UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

724. 87. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 58. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 90. de dezembro de 2005. 81. .4. 89...

........................ 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ........2 5............................................................................................... 21 Propósitos .................................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ..... 13 FICHAMENTO ............................ 17 Ficha de leitura .............................2 6................................. 25 Propósitos ............. 22 A apresentação da resenha ... 33 Conceito ......................2 3......................................3 5............................................................................................................................................... 15 Os propósitos do fichamento ......................................3 6.........................................................1 5............. 34 Tipos de relatórios ....... 23 Avaliação ...........................................................................................................................................................1 4................................................................ 24 PAPER.................................................................................... 37 .............2 2.......................................................................................................................................... 25 Conceito ................................... 09 PARTE I .......... 30 Elementos textuais ......................... 20 RESENHA CRÍTICA ......... 27 Propósitos ............. 18 Avaliação ............................... 16 Procedimentos .......5 4 4................................................................................................... 33 Propósitos ..............................4 5.................................................................... 29 Elementos pré-textuais ...4 3............. 17 Ficha bibliográfica ......... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ....................3....................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .............. 26 ARTIGO CIENTÍFICO ...............................3 5........4.........................................................................................................1 5.............................................................4............................. 21 Procedimentos ................................. 5 ........ 31 Avaliação ...........................1 3................................................................................................................2 5.................................4 3 3....... 35 Avaliação ...............5 6 6................................5 INTRODUÇÃO .......... 10 1 2 2................................................................3..........................................................................2 4................. 27 Conceito .............................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ................................................................................... 27 Procedimentos quanto à elaboração ...........................4.....................................................................3 3.............................................................................................................................1 2....................... 15 Conceito .. 34 Procedimentos ..................... 30 Elementos pós-textuais ...................................................................4 5.................................................3 4.............................................................................1 6.......................................... 21 Conceito .........................................4............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 25 Procedimentos .......1 2..............................3 2................................................................ 31 RELATÓRIO ...............2 2.......4 6..................4 5 5................................... 26 Avaliação ...................

.................................................................................... 63 Regras quanto à data ...................1............................................................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .............................................................3..................................................................................4...........................................4.............................. 59 Regras quanto ao título e subtítulo ...........2.....4 3.........................3 Alterações na citação .................................. 45 1.................................3....................... 50 1......3 Citação da citação .............................................................3...1 7.......... 67 Partes de monografia ...............................................4..... 64 Regra quanto à paginação ............. 62 Regras quanto ao local ............... 57 Aspectos gráficos das referências .......3 3.............4 MEMORIAL ....5 Considerações finais sobre as normas de citação ...............................................................1......... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .................2 3......................................................1 3........ 46 1... 48 1...........4 3.......................2 3............ 65 Monografias .............................................. 58 Regras gerais para elaboração de referências ...........4.............1 3 3..3.....2............. 52 1....2..... 39 Propósitos ..................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ............2......4 3................... 7 7................2... 69 Partes de publicações périódicas ... 43 1 CITAÇÕES ............. 61 Regras quanto à edição e editora ..4...........................6.......................... 57 Localização das referências .................3 3................... dentre outros........................1 3....... 39 Procedimentos ............................................1 3..... 64 Modelos de elaboração de referências .....1 Regras gerais para citação ............. 45 1...................................... 53 2 2..........................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...........4............. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico .................. 55 Exemplos de resumos .....................................................................................................................................................1 Citação direta....... 46 1.....................2.......3.............................................................................1 3........................................ 47 1............................................. 40 Avaliação .........4 Normas complementares para citação ................................2 Tipos de citação .....2 3...................3................................... 68 Publicações periódicas ............................................................3 3...4..................................4............2 7.................................................................................................3 7.......2 3......................................................................... 71 Publicações em eventos ......................4................................................................................................... boletim.....................1 3....................6 3.........4 3..................................2..........................................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .............................4............6 3...............................2..........................................4..................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ...................................................2..............................2 3............................................ 70 Artigo e/ou matéria de revista............1............................................................ 65 Monografias consideradas no todo .......................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ................... em meio eletrônico .............................. 39 Conceito ...3 3........... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ......... 41 PARTE II ........................................................5 3........5 3.... 59 Regras quanto à autoria.......4...........................................4..............................................................................................1........................................................... 68 Publicação periódica como um todo ........................ textual ou literal ................. 72 ......................................

..............4................................ Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ........ 100 Apêndice D ..........Exemplo de sumário .....12 3.........7 5.....2 4....4 3.........................................................................6 5............................................................... Documento cartográfico em meio eletrônico .. 96 Apêndice B .........................................1 3...................................... Imagem em movimento ......4.................4.....3............................10 3...................... Patente .5 5.... 90 Equações e fórmulas .............................4.......................................8 Eventos como um todo .4........................................................ 92 APÊNDICES ........................................................................ Jurisprudência ................................................... Notas .................4.....2 5....................................... Doutrina ...7........................................................ 95 Apêndice A ..................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3................ 89 Tabelas ....................................... 87 Paginação ............................ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...................................4..................................................4........................4.......3 3........................................................................... Documento iconográficoem meio eletrônico .................4.................4........................... 81 Elementos pré-textuais .........4.............4................... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .......................................................................................................................................... Bula de remédio ............................................................................4............................ 102 Apêndice E .... 88 Parágrafo ................................4 3...................................... 98 Apêndice C ...........................................................................................................4...................................................6 3. Séries e coleções .........................................2 3..............................................................................................14 4 4.................................................................................... 103 ................................9 3........................ Documentos jurídicos ......................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ... 87 Formato ................................ Legislação ............................ 91 REFERÊNCIAS .....3.........11 3....4..........................................7 3................................ 81 Elementos textuais .................................................................. 84 Elementos pós-textuais ................4..........................................4...................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ..................................................3...............................1 5...............3 3.. 7 .........1 4..............Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ..................................................................3 5 5..8 3.........................3 5.......................................................................................1 3..................4.............. 87 Margens e espacejamento ...Modelo de página de abertura (artigo científico) .................... Documento cartográfico ............4..........................................................5 3....................................4........................ 89 Ilustrações ............................. Trabalho apresentado em evento .....................................................................13 3..... 88 Títulos e indicavos numéricos ................................4....4.................... Documento sonoro ..................................................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ..........4..................................4 3.............. Documento tridimensional ................................. Documento jurídico em meio eletrônico .............................4 5....... Eventos como um todo em meio eletrônico ...............3..........................................................4......................1 3...................... Documento iconográfico ........................1 3......2 3......................6..................

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A UNIVALI destaca. desde os primeiros períodos.. 2000). o mais elementar deles.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva.. o domínio de conceitos reelaborados. da teoria com a empiria.cien tí fi cos. Certamente. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. em todas as disciplinas.do fich amen to. o domínio do saber e da cultura. a pr odu zir conhecimentos. E viden te men te . Est as orientações. ou da articu lação. entre suas finalidades.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. conse qü en tem en te. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. A elaboração de trabalhos acadêm icos . para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. 9 . é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. (SEVERINO. ao artigo científico . Se a ciência é o resultado do confronto. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. conceitual e lógica. característica da formação superior. Assim. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. para quê. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica.

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. 11 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

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a perguntar... elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. Formular. registrar a informação e as . A partir daí. perfil. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . assim identificadas: . deve .] Aprende a duvidar. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. surge o desafio da elaboração própria.se con siderar qu e a bu sca. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. Deixa-se para trás a condição de objeto. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. se faz.] escrevam. A formação universitária.. Por outro lado. a querer saber sempre mais e melhor..ler e compreender textos teóricos. contorno. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. 13 . expressão. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. em todas as áreas do conhecimento. requer que as atividades referentes à investigação. redijam. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. atividade central na vida acadêmica. portanto. de complexidade e sofisticação crescentes. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. sobretudo alcancem a capacidade de formular. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. Ao lado desse fato. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. porque significam propriamente a competência... Demo (1996. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.

fichamentos. . Dessa forma. estabelecer relações. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. t anto a professores como a acadêmicos. .ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. parafrasear. interpretar criticamente. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. optou-se pelo fichamento.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. dominar as praxes de citação e de referência. demonstrar (ou provar) por argumentação. sistemático e intensivo.cor rigir. resenha crítica. no entanto. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. ou mesmo o ensaio. papers. . artigo cien tífico. No entanto.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. Esse conjunto de competências. . . artigos. extrair significados. . relat ór io e mem orial. paper. projetos de pesquisa). projeto e relatório de pesquisa. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. não são aqui tratados. dissertação de mestrado e tese de doutorado..referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. definir. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas.14. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. subsidiariamente. .apresentar e discutir temas. aut o. documentais ou outras (fazer resumos. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. O texto ora apresentado pretende oferecer.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos.competências cognitivas: . . referências). de re su m os de ar ti gos e de referências. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas.. explicar.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. observar. inferir.

de textos para aulas. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. Fichar um texto significa sintetizá-lo. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. A prática do fichamento representa. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. . art igos. alguns autores. portanto. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. assim. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos.100). um importante meio para exe rcit ar a escrit a. seja ele aluno ou professor. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. etc. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. p. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. ou. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. ent ão. filosófica. é otimizar a leitura.. cujo autor é o “fichador”. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. a exemplo de Nunes (1997). b) registrar o conteúdo das obras. Assim sendo. essen ci al par a a elaboração de resenhas. monografias de conclusão de curso. no caso do professor. na Universidade. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. palest ras ou confe rências. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). como também registrada e documentada. pa pers. A principal utilidade da técnica de fichamento. 15 . A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante.. coerente e objetivo. su a compreensão. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. os fichamentos ou relatórios de leitura. d) organizar as informações colhidas”.

são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.. um seminário ou um relatório de pesquisa. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. nesse caso o fichamento consiste. . no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica.16. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –.se apen as na su a apresen tação. e m qualquer caso. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. artigos e textos teóricos. dos quais se falará mais adiante. que tanto pode ser uma resenha. 2. conceitos. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. uma monografia.. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. em geral. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. pelo docente ou pelo pesquisador.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. b) o fichamento que é feito pelo estudante. nesse caso. mas que. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. um artigo. o docente ou o pesquisador se propôs. di fer enci a. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. Dependendo dos seus propósitos. Ora. No segundo tipo (b). o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. Dessa forma. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. Assim. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação.

referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. o con teú do propriamente dito. por serem considerados os mais essenciais. após o título geral. . 2. arquivo público. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. devem conter três elementos: .3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. p. Bibl.). por exemplo.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. pode ser adotado o uso. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. ou seja. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito.. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). . Manual da monografia jurídica. p. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. como.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. como já foi dito. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . 87. 17 . Eco (1988. etc. p. Leite (1985.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. 207 p. São Paulo: Saraiva. Severino (2000.corpo da f ich a. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. de um subtítulo. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.3. Luiz Antonio Rizzatto.. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. 35-45). 42-55) e Pasold (1999.112). 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. As fichas. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. p. à direita. 1997. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica.

p. e as citações ou seja.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). ao seu final. . Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. como sugere Hühne (1992. dir etas e interligadas. Pode ficar a critério do professor.. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. objetiva e econômica. Nesse caso. ao solicitar dos alu nos um fichamento. por exemplo. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. Assim sendo. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. p.. dev e o professor ter claro que. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. – utilizar linguagem clara. transcrições as citações.3. resumo conteúdo. no entanto. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. ou não. seletivo e objetivo. juízo de valor destituído de fundamento. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. um comentário sobre o te xto f ichado. Pode conter. Para sua elaboração. o que tornaria a ficha mais completa. 2. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. as citações. outras formas podem ser adotadas. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. 6465). citações mais significativas de trechos do conteúdo. idéia ou argumento. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório.18. ou seja: – ser sucinto. a decisão de incluir.

A socio logia com pree nsiva. o fato social. Dilthey . (. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. S egundo ele. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. que busca de scobrir regularidades ou le is . ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . ex te rno ao indivíduo. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. para e le .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. pois. Rio de Janeiro: Re co rd. cujas raízes estão no historicism o ale mão. se gundo ele. po is cada qual tem um sentido próprio. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias.. M.. 199 7. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . um de se us repres entantes . 19 . Ass im . que pre ssupõe um a m etodologia própria.. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. Para D urkheim..

O resumo é sucinto e objetivo? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) . ou seja.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) . 2. aquele que é solicitado como exercício acadêmico.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? ...20.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .2.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. 21 . para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica.. de um modo geral. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. Quando realizada como um trabalho acadêm ico.. . em geral. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. ou seja. novos conhecimentos. 3. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. feita por cientistas que. têm condições de emitir um juízo crítico. além do conhecimento especializado do tema. – uma justificativa da apreciação realizada. que a resenha possibilita. artística ou cultural em seu campo de interesse. Portanto. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. novas teorias. A resenha de obras científicas é. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. prin cipal me nt e. em decorrência.

– Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. se optar por intitular. segundo a percepção do resenhista. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. etc. número de páginas. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. o que muitas vezes depende da obra resenhada.)? e) a quem se destina a obra: grande público. desenhos. têm o propósito de organizar. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. pelo estudante. são indispensáveis os seguintes tópicos: . pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). de com pe tên cias de l eit ura. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. edição. Obs. bem como da finalidade ou destino da resenha. preço. econômico.seu quadro de referências. . especialistas. local. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. etc.. análise e interpretação de textos científicos. claro. 3. criativas? A abordagem dos conhecimentos . obras publicadas. no ent an to.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. Para fins de t rabalh os acadê micos.o resumo da obra. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. coere nt e.as conclusões do autor. . 245-246): – Referência autor(es). títulos. gráficos.22. histórico. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. profissional ou especializada. figuras.. cargos exercidos.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. . de modo a cumprir sua finalidade. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?).a crítica do resenhista.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. baseadas em Severino (2000. político. em relação ao contexto social. 51-57). – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. exemplos. p. p. título. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. objetivo. . Referência: editora e data de publicação. As diretrizes metodológicas que seguem.

tanto como preparo para a elaboração de resenhas. compondo um texto harmonioso. o resumo do conteúdo. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. porém corrida. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. quer dizer. seu autor. os aut ores cit ados. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. sobre o vocabulário (conceitos. como de outros trabalhos acadêmicos. . subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. do texto para identificar seu plano geral. de um modo geral. obrigatoriamente. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. n um a seqüên cia adequ ada. bem como a avaliação crítica do resenhista. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. trabalho acadêmico distinto da resenha. 23 . os dados sobre a obra..Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. . a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . o qual. alcance. Avalia também sua originalidade. validade e con tribui ção à discussão do problema. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. avaliando o texto pela sua coerência interna. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. os aspectos teóricos. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. sucinto e de fácil leitura. 3. buscar dados sobre o autor. nas resenhas de boa qualidade. aparecem. termos fundamentais à compreensão do t exto). a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. ou seja. no entanto.3 acima.. juízo crít ico. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. Procura estabelecer uma aproximação. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. A redação da resenha obedecerá. em geral.

3.Aponta as características mais relevantes da obra? . Quanto à apresentação gráfica. esse item é obrigatório.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . polí tico..As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .ci entíf icos f oram observadas? . social) do autor é discutido? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .A obra está corretamente referenciada? .O posici onamen to (te ór ico.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . econômico. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002. o su mári o é e lem en to dispensável. . devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos..24.

o autor desenvolve análises e argumentações. opiniões de especialistas. também. com objet ivi dade e clare za. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. 4. promover o debate em torno de um assunto. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). como os artigos científicos. Na elaboração de um paper. .. dentre outros tipos de publicações. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. Além disso.1 Conceito O paper. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico.. estudos de caso ou participação em palestras. podendo considerar. E m algu ns casos. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. artigos especializados ou de informação geral. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. 25 .an alít ica e da criatividade do aluno. júri simulado.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . Sua elaboração consiste na discussão. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. pelo au tor. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos.

artigos. 4.. f il mes.. re met en do aos propósitos expressos na apresentação.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . o pa per deve apresentar em sua estrutura. d) sí nt ese con cl usi va. Além disso.cien tí fi cos são respeitadas? .As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . o encadeamento entre as idéias iniciais. as etapas de introdução. sistematizando-se determinadas etapas. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. como todo t rabalh o acadêmico. 4. tais como: textos. A apresentação gráfica do paper.. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . lev an tan do argum en tos. a análise do assunto e as conclusões do seu autor.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. . ao final do texto. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. desenvolvimento e conclusão. Como todo trabalho acadêmico. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . de forma articulada. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.Há lógica na organização geral do texto? .26. et c.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . deixando-se claro. registros ou anotações de palestras. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.A análise das idéias é coerente/consistente? . entretanto.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .

resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. Além desses objetivos. ou nela se baseiem. Entretanto. ao apresentar de forma completa. O artigo científico.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. idéias. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. Isso permite que outros pesquisadores. embora sucinta. dissertações ou teses. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. No contexto da formação acadêmica.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. discute e divulga idéias.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. o artigo científico pode abordar conceitos.los ou pormenorizar aspectos. os procedi me nt os de u ma pesqui sa.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). 27 . . ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. experimental ou de campo). o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. os propósitos. p. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. . de acordo com Marconi e Lakatos (2001. . Ao produzir o artigo. como monografias. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. . 88): .2 Propósitos De um modo geral.. . difere de trabalhos científicos. métodos e técnicas. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. 5. docu men tal. a partir de novos enfoques ou perspectivas. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso.

