UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

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Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

58. 81.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 90. 89..724. 87.4. de dezembro de 2005. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. .

....................................................1 2................................................... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ........................... 25 Conceito ................................... 30 Elementos pós-textuais ...................................... 15 Os propósitos do fichamento ............................. 09 PARTE I ......................................3 5........................................................................1 2....................................................................................................... 25 Procedimentos ..........1 5.. 5 ...................................................... 33 Conceito .............................................................3........ 33 Propósitos . 20 RESENHA CRÍTICA ...... 31 RELATÓRIO ...... 31 Avaliação ............................ 21 Conceito ................................................................................. 17 Ficha de leitura ...........................................................................4.....................................................................4........... 24 PAPER..................................................................................................................................................4 5 5.............Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .................................................................4..... 35 Avaliação ........................................................................................................................3 3.......................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .............. 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ........................................................................................................................................3 4. 25 Propósitos ........4 5..................................................... 23 Avaliação ........2 2.....................................3 6............................. 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico .........................3 5..........................................................................................................................2 2.3 2..........................................1 5................4 3.............. 30 Elementos textuais ...................................... 21 Propósitos .......................................5 INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 21 Procedimentos .................................................................................................. 22 A apresentação da resenha ......................................................2 4..............................................................................2 6.................................................... 34 Procedimentos ..... 16 Procedimentos .......... 27 Procedimentos quanto à elaboração .....................................4 5.............2 5.................................................................................................................. 10 1 2 2..........1 6........................................................................................................ 27 Conceito ............5 6 6........................ 18 Avaliação ......................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ................................................ 13 FICHAMENTO .........................................4 6................................................................................ 29 Elementos pré-textuais .... 26 Avaliação ........................ 27 Propósitos ..............................2 3..........3.........4.......................................................................... 37 .......1 3..................................................4 3 3................................................ 17 Ficha bibliográfica ......................................1 4. 15 Conceito ....................................................................................................................................................................................................2 5..............................................................5 4 4........... 34 Tipos de relatórios ........................

..........3 3.........1 3....................................... 62 Regras quanto ao local ........... boletim.......................................3................................................1................................. 46 1........2 Tipos de citação ..... 70 Artigo e/ou matéria de jornal .2..............5 3...........................1 3............................. 45 1.................................... 48 1.......4...1..3............................................ em meio eletrônico .............4 3......................... 41 PARTE II ..............4.................................................................. 52 1................4...............................................3 3......6 3........3.................................................3 3................................................ 65 Monografias no todo em meio eletrônico ......................3....................................................... 55 Exemplos de resumos ......3............................................................................... 71 Publicações em eventos .........2 7....................................4.............4........................ 64 Modelos de elaboração de referências .............................................................................................................................................................4..............................................................................................................2............... 47 1.............4 Normas complementares para citação ......................................................2........................................................ 58 Regras gerais para elaboração de referências ..... 57 Aspectos gráficos das referências ...2 Citação indireta: paráfrase e condensação .............................1 3... 43 1 CITAÇÕES ........ 39 Propósitos ........................................6...................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ....................1.2.2 3....................................3 3.......................1 3...................................4 MEMORIAL ......................5 3................... 68 Publicações periódicas ...............................3 Alterações na citação . 45 1.......................................2.......................................3 Citação da citação ............................................... 46 1............................. dentre outros........................................................ textual ou literal ............................................... 59 Regras quanto à autoria....... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ...... 7 7..4 3.............................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico .2 3...................3................................................. 64 Regra quanto à paginação .............................................. 68 Publicação periódica como um todo ..................................... 69 Partes de publicações périódicas ...............4................ 70 Artigo e/ou matéria de revista........ 65 Monografias consideradas no todo ........4........4......................................................... 53 2 2........................................................ 50 1..................................................................................................2 3..............6 3......................................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ..........................4............2 3..............1 7................ 39 Conceito .....1 3 3.................................... 63 Regras quanto à data .......................2...............................................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .........................3 7.............................................. 40 Avaliação .. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ........2............................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ........ 65 Monografias ........................2.........5 Considerações finais sobre as normas de citação ........................................................................1 Citação direta....... 67 Partes de monografia .............................1 3........... 61 Regras quanto à edição e editora .........................1.......................4 3..............................................4........................................4....2 3................................. 39 Procedimentos ............1 Regras gerais para citação ..........4 3....... 57 Localização das referências ...2..4.................... 72 ....................................................

.......................................4............ Documento iconográfico ........ 84 Elementos pós-textuais ........................................................... 102 Apêndice E ..4.............4.................................4................... 87 Formato ............3..............4....................................................4.......... 87 Margens e espacejamento ............................................ 92 APÊNDICES ..............................3............................................ Documentos jurídicos ........ Notas ................................................4......11 3...................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.............................. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ..............................................4 3.......4... Trabalho apresentado em evento ..3 5...................................................................................................4............4.................................................6 5..2 3.... 7 .........................3..4....................4..5 3. Documento iconográficoem meio eletrônico .............1 4......12 3...4 5....4.........7................................................ 81 Elementos textuais ...........................6............................................ Documento jurídico em meio eletrônico ........4..................4...................... Documento tridimensional ........................ Imagem em movimento ........... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ......................................................................................................8 Eventos como um todo .............Exemplo de sumário .............................................4...7 5.. Documento sonoro ................. 81 Elementos pré-textuais ......2 5....................................1 5................................ 89 Tabelas .............................................................................................10 3............................................ Bula de remédio ................................................4....3. 88 Títulos e indicavos numéricos .................................................1 3........ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................................................................................... 91 REFERÊNCIAS .....................................................................................Modelo de página de abertura (artigo científico) ...... Séries e coleções ..................... Patente ...... Legislação ............................. 98 Apêndice C ........................................................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............................................8 3.....................................................13 3............Capa de trabalhos acadêmico-científicos .......................................3 5 5..................2 4.............. 96 Apêndice B ... Eventos como um todo em meio eletrônico ......................................................9 3..............................................................................5 5.......................................................................4......................................................................................................... 90 Equações e fórmulas .................4.......................................................... 100 Apêndice D ...................... Documento cartográfico em meio eletrônico ................................2 3............................................ 88 Parágrafo ........ 89 Ilustrações ..................4........4................................................................4 3............. Jurisprudência .....................1 3........................................................... 95 Apêndice A ..............................................4............................................................. Doutrina ..1 3........................................................3 3..................................14 4 4...........................7 3................................................................................................................. Documento cartográfico ..4.........1 3.................4...........................................4 3........3 3............. 87 Paginação ....................... 103 ............Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ........................................4........................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ........6 3............................

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desde os primeiros períodos. entre suas finalidades. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. ou da articu lação. Est as orientações. Se a ciência é o resultado do confronto. característica da formação superior. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. em todas as disciplinas. A elaboração de trabalhos acadêm icos .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. a pr odu zir conhecimentos. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. Certamente. 9 . o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. conceitual e lógica. Assim. da teoria com a empiria. 2000). E viden te men te .. ao artigo científico .do fich amen to. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. conse qü en tem en te. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. o mais elementar deles. A UNIVALI destaca. o domínio do saber e da cultura. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. para quê. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária.cien tí fi cos. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . (SEVERINO. o domínio de conceitos reelaborados. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima.

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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .. 11 ..

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elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. perfil. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. requer que as atividades referentes à investigação. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. contorno. Demo (1996. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. a querer saber sempre mais e melhor. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.. Por outro lado. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. se faz. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. expressão.se con siderar qu e a bu sca. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. assim identificadas: . A formação universitária. de complexidade e sofisticação crescentes. Ao lado desse fato. redijam.] escrevam.. sobretudo alcancem a capacidade de formular. deve . um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem.ler e compreender textos teóricos. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. portanto. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. Formular. A partir daí... Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. a perguntar. Deixa-se para trás a condição de objeto. atividade central na vida acadêmica. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. 13 . surge o desafio da elaboração própria. em todas as áreas do conhecimento.. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .] Aprende a duvidar. porque significam propriamente a competência.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. p. registrar a informação e as .

ou mesmo o ensaio. .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. no entanto.. projetos de pesquisa). inferir. papers. paper. . extrair significados. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. . aut o. Esse conjunto de competências. observar. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. interpretar criticamente. de re su m os de ar ti gos e de referências.cor rigir. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. explicar.14. .. documentais ou outras (fazer resumos. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. . . parafrasear. estabelecer relações. referências). projeto e relatório de pesquisa.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. Dessa forma. relat ór io e mem orial. No entanto. não são aqui tratados. subsidiariamente. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. sistemático e intensivo.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. demonstrar (ou provar) por argumentação.competências cognitivas: . . respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: .ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. resenha crítica. dissertação de mestrado e tese de doutorado. t anto a professores como a acadêmicos. dominar as praxes de citação e de referência.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. artigos. fichamentos.apresentar e discutir temas. optou-se pelo fichamento. definir. . ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. artigo cien tífico. O texto ora apresentado pretende oferecer.

os fichamentos ou relatórios de leitura. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. A principal utilidade da técnica de fichamento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. p. assim. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. como também registrada e documentada. monografias de conclusão de curso. d) organizar as informações colhidas”. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. é otimizar a leitura. a exemplo de Nunes (1997). art igos. no caso do professor. Fichar um texto significa sintetizá-lo. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso.100). ent ão. alguns autores. su a compreensão. portanto. Assim sendo. essen ci al par a a elaboração de resenhas. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. A prática do fichamento representa. 15 . da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. seja ele aluno ou professor. palest ras ou confe rências. na Universidade. coerente e objetivo. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. para utilização posterior em suas produ ções escri tas.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. filosófica. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando.. b) registrar o conteúdo das obras.. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. ou. de textos para aulas. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. pa pers. etc. . preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. cujo autor é o “fichador”. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –.

a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. o docente ou o pesquisador se propôs. pelo docente ou pelo pesquisador. 2. nesse caso o fichamento consiste. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias.. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. Ora. mas que. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. uma monografia. Dependendo dos seus propósitos. em geral. um seminário ou um relatório de pesquisa. b) o fichamento que é feito pelo estudante. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. Assim..se apen as na su a apresen tação. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. No segundo tipo (b). são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. nesse caso. Dessa forma. . o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto.16. que tanto pode ser uma resenha. dos quais se falará mais adiante. di fer enci a. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. conceitos. artigos e textos teóricos.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. um artigo. e m qualquer caso.

da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . por exemplo. 2. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. pode ser adotado o uso.112). ou seja. São Paulo: Saraiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. 35-45).. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. p. 17 . devem conter três elementos: .3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. 1997. como. p.). Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. As fichas. à direita. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. etc. Leite (1985. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. por serem considerados os mais essenciais. o con teú do propriamente dito. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade.corpo da f ich a. Severino (2000. Manual da monografia jurídica. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. . de um subtítulo. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. arquivo público. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). . 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. 207 p.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. p. após o título geral.3. Luiz Antonio Rizzatto. 42-55) e Pasold (1999. como já foi dito. p. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. Bibl. Eco (1988. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha.. 87.

e as citações ou seja. p. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. Nesse caso. idéia ou argumento. dev e o professor ter claro que. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. – utilizar linguagem clara.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é.. seletivo e objetivo. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. Pode conter. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. dir etas e interligadas. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. o que tornaria a ficha mais completa. outras formas podem ser adotadas. juízo de valor destituído de fundamento. por exemplo. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. p. ao seu final.. a decisão de incluir. objetiva e econômica.3. citações mais significativas de trechos do conteúdo. ao solicitar dos alu nos um fichamento. resumo conteúdo. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. as citações. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. ou seja: – ser sucinto. . Pode ficar a critério do professor. contendo apenas resumo e citação (no exemplo.18. ou não. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). transcrições as citações. Para sua elaboração. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. Assim sendo. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. um comentário sobre o te xto f ichado. no entanto. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. 2. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. como sugere Hühne (1992. 6465).

A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. (. se gundo ele. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. M. 199 7. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . que pre ssupõe um a m etodologia própria. ex te rno ao indivíduo.. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". Ass im . cujas raízes estão no historicism o ale mão. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". Rio de Janeiro: Re co rd. S egundo ele.. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . que busca de scobrir regularidades ou le is . A socio logia com pree nsiva. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. po is cada qual tem um sentido próprio. um de se us repres entantes . O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. 19 ... para e le .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. o fato social. Dilthey . pois. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. Para D urkheim.

As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) ..4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2. ou seja. aquele que é solicitado como exercício acadêmico. 2.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .20..A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .2.O resumo é sucinto e objetivo? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .

3. prin cipal me nt e. 21 . – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. ou seja. em decorrência. – uma justificativa da apreciação realizada. A resenha de obras científicas é.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. novos conhecimentos. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. em geral. . Portanto. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. de um modo geral. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra.. que a resenha possibilita. artística ou cultural em seu campo de interesse. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. novas teorias. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. além do conhecimento especializado do tema. têm condições de emitir um juízo crítico.. feita por cientistas que.

econômico. de com pe tên cias de l eit ura.22. coere nt e. Para fins de t rabalh os acadê micos. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. especialistas. no ent an to. local. p.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). 51-57). sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. cargos exercidos. histórico. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. 245-246): – Referência autor(es). se optar por intitular. exemplos.a crítica do resenhista. claro. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente.)? e) a quem se destina a obra: grande público. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. em relação ao contexto social. bem como da finalidade ou destino da resenha. figuras. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). Referência: editora e data de publicação. análise e interpretação de textos científicos.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. p.seu quadro de referências. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. número de páginas. profissional ou especializada. são indispensáveis os seguintes tópicos: . baseadas em Severino (2000. obras publicadas. criativas? A abordagem dos conhecimentos . gráficos. edição.. etc.o resumo da obra. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.as conclusões do autor. .? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. Obs. . de modo a cumprir sua finalidade. 3.. títulos. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. o que muitas vezes depende da obra resenhada. As diretrizes metodológicas que seguem. segundo a percepção do resenhista. . título. . pelo estudante. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. político. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. preço. etc. têm o propósito de organizar. objetivo. desenhos.

de um modo geral. buscar dados sobre o autor. sucinto e de fácil leitura. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. bem como a avaliação crítica do resenhista. alcance. ou seja. nas resenhas de boa qualidade.. quer dizer.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. sobre o vocabulário (conceitos. como de outros trabalhos acadêmicos. o resumo do conteúdo. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. 23 . do texto para identificar seu plano geral. compondo um texto harmonioso. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. Procura estabelecer uma aproximação.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. os aut ores cit ados. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. o qual. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. A redação da resenha obedecerá. porém corrida. avaliando o texto pela sua coerência interna. trabalho acadêmico distinto da resenha. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. juízo crít ico.3 acima. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. aparecem. validade e con tribui ção à discussão do problema. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . seu autor. . os aspectos teóricos. em geral. . obrigatoriamente. os dados sobre a obra. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. n um a seqüên cia adequ ada. Avalia também sua originalidade. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho.. termos fundamentais à compreensão do t exto). 3.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. no entanto.

dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? ..O posici onamen to (te ór ico.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.Aponta as características mais relevantes da obra? . econômico.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . esse item é obrigatório. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. Quanto à apresentação gráfica.A obra está corretamente referenciada? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . social) do autor é discutido? . .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . o su mári o é e lem en to dispensável. polí tico..A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .24.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . 3.ci entíf icos f oram observadas? .

também. . o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. 4.. Na elaboração de um paper. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. 25 . opiniões de especialistas. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. como os artigos científicos. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. o autor desenvolve análises e argumentações. podendo considerar. pelo au tor. artigos especializados ou de informação geral. E m algu ns casos. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . promover o debate em torno de um assunto.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. Sua elaboração consiste na discussão. com objet ivi dade e clare za. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado.an alít ica e da criatividade do aluno. júri simulado.1 Conceito O paper. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. estudos de caso ou participação em palestras. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas.. dentre outros tipos de publicações. Além disso.

f il mes. Além disso. como todo t rabalh o acadêmico..Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. sistematizando-se determinadas etapas. desenvolvimento e conclusão.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . re met en do aos propósitos expressos na apresentação. lev an tan do argum en tos.. o encadeamento entre as idéias iniciais. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. entretanto.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . de forma articulada. A apresentação gráfica do paper. as etapas de introdução.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. d) sí nt ese con cl usi va. Como todo trabalho acadêmico. registros ou anotações de palestras. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.cien tí fi cos são respeitadas? . 4.26.A análise das idéias é coerente/consistente? . artigos. o pa per deve apresentar em sua estrutura. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. ao final do texto.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. et c. deixando-se claro. . tais como: textos.Há lógica na organização geral do texto? . Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . 4.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor..

resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. . os propósitos..discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. ao apresentar de forma completa. O artigo científico.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. o artigo científico pode abordar conceitos..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. idéias.los ou pormenorizar aspectos. métodos e técnicas. . docu men tal. . buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. p. embora sucinta.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. 88): . 5. Entretanto. . o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno.2 Propósitos De um modo geral. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. Além desses objetivos.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. discute e divulga idéias. difere de trabalhos científicos. Ao produzir o artigo. No contexto da formação acadêmica. como monografias. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. Isso permite que outros pesquisadores. a partir de novos enfoques ou perspectivas. . 27 . ou nela se baseiem. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. experimental ou de campo). o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. dissertações ou teses.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta.

2). conceitos. No desenvolvimento (corpo do artigo).28.. explicando e avaliando os resultados.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). ainda. porém de forma breve e sintética. por fim. e descrição dos métodos. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa.sistematize um roteiro básico das idéias. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. comparando-se com outros estudos já realizados. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. para sistematizar a comunicação a ser feita. No tópico das considerações finais. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. que se constitui como dedução lógica do estudo. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. em primeiro lugar. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. a justificativa do trabalho e suas limitações. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). são apresentados os dados do estudo. fatos ou outros estudos. evitando que o autor se perca durante a elaboração.se os seu s re sul tados.102). A elaboração de artigos estimula. De acordo com Leal (2001. . 5. fazer comparações. . resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. se for o caso. técn icas e equi pam ent os uti lizados). Todavia. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. de fichamentos. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e.. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. registros de observações ou evidências factuais. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. Por out ro l ado. podendose utilizar tabelas e ilustrações). é preciso que o autor: . independente de ter propósitos distintos. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. mater iais. teorias. desenvolvimento e conclusão. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. dest acam. a elaboração deste plano é útil. p.

Vale ressaltar que as divisões. o que pode prejudicar a sua compreensão. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. 2001. . Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. de forma adequada. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.. motivando para a leitura.103). 2001. textuais e pós-textuais. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. p. destacando sua importância teórica ou prática. É pre ci so ev it ar.no desenvolvimento do artigo. também. A definição do título do artigo deve corresponder. Pode. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. . p. et c. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. Devem ser evitadas as gírias. o e xce sso de subdivisões. se min ários. a forma como o artigo está organizado. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. ainda. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia.” (LEAL. .ao apresentar o artigo – na introdução –.na conclusão. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta.. porém . pois. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. as expectativas em relação a ele. . deve o autor dividir o tema em discussão.106).). é conveniente que o autor contextualize o tema. caso isso não aconteça. 5.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. ao conteúdo desenvolvido. 29 . conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. precisão.

o currículo. Segundo a NBR 6022:2003.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).4. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).3 Elementos pós-textuais . 5.30. após os elementos pós-textuais. . podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.4.. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. assim como os endereços postal e eletrônico. precedendo o resumo em língua estrangeira.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.. .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. . .Resumo na língua do texto. o desenvolvimento e a conclusão.1 Elementos pré-textuais . .4. . . . 5.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.3. 5. já detalhados na seção 5. então.Palavras-chave na língua do texto. ou.

31 . justificativa e importância do artigo. complementar ao seu trabalho.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). 2000). conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico..Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.4 da Parte II deste documento).referencial teórico claramente identificado. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). equações e f órmulas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. FEITOSA. precedi dos por numeração progressiva. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. sociedade).demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . .4.Questionário). organização. .clareza na apresentação dos objetivos. ilustrações e tabelas (seção 5). 2001.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. Normalmente.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. siglas. 1999. .. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. . os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. as suposições devem ser claras e justificadas. . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . comprova ou ilustra seu con teúdo. coerente e adequado aos propósitos do artigo.: APÊNDICE A . então. . . .Estrutura organizacional da Empresa Alfa).ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. que complementa. Para a avaliação de artigos científicos.: ANEXO B . seguidas de travessão e respectivo título (Ex.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). Observação: na Parte II deste documento. SEVERINO. 5. 5. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. .

ou de um conceito para outro. . . com a corr eta r elação com os f atos analisados.32. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. precisão e coerência na escrita do texto. sem duplo sentido. . .uso/seleção de literatura pertinente à análise. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. .objetividade.adequação do título ao conteúdo.observância das regras da norma culta. .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. passagem de um parágrafo para outro. .coerência e padronização dos termos técnicos.afirmativas unívocas.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.linguagem acessível.. . . ..post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). . .resumo claro e informativo. .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.atendimento aos objetivos propostos. . do t ext o . un idade e art icu lação (encadeamento lógico).uso fiel das fontes mencionadas no artigo.observância das normas de apresentação de um artigo. b) Quanto à forma: . .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.

. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. n ão é abordado n este documento.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . após terem sido desenvolvidas. ordinariamente por e scrito . até mesmo de um objeto. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. Embora seja utilizado com fr eqü ência. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. – as quais.. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. o qual. viagens de estudo. relação.. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. de uma prática ou de um conjunto de práticas.] Relatório é. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. em diversas disciplinas. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. observação de eventos. [. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. al go qu e f oi realizado). realização de uma intervenção ou procedimento especializado. fatos ou objetos [. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. na sua organização ou apresentação. exper imen tos ou testes de laboratório. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. aplicação de uma determinada técnica. Em Michaelis (1998. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. 6.. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. seja no seu conteúdo.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. etc. . em pelo menos uma das definições.. uma narração. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. 33 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. de menor importância. p. então.

expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. .. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. A esse respeito. na elaboração de um relatório. visitas. mercados.3 Tipos de relatórios Flôres. (MARCONI. 1999. avaliações. procedimentos técnicos. p. 6. medições. por exemplo. porqu e o fazemos e com que resultados”. por conseguinte. como. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. Olímpio e Cancelier (1992. elaborada segundo os propósitos deste documento. vistorias. em campo. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. Dessa forma. etc. de um único assunto.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. 6. auditorias. apresenta-se a seguir. durante a sua formação. qualquer que seja seu tipo. of erecer informações e análises sobre empresas. tem forma de apresentação rigorosa. que já requerem uma apresentação técnica.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. Quanto à estrutura (partes componentes). informar sobre o andamento de um projeto. Inicialmente. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes.. cuja síntese.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. tais como. p. produtos ou tecnologias. 2000). a elaborá-los. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. em diferentes situações. etc. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. observações de campo. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. verificações.. é importante que o acadêmico aprenda.34. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. SEVERINO. viagens. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. O relatório é. Barrass (1986. inspeções. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. LAKATOS.

. para isso são úteis três perguntas: . por exemplo. portant o. 35 . se for o caso.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal.. os relatórios podem ser informativos e analíticos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. são pouco extensos e. ou em data previamente estabelecida (ex. anual) ou abranger um período de tempo maior. seja qual for o tipo de relatório. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. da Parte II deste documento. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. de que a estrutura dos relatórios formais (e. estilo da redação. demarcado. . 6. as normas contidas no t ópico 5 . semestral. . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório.. inf ormais ou semi -in form ais. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. em decorrência de seus objetivos e destinação. etc. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. informal ou semi-informal). nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. . 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. Subdividem-se em: . pode ser periódico (mensal.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. de v isit a e os relat órios administrativos. .relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento.

marcado pelo uso de termos técnicos adequados. sendo o sumário dispensável. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. com maior número de páginas. basta a folha de rosto. construção/teste ou verificação de máquinas. aparel hos ou si stem as. a partir dessas idéias. adjetivação excessiva.o quê: identifica a atividade realizada. pela ausência de períodos longos. deve conter um sumário. . preciso e objetivo. conforme a extensão do relatório. .. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. sugere-se a estrutura a seguir. o estilo simples. detalhes desnecessários. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. além da folha de rosto. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas.. pela correção da linguagem.36.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. Nota-se que. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al.

O relatório se limita ao essencial.É escrito em um estilo simples e preciso? .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. 37 . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . antes de entregá-lo ao professor.As regras de apresentação (citações.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? .As t abel as e f iguras. etc.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . com seus títulos e legendas? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. notas e referências.. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. são apresentadas de maneira uniforme. . e seu sumário reflete isso? .. se hou ver.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .

...38.

ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro.. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. os resu ltados qu e espera alcançar. ainda. para concorrer a postos no mercado de trabalho. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. 39 . É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. portanto. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. e constitui um relato crítico. portanto. precisarão. Consiste.1 Conceito Para Severino (2000). as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. ret ratando a subjetividade. . podendo esboçar. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. marca de todo trabalho acadêmico. uma vez formados. os quais. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. Parte de uma reflexão introspectiva. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. conforme as circunstâncias. complemen tar mente. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. 7. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. principalment e.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7.. Nesse sentido.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. Apresenta. em um relato circu nstanciado. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor.

se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. participação em congressos. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. aperfeiçoamento e atualização: cursos. técnica ou artística.40. dissertações. . estágios de aperf eiçoamen to.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . participação em ban cas e xamin adoras. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo.atividades técnico-cient íficas. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. -ensino: desempenho didático. simpósios. analítico e crítico. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. cursos e atividades de extensão. analítico e autocrítico. municipal ou privado.formação. . o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. . .deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. . estruturando dessa forma o memorial.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. prest ação de consultoria especializada. exe rcício de f un ções de direção. além de servir a tais finalidades. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. estadual. coordenação e/ou assessoramento. 7. pelo seu caráter reflexivo.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. comitês executivos.re com enda.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. tanto em sua formação como em sua profissão. caracterizando a história particular do autor. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. especialização e atualização. orientação de monografias. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. seminários e outros eventos. . resultados de pesquisas.. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida.. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. No entanto.

pelo esmero na redação do texto. O autor precisa estar atento para retratar. .. políticos. com maior segurança possível. nossa história de vida é nossa melhor referência. p. quant o aos seus aspectos físicos. abrangendo sua formação e atuação profissional. um projeto gráfico de bom gost o. o memorial pode se destacar. p. um a im pressão cu idadosa.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . 7. econômicos e/ou sociais? . (SEVERINO. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. 2000. apresentado de forma crítica.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico)..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. como observa França (1999. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. 41 . o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. a trajetória real que foi seguida (. No entanto. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. apesar de sua crescente utilização. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada..O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . convém salientar que. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. com fidelidade e tranqüilidade. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. principalmente. o qu e requer. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. Por fim. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato.). expressando as contribuições e perdas de cada momento.. encadernação sóbria. atraente.176). etc.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. Por outro lado.

A redação do texto é precisa e coerente? . .. relacionando-as com a trajetória pregressa? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? ..O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .42.

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 .

...44.

Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. teórica e empiricamente. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). 45 . Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho.. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. o trabalho apresentado. seguido pela data de publicação da obra e número da página.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia.. da ABNT.. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. p. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). p. Depende do tipo de tese”. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. estão sendo expostas. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. São utilizadas para sustentar. t radução de palavras estrangeiras. As citações podem ser diretas. Em todo o caso. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. fazendo. 1999. in diret as ou citação de cit ação. Apresentação. significado de expressões típicas. DIONNE. . diferentemente de textos literários. mesmo Umberto Eco (1988. deixan do para o rodapé out ras informações. ne las encontrando ilustrações. inspirandose nelas. etc. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. “De fato. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. Citações em Documentos.121) considera difícil determinar “[. 259).. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. deve ser seguido em todo o trabalho. exemplos e modelos.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte.” (LAVILLE. Assim.

Obs. p. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. 2: no primeiro exemplo.. no segundo exemplo. melhor e com mais segurança se trabalha. a indicação da página é obrigatória para citação direta.” (ECO. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas..10): “quanto mais se restringe o campo. 1988. a entrada – no caso. melhor e com mais segurança se trabalha. são inseridas no texto. p. Vale ressaltar.46. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).2 Tipos de citação 1.10). com recuo de 4cm da margem esquerda. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. fonte e espaçamento interlinear menores. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.2. também. o nome do autor faz parte da frase. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. 1. como nos exemplos que seguem: .1 Citação direta. sem emprego de aspas.” Obs.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. normalmente.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. 1. não altera. Como se trata de idéias alheias. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. o que não lhe tira o caráter científico. conforme a NBR 10520:2002. portan to. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.. . (CASTRO. Ao parafrasear. O assunto não deve estar solto no espaço. A paráfrase é a forma de citação indireta que. segu ndo Compagnon (1996. o “trabalho da citação [.]”. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. ou seja..] é uma produção de texto [. p. Dentre elas.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. a escrit a do t ext o origi nal. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. Nesse sentido.2. de modo reduzido ou abreviado... 1978. em tamanho e cont eúdo. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. da sua curiosidade científica. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa... as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. destaca-se a identificação do tema a ser estudado.. caso ela não seja feita. tem-se u m caso de plágio. a referência à fonte é obrigatória pois. 319). Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. que é reconhecido como [. se ‘encaixar` em temas muito amplos. Todavia. mas colocado no seu contexto. p. p. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. portanto. Nas citações in diret as. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. ‘encomendado’. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. 47 ..34).

p. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. uma vez que tenha sido bem planejada.. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. DIONNE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. DIONNE. como uma espécie de piloto automático. (LAVILLE. 1999). . já qu e. (LAVILLE.85).. DIONNE. sem alterar o seu significado. 1999). pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Esta forma de uso de citação é interessante. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. 1999.48.

3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.: no exemplo acima. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. por sua vez. Esta idéia.31).123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. 2001. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. pode ser expressa como citação direta ou indireta. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. . Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). p.” (WERNER.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.: no exemplo acima. 1987 apud GIL.. p.2.. 1997. 1994. Obs. usa-se a expressão latina apud2 . mas de fazer brotar idéias. p. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. BOWER.. usa-se o itálic o. Obs. 49 .]”. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. GEWANDSZNAJDER.

por se tratar de obra rara ou. igualmente. . p.. Nesses casos. então. Beaud (1997.” “Evite. no entanto. p. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. é obrigatório indicar a alteração feita. é admissível o uso da citação da citação. como qualquer outro material.50. b) Em citação com supressão de parte intermediária. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. [. tomando notas. triagens. em que materiais irá se aprofundar.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. seja para destacar algum de seus termos ou expressões.. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. só vale pelo lugar que ocupa. 1. p.. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.. também chamada de segunda mão. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.. 125) aconselha: “[. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).]” (BEAUD. No entanto. 125). dev e ser usada de modo bastante restrito. somente disponível em língua que se desconhece. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações..] é preciso fazer escolhas. 1997. citações longas demais. em que terrenos irá concentrar seus esforços. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. Em qualquer desses casos..45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. A citação de citação..

” (MARTINS. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. negrito ou itálico) de termos ou expressões.” (GOLDENBERG. 51 . mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.21. p. LINTZ. 70). de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. grifo dos autores). 1997.” (GOLDENBERG. grifo nosso).. 2000. 1997. p. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. ou então. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.68. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor.. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. .

explanatório e descritivo. 1. Collective – when a group of cases is studied. (TELLIS. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. 1997. em palestras e debates.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. 1997. em 25 de julho de 2002. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case.52. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory.. instrumental .1. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. and Descriptive. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. p. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. p. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. (TELLIS. Explanatory. . tradução nossa).1).4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.

O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. em ordem alfabética. 53 .1988). LAKATOS. em ordem alfabética. Nesse sentido. 2001) 1. YIN. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. bem como averiguável por todos. RICHARDSON. 1999.. . p. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. (MARCONI. que se concorde com ela. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. a referência deve ser exata e precisa. após a data e sem espacejamento.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. Umberto Eco (1988. 1972. esses são separados por ponto-e-vírgula. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. 2001. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. assim como as citações devem ser fiéis ao texto.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. 1999. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. SEVERINO. 2000. após apresentar a citação.. 2001) (BUNGE. Por isso. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. conforme a lista de referências. isto é. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. mencionados simultaneamente. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. publicados em um mesmo ano. 1974. Quando não for este o caso. 1976.

. .54..

técnicas de abordage m. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. p. essa norma define: . dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. valores numéricos e conclusões. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.’. . concisa e objetiva. Também não cabem num resumo citações. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. a NBR 6028:2003 estabelece. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. p. os resultados e as conclusões do documento..para t rabal hos acadêm icos (t eses. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. (FRA NÇA . Resumo. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. Quanto à redação e estilo de resumos.: Palavras.. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. dissertações.chave : Narrativa. seu valor e originalidade. o método. 55 . 69)..” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas... devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. críticas e julgamento pessoal do autor. Produção textual. 69). 69-70). seus resultados e conclusões mais importantes. 2000. ‘O autor do trabalho descreve. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. . fórmulas. 2000. . comentários.. Sobre a extensão do resumo. como: objetivos . Limita-se a um parágrafo. p. símbolos. Leitura. equações e diagramas devem ser evitados.ch ave. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .. an tecedidas da expre ssão Palavras. O uso de abreviaturas.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. com o uma das condições exigíveis.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.’ são supérfluas (FRANÇA. de acordo com França (2000.. [. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. Ex . descobertas. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.

O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Rés umé (fran cê s). Res ume n (espan h ol ).V A s artes e . Em artigos científicos.4 . Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. 34-59. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige.. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. histórico-culturais e espaciaisecológicas. p. 4 RATTNER. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). p. resumo em pelo menos uma outra língu a. Motsclés (francês).3 O processo de globalização. R. Sch lüsselwörter (al emão). além do resumo na língua do público a que este se destina../dez. H. Usam-se. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Palabras clave (espanhol).1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. deve ser apreendido. o desenvolvimento cultural do ser humano. aperfeiçoamento e/ou especialização). 19 95. set. Educação e Sociedade Sociedade. R ia ssunt o (italiano). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. Parole c hia vi (italiano).S. dez. de acordo com a NBR 6022:2003. de acordo com a NBR 14724:2005. embora conduzido pela economia. 2. dissertações. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. 3 JAPIASSU. v.9. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Em trabalhos acadêmicos (teses. também.56. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos.20. 65-76 . Zusa mmen fa ssun g (alem ão).25. conforme o caso.69. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. em suas dimensões políticas.O. v. 1999. Dentre este cenário de tendências contraditórias. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. n.

Já em resumos e resenhas.científicos como con gr essos. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. No sistema numérico. enciclopédias. cd-rom. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. documentos oficiais. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas.. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. dissertações ou monograf ias.cit. Nestas situações. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. segu e. dentre outros. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. consistem em obras como livros.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. ibid. manuais. desta forma. 57 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. semin ár ios.. dicionário. teses. conforme a natureza do trabalho. 3. relatórios técnicos e legislação. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. ao fim de cada capítulo. as referências podem aparecer: em listas após o texto. . destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. que também podem estar localizadas ao final do texto. capítulo ou artigo. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. antecedendo apêndices e anexos. e-mail.. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). j ornais. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). da ABNT.) e op. As notas de rodapé ficam. ibidem (ou id. ao fim do artigo. Além disso. etc. No primeiro caso.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. homepage. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. jorn adas. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página.

.).o hífen é utilizado entre páginas (p. .). Comp. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. ed. Rio de Janeiro.. de forma abreviada (Coord. é usado para separar os autores (FLEURY. João.)). edição (7. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). M.15-21.2. L. 3. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. p.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. Em caso de referência de periódicos. Quan to à pontu ação. Humberto). . 1997)... este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. M. respeitando-se os seguintes padrões: . quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas)..o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. . entre o número do ano/volume e o número do periódico. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. set.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR.58.. após o título. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. e depois do termo In:. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. -o ponto-e-vírgula. n. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. e no final da referência. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.). .).. para o título. . seguido de espaço. v.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.os dois pontos são usados antes do subtítulo. após a editora. Alfredo (Org. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. FISCHER.os parênteses são usados para indicar série. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). . isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. porém são conhecidos [1991]. após a cidade onde o periódico é publicado.. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.3. R. T. Org.).

FLEURY. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.. Editor. T.). ed. no singular. é facultado indicar todos os autores. PAIVA. Vivendo e aprendendo. . 1986. separados por ponto-e-vírgula. M. 1989.quando há dois ou três autores. Coordenador. Em caso de projetos de pesquisa.. Atlas. São Paulo: Brasiliense. (e outros). etc. Graal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. seguido da abreviação. L.1 Regras quanto à autoria . . a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. se for o caso). seguido de espaço. Micropolíticas : cartografias do desejo. do tipo de participação.). 1986. Vanilda (Org. Félix. Paulo et al. . 59 . 10.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. GUATTARI. 2. Petrópolis: Vozes. FREIRE. acrescentandose a expressão latina et al. entre parênteses.3. ROLNIK. M.. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. (Coord. ed. 1986.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. R. Sueli.) em coletâneas de vários autores. FISCHER.

.. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. 10. instituições). 3 v. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. a entrada é feita pelo título. elatório 2001. SANTA CATARINA. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. Caio. Rio de Janeiro: Schmidt. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. 1993. etc. Secretaria da Saúde. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Relatório de atividades. . este deve constar na referência. congressos. Brasília: SEF 1997. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. Lenilson Naveira. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. em letras maiúsculas. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Rio de Janeiro: Record. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. 3. 1979. ATHAYDE.. em pr esas...quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais.. Anais. esta deve ser indicada como autor. Curitiba. . . editoriais. . 1979. 1990.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos.. Gabriel.. Quando a entidade tem uma denominação genérica. Carlos. desde que seja a forma adotada pelo autor. PROCURA-SE um amigo. Anais. Debates pedagógicos. . 1931. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. associações.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo..60. ed. Ilse. 212-213. Tristão de. Gerência da vida: reflexões filosóficas. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS.). Florianópolis. p. In: SILVA.

. Em caso do uso do subtítulo. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 1997a. 2. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. CHIAVENATO.. RODRIGUES.3. separados por dois pontos. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. São Paulo: Hucitec. Salvador. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. 1989. 2002. 61 .o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. São Paulo: Saraiva. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). seguido de ponto. sem chegar aos dois pontos. Adyr Balastreri. I. Brasília: Ministério da Educação. [Trabalhos apresentados]. Turismo.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. modernidade e globalização .2 Regras quanto ao título e subtítulo . 1997b 3. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar.. RODRIGUES. RODRIGUES. São Paulo: Hucitec. 1997b. 1997a.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. na seqüência alfabética ascendente. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. . . 1989.quando não existir título.. ______. entre colchetes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .

2.62. 2000. ed. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. . SEVERINO. esta deve ser identificada na referência.n. Robert K.3 Regras quanto à edição e editora .) .]. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. rev. 1995. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. 21. São Paulo: EDUSP. São Paulo: Cortez. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. 2001. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). . Estudo de caso : planejamento e métodos. ed.3. e ampl.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. São Paulo: Atlas.a partir da segunda edição. Carlos A. Das mulheres e das flores. Em caso de informações complementares à edição. P Objetivo competência: por uma nova lógica. 3. 1974. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.quando não se tem o nome da editora. Já se forem três ou mais. Ana Maria. 2001. . Antonio Joaquim.A.]. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. VALENCIA.n. (Coord. Belo Horizonte: [s. Metodologia do trabalho científico..: (No livro: Editora Atlas S..História da ciência: o mapa do conhecimento. Obs.em caso de haver duas editoras. ALFONSO-GOLDFARB. I. .). ambos na língu a do document o. ZARIFIAN. YIN. MAIA. Porto Alegre: Bookman.

abreviada e entre colchetes [S. RJ . C. indica-se o primeiro ou o mais destacado.]: Ex Libris. 63 . Viçosa. [S.3. A prática da pesquisa.quando a cidade não aparece no documento. dentre outros.l. Obs. BELTRÃO III. 1977. Viçosa. 1981. . Em caso de haver cidades com o mesmo nome. de M. Sylvio. Discursos do pregador.l.]. J. deve ser indicada entre colchetes. entre colchetes. MG.4 Regras quanto ao local . 1930. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. .o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.: No documento de que trata a referência acima. . OS GRANDES clássicos das poesias líricas.].quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. abreviadas. mas pode ser identificada. Cria e recria. [São Paulo]: SDF Editores.l. CASTRO.quando o local é desconhecido.quando houver mais de um local para uma só editora. . [S. deve-se utilizar a expressão sine loco..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1994.. LAZZARINI NETO.n. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. Viçosa.: s. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. AL.

3. entre colchetes.64.quando a publicação indicar. no lugar dos meses.1995. 2002. (publicação com paginação irregular) . 2. registra-se uma data aproximada. as estações do ano tal como figuram na publicação. sempre deve ser indicada.quando em indicações de meses. distribuição.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. seja ela de publicação. sem./Sept. 3.3. após o ponto final. por isso. maio/dez.6 Regra quanto à paginação . Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. as expressões: Não paginado. no idioma original da publicação. . mar. primavera 2000. 3. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . bim. ao final da referência devem ser indicadas. 1995. semestres ou estações do ano. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 2001. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.3. estes devem aparecer de forma abreviada.. Autumm 1970. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. trimestre e semestres abreviados. Aug. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. divisões por bimestres.. 1996. trimestres. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.

IS BN. Caso seja indicado. catálogo. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. política Estado moderno. A. científica. poden do variar conf orme o ti po de documento. como livros. Número da edição (a partir da segunda edição. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. ano de publicação. São Paulo: Atlas. Livros GRAMSCI. etc. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. RODRIGUES. interdisciplinar. Metodologia científica 3. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. Local (nome da cidade): Editora. ao final da referência).1 Monografias 3. 2000. B. a não ser em casos de nomes próprios).4. . Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . dissertações. manuais. 5 Para fins de elaboração de referências. 1988. tr adu tore s.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.4. dicionário.. LAKATOS. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.4 Modelos de elaboração de referências 3.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. 65 . abreviado(s) ou não). ao final da referência. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. trabalhos acadêmicos (teses. monografias). se houver). São Paulo: Hucitec. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula.. Assim. MARCONI. indicação de coedit ores. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. Luiz Mário Gazzaneo.1. 1997. Eva Maria. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência.. científica ed. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. Maquiavel. enciclopédias. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . Marina de A. Antônio. menção à edição exclusiva para assinante.

Número de folhas ou volumes. Bíblia Sagrada . 1989. . Bíblia BÍBLIA..Faculdade de Ciências Econômicas. Rio de Janeiro.] (o grau) – vinculação acadêmica. 1989. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Caldas. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Dissertação (Mestrado em Administração) . abreviados ou não). Belo Horizonte.. 1980. local. 3. Título : subtítulo. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. etc. 1986. Edição Ecumênica. trabalho de conclusão de curso. V. ano da defesa. Instituição. Qualidade de vida no trabalho . dissertação. Ano de apresentação. 180 f. Universidade Federal de Minas Gerais. Tipo de documento [tese. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 1980. Português. 30 v. RODRIGUES. Rio de Janeiro: Delta. 2002. M. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. 5 v.66. ed. Dicionário AULETE.

Documentos em CD-ROM KOOGAN. N BR 6023:2002).1.. (ABNT . A. online. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Acesso em: 19 maio 1998. Universidade de São Paulo. Prenome do autor da obra como um todo.com. seguidos de ponto. 3. Edição (a partir da segunda. 1990. O ESTADO DE SÃO PAULO. São Paulo. São Paulo. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Enciclopédia e dicionário digital 98. Tese (Livre Docência) . São Paulo: Delta: Estadão. 51 f. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >.4.C. 3. Reimplante dentário . Título da obra: subtítulo (se for o caso). Universidade Camilo Castelo Branco. sem negrito ou itálico). 1998. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 1990. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. A.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS.1..L. Local: Editora. Disponível em: <http://www1. precedida da expressão Acesso em:..html>. O padrão da referência é: SOBRENOME. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. se houver). 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.estado.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. 67 . 1997. M. 1990.br/redac/manual. Obs. (Ed).: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. 5 CD-ROM.L. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Para referenciá-las. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . São Paulo. cd-rom. volumes. 105 f. 1990. ano. etc. G.Escola Politécnica. excetuando-se nome próprio. MORGADO. In: SOBRENOME.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.4. HOUASSIS. . Manual de redação e estilo .

Prestes. editoriais. Eva Maria. p.com. . G. 103-115.68. 1987. Artigo de coletânea7 AMADO. ed. 2000.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. 7. 3.br/ livrosonline/leitura_32>. Rio de Janeiro: Guanabara. B.1990. fascículo ou número de revistas. Os primeiros agregados humanos. 1988. Coesão organizacional e ilusão coletiva.. S. Sociologia da administração . acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. N as coletâneas. etc. p. cap. In: ______. 122-143. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. MACEDO. Rio de Janeiro: FGV.. FREITAS. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). História das doutrinas políticas. In: MOTTA. Acesso em: 25 jul.). Organizador. Parte de uma obra MOSCA. São Paulo: Atlas. Gilles. Disponível em: <http://www. número de jornal ou caderno de jornal completo. Curitiba.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. Maria Ester de (Org.14-16. Editor. G. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Vida psíquica e organização. 3. A.1. etc.. seções. p. SOUZA..se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. BOUTHOUL. In: TOLEDO.4.refletindo.).).4. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. Reflexões para o silêncio. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. Fernando C. In: ______. Viagem astral aos domingos.). (Org. Capítulo de livro LAKATOS. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. reportagens. matérias jornalísticas. 5. 1997.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

. anais.. Recife. dentre outros. etc. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. numeração (se houver).. 1996. 1996. … 2000. local (cidade) de realização.4. 4. 2.. 1996. atas. Título. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. . Disponível em: <http://www. do documento (anais.3 Publicações em eventos 3.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. 4. 3. Recife: UFPe.br/anais/anais. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.. Anais. Anais eletrônicos.. ano.) Local de publicação: editora. 1996. Recife: UFPe.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. proceedings.. como atas..htm>.3. Acesso em: 21 jan. resultados. 3. proceedings.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. data da publicação..4.ufpe. 2000.4.propesq.3. 1997. Recife. Florianópolis..72.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

08 (número do satélite na série). Itajaí: UNIVALI.4. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. ATLAS Mirador Internacional.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 8 ABNT. [2000?]. 1 imagem de satélite. 3 ½ pol. Disponível em: <http://www.jpg>.4. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Obs. p.000. SE (localização geográfica). 1 atlas. Regiões de governo do Estado de São Paulo.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. Gainesville. 1981. data de publicação. 1 mapa.flmnh. Escalas variam. 3. SP). NBR 6023:2002. 1 atlas. ESTADOS UNIDOS. color. National Oceanic and Atmospheric Administration. 1994.6. 1 disquete. 1999 (data da captação). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. mapa. Local: Editora.000. globo e fotografia aérea.. 557 Kb (tamanho do arquivo). 13 jul. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. Escala 1:40.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. Especificação do documento.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 557 Kb. IR04. 17:45Z. 3. Acesso em: 15 jan. 1999. 17:45Z (horário zulu). 13 jul. IR04 (banda). O padrão de referência é: AUTOR. UNIVALI (instituição geradora).ufl.11. Escala. GOES-08: SE. 2002. GIF.GIF (título do arquivo). Itajaí (local). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.. GOES (denominação do satélite). 1999071318. São Paulo.000.76. Escala 1:2. . 1999. Título.

transparências. Geddes 135. 51 Kb. 1 gravura. diafilme.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 1982.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. 77 . 5 ¼ pol.. cartazes. K. 1 fotografia. Formato JPEG. Largura: 376 pixels. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. fotografias. 2000.. Anne. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. 25 cm x 20 cm. Data. [Sem título]. caso seja necessário. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. 25 cm x 25 cm.4. pinturas. Especificação do documento.7. KOBAYASHI. Quando não existir título para o documento. Romero.jpg. dentre outros. 3. São Paulo: UMIBO. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. color. Título. Doença dos xavantes. Altura: 432 pixels. color. 1999. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 1 disquete. 1980. diapositivo... 19 transparências. BRITTO. desenho técnico.4.

78. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Rio de Janeiro: Riofilme. 3. Brasília: SENAI/DN. 2 cassetes sonoros. Circuladô vivo. SILVA. etc. São Paulo: Polygram. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 1 CD. 1 video sonoro. conforme o caso)..9 Documento sonoro Compreende discos. 1992. 2001. Departamento Nacional. São Paulo: SENAI-SP. videocassetes.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. Produtor (conforme as informações disponíveis). 1991].. Título. CDs (compact disc). dentre outros. DVD. son. Local: Gravadora (ou equivalente). 35 mm. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. . Caetano.4. data. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. CENTRAL do Brasil. 3.4. Especificação do documento.. Direção: Walter Salles Júnior. data e especificação do suporte em unidades físicas. color. VELOSO. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. . 1 bobina cinematográfica (106 min). fitas cassete. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. entrevistado. 1998. 1991.. Entrevistadores: V Tremel e M. Luiz Inácio Lula da. Local: Produtora. Garcia. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Diretor.

doc. assunto em discussão. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). 1 escultura variável. Data.. 1995. . 1 CD-ROM. 13). mensagens eletrônicas. 1 bule. 1918. BULE de porcelana. etc.4.]: Microsoft Corporation. Escultura para viajar. dentre outros). 79 .. Curitiba.4. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. e meio eletrônico. objetos e suas representações (fósseis.” (ABNT. [China: Companhia das Índias. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Biblioteca Central. Título (do serviço ou produto). DUCHAMP. 1998.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. monumentos. maquetes. esqueletos.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. desaparecem rapidamen te. listas de discussão. arquivos em disco rígido. Version 4. Marcel. p. AUTOR(es)se for o caso. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. [S. Título (caso não exista. objetos de museu. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal.l. NBR 6023:2002. Especificação do objeto. quando identificado). pesquisa. animais empalhados. Normas. Descrição física do in terpes soal e efêmero. 18-]. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. 9 3. Versão (se houver).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. programas de computador.1.

MARINS. ao final da referência.23. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. textos não publicados.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. 1990. Digitado. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”.4. podem ser acrescentados. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. se houver.org. E.br> em 11 nov.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo.univali. J. SC. M. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). documentos mimeografados e digitados. Carlos B.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos.4.br/ acaro/sp/>. Acesso em: 30 maio 2002. Como fazer apresentações.bdt. 1991. MARQUES. HINDLE. 2. São José dos Campos: Johnson & Johnson. . J.80.fat. Bula de remédio.. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. L. São Paulo. ÁCAROS no Estado de São Paulo.ed. Responsável técnico Delosmar R. Memorial [mensagem pessoal]. n.4. 1985. 1984. entre parênteses. Tubarão.. Os princípios da gestão moderna. São Paulo: Publifolha. Bastos. Radiologia Brasileira. São Paulo: Brasiliense. 3. sem destaque. Apostila. Disponível em: <http://www. Massa calcificada da naso-faringe. 57). 1978. No prelo. O que é sociologia? 7. Niterói. 3. (Primeiros Passos.ed. 3. Base de Dados Tropical. Mensagem recebida por <simonegf@sj. M. MARTINS. 1997. Tim. C. 1999. LEAL. Italvino. apostilas. 2002. RUBIROSA.

g) ano da entrega (4 dígitos). as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). c) identificação de números (volume.2) . im presso longitu dinalmente. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. se houver. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). tais como fichamentos. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. dissertações. 4.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. seqü encialmen te. e) número de volumes (se houver mais de um. impresso da mesma forma que o do autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. papers e relatórios.TCC. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. . c) título. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. Por outro lado. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. b) nome do autor.1 Elementos pré-textuais . d) subtítulo. Deve conter. 81 . no que couber. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . se for o caso: v. do alto ao pé da lombada. resenhas. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. b) título do trabalho.. textuais e pós-textuais.. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. Suas orientações também se aplicam. para elaboração de teses.

Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). b) título principal do trabalho (claro.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. c) subtítulo (se houver. No verso da folha de rosto. apresenta-se a ficha catalográfica. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. g) local (cidade) da instituição. etc. .. d) área de concentração. objetivo e nome da instituição a que é submetido.82. . área de concentração. como as teses. d) número de volumes. . em seqüência. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. se houver mais de um. .. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. dissertação. preciso. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. h) ano de entrega (4 dígitos). após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. nome da instituição a que é submetido.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. trabalho de conclusão de curso. f) nom e. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). parte inferior da página. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. devem ser apresentados. c) texto contendo a natureza. Aparecem em folha separada. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. etc. . f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). obtenção de determinado grau.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. com as respectivas correções.).) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. e) data de aprovação. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). com a identificação do conteúdo que permita a indexação).A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho.

escrit o por ext enso.3 da Parte II deste documento). b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. com o respectivo significado.. fluxogramas. . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. . da Parte I deste documento.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . esque mas. 83 . grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). 2). . desen hos. na ordem em que se apresentam no texto. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. . Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho).) na ordem em que aparecem no texto. que é uma lista "de palavras ou frases.ver seção 5. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). d) os indicativos das seções que compõem o sumário. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. abaixo do texto. . etc. devem ser alinhados à esquerda. se houver.4. Apesar de ser escrita por outra pessoa. . or ganogram as.ordenadas segun do determ inado cri tério. pensamento. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). com respectivos nomes e números de página.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado.. .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . gráficos. fora de parênteses. Se necessário. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. não deve vir entre aspas. .Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. com respectivos nomes e números de página. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. mapas.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. na ordem em que aparecem." (NBR 6027:2003.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. p. da Parte II deste documento). também denominadas seções primárias).Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. Consiste na transcrição de uma frase. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.

con st itu em. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). O sumário é o último dos elementos prét extu ais. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. contextualiza-o. . o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção.. Em caso de relatórios de pesquisa científica. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. além de aspectos metodológicos. ou seja. me todologia. portanto. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. 4. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. Nela são descritos os conceitos. excetuados os elementos obrigatórios. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. há distintos modos de organizar o texto. apresentação. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. com uma definição clara. à qual se segu e o desen volvim ento.: 32). ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. Da mesma forma que na introdu ção. separados por hífen (ex. está localizado. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado.. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. Se o trabalho compreender mais de um volume. que seguem os indicativos das seções. f inalizan do com uma conclusão. de u m modo geral . No en tant o. assim como os prétextuais. . em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. . Conf orme o tipo de trabalh o. análise e interpretação dos resultados. área de conhecimento ou metodologia adotada. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho.84.2 Elementos textuais Os elementos textuais.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico.: 32-49).

Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT.Conclusão Como parte final do texto. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. . possibilitando sua identificação individual.3 Elementos pós-textuais .. 4. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. comprova ou ilustra o seu conteúdo. . complementar ao seu trabalho. utilizados no trabalho.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . extraídos de um documento. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos.. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. assuntos. além de sugestões para outros trabalhos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. . nomes geográficos. com a indicação de sua localização no texto. As orientações para sua elaboração. . apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. 85 . da Parte II deste documento.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. dentre outros). que complementa. seguidos de suas respectivas definições. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. .: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).

.86.. .

margens direita e inferior: 2 cm. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). no caso de dissertações e teses.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. notas de rodapé. O texto deve ser digitado com espaço 1.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. 5. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples.. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. 87 . Na folha de rosto.5. objetivo. . referências. legendas de ilu strações e de t abelas. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). recomendam-se Times New Roman ou Arial. com form at o A. Já na folha de aprovação.. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. com exceção da folha de rosto. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. sem brilho.5 entre linhas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. notas de rodapé.5. Quanto ao tipo da fonte. Entretanto. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. 5. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). O texto é digitado no anverso da folha (frente).7 cm ). as informações sobre o trabalho.4 (21 cm x 29. algumas normas gerais devem ser seguidas. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações).

por sua vez. a 2 cm da borda superior..4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 3. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. Esse indicativo numérico. a partir da folha de rosto.1. 5. etc.1.1..1 2. 5.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1 2.1 2.2.1 2. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. Havendo apêndice(s) e anexo(s).2 3 3.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1 2. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. a qual. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.1.3 Seção quaternária 1. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1. pode se dividir em seção secundária.88. sendo de le separado por um espaço.1. Seção terciária 1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.1. em algarismos arábicos.2. terciária.2 . pre cede o títu lo da seção.1. quaternária. no canto superior direito da folha. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.2 2.1. contendo a exposição ordenada do assunto. alinhado à margem esquerda.1.1 2. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas." (NBR 6024:2003).

. 5. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.. fotos. itálico ou grifo. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. adotando-se.. exceto a última que termina em ponto. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. Atenção! Em relação ao itálico. se inicia em ou tra li nh a.. referências. . A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. Muitos autores. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. com exceção da última.2. O texto.. usam-se alíneas. estas devem começar com um hífen. listas. no in te rior de um a seção..27 cm). pois do contrário não contribuirão para a análise. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. terminam em ponto-e-vírgula. qu adros. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem .. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. As alíneas. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. nesse caso. gráficos. sumário.. em 2. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. 5. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. porém.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos.. esqu emas. mapas. dele separado por um espaço.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida.1 Os títulos de errata. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). dentre outros. ver 1.. agradecimentos.1. or gan ogram as. glossário. 89 . qualquer que seja a forma adotada. o espaçamento duplo entre os parágrafos. apêndice(s). e redondo.. No entanto. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. fluxogramas.. caixa alta ou versal. resumos. deve ser mantida em todo o trabalho. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . na seção 3 relatou-se. ..

preferencialmente sem abreviações. . de forma clara e concisa. após o fio de fechamento. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. o rodapé. p. Figura 3. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.se t iv er poucas colu n as. na mesma página. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. pode se r apresentada em duas partes.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. conclusão para a última e continuação para as demais. Quadro 5). também é preciso seguir alguns critérios: . no mínimo. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . pode ser apresentada em duas ou mais partes. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. A tabela. sintetizadas a seguir. 5. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. o segundo.90. A moldura compreende. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. .. o espaço do cabeçalho e o terceiro.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. 28): . .. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. Quando não couber em uma folha. . por extenso. c) ocupar.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. 1993. Q uanto à disposição das in formações. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). lado a lado. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. e da fonte. do respectivo título e/ou legenda explicativa. . preferencialm ent e. . deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. uma abaixo da outra. uma única página. breve e clara que dispense consulta ao texto.IBGE (1993).

a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . 91 . ‘en trevist as realizadas’. entrevistas ou observação). As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. ‘formulários preenchidos’.. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. conforme o caso. ‘questionários aplicados’.quan do. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. 9). alinhados à direita. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. utiliza-se como fonte o autor. caso seja necessário. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. subtração. quan do os dados se originarem de diversas fontes. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos.se à margem esqu erda da primeira coluna. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. os nomes ou 5. multiplicação e divisão. alinh ando. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula.. por exemplo). p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.. pela natureza do fen ômeno. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e.. / ou – X . ‘observação direta’. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados.

1989. 2002. A.C. da UFSC. 1996. 4. ECO. 2003. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. da UFMG. U.. BEAUD. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. M.L. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. paixão. São Paulo: Pioneira. 2. CASTRO. A aventura sociológica: objetividade. engenheiros e estudantes. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 3. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Belo Horizonte: Ed. 5. E. de O. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. A. 1986.. (Org. Metodologia do ensino superior. P Educar pela pesquisa. Rio de Janeiro. relatório. e aum. ______.307-326.J. 1997. Rio de Janeiro.L. ______.ed. rev. Rio de Janeiro: Record. Rio de Janeiro. 2002. Rio de Janeiro: Zahar. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. 1998. L. A. narração. GOLDENBERG. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. p. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. N. Autores Associados.M. ______.ed. J. resumo. 2. 2000. R. ______. L. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. O trabalho da citação. 1992.ed. GEWANDSZNAJDER. Queiroz. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. M.M.. Campinas: Papirus. 2005. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.. 1996. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Campinas: . REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Redação de textos científicos.ed. Rio de Janeiro..A. improviso e método na pesquisa social. COMPAGNON. Ed. dissertação. ______. CANCELIER. ______. 2001. Rio de Janeiro. DEMO. OLÍMPIO.C.). FLÔRES. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 1997. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . 2003. BARRASS. Memórias de um orientador de tese. ______. C. São Paulo: Atlas. 1978. V. descrição. FRANÇA. GIL. 2003. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. FEITOSA.ed. 1997. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Florianópolis. Belo Horizonte: Editora UFMG. São Paulo: T. 2003.N. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. In: NUNES.L. São Paulo: Perspectiva.92. Como se faz uma tese. pesquisa quantitativa e qualitativa. Rio de Janeiro. 1988. .

1993. dissertações e estudos de caso.. SELLTIZ. 2001.ed. DIONNE. de A. 2. São Paulo: Atlas. LAKATOS. 3..ed. trabalhos de conclusão. MARTINS. e ampl. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. SEVERINO. MARCONI.. ed. LAKATOS.ed. L. A . COOK. São Paulo: Atlas.ed. E. sept. 1999. C. Metodologia do trabalho científico. p. E. n. 1975. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico.. Disponível em: http:// www. Escrevendo e . 1997. da UFSC. Manual da monografia jurídica. 1993. Normas de apresentação tabular. L. 1985. Estudo de caso: planejamento e métodos. KIDDER./set. YIN. Porto Alegre: Artmed.. de A. de A. Métodos de pesquisa nas relações sociais. Turismo: visão e ação. TOMANIK.A. 104. 5. Porto Alegre: Bookman. 2001. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. C. J. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. LAVILLE.W. E. 2. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios.8. Florianópolis: OAB/ SC. 1998. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. Belo Horizonte: Editora UFMG. 93 . A monografia jurídica.ed. MARCONI. v. 1992. n. LEAL. S.S.B.nova. Fundamentos de metodologia científica. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. E. 3. rev. 1991. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. 1997.M.. São Paulo: Atlas. da escolha do assunto à apresentação gráfica. G. 2. M. E. In: The Qualitative Report. 19. NUNES. A. H. M. Rio de Janeiro: IBGE.M. de O. Florianópolis: Ed. HÜHNE. S.L.).edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2.. M.ed. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: EPU. L. MEDEIROS.html Acesso em 26/02/02. 2000. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. 1994. Rio de Janeiro: Agir.L (Org. J. PASOLD. São Paulo: Saraiva. Maringá: EDUEM. São Paulo: Atlas. J. LEITE. LINTZ. .A. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. SOUZA. 5. W. São Paulo: Cortez. A.ed.M. 1999. abr.. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. 1999. ROESCH. J. 2000.K.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. p. TELLIS. ano 4.99109. 2001. Pesquisa e produção escrita. 3. São Paulo: Cortez. 1997. São Paulo: Companhia Melhoramentos. 3.ed. .. 1999. F das C. 21. São Paulo: Atlas. Metodologia do trabalho científico.. IBGE. M. WRIGHTSMAN. R.A. Application of a Case Study Methodology.R. C.

.94...

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .. 95 ..

Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..96. excetuando-se a 1ª letra] ..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ... 97 .

Centro de Educação Zzzzz.. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.98.. na Universidade do Vale de Itajaí. excetuando-se a 1ª letra] . Orientador: Prof(a). Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.

Dr..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. 99 . Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Orientador: Prof.

.. sub-título em minúsculas] ................. e aprovada pelo Curso de ..... da Universidade do Vale do Itajaí.. ... ........ [Local].. Centro de Educação de ............... 3 cm Área de Concentração: ...... .. ... Dra..... ... ......... .. Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ...... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa............ [dia] de [mês] de [ano].100.. MSc......... ............ ..... Dr. Prof.. UNIVALI – CE de São José Prof.. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas...........

Centro de Educação de Balneário Camboriú. 101 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí.. Msc. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa.. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. 14 de fevereiro de 2003. Dra. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Prof. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Dr.

......................................................... 14 2............ 49 4........................................................................................................................................3 Resistência.3 Estratégias e instrumentos ...... 39 3......................................................... 77 APÊNDICES ................................................................................ Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ........... 71 REFERÊNCIAS .............................. 80 ............ 50 4.........................................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ............................................................................................. 18 2..1 Contexto e sujeitos da pesquisa ................................................................................. 43 3.2 Expectativas e aspirações ....................................................1 Breve história das principais concepções do passado ..................................................................................................................................................................1 Concepções teóricas ........................................................ 57 4..................................................................... aceitação e cooperação ........................ 46 4 RESULTADOS .......................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ....................................................................................................................................................................................................................................................................................... 40 3..............................2 As principais correntes teóricas da atualidade ............................................... 10 1.............................................................1..............1........................................................1 Justificativa ...............102...................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .. 16 2....................................2 Fontes documentais ........................2 Objetivos da pesquisa ............. 11 1................................................................. 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...

. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003..) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . contendo de 100 a 250 palavras. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. 103 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.