UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

de dezembro de 2005. 81.4.. 58. 89. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.. 90.724. . 87. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.

.............................................................................. 25 Propósitos .............1 5.......2 3................................................................................................... 21 Procedimentos ...... 30 Elementos textuais ....................2 5............ 21 Propósitos . 17 Ficha bibliográfica .............................................................. 35 Avaliação .1 2........................4......................................... 31 Avaliação ...........Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ................................................................. 33 Propósitos ..................1 4.......... 37 ................................................ 15 Conceito .............................................................................................................................................................................................4 6.............................. 34 Tipos de relatórios .............................5 4 4................................................................................... 10 1 2 2........................................................................................................................................................... 33 Conceito .....................................................................................1 6............................................................................................................... 15 Os propósitos do fichamento .......... 09 PARTE I .............................................. 17 Ficha de leitura .................................3..................................................................................................................4 5.........2 2.........4 3 3...................................................................2 5. 29 Elementos pré-textuais ...........................4 5...............................................................................................4.............................................................................. 31 RELATÓRIO .... 23 Avaliação ............ 22 A apresentação da resenha .................................................................3....................................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ............................................ 20 RESENHA CRÍTICA ............................................................ 13 FICHAMENTO .............................................. 30 Elementos pós-textuais .........................................................................4 5 5..............................................3 6................. 21 Conceito .....................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ...........................3 3..........................................3 5.......... 26 Avaliação .........................4 3..................................................................................................................................................................................... 27 Propósitos .......................................2 4.................................................................................... 25 Conceito ..1 3........ 16 Procedimentos ......1 2................................................. 18 Avaliação ........................................................ 27 Conceito .............................3 2...........................................................5 INTRODUÇÃO ............................ 25 Procedimentos .1 5............ 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ...........................................................2 6.................. 34 Procedimentos ....................................................... 26 ARTIGO CIENTÍFICO .............................................................. 24 PAPER........2 2...................4.............................................................................3 5...........................................................................3 4.............................................................................................. 5 ...5 6 6............. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ....4............................................. 27 Procedimentos quanto à elaboração ...............

..................3 Alterações na citação ..................5 3..................4.............................................................2...................... 64 Regra quanto à paginação ........................................................ 68 Publicação periódica como um todo ....4.4 Normas complementares para citação .......2..................................................................... 64 Modelos de elaboração de referências .............. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .................................. 45 1.................3 3............................................................1 7...... 48 1..............3 3......... 7 7.............. 65 Monografias consideradas no todo .1 3.........4................................................................................................................1.3.....................2...............................................4.................................. 65 Monografias ..................................... textual ou literal ..................4.................. 61 Regras quanto à edição e editora ............4 MEMORIAL ....3 7........ 53 2 2........................................... 70 Artigo e/ou matéria de revista....1..................................2 3.......... 55 Exemplos de resumos ...............1 Regras gerais para citação ........................................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo .............. 47 1.....Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .... dentre outros...............................................1 3 3...4...............................................4. 57 Aspectos gráficos das referências .........................................................................4 3.................2 3............................................ 52 1............................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ........................... 71 Publicações em eventos ......... 58 Regras gerais para elaboração de referências ......... 67 Partes de monografia .............................1 3................. 50 1..................6 3.. 69 Partes de publicações périódicas .1 3........2 Tipos de citação ..................................... 72 .................................. 43 1 CITAÇÕES .........................................5 Considerações finais sobre as normas de citação ..........................................................2........4 3.......................................................................................2 3......................... 39 Propósitos ............. 45 1.......................................... 68 Publicações periódicas .....1 3...............................................4..............................2................................................................... em meio eletrônico .......................................................................1 Citação direta...............................................3 Citação da citação .................................3.........................5 3...................................................................................................................................4 3.................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..................3 3....................3..................................................................................................................................... 63 Regras quanto à data ..........4.............. 41 PARTE II ...................2..........................2 3...1 3...........6 3...1....3 3................ 70 Artigo e/ou matéria de jornal .......... 62 Regras quanto ao local .............. boletim........ 40 Avaliação .... 46 1..............................1............................ 39 Procedimentos ..........................................4 3.....................................................2 3...........4.............................................2...............................................3...................4...................................................................................................6..................................................2...........3..............................4......... 46 1...4.....2 Citação indireta: paráfrase e condensação ...3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .........................................2.....3.................. 65 Monografias no todo em meio eletrônico . 39 Conceito ...... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ...2 7....... 59 Regras quanto à autoria.......... 57 Localização das referências ..............................................................................................................................

........................4....4 3...................................4..............................7. Eventos como um todo em meio eletrônico ........2 4.................................................................................................................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ..............8 Eventos como um todo .........10 3...........................................1 4....8 3................ Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ..... 87 Formato ................................................... Documento iconográficoem meio eletrônico .................................2 3.......3 5 5................... Trabalho apresentado em evento ...................... Patente ...........................4.......11 3............................................. 95 Apêndice A .......4 3............3 3.................................................. 103 ................................... Documento jurídico em meio eletrônico .......9 3...................4................................................. Documento tridimensional ......................................4.......................... 98 Apêndice C .......................Modelo de página de abertura (artigo científico) ................4 5.................14 4 4.............................................................................5 3.........3............................................................................................................... 90 Equações e fórmulas ......................4......2 5........4........................................1 3.......................................... Séries e coleções ...................................................................................................................... Legislação .................... 81 Elementos pré-textuais ...................................................................................................... Documento sonoro ...........Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .....................................4...........4...........................................4........... 7 ..........................................6 5............................................. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ...................................2 3................................4..................4..............................5 5...........13 3..................................................................................4........................................... Bula de remédio ..............12 3......4 3.................... 96 Apêndice B ...... Jurisprudência ..6......................................Exemplo de sumário .....................................................4.........1 5. Documento cartográfico em meio eletrônico ................3............................3.......................... Imagem em movimento .......................................................................4............................................ 84 Elementos pós-textuais ........ 87 Paginação ..................................... Documentos jurídicos ................................................................................4............................................... Documento iconográfico ...........................................................................4...............1 3....................................4............3 3...........................................................7 5............................ 100 Apêndice D ................. Doutrina ......1 3........................... 91 REFERÊNCIAS ........ 92 APÊNDICES ....................................... 89 Tabelas ..........3 5..........4..... Notas ......... 102 Apêndice E ........................... Documento cartográfico ....................4.....Capa de trabalhos acadêmico-científicos ......... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ................................4................. 87 Margens e espacejamento ............................... 88 Parágrafo ..............................1 3....................................6 3..............7 3.....4.................................4..... 81 Elementos textuais .....4................................................................................................................3..................................... 89 Ilustrações ................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .............................................4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3..................................................... 88 Títulos e indicavos numéricos ...........................

.8.. .

esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. E viden te men te . Est as orientações.. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. conse qü en tem en te. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. Certamente. 9 . A UNIVALI destaca. desde os primeiros períodos. o domínio de conceitos reelaborados. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. o domínio do saber e da cultura.cien tí fi cos. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. o mais elementar deles. ao artigo científico .do fich amen to. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. em todas as disciplinas. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. da teoria com a empiria.. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . (SEVERINO. Se a ciência é o resultado do confronto. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. entre suas finalidades. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. 2000). característica da formação superior. ou da articu lação. Assim. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A elaboração de trabalhos acadêm icos . a pr odu zir conhecimentos. para quê. conceitual e lógica.

.10. ..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .. 11 ..

