UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

. 90. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 58. 89.4.724. 87. 81. de dezembro de 2005.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14..

...................5 INTRODUÇÃO ............ 30 Elementos textuais ............................ 27 Conceito .... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ................ 13 FICHAMENTO ...................................................... 26 Avaliação ...................................................................................1 5........................ 31 Avaliação ....................................4 5................................3 5..........................................................................................................................................................................................................................4................................................................................................................................................. 24 PAPER..................................................................................................................................................................................2 2............ 23 Avaliação ......................................... 35 Avaliação ............... 27 Procedimentos quanto à elaboração ..................................................2 5.................................... 21 Propósitos ........................................................... 34 Tipos de relatórios ...................................2 5.................... 21 Conceito ..............1 2........................ 15 Os propósitos do fichamento ..............2 3..........1 3.....................................................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ........................ 37 ..................................................................................3............................... 31 RELATÓRIO .................................................................................................................................................................................................................4.........................................................................3 4..............................................................................1 4...............................4.....................................3 3.................. 33 Propósitos ..................................................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ....................4 5 5..............................3... 34 Procedimentos ....2 4....... 30 Elementos pós-textuais .............................................5 6 6.......................................................... 21 Procedimentos . 10 1 2 2........................1 2.4........ 27 Propósitos ............... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .....................................1 6............................................................................................................................ 25 Procedimentos ........................................................................................................................2 2............................................... 17 Ficha de leitura ......3 6......................................................................................... 5 ...................................... 09 PARTE I ..................................................................4 3..........................................2 6.. 15 Conceito ............1 5..........................4 5...........................................................5 4 4............................................................................................... 29 Elementos pré-textuais .......................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ................................................................................. 16 Procedimentos ................ 33 Conceito .......................................... 17 Ficha bibliográfica .............4 6................. 25 Conceito ...... 18 Avaliação ....................3 5...........................................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ................... 20 RESENHA CRÍTICA ............ 25 Propósitos .......4 3 3........ 22 A apresentação da resenha ...............3 2...................................................................

40 Avaliação ...................2........1..............................................................................4........................... 72 .................................3............................. 48 1.2 3.3................ 55 Exemplos de resumos ..4.................. 46 1.... 68 Publicação periódica como um todo ... 46 1...4 3........... 70 Artigo e/ou matéria de revista.............................1..6 3.......................................................................................................................................................................................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ...2........ 68 Publicações periódicas ............................... 45 1.................................................2 3..................................1 3.......................... 53 2 2........................................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ..... 47 1...... 64 Regra quanto à paginação ..................4....4 MEMORIAL ..1 3 3............................ 64 Modelos de elaboração de referências ......2........................ 65 Monografias ...4.............6.....2 7........................................................ 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ......................................................................................................................... 62 Regras quanto ao local .......2....................................................................... 50 1..... 71 Publicações em eventos ...............................3 3..................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .......3 3................... boletim......................................................4...............................3..... 41 PARTE II ..................3........................................................................................................2 Tipos de citação ............2 Citação indireta: paráfrase e condensação ............................ 61 Regras quanto à edição e editora ................4..........5 Considerações finais sobre as normas de citação .................................. 57 Aspectos gráficos das referências ...................................................... 59 Regras quanto à autoria.4.................................5 3.......................... 67 Partes de monografia ............................1 3......................................................4.......1 3...........................................................................................4..................................... 57 Localização das referências .......3 3.......................................................................2................................... 43 1 CITAÇÕES .............................................3......................6 3.................4.........1 3........................... 45 1..................... em meio eletrônico .................................. 39 Procedimentos ............4 3.................................... 65 Monografias consideradas no todo ..................................2 3............... 39 Propósitos ..... 52 1................................2.......................3 7................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ..................................................2......3 3.....4.........................1 Regras gerais para citação ......... dentre outros............................................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ...................................1....................................... 63 Regras quanto à data ........ 39 Conceito ......................1 3.......................................5 3.......3 Alterações na citação .2...................................................1 7........................................................................ 7 7.......... textual ou literal .....3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .........................3 Citação da citação ...........1 Citação direta..........................................................3............................2..........1..........2 3.......................4............................. 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..........4 3............ 69 Partes de publicações périódicas .......4 3...2 3......................................................4............4 Normas complementares para citação ................... 58 Regras gerais para elaboração de referências ............................................................................................................................. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ....................

.......................................................................6 5....................4.................................4.....................4..................................................................................................................................................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .............. Documento sonoro .................................... 98 Apêndice C .... 102 Apêndice E ..................................11 3.....................1 4.............................4.............. 96 Apêndice B ........................................5 3.................................................................................4.4......... Trabalho apresentado em evento .............................4...........................4...................3 3....................................4......4....... Documento iconográficoem meio eletrônico ...............................3 5......................4.......1 3.... Legislação ................... 91 REFERÊNCIAS ..................................................................................................3.................................2 5..........................2 4...................14 4 4...................... Documento cartográfico em meio eletrônico ........ 7 ....................................1 5....................4 3........ 95 Apêndice A .............................4............ Documentos jurídicos ... Imagem em movimento ......................................... Séries e coleções ........................................................6...... 88 Títulos e indicavos numéricos .... Patente ....... 88 Parágrafo ..................................................................13 3.............................................1 3...........................4............ 100 Apêndice D ..... 89 Tabelas ........................ 87 Formato .....Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ....... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...............................................................................3..........................7...........................................................4.........................................4 5.................... 89 Ilustrações ......................... 90 Equações e fórmulas .................................4...4...8 Eventos como um todo ..........................4................ 103 .............................................Exemplo de sumário ......UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3....................3...................... Notas ...........................7 3..........1 3............................................................. 81 Elementos textuais ..............................10 3.........................................................4.... 87 Margens e espacejamento ............... 92 APÊNDICES .............. 81 Elementos pré-textuais .....7 5...............................2 3......................................12 3... Documento jurídico em meio eletrônico ....................1 3...9 3..................4...........4.......................................................................................................... Documento cartográfico ...........................................................................................................................................................................................................................................................................4 3..............................2 3....4.............................................................................. Documento iconográfico ........ Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ......................................4........ Doutrina ..4..........................3 3..........................................3.............................................................4..................6 3............4 3...... Jurisprudência ... 84 Elementos pós-textuais ......4.... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico .............. Bula de remédio ................................................................Modelo de página de abertura (artigo científico) ........................................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...................8 3.............................. 87 Paginação .......................................3 5 5.......................... Eventos como um todo em meio eletrônico ........... Documento tridimensional .................5 5..........................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .......................................

. .8..

para quê. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. desde os primeiros períodos. da teoria com a empiria..cien tí fi cos. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. em todas as disciplinas. a pr odu zir conhecimentos. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. conceitual e lógica. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . o mais elementar deles. conse qü en tem en te. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. A elaboração de trabalhos acadêm icos . Se a ciência é o resultado do confronto.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A UNIVALI destaca. Est as orientações. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. (SEVERINO. o domínio do saber e da cultura. E viden te men te .. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. ao artigo científico . entre suas finalidades. característica da formação superior. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. Certamente. ou da articu lação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. 2000). Assim.do fich amen to. o domínio de conceitos reelaborados. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. 9 .

.10...

.. 11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

. .12..

surge o desafio da elaboração própria.se con siderar qu e a bu sca.. expressão. A formação universitária. Formular. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. a perguntar.. a querer saber sempre mais e melhor. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.] escrevam.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. de complexidade e sofisticação crescentes. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. registrar a informação e as . dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência.] Aprende a duvidar. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. sobretudo alcancem a capacidade de formular. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. requer que as atividades referentes à investigação. perfil. assim identificadas: . à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. deve . Ao lado desse fato.. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. portanto. 13 . um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.ler e compreender textos teóricos. redijam. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. Demo (1996. Por outro lado. porque significam propriamente a competência. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.. Deixa-se para trás a condição de objeto.. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. contorno. A partir daí. atividade central na vida acadêmica. em todas as áreas do conhecimento. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. se faz. p.

. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. relat ór io e mem orial.analisar e apreciar criticamente textos teóricos.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. . no entanto. projeto e relatório de pesquisa. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. documentais ou outras (fazer resumos. não são aqui tratados. dissertação de mestrado e tese de doutorado. optou-se pelo fichamento. ou mesmo o ensaio. t anto a professores como a acadêmicos. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. projetos de pesquisa). parafrasear. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.cor rigir. de re su m os de ar ti gos e de referências.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . referências). paper. .apresentar e discutir temas. definir. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. papers. aut o. Dessa forma. .ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos.competências cognitivas: . .14.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. sistemático e intensivo. O texto ora apresentado pretende oferecer. artigos. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. resenha crítica.. fichamentos. dominar as praxes de citação e de referência. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. . demonstrar (ou provar) por argumentação. subsidiariamente. No entanto. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. extrair significados. .referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. . explicar. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. interpretar criticamente. observar. estabelecer relações. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. Esse conjunto de competências.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. inferir. artigo cien tífico..

como também registrada e documentada.100). A principal utilidade da técnica de fichamento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. Fichar um texto significa sintetizá-lo. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. filosófica. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. coerente e objetivo. art igos. etc.. monografias de conclusão de curso. d) organizar as informações colhidas”.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. essen ci al par a a elaboração de resenhas.. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. a exemplo de Nunes (1997). para utilização posterior em suas produ ções escri tas. b) registrar o conteúdo das obras. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. pa pers. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. su a compreensão. na Universidade. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). ent ão. portanto. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. os fichamentos ou relatórios de leitura. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. palest ras ou confe rências. cujo autor é o “fichador”. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. Assim sendo. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. alguns autores. 15 . seja ele aluno ou professor. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. no caso do professor. de textos para aulas. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. A prática do fichamento representa. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. assim. ou. p. . é otimizar a leitura. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –.

como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. que tanto pode ser uma resenha. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. artigos e textos teóricos. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. b) o fichamento que é feito pelo estudante. nesse caso. pelo docente ou pelo pesquisador. mas que. em geral. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. dos quais se falará mais adiante. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias..2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. um seminário ou um relatório de pesquisa.se apen as na su a apresen tação. Assim. o docente ou o pesquisador se propôs. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. um artigo. conceitos.16. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. 2. di fer enci a. No segundo tipo (b). Dependendo dos seus propósitos. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. Ora. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. uma monografia. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. Dessa forma. nesse caso o fichamento consiste. e m qualquer caso. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação.. .

que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. Severino (2000.). Eco (1988.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . São Paulo: Saraiva.. por exemplo. 87. p. p. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. devem conter três elementos: . 17 .3. Luiz Antonio Rizzatto. Manual da monografia jurídica. Bibl. após o título geral. à direita.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. p. 207 p. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade.corpo da f ich a. por serem considerados os mais essenciais. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. 42-55) e Pasold (1999. de um subtítulo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. 2. As fichas. arquivo público. 1997. 35-45). como já foi dito. ou seja. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. . Leite (1985. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa.. etc. como. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros).112). o con teú do propriamente dito.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. pode ser adotado o uso. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. p. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. . Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES.

ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. Pode ficar a critério do professor. as citações. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. 6465). objetiva e econômica. dir etas e interligadas. juízo de valor destituído de fundamento. transcrições as citações. ou não. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. ao seu final. 2. idéia ou argumento.18. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. p. outras formas podem ser adotadas. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade.. e as citações ou seja. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. ou seja: – ser sucinto. um comentário sobre o te xto f ichado. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). seletivo e objetivo. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. por exemplo. resumo conteúdo. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. no entanto. Para sua elaboração. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. ao solicitar dos alu nos um fichamento. Pode conter. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página.3. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. o que tornaria a ficha mais completa. como sugere Hühne (1992. p. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. citações mais significativas de trechos do conteúdo. – utilizar linguagem clara. Nesse caso. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. . optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. dev e o professor ter claro que. Assim sendo. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador.. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. a decisão de incluir.

ex te rno ao indivíduo. cujas raízes estão no historicism o ale mão. se gundo ele. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. M. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. um de se us repres entantes . 199 7. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura .. A socio logia com pree nsiva. pois. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . po is cada qual tem um sentido próprio. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. que busca de scobrir regularidades ou le is . Ass im . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. o fato social. Para D urkheim. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. Rio de Janeiro: Re co rd. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . S egundo ele. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa".. 19 . que pre ssupõe um a m etodologia própria. (. Dilthey . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais.. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. para e le . Via a ciência social com o ne utra e obje tiva..

O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.O resumo é sucinto e objetivo? .2.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? ..20.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) . ou seja.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .. 2.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .

novos conhecimentos. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. Quando realizada como um trabalho acadêm ico.. têm condições de emitir um juízo crítico. ou seja. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. . em decorrência. de um modo geral. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. 3. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. feita por cientistas que.. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. artística ou cultural em seu campo de interesse. além do conhecimento especializado do tema. 21 . o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. em geral.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. – uma justificativa da apreciação realizada. novas teorias. que a resenha possibilita. A resenha de obras científicas é. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. prin cipal me nt e.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. Portanto.

o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. bem como da finalidade ou destino da resenha. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. figuras. econômico. .: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. de com pe tên cias de l eit ura. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. etc. As diretrizes metodológicas que seguem. são indispensáveis os seguintes tópicos: . número de páginas. em relação ao contexto social. preço. Para fins de t rabalh os acadê micos.a crítica do resenhista. no ent an to. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. 3. 51-57). baseadas em Severino (2000. p. cargos exercidos. . p. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. Obs.as conclusões do autor. pelo estudante. segundo a percepção do resenhista. especialistas. local. exemplos. se optar por intitular.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). de modo a cumprir sua finalidade. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?).)? e) a quem se destina a obra: grande público. etc. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. têm o propósito de organizar. títulos. gráficos. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. histórico. . objetivo.. edição.. análise e interpretação de textos científicos.22.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. coere nt e. criativas? A abordagem dos conhecimentos . profissional ou especializada. . estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. Referência: editora e data de publicação. político.o resumo da obra. desenhos. título. obras publicadas. claro. o que muitas vezes depende da obra resenhada.seu quadro de referências. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. 245-246): – Referência autor(es).

juízo crít ico. .4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. .Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. como de outros trabalhos acadêmicos. os dados sobre a obra. sucinto e de fácil leitura. validade e con tribui ção à discussão do problema. seu autor. obrigatoriamente. trabalho acadêmico distinto da resenha. quer dizer. alcance. 23 . no entanto. o resumo do conteúdo. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. em geral. termos fundamentais à compreensão do t exto). A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. avaliando o texto pela sua coerência interna. nas resenhas de boa qualidade. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. buscar dados sobre o autor. o qual. sobre o vocabulário (conceitos. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. aparecem. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. Procura estabelecer uma aproximação.3 acima. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. porém corrida. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. 3. bem como a avaliação crítica do resenhista. os aspectos teóricos. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . A redação da resenha obedecerá. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. Avalia também sua originalidade.. compondo um texto harmonioso. de um modo geral. ou seja. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. do texto para identificar seu plano geral. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. os aut ores cit ados.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho.. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. n um a seqüên cia adequ ada.

As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? . 3. social) do autor é discutido? . o su mári o é e lem en to dispensável.Aponta as características mais relevantes da obra? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002..A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . esse item é obrigatório. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. Quanto à apresentação gráfica.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. econômico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .A obra está corretamente referenciada? .O posici onamen to (te ór ico.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? .24.ci entíf icos f oram observadas? . polí tico.. .

Além disso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . pelo au tor. como os artigos científicos. podendo considerar. júri simulado. Na elaboração de um paper.. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. 4. Sua elaboração consiste na discussão. 25 . a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. com objet ivi dade e clare za. também.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. o autor desenvolve análises e argumentações. artigos especializados ou de informação geral. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.an alít ica e da criatividade do aluno. opiniões de especialistas. promover o debate em torno de um assunto. estudos de caso ou participação em palestras. E m algu ns casos.. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. .1 Conceito O paper. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). dentre outros tipos de publicações.

A linguagem utilizada obedece a norma culta? . exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. A apresentação gráfica do paper. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão..As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. ao final do texto. et c. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. sistematizando-se determinadas etapas. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . entretanto.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. a análise do assunto e as conclusões do seu autor.cien tí fi cos são respeitadas? . 4. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. b) destaque dos pontos mais r elev ant es.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.Há lógica na organização geral do texto? . c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. o pa per deve apresentar em sua estrutura. lev an tan do argum en tos. Como todo trabalho acadêmico. desenvolvimento e conclusão..Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . registros ou anotações de palestras.26. artigos. 4.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . como todo t rabalh o acadêmico.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . as etapas de introdução.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . o encadeamento entre as idéias iniciais.A análise das idéias é coerente/consistente? . de forma articulada. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. f il mes. . tais como: textos. d) sí nt ese con cl usi va. deixando-se claro.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . Além disso.

. 88): . Entretanto. 5. experimental ou de campo). teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. discute e divulga idéias.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.los ou pormenorizar aspectos. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. docu men tal. .. Ao produzir o artigo. métodos e técnicas. a partir de novos enfoques ou perspectivas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. 27 . No contexto da formação acadêmica. p. . dissertações ou teses. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –.2 Propósitos De um modo geral. O artigo científico. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. idéias. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. ou nela se baseiem. os propósitos.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. embora sucinta. difere de trabalhos científicos. como monografias. .aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. .aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. Além desses objetivos.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). o artigo científico pode abordar conceitos. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. ao apresentar de forma completa. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. Isso permite que outros pesquisadores.

. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. mater iais. por fim. técn icas e equi pam ent os uti lizados). desenvolvimento e conclusão. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. fazer comparações. No desenvolvimento (corpo do artigo).3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. fatos ou outros estudos. De acordo com Leal (2001. é preciso que o autor: . é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. conceitos. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. dest acam. se for o caso. registros de observações ou evidências factuais.. No tópico das considerações finais. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias.102).reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. de fichamentos. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. Por out ro l ado. ainda. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. para sistematizar a comunicação a ser feita. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução.. Todavia. comparando-se com outros estudos já realizados. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). e descrição dos métodos. evitando que o autor se perca durante a elaboração. .sistematize um roteiro básico das idéias.se os seu s re sul tados. porém de forma breve e sintética. teorias. em primeiro lugar. 5. explicando e avaliando os resultados. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. A elaboração de artigos estimula. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas.28. são apresentados os dados do estudo. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. que se constitui como dedução lógica do estudo. podendose utilizar tabelas e ilustrações). p. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. a justificativa do trabalho e suas limitações. independente de ter propósitos distintos. a elaboração deste plano é útil.2).

subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. 2001. 2001. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia.no desenvolvimento do artigo. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. . de forma adequada. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. ao conteúdo desenvolvido. 29 . . sugerindo a continuidade das discussões a respeito. p. pois. Pode.. a forma como o artigo está organizado.ao apresentar o artigo – na introdução –. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. Devem ser evitadas as gírias. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. Vale ressaltar que as divisões. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. caso isso não aconteça.103). o que pode prejudicar a sua compreensão.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. é conveniente que o autor contextualize o tema. também. A definição do título do artigo deve corresponder. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. . bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. se min ários. p.” (LEAL. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos.). textuais e pós-textuais. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo.. motivando para a leitura. . ainda. precisão. 5. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. destacando sua importância teórica ou prática. o e xce sso de subdivisões. porém . É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. et c.na conclusão.106). as expectativas em relação a ele. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. É pre ci so ev it ar. deve o autor dividir o tema em discussão. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.

Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. então.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. .Palavras-chave na língua do texto. . . 5. . já detalhados na seção 5. após os elementos pós-textuais. assim como os endereços postal e eletrônico.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. precedendo o resumo em língua estrangeira. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). .4.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.3. . o desenvolvimento e a conclusão.. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. o currículo.4. 5.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).4. Segundo a NBR 6022:2003..3 Elementos pós-textuais . .1 Elementos pré-textuais .30. 5. .Resumo na língua do texto. ou.

4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda.Questionário). que complementa.: ANEXO B . Observação: na Parte II deste documento. . siglas. . o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). .ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). ilustrações e tabelas (seção 5).clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. justificativa e importância do artigo. . muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. Para a avaliação de artigos científicos. FEITOSA.4.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. . precedi dos por numeração progressiva. 5. podem ser descritos vários critérios (AMR1 .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).clareza na apresentação dos objetivos. as suposições devem ser claras e justificadas.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. sociedade).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.referencial teórico claramente identificado. . 2001. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.. 5. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. . organização. comprova ou ilustra seu con teúdo.: APÊNDICE A . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. então. 2000). decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. equações e f órmulas. .apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. 1999.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. 31 . complementar ao seu trabalho. coerente e adequado aos propósitos do artigo.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. . tais como: a) Quanto ao conteúdo: .Estrutura organizacional da Empresa Alfa).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.. SEVERINO. Normalmente.4 da Parte II deste documento).

. . sem duplo sentido.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.observância das regras da norma culta. com a corr eta r elação com os f atos analisados. . . .adequação do título ao conteúdo.32. ou de um conceito para outro. . .uso/seleção de literatura pertinente à análise.linguagem acessível. precisão e coerência na escrita do texto.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.. . ..atendimento aos objetivos propostos. passagem de um parágrafo para outro.coerência e padronização dos termos técnicos. un idade e art icu lação (encadeamento lógico).resumo claro e informativo.afirmativas unívocas. .observância das normas de apresentação de um artigo.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. . .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. b) Quanto à forma: . . . .uso fiel das fontes mencionadas no artigo.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. do t ext o .objetividade. .

Em Michaelis (1998. de uma prática ou de um conjunto de práticas. 33 . geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. exper imen tos ou testes de laboratório.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias...1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . viagens de estudo. em diversas disciplinas. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. relação. aplicação de uma determinada técnica.] Relatório é. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. . p. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. até mesmo de um objeto. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. Embora seja utilizado com fr eqü ência. 6. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”.. fatos ou objetos [. observação de eventos. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. al go qu e f oi realizado). em pelo menos uma das definições. de menor importância... etc. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. [. seja no seu conteúdo. – as quais. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. na sua organização ou apresentação. o qual. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. após terem sido desenvolvidas. n ão é abordado n este documento. uma narração. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. ordinariamente por e scrito . O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. então.

desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. qualquer que seja seu tipo. of erecer informações e análises sobre empresas. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. a elaborá-los. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. na elaboração de um relatório. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. A esse respeito. porqu e o fazemos e com que resultados”. apresenta-se a seguir.. vistorias. como. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. p. por conseguinte. 6. cuja síntese. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. 1999. Dessa forma. etc. (MARCONI.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. observações de campo. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. que já requerem uma apresentação técnica. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. medições. por exemplo. visitas.34. p. Inicialmente. de um único assunto. SEVERINO. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. 2000). a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. em campo. em diferentes situações. LAKATOS. tais como. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. . O relatório é. procedimentos técnicos. durante a sua formação. mercados. elaborada segundo os propósitos deste documento. avaliações.. Barrass (1986. informar sobre o andamento de um projeto.3 Tipos de relatórios Flôres. etc. Olímpio e Cancelier (1992. Quanto à estrutura (partes componentes). Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. tem forma de apresentação rigorosa. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). inspeções. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo.. auditorias. verificações. 6. produtos ou tecnologias. viagens. é importante que o acadêmico aprenda.

A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. demarcado. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. semestral. .Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. de que a estrutura dos relatórios formais (e.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . se for o caso. em decorrência de seus objetivos e destinação. seja qual for o tipo de relatório.. etc. portant o. Subdividem-se em: . para isso são úteis três perguntas: . . da Parte II deste documento. estilo da redação. pode ser periódico (mensal. 6. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. . ou em data previamente estabelecida (ex.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. as normas contidas no t ópico 5 . os relatórios podem ser informativos e analíticos. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. anual) ou abranger um período de tempo maior.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório... nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. inf ormais ou semi -in form ais. são pouco extensos e. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. informal ou semi-informal). de v isit a e os relat órios administrativos. 35 . .por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. por exemplo.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.

basta a folha de rosto.. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. . conforme a extensão do relatório. sugere-se a estrutura a seguir. Nota-se que. aparel hos ou si stem as. deve conter um sumário. além da folha de rosto. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . a partir dessas idéias. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. construção/teste ou verificação de máquinas. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. com maior número de páginas. pela correção da linguagem.. o estilo simples. sendo o sumário dispensável. adjetivação excessiva. . os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. pela ausência de períodos longos.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios.36. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. detalhes desnecessários.o quê: identifica a atividade realizada. preciso e objetivo.

Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. antes de entregá-lo ao professor.. e seu sumário reflete isso? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. com seus títulos e legendas? .É escrito em um estilo simples e preciso? . se hou ver. notas e referências.As t abel as e f iguras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .As regras de apresentação (citações..O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. são apresentadas de maneira uniforme.O relatório se limita ao essencial. etc. 37 .

.38. ..

o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. portanto. ainda.1 Conceito Para Severino (2000). como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. Consiste. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. Parte de uma reflexão introspectiva. e constitui um relato crítico. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. marca de todo trabalho acadêmico. portanto..2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. os resu ltados qu e espera alcançar. para concorrer a postos no mercado de trabalho. em um relato circu nstanciado. Apresenta.. Nesse sentido. uma vez formados. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. ret ratando a subjetividade. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. precisarão. podendo esboçar. . os quais. 7. complemen tar mente. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. principalment e. 39 . de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. conforme as circunstâncias.

resultados de pesquisas. especialização e atualização. 7. técnica ou artística. No entanto. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. . . pelo seu caráter reflexivo. . as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. seminários e outros eventos.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. cursos e atividades de extensão. além de servir a tais finalidades. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .re com enda. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. dissertações. -ensino: desempenho didático. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. simpósios. participação em congressos.40. orientação de monografias. coordenação e/ou assessoramento. estruturando dessa forma o memorial. analítico e autocrítico. estadual. analítico e crítico. . o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações.formação.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. aperfeiçoamento e atualização: cursos.. caracterizando a história particular do autor. exe rcício de f un ções de direção. participação em ban cas e xamin adoras.. . ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. estágios de aperf eiçoamen to. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. comitês executivos. prest ação de consultoria especializada. . municipal ou privado.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: .utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. É relevante na elaboração do memorial deixar claro.atividades técnico-cient íficas. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. tanto em sua formação como em sua profissão.

encadernação sóbria.176). atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado.. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. o qu e requer. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. um a im pressão cu idadosa. nossa história de vida é nossa melhor referência. etc. a trajetória real que foi seguida (. quant o aos seus aspectos físicos. 7. No entanto. com maior segurança possível. econômicos e/ou sociais? . apesar de sua crescente utilização. um projeto gráfico de bom gost o.. pelo esmero na redação do texto. Por outro lado. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. expressando as contribuições e perdas de cada momento. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. O autor precisa estar atento para retratar. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. como observa França (1999.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . principalmente. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. políticos..O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? .34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. com fidelidade e tranqüilidade. 2000. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. 41 . atraente. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos.. apresentado de forma crítica. p. o memorial pode se destacar. convém salientar que.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .). nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. Por fim. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). p. abrangendo sua formação e atuação profissional. (SEVERINO.

As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A redação do texto é precisa e coerente? . ..A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .42.A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . relacionando-as com a trajetória pregressa? ..Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 ...

..44..

259). com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. São utilizadas para sustentar.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. deixan do para o rodapé out ras informações. p. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. t radução de palavras estrangeiras.. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. DIONNE. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. Depende do tipo de tese”. Em todo o caso. 45 ... exemplos e modelos. estão sendo expostas. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. 1999. diferentemente de textos literários. significado de expressões típicas.121) considera difícil determinar “[. deve ser seguido em todo o trabalho.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). Assim. ne las encontrando ilustrações. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. seguido pela data de publicação da obra e número da página.. Apresentação. As citações podem ser diretas. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. fazendo. . teórica e empiricamente. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. “De fato. p.” (LAVILLE. mesmo Umberto Eco (1988. in diret as ou citação de cit ação.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. o trabalho apresentado. da ABNT. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. etc. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. Citações em Documentos. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. inspirandose nelas.

melhor e com mais segurança se trabalha. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. Obs.2. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas.10): “quanto mais se restringe o campo. p. p. são inseridas no texto. no segundo exemplo. 1. a entrada – no caso. também. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). com recuo de 4cm da margem esquerda.1 Citação direta. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.. Vale ressaltar. o nome do autor faz parte da frase. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.” Obs. fonte e espaçamento interlinear menores. a indicação da página é obrigatória para citação direta.46. 1988. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). sem emprego de aspas. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente..10). como nos exemplos que seguem: .2 Tipos de citação 1.” (ECO. 2: no primeiro exemplo. melhor e com mais segurança se trabalha.

. o “trabalho da citação [. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. Nas citações in diret as. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. em tamanho e cont eúdo. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. a escrit a do t ext o origi nal. segu ndo Compagnon (1996. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. 1978. mas colocado no seu contexto. o que não lhe tira o caráter científico.. Dentre elas. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. O assunto não deve estar solto no espaço. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. Todavia. p. normalmente. Nesse sentido..] é uma produção de texto [. ‘encomendado’. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.. ou seja. não altera. se ‘encaixar` em temas muito amplos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores.. caso ela não seja feita. 1.34). portan to. a referência à fonte é obrigatória pois. de modo reduzido ou abreviado. da sua curiosidade científica. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. 319). Ao parafrasear. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.. que é reconhecido como [. portanto. 47 . conforme a NBR 10520:2002. (CASTRO.. tem-se u m caso de plágio. p.. A paráfrase é a forma de citação indireta que. p.2. Como se trata de idéias alheias.]”.. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.

sem alterar o seu significado. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. p. já qu e. DIONNE. (LAVILLE. uma vez que tenha sido bem planejada. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar.85).48. 1999). DIONNE. 1999. (LAVILLE. Esta forma de uso de citação é interessante. ... Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. 1999). pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. como uma espécie de piloto automático. DIONNE. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). porém apresentando apenas as principais idéias do autor.

p.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada.31). p. GEWANDSZNAJDER. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas... mas de fazer brotar idéias. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.: no exemplo acima. usa-se o itálic o. por sua vez. Obs. Esta idéia.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). BOWER. pode ser expressa como citação direta ou indireta.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. 49 . 1987 apud GIL.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.2. p. . 1997. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI..]”. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. 2001. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. usa-se a expressão latina apud2 . 1994..” (WERNER. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.: no exemplo acima. Obs.

então.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. dev e ser usada de modo bastante restrito. A citação de citação..50. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. triagens. . usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. Beaud (1997. citações longas demais. p. como qualquer outro material.. Nesses casos.] é preciso fazer escolhas.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. em que terrenos irá concentrar seus esforços. [. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original.. tomando notas. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. somente disponível em língua que se desconhece. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.]” (BEAUD. b) Em citação com supressão de parte intermediária. em que materiais irá se aprofundar. igualmente. No entanto. também chamada de segunda mão. p.. 1.” “Evite. por se tratar de obra rara ou. só vale pelo lugar que ocupa. 125). Em qualquer desses casos. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. é admissível o uso da citação da citação.. 1997. p. 125) aconselha: “[. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). no entanto. é obrigatório indicar a alteração feita.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.

de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. grifo nosso).” (GOLDENBERG.. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.” (GOLDENBERG. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor.68. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. 51 . O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. p. 2000. 70). negrito ou itálico) de termos ou expressões. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. p. . LINTZ. grifo dos autores). 1997. p. 1997. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente..21. ou então.” (MARTINS.

em 25 de julho de 2002.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. p. Explanatory. Collective – when a group of cases is studied. . 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.52. 1997.1. (TELLIS. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. tradução nossa). and Descriptive. 1. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. em palestras e debates.. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1.1). após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. instrumental . 1997. p. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. explanatório e descritivo.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal.. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. (TELLIS. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case.

1988). 1999..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. em ordem alfabética. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. 53 . . bem como averiguável por todos. em ordem alfabética. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. LAKATOS. YIN. 2000. que se concorde com ela. após a data e sem espacejamento. isto é. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. publicados em um mesmo ano. Umberto Eco (1988. conforme a lista de referências. 1974. 2001) 1. esses são separados por ponto-e-vírgula. p. Quando não for este o caso. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. a referência deve ser exata e precisa. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. Nesse sentido.. RICHARDSON. 2001. mencionados simultaneamente. 1976. SEVERINO. 1999. após apresentar a citação. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. Por isso.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 1972.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. 2001) (BUNGE. (MARCONI.

..54..

As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. p. Quanto à redação e estilo de resumos. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. ‘O autor do trabalho descreve. [. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. a NBR 6028:2003 estabelece. O uso de abreviaturas. p. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. críticas e julgamento pessoal do autor.. equações e diagramas devem ser evitados. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. fórmulas.. Ex .para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.’ são supérfluas (FRANÇA. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. Sobre a extensão do resumo. concisa e objetiva.. (FRA NÇA . com o uma das condições exigíveis. Leitura. dissertações. essa norma define: . devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. de acordo com França (2000. seus resultados e conclusões mais importantes. Resumo. 69). seu valor e originalidade.. 69-70).chave : Narrativa.ch ave. que o “resumo deve ressaltar o objetivo.para t rabal hos acadêm icos (t eses. . . p.: Palavras. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. Também não cabem num resumo citações.. 2000. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. 55 . . os resultados e as conclusões do documento. valores numéricos e conclusões. como: objetivos . comentários. 69). Limita-se a um parágrafo.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. símbolos. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. técnicas de abordage m.’. Produção textual. 2000..” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. descobertas.. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. an tecedidas da expre ssão Palavras.. o método.

56. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. 1999. dissertações. de acordo com a NBR 14724:2005. 4 RATTNER. 65-76 . 34-59. p. H. R. Res ume n (espan h ol ). Dentre este cenário de tendências contraditórias. deve ser apreendido. 19 95.. Em artigos científicos. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. dez. 2.O. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. aperfeiçoamento e/ou especialização).25. também. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).20. embora conduzido pela economia. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. p.69. set. Motsclés (francês). Sch lüsselwörter (al emão). A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. R ia ssunt o (italiano).V A s artes e . o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. Usam-se. n. v. em suas dimensões políticas. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. conforme o caso. Em trabalhos acadêmicos (teses.3 O processo de globalização. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). Palabras clave (espanhol).S. histórico-culturais e espaciaisecológicas. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Rés umé (fran cê s).4 . 3 JAPIASSU. Educação e Sociedade Sociedade./dez. além do resumo na língua do público a que este se destina. Parole c hia vi (italiano). O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). o desenvolvimento cultural do ser humano.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). de acordo com a NBR 6022:2003.. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. resumo em pelo menos uma outra língu a.9. v. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos.

No sistema numérico. ao fim de cada capítulo. segu e. semin ár ios. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). etc. antecedendo apêndices e anexos. Além disso. 3. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). é obrigatória a sua identificação na lista das referências. as referências podem aparecer: em listas após o texto. publicações periódicas on line) ou eventos técnico.. dentre outros. capítulo ou artigo. documentos oficiais. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. No primeiro caso. as referências são apresentadas antecedendo tais textos.) e op.científicos como con gr essos. As notas de rodapé ficam. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. teses. desta forma. manuais. que também podem estar localizadas ao final do texto. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. homepage.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. dicionário. cd-rom. Já em resumos e resenhas.. e-mail. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. dissertações ou monograf ias. da ABNT. jorn adas. Nestas situações. conforme a natureza do trabalho. ao fim do artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. consistem em obras como livros. ibidem (ou id.cit. 57 . . destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. j ornais. ibid. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. enciclopédias. relatórios técnicos e legislação..

grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. seguido de espaço... Comp. .15-21. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). Rio de Janeiro. .10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). após a cidade onde o periódico é publicado. entre o número do ano/volume e o número do periódico.. R. 1997). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.). é usado para separar os autores (FLEURY. edição (7. ed.). conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas).). Quan to à pontu ação. FISCHER. e depois do termo In:.58. -o ponto-e-vírgula.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. M.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado.os dois pontos são usados antes do subtítulo. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. 3. p. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. v. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).2.).. L.3.o hífen é utilizado entre páginas (p.. e no final da referência. Humberto). que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. . João.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. após a editora. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. Alfredo (Org. . T. após o título. porém são conhecidos [1991].)).os parênteses são usados para indicar série. para o título. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. M. Em caso de referência de periódicos. n. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. . Ao negrito ser definido um tipo de destaque. Org.. . digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). respeitando-se os seguintes padrões: . usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. de forma abreviada (Coord.. . set. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração.). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos).

M. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. 1986.).quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.) em coletâneas de vários autores. São Paulo: Brasiliense. Vivendo e aprendendo. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. entre parênteses. separados por ponto-e-vírgula. 59 . R. . FLEURY.. Sueli.1 Regras quanto à autoria . Micropolíticas : cartografias do desejo. 1989. FISCHER. Editor. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. Atlas. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. etc. Paulo et al. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. Coordenador. GUATTARI. 10. no singular. (Coord. ed. . ROLNIK. Vanilda (Org. se for o caso). L. 2. M. 1986..3 Regras gerais para elaboração de referências 3. FREIRE. T.). Petrópolis: Vozes. . é facultado indicar todos os autores. do tipo de participação.. PAIVA. 1986.quando há dois ou três autores.3. acrescentandose a expressão latina et al. (e outros). seguido da abreviação. Em caso de projetos de pesquisa. seguido de espaço. Félix. ed. Graal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.

O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. Quando a entidade tem uma denominação genérica.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. desde que seja a forma adotada pelo autor. em pr esas. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Anais. 1990. Curitiba. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.. 10. PROCURA-SE um amigo. Ilse.. Gerência da vida: reflexões filosóficas. ATHAYDE. congressos. Gabriel. SANTA CATARINA.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN.. 3 v.60. Anais. 1931. Brasília: SEF 1997.. Secretaria da Saúde. . 1979. Florianópolis. Tristão de. associações. In: SILVA. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. este deve constar na referência. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. 1993.. . Debates pedagógicos. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. . c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. elatório 2001. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. 1979. . Relatório de atividades. p.. etc.). Lenilson Naveira. Caio. ..em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo.. a entrada é feita pelo título. Carlos. em letras maiúsculas. ed. Rio de Janeiro: Record. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. editoriais. 212-213. esta deve ser indicada como autor. . instituições). Rio de Janeiro: Schmidt. 3.

deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. . I. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. Salvador.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. RODRIGUES. . 1989. seguido de ponto. 1989. São Paulo: Saraiva. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. CHIAVENATO. 61 . Brasília: Ministério da Educação.quando não existir título. separados por dois pontos. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. Turismo. Adyr Balastreri. ______.3.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .. São Paulo: Hucitec. RODRIGUES. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. na seqüência alfabética ascendente. entre colchetes. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. 1997b 3. RODRIGUES.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. sem chegar aos dois pontos. . 1997b. [Trabalhos apresentados]. 2002.2 Regras quanto ao título e subtítulo . São Paulo: Hucitec. modernidade e globalização .. Em caso do uso do subtítulo. 1997a. 2.. 1997a.

1974. ed. Obs. P Objetivo competência: por uma nova lógica. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. rev. MAIA. e ampl. VALENCIA.]. YIN. 2000. Estudo de caso : planejamento e métodos. São Paulo: Cortez.3 Regras quanto à edição e editora . Antonio Joaquim. 2.62.A.: (No livro: Editora Atlas S. Metodologia do trabalho científico. .quando não se tem o nome da editora. 21. Belo Horizonte: [s. ed.n. . indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s.História da ciência: o mapa do conhecimento. SEVERINO. 1995. Em caso de informações complementares à edição. . I.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. ZARIFIAN. .].3. São Paulo: Atlas. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). Ana Maria. ALFONSO-GOLDFARB.em caso de haver duas editoras. esta deve ser identificada na referência. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.n. Carlos A.. Das mulheres e das flores. 3. ambos na língu a do document o. São Paulo: EDUSP.) .a partir da segunda edição.). 2001. Robert K.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.. 2001. (Coord. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Já se forem três ou mais. Porto Alegre: Bookman. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.

quando o local é desconhecido. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.: s.quando houver mais de um local para uma só editora. LAZZARINI NETO.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.]. deve ser indicada entre colchetes. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. deve-se utilizar a expressão sine loco. . abreviada e entre colchetes [S.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. Discursos do pregador.n. CASTRO. [São Paulo]: SDF Editores. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. indica-se o primeiro ou o mais destacado. 1977. A prática da pesquisa.l. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.quando a cidade não aparece no documento. MG.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. J. de M. Sylvio. 1930. dentre outros.l. C. Viçosa. 1981. Viçosa. . [S. Cria e recria. abreviadas. AL. 63 .. RJ . Obs. Viçosa..]: Ex Libris. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.4 Regras quanto ao local .]. 1994. [S.3. . mas pode ser identificada.: No documento de que trata a referência acima. BELTRÃO III. entre colchetes. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. .l.

1996. registra-se uma data aproximada.3. 1995. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . semestres ou estações do ano. divisões por bimestres.3. 2001. por isso. 3. 2002. as expressões: Não paginado.quando em indicações de meses. sempre deve ser indicada. primavera 2000.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.64. seja ela de publicação. após o ponto final. trimestres.. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. as estações do ano tal como figuram na publicação. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca.quando a publicação indicar. 3. entre colchetes. distribuição. no lugar dos meses. maio/dez.1995. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. trimestre e semestres abreviados. bim. (publicação com paginação irregular) . (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. mar. ao final da referência devem ser indicadas. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 2. sem. . estes devem aparecer de forma abreviada.6 Regra quanto à paginação ./Sept. no idioma original da publicação. Aug. Autumm 1970.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.. 3.

Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. Metodologia científica 3. científica... LAKATOS. catálogo.4 Modelos de elaboração de referências 3. política Estado moderno. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Caso seja indicado.. Local (nome da cidade): Editora. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. MARCONI. indicação de coedit ores. poden do variar conf orme o ti po de documento. Antônio. dissertações. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. São Paulo: Atlas. científica ed. Assim. Número da edição (a partir da segunda edição. ao final da referência). tr adu tore s. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. dicionário. Marina de A. . manuais. monografias). trabalhos acadêmicos (teses. 65 . a não ser em casos de nomes próprios). abreviado(s) ou não). c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. Maquiavel. 2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. etc. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. ao final da referência. como livros.4.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. B. interdisciplinar. Eva Maria. Livros GRAMSCI.4. enciclopédias.1. 5 Para fins de elaboração de referências. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. RODRIGUES.1 Monografias 3. menção à edição exclusiva para assinante. IS BN. se houver). Luiz Mário Gazzaneo. 1997. São Paulo: Hucitec. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . A. ano de publicação. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. 1988.

Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 1989. 5 v.. 3. 1980. Rio de Janeiro. Dissertação (Mestrado em Administração) . Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Dicionário AULETE.. 180 f. Título : subtítulo.66. Tipo de documento [tese. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1989. V. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. trabalho de conclusão de curso. Instituição. 1980. M. abreviados ou não). Português. .] (o grau) – vinculação acadêmica. Rio de Janeiro: Delta. Qualidade de vida no trabalho . Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. ano da defesa. 30 v. Caldas. etc. Edição Ecumênica. Ano de apresentação. dissertação. Belo Horizonte. Número de folhas ou volumes. Universidade Federal de Minas Gerais. RODRIGUES.Faculdade de Ciências Econômicas. Bíblia Sagrada . ed. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Bíblia BÍBLIA. 1986. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. local. 2002.

Escola Politécnica.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. seguidos de ponto. (ABNT . sem negrito ou itálico). o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. excetuando-se nome próprio. N BR 6023:2002). 51 f. 1990. O ESTADO DE SÃO PAULO. MORGADO. M. In: SOBRENOME.L. cd-rom. 3.html>. precedida da expressão Acesso em:. Obs. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.C.L. 1998. 1990. São Paulo. HOUASSIS.. 1997. Enciclopédia e dicionário digital 98. online. Manual de redação e estilo . precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais .br/redac/manual. Acesso em: 19 maio 1998. . volumes. 67 . 1990.. Universidade Camilo Castelo Branco. Título da obra: subtítulo (se for o caso). Reimplante dentário . segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. G. São Paulo. etc. A.. Documentos em CD-ROM KOOGAN. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. se houver). Disponível em: <http://www1. Local: Editora. Tese (Livre Docência) . São Paulo: Delta: Estadão. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos.4.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra.1. 1990. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Universidade de São Paulo. Para referenciá-las. Edição (a partir da segunda. 105 f. 5 CD-ROM.1. (Ed). 3. São Paulo. A.com. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. O padrão da referência é: SOBRENOME. ano. Prenome do autor da obra como um todo.4. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >.estado.

MACEDO. São Paulo: Atlas. G. seções. p. matérias jornalísticas.). Sociologia da administração . geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Fernando C. 3.). as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. p. In: MOTTA.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. In: ______. G. 122-143. Capítulo de livro LAKATOS. 5. 103-115. ed. Os primeiros agregados humanos. N as coletâneas. Parte de uma obra MOSCA.. BOUTHOUL. B. Rio de Janeiro: FGV. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra.4. 1997. Gilles. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. História das doutrinas políticas. A. 2000. (Org.). etc. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas.4. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Acesso em: 25 jul.). S.1990. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. fascículo ou número de revistas. Reflexões para o silêncio.14-16. Rio de Janeiro: Guanabara.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. p. FREITAS. Organizador. Disponível em: <http://www. Artigo de coletânea7 AMADO. Editor. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. 1988. Viagem astral aos domingos.refletindo. Vida psíquica e organização. In: ______. 1987. etc. SOUZA. . In: TOLEDO. Eva Maria.br/ livrosonline/leitura_32>. Curitiba.. Maria Ester de (Org.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. Prestes. editoriais. número de jornal ou caderno de jornal completo. 3.1. Coesão organizacional e ilusão coletiva. reportagens.68. 7..com.. cap.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

72. Recife: UFPe.4. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. 4. … 2000. 1996..htm>. Recife: UFPe.. proceedings..3.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 2000. Acesso em: 21 jan. .2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. anais.4.) Local de publicação: editora. Recife. 1996. etc. do documento (anais... Florianópolis. numeração (se houver).. Anais. resultados. 3. 4.br/anais/anais. Título.propesq.. proceedings. 1996.3 Publicações em eventos 3. Recife. dentre outros. 1997. como atas.. ano. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.4. data da publicação.ufpe..3. Anais eletrônicos. 3. local (cidade) de realização. 1996. atas. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers.. 2. Disponível em: <http://www.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

1999. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente.GIF (título do arquivo). Itajaí: UNIVALI.4. Obs. 3. ATLAS Mirador Internacional. Escala 1:40. 1 imagem de satélite. 1994. color.. Título.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.76.flmnh. 1999. NBR 6023:2002. 3. IR04.jpg>. National Oceanic and Atmospheric Administration. 17:45Z. Escala 1:2. Disponível em: <http://www. SE (localização geográfica). INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.4.6. São Paulo. 1 atlas. 13 jul. 1981. globo e fotografia aérea. 8 ABNT. GOES-08: SE. p. UNIVALI (instituição geradora). Escala. SP). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318.11. [2000?]. GOES (denominação do satélite). mapa. 17:45Z (horário zulu). 557 Kb (tamanho do arquivo). 1 atlas.000. GIF. Acesso em: 15 jan. 2002.000.. 1 mapa. 557 Kb.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. . 13 jul. 1999 (data da captação).ufl. Escalas variam. IR04 (banda). Gainesville. ESTADOS UNIDOS. 3 ½ pol. Local: Editora. Especificação do documento. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.000. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1999071318. 08 (número do satélite na série). data de publicação. O padrão de referência é: AUTOR. Itajaí (local). 1 disquete. Regiões de governo do Estado de São Paulo.

Data. cartazes.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. [Sem título].7. 1 disquete. 1980.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. transparências. Romero. Formato JPEG. Quando não existir título para o documento..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Largura: 376 pixels.. BRITTO. K. Doença dos xavantes. Título. Geddes 135. 2000. Especificação do documento.jpg. diafilme. fotografias. color.. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 25 cm x 20 cm. . O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. caso seja necessário.4. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 1 fotografia. Anne. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. 77 .4. 25 cm x 25 cm. 19 transparências. dentre outros. pinturas. color. 1 gravura. 51 Kb. Altura: 432 pixels. diapositivo. 5 ¼ pol.. desenho técnico. 3. São Paulo: UMIBO. KOBAYASHI. 1999. 1982.

3. 35 mm. Entrevistadores: V Tremel e M. son.78. 3. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. 1991]. São Paulo: Polygram. 2 cassetes sonoros. 1992.. 2001. 1 CD. CENTRAL do Brasil. Local: Gravadora (ou equivalente). Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.. São Paulo: SENAI-SP. Garcia. entrevistado. . data e especificação do suporte em unidades físicas. videocassetes.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes.4. . Direção: Walter Salles Júnior.. fitas cassete. 1 video sonoro. CDs (compact disc). Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. DVD. Diretor. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete.4. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. Especificação do documento. Departamento Nacional. Local: Produtora. Caetano. SILVA. Rio de Janeiro: Riofilme. dentre outros. 1991. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. etc. data. color. conforme o caso). Circuladô vivo. VELOSO. Produtor (conforme as informações disponíveis).9 Documento sonoro Compreende discos. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Brasília: SENAI/DN.. Luiz Inácio Lula da. 1 bobina cinematográfica (106 min). 1998. Título.

esqueletos. 1 bule. Normas. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. [S. listas de discussão.4.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. Curitiba. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. 1998. etc. assunto em discussão. Título (do serviço ou produto). A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal.. BULE de porcelana. AUTOR(es)se for o caso. DUCHAMP. pesquisa. Descrição física do in terpes soal e efêmero. dentre outros). animais empalhados. 13). Versão (se houver). 1 escultura variável. desaparecem rapidamen te. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes).]: Microsoft Corporation. 18-]. maquetes. . e meio eletrônico. Especificação do objeto. 1918. quando identificado).l. Título (caso não exista. 1 CD-ROM. monumentos.1. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Data.” (ABNT. [China: Companhia das Índias. Version 4. Marcel. arquivos em disco rígido. 79 . programas de computador.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Escultura para viajar.4. objetos e suas representações (fósseis. 9 3. objetos de museu. mensagens eletrônicas. NBR 6023:2002. p..doc. 1995. Biblioteca Central.

ao final da referência.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. documentos mimeografados e digitados. E.fat. Italvino. Como fazer apresentações. Tubarão. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.ed. Mensagem recebida por <simonegf@sj. Tim. (Primeiros Passos. sem destaque. Massa calcificada da naso-faringe. 3. J.org.. 2. podem ser acrescentados. Responsável técnico Delosmar R. MARINS. Digitado. 1978. 57). M. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. MARTINS.ed. SC.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Niterói. 3. 3.4. Apostila. n. apostilas. Carlos B.4. O que é sociologia? 7. 1990. Disponível em: <http://www. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Os princípios da gestão moderna. Radiologia Brasileira.80. C.23. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. HINDLE. RUBIROSA. Base de Dados Tropical. São Paulo. São Paulo: Publifolha. São Paulo: Brasiliense.univali. J. ÁCAROS no Estado de São Paulo. se houver. 1984. 2002.. MARQUES.bdt.br> em 11 nov. Bastos. 1991. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. . Bula de remédio. 1999. Acesso em: 30 maio 2002. No prelo. entre parênteses.br/ acaro/sp/>. 1985. textos não publicados. M.4. LEAL. Memorial [mensagem pessoal]. 1997. São José dos Campos: Johnson & Johnson. L.

Suas orientações também se aplicam.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). resenhas. se for o caso: v. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. textuais e pós-textuais. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. d) subtítulo. seqü encialmen te. Por outro lado. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. b) título do trabalho. para elaboração de teses. Deve conter.2) . f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. e) número de volumes (se houver mais de um. . 81 . onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. dissertações.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura .Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. se houver. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. 4.. im presso longitu dinalmente. b) nome do autor. g) ano da entrega (4 dígitos). trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. c) identificação de números (volume. c) título. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). no que couber. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. tais como fichamentos. impresso da mesma forma que o do autor.. trabalhos de conclusão de cursos de graduação .TCC. papers e relatórios. do alto ao pé da lombada.1 Elementos pré-textuais . as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional).

Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário.. g) local (cidade) da instituição. c) texto contendo a natureza. b) título principal do trabalho (claro. trabalho de conclusão de curso.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). etc.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. nome da instituição a que é submetido. preciso. c) subtítulo (se houver. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s).. . dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. f) nom e. objetivo e nome da instituição a que é submetido.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros.82. apresenta-se a ficha catalográfica. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. h) ano de entrega (4 dígitos). f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). . obtenção de determinado grau. como as teses. No verso da folha de rosto. etc. se houver mais de um. em seqüência. devem ser apresentados. Aparecem em folha separada. . parte inferior da página. d) área de concentração. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. . . com as respectivas correções. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.).) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. b) título do trabalho e subtítulo (se houver).Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. dissertação. área de concentração. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. d) número de volumes. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. e) data de aprovação.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.

com respectivos nomes e números de página. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. p. devem ser alinhados à esquerda. . não deve vir entre aspas. com o respectivo significado. com respectivos nomes e números de página. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. . da Parte II deste documento). fora de parênteses. esque mas. . . . Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).ordenadas segun do determ inado cri tério. d) os indicativos das seções que compõem o sumário." (NBR 6027:2003.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. que é uma lista "de palavras ou frases. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).3 da Parte II deste documento). Apesar de ser escrita por outra pessoa. mapas. também denominadas seções primárias). gráficos. . seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). etc. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos).4. desen hos. 83 . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). 2). na ordem em que aparecem. Consiste na transcrição de uma frase. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. or ganogram as. Se necessário. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. .. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros.ver seção 5. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado.. escrit o por ext enso. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . abaixo do texto. . da Parte I deste documento. na ordem em que se apresentam no texto.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.) na ordem em que aparecem no texto.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. pensamento. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos).Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. se houver.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. fluxogramas.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.

con st itu em. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. 4. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. . ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal.84. com uma definição clara.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. Da mesma forma que na introdu ção. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. análise e interpretação dos resultados. há distintos modos de organizar o texto. . área de conhecimento ou metodologia adotada. me todologia. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. assim como os prétextuais. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. . Nela são descritos os conceitos. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. portanto. que seguem os indicativos das seções. O sumário é o último dos elementos prét extu ais..: 32). contextualiza-o.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. apresentação. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). além de aspectos metodológicos. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. No en tant o. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. separados por hífen (ex. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. Se o trabalho compreender mais de um volume. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. excetuados os elementos obrigatórios..2 Elementos textuais Os elementos textuais. Conf orme o tipo de trabalh o.: 32-49). o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. à qual se segu e o desen volvim ento. Em caso de relatórios de pesquisa científica. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. de u m modo geral . de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. ou seja. f inalizan do com uma conclusão.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. está localizado.

3 Elementos pós-textuais . encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. possibilitando sua identificação individual. assuntos. As orientações para sua elaboração. comprova ou ilustra o seu conteúdo. nomes geográficos. 85 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). 4. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. extraídos de um documento. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Conclusão Como parte final do texto. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. . apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. complementar ao seu trabalho. além de sugestões para outros trabalhos. da Parte II deste documento. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. . seguidos de suas respectivas definições. . A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. com a indicação de sua localização no texto. dentre outros)..Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. utilizados no trabalho. que complementa.. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.

86.. ..

. margens direita e inferior: 2 cm. sem brilho. 87 . com exceção das citações longas (com mais de três linhas). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. legendas de ilu strações e de t abelas. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). objetivo. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. referências. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1.. as informações sobre o trabalho. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. 5. com exceção da folha de rosto.5. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). Na folha de rosto.5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. notas de rodapé.5 entre linhas. Quanto ao tipo da fonte. recomendam-se Times New Roman ou Arial. O texto é digitado no anverso da folha (frente). no caso de dissertações e teses.4 (21 cm x 29. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. O texto deve ser digitado com espaço 1. notas de rodapé. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). 5. Já na folha de aprovação. Entretanto. algumas normas gerais devem ser seguidas. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações).7 cm ). . com form at o A.

. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.2.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.88.2 . quaternária. a qual.1. Esse indicativo numérico.1 2. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.2 2.1 2. etc. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. pre cede o títu lo da seção.1 2..1.1 2.1." (NBR 6024:2003). Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.3 Seção quaternária 1. em algarismos arábicos. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. a partir da folha de rosto.1 3. alinhado à margem esquerda.1. pode se dividir em seção secundária.1 2. a 2 cm da borda superior. Havendo apêndice(s) e anexo(s). Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1 2. sendo de le separado por um espaço. terciária. por sua vez.1. contendo a exposição ordenada do assunto. 5.2.1.1.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. 5.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. no canto superior direito da folha. Seção terciária 1.2 3 3.1.1.1.

Atenção! Em relação ao itálico.1 Os títulos de errata. As alíneas.. gráficos.. mapas. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. qu adros. listas.. fotos. o espaçamento duplo entre os parágrafos. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. No entanto.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. .. 5. adotando-se. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.2. resumos.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . no in te rior de um a seção. em 2. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. referências... 5. ver 1. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço..1.27 cm). e redondo. glossário. O texto. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. dele separado por um espaço. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. se inicia em ou tra li nh a. agradecimentos. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico.... or gan ogram as. caixa alta ou versal. dentre outros. deve ser mantida em todo o trabalho. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. . fluxogramas. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. na seção 3 relatou-se. com exceção da última. apêndice(s). nesse caso.. estas devem começar com um hífen. 89 . qualquer que seja a forma adotada. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. sumário. exceto a última que termina em ponto. porém. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. esqu emas.. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. Muitos autores. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. pois do contrário não contribuirão para a análise. terminam em ponto-e-vírgula. itálico ou grifo. usam-se alíneas..

Figura 3. p. Q uanto à disposição das in formações. de forma clara e concisa. 28): . o segundo. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira.IBGE (1993).7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. lado a lado. na mesma página. Quadro 5). também é preciso seguir alguns critérios: . com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. A moldura compreende. o rodapé. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. 1993. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. . e da fonte.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. breve e clara que dispense consulta ao texto. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. . O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. uma abaixo da outra. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. Quando não couber em uma folha. A tabela.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. após o fio de fechamento. sintetizadas a seguir. conclusão para a última e continuação para as demais.se t iv er poucas colu n as. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). . . pode ser apresentada em duas ou mais partes. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. preferencialm ent e.. no mínimo. pode se r apresentada em duas partes. por extenso. . o espaço do cabeçalho e o terceiro.90. preferencialmente sem abreviações. 5.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. do respectivo título e/ou legenda explicativa. uma única página.. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. c) ocupar.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.quan do. quan do os dados se originarem de diversas fontes. pela natureza do fen ômeno. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários.. por exemplo). As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. ‘observação direta’. ‘en trevist as realizadas’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. 9). os nomes ou 5. / ou – X . c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. subtração. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . responsáv el pelos dados levantados e apresentados. 91 . ‘questionários aplicados’. conforme o caso. alinh ando. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos..se à margem esqu erda da primeira coluna. utiliza-se como fonte o autor. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. ‘formulários preenchidos’. entrevistas ou observação).. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. alinhados à direita. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. caso seja necessário. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço.. multiplicação e divisão. p.

2002. OLÍMPIO. Campinas: Papirus. ______. 2. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 2003.ed. Belo Horizonte: Editora UFMG. rev..ed. Rio de Janeiro.ed. 1992. Redação de textos científicos. BARRASS. GOLDENBERG. ______. ______. FEITOSA. 1997. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 2003. O trabalho da citação.92.ed. 4. L. de O. São Paulo: Perspectiva. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. . dissertação. ______. 2003. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Campinas: . Rio de Janeiro. GEWANDSZNAJDER. descrição. 2. 2000. e aum.C. São Paulo: Pioneira. ECO. improviso e método na pesquisa social.307-326. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. E. FRANÇA. A aventura sociológica: objetividade. p. 1988. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas..N. In: NUNES. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. CASTRO. DEMO. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 1998. A. ______. N. da UFMG. U.J. V. FLÔRES.. Rio de Janeiro. pesquisa quantitativa e qualitativa. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. paixão.L. L. Memórias de um orientador de tese. 1996. 2003. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 1997. BEAUD. 1997. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário.ed. Queiroz. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. São Paulo: T. Florianópolis. Belo Horizonte: Ed. R.C. Autores Associados. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . 5. ______. 1989. J. Ed. A.L. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. COMPAGNON. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.L. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro. 2001. 2002.. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: Zahar. M. 2005. P Educar pela pesquisa. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Rio de Janeiro: Record. Como se faz uma tese. CANCELIER. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. 1986. (Org. engenheiros e estudantes. Rio de Janeiro. relatório. resumo. A. 1978.A. Metodologia do ensino superior. C.. narração.M. ______. M. 1996.).M. GIL. da UFSC.

normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. 2001. 2001. SELLTIZ.ed. 1991. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Rio de Janeiro: Agir. A . L. Normas de apresentação tabular. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. 3. LAVILLE. DIONNE.M. M.ed. Application of a Case Study Methodology. L.... Escrevendo e . São Paulo: Atlas. 5. PASOLD. de A.A. 2. 1999. LAKATOS. . 1997. rev. MARTINS. E. 3. H. dissertações e estudos de caso. J. p. R. de A.L. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. LEITE.B. Porto Alegre: Artmed. 93 . da escolha do assunto à apresentação gráfica.S. sept. 2000..R. Porto Alegre: Bookman. 1975. SOUZA. Turismo: visão e ação. LAKATOS. Metodologia do trabalho científico.ed. 104. SEVERINO. NUNES. TELLIS. C. LINTZ. A. São Paulo: Atlas.). J. S. e ampl. E. 21. São Paulo: Atlas. J. F das C. KIDDER. MARCONI. São Paulo: Cortez. In: The Qualitative Report. 2.ed.A.A. 5. São Paulo: EPU. 1985. São Paulo: Cortez. n. São Paulo: Atlas. v. 2001. abr. 19. M. Métodos de pesquisa nas relações sociais. L./set.K. 1993. 1999. J. WRIGHTSMAN. 1993. 1997. Estudo de caso: planejamento e métodos. ano 4.. TOMANIK. C.L (Org. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. W. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. HÜHNE. n.ed. p. São Paulo: Companhia Melhoramentos. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. 3. da UFSC. Belo Horizonte: Editora UFMG. S. Fundamentos de metodologia científica. E. São Paulo: Saraiva. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. M. 1994. Rio de Janeiro: IBGE. E. 3. Manual da monografia jurídica. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. M. ed. COOK. E. de A. São Paulo: Atlas.. IBGE.W. LEAL. 1997. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. trabalhos de conclusão. Florianópolis: Ed. . 1998.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. Metodologia do trabalho científico.ed. Disponível em: http:// www. Metodologia do trabalho científico. 1999.ed.ed. 2000.. YIN.8. 1999. MEDEIROS. de O. A. ROESCH. Pesquisa e produção escrita. C.. G.M.html Acesso em 26/02/02.. Maringá: EDUEM. 1992. A monografia jurídica.M.nova. Florianópolis: OAB/ SC. MARCONI. 2..99109. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais.

94.. ..

. 95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ..

Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.. excetuando-se a 1ª letra] .96..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 .. 97 ..

título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.98. Orientador: Prof(a).. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.. Centro de Educação Zzzzz. na Universidade do Vale de Itajaí. excetuando-se a 1ª letra] .

Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú... Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Dr.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Orientador: Prof. 99 .

... .. MSc.......... Dr.... Prof... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ... sub-título em minúsculas] ......... [Local].. . .......... [dia] de [mês] de [ano]... Centro de Educação de ..... e aprovada pelo Curso de . UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa............ UNIVALI – CE de São José Prof... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas....... .... da Universidade do Vale do Itajaí. 3 cm Área de Concentração: ................... Dra............ . . ..... ....... .... ..........100.....

Dra.. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú.. Dr. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Centro de Educação de Balneário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Prof. 101 . Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 14 de fevereiro de 2003. Msc.

1 Justificativa ............................................................................................. 16 2..................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ........ 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ...................................................................................................... aceitação e cooperação ................................................. 77 APÊNDICES .....1 Concepções teóricas ............................................................ 80 ............ 71 REFERÊNCIAS ..................3 Resistência.................... 46 4 RESULTADOS ..... 57 4................................................ 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ..................................................................................................................................................................................................... 43 3................................................................................................................2 Expectativas e aspirações ....................................2 Objetivos da pesquisa ........................1......................................................1......102..................................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..........................................2 Fontes documentais ...............1 Breve história das principais concepções do passado .............................. 50 4.................................. 10 1...................................................... 49 4.................................................................. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ... 40 3.....................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ........................................................... 39 3...................................................... 14 2.......................... 18 2........................................3 Estratégias e instrumentos ........ 11 1.........................................................................................................................................................................................................

. contendo de 100 a 250 palavras.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003. 103 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful