma igreja local. mediante pe- dido formal. como membro. nos ter- mos do Art. ao Conselho- Geral. 08:57 . § 2º Ao requerer sua jubilação. O clérigo de tempo integral. IV . § 1º O pastor deve comunicar com antecedência ao SD quan- to ao período de suas férias. VII . II . com antecedên- cia mínima de 30 dias da data pretendida.Requerer sua jubilação aos 70 anos. III . caso deixe o ministério.Apelar.pmd 123 8/12/2009. Art. VI . em caso de disciplina eclesiástica.Ser membro do Concílio Regional da região à qual está ligado. em caso de disciplina administrativa. Parágrafo único. com aprova- ção do Conselho Ministerial Regional e eleição pelo plenário do Concílio Regional. Art. III . São direitos do pastor: I .Gozar férias de 30 dias anuais.Transferir-se para a categoria de ministro. padrão doutrinário e administrativo da Igreja Metodista Wesleyana. 156.Solicitar à Junta Diaconal as suas férias.Transferir-se para outra Região Eclesiástica. o pastor precisa aguardar a decisão final do Conselho Ministerial Regional. ao Colégio Episcopal e. ou antes. dependente da Secretaria 123 Parte 2 . Quanto à transferência para outra região. uma vez satisfeitas as exigências de lei. V . quanto à conveniên- cia e possibilidade de aceitação.Regimento.Oficiar as cerimônias em conformidade com a liturgia da Igreja Metodista Wesleyana. V . terá de haver entendimento prévio com os bispos. com o propósito de continuar servindo no ministério. mediante entendimento com a Junta Diaconal e o SD.

159. 160. Art. os membros das igrejas que estiver pastoreando. isto é. não apresentar resultados positivos poderá ser posto em disponibili- dade. III . O clérigo que. à critério do Conselho Ministerial Regional. V .Cuidar que a Bíblia. de acor- do com a Bíblia e o Estatuto e o Regimento Interno. a juízo do Conselho Ministerial Regional.pmd 124 8/12/2009.Exortar ou admoestar em caso de necessidade. um será o titular e o outro o copastor. Art.Visitar os membros da igreja ou das igrejas. Parágrafo único. o Estatuto e o Regimento Interno sejam obedecidos. observados os seguintes critérios: I . São atribuições dos ministros e dos pastores: I . e o pastor será ajudante.Pregar o Evangelho em conformidade com as doutrinas e práticas da Igreja. Ministros e pastores são clérigos incumbidos da dire- ção e administração de uma ou mais igrejas. suas funções serão determinadas pelo Con- selho Ministerial Regional. 158. Em uma igreja com mais de um pastor.Na igreja em que houver dois ministros e um pastor. III . o outro será o co-pastor. II .Na igreja em que houver dois ou mais pastores. passando à categoria de clérigo de tempo parcial. um ministro será o titular. Regional de Finanças ou Missões.Regimento. serão transferidos para outra igreja. 08:57 . 124 Parte 2 . um pas- tor será o titular e os demais ajudantes.Na igreja em que houver dois ministros. não alcançando sustento pró- prio após dois exercícios eclesiásticos. SEÇÃO IV Das Atribuições dos Ministros e dos Pastores Art. após três exercícios eclesiásticos.Alistar candidatos à comunhão da igreja e instruí-los. receberá mais uma nome- ação na mesma igreja ou não. IV . Os clérigos estão sujeitos ao ministério itinerante. II .

a seu critério. da Junta Diaconal e da Assembleia da igreja. IX . XVI .Admitir membros por profissão de fé e batismo.Comunicar ao superintendente distrital e ao Presbi- tério sempre que tiver de se ausentar da Igreja por mais de dez dias. membros da igreja.Convocar por si mesmo.Assumir a igreja para a qual foi nomeado no prazo de 15 dias. XI .Fornecer aos membros cartões de identificação.Manter em dia o livro de chamada. XXIV . XIII . XX . XIV . XVII . dando cópia ao superintendente distrital e ao bispo. VI .Instruir os noivos antes do casamento.Apresentar anualmente as estatísticas das igrejas. XXIII . 08:57 .Nomear. XXI . X . dando-lhes um curso pré-nupcial.Nomear missionária para cargo de oficial na igreja.Nomear comissão de construção.Nomear membros da Igreja em comissão. do Presbitério. VII . XXV . bem como substituí-los quando necessário.Nomear para a função diaconal por um ano. a título de experiência. XXVI . XXII .pmd 125 8/12/2009. ou a pedido dos oficiais. ouvin- do o Presbitério.Deixar ao sucessor relatório informativo. assessora- do pelo Presbitério. XIX . XVIII . e presidir as reuniões do Conselho Local.Nomear pastores sem trabalho pastoral para funcionar no Presbitério. oficiais para cargos de liderança.Informar anualmente sobre as atividades da igreja.Oficiar as cerimônias conforme ritual da Igreja. VIII .Indicar nomes para cargos eletivos na igreja.Reunir o Conselho Local no prazo de 30 dias após o 125 Parte 2 . XII . havendo conveniência. XV .Relatar na última Assembleia de cada ano.Regimento.Dar posse solenemente aos oficiais da igreja. em casos de emergência.

pmd 126 8/12/2009.Acusar o recebimento das transferências recebidas para dar baixa nos róis de origem.Nomear Comissão de Sindicância em caso de disci- plina de membros.Reunir trimestralmente os membros da igreja para tratar especialmente dos temas: a) A postura da Igreja à luz da Palavra de Deus. Parágrafo único.Exercer qualquer atividade estranha ao ministério sem 126 Parte 2 . b) Exposição de planos a ser executados no trimestre seguinte. se necessário. XXXIII . XXXVI . diáconos ou diaconisas quando as razões estiverem amparadas pelo Esta- tuto.Encaminhar ao Conselho Ministerial Regional pedi- do de organização de igrejas.Colocar em disponibilidade presbíteros. carta de apresentação aos membros. c) Comunicar o cancelamento de membros. 08:57 . 161. XXXIV .Conceder transferência de membros da igreja para outra da mesma fé doutrinária. XXVIII . XXX .Enviar ao Fundo Imobiliário Wesleyano 50% dos seus dízimos.Conservar sempre atualizado o fichário dos mem- bros da igreja. XXXII . XXIX .Participar das reuniões dos departamentos e verifi- car se todos os compromissos estão em dia. O ministro e o pastor em atividade não podem: I . Concílio Regional. XXXVIII . XXXV . XXVII . Das Restrições dos Ministros e dos Pastores Art.Regimento.Registrar em ordem cronológica os nomes dos mem- bros da igreja. XXXI . Estará sujeito a disciplina o pastor que deixar de cumprir o que dispõe o inciso IV deste artigo. XXXVII .Providenciar junto aos departamentos o envio de delegados às convenções.Fornecer.

se eleito. autorização do Conselho Ministerial Regional.Regimento. devendo responder à chamada do rol. § 1º O disposto no inciso I não se aplica aos ministros e aos pastores de tempo parcial.Indicar candidatos a presbíteros ou a diáconos que te- nham sido disciplinados em qualquer Igreja por ato de imorali- dade. XIII .19. só poderá voltar às funções mediante parecer favorável de quem o licenciou. 127 Parte 2 .Deixar que seja alugada qualquer propriedade da Igreja sem autorização da Secretaria Regional de Administração.Negar transferência de membros.Realizar casamento misto.Recusar o recebimento do órgão oficial e da literatura da Escola Bíblica Dominical.Realizar trabalho em outra igreja sem prévio entendi- mento com o pastor. cujo tempo seja menor de três anos. III . XIV . Ele será li- cenciado durante o período da campanha eleitoral e. 08:57 . isto é. VIII . XI .Deixar de encaminhar ao Conselho Ministerial Regional pedido de organização de igrejas.Receber membros por adesão e reconciliação sem que a decisão seja do Presbitério.Excluir membros.Assumir responsabilidade financeira sem que para isso tenha recursos próprios. V . § 2º É obrigatória a presença dos ministros e dos pastores de tempo integral nos eventos gerais e regionais para os quais forem convocados e no Concílio Regional. X . XII .Tirar férias de imediato ao assumir uma nova igreja. IX . de evangélicos com não evangélicos e de pessoas do mesmo sexo. VI . exceto se estiver em disciplina. II . VII .Batizar qualquer pessoa por aspersão ou em desarmo- nia com a fórmula bíblica em Mt 28. IV .pmd 127 8/12/2009.O pastor que desejar candidatar-se a cargos políticos precisa ter a aquiescência do Conselho Ministerial.

por escrito.Tenha revelado na igreja em que se acha arrolado dons e graça para pregar e visitar.Seja examinado e acompanhado pela Comissão Minis- terial. pela Junta Diaconal. de submissão ao regime itinerante e à autoridade eclesiástica.Faça declaração. V . por escrito. b) Negativa do SPC e do Serasa da cidade onde reside. 08:57 . X . IX . 128 Parte 2 .Apresente ao presidente da Comissão Ministerial as se- guintes certidões: a) De casamento ou nascimento. não servindo cópia autenticada com mais de seis meses.Seja dizimista fiel comprovado.Tenha o bacharelado em teologia. III . VIII . e submeta- se a um exercício eclesiástico de estágio. IV . SEÇÃO V Do Aspirante à Categoria de Pastor Art. por escrito. com declaração de que tenha sido membro por quatro anos consecutivos. pelo Conselho Local da igreja em que esteja arrolado. bem como para outros trabalhos de caráter pastoral. da existência ou não de qualquer processo criminal – mesmo por calúnia. VII . XI . por escrito. Aspirante a pastor é o candidato que satisfaça os se- guintes requisitos: I . VI . ao INSS. sendo pelo menos por dois anos na igreja atual. 162.Seja batizado por imersão e com o Espírito Santo.Regimento.Faça declaração.pmd 128 8/12/2009.Seja irrepreensível na moral. XIII . II . conforme o padrão cultural e teológico da Igreja Metodista Wesleyana.Tenha convicção da chamada de Deus para o ministé- rio.Seja recomendado. difamação ou injúria – e da solução judicial. e regularidade.Seja aluno da Escola Bíblica Dominical. discreto no falar e exemplo de santidade na vida. XII .Comprove filiação.

Não seja portador de doenças nervosas ou mentais. Porém. ficando sua consagração na dependência do resultado do seu trabalho.Tenha recomendação favorável do Conselho Ministe- rial Regional. § 1º Missionária consagrada é o clérigo que satisfez todos os requisitos exigidos pelo Estatuto e pelo Regimento Interno da 129 Parte 2 . a me- nos que tenha consagração de presbítero. XVI . havendo necessidade na região. por ainda não ser consagrado.pmd 129 8/12/2009. 163. com vistas a uma nova igreja. durante o período probatório. XIV .Não seja aposentado por velhice ou por invalidez de qualquer natureza que o impeça de exercer o ministério pasto- ral. com a neces- sidade e a critério do pastor. o aspirante poderá ajudá-lo nas ce- rimônias.Regimento. se aprovado. § 3º O aspirante poderá ser nomeado colaborador.Submeta-se a exame psicotécnico. § 2º O aspirante deverá. O quadro de missionárias é composto de duas categori- as: missionária consagrada e missionária eleita. e que necessaria- mente sua esposa ou noiva seja evangélica e declare concordân- cia com o exercício do ministério. XV . não corresponder às condições exigidas pela Igreja para a eleição será descontinuado. 08:57 . § 5º Convém que o aspirante seja casado. § 4º O aspirante que. ao fim de três exercícios. será consagrado. ini- ciar trabalho novo. não po- dendo oficiar cerimônias. XVII . com o intuito de preparação para exercício futuro em seu ministério. SEÇÃO VI Do Quadro de Missionárias Art. § 1º O aspirante que satisfizer as exigências do Regimento Interno será encaminhado ao Conselho Ministerial Regional e. § 6º A esposa ou noiva do aspirante a pastor deverá comparecer à Comissão Ministerial. clinicamente comprovadas.

O quadro de missionárias visa atender à Igreja Metodista Wesleyana nas áreas do Campo Missionário Nacional ou Estran- geiro. participar das reuni- ões administrativas da igreja local. 165. foi consagrado para servir no Campo Missionário Nacional ou Estrangeiro. § 2º A missionária consagrada pertence à Ordem Sagrada da Igreja Metodista Wesleyana. a convite do pastor. a aspirante à missionária. do Capítulo IX. respeitadas as disposições da Seção VI. deterá o título de aspirante à missionária. 164. § 3º Missionária eleita é o leigo que alcançou o título de missionária até a data de realização do 9º Concílio-Geral e que não satisfaça os requisitos das normas da Igreja para a consagra- ção. quando autorizado pelo Conselho Ministe- rial Regional.Regimento. ou na igreja local. após período probatório. Art. 08:57 . § 2º No período probatório. será consagrada missionária para servir no Campo 130 Parte 2 . § 3º Em caso de necessidade da obra. Da Missionária Art. Igreja para eleição e consagração. § 5º As missionárias estão impedidas de: a) Ser nomeadas para a função de superintendente distrital. § 1º O período probatório será de um exercício eclesiástico. devendo abrir trabalho pio- neiro que comprove seu chamado. e nos serviços de caráter missionário e evangelístico da igreja local.pmd 130 8/12/2009. podendo ser prorrogado. na ministração das ordenanças de Cristo e de sua Igreja. b) Concorrer à eleição para secretários regionais. tendo cumprido as exigências de lei e o período probatório. bem como auxiliar e nas atividades de aconselhamento e discipulado. podendo. Missionária é o clérigo que. assistencial e educacional. § 4º A missionária eleita que cumprir todos os requisitos das normas da Igreja poderá ser consagrada.

poderá auxiliar os pastores nas áreas ministe- riais do distrito eclesiástico e da igreja local. a critério do Con- selho Ministerial Regional. 08:57 . Parágrafo único. VIII . a juízo do Conselho Ministerial Regional. 131 Parte 2 .Tenha o bacharelado em teologia reconhecido pela Se- cretaria-Geral de Educação Cristã e o curso transcultural.Tenha por ocasião da consagração a idade mínima de 25 anos. V .Obtenha votação favorável da maioria do plenário no Concílio Regional. IV . 166. ou na igreja local.pmd 131 8/12/2009. a critério do Conselho Mi- nisterial Regional. II . III . VII . quan- do necessário.Regimento. podendo.Tenha sido aprovada pela Comissão Ministerial. Requer-se da candidata à eleição e consagração à missionária que: I . Caso haja alguma acusação contra a candidata.Tenha sido aceita pelo Conselho Ministerial Regional. assumindo assim as responsabilidades ine- rentes ao cargo. VI . reconhecido pela Secretaria-Geral de Missões. ela terá direito a defender-se no plenário. § 6º A missionária consagrada que retornar do Campo Mis- sionário Nacional ou Estrangeiro ficará à disposição do Distrito Eclesiástico na área de sua residência. § 4º A missionária consagrada e com nomeação regional terá direito ao seu sustento.Responda satisfatoriamente no ato da consagração às perguntas da liturgia.Tenha completado satisfatoriamente o período prepara- tório. Missionário Nacional ou Estrangeiro.Tenha condições de ser nomeada pelo Conselho Minis- terial Regional para igrejas ou frentes missionárias do Campo Mis- sionário Nacional ou Estrangeiro. ou na igreja local. permanecendo sob a supervisão e a orientação do SD. servir em órgãos da Igreja. Art. § 5º A missionária consagrada e/ou a missionária eleita que esteja na área do Distrito Eclesiástico.

III . II . quando estiver no Campo Missionário.Comunicar ao secretário de missões sempre que preci- sar se ausentar da igreja por mais de dez dias.Regimento. V . Em casos especiais. 08:57 . Da Credencial da Missionária Art. VI .Admitir membros por profissão de fé e batismo. São atribuições das missionárias: I . X . VIII . ficando a critério do Conselho Ministerial Regional determinar suas respectivas funções.Visitar os membros da igreja. após eleição e consagração. 167. A missionária com nomeação regional passa para o rol de membros do Concílio Regional. 169. IX .Relatar trimestralmente ao supervisor ou quando solici- tada.Auxiliar nas atividades da igreja. Das Funções das Missionárias Art. IV . Parágrafo único. 168.pmd 132 8/12/2009.Ensinar o Evangelho em conformidade com as doutrinas e práticas da Igreja. Parágrafo único.Oficiar as cerimônias conforme ritual da Igreja. receberá credencial assinada pelo bispo. Das Atribuições das Missionárias Art. O membro da Igreja do sexo feminino que preencher os requisitos para ser missionária. no prazo de 30 dias. As missionárias estão incumbidas de auxiliar os pasto- res na direção e administração de frentes missionárias ou igrejas do Campo Missionário Nacional ou Estrangeiro.Assumir a Frente Missionária ou o Campo Missionário para o qual foi nomeada.Preparar candidatos à comunhão da igreja em Frente Missionária e instruí-los. VII .Criar e manter atualizado o rol dos membros da Frente 132 Parte 2 . uma Frente Missionária ou um Campo Missionário Nacional ou Estrangeiro poderão ter duas ou mais missionárias. bem como no âmbito das Igrejas Locais quando solicitadas.

Regimento. A missionária não pode: I .Enviar ao Fundo Imobiliário Wesleyano 50% dos seus dízimos. devendo responder à chamada do rol. encaminhar à Secretaria de Missões pedido de organização. IV .Quando o Campo Missionário estiver em condições de tornar-se igreja. sejam elas regionais ou gerais.pmd 133 8/12/2009. Parágrafo único. XI . 171.Assumir e desempenhar as funções para as quais foi no- meada. V .Auxiliar o pastor nas atividades da igreja em conformi- dade com o padrão doutrinário e administrativo da Igreja 133 Parte 2 . São deveres da missionária: I . XII .Exercer qualquer atividade estranha à sua função sem autorização do Conselho Ministerial Regional. § 2º É obrigatória a presença da missionária de tempo inte- gral nos eventos gerais para os quais foi convocada e no Concílio Regional.Realizar qualquer cerimônia que esteja fora do padrão bíblico e doutrinário da Igreja. § 1º O disposto no inciso I não se aplica às missionárias de tempo parcial. Estará sujeita a disciplina a missionária que deixar de cumprir o que dispõe o inciso I deste artigo.Candidatar-se a cargos políticos sem a aquiescência do Conselho Ministerial Regional. III . Missionária.Apresentar anualmente as estatísticas da Frente Missionária. II . Dos Deveres e dos Direitos da Missionária Art.Assumir responsabilidades financeiras sem que para isso tenha recursos próprios. 08:57 . Das Restrições das Missionárias Art. 170.Deixar de encaminhar o pedido de organização de igreja à Secretaria de Missões. II . XIII .

134 Parte 2 . e nos serviços de caráter missionário e evangelístico na igreja local. V.Oficiar cerimônias. tendo em vista a formação de igrejas. II .Licenciar-se de suas funções em caráter temporário. VI . assistencial e educacional.Ser nomeada para auxiliar nos trabalhos de aconselhamento e discipulado. nos ter- mos do Art. ou antes. São direitos da missionária: I . a missionária precisa aguar- dar a decisão final do Conselho Ministerial Regional. VI . VII .pmd 134 8/12/2009.Solicitar ao supervisor suas férias com antecedência mínima de 30 dias da data pretendida.Conservar sua credencial mesmo quando transferida para outra igreja. § 3º O inciso VI refere-se às missionárias com nomeação regional.Ser membro do Concílio Regional da região à qual está ligada.Receber literaturas e órgãos informativos regionais e gerais.Cumprir ativamente todos os serviços para os quais for designada pelo pastor na área da igreja local. V .Ser eleita delegada ao Concílio Regional e Geral. VIII.Abrir frentes missionárias e/ou Escola Bíblica Dominical pioneira. Metodista Wesleyana. III . IV. Art. III . VII . quando autorizada e/ou assistida pelo pastor. § 1º Ao requerer sua jubilação. 08:57 .Ocupar cargos na igreja local por nomeação. IV . 180.Ser membro do Conselho Local da igreja em que estiver arrolada. em conformidade com a liturgia da Igreja Metodista Wesleyana.Requerer sua jubilação aos 65 anos.Regimento. 172. § 2º O inciso V refere-se às missionárias com nomeação para a Frente Missionária ou para o Campo Missionário Nacional ou Estrangeiro.

Apelar. 08:57 .Seja dizimista fiel. assistencial e educacional. XII .Seja aluna da Escola Bíblica Dominical. comprovado. SEÇÃO VII Da Aspirante à Categoria de Missionária Art. II . dons e graça nas áreas de aconselhamento e discipulado.Gozar férias de 30 dias anuais. XIII .pmd 135 8/12/2009.Tenha convicção da chamada de Deus para o ministé- rio. III . § 1º Quanto à transferência para outra região.Transferir-se para outra Região Eclesiástica. § 2º O inciso XI refere-se às missionárias de tempo integral. discreta no falar e exemplo de santidade na vida. 135 Parte 2 .Seja batizada por imersão e com o Espírito Santo. ao Conselho- Geral. terá de haver enten- dimento prévio com os bispos. Da Readmissão da Missionária Art. em caso de disciplina administrativa.Tenha revelado. V . Aspirante à missionária é a candidata que satisfaça os seguintes requisitos: I . ao Colégio Episcopal e. caso deixe o ministério. IV . em caso de disciplina eclesiástica. 173. quanto à conveniência e possibi- lidade de aceitação. a critério do SD. XI .Solicitar deixar o campo de trabalho para o qual foi no- meada. por escrito.Regimento. com o pro- pósito de continuar servindo no ministério. pela Junta Diaconal. 174. bem como em outros trabalhos de caráter missio- nário e evangelístico na igreja local. A readmissão de missionária obedecerá ao mesmo cri- tério para readmissão de pastor.Seja irrepreensível na moral.Transferir-se para uma igreja local. VI . como membro. IX . X . na igreja em que se acha arrolada.

por escrito. ficando sua consagração na dependência do resultado do seu trabalho. servirá na igreja local nas áreas determinadas 136 Parte 2 . durante o período probatório. VIII . Havendo necessidade no Campo Missionário Nacio- nal. ini- ciar trabalho novo. § 1º A aspirante à missionária que satisfizer as exigências do Regimento Interno. após análise da Comissão Ministerial Re- gional.Tenha recomendação favorável do Conselho Ministe- rial Regional. § 2º A aspirante deverá.Submeta-se a exame psicotécnico. 08:57 . XIV . XII . clinicamente comprovadas. de submissão ao regime itinerante e à autoridade eclesiástica. § 3º A aspirante à categoria de missionária. X . conforme o padrão cultural e teológico da Igreja Metodista Wesleyana. XIII . difamação ou injúria – e da solução judicial.pmd 136 8/12/2009. XVI . será encaminhada ao Conselho Ministeri- al Regional. XVII .Comprove filiação. pelo Conselho Local da igreja onde estagiou. e regularidade. b) Negativa do SPC e do Serasa da cidade onde reside.Tenha bacharelado em teologia.Não seja portadora de doenças nervosas ou mentais. Estrangeiro. com vistas a uma nova igreja. por escrito.Seja recomendada. IX . caso aprovada. ou na igreja local. XV . ao INSS. durante o perí- odo de estágio. por escrito.Regimento. será consagrada. da existência ou não de qualquer processo criminal – mesmo por calúnia. não servindo cópia com mais de 6 meses. XI .Seja examinada e acompanhada pela Comissão Minis- terial.Apresente ao presidente da Comissão Ministerial as se- guintes certidões: a) De casamento (se for casada). e submeta- se a um exercício eclesiástico de estágio.Não seja aposentada por invalidez de qualquer natu- reza que a impeça de exercer o trabalho missionário. VII .Faça declaração.Faça declaração.

Art.Tenha revelado dons para o ministério pastoral. se recomendado a aluno interno. Art. VIII . Requer-se do candidato a seminarista que: I . XIII. 64. XIII. 78. Art. VII. II . Seminarista é o membro recomendado pela igreja local para ingressar no Ceforte ou em curso teológico reconhecido pela Igreja (Art. § 3º e 4º do Estatuto. 78. VII. 137 Parte 2 . 162. § 1º. após análise do currículo à luz do padrão cultural da denominação. 78.pmd 137 8/12/2009. Entende-se por curso teológico reconheci- do aquele que é aprovado e recomendado pela Secretaria Regio- nal de Educação Cristã. § 1º).Regimento.Tenha no mínimo 18 anos de idade e esteja quite com o serviço militar. VII .Tenha no mínimo o ensino médio. 64. 78. § 1º. Art. Os candidatos que almejam servir na igreja local se- rão recomendados diretamente ao Ceforte (Art. 162. Art. § 3º e 4º do Estatuto.Seja membro da Igreja Metodista Wesleyana há pelo menos dois anos consecutivos. SEÇÃO VIII Do Seminarista Art. § 2º Os candidatos que almejam o ministério serão reco- mendados pelas Igrejas Locais à Secretaria Regional de Educa- ção Cristã.Seja aluno da Escola Bíblica Dominical há pelo menos um ano. III . VII. Parágrafo único. não corresponder às condições exigidas pela Igreja para a elei- ção será descontinuada. § 4º A aspirante que. pelo pastor. 08:57 . VI . § 1º A igreja que recomendar seminarista interno deverá assumir a responsabilidade de seu INSS.Seja pontual em seus tratos.Tenha boa saúde. § 1º). e Art. 175. V .Seja dizimista fiel. IV . 176. VII. ao fim de três exercícios eclesiásticos. e Art.

ou pelo Conselho Ministerial Regional. membro da igreja. SEÇÃO IX Do Licenciamento. sendo do sexo masculino. Ele será orientado pela Comissão Ministerial Regional e su- pervisionado pelo superintendente distrital. por mais de seis exercícios eclesiásticos consecutivos. para pastor e do sexo feminino para missionária. § 2º Os clérigos que estiverem fora do país. observando-se apenas um ano de estágio. sendo do sexo masculino a pastor e do sexo feminino à missionária. salvo em casos especiais. 08:57 . Seção V e VI. § 1º O seminarista candidato será nomeado.Regimento. por um período de um exercício eclesiás- tico. havendo necessidade na região. Art. § 4º O candidato formado pelo Ceforte será dispensado do cumprimento do inciso VIII. § 1º O clérigo que for licenciado pelo Conselho Ministerial Regional. acompanhado das razões que o motivam. 177. que poderá ser prorrogado a critério da Comissão Ministerial. 178. será posto em disponibilidade. O seminarista ao concluir o seu curso e tendo parecer favorável da direção do Centro de Formação Teológica e da Se- cretaria Regional de Educação Cristã quanto à sua vocação – uma vez encaminhado por sua igreja à Comissão Ministerial Regional para exame e alcançando avaliação favorável – será encaminha- do. a título de es- tágio. § 2º A consagração a pastor ou à missionária dependerá de aprovação no estágio de aspirante e do preenchimento dos Arti- gos 162.pmd 138 8/12/2009. Artigos 162 e 166 do aspirante a pas- tor ou à missionária. da Jubilação e da Readmissão Do Licenciamento do Clérigo Art. 166 e 176. que cursar um seminá- rio ou faculdade de teologia que não o Ceforte cumprirá complementação teológica à luz do padrão cultural da Igreja. de arbítrio próprio. licenciados para 138 Parte 2 . § 3º O candidato. O licenciamento do clérigo será concedido a pedido do interessado. § 1º. à aspirante.

composta de um psicólogo.pmd 139 8/12/2009. havendo para isso conveniên- cia do Conselho Ministerial Regional.Regimento. 180. um psiqui- atra e um clínico geral. dando ciência ao bispo da região. III .Solicitar sua volta à ativa. § 1º A Secretaria-Geral de Ação Social organizará e gerenciará um fundo financeiro para atender aos jubilados. sendo assegurada a am- pla defesa. com valor mínimo de um salário mínimo e valor máximo a ser 139 Parte 2 .Ser transferido de um Concílio Regional para outro. § 2º Terá direito à assistência social prestada pela Secreta- ria de Ação Social os clérigos que tenham servido ministerial- mente a Igreja por no mínimo 15 anos contínuos e imediatos à jubilação. indicada pela Igre- ja Metodista Wesleyana. 08:57 . salvo se for atestado por uma junta de saúde.Comunicar-se com o Conselho Ministerial Regional que o licenciou 15 dias antes de expirar o prazo de licença. É dever e privilégio do clérigo licenciado: I . não perderão seus direitos e privilégios de ser membros plenos do Concílio Regional de onde se originam. A jubilação do clérigo integrante da Ordem Sagrada se dará aos 70 anos para homens e aos 65 anos para as mulheres. 179. Dos Deveres e dos Privilégios do Clérigo Licenciado Art. § 2º O clérigo licenciado deverá cooperar com uma igreja do distrito onde reside. § 1º O clérigo que for licenciado e não se comunicar com o Conselho Ministerial Regional que o licenciou (inciso I deste arti- go) passará à disponibilidade. além do pa- recer favorável do Conselho-Geral ou do Conselho Ministerial Regional. Da Jubilação do Clérigo Art. II . § 3º O valor da ajuda social será conferido vitaliciamente. que tal clérigo possui capacidade física e mental para continuar suas atividades ministeriais. estudos ou tratamento de saúde. devidamente fundamentado.

o jubilado deixará de perceber o auxílio social. § 7º Em caso de desligamento do rol de membros da Igreja Metodista Wesleyana. ou por intermédio do seu superintendente distrital. juntamente com o or- çamento. 182. 181. § 6º O Fundo de Assistência Social será mantido pela con- tribuição das Igrejas Locais no importe correspondente a 0. É dever do clérigo jubilado comunicar-se cada ano dire- tamente. § 4º Em caso de falecimento do jubilado. fixado pela Secretaria-Geral de Ação Social. É direito do clérigo jubilado usufruir os mesmos privilé- gios dos clérigos ativos quando presente ao Concílio Regional que o jubilou. desde que o jubilado não perceba renda familiar superior a três salários mínimos. à Secretaria Regional de Finanças. sendo a ele facultado o direito de votar. sob a ori- entação do pastor titular. que serão enviados. com o Conselho Ministerial Regional que o jubilou. § 9º O pagamento dos auxílios terá início em janeiro de 2010.pmd 140 8/12/2009. Dos Deveres e dos Direitos do Clérigo Jubilado Art.5% de sua arrecadação. 08:57 .Regimento. § 10º A jubilação do clérigo deverá ser formalizada em reu- nião do Conselho Ministerial Regional. publicada no jornal Voz Wesleyana e destacada em culto solene. SEÇÃO X Da Readmissão ao Ministério 140 Parte 2 . o auxílio continu- ará sendo prestado ao(a) viúvo(a) pelo prazo de seis meses. § 8º Faz jus ao recebimento do auxílio os pastores jubilados que permanecem como membros da Igreja e que cumprirem os requisitos acima. § 5º O jubilado auxiliado pelo fundo de assistência social da denominação necessariamente deverá estar arrolado como mem- bro da Igreja. Art. onde poderá prestar serviço ministerial. que repassará à Se- cretaria-Geral de Ação Social.

Apresentar motivos que justifiquem o seu desejo de in- gressar no ministério desta Igreja. e com aptidões para o ministério ativo. 08:57 .No caso de ter perdido sua credencial por falta moral comprovada.Regimento. III . V . regras gerais e sistema de governo.Tenha recomendação por escrito do Conselho Local da igreja em que estiver arrolado. terá a exigência de no mínimo 5 (cinco) anos como membro da Igreja. Art. 184. Art. costumes. 185. mediante parecer da Comissão Ministerial Regio- 141 Parte 2 . aceitando todas as doutrinas. A readmissão do clérigo ao ministério ativo é ato pelo qual o Concílio Regional o reintegra nas funções ministeriais com todos os direitos e privilégios. por motivo de saúde. sua readmissão à função pastoral estará condiciona- da.Compareça perante a Comissão Ministerial e o Conselho Ministerial Regional.Ser membro da Igreja Metodista Wesleyana por um perí- odo eclesiástico ou a critério do Conselho Ministerial Regional. II . comprovado por ministros da Igreja. A Igreja Metodista Wesleyana admite ao seu ministério ativo pastores de outras igrejas evangélicas. II .Ter sido batizado por imersão e com o Espírito Santo.No caso de ter sido afastado do ministério. 183. e reconhece suas credenciais se satisfizerem os seguintes requisitos: I .Tenha votação favorável da maioria do plenário do Con- cílio Regional. além do cumprimento dos incisos I a III. IV .pmd 141 8/12/2009.Obter votação favorável da maioria do plenário do Con- cílio Regional. V . à apresentação de atestado de saúde por especialista médico da área que motivou seu afastamento. SEÇÃO XI Da Admissão de Pastores de Outras Igrejas Art. IV .Ser de reconhecida idoneidade moral. Para readmissão ao ministério ativo exige-se que: I . obtendo parecer favorável. III .

Não cumprir seus deveres. ministros. II . pastores e missionárias da Igreja Metodista Wesleyana têm sua credencial cancelada quando: I . V . após o período probatório.Retirar-se da Igreja Metodista Wesleyana. será recomendada pela Comissão Ministerial. 142 Parte 2 . que o assistirá na administração local.Casar-se em jugo desigual. § 4º O candidato. dois exercícios eclesiásticos.pmd 142 8/12/2009. § 2º Durante o período probatório. vindo de outra denominação. III .Regimento.Abandonar o campo de trabalho para o qual for nomeado(a). às atividades regionais durante um exercício eclesiástico. cumprirá os requisitos do padrão cultural da Igreja. antes de sua apro- vação pelo plenário do Concílio Regional. 08:57 .Ser bacharel em teologia e fazer o curso de complementação teológica denominacional. ou não. § 3º A categoria de ministro. terá como supervisor na igreja para a qual for nomeado o superintendente distrital. VI . VI . sem justificativas. 186. no mínimo. SEÇÃO XII Da Perda da Credencial Art. Bispos.For desligado do rol. § 1º O pastor que comparecer perante a Comissão Ministe- rial será recebido e terá um período probatório de. IV .Deixar de comparecer. nal.

187. X ). § 1º Serão mantidos pela Igreja os clérigos em exercício de qualquer cargo de nomeação com ônus. A Igreja reconhece ter o dever de amparar seus cléri- gos. § 7º O Conselho Ministerial Regional poderá votar acima da tabela base para o superintendente regional. § 2º Igrejas.pmd 143 8/12/2009. 10 DO SUSTENTO DOS CLÉRIGOS Art. A partir desse período estabelecido. estará sujeita a uma auditoria do Conselho Ministerial Regional. prejudicando os compromissos gerais. estará sujeito a uma auditoria do Conse- lho-Geral. fica a critério do Con- selho Ministerial Regional. desde que para isso a região tenha condições. § 5º A Junta Diaconal poderá votar acima da tabela base. regionais e locais. prejudicando os compromis- sos gerais e regionais. de acordo com os ensinamentos bíblicos. § 4º O tempo máximo de complementação do sustento mínimo pelas secretarias regionais será de um exercício eclesiás- tico.Regimento. 79. § 8º O Conselho Ministerial Regional que exorbitar no sub- sídio do superintendente regional. § 3º As secretarias regionais complementarão o sustento mínimo a que fazem jus os clérigos. desde que para isso tenha condições e autorização da Secretaria Regional de Finanças (Art. órgãos e instituições receberão da Secretaria Regional de Finanças a tabela com o valor que deverá subsidiar os clérigos. 08:58 . 143 Parte 2 . § 6º A Junta Diaconal que exorbitar no subsídio do clérigo.

posse e consagração 144 Parte 2 . 190.Regimento. para caso de celebração de profissão de fé e batismo. 189. rece- berá de acordo com a tabela expedida pela Secretaria Regional de Finanças. 188. 192. As mudanças pastorais são de responsabilidade da Se- cretaria Regional de Finanças. nomeado com ônus. proverá os meios de seu sustento. apresentação de crianças. 191. O reajuste do subsídio pastoral será anual.pmd 144 8/12/2009. Ceia do Senhor. casamento. § 9º Para as missionárias nomeadas pelo Conselho Ministe- rial Regional. Art. O clérigo de tempo parcial. 08:58 . a Secretaria Regional de Finanças. corrigido pela média aritmética entre o índice de atualização do salário mínimo e o índice oficial de inflação. Art. Art. de acordo com a natureza do serviço que irão realizar. ou a igreja local. a Secretaria-Ge- ral de Missões. conforme o caso. e será informado pela Secretaria-Geral de Finanças. O clérigo transferido terá o subsídio correspondente ao mês da sua transferência pago pelas igrejas das quais são trans- feridos. Art. em janeiro. bodas de prata e de ouro. 11 DA LITURGIA DE CERIMÔNIAS Art. inclusos viagens e expedientes. ofício fúnebre. A Igreja Metodista Wesleyana estabelece os seguintes rituais de cerimônia.

Quanto aos salões. § 2º A dedicação de templos se fará quando não existirem dívi- das e cuja documentação esteja em ordem. próprios ou alugados.516 do Código Civil Brasilei- ro. serão apenas inaugurados. ordenação de ministros e bispos. entrando em vigor na data de sua publicação no órgão oficial da Igreja Metodista Wesleyana. registrar na ata a habilitação fornecida pelo cartório. A Igreja Metodista Wesleyana adota a prática de imersão como forma de batismo. 145 Parte 2 . Art.515 e 1.Regimento. 194.Da Comissão de Legislação. A proposta será discutida no plenário do Concílio-Geral considerando-se aprovada se obtiver maioria dos votos do plenário do Concílio-Geral. Este Regimento poderá ser reformado mediante pro- posta: I . A profissão de fé será antes do ato do batismo. 08:58 . Parágrafo único.Da Maioria do Concílio-Geral. II .pmd 145 8/12/2009. de missionárias e pastores. § 1º No caso de o casamento ser feito de acordo com a Lei 1.110. c/c 1. lan- çamento da pedra fundamental. 193. de 23 de maio de 1950. Parágrafo único. 12 DA REFORMA DO REGIMENTO INTERNO Art. dedicação de templos. passa- gem de igreja e jubilação de clérigos.

pmd 146 8/12/2009. 08:58 .Regimento. 146 Parte 2 .

09:00 .pmd 147 8/12/2009.Adendos. APÊNDICES Parte 3 .

............Da Consagração de Missionárias .......... 164 b) Regimento do Complemento de Aposentadoria Wesleyana – CAW .................................................. 208 b) Estatutos dos Ministérios ......................Adendos. 150 B............................ Dos Fundos .......... Ritual de Cerimônias Seção I ........................................ 215 Seção IV .............................................................. 184 a) Regimento do Centro de Formação Teológica .............. 09:00 ................................... 184 5............................................... 176 b) Regimento do Centro de Publicações ...................................................... 175 a) Regimento da Agência Missionária Wesleyana – Agemiw ......................................................Da Ordenação dos Bispos ............. Estatutos dos Departamentos ............................................................................... 184 b) Dos Departamentos Regionais ................... 164 a) Regimento da Associação Wesleyana de Ação Social – Awas ....................... Padrão Cultural . Dos Órgãos..................................... 212 Seção II .... 203 a) Dos Ministérios ....................... A........................... 172 3....... Regimento do Conselho Missionário .....Da Ordenação de Ministros ........................................................................................... 180 4.... 208 6.................. 217 148 Parte 3 .......... 154 a) Regimento do Fundo de Expansão Missionária – Fuemis ......... Regimentos e Estatutos 1........... 214 Seção III .......................... 154 b) Regimento do Fundo Imobiliário Wesleyano – FIW ................................... 210 C............Da Consagração de Pastores .....................................pmd 148 8/12/2009. Dos Departamentos Gerais .. Das Instituições ............................................................................ 160 2.............

.................. Datas Comemorativas ................... 218 Seção VI ...........................Da Passagem da Igreja .Da Ceia do Senhor .. 230 149 Parte 3 ......................Das Bodas de Prata e Ouro .................. 220 Seção VIII .......pmd 149 8/12/2009.... 224 Seção XII ...........Da Profissão de Fé e Batismo ..Da Dedicação do Templo ... 224 Seção XIII ........ 228 D............................................................................ 221 Seção IX ........Da Consagração de Presbíteros ...............................Do Oficio Fúnebre ....... Seção V ................................................Da Jubilação dos Clérigos ....Da Apresentação de Crianças ......... 09:00 .Da Posse dos Oficiais .....Da Pedra Fundamental ......................................... 222 Seção X . 228 Seção XVII ................. 227 Seção XV ................ 219 Seção VII .............Do Casamento ................... 227 Seção XVI ...... 223 Seção XI ............... 226 Seção XIV ..Da Consagração dos Diáconos e Diaconisas ................Adendos..

formado por outra instituição religiosa de ensino.pmd 150 8/12/2009. a relação dos livros-tex- tos das matérias exigidas por este padrão cultural. anual- mente. d) Doutrinas Wesleyanas. Pneumatologia e Bibliologia). b) Administração Eclesiástica. § 2º Os candidatos a ministro. c) Historia do Metodismo Wesleyano. 1º O membro que almeja ingressar no quadro de clérigo da Igreja Metodista Wesleyana deverá cumprir o disposto pelo pa- drão cultural.Adendos. através do jornal Voz Wesleyana. cumprirá a complementação teológica do padrão cultural da Igreja Metodista Wesleyana. 2º As disciplinas para complementação teológica no Ceforte ou as provas na Comissão Ministerial serão determinadas após análise do histórico escolar do candidato à luz do padrão cultural da Igreja Metodista Wesleyana. após a conclusão do curso. PADRÃO CULTURAL PARA ADMISSÃO AO QUADRO DE CLÉRIGO DA IGREJA METODISTA WESLEYANA Art. § 3º Só será aceito como candidato a ministro aquele que tiver concluído o curso de bacharel em teologia e cumprir as exi- gências prévias do padrão cultural. 150 Parte 3 . 1) As matérias que compõem a complementação teológica são as seguintes: a) Teologia Sistemática (Soteorologia. Art. 09:00 . recomendada pela Secretaria Regional de Educação Cristã. membro da Igreja Metodista Wesleyana. a pastor e à missionária apre- sentarão certificado de conclusão do ensino médio acompanha- do da cópia do Diário Oficial de sua publicação e do bacharelado em teologia. determinado pela Secretaria-Geral de Educação Cristã: § 1º A Secretaria-Geral de Educação Cristã divulgará. § 4º O candidato.

tantas quantas forem as ma- térias que lhe faltarem na Comissão Ministerial. Art. será decidido a que ca- tegoria (missionária. I . 4º O clérigo vindo de outra denominação de mesma fé dou- trinária e crenças pentecostais terá seu currículo analisado. (Art. 09:00 . 5º Independentemente do enquadramento ou não do currí- culo. O exame visa ao enquadramento do padrão cultural exigido pela Secretaria-Geral de Educação Cristã. o clérigo vindo de outra denominação deverá apresentar as seguintes monografias. o clérigo deverá fazer o curso de complementação teo- lógica do Ceforte ou prestar provas. 2º Ano: A salvação. § 2º O candidato que não tiver média em até três discipli- nas será reprovado. § 1º O candidato que não obtiver média em até duas disci- plinas poderá passar para o ano seguinte.pmd 151 8/12/2009. II . O candidato a ministro que tenha o curso teológico do Ceforte só prestará provas das matérias que não fizeram parte do seu currículo. Art.Para candidato a pastor e missionária: 1º Ano: O ministério do Espírito Santo.Para candidatos a ministro: 151 Parte 3 . Parágrafo único. § 2º Quando não forem cumpridas as exigências do padrão cultural. Art. ficando em dependên- cia. § 1º Depois da análise do currículo. pastor ou ministro) o(a) candidato(a) será admitido(a).Adendos. 3º O candidato ao ofício de pastor e de missionária que pos- suir o curso de bacharel em teologia ministrado pelo Ceforte será dispensado das disciplinas exigidas pelo padrão cultural da Se- cretaria-Geral de Educação Cristã. 38 do Regimento do Ceforte). 2) A média de aprovação para as provas será 7.

7º Os candidatos à Comissão Ministerial deverão: a) Ser apresentados à Comissão Ministerial e orientados em que categoria deverá ingressar. 2º Ano: Teologia e Psicologia Pastoral. caso haja necessidade. mentais e de equilíbrio do candidato. § 4º O candidato que apresentar desvios graves de equilí- brio mental. Elas terão de se enquadrar ao pensamento teo- lógico e doutrinário da Igreja Metodista Wesleyana para ser con- sideradas aprovadas. 6º O candidato ao quadro de clérigo da Igreja Metodista Wesleyana deverá prestar exame psicotécnico. 1º Ano: A santificação. § 1º As monografias deverão ter no mínimo vinte páginas digitadas em espaço simples. § 5º Os resultados individuais dos exames serão enviados ao presidente da Comissão Ministerial e à Secretaria-Geral de Educação Cristã. por razões óbvias. § 1º O exame visa avaliar as condições psíquicas. e ser apresentadas em cinco vias. § 2º As monografias deverão ser entregues ao presidente da Comissão Ministerial para exame até o dia 15 de outubro de cada ano. 152 Parte 3 . Art. Art.pmd 152 8/12/2009. a fim de ser guardados em sigilo para posterior consulta. § 3º O candidato receberá oportunamente cópia do resul- tado de seu exame. ou de comportamento consciente. será descontinuado pela Comissão Ministerial.Adendos. bibliografia de no mínimo cinco li- vros. § 4º A apresentação das monografias não implicará aprova- ção obrigatória. § 2º Ele será ministrado aos candidatos em data previamente marcada pelo presidente da Comissão Ministerial. § 3º O presidente da Comissão Ministerial remeterá cópia das monografias à Secretaria-Geral de Educação Cristã. com fins de arquivamento. 09:00 .

e expedi- rá o certificado de cumprimento de padrão cultural. 09:00 .pmd 153 8/12/2009. b) Apresentar os documentos exigidos pelo Estatuto e pelo Regi- mento Interno da Igreja Metodista Wesleyana para a sua catego- ria. por meio do qual ele deverá preparar-se – a referida lista será publicada anualmente em a Voz Wesleyana. c) Preencher um formulário elaborado pela referida comissão. 8º A Comissão Ministerial comunicará ao Conselho Ministe- rial Regional os nomes dos candidatos aprovados para a compe- tente apreciação do Conselho e. os apresentará ao plenário do Concílio Regional para eleição. se for o caso. 9º A Secretaria-Geral de Educação Cristã tomará as seguin- tes providências: enviará ao candidato a lista do material.Adendos. Art. Art. 153 Parte 3 . organizará as pro- vas e as enviará ao presidente da Comissão Ministerial.

II . 4º O fundo tem por finalidade: I . 09:00 . 3º O fundo é ligado e subordinado à Secretaria-Geral de Mis- sões. Parágrafo único. Art.Adendos. Suas assembleias poderão realizar-se em qual- quer parte do território nacional.pmd 154 8/12/2009. 1 DOS FUNDOS REGIMENTO DO FUNDO DE EXPANSÃO MISSIONÁRIA – FUEMIS CAPÍTULO I DA ENTIDADE E SEUS FINS Art. é uma associação civil de natureza religiosa. missionária e filantrópica sem fins lucrativos. Art. Rio de Janeiro. organiza- da desde 1967 como um departamento da Secretaria-Geral de Missões da Igreja Metodista Wesleyana.Administrar recursos destinados à obra missionária de acordo com a orientação da Secretaria-Geral de Missões. 2º O fundo tem sua sede e fórum na cidade de Petrópolis. Art.Levantar recursos para sustento das missionárias e para o desenvolvimento da obra missionária. 154 Parte 3 . órgão da Se- cretaria-Geral de Missões. O objetivo básico do Fuemis é dar apoio missio- nário completo à Igreja Metodista Wesleyana. 1º O Fundo de Expansão Missionária – Fuemis.

VIII . ou quando convocado pela Secretaria-Geral de Missões. ouvido o secretário- geral de missões. Art. Parágrafo único. o presidente do Fuemis organizará sua diretoria. para melhor apoiar o desenvolvimento do Fuemis.Prestar informações à Secretaria-Geral de Missões. ministro ou não. 7º O Fuemis se reunirá uma vez por mês ou. IV .Encaminhar sugestões à Secretaria-Geral de Missões e ao Conselho-Geral. IX . dois tesoureiros.Visitar.Prestar informações acompanhadas de relatórios ao Concílio-Geral. quando se fizer necessário.pmd 155 8/12/2009. V . 09:00 . 8º Ao presidente compete: I .Nomear vogais quando for preciso. Art. extraordinaria- mente. VII . indicado pela Secretaria-Geral de Missões e eleito pelo Conselho-Geral com mandato sexenal.Executar as programações do Fuemis. 5º O Fuemis é administrado por um diretor-geral. O diretor-geral terá a função de presidente do Fuemis. Parágrafo único. O presidente encaminhará os nomes esco- lhidos ao Conselho-Geral para aprovação. II . na medida do possível.Enviar para as igrejas planos e informações. um diretor de patrimônio e dois vogais.Autorizar pagamento das despesas do Fuemis por meio do tesoureiro. CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO Art. 155 Parte 3 . VI . CAPÍTULO III DA DIRETORIA Art.Adendos. dois secretários. indicando um vice-presidente.Convocar as reuniões e presidi-las. 6º Eleito. os Campos Missionários. III .

09:00 . 11. II . ou to- das as vezes que for solicitado pelo secretário-geral de missões.Receber contribuições em dinheiro e doações diversas e guardá-las em lugar apropriado.Relatar ao Fuemis.Elaborar o fichário dos missionários dependentes do Fuemis. IV .Expedir certificados. II .Representar o Fuemis quando convocado pelo presiden- te. X . III .Adendos. Art.Pagar as despesas autorizadas pelo presidente. em nome do Fuemis.pmd 156 8/12/2009. VI . Ao secretário compete: I . 9º Ao vice-presidente compete: I .Executar planos e medidas aprovadas pela Secretaria- Geral de Missões ou pelo Conselho-Geral. III .Preparar as correspondências solicitadas pelo presiden- te. Ao tesoureiro compete: I . Art. XI . V .Substituir o presidente em seus impedimentos.Apoiar o presidente em sua administração. 156 Parte 3 .Lavrar atas e registrá-las em livros próprios. II . XII . onde haja sua representação.Dar recibo aos contribuintes.Supervisionar as Regiões e Distritos quando solicitado pelo presidente. IV .Depositar todo o dinheiro em conta-corrente.Administrar os bens do Fuemis e movimentar contas bancárias com o tesoureiro. III . movimentando a conta com procuração dada pelo presidente do Fuemis. 10. Art.Cumprir e fazer cumprir o Estatuto em regime interno e externo. à Secretaria-Geral de Missões e ao Concílio-Geral no fim do exercício o balancete financeiro.Relatar nas reuniões da diretoria. IV .

15. 2) De doações e legados. ajudar na aquisição de propriedades em áreas onde não haja igrejas orga- nizadas e subsidiar pastorais em distritos considerados missio- nários. Art. devendo ser utilizados na execução de seus fins estatutários e registrados em livro próprio. Art. 14. VII . 09:00 . Ao diretor de patrimônio compete: I . O Fuemis obtém seus recursos das seguintes formas: 1) Dos mantenedores.Realizar os trabalhos que lhe forem designados. O patrimônio do Fuemis será constituído de bens mó- veis. 4) De campanhas diversas. 17. imóveis e semoventes. Art. 13.Representar o Fuemis quando for indicado pelo presi- dente. O Fuemis poderá. 157 Parte 3 . 5) De eventos diversos. Ao vogal compete: I . lega- dos e rendas de procedência compatível com sua finalidade. Art. CAPÍTULO IV DA RECEITA E DO PATRIMÔNIO Art. 12. 3) De ofertas especiais.Adendos. 16. A receita do Fuemis será constituída de doações.pmd 157 8/12/2009. as doações e os legados. doações e legados.Registrar em livro apropriado e em nome do Fuemis os bens móveis. imóveis e semoventes.Pagar as despesas de sua manutenção. Art.Escriturar em livro apropriado o movimento financei- ro do Fuemis. VIII . havendo para isso recursos. registrados em seu nome. II .

Adendos. Parágrafo único. os bens do Fuemis pas- sam a pertencer à Igreja Metodista Wesleyana. e tenha sido aprovado pelo voto da maioria do Concílio-Geral. Perante o Conselho-Geral. O Fuemis só será dissolvido pelo voto favorável de 4/5 (quatro quintos) dos participantes da reunião convocada exclusi- vamente para este fim. Os casos omissos serão resolvidos mediante reunião de acordo com o Art. na sua ausência. 19. As reuniões do Fuemis serão regidas pelas regras parla- mentares constantes em seu Regimento Interno. ouvida a Secretaria-Geral de Missões. com represen- tante da Secretaria-Geral de Missões. O Fuemis será representado ativo. poderá re- munerar em caso de necessidade. Art. cujo edital de convocação tenha sido publicado com antecedência mínima de três meses. Mediante o trabalho que se propõe a fazer. com recursos próprios e por meio do seu presidente. o Fuemis será representado pelo seu presidente ou. O Fuemis não responde pelas obrigações da Igreja Metodista Wesleyana. 09:00 . 23. 18. 19. Art. Art. no órgão oficial de imprensa da Igreja Metodista Wesleyana. 20. judicial e extrajudicialmente pelo seu presidente e pelo secretário-geral de missões.pmd 158 8/12/2009. Em caso de dissolução. Art. passivo. 22. ouvido o Conselho-Geral. 24. o Fuemis. Art. 21. Art. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. nem a Igreja Metodista Wesleyana por qualquer obrigação do Fuemis ou de organizações a ele subordi- nadas. por um membro quali- ficado da diretoria. e sua forma de 158 Parte 3 .

pmd 159 8/12/2009.Adendos. 09:00 . 159 Parte 3 . 25. divisão de bens será orientada pelo Conselho-Geral. Este estatuto entrará em vigor após aprovação em assembleia e registro oficial em cartório aprovado pela Secreta- ria-Geral de Missões e pelo Conselho-Geral. Art.

1º A Igreja Metodista Wesleyana. c) Pagamentos especiais. § 1º Após a aprovação do Conselho Ministerial Regional. com direito a voto. um secretário de atas e um tesoureiro.Executar as decisões do Conselho-Diretor. Art. Trata-se de um departamento da Secretaria-Geral de Administração. que visa servir às igrejas nas regiões. templos. que será constituída de um presidente. b) Empréstimos. 3º O FIW é administrado por um Conselho-Diretor. II . um vice-presidente. 4º Ao presidente compete: I. com mandato bienal. § 2º O secretário regional de administração é membro ex- ofício. 09:00 . resolve criar um fundo com essa finalidade.Convocar e presidir as reuniões do Conselho-Diretor. Parágrafo único.pmd 160 8/12/2009. REGIMENTO DO FUNDO IMOBILIÁRIO WESLEYANO – FIW Art. visando alcançar meios para ajudar suas igrejas e instituições na aquisição ou na cons- trução de casas pastorais.Autorizar: a) Pedidos de verba. DO NOME Art. os membros se reúnem sob a presidência do secretário regional de administração para eleger a Mesa Diretora. que são indicados pelo secretário regi- onal de administração e aprovados pelo Conselho Ministerial Regional da respectiva Região Eclesiástica. III . cuja sigla é FIW. Consti- tui-se de cinco membros. salões de culto e edifícios próprios. 2º O Fundo criado denomina-se Fundo Imobiliário Wesleyano. Em cada Região Eclesiástica haverá uma diretoria eleita conforme as normas deste Regimento.Adendos. 160 Parte 3 . DA DIRETORIA Art.

Fazer os pagamentos do FIW autorizados pelo presiden- te. em nome da Igreja Metodista Wesleyana. III .Lavrar as atas das reuniões em livro apropriado. aplicando-o sempre com a autorização do secretário regional de administra- ção.Trazer sempre em ordem o livro de atas e o fichário. III . Art. V .Substituir o presidente em seu impedimento. IV .Guardar em depósito o saldo disponível.Apresentar balancete nas reuniões do Conselho-Dire- tor. VII . VI . II . II .Representá-lo sempre que for solicitado. 5º Ao vice-presidente compete: I . Art.Apresentar balanço bienal à Secretaria-Geral de Admi- nistração.pmd 161 8/12/2009. quando solicitado.Representar o FIW sempre que necessário ou determi- nar alguém para fazê-lo.Receber todos os haveres em dinheiro do FIW. 09:00 .Adendos. II.Dar as informações necessárias sobre o FIW ao bispo da região. VI . V . ficando apenas com o necessário para as despesas regula- res. IV .Escriturar em livro apropriado o movimento financeiro do FIW. 161 Parte 3 .Preparar as correspondências determinadas pelo presi- dente. deposi- tando-os em conta-corrente.Prestar informações à Secretaria-Geral de Administra- ção. 7º Ao tesoureiro compete: I . 6º Ao secretário compete: I . Art.Relatar bienalmente ao secretário-geral de administra- ção.

como cota dizimal. 10% do fundo. 12. III . e o primeiro com o terceiro – nunca em ordem diferente. e assim mesmo será em forma de empréstimo.Repassar 10% da arrecadação à Secretaria Regional de Administração. DO FUNDO IMOBILIÁRIO Art. sem reem- bolso. o presidente e o tesoureiro. Art. para fins de ajuda ou empréstimo. até o máximo de 30% do fundo existente na data dos pe- didos. 09:00 . Art. na seguinte ordem: o primeiro com o segundo. DA CARÊNCIA Art. O período de carência para pedido da verba ou mesmo 162 Parte 3 . As ajudas serão dadas a igrejas e instituições. 13.Doações determinando ou não sua aplicação. só poderá ser liberada outra verba caso não haja pedido na frente. a diretoria poderá usar outro critério. II .Ofertas especiais. sempre em conjunto. É considerada reserva intangível. Em caso de necessidade urgente de verba para uma igreja ou instituição que já tenha sido beneficiada no mesmo ano. para aten- der a qualquer emergência com os clérigos ou as igrejas. em nome da Igreja Metodista Wesleyana. VII . 10. 9º O FIW é depositado em conta-corrente. O FIW formará o montante dos seus recursos à parte da Secretaria de Finanças. A movimentação da conta-corrente referi- da neste artigo é feita através de três procuradores: o secretário regional de administração.50% dos dízimos de todos os pastores – ativos e inativos. Se houver vários pedidos ao mesmo tempo.pmd 162 8/12/2009. 11. Parágrafo único. Art.Adendos. Parágrafo único. 8º O FIW é constituído de: I . à disposição dos bispos. Art.

na ordem descrita: I .pmd 163 8/12/2009. em seu todo. Todo pedido deverá ser encaminhado à mesa. Parágrafo único. a contar da data de sua primei- ra contribuição. Parágrafo único.Compra de terrenos para templos. II . empréstimo no FIW é de um ano. casas pastorais ou edifício de educação religiosa. instituição ou clérigo que estiver em atraso por mais de 90 dias perde o direito a ajuda ou emprés- timo. Parágrafo único. A igreja. 14. Parágrafo único. 16.Construção de templos ou salões de cultos. 15. c) Planta ou croquis da construção a ser feita. com inici- ativa da Secretaria-Geral de Administração. 10. Este Regimento poderá ser reformado. V . 163 Parte 3 . sem prévio entendimento com os bispos. de 6 (seis) em 6 (seis) anos. b) Escritura ou contrato do imóvel registrado. O Conselho-Diretor do FIW tem o direito de dar sugestão sobre a reforma deste Regimento. sempre pelo Conselho-Geral.Manutenção de sua própria organização. III . IV . Os recursos monetários do FIW serão aplicados de acor- do com estes critérios. Os pedidos de ajuda de verba ao FIW são formulados pelos seguintes documentos: a) Pedido por escrito e assinado pelo interessado. 09:00 . e o presidente convocará imediatamente uma reunião para deliberação. O FIW não poderá usar a verba determinada no Art.Construção ou aquisição de casas pastorais. DA REFORMA DO REGIMENTO Art.Adendos.Construção de edifícios próprios. Art. DA APLICAÇÃO DO FUNDO IMOBILIÁRIO Art.

disciplina o seu funcionamento. também desig- nada pela sigla Awas. que terá duração de tem- po indeterminado. as quais se regerão pelo Regimento Interno aludido no Art. sem fins lucrativos. aprovado pela Assembleia Geral. é uma entidade civil de direito privado. sexo. a Awas não faz distinção alguma quanto à origem. 1º A Associação Wesleyana de Ação Social. 3º No desenvolvimento de suas atividades.pmd 164 8/12/2009. de assistência social. 2º A Awas tem por finalidade a prestação de serviços na área de assistência social e educacional desenvolvendo a pro- moção humana e suplementando a ação pública aos excluídos socialmente. raça. 09:00 . cor. 5º A fim de cumprir suas finalidades. 164 Parte 3 . Art. Art.Adendos. SEDE E FINS Art. idade e quais- quer outras diferenças. Art. a instituição se organi- zará em tantas unidades de prestação de serviços quantas se fi- zerem necessárias. Art. 2 DOS ÓRGÃOS REGIMENTO DA ASSOCIAÇÃO WESLEYANA DE AÇÃO SOCIAL – AWAS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO. 4º A Awas terá um Regimento Interno que. 4º.

7º São direitos dos sócios: I . III .Acatar as determinações do Conselho-Diretor e as reso- luções das Assembleias. II . Art. todos os que assinarem a Ata de constitui- ção da entidade.Propor melhoria na realização das atividades assistenciais. 8º São deveres dos sócios: I . A Assembleia Geral. os que contribuírem mensalmente com valor determinado pela entidade. A Awas é administrada por: I . distinguidos em três categorias: I . os que contribuírem de maneira significati- va com a entidade.Contribuinte. Art. II . 11. 10. II . CAPÍTULO III DA ASSEMBLEIA Art.pmd 165 8/12/2009. Art. CAPÍTULO II DOS SÓCIOS Art.Benfeitores. constituiu-se de todos os sócios em pleno gozo de seus direitos civis. 6º A Awas será constituída por número ilimitado de sócios. órgão soberano da vontade social. 165 Parte 3 . Art.Votar e ser votado para os cargos eletivos. 9º Os sócios não respondem nem mesmo subsidiariamente pelos encargos da instituição.Tomar parte nas Assembleias Gerais.Fundadores. III . III .Conselho Fiscal.Diretoria Executiva. 09:00 .Assembleia Geral.Adendos.Cumprir as disposições estatutárias e regimentais. políticos e estatutários. II .

Aprovar a organização de unidades prestadoras de ser- viço da instituição ou seu fechamento.pmd 166 8/12/2009. e extraordi- nariamente a qualquer tempo.Aprovar alterações do Estatuto. VII . IV . III .Nomear Comissão de Eleição 90 dias antes de cada plei- to. 09:00 . VIII . transigir. Parágrafo único.Decidir sobre a extinção da entidade nos termos do Art. e eleger seus substitutos. c) O representante à Assembleia Geral do Cogeawas. XII .Decidir sobre a conveniência de alienar. IX . V . II . c) Por requerimento de 2/3 (dois terços) dos sócios quites com suas obrigações sociais.Discutir e aprovar o Orçamento Financeiro apresentado pela Diretoria Executiva. no todo ou em parte. sempre no mês de dezembro.Decidir sobre a reforma do Estatuto e do Regimento In- terno.Aprovar o Plano de Trabalho da Diretoria Executiva. XIII . VI .Apreciar o Relatório Anual de Trabalho da Diretoria Exe- cutiva. 166 Parte 3 . b) O Conselho Fiscal. 12.Destituir a Diretoria Executiva. desde que sua atuação seja considerada comprovadamente contrária ou inconveniente aos fins da Insti- tuição. 30 (da Awas). hipo- tecar ou permutar bens patrimoniais.Eleger e empossar: a) A Diretoria Executiva.Discutir e homologar as contas e balanços aprovados pelo Conselho Fiscal. X .Aprovar o Regimento Interno. quando convocada: a) Pela Diretoria Executiva. XI . Compete à Assembleia Geral: I . Art.Adendos. b) Pelo Fiscal. A Assembleia Geral se reunirá ordinaria- mente uma vez ano.

se comporá de um presidente. 13.Elaborar programas de atividade. com mandato de dois anos.Apresentar balanço financeiro à Assembleia Geral.Pelo presidente. eleitos pela Assembleia Geral. A Assembleia Geral será presidida pelo presidente exe- cutivo da Awas. Qualquer Assembleia será instalada com a maioria absoluta de seus membros em primeira convocação e. A Diretoria Executiva se reunirá ordinaria- mente uma vez por mês e extraordinariamente a qualquer tem- po. CAPÍTULO IV DA DIRETORIA EXECUTIVA Art. os quais serão empossados após sua eleição. VI . um vice-presidente. A Diretoria Executiva. 14. II .pmd 167 8/12/2009. V . 167 Parte 3 . quando convocada: I . A Convocação da Assembleia Geral se fará por meio de edital afixado na sede da instituição ou por circular. À Diretoria Executiva compete: I . podendo reeleger-se por mais um mandato. Art. 15.Apresentar relatórios de atividades à Assembleia Geral. IV . III .Pela maioria dos membros da Diretoria Executiva.Adendos. um primeiro e um segundo secretários.Apresentar proposta para reforma do Estatuto e do Re- gimento Interno à Assembleia Geral. Parágrafo único. 09:00 . II . com antece- dência mínima de cinco dias. que nomeará o secretário de atas. um diretor de patrimônio e um diretor de relações públicas. Art. decorridos 30 minutos. em segunda convocação com qualquer número de sócios presentes.Cumprir e fazer cumprir o Estatuto e o Regimento Inter- no. Art. 16. órgão de direção e assessoria. Parágrafo único.Contratar e demitir funcionários. um primeiro e um segundo tesourei- ros.

pmd 168 8/12/2009. III . 21. Art. II . 18. Ao segundo secretário compete: I .Adendos. títulos e ou- tros. sua colaboração ao presidente.Prestar. 20.Secretariar as atas da reunião da diretoria e redigi-las em livros apropriados. judicial e extrajudicialmente. Ao primeiro tesoureiro compete: I . ativa e passiva.Substituir o presidente em suas faltas e/ou impedimen- tos. rendas.Representar a entidade. IV . 168 Parte 3 . espécie. Ao vice-presidente compete: I .Manter sob sua guarda todos os documentos. de modo geral. junto aos órgãos públicos.Providenciar o competente registro dos documentos e atos da Diretoria Executiva. Art. livros e correspondências. devidamente comprovada.Convocar e presidir as reuniões da diretoria.Assinar com o tesoureiro quaisquer documentos de ca- ráter financeiro. sua colaboração ao primeiro se- cretário. Art. em caso de vacância. II .Arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados. Art. II . 17. auxílios e donativos em dinheiro. de modo geral. III .Assumir o mandato do presidente. II . Ao presidente compete: I . Ao primeiro secretário compete: I .Zelar pelo cumprimento do Regimento Interno e dos programas assistenciais da entidade. III . 09:00 .Substituir o primeiro secretário em suas faltas e/ou im- pedimentos. 19. Art. mantendo-os em dia quanto à sua escrituração.Prestar. até o término do mandato.

Art.Providenciar junto aos órgãos públicos e a outros a do- cumentação relativa aos bens imóveis da instituição. 09:00 . para aprovação da Diretoria Executiva. VI . IV . Ao segundo tesoureiro compete: I . sempre que solicitado e anualmente. bens móveis e imóveis da instituição. III .Apresentar relatórios de receitas e despesas. IV . o nume- rário e os documentos relativos à tesouraria. inclusive de contas bancárias. Art. II . mensal- mente. Ao diretor de relações públicas compete: I .pmd 169 8/12/2009.Conservar sob sua guarda e responsabilidade. II . Ao diretor de patrimônio compete: I .Apresentar à Diretoria Executiva. providenciando sua identi- ficação.Substituir o primeiro tesoureiro em suas faltas e/ou im- pedimentos. devidamente autorizadas pelo presidente.Adendos. V . mantendo- os sob sua guarda e responsabilidade.Elaborar e apresentar balanço financeiro para aprecia- ção dos conselhos Fiscal e Consultivo. 23. Art. II .Organizar e controlar o cadastro patrimonial de todos os bens móveis e imóveis da instituição.Assessorar a Diretoria Executiva quanto à divulgação de 169 Parte 3 .Pagar as contas e despesas.Zelar pela manutenção e conservação das instalações. 24. 22. III . procedendo a seus respectivos registros em Cartório de Registro de Títulos e Documentos.Providenciar a confecção de livros dos registros contábil e fiscal.Auxiliar o primeiro tesoureiro no desempenho de suas funções. relatório circunstanciado (inventário) de seu de- partamento. e sempre que for solicitado.

apondo visto nos respectivos livros de registros. naci- onais ou estrangeiras.Providenciar a divulgação de todos os eventos desenvol- vidos pela instituição. O Conselho Fiscal. II . Ao Conselho Fiscal compete: I . § 1º Os recursos de que trata este artigo serão aplicados 170 Parte 3 .Apreciar os relatórios de operações patrimoniais e o in- ventário anual apresentado pela Diretoria Executiva. em igual número. CAPÍTULO V DO CONSELHO FISCAL Art. coincidente com o da Diretoria Executiva. 27. III . contribuições de as- sociados e/ou voluntários. visando à fomentação dos programas de- senvolvidos pela entidade.Opinar sobre aquisição ou alienação de bens por parte da instituição. Art. II .Realizar intercâmbio com instituições congêneres.Examinar a escrituração contábil e fiscal. III . com mandato de 2 (dois) anos. opinando e emitindo pa- recer a respeito. podendo reeleger-se por mais um mandato. subvenções e donativos em espécie ou dinheiro. seus trabalhos. órgão fiscalizador. CAPÍTULO VI DO PATRIMÔNIO Art. se comporá de três membros efetivos e seus suplentes.pmd 170 8/12/2009. veículos. 25. ações.Examinar o balanço de desempenho financeiro e contábil apresentado pela Diretoria Executiva. O patrimônio da Awas será constituído de bens móveis. auxílios. submetendo-o ao Conselho Consultivo e à Assembleia Geral. apólices de dívida pública. o qual será empossado após sua eleição. eleitos pela Assembleia Geral. visando ao bom relacionamento com o público em geral. 09:00 . 26.Adendos. IV .

bonificações. sede e atividades preponderantes no Estado de São Paulo. O presente Regimento poderá ser reformado no todo ou em parte. 29. por qualquer forma. a qualquer tempo. dividendos. com registros regularizados junto aos órgãos go- vernamentais (União. e não distribui resultados. 28. 32. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. integralmente na manutenção e desenvolvimento de seus obje- tivos institucionais. A Awas será dissolvida por decisão de 2/3 (dois terços) dos membros da Assembleia Geral. mesmo que a título de exercício de função técnica ou similar. a seus diretores. os bens remanes- centes serão destinados à outra entidade congênere. Art. Estado e Município) estabelecidos por lei. 31. e sua nova redação entrará em vigor na data de seu registro em cartório. 30. sob nenhuma forma ou pretexto. Art. por sugestão da Diretoria Executiva e aprovado pela Assembleia Geral. Os casos omissos no presente Regimento serão resolvi- dos pela Diretoria Executiva. com per- sonalidade jurídica. bem como inscrita no Conselho Nacional de Ação Social (CNAS) ou seu sucessor. 09:00 . No caso de dissolução da instituição. A Awas não remunera nem concede vantagens ou bene- fícios.Adendos. 171 Parte 3 . Art. § 2º A Awas não constituirá patrimônio imóvel e sua sede funcionará nas dependências da mantenedora. conselheiros. benfeitores e equivalentes. Art.pmd 171 8/12/2009. participações e parcelas do seu patrimônio. instituidores. quando se tornar impossível a continuidade de suas finalidades estatutárias. sócios. no território nacional. convocada especificamente para esse fim.

d) Morte . Art.(pecúlio). 172 Parte 3 . e) Aquisição de imóveis. que assegura aos pas- tores a formação de um fundo para complemento de aposenta- doria. REGIMENTO DO COMPLEMENTO DE APOSENTADORIA WESLEYANO – CAW DAS FINALIDADES Art. ou antes. Ela será utilizável nos seguintes casos: a) Aposentadoria eclesiástica . c) Exclusão (disciplina). 4. O participante deverá estar escrito no INSS. desde que faça o pedido.(resgate/renda temporária). . 2º O CAW tem por finalidade proporcionar ao pastor de tem- po integral a formação de uma reserva financeira. e ainda renda mensal ao cônjuge e/ou filhos menores em caso do falecimento do partici- pante. O participante poderá aumentar ou diminuir suas contri- buições. b) Renúncia (desligamento) . a partir de uma determinada idade. a) Tendo por objetivo garantir ao participante do plano uma ren- da vitalícia.Adendos. DOS RECURSOS Art. Cada participante terá de constituir sua reserva própria.(resgate). b) O participante que fizer a previdência privada deverá optar pelos serviços oferecidos pelo agente financeiro. ou em caso de invalidez permanente e total. correspondente a 8% calculado sobre o subsídio total (subsídio mais a taxa de expediente). 09:00 .(resgate/renda temporária). . 1. 1º O Complemento de Aposentadoria Wesleyana – CAW é um órgão da Secretaria-Geral de Finanças. 3º O complemento será formado pela contribuição mensal. à Secretaria-Geral de Finanças. de responsabilidade do órgão ou da igreja a qual estiver vinculado o pastor nomeado em concílio.(renda vitalícia).pmd 172 8/12/2009. por escrito. 2. 3.

173 Parte 3 . A Igreja repassará o valor da contribuição de cada participante para “Pre- vidência Privada”. mediante apresentação e entrega dos documentos comprobatórios. transferências. aberta nos tempos deste Regimento. dez dias após o pagamento do subsídio. Parágrafo único. em nome da Igreja Metodista Wesleyana. 2º. Parágrafo único. 4º O valor do complemento será depositado em conta-cor- rente. mensalmente e. No caso de nomeação para mais de um órgão ou igreja. de acordo com os subsídios que recebe de cada um deles. c) 80% na ocorrência dos eventos mencionados nas alíneas “b” e “c”. UTILIZAÇÃO DO COMPLEMENTO Art. 5º A Secretaria-Geral de Finanças – SGF informará ao pastor o procedimento da cobrança do plano de previdência privada (depósitos. São procuradores da Igreja. MOVIMENTAÇÃO DA CONTA Art. no máximo. só poderá sofrer saque mediante assinaturas dos procuradores da Igreja. Art. 6º A conta-corrente. débitos automáti- cos). para esse fim. 09:00 . boletos bancários. 7º O complemento poderá ser utilizado nos casos previstos no Art. b) Na ocorrência dos eventos mencionados nas alíneas “a” e “d”. observando os seguintes procedimentos: a) 100% do valor da reserva bancária. d) Até 80% do valor do complemento na ocorrência do evento mencionado na alínea “e”. o pre- sidente do Conselho-Geral e o secretário-geral de finanças. a responsabilidade caberá a cada órgão ou igre- ja.pmd 173 8/12/2009.Adendos. DO INSTRUMENTO Art.

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Os casos omissos e as situações não previstas neste Re- gimento serão decididos pelo presidente do Conselho-Geral. 11. 10. por escrito. Parágrafo único. para que esta tome as providências cabíveis. Se a igreja ou órgão não puder efetuar os depósitos. Art. conforme disposto no Art.pmd 174 8/12/2009. à Secretaria-Geral de Fi- nanças. 8º A conta-corrente será aberta na agência bancária. 174 Parte 3 . ces- sam seus direitos de reclamação. o pastor deverá comunicar. Caso não seja cumprido este artigo.Adendos. O participante que atrasar por três meses o pagamento do boleto terá seu plano paralisado temporariamente. 12. 3º. até que atualize o pagamento. visto que fica comprovada sua negligência administrativa. deverá entregar ao pastor cópia dos recibos dos depósitos efetuados. 09:00 . Art. O pastor é o responsável direto pelo controle desses de- pósitos. da ci- dade onde estiver localizada a Secretaria-Geral de Finanças. Art. Art. 9º O órgão ou igreja responsável pelo depósito do comple- mento.

Oferecer treinamento missiológico por meio do Curso de Treinamento Missionário – CTM. 3º A Agemiw tem por objetivo: I . Art. III . com carta de reco- mendação pastoral. cuja sigla é Agemiw. 175 Parte 3 .Ministrar curso transcultural a alunos oriundos de ou- tras denominações de mesma fé e doutrina. 2º A entidade assim organizada denomina-se Agência Missionária Wesleyana. intelectual e espiritual. Tem por objetivo promover o treinamento missiológico aos vocacionados para evangelização transcultural (Art. de congressos. seminários e conferências missionárias.Orientar na formação do caráter cristão de seus alunos. Art. proporcionando-lhes um harmonioso desenvolvimento nas se- guintes áreas: emocional. VI. com sede na cidade de Petrópolis. Rio de Janeiro. é uma instituição da Igreja Metodista Wesleyana.pmd 175 8/12/2009.Adendos. 40. 3 DOS DEPARTAMENTOS GERAIS REGIMENTO DA AGÊNCIA MISSIONÁRIA WESLEYANA – AGEMIW CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO Art. 1º A Agência Missionária Wesleyana. 09:00 . expedindo certificados. projeto da Secretaria-Geral de Missões no Concílio- Geral de 1997 e inaugurada em 27 de janeiro de 2000. do Regimento Interno da Igreja Metodista Wesleyana). da Secretaria-Geral de Missões. II . sem fins lucrativos.

Treinar e capacitar candidatos que almejam ser missio- nários transculturais. reconhecido pela Secretaria-Geral de Educa- ção Cristã.Cursos intensivos visando promover promotores de mis- sões nas igrejas. um deão. III . V . administrado por um diretor-geral indicado pelo secretário-geral de missões e eleito pelo Conselho-Geral. um secretário(a). um coordenador de base. V – Treinar e capacitar voluntários para projetos de tempo determinado.Curso missiológico no sistema modular com duração de sete meses.Adendos. Art. um tesoureiro e um deão.Administrar o Plano de Adoção Missionária – PAM. 176 Parte 3 .Congressos. dando-lhes apoio logístico e espiritual. seminários e conferências missionárias. o curso básico em teologia. A mesa será com- posta de um vice-diretor. 5º A Agemiw é um órgão da Secretaria-Geral de Missões. com duração mínima de três meses.Escola Missionária Transcultural. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. O diretor-geral formará sua mesa ouvido o secretário-geral de missões. II . 6º A Diretoria da Agemiw será composta de um diretor-ge- ral. Art. um te- soureiro e um secretário. IV . como curso intensivo.pmd 176 8/12/2009. VII .Curso prático em um campo transcultural. um vice-diretor. IV . VI .Orientar os missionários que estão no Campo Transcultural. 4º A Agemiw manterá os seguintes cursos: I . desde que possuam. re- cebendo as contribuições destinadas aos missionários e repassá- las. no período das férias. no mínimo. 09:00 .

177 Parte 3 . SEÇÃO I DO DIRETOR-GERAL Art.Convocar e presidir as reuniões.Fazer o agendamento do corpo docente. SEÇÃO III DO DEÃO Art. 7º Ao diretor-geral compete: I . 09:00 . II . 10.Encaminhar à Secretaria-Geral de Missões pedido de reforma no Regimento ou alteração no currículo missiológico. 9º Ao vice-diretor compete: a) Substituir o diretor-geral em sua ausência.Fixar honorários e determinar benefícios por sugestão do secretário-geral. 8º O vice-diretor será nomeado pelo diretor-geral ouvido o secretário-geral de missões. 11. espirituais e sociais.Adendos. Art. b) Auxiliar nas atividades pedagógicas da Agemiw. V .Acompanhar o desenvolvimento dos alunos internos. Compete ao deão: I .pmd 177 8/12/2009. Art. SEÇÃO II DO VICE-DIRETOR Art.Executar as determinações da Secretaria-Geral de Mis- sões. II . pro- curando assisti-los em suas necessidades emocionais.Supervisionar o andamento técnico e administrativo da Agemiw. III . IV . dando preferência ao candidato que te- nha uma experiência transcultural. O deão será nomeado pelo diretor-geral ouvido o secre- tário-geral de missões.

Redigir e expedir avisos. VII . em nome da Agemiw.Arquivar os documentos de alunos e missionários em pastas confidenciais. IV . VI .pmd 178 8/12/2009.Lançar em livro próprio o patrimônio móvel e imóvel da Agemiw. IV . II .Adendos. VIII . Ao secretário compete: I . III . as ofertas e os donativos.Elaborar planilhas e fornecer relatório sempre que so- licitado. VII . VI .Comunicar ao diretor-geral a falta de material.Controlar os pagamentos devidamente processados e autorizados pelo diretor-geral. registrar e arquivar a correspondência recebi- da e a cópia da expedida. 13.Elaborar documentos histórico-missiológicos e encaminhá-los para assinatura do diretor-geral. 09:00 . instruções e correspondências.Corresponder-se periodicamente com os missionários e as igrejas mantenedoras. juntamente com o dire- tor-geral. V . SEÇÃO V DO SECRETÁRIO Art. II . depois de assinadas pelo diretor-geral.Apresentar ao diretor-geral os balancetes financeiros mensais e anuais.Ter sob sua guarda e responsabilidade valores em espé- cie e documentos relacionados à tesouraria. 178 Parte 3 .Receber as mensalidades. III . SEÇÃO IV DO TESOUREIRO Art. 12. V .Movimentar contas bancárias com procuração expedida pela Secretaria-Geral de Administração.Escriturar em livro próprio e em formato técnico os mo- vimentos da tesouraria.Receber. Ao tesoureiro compete: I .Secretariar as reuniões da Diretoria.

09:00 . Ao coordenador de base compete: I. 179 Parte 3 . III. seminários e conferências.Organizar e acompanhar o funcionamento da base missionária. congressos.Coordenar as atividades do Curso de Treinamento Missi- onário. SEÇÃO VI DO COORDENADOR DE BASE Art. IV. 14.Supervisionar o trabalho dos obreiros da base.pmd 179 8/12/2009.Adendos. tais como: cursos de férias.Promover cursos missiológicos e eventos visando dinami- zar o ardor evangelístico nas igrejas. simpósios. II.

pmd 180 8/12/2009. elegendo um presidente. e impressos em geral. CAPÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES Art. b) Prover todas as coisas necessárias para o seu funcionamento. 2º Compete ao Centro de Publicações: a) Administrar e editar o jornal Voz Wesleyana. quando convidado. d) Administrar a livraria Wesleyana. d) Comunicar ao secretário-geral de educação cristã qualquer alteração circunstancial no programa de publicações. 09:00 . que estejam den- tro do padrão cultural e doutrinário da Igreja. 4º Ao presidente compete: a) Convocar as reuniões e presidi-las. à reunião da Secretaria-Ge- ral de Educação Cristã para prestar informações. e) Comparecer. indicados pelo secretário-geral de educação cristã e eleitos pelo Conselho-Geral. Art. 3º O CP é administrado por uma diretoria composta de cin- co membros. c) Publicar literaturas didáticas e de inspiração. órgão oficial da Igreja Metodista Wesleyana. um vice-presidente.Adendos. o secretário-geral de educação cristã convoca os eleitos e organiza a mesa. b) Editar revistas para a Escola Bíblica Dominical. Parágrafo único. 1º O Centro de Publicações – CP é um departamento da Se- cretaria-Geral de Educação Cristã. REGIMENTO DO CENTRO DE PUBLICAÇÕES – CP CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES Art. Art. com mandato sexenal. um secretário de atas e um tesoureiro. Após reunião do Conselho-Geral que fez a elei- ção. 180 Parte 3 . c) Preparar o programa anual de publicações e submetê-lo à apro- vação de Secretaria-Geral de Educação Cristã.

Adendos. d) Comparecer aos eventos gerais e regionais. g) Nomear redatores do órgão oficial e das revistas de Escola Bí- blica Dominical. e) Arquivar todos os originais e as matérias publicadas. 9º Aos redatores das revistas da Escola Bíblica Dominical compete: 181 Parte 3 . ouvido o secretário-geral de educação cristã. Art. § 2º O redator não pode publicar matéria que contrarie as dou- trinas e os costumes da Igreja Metodista Wesleyana. 6º Ao secretário compete: a) Lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro apropriado. f) Relatar anualmente à Secretaria-Geral de Educação Cristã. Art. 8º Ao redator do Voz Wesleyana compete: a) Redigir o jornal. b) Ajudar o presidente na execução do programa do CP. c) Angariar assinaturas. Art. 7º Ao tesoureiro compete: a) Controlar o movimento financeiro do jornal Voz Wesleyana. Art. 5º Ao vice-presidente compete: a) Substituir o presidente em seu impedimento. e) Apresentar relatório financeiro quando solicitado. § 1º O movimento financeiro do jornal será efetuado pelo CP. 09:00 . d) Efetuar os pagamentos necessários mediante comprovação com nota fiscal. Art.pmd 181 8/12/2009. b) Promover campanhas de mantenedores. c) Controlar o movimento financeiro das demais publicações edi- tadas pelo CP. b) Preparar toda a correspondência que for solicitada pelo presi- dente. b) Controlar o movimento financeiro das revistas da Escola Bíbli- ca Dominical.

ela será preenchida pelo Conselho-Geral. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. com indicação do secretário- geral de educação cristã. e) Entregar as lições devidamente digitalizadas ao presidente do CP no prazo estabelecido. § 1º A ajuda de custo de que trata este artigo será aprovada pela Secretaria-Geral de Educação Cristã. c) Contratar funcionários na reunião em que não estiver presen- 182 Parte 3 . os comentaristas das lições e os autores de livros editados pelo CP podem receber ajuda de custo. CAPÍTULO III DAS GRATIFICAÇÕES Art.Adendos. em suas literaturas. dentro das possibilidades do órgão. a) Selecionar os colaboradores nas diversas áreas.pmd 182 8/12/2009. Parágrafo único. b) Cumprir a matéria proposta pela Secretaria-Geral de Educa- ção Cristã. 10. § 2º O Conselho-Diretor estabelecerá o valor a ser pago aos trabalhadores contratados. os redatores. b) Devolver os originais sem deixar cópia autenticada em seu arquivo. 12. 11. mediante proposta do Conselho-Diretor do CP. O presidente. 09:00 . d) Distribuir com os colaboradores a matéria a ser publicada. c) Efetuar a correção das lições. Art. O CP não pode: a) Publicar matéria contrária às doutrinas e costumes da Igreja. Os assuntos mencionados nas lições da Escola Bíblica Dominical serão submetidos à apreciação do secretário- geral de educação cristã pelo presidente do CP e pelos redatores das referidas lições. Caso ocorra vacância do Conselho-Diretor do CP.

14. ou a seus minis- tros e pastores. Este Regimento entrará em vigor na data de sua publica- ção. 183 Parte 3 . Art. revogadas as disposições em contrário. Este Regimento pode ser modificado. d) Assumir compromissos de publicar literaturas que não este- jam relacionadas à Igreja Metodista Wesleyana. 13. Os casos omissos neste Regimento serão dirimidos pelo secretário-geral de educação cristã. Art.Adendos. 09:00 . te o secretário-geral de educação cristã. 15. Art.pmd 183 8/12/2009. mediante suges- tões encaminhadas ao Conselho-Geral.

3º O Ceforte tem por objetivo: a) Orientar a formação do caráter cristão de seus alunos.pmd 184 8/12/2009. 2º A entidade assim organizada denomina-se Centro de For- mação Teológica da Igreja Metodista Wesleyana. b) Oferecer ensino teológico em vários níveis para candidatos de ambos os sexos. intelectual e espiritual. assegu- rando-lhes desenvolvimento harmônico e pleno nos planos emo- cional. Tem por objetivo ministrar ensino teológico aos vocacionados para o ministério do Evangelho e rege-se pelo Es- tatuto da Igreja Metodista Wesleyana e por este Regimento. Art. cuja sigla é Ceforte. 4 DAS INSTITUIÇÕES REGIMENTO DO CENTRO DE FORMAÇÃO TEOLÓGICA – CEFORTE TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO Art. c) Ministrar cursos de complementação teológica denominacional 184 Parte 3 . criada pelo Concílio de 1972 da Igreja Metodista Wesleyana. quando recomendados pelas igrejas de que são membros. é uma instituição de nível superior sem fins eco- nômicos. com sede no estado do Rio de Janeiro.Adendos. 1º O Centro de Formação Teológica. 09:00 . Art.

devida- mente aprovado pela Secretaria-Geral de Educação Cristã (SGEC) e pelo Conselho-Diretor. composto de três ministros e dois leigos – sendo um(a) pedagogo(a) –. b) Básico em teologia para candidatos que tenham o ensino mé- dio completo ou o estejam cursando. d) Curso teológico modular em circunstâncias especiais. Parágrafo único. após eleição no Conselho-Geral. 4º O Ceforte manterá os seguintes cursos: a) Bacharel em teologia para candidatos que tenham o ensino médio. Art.Adendos. Art. conforme análi- se da grade curricular. será convocado pelo secretário-geral de educação cristã para a elei- ção da mesa. que será composta de um presidente. aos alunos oriundos de outros seminários que aspiram ao pastorado nesta Igreja. 6º O Conselho-Diretor. TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO CAPÍTULO II DA DIREÇÃO Art. e) Curso de formação e capacitação de líderes leigos. após análise curricular. um vice-pre- sidente e um secretário de atas com mandato sexenal. administrado por um Con- selho-Diretor. indicados pelo secretário-geral de educa- ção cristã e aprovados sexenalmente pelo Conselho-Geral da Igre- ja Metodista Wesleyana.pmd 185 8/12/2009. 5º O Ceforte é um órgão da Secretaria-Geral de Educação Cristã da Igreja Metodista Wesleyana. e cumprindo as matérias denominacionais obrigatórias. O secretário-geral de educação cristã é 185 Parte 3 . f) Outros que forem determinados pela Secretaria-Geral de Edu- cação Cristã. c) Complementação teológica denominacional. 09:00 .

para mandato de 2 (dois) anos. mediante indicação dos secretários regionais de educação cristã. 186 Parte 3 .pmd 186 8/12/2009. bacharéis em teologia com pós-graduação ou com mestrado na área teoló- gica. Parágrafo único. ouvido o bispo da região. e analisar a situação judicial de contrato de presta- ção de serviços. Art. à Secretaria-Geral de Educação Cristã. membro ex-ofício do Conselho-Diretor com direito a voto. d) Fixar honorários e determinar benefícios por sugestão do di- retor-geral.Adendos. d) Relatar. e) Encaminhar à Secretaria-Geral de Educação Cristã pedido de reforma no Regimento ou de alteração no currículo escolar. 09:00 . podendo ser reconduzidos. periodicamente. o deão e o(a) diretor(a) pedagógico(a) e eleger os diretores das extensões. comissão de orientação e inspeção tanto para a sede quanto para as extensões. b) Executar as determinações do Conselho-Diretor. 7º Ao Conselho-Diretor compete: a) Nomear o diretor-geral. pedagógica ou de ciências humanas. o vice-diretor. Os diretores das extensões serão nomeados pelo Conselho-Diretor. b) Supervisionar o andamento técnico e administrativo do Ceforte. 9º O diretor-geral será eleito preferencialmente dentre os ministros que compõem o Conselho-Diretor do Ceforte ou ainda dentre os ministros da Igreja Metodista Wesleyana. 8º Ao presidente do Conselho-Diretor compete: a) Convocar e presidir reuniões. SEÇÃO I DO CONSELHO-DIRETOR Art. c) Supervisionar o Conselho do Ceforte. em sua sede e extensões. c) Nomear. anualmente. SEÇÃO II DO DIRETOR-GERAL Art.

j) Inventariar anualmente os bens do Ceforte. g) Aprovar as normas internas do Ceforte. Os diplomas serão assinados pelo diretor-geral. Parágrafo único. l) Apresentar propostas ao Conselho-Diretor para fixação de ho- norários e determinação de benefícios aos servidores do Ceforte ou pagamento de ajuda de custo. pelo(a) diretor(a) pedagógico(a) e pelo aluno. f) Distribuir funções. 09:00 . atribuir responsabilidades e delegar pode- res. juntamente com o vice-diretor. 187 Parte 3 .Adendos. k) Nomear secretário e tesoureiro do Ceforte. Art. medi- ante indicação do diretor-geral dentre os ministros da Igreja Metodista Wesleyana bacharéis em teologia. Compete ao diretor-geral: a) Dinamizar a estrutura organizacional do Ceforte. 12. 10. 11. c) Preparar programação e calendário anual do Ceforte e apresentá-lo ao Conselho-Diretor. e) Decidir sobre as penalidades a ser aplicadas ao pessoal do cor- po discente e da administração.pmd 187 8/12/2009. O vice-diretor será eleito pelo Conselho-Diretor. b) Planejar as atividades de ensino e de administração em coo- peração com os diretores de extensões do Ceforte. Compete ao vice-diretor: a) Substituir o diretor-geral em sua ausência. i) Administrar as finanças do órgão. SEÇÃO III DO VICE-DIRETOR Art. Art. b) Auxiliar nas atividades pedagógicas do Ceforte. d) Dirigir o Ceforte bem como supervisionar suas extensões. garantindo-lhes a ampla defesa. h) Presidir reuniões de docentes e discentes. e elaborar o Regimento Inter- no para os alunos do Ceforte. pro- vendo todas as suas necessidades. ouvidas as extensões.

ouvido o diretor-geral. O diretor nomeará um secretário dentre os membros da Igreja Metodista Wesleyana. CAPÍTULO III DOS SERVIÇOS AUXILIARES SEÇÃO I DA SECRETARIA Art. Compete ao secretário: 188 Parte 3 . pastores ou missionárias da Igreja Metodista Wesleyana. bacharéis em pedagogia. 18. b) Aconselhar o aluno quanto à sua situação espiritual. Art. O deão de alunos será nomeado pelo diretor da sede e das extensões. SEÇÃO V DO DIRETOR(A) PEDAGÓGICO(A) Art. para auxiliá-lo no serviço de orienta- ção e supervisão pedagógica do Ceforte. ética e disciplinar. SEÇÃO IV DO DEÃO Art. moral. 16. 15. c) Organizar o estatuto do grêmio estudantil. Compete ao deão de alunos. 09:00 . a) Assistir o aluno em suas necessidades. dentre os pastores e missionárias da Igreja Metodista Wesleyana bacharéis em teologia. 14. O(a) diretor(a) pedagógico(a) será nomeado(a) pelo Con- selho.pmd 188 8/12/2009. dentre os mi- nistros. Art. em comum acordo com as orientações da Secretaria-geral de educação cristã.Diretor do Ceforte. 13. A secretaria é o setor encarregado de todo o serviço bu- rocrático e tem como objetivo executar as normas administrati- vas. bem como organizar o serviço de escrituração. 17.Adendos. Art.

d) Receber as mensalidades.Adendos. a) Estar em dia com a legislação de ensino religioso. c) Apresentar ao diretor. g) Lançar em livro próprio o patrimônio móvel e imóvel do Ceforte. e) Arquivar documentos de alunos e informações sobre estes em pastas confidenciais. de- pois de assinadas pelo diretor. SEÇÃO II DA TESOURARIA Art. b) Controlar os pagamentos devidamente processados e autori- zados pelo diretor. registrar e arquivar a correspondência recebida e cópias das expedidas. dentre os membros da Igreja Metodista Wesleyana.pmd 189 8/12/2009. b) Comunicar ao diretor a falta de material. Art. Ao tesoureiro compete: a) Ter sob sua guarda e responsabilidade valores em espécie e documentos relacionados com a tesouraria. 189 Parte 3 . os movimen- tos da tesouraria. mantendo em arquivos cópias dessa legislação. mensal e anualmente. 09:00 . g) Secretariar o conselho de classe. d) Redigir e expedir avisos. cujo tesoureiro será nomeado pelo dire- tor. e) Escriturar em livro próprio. os balancetes fi- nanceiros correspondentes. juntamente com o diretor. instruções e correspondências. c) Receber. A tesouraria é o setor responsável pela organização fi- nanceira da entidade. assinada con- juntamente com o diretor. 19. 20. e em forma técnica. f) Movimentar contas bancárias com procuração expedida pela Secretaria-Geral de Administração. deposi- tando-os em conta bancária em nome do Ceforte. as ofertas e os donativos. f) Elaborar histórico-escolar e encaminhá-lo para assinatura do diretor.

poderá ser in- cluído um representante do corpo discente. A critério do Conselho de Classe. c) Organizar o arquivo ativo e passivo. bem como para as necessi- dades da comunidade na formação de hábito e gosto pela litera- tura. O bibliotecário será nomeado pelo diretor dentre os membros da Igreja Metodista Wesleyana. CAPÍTULO III DO CONSELHO DE CLASSE Art. i) Apresentar anualmente ao diretor o relatório das atividades desenvolvidas pela biblioteca. 21. f) Estabelecer uma política de seleção de acervo adequada à con- secução dos objetivos. do vice-diretor. e) Adequar recursos humanos e materiais disponíveis na escola e na comunidade. Art. O Conselho de Classe será composto do diretor-geral. A biblioteca é o setor encarregado de fornecer os ele- mentos básicos para informações e pesquisas do corpo docente. h) Manter controle das atividades realizadas.pmd 190 8/12/2009. g) Orientar pesquisas e leituras. 09:00 . 22. Parágrafo único. São atribuições do bibliotecário: a) Organizar o material audiovisual.Adendos. j) Informatizar a biblioteca. 23. b) Manter a biblioteca em perfeita ordem. Art. 25. do secretário e do corpo docente. com computadores à disposição de alunos e professores. SEÇÃO III DA BIBLIOTECA Art. 24. do deão. Art. d) Orientar o usuário na pesquisa adequada. discente e administrativo do Ceforte. Compete ao conselho: 190 Parte 3 .

carga horária. 09:00 . em função dos objetivos propostos e de critérios estabelecidos para a pro- moção. por meio do exame e do aproveitamento individual e global nas turmas. e) Estimular a equipe pedagógica e desenvolver a capacidade de reflexão crítica. detectando as causas de alto ou baixo rendi- mento escolar. 30. Art. As anuidades serão apreciadas pelo Conselho-Diretor. incluídos os as- pectos relativos a todos os componentes do sistema escolar. c) Analisar por meio de uma visão conjunta a atribuição de con- ceitos e a caracterização do desempenho do aluno. que distribuirá dias letivos. tendo em vista a melhoria da qualidade de seu próprio trabalho e do processo de ensino/aprendizagem. As reuniões do Conselho de Classe serão lavradas em ata. questionamento e contínua autoavaliação de sua filosofia de trabalho. 26. d) Analisar o processo de ensino/aprendizagem. pro- pondo alternativas ao problema identificado. visando à consecução dos objetivos gerais e específi- cos da educação. As mensalidades serão consideradas vencidas após o dia 5 (cinco) de cada mês. 28. a qual deverá ser aprovada e assinada por todos os mem- bros presentes.pmd 191 8/12/2009. CAPÍTULO IV DOS ENCARGOS ESCOLARES Art. Art. de acordo com as necessidades da instituição.Adendos. a) Promover avaliação permanente e global do processo educativo. Art. férias e estágios. 29. Art. 27. b) Possibilitar a análise dos problemas específicos do seminário e do aluno. O Ceforte tem sua organização escolar elaborada pelo diretor-geral. A bolsa de estudo é a dispensa das contribuições men- 191 Parte 3 .

hermenêutica e exegética. As avaliações serão realizadas bimestralmente. cuja média de aprovação é a seguinte: 192 Parte 3 . Art. por um período ou por todo o tempo de duração do curso. Os pedidos de bolsa devem ser feitos pelos pastores das igrejas a que pertencem os candidatos. Um crédito corresponde a 15 (quinze) horas/aulas. 38. 31.pmd 192 8/12/2009. 34. desde que se encontrem razões suficientes para fazê-lo. Assim todos os alunos podem adquirir conhecimento em suas áreas de concentração: pastoral. 09:00 . sais dada ao aluno pelo Conselho-Diretor. Art. 32. 36. teológica. 33. Os currículos são elaborados pela Secretaria-Geral de Educação Cristã. missiológica. Art. Art. e de música. O rendimento escolar é feito por meio de avaliações. TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR CAPÍTULO VI DA ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO Art. 35. O regime didático adotado é o de créditos. Os currículos dos cursos do Ceforte são divididos em unidades didáticas. assistencial. Art. abrangendo “áreas de conhecimento”. que é o tra- balho escolar em sala de aula correspondente a uma hora/aula.Adendos. de aconselhamento e discipulado. louvor e adoração. por meio de notas. As bolsas concedidas poderão ser suspensas. no todo ou em parte. a fim de julgar o aproveitamento obtido pelo aluno. Art. Art. ao Conselho-Diretor. educacional. 37. antes do final do ano le- tivo.

39. 41. Art. teologia do Antigo Tes- tamento. Art. desde que não seja nas seguintes áreas: história do metodismo. arguições. No caso de necessidade poderá ser convi- dado um professor de outra denominação para lecionar. teologia do Novo Testamento. Art. seminá- rios. a) Curso de bacharel em teologia: 7 b) Curso teológico modular: 7 c) Outros cursos: 5 Art. vocacionados e escolhidos preferenci- almente dentre os clérigos da Igreja Metodista Wesleyana. CAPÍTULO VII DO CORPO DOCENTE Art. teolo- gia sistemática. análi- se bíblica.Adendos. Art. 09:00 . 44.pmd 193 8/12/2009. 193 Parte 3 . 42. São direitos dos professores: a) Ter justificadas suas faltas por motivo de doenças ou razões julgadas coerentes pela direção. teologia pastoral. 40. Ao final do ano letivo. administração eclesiástica. que livre e voluntariamente desejarem exercer o magistério. palestras ou qualquer outra forma didática. O aluno que faltar 25% das aulas de uma disciplina será reprovado na referida matéria. 43. O corpo docente do Ceforte é constituído de professores com formação específica. Parágrafo único. O aluno que no final do ano letivo não obtiver média para aprovação em até duas disciplinas poderá ser promovido ao ano seguinte ficando em dependência das matérias. As atividades didáticas atribuídas aos professores con- sistem em aulas de exposição e treinamento. será feita média aritmética das provas realizadas para avaliação dos alunos. b) Descanso semanal e feriados.

de modo a ser adequado à realidade do curso. O corpo discente do Ceforte é formado pelos alunos matriculados. 46. c) Manter em dia o diário de classe. e) Acompanhar o aproveitamento do aluno. que poderá emendar o projeto.pmd 194 8/12/2009. b) Estimular o aluno de modo a manter seu interesse na aula. registrando a matéria lecio- nada e a frequência do aluno. f) Utilizar técnicas e procedimentos de avaliação em conformi- dade com a orientação pedagógica. d) Manter-se sempre atualizado.Adendos. Art. além de estabe- lecer uma ligação entre as suas atividades e as do aluno. b) Frequentar. 47. 09:00 . c) Utilizar-se da biblioteca nos termos do seu Regulamento. além das aulas da sua turma. São direitos do corpo discente: a) Receber adequada orientação educacional. organizando o regis- tro cumulativo e formativo do seu desempenho. d) Criar o grêmio estudantil sob orientação da Diretoria. c) Apresentar sugestões para a matriz curricular e o conteúdo programático das disciplinas. e) Recorrer às autoridades do Ceforte quando julgar prejudica- dos seus direitos. os trabalhos e as atividades complementares. 194 Parte 3 . g) Comparecer às aulas e às solenidades programadas pela insti- tuição. elabo- rando o Estatuto que será encaminhado para aprovação ao dire- tor-geral e ao Conselho-Diretor. Art. 45. pedagógica e reli- giosa. São deveres do professor: a) Planejar o trabalho docente em consonância com o plano curricular do Ceforte. CAPÍTULO VIII DO CORPO DISCENTE Art.

O ano letivo do Ceforte compreenderá o período de fe- vereiro a dezembro. estaduais e mu- nicipais. c) Tratar com respeito a diretoria. Serão observados os feriados nacionais. os professores. num total de 200 dias letivos. paralelamente ao processo de ensino/aprendizagem. Art. 09:00 . O Ceforte aceita como aluno os membros da Igreja 195 Parte 3 .pmd 195 8/12/2009. tanto a inicial como a renovada ou a por transferência. 55. 52.Adendos. d) Comparecer às atividades e comemorações organizadas pelo Ceforte. São deveres do corpo discente: a) Comparecer às aulas de acordo com as exigências do regime escolar. 49. b) Desempenhar atividades escolares e extraclasses. CAPÍTULO IX DO CALENDÁRIO ESCOLAR Art. Art. 48. Art. 54. A recuperação dos alunos será efetuada durante o perí- odo letivo. e) Comparecer às capelas. O número de semanas anuais será de 40 . As matrículas serão realizadas na primeira quinzena do mês de janeiro de cada ano. 50. O recesso escolar ocorrerá em janeiro e julho. Art. 51. os funcionários e os colegas. 53. CAPÍTULO X DAS MATRÍCULAS Art. Art. Art. com cinco dias semanais. f) Receber cópia do Regimento.

Art. 58. desde que todos os documentos estejam em dia. além dos documentos citados no Art. assim como as mensalidades. des- de que apresentem os documentos e preencham as condições para matrícula. e) Requerimento devidamente preenchido e cópia da identida- de e do título de eleitor. 56. d) Atestado médico. O prazo para expedição de documentos de alunos trans- feridos será de até 30 dias após a solicitação. 09:00 . conforme o caso. Metodista Wesleyana que desejam fazer o curso teológico. CAPÍTULO XI DAS TRANSFERÊNCIAS E ADAPTAÇÕES Art. c) Carta de recomendação da Secretaria Regional de Educação Cristã. de que o candidato tem no mínimo dois anos ininterruptos como membro na igreja. no ato da matrícula. c) Se congregados em outras denominações evangélicas apre- sentem parecer favorável do Conselho-Diretor. por escrito. carta assinada pelo pastor.pmd 196 8/12/2009. para os que almejam o ministério. g) Certificado de ensino médio para o curso de bacharel. Serão aceitos alunos membros de outras denominações desde que: a) A denominação seja reconhecida pela Igreja Metodista Wesleyana como genuinamente evangélica. d) Apresentem. que são: a) Carta de recomendação assinada pelo pastor e pelo secretário do Conselho Local. b) Declarem concordar com os costumes adotados pela Igreja Metodista Wesleyana.Adendos. 55. h) Ter no mínimo 18 anos de idade. 57. com exceção das alíne- as “b” e “c”. b) Declaração. As matrículas por transferência serão efetuadas depois 196 Parte 3 . f) Certidão de nascimento ou casamento. Art.

receberão ao término um conceito final. Cancelamento de matrícula – nos casos em que a suspensão não 197 Parte 3 . devendo. Para os alunos que forem recebidos por transferências será procedida a compatibilização curricular a fim de indicar as adaptações necessárias ou verificar a equivalência entre os cur- sos. o seminário oferecer oportunidade de recuperação após o final do ano letivo. sendo promovido desde que esse conceito seja sete para básico e bacharel em te- ologia. independentemente de qualquer tipo de recuperação adotado. 09:00 . paralelamente ao processo de ensino/aprendiza- gem. pelas faltas cometidas. 62. 60. TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DISCIPLINAR Art.Adendos. O limite máximo para suspensão é de 20 dias letivos. com finalidade educativa e não repressiva: Admoestação – apelando para os brios do educando e seus prin- cípios de educação moral. 61. 59. Repreensão – advertência por escrito. Art. para os casos de reincidência. Os alunos. Suspensão – para os casos considerados de maior gravidade. submetidos à recuperação por aproveitamen- to. CAPÍTULO XII DA RECUPERAÇÃO Art. Os alunos. Art. entretanto. estão sujeitos às se- guintes penalidades. As atividades de recuperação serão efetuadas durante o período letivo. sendo uma cópia arquiva- da na pasta e outra encaminhada ao Conselho da igreja a que esteja vinculado. de o aluno apresentar documento de transferência assinado pelo diretor e pelo secretário do estabelecimento de origem com in- dicação dos respectivos registros ou autorizações e o documen- to informando sobre a vida escolar do aluno.pmd 197 8/12/2009.

198 Parte 3 . seja a medida suficiente. que após seleção ou triagem. As penalidades serão aplicadas pelo diretor-geral. Os professores que cometerem qualquer falta serão jul- gados pelo Conselho-Diretor. g) Ensino ou divulgação de doutrinas e costumes contrários às normas da Igreja Metodista Wesleyana. ouvido o diretor. O Ceforte manterá os regimes de internato e externato. Terá sua matrícula cancelada o aluno que não mais preencher os requisitos para matrícula. b) Procedimentos que causam danos materiais. 65. 09:00 . Art. que dará conhecimento imediato à igreja a que pertencer o aluno punido e dos motivos que a determinaram. 66. 68. 64. Parágrafo único. d) Prática de cola e outros tipos de fraudes. inclusive avaliação de vida social.pmd 198 8/12/2009. Art. e) Atos ofensivos à moral e aos bons costumes. 67. CAPÍTULO XIII DO INTERNATO Art.Adendos. Art. física e psicológica. Tanto os componentes do corpo docente quanto do dis- cente e do administrativo poderão recorrer das punições sofri- das ao Conselho-Geral. os encaminhará ao Ceforte. f) Atitudes incompatíveis com os propósitos da instituição. Os candidatos ao regime de internato deverão ser enca- minhados pelas igrejas à Secretaria Regional de Educação Cristã. c) Trancar-se em salas de aula para não cumprir suas tarefas. Art. São considerados atos de indisciplina: a) Violação das normas regimentais e das constantes dos vários regulamentos. 63. masculino e feminino. familiar. Art.

desde que cumpridas as exigências mínimas deste Regimento. 69. todas com iluminação e ventilação. Art. Os candidatos ao regime de internato deverão passar por exames físicos e psicotécnicos.pmd 199 8/12/2009. 70. um prédio com no mínimo sete salas. Os alunos de internato estão sujeitos ao regime de aulas diurnas. 74. Art. Art. ou seja. Art. com um currículo mais avançado. As exigências mínimas para a organização de uma extensão são as seguintes: a) Possuir instalações adequadas. O aluno de internato não poderá ficar retido em nenhu- ma matéria do seu currículo. Parágrafo único. 72. O Ceforte providenciará moradia para as alunas internas e nomeará uma pessoa responsável para a direção dessa mora- dia. em bom estado de conservação e sem ruídos externos que interfiram no bom andamento das aulas. Art.Adendos. 73. 76. 199 Parte 3 . 09:00 . O aluno de internato só poderá fazer cursos fora do Ceforte com a permissão do diretor-geral. O aluno de internato está sujeito à escala de serviços determinados pela direção. CAPÍTULO XIV DAS EXTENSÕES Art. O aluno do internato é mantido pela igreja que o reco- menda ou pela Secretaria Regional de Finanças. e são subordinadas administrativamente ao secretário regional de educação cristã e tecnicamente ao dire- tor-geral e ao Conselho-Diretor do Ceforte. As extensões do Ceforte têm a sua criação aprovada pelo Conselho-Diretor. sob pena de ter sua matrícula can- celada. Art. 71. 75. Art.

carteiras escola- res e quadros apropriados. anualmente. bem como a relação do imobiliário pertencente ao Ceforte. 1º Todos serão nomeado pelo diretor da extensão. com cópias ao secretário regional de educação cristã e Secretaria-Geral de Educação Cristã. Os diretores que devem ser ministros da Igreja Metodista Wesleyana serão eleitos pelo Conselho-Diretor. b) Possuir no seu quadro docente um mínimo de 80% de profes- sores que sejam clérigos da Igreja Metodista Wesleyana. ao diretor-geral. d) Encaminhar solicitação. 2º O corpo docente será nomeado pelo diretor da extensão. As extensões deverão reger-se pelo Regimento do Ceforte com as adaptações que se tornarem necessárias. deverá ter na sua administração um secretário. como um computador. para um mandato de dois anos.Adendos. Art. ao Conselho-Diretor. Cada extensão. c) Possuir equipamentos necessários ao funcionamento da Ex- tensão. Art. 3º O tesoureiro encaminhará balancete financeiro assinado por ele e pelo diretor da extensão. ouvido o bispo da região. por escrito. 79. um bibliotecário e um(a) orientador(a) pedagógico(a). com anuência expressa do bispo e do secretário regional de educa- ção cristã. além do seu diretor. 77. Art. 09:00 . um tesoureiro. até o dia 15 de de- zembro. que determinará comissão para visitar o local e dar parecer. água potável e banheiros feminino e masculino separados.pmd 200 8/12/2009. 4º O valor da mensalidade dos alunos será estabelecida pelo Conselho-Diretor. mediante indi- cação de pelo menos dois nomes pelo secretário regional de edu- cação cristã. mediante proposta do diretor da extensão. ou- vido o secretário regional de educação cristã. uma biblioteca. 78. 200 Parte 3 . sistema de ventilação. desde que apro- vadas pelo Conselho-Diretor.

ao concluir uma turma. O diretor-geral do Ceforte fará a distribuição das disciplinas pelos anos letivos e da literatura a ser adotada. Constituem patrimônio do Ceforte: a) Doações de quaisquer pessoas ou instituições. c) Imóveis e outros bens. e) Auxílio e subvenções oficiais. 86. pelo diretor(a) pedagógico(a) e pelo formando. um pe- 201 Parte 3 . As extensões adotarão o currículo aprovado pela Secre- taria-Geral de Educação Cristã. Parágrafo único. 85. O Ceforte mantém. DO FUNCIONAMENTO ESCOLAR Art. orientadas pelo secretário regional de educação cristã. Ao final de cada ano. Art. as extensões remeterão ao diretor- geral do Ceforte relatório completo das atividades e cópias das fichas de matrículas. 83. b) Legados ou subvenções diversas. 82. d) Títulos e depósitos. Art. Os diplomas serão assinados pelo diretor-geral. eventualmen- te adquiridos ou doados ao Ceforte. As solenidades de formatura serão dirigidas pelo diretor da extensão. 84. Art. Art. Art. f) Outras rendas e recebimentos permitidos pela ética cristã. serão registrados em nome da Igreja Metodista Wesleyana.pmd 201 8/12/2009.Adendos. Parágrafo único. 81. As extensões. 80. 09:00 . deverão encami- nhar ao diretor-geral cópia de todos os documentos para arqui- vamento. durante o horário das aulas. Todos os bens móveis e imóveis. CAPÍTULO XV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.

Art. Este Regimento depois de aprovado pelo Conselho-Ge- ral entrará em vigor na data de sua publicação. 202 Parte 3 . com a participação dos componentes dos corpos docente e discente. Será expedida ao aluno uma carteira de identidade esco- lar. Os servidores do Ceforte são membros da Igreja Metodista Wesleyana que colaboram nos diversos setores do seminário. 87. em ses- são pública e solene. Art. assinada pelo diretor e que terá validade acompanhada do comprovante de pagamento. Art. 90.pmd 202 8/12/2009. Art. Art. Cabe ao Ceforte expedir certificado de conclusão de cur- so aos alunos que concluírem seus cursos na sede ou em alguma extensão reconhecida e aprovada pelo Conselho-Diretor.Adendos. 91. 88. 09:00 . conforme orientação do diretor. 89. ríodo de 30 minutos destinado ao enlevo espiritual em sua cape- la. A capela será dirigida pelo deão de alunos. revogadas as dis- posições em contrário.

de Pré-adolescentes. Art. com prévio entendimento com a Junta Diaconal. 09:00 . de acordo com o Estatuto e o Regimento Interno da Igreja. os departamentos podem organizar uma subtesouraria. DAS FINANÇAS Art. de Jovens e de Adultos.Adendos. os departamentos de Crianças. usan- do o critério de arrecadação que lhe convier. 4º De acordo com o Estatuto e o Regimento Interno da Igre- ja. JOVENS E ADULTOS Art. porém. Os maiores de 17 anos que se sentirem bem em seus departamentos podem ser admitidos por votação favorável de 2/3 (dois terços) dos componentes dos departamen- tos presentes à reunião. e o de Jovens de 18 a 30 anos. 2º O Departamento de Crianças deverá agrupar os infantis até nove anos. Parágrafo único. o requisito para pertencer ao agrupamento correspon- dente à faixa etária é ser membro da Igreja. DOS REQUISITOS Art. de Ado- lescentes. o de Ado- lescentes de 14 a 17 anos. 1º A Igreja Metodista Wesleyana possui. DAS DIRETORIAS 203 Parte 3 . ADOLESCENTES. de Jovens e de Adultos.pmd 203 8/12/2009. o de Pré-adolescentes de 10 a 13 anos. nas respectivas faixas etárias. organizados nas igre- jas. 5 ESTATUTOS DOS DEPARTAMENTOS DE CRIANÇAS. 3º Para os departamentos de Adolescentes.

Executar as decisões: a) Da Convenção Regional.Comparecer às reuniões do Conselho Local. mediante indicação do diretor de até três nomes para cada cargo. de Jo- vens e de Adultos serão constituídas de: I . O Departamento de Crianças e Pré-Ado- lescentes não terá diretor eleito pela Assembleia da Igreja nem tesoureiro e secretário. um secretário e um tesoureiro. IV .Preparar toda correspondência dos departamentos.pmd 204 8/12/2009. mediante a indicação de até três nomes.Substituir o diretor em seu impedimento. c) Do Conselho Local. 9º Ao secretário compete: I . Art. II . III . 6º Os departamentos de Crianças e de Adolescentes terão conselheiros eleitos pelo Conselho Local da Igreja. II .Ajudá-lo na execução dos planos dos departamentos. b) Do Departamento Local.Lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro próprio. DA COMPETÊNCIA DAS DIRETORIAS Art. 8º Ao vice-diretor compete: I . 10. eleitos pelo departamento na primeira reunião do exercício eclesiásti- co.Adendos. Art.Um vice-diretor. II . Art. 5º As diretorias dos departamentos de Adolescentes. 7º Aos diretores compete: I . mediante indicação de até três nomes. Art. II . Art.Um diretor eleito pela Assembleia da Igreja.Relatar anualmente na Assembleia da Igreja.Convocar as reuniões e presidi-las. 09:00 . Ao tesoureiro compete: 204 Parte 3 . Parágrafo único.

Orientar cada líder no setor da administração de suas tarefas.Comparecer às reuniões da Diretoria. em tempo por ela determinado.Fazer os pagamentos regulares e os que forem autoriza- dos pelos diretores.Adendos. III .Incentivar os adolescentes à participação dos traba- lhos da igreja. VIII . IV .Assessorar o diretor nas reuniões.Promover e presidir reuniões com os pais. II .Orientar todas as atividades do departamento.Receber os haveres em dinheiro do departamento.Orientar o departamento nas atividades financeiras. se de alguma forma ela for prejudicial ao departamento ou à igreja.Acompanhar os adolescentes em suas saídas com o de- partamento. VII . principalmente da Escola Bíblica Dominical e.Comparecer às reuniões convocadas pela Diretoria Distrital e Regional. o saldo e o relatório ao tesoureiro da igreja. procurando juntos uma solução viável nesses casos. III . VI . e se responsabilizar por eles. I .Acompanhar o adolescente quando por qualquer moti- vo ele for chamado ao Presbitério para responder sobre qual- quer acontecimento. IV .Apresentar balancetes à Junta Diaconal. V . 09:00 . especialmen- te às vésperas de alguma programação que envolva viagem. À conselheira de crianças e pré-adolescentes compete: I . no fim de cada ano. 11. II . se 205 Parte 3 . com direito de vetar qualquer decisão da diretoria.Visitar os lares dos adolescentes de seu departamento e tornar-se amigo de seus pais. a fim de reunir dados para as estatísticas. IV .Escriturar em livro próprio o movimento financeiro. II . retiros e trabalhos na igreja.Acompanhar o departamento por ocasião de encon- tros. V . Ao(à) conselheiro(a) de adolescentes compete: I .pmd 205 8/12/2009. 12. III . Art.Entregar. Art.

Setor de Cultivo Espiritual.Reuniões de oração e inspiração. 09:00 . III . pelo menos. 14.Palestras sobre práticas da vida cristã e os perigos dos males sociais.Atendimento aos pobres.Setor de Evangelização. b) Assistência Universal Bom Pastor.Estudos bíblicos..Reuniões sociais. Art. 13. IV . II .Cultos em casas de famílias interessadas. V . IV .Setor de Fraternidade. V . III . ouvido o conselheiro. Art.Visitação aos doentes. Compete ao Setor de Cultivo Espiritual promover: I . c) Lar dos anciãos. Art. II . no caso dos adolescentes e com. Os setores funcionam sob a direção de um líder nomea- do pelo diretor. 206 Parte 3 .Obras de ação social de modo geral. comemorando aniversário etc. III . III .Palestras com objetivo evangelizador. possível.Reuniões de consagração e vigílias.pmd 206 8/12/2009. 15.Campanhas para angariar objetos para: a) Seminaristas da igreja. 16.Visitação aos órfãos. DOS SETORES DE ATIVIDADES Art.Adendos. viúvas e necessitados. Compete ao Setor de Fraternidade promover: I . São três os setores de atividades dos departamentos: I . II .Estudos sobre missões.Retiros espirituais. II . VI . 17. Art. três componentes. Compete ao Setor de Evangelização promover: I . ser o professor da classe.

Das Disposições Gerais Art. O departamento de Crianças e Pré-Adoles- centes adaptará no que for possível suas atividades a esta seção. Os casos omissos serão resolvidos pelos diretores. com qualquer número. pelos conselheiros. organizar e publicar um manual de orientação. ordinariamente. sempre por convocação do diretor. DAS REUNIÕES DOS DEPARTAMENTOS Art. extraordinariamente.pmd 207 8/12/2009. em segunda. nos casos de jovens e adultos.Distribuição de folhetos e evangelhos. 207 Parte 3 . 18. Este Regimento pode ser alterado pelo Conselho- Geral. Parágrafo único. quando necessário. metade mais um dos sócios e. Art. de modo que não contrariem este Regimento. 20. nos casos de crianças e adolescentes. a seu juízo. 19.Culto ao ar livre. Art. uma vez por mês e. Parágrafo único. Art. Os departamentos estão subordinados às convenções regionais que os departamentos regionais promovem anualmen- te. V . As atividades dos departamentos são desenvolvidas nas áreas de Cultivo Espiritual. Art. mediante proposta da Secretaria-Geral de Educação Cris- tã. IV . ouvindo o pastor da igreja. provendo recursos para a taxa e viagens. 21. com normas regionais e lo- cais. 22. O departamento elege um delegado ou mais e os credencia. Os departamentos poderão. Parágrafo único. Os departamentos se reúnem. 09:00 . Fraternidade e Evangelização.Adendos. 23. O quorum da reunião será: em primeira convocação.

Promoção e Obras Soci- ais. 4) Ministério Wesleyano com Jovens Casados. 7) Ministério Wesleyano de Aconselhamento e Cura Interi- or. 13) Ministério Wesleyano de Diplomacia. 16) Ministério Wesleyano de Evangelismo. distrital e local. 208 Parte 3 . 11) Ministério Wesleyano de Comunicação Social. regional. 15) Ministério Wesleyano de Esporte e Lazer. Dança. 8) Ministério Wesleyano de Artes (Coreografia. sem prejuízo ao funcio- namento dos departamentos. 2º A Igreja estabelecerá ministérios. 10) Ministério Wesleyano de Auxiliares de Culto.). 09:00 .Adendos. 1º A Igreja Metodista Wesleyana considerando sua herança histórica na qual clérigos e leigos participam do ministério.pmd 208 8/12/2009. 3) Ministério Wesleyano com Homens. 5) Ministério Wesleyano com Mulheres. 9) Ministério Wesleyano de Áudio. conforme a necessidade e possibilidade geral. bem como reiterando sua crença no sacerdócio universal dos crentes orienta a adoção do sistema de dons e ministérios conforme este Estatuto. Vídeo e Som. DOS MINISTÉRIOS ESTATUTO DOS MINISTÉRIOS Art. 17) Ministério Wesleyano de Eventos. 2) Ministério Wesleyano com Famílias. Tea- tro etc. 14) Ministério Wesleyano de Ensino. 12) Ministério Wesleyano de Cozinha e Cantina. Art. 3º Orienta. Art. 18) Ministério Wesleyano de Grupos de Crescimento (GCEU). Propa- ganda e Marketing. a adoção dos seguintes ministérios: 1) Ministério Wesleyano com Casais. 6) Ministério Wesleyano de Ação.

29) Ministério Wesleyano de Visitação. 19) Ministério Wesleyano de Integração e Discipulado. Art. atribuição e desen- volvimento de cada ministério. A liderança dos ministérios será nomeada por seus responsáveis em cada esfera de ação. 27) Ministério Wesleyano de Recepção e Introdução. 20) Ministério Wesleyano de Intercessão. Art. participar efetivamente de mais de um ministério. 5º Os ministérios serão compostos de membros da Igreja que se declararem vocacionados. Caberá ao seu responsável imediato orientá-lo e direcioná-lo. 25) Ministério Wesleyano de Ornamentação e Paisagismo.pmd 209 8/12/2009. 6º O clérigo orientará quanto à vocação. 22) Ministério Wesleyano de Adoração e Louvor – (Músi- ca). que manifestar dons e vocação. 28) Ministério Wesleyano de Saúde. Livraria e Bibliote- ca. Art.Adendos. 4º Os ministérios serão orientados por regimentos elabora- dos pelas respectivas secretarias-gerais. 26) Ministério Wesleyano de Patrimônio e Construção. 24) Ministério Wesleyano de Missões. Art. 21) Ministério Wesleyano de Literatura. 7º É facultado ao membro. 09:00 . 209 Parte 3 . Art. 30) Ministério Wesleyano de Empresários e Profissionais Liberais. 23) Ministério Wesleyano de Manutenção e Serviços. 8º A Secretaria-Geral de Educação Cristã fornecerá material e testes vocacionais.

eleito em Assembleia. palestra e seminário.Representar.pmd 210 8/12/2009.Promover integração entre os missionários e a Igreja Local por meio de carta.presidente. os nomes que deverão compor o Conselho Missioná- rio.Receber e repassar aos órgãos competentes as contri- buições devidas às missionárias. 1º O Conselho Missionário é um órgão da igreja local cuja finalidade é: I. b) Conferência missionária. c) Programação em datas especiais referentes a missões. V .Adendos. e-mail. um secretário de atas.Desenvolver na igreja local o espírito missionário e evangelizante. por meio de: a) Culto específico com alusão a missões. um vice. 6 REGIMENTO DO CONSELHO MISSIONÁRIO Art.Mobilizar e motivar a igreja no alcance dos alvos esta- belecidos pelas secretarias Regional e Geral de Missões. Art. 3º O Conselho Missionário será assim formado: após sua eleição. VI .. 2º O Conselho Missionário é constituído por seu presidente. II .Promover levantamento de recursos para sustento dos missionários e expansão da obra. o presidente indica ao Conselho Local. 09:00 . ouvido o pastor da igreja. visita a cam- po etc. a Secretaria-Geral e Regional de Missões. painel. na igreja local. um tesoureiro e líderes de comissões. Art. 210 Parte 3 . telefonema. III . IV .

um vice-presidente. II .Relatar anualmente à Assembleia da Igreja.pmd 211 8/12/2009. 5º Ao vice-presidente compete: I . Art. III . Parágrafo único. II .Lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro apropri- ado. II .Indicar nomes para compor a mesa.Substituir o presidente em seu impedimento.Cumprir as tarefas que lhe forem dadas pelo presidente.Fazer os pagamentos determinados pelo Conselho Missi- onário e enviar os comprovantes aos órgãos competentes. 211 Parte 3 . 7º Ao tesoureiro compete: I . um secretário de atas e um tesoureiro.Convocar e presidir as reuniões mensalmente. 4º Ao presidente compete: I . Art. Art.Prestar relatório mensalmente à Junta Diaconal e ao Con- selho Missionário.Preparar a correspondência do Conselho Missionário que for solicitada pelo presidente. 09:00 . A composição da mesa será constituída de um presidente.Propor ao Conselho Local meios para obtenção de fun- dos. que ficará sob sua responsabilidade. III .Adendos. II . Art. 6º Ao secretário compete: I .

oremos antes de admitir esse varão aqui presen- te e ordená-lo para a obra. cha- mado agora para o episcopado. Também está escrito que em Antioquia jejuaram e oraram antes de impor as mãos sobre Paulo e Barnabé e os enviarem a desempenhar a primeira missão aos gentios. o Espírito o tem chamado”. a qual ele comprou por um bom preço. que vive e reina conti- go e o Espírito Santo. pelos séculos dos séculos”. para glória do teu nome e edificação de tua igreja. permaneceu toda a noite orando antes de eleger e enviar os seus 12 apóstolos. será marcada a cerimô- nia da ordenação.Adendos. que por meio de teu Espírito Santo estabelecestes diversos ofícios em tua Igreja. Portanto. conforme o Senhor Jesus Cristo e seus apóstolos. 09:00 . segundo cremos. que tan- to de palavra quanto de obra possa servir-te com fidelidade nes- te ofício. Leitura bíblica: At 20.pmd 212 8/12/2009. doador de todos os bens. nosso Salvador.17-33. Declaração: “Onipotente Deus. julgada a regularidade da eleição. O oficiante dirá: “Posto que as Escrituras mandam que não seja- mos precipitados na imposição das mãos e na admissão de pes- soas para governar a Igreja de Cristo. O eleito será apresentado ao oficiante por dois ministros. pe- los méritos de nosso Senhor Jesus Cristo. LITURGIA DE CERIMÔNIAS SEÇÃO I DA ORDENAÇÃO DO BISPO Art. Olha com misericórdia para este teu servo. reveste-o de tal modo da verda- de da tua doutrina e adorna-o com a inocência de vida. O oficiante dirá: “Irmãos. 1º Quando o Concílio-Geral eleger ministros para o ofício de bispo. que seguirá o ritual: Hino: À escolha do oficiante. nada menos que o derramamento de seu próprio 212 Parte 3 . por um dos ministros ou pelo ofici- ante. está escrito no Evangelho de Lucas que Cristo. que dirão: “Nós vos apresentamos este santo varão para que seja ordenado bispo”.

. pela graça de Deus”. boa vontade para responder afirmativa- mente a essas perguntas.. segundo a vontade do Senhor?”.. em impor as mãos sobre os outros e enviar-lhes.pmd 213 8/12/2009. Pergunta: “Serás fiel em ordenar. o oficiante pedirá orações da igreja.. e em todos os demais deveres de teu ofício?”. Resposta: “Sim. nosso Senhor”. A seguir o oficiante dirá: “Ó Deus Onipotente. as perguntas que passo a fazer-te”: Pergunta: “Estás persuadido de haver sido verdadeiramente cha- mado a este ministério.Adendos. com a ajuda de Deus”. antes que seja admitido a este sagrado ofício responde- rás.. Pergunta: “Estás disposto a dedicar-te com fidelidade ao estudo das Sagradas Escrituras e rogarás a Deus em oração que te con- ceda compreensão correta?”. Resposta: “Assim o farei. serei com o auxílio de Deus”. todas as doutrinas que se requer para a salva- ção eterna pela fé em Jesus Cristo? E estás resolvido a instruir o rebanho encomendado aos teus cuidados. suficientemente.. nosso Pai Celestial. conceda-lhe também as forças e o po- der para cumpri-las. Ato de ordenação: O bispo oficiante imporá as mãos sobre a ca- 213 Parte 3 . Resposta: “Sim. Hino: À escolha do oficiante... isto é. estou persuadido e resolvido a cumprir. os necessi- tados e os estrangeiros desamparados?”. que tem dado a . segundo as mesmas Escrituras. estou”.. sangue. por amor a Jesus Cristo. Em seguida. no temor de Deus. 09:00 . a fim de que aperfeiçoando em ti a boa obra que tem começado ele seja achado irrepreensível nos dias futu- ros. Pergunta: “Estás persuadido de que as Santas Escrituras contêm. Pergunta: “Estás disposto a mostrar-te manso e serás misericor- dioso por amor a Cristo para com os desobedientes. assim o farei com a ajuda de Deus”. Resposta: “Sim. e a não ensinar nem sustentar nada como necessário requerido para a salvação eterna senão aquilo que puder ser aprovado pelas Escrituras Sagradas?”. Resposta: “Sim.

SEÇÃO II DA ORDENAÇÃO DE MINISTROS Art.7-16. Introdução: O oficiante se dirige à congregação. dando ligeiras explicações sobre o ato e apresenta-lhe o ordenado. Hino: À escolha do oficiante. beça do eleito.1-14. procura com esmero o teu aproveitamento. nosso Senhor. por meio de votação favorável de no mínimo 2/3 (dois terços) dos delegados. Portanto. pois assim salvarás tanto a ti quanto aos que te ou- vem”. Oficiante: Dirigindo-se ao(s) ordenado(s): “Amado(s) irmão(s). o ministro é admitido ao ministério pelo plenário do Concílio Regional. demonstraste(s) seres (serdes) 214 Parte 3 . porque Deus não nos tem dado o espírito de temor. guarde o teu coração e a tua mente no amor de Deus e de seu Filho Jesus Cristo. medita nas coisas escritas neste Livro. sim.Adendos. para que por tua vida seja manifesto a todos. a paz de Deus. de amor e de sobriedade. Bênção apostólica. e seja contigo agora e para sempre”. 1Co 4. 09:00 . dirá: “Dedica-te com atenção à leitura. e dirá: “O Senhor derra- me sobre ti o Espírito Santo. estando este ajoelhado. em nome do Pai. mas. O oficiante.1-7. Amém”. que agora te são conferidos pela imposição de minhas mãos. tem cuidado de ti mesmo e da doutrina.11. o de po- der.pmd 214 8/12/2009. à exortação e à doutrina. entregando a Bíblia. Ef 4. alusiva à cerimônia. 2º Terminado o período preparatório e obtendo parecer fa- vorável do Conselho Ministerial Regional. para o ofício e a obra do episcopado na igreja de Deus. do Filho e do Espírito Santo. durante o período de experiências. Leituras bíblicas: Um dos ministros lê um ou mais textos: Jo 10. O oficiante dirá: “O Espírito Santo te unja para o ofício de bispo na igreja de Deus. Oração: O oficiante conduzirá os presentes a um momento de oração especial. 1 Tm 3. e não te esqueças de cultivar a graça de Deus que já tens. At 20. que sobrepuja todo o entendimento.17-31.

Resposta: “Sim. E agora. Resposta: “Sim. e uma vez aprovado e 215 Parte 3 . do Filho e do Espírito Santo”. confiando no Senhor. Pergunta: “Aceitas (aceitais) todas as doutrinas constantes do padrão doutrinário desta igreja e prometeis pregá-las e vivê-las?”. Pergunta: “Aceitas (aceitais) a Bíblia Sagrada como a Palavra de Deus. quer na evangelização para ganhar almas para Cristo?”. em nome do Pai. e oram ao Senhor. aceito e prometo fazer. Resposta: “Sim. Resposta: “Sim. os bispos e ministros assistentes impõem as mãos sobre ele(s) ordenan- do-o(s). Cumprimentos: Os ministros presentes cumprimentam o(s) re- cém-ordenado(s). SEÇÃO III DA CONSAGRAÇÃO DE PASTORES Art. 09:00 . prometo com auxílio de Deus”. tomando por modelo o próprio Senhor Jesus Cristo?”.Adendos. para que a congregação aqui reuni- da ouça dos teus (vossos) lábios algo que expresse a tua (vossa) disposição de servir ao Senhor nas lides ministeriais. eu te (vos) rogo que respondas (respondais) sinceramente. a qual contém tudo o que é necessário para a eterna salva- ção?”. verdadeiramente chamado(s) por Deus para exercer o santo mi- nistério da Palavra e o pastoreio das almas redimidas pelo san- gue de Jesus Cristo. do seguinte modo: “Nós te (vos) ordenamos ao Santo Ministério da Palavra. 3º Terminado o período preparatório. Atos de ordenação: O(os) candidato(s) se ajoelha(m). aceito firmemente”. um a um.” Pergunta: “Prometes (prometeis) cuidar do rebanho do Senhor com amor e paciência. as seguintes perguntas:” Pergunta: “Confirmas (confirmais) de público que és (sois) chamado(s) realmente por Deus para o exercício do ministério. perante o trino Deus. Haverá também oportunidade para que os demais pastores o façam.pmd 215 8/12/2009. quer no pastoreio. confirmo e louvo ao Senhor por poder fazê-lo”.

aceito pelo Conselho Ministerial Regional e eleito pela maioria
do plenário do Concílio Regional, o candidato admitido ao qua-
dro pastoral, mediante sua consagração, que obedecerá ao se-
guinte ritual:
Introdução: O candidato fica em pé perante a congregação, e o
oficiante dirige-se à igreja, dizendo da importância do ato e apre-
sentando o candidato.
Oração: O oficiante conduzirá os presentes a um momento de
oração especial, alusiva à cerimônia.
Leitura bíblica: Mc 16.14-20; Lc 1.1-22; At 8.4-8; 13.1-12.
Apóstrofe: O oficiante se dirige ao candidato(s) e diz: “Amado(s)
irmão(s), durante o período preparatório demonstraste(s) ser
(serdes) verdadeiramente chamado(s) por Deus para o impor-
tante trabalho de pastorear, isto é, pregar o santo Evangelho e
ganhar almas para nosso Senhor Jesus Cristo. E agora, quando te
(vos) apresentares (apresentardes) perante a Igreja para ser
(serdes) consagrado(s) pastor(es), eu te (vos) rogo que respon-
das (respondais) diante de Deus as seguintes perguntas”:
Pergunta: “Aceitas (aceitais) a Bíblia Sagrada como Palavra de
Deus, a qual contém tudo o que é necessário para a salvação, e a
adotas (adotais) como única regra de fé e prática para tua (vos-
sa) vida?”.
Resposta: “Sim, aceito-a de coração. Louvado seja o Senhor”.
Pergunta: “Aceitas (aceitais) todas as doutrinas constantes do
padrão doutrinário desta igreja, e promete (prometeis) pregá-
las, ensiná-las e vivê-las?”.
Resposta: “Sim, aceito-as e prometo perante o Senhor”.
Pergunta: “Prometes (prometeis) dedicar-te (vos) à oração, ao
estudo da Palavra de Deus e à pregação do Evangelho, sem me-
dir esforços para fazê-lo?”.
Resposta: “Sim, prometo com o auxílio de Deus”.
Pergunta: “Prometes (prometeis) aceitar, na medida do possível,
as tarefas que a igreja te (vos) der?”.
Resposta: “Sim, prometo”.
Pergunta: “Prometes (prometeis) cooperar com lealdade e fide-

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lidade na obra do Senhor e, dessa forma, respeitar as determina-
ções das autoridades da igreja?”.
Resposta: “Sim, prometo fazê-lo com alegria”.
Atos de consagração: O(s) candidato(s) se ajoelha(m) e o ofici-
ante e os assistentes procedem ao ato, impondo-lhe(s) as mãos,
um a um, e oram ao Senhor, consagrando-o(s) em nome do Pai,
do Filho e do Espírito Santo.
Cumprimentos: O oficiante e os demais pastores presentes cum-
primentam o(s) consagrado(s), estendendo-lhe(s) a destra de
fraternidade.
Encerramento: Hino, oração e bênção apostólica.

SEÇÃO IV
DA CONSAGRAÇÃO DE MISSIONÁRIAS
Art. 4º Terminando o período preparatório, e uma vez aprovada
e aceita pelo Conselho Ministerial Regional, e eleita pela maioria
do plenário do Concílio Regional, é a candidata admitida ao qua-
dro de missionárias, mediante sua consagração, que obedecerá
ao seguinte ritual:
Introdução: A candidata comparece perante a congregação, e o
oficiante se dirigirá à igreja enfatizando a importância do ato e
fazendo em seguida a apresentação da candidata.
Oração: O oficiante conduzirá os presentes a um momento de
oração especial, alusiva à cerimônia.
Apóstrofe.
Leitura bíblica: Mc 16.14-20; Jo 4.39-42; Rm 16.1-12.
Pergunta: “Crês na Bíblia Sagrada como Palavra de Deus, a qual
contém tudo o que é necessário para a salvação, e a adotas como
única regra de fé e prática para tua vida?”.
Resposta: “Sim, creio e a praticarei de coração”.
Pergunta: “Aceitas todas as doutrinas constantes do padrão dou-
trinário desta igreja e prometes ensiná-las e vivê-las?”.
Resposta: “Sim, aceito-as e prometo diante do Senhor”.
Pergunta: “Prometes dedicar-te à oração, ao estudo e ao ensino
da Palavra de Deus, sem medir esforços para fazê-lo?”.

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Resposta: “Sim, prometo, e para isso me consagro a Deus”.
Pergunta: “Prometes aceitar e cumprir as responsabilidades que
a igreja te der?”.
Resposta: “Sim, prometo e me dedicarei a cumpri-las”.
Pergunta: “Prometes cooperar com lealdade e fidelidade na obra
do Senhor, respeitando as determinações das autoridades da Igre-
ja?”.
Resposta: “Sim, prometo e o farei com alegria”.
Pergunta: “Compreendes que o ofício da missionária visa aten-
der o Campo Missionário Nacional ou Estrangeiro?”.
Resposta: “Sim, compreendo e encontro-me disposta a desen-
volver meu ministério no Campo”.
Pergunta: “Compreendes que o ofício de missionária visa auxili-
ar os pastores nas diversas atividades e segmentos da Igreja do
Senhor?”.
Resposta: “Sim, compreendo e me submeto às orientações da
Igreja”.
Atos da consagração: A candidata se ajoelha e o oficiante e os
convidados procedem ao ato, impondo-lhe as mãos e orando ao
Senhor, consagrando-a em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo.
Cumprimentos: Os oficiantes e os demais pastores cumprimen-
tam a consagrada, estendendo-lhe a destra de fraternidade.
Encerramento: Hino, oração e bênção apostólica.

SEÇÃO V
DA JUBILAÇÃO DO CLÉRIGO
Art. 5º Quando um clérigo for jubilado será marcada a cerimô-
nia, que seguirá o seguinte ritual:
Hino: À escolha da família.
Leitura bíblica: Is 46.4; Sl 92.14; Hb 6.10. O oficiante fará men-
ção com respeito às “Promessas do Senhor para o Seu Servo!”.
Leitura do histórico do jubilando: A convite do oficiante, um co-
lega de ministério fará a leitura do histórico do jubilando.
Testemunhos: Colegas de ministério e ex-ovelhas poderão usar

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da palavra para relatar alguns momentos especiais no ministério
do jubilando.
Oração: Será feita uma oração especial em prol da família do ju-
bilando que o acompanhou durante anos de ministério.
Homenagens: A convite do oficiante, colegas de ministério e es-
posas entregarão um ramalhete de flores à esposa do jubilando
e um presente e placa especial ao jubilando com alusão aos anos
de serviços sacerdotais prestados ao Reino de Deus e à Igreja
Metodista Wesleyana.
Hino especial: O oficiante convidará a congregação para entoar
louvores a Deus com um hino especial pela vida do jubilando.
Leitura bíblica: O oficiante usando das Escrituras Sagradas (Hb
12.1; At 20.24; 2Tm 4.7) fará menção “Das Palavras do Servo Que
Se Encontra Fiel!”, fazendo algumas considerações a respeito.
Oração profética: Será de bênçãos pelo ministério do jubilando
e por sua família.
Bênção apostólica.

SEÇÃO VI
DA CONSAGRAÇÃO DE PRESBÍTERO
Art. 6º Quando uma igreja eleger alguém para o ofício de
presbítero, deverá o pastor, julgada a regularidade da eleição,
fixar dia e hora para a cerimônia de consagração e posse. A sole-
nidade seguirá o seguinte ritual:
Introdução: Os candidatos tomam lugar à frente, e o oficiante
dirigirá culto a Deus, em conformidade com o ato que realiza.
Oração: Dirigida a Deus em gratidão.
Leitura bíblica: 1Tm 5.17-25, Tg 5.14-16; 1Pe 5.1-9.
Apóstrofe: O oficiante chama os eleitos para a consagração, co-
locando-os voltados para os dirigentes, e diz: “Amados irmãos,
fostes eleitos para o ofício de presbítero. A igreja vos elegeu em
vista da vossa lealdade ao Senhor Jesus. E, reconhecendo em vós
dons de liderança, vos elevou ao honroso cargo que ides ocupar.
No momento em que vos apresentardes perante a igreja para
serdes consagrados, eu vos rogo que respondais, diante de Deus,

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Rogo-vos em nome de Jesus Cristo que aceiteis as determinações que forem dadas por eles. Oração: Em favor dos eleitos. diz: “Prezados irmãos. a unidade. 220 Parte 3 . o oficiante e os assistentes darão aos recém-consagrados a destra de fraternidade. Pergunta: “Prometeis cumprir com zelo e fidelidade o ofício de presbítero e manter a paz. Resposta: “Sim. e o oficiante e os presbíteros convidados impõem as mãos sobre eles e oram ao Senhor. fixar o dia para a consagração e posse. estes homens foram eleitos e serão consagrados para o serviço de Deus nesta igreja. dirigindo-se à igreja. julgada a regularidade da eleição. do Filho e do Espírito Santo. Encerramento: Após a consagração. 7º Quando a igreja eleger alguém para o ofício de diácono ou diaconisa deverá o pastor. consagrando-os ao serviço divino.Adendos. Resposta: “Para isso me sinto chamado por Deus”. fazendo declaração de que estão consagrados e investidos no ofício de presbítero. que os considereis ser- vos do Senhor. esta é minha decisão”. sem qualquer dúvida”. 09:00 . Resposta: “Sim. velando pelo bem-estar deles. a edificação e a pureza da Igreja do Senhor?”.pmd 220 8/12/2009. O oficiante. as seguintes perguntas: Pergunta: “Reafirmais a vossa fé na Sagrada Escritura como Pala- vra de Deus?”. Todo respeito e consideração de vossa parte devem ser tributadas aos presbíteros. Os candidatos se ajoelham. em nome do Pai. Pergunta: “Prometeis lealdade no trato da causa do Senhor e na doutrina defendida pela Igreja Metodista Wesleyana?”. SEÇÃO VII DA CONSAGRAÇÃO DOS DIÁCONOS E DIACONISAS Art. A solenidade seguirá o seguinte ritual: Introdução: Os candidatos tomam lugares bem à frente e o ofici- ante dirige culto a Deus.

Rogo-vos em nome de Jesus Cristo que aceiteis as determinações que forem dadas por elas. e o oficiante e os presbíteros convidados impõem as mãos sobre eles. que as considereis ser- vas do Senhor. estas pessoas foram eleitas e serão consagradas para o serviço de Deus nesta igreja. Resposta: “Sim. Todo respeito e consideração de vossa parte devem ser tributados aos diáconos e às diaconisas. Encerramento: Após a cerimônia. Os candidatos se ajoelham. para isso me sinto chamado por Deus”. Resposta: “Sim. 1Tm 3. fostes eleitos pela igreja para o ofício do diaconato em vista de terdes preenchido os requisitos exigidos. prometo”. e a igreja reconhecendo os vossos dons no trato das coisas do Senhor Jesus vos elevou ao honroso cargo que ides ocupar. velando pelo bem-estar delas. Leitura bíblica: At 6. do Filho e do Espírito Santo.pmd 221 8/12/2009.1-7. Resposta: “Sim. Apóstrofe: O oficiante chama os eleitos para a consagração. Pergunta: “Prometeis lealdade no cumprimento do vosso dever à doutrina defendida pela Igreja Metodista Wesleyana?”. reafirmo sem temor”. abençoando-os em nome do Pai. fazendo declaração de que estão consagrados para o ofício diaconal. SEÇÃO VIII DA POSSE DOS OFICIAIS Art. o oficiante e os assistentes darão aos recém-consagrados a destra de fraternidade. Pergunta: “Prometeis cumprir com zelo e diligência o ofício de diácono e manter a paz e a unidade dos irmãos?”.Adendos. 8º Os oficiais da igreja devem ser empossados em solenida- 221 Parte 3 . como Palavra de Deus?”. O oficiante dirigindo-se à igreja diz: “Prezados irmãos. e oram ao Senhor. No momento em que vos apresentardes perante Deus e diante destas testemunhas. eu vos rogo que respondais as seguintes perguntas”: Pergunta: “Reafirmais vossa fé nas Sagradas Escrituras. 09:00 .8-17. co- locando-os voltados para os dirigentes e diz: “Meus irmãos.

creio”. o oficiante dirigirá culto a Deus. At 6. apresentastes aqui de- sejo de descer às águas e assim vos unirdes à Igreja do Senhor. Bênção apostólica: Se for ao término do culto. Pergunta: “Credes em Jesus Cristo. e o aceitais como único Salvador pessoal e também como único mediador entre Deus e os ho- mens?”. com zelo e muito amor à obra do Senhor?”. Para o ato se- gue-se o ritual abaixo: Convite: O pastor convida os oficiais a vir à frente. eu vos rogo que respondais sinceramente perante Deus e diante da congregação ora reunida as perguntas que vos passo a fazer”: Pergunta: “Credes em Deus Pai. estais dispostos a desempenhar os cargos para os quais fostes eleitos. em obediência ao ensino de Jesus. Música: Hino pelos oficiais (179 do Hinário Cânticos de Adora- ção). creio e assim aceito”.14-30. O oficiante dirá (no ato da profissão de fé): “Prezados irmãos: Visto que aceitastes a Jesus como vosso Senhor único e pessoal e que.Adendos. SEÇÃO IX DA PROFISSÃO DE FÉ E BATISMO Art. do Filho e do Espírito Santo. criador dos Céus e da Terra e de tudo o que neles há?”. com auxílio de Deus”. em data e hora marcadas pelo pastor. 9º Após os batizandos terem feito profissão de fé em soleni- dade pública. que é Deus como o Pai e o Espírito Santo. e a seguir faz-lhes a se- guinte pergunta: “Irmãos. dizendo-lhes da honra que receberam. proferindo palavras referentes ao ato e os emergirá em nome do Pai. 222 Parte 3 . 09:00 . Palavra pastoral: O pastor dirige aos oficiais algumas palavras. Resposta: “Sim. Leitura bíblica: Mt 25. Oração: Súplica a Deus em favor dos oficiais. e forem reunidos no local do batismo. Resposta: “Sim. Resposta: “Sim.1-7.pmd 222 8/12/2009. de pública. nosso Senhor.

Lc 22. sempre.19-23. vosso serviço. creio firmemente. Pergunta: “Prometeis cooperar com vossa presença aos cultos. 3. Pergunta: “Prometeis obedecer à Palavra de Deus e ao Estatuto e ao Regimento Interno da Igreja?”. louvado seja Deus”. Culto de adoração ou evangelização. Resposta: “Sim. e eu lhe darei a coroa da vida. 09:00 . assim como o Verbo divino. promete fazê-lo”. Pergunta: “Credes no Espírito Santo. oração e bênção apostólica. Destra de comunhão: O oficiante cumprimenta os batizandos e os recebe como membros da igreja. Encerramento: Hino. e que foi seguida pela Igreja primitiva. perfeita ordem e alegre ação de graças ao Senhor. A Ceia do Senhor é ministrada pelo pastor. o qual regenera o pecador convertido a Cristo e o santifi- ca?”. Pala- vra escrita. 10. 223 Parte 3 . prometo obedecer”. o consolador enviado por Jesus. creio firmemente”.26-30. a palavra viva?”. Leitura bíblica: Mt 26. Resposta: “Sim.23-32 (o oficiante escolherá um dos textos). creio”. obedecendo- se a simplicidade com que o Senhor Jesus a instituiu. vosso dízimo e ofertas para o sustento e desenvol- vimento da obra do Senhor?” Resposta: “Sim. citando-lhes as palavras do Senhor: Seja fiel até a morte. Canto de hino apropriado. 1Co 11. Resposta: “Sim.22-26. Mc 14. com muita reve- rência. porém. Sugestões para o Oficiante 1. SEÇÃO X DA CEIA DO SENHOR Art. Pergunta: “Credes que Jesus batiza o crente com o Espírito Santo e que esse batismo é uma segunda bênção. conferida apenas ao crente?”. 2. Pergunta: “Credes que a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus. Cristo. Resposta: “Sim.pmd 223 8/12/2009.Adendos.

Introdução: O oficiante dirigirá aos presentes uma palavra. 5. invocando as bênçãos de Deus sobre os noivos. Reconhece. Oração silenciosa de confissão (ajoelhados). 6. SEÇÃO XI DA APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS Art. e logo a devolve aos pais. Hino de louvor para decisão por Cristo ou para consagra- ção. depois de cumpridas as exigências das leis do país. Participação da mesa pelo oficiante e auxiliares. ajudados pelos diáconos. 224 Parte 3 . que as criancinhas devem ser apre- sentadas ao Senhor. Lc 2.pmd 224 8/12/2009. Participação dos crentes. vindo à mesa. 9.22-23. 1Pe 3. 12. 09:00 .1-7 ou outro texto a critério do oficiante. a cerimônia de casamento. Bênção apostólica. 7. para criá-la para o Senhor. Sempre que pos- sível. Leitura bíblica: Mc 10. 8. entretanto. A Igreja Metodista Wesleyana não batiza criança que não possa ainda assumir as responsabilidades como membro da igre- ja. pelos seus pasto- res. SEÇÃO XII DO CASAMENTO Art. 4. Apresentação: Os pais as trazem ao ministro e este procede o ato de apresentação. A Igreja Metodista Wesleyana realiza. registrando tudo em livro apropriado.22-24 (um texto à escolha do ministro).Adendos. a apresentação se fará na primeira visita da criança à casa do Senhor. como nos tempos bíblicos. se houver. Leitura bíblica: Ef 5.13-16. Exortação pastoral cheia de amor. Locução: O oficiante dirá algumas palavras aos pais. Oração: O ministro toma a criança em seus braços e dirige ao Senhor uma oração de apresentação. 11.

09:01 .. por meu esposo. Ambos dirão as seguintes palavras: “Com este anel selo minha união contigo. Amém”........ na riqueza ou na po- breza. para amar-te e querer-te até que a morte nos separe. como conselho etc. O oficiante. fa- zendo para isso as seguintes declarações”: O noivo.. Oficiante: “.. dirá: “Eu. .... na riqueza ou na pobreza... para isso empenho a minha honra”... .... em perfeito amor.. recebo a ti... ... Declaração: Os noivos se ajoelham. para ter-te e conservar-te de hoje em diante na felicidade ou na desventura....... segurando a mão da noiva... segurando a mão do noivo. por minha esposa. eu.. ainda ajoelhados e de mãos 225 Parte 3 .....pmd 225 8/12/2009. de acordo com a santa vontade de Deus. na enfermidade ou na saúde. dirige-se aos noivos e diz: “Irmãos... coral ou solo. queres receber .. que fará o mesmo com a aliança do noivo. A noiva... por tua esposa e viver com ela segundo os mandamentos de Deus?”... para amar-te e querer-te até que a morte nos separe.. Votos: O oficiante fará as seguintes perguntas aos noivos: Oficiante: “. quero”. por teu esposo e viver com ele segundo os mandamentos de Deus? Resposta: “Sim.. Mensagem: A mensagem deve ser breve.... na qualidade de ministro de Deus.. para ter-te e conservar-te de hoje em diante na felicidade ou na desventura. quero”.... Em seguida... do Filho e do Espírito Santo.... na qualidade de esposo e esposa. em seguida.. visto que viestes aqui com o propósito de receber a bênção de Deus para o vosso enlace nupcial. Alianças: O oficiante tomará as alianças.. Resposta: “Sim... e o ministro impetra a bên- ção de Deus sobre eles. entregará à noiva. recebo a ti.. na enfermidade ou na saúde... de acordo com a santa vontade de Deus... vos rogo que solenemente recebais um ao outro. para isso empenho a minha honra. entregando primeira- mente ao noivo. .... em nome do Pai. Música: Hino.... que a colocará no dedo da noiva. dirá: “Eu....Adendos. queres receber .. mediante resposta afirmativa.

e pela união das mãos.. consentiram ambos no santo matrimônio e o testificaram na pre- sença destas testemunhas.Adendos.. dizendo: “Irmãos.. Votos: O oficiante dirige-se ao casal. e diante de Deus. 09:01 ... O casal deve responder: “Sim. Mensagem: Deve ser breve e de inspiração à fidelidade conju- gal. A Igreja Metodista Wesleyana estabelece o ritual abaixo para a solenidade de bodas de prata e de ouro: Introdução: O oficiante dirigirá aos presentes uma palavra sobre a cerimônia. decorridos (25 ou 50) anos de vida conjugal. dizendo: “Amados irmãos. dadas. e agora diante dos filhos vêm renovar os feitos de (25 ou 50) anos atrás.. Bênção apostólica: Os noivos se levantam. O oficiante toma as alianças (de prata e de ouro). e o ministro impetra a bênção apostólica sobre todos. Há (25 ou 50) anos compareceram diante de Deus e da igreja. eu vos faço a seguinte pergunta: ‘Estais dispostos a confirmar os votos feitos de amor e fidelidade um ao outro (25 ou 50) anos atrás e revigorar os esforços para que vosso lar seja uma bênção para vós. o ministro faz a seguinte declaração “Aqueles que são unidos por Deus ninguém os separe.pmd 226 8/12/2009...... irmãos. esta grande bênção de Deus conferida a estes irmãos.. casados em nome do Pai. orando ao Se- nhor. com o propósito de manifestar vossa gratidão e alegria pelos anos vividos juntos. e para a glória de Deus?’ “... alegra-se nosso coração no dia de hoje pelo fato de estarmos diante de um casal que. eu os declaro marido e mulher. visto que vos apresentais perante o Senhor e à igreja reunida. permanece juntos. Cada um coloca a aliança 226 Parte 3 . Visto que . do Filho e do Espírito Santo”. Agradeçamos. e . vossos filhos e demais queridos.. O casal ajoelha-se para a oração.. com a graça de Deus”. SEÇÃO XIII DAS BODAS DE PRATA E OURO Art. 13. consa- gra-as em oração e as entrega ao casal. unido pelos laços do matrimônio. Leitura bíblica: Sl 127 e 128...

1-5.Adendos. 2Co 5. solos etc. do Filho e do Espírito San- to. Jo 14. Sempre que uma igreja for construir um templo. No cemitério: Junto à sepultura. Música: Coral. Amém”. no local da construção. devendo ler alguns textos bíblicos. ao lançar a pedra fundamental fará culto ao Se- nhor. Pai Nosso: Terminando a cerimônia. SEÇÃO XV DA PEDRA FUNDAMENTAL Art. a palavra poderá ser dada a al- guma pessoa e depois concluir-se assim: Leitura Bíblica do Salmo 90. solo etc. Cântico: Hinos pela congregação ou coros. Oração e bênção apostólica. tomando posição junto ao esquife. uma casa de oração.1. 227 Parte 3 . do Filho e do Espírito Santo.pmd 227 8/12/2009. de crentes em geral e para evangelização dos não salvos. Introdução: O oficiante. SEÇÃO XIV DO OFÍCIO FÚNEBRE Art. Oração: Invocação da bênção de Deus para a reunião. no dedo anular da mão esquerda do outro e diz: “Com este anel reafirmo minha aliança contigo. com a oração ensinada por Jesus. feita há (25 ou 50) anos pelos laços do matrimônio. 14. no domicílio ou no templo. não deve ser de elogios demasiados à vida do morto. Mensagem: A mensagem é de Deus para os corações tristes. Convite: O oficiante convidará o povo para se reunir em nome do Pai. apresentando os motivos da cerimônia. 15. como Jó 19. em nome do Pai. diri- girá a palavra. Encerramento: Bênção apostólica.25-27. no todo ou em parte. a fim de proceder-se ao ato. 09:01 . sua finali- dade ou objetivos. Oração: Oração em favor da família enlutada. Leitura bíblica: Sl 132. A cerimônia se realiza para consolo da família do faleci- do.1-3.

Cântico: Hino pela congregação (aqui se dará oportunidade para que se coloquem objetos. Mensagem: Alusiva ao acontecimento. obedecerá ao seguinte ri- tual: Introdução: Música instrumental ou cânticos.5. documentos.Adendos. serão dedicados ao serviço do Senhor. 27. Todo templo ou casa de oração construídos. Louvores: Hinos. Encerramento: Bênção Apostólica. Oração: Consagração do templo ou casa de oração. 17. A cerimônia. É acon- selhável que a igreja entre em contato com o novo pastor a fim de que se elabore o programa para o dia de posse.4. 16. nesta ordem. Leitura bíblica: Sl 8. civis também.1-4. Cânticos: Hinos apropriados. se possível.1-9 Mensagem: O pregador poderá ler ainda outros textos para fun- damentar a mensagem do Senhor. apelos conforme a direção do Espírito Santo. na caixa preparada para tal fim). Coleta: Ofertas especiais em favor da obra. Cânticos: Hinos de louvor. 100. em data e hora marcadas. corinhos. SEÇÃO XVI DA DEDICAÇÃO DO TEMPLO Art. 09:01 . e sempre que possível com a presença de um representante de cada igreja do distrito. Observação: antes da posse. uma vez terminada a construção. que será feita com a presença de autoridades ecle- siásticas e. O pastor nomeado deverá ser empossado em solenida- de pública. Encerramento: Oração e bênção apostólica.pmd 228 8/12/2009.4. banda de música e coros. Orações: Súplica pela bênção de Deus para o ato. SEÇÃO XVII DA PASSAGEM DE IGREJAS Art. Leitura bíblica: Êx 25. o pastor que transfere a igreja reúne o Conselho 228 Parte 3 .

11-15. sobre o privi- légio e as responsabilidades de pastorear o rebanho do Senhor. juntamente com o novo pastor. Palavra do novo pastor: De posse da palavra.. glorifiquem a Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. A solenidade seguirá o seguinte ritual: Convite: O pastor local convida o seu sucessor para vir à frente do altar..18. Em seguida dirá ao pastor que assume a igreja.. Palavra dirigida à igreja: “Amados irmãos. pas- sando às tuas mãos o Livro de Deus. as documentações e informações necessárias... dizendo: “Pastor . Que a bênção de Deus repouse sobre vós e sobre vosso serviço no Senhor.. Local.. passar os livros da igreja. Oração: O pastor que transfere a igreja fará oração a Deus pedin- do que dirija o novo pastor em seus futuros deveres e que o con- serve em graça e vigor.. para apresentá-lo aos ofi- ciais. Ef..19. 229 Parte 3 .. transfiro aos teus cuidados o pastorado desta amada igreja que tive a honra e o privilégio de pastorear por . O pastor local fará menção ao tempo e aos bons resultados do trabalho desenvolvido no decorrer do seu ministério naquela igre- ja..Adendos. 09:01 . E o Deus de paciência e consolação vos dê um mesmo sentimento segundo Jesus Cristo. Bênção apostólica: Ao término do culto.... amparando-o com vos- sas orações e honrando-o com elevada estima em respeito ao seu trabalho..... Leitura bíblica: Mt 28. o sucessor fará os agradecimentos e dirá da satisfação em pastorear aquele reba- nho e de sua disposição em dar prosseguimento ao trabalho até então realizado.pmd 229 8/12/2009. O pastor tomará a Bíblia que se encontra sobre o púlpito e a passará às mãos do novo pastor. recomendo-vos que prestais vosso máximo apoio ao pastor. para que unâni- mes. a Bíblia Sagrada. Música: Cânticos de Adoração: 353-360. anos”. a uma voz.. 4.

......... 12 de outubro 14) Dia de Reforma Protestante: ........................ 1º de outubro 19) Dia do Músico Wesleyano ........................................ 1º de maio 5) Dia do Pastor e da Esposa Wesleyanos: . 09:01 . 2º domingo de junho 8) Dia do Seminarista Wesleyano: .......................................... 18 de dezembro 230 Parte 3 .............................. 24 de maio 6) Dia do Coração Abrasado: ..... 21 de abril 4) Dia da Juventude Wesleyana: .......... 3º domingo de agosto 9) Dia da Assistência Universal Bom Pastor: ... 1º de janeiro 2) Dia do Jornal Voz Wesleyana: ...................... 2º domingo de dezembro 17) Dia da Missionária: ................................... 17 de dezembro 18) Dia do Idoso: ....................................2º domingo de setembro 12) Dia da Escola Bíblica Dominical: .Adendos.............................7 de setembro 11) Dia Nacional de Missões: .... 24 de maio 7) Dia de Missões Estrangeiras: .............................................. 31 de outubro 15) Dia dos Adolescentes Wesleyanos: .pmd 230 8/12/2009......................... 8 de abril 3) Dia de Ação Social: ........... DATAS COMEMORATIVAS DA IGREJA METODISTA WESLEYANA 1) Dia Mundial de Ações de Graças: ..................7 de setembro 10) Dia dos Adultos Wesleyanos: .................................... 15 de novembro 16) Dia da Bíblia: .........3º domingo de setembro 13) Dia das Crianças Wesleyanas: ............................................