...12.

um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. surge o desafio da elaboração própria. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.se con siderar qu e a bu sca. de complexidade e sofisticação crescentes. Ao lado desse fato. A formação universitária.. Demo (1996. deve . requer que as atividades referentes à investigação. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos.. Formular. contorno. Deixa-se para trás a condição de objeto.. assim identificadas: . redijam. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. sobretudo alcancem a capacidade de formular. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. porque significam propriamente a competência. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. a querer saber sempre mais e melhor.. p. A partir daí. registrar a informação e as . dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. se faz. atividade central na vida acadêmica. 13 . passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[.] escrevam. portanto. em todas as áreas do conhecimento. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. perfil..] Aprende a duvidar. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. Por outro lado. expressão.ler e compreender textos teóricos. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. a perguntar.. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica.

projetos de pesquisa).competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . Dessa forma. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. . projeto e relatório de pesquisa.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. artigo cien tífico. documentais ou outras (fazer resumos. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. Esse conjunto de competências. estabelecer relações. dissertação de mestrado e tese de doutorado. ou mesmo o ensaio. aut o. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. observar. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. de re su m os de ar ti gos e de referências. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. extrair significados. explicar. inferir. referências). .14. dominar as praxes de citação e de referência. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. fichamentos. . demonstrar (ou provar) por argumentação. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. interpretar criticamente. . definir. . optou-se pelo fichamento. no entanto.competências cognitivas: . por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. No entanto. papers. subsidiariamente.. relat ór io e mem orial. artigos. .cor rigir.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o.apresentar e discutir temas. resenha crítica. t anto a professores como a acadêmicos. não são aqui tratados. sistemático e intensivo.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. O texto ora apresentado pretende oferecer. . paper. parafrasear. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.. .

literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. 15 . su a compreensão. etc. a exemplo de Nunes (1997). essen ci al par a a elaboração de resenhas. ou. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. alguns autores. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. pa pers. monografias de conclusão de curso. Assim sendo.. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. filosófica. d) organizar as informações colhidas”. A principal utilidade da técnica de fichamento. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. cujo autor é o “fichador”. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. Fichar um texto significa sintetizá-lo. . os fichamentos ou relatórios de leitura.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. coerente e objetivo. portanto. art igos. na Universidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. no caso do professor. A prática do fichamento representa. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. assim. seja ele aluno ou professor. é otimizar a leitura. b) registrar o conteúdo das obras. ent ão. p. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. de textos para aulas. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –..100). além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. palest ras ou confe rências. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. como também registrada e documentada.

e m qualquer caso. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. um artigo. dos quais se falará mais adiante. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. um seminário ou um relatório de pesquisa. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. 2. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. di fer enci a. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. . No segundo tipo (b). conceitos. Assim. nesse caso. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. nesse caso o fichamento consiste.16. Dependendo dos seus propósitos. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. mas que.. Dessa forma. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. que tanto pode ser uma resenha. em geral. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação.se apen as na su a apresen tação..2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. uma monografia. pelo docente ou pelo pesquisador. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. artigos e textos teóricos. b) o fichamento que é feito pelo estudante. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. o docente ou o pesquisador se propôs. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. Ora. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema.

105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. .1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. de um subtítulo. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. . etc. como. 17 . 87. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. ou seja. As fichas. devem conter três elementos: . breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. p. Bibl. 35-45). é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. 1997. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. à direita.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. por serem considerados os mais essenciais.. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. Severino (2000. 207 p. como já foi dito.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. Leite (1985.. p. 42-55) e Pasold (1999. p. após o título geral. Manual da monografia jurídica.112). p.corpo da f ich a. por exemplo.3. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa.). Luiz Antonio Rizzatto. o con teú do propriamente dito. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. Eco (1988. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. arquivo público. 2. São Paulo: Saraiva. pode ser adotado o uso.

citações mais significativas de trechos do conteúdo. ou não. Nesse caso. um comentário sobre o te xto f ichado. dir etas e interligadas.. as citações. o que tornaria a ficha mais completa. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. p. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. idéia ou argumento.18. Pode conter. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. por exemplo. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. p. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. . Pode ficar a critério do professor. como sugere Hühne (1992. 6465). – utilizar linguagem clara. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. juízo de valor destituído de fundamento. no entanto. 2. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados.. dev e o professor ter claro que. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. ao solicitar dos alu nos um fichamento. resumo conteúdo. Assim sendo. ao seu final.3. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. a decisão de incluir. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. Para sua elaboração. outras formas podem ser adotadas. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. ou seja: – ser sucinto. e as citações ou seja. seletivo e objetivo. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. transcrições as citações. objetiva e econômica.

que busca de scobrir regularidades ou le is . se gundo ele. que pre ssupõe um a m etodologia própria. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. 199 7. Rio de Janeiro: Re co rd. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. A socio logia com pree nsiva. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias.. po is cada qual tem um sentido próprio. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. 19 .. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa".UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . Dilthey . (. ex te rno ao indivíduo.. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. para e le . S egundo ele. Ass im . ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . o fato social. M. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos .. Para D urkheim. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. um de se us repres entantes . a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. cujas raízes estão no historicism o ale mão. pois. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais.

.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: . ou seja.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) ..O resumo é sucinto e objetivo? .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .2.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? . 2.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .20. aquele que é solicitado como exercício acadêmico.

em geral. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. em decorrência. prin cipal me nt e. feita por cientistas que. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. Quando realizada como um trabalho acadêm ico.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. A resenha de obras científicas é. que a resenha possibilita. novos conhecimentos.. Portanto. novas teorias. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. além do conhecimento especializado do tema. . 21 . da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. ou seja. 3.. artística ou cultural em seu campo de interesse. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. de um modo geral. têm condições de emitir um juízo crítico. – uma justificativa da apreciação realizada. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação.

a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). de com pe tên cias de l eit ura. econômico. o que muitas vezes depende da obra resenhada.o resumo da obra. Obs. pelo estudante. local.. figuras. etc. . As diretrizes metodológicas que seguem.seu quadro de referências. 3. cargos exercidos.)? e) a quem se destina a obra: grande público. são indispensáveis os seguintes tópicos: . especialistas. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. gráficos. análise e interpretação de textos científicos. baseadas em Severino (2000. Referência: editora e data de publicação. edição. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.a crítica do resenhista. . sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. histórico.22. 51-57). de modo a cumprir sua finalidade. . preço. segundo a percepção do resenhista. criativas? A abordagem dos conhecimentos . número de páginas. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. desenhos. claro. Para fins de t rabalh os acadê micos. têm o propósito de organizar. em relação ao contexto social. profissional ou especializada.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. político. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. objetivo. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). etc. se optar por intitular. obras publicadas. no ent an to.. . sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. títulos. coere nt e. bem como da finalidade ou destino da resenha. p. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.as conclusões do autor.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. 245-246): – Referência autor(es). título. p.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. exemplos. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra.

nas resenhas de boa qualidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. Avalia também sua originalidade. A redação da resenha obedecerá. do texto para identificar seu plano geral. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. Procura estabelecer uma aproximação. em geral. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. os dados sobre a obra. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. seu autor. obrigatoriamente.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. juízo crít ico. 23 . m arcar e esquematizar as idéias relevantes. sucinto e de fácil leitura. bem como a avaliação crítica do resenhista. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. de um modo geral. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. quer dizer.. validade e con tribui ção à discussão do problema. alcance. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . buscar dados sobre o autor. avaliando o texto pela sua coerência interna. como de outros trabalhos acadêmicos. 3. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. n um a seqüên cia adequ ada. ou seja.3 acima. porém corrida.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. . os aspectos teóricos. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. trabalho acadêmico distinto da resenha. termos fundamentais à compreensão do t exto). aparecem. o resumo do conteúdo. . constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. o qual. compondo um texto harmonioso. os aut ores cit ados. no entanto. sobre o vocabulário (conceitos. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a.

.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.24.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . polí tico.Aponta as características mais relevantes da obra? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . econômico. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.O posici onamen to (te ór ico.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . esse item é obrigatório. 3. Quanto à apresentação gráfica. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.a resenha apresenta as idéias principais da obra? ..A obra está corretamente referenciada? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . o su mári o é e lem en to dispensável.ci entíf icos f oram observadas? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . social) do autor é discutido? . .

artigos especializados ou de informação geral. 4. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. com objet ivi dade e clare za. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. 25 . júri simulado. opiniões de especialistas. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. pelo au tor. Na elaboração de um paper. o autor desenvolve análises e argumentações. como os artigos científicos. Sua elaboração consiste na discussão. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. E m algu ns casos. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo... . também. dentre outros tipos de publicações. promover o debate em torno de um assunto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. podendo considerar. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. estudos de caso ou participação em palestras. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários.an alít ica e da criatividade do aluno. Além disso.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica.1 Conceito O paper.

