UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

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Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

724. 58.. 81.4. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 87. 89. de dezembro de 2005. 90.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. .

................. 30 Elementos pós-textuais .......................................... 30 Elementos textuais ...............2 6.....................3 2.....................................................................................................2 3.... 21 Conceito ........2 5...............................................3 5............................................................... 34 Tipos de relatórios ....................................................1 5................................................ 27 Conceito ............................................................2 2.......1 6...............3............. 15 Conceito .......................................................................................................... 21 Procedimentos .......................... 18 Avaliação ...............................................................2 4............................ 25 Procedimentos .....3 4................4...................................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico .............................. 16 Procedimentos ........................ 20 RESENHA CRÍTICA ..................................................................................4.......................................3 3..........4 3..................... 5 ................................................ 29 Elementos pré-textuais .............................. 15 Os propósitos do fichamento .. 09 PARTE I ....................................................1 3........................... 17 Ficha de leitura ........................................4 6............................................................... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ......................................................................... 33 Conceito .............................................................................................................. 35 Avaliação ........................................5 INTRODUÇÃO ...................................................................................................................................1 5....................................................................5 6 6...4 3 3....3 6.........1 4......................................................................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .......... 31 RELATÓRIO ...................... 31 Avaliação ................................................................. 25 Propósitos ..........1 2..4 5........................................................................ POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .....................2 2......................... 21 Propósitos .................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação .........1 2.... 26 Avaliação ...................................................................................................................................................... 10 1 2 2..............................................................................................3 5.......... 33 Propósitos .............................3.................................... 34 Procedimentos .............................................................. 22 A apresentação da resenha .....................................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ............................................................................................................. 13 FICHAMENTO ......................................... 27 Propósitos .............................................................................................................. 27 Procedimentos quanto à elaboração ............. 17 Ficha bibliográfica ....................................4 5............5 4 4............... 24 PAPER..................................................................................................4.................................................................................................................................................................................. 23 Avaliação .4 5 5.............................................................................................................. 25 Conceito .......4............................................2 5............................. 37 ...

............................... 69 Partes de publicações périódicas ............................ 68 Publicações periódicas ........................................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ........1 7............... 39 Procedimentos ....................... 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ...................................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .............................................6 3........................................ 71 Publicações em eventos .................2 3......................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ...........2... 64 Modelos de elaboração de referências ......... 53 2 2......4........3.............4 MEMORIAL ...................3 3............... 65 Monografias ............... 59 Regras quanto ao título e subtítulo . textual ou literal ........................6 3................... 57 Localização das referências .........1 3 3..........................2.3....................4................................. em meio eletrônico ...2.............................3 3........2...............4.....2 3.........................................3 7.................................3 Alterações na citação ..................................................................................................2 3...........................2 Tipos de citação ....................................................................4 3.....................................................................4.............. 58 Regras gerais para elaboração de referências .......... 52 1...........................2 3...............................3 3........................ dentre outros......4....................................................4 3............. 48 1.....1 3................. 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ........... 39 Conceito ...........................4.....................4.4 Normas complementares para citação ........................................5 Considerações finais sobre as normas de citação ................ 45 1................................................. 46 1....................................... 55 Exemplos de resumos .............................................. 62 Regras quanto ao local ...................................................3.......................... 7 7..................2................................................4..................... 50 1........4..........................5 3............ 43 1 CITAÇÕES .1....................... 68 Publicação periódica como um todo ................................................................... 64 Regra quanto à paginação ....1. 40 Avaliação ........................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ..2............... boletim....... 72 .......3 3........................................................................4........................................ 65 Monografias consideradas no todo ...................................1 3.... 67 Partes de monografia ...........................................................................................................5 3......................................1 3............................................4 3........4 3................................................................................................3..... 57 Aspectos gráficos das referências ....3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............................ 70 Artigo e/ou matéria de revista..............................4........................ 59 Regras quanto à autoria......6.........................3 Citação da citação ..................................................4......2 Citação indireta: paráfrase e condensação ...................2 7..................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ...2 3.............1 Regras gerais para citação ...4...1 3..............................................................................................................................................1...............................................3.2...........................1 3..........................................................1 Citação direta................................................................................. 45 1............... 63 Regras quanto à data ................................... 47 1.................................................. 41 PARTE II ........................................................3......... 46 1........................................2..................................................................................................... 39 Propósitos .... 61 Regras quanto à edição e editora ......................2......1........

.............................................................................................................................................................5 5............................................4............11 3..........................7 5....2 3............................................... 81 Elementos textuais ....................................................................................................................... 87 Paginação ..................................................................................1 3.....................4............ 84 Elementos pós-textuais ... 89 Tabelas ..................... 100 Apêndice D ......4.............4.....4... 91 REFERÊNCIAS ......... Jurisprudência .....................................................3 3................ 95 Apêndice A .................4 3........................3.........................4............ Documento cartográfico em meio eletrônico .................................13 3...................1 5...... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ........6 5................................... 87 Margens e espacejamento ........................................................3................. Documentos jurídicos ......... Notas ..... Documento iconográfico ....1 3.... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .....................................3 5 5..............................................................................................2 3....................................7... Documento tridimensional .............4 3...........Exemplo de sumário .................................................... 96 Apêndice B ...........................................4.................................. Trabalho apresentado em evento ........4.............................................................5 3...............................4.........................4.......4........ Eventos como um todo em meio eletrônico ............... Patente ......Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .....................Modelo de página de abertura (artigo científico) .... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ............................ Documento jurídico em meio eletrônico ..............2 5..........................................................................................................................4.....4............................................................ Documento sonoro ............................................................................................... 92 APÊNDICES ...............4..... 103 ..............6 3....................................................................................................4.............4.... Documento cartográfico .......4 3.................. Bula de remédio ............. Imagem em movimento .......................9 3.......................3 5....4............................... 7 ............14 4 4..8 Eventos como um todo ..................4...........10 3......................................................................4....4... Documento iconográficoem meio eletrônico ............................6............... Séries e coleções ............................................. Doutrina ..... 88 Parágrafo ..... 98 Apêndice C ........................................................... 87 Formato ..........Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ..................................................................... 81 Elementos pré-textuais .......................................1 4................................ Legislação ...............................4 5.......1 3........................................................................................8 3...........................................................................4...........................3...............................................1 3.............................................................................................................. 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...3 3................ 102 Apêndice E ...................................... 89 Ilustrações ................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .....4..........................................................................................4.......3.....................................................................................................4.... 90 Equações e fórmulas ......................................12 3.........4..2 4.......7 3........... 88 Títulos e indicavos numéricos ......................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3....................................

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é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. o domínio do saber e da cultura. característica da formação superior. (SEVERINO. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. em todas as disciplinas. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. conse qü en tem en te. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co.cien tí fi cos. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. ao artigo científico . A UNIVALI destaca. a pr odu zir conhecimentos.. Assim. o mais elementar deles. o domínio de conceitos reelaborados. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. Certamente. 9 . 2000). Est as orientações. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . A elaboração de trabalhos acadêm icos . visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. desde os primeiros períodos. entre suas finalidades. para quê. da teoria com a empiria. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento.. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. ou da articu lação. E viden te men te . esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica.do fich amen to. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. conceitual e lógica. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. Se a ciência é o resultado do confronto.

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. 11 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

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à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. Demo (1996. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior.. Deixa-se para trás a condição de objeto. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. porque significam propriamente a competência.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . portanto. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências.se con siderar qu e a bu sca. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[.ler e compreender textos teóricos. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. a querer saber sempre mais e melhor. atividade central na vida acadêmica. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. de complexidade e sofisticação crescentes. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma.] Aprende a duvidar.. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. 13 .. perfil. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. em todas as áreas do conhecimento. se faz. a perguntar. contorno. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. sobretudo alcancem a capacidade de formular. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. registrar a informação e as .. Por outro lado. assim identificadas: . buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. Formular. A partir daí. deve . p. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. A formação universitária. requer que as atividades referentes à investigação. surge o desafio da elaboração própria..] escrevam. redijam. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.. expressão. Ao lado desse fato.

se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). Dessa forma. aut o. resenha crítica. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. paper. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . artigo cien tífico. subsidiariamente. não são aqui tratados. .ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. sistemático e intensivo. estabelecer relações. . no entanto.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. extrair significados. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação.14. interpretar criticamente. t anto a professores como a acadêmicos..competências cognitivas: .analisar e apreciar criticamente textos teóricos. . referências). optou-se pelo fichamento. relat ór io e mem orial. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. Esse conjunto de competências. ou mesmo o ensaio. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. inferir..apresentar e discutir temas. . papers. dissertação de mestrado e tese de doutorado. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas.cor rigir. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. parafrasear. artigos. documentais ou outras (fazer resumos. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. observar. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. projetos de pesquisa). . explicar. dominar as praxes de citação e de referência. projeto e relatório de pesquisa. O texto ora apresentado pretende oferecer. No entanto. . definir. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. . . fichamentos. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. demonstrar (ou provar) por argumentação. de re su m os de ar ti gos e de referências. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.

ou. como também registrada e documentada. alguns autores. Assim sendo. A prática do fichamento representa. su a compreensão... b) registrar o conteúdo das obras. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. no caso do professor. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. A principal utilidade da técnica de fichamento. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. seja ele aluno ou professor. etc. é otimizar a leitura. cujo autor é o “fichador”. . como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. de textos para aulas. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. art igos. para utilização posterior em suas produ ções escri tas.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. coerente e objetivo. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. os fichamentos ou relatórios de leitura. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. ent ão. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir).100). além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. filosófica. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. Fichar um texto significa sintetizá-lo. assim. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. portanto. pa pers. na Universidade. essen ci al par a a elaboração de resenhas. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. palest ras ou confe rências. monografias de conclusão de curso. a exemplo de Nunes (1997). p. 15 . d) organizar as informações colhidas”.

deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. uma monografia. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. Assim. um artigo. nesse caso. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. um seminário ou um relatório de pesquisa. que tanto pode ser uma resenha.se apen as na su a apresen tação. di fer enci a. Ora. . ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. dos quais se falará mais adiante. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. Dependendo dos seus propósitos.16. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. o docente ou o pesquisador se propôs.. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. mas que. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. nesse caso o fichamento consiste. pelo docente ou pelo pesquisador. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. em geral. 2. b) o fichamento que é feito pelo estudante. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. artigos e textos teóricos. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. No segundo tipo (b). no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. e m qualquer caso. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. conceitos. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. Dessa forma.. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo.

42-55) e Pasold (1999. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. p. Bibl.112). . Severino (2000. após o título geral. de um subtítulo. arquivo público. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. por exemplo.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. ou seja. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. 35-45).. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. etc. 2. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). p. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . . à direita. como já foi dito. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. p.3.). 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. pode ser adotado o uso. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. 207 p. p. Leite (1985. 1997. Luiz Antonio Rizzatto.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. o con teú do propriamente dito.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. devem conter três elementos: . por serem considerados os mais essenciais. 87. Eco (1988. como.corpo da f ich a. São Paulo: Saraiva.. 17 . As fichas. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. Manual da monografia jurídica.

6465).. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. o que tornaria a ficha mais completa.3. objetiva e econômica. Para sua elaboração. idéia ou argumento. ou seja: – ser sucinto. p. resumo conteúdo. dir etas e interligadas. citações mais significativas de trechos do conteúdo. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. e as citações ou seja. Pode conter. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. outras formas podem ser adotadas. p. ou não. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. Nesse caso. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). ao seu final. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. juízo de valor destituído de fundamento. ao solicitar dos alu nos um fichamento.18. por exemplo.. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. as citações. Pode ficar a critério do professor. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. dev e o professor ter claro que. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. no entanto. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. transcrições as citações. Assim sendo. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. como sugere Hühne (1992. . um comentário sobre o te xto f ichado. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. seletivo e objetivo. a decisão de incluir. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. – utilizar linguagem clara. 2.

Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. pois.. M. para e le . que busca de scobrir regularidades ou le is . o fato social. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. 199 7. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. que pre ssupõe um a m etodologia própria. 19 . Ass im . A socio logia com pree nsiva. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. se gundo ele. Para D urkheim. po is cada qual tem um sentido próprio. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . Dilthey . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. Rio de Janeiro: Re co rd.. (.. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais.. ex te rno ao indivíduo. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . S egundo ele. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. um de se us repres entantes .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . cujas raízes estão no historicism o ale mão. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados.

As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . ou seja.20.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .2. 2.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .O resumo é sucinto e objetivo? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? ...

3. novas teorias.. Portanto. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. em geral. feita por cientistas que. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. de um modo geral. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. A resenha de obras científicas é.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. ou seja. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. . t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. têm condições de emitir um juízo crítico. 21 . que a resenha possibilita. novos conhecimentos. – uma justificativa da apreciação realizada. artística ou cultural em seu campo de interesse. em decorrência.. prin cipal me nt e. além do conhecimento especializado do tema. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica.

O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. o que muitas vezes depende da obra resenhada. pelo estudante. obras publicadas.as conclusões do autor.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. político. especialistas. edição. 245-246): – Referência autor(es). profissional ou especializada.)? e) a quem se destina a obra: grande público. p. Para fins de t rabalh os acadê micos. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. de modo a cumprir sua finalidade. no ent an to. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. figuras. gráficos. em relação ao contexto social. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). bem como da finalidade ou destino da resenha. . de com pe tên cias de l eit ura. Referência: editora e data de publicação. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. criativas? A abordagem dos conhecimentos . se optar por intitular. número de páginas. coere nt e. títulos. preço. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.seu quadro de referências. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente.o resumo da obra.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). histórico. etc. p. claro. local. econômico.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. Obs. As diretrizes metodológicas que seguem. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. desenhos. . título..a crítica do resenhista. 3. exemplos. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. . .. têm o propósito de organizar. análise e interpretação de textos científicos. baseadas em Severino (2000. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.22. 51-57). cargos exercidos. segundo a percepção do resenhista. objetivo. são indispensáveis os seguintes tópicos: . etc. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas.

23 . aparecem. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. juízo crít ico. o qual. . alcance. porém corrida. quer dizer. compondo um texto harmonioso.3 acima. n um a seqüên cia adequ ada. . associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. de um modo geral. 3.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. os aut ores cit ados. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. ou seja. avaliando o texto pela sua coerência interna.. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. seu autor. nas resenhas de boa qualidade. no entanto.. validade e con tribui ção à discussão do problema. em geral. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. Avalia também sua originalidade. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . A redação da resenha obedecerá. bem como a avaliação crítica do resenhista. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. obrigatoriamente.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. como de outros trabalhos acadêmicos.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. os aspectos teóricos. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. o resumo do conteúdo. do texto para identificar seu plano geral. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. sobre o vocabulário (conceitos. buscar dados sobre o autor. os dados sobre a obra. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. Procura estabelecer uma aproximação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. trabalho acadêmico distinto da resenha. sucinto e de fácil leitura. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. termos fundamentais à compreensão do t exto).

Quanto à apresentação gráfica.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? . esse item é obrigatório.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . polí tico. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.ci entíf icos f oram observadas? . social) do autor é discutido? .A obra está corretamente referenciada? ..As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. o su mári o é e lem en to dispensável.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? . 3. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002..24.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . econômico. .Aponta as características mais relevantes da obra? .O posici onamen to (te ór ico.

Além disso. também. o autor desenvolve análises e argumentações. artigos especializados ou de informação geral. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. com objet ivi dade e clare za. 25 . o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto.. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. Sua elaboração consiste na discussão.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . dentre outros tipos de publicações. Na elaboração de um paper. E m algu ns casos. júri simulado. podendo considerar. pelo au tor. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas.an alít ica e da criatividade do aluno. como os artigos científicos. opiniões de especialistas. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. 4. promover o debate em torno de um assunto.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico.1 Conceito O paper.. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. . estudos de caso ou participação em palestras. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular).

lev an tan do argum en tos. Como todo trabalho acadêmico.A análise das idéias é coerente/consistente? .cien tí fi cos são respeitadas? . Além disso..as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . entretanto. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores.26. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. 4..Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. desenvolvimento e conclusão. d) sí nt ese con cl usi va.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. tais como: textos. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. sistematizando-se determinadas etapas. registros ou anotações de palestras. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. as etapas de introdução. et c.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. . deixando-se claro. como todo t rabalh o acadêmico.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .Há lógica na organização geral do texto? . re met en do aos propósitos expressos na apresentação.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. o pa per deve apresentar em sua estrutura. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. 4.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . b) destaque dos pontos mais r elev ant es. f il mes. artigos. de forma articulada. A apresentação gráfica do paper. ao final do texto.. o encadeamento entre as idéias iniciais.

dissertações ou teses. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. idéias. . teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores).resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. p.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. 5. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. a partir de novos enfoques ou perspectivas. como monografias. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. Além desses objetivos. Entretanto. 27 . Isso permite que outros pesquisadores.. Ao produzir o artigo. discute e divulga idéias. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. métodos e técnicas. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. O artigo científico.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas.los ou pormenorizar aspectos. . embora sucinta.2 Propósitos De um modo geral. os propósitos. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. No contexto da formação acadêmica. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. . . . ou nela se baseiem. docu men tal. difere de trabalhos científicos. 88): . buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. experimental ou de campo). o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. o artigo científico pode abordar conceitos. ao apresentar de forma completa. de acordo com Marconi e Lakatos (2001..aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.

por fim.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e.. explicando e avaliando os resultados. a elaboração deste plano é útil. No desenvolvimento (corpo do artigo). que se constitui como dedução lógica do estudo. evitando que o autor se perca durante a elaboração. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). porém de forma breve e sintética. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. podendose utilizar tabelas e ilustrações). O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho.se os seu s re sul tados. . No tópico das considerações finais. de fichamentos. A elaboração de artigos estimula. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa.2). resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. dest acam.. teorias. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. técn icas e equi pam ent os uti lizados). Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. são apresentados os dados do estudo.28. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. fazer comparações. é preciso que o autor: . em primeiro lugar. 5. para sistematizar a comunicação a ser feita. mater iais. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo.102). é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. desenvolvimento e conclusão. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa.sistematize um roteiro básico das idéias. conceitos. Por out ro l ado. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. independente de ter propósitos distintos. fatos ou outros estudos. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. ainda. . De acordo com Leal (2001. p.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. a justificativa do trabalho e suas limitações. comparando-se com outros estudos já realizados. se for o caso. registros de observações ou evidências factuais. Todavia. e descrição dos métodos. deve ser estruturado da forma a seguir descrita.

a forma como o artigo está organizado. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. textuais e pós-textuais. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. . subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. é conveniente que o autor contextualize o tema. caso isso não aconteça. A definição do título do artigo deve corresponder. o que pode prejudicar a sua compreensão. Vale ressaltar que as divisões. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. o e xce sso de subdivisões. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. É pre ci so ev it ar. também. as expectativas em relação a ele. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. ao conteúdo desenvolvido.ao apresentar o artigo – na introdução –. Pode. de forma adequada. pois. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. 2001. . mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. Devem ser evitadas as gírias. 5. 2001.103). .. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. 29 . . bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL.na conclusão. sugerindo a continuidade das discussões a respeito.no desenvolvimento do artigo. motivando para a leitura. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. se min ários. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta.. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. deve o autor dividir o tema em discussão. et c. precisão. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. porém . destacando sua importância teórica ou prática. ainda. p.” (LEAL.106). relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. p. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo.).

ou. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. . . Segundo a NBR 6022:2003. 5.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.Resumo na língua do texto. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. assim como os endereços postal e eletrônico.4. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. . 5.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. .3.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.3 Elementos pós-textuais .Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.4. .Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.1 Elementos pré-textuais . o desenvolvimento e a conclusão. então.4. . são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.30. o currículo.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento)..Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). após os elementos pós-textuais. precedendo o resumo em língua estrangeira.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.. .Palavras-chave na língua do texto. . já detalhados na seção 5. 5. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).

as suposições devem ser claras e justificadas. Observação: na Parte II deste documento. complementar ao seu trabalho. .4 da Parte II deste documento). .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). comprova ou ilustra seu con teúdo. coerente e adequado aos propósitos do artigo. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. siglas.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. 31 . .5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . organização. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.. FEITOSA.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.4.. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto.clareza na apresentação dos objetivos. justificativa e importância do artigo. . Normalmente. precedi dos por numeração progressiva. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. que complementa. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). . 5.Questionário). sociedade). 5. . .: APÊNDICE A . 2001.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. .ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . tais como: a) Quanto ao conteúdo: .: ANEXO B . Para a avaliação de artigos científicos. equações e f órmulas. então. .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. SEVERINO. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. 2000). ilustrações e tabelas (seção 5). 1999.referencial teórico claramente identificado.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). .

uso/seleção de literatura pertinente à análise.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.adequação do título ao conteúdo.resumo claro e informativo. do t ext o . . .. . . .observância das normas de apresentação de um artigo.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.32. .objetividade.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. . .linguagem acessível. passagem de um parágrafo para outro.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. com a corr eta r elação com os f atos analisados. . .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). precisão e coerência na escrita do texto. .. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. b) Quanto à forma: . . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). .afirmativas unívocas. . .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. sem duplo sentido. .atendimento aos objetivos propostos. ou de um conceito para outro.observância das regras da norma culta.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.coerência e padronização dos termos técnicos.

O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. Embora seja utilizado com fr eqü ência. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. . esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada.. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.. então. 6. aplicação de uma determinada técnica.. em pelo menos uma das definições. – as quais.. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. n ão é abordado n este documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação.. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. o qual. Em Michaelis (1998. em diversas disciplinas. relação.] Relatório é. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. até mesmo de um objeto. na sua organização ou apresentação.. uma narração. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. seja no seu conteúdo.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. ordinariamente por e scrito .] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. al go qu e f oi realizado). fatos ou objetos [. 33 . exper imen tos ou testes de laboratório. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. etc. de uma prática ou de um conjunto de práticas. [. observação de eventos. p. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . após terem sido desenvolvidas. de menor importância. viagens de estudo.

elaborada segundo os propósitos deste documento. apresenta-se a seguir. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade.. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. tais como. Quanto à estrutura (partes componentes). que já requerem uma apresentação técnica. p. visitas. (MARCONI. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. avaliações. LAKATOS. qualquer que seja seu tipo. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. etc. verificações. durante a sua formação. vistorias. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. cuja síntese.34.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. viagens. a elaborá-los. Barrass (1986. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. . têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. tem forma de apresentação rigorosa. of erecer informações e análises sobre empresas. inspeções.3 Tipos de relatórios Flôres.. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. auditorias.. em diferentes situações. na elaboração de um relatório. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. observações de campo. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. procedimentos técnicos. em campo. Dessa forma. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). 6. por exemplo. 1999. Olímpio e Cancelier (1992. como. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. medições. O relatório é. produtos ou tecnologias. por conseguinte. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. porqu e o fazemos e com que resultados”. informar sobre o andamento de um projeto. mercados. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. etc. p. 6. é importante que o acadêmico aprenda. de um único assunto. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. 2000). Inicialmente. SEVERINO. A esse respeito.

pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. etc. .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. ou em data previamente estabelecida (ex.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento.. anual) ou abranger um período de tempo maior.. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. as normas contidas no t ópico 5 . 6. estilo da redação. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. . A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. da Parte II deste documento. pode ser periódico (mensal.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. demarcado.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. os relatórios podem ser informativos e analíticos. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. . informal ou semi-informal). seja qual for o tipo de relatório. 35 . portant o.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. inf ormais ou semi -in form ais. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. de v isit a e os relat órios administrativos. semestral. se for o caso. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . em decorrência de seus objetivos e destinação.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. são pouco extensos e..relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. Subdividem-se em: . por exemplo. para isso são úteis três perguntas: . Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. de que a estrutura dos relatórios formais (e.

. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. aparel hos ou si stem as. basta a folha de rosto. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara..o quê: identifica a atividade realizada. construção/teste ou verificação de máquinas. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. preciso e objetivo. adjetivação excessiva. com maior número de páginas. pela correção da linguagem. . os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas.. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. deve conter um sumário. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. Nota-se que. além da folha de rosto. a partir dessas idéias. sugere-se a estrutura a seguir. pela ausência de períodos longos. conforme a extensão do relatório. sendo o sumário dispensável. o estilo simples. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .36.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. detalhes desnecessários.

As t abel as e f iguras.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .As regras de apresentação (citações. . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . se hou ver. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . com seus títulos e legendas? .. 37 . afastando o supérfluo ou não-pertinente? . notas e referências. etc..É escrito em um estilo simples e preciso? . são apresentadas de maneira uniforme. e seu sumário reflete isso? .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. antes de entregá-lo ao professor.O relatório se limita ao essencial. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.

...38.

e constitui um relato crítico. podendo esboçar. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. precisarão. para concorrer a postos no mercado de trabalho. em um relato circu nstanciado. 7. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. conforme as circunstâncias. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. . o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. portanto. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. complemen tar mente. Nesse sentido. principalment e. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação.1 Conceito Para Severino (2000). os quais. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. uma vez formados. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. Apresenta. Parte de uma reflexão introspectiva. Consiste. os resu ltados qu e espera alcançar. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. ainda.. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. 39 . portanto. marca de todo trabalho acadêmico.. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. ret ratando a subjetividade.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira.

formação..atividades de administração: participação em órgãos colegiados. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. estágios de aperf eiçoamen to. prest ação de consultoria especializada. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. municipal ou privado. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. coordenação e/ou assessoramento. No entanto.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. -ensino: desempenho didático. . seminários e outros eventos.. participação em ban cas e xamin adoras. dissertações. orientação de monografias.40. especialização e atualização. analítico e autocrítico. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . técnica ou artística. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: .re com enda. .utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. resultados de pesquisas. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. . situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. exe rcício de f un ções de direção. comitês executivos. . caracterizando a história particular do autor. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. aperfeiçoamento e atualização: cursos. simpósios. estruturando dessa forma o memorial.atividades técnico-cient íficas. analítico e crítico. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. além de servir a tais finalidades. estadual. pelo seu caráter reflexivo. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. cursos e atividades de extensão. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. tanto em sua formação como em sua profissão. participação em congressos. . . 7.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.

atraente. Por fim. a trajetória real que foi seguida (.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. .. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. principalmente. como observa França (1999. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. encadernação sóbria. um projeto gráfico de bom gost o. convém salientar que. apresentado de forma crítica. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. políticos. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. 41 . No entanto. abrangendo sua formação e atuação profissional. expressando as contribuições e perdas de cada momento. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. etc. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. 2000. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada...4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico).O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. nossa história de vida é nossa melhor referência.). p. 7. econômicos e/ou sociais? . cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . Por outro lado. o qu e requer. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. (SEVERINO. com maior segurança possível. um a im pressão cu idadosa. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. quant o aos seus aspectos físicos. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. p. apesar de sua crescente utilização. pelo esmero na redação do texto. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? .. com fidelidade e tranqüilidade. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. O autor precisa estar atento para retratar.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? .176). o memorial pode se destacar. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional.

A redação do texto é precisa e coerente? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .42.A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? ..Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação..A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . relacionando-as com a trajetória pregressa? . .

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 43 .

...44.

Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. Citações em Documentos. seguido pela data de publicação da obra e número da página. “De fato.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico).. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. 259). DIONNE. estão sendo expostas. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. Assim. Em todo o caso.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. São utilizadas para sustentar.. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. diferentemente de textos literários.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas.. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. o trabalho apresentado. 45 . p. fazendo. significado de expressões típicas. Depende do tipo de tese”. p. deve ser seguido em todo o trabalho. As citações podem ser diretas. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas.” (LAVILLE. mesmo Umberto Eco (1988. deixan do para o rodapé out ras informações. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. nos quais é permitida uma apresentação mais livre.121) considera difícil determinar “[. inspirandose nelas.. teórica e empiricamente. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. . 1999. etc. in diret as ou citação de cit ação. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. t radução de palavras estrangeiras. ne las encontrando ilustrações. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). exemplos e modelos. da ABNT. Apresentação. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese.

Vale ressaltar. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). a indicação da página é obrigatória para citação direta.2 Tipos de citação 1... As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.10): “quanto mais se restringe o campo.10). também. Obs. o nome do autor faz parte da frase. p. 2: no primeiro exemplo.” (ECO. fonte e espaçamento interlinear menores. melhor e com mais segurança se trabalha. no segundo exemplo. 1. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.2. sem emprego de aspas. 1988. a entrada – no caso. p. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. com recuo de 4cm da margem esquerda.1 Citação direta. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.” Obs.46. são inseridas no texto. melhor e com mais segurança se trabalha. como nos exemplos que seguem: .

conforme a NBR 10520:2002. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. Como se trata de idéias alheias. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta... É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. não altera. . Todavia.]”. normalmente. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. ‘encomendado’... Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. a referência à fonte é obrigatória pois. 47 .34).2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. tem-se u m caso de plágio. Nas citações in diret as. segu ndo Compagnon (1996. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. de modo reduzido ou abreviado. portan to. o que não lhe tira o caráter científico. Dentre elas. p. p. mas colocado no seu contexto. se ‘encaixar` em temas muito amplos.. 1978. Nesse sentido. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver..] é uma produção de texto [. Ao parafrasear.. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. que é reconhecido como [. caso ela não seja feita. (CASTRO. portanto. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as.. 319). O assunto não deve estar solto no espaço. 1. A paráfrase é a forma de citação indireta que. a escrit a do t ext o origi nal. em tamanho e cont eúdo. da sua curiosidade científica. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. o “trabalho da citação [. p.2.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. ou seja.

. como uma espécie de piloto automático. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. 1999. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. (LAVILLE. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. DIONNE. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. 1999). uma vez que tenha sido bem planejada. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa).85).48. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. (LAVILLE. já qu e. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. p. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. 1999). Esta forma de uso de citação é interessante. sem alterar o seu significado... DIONNE. DIONNE. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa.

. . 49 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1..” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). p. 1994. mas de fazer brotar idéias. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. Esta idéia.. Obs. GEWANDSZNAJDER.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. 1987 apud GIL. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. 1997..: no exemplo acima. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. usa-se o itálic o. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. BOWER. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.31).]”.: no exemplo acima. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. pode ser expressa como citação direta ou indireta.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. p.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.2. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. p. 2001.” (WERNER. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. Obs. usa-se a expressão latina apud2 . por sua vez. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.

.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. 1997.. é admissível o uso da citação da citação.. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. b) Em citação com supressão de parte intermediária. também chamada de segunda mão. citações longas demais. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.50. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [.] é preciso fazer escolhas. Em qualquer desses casos. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. como qualquer outro material. é obrigatório indicar a alteração feita..3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. somente disponível em língua que se desconhece. A citação de citação. em que materiais irá se aprofundar.]” (BEAUD.” “Evite. 125). tomando notas. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). triagens. Nesses casos. p.. igualmente.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. dev e ser usada de modo bastante restrito. então. só vale pelo lugar que ocupa. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. . pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. por se tratar de obra rara ou. [. p. No entanto.. 125) aconselha: “[. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. p. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. 1.. em que terrenos irá concentrar seus esforços. Beaud (1997.. no entanto. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997.

51 . d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. LINTZ. negrito ou itálico) de termos ou expressões..68.” (GOLDENBERG. 70). 2000. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente.” (GOLDENBERG. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante.” (MARTINS. ou então.. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. 1997.21. p. p. p. 1997. grifo dos autores). quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. . torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. grifo nosso).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo.

apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. instrumental . No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época.1. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. 1. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory... 1997. em palestras e debates. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer.52. em 25 de julho de 2002. 1997. . and Descriptive. explanatório e descritivo. p. p. Collective – when a group of cases is studied. tradução nossa). deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. (TELLIS. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. Explanatory. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. (TELLIS.1). coletivo –quando um grupo de casos é estudado.

YIN. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. faz-se o acréscimo de letras minúsculas.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. conforme a lista de referências. publicados em um mesmo ano. 2001) (BUNGE. em ordem alfabética. LAKATOS. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. isto é. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. Umberto Eco (1988. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 53 . após a data e sem espacejamento. em ordem alfabética. SEVERINO. 1972. esses são separados por ponto-e-vírgula.1988). p. RICHARDSON. Nesse sentido. 2001) 1.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. 1976. 1999. 2001. 2000. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. (MARCONI. após apresentar a citação. a referência deve ser exata e precisa.. Quando não for este o caso. . Por isso. bem como averiguável por todos.. 1974. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. mencionados simultaneamente. que se concorde com ela. 1999.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores.

.. .54.

55 . .para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. O uso de abreviaturas.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. 69). dissertações.. os resultados e as conclusões do documento. p. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. como: objetivos . Ex . seu valor e originalidade. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.: Palavras. essa norma define: . Quanto ao estilo da redação e conteúdo.. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. concisa e objetiva. an tecedidas da expre ssão Palavras.. 69). Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. p.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. [. técnicas de abordage m. com o uma das condições exigíveis. Produção textual. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. símbolos. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. 69-70). o método. de acordo com França (2000... (FRA NÇA .’ são supérfluas (FRANÇA. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. Resumo.’. Quanto à redação e estilo de resumos. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho.. a NBR 6028:2003 estabelece. . 2000. Limita-se a um parágrafo. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . valores numéricos e conclusões.. comentários. Também não cabem num resumo citações. críticas e julgamento pessoal do autor. seus resultados e conclusões mais importantes. descobertas. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. fórmulas.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.para t rabal hos acadêm icos (t eses. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.ch ave. ‘O autor do trabalho descreve. equações e diagramas devem ser evitados.. 2000. Leitura. Sobre a extensão do resumo.chave : Narrativa. p.

Rés umé (fran cê s). Palabras clave (espanhol). 4 RATTNER. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. dez. Sch lüsselwörter (al emão). de acordo com a NBR 14724:2005. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. Usam-se. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.O. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Dentre este cenário de tendências contraditórias. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). resumo em pelo menos uma outra língu a. R. Parole c hia vi (italiano). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando.69. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige.. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). 1999. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. além do resumo na língua do público a que este se destina. set.25. p.V A s artes e . v.56. 2. 3 JAPIASSU. embora conduzido pela economia. n. de acordo com a NBR 6022:2003.4 . H. 34-59. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. conforme o caso.20. deve ser apreendido.9. 65-76 . dissertações./dez. em suas dimensões políticas. Educação e Sociedade Sociedade. aperfeiçoamento e/ou especialização). R ia ssunt o (italiano).3 O processo de globalização.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. o desenvolvimento cultural do ser humano. também. histórico-culturais e espaciaisecológicas.S. Motsclés (francês). p. Res ume n (espan h ol ). Zusa mmen fa ssun g (alem ão). Em artigos científicos. 19 95.. v. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. Em trabalhos acadêmicos (teses. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais.

ibidem (ou id. No sistema numérico.científicos como con gr essos. Além disso. No primeiro caso. documentos oficiais.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. e-mail. jorn adas. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página.. conforme a natureza do trabalho. antecedendo apêndices e anexos. dicionário. j ornais. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. dissertações ou monograf ias. que também podem estar localizadas ao final do texto.) e op. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. 57 . homepage. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. teses. relatórios técnicos e legislação. manuais. desta forma. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. ibid. dentre outros. enciclopédias. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. segu e. As notas de rodapé ficam. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. cd-rom. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. capítulo ou artigo.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. etc. ao fim do artigo. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). Nestas situações. consistem em obras como livros.cit. Já em resumos e resenhas. semin ár ios. 3. da ABNT. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. ao fim de cada capítulo. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto)... as referências podem aparecer: em listas após o texto.

1997).). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). FISCHER. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. . porém são conhecidos [1991]..15-21. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. após a editora.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. Quan to à pontu ação. e depois do termo In:.2. M. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. após o título. para o título. após a cidade onde o periódico é publicado.). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). e no final da referência.). t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. Em caso de referência de periódicos. . é usado para separar os autores (FLEURY. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.)). L. Comp. .usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). Ao negrito ser definido um tipo de destaque. seguido de espaço. Alfredo (Org.. Org. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. João. ed. . edição (7.. set.). 3. n.o hífen é utilizado entre páginas (p. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).3.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. respeitando-se os seguintes padrões: .10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). . Humberto). . O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). -o ponto-e-vírgula. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.58.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.. T. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto.os dois pontos são usados antes do subtítulo. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).). p. R. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. .os parênteses são usados para indicar série. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. de forma abreviada (Coord. Rio de Janeiro.. entre o número do ano/volume e o número do periódico.. v. M. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.

Graal. Coordenador. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. São Paulo: Brasiliense. T. 1989. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. Petrópolis: Vozes. seguido da abreviação. . é facultado indicar todos os autores. M.3.. etc. 1986. Vanilda (Org. . Paulo et al.).quando há dois ou três autores.). (Coord. se for o caso). no singular. do tipo de participação. Félix. acrescentandose a expressão latina et al. PAIVA.. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. 59 . seguido de espaço. GUATTARI. entre parênteses. ed.1 Regras quanto à autoria .quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. R.. M. 1986. Em caso de projetos de pesquisa. Sueli.) em coletâneas de vários autores. FREIRE. FLEURY. ed. Atlas. separados por ponto-e-vírgula. Editor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. . (e outros). mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. Micropolíticas : cartografias do desejo. 2. FISCHER. 10. Vivendo e aprendendo. ROLNIK. 1986. L.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.

Gabriel. Lenilson Naveira.. In: SILVA... estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Debates pedagógicos. ed.. . Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. 10. Caio. Tristão de.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. . Quando a entidade tem uma denominação genérica. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. . 212-213.. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro..quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. .. 3 v. . e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. Carlos. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. p. PROCURA-SE um amigo. Curitiba. Rio de Janeiro: Schmidt.).quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. Secretaria da Saúde. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. em pr esas. Anais. associações. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3. esta deve ser indicada como autor. SANTA CATARINA. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. Rio de Janeiro: Record.60. desde que seja a forma adotada pelo autor. congressos. a entrada é feita pelo título. 1979. 1931. Brasília: SEF 1997. 1990. Relatório de atividades. Ilse. ATHAYDE. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Florianópolis. editoriais. em letras maiúsculas. Anais.. . elatório 2001. 1993. etc. 1979. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. este deve constar na referência. instituições).

1997b 3. 2002. RODRIGUES. Brasília: Ministério da Educação. 61 . 1989. Salvador.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. ______. Em caso do uso do subtítulo.. . 2. na seqüência alfabética ascendente. São Paulo: Saraiva. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. I...2 Regras quanto ao título e subtítulo . deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. RODRIGUES. sem chegar aos dois pontos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . [Trabalhos apresentados]. 1997b. . acrescentam-se letras minúsculas ao ano. São Paulo: Hucitec. São Paulo: Hucitec. Adyr Balastreri. 1997a. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. Turismo.3.quando não existir título. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. separados por dois pontos. seguido de ponto. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. modernidade e globalização . 1989. RODRIGUES. . apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico).quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. CHIAVENATO. entre colchetes. 1997a.

indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. MAIA.. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. 21. . Antonio Joaquim.: (No livro: Editora Atlas S. Belo Horizonte: [s. ambos na língu a do document o. .3.em caso de haver duas editoras. Em caso de informações complementares à edição. I.].62.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. Obs. São Paulo: Cortez.A. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. ALFONSO-GOLDFARB. Das mulheres e das flores. e ampl. 1995. (Coord.História da ciência: o mapa do conhecimento. desde que sejam dispensáveis para a identificação. SEVERINO. 1974.) .n.quando não se tem o nome da editora. YIN. São Paulo: Atlas. Robert K. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. Carlos A.). P Objetivo competência: por uma nova lógica. VALENCIA. 2001. ed. esta deve ser identificada na referência.. Metodologia do trabalho científico. ZARIFIAN. 2000. 2001. rev. Estudo de caso : planejamento e métodos. .3 Regras quanto à edição e editora . ed. Porto Alegre: Bookman. 3. . indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.]. Já se forem três ou mais.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Ana Maria.n. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. São Paulo: EDUSP. 2.a partir da segunda edição.

indica-se o primeiro ou o mais destacado.l.: s.: No documento de que trata a referência acima.]. Discursos do pregador. RJ . deve ser indicada entre colchetes.l. Obs. 1981. mas pode ser identificada. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.]: Ex Libris.. . J.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. [S.quando a cidade não aparece no documento. AL. .quando houver mais de um local para uma só editora. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. Viçosa. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. deve-se utilizar a expressão sine loco. CASTRO. 1977. 63 .quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.. Cria e recria.quando o local é desconhecido. .l. entre colchetes.4 Regras quanto ao local . abreviada e entre colchetes [S. [São Paulo]: SDF Editores. dentre outros. [S. Sylvio.3.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. de M. BELTRÃO III. 1994. Viçosa. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. C. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.].n. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. 1930. . LAZZARINI NETO. A prática da pesquisa. abreviadas. Viçosa. MG.

mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 1995. 2. 1996. distribuição.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.. as expressões: Não paginado. 2002.3.64. ao final da referência devem ser indicadas. 3. mar. primavera 2000. sem. (publicação com paginação irregular) . impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.1995. entre colchetes.quando a publicação indicar. 3. . registra-se uma data aproximada. por isso.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. Aug. sempre deve ser indicada.6 Regra quanto à paginação . estes devem aparecer de forma abreviada. no idioma original da publicação. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. as estações do ano tal como figuram na publicação. seja ela de publicação. trimestres.quando em indicações de meses. 3.. após o ponto final.3. trimestre e semestres abreviados. maio/dez. no lugar dos meses./Sept. bim. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. 2001. divisões por bimestres. Autumm 1970. semestres ou estações do ano.

interdisciplinar. Metodologia científica 3. dissertações. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico.1. se houver). Eva Maria. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. política Estado moderno. Antônio. monografias). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. São Paulo: Atlas. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. .1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Luiz Mário Gazzaneo. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. científica. Maquiavel. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. poden do variar conf orme o ti po de documento. Local (nome da cidade): Editora. 1988. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. ao final da referência. menção à edição exclusiva para assinante. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. abreviado(s) ou não). Marina de A. Assim. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. Caso seja indicado. ano de publicação. etc.. 5 Para fins de elaboração de referências. a não ser em casos de nomes próprios). LAKATOS. 65 .4. A. Número da edição (a partir da segunda edição. a NBR 6023: 2002 da A BN T define .4.. científica ed. São Paulo: Hucitec. RODRIGUES. dicionário. 2000. indicação de coedit ores. tr adu tore s. catálogo. B. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. IS BN.1 Monografias 3. 1997. manuais. trabalhos acadêmicos (teses. MARCONI. enciclopédias. como livros. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. ao final da referência). Livros GRAMSCI..4 Modelos de elaboração de referências 3.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to.

Instituição. V. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. local. Bíblia BÍBLIA. Título : subtítulo.] (o grau) – vinculação acadêmica. Edição Ecumênica.66. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Tipo de documento [tese. RODRIGUES. ano da defesa. Dicionário AULETE. Dissertação (Mestrado em Administração) .. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. 1989. trabalho de conclusão de curso. abreviados ou não). ed. 180 f.. 1989. 2002. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Qualidade de vida no trabalho . Rio de Janeiro. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1986. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Português. M.Faculdade de Ciências Econômicas. dissertação. Universidade Federal de Minas Gerais. Caldas. Ano de apresentação. 5 v. 1980. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. . 30 v. Número de folhas ou volumes. Belo Horizonte. 1980. 3. Rio de Janeiro: Delta. Bíblia Sagrada . Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. etc.

seguidos de ponto. HOUASSIS. Enciclopédia e dicionário digital 98. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra..L.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. O padrão da referência é: SOBRENOME. .estado.1. Edição (a partir da segunda. Acesso em: 19 maio 1998. 105 f. G. 51 f. 1990. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. A. Documentos em CD-ROM KOOGAN. etc. São Paulo. Título da obra: subtítulo (se for o caso). N BR 6023:2002). segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. 1997. Obs. O ESTADO DE SÃO PAULO. 1990. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. Prenome do autor da obra como um todo.br/redac/manual. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. 67 . (Ed). Para referenciá-las. MORGADO. A. online. Manual de redação e estilo . 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.. Local: Editora. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . ano.Escola Politécnica.L.html>. Reimplante dentário . 5 CD-ROM. 1990. São Paulo.1. In: SOBRENOME. 3. 1998. Disponível em: <http://www1. São Paulo.4. 3.4. Tese (Livre Docência) . Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. excetuando-se nome próprio. sem negrito ou itálico).com. precedida da expressão Acesso em:. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento.. Universidade de São Paulo. 1990. volumes. São Paulo: Delta: Estadão. M. se houver). Universidade Camilo Castelo Branco. (ABNT .C. cd-rom.

Vida psíquica e organização.1990. Capítulo de livro LAKATOS. seções.).refletindo. Coesão organizacional e ilusão coletiva. História das doutrinas políticas. In: TOLEDO. G. etc.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. etc. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. Rio de Janeiro: Guanabara.). S.. 1987.).68. FREITAS. Organizador.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Curitiba. N as coletâneas. Viagem astral aos domingos. (Org. p. ed. 2000. . BOUTHOUL. Editor. Gilles. 1988.. São Paulo: Atlas.1. Parte de uma obra MOSCA. SOUZA. número de jornal ou caderno de jornal completo. B.br/ livrosonline/leitura_32>. G. fascículo ou número de revistas. Reflexões para o silêncio. matérias jornalísticas. Artigo de coletânea7 AMADO. Fernando C. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. reportagens.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.). editoriais..com. 3. Sociologia da administração . In: MOTTA.4. 3. 5. 7. Maria Ester de (Org. p. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. 103-115. Prestes. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 122-143. Disponível em: <http://www. MACEDO.4. Eva Maria. Acesso em: 25 jul. In: ______. cap. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. 1997. Rio de Janeiro: FGV. In: ______. A.. Os primeiros agregados humanos. p.14-16. bem como matérias apresentadas em u m n úmero.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

Título. 1996... CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Anais.. 1996. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 4.4. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. Recife.. 1996.3.3 Publicações em eventos 3. anais. resultados..htm>.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento... dentre outros. local (cidade) de realização.. ano.ufpe. 2. 2000... Recife: UFPe. Acesso em: 21 jan. 3. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 3.propesq.72.3. Disponível em: <http://www. 1997. 4.4. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Recife: UFPe. como atas. proceedings. Anais eletrônicos. etc. … 2000.. proceedings. Florianópolis.4.) Local de publicação: editora. 1996. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. numeração (se houver).br/anais/anais. do documento (anais. Recife.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. atas. . data da publicação.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

557 Kb.4. Título.000. GIF. ESTADOS UNIDOS. 3. 1999071318. 17:45Z. globo e fotografia aérea.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 1994.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. Itajaí (local). 08 (número do satélite na série). 1999. Local: Editora. Escalas variam.GIF (título do arquivo). color. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. [2000?]. ATLAS Mirador Internacional. 557 Kb (tamanho do arquivo). Escala 1:40. .76. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1 mapa. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. São Paulo. National Oceanic and Atmospheric Administration. GOES (denominação do satélite). SP). Escala 1:2. 13 jul. 1981. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 3 ½ pol. IR04 (banda).000. Disponível em: <http://www.000.jpg>. O padrão de referência é: AUTOR. 1 atlas. 1 atlas. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. Especificação do documento. p.ufl. mapa. GOES-08: SE. Gainesville.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. Itajaí: UNIVALI. 1999 (data da captação). UNIVALI (instituição geradora). 8 ABNT. Acesso em: 15 jan.11.. SE (localização geográfica). data de publicação. 1 imagem de satélite. 17:45Z (horário zulu).6.. 1999.4. 2002. 1 disquete. 13 jul. IR04. Obs.flmnh. Escala. NBR 6023:2002. 3.

Romero. 2000. Geddes 135. dentre outros. . 77 . Quando não existir título para o documento. 51 Kb. 3.4. fotografias. diafilme. color. 25 cm x 20 cm. KOBAYASHI. Altura: 432 pixels.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. diapositivo. 1 disquete. K.. pinturas. 1999. 1 gravura. transparências. Doença dos xavantes. Largura: 376 pixels. 25 cm x 25 cm. Data. desenho técnico. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes.... cartazes. Título. 19 transparências. São Paulo: UMIBO.jpg. Especificação do documento. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. BRITTO. Anne. Formato JPEG.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. [Sem título].7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 5 ¼ pol.4. 1982. color.7. 1 fotografia. 1980. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. caso seja necessário.

color. Produtor (conforme as informações disponíveis). son. VELOSO. conforme o caso).. 1 CD. etc. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. 3. Entrevistadores: V Tremel e M. 1991. Especificação do documento.4..8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. entrevistado. 2 cassetes sonoros. Local: Gravadora (ou equivalente). 1998. Direção: Walter Salles Júnior. Local: Produtora. data e especificação do suporte em unidades físicas. Rio de Janeiro: Riofilme. Garcia. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete.. São Paulo: SENAI-SP. Circuladô vivo. Caetano. Luiz Inácio Lula da. . DVD. Diretor. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. fitas cassete. SILVA. 3. São Paulo: Polygram. videocassetes.78. 1 video sonoro. . No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 2001. 35 mm. 1991]. CDs (compact disc). CENTRAL do Brasil. 1992. Departamento Nacional. Título. Brasília: SENAI/DN.. data. 1 bobina cinematográfica (106 min). dentre outros.4.9 Documento sonoro Compreende discos.

e meio eletrônico.. Descrição física do in terpes soal e efêmero. Version 4. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. Título (caso não exista. assunto em discussão. etc. Especificação do objeto.4.l. animais empalhados. DUCHAMP. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto.doc. Curitiba. [S. 1998.1. Título (do serviço ou produto).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1 escultura variável. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. [China: Companhia das Índias. 13). 18-].4.. listas de discussão. dentre outros). 5 fonte científica ou técnica de disquetes. objetos e suas representações (fósseis. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). Marcel. 1995. . Normas. maquetes.” (ABNT. 9 3. BULE de porcelana. programas de computador. AUTOR(es)se for o caso. p.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. mensagens eletrônicas.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. 79 . esqueletos. objetos de museu. monumentos. 1 CD-ROM. Escultura para viajar. desaparecem rapidamen te. pesquisa. quando identificado). arquivos em disco rígido. Versão (se houver). O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. 1918.]: Microsoft Corporation. NBR 6023:2002. Data. 1 bule.

J. entre parênteses.br> em 11 nov. MARINS. C.4. Tubarão. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. ao final da referência.bdt. n. São Paulo: Brasiliense. 1991. MARTINS.. Bula de remédio. RUBIROSA. 3. 1997. ÁCAROS no Estado de São Paulo. Massa calcificada da naso-faringe. Radiologia Brasileira.80. Digitado. 1999. HINDLE. SC. Memorial [mensagem pessoal]. Responsável técnico Delosmar R. Os princípios da gestão moderna. L. Carlos B.univali. MARQUES. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. Mensagem recebida por <simonegf@sj. E. 57). Modelos matemáticos: exercícios didáticos. São José dos Campos: Johnson & Johnson. 1978. No prelo. Tim. 3.ed. São Paulo: Publifolha. J. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência.. Como fazer apresentações. apostilas. LEAL. 3. O que é sociologia? 7. Acesso em: 30 maio 2002. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).org.23.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Base de Dados Tropical. São Paulo. Bastos. (Primeiros Passos.fat.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Italvino. sem destaque. 1990.4. textos não publicados.ed. Disponível em: <http://www. se houver. 1985.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. . documentos mimeografados e digitados. Niterói.br/ acaro/sp/>. M. 2. podem ser acrescentados. M. Apostila. 1984.4. 2002.

. Deve conter. do alto ao pé da lombada. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.2) . Por outro lado. d) subtítulo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. trabalhos de conclusão de cursos de graduação ..que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. b) nome do autor. 81 . Suas orientações também se aplicam.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. g) ano da entrega (4 dígitos). resenhas. tais como fichamentos. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. e) número de volumes (se houver mais de um. papers e relatórios. no que couber. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. 4. b) título do trabalho. c) identificação de números (volume. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. im presso longitu dinalmente. dissertações. c) título.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . se for o caso: v. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. textuais e pós-textuais. seqü encialmen te.TCC. para elaboração de teses. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados.1 Elementos pré-textuais . deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. impresso da mesma forma que o do autor.. se houver. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais.

b) título principal do trabalho (claro. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). . d) área de concentração. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. dissertação. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. e) data de aprovação. área de concentração. devem ser apresentados. objetivo e nome da instituição a que é submetido.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. f) nom e. trabalho de conclusão de curso. Aparecem em folha separada. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . etc.. . com as respectivas correções. .) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. etc. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. obtenção de determinado grau. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. em seqüência. se houver mais de um.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem).Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). nome da instituição a que é submetido.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. c) subtítulo (se houver. apresenta-se a ficha catalográfica. No verso da folha de rosto. h) ano de entrega (4 dígitos). parte inferior da página. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). d) número de volumes. . como as teses. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca.). .82. preciso.. g) local (cidade) da instituição. c) texto contendo a natureza. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário.

or ganogram as.ver seção 5. . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). Consiste na transcrição de uma frase. esque mas. escrit o por ext enso.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. Apesar de ser escrita por outra pessoa. também denominadas seções primárias). . Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). .Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. na ordem em que aparecem. . pensamento. gráficos." (NBR 6027:2003. fora de parênteses. mapas. etc. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. devem ser alinhados à esquerda. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. 83 .Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. . Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. . .Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. da Parte II deste documento). por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . que é uma lista "de palavras ou frases. com respectivos nomes e números de página. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). p.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. 2).3 da Parte II deste documento). .4. se houver.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . não deve vir entre aspas. da Parte I deste documento. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. abaixo do texto.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.) na ordem em que aparecem no texto. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. desen hos. Se necessário. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. na ordem em que se apresentam no texto. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário.. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. com respectivos nomes e números de página. com o respectivo significado. fluxogramas..ordenadas segun do determ inado cri tério.

con st itu em.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. assim como os prétextuais. 4.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. separados por hífen (ex. Em caso de relatórios de pesquisa científica. O sumário é o último dos elementos prét extu ais.: 32-49). fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). . Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. No en tant o. área de conhecimento ou metodologia adotada..2 Elementos textuais Os elementos textuais. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. ou seja. Nela são descritos os conceitos. Se o trabalho compreender mais de um volume. apresentação.. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. Da mesma forma que na introdu ção. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. contextualiza-o. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. com uma definição clara. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. além de aspectos metodológicos. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. à qual se segu e o desen volvim ento. há distintos modos de organizar o texto. portanto. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. . os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).: 32). o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. está localizado. excetuados os elementos obrigatórios. Conf orme o tipo de trabalh o. análise e interpretação dos resultados. . de u m modo geral . me todologia. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico.84. f inalizan do com uma conclusão. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. que seguem os indicativos das seções. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa.

Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. da Parte II deste documento. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). . A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. seguidos de suas respectivas definições.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. 85 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .. possibilitando sua identificação individual.3 Elementos pós-textuais . segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . utilizados no trabalho. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. 4. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. além de sugestões para outros trabalhos. assuntos. extraídos de um documento. nomes geográficos.Conclusão Como parte final do texto. . comprova ou ilustra o seu conteúdo. dentre outros).Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos.. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). com a indicação de sua localização no texto. que complementa.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. As orientações para sua elaboração. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. . complementar ao seu trabalho. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.

...86.

5. legendas de ilu strações e de t abelas. 87 . algumas normas gerais devem ser seguidas. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. O texto é digitado no anverso da folha (frente). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. notas de rodapé. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.5 entre linhas. Entretanto. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. no caso de dissertações e teses. Quanto ao tipo da fonte. margens direita e inferior: 2 cm. Na folha de rosto.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações).. as informações sobre o trabalho. referências. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). Já na folha de aprovação. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). notas de rodapé. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples.. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).5.4 (21 cm x 29. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. objetivo. com exceção da folha de rosto. . f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. com exceção das citações longas (com mais de três linhas).7 cm ). 5. recomendam-se Times New Roman ou Arial. com form at o A.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. sem brilho. 5. O texto deve ser digitado com espaço 1.

" (NBR 6024:2003). a 2 cm da borda superior. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. alinhado à margem esquerda.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1.2 3 3. pode se dividir em seção secundária.1.1. pre cede o títu lo da seção.1.1 2. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. 5.3 Seção quaternária 1..1.1 2. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2.1 3. 5.1. sendo de le separado por um espaço. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.1 2. Esse indicativo numérico. por sua vez.1 2.2.1. a qual.1. Havendo apêndice(s) e anexo(s). quaternária.2. Seção terciária 1. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. terciária.1. no canto superior direito da folha. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. etc.2 .1 2. a partir da folha de rosto.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1..2 2. em algarismos arábicos. contendo a exposição ordenada do assunto.1.88.

5. caixa alta ou versal. sumário.. no in te rior de um a seção. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico.. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005).. dentre outros. .2.. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. pois do contrário não contribuirão para a análise. o espaçamento duplo entre os parágrafos. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. se inicia em ou tra li nh a. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. fotos. esqu emas. O texto. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. Atenção! Em relação ao itálico. agradecimentos. estas devem começar com um hífen.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. ver 1. qu adros. com exceção da última. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. na seção 3 relatou-se.. gráficos. adotando-se. dele separado por um espaço. referências. usam-se alíneas.27 cm). A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. itálico ou grifo. listas. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.1 Os títulos de errata... hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. fluxogramas. No entanto. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. porém... usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. 89 . e redondo. As alíneas. mapas. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. resumos. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . apêndice(s). Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.1. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. terminam em ponto-e-vírgula. Muitos autores. qualquer que seja a forma adotada. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. 5. exceto a última que termina em ponto.. .. nesse caso. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . or gan ogram as. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. deve ser mantida em todo o trabalho.. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. glossário. em 2..

A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. na mesma página..90. no mínimo. uma abaixo da outra. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. . O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. . por extenso.IBGE (1993). . preferencialmente sem abreviações. . preferencialm ent e.. do respectivo título e/ou legenda explicativa. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. após o fio de fechamento. p. e da fonte. 28): . A tabela. o rodapé.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. também é preciso seguir alguns critérios: . repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. Quadro 5). pode se r apresentada em duas partes. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1.se t iv er poucas colu n as. uma única página. pode ser apresentada em duas ou mais partes. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. Quando não couber em uma folha. lado a lado. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). o espaço do cabeçalho e o terceiro.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. A moldura compreende. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. de forma clara e concisa. breve e clara que dispense consulta ao texto. conclusão para a última e continuação para as demais. Figura 3. o segundo. 5. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. . . sintetizadas a seguir. Q uanto à disposição das in formações. 1993. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. c) ocupar.

conforme o caso. os nomes ou 5. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.se à margem esqu erda da primeira coluna.. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. utiliza-se como fonte o autor. pela natureza do fen ômeno. alinhados à direita. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros.quan do. alinh ando. ‘questionários aplicados’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. ‘observação direta’. caso seja necessário. multiplicação e divisão. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula.. subtração. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço.. 9). quan do os dados se originarem de diversas fontes.. entrevistas ou observação). a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. ‘formulários preenchidos’. / ou – X . 91 . p. por exemplo). ‘en trevist as realizadas’.

O trabalho da citação. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. engenheiros e estudantes.ed. paixão.. FRANÇA. OLÍMPIO. P Educar pela pesquisa. São Paulo: T.). L. GOLDENBERG. C. 2001. Redação de textos científicos. Rio de Janeiro. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. 1978. COMPAGNON. 2003. ECO. 1996. 2005. (Org. 5. 3. Memórias de um orientador de tese. Ed. A aventura sociológica: objetividade. FEITOSA. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . N. 2.M. ______. ______. CASTRO. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. ______. e aum.J. Rio de Janeiro. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. da UFMG. Rio de Janeiro.ed. 4. 1986. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. A. Rio de Janeiro.ed. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. BARRASS. J. L. p.L. 2000. Florianópolis. FLÔRES.C.L. Belo Horizonte: Ed. Rio de Janeiro: Record. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. ______. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. GIL. M.A. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. São Paulo: Atlas. descrição. 2003.L. da UFSC. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva. M. E. Metodologia do ensino superior. Rio de Janeiro. ______. 1998. ______. Belo Horizonte: Editora UFMG. 2003..N. 1997. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. In: NUNES. ______. DEMO.ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. R. 2002. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Zahar.. pesquisa quantitativa e qualitativa. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. U. GEWANDSZNAJDER. relatório. Campinas: . 2002. 1992. resumo. 1997. Rio de Janeiro. 1989. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais.M. improviso e método na pesquisa social.. . São Paulo: Pioneira. 1988. A. Rio de Janeiro. 2003. narração. rev. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 1997.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A.. de O.307-326. V. Queiroz. dissertação. Autores Associados.C. 2. BEAUD. CANCELIER. Campinas: Papirus.92. 1996.

1975. 1993.. São Paulo: Atlas. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. Disponível em: http:// www. R. YIN.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2.B.ed. M. L. Normas de apresentação tabular.. de A. 21.W. MARCONI.nova. de A.). 3. n.M. 3. ROESCH. São Paulo: Atlas.. n. trabalhos de conclusão. G. TELLIS. LEITE. São Paulo: Companhia Melhoramentos. Pesquisa e produção escrita. Porto Alegre: Artmed. . 1993. rev. Florianópolis: Ed.R.. C. M.html Acesso em 26/02/02. LAKATOS.A.. SELLTIZ. 1997. Metodologia do trabalho científico. p.ed. LINTZ.L. Belo Horizonte: Editora UFMG.ed. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. M. S. 5. 1991.ed. Florianópolis: OAB/ SC. de A. São Paulo: Atlas. C. 1999. SEVERINO. MARCONI. TOMANIK.99109. 3. Rio de Janeiro: Agir. 2001. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa.A. IBGE.. 3. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas./set.M. São Paulo: Atlas. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. 2001.. A . Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. J. de O. 1999. Estudo de caso: planejamento e métodos. A monografia jurídica. da escolha do assunto à apresentação gráfica. J. MARTINS. 93 . 1985.. São Paulo: Saraiva.ed. C.8. São Paulo: Atlas. p. Manual da monografia jurídica. E. A. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. J. In: The Qualitative Report. Maringá: EDUEM. L. E. 1997. Rio de Janeiro: IBGE.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. W. KIDDER. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. . E. S. 2. 2000. 1992. 5. Metodologia do trabalho científico. Metodologia do trabalho científico. 1999. Métodos de pesquisa nas relações sociais. Turismo: visão e ação. e ampl. 1994. Escrevendo e . MEDEIROS. ano 4. COOK. Fundamentos de metodologia científica. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. NUNES.M.K. F das C. Porto Alegre: Bookman. H. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. L. 1999. 104.ed.ed. M.ed. ed. sept. São Paulo: Cortez. abr. LEAL.L (Org. 2. LAVILLE. E. 2001.. WRIGHTSMAN. 2000. HÜHNE. A. v. São Paulo: EPU. 2. DIONNE. 19. Application of a Case Study Methodology. da UFSC. LAKATOS.A. 1997. São Paulo: Cortez. SOUZA. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa.. dissertações e estudos de caso. 1998. PASOLD. J. E.S.

94. ...

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .. 95 .

. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. excetuando-se a 1ª letra] ..96. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.

97 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ...

.. na Universidade do Vale de Itajaí. Orientador: Prof(a). Centro de Educação Zzzzz.98. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.

Orientador: Prof...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Dr. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. 99 . Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .

e aprovada pelo Curso de ...... ........... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas..... [Local].......100................. UNIVALI – CE de São José Prof. .. Dra...... MSc... Centro de Educação de ... ... [dia] de [mês] de [ano]...... ..... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ........ Dr...... da Universidade do Vale do Itajaí..... . sub-título em minúsculas] ...... . ........................ ..... Prof... 3 cm Área de Concentração: ..... . ......

Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. 101 . Msc. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Centro de Educação de Balneário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. 14 de fevereiro de 2003. Dra... Dr. Prof. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.

... 10 1......................................... 16 2..........1 Justificativa .................................................................. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .......102..2 Expectativas e aspirações ..................... 40 3............................................................................................................................................3 Resistência.....................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ...................................................................... 43 3............................................................2 Objetivos da pesquisa ....................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ............................................................................... 77 APÊNDICES ..........................................................................................................................................................................................................................................................1..2 Fontes documentais ...................................................... 46 4 RESULTADOS ... 71 REFERÊNCIAS .. 57 4........................ 39 3................ Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .............................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ...........................................................................1 Breve história das principais concepções do passado .............................................................................1 Concepções teóricas ............................................................................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...... 14 2.................................................................................. 50 4............1.................................................... 18 2......................................................... 49 4...3 Estratégias e instrumentos .................................................................................................................................................................................................................................................................. 11 1....... aceitação e cooperação .............. 80 ........

) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .. 103 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.. contendo de 100 a 250 palavras. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.