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elaboracao_de_trabalhos_academico-cientificos

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  • APRESENTAÇÃO
  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 FICHAMENTO
  • 2.3 Procedimentos
  • 2.3.1 Ficha bibliográfica
  • 2.3.2 Ficha de leitura
  • 3 RESENHA CRÍTICA
  • 4.3 Procedimentos
  • 4.4 Avaliação
  • 5 ARTIGO CIENTÍFICO
  • 5.1 Conceito
  • 5.3 Procedimentos quanto à elaboração
  • 5.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação
  • 5.4.1 Elementos pré-textuais
  • 5.4.2 Elementos textuais
  • 5.4.3 Elementos pós-textuais
  • 5.4.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico
  • 5.5 Avaliação
  • 6 RELATÓRIO
  • 6.1 Conceito
  • 6.3 Tipos de relatórios
  • 7 MEMORIAL
  • 7.1 Conceito
  • 1 CITAÇÕES
  • 1.2 Tipos de citação
  • 1.3 Alterações na citação
  • 1.4 Normas complementares para citação
  • 1.5 Considerações finais sobre as normas de citação
  • 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS
  • 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS
  • 3.2 Aspectos gráficos das referências
  • 3.3 Regras gerais para elaboração de referências
  • 3.3.1 Regras quanto à autoria
  • 3.3.2 Regras quanto ao título e subtítulo
  • 3.3.3 Regras quanto à edição e editora
  • 3.3.4 Regras quanto ao local
  • 3.3.6 Regra quanto à paginação
  • 3.3.5 Regras quanto à data
  • 3.4 Modelos de elaboração de referências
  • 3.4.1 Monografias
  • 3.4.1.1 Monografias consideradas no todo5
  • 3.4.1.2 Monografias no todo em meio eletrônico
  • 3.4.1.3 Partes de monografia
  • 3.4.2 Publicações periódicas
  • 3.4.1.4 Parte de monografia em meio eletrônico
  • 3.4.2.1 Publicação periódica como um todo
  • 3.4.2.2 Partes de publicações periódicas
  • 3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas
  • 3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal
  • 3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico
  • 3.4.3 Publicações em eventos
  • 3.4.3.1 Eventos como um todo
  • 3.4.3.2 Eventos como um todo em meio eletrônico
  • 3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico
  • 3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento
  • 3.4.4 Documentos jurídicos
  • 3.4.6.1 Documento cartográfico em
  • 3.4.6 Documento cartográfico
  • 3.4.7.1 Documento iconográfico em
  • 3.4.7 Documento iconográfico
  • 3.4.8 Imagem em movimento
  • 3.4.10 Documento tridimensional
  • 3.4.12 Bula de remédio
  • 3.4.13 Séries e coleções
  • 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS
  • 4.1 Elementos pré-textuais
  • 4.2 Elementos textuais
  • 4.3 Elementos pós-textuais
  • 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO- CIENTÍFICOS
  • 5.2 Margens e espacejamento
  • 5.4 Títulos e indicativos numéricos
  • 5.5 Parágrafo
  • 5.8 Equações e fórmulas
  • REFERÊNCIAS
  • APÊNDICES

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

. 58. 81. 90.4. de dezembro de 2005.. 89. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 87. . 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.724.

.......... 33 Conceito ............................................ 34 Tipos de relatórios .5 4 4........1 3.......................................3 4....................................................................................................................................................4 5.............................. 18 Avaliação ........................................2 2.......................................................................................4 5 5.......................... 33 Propósitos .......4.................. 37 ........UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ......... 30 Elementos textuais ........................................................................................................3 5...........4............................. 23 Avaliação .................................................... 26 Avaliação ................... 21 Procedimentos ...........................................2 2...................................... 17 Ficha de leitura ............3 6...................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ............... 10 1 2 2...................................................................................................2 5......................................................................................... 17 Ficha bibliográfica ............................................................................5 6 6..........2 6.2 4....................................................................................................................................................................................1 2........................ 22 A apresentação da resenha ........................................................................... 27 Propósitos ..................................................... 30 Elementos pós-textuais ........................................................................ POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .....................1 2.......................4 3..........................................................................................................................................................................................................................................................................4 3 3............ 24 PAPER.........3 3................ 27 Conceito ... 21 Conceito .................4..2 3............................................................................................................................................................... 16 Procedimentos ........................................... 31 Avaliação .... 35 Avaliação .............1 5.............................1 4.....................................................................................4 6....................................................... 21 Propósitos .................................................. 27 Procedimentos quanto à elaboração ..............................................................................4 5..................................................... 15 Conceito .................................... 25 Conceito ...........Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .......................................... 09 PARTE I .......................................................... 13 FICHAMENTO ....................5 INTRODUÇÃO ......................................................................................2 5...................... 20 RESENHA CRÍTICA ................ 15 Os propósitos do fichamento ........................................................................ 25 Propósitos . 34 Procedimentos ...................................................................................................................1 5.................................3 5..............................................................................................4. 31 RELATÓRIO ............. 25 Procedimentos ....................................... 5 ......3 2............. 26 ARTIGO CIENTÍFICO ................................................................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação .....................................................3.....3..........................................1 6..... 29 Elementos pré-textuais ................

........................................... 68 Publicação periódica como um todo .. 57 Localização das referências .... 45 1..3 7......... 70 Artigo e/ou matéria de revista................ 46 1................................................................. 39 Propósitos ................3.....................1 7.................................6............ 67 Partes de monografia ......................3......................................6 3........................................................... 53 2 2....................................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .1 3.............................................................................4....................................................................................................................................4 3...................4............4 MEMORIAL ................................1....................4............................................. 58 Regras gerais para elaboração de referências ...................................3..........2 3.....................................4...2 Citação indireta: paráfrase e condensação ....................................3 Citação da citação .....................................3 3...............2.. 48 1..... 55 Exemplos de resumos ..............4............................................4.....................1...... 65 Monografias consideradas no todo ..... 39 Conceito ........................................................................... 59 Regras quanto à autoria........................................................................2 Tipos de citação ...... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ....4.................4.4 3............................................ 68 Publicações periódicas .......................... 72 ....3 Alterações na citação ................................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo .................................................................................................2........................6 3..................................................... boletim.....................................1 Citação direta........2 7.......................................................................2.............................................................................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico .Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..........................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .................................................. 57 Aspectos gráficos das referências ...2 3......................................2................. em meio eletrônico .....3 3......... 40 Avaliação ......2.................................1 3 3.5 Considerações finais sobre as normas de citação ......... 41 PARTE II .................................................1 3.....1..................1 Regras gerais para citação ..3 3......2.........................2 3...... 65 Monografias ..................................3..1 3.........4...........................................4.. 46 1...................................................3......................4 3......................................................... 47 1.............................................. 64 Modelos de elaboração de referências ........2......... 61 Regras quanto à edição e editora ......................................2 3................ 69 Partes de publicações périódicas ..... 43 1 CITAÇÕES ...........4.....................4....................................................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .......................................................................4 3..... 7 7............................................................................................................ 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..... textual ou literal ............. dentre outros........1 3... 62 Regras quanto ao local ......................4 Normas complementares para citação ................... 52 1............................. 70 Artigo e/ou matéria de jornal ...............................................4....................................................................1 3... 63 Regras quanto à data .......................... 39 Procedimentos ................ 71 Publicações em eventos .......................2...........................................3....... 64 Regra quanto à paginação ..............5 3...................................................................................................................................... 45 1.............2........3 3..............5 3.............................2 3.......................... 50 1...1.

.......... Documento iconográfico .... 81 Elementos pré-textuais ................................................................................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .............5 3.................................................................... Patente ............................... Documento cartográfico em meio eletrônico .....4....................................................................................4..................................................................3...................4......................... 7 ........Modelo de página de abertura (artigo científico) .....................................8 Eventos como um todo ................................................. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .1 3.......................4................................................2 3........................3 3..................Exemplo de sumário .............................14 4 4.......................................... 103 ..................2 5........4........ 87 Margens e espacejamento ........................... 89 Tabelas ................................... Documento sonoro ........................................................................................................................ 88 Parágrafo .4............. 95 Apêndice A .............4.......4....3 5............................................................2 3.................................................................................................................... Documentos jurídicos .................................... Eventos como um todo em meio eletrônico ..........Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ....UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3...................9 3.......... 98 Apêndice C ...................... Imagem em movimento ................... Jurisprudência ........................... Documento cartográfico .................................3...........7 5...............11 3......................8 3.................4 3.....1 5........................................................................ Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ...........7 3....................... 90 Equações e fórmulas ............................................................. Bula de remédio ..........................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .........4........................................................10 3...........4 5...........................4......................................................................................4............. Legislação ..................... Notas ...........4......................................................................................................6 3.... 88 Títulos e indicavos numéricos ............................4........................................2 4................12 3........................................................................................1 4...4 3................................. Documento iconográficoem meio eletrônico ..............4.........................................................................1 3......4.......................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .........3... 96 Apêndice B ...................... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............................................4............................4............................................ 87 Paginação ...13 3....................... 91 REFERÊNCIAS ............... 100 Apêndice D ...................... Trabalho apresentado em evento ...4............................................................4..........6.................4..................... 89 Ilustrações .......................................1 3..............3 3........................................................................................4 3......4............................................................................................. 92 APÊNDICES ................................................................................ 87 Formato .....................................................7......................................... 81 Elementos textuais ...................5 5.................... Doutrina ....................................................................... 84 Elementos pós-textuais .................3 5 5.......................4...6 5........ 102 Apêndice E .............4.........4..................3... Séries e coleções ..... Documento tridimensional ....................1 3........................ Documento jurídico em meio eletrônico .....4...........

..8..

. Se a ciência é o resultado do confronto. entre suas finalidades. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. conceitual e lógica. desde os primeiros períodos. Assim. ou da articu lação. característica da formação superior. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. em todas as disciplinas. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. A elaboração de trabalhos acadêm icos . o domínio de conceitos reelaborados. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. da teoria com a empiria. Certamente. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. A UNIVALI destaca. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê.do fich amen to. conse qü en tem en te. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. 9 . Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. o domínio do saber e da cultura. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. 2000). É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. a pr odu zir conhecimentos. Est as orientações. E viden te men te .. (SEVERINO. o mais elementar deles. para quê. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. ao artigo científico .cien tí fi cos.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca.

..10. .

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos . 11 ..

...12.

registrar a informação e as .] Aprende a duvidar. a querer saber sempre mais e melhor.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. de complexidade e sofisticação crescentes. se faz. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. expressão. p. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. assim identificadas: .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. porque significam propriamente a competência. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma.. perfil. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. a perguntar.ler e compreender textos teóricos. contorno.. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. portanto. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. Demo (1996. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. A partir daí. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. atividade central na vida acadêmica. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. Ao lado desse fato.. surge o desafio da elaboração própria. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual.. sobretudo alcancem a capacidade de formular. 13 . em todas as áreas do conhecimento. Deixa-se para trás a condição de objeto. requer que as atividades referentes à investigação..28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. redijam. A formação universitária.se con siderar qu e a bu sca. Por outro lado. deve .] escrevam. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. Formular.

por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o.. . . E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. artigo cien tífico. observar. optou-se pelo fichamento. parafrasear. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. projetos de pesquisa). explicar. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. de re su m os de ar ti gos e de referências.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado).referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.cor rigir.14. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. no entanto.competências cognitivas: . subsidiariamente. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. documentais ou outras (fazer resumos. relat ór io e mem orial. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. artigos. . não são aqui tratados. estabelecer relações. extrair significados.. projeto e relatório de pesquisa. ou mesmo o ensaio.apresentar e discutir temas. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. resenha crítica. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. No entanto. . demonstrar (ou provar) por argumentação. fichamentos. interpretar criticamente.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. aut o. referências). Esse conjunto de competências. dominar as praxes de citação e de referência.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . . . sistemático e intensivo. O texto ora apresentado pretende oferecer. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. . papers. inferir. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. dissertação de mestrado e tese de doutorado. Dessa forma. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. t anto a professores como a acadêmicos.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. definir. paper.

assim. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. 15 . b) registrar o conteúdo das obras. ou. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. ent ão. etc. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. filosófica. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. essen ci al par a a elaboração de resenhas. seja ele aluno ou professor. su a compreensão. no caso do professor. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. cujo autor é o “fichador”. A prática do fichamento representa.100). o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). é otimizar a leitura. a exemplo de Nunes (1997). para utilização posterior em suas produ ções escri tas. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. monografias de conclusão de curso. . seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. alguns autores. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. Fichar um texto significa sintetizá-lo. portanto. A principal utilidade da técnica de fichamento. d) organizar as informações colhidas”.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. coerente e objetivo. palest ras ou confe rências. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. na Universidade. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. os fichamentos ou relatórios de leitura. p. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. como também registrada e documentada. art igos... além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. pa pers. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. Assim sendo. de textos para aulas. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador.

No segundo tipo (b). a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação.. Dessa forma. artigos e textos teóricos. nesse caso o fichamento consiste. que tanto pode ser uma resenha. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. pelo docente ou pelo pesquisador. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. Dependendo dos seus propósitos. um seminário ou um relatório de pesquisa. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. mas que. 2.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante.. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. . nesse caso. o docente ou o pesquisador se propôs. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. dos quais se falará mais adiante. b) o fichamento que é feito pelo estudante. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica.16. Ora. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. em geral. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. conceitos. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. um artigo. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. e m qualquer caso. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. uma monografia.se apen as na su a apresen tação. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. Assim. di fer enci a. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho.

). um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. p. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. devem conter três elementos: . dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. 17 .112). São Paulo: Saraiva. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. 2. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. Luiz Antonio Rizzatto. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. Severino (2000. 207 p. após o título geral.corpo da f ich a. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. arquivo público. etc. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. p.. ou seja. . à direita. Bibl.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha.. de um subtítulo. por serem considerados os mais essenciais. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. pode ser adotado o uso. Eco (1988. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. 42-55) e Pasold (1999. . como já foi dito. Manual da monografia jurídica. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. como.3. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. o con teú do propriamente dito. 87. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). As fichas. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. 35-45). p. Leite (1985.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. por exemplo. 1997.

para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. ou seja: – ser sucinto. – utilizar linguagem clara. p. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. ou não. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. o que tornaria a ficha mais completa. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. seletivo e objetivo. Pode ficar a critério do professor. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. como sugere Hühne (1992. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo.3. ao seu final. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. idéia ou argumento. por exemplo. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. resumo conteúdo. as citações. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. citações mais significativas de trechos do conteúdo. no entanto.. Assim sendo. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. outras formas podem ser adotadas. um comentário sobre o te xto f ichado. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. Nesse caso. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. transcrições as citações. ao solicitar dos alu nos um fichamento. juízo de valor destituído de fundamento. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. dev e o professor ter claro que. e as citações ou seja. objetiva e econômica.18. p.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. 2.. Para sua elaboração. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. . 6465). Pode conter. dir etas e interligadas. a decisão de incluir.

A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. M. 199 7. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. Ass im . um de se us repres entantes . não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". ex te rno ao indivíduo. que busca de scobrir regularidades ou le is . a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva... ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.. para e le . A socio logia com pree nsiva. cujas raízes estão no historicism o ale mão. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". S egundo ele. po is cada qual tem um sentido próprio. Para D urkheim. Dilthey . o fato social. (.. Rio de Janeiro: Re co rd. 19 . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. se gundo ele. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . pois. que pre ssupõe um a m etodologia própria.

. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: . 2.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) . aquele que é solicitado como exercício acadêmico. ou seja.2.20..As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .O resumo é sucinto e objetivo? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .

artística ou cultural em seu campo de interesse. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. de um modo geral. novas teorias. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. em geral. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. Portanto. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. em decorrência.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. novos conhecimentos.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. A resenha de obras científicas é. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.. feita por cientistas que. ou seja. têm condições de emitir um juízo crítico. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. 3. – uma justificativa da apreciação realizada. prin cipal me nt e.. . 21 . dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. além do conhecimento especializado do tema. que a resenha possibilita. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra.

desenhos. cargos exercidos. local. objetivo. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. pelo estudante.seu quadro de referências. 51-57). especialistas.o resumo da obra. se optar por intitular. 3. etc. análise e interpretação de textos científicos. edição. segundo a percepção do resenhista. claro. . . em relação ao contexto social. criativas? A abordagem dos conhecimentos . de com pe tên cias de l eit ura. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. Referência: editora e data de publicação.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. no ent an to. o que muitas vezes depende da obra resenhada. título.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). são indispensáveis os seguintes tópicos: . de modo a cumprir sua finalidade.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. econômico. p. político. profissional ou especializada. histórico. Para fins de t rabalh os acadê micos. Obs. obras publicadas. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. número de páginas. baseadas em Severino (2000.a crítica do resenhista. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. bem como da finalidade ou destino da resenha. gráficos. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. coere nt e. 245-246): – Referência autor(es).. etc. As diretrizes metodológicas que seguem. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.)? e) a quem se destina a obra: grande público.22.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). títulos. preço. têm o propósito de organizar. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. . exemplos. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. p. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas.as conclusões do autor. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa.. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. figuras. .

o resumo do conteúdo. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. em geral. juízo crít ico. de um modo geral. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. avaliando o texto pela sua coerência interna. Procura estabelecer uma aproximação. bem como a avaliação crítica do resenhista. trabalho acadêmico distinto da resenha. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. os dados sobre a obra. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos.. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. no entanto. alcance. buscar dados sobre o autor. porém corrida. 23 . aparecem. obrigatoriamente. quer dizer. 3.3 acima. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. . A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento.. sucinto e de fácil leitura. n um a seqüên cia adequ ada. A redação da resenha obedecerá. compondo um texto harmonioso.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. seu autor. os aspectos teóricos. o qual. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. validade e con tribui ção à discussão do problema. os aut ores cit ados. ou seja. sobre o vocabulário (conceitos. do texto para identificar seu plano geral. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . termos fundamentais à compreensão do t exto). tanto como preparo para a elaboração de resenhas. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. como de outros trabalhos acadêmicos. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. nas resenhas de boa qualidade. Avalia também sua originalidade. . com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3.

Aponta as características mais relevantes da obra? .A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .ci entíf icos f oram observadas? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . 3..A obra está corretamente referenciada? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.. o su mári o é e lem en to dispensável. Quanto à apresentação gráfica.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . polí tico.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. esse item é obrigatório. .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.24. econômico.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .O posici onamen to (te ór ico.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? . social) do autor é discutido? .

pelo au tor. Na elaboração de um paper. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. o autor desenvolve análises e argumentações. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado..an alít ica e da criatividade do aluno. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). júri simulado.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. podendo considerar. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. artigos especializados ou de informação geral. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. opiniões de especialistas.. também.1 Conceito O paper. E m algu ns casos. 25 . Sua elaboração consiste na discussão. estudos de caso ou participação em palestras. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. Além disso. com objet ivi dade e clare za. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. promover o debate em torno de um assunto. . com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. 4. como os artigos científicos. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. dentre outros tipos de publicações.

lev an tan do argum en tos.. 4.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .26. deixando-se claro. A apresentação gráfica do paper.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores..A análise das idéias é coerente/consistente? . b) destaque dos pontos mais r elev ant es. Além disso. f il mes.Há lógica na organização geral do texto? .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . . registros ou anotações de palestras. d) sí nt ese con cl usi va. et c. 4.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. artigos. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. as etapas de introdução.cien tí fi cos são respeitadas? . o pa per deve apresentar em sua estrutura. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . Como todo trabalho acadêmico. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. como todo t rabalh o acadêmico. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . ao final do texto. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. o encadeamento entre as idéias iniciais. desenvolvimento e conclusão.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . sistematizando-se determinadas etapas.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . tais como: textos. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. de forma articulada.. entretanto. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.

o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. Ao produzir o artigo. embora sucinta. ou nela se baseiem.los ou pormenorizar aspectos. discute e divulga idéias. 27 . experimental ou de campo). os procedi me nt os de u ma pesqui sa.2 Propósitos De um modo geral. . idéias. os propósitos. . o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. a partir de novos enfoques ou perspectivas.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). ao apresentar de forma completa. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. Isso permite que outros pesquisadores. o artigo científico pode abordar conceitos. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. 5. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. No contexto da formação acadêmica.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. . docu men tal. métodos e técnicas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. O artigo científico.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. como monografias. Além desses objetivos. 88): . .resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. difere de trabalhos científicos. Entretanto. . dissertações ou teses. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada.. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. p. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5.

mater iais. ainda. são apresentados os dados do estudo. comparando-se com outros estudos já realizados. Todavia. 5. fazer comparações. registros de observações ou evidências factuais. é preciso que o autor: . . podendose utilizar tabelas e ilustrações). para sistematizar a comunicação a ser feita. desenvolvimento e conclusão. e descrição dos métodos.. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores.28. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. p. conceitos. porém de forma breve e sintética. se for o caso.102). discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos).reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). teorias.. De acordo com Leal (2001. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. a elaboração deste plano é útil. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. Por out ro l ado.se os seu s re sul tados. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. a justificativa do trabalho e suas limitações. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho.sistematize um roteiro básico das idéias. por fim. de fichamentos. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. em primeiro lugar. A elaboração de artigos estimula. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. explicando e avaliando os resultados. técn icas e equi pam ent os uti lizados). fatos ou outros estudos. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. No desenvolvimento (corpo do artigo).2). evitando que o autor se perca durante a elaboração. independente de ter propósitos distintos. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. dest acam. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. No tópico das considerações finais. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). que se constitui como dedução lógica do estudo. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. .

convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. sugerindo a continuidade das discussões a respeito.106). 5. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. et c. 2001.). é conveniente que o autor contextualize o tema. textuais e pós-textuais. de forma adequada. motivando para a leitura. o e xce sso de subdivisões. a forma como o artigo está organizado. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. p. o que pode prejudicar a sua compreensão. . deve o autor dividir o tema em discussão. . as expectativas em relação a ele. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos.” (LEAL.. . ao conteúdo desenvolvido.. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. . 29 . Devem ser evitadas as gírias. caso isso não aconteça.na conclusão. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. É pre ci so ev it ar. ainda. Pode.ao apresentar o artigo – na introdução –. destacando sua importância teórica ou prática. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. também. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. se min ários. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. Vale ressaltar que as divisões. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. pois. 2001. porém . A definição do título do artigo deve corresponder.no desenvolvimento do artigo. p. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas.103). precisão.

.Resumo na língua do texto.3. então. ou. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).4. o desenvolvimento e a conclusão.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. . após os elementos pós-textuais. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). .30. 5.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.Palavras-chave na língua do texto. já detalhados na seção 5. Segundo a NBR 6022:2003. . assim como os endereços postal e eletrônico. . 5.4. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. o currículo. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. precedendo o resumo em língua estrangeira. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). 5.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. .4..Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).3 Elementos pós-textuais .1 Elementos pré-textuais .Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.

siglas. que complementa. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto.4 da Parte II deste documento). 2001. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. precedi dos por numeração progressiva.referencial teórico claramente identificado. equações e f órmulas. FEITOSA.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). Para a avaliação de artigos científicos.4. coerente e adequado aos propósitos do artigo. as suposições devem ser claras e justificadas.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. complementar ao seu trabalho.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).. .clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. . .. . 5. justificativa e importância do artigo.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). Normalmente. então. SEVERINO. Observação: na Parte II deste documento.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.: ANEXO B . organização. . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . . são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. . 31 .5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). . 5. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.: APÊNDICE A .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. comprova ou ilustra seu con teúdo.clareza na apresentação dos objetivos. 2000). .Questionário). tais como: a) Quanto ao conteúdo: .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . 1999. ilustrações e tabelas (seção 5). adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . sociedade).

b) Quanto à forma: . . . .linguagem acessível.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.observância das regras da norma culta.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões..resumo claro e informativo. .observância das normas de apresentação de um artigo.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). .objetividade. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. ou de um conceito para outro.coerência e padronização dos termos técnicos.. sem duplo sentido. . do t ext o . passagem de um parágrafo para outro. com a corr eta r elação com os f atos analisados.afirmativas unívocas.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. . .32. .uso/seleção de literatura pertinente à análise. . precisão e coerência na escrita do texto.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. . . . .atendimento aos objetivos propostos.adequação do título ao conteúdo.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.

geralmente relacionados a atividades práticas – visitas.. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. . observação de eventos.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem ..1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. após terem sido desenvolvidas. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. ordinariamente por e scrito . descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. até mesmo de um objeto. p. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. fatos ou objetos [. o qual. viagens de estudo.] Relatório é. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. aplicação de uma determinada técnica. al go qu e f oi realizado). n ão é abordado n este documento. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. de uma prática ou de um conjunto de práticas. 6. exper imen tos ou testes de laboratório. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.. 33 . em diversas disciplinas. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. relação. [.. Em Michaelis (1998. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. na sua organização ou apresentação.. – as quais. Embora seja utilizado com fr eqü ência. etc. uma narração. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. seja no seu conteúdo. então. em pelo menos uma das definições.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. de menor importância. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.

etc. Olímpio e Cancelier (1992.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. p. procedimentos técnicos. visitas. 6. Barrass (1986. mercados. tais como. a elaborá-los. medições. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. Inicialmente.. avaliações. na elaboração de um relatório. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. tem forma de apresentação rigorosa. (MARCONI.34. é importante que o acadêmico aprenda. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. 2000). cuja síntese. LAKATOS. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. inspeções. que já requerem uma apresentação técnica. etc. elaborada segundo os propósitos deste documento. p. 1999. apresenta-se a seguir. durante a sua formação. 6.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. observações de campo. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo.. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. por exemplo. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. viagens.3 Tipos de relatórios Flôres. auditorias. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. Quanto à estrutura (partes componentes). verificações. Dessa forma. por conseguinte. qualquer que seja seu tipo. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. em campo. porqu e o fazemos e com que resultados”. como. O relatório é. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. of erecer informações e análises sobre empresas.. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. vistorias. produtos ou tecnologias. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. informar sobre o andamento de um projeto. . Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. em diferentes situações. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). de um único assunto. SEVERINO. A esse respeito.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho.

as normas contidas no t ópico 5 . nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. pode ser periódico (mensal..relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. portant o. .relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. anual) ou abranger um período de tempo maior. estilo da redação. seja qual for o tipo de relatório.. Subdividem-se em: . se for o caso. etc. da Parte II deste documento.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. por exemplo. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. . demarcado. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. os relatórios podem ser informativos e analíticos. 35 .relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. de v isit a e os relat órios administrativos. de que a estrutura dos relatórios formais (e.. 6. inf ormais ou semi -in form ais. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). para isso são úteis três perguntas: . Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. em decorrência de seus objetivos e destinação. informal ou semi-informal). Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. semestral. são pouco extensos e. . ou em data previamente estabelecida (ex.

Nota-se que. basta a folha de rosto. . adjetivação excessiva. pela correção da linguagem. com maior número de páginas. a partir dessas idéias. sendo o sumário dispensável. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. aparel hos ou si stem as. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. o estilo simples. construção/teste ou verificação de máquinas. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. .o quê: identifica a atividade realizada. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. deve conter um sumário. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .36. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. conforme a extensão do relatório. detalhes desnecessários.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. preciso e objetivo. pela ausência de períodos longos.. sugere-se a estrutura a seguir. além da folha de rosto..

É escrito em um estilo simples e preciso? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . são apresentadas de maneira uniforme.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. e seu sumário reflete isso? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . com seus títulos e legendas? .As t abel as e f iguras.. antes de entregá-lo ao professor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. etc.. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .As regras de apresentação (citações. 37 . . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. se hou ver.O relatório se limita ao essencial. notas e referências.

38. ...

O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7.. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. uma vez formados. 7. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. . ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. os quais. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. Consiste. conforme as circunstâncias. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. precisarão.1 Conceito Para Severino (2000). Apresenta. principalment e. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. podendo esboçar. Parte de uma reflexão introspectiva. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. marca de todo trabalho acadêmico. e constitui um relato crítico. os resu ltados qu e espera alcançar. 39 .. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. para concorrer a postos no mercado de trabalho. ainda. complemen tar mente. ret ratando a subjetividade. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. portanto. em um relato circu nstanciado. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. Nesse sentido. portanto.

estágios de aperf eiçoamen to. participação em ban cas e xamin adoras. dissertações. . aperfeiçoamento e atualização: cursos.atividades técnico-cient íficas. coordenação e/ou assessoramento. analítico e autocrítico. comitês executivos. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. 7. estruturando dessa forma o memorial.. além de servir a tais finalidades. . t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . tanto em sua formação como em sua profissão. estadual. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . técnica ou artística. seminários e outros eventos. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. orientação de monografias.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. especialização e atualização. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. cursos e atividades de extensão.formação. participação em congressos.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. . pelo seu caráter reflexivo.re com enda. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. analítico e crítico.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. . científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. caracterizando a história particular do autor. simpósios.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. resultados de pesquisas. exe rcício de f un ções de direção. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. . É relevante na elaboração do memorial deixar claro. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . . No entanto. -ensino: desempenho didático. municipal ou privado. prest ação de consultoria especializada. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor.. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.40.

A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.. 7. nossa história de vida é nossa melhor referência..176). com fidelidade e tranqüilidade. pelo esmero na redação do texto. 41 . Por outro lado. (SEVERINO.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico).O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .). o qu e requer. principalmente. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. a trajetória real que foi seguida (. expressando as contribuições e perdas de cada momento. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. etc. convém salientar que.. No entanto. econômicos e/ou sociais? . políticos. abrangendo sua formação e atuação profissional. Por fim. atraente. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. p.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. p. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. o memorial pode se destacar. um projeto gráfico de bom gost o.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. 2000. apesar de sua crescente utilização. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae..34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. com maior segurança possível. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. quant o aos seus aspectos físicos.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. apresentado de forma crítica. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. encadernação sóbria. um a im pressão cu idadosa. .O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. O autor precisa estar atento para retratar. como observa França (1999. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.

.Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .42.. relacionando-as com a trajetória pregressa? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A redação do texto é precisa e coerente? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? . .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.

.. 43 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .

44.. ..

nos quais é permitida uma apresentação mais livre. mesmo Umberto Eco (1988. p. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. São utilizadas para sustentar. ne las encontrando ilustrações. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). diferentemente de textos literários..1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). Citações em Documentos. deixan do para o rodapé out ras informações.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. As citações podem ser diretas. teórica e empiricamente. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. Em todo o caso. deve ser seguido em todo o trabalho. seguido pela data de publicação da obra e número da página. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. 1999. significado de expressões típicas. da ABNT. etc. Assim. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. 259). in diret as ou citação de cit ação. p. . DIONNE. inspirandose nelas. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. “De fato. Apresentação.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor.. t radução de palavras estrangeiras. exemplos e modelos.121) considera difícil determinar “[. 45 . o trabalho apresentado. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico).. Depende do tipo de tese”. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. fazendo. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado.” (LAVILLE. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. estão sendo expostas. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas..

2: no primeiro exemplo. Obs. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. p. 1. com recuo de 4cm da margem esquerda. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente.2 Tipos de citação 1. sem emprego de aspas. também. a entrada – no caso. fonte e espaçamento interlinear menores.46.10).1 Citação direta. no segundo exemplo.2. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo.” (ECO. Vale ressaltar. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988..” Obs. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). 1988. melhor e com mais segurança se trabalha. a indicação da página é obrigatória para citação direta. como nos exemplos que seguem: .. melhor e com mais segurança se trabalha. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.10): “quanto mais se restringe o campo. p. são inseridas no texto. o nome do autor faz parte da frase.

em tamanho e cont eúdo. 47 . Nas citações in diret as. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. ou seja. p.] é uma produção de texto [. O assunto não deve estar solto no espaço. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. caso ela não seja feita.. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. não altera.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. p. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. Ao parafrasear. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. mas colocado no seu contexto. (CASTRO. a referência à fonte é obrigatória pois. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. segu ndo Compagnon (1996.34). o “trabalho da citação [. Todavia. o que não lhe tira o caráter científico. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e... Dentre elas. normalmente. se ‘encaixar` em temas muito amplos. que é reconhecido como [. Como se trata de idéias alheias. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. de modo reduzido ou abreviado. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.. portanto. 1.]”.. da sua curiosidade científica.. 319). É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. conforme a NBR 10520:2002.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. . 1978. tem-se u m caso de plágio.. destaca-se a identificação do tema a ser estudado.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. portan to.. Nesse sentido. A paráfrase é a forma de citação indireta que.2. p. a escrit a do t ext o origi nal. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. ‘encomendado’. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa.

. sem alterar o seu significado.. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. p. (LAVILLE. já qu e. 1999. DIONNE. uma vez que tenha sido bem planejada. como uma espécie de piloto automático. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original.. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. (LAVILLE. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. Esta forma de uso de citação é interessante. 1999). pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. DIONNE.85). 1999). DIONNE.48. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores.

1987 apud GIL. mas de fazer brotar idéias. 2001. 1997.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.. . Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. Obs. Esta idéia. por sua vez. p. GEWANDSZNAJDER. 1994. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. usa-se o itálic o. usa-se a expressão latina apud2 .31). p.” (WERNER.2.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 49 . Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. BOWER.]”. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.. Obs. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso... Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. p. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. pode ser expressa como citação direta ou indireta.: no exemplo acima.: no exemplo acima.

no entanto. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. é admissível o uso da citação da citação. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).] é preciso fazer escolhas. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.]” (BEAUD. [.. em que materiais irá se aprofundar. só vale pelo lugar que ocupa. triagens... 125). p. 1. então. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. Em qualquer desses casos. Nesses casos. por se tratar de obra rara ou... 1997. p. b) Em citação com supressão de parte intermediária. A citação de citação.. como qualquer outro material. somente disponível em língua que se desconhece. 125) aconselha: “[. dev e ser usada de modo bastante restrito. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. é obrigatório indicar a alteração feita.. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. igualmente. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. tomando notas. Beaud (1997. em que terrenos irá concentrar seus esforços.” “Evite. . No entanto.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. citações longas demais. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. também chamada de segunda mão.50.. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. p.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação.

. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor.. p. 2000. grifo nosso). ou então.21. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. 1997. 1997. 51 . p. . p.68. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente.” (MARTINS. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. negrito ou itálico) de termos ou expressões.” (GOLDENBERG. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.” (GOLDENBERG. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. LINTZ. 70).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. grifo dos autores). deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.

1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. 1997.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. p. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses.. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório..1). . 1997. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. p. (TELLIS. Explanatory. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. instrumental . após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. tradução nossa). Collective – when a group of cases is studied. (TELLIS.1. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. em 25 de julho de 2002. and Descriptive.52.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. 1. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. explanatório e descritivo. em palestras e debates.

. Umberto Eco (1988. YIN. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 1999. que se concorde com ela. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 53 . SEVERINO. após a data e sem espacejamento. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. bem como averiguável por todos. 2000. em ordem alfabética. 1974.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. esses são separados por ponto-e-vírgula. Nesse sentido. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes.. LAKATOS. 1999. Por isso. conforme a lista de referências. 1976. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. isto é. mencionados simultaneamente.1988). em ordem alfabética. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. RICHARDSON. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. após apresentar a citação. 2001. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. 2001) 1. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. a referência deve ser exata e precisa.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. (MARCONI. Quando não for este o caso. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 1972. 2001) (BUNGE. . publicados em um mesmo ano.

54.. ..

69-70). Sobre a extensão do resumo. fórmulas. os resultados e as conclusões do documento.. p. ‘O autor do trabalho descreve.’. Produção textual. .. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. p. com o uma das condições exigíveis.. O uso de abreviaturas. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. p.. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.’ são supérfluas (FRANÇA. concisa e objetiva. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. equações e diagramas devem ser evitados. críticas e julgamento pessoal do autor. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. 2000. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. 69). Também não cabem num resumo citações. seu valor e originalidade. Limita-se a um parágrafo. . As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.ch ave.: Palavras. símbolos. [.para t rabal hos acadêm icos (t eses.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. o método... .” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. descobertas. dissertações. de acordo com França (2000. Quanto à redação e estilo de resumos. como: objetivos .. Ex . 55 .para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. técnicas de abordage m. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. a NBR 6028:2003 estabelece. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. Leitura. essa norma define: . seus resultados e conclusões mais importantes. comentários. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.chave : Narrativa. valores numéricos e conclusões. que o “resumo deve ressaltar o objetivo.. 69). (FRA NÇA . 2000. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. an tecedidas da expre ssão Palavras. Resumo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses.

Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). conforme o caso.56. histórico-culturais e espaciaisecológicas. 19 95.. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. H. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. p.3 O processo de globalização. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. R. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior.9. Palabras clave (espanhol).. Dentre este cenário de tendências contraditórias. set. R ia ssunt o (italiano). de acordo com a NBR 6022:2003. 4 RATTNER. n. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. dez. além do resumo na língua do público a que este se destina. 34-59. resumo em pelo menos uma outra língu a. Motsclés (francês). de acordo com a NBR 14724:2005. aperfeiçoamento e/ou especialização). Parole c hia vi (italiano). v. Res ume n (espan h ol ).20. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. v. Rés umé (fran cê s)./dez. Em artigos científicos. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). 3 JAPIASSU. Sch lüsselwörter (al emão). Em trabalhos acadêmicos (teses. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. 2. Usam-se. deve ser apreendido. 65-76 . em suas dimensões políticas.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes.V A s artes e . Educação e Sociedade Sociedade. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. p. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).25.O. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. também. embora conduzido pela economia.69. 1999. o desenvolvimento cultural do ser humano.4 . dissertações.S.

. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. semin ár ios. enciclopédias. antecedendo apêndices e anexos. as referências podem aparecer: em listas após o texto. segu e. Nestas situações. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. dentre outros. conforme a natureza do trabalho. j ornais. No sistema numérico. jorn adas.científicos como con gr essos..) e op. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. etc.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. teses. 3. que também podem estar localizadas ao final do texto. e-mail.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. . as listas são apresentadas em ordem alfabética única. dicionário. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. desta forma. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). No primeiro caso.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. As notas de rodapé ficam. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. Já em resumos e resenhas. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. cd-rom. ao fim do artigo. 57 . eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem.cit. ao fim de cada capítulo. consistem em obras como livros. homepage. Além disso. capítulo ou artigo. documentos oficiais. dissertações ou monograf ias. ibidem (ou id. ibid. relatórios técnicos e legislação. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. manuais. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. da ABNT. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto.

3. Quan to à pontu ação. edição (7.).. de forma abreviada (Coord. após a editora. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito).usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. set.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). ed.os dois pontos são usados antes do subtítulo. e depois do termo In:. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. entre o número do ano/volume e o número do periódico. . v... grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. Rio de Janeiro.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. . pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).15-21. .. Humberto).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. M.os parênteses são usados para indicar série. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. 3. para o título. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto.2. . e no final da referência. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. n.. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. após a cidade onde o periódico é publicado.). teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). João. Alfredo (Org. seguido de espaço. respeitando-se os seguintes padrões: ..o hífen é utilizado entre páginas (p. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. .). 1997). L. M. -o ponto-e-vírgula. Em caso de referência de periódicos. . porém são conhecidos [1991].).)). p. é usado para separar os autores (FLEURY.58. . após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. após o título.).. FISCHER. T. Org.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). Comp. R.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.

FLEURY. Micropolíticas : cartografias do desejo. entre parênteses. separados por ponto-e-vírgula. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. PAIVA. 59 . do tipo de participação. etc. seguido de espaço.. se for o caso). ROLNIK. (e outros). São Paulo: Brasiliense. acrescentandose a expressão latina et al. 1989.).. Vivendo e aprendendo. . Paulo et al. Coordenador. 1986. 1986.3 Regras gerais para elaboração de referências 3.. Petrópolis: Vozes. GUATTARI. Em caso de projetos de pesquisa.1 Regras quanto à autoria .quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. no singular. Editor. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. 2. ed. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. . Sueli.) em coletâneas de vários autores. R. ed. Félix. seguido da abreviação.).quando há dois ou três autores. . FISCHER. FREIRE. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. Atlas. Graal. Vanilda (Org. 10. (Coord. L. é facultado indicar todos os autores. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. T. M. M.3. 1986.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.

1979. Ilse.. Relatório de atividades. etc. 212-213. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. ed. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS... Carlos. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. Rio de Janeiro: Record. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. p. Debates pedagógicos. Caio. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. em letras maiúsculas. PROCURA-SE um amigo. Florianópolis. esta deve ser indicada como autor. .. .quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. ATHAYDE. Anais. instituições). Anais. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Gerência da vida: reflexões filosóficas. In: SILVA.. 10. Gabriel.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. este deve constar na referência. SANTA CATARINA. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Tristão de. 1931.. elatório 2001. 1979. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Curitiba. Quando a entidade tem uma denominação genérica. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. em pr esas. 1990.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Secretaria da Saúde.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. congressos. 3. editoriais. desde que seja a forma adotada pelo autor. .60.). Lenilson Naveira. . 1993.. Rio de Janeiro: Schmidt. a entrada é feita pelo título. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. associações. 3 v. . Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Brasília: SEF 1997. ..

______. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. [Trabalhos apresentados].quando não existir título. São Paulo: Hucitec. Turismo.. São Paulo: Hucitec. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 1997b.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO.3. 1989. RODRIGUES. entre colchetes.. I. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. . São Paulo: Saraiva. seguido de ponto.. Salvador. Adyr Balastreri. 1997a. . 1997a. na seqüência alfabética ascendente. 61 . Em caso do uso do subtítulo. 2. 1989. sem chegar aos dois pontos. RODRIGUES. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. CHIAVENATO. 2002. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Brasília: Ministério da Educação. separados por dois pontos. modernidade e globalização .o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento.2 Regras quanto ao título e subtítulo . Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. RODRIGUES. 1997b 3.

em caso de haver duas editoras. . São Paulo: Atlas.: (No livro: Editora Atlas S. P Objetivo competência: por uma nova lógica. . 2001. 2001. ed. ZARIFIAN. I. Já se forem três ou mais.quando não se tem o nome da editora.n.n. YIN. . 1995. esta deve ser identificada na referência. Das mulheres e das flores. (Coord.]. São Paulo: EDUSP. rev. ambos na língu a do document o. Robert K.) .3. 2000. e ampl. Antonio Joaquim.. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. ed. MAIA. Obs. 2. Porto Alegre: Bookman. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Ana Maria. .se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. Belo Horizonte: [s. Carlos A.a partir da segunda edição.A. 21. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. Estudo de caso : planejamento e métodos.3 Regras quanto à edição e editora .62. ALFONSO-GOLDFARB. São Paulo: Cortez. desde que sejam dispensáveis para a identificação. 3. VALENCIA.]. 1974. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. SEVERINO. Metodologia do trabalho científico. Em caso de informações complementares à edição.História da ciência: o mapa do conhecimento.).

l.quando o local é desconhecido. . 1977. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Viçosa. mas pode ser identificada.]: Ex Libris.quando houver mais de um local para uma só editora. MG. deve-se utilizar a expressão sine loco. deve ser indicada entre colchetes. Cria e recria. A prática da pesquisa. 1981.: s. 1930. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. abreviadas.n. dentre outros. Viçosa.]. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. .4 Regras quanto ao local . abreviada e entre colchetes [S. AL. indica-se o primeiro ou o mais destacado.quando a cidade não aparece no documento. [S. entre colchetes. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.l. CASTRO. Obs. Discursos do pregador. BELTRÃO III.3. [S. [São Paulo]: SDF Editores. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil..: No documento de que trata a referência acima. LAZZARINI NETO. 63 . RJ . J. Viçosa.. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. de M.l. Sylvio. .quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. C.]. 1994.

por isso. (publicação com paginação irregular) . no lugar dos meses.64.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. ao final da referência devem ser indicadas. seja ela de publicação. bim. trimestre e semestres abreviados.. sempre deve ser indicada. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. registra-se uma data aproximada. mar. trimestres. 1996.6 Regra quanto à paginação . 3. 1995./Sept. . estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. semestres ou estações do ano. as estações do ano tal como figuram na publicação. Aug. as expressões: Não paginado. 2. distribuição. maio/dez. sem.. 3. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. Autumm 1970. divisões por bimestres. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. primavera 2000. após o ponto final.quando em indicações de meses.3.3. 2001. 2002. no idioma original da publicação.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. entre colchetes. 3. estes devem aparecer de forma abreviada.quando a publicação indicar. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular.1995.

Caso seja indicado. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. enciclopédias. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . 65 . Local (nome da cidade): Editora. IS BN. monografias).1 Monografias 3. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . B. trabalhos acadêmicos (teses. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Metodologia científica 3. Número da edição (a partir da segunda edição.1. 1997. científica. catálogo. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado.4.. 2000. interdisciplinar. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. RODRIGUES. . como livros. A. 1988. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. a não ser em casos de nomes próprios).. LAKATOS. Marina de A. Livros GRAMSCI.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. indicação de coedit ores. MARCONI. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. ano de publicação. 5 Para fins de elaboração de referências. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. menção à edição exclusiva para assinante. científica ed. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. manuais. Eva Maria. etc.4.. ao final da referência. abreviado(s) ou não). ao final da referência). São Paulo: Atlas. política Estado moderno. tr adu tore s. Maquiavel. Antônio. Luiz Mário Gazzaneo. se houver). Assim. São Paulo: Hucitec.4 Modelos de elaboração de referências 3. dissertações. dicionário. poden do variar conf orme o ti po de documento. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo.

. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. 1986. 5 v. dissertação. M. Tipo de documento [tese.Faculdade de Ciências Econômicas. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. . Qualidade de vida no trabalho . Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Ano de apresentação. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Bíblia BÍBLIA. ano da defesa. Universidade Federal de Minas Gerais. ed. 3. trabalho de conclusão de curso. Rio de Janeiro. Título : subtítulo. abreviados ou não). Português. 2002. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 30 v. etc. RODRIGUES. Belo Horizonte. Caldas. Dicionário AULETE. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. V. Número de folhas ou volumes. Bíblia Sagrada .] (o grau) – vinculação acadêmica. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 1980. 180 f. Chicago: Encyclopaedia Britannica..66. Rio de Janeiro: Delta. Edição Ecumênica. 1989. 1980. local. 1989. Dissertação (Mestrado em Administração) . Instituição.

Universidade de São Paulo.1. Tese (Livre Docência) . São Paulo: Delta: Estadão. 3. Prenome do autor da obra como um todo. excetuando-se nome próprio. Obs.1. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento.L. se houver).html>.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. N BR 6023:2002). Acesso em: 19 maio 1998. 1990.C. Manual de redação e estilo . 67 . O ESTADO DE SÃO PAULO. 5 CD-ROM. precedida da expressão Acesso em:. O padrão da referência é: SOBRENOME. In: SOBRENOME.L. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. São Paulo.. sem negrito ou itálico). 105 f. Edição (a partir da segunda.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. 1990. etc. HOUASSIS. Universidade Camilo Castelo Branco.com.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. 3.4. 51 f.br/redac/manual. cd-rom. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . Reimplante dentário . acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. (Ed). (ABNT . São Paulo. A.Escola Politécnica. MORGADO. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. 1998. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios.. 1990. A. G. Para referenciá-las. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. 1990. Título da obra: subtítulo (se for o caso). Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >.. . Local: Editora. seguidos de ponto. 1997. online. M. Documentos em CD-ROM KOOGAN. São Paulo. volumes. ano.estado. Enciclopédia e dicionário digital 98.4. Disponível em: <http://www1.

fascículo ou número de revistas. Viagem astral aos domingos. . 122-143. In: MOTTA. Vida psíquica e organização. Rio de Janeiro: Guanabara. seções. Parte de uma obra MOSCA.. In: ______. Editor.com.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas.). BOUTHOUL. Gilles. Rio de Janeiro: FGV.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. Organizador. São Paulo: Atlas. 103-115. História das doutrinas políticas. Eva Maria. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.4. Artigo de coletânea7 AMADO. p.. número de jornal ou caderno de jornal completo. N as coletâneas. etc. G.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. etc.68. (Org. Maria Ester de (Org. Capítulo de livro LAKATOS. 3. In: TOLEDO. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. B.). MACEDO. cap. Acesso em: 25 jul. Disponível em: <http://www. Curitiba. p. In: ______. FREITAS.br/ livrosonline/leitura_32>. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. SOUZA. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. 1987. S. matérias jornalísticas. 1997.14-16. reportagens. Fernando C.).. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra.4. 5. 7.). p. editoriais. Os primeiros agregados humanos.1. Coesão organizacional e ilusão coletiva.. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). ed.refletindo. Prestes.1990. A. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Sociologia da administração . 3. Reflexões para o silêncio. 1988. G. 2000.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

1996. anais. como atas. 3. 2000. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers.. ano. Florianópolis. do documento (anais.. dentre outros. 3.propesq. Recife. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.3..htm>. data da publicação.4. 1997. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.4.. 4. . 4. 1996.. 1996. Recife: UFPe. local (cidade) de realização. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. 1996. numeração (se houver).4..72. 2. Anais eletrônicos. Recife.br/anais/anais. etc.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. resultados.. Acesso em: 21 jan.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. Anais.ufpe. atas... Disponível em: <http://www. Recife: UFPe.) Local de publicação: editora. proceedings. Título.3..3 Publicações em eventos 3. … 2000.. proceedings.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 1981. 3. Escalas variam. globo e fotografia aérea.000. Escala 1:40. São Paulo. 8 ABNT. GIF. 1 atlas.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 1999. GOES (denominação do satélite). 557 Kb (tamanho do arquivo). Obs. .76. 1 imagem de satélite. UNIVALI (instituição geradora). mapa. data de publicação. 557 Kb. Gainesville.000.000. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. IR04. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. ESTADOS UNIDOS. Regiões de governo do Estado de São Paulo. Acesso em: 15 jan. SE (localização geográfica). 1 atlas. IR04 (banda). Itajaí: UNIVALI. ATLAS Mirador Internacional.. 08 (número do satélite na série). 3.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. NBR 6023:2002. 1 disquete. National Oceanic and Atmospheric Administration. 1999 (data da captação). Disponível em: <http://www. 1 mapa. Escala. O padrão de referência é: AUTOR. 3 ½ pol. p. Especificação do documento. 13 jul. 2002. SP). 17:45Z (horário zulu). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.4.ufl..flmnh. Título. GOES-08: SE. 1999071318.jpg>. 17:45Z. Escala 1:2.6. 1994. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.4.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. [2000?]. 1999.11. Local: Editora. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Itajaí (local).GIF (título do arquivo). 13 jul. color.

Romero. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes.7. 1 gravura. KOBAYASHI. Doença dos xavantes. caso seja necessário. 2000. 1999.. Quando não existir título para o documento. Formato JPEG. 5 ¼ pol. Título. 25 cm x 20 cm. 1 disquete. Geddes 135. pinturas. 19 transparências. desenho técnico. dentre outros. São Paulo: UMIBO. cartazes. diafilme. . NOVAS descobertas para o terceiro milênio. K. 1980.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 1 fotografia. fotografias. diapositivo.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES.. color.4.. 25 cm x 25 cm. BRITTO. 51 Kb.. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. [Sem título]. Largura: 376 pixels. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR.jpg. Altura: 432 pixels. Data. transparências. 1982. Especificação do documento. color.4. 77 . 3. Anne.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.

9 Documento sonoro Compreende discos. son. 1998. Garcia.. Brasília: SENAI/DN. Título. 1992. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Circuladô vivo. fitas cassete. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. SILVA. 3. Produtor (conforme as informações disponíveis). videocassetes. 1 CD. CENTRAL do Brasil. color. 1 bobina cinematográfica (106 min). Luiz Inácio Lula da.. data e especificação do suporte em unidades físicas.. dentre outros. 3.78. Local: Gravadora (ou equivalente). entrevistado. 2 cassetes sonoros. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. São Paulo: Polygram. CDs (compact disc). No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. São Paulo: SENAI-SP. Especificação do documento. . 2001. etc. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 35 mm. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 1 video sonoro. Diretor. conforme o caso). 1991. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. data. VELOSO.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes.4. 1991]. Departamento Nacional.. Rio de Janeiro: Riofilme. . Entrevistadores: V Tremel e M. Direção: Walter Salles Júnior.4. Local: Produtora. Caetano. DVD.

11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95.” (ABNT. 79 . Título (caso não exista. desaparecem rapidamen te. objetos e suas representações (fósseis. animais empalhados. [China: Companhia das Índias. 1 escultura variável.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. BULE de porcelana.. dentre outros). assunto em discussão. 1918. esqueletos. p. quando identificado). Escultura para viajar. Versão (se houver). listas de discussão. 1995. Biblioteca Central. Version 4. 18-]. [S. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. Título (do serviço ou produto). e meio eletrônico.]: Microsoft Corporation. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. etc. 1998. Curitiba. 9 3. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. 13).4. arquivos em disco rígido.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Data.l. monumentos. objetos de museu. AUTOR(es)se for o caso. Descrição física do in terpes soal e efêmero. NBR 6023:2002.1. 1 bule. . programas de computador. mensagens eletrônicas. Marcel. pesquisa.4. Normas.doc. DUCHAMP. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. Especificação do objeto. 1 CD-ROM. maquetes. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes).. 5 fonte científica ou técnica de disquetes.

Radiologia Brasileira. Como fazer apresentações. apostilas. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. São Paulo: Publifolha. MARTINS. ao final da referência. RUBIROSA. ÁCAROS no Estado de São Paulo.ed.80. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. textos não publicados. n.fat.bdt. Disponível em: <http://www. M. HINDLE. MARINS.. Acesso em: 30 maio 2002. Tubarão. J. documentos mimeografados e digitados. 3. L. 3. se houver. Bastos. 1985. 3. Bula de remédio. 2. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. podem ser acrescentados. O que é sociologia? 7. MARQUES. São Paulo: Brasiliense. 2002.23. Tim. Memorial [mensagem pessoal]. LEAL. 1999. 1978.. (Primeiros Passos. C.br> em 11 nov. Os princípios da gestão moderna. entre parênteses.org.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. 1984. Carlos B. 1991. . Mensagem recebida por <simonegf@sj. Niterói. sem destaque. 1990.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. 57). São José dos Campos: Johnson & Johnson. M.br/ acaro/sp/>. Massa calcificada da naso-faringe.4. E.univali. J. Base de Dados Tropical.4. São Paulo. SC. Apostila. Italvino. Responsável técnico Delosmar R.4.ed. Digitado. 1997. No prelo.

Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). Suas orientações também se aplicam. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. resenhas. papers e relatórios.. g) ano da entrega (4 dígitos). trabalhos de conclusão de cursos de graduação . textuais e pós-textuais.. b) nome do autor. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). . Por outro lado. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. Deve conter. c) identificação de números (volume. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros.2) . dissertações. para elaboração de teses. b) título do trabalho. se houver. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. seqü encialmen te. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). d) subtítulo. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. tais como fichamentos. c) título.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho.TCC. no que couber. e) número de volumes (se houver mais de um. im presso longitu dinalmente.1 Elementos pré-textuais . impresso da mesma forma que o do autor. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. 81 . do alto ao pé da lombada. se for o caso: v. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. 4.

obtenção de determinado grau.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. devem ser apresentados. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. etc. dissertação. se houver mais de um. . a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). d) área de concentração. como as teses.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). etc.82. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. . e) data de aprovação.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). .Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. c) subtítulo (se houver. . objetivo e nome da instituição a que é submetido.. área de concentração. d) número de volumes. g) local (cidade) da instituição. parte inferior da página.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização.). As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). apresenta-se a ficha catalográfica. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. b) título principal do trabalho (claro. nome da instituição a que é submetido. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. h) ano de entrega (4 dígitos). com as respectivas correções. Aparecem em folha separada. c) texto contendo a natureza. f) nom e.. preciso. . e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). No verso da folha de rosto. trabalho de conclusão de curso. em seqüência.

c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. p. 83 . seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. Apesar de ser escrita por outra pessoa." (NBR 6027:2003..ver seção 5. com respectivos nomes e números de página.3 da Parte II deste documento). fluxogramas. abaixo do texto.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). .) na ordem em que aparecem no texto.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. Se necessário. se houver. também denominadas seções primárias). . pensamento. na ordem em que se apresentam no texto. mapas. etc. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. . que é uma lista "de palavras ou frases. or ganogram as. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas.. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. . devem ser alinhados à esquerda. gráficos. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. na ordem em que aparecem. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. fora de parênteses.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais .Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros.4.ordenadas segun do determ inado cri tério.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . com respectivos nomes e números de página. não deve vir entre aspas.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. desen hos. 2). . ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. com o respectivo significado. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. escrit o por ext enso. Consiste na transcrição de uma frase. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). da Parte I deste documento. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . esque mas. . da Parte II deste documento).

em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. excetuados os elementos obrigatórios. con st itu em. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. à qual se segu e o desen volvim ento.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. apresentação. assim como os prétextuais.84. com uma definição clara. análise e interpretação dos resultados. há distintos modos de organizar o texto. portanto.: 32). t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. . Da mesma forma que na introdu ção. está localizado.2 Elementos textuais Os elementos textuais. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. Conf orme o tipo de trabalh o. f inalizan do com uma conclusão.. contextualiza-o. além de aspectos metodológicos. . Se o trabalho compreender mais de um volume. que seguem os indicativos das seções. ou seja.: 32-49). O sumário é o último dos elementos prét extu ais. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. me todologia. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). No en tant o. de u m modo geral . área de conhecimento ou metodologia adotada. 4. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. Em caso de relatórios de pesquisa científica.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. .. Nela são descritos os conceitos. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. separados por hífen (ex.

. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. complementar ao seu trabalho. . com a indicação de sua localização no texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .3 Elementos pós-textuais . 4.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. . extraídos de um documento. além de sugestões para outros trabalhos.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista).Conclusão Como parte final do texto. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. seguidos de suas respectivas definições. nomes geográficos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. utilizados no trabalho..: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). que complementa. da Parte II deste documento. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho..Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. possibilitando sua identificação individual. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. dentre outros).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. assuntos. . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. comprova ou ilustra o seu conteúdo. As orientações para sua elaboração. 85 .

.86.. .

5. no caso de dissertações e teses. O texto deve ser digitado com espaço 1.5.5. 87 . Já na folha de aprovação. objetivo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. referências. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica.5 entre linhas. notas de rodapé. sem brilho. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. com form at o A. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). margens direita e inferior: 2 cm. Entretanto. . legendas de ilu strações e de t abelas. Na folha de rosto. recomendam-se Times New Roman ou Arial. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). Quanto ao tipo da fonte. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1...4 (21 cm x 29.7 cm ). algumas normas gerais devem ser seguidas.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). notas de rodapé. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. as informações sobre o trabalho.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. O texto é digitado no anverso da folha (frente). com exceção da folha de rosto. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. 5.

1 3.2 2.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.1.2.3 Seção quaternária 1. sendo de le separado por um espaço. quaternária. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções." (NBR 6024:2003). etc. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. 5. pre cede o títu lo da seção.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. a partir da folha de rosto.1. Esse indicativo numérico. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. 5.1. contendo a exposição ordenada do assunto.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1. Seção terciária 1. pode se dividir em seção secundária. a qual.1 2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.88.1. por sua vez.1 2.1.2.1..1. a 2 cm da borda superior. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2.1.2 3 3.2 .1 2.1 2. em algarismos arábicos. Havendo apêndice(s) e anexo(s). alinhado à margem esquerda.1 2. no canto superior direito da folha.1. terciária.. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.

qualquer que seja a forma adotada.1 Os títulos de errata... apêndice(s). dele separado por um espaço.. exceto a última que termina em ponto. 5.27 cm). se m que h aj a necessidade de intitulá-los. or gan ogram as. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. resumos. deve ser mantida em todo o trabalho. e redondo. o espaçamento duplo entre os parágrafos. itálico ou grifo. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. adotando-se. Atenção! Em relação ao itálico.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. qu adros. na seção 3 relatou-se. terminam em ponto-e-vírgula. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. agradecimentos.. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. dentre outros. pois do contrário não contribuirão para a análise.. usam-se alíneas.. em 2. se inicia em ou tra li nh a.2.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. fotos. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. com exceção da última. 89 . No entanto. nesse caso. listas. porém. O texto. ver 1. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. mapas. sumário. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.. . As alíneas. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. gráficos.. esqu emas... caixa alta ou versal. ... Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. referências. no in te rior de um a seção. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. Muitos autores. fluxogramas. 5.. estas devem começar com um hífen.1. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. glossário..

A tabela. o segundo. Figura 3. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. 28): . pode ser apresentada em duas ou mais partes. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. Quadro 5).se t iv er poucas colu n as. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo.90. preferencialmente sem abreviações. Q uanto à disposição das in formações. Quando não couber em uma folha. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). A moldura compreende. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. 1993. também é preciso seguir alguns critérios: . de forma clara e concisa. c) ocupar. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. após o fio de fechamento. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . o rodapé. o espaço do cabeçalho e o terceiro.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. por extenso.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. . com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. sintetizadas a seguir. . 5.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. uma única página. breve e clara que dispense consulta ao texto. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. do respectivo título e/ou legenda explicativa. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos..IBGE (1993). p. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. . A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. . uma abaixo da outra. na mesma página.. lado a lado. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. conclusão para a última e continuação para as demais. . de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. pode se r apresentada em duas partes. no mínimo. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. preferencialm ent e. e da fonte.

devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. pela natureza do fen ômeno. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. por exemplo).8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. / ou – X . caso seja necessário. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados.se à margem esqu erda da primeira coluna..quan do. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. alinhados à direita. ‘formulários preenchidos’. conforme o caso. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. multiplicação e divisão. alinh ando. subtração. 9). ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . ‘observação direta’. quan do os dados se originarem de diversas fontes. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. ‘questionários aplicados’. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros... entrevistas ou observação). a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. 91 . ‘en trevist as realizadas’. os nomes ou 5. p. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula.. utiliza-se como fonte o autor. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela.

______. dissertação. relatório. A. descrição.ed.ed. paixão. 1978. GOLDENBERG.A. ______. 2003. p. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. DEMO. CANCELIER. 1992. Campinas: . FRANÇA. GEWANDSZNAJDER.C. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.L. V. ______. BARRASS. OLÍMPIO. BEAUD.ed. E.J.ed. FEITOSA. GIL. narração. ______.ed. N. Rio de Janeiro. C.L. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.M.. ECO. 1996. ______. 2000. FLÔRES. Autores Associados. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2003. e aum. Belo Horizonte: Ed. U.N. P Educar pela pesquisa..M. Como se faz uma tese. São Paulo: Atlas. 1986. 1989. 2002. 1997. COMPAGNON. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. J. Rio de Janeiro. 4. 2. pesquisa quantitativa e qualitativa. A. Rio de Janeiro.. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. São Paulo: T. improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro. 2001. da UFSC. 1996. São Paulo: Pioneira. da UFMG.). L.307-326. M. In: NUNES. resumo.. 1997. ______. Rio de Janeiro. 2002. R. Campinas: Papirus. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário..92. Redação de textos científicos. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 1988. 1998. A. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 2003. Rio de Janeiro. . rev. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. 5. Queiroz. Ed. (Org. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. São Paulo: Perspectiva.L.C. 3. engenheiros e estudantes. L. Rio de Janeiro: Zahar. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Record. CASTRO. M. Memórias de um orientador de tese. Metodologia do ensino superior. 1997. 2005. ______. 2. Florianópolis. O trabalho da citação. Belo Horizonte: Editora UFMG. de O. A aventura sociológica: objetividade. 2003.

MARTINS. A. 2001. 1985. Disponível em: http:// www.ed. C. 1999. F das C. M. MEDEIROS. São Paulo: Atlas. DIONNE. W. . São Paulo: Saraiva.K.A. LAKATOS. São Paulo: EPU.B. IBGE. A. 2. 1975.W. p. Porto Alegre: Bookman. de A. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. MARCONI.M. SEVERINO.. 104.A. S. L. ed. e ampl. p.. PASOLD. M. sept. Pesquisa e produção escrita. São Paulo: Cortez. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. 2000. H. 1997. Turismo: visão e ação. 1999. n.. abr..S. Fundamentos de metodologia científica. J.R. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. 2001. E. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. 1992. Application of a Case Study Methodology. M.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. E. Maringá: EDUEM. A monografia jurídica. TOMANIK. 2000. de A. E. 93 . TELLIS. J. G. Porto Alegre: Artmed./set.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. Florianópolis: OAB/ SC. E.ed. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. v. n. NUNES. de O.8.ed. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. SOUZA. 2. R. Normas de apresentação tabular. COOK. Metodologia do trabalho científico.ed. . J. Rio de Janeiro: Agir. trabalhos de conclusão.M.. 5. C. M. da UFSC. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: IBGE. 1999. E. 3. São Paulo: Atlas. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico.ed.nova. 1997. Metodologia do trabalho científico. SELLTIZ. Manual da monografia jurídica.99109. YIN. São Paulo: Atlas.ed. LEAL.ed.. 21. 5.. HÜHNE. WRIGHTSMAN. Métodos de pesquisa nas relações sociais. L. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa.L (Org. 1993. MARCONI. LEITE. 3. ano 4. L. 1993. Belo Horizonte: Editora UFMG. 1997.). Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. 3.. dissertações e estudos de caso. de A. 1991. ROESCH. J. 2001.L. 2. 3. Estudo de caso: planejamento e métodos. São Paulo: Cortez.html Acesso em 26/02/02.. KIDDER. C. da escolha do assunto à apresentação gráfica.A. Florianópolis: Ed. 19. LAVILLE. rev. In: The Qualitative Report. S. A . Metodologia do trabalho científico.M.ed. São Paulo: Atlas. 1994. São Paulo: Companhia Melhoramentos. LAKATOS. Escrevendo e . LINTZ. 1999.. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. 1998.

94. ...

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ... 95 .

.. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.96.

97 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ...

excetuando-se a 1ª letra] . Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.. Orientador: Prof(a).. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.98. Centro de Educação Zzzzz. na Universidade do Vale de Itajaí. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí.. Orientador: Prof. Dr. 99 . Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .

...... da Universidade do Vale do Itajaí......... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas. ..... e aprovada pelo Curso de ... [Local]........ ..... . Dra.... Dr..... sub-título em minúsculas] ... .............. ..... ..... .. Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .100............ MSc... Centro de Educação de . [dia] de [mês] de [ano]..... Prof............... .. . 3 cm Área de Concentração: ........ UNIVALI – CE de São José Prof...... ........... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa......

Dra. Msc. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Dr. Centro de Educação de Balneário Camboriú. 14 de fevereiro de 2003. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .. 101 . Prof. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa..

.............................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade .......................................................................................................................................................................................................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ......................................... 46 4 RESULTADOS .......................... 40 3................................................................................................................... 77 APÊNDICES ...... 14 2............................................................................1 Justificativa ........ 10 1................................................ 39 3........ 43 3...........2 Expectativas e aspirações .........................................1 Concepções teóricas ....................................... 50 4...2 Objetivos da pesquisa ...................................... aceitação e cooperação ...............................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ......... 18 2..............102................................................................................................. 16 2................................................................................................................................................................................................................................................................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..............................................................................................1.............................1...........................................................2 Fontes documentais .........................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .... 80 ..................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...... 49 4........1 Breve história das principais concepções do passado .... 71 REFERÊNCIAS ................................................................................... 57 4........3 Estratégias e instrumentos ............... 11 1......................................................3 Resistência.. 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ...................................................................

.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. contendo de 100 a 250 palavras.. 103 . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.

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