4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . . de forma articulada. 4. f il mes. ao final do texto. como todo t rabalh o acadêmico. et c. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. entretanto. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . o pa per deve apresentar em sua estrutura. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.26. d) sí nt ese con cl usi va.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.cien tí fi cos são respeitadas? . re met en do aos propósitos expressos na apresentação.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . deixando-se claro. Como todo trabalho acadêmico.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. registros ou anotações de palestras.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. lev an tan do argum en tos. 4. tais como: textos..Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . Além disso. artigos.A análise das idéias é coerente/consistente? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . sistematizando-se determinadas etapas.Há lógica na organização geral do texto? . b) destaque dos pontos mais r elev ant es.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . o encadeamento entre as idéias iniciais... desenvolvimento e conclusão. A apresentação gráfica do paper. as etapas de introdução.

o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.los ou pormenorizar aspectos. a partir de novos enfoques ou perspectivas. . No contexto da formação acadêmica.2 Propósitos De um modo geral. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. os propósitos. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. o artigo científico pode abordar conceitos. 88): . . . Entretanto. difere de trabalhos científicos. . ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). ao apresentar de forma completa. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. Além desses objetivos. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. p. idéias. métodos e técnicas. docu men tal. Ao produzir o artigo. 27 . ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. embora sucinta. . ou nela se baseiem. experimental ou de campo). 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5.. dissertações ou teses. discute e divulga idéias.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. Isso permite que outros pesquisadores.. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. como monografias. O artigo científico.

a elaboração deste plano é útil. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. No tópico das considerações finais.sistematize um roteiro básico das idéias. em primeiro lugar. dest acam. fazer comparações. e descrição dos métodos. registros de observações ou evidências factuais. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. . aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. Todavia. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução.. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas.102). independente de ter propósitos distintos. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. ainda.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). para sistematizar a comunicação a ser feita.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. são apresentados os dados do estudo. conceitos. técn icas e equi pam ent os uti lizados). . p. Por out ro l ado. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. porém de forma breve e sintética.28. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. evitando que o autor se perca durante a elaboração. explicando e avaliando os resultados. teorias. se for o caso. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. No desenvolvimento (corpo do artigo).se os seu s re sul tados. de fichamentos. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. De acordo com Leal (2001. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). desenvolvimento e conclusão.2). resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. A elaboração de artigos estimula. 5. mater iais. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. a justificativa do trabalho e suas limitações. fatos ou outros estudos. comparando-se com outros estudos já realizados. é preciso que o autor: .. por fim. que se constitui como dedução lógica do estudo. podendose utilizar tabelas e ilustrações).

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. porém . as expectativas em relação a ele. precisão. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. o que pode prejudicar a sua compreensão. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. Devem ser evitadas as gírias. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. pois. É pre ci so ev it ar. Pode. destacando sua importância teórica ou prática. . . Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. também. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. ainda. p. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar.” (LEAL. A definição do título do artigo deve corresponder. de forma adequada. o e xce sso de subdivisões. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. Vale ressaltar que as divisões. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. motivando para a leitura. ao conteúdo desenvolvido. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.ao apresentar o artigo – na introdução –. 5. 2001. 29 . É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade.no desenvolvimento do artigo. se min ários. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL.. caso isso não aconteça. é conveniente que o autor contextualize o tema.). .106). mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. 2001. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. et c..103).4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. p. a forma como o artigo está organizado.na conclusão. deve o autor dividir o tema em discussão. textuais e pós-textuais. . o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. sugerindo a continuidade das discussões a respeito.

Resumo na língua do texto.4. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. 5. . .1 Elementos pré-textuais . .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). . o desenvolvimento e a conclusão.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução..Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.3 Elementos pós-textuais . onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. . . .4. o currículo.. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.3.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). assim como os endereços postal e eletrônico. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). já detalhados na seção 5.30. 5. precedendo o resumo em língua estrangeira. Segundo a NBR 6022:2003.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. após os elementos pós-textuais. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. então. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Palavras-chave na língua do texto. . ou. 5.4.

referencial teórico claramente identificado.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. 5.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. 2001. Observação: na Parte II deste documento. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. 31 . precedi dos por numeração progressiva. siglas. FEITOSA. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. .: APÊNDICE A . coerente e adequado aos propósitos do artigo. sociedade). . .ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. Para a avaliação de artigos científicos.: ANEXO B . equações e f órmulas. ilustrações e tabelas (seção 5). os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. justificativa e importância do artigo. comprova ou ilustra seu con teúdo. . tais como: a) Quanto ao conteúdo: .. então. 2000).Questionário). . SEVERINO. . podem ser descritos vários critérios (AMR1 .clareza na apresentação dos objetivos. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.Estrutura organizacional da Empresa Alfa).4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda.4 da Parte II deste documento). . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ ..clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. Normalmente.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). complementar ao seu trabalho. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. . . organização. as suposições devem ser claras e justificadas. 5. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. que complementa. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). 1999. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.

precisão e coerência na escrita do texto. . com a corr eta r elação com os f atos analisados. . . ou de um conceito para outro. . .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.linguagem acessível.. . .observância das normas de apresentação de um artigo. . b) Quanto à forma: .uso/seleção de literatura pertinente à análise.resumo claro e informativo. .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado..adequação do título ao conteúdo.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. do t ext o . un idade e art icu lação (encadeamento lógico).32. passagem de um parágrafo para outro. . .coerência e padronização dos termos técnicos. .atendimento aos objetivos propostos.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). . . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. . .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. sem duplo sentido.afirmativas unívocas.objetividade.observância das regras da norma culta.

esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. após terem sido desenvolvidas. uma narração. em diversas disciplinas. 6. então. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. de uma prática ou de um conjunto de práticas.] Relatório é. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. viagens de estudo. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. – as quais.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. o qual. Em Michaelis (1998.. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. . aplicação de uma determinada técnica. [. observação de eventos. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. etc. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. ordinariamente por e scrito .. de menor importância. exper imen tos ou testes de laboratório. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. fatos ou objetos [. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração.. em pelo menos uma das definições. Embora seja utilizado com fr eqü ência. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. p.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . n ão é abordado n este documento.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição.. até mesmo de um objeto. relação. na sua organização ou apresentação.. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos.. realização de uma intervenção ou procedimento especializado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. al go qu e f oi realizado). 33 . acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. seja no seu conteúdo.

etc. p. qualquer que seja seu tipo. Inicialmente. inspeções. Olímpio e Cancelier (1992. a elaborá-los. p. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. 6. de um único assunto. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). avaliações. LAKATOS.. porqu e o fazemos e com que resultados”. produtos ou tecnologias. (MARCONI. cuja síntese.. 2000). medições. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. Quanto à estrutura (partes componentes). 6. procedimentos técnicos. na elaboração de um relatório. por conseguinte. como. mercados. viagens. verificações.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. vistorias. auditorias. O relatório é. Barrass (1986. 1999. observações de campo.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. tem forma de apresentação rigorosa. Dessa forma. elaborada segundo os propósitos deste documento. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. SEVERINO. em campo. . informar sobre o andamento de um projeto. por exemplo. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. durante a sua formação. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. apresenta-se a seguir. etc. em diferentes situações. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. visitas. é importante que o acadêmico aprenda.. of erecer informações e análises sobre empresas. A esse respeito. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce.3 Tipos de relatórios Flôres. que já requerem uma apresentação técnica.34. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. tais como.

: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). para isso são úteis três perguntas: .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. os relatórios podem ser informativos e analíticos.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. informal ou semi-informal). Subdividem-se em: . em decorrência de seus objetivos e destinação. etc.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. ou em data previamente estabelecida (ex. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . as normas contidas no t ópico 5 . . de que a estrutura dos relatórios formais (e.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. portant o..relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. estilo da redação. se for o caso. demarcado. semestral. .. por exemplo. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. . de v isit a e os relat órios administrativos.. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. 35 .4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. pode ser periódico (mensal. são pouco extensos e. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. . inf ormais ou semi -in form ais.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. 6. anual) ou abranger um período de tempo maior. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. da Parte II deste documento. seja qual for o tipo de relatório.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto.

marcado pelo uso de termos técnicos adequados. aparel hos ou si stem as. . sendo o sumário dispensável. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. conforme a extensão do relatório.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. basta a folha de rosto. pela correção da linguagem. adjetivação excessiva. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. sugere-se a estrutura a seguir. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. o estilo simples.. pela ausência de períodos longos. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. preciso e objetivo. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. . detalhes desnecessários. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . construção/teste ou verificação de máquinas. Nota-se que. deve conter um sumário. a partir dessas idéias..36. além da folha de rosto.o quê: identifica a atividade realizada. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. com maior número de páginas.

É escrito em um estilo simples e preciso? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.O relatório se limita ao essencial.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. e seu sumário reflete isso? .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.. são apresentadas de maneira uniforme. notas e referências. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. etc.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. antes de entregá-lo ao professor. . 37 .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . com seus títulos e legendas? .As regras de apresentação (citações.As t abel as e f iguras. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . se hou ver.. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .

.38. ..

portanto. marca de todo trabalho acadêmico. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. ainda. complemen tar mente.. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. uma vez formados. para concorrer a postos no mercado de trabalho. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. e constitui um relato crítico. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. ret ratando a subjetividade. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. . É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. Parte de uma reflexão introspectiva. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. principalment e.. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. portanto. Consiste. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. Apresenta.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. precisarão. podendo esboçar. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. 39 . o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. os quais. Nesse sentido. os resu ltados qu e espera alcançar.1 Conceito Para Severino (2000). em um relato circu nstanciado. 7. conforme as circunstâncias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor.

formação. municipal ou privado. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.re com enda.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. orientação de monografias. estadual. cursos e atividades de extensão.40. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. tanto em sua formação como em sua profissão. . particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.. pelo seu caráter reflexivo. É relevante na elaboração do memorial deixar claro.atividades técnico-cient íficas. -ensino: desempenho didático. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.. estágios de aperf eiçoamen to. . participação em congressos. analítico e autocrítico. comitês executivos. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos .utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. estruturando dessa forma o memorial. participação em ban cas e xamin adoras. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. especialização e atualização. simpósios. prest ação de consultoria especializada. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. além de servir a tais finalidades. . exe rcício de f un ções de direção. caracterizando a história particular do autor. dissertações. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. 7. seminários e outros eventos. . .deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. No entanto. resultados de pesquisas. . Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. técnica ou artística. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . analítico e crítico. coordenação e/ou assessoramento. aperfeiçoamento e atualização: cursos. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica.

deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. apesar de sua crescente utilização. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . políticos. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. . o memorial pode se destacar.176). (SEVERINO.). o qu e requer. Por outro lado. apresentado de forma crítica.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). a trajetória real que foi seguida (. com maior segurança possível. 2000. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. p. Por fim. principalmente. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. um a im pressão cu idadosa. p. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. econômicos e/ou sociais? .. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. expressando as contribuições e perdas de cada momento. abrangendo sua formação e atuação profissional. 41 . nossa história de vida é nossa melhor referência. No entanto.. com fidelidade e tranqüilidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. como observa França (1999.. um projeto gráfico de bom gost o. pelo esmero na redação do texto. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. encadernação sóbria. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. quant o aos seus aspectos físicos.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. etc. atraente. convém salientar que. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. O autor precisa estar atento para retratar. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. 7.

A redação do texto é precisa e coerente? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação. .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? ..42.Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? ..

43 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .

..44..

da ABNT. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. Assim. significado de expressões típicas. 1999.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. t radução de palavras estrangeiras. seguido pela data de publicação da obra e número da página. etc. ne las encontrando ilustrações.” (LAVILLE. 45 .121) considera difícil determinar “[. in diret as ou citação de cit ação. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. fazendo. deve ser seguido em todo o trabalho. “De fato. estão sendo expostas. diferentemente de textos literários. p. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. Em todo o caso. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. exemplos e modelos. Citações em Documentos. deixan do para o rodapé out ras informações. o trabalho apresentado. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas.. inspirandose nelas. teórica e empiricamente.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). p. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). mesmo Umberto Eco (1988. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. 259). as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. São utilizadas para sustentar. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. Apresentação. As citações podem ser diretas. DIONNE. Depende do tipo de tese”. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor.. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações.. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação.

p. melhor e com mais segurança se trabalha. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. Vale ressaltar. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. a entrada – no caso. no segundo exemplo.10): “quanto mais se restringe o campo.. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). o nome do autor faz parte da frase. com recuo de 4cm da margem esquerda. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. a indicação da página é obrigatória para citação direta.2 Tipos de citação 1. como nos exemplos que seguem: . sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002).46.1 Citação direta.. sem emprego de aspas. 1988.2. p. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. fonte e espaçamento interlinear menores.” Obs. também. 2: no primeiro exemplo. melhor e com mais segurança se trabalha.” (ECO. Obs.10). são inseridas no texto. 1. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.

(CASTRO.34). caso ela não seja feita. o “trabalho da citação [. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. p. Nas citações in diret as. se ‘encaixar` em temas muito amplos. 47 . Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. Todavia.. normalmente. segu ndo Compagnon (1996. A paráfrase é a forma de citação indireta que. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. Dentre elas.. 1. 319). p. de modo reduzido ou abreviado. ou seja. portan to.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. a referência à fonte é obrigatória pois. 1978.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. não altera. p. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. portanto. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. conforme a NBR 10520:2002. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. em tamanho e cont eúdo.. a escrit a do t ext o origi nal. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. ‘encomendado’. Como se trata de idéias alheias. que é reconhecido como [. da sua curiosidade científica. Nesse sentido..]”. mas colocado no seu contexto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001.2..] é uma produção de texto [. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.. tem-se u m caso de plágio. Ao parafrasear. o que não lhe tira o caráter científico. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. . de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. O assunto não deve estar solto no espaço..

DIONNE. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. 1999). Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. p... pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Esta forma de uso de citação é interessante. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. DIONNE. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. (LAVILLE. 1999). . Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. (LAVILLE. DIONNE. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). como uma espécie de piloto automático. uma vez que tenha sido bem planejada.85). sem alterar o seu significado. já qu e. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. 1999.48.

e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. 1994. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. Obs. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.]”. p. Esta idéia.31). pode ser expressa como citação direta ou indireta.2. p.. BOWER.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [..: no exemplo acima. 1997.” (WERNER. usa-se a expressão latina apud2 .” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim).: no exemplo acima.. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.. 2001. usa-se o itálic o. p. GEWANDSZNAJDER. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. mas de fazer brotar idéias. . por sua vez.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. 49 . Obs. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. 1987 apud GIL. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.

125) aconselha: “[. b) Em citação com supressão de parte intermediária. 1997.. igualmente.... em que terrenos irá concentrar seus esforços.. como qualquer outro material. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. dev e ser usada de modo bastante restrito. p. é obrigatório indicar a alteração feita. só vale pelo lugar que ocupa. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.. por se tratar de obra rara ou.. A citação de citação. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. p.50. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. é admissível o uso da citação da citação. Beaud (1997. [. Nesses casos. somente disponível em língua que se desconhece. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).] é preciso fazer escolhas. seja para destacar algum de seus termos ou expressões.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. também chamada de segunda mão. tomando notas. p. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. No entanto. no entanto. citações longas demais. .45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. 1. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.” “Evite. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. em que materiais irá se aprofundar.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. triagens. então. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. Em qualquer desses casos..]” (BEAUD. 125). pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central.

. grifo nosso).68. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. negrito ou itálico) de termos ou expressões.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. 1997. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa.” (MARTINS.21.” (GOLDENBERG. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. grifo dos autores). 70). 2000. ou então. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. p. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.. LINTZ.” (GOLDENBERG. . 51 . de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. p. p. 1997.

Explanatory. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época.. and Descriptive. p.52.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. p. em 25 de julho de 2002.1). Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. 1997. .4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal.. em palestras e debates. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. (TELLIS. explanatório e descritivo. instrumental . Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. 1. tradução nossa). apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. (TELLIS. 1997.1. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. Collective – when a group of cases is studied. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.

YIN. 1999. 53 . Quando não for este o caso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. após apresentar a citação. 1999. Nesse sentido. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. em ordem alfabética. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. isto é. p. mencionados simultaneamente. 1976. 2000. (MARCONI.1988). 2001) 1. publicados em um mesmo ano. em ordem alfabética. 2001. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. 1974. RICHARDSON. Umberto Eco (1988. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. .. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. SEVERINO. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. conforme a lista de referências. que se concorde com ela. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. a referência deve ser exata e precisa. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. 2001) (BUNGE.. LAKATOS.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. após a data e sem espacejamento. bem como averiguável por todos. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. Por isso. esses são separados por ponto-e-vírgula. 1972. faz-se o acréscimo de letras minúsculas.

.54...

para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. . que o “resumo deve ressaltar o objetivo. . [.. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. 55 . an tecedidas da expre ssão Palavras. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. concisa e objetiva. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. p. com o uma das condições exigíveis. comentários. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho... valores numéricos e conclusões. de acordo com França (2000. 69-70). 69).’.: Palavras.ch ave.. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. fórmulas. seu valor e originalidade.. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. Limita-se a um parágrafo. seus resultados e conclusões mais importantes. ‘O autor do trabalho descreve. os resultados e as conclusões do documento.para t rabal hos acadêm icos (t eses. o método. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.. p.chave : Narrativa. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. 69). a NBR 6028:2003 estabelece.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”..’ são supérfluas (FRANÇA. Também não cabem num resumo citações. Ex . expressões como: ‘O presente trabalho trata de. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. críticas e julgamento pessoal do autor. Produção textual. Leitura. símbolos. 2000. Quanto à redação e estilo de resumos. Resumo. (FRA NÇA . como: objetivos . equações e diagramas devem ser evitados. técnicas de abordage m. Sobre a extensão do resumo.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. O uso de abreviaturas. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. 2000.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. essa norma define: . . descobertas. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão.. p. dissertações.

Usam-se.S. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês).4 . Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. o desenvolvimento cultural do ser humano. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n.25.. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. dez. dissertações. Dentre este cenário de tendências contraditórias. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. 2. v. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). 34-59. conforme o caso. 19 95. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. resumo em pelo menos uma outra língu a. de acordo com a NBR 14724:2005. set. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Rés umé (fran cê s). em suas dimensões políticas.20. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.9./dez. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). Res ume n (espan h ol ). Palabras clave (espanhol). também. Sch lüsselwörter (al emão). embora conduzido pela economia. de acordo com a NBR 6022:2003.O.69. Em artigos científicos. n. R. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). H.56. R ia ssunt o (italiano). p. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. aperfeiçoamento e/ou especialização). 1999. 65-76 . 3 JAPIASSU.. Parole c hia vi (italiano). Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. Educação e Sociedade Sociedade.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. histórico-culturais e espaciaisecológicas. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. além do resumo na língua do público a que este se destina. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. deve ser apreendido. Em trabalhos acadêmicos (teses. v. Motsclés (francês).3 O processo de globalização. 4 RATTNER. p.V A s artes e .

ao fim de cada capítulo. j ornais. Nestas situações. As notas de rodapé ficam. antecedendo apêndices e anexos. dentre outros. jorn adas. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. No sistema numérico. semin ár ios. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. segu e. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. e-mail.. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. enciclopédias. No primeiro caso. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. dissertações ou monograf ias.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. manuais. conforme a natureza do trabalho.) e op. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. capítulo ou artigo. desta forma. etc. relatórios técnicos e legislação. que também podem estar localizadas ao final do texto. consistem em obras como livros. Além disso. da ABNT.cit. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). homepage.científicos como con gr essos.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. 57 . são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas.. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. Já em resumos e resenhas. ibidem (ou id. 3. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. cd-rom. ibid. as referências podem aparecer: em listas após o texto. dicionário. ao fim do artigo. teses. documentos oficiais. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.

15-21.). entre o número do ano/volume e o número do periódico. edição (7.)).usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR.. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). porém são conhecidos [1991]. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.3. para o título. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração.. respeitando-se os seguintes padrões: .2. Comp. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). p. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. v. Alfredo (Org..). Quan to à pontu ação. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. T. 1997). ed. . pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.). M.os parênteses são usados para indicar série. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. L. após a editora. .. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.. após a cidade onde o periódico é publicado. M.. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). -o ponto-e-vírgula. Rio de Janeiro. n. . Org.os dois pontos são usados antes do subtítulo. e depois do termo In:. após o título. é usado para separar os autores (FLEURY.o hífen é utilizado entre páginas (p. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). .. 3. Em caso de referência de periódicos. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. set. . seguido de espaço. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). . FISCHER. e no final da referência.58.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. R.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. . João. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. de forma abreviada (Coord.).). Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. Humberto).10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).

Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. São Paulo: Brasiliense. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. Paulo et al. 2. FREIRE. (e outros). T. Vanilda (Org.. 1986. Coordenador.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. Félix. (Coord.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.1 Regras quanto à autoria .. seguido da abreviação. 10. . de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. M.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. ed. FISCHER.). entre parênteses. PAIVA. do tipo de participação. . Em caso de projetos de pesquisa. R. M.. FLEURY. é facultado indicar todos os autores. 1986. separados por ponto-e-vírgula. Sueli. Petrópolis: Vozes. Graal. . se for o caso). GUATTARI.quando há dois ou três autores. 1989. 1986. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. no singular.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. ed.) em coletâneas de vários autores. 59 . acrescentandose a expressão latina et al. Micropolíticas : cartografias do desejo. seguido de espaço. ROLNIK. Atlas. L. Vivendo e aprendendo. Editor. etc.).3. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações.

. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. Relatório de atividades.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Anais. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.. ... . Florianópolis.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. elatório 2001. Carlos. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. .. 3. 212-213. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. Rio de Janeiro: Schmidt. . Curitiba.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Gabriel. Rio de Janeiro: Record. Caio. Ilse. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.60. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 1979. ed. Gerência da vida: reflexões filosóficas.). Secretaria da Saúde.. esta deve ser indicada como autor. 3 v. Debates pedagógicos. .. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. desde que seja a forma adotada pelo autor. Anais. 1993. instituições). como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. este deve constar na referência. Tristão de. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. 1979. 1931. em letras maiúsculas. Brasília: SEF 1997. editoriais. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. p. Lenilson Naveira. 10. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. PROCURA-SE um amigo. associações.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. ATHAYDE. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO.. a entrada é feita pelo título. SANTA CATARINA. etc. 1990. In: SILVA. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. Quando a entidade tem uma denominação genérica. em pr esas. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem.. congressos.

. RODRIGUES.. ______. sem chegar aos dois pontos. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 61 . Turismo. 1997b. Salvador. São Paulo: Hucitec. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). 1997a.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . São Paulo: Hucitec. seguido de ponto. Em caso do uso do subtítulo. entre colchetes. 1989. 2002. Brasília: Ministério da Educação. modernidade e globalização . I.2 Regras quanto ao título e subtítulo . 1997b 3.. . CHIAVENATO. separados por dois pontos.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. .quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. São Paulo: Saraiva. Adyr Balastreri. RODRIGUES. [Trabalhos apresentados]. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços.quando não existir título. na seqüência alfabética ascendente. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. RODRIGUES..3. 1997a. 2. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. 1989.

2001.A. SEVERINO. 2. ambos na língu a do document o. ZARIFIAN.].n. 3. Porto Alegre: Bookman.. 2000. Obs. VALENCIA. São Paulo: Atlas. YIN.) . ed. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.História da ciência: o mapa do conhecimento. . desde que sejam dispensáveis para a identificação. Antonio Joaquim. P Objetivo competência: por uma nova lógica. Em caso de informações complementares à edição. rev. ed. 21. esta deve ser identificada na referência. e ampl.3 Regras quanto à edição e editora . 1995. Das mulheres e das flores.quando não se tem o nome da editora. (Coord. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição.].: (No livro: Editora Atlas S. . Carlos A. . 1974. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. MAIA. São Paulo: EDUSP. ALFONSO-GOLDFARB. . Já se forem três ou mais. 2001. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Ana Maria.n.62. Metodologia do trabalho científico. Robert K. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. I. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).a partir da segunda edição. São Paulo: Cortez.). Belo Horizonte: [s.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada.em caso de haver duas editoras.3.. Estudo de caso : planejamento e métodos.

quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. 1977.quando o local é desconhecido.: s. .l. de M. .3. LAZZARINI NETO. 1994. . 63 . Cria e recria.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. BELTRÃO III. A prática da pesquisa. . Obs. Viçosa.l..].l. abreviadas. J. [São Paulo]: SDF Editores.quando houver mais de um local para uma só editora.4 Regras quanto ao local . São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Viçosa. deve-se utilizar a expressão sine loco. CASTRO. [S. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.. MG. Discursos do pregador.: No documento de que trata a referência acima.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. indica-se o primeiro ou o mais destacado. C. dentre outros. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.]. deve ser indicada entre colchetes. [S. AL. mas pode ser identificada. 1981. Sylvio. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.n. 1930. entre colchetes. RJ . Em caso de haver cidades com o mesmo nome. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.]: Ex Libris. abreviada e entre colchetes [S.quando a cidade não aparece no documento. Viçosa.

estes devem aparecer de forma abreviada. no idioma original da publicação. Autumm 1970. 3. divisões por bimestres. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . . conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. trimestre e semestres abreviados.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. 2. seja ela de publicação.. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. (publicação com paginação irregular) . 1996. semestres ou estações do ano.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.1995. registra-se uma data aproximada. as estações do ano tal como figuram na publicação. sem.quando em indicações de meses. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. entre colchetes./Sept. distribuição. primavera 2000.3. as expressões: Não paginado.3. maio/dez. 1995.64. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. sempre deve ser indicada.quando a publicação indicar. bim. 2001.. mar. por isso. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres.6 Regra quanto à paginação . (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. trimestres. 2002. no lugar dos meses. 3. 3. ao final da referência devem ser indicadas. Aug. após o ponto final.

Eva Maria. etc. MARCONI. ao final da referência). tr adu tore s. Número da edição (a partir da segunda edição. catálogo. menção à edição exclusiva para assinante. Luiz Mário Gazzaneo.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Local (nome da cidade): Editora. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. científica. enciclopédias. indicação de coedit ores.4. B.1. se houver). RODRIGUES. . i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. abreviado(s) ou não). manuais. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. Antônio. Caso seja indicado. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. dicionário. política Estado moderno. Metodologia científica 3. poden do variar conf orme o ti po de documento. 1988. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to.4 Modelos de elaboração de referências 3. 65 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1997. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. monografias). A. Marina de A. interdisciplinar. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel.. 2000. dissertações. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 5 Para fins de elaboração de referências. Livros GRAMSCI.1 Monografias 3. Prenome e outros Sobrenomes (se houver.. científica ed. Maquiavel. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. São Paulo: Atlas. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. a não ser em casos de nomes próprios). Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . a NBR 6023: 2002 da A BN T define . LAKATOS.4.. ao final da referência. Assim. trabalhos acadêmicos (teses. IS BN. São Paulo: Hucitec. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. ano de publicação. como livros.

Bíblia Sagrada . 1989. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instituição. Dicionário AULETE. Número de folhas ou volumes. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. ed. dissertação.Faculdade de Ciências Econômicas. 1989. Dissertação (Mestrado em Administração) . Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. V. Rio de Janeiro: Delta. 180 f. Título : subtítulo. local. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. . Belo Horizonte. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Bíblia BÍBLIA. 5 v. abreviados ou não). Edição Ecumênica. Universidade Federal de Minas Gerais.. 2002.] (o grau) – vinculação acadêmica. Qualidade de vida no trabalho . ano da defesa.66. Caldas. Rio de Janeiro. trabalho de conclusão de curso. 1980. RODRIGUES. 30 v. Ano de apresentação. M. Português. 3. 1980. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Tipo de documento [tese. etc. Chicago: Encyclopaedia Britannica. 1986.. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração.

1997. Documentos em CD-ROM KOOGAN. 51 f. Edição (a partir da segunda. Universidade de São Paulo. seguidos de ponto. (Ed).2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. Universidade Camilo Castelo Branco. São Paulo: Delta: Estadão. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo.C.1. Reimplante dentário . A. 105 f.L. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. 3. In: SOBRENOME.. O padrão da referência é: SOBRENOME.estado.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Local: Editora. 1990. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Manual de redação e estilo . (ABNT .html>. etc. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. online. G. Disponível em: <http://www1. excetuando-se nome próprio.L..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. HOUASSIS. São Paulo. 5 CD-ROM. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. 3. Tese (Livre Docência) . N BR 6023:2002). M. ano.com. 1990. 1990. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Enciclopédia e dicionário digital 98.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Para referenciá-las. O ESTADO DE SÃO PAULO. São Paulo. volumes. 67 . 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. sem negrito ou itálico). precedida da expressão Acesso em:. Prenome do autor da obra como um todo.4. Obs. se houver). São Paulo. cd-rom. A. .. Acesso em: 19 maio 1998.1. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.Escola Politécnica.4. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. 1990. Título da obra: subtítulo (se for o caso). Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais .br/redac/manual. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. MORGADO. 1998.

Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Reflexões para o silêncio. Artigo de coletânea7 AMADO. etc.. G. Coesão organizacional e ilusão coletiva. p.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m.refletindo.68. p.).. Capítulo de livro LAKATOS. 122-143.).1990. SOUZA. fascículo ou número de revistas. cap. Acesso em: 25 jul. Gilles.. seções. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.1.). etc. Os primeiros agregados humanos. S.14-16. In: ______. Editor. Fernando C. número de jornal ou caderno de jornal completo. Rio de Janeiro: Guanabara. matérias jornalísticas. Sociologia da administração .4. São Paulo: Atlas. editoriais. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. N as coletâneas. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Curitiba. 3. In: MOTTA. Viagem astral aos domingos. FREITAS. História das doutrinas políticas. p. 3.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.br/ livrosonline/leitura_32>. G..4. Organizador. BOUTHOUL. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Prestes. 1997. ed. Vida psíquica e organização. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas.com. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. B. Parte de uma obra MOSCA. 2000. .). 1988. Rio de Janeiro: FGV. Maria Ester de (Org. (Org. 103-115. Disponível em: <http://www. 1987. 5. reportagens. In: ______. A. 7. MACEDO. Eva Maria. In: TOLEDO.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

… 2000. atas. dentre outros.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.3.) Local de publicação: editora.4. do documento (anais. 1996. Recife. data da publicação.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.4.br/anais/anais. 3. Anais eletrônicos. . Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.. anais.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo..ufpe. ano.. Recife: UFPe. 3.. proceedings.72. 4. etc. Recife. 4. numeração (se houver). 1996. Recife: UFPe.4.. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 1996.3.. como atas. resultados.. 2000. Florianópolis. 1996. Disponível em: <http://www. Título.. proceedings. Acesso em: 21 jan.. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. local (cidade) de realização.htm>. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 2.propesq.3 Publicações em eventos 3. 1997. Anais.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

Gainesville. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 17:45Z (horário zulu). globo e fotografia aérea. 13 jul. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. SE (localização geográfica). [2000?]. 1 atlas. ESTADOS UNIDOS. Disponível em: <http://www.flmnh. Escalas variam. Escala 1:2. 1 imagem de satélite. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. IR04. IR04 (banda). Escala. 1999071318. color. ..4. 1999. 8 ABNT.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.jpg>. 1981. 3.000. p.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 08 (número do satélite na série). data de publicação. Itajaí (local). São Paulo. GOES-08: SE. O padrão de referência é: AUTOR. 557 Kb (tamanho do arquivo).000. Acesso em: 15 jan. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks..000. 1 disquete. 17:45Z. mapa.6.11. ATLAS Mirador Internacional. Especificação do documento. 3 ½ pol. 1 atlas.76. 2002. Itajaí: UNIVALI.4. 13 jul. Regiões de governo do Estado de São Paulo. SP). 1 mapa. NBR 6023:2002. 1994. National Oceanic and Atmospheric Administration. UNIVALI (instituição geradora).6 Documento cartográfico Abrange: atlas.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. Local: Editora. 3. 1999 (data da captação). 557 Kb.GIF (título do arquivo). FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY.ufl. Obs. Título. 1999. GIF. Escala 1:40. GOES (denominação do satélite).

7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras..7. Data. K. 19 transparências. . cartazes.. 1 disquete. Doença dos xavantes. Altura: 432 pixels. 1982.4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Largura: 376 pixels. KOBAYASHI. Romero. Geddes 135.. pinturas. dentre outros.4. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. São Paulo: UMIBO. Anne.. color. desenho técnico. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR.jpg. 5 ¼ pol. 3. 77 . 1999. 51 Kb. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. diapositivo. BRITTO. [Sem título]. 25 cm x 20 cm. 2000. 25 cm x 25 cm. diafilme. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Especificação do documento. 1 gravura. fotografias. 1 fotografia. color. Formato JPEG. Quando não existir título para o documento. caso seja necessário. transparências. Título. 1980.

Brasília: SENAI/DN. Produtor (conforme as informações disponíveis). 1 CD. 1992. videocassetes. Luiz Inácio Lula da. 2 cassetes sonoros. Diretor. Circuladô vivo. CENTRAL do Brasil. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. Título. entrevistado. Departamento Nacional. 1991]. Direção: Walter Salles Júnior. . Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.. 1 bobina cinematográfica (106 min). 2001. 1998. data e especificação do suporte em unidades físicas. 3.9 Documento sonoro Compreende discos. conforme o caso). Local: Gravadora (ou equivalente). color. Local: Produtora. SILVA. 3. Entrevistadores: V Tremel e M. Especificação do documento. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. 1 video sonoro.4... fitas cassete. etc. São Paulo: SENAI-SP. 35 mm. Rio de Janeiro: Riofilme. 1991. CDs (compact disc). Garcia. DVD. .. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. São Paulo: Polygram. dentre outros.4. data. son. Caetano.78. VELOSO.

desaparecem rapidamen te. maquetes. objetos e suas representações (fósseis. arquivos em disco rígido. e meio eletrônico. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto.4.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. AUTOR(es)se for o caso. esqueletos.” (ABNT. listas de discussão.doc. dentre outros). Especificação do objeto. 1 CD-ROM. DUCHAMP. [S. assunto em discussão. NBR 6023:2002. Biblioteca Central. etc. objetos de museu. Título (caso não exista. Título (do serviço ou produto)..10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Escultura para viajar. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. 1998. . Data.l. pesquisa. Marcel. p. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados.1.4. quando identificado). Versão (se houver). BULE de porcelana.. 1995. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. [China: Companhia das Índias. animais empalhados. 79 . 5 fonte científica ou técnica de disquetes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Descrição física do in terpes soal e efêmero. monumentos. Normas. 1 escultura variável. mensagens eletrônicas. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). 9 3. 1 bule. Curitiba. 1918. 18-]. Version 4. 13).]: Microsoft Corporation. programas de computador.

Italvino. E. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. Disponível em: <http://www. documentos mimeografados e digitados. M.org. 2. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). MARQUES. 1984. No prelo. Base de Dados Tropical. MARTINS. 1978. Radiologia Brasileira. São Paulo: Publifolha. Responsável técnico Delosmar R.br> em 11 nov. apostilas. LEAL.80. 57). São Paulo: Brasiliense. podem ser acrescentados. Os princípios da gestão moderna. 1999.4.bdt. sem destaque. Tubarão. 1985.4. Acesso em: 30 maio 2002. 3.ed. J. Massa calcificada da naso-faringe. textos não publicados. Bastos.23. Memorial [mensagem pessoal].14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Niterói. Apostila. . C.fat.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. RUBIROSA. J. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”.. se houver.ed. entre parênteses. 2002. 1990. O que é sociologia? 7.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. 3. São Paulo.br/ acaro/sp/>. Carlos B. n.4. São José dos Campos: Johnson & Johnson. SC. L.univali. Digitado. 1991. 3. MARINS.. Bula de remédio. 1997. HINDLE. M. Tim. ÁCAROS no Estado de São Paulo. ao final da referência. Como fazer apresentações. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. (Primeiros Passos. Mensagem recebida por <simonegf@sj.

a trabalhos de graduação intra e extra-classe. Deve conter. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa).. d) subtítulo. e) número de volumes (se houver mais de um. se for o caso: v. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. .Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. im presso longitu dinalmente. impresso da mesma forma que o do autor. papers e relatórios.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.TCC. tais como fichamentos. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. seqü encialmen te. do alto ao pé da lombada. textuais e pós-textuais.2) . 81 . c) identificação de números (volume. Suas orientações também se aplicam. resenhas. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses.. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . Por outro lado. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. dissertações. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. 4. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. para elaboração de teses.1 Elementos pré-textuais . b) nome do autor. c) título. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. no que couber. se houver. g) ano da entrega (4 dígitos). as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). b) título do trabalho.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A).

Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). como as teses. . nome da instituição a que é submetido. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem).Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. devem ser apresentados.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). d) número de volumes. No verso da folha de rosto. d) área de concentração. . centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. obtenção de determinado grau. b) título principal do trabalho (claro.. em seqüência.82.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. parte inferior da página. se houver mais de um. etc. com as respectivas correções. área de concentração. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver).Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros.).Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). objetivo e nome da instituição a que é submetido. dissertação.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. f) nom e. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. Aparecem em folha separada. . c) texto contendo a natureza.. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. e) data de aprovação. . preciso. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . g) local (cidade) da instituição. trabalho de conclusão de curso. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. . h) ano de entrega (4 dígitos). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. etc. c) subtítulo (se houver. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. apresenta-se a ficha catalográfica. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização.

3 da Parte II deste documento). com o respectivo significado. que é uma lista "de palavras ou frases. . seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). na ordem em que aparecem.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.4. na ordem em que se apresentam no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. da Parte II deste documento). . . pensamento. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . gráficos.. esque mas. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). abaixo do texto. se houver.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. também denominadas seções primárias). na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. escrit o por ext enso. fluxogramas. .) na ordem em que aparecem no texto. desen hos.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. com respectivos nomes e números de página. não deve vir entre aspas.ver seção 5. 83 .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). p. etc. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). fora de parênteses. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. mapas. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. .Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos." (NBR 6027:2003. com respectivos nomes e números de página.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. . devem ser alinhados à esquerda. Se necessário.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. Apesar de ser escrita por outra pessoa. or ganogram as.. .ordenadas segun do determ inado cri tério. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. 2). Consiste na transcrição de uma frase. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. da Parte I deste documento. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). .

área de conhecimento ou metodologia adotada. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. está localizado. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. con st itu em.2 Elementos textuais Os elementos textuais. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. análise e interpretação dos resultados. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. me todologia. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. ou seja. 4. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. portanto. ..: 32-49). que seguem os indicativos das seções. Se o trabalho compreender mais de um volume.. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). apresentação. f inalizan do com uma conclusão. com uma definição clara. contextualiza-o. além de aspectos metodológicos. há distintos modos de organizar o texto. de u m modo geral .84. e)os títu los e su btítulos (se h ouver).Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo.: 32). . O sumário é o último dos elementos prét extu ais. Da mesma forma que na introdu ção. No en tant o. Conf orme o tipo de trabalh o. separados por hífen (ex. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. à qual se segu e o desen volvim ento. assim como os prétextuais. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. . o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Nela são descritos os conceitos. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. excetuados os elementos obrigatórios. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. Em caso de relatórios de pesquisa científica. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas.

Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. .3 Elementos pós-textuais . . dentre outros). segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. utilizados no trabalho. nomes geográficos.Conclusão Como parte final do texto. .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. 85 . assuntos.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. seguidos de suas respectivas definições. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. da Parte II deste documento. extraídos de um documento. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. que complementa. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. 4.. com a indicação de sua localização no texto.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. . consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. comprova ou ilustra o seu conteúdo.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . além de sugestões para outros trabalhos. complementar ao seu trabalho.. possibilitando sua identificação individual. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. As orientações para sua elaboração.

.. .86.

O texto deve ser digitado com espaço 1. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). O texto é digitado no anverso da folha (frente).2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. com form at o A. no caso de dissertações e teses. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).5. 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. recomendam-se Times New Roman ou Arial. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. referências. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica.4 (21 cm x 29. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. as informações sobre o trabalho. Na folha de rosto. notas de rodapé. margens direita e inferior: 2 cm. sem brilho. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. notas de rodapé. Quanto ao tipo da fonte. legendas de ilu strações e de t abelas. com exceção da folha de rosto. Entretanto. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). Já na folha de aprovação. algumas normas gerais devem ser seguidas. 5.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).5 entre linhas. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).. 87 .5. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. objetivo.7 cm ). .. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.

1 3. etc. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.1 2. no canto superior direito da folha.1.. a 2 cm da borda superior. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1. Esse indicativo numérico. 5.1. pre cede o títu lo da seção.1.1 2.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.. Seção terciária 1.2 .2.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.88.1 2. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. Havendo apêndice(s) e anexo(s). a qual. 5. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.3 Seção quaternária 1.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1.2 3 3. quaternária. a partir da folha de rosto.1.1.2.1 2.1 2.1.1. alinhado à margem esquerda. em algarismos arábicos. pode se dividir em seção secundária. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária." (NBR 6024:2003). sendo de le separado por um espaço. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. por sua vez. terciária.1 2.2 2. contendo a exposição ordenada do assunto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.

27 cm). qualquer que seja a forma adotada.. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. 89 .. esqu emas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. apêndice(s). dentre outros.. estas devem começar com um hífen. As alíneas. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. deve ser mantida em todo o trabalho. 5. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior..1. itálico ou grifo.. dele separado por um espaço. porém. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.. mapas.. ver 1. referências. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. No entanto.. na seção 3 relatou-se. caixa alta ou versal. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. e redondo. o espaçamento duplo entre os parágrafos. or gan ogram as. com exceção da última. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. fotos. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. fluxogramas... se m que h aj a necessidade de intitulá-los. . em 2.2. adotando-se. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. pois do contrário não contribuirão para a análise. sumário. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). Muitos autores. qu adros.. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. gráficos. exceto a última que termina em ponto.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. nesse caso. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. terminam em ponto-e-vírgula. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito.1 Os títulos de errata. Atenção! Em relação ao itálico. usam-se alíneas. . listas. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. glossário.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. no in te rior de um a seção. resumos. O texto.. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. se inicia em ou tra li nh a. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem ... preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. 5. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . agradecimentos. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação.

sintetizadas a seguir. preferencialm ent e. p. e da fonte. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão.se t iv er poucas colu n as. Quando não couber em uma folha. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. . As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. pode ser apresentada em duas ou mais partes. preferencialmente sem abreviações. uma abaixo da outra. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. . . t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. 28): . de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1..90. . deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. breve e clara que dispense consulta ao texto. c) ocupar. . o espaço do cabeçalho e o terceiro. 1993.IBGE (1993). conclusão para a última e continuação para as demais.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. também é preciso seguir alguns critérios: . Quadro 5).se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas.. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. Figura 3.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. o segundo. o rodapé. 5.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. lado a lado. no mínimo. Q uanto à disposição das in formações. . pode se r apresentada em duas partes. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). por extenso. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. A tabela. após o fio de fechamento. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. na mesma página. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. A moldura compreende. do respectivo título e/ou legenda explicativa. uma única página. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . de forma clara e concisa. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento.

“Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. quan do os dados se originarem de diversas fontes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . pela natureza do fen ômeno. subtração.. caso seja necessário. conforme o caso. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. alinhados à direita. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. p. ‘formulários preenchidos’. por exemplo). a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela.se à margem esqu erda da primeira coluna. 91 . podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . utiliza-se como fonte o autor.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. entrevistas ou observação). alinh ando... quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados.quan do.. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. multiplicação e divisão. ‘questionários aplicados’. / ou – X . ‘observação direta’. os nomes ou 5. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. ‘en trevist as realizadas’. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. 9).

Como se faz uma tese.N. M. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. CANCELIER.92. A. Queiroz. 1997. O trabalho da citação.ed. dissertação. GOLDENBERG. ______. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 1997. 4. CASTRO. e aum. Rio de Janeiro. Redação de textos científicos. Rio de Janeiro.. 1989. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. BARRASS. A. da UFMG. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Pioneira. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. São Paulo: Perspectiva. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. COMPAGNON. 2. Campinas: Papirus. L. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. 1978. ______. R.M. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: .ed. relatório.. ______. In: NUNES. E. Belo Horizonte: Ed. M. FEITOSA. U. pesquisa quantitativa e qualitativa. FRANÇA. 2002. p.M.ed. rev. 2002.C. . Rio de Janeiro. Florianópolis. 1986. Belo Horizonte: Editora UFMG. C. narração. improviso e método na pesquisa social. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. L. descrição. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação.A. A aventura sociológica: objetividade. ECO. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. V. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.C.L. ______.L. da UFSC. (Org. Memórias de um orientador de tese. Rio de Janeiro. ______. 1996.L. Campinas: . 5. 1998. 1996. resumo. FLÔRES. 3. Rio de Janeiro. 2000.). 2003.307-326. Rio de Janeiro. ______. 2. N.. 1988. DEMO. BEAUD.ed. Rio de Janeiro. de O. 2003. paixão.. Autores Associados. Ed. GEWANDSZNAJDER. OLÍMPIO. ______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. A. São Paulo: T. P Educar pela pesquisa. 2005. 1997. Rio de Janeiro. Metodologia do ensino superior. 2001. engenheiros e estudantes. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. 2003.. 1992.ed. GIL.J. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. J.

Metodologia do trabalho científico. W. Normas de apresentação tabular. 1998. Porto Alegre: Bookman. Estudo de caso: planejamento e métodos. sept.. R.. E. S. E. 3.ed. ano 4. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.. E. TOMANIK. São Paulo: Cortez.S.A. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. rev..ed.B.8. 1992. de A. 3. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. 2000. 2. J. São Paulo: Atlas. . abr. Fundamentos de metodologia científica. dissertações e estudos de caso.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. L.). 2001. L. Turismo: visão e ação. 1999. . São Paulo: Atlas.. 1999. 1997. Application of a Case Study Methodology.ed. 104. TELLIS. C. 2001. SOUZA. In: The Qualitative Report. p./set. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas.A.. LEITE. 1997. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico.. C. LAKATOS. Disponível em: http:// www. de A.R. 2.A. 1999. KIDDER. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa.W. de O. da UFSC. A. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. G..M.nova. e ampl. Pesquisa e produção escrita. LAVILLE. Manual da monografia jurídica. São Paulo: Atlas. Metodologia do trabalho científico. WRIGHTSMAN. ed. MARTINS. J. n. 2000. SEVERINO. Florianópolis: OAB/ SC.M. 5. São Paulo: Companhia Melhoramentos. COOK. 3. NUNES. E. 1975. 93 . p. PASOLD. F das C. DIONNE.K. C.ed.ed. LAKATOS. São Paulo: Saraiva. MEDEIROS. IBGE. J.ed. Belo Horizonte: Editora UFMG. da escolha do assunto à apresentação gráfica. E. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. S. São Paulo: Atlas. M. M. São Paulo: Atlas. Métodos de pesquisa nas relações sociais. Rio de Janeiro: IBGE.. Porto Alegre: Artmed. Escrevendo e . 21. SELLTIZ. MARCONI. São Paulo: EPU. A monografia jurídica. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. 3.L (Org. v. 1994. M. M. de A. Florianópolis: Ed. 19. A.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES.99109. 1985.ed. Metodologia do trabalho científico. 1991. 5. LEAL. A .M. 1999. trabalhos de conclusão. MARCONI. LINTZ.html Acesso em 26/02/02. H. HÜHNE. J. L. 1997. Maringá: EDUEM.ed. ROESCH. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. 2001. Rio de Janeiro: Agir.. São Paulo: Cortez. 2.L. 1993. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. n. YIN. 1993.

. .94..

95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ...

Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..96. excetuando-se a 1ª letra] .

97 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ..

Centro de Educação Zzzzz. Orientador: Prof(a). excetuando-se a 1ª letra] .. na Universidade do Vale de Itajaí. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.98. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.

Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. 99 . Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.. Dr.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Orientador: Prof.

...... e aprovada pelo Curso de .. ..... .. MSc.. UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa........ sub-título em minúsculas] ......... ........ UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas....... [dia] de [mês] de [ano]....... Centro de Educação de .. ...... .... .. Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ...........100..... ............. ... ......... UNIVALI – CE de São José Prof........... Dra. .... [Local].... 3 cm Área de Concentração: ...... Dr..... da Universidade do Vale do Itajaí.. Prof...

Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Prof. Dr. Msc. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. 101 . Centro de Educação de Balneário Camboriú. 14 de fevereiro de 2003. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí.. Dra..

............................ 18 2....................2 Fontes documentais ........................ 46 4 RESULTADOS ............................................................................................................. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..... 77 APÊNDICES ..........................1 Justificativa ..... aceitação e cooperação ...........................................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade .....2 Expectativas e aspirações .......................................................................... 11 1..................... 71 REFERÊNCIAS .................................1.......................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ................................................... 39 3......................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .........1..................................................................................1 Breve história das principais concepções do passado ....................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ....................................................................................................................................................... 10 1.................... 57 4........................................................................ 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA .................................3 Resistência.................................................................................... 16 2........1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ................................................................................................................... 80 ...2 Objetivos da pesquisa .............................1 Concepções teóricas .............................................................. 14 2...................... 50 4......................................................................................................................................................................................... 43 3......................................................................3 Estratégias e instrumentos .................................... 49 4....................... 40 3.................102............................................................................................

é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003. 103 . contendo de 100 a 250 palavras...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful