UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

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Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 89.4... 58. de dezembro de 2005. 87. 81.724. . 90. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.

......................................................... 17 Ficha bibliográfica ........................................................4 3 3.... 31 RELATÓRIO .......4 6............ 21 Procedimentos ....................................................................................................................................2 5.............................................. 13 FICHAMENTO .........................................4 5.............................. 34 Procedimentos ... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ............................................................................................................................................................................. 25 Procedimentos ............... 23 Avaliação ....................................... 15 Conceito ....................................... 10 1 2 2............... 21 Propósitos ................ 16 Procedimentos ............ 30 Elementos textuais .................................................................................1 5................................. 35 Avaliação ....................3.................1 6.............................................................................................................................1 5......................................................1 3.................................................................... 34 Tipos de relatórios ........................................4 5 5....1 2........................................ 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ........................2 5..............4..........................3 4..............................3....................................................... 22 A apresentação da resenha .................................................................................... 15 Os propósitos do fichamento ....................................... 21 Conceito .......2 6..........................................................................5 6 6......3 3........................................... 18 Avaliação .....................................5 4 4.......................................... 25 Propósitos ................................. 25 Conceito .. 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ... 26 Avaliação .....................4 5...................................2 2..................................................................................................................................................1 4................3 5....................................................................................................... 30 Elementos pós-textuais .............................................................3 2............3 6............................................................5 INTRODUÇÃO ................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ......................4................... 09 PARTE I ............................................................ 29 Elementos pré-textuais ..................................................... 27 Propósitos .......... 37 ......................................................................................................................................................................................................4 3..........................................................2 3......... 24 PAPER..........................................2 4....................................................... 33 Conceito ......Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ....................................................................1 2................................................... 27 Procedimentos quanto à elaboração .. 27 Conceito .....................................................................................4...................................................................................................2 2.............................................3 5.....................................4... 31 Avaliação ........................... 33 Propósitos ..................................................................................................................... 17 Ficha de leitura .................... 5 ................................................ 20 RESENHA CRÍTICA ............UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ..................

.................................................... 47 1. 67 Partes de monografia .................................................................... em meio eletrônico ..... 41 PARTE II ............................... 61 Regras quanto à edição e editora ...............................4......4...................................3............................................... 71 Publicações em eventos .........................................................................................................................................................................3 Citação da citação ....................................4........... 52 1......2........................................2 7....................4 3........ 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ..................................2.... 40 Avaliação ........... 50 1..........................3............................................ 48 1.................................................................................. 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .........2............................. 68 Publicação periódica como um todo ..........................................2 3... 7 7.3..................2 3..........................................2.. 67 Parte de monografia em meio eletrônico .......4 3........4.......................1 3 3............ 46 1...........................................................2................................................................................................................................. dentre outros..........................................................3...................6 3................................................3 3. 70 Artigo e/ou matéria de jornal ..... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ............ 62 Regras quanto ao local ............. 43 1 CITAÇÕES ..2 3...........3 Alterações na citação .. 58 Regras gerais para elaboração de referências ........................................... boletim... 55 Exemplos de resumos ..........1............................................................... 68 Publicações periódicas ....2 3.........3................. 70 Artigo e/ou matéria de revista..................................................................................3...4.2 3.......................4........................... 63 Regras quanto à data ...........................................3 3......2 Citação indireta: paráfrase e condensação .................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ..............4 3.......................................... textual ou literal ...2...................... 65 Monografias . 39 Conceito ...4 3.................................................................................1 3.................................................6.2 Tipos de citação .......................................1 3........4...1..................4.........2.........................................................1........................4......................3 3........................................ 72 ....1 Citação direta.................................................................................................5 Considerações finais sobre as normas de citação . 45 1....Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ...............1 7.............. 45 1....................................6 3............4... 46 1....................................................................................1 Regras gerais para citação ..........................5 3......4 Normas complementares para citação ............. 69 Partes de publicações périódicas .........4 MEMORIAL ................................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ............................................ 64 Modelos de elaboração de referências ...........................................................................................1 3........................................................................4.....................2..........1.................................................................................................. 65 Monografias consideradas no todo ...............................5 3................. 64 Regra quanto à paginação ... 39 Procedimentos ........................................................................3 7......... 59 Regras quanto à autoria............. 53 2 2........1 3......................................2...............3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......... 39 Propósitos ..1 3....................................... 57 Localização das referências ...............................3 3.............................................4..........4. 57 Aspectos gráficos das referências .....

............................................................................................................3......................................1 3.....................................3..........................................................................................4.....5 3..................5 5..................4.................................................. Documentos jurídicos ....4...........13 3............................... 95 Apêndice A ........................................................................7..14 4 4....1 3...............................4....Modelo de página de abertura (artigo científico) .......................................................................................4.........................................3........... 98 Apêndice C .........................................................................6 5.................................. 91 REFERÊNCIAS ...............Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .. 102 Apêndice E ....4.............................................................4.................. 87 Formato ............................ Bula de remédio ............................................... 89 Ilustrações ....................4..........4................ Documento iconográficoem meio eletrônico ................................................................................4..................4 3.................................................................. 7 .................6........................10 3.........11 3...............................................12 3......... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................................1 3........................ 96 Apêndice B .............. 100 Apêndice D ....................8 3...................9 3................................................. 103 ......................................................................................................4.................................. Jurisprudência ..4.. 81 Elementos textuais ..3 5 5.........................4 3........2 4.......1 3................................................................................................... Legislação .............................................................................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ......................................................................... Eventos como um todo em meio eletrônico .....2 5.. Documento cartográfico em meio eletrônico .............................4... 88 Títulos e indicavos numéricos .........................4.......................1 5..........................................4............... Notas .............. Documento cartográfico ...............4 3...............................................................................................3 5.................3 3...4.........4............4.....................................4........4.....................3............................................ Séries e coleções .......................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos . Documento iconográfico ....4.. Trabalho apresentado em evento ......................................................... 88 Parágrafo ......6 3................................. Imagem em movimento .................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .................................................................. 90 Equações e fórmulas ..........................7 5...................................................................... Documento sonoro ......................... Documento tridimensional ........2 3....................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ......... Doutrina .......... 89 Tabelas .......................... 87 Margens e espacejamento ..............................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3...............4.....................................7 3.................................................. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ....................... Patente ......1 4...............3 3.......................4 5............................................................................................................................ 92 APÊNDICES ...................................... 84 Elementos pós-textuais .. 81 Elementos pré-textuais ...................2 3........................................................ 87 Paginação .........Exemplo de sumário ......4....................................8 Eventos como um todo ...............4....... Documento jurídico em meio eletrônico ..4.

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o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. em todas as disciplinas. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. para quê. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. ou da articu lação. característica da formação superior. o mais elementar deles. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. ao artigo científico .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co.. o domínio de conceitos reelaborados. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento.. Certamente. conceitual e lógica.cien tí fi cos. E viden te men te . A UNIVALI destaca. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. da teoria com a empiria. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. 9 . Assim. 2000). o domínio do saber e da cultura. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. entre suas finalidades. Se a ciência é o resultado do confronto. A elaboração de trabalhos acadêm icos . desde os primeiros períodos.do fich amen to. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. conse qü en tem en te. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. a pr odu zir conhecimentos. (SEVERINO. Est as orientações. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária.

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11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ...

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buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. perfil. deve . se faz. 13 . p. em todas as áreas do conhecimento. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica.ler e compreender textos teóricos. surge o desafio da elaboração própria. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. assim identificadas: .compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .] escrevam. Deixa-se para trás a condição de objeto.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.. a querer saber sempre mais e melhor.] Aprende a duvidar. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. A partir daí.. a perguntar. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito.. contorno. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. Por outro lado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. redijam.se con siderar qu e a bu sca. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. porque significam propriamente a competência. expressão. de complexidade e sofisticação crescentes. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos.. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. requer que as atividades referentes à investigação. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. atividade central na vida acadêmica. sobretudo alcancem a capacidade de formular. Demo (1996. Formular. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. portanto. A formação universitária.. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual.. registrar a informação e as . à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. Ao lado desse fato.

t anto a professores como a acadêmicos. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. referências). aut o. projeto e relatório de pesquisa. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. estabelecer relações.competências cognitivas: .ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. dominar as praxes de citação e de referência. interpretar criticamente..14. sistemático e intensivo. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. O texto ora apresentado pretende oferecer. demonstrar (ou provar) por argumentação. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.. paper. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. optou-se pelo fichamento. . .competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . de re su m os de ar ti gos e de referências. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. . ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. observar. ou mesmo o ensaio. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. No entanto. explicar. Esse conjunto de competências. artigo cien tífico. dissertação de mestrado e tese de doutorado.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). . resenha crítica.apresentar e discutir temas. parafrasear. no entanto. . relat ór io e mem orial. papers. Dessa forma.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.cor rigir. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. . .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. inferir. documentais ou outras (fazer resumos. artigos. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. definir. projetos de pesquisa). bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. fichamentos. subsidiariamente.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. não são aqui tratados. . extrair significados.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações.

. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. cujo autor é o “fichador”. A prática do fichamento representa. monografias de conclusão de curso. de textos para aulas. assim. a exemplo de Nunes (1997). 15 . é otimizar a leitura. na Universidade. su a compreensão. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. seja ele aluno ou professor. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. alguns autores. p. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. portanto. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. essen ci al par a a elaboração de resenhas. como também registrada e documentada. pa pers. A principal utilidade da técnica de fichamento. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. b) registrar o conteúdo das obras. coerente e objetivo. Assim sendo. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. Fichar um texto significa sintetizá-lo. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. etc.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. filosófica. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. no caso do professor. art igos. ou. ent ão. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. . os fichamentos ou relatórios de leitura. palest ras ou confe rências.100). A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. d) organizar as informações colhidas”..

. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. di fer enci a. uma monografia. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. b) o fichamento que é feito pelo estudante. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. nesse caso o fichamento consiste. Ora. mas que. nesse caso. Dependendo dos seus propósitos. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. um artigo. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. um seminário ou um relatório de pesquisa. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação.. o docente ou o pesquisador se propôs. conceitos. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto.se apen as na su a apresen tação.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. No segundo tipo (b). qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. e m qualquer caso. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. em geral. 2. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. pelo docente ou pelo pesquisador. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. que tanto pode ser uma resenha. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.16. dos quais se falará mais adiante. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. Dessa forma. Assim. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. artigos e textos teóricos..

p. 1997. por serem considerados os mais essenciais. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. p. 17 . pode ser adotado o uso. 2.corpo da f ich a. São Paulo: Saraiva. p. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados.112). devem conter três elementos: .. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. após o título geral.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.. 42-55) e Pasold (1999. Manual da monografia jurídica. Bibl. etc. 207 p. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. por exemplo. Severino (2000. como já foi dito. 35-45). de um subtítulo. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. p. . Leite (1985. .3.). ou seja.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . o con teú do propriamente dito. como. Luiz Antonio Rizzatto.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. Eco (1988. à direita. 87. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. As fichas. arquivo público. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização.

O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. Assim sendo. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. p. como sugere Hühne (1992. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. um comentário sobre o te xto f ichado. a decisão de incluir.. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. idéia ou argumento. Nesse caso. resumo conteúdo. no entanto. – utilizar linguagem clara. ou seja: – ser sucinto. 6465). o que tornaria a ficha mais completa.18. por exemplo. outras formas podem ser adotadas. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. citações mais significativas de trechos do conteúdo. e as citações ou seja. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. Para sua elaboração. ao solicitar dos alu nos um fichamento. dev e o professor ter claro que. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura.. . – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. p. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. juízo de valor destituído de fundamento. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. Pode ficar a critério do professor. Pode conter. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. 2. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. transcrições as citações. as citações.3. ao seu final. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. objetiva e econômica. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. dir etas e interligadas. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. ou não. seletivo e objetivo.

19 . Rio de Janeiro: Re co rd. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais.. A socio logia com pree nsiva. M. o fato social. 199 7. ex te rno ao indivíduo. S egundo ele. cujas raízes estão no historicism o ale mão. pois. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. para e le . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. po is cada qual tem um sentido próprio. Dilthey . Para D urkheim.. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. se gundo ele. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais.. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". um de se us repres entantes . Ass im . O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. que pre ssupõe um a m etodologia própria. (.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. que busca de scobrir regularidades ou le is .. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos .

ou seja.20.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .. 2.O resumo é sucinto e objetivo? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .2. aquele que é solicitado como exercício acadêmico.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..

compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. novos conhecimentos. 21 . . a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.. em geral. que a resenha possibilita. feita por cientistas que. – uma justificativa da apreciação realizada.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. prin cipal me nt e. A resenha de obras científicas é. artística ou cultural em seu campo de interesse. 3. de um modo geral. ou seja. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. em decorrência. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. têm condições de emitir um juízo crítico.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. novas teorias. além do conhecimento especializado do tema. Portanto.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra..

etc. desenhos. exemplos. títulos. obras publicadas. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. Para fins de t rabalh os acadê micos. de com pe tên cias de l eit ura. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. bem como da finalidade ou destino da resenha. têm o propósito de organizar. título. coere nt e. gráficos. p. especialistas.)? e) a quem se destina a obra: grande público. edição. objetivo.as conclusões do autor. histórico.22. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.seu quadro de referências. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. profissional ou especializada. preço. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). Referência: editora e data de publicação. são indispensáveis os seguintes tópicos: .a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações.. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. claro.. se optar por intitular. político. o que muitas vezes depende da obra resenhada. no ent an to. pelo estudante. baseadas em Severino (2000. Obs. 3. número de páginas. . local. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. etc. econômico.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. de modo a cumprir sua finalidade. As diretrizes metodológicas que seguem. segundo a percepção do resenhista.a crítica do resenhista. . criativas? A abordagem dos conhecimentos . análise e interpretação de textos científicos. . .o resumo da obra. em relação ao contexto social. 51-57). p. figuras. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. cargos exercidos. 245-246): – Referência autor(es).

4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. compondo um texto harmonioso. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. o qual. bem como a avaliação crítica do resenhista. validade e con tribui ção à discussão do problema. os dados sobre a obra..3 acima. no entanto.. como de outros trabalhos acadêmicos.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. 23 . 3. alcance. sobre o vocabulário (conceitos. trabalho acadêmico distinto da resenha. aparecem. ou seja. A redação da resenha obedecerá. n um a seqüên cia adequ ada. Procura estabelecer uma aproximação. os aut ores cit ados. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. do texto para identificar seu plano geral. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. avaliando o texto pela sua coerência interna. porém corrida. termos fundamentais à compreensão do t exto). seu autor.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. buscar dados sobre o autor. obrigatoriamente. Avalia também sua originalidade. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . quer dizer. de um modo geral. os aspectos teóricos. . juízo crít ico. o resumo do conteúdo. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. . em geral. sucinto e de fácil leitura. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. nas resenhas de boa qualidade. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor.

o su mári o é e lem en to dispensável.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. econômico.. Quanto à apresentação gráfica. .24..As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. polí tico. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .Aponta as características mais relevantes da obra? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .A obra está corretamente referenciada? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .O posici onamen to (te ór ico. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .ci entíf icos f oram observadas? . esse item é obrigatório. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. 3. social) do autor é discutido? .

o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. . pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários.. Na elaboração de um paper.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . promover o debate em torno de um assunto. podendo considerar. estudos de caso ou participação em palestras. artigos especializados ou de informação geral. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.. 25 .1 Conceito O paper. opiniões de especialistas. também. com objet ivi dade e clare za. pelo au tor. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. Sua elaboração consiste na discussão.an alít ica e da criatividade do aluno. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). 4. Além disso. o autor desenvolve análises e argumentações. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. dentre outros tipos de publicações. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. E m algu ns casos. júri simulado.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. como os artigos científicos. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos.

a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. d) sí nt ese con cl usi va.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . f il mes. deixando-se claro. as etapas de introdução. A apresentação gráfica do paper.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. desenvolvimento e conclusão.A análise das idéias é coerente/consistente? . entretanto. o pa per deve apresentar em sua estrutura.cien tí fi cos são respeitadas? .Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . ao final do texto.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. tais como: textos. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. 4. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . o encadeamento entre as idéias iniciais.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. Como todo trabalho acadêmico. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . a análise do assunto e as conclusões do seu autor.. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.Há lógica na organização geral do texto? . . Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. sistematizando-se determinadas etapas.. Além disso. et c. lev an tan do argum en tos. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. de forma articulada.. como todo t rabalh o acadêmico. registros ou anotações de palestras. artigos. 4.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.26.

p.los ou pormenorizar aspectos.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. ao apresentar de forma completa. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. 88): . . Por sua reduzida dimensão e conteúdo. . Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. Isso permite que outros pesquisadores. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. Ao produzir o artigo. Entretanto. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. . 5..aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. difere de trabalhos científicos. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. embora sucinta.. idéias. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. o artigo científico pode abordar conceitos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. Além desses objetivos. ou nela se baseiem. . 27 . como monografias. . a partir de novos enfoques ou perspectivas. dissertações ou teses. docu men tal. experimental ou de campo).resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. métodos e técnicas.2 Propósitos De um modo geral.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). O artigo científico. discute e divulga idéias. No contexto da formação acadêmica. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. os propósitos. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –.

podendose utilizar tabelas e ilustrações). destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. é preciso que o autor: .102). desenvolvimento e conclusão. comparando-se com outros estudos já realizados. Por out ro l ado.sistematize um roteiro básico das idéias. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. dest acam. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. evitando que o autor se perca durante a elaboração. mater iais. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. e descrição dos métodos. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. ainda. a justificativa do trabalho e suas limitações. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. No tópico das considerações finais. técn icas e equi pam ent os uti lizados)..reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). para sistematizar a comunicação a ser feita. porém de forma breve e sintética. de fichamentos. p. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. De acordo com Leal (2001. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. No desenvolvimento (corpo do artigo). em primeiro lugar. 5. se for o caso. Todavia.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico.28. .se os seu s re sul tados. A elaboração de artigos estimula. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. . independente de ter propósitos distintos. fatos ou outros estudos. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. fazer comparações. por fim.2).. registros de observações ou evidências factuais. explicando e avaliando os resultados. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. que se constitui como dedução lógica do estudo. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. a elaboração deste plano é útil. teorias. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. conceitos. são apresentados os dados do estudo. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos.

A definição do título do artigo deve corresponder. porém . se min ários. 2001. É pre ci so ev it ar. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. . Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. motivando para a leitura. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores.). de forma adequada.103).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. . Pode. é conveniente que o autor contextualize o tema. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. caso isso não aconteça.ao apresentar o artigo – na introdução –. Vale ressaltar que as divisões. ao conteúdo desenvolvido.106). Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. o e xce sso de subdivisões.no desenvolvimento do artigo. também. a forma como o artigo está organizado. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. pois.. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. . 2001. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. et c. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. 29 . ainda. 5. precisão. o que pode prejudicar a sua compreensão. textuais e pós-textuais.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais.na conclusão. deve o autor dividir o tema em discussão. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. Devem ser evitadas as gírias. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.” (LEAL. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. p. destacando sua importância teórica ou prática. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. . mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado.. p. as expectativas em relação a ele. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos.

1 Elementos pré-textuais .4. 5. . então.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).4.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). . .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. Segundo a NBR 6022:2003. . já detalhados na seção 5. ou.3. . 5. 5. o desenvolvimento e a conclusão.30. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento)..2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.Palavras-chave na língua do texto. .Resumo na língua do texto. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos..3 Elementos pós-textuais . após os elementos pós-textuais. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.4. .Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). precedendo o resumo em língua estrangeira. . são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. o currículo.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. assim como os endereços postal e eletrônico.

4. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. . equações e f órmulas. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. Para a avaliação de artigos científicos. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. complementar ao seu trabalho. então. . justificativa e importância do artigo. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . 5.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). 5. . FEITOSA. . . .Estrutura organizacional da Empresa Alfa). organização.clareza na apresentação dos objetivos.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. SEVERINO.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. . Normalmente. que complementa.4 da Parte II deste documento).referencial teórico claramente identificado.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda.Questionário). .ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.: APÊNDICE A . 1999. . os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. . precedi dos por numeração progressiva. 31 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . comprova ou ilustra seu con teúdo.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.: ANEXO B . siglas. 2000). 2001. Observação: na Parte II deste documento. coerente e adequado aos propósitos do artigo. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . sociedade). o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). ilustrações e tabelas (seção 5). são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. as suposições devem ser claras e justificadas.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.

com a corr eta r elação com os f atos analisados. .atendimento aos objetivos propostos. . .objetividade. passagem de um parágrafo para outro.uso/seleção de literatura pertinente à análise. do t ext o . .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.linguagem acessível. . b) Quanto à forma: .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. . precisão e coerência na escrita do texto. . . sem duplo sentido.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. un idade e art icu lação (encadeamento lógico).adequação do título ao conteúdo. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. .32. . .coerência e padronização dos termos técnicos. . .observância das normas de apresentação de um artigo.afirmativas unívocas.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).. . .observância das regras da norma culta. ou de um conceito para outro.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.resumo claro e informativo..elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. .

. Em Michaelis (1998. p. o qual. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. n ão é abordado n este documento. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório.. . na sua organização ou apresentação. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. 6.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem .. em diversas disciplinas. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. em pelo menos uma das definições. de menor importância. exper imen tos ou testes de laboratório. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. [. fatos ou objetos [.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. então. uma narração.. – as quais.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. relação. ordinariamente por e scrito . até mesmo de um objeto. etc. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. de uma prática ou de um conjunto de práticas.] Relatório é. al go qu e f oi realizado). geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. viagens de estudo. aplicação de uma determinada técnica. Embora seja utilizado com fr eqü ência. seja no seu conteúdo. após terem sido desenvolvidas. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. 33 ... 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. observação de eventos.

. p. LAKATOS. etc. p. verificações. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. qualquer que seja seu tipo. informar sobre o andamento de um projeto. Olímpio e Cancelier (1992. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo.34. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. apresenta-se a seguir. inspeções. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. . Barrass (1986. avaliações. Quanto à estrutura (partes componentes). pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. 1999.. viagens. em diferentes situações. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. visitas. A esse respeito. em campo. é importante que o acadêmico aprenda. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. procedimentos técnicos. tais como. 2000). porqu e o fazemos e com que resultados”. of erecer informações e análises sobre empresas. SEVERINO. vistorias. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. cuja síntese. que já requerem uma apresentação técnica.. elaborada segundo os propósitos deste documento.3 Tipos de relatórios Flôres. na elaboração de um relatório. por conseguinte. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. 6. produtos ou tecnologias. Inicialmente. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. (MARCONI. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). de um único assunto.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. a elaborá-los. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. auditorias. durante a sua formação. 6. por exemplo. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. tem forma de apresentação rigorosa. como. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. Dessa forma. mercados. etc. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. O relatório é. medições. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. observações de campo.

1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . 6. os relatórios podem ser informativos e analíticos. Subdividem-se em: . etc. de v isit a e os relat órios administrativos.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). da Parte II deste documento. estilo da redação. . anual) ou abranger um período de tempo maior.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. seja qual for o tipo de relatório.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. ..para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. são pouco extensos e. portant o. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. semestral. se for o caso. inf ormais ou semi -in form ais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. por exemplo. em decorrência de seus objetivos e destinação.. as normas contidas no t ópico 5 .o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. pode ser periódico (mensal. ou em data previamente estabelecida (ex. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. demarcado. informal ou semi-informal).relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. 35 . para isso são úteis três perguntas: . .relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. . de que a estrutura dos relatórios formais (e.

. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. . sendo o sumário dispensável. a partir dessas idéias. o estilo simples. sugere-se a estrutura a seguir. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. Nota-se que. construção/teste ou verificação de máquinas. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. deve conter um sumário. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. adjetivação excessiva. pela ausência de períodos longos. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. . detalhes desnecessários.. pela correção da linguagem. além da folha de rosto. conforme a extensão do relatório.o quê: identifica a atividade realizada. preciso e objetivo.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. basta a folha de rosto. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .36. com maior número de páginas. aparel hos ou si stem as. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno.

e seu sumário reflete isso? .O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . com seus títulos e legendas? . 37 . afastando o supérfluo ou não-pertinente? ..O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. se hou ver. antes de entregá-lo ao professor.É escrito em um estilo simples e preciso? . são apresentadas de maneira uniforme. etc.As regras de apresentação (citações.As t abel as e f iguras. notas e referências.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6..O relatório se limita ao essencial. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.

38. ...

como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades.1 Conceito Para Severino (2000). ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. Parte de uma reflexão introspectiva. principalment e. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. portanto. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos.. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. em um relato circu nstanciado. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. para concorrer a postos no mercado de trabalho. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. precisarão. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. Nesse sentido. complemen tar mente. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. marca de todo trabalho acadêmico. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. portanto. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. ainda. ret ratando a subjetividade. 39 . bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. conforme as circunstâncias. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. uma vez formados. 7. os resu ltados qu e espera alcançar. e constitui um relato crítico. os quais. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. . Apresenta. Consiste. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. podendo esboçar.

. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. aperfeiçoamento e atualização: cursos.re com enda.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. dissertações. caracterizando a história particular do autor. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. . orientação de monografias. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. municipal ou privado. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. especialização e atualização.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. técnica ou artística. No entanto. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. tanto em sua formação como em sua profissão.formação. 7.atividades de administração: participação em órgãos colegiados.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial.. -ensino: desempenho didático. . prest ação de consultoria especializada. estágios de aperf eiçoamen to. analítico e autocrítico. estadual. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. além de servir a tais finalidades. participação em ban cas e xamin adoras. seminários e outros eventos. simpósios. .40. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. comitês executivos. analítico e crítico. pelo seu caráter reflexivo. .atividades técnico-cient íficas. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . participação em congressos. coordenação e/ou assessoramento. . em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . estruturando dessa forma o memorial.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. . cursos e atividades de extensão. exe rcício de f un ções de direção. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. resultados de pesquisas.

lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. um a im pressão cu idadosa. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. expressando as contribuições e perdas de cada momento. o qu e requer. o memorial pode se destacar. com fidelidade e tranqüilidade. 2000. etc. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? ..). deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . com maior segurança possível. um projeto gráfico de bom gost o.. pelo esmero na redação do texto. apesar de sua crescente utilização. No entanto. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. principalmente. 7. encadernação sóbria. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. como observa França (1999.176). Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. quant o aos seus aspectos físicos. abrangendo sua formação e atuação profissional. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. O autor precisa estar atento para retratar. .. Por fim.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. econômicos e/ou sociais? .. atraente. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. apresentado de forma crítica. p. convém salientar que.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . políticos.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. a trajetória real que foi seguida (. (SEVERINO. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. nossa história de vida é nossa melhor referência. p. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. Por outro lado. 41 .4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico).

relacionando-as com a trajetória pregressa? .A redação do texto é precisa e coerente? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? ...A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.42. .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 .

.44...

Citações em Documentos.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. o trabalho apresentado. estão sendo expostas. deixan do para o rodapé out ras informações. seguido pela data de publicação da obra e número da página. Em todo o caso. Depende do tipo de tese”.. diferentemente de textos literários.. mesmo Umberto Eco (1988. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. inspirandose nelas. exemplos e modelos. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. teórica e empiricamente. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.. DIONNE. in diret as ou citação de cit ação. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. da ABNT.. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor.121) considera difícil determinar “[. nelas buscando apoio para seus pontos de vista.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). São utilizadas para sustentar. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. t radução de palavras estrangeiras. 1999. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. p. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. 45 . As citações podem ser diretas. “De fato. etc. Assim.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). . 259). observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. ne las encontrando ilustrações. deve ser seguido em todo o trabalho. p.” (LAVILLE. fazendo. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Apresentação. significado de expressões típicas.

2: no primeiro exemplo. a entrada – no caso. são inseridas no texto.2 Tipos de citação 1.” Obs. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. com recuo de 4cm da margem esquerda. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. Vale ressaltar.10): “quanto mais se restringe o campo.1 Citação direta. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).” (ECO. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.. 1. também. sem emprego de aspas. melhor e com mais segurança se trabalha. p. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. fonte e espaçamento interlinear menores. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. a indicação da página é obrigatória para citação direta. melhor e com mais segurança se trabalha. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.46.10). sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). p. Obs. como nos exemplos que seguem: . As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. o nome do autor faz parte da frase. 1988..2. no segundo exemplo.

portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. Como se trata de idéias alheias. caso ela não seja feita.. Dentre elas. se ‘encaixar` em temas muito amplos. 1978. O assunto não deve estar solto no espaço. (CASTRO. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.]”.. p. A paráfrase é a forma de citação indireta que. não altera. 47 . 319). as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.. ou seja. destaca-se a identificação do tema a ser estudado.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. tem-se u m caso de plágio. 1. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. a escrit a do t ext o origi nal. normalmente.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. conforme a NBR 10520:2002. que é reconhecido como [. Nas citações in diret as. em tamanho e cont eúdo. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. Todavia. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica.2.. da sua curiosidade científica. o “trabalho da citação [. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. mas colocado no seu contexto. .34). p. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. portan to.. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. o que não lhe tira o caráter científico. ‘encomendado’.. de modo reduzido ou abreviado. Nesse sentido. Ao parafrasear..] é uma produção de texto [. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. p. a referência à fonte é obrigatória pois. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. portanto. segu ndo Compagnon (1996..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e.

Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. já qu e. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. sem alterar o seu significado. 1999. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. p. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. DIONNE. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). DIONNE. 1999).48. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. . pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Esta forma de uso de citação é interessante. uma vez que tenha sido bem planejada.. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. 1999). para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. (LAVILLE..85). (LAVILLE. DIONNE. como uma espécie de piloto automático.

31). Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. 49 .: no exemplo acima. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.]”. 1994..2.. . Esta idéia. BOWER. 2001. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.: no exemplo acima. 1997. pode ser expressa como citação direta ou indireta. p. p. p. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.. Obs.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.” (WERNER. mas de fazer brotar idéias. 1987 apud GIL. GEWANDSZNAJDER. Obs. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. por sua vez. usa-se o itálic o. usa-se a expressão latina apud2 ..

pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. p. em que materiais irá se aprofundar. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação... 125) aconselha: “[. dev e ser usada de modo bastante restrito. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).]” (BEAUD. triagens.. b) Em citação com supressão de parte intermediária. citações longas demais. 1997. no entanto. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. [. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. só vale pelo lugar que ocupa. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. por se tratar de obra rara ou. 1. Beaud (1997. somente disponível em língua que se desconhece... A citação de citação.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. então.50. No entanto. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. também chamada de segunda mão. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. p. tomando notas.” “Evite... p. como qualquer outro material. . Nesses casos. igualmente. Em qualquer desses casos. 125).] é preciso fazer escolhas. é admissível o uso da citação da citação. em que terrenos irá concentrar seus esforços. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. é obrigatório indicar a alteração feita.

2000. p. grifo dos autores). deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. LINTZ.” (GOLDENBERG.” (MARTINS. p. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.. negrito ou itálico) de termos ou expressões. ou então. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. . “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. grifo nosso). 1997. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.” (GOLDENBERG.68. 51 . 70). p..21. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. 1997. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.

(TELLIS. Collective – when a group of cases is studied. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. tradução nossa). Explanatory.1).. .52. p. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. instrumental .. em palestras e debates. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. (TELLIS. 1997.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. p. and Descriptive. explanatório e descritivo. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory.1. 1997. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. em 25 de julho de 2002. 1.

publicados em um mesmo ano. Quando não for este o caso. Umberto Eco (1988. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. Nesse sentido.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. p. bem como averiguável por todos. 53 . 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. 1976.. após a data e sem espacejamento. a referência deve ser exata e precisa. 2001. 1974. isto é. (MARCONI. 2001) 1. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. 1972. que se concorde com ela.1988). em ordem alfabética. . Por isso. conforme a lista de referências. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. RICHARDSON. 2001) (BUNGE. em ordem alfabética.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. 2000. SEVERINO.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. mencionados simultaneamente. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. LAKATOS. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. 1999. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.. 1999. após apresentar a citação. esses são separados por ponto-e-vírgula. YIN.

..54. .

] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.. an tecedidas da expre ssão Palavras. 2000. 69). Ex .. . a NBR 6028:2003 estabelece. Limita-se a um parágrafo. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. os resultados e as conclusões do documento. com o uma das condições exigíveis. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.. símbolos. Também não cabem num resumo citações. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. [. essa norma define: . críticas e julgamento pessoal do autor.para t rabal hos acadêm icos (t eses. O uso de abreviaturas. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. dissertações.ch ave. Produção textual. de acordo com França (2000.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. 2000. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. equações e diagramas devem ser evitados..: Palavras. p. . Quanto à redação e estilo de resumos. valores numéricos e conclusões.. 69). seu valor e originalidade. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.chave : Narrativa. concisa e objetiva.. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. 55 . o método. ‘O autor do trabalho descreve.’. . ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. p. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . p. como: objetivos . Resumo. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.. (FRA NÇA . Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. comentários. 69-70). seus resultados e conclusões mais importantes. que o “resumo deve ressaltar o objetivo..’ são supérfluas (FRANÇA. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. técnicas de abordage m. fórmulas. Sobre a extensão do resumo. descobertas. Leitura.

56. Dentre este cenário de tendências contraditórias.. p. 34-59. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). de acordo com a NBR 14724:2005. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). R. H. aperfeiçoamento e/ou especialização). Parole c hia vi (italiano). conforme o caso. set..S. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos./dez. 1999. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. também.20. 2. 19 95.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. deve ser apreendido. o desenvolvimento cultural do ser humano. Motsclés (francês).4 . resumo em pelo menos uma outra língu a. Em trabalhos acadêmicos (teses. em suas dimensões políticas. Educação e Sociedade Sociedade. histórico-culturais e espaciaisecológicas. além do resumo na língua do público a que este se destina. n. Rés umé (fran cê s). dissertações. Sch lüsselwörter (al emão). 65-76 . Em artigos científicos. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. embora conduzido pela economia. Usam-se. p.O.9. v. Res ume n (espan h ol ). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando.V A s artes e . A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Zusa mmen fa ssun g (alem ão). dez. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. de acordo com a NBR 6022:2003. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. 4 RATTNER. Palabras clave (espanhol). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais.69. R ia ssunt o (italiano). TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação.3 O processo de globalização. v.25. 3 JAPIASSU.

conforme a natureza do trabalho. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. 57 . as referências podem aparecer: em listas após o texto. Nestas situações...cit. desta forma. Já em resumos e resenhas. teses. capítulo ou artigo. As notas de rodapé ficam. No sistema numérico.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. consistem em obras como livros. manuais.. Além disso. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. ibidem (ou id. da ABNT. semin ár ios. e-mail. dissertações ou monograf ias.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. enciclopédias. cd-rom. que também podem estar localizadas ao final do texto. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. dentre outros.) e op. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. ao fim do artigo. . dicionário.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. ibid. segu e. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas.científicos como con gr essos. documentos oficiais. antecedendo apêndices e anexos. ao fim de cada capítulo. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). homepage. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. No primeiro caso. jorn adas. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). relatórios técnicos e legislação. j ornais. 3. etc.

usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. respeitando-se os seguintes padrões: .). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). v. -o ponto-e-vírgula.. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. de forma abreviada (Coord.os parênteses são usados para indicar série. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. e depois do termo In:. FISCHER.). Rio de Janeiro. L. 1997).o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada.3. Quan to à pontu ação. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. é usado para separar os autores (FLEURY. para o título. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. . 3.). após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. M. e no final da referência. porém são conhecidos [1991].. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. .as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.). Org. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). Em caso de referência de periódicos. Alfredo (Org.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR.. edição (7. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).). seguido de espaço.2. ed. entre o número do ano/volume e o número do periódico. M.os dois pontos são usados antes do subtítulo.)).a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. . Humberto). . após a editora.. após o título.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). T..15-21. . Comp. R. . set.. após a cidade onde o periódico é publicado. . n.58. João.. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. p.o hífen é utilizado entre páginas (p. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.

1986. M. ed.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. Petrópolis: Vozes.. do tipo de participação. é facultado indicar todos os autores. seguido da abreviação. FLEURY. entre parênteses.3. FREIRE. Editor. Vanilda (Org. R. . PAIVA. seguido de espaço. 1989.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 2.). L. 10. acrescentandose a expressão latina et al. no singular. T. ROLNIK. Coordenador. Sueli.quando há dois ou três autores. GUATTARI. etc.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. se for o caso). Graal. (e outros). 1986. . M. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.).) em coletâneas de vários autores. Vivendo e aprendendo. Félix. FISCHER. ed. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra.. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. 59 . (Coord. 1986. Paulo et al.. Em caso de projetos de pesquisa. . São Paulo: Brasiliense. separados por ponto-e-vírgula. Micropolíticas : cartografias do desejo. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações.1 Regras quanto à autoria . Atlas.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.

associações. . Anais. Relatório de atividades. Tristão de. ed. 1931. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. . d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. Gabriel. Brasília: SEF 1997.60. congressos. etc.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. Debates pedagógicos..quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. 1979.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. elatório 2001. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Secretaria da Saúde. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. In: SILVA. Gerência da vida: reflexões filosóficas. . esta deve ser indicada como autor. . 3 v. PROCURA-SE um amigo. este deve constar na referência. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. Rio de Janeiro: Schmidt.. ATHAYDE. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Lenilson Naveira. Carlos. SANTA CATARINA.. . b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. a entrada é feita pelo título. 10. em pr esas. Caio. p. . seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. 3. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.).. Ilse. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. em letras maiúsculas. Anais. Quando a entidade tem uma denominação genérica. 1990. Rio de Janeiro: Record. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. Curitiba. Florianópolis.. editoriais. desde que seja a forma adotada pelo autor.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. instituições). 1979... 1993.. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 212-213.

. 1997a. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO.. São Paulo: Saraiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . CHIAVENATO.. RODRIGUES. I. Brasília: Ministério da Educação. 2.2 Regras quanto ao título e subtítulo . Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. separados por dois pontos. 1989. 1997b. ______. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). Salvador.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 1989. São Paulo: Hucitec. [Trabalhos apresentados]. Adyr Balastreri. seguido de ponto. . 61 .em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. sem chegar aos dois pontos. entre colchetes. na seqüência alfabética ascendente. Turismo. .quando não existir título. Em caso do uso do subtítulo.. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. modernidade e globalização . 1997b 3. RODRIGUES. 1997a. 2002. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. São Paulo: Hucitec.3.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. RODRIGUES.

ed. 21.62.em caso de haver duas editoras. ZARIFIAN. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). Obs. .n. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada.) .. Porto Alegre: Bookman. Carlos A. São Paulo: Atlas.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. 2001.].a partir da segunda edição. P Objetivo competência: por uma nova lógica. São Paulo: EDUSP. Das mulheres e das flores. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Antonio Joaquim.). 3. 1995.História da ciência: o mapa do conhecimento. rev. . desde que sejam dispensáveis para a identificação. ambos na língu a do document o. I. VALENCIA.]. Metodologia do trabalho científico. Ana Maria. esta deve ser identificada na referência. São Paulo: Cortez.: (No livro: Editora Atlas S. MAIA.3.3 Regras quanto à edição e editora . YIN. ed. . ALFONSO-GOLDFARB. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. e ampl.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. 2001. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. 1974. SEVERINO.quando não se tem o nome da editora. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Estudo de caso : planejamento e métodos. Robert K. . (Coord. 2. Belo Horizonte: [s..A. Já se forem três ou mais. Em caso de informações complementares à edição. 2000.n.

São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Discursos do pregador.]. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. Obs. Viçosa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. [S. . Viçosa. 1981.].. J.l.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. AL. [São Paulo]: SDF Editores. indica-se o primeiro ou o mais destacado. deve ser indicada entre colchetes. MG. 1977.: No documento de que trata a referência acima. de M. abreviada e entre colchetes [S. abreviadas.: s.3. RJ .quando a cidade não aparece no documento. mas pode ser identificada. LAZZARINI NETO.. . utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. 1994. Sylvio. CASTRO. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.quando o local é desconhecido. BELTRÃO III. 63 . A prática da pesquisa.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. . entre colchetes. . [S. 1930.]: Ex Libris.4 Regras quanto ao local . dentre outros. C.n.l. Cria e recria.quando houver mais de um local para uma só editora.l. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. deve-se utilizar a expressão sine loco. Viçosa.

impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. 3.3. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. entre colchetes. maio/dez. sempre deve ser indicada.6 Regra quanto à paginação ./Sept. estes devem aparecer de forma abreviada..quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. divisões por bimestres. trimestres. as estações do ano tal como figuram na publicação. 1996. 3. mar. Autumm 1970. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. Aug. 2001.quando a publicação indicar.1995.64. seja ela de publicação. . 1995. ao final da referência devem ser indicadas. trimestre e semestres abreviados. no idioma original da publicação. 2002.quando em indicações de meses. sem.3. primavera 2000. 2. por isso. semestres ou estações do ano. as expressões: Não paginado. (publicação com paginação irregular) .. bim. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. após o ponto final. registra-se uma data aproximada. no lugar dos meses. distribuição. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 3.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.

1 Monografias 3.4. a não ser em casos de nomes próprios). Assim. IS BN. A.4 Modelos de elaboração de referências 3. indicação de coedit ores. ano de publicação. RODRIGUES. Metodologia científica 3. trabalhos acadêmicos (teses. LAKATOS. científica ed. como livros. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. Livros GRAMSCI. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . 65 . dissertações. Caso seja indicado. dicionário. Eva Maria.. abreviado(s) ou não). Prenome e outros Sobrenomes (se houver.. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Luiz Mário Gazzaneo. monografias).1. etc. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. interdisciplinar. B. ao final da referência. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. menção à edição exclusiva para assinante. poden do variar conf orme o ti po de documento. científica. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. 2000. MARCONI. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. catálogo. Número da edição (a partir da segunda edição. Local (nome da cidade): Editora. São Paulo: Atlas.. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. Antônio. 1988.4. Marina de A. enciclopédias. tr adu tore s. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. manuais. São Paulo: Hucitec. 1997. ao final da referência). política Estado moderno.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. se houver). . Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. Maquiavel. 5 Para fins de elaboração de referências. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento .

Qualidade de vida no trabalho . Bíblia Sagrada . 3. Ano de apresentação. RODRIGUES. Edição Ecumênica. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. etc. Dicionário AULETE. ed. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. 1980. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 1989. Universidade Federal de Minas Gerais. 1989. Instituição. Título : subtítulo. dissertação. Belo Horizonte. ano da defesa. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. 1980. 180 f.] (o grau) – vinculação acadêmica. Tipo de documento [tese. Número de folhas ou volumes. trabalho de conclusão de curso. 30 v. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Rio de Janeiro: Delta. V.Faculdade de Ciências Econômicas. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 1986. Prenome e outros Sobrenomes (se houver... Português. 2002. Caldas. Rio de Janeiro. Dissertação (Mestrado em Administração) . local.66. Chicago: Encyclopaedia Britannica. . Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. M. Bíblia BÍBLIA. abreviados ou não). 5 v.

1990. Manual de redação e estilo . A. ano. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. Enciclopédia e dicionário digital 98. se houver).4. G. 5 CD-ROM. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. N BR 6023:2002). O padrão da referência é: SOBRENOME.C. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Local: Editora. Tese (Livre Docência) . Prenome do autor da obra como um todo. volumes.L. Reimplante dentário . MORGADO. 3. São Paulo: Delta: Estadão.html>. Documentos em CD-ROM KOOGAN. 1998. sem negrito ou itálico). 67 .estado. precedida da expressão Acesso em:. Para referenciá-las. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. A.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos.1.. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. cd-rom. 3.L. In: SOBRENOME. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo.. 105 f. Título da obra: subtítulo (se for o caso). artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. 1990. Disponível em: <http://www1. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . Acesso em: 19 maio 1998.. 1990. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. São Paulo. . online. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 51 f. (ABNT .4. São Paulo. etc.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. (Ed). 1990. Edição (a partir da segunda.1.com. excetuando-se nome próprio. Universidade de São Paulo. seguidos de ponto. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico.br/redac/manual. Obs. São Paulo. O ESTADO DE SÃO PAULO. Universidade Camilo Castelo Branco. HOUASSIS. 1997.Escola Politécnica. M.

Parte de uma obra MOSCA. In: ______. (Org.. ed. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas.1990. Maria Ester de (Org. p.). Artigo de coletânea7 AMADO. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. In: TOLEDO.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas.14-16. editoriais. p. 1997. reportagens. 7. Fernando C. etc. cap. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. Capítulo de livro LAKATOS. B. In: ______. seções. Rio de Janeiro: FGV.. fascículo ou número de revistas.). N as coletâneas. Sociologia da administração . 3. Gilles. Editor. Os primeiros agregados humanos. G. número de jornal ou caderno de jornal completo. matérias jornalísticas. A. Viagem astral aos domingos. 103-115. SOUZA. Eva Maria. 5. etc. 3.). Reflexões para o silêncio. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Prestes. Curitiba. FREITAS. MACEDO. BOUTHOUL. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra.1. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. Coesão organizacional e ilusão coletiva. . geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.).com.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. História das doutrinas políticas.br/ livrosonline/leitura_32>. 1988. Acesso em: 25 jul. p. 1987. São Paulo: Atlas. 2000.4.68. In: MOTTA. 122-143. Disponível em: <http://www. Rio de Janeiro: Guanabara. Vida psíquica e organização. S..refletindo.4. G. Organizador. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial..

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

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70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

Disponível em: <http://www. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. do documento (anais... Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. resultados.... Recife. atas. Recife: UFPe.) Local de publicação: editora.3 Publicações em eventos 3.3. 1996. dentre outros. local (cidade) de realização.br/anais/anais.72. como atas.. … 2000. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. numeração (se houver). anais. ano. proceedings. Acesso em: 21 jan. proceedings. Anais eletrônicos.. . 1996.ufpe. etc.4. 1996. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Recife. 3. data da publicação. Título...4.. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. Anais. 1996. 3.propesq. 2.htm>. Florianópolis.3. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.4. 4. 4.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. Recife: UFPe. 2000.. 1997.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

Especificação do documento.11. 1 atlas. globo e fotografia aérea. 3. 08 (número do satélite na série). ATLAS Mirador Internacional.. Local: Editora. 1 disquete. GOES-08: SE.jpg>.000.flmnh. 13 jul. 3 ½ pol. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. Escalas variam. 1999071318.GIF (título do arquivo).: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 1981. 1999 (data da captação). color. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. 1 atlas. SE (localização geográfica). 3. p.76. Gainesville. 1999. 8 ABNT.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. NBR 6023:2002. data de publicação.000. Itajaí: UNIVALI.. Escala. O padrão de referência é: AUTOR. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 17:45Z (horário zulu). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1 imagem de satélite.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. São Paulo. IR04 (banda). 557 Kb. ESTADOS UNIDOS. 17:45Z. 2002. IR04. National Oceanic and Atmospheric Administration. Acesso em: 15 jan. 13 jul. SP). Obs. Escala 1:40. Disponível em: <http://www.4.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. .ufl. GIF. 557 Kb (tamanho do arquivo). FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. GOES (denominação do satélite).000. 1 mapa. mapa. [2000?]. UNIVALI (instituição geradora). Escala 1:2.6. Título. 1994.4. Itajaí (local). 1999.

Especificação do documento. 19 transparências. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. fotografias. color. caso seja necessário. Título. [Sem título]. 25 cm x 20 cm. BRITTO. K. Geddes 135. Doença dos xavantes. diafilme. cartazes. 1 disquete. transparências. 25 cm x 25 cm. 1 fotografia.4.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. 1999. Romero. Anne.. 3... 2000. Largura: 376 pixels. Data.4. pinturas. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. color.. .7. 1980. KOBAYASHI. Altura: 432 pixels.jpg. 77 . Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. diapositivo. São Paulo: UMIBO. 1982. desenho técnico. 51 Kb. dentre outros. Formato JPEG. 5 ¼ pol. Quando não existir título para o documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1 gravura.

entrevistado. Rio de Janeiro: Riofilme.78. Caetano.. fitas cassete. Entrevistadores: V Tremel e M. data e especificação do suporte em unidades físicas. Direção: Walter Salles Júnior. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. data. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. 2001. Especificação do documento. 1 bobina cinematográfica (106 min). 2 cassetes sonoros. 3.4. Local: Produtora. Brasília: SENAI/DN. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 1 video sonoro. 1998. 1992. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 35 mm. 1991]. DVD. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Local: Gravadora (ou equivalente).. color. Diretor.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. CDs (compact disc).4. 3. São Paulo: Polygram. 1 CD. São Paulo: SENAI-SP.9 Documento sonoro Compreende discos.. SILVA. Título. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. Circuladô vivo.. videocassetes. etc. Luiz Inácio Lula da. Departamento Nacional. Garcia. CENTRAL do Brasil. dentre outros. son. conforme o caso). . também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. 1991. Produtor (conforme as informações disponíveis). . VELOSO.

quando identificado). O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. e meio eletrônico. assunto em discussão. programas de computador. Version 4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Biblioteca Central. Normas. 1 CD-ROM. Versão (se houver). Curitiba. .l. desaparecem rapidamen te. pesquisa. arquivos em disco rígido. animais empalhados. AUTOR(es)se for o caso.doc.4. dentre outros).. Escultura para viajar. 1 escultura variável. Especificação do objeto.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. p.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. 13). [China: Companhia das Índias. [S. monumentos. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. objetos de museu. 1998.]: Microsoft Corporation. Título (do serviço ou produto). Descrição física do in terpes soal e efêmero. esqueletos.1. Data. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). 79 . 1 bule. listas de discussão. 18-]. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. NBR 6023:2002. Título (caso não exista. objetos e suas representações (fósseis. maquetes.” (ABNT. etc. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto.. 1995. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. 1918. Marcel. 9 3. BULE de porcelana. mensagens eletrônicas.4. DUCHAMP.

Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Apostila. 3. LEAL. Carlos B.org. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. Base de Dados Tropical. 2002. n. L.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo.br/ acaro/sp/>. 1985. Radiologia Brasileira. RUBIROSA.23. Digitado. 57). 2. Niterói.4. 1978.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. M. Como fazer apresentações. J. ao final da referência. Acesso em: 30 maio 2002. No prelo. textos não publicados. Bula de remédio. apostilas. se houver. (Primeiros Passos. Tim..bdt. podem ser acrescentados. sem destaque. MARQUES. Responsável técnico Delosmar R. 1991. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Tubarão.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos.univali. Disponível em: <http://www. O que é sociologia? 7. M. Memorial [mensagem pessoal]. São José dos Campos: Johnson & Johnson. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).4. 1999. Bastos. 1997. entre parênteses.. documentos mimeografados e digitados. SC. .4. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”.fat. 3. J. 1984. C. 1990. Mensagem recebida por <simonegf@sj. Italvino.br> em 11 nov.ed. E. ÁCAROS no Estado de São Paulo. São Paulo.80. São Paulo: Publifolha. 3. MARTINS. Os princípios da gestão moderna. HINDLE. São Paulo: Brasiliense. MARINS. Massa calcificada da naso-faringe.ed.

. im presso longitu dinalmente. b) título do trabalho. g) ano da entrega (4 dígitos).Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. resenhas.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. c) identificação de números (volume. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. Suas orientações também se aplicam..2) . e) número de volumes (se houver mais de um. tais como fichamentos.TCC. para elaboração de teses. se houver. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. no que couber.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). deve ser especificado o respectivo volume em cada capa).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. impresso da mesma forma que o do autor.1 Elementos pré-textuais . onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. c) título. se for o caso: v. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. Deve conter. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. Por outro lado. b) nome do autor. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. 4. papers e relatórios. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). 81 . . do alto ao pé da lombada. seqü encialmen te. textuais e pós-textuais. dissertações. d) subtítulo.

apresenta-se a ficha catalográfica. objetivo e nome da instituição a que é submetido. . área de concentração..Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. h) ano de entrega (4 dígitos).) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. .Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. d) área de concentração. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). obtenção de determinado grau. e) data de aprovação. . conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. como as teses. f) nom e.). b) título principal do trabalho (claro. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. etc. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. d) número de volumes.82. g) local (cidade) da instituição.. etc.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. . com a identificação do conteúdo que permita a indexação). centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. b) título do trabalho e subtítulo (se houver).Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). se houver mais de um. No verso da folha de rosto. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. Aparecem em folha separada. . nome da instituição a que é submetido. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. c) texto contendo a natureza. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. trabalho de conclusão de curso. c) subtítulo (se houver. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). com as respectivas correções. parte inferior da página. em seqüência. dissertação. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. preciso. devem ser apresentados.

qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. . na ordem em que se apresentam no texto. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos).4. esque mas.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. abaixo do texto.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões.) na ordem em que aparecem no texto. devem ser alinhados à esquerda.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). não deve vir entre aspas. d) os indicativos das seções que compõem o sumário.. também denominadas seções primárias). . or ganogram as.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.ver seção 5. mapas. se houver. .Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. fluxogramas. escrit o por ext enso. . Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. ." (NBR 6027:2003.3 da Parte II deste documento). fora de parênteses. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. Se necessário. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . com respectivos nomes e números de página.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos).Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. da Parte I deste documento. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). 83 ..Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. com o respectivo significado. Apesar de ser escrita por outra pessoa. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. Consiste na transcrição de uma frase. . etc. 2). na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. que é uma lista "de palavras ou frases. na ordem em que aparecem. pensamento. . com respectivos nomes e números de página. gráficos. . p. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração.ordenadas segun do determ inado cri tério. desen hos. da Parte II deste documento). b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos.

resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico.. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. à qual se segu e o desen volvim ento.: 32-49). concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. há distintos modos de organizar o texto. com uma definição clara. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. Se o trabalho compreender mais de um volume. 4. Nela são descritos os conceitos. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). . ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. separados por hífen (ex. . área de conhecimento ou metodologia adotada. está localizado.84. que seguem os indicativos das seções. No en tant o. Da mesma forma que na introdu ção. me todologia.: 32). ou seja. assim como os prétextuais. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. excetuados os elementos obrigatórios.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. f inalizan do com uma conclusão. de u m modo geral . análise e interpretação dos resultados. contextualiza-o.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. Conf orme o tipo de trabalh o. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. apresentação. Em caso de relatórios de pesquisa científica. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. além de aspectos metodológicos. . destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. portanto. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização).2 Elementos textuais Os elementos textuais.. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. con st itu em. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).

além de sugestões para outros trabalhos. assuntos.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. que complementa. extraídos de um documento. dentre outros). seguidos de suas respectivas definições. utilizados no trabalho. 85 . As orientações para sua elaboração. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). possibilitando sua identificação individual.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. . nomes geográficos.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas.Conclusão Como parte final do texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . complementar ao seu trabalho.. da Parte II deste documento. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. .Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições.3 Elementos pós-textuais . 4. ..Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. . com a indicação de sua localização no texto. comprova ou ilustra o seu conteúdo.

86... .

.7 cm ). a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). com exceção das citações longas (com mais de três linhas). f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. referências. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). notas de rodapé. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. legendas de ilu strações e de t abelas. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. 5. as informações sobre o trabalho.5. Quanto ao tipo da fonte.. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). recomendam-se Times New Roman ou Arial. Na folha de rosto. Já na folha de aprovação.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. objetivo. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. O texto é digitado no anverso da folha (frente). sem brilho.4 (21 cm x 29. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1.5. margens direita e inferior: 2 cm. . com form at o A. 87 . O texto deve ser digitado com espaço 1. algumas normas gerais devem ser seguidas. com exceção da folha de rosto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. no caso de dissertações e teses. notas de rodapé. 5. Entretanto.5 entre linhas.

1.2.1.2.1 2.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.1.1. etc. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1. sendo de le separado por um espaço.1 2. Esse indicativo numérico. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. terciária.2 3 3.1. contendo a exposição ordenada do assunto.88. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. 5.3 Seção quaternária 1. Seção terciária 1. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. a 2 cm da borda superior.1.2 2. 5..1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. em algarismos arábicos.1 3.. quaternária.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1 2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. alinhado à margem esquerda. a partir da folha de rosto. pode se dividir em seção secundária.2 . a qual.1 2. pre cede o títu lo da seção.1 2.1.1 2." (NBR 6024:2003). Havendo apêndice(s) e anexo(s). por sua vez. no canto superior direito da folha.

nesse caso. qualquer que seja a forma adotada. qu adros. se inicia em ou tra li nh a. Atenção! Em relação ao itálico. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. no in te rior de um a seção... porém. caixa alta ou versal. adotando-se. estas devem começar com um hífen. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.. 89 . precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . resumos.. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. e redondo. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). fotos. com exceção da última. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço.. No entanto. referências. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. deve ser mantida em todo o trabalho. dele separado por um espaço.. glossário. As alíneas. usam-se alíneas.. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto.27 cm). exceto a última que termina em ponto. na seção 3 relatou-se. fluxogramas. o espaçamento duplo entre os parágrafos. ver 1.. or gan ogram as.1 Os títulos de errata. . preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. O texto. sumário.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. terminam em ponto-e-vírgula... ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.. apêndice(s). dentre outros. . Muitos autores. gráficos. itálico ou grifo.2.1. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. agradecimentos. pois do contrário não contribuirão para a análise. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. se m que h aj a necessidade de intitulá-los.. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. listas. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.. 5.. esqu emas. mapas. em 2. 5. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título.

c) ocupar. pode se r apresentada em duas partes. no mínimo. uma abaixo da outra.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. .o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. lado a lado. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações.90. Quadro 5). As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão.. 1993.IBGE (1993). e da fonte.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda.se t iv er poucas colu n as. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. o espaço do cabeçalho e o terceiro. Q uanto à disposição das in formações. Quando não couber em uma folha. 5. por extenso. também é preciso seguir alguns critérios: . do respectivo título e/ou legenda explicativa. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. sintetizadas a seguir. A tabela. Figura 3. . o segundo.. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. na mesma página. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. conclusão para a última e continuação para as demais. preferencialmente sem abreviações. breve e clara que dispense consulta ao texto. p. preferencialm ent e. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. uma única página. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. após o fio de fechamento. pode ser apresentada em duas ou mais partes. de forma clara e concisa. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. . . qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. . As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. A moldura compreende. . o rodapé. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. 28): .

no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. caso seja necessário. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. 9). quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. / ou – X . ‘en trevist as realizadas’. subtração. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’.. ‘formulários preenchidos’.quan do. alinhados à direita.. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. conforme o caso. os nomes ou 5.. p. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. ‘observação direta’.se à margem esqu erda da primeira coluna. 91 . utiliza-se como fonte o autor. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. por exemplo). ‘questionários aplicados’. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . pela natureza do fen ômeno.. entrevistas ou observação). devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. multiplicação e divisão. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. alinh ando. quan do os dados se originarem de diversas fontes.

paixão. 3. 1989. A. Rio de Janeiro: Zahar. relatório. Rio de Janeiro. 1997. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Campinas: Papirus. ______. Rio de Janeiro. E. BEAUD. ______. Belo Horizonte: Editora UFMG. Rio de Janeiro. Memórias de um orientador de tese.C.ed. ______. Como se faz uma tese.ed..N. . F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . GOLDENBERG. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 1992. de O. 2005. L. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação.A.M. Queiroz. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. ______. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. da UFMG. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. 5.J.. V. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. GEWANDSZNAJDER. Rio de Janeiro. 2001.307-326. M. 2. M. improviso e método na pesquisa social. ______. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2003..ed.92. O trabalho da citação. Redação de textos científicos. A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. FLÔRES. e aum. BARRASS. P Educar pela pesquisa. 1986. 2003. Rio de Janeiro: Record. Belo Horizonte: Ed. 2000. FRANÇA. da UFSC. 1978. São Paulo: Atlas. 2. 2003.L. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. CASTRO. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2002. C. U. rev.). A. ______. (Org. São Paulo: Perspectiva. São Paulo: T. COMPAGNON. 4. Ed. ______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. resumo. 1997. 2002. L. 2003. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. OLÍMPIO. 1998. N. engenheiros e estudantes. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI.C. Autores Associados. R. 1997. GIL. Metodologia do ensino superior. ECO. pesquisa quantitativa e qualitativa.ed.. DEMO. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. FEITOSA. p..L. Campinas: .M. Florianópolis. 1996. São Paulo: Pioneira. descrição. A aventura sociológica: objetividade. Rio de Janeiro.L. J. 1988. In: NUNES. narração. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.ed. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. dissertação. CANCELIER. 1996.

Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. n.. 2. F das C. trabalhos de conclusão. G. ano 4. C. MEDEIROS. p. São Paulo: Atlas. São Paulo: Cortez. E. E. sept. E. 19.. 3. M. 1997. . 1999. Metodologia do trabalho científico. 1991. Metodologia do trabalho científico.A. da UFSC. R. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. LAVILLE. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. 1999.W. C./set.ed. de A. n.ed. M.M. 1993. Rio de Janeiro: IBGE. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. J. DIONNE. COOK. 2. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Atlas. 2000. SELLTIZ. S.A. MARCONI. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. 2000.S. São Paulo: Saraiva. 1992. São Paulo: Atlas. Turismo: visão e ação. 3. de O. MARTINS. 1998.. 2001.ed. In: The Qualitative Report. LEAL. WRIGHTSMAN. 93 . 104. .. Estudo de caso: planejamento e métodos. A. E. J. 1997.. p. H. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. Belo Horizonte: Editora UFMG. Pesquisa e produção escrita. ROESCH.. 2001. A . 1999. TELLIS. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. Application of a Case Study Methodology.M. SOUZA.html Acesso em 26/02/02. 5. KIDDER. Rio de Janeiro: Agir. J. 1999. E.ed. IBGE. Florianópolis: Ed. PASOLD.L. YIN. S. Florianópolis: OAB/ SC. A. São Paulo: Atlas. HÜHNE. Porto Alegre: Bookman. ed. M. 1975. M. 1997. L. Escrevendo e .edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. 5. Fundamentos de metodologia científica.. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. LEITE. W. São Paulo: Atlas.ed.A.ed. J..L (Org.B. LAKATOS. Disponível em: http:// www. de A. São Paulo: Cortez. e ampl. 21. A monografia jurídica. LAKATOS. dissertações e estudos de caso.K. SEVERINO.. L. rev. Maringá: EDUEM. de A.99109. Manual da monografia jurídica. 2.ed. São Paulo: Companhia Melhoramentos. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Metodologia do trabalho científico. 1985. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas.M. 3.ed. TOMANIK. C. São Paulo: EPU.8..R. 1993. NUNES. v. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. abr. L. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 1994.).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. 3. Normas de apresentação tabular. 2001. MARCONI. da escolha do assunto à apresentação gráfica. LINTZ.nova.

..94. .

. 95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ..

96. excetuando-se a 1ª letra] .. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha..

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 .

na Universidade do Vale de Itajaí. Centro de Educação Zzzzz. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Orientador: Prof(a). excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha..98..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí.. Orientador: Prof. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. 99 .. Dr.

.. [dia] de [mês] de [ano]...... ............ [Local]............ e aprovada pelo Curso de .......... 3 cm Área de Concentração: ... Centro de Educação de .... .. .. ........ UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa.................... MSc. . Prof...... .... . ... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas.. da Universidade do Vale do Itajaí.. .. sub-título em minúsculas] ............ Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ........ Dra.... ......... Dr.100.... UNIVALI – CE de São José Prof......

Centro de Educação de Balneário Camboriú. 101 . Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Dr. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa.. Msc. Dra. 14 de fevereiro de 2003. Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí.

...1...............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................1 Justificativa ......... 43 3....................102..... 49 4.................................................................... 11 1...............................2 Fontes documentais .........................................................2 Expectativas e aspirações .................1 Breve história das principais concepções do passado ................ aceitação e cooperação ........................................................................................................................... 10 1............ 46 4 RESULTADOS . 71 REFERÊNCIAS ............................................................................... 14 2.........1 Concepções teóricas ............................................................................................................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ..................................................... 50 4............... 18 2.......... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ...........1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .. 77 APÊNDICES ..... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ...................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................................................................................................................................................................... 40 3............................................................................................................................................................. 16 2...............................2 Objetivos da pesquisa ..................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......................................................................3 Resistência........1 Contexto e sujeitos da pesquisa ..... 80 ............................1.................... 57 4....................................................3 Estratégias e instrumentos .. 39 3...............

. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. contendo de 100 a 250 palavras..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. 103 .

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