A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. por fim. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. . . independente de ter propósitos distintos. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. teorias. técn icas e equi pam ent os uti lizados). dest acam. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. No desenvolvimento (corpo do artigo). 5. a justificativa do trabalho e suas limitações. são apresentados os dados do estudo.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. evitando que o autor se perca durante a elaboração. explicando e avaliando os resultados. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. fazer comparações. A elaboração de artigos estimula. conceitos. fatos ou outros estudos. De acordo com Leal (2001. que se constitui como dedução lógica do estudo. em primeiro lugar. e descrição dos métodos.. comparando-se com outros estudos já realizados.se os seu s re sul tados. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. de fichamentos. podendose utilizar tabelas e ilustrações).28.102). aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. para sistematizar a comunicação a ser feita. desenvolvimento e conclusão. porém de forma breve e sintética.. ainda. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. registros de observações ou evidências factuais. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo.2).sistematize um roteiro básico das idéias. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. No tópico das considerações finais. Por out ro l ado. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. Todavia. é preciso que o autor: . formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. mater iais. se for o caso. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). p.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). a elaboração deste plano é útil. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho.

porém . expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. . Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. se min ários. p. motivando para a leitura. 29 .). . cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. destacando sua importância teórica ou prática. É pre ci so ev it ar. 2001. também. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor.106). o e xce sso de subdivisões. Pode.” (LEAL. ao conteúdo desenvolvido. . o que pode prejudicar a sua compreensão.na conclusão. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo.. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.. Devem ser evitadas as gírias. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.103). O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade.no desenvolvimento do artigo. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. p. et c. A definição do título do artigo deve corresponder. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos.ao apresentar o artigo – na introdução –. a forma como o artigo está organizado. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. pois. Vale ressaltar que as divisões. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. . é conveniente que o autor contextualize o tema. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. textuais e pós-textuais. caso isso não aconteça. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. 2001. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. precisão. ainda. as expectativas em relação a ele. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. 5. de forma adequada. deve o autor dividir o tema em discussão. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores.

. Segundo a NBR 6022:2003. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). ..Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.Palavras-chave na língua do texto. . assim como os endereços postal e eletrônico. 5. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). após os elementos pós-textuais. .Resumo na língua do texto. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).4.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.30. . . são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. o desenvolvimento e a conclusão.3.3 Elementos pós-textuais .4. 5. então.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). o currículo.4.1 Elementos pré-textuais .2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. precedendo o resumo em língua estrangeira. . 5. já detalhados na seção 5.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. ou. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. .

os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. siglas. justificativa e importância do artigo. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1).Questionário). complementar ao seu trabalho. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . 1999. . equações e f órmulas. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. organização. 31 .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. ilustrações e tabelas (seção 5). 5. 5.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. então. 2000). ... que complementa.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. precedi dos por numeração progressiva. sociedade).referencial teórico claramente identificado. .: APÊNDICE A . Para a avaliação de artigos científicos.4 da Parte II deste documento). Observação: na Parte II deste documento. podem ser descritos vários critérios (AMR1 .clareza na apresentação dos objetivos. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. . 2001. SEVERINO.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. .Estrutura organizacional da Empresa Alfa).: ANEXO B . . . Normalmente.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.4. . FEITOSA. comprova ou ilustra seu con teúdo.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . . coerente e adequado aos propósitos do artigo. as suposições devem ser claras e justificadas.

. . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). .observância das regras da norma culta.coerência e padronização dos termos técnicos. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.. .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. . b) Quanto à forma: . .atendimento aos objetivos propostos. com a corr eta r elação com os f atos analisados.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. .afirmativas unívocas.observância das normas de apresentação de um artigo.uso/seleção de literatura pertinente à análise. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.linguagem acessível.objetividade. ou de um conceito para outro.adequação do título ao conteúdo. . . . do t ext o .uso fiel das fontes mencionadas no artigo. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. . precisão e coerência na escrita do texto.resumo claro e informativo.. passagem de um parágrafo para outro.32. sem duplo sentido.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . .

n ão é abordado n este documento. em pelo menos uma das definições. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado... observação de eventos. fatos ou objetos [. 33 . p. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. al go qu e f oi realizado).1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. relação. Embora seja utilizado com fr eqü ência. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. seja no seu conteúdo.. na sua organização ou apresentação. [. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. então. de menor importância..1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. em diversas disciplinas. Em Michaelis (1998. viagens de estudo.. etc. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. o qual. aplicação de uma determinada técnica. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. – as quais. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. uma narração. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. após terem sido desenvolvidas. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. 6. ordinariamente por e scrito . até mesmo de um objeto. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. de uma prática ou de um conjunto de práticas. exper imen tos ou testes de laboratório.] Relatório é. .

produtos ou tecnologias. verificações. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é importante que o acadêmico aprenda. informar sobre o andamento de um projeto. em diferentes situações. 6. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. viagens. Dessa forma. LAKATOS. tem forma de apresentação rigorosa.. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. 1999. a elaborá-los. por conseguinte. por exemplo. medições.. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. . desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. inspeções. 6. mercados. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. em campo. (MARCONI. Olímpio e Cancelier (1992. 2000). apresenta-se a seguir. etc. auditorias. tais como. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. qualquer que seja seu tipo. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. O relatório é. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. procedimentos técnicos. etc.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. na elaboração de um relatório. cuja síntese. que já requerem uma apresentação técnica. observações de campo. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. Barrass (1986. avaliações. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. SEVERINO. visitas. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. porqu e o fazemos e com que resultados”. vistorias..3 Tipos de relatórios Flôres. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. p. A esse respeito. como. durante a sua formação. Inicialmente. elaborada segundo os propósitos deste documento. de um único assunto. p.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo.34. Quanto à estrutura (partes componentes). de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. of erecer informações e análises sobre empresas.

nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. 6. . etc. as normas contidas no t ópico 5 .Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. da Parte II deste documento. semestral. .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. 35 . dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem..por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. informal ou semi-informal). portant o. . Subdividem-se em: .relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. de que a estrutura dos relatórios formais (e. de v isit a e os relat órios administrativos. para isso são úteis três perguntas: . Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. pode ser periódico (mensal.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa).. .relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. ou em data previamente estabelecida (ex.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. seja qual for o tipo de relatório. em decorrência de seus objetivos e destinação. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. inf ormais ou semi -in form ais. se for o caso.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. demarcado. estilo da redação. são pouco extensos e. anual) ou abranger um período de tempo maior.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. por exemplo. os relatórios podem ser informativos e analíticos.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal.

sugere-se a estrutura a seguir. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. sendo o sumário dispensável. Nota-se que.36. além da folha de rosto.. pela correção da linguagem. pela ausência de períodos longos. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . deve conter um sumário. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno..o quê: identifica a atividade realizada. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. basta a folha de rosto. a partir dessas idéias. aparel hos ou si stem as. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. preciso e objetivo. o estilo simples. construção/teste ou verificação de máquinas. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. adjetivação excessiva. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. conforme a extensão do relatório. detalhes desnecessários.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. com maior número de páginas. . .

etc. antes de entregá-lo ao professor.. se hou ver.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.É escrito em um estilo simples e preciso? . notas e referências.As t abel as e f iguras. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. e seu sumário reflete isso? . com seus títulos e legendas? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . 37 ..As regras de apresentação (citações. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.O relatório se limita ao essencial. são apresentadas de maneira uniforme.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.

..38. .

o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. os quais. podendo esboçar. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro.. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos.. Apresenta. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. portanto. precisarão. complemen tar mente.1 Conceito Para Severino (2000). O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. 39 . portanto.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. e constitui um relato crítico. conforme as circunstâncias. marca de todo trabalho acadêmico. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. para concorrer a postos no mercado de trabalho. ret ratando a subjetividade. uma vez formados. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. os resu ltados qu e espera alcançar. 7. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. em um relato circu nstanciado. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. principalment e. Parte de uma reflexão introspectiva. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. Nesse sentido. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. Consiste. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. . o relato destaca os trabalhos de pesquisa. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. ainda.

dissertações. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. seminários e outros eventos. comitês executivos. .utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. participação em congressos. estágios de aperf eiçoamen to.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. analítico e autocrítico. caracterizando a história particular do autor.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. além de servir a tais finalidades. estruturando dessa forma o memorial. No entanto. -ensino: desempenho didático. aperfeiçoamento e atualização: cursos. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. pelo seu caráter reflexivo. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. resultados de pesquisas. estadual. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas.formação. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. prest ação de consultoria especializada. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. técnica ou artística. simpósios. municipal ou privado. coordenação e/ou assessoramento. tanto em sua formação como em sua profissão. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. . artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. . A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos .40.atividades técnico-cient íficas. participação em ban cas e xamin adoras. .. especialização e atualização. cursos e atividades de extensão.re com enda. . exe rcício de f un ções de direção.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . . científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. analítico e crítico. 7. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. orientação de monografias. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica.

p.. econômicos e/ou sociais? . como observa França (1999. 41 . No entanto. Relatada com autenticidade e criticamente assumida.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). convém salientar que. apesar de sua crescente utilização. (SEVERINO. o memorial pode se destacar.. o qu e requer. políticos. 7. a trajetória real que foi seguida (. 2000. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. um projeto gráfico de bom gost o. principalmente. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . apresentado de forma crítica. encadernação sóbria. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. atraente.. quant o aos seus aspectos físicos.. Por outro lado. expressando as contribuições e perdas de cada momento. etc.). como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. com maior segurança possível. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. abrangendo sua formação e atuação profissional. Por fim. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. O autor precisa estar atento para retratar. nossa história de vida é nossa melhor referência. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. com fidelidade e tranqüilidade.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. p. um a im pressão cu idadosa. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. . atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. pelo esmero na redação do texto. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.176). lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial.

As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .. relacionando-as com a trajetória pregressa? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .42.A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .A redação do texto é precisa e coerente? ..O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação. .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 ...

44. ...

Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. exemplos e modelos. Depende do tipo de tese”. 45 . deve ser seguido em todo o trabalho. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). nelas buscando apoio para seus pontos de vista.121) considera difícil determinar “[.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). São utilizadas para sustentar.. da ABNT.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.” (LAVILLE. fazendo. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. inspirandose nelas. 1999. nos quais é permitida uma apresentação mais livre.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). deixan do para o rodapé out ras informações. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. Assim. p. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. diferentemente de textos literários. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. DIONNE. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. etc.. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. t radução de palavras estrangeiras. in diret as ou citação de cit ação. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Em todo o caso.. 259). seguido pela data de publicação da obra e número da página. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. Apresentação. .. p. Citações em Documentos. As citações podem ser diretas. teórica e empiricamente. mesmo Umberto Eco (1988. ne las encontrando ilustrações. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. estão sendo expostas. “De fato.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. o trabalho apresentado. significado de expressões típicas.

o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. como nos exemplos que seguem: . Obs. melhor e com mais segurança se trabalha. melhor e com mais segurança se trabalha.1 Citação direta. no segundo exemplo. a indicação da página é obrigatória para citação direta. 2: no primeiro exemplo. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo.” Obs. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). também. fonte e espaçamento interlinear menores.. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.46.” (ECO. o nome do autor faz parte da frase. a entrada – no caso. sem emprego de aspas. Vale ressaltar. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. p. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. 1988.2 Tipos de citação 1. p. são inseridas no texto. com recuo de 4cm da margem esquerda. 1.10): “quanto mais se restringe o campo. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).10)..2.

segu ndo Compagnon (1996. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. a escrit a do t ext o origi nal. da sua curiosidade científica.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. Nesse sentido. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e.. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. conforme a NBR 10520:2002.]”.34). não altera. portanto.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.. Nas citações in diret as. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. o que não lhe tira o caráter científico.. p. Como se trata de idéias alheias. 1978. O assunto não deve estar solto no espaço.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. portan to. A paráfrase é a forma de citação indireta que. Todavia. em tamanho e cont eúdo. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. a referência à fonte é obrigatória pois.. ‘encomendado’. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. de modo reduzido ou abreviado. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. 319). normalmente. Dentre elas. ou seja. mas colocado no seu contexto. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. se ‘encaixar` em temas muito amplos.. Ao parafrasear.. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores... destaca-se a identificação do tema a ser estudado. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. . que é reconhecido como [. 47 . 1.2. p. tem-se u m caso de plágio.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. caso ela não seja feita.] é uma produção de texto [. o “trabalho da citação [. p. (CASTRO.

1999). deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). DIONNE. Esta forma de uso de citação é interessante. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. (LAVILLE. como uma espécie de piloto automático. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. 1999).48.. 1999. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE.. sem alterar o seu significado. . É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. já qu e. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. uma vez que tenha sido bem planejada.85). (LAVILLE. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. p. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. DIONNE. DIONNE.

1997. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. por sua vez.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. usa-se o itálic o.. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. Obs. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. p. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.31).” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 49 . 2001. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. GEWANDSZNAJDER. 1994. p. mas de fazer brotar idéias. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. pode ser expressa como citação direta ou indireta.: no exemplo acima. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada.2.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor..: no exemplo acima. Esta idéia. . Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.” (WERNER.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. Obs. usa-se a expressão latina apud2 .]”. BOWER. 1987 apud GIL.. p.

decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. 1. como qualquer outro material. Em qualquer desses casos. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. somente disponível em língua que se desconhece.. Beaud (1997. dev e ser usada de modo bastante restrito. 125).. então. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. 1997. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997.. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. [. No entanto.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. seja para destacar algum de seus termos ou expressões.. p. 125) aconselha: “[. só vale pelo lugar que ocupa.. b) Em citação com supressão de parte intermediária..50. igualmente. A citação de citação. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.]” (BEAUD. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. triagens.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. no entanto. em que materiais irá se aprofundar.. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. citações longas demais. é admissível o uso da citação da citação.. p. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. em que terrenos irá concentrar seus esforços.” “Evite.] é preciso fazer escolhas. . Nesses casos. também chamada de segunda mão. é obrigatório indicar a alteração feita. tomando notas. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). por se tratar de obra rara ou. p.

grifo dos autores).68. negrito ou itálico) de termos ou expressões. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. . mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. 1997.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. 51 . ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. p.” (GOLDENBERG.21. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. 1997. p. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. grifo nosso). p. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. 2000.” (MARTINS..” (GOLDENBERG. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. 70). ou então. LINTZ..

4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. (TELLIS.. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. 1997. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. . coletivo –quando um grupo de casos é estudado. and Descriptive. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. Explanatory. em palestras e debates.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case.1). p.52. explanatório e descritivo.. 1. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. (TELLIS.1. em 25 de julho de 2002. tradução nossa). Collective – when a group of cases is studied. 1997. instrumental . p. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’.

1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 2001) (BUNGE. em ordem alfabética. Nesse sentido. 1999. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. publicados em um mesmo ano.. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor.. bem como averiguável por todos. 1976. Umberto Eco (1988. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. após apresentar a citação.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. conforme a lista de referências. isto é. RICHARDSON. . em ordem alfabética. Por isso. 1999. 1974. a referência deve ser exata e precisa. 53 . p. LAKATOS.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”.1988). 2000. YIN. que se concorde com ela. SEVERINO. após a data e sem espacejamento. 2001) 1. esses são separados por ponto-e-vírgula. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. Quando não for este o caso. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. (MARCONI. mencionados simultaneamente. 1972. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 2001.

. .54..

. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. 2000. 2000. 55 . seu valor e originalidade. o método. O uso de abreviaturas.. (FRA NÇA .’ são supérfluas (FRANÇA. fórmulas. os resultados e as conclusões do documento. Ex . Quanto à redação e estilo de resumos.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto.. de acordo com França (2000. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. a NBR 6028:2003 estabelece. p. descobertas. técnicas de abordage m. 69). .” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. Resumo. críticas e julgamento pessoal do autor... [..: Palavras. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. p.. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos.chave : Narrativa.’. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. símbolos. Também não cabem num resumo citações. valores numéricos e conclusões. seus resultados e conclusões mais importantes.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.ch ave. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. 69-70). As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. concisa e objetiva. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. an tecedidas da expre ssão Palavras.para t rabal hos acadêm icos (t eses.. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. essa norma define: . 69). como: objetivos .. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. ‘O autor do trabalho descreve. Produção textual. que o “resumo deve ressaltar o objetivo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. Leitura. dissertações. . com o uma das condições exigíveis. Limita-se a um parágrafo. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. Sobre a extensão do resumo. p. comentários. equações e diagramas devem ser evitados.

v. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior.25. p. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. H. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. Motsclés (francês). 1999. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. R ia ssunt o (italiano)./dez. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. 19 95. também. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. set. conforme o caso.S. 4 RATTNER. Res ume n (espan h ol ). Dentre este cenário de tendências contraditórias. Rés umé (fran cê s).4 . p. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n.20. embora conduzido pela economia. em suas dimensões políticas. Palabras clave (espanhol). Sch lüsselwörter (al emão). de acordo com a NBR 14724:2005. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. histórico-culturais e espaciaisecológicas.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. de acordo com a NBR 6022:2003..3 O processo de globalização.O. n. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês).56. 2. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. Educação e Sociedade Sociedade.69. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. Parole c hia vi (italiano). Zusa mmen fa ssun g (alem ão). Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. dez. resumo em pelo menos uma outra língu a. deve ser apreendido. o desenvolvimento cultural do ser humano. v. 65-76 . O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). R. Em trabalhos acadêmicos (teses. dissertações. Em artigos científicos..9. 3 JAPIASSU.V A s artes e . Usam-se. além do resumo na língua do público a que este se destina. 34-59. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). aperfeiçoamento e/ou especialização).

capítulo ou artigo. segu e. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. documentos oficiais. as listas são apresentadas em ordem alfabética única.. Além disso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.. homepage.. desta forma. No primeiro caso. da ABNT. As notas de rodapé ficam. relatórios técnicos e legislação. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. teses. as referências podem aparecer: em listas após o texto.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. ibidem (ou id. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. . destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. j ornais. que também podem estar localizadas ao final do texto.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). publicações periódicas on line) ou eventos técnico. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). Nestas situações. 57 . conforme a natureza do trabalho. 3. antecedendo apêndices e anexos. dicionário. dentre outros.científicos como con gr essos. No sistema numérico. enciclopédias. e-mail. ao fim de cada capítulo. consistem em obras como livros. cd-rom. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. ibid. etc. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. ao fim do artigo.) e op.cit. Já em resumos e resenhas. semin ár ios. manuais. dissertações ou monograf ias. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. jorn adas.

.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. v. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. Rio de Janeiro. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento.2. Comp.15-21. é usado para separar os autores (FLEURY. Humberto). . . após a editora. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.).as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. e no final da referência. de forma abreviada (Coord. T. FISCHER. João. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. ed. 3.). . M.). p. -o ponto-e-vírgula.. seguido de espaço. edição (7. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. entre o número do ano/volume e o número do periódico. .3. para o título. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).).). M. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. R..)).10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). As referências são alinhadas à margem esquerda do texto.o hífen é utilizado entre páginas (p. após o título.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. . já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). Em caso de referência de periódicos.. set.58.. L. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). respeitando-se os seguintes padrões: . Org. . Quan to à pontu ação. n.os parênteses são usados para indicar série. .. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas).usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. Alfredo (Org. porém são conhecidos [1991]. após a cidade onde o periódico é publicado.os dois pontos são usados antes do subtítulo. 1997). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. e depois do termo In:. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.

mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. Vivendo e aprendendo. GUATTARI. acrescentandose a expressão latina et al. ed. Graal. R. 1986. FISCHER. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações..1 Regras quanto à autoria . FREIRE. é facultado indicar todos os autores. (Coord. ed. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.quando há dois ou três autores.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. T. Editor. se for o caso). . a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. 1989. do tipo de participação..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.. seguido da abreviação. seguido de espaço. . 59 . FLEURY. L. Micropolíticas : cartografias do desejo. 1986. Petrópolis: Vozes.). 1986. Em caso de projetos de pesquisa. ROLNIK. Paulo et al. Coordenador. Félix. M. Vanilda (Org. entre parênteses.3. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. . São Paulo: Brasiliense. Atlas.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. no singular.) em coletâneas de vários autores.). (e outros). separados por ponto-e-vírgula. Sueli. M. PAIVA. 10. etc. 2.

3. Rio de Janeiro: Record. Ilse. Tristão de. Quando a entidade tem uma denominação genérica. Caio. Lenilson Naveira. Gerência da vida: reflexões filosóficas. . In: SILVA.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. a entrada é feita pelo título. PROCURA-SE um amigo.. 3 v. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. em pr esas. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 1979. Anais. SANTA CATARINA. Curitiba. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. instituições). c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. esta deve ser indicada como autor... etc. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. 212-213. Relatório de atividades.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos... 1931. 1993. Rio de Janeiro: Schmidt. . 1979. Anais. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem.. Brasília: SEF 1997. ed.). . editoriais.. 10. . CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. ATHAYDE. Florianópolis. Debates pedagógicos. Secretaria da Saúde. este deve constar na referência.. p. associações. Carlos. em letras maiúsculas. 1990. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido.60. . Gabriel. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. elatório 2001. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. . congressos. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. desde que seja a forma adotada pelo autor.

substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. 1989. ______. CHIAVENATO. São Paulo: Saraiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . acrescentam-se letras minúsculas ao ano. . seguido de ponto. 1989.2 Regras quanto ao título e subtítulo . 61 . RODRIGUES. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. sem chegar aos dois pontos. 1997a. separados por dois pontos.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. entre colchetes. 2. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. 1997a. .em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. Brasília: Ministério da Educação. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. [Trabalhos apresentados].. na seqüência alfabética ascendente. 2002. I. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital.. RODRIGUES..quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.quando não existir título. 1997b 3.3. Em caso do uso do subtítulo. 1997b. São Paulo: Hucitec. . Salvador. modernidade e globalização . São Paulo: Hucitec. Turismo. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). RODRIGUES. Adyr Balastreri.

Obs.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. ed. São Paulo: Atlas. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. Metodologia do trabalho científico. (Coord. 2000. . abreviando-se os números ordinais e a palavra edição.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. e ampl.. 2.: (No livro: Editora Atlas S. Robert K. I. . esta deve ser identificada na referência. 3. P Objetivo competência: por uma nova lógica. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.]. 1974.n. ZARIFIAN.3. Já se forem três ou mais. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Porto Alegre: Bookman.n. Em caso de informações complementares à edição. São Paulo: Cortez. 1995. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. SEVERINO.a partir da segunda edição. MAIA.A.) . Estudo de caso : planejamento e métodos.62.História da ciência: o mapa do conhecimento. YIN.].em caso de haver duas editoras. Ana Maria.).. VALENCIA. 21.quando não se tem o nome da editora. . São Paulo: EDUSP. 2001.3 Regras quanto à edição e editora . 2001. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. rev. Carlos A. Antonio Joaquim. . ALFONSO-GOLDFARB. ed. Belo Horizonte: [s. Das mulheres e das flores. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. ambos na língu a do document o.

MG.n. A prática da pesquisa. .: No documento de que trata a referência acima.].quando a cidade não aparece no documento.].l. Viçosa. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. . dentre outros. 63 . Viçosa. RJ . Viçosa. mas pode ser identificada. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. indica-se o primeiro ou o mais destacado.3. [S. ..l. C. Discursos do pregador. CASTRO. de M. Cria e recria. 1977.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.]: Ex Libris. BELTRÃO III. 1981. abreviada e entre colchetes [S. deve ser indicada entre colchetes. LAZZARINI NETO. [S. 1994. 1930. Sylvio.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.. abreviadas.quando houver mais de um local para uma só editora. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. Obs.4 Regras quanto ao local . AL.: s. deve-se utilizar a expressão sine loco. [São Paulo]: SDF Editores.quando o local é desconhecido. entre colchetes.l. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. J. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. .

Autumm 1970. sem. registra-se uma data aproximada. distribuição. entre colchetes. maio/dez. após o ponto final.6 Regra quanto à paginação ./Sept. as expressões: Não paginado. 2002. trimestres. 3.1995. trimestre e semestres abreviados. Aug. 3.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. no idioma original da publicação. seja ela de publicação. 3. 2001. por isso. sempre deve ser indicada.quando a publicação indicar. mar. semestres ou estações do ano. bim. . estes devem aparecer de forma abreviada. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . 2. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. as estações do ano tal como figuram na publicação. ao final da referência devem ser indicadas. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres.64.. primavera 2000.. no lugar dos meses. 1996. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.quando em indicações de meses.3. 1995.3. divisões por bimestres.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. (publicação com paginação irregular) .

Número da edição (a partir da segunda edição. etc. poden do variar conf orme o ti po de documento. 1988. abreviado(s) ou não). b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. São Paulo: Hucitec.. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. dicionário. Antônio.. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . dissertações. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. MARCONI. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. Maquiavel. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. monografias). Metodologia científica 3.1. 5 Para fins de elaboração de referências. científica. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. . catálogo. B. ao final da referência. a não ser em casos de nomes próprios). IS BN. RODRIGUES. 1997. Caso seja indicado. Marina de A.4 Modelos de elaboração de referências 3. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento .. ano de publicação. manuais. Eva Maria. indicação de coedit ores. política Estado moderno.4. Local (nome da cidade): Editora. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. A.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Livros GRAMSCI. Luiz Mário Gazzaneo. 2000. menção à edição exclusiva para assinante. ao final da referência). como livros. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. interdisciplinar. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Assim. enciclopédias. LAKATOS.1 Monografias 3. trabalhos acadêmicos (teses.4. 65 . Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. científica ed. se houver).1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. tr adu tore s.

Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 1980. 3. Bíblia Sagrada .] (o grau) – vinculação acadêmica. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Instituição. local. Número de folhas ou volumes. 1980. 1986. Chicago: Encyclopaedia Britannica. trabalho de conclusão de curso.. 1989. etc. 30 v. Dicionário AULETE. Belo Horizonte. dissertação. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Rio de Janeiro. Qualidade de vida no trabalho . abreviados ou não). Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Título : subtítulo. 1989. Rio de Janeiro: Delta. Universidade Federal de Minas Gerais. Ano de apresentação. 180 f. 5 v. Edição Ecumênica. Dissertação (Mestrado em Administração) . V. 2002. ed.. RODRIGUES.Faculdade de Ciências Econômicas. M. Caldas. Tipo de documento [tese. . Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ano da defesa.66. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Bíblia BÍBLIA. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Português.

1997.. cd-rom. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. 3.Escola Politécnica. Edição (a partir da segunda. 1990. 1998. 1990. N BR 6023:2002). G. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. 1990. Tese (Livre Docência) . Universidade Camilo Castelo Branco. Acesso em: 19 maio 1998. A. 105 f. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios.br/redac/manual. In: SOBRENOME.4.4.html>. ano. Reimplante dentário . São Paulo. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . sem negrito ou itálico). Obs.L.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. se houver). 1990. seguidos de ponto. Para referenciá-las. São Paulo.1. Prenome do autor da obra como um todo. M. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Local: Editora.com.estado. A. (Ed). Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. 3. 5 CD-ROM.L. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. 67 .C. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. São Paulo: Delta: Estadão. MORGADO. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. 51 f. excetuando-se nome próprio. Disponível em: <http://www1.. O padrão da referência é: SOBRENOME. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. etc. Documentos em CD-ROM KOOGAN. O ESTADO DE SÃO PAULO. volumes. Manual de redação e estilo .3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. São Paulo. . online. HOUASSIS. Universidade de São Paulo. Enciclopédia e dicionário digital 98..1. Título da obra: subtítulo (se for o caso).2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. precedida da expressão Acesso em:. (ABNT .

p. cap. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Capítulo de livro LAKATOS. número de jornal ou caderno de jornal completo. 1997.br/ livrosonline/leitura_32>. matérias jornalísticas.. Os primeiros agregados humanos..68. Rio de Janeiro: Guanabara. etc. etc. Parte de uma obra MOSCA.1990. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. São Paulo: Atlas.. .4. Editor. In: MOTTA. p. SOUZA.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. N as coletâneas. 2000. Viagem astral aos domingos. 7. MACEDO. ed. Gilles. Maria Ester de (Org. Acesso em: 25 jul. In: TOLEDO. editoriais. Organizador.refletindo. 5. BOUTHOUL.). p. Rio de Janeiro: FGV. (Org. 3. Fernando C. Coesão organizacional e ilusão coletiva.).14-16.). 3. Prestes.). S. Vida psíquica e organização. Curitiba. 1988. B. História das doutrinas políticas. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). G. A. Disponível em: <http://www.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. G. Sociologia da administração .1. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.4. 1987. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. Reflexões para o silêncio. reportagens. fascículo ou número de revistas. seções. Eva Maria. In: ______. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.com. 122-143.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. In: ______.. FREITAS. Artigo de coletânea7 AMADO. 103-115.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

br/anais/anais. Recife: UFPe. numeração (se houver). data da publicação. Anais eletrônicos...htm>. Recife. 4. Recife: UFPe. 1996.ufpe. do documento (anais. . 1996. Florianópolis... CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.. proceedings.propesq. etc. anais... 1996. 3.4. 3. 1997.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo.4. como atas. proceedings. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. ano. resultados. Disponível em: <http://www. 4. Recife. local (cidade) de realização. Título. Acesso em: 21 jan. atas.. … 2000. 1996. 2.3..72. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.4. Anais. 2000. dentre outros. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.) Local de publicação: editora. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO...1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.3 Publicações em eventos 3.3.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

4. 1 mapa. Especificação do documento.ufl.000.000. SE (localização geográfica). 13 jul.jpg>. 1 disquete. 17:45Z (horário zulu). Escala 1:2. GOES-08: SE.000. Escala. UNIVALI (instituição geradora). Itajaí: UNIVALI. 3 ½ pol. ESTADOS UNIDOS. IR04. 3. 1 atlas. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. 17:45Z. p.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. SP). Local: Editora. 1 atlas. Acesso em: 15 jan. Regiões de governo do Estado de São Paulo.76. [2000?]. São Paulo. Obs. Itajaí (local). Escalas variam. Disponível em: <http://www.4. 1999 (data da captação). 557 Kb (tamanho do arquivo). data de publicação. Escala 1:40. ATLAS Mirador Internacional. . 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.11. 1981. 1999071318. 3. NBR 6023:2002.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 2002. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. globo e fotografia aérea. 8 ABNT. 13 jul. 1999. 1 imagem de satélite.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 557 Kb. 1994. Gainesville. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Título. 08 (número do satélite na série).. IR04 (banda).6 Documento cartográfico Abrange: atlas.GIF (título do arquivo). GIF. color. 1999. O padrão de referência é: AUTOR.. GOES (denominação do satélite). mapa.6.flmnh. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. National Oceanic and Atmospheric Administration.

pinturas.7. 1980. 5 ¼ pol.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. transparências. 77 . Anne. Doença dos xavantes. Quando não existir título para o documento. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. Romero. diafilme. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Altura: 432 pixels. 3. Título.. 1 gravura. 1999..7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras.4. desenho técnico. São Paulo: UMIBO. 25 cm x 20 cm. [Sem título]..4.. diapositivo. KOBAYASHI. Geddes 135. Data. cartazes. Especificação do documento. color. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 25 cm x 25 cm. caso seja necessário.jpg. 1982. 1 disquete. fotografias. Formato JPEG. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 51 Kb. 19 transparências.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 2000. Largura: 376 pixels. BRITTO. 1 fotografia. dentre outros. K. . color.

CENTRAL do Brasil. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. videocassetes. Local: Produtora. VELOSO. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Diretor.4. Circuladô vivo. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. data.4. data e especificação do suporte em unidades físicas. 3. 1 bobina cinematográfica (106 min). Brasília: SENAI/DN. 1991]. color. . 2 cassetes sonoros. Produtor (conforme as informações disponíveis). DVD. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos.78. etc. São Paulo: Polygram. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 2001. . 1991. 3. São Paulo: SENAI-SP. son. CDs (compact disc). Rio de Janeiro: Riofilme. Garcia. Departamento Nacional. 1 CD. Direção: Walter Salles Júnior.. conforme o caso). 1992. entrevistado.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. Local: Gravadora (ou equivalente).. Especificação do documento. 1 video sonoro. Entrevistadores: V Tremel e M. 35 mm. Luiz Inácio Lula da. SILVA. Caetano. Título. fitas cassete. 1998. dentre outros..9 Documento sonoro Compreende discos.

BULE de porcelana. NBR 6023:2002. 13). não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Versão (se houver). p. 9 3.1. Normas.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Version 4. . atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. Biblioteca Central. 1918. 1 CD-ROM. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. Título (caso não exista.4. Marcel. listas de discussão. Data.doc.]: Microsoft Corporation.4.” (ABNT. Especificação do objeto. 1995. assunto em discussão. DUCHAMP. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. monumentos.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95.. [S. desaparecem rapidamen te. esqueletos. 1998. Descrição física do in terpes soal e efêmero.. Título (do serviço ou produto). arquivos em disco rígido. e meio eletrônico. maquetes. Curitiba. quando identificado). etc. Escultura para viajar. objetos de museu. objetos e suas representações (fósseis. mensagens eletrônicas. [China: Companhia das Índias. pesquisa. 18-]. 1 bule.l. 79 . dentre outros). AUTOR(es)se for o caso. 1 escultura variável. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. programas de computador. animais empalhados.

Italvino. SC.ed.80. Apostila. Bastos. apostilas.23. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Memorial [mensagem pessoal].br/ acaro/sp/>.fat. HINDLE. ÁCAROS no Estado de São Paulo. O que é sociologia? 7. 1999. 2002. textos não publicados. C. MARQUES.org.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. J. 3. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.br> em 11 nov. 1997. São Paulo: Publifolha. 3.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. documentos mimeografados e digitados. Os princípios da gestão moderna. 3. 2. LEAL. Como fazer apresentações. E. Tim. Disponível em: <http://www. Acesso em: 30 maio 2002.4. M. 1990. Mensagem recebida por <simonegf@sj. RUBIROSA. São Paulo: Brasiliense. J. Base de Dados Tropical. M. 1978. 1991.4. podem ser acrescentados. (Primeiros Passos. ao final da referência. Bula de remédio. . se houver. sem destaque. 1985. No prelo. MARINS. São José dos Campos: Johnson & Johnson.bdt.. MARTINS..13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Tubarão.ed. Responsável técnico Delosmar R.4. Carlos B. 1984. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. Radiologia Brasileira. entre parênteses. São Paulo. L. Massa calcificada da naso-faringe. Niterói. Digitado. 57). n.univali. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).

onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. dissertações. papers e relatórios. im presso longitu dinalmente.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . tais como fichamentos. para elaboração de teses. d) subtítulo. se houver. b) título do trabalho. .1 Elementos pré-textuais . se for o caso: v. 4. b) nome do autor. Por outro lado.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. resenhas. g) ano da entrega (4 dígitos).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). Suas orientações também se aplicam. impresso da mesma forma que o do autor. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . 81 . dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma.. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). c) identificação de números (volume. c) título. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.TCC. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. do alto ao pé da lombada. Deve conter. textuais e pós-textuais. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. e) número de volumes (se houver mais de um.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. seqü encialmen te. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. no que couber..2) .

f) nom e. preciso. b) título principal do trabalho (claro.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. d) número de volumes. No verso da folha de rosto. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. parte inferior da página.). . g) local (cidade) da instituição. . sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e) data de aprovação. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário.. c) texto contendo a natureza. obtenção de determinado grau. trabalho de conclusão de curso. etc. d) área de concentração. . dissertação..) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. como as teses. h) ano de entrega (4 dígitos). . área de concentração. apresenta-se a ficha catalográfica. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver).Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. . nome da instituição a que é submetido. em seqüência. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . devem ser apresentados. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). etc. objetivo e nome da instituição a que é submetido.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). com as respectivas correções.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha).82. c) subtítulo (se houver. se houver mais de um. Aparecem em folha separada.

" (NBR 6027:2003.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. . . d) os indicativos das seções que compõem o sumário. p. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . da Parte I deste documento. 83 . que é uma lista "de palavras ou frases. escrit o por ext enso. da Parte II deste documento). na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto.ver seção 5. na ordem em que aparecem. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . .Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. na ordem em que se apresentam no texto. esque mas.4. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. com respectivos nomes e números de página.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Resumos de trabalhos acadêmico-científicos.. devem ser alinhados à esquerda. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). se houver. fluxogramas. mapas. com respectivos nomes e números de página. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. 2). qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. desen hos.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. Se necessário. etc. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes).3 da Parte II deste documento).. or ganogram as.) na ordem em que aparecem no texto. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). abaixo do texto. .Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. Apesar de ser escrita por outra pessoa. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. fora de parênteses. . pensamento. com o respectivo significado. .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). . Consiste na transcrição de uma frase.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o.ordenadas segun do determ inado cri tério. também denominadas seções primárias).Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. gráficos. não deve vir entre aspas.

Nela são descritos os conceitos. e)os títu los e su btítulos (se h ouver).: 32). contextualiza-o. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).84.. . Se o trabalho compreender mais de um volume. Em caso de relatórios de pesquisa científica. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. análise e interpretação dos resultados. f inalizan do com uma conclusão. além de aspectos metodológicos. No en tant o. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. está localizado.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. que seguem os indicativos das seções. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção.: 32-49). . de u m modo geral . à qual se segu e o desen volvim ento. . apresentação. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. área de conhecimento ou metodologia adotada. Conf orme o tipo de trabalh o. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. com uma definição clara. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. ou seja. separados por hífen (ex.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. assim como os prétextuais. me todologia. excetuados os elementos obrigatórios. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. portanto.2 Elementos textuais Os elementos textuais. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. Da mesma forma que na introdu ção. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. 4. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. há distintos modos de organizar o texto. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. con st itu em. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto..

.Conclusão Como parte final do texto. 4. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. que complementa. assuntos. . da Parte II deste documento. comprova ou ilustra o seu conteúdo.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. seguidos de suas respectivas definições.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.. nomes geográficos. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. complementar ao seu trabalho. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. dentre outros). seguidas de travessão e respectivo título (Ex. além de sugestões para outros trabalhos. As orientações para sua elaboração.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. com a indicação de sua localização no texto. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. possibilitando sua identificação individual. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. extraídos de um documento. .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. utilizados no trabalho. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.3 Elementos pós-textuais . .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista).Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. . 85 ..

..86..

Já na folha de aprovação. no caso de dissertações e teses.5. com exceção da folha de rosto.. objetivo. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. legendas de ilu strações e de t abelas.4 (21 cm x 29. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. 5. 87 . em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. notas de rodapé. 5. com form at o A.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. referências. margens direita e inferior: 2 cm. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor.. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). O texto é digitado no anverso da folha (frente). Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).5 entre linhas. O texto deve ser digitado com espaço 1.7 cm ). recomendam-se Times New Roman ou Arial. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).5. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. algumas normas gerais devem ser seguidas. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). Quanto ao tipo da fonte. sem brilho. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. as informações sobre o trabalho. notas de rodapé. Entretanto. Na folha de rosto.

4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.2. a partir da folha de rosto.1.1. a 2 cm da borda superior..1 2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1. alinhado à margem esquerda. Seção terciária 1.1. pre cede o títu lo da seção.1 2.2 . sendo de le separado por um espaço.1 2.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. em algarismos arábicos. contendo a exposição ordenada do assunto.88. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. terciária.1.1 2. Havendo apêndice(s) e anexo(s).1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. quaternária.2. a qual.2 3 3. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas..2 2.1. 5." (NBR 6024:2003).1.1. no canto superior direito da folha. Esse indicativo numérico.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1 2. por sua vez.1 2. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. pode se dividir em seção secundária. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1 3. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. etc.1. 5. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.3 Seção quaternária 1.

dele separado por um espaço. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. Muitos autores. apêndice(s). mapas. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. adotando-se.. e redondo. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda.1. listas. porém. As alíneas. nesse caso. em 2. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. esqu emas. 5. se inicia em ou tra li nh a. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. itálico ou grifo. ver 1. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. agradecimentos. gráficos. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. usam-se alíneas.1 Os títulos de errata. pois do contrário não contribuirão para a análise. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. qualquer que seja a forma adotada. 89 . dentre outros.. .. exceto a última que termina em ponto... terminam em ponto-e-vírgula. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.. Atenção! Em relação ao itálico.. qu adros. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . No entanto. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.... fotos. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. fluxogramas. referências. 5. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. glossário.. o espaçamento duplo entre os parágrafos.. caixa alta ou versal. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). O texto. . sumário.27 cm). no in te rior de um a seção. estas devem começar com um hífen.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. na seção 3 relatou-se. or gan ogram as. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. resumos..2. deve ser mantida em todo o trabalho. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. com exceção da última. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente.

conclusão para a última e continuação para as demais.. após o fio de fechamento. preferencialmente sem abreviações. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. .. o segundo. pode ser apresentada em duas ou mais partes. Quando não couber em uma folha.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. breve e clara que dispense consulta ao texto. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . c) ocupar. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. .cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. uma abaixo da outra. do respectivo título e/ou legenda explicativa. de forma clara e concisa.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. Quadro 5). . o espaço do cabeçalho e o terceiro. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE.90. preferencialm ent e. 28): . pode se r apresentada em duas partes. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. também é preciso seguir alguns critérios: .se t iv er poucas colu n as. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. o rodapé. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). na mesma página. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. lado a lado. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. por extenso. . no mínimo. . O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. A moldura compreende. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. sintetizadas a seguir.IBGE (1993). A tabela. p.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. 5.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. . uma única página. Q uanto à disposição das in formações. 1993. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. e da fonte. Figura 3.

. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.. alinh ando. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. / ou – X . o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. 9). utiliza-se como fonte o autor. alinhados à direita. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. 91 . para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. ‘formulários preenchidos’.. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . multiplicação e divisão.quan do. pela natureza do fen ômeno. por exemplo). responsáv el pelos dados levantados e apresentados. conforme o caso. p.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e.. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. ‘en trevist as realizadas’. entrevistas ou observação). os nomes ou 5. subtração. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários.se à margem esqu erda da primeira coluna. ‘questionários aplicados’. quan do os dados se originarem de diversas fontes. caso seja necessário. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. ‘observação direta’.

narração.. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário.307-326. improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro. Redação de textos científicos. OLÍMPIO. 2002. Rio de Janeiro. ______.C.ed.L. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. A. FLÔRES. Campinas: Papirus. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. L. Florianópolis. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Belo Horizonte: Editora UFMG. R. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. 2. M. Rio de Janeiro. P Educar pela pesquisa. COMPAGNON.ed. 2005. A. Rio de Janeiro. DEMO. Memórias de um orientador de tese. p. Rio de Janeiro: Record. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro: Zahar. 4. Autores Associados. 2002. J. 1997. ______. Rio de Janeiro.C. paixão. (Org. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. GIL.. Metodologia do ensino superior.ed.L. CANCELIER. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. ______. GEWANDSZNAJDER. ______. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. N. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 1997. São Paulo: T. Ed. São Paulo: Pioneira. 2003. 3. ______.M. . In: NUNES. resumo.). São Paulo: Atlas. ______. ECO. Rio de Janeiro. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. da UFMG. 2003.L. Belo Horizonte: Ed. Como se faz uma tese. Rio de Janeiro. 2000. São Paulo: Perspectiva. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. GOLDENBERG. U. A. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. 1997. V. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2003. 2001. A aventura sociológica: objetividade. 5. CASTRO. M. 1988. 1986. dissertação. FRANÇA.J. 1989.ed.N. C. 1996.A. 1996.ed. FEITOSA. 1992. e aum. relatório.. E. BEAUD. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro. rev.92. descrição. de O. 1998. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ______. O trabalho da citação. engenheiros e estudantes. 2.. BARRASS. Queiroz. da UFSC.. 1978. L.M. Campinas: . 2003. pesquisa quantitativa e qualitativa.

LAKATOS. DIONNE. 93 .nova. S. de A.L (Org. L. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa.. 1998. HÜHNE. C.R. abr. 1993. MARTINS. São Paulo: Atlas. ROESCH. São Paulo: Saraiva. SELLTIZ. n. 1985. Métodos de pesquisa nas relações sociais. R.ed. . SOUZA. MARCONI. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. 2001. LEITE.ed. Application of a Case Study Methodology. E. dissertações e estudos de caso. E. WRIGHTSMAN. Turismo: visão e ação. 3. 1975. São Paulo: Cortez. S. ano 4. 1997. e ampl..ed. São Paulo: Atlas. São Paulo: Companhia Melhoramentos. Escrevendo e . H. da escolha do assunto à apresentação gráfica. Rio de Janeiro: Agir. W. TELLIS. rev. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa.. São Paulo: Atlas. 1999. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. 2001. 5. A .. 2.B. 2.K./set. São Paulo: EPU. 1991.M. São Paulo: Atlas. LEAL. n.8. Metodologia do trabalho científico. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. LAVILLE. MEDEIROS. NUNES.L.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. 2000. Rio de Janeiro: IBGE. E.A. de A. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito.). 1993. 104. . SEVERINO. 1997. 1992. J.. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. YIN. Metodologia do trabalho científico. TOMANIK.W. LAKATOS. M.99109. Pesquisa e produção escrita. Florianópolis: OAB/ SC. A. São Paulo: Cortez.ed. ed.M. Porto Alegre: Bookman.ed. L. 21. Belo Horizonte: Editora UFMG. G.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2.ed. F das C.. de A. Florianópolis: Ed.S. Porto Alegre: Artmed. M.ed. E. 5. sept. 1997. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. C. Fundamentos de metodologia científica. L. p. p. PASOLD.. J. 1999. In: The Qualitative Report.ed. 1994. trabalhos de conclusão. v. da UFSC. Disponível em: http:// www... COOK. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. A monografia jurídica. KIDDER. 19. São Paulo: Atlas. J. Maringá: EDUEM. 2001. MARCONI. 2000. 1999. A. M. 1999. C. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor.A. Manual da monografia jurídica.A. LINTZ. Normas de apresentação tabular. 2.html Acesso em 26/02/02. de O.. IBGE. Metodologia do trabalho científico. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. 3. J. 3. E. M.M. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas.

..94..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .. 95 ..

Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.96.. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..

. 97 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 .

Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. excetuando-se a 1ª letra] .98. Centro de Educação Zzzzz.. na Universidade do Vale de Itajaí. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.. Orientador: Prof(a).

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Orientador: Prof. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. 99 . Dr..

. .......... ......... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .. . Dr... MSc... .... da Universidade do Vale do Itajaí...... Prof....... Centro de Educação de .. sub-título em minúsculas] . UNIVALI – CE de São José Prof....... .... 3 cm Área de Concentração: .. Dra........... .... ..... [dia] de [mês] de [ano].100.. ......... ........ UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa........... e aprovada pelo Curso de ................. . UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas..... [Local]...........

. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 14 de fevereiro de 2003. Prof.. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Msc. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Dr. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. 101 . Dra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Centro de Educação de Balneário Camboriú.

.............................................................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ................................................................................... 80 .............................................................. 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA .......................................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................................................................................1 Justificativa .....3 Estratégias e instrumentos ....................... aceitação e cooperação ..............................2 Expectativas e aspirações ............1........................ 77 APÊNDICES ..................................................1............. 11 1....... 14 2...... 57 4................ 40 3.......................2 As principais correntes teóricas da atualidade .......................................................................................... 39 3....................................................102.........................................2 Objetivos da pesquisa ............................................................................... 46 4 RESULTADOS .................................... 10 1.................... 16 2.............................1 Concepções teóricas .. 49 4.....................................................................................................................................................1 Breve história das principais concepções do passado .........................................................................................................................................................................2 Fontes documentais .................... 50 4.............................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ............................................................................................... 43 3........................3 Resistência.......................................................................... 71 REFERÊNCIAS ................ 18 2......................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ..

103 . contendo de 100 a 250 palavras. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo..

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