UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

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Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

. 90. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.724. 87.4. 89. 58. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. de dezembro de 2005.. . 81.

.....UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ............................................1 2.....3........................5 4 4................................................. 31 RELATÓRIO .... 27 Propósitos .......... 33 Conceito ......................................................................................................................................5 INTRODUÇÃO ..... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ...........................................................................2 4...............................................................4 3 3..................... 25 Procedimentos .......................4 5..2 6....3 3... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ............................. 21 Procedimentos ................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ....... 16 Procedimentos ....................................................................................... 33 Propósitos ....................................................................2 5................... 30 Elementos pós-textuais ............. 30 Elementos textuais ...................................4................... 29 Elementos pré-textuais ..................................................... 25 Propósitos .....................................................................................1 6.....................4................. 17 Ficha bibliográfica ..........................1 5.......................4 6.. 26 ARTIGO CIENTÍFICO .............2 3................................................................. 31 Avaliação ...............................4 3........................................................................................................................................................................1 3.....3 2................................ 22 A apresentação da resenha ....................... 21 Propósitos ....................................................... 20 RESENHA CRÍTICA .........................................................5 6 6.....................................................................3 4................................. 37 ................................................................4.. 25 Conceito .............1 4.................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .................................. 5 ....................................................................................................................... 24 PAPER............................................................................. 27 Conceito ......................... 15 Conceito ....................................................................... 15 Os propósitos do fichamento ........................................ 34 Procedimentos .............................................................................................1 2...................................................................................................................................... 13 FICHAMENTO ................... 17 Ficha de leitura .....................2 2.................. 27 Procedimentos quanto à elaboração ...............3 5....................................................................... 23 Avaliação ....................................................................................................................3 5...... 34 Tipos de relatórios ..........3 6........................................4..............................................2 2. 09 PARTE I .............1 5.......................................................... 26 Avaliação ...... 18 Avaliação ............................................................................ 35 Avaliação ..................................................................2 5...............................................................3....................................................................................................................................................................................... 10 1 2 2.........................................................................................................................................................4 5 5.......................................................................................4 5................................ 21 Conceito .

................2....................................4...........2 Tipos de citação .......... 65 Monografias consideradas no todo .......................................................... 50 1......1 7.4...............................4 3........ 57 Aspectos gráficos das referências ...........4 3............................................4 MEMORIAL ....................................................................3 3....3 3... 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ...3................................................................................................................................6 3...............1.....................................1 3......1 3.......5 3........................... 46 1..........................4................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ................................4...................... 7 7.......4.4..........................2 3......... 63 Regras quanto à data .. 64 Regra quanto à paginação ...........................................................................................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...4 Normas complementares para citação .................................2 3...........................3 3........... 68 Publicação periódica como um todo .......................................4.... 55 Exemplos de resumos .............. 70 Artigo e/ou matéria de revista..................1.......................4 3............................................3 3...................3............................................................................................................................................2.................................................................................. 57 Localização das referências .......3..............................................................................................................................................6 3................................ 39 Conceito .3 Alterações na citação ...............................................2.................... em meio eletrônico ..................... 39 Procedimentos ..................................6....... 43 1 CITAÇÕES ................2........................................... 64 Modelos de elaboração de referências .......................................................................... 53 2 2................................1 3.............. 46 1.....................................1.. textual ou literal ........................................................................................................................4.............................2 7.. 40 Avaliação .........3 Citação da citação ..5 3................3.......2 3..................................4 3......2 Citação indireta: paráfrase e condensação ................. 45 1............................3............................. 52 1...2 3............ 68 Publicações periódicas ...................................2....................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .......................... 69 Partes de publicações périódicas ...................... 65 Monografias ................2 3...1 3 3.......... 48 1.......... 47 1.......................................1 Citação direta........................ 59 Regras quanto à autoria...2.................................................................................. 61 Regras quanto à edição e editora ................4.............4..................................... 71 Publicações em eventos ...............3................1 3.............. 67 Partes de monografia ....................................................... 72 ...... 62 Regras quanto ao local .................4...........1 3.................2........4....... 58 Regras gerais para elaboração de referências ...........................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .....1 Regras gerais para citação .............................................. 70 Artigo e/ou matéria de jornal .4.... dentre outros............2.........................1................................. 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..................................................3 7...............................5 Considerações finais sobre as normas de citação .............................. 59 Regras quanto ao título e subtítulo ........................................ 39 Propósitos ................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ........ 45 1..........................................................................2............................................. 41 PARTE II ...... boletim..............................................................

.............................................4.......................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ............................... 96 Apêndice B ......................................................4.......................................7.....7 5......................4.....................5 5.......................................... Bula de remédio ..........................................................................4. 87 Margens e espacejamento ........................... Imagem em movimento ..........................................3...... Jurisprudência ...6.............. Documento cartográfico em meio eletrônico ............................................ Patente ....................... 81 Elementos pré-textuais .....................6 3............... Documento jurídico em meio eletrônico ............ Documento cartográfico ............. Doutrina ....................................3 5................9 3.....4.................... 92 APÊNDICES ............ 81 Elementos textuais .............. Eventos como um todo em meio eletrônico ...... Documento iconográfico .......................................................................................Modelo de página de abertura (artigo científico) ...................Exemplo de sumário ..........4...................................................2 4...........4.................................4............4........................4................................................................3 3............4................1 3.................1 3...........................................................4............................4............................................... 95 Apêndice A .................................1 3.... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................................2 3...........................4.............................................................4........4 5........UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.................. 89 Ilustrações ....................... 102 Apêndice E ................................................................ Legislação ... 103 ............. 87 Paginação ............................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ..................................3 3...........1 5.................1 3...........3.................................................................................................... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ..4....5 3...............................................................................................................8 3.....4.......... 98 Apêndice C ............12 3...........Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ......................1 4.........11 3..................................................................... 84 Elementos pós-textuais ........................................... 91 REFERÊNCIAS ..................................................4...................... 88 Títulos e indicavos numéricos .4..................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .....................3.............4 3.....................3.................................................................................................................................... Documentos jurídicos ........................................ Documento sonoro ..6 5.14 4 4......... Notas ...... 87 Formato .............................4.....7 3..... 88 Parágrafo .................10 3............................................... 89 Tabelas ....................4................4.............................................8 Eventos como um todo .........................................................................2 5........... Documento iconográficoem meio eletrônico .................... 100 Apêndice D ....... 7 ........................................................................................................................13 3.......... Trabalho apresentado em evento ............................2 3......................... 90 Equações e fórmulas .........3 5 5......4 3.4.................................................. 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......................................4.................................................................................................................................................................4........................ Documento tridimensional .............................. Séries e coleções ..........................4 3...........................................................................................................

8.. ..

o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. característica da formação superior. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. ao artigo científico . da teoria com a empiria. E viden te men te . sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. Assim. 9 . o mais elementar deles. 2000). Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . conse qü en tem en te. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima.. A UNIVALI destaca. (SEVERINO. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. Se a ciência é o resultado do confronto. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. desde os primeiros períodos. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. em todas as disciplinas.do fich amen to. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A elaboração de trabalhos acadêm icos . Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. conceitual e lógica. para quê. entre suas finalidades. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial.cien tí fi cos. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. Est as orientações. a pr odu zir conhecimentos. ou da articu lação. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração.. o domínio do saber e da cultura. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. Certamente. o domínio de conceitos reelaborados.

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11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ...

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. redijam.ler e compreender textos teóricos. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. A partir daí. Ao lado desse fato... à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. contorno. a querer saber sempre mais e melhor. registrar a informação e as . a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. portanto. Por outro lado. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma.] escrevam. perfil. Demo (1996. sobretudo alcancem a capacidade de formular. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. atividade central na vida acadêmica. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. de complexidade e sofisticação crescentes. A formação universitária. se faz. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. expressão. Formular. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . assim identificadas: . 13 .. a perguntar. p. requer que as atividades referentes à investigação.. em todas as áreas do conhecimento. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. surge o desafio da elaboração própria.se con siderar qu e a bu sca. porque significam propriamente a competência. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. deve .] Aprende a duvidar. Deixa-se para trás a condição de objeto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão.. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.

fichamentos. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. . embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. O texto ora apresentado pretende oferecer. projeto e relatório de pesquisa. referências).. inferir. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. Dessa forma. papers. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.apresentar e discutir temas. ou mesmo o ensaio. t anto a professores como a acadêmicos.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . dominar as praxes de citação e de referência. parafrasear.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. . artigo cien tífico.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). demonstrar (ou provar) por argumentação.cor rigir.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. definir. .referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.competências cognitivas: .14. optou-se pelo fichamento. Esse conjunto de competências.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. No entanto. subsidiariamente. observar. . bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. de re su m os de ar ti gos e de referências. resenha crítica. explicar.. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. . ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. no entanto. . não são aqui tratados.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. documentais ou outras (fazer resumos. artigos. projetos de pesquisa). sistemático e intensivo. interpretar criticamente.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. estabelecer relações. . aut o. extrair significados. paper. relat ór io e mem orial. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. . dissertação de mestrado e tese de doutorado.

ent ão. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. na Universidade. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). seja ele aluno ou professor. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. essen ci al par a a elaboração de resenhas. art igos. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. Assim sendo.. A prática do fichamento representa. filosófica. portanto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. é otimizar a leitura. ou. a exemplo de Nunes (1997). cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. d) organizar as informações colhidas”. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. 15 . A principal utilidade da técnica de fichamento. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. assim. os fichamentos ou relatórios de leitura. de textos para aulas. su a compreensão. palest ras ou confe rências. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. b) registrar o conteúdo das obras.. .100). alguns autores. coerente e objetivo. p. cujo autor é o “fichador”. como também registrada e documentada.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. pa pers. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. etc. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. monografias de conclusão de curso. Fichar um texto significa sintetizá-lo. no caso do professor.

São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias.. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação.se apen as na su a apresen tação. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. o docente ou o pesquisador se propôs. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica.16. conceitos. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. Assim. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. b) o fichamento que é feito pelo estudante. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. No segundo tipo (b). Dependendo dos seus propósitos. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. artigos e textos teóricos. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. Ora. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas.. mas que. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. e m qualquer caso. uma monografia. em geral. que tanto pode ser uma resenha. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. nesse caso o fichamento consiste. dos quais se falará mais adiante. Dessa forma. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. nesse caso. um seminário ou um relatório de pesquisa. . um artigo. 2. pelo docente ou pelo pesquisador. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. di fer enci a. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.

35-45). pode ser adotado o uso. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. por serem considerados os mais essenciais. p. Luiz Antonio Rizzatto. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. como já foi dito.. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. p. . etc. 17 . após o título geral. As fichas. 42-55) e Pasold (1999. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. o con teú do propriamente dito. devem conter três elementos: . Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. p.3. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha.).112). para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. por exemplo. 2. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. à direita. Eco (1988. p.corpo da f ich a. 207 p. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica .3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. 87.. 1997. de um subtítulo. como. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. ou seja. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. Bibl. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. arquivo público. São Paulo: Saraiva. . Leite (1985. Severino (2000. Manual da monografia jurídica.

p. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. juízo de valor destituído de fundamento. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. – utilizar linguagem clara. objetiva e econômica. um comentário sobre o te xto f ichado. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. o que tornaria a ficha mais completa. como sugere Hühne (1992. . a decisão de incluir. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. outras formas podem ser adotadas. Para sua elaboração. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. 6465). ou não. dir etas e interligadas. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. 2. idéia ou argumento. ao seu final. Pode ficar a critério do professor. citações mais significativas de trechos do conteúdo. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. ou seja: – ser sucinto. resumo conteúdo. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. Assim sendo. ao solicitar dos alu nos um fichamento. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. transcrições as citações. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. e as citações ou seja.. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. Nesse caso. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. dev e o professor ter claro que. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. as citações. p.18. seletivo e objetivo. no entanto. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade.3. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. por exemplo. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas.. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. Pode conter.

inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.. (. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". pois. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. po is cada qual tem um sentido próprio. S egundo ele... 19 . cujas raízes estão no historicism o ale mão. 199 7. ex te rno ao indivíduo. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. Dilthey . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . que busca de scobrir regularidades ou le is . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. Ass im . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. um de se us repres entantes . O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. Rio de Janeiro: Re co rd. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias.. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". se gundo ele. que pre ssupõe um a m etodologia própria. para e le . A socio logia com pree nsiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . o fato social. M. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . Para D urkheim.

As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? . 2.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..2.O resumo é sucinto e objetivo? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . ou seja.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) ..20.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.

. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. Portanto. prin cipal me nt e. novos conhecimentos. – uma justificativa da apreciação realizada. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. ou seja. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. além do conhecimento especializado do tema. em geral. 21 . que a resenha possibilita. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. em decorrência. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. têm condições de emitir um juízo crítico. artística ou cultural em seu campo de interesse.. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. novas teorias. . feita por cientistas que. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. A resenha de obras científicas é. 3. de um modo geral.

baseadas em Severino (2000. 51-57). preço. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais.22. histórico. desenhos. 3. de com pe tên cias de l eit ura. título.a crítica do resenhista. . objetivo. gráficos. número de páginas. figuras. o que muitas vezes depende da obra resenhada. análise e interpretação de textos científicos. em relação ao contexto social. de modo a cumprir sua finalidade. segundo a percepção do resenhista. coere nt e.. . têm o propósito de organizar. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais.as conclusões do autor. p. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. p..: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. pelo estudante.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. no ent an to. 245-246): – Referência autor(es). obras publicadas. edição. Obs. exemplos. etc. são indispensáveis os seguintes tópicos: . – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). claro. . se optar por intitular.o resumo da obra. etc. político. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. bem como da finalidade ou destino da resenha.seu quadro de referências. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. especialistas. . títulos. criativas? A abordagem dos conhecimentos . As diretrizes metodológicas que seguem. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. local.)? e) a quem se destina a obra: grande público. Referência: editora e data de publicação. Para fins de t rabalh os acadê micos. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. econômico. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. cargos exercidos. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. profissional ou especializada. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.

buscar dados sobre o autor. os aut ores cit ados. ou seja. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. em geral. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. como de outros trabalhos acadêmicos.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. Procura estabelecer uma aproximação. avaliando o texto pela sua coerência interna. juízo crít ico. de um modo geral. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. obrigatoriamente. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. sobre o vocabulário (conceitos. seu autor. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. nas resenhas de boa qualidade. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. termos fundamentais à compreensão do t exto). . quer dizer. o qual.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. aparecem. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. os aspectos teóricos. sucinto e de fácil leitura. 3. tanto como preparo para a elaboração de resenhas.. compondo um texto harmonioso.3 acima. bem como a avaliação crítica do resenhista. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. porém corrida. alcance. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. do texto para identificar seu plano geral.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. trabalho acadêmico distinto da resenha. n um a seqüên cia adequ ada. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . A redação da resenha obedecerá. validade e con tribui ção à discussão do problema. no entanto. os dados sobre a obra. . Avalia também sua originalidade.. o resumo do conteúdo. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. 23 .

social) do autor é discutido? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .A obra está corretamente referenciada? .Aponta as características mais relevantes da obra? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . 3. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. Quanto à apresentação gráfica. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . polí tico. . econômico..A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .ci entíf icos f oram observadas? ..O posici onamen to (te ór ico.24. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . o su mári o é e lem en to dispensável.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . esse item é obrigatório.

promover o debate em torno de um assunto. Na elaboração de um paper. podendo considerar. 25 . como os artigos científicos. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. 4. o autor desenvolve análises e argumentações. dentre outros tipos de publicações. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. júri simulado. também. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado.1 Conceito O paper. Além disso. . exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. com objet ivi dade e clare za. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). opiniões de especialistas. artigos especializados ou de informação geral. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. Sua elaboração consiste na discussão. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. E m algu ns casos. pelo au tor.an alít ica e da criatividade do aluno. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER ... estudos de caso ou participação em palestras.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica.

26. Como todo trabalho acadêmico. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. Além disso. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.cien tí fi cos são respeitadas? . como todo t rabalh o acadêmico.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. d) sí nt ese con cl usi va. entretanto. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . re met en do aos propósitos expressos na apresentação. artigos. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. o encadeamento entre as idéias iniciais. . As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. de forma articulada.. o pa per deve apresentar em sua estrutura. f il mes.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .. deixando-se claro.Há lógica na organização geral do texto? .. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. 4.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. sistematizando-se determinadas etapas. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. registros ou anotações de palestras. tais como: textos.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . et c. as etapas de introdução.A análise das idéias é coerente/consistente? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. lev an tan do argum en tos. 4.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . desenvolvimento e conclusão.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . A apresentação gráfica do paper.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . ao final do texto.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .

p.los ou pormenorizar aspectos. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. embora sucinta. idéias. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. métodos e técnicas.2 Propósitos De um modo geral.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. 88): . Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores).. Isso permite que outros pesquisadores. Ao produzir o artigo. a partir de novos enfoques ou perspectivas.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. os propósitos. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. dissertações ou teses. ao apresentar de forma completa. . O artigo científico. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. experimental ou de campo).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. Além desses objetivos. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. . o artigo científico pode abordar conceitos.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. . difere de trabalhos científicos. No contexto da formação acadêmica. . Por sua reduzida dimensão e conteúdo. como monografias. discute e divulga idéias. ou nela se baseiem. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. 5.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. 27 . docu men tal. Entretanto. . de acordo com Marconi e Lakatos (2001..

Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. comparando-se com outros estudos já realizados..se os seu s re sul tados. se for o caso. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores.102). teorias. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). fatos ou outros estudos. explicando e avaliando os resultados. por fim.. é preciso que o autor: . a elaboração deste plano é útil.2). mater iais. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. Todavia. a justificativa do trabalho e suas limitações. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. No tópico das considerações finais.sistematize um roteiro básico das idéias. técn icas e equi pam ent os uti lizados). registros de observações ou evidências factuais. 5. evitando que o autor se perca durante a elaboração. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. dest acam. independente de ter propósitos distintos. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. . deve ser estruturado da forma a seguir descrita.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos.28. No desenvolvimento (corpo do artigo). uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. desenvolvimento e conclusão. que se constitui como dedução lógica do estudo. A elaboração de artigos estimula. fazer comparações. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. ainda. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. para sistematizar a comunicação a ser feita. de fichamentos. conceitos. e descrição dos métodos. De acordo com Leal (2001. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. porém de forma breve e sintética. em primeiro lugar. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). . são apresentados os dados do estudo.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. podendose utilizar tabelas e ilustrações). Por out ro l ado. p.

mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. p. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. 29 . é conveniente que o autor contextualize o tema. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. Vale ressaltar que as divisões. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica.ao apresentar o artigo – na introdução –. caso isso não aconteça. Pode. . motivando para a leitura. precisão. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. textuais e pós-textuais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.” (LEAL. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. as expectativas em relação a ele.106). . O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. Devem ser evitadas as gírias. porém . 2001.). o e xce sso de subdivisões. A definição do título do artigo deve corresponder.103). pois. 5. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. . Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. deve o autor dividir o tema em discussão. 2001.na conclusão. et c. . além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.no desenvolvimento do artigo.. se min ários. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. ao conteúdo desenvolvido. ainda. de forma adequada. É pre ci so ev it ar.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. p. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor.. destacando sua importância teórica ou prática. também. a forma como o artigo está organizado. o que pode prejudicar a sua compreensão.

. . . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.Resumo na língua do texto. o currículo.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. Segundo a NBR 6022:2003. 5. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. .Palavras-chave na língua do texto. 5.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. precedendo o resumo em língua estrangeira.1 Elementos pré-textuais . . 5. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. então. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. após os elementos pós-textuais. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). o desenvolvimento e a conclusão.. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).4. .4. .3 Elementos pós-textuais .30.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. ou. .4.3.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). já detalhados na seção 5.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). assim como os endereços postal e eletrônico.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.

.: APÊNDICE A .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). 31 ..apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. coerente e adequado aos propósitos do artigo. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. as suposições devem ser claras e justificadas. FEITOSA.: ANEXO B . . precedi dos por numeração progressiva. 5.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. . sociedade). .Questionário).clareza na apresentação dos objetivos. Normalmente. 5. .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). então. . 1999. ilustrações e tabelas (seção 5).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . . . Observação: na Parte II deste documento. justificativa e importância do artigo..ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). organização. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.4.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. equações e f órmulas. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. comprova ou ilustra seu con teúdo. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.4 da Parte II deste documento). siglas. 2000). que complementa.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. complementar ao seu trabalho. .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. . Para a avaliação de artigos científicos.referencial teórico claramente identificado. 2001. SEVERINO.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .

objetividade.linguagem acessível.coerência e padronização dos termos técnicos. .resumo claro e informativo. passagem de um parágrafo para outro.. . ou de um conceito para outro.atendimento aos objetivos propostos. b) Quanto à forma: .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. . precisão e coerência na escrita do texto.afirmativas unívocas. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). . .adequação do título ao conteúdo. com a corr eta r elação com os f atos analisados.. sem duplo sentido. .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. . . . . do t ext o .observância das regras da norma culta. . .32. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .uso fiel das fontes mencionadas no artigo. .observância das normas de apresentação de um artigo.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).uso/seleção de literatura pertinente à análise. . .

. exper imen tos ou testes de laboratório. 6. n ão é abordado n este documento..] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . então. após terem sido desenvolvidas..] Relatório é. . al go qu e f oi realizado).. em pelo menos uma das definições.. ordinariamente por e scrito . aplicação de uma determinada técnica. seja no seu conteúdo. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. Embora seja utilizado com fr eqü ência. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. relação. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. observação de eventos. na sua organização ou apresentação. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. uma narração.. 33 . até mesmo de um objeto. fatos ou objetos [. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. p. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. etc. de menor importância. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. Em Michaelis (1998.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. – as quais. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. em diversas disciplinas. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. de uma prática ou de um conjunto de práticas. [. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. viagens de estudo. o qual. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas.

Dessa forma. inspeções. 2000). cuja síntese.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. avaliações. tem forma de apresentação rigorosa. vistorias. Quanto à estrutura (partes componentes). SEVERINO. of erecer informações e análises sobre empresas. como. . auditorias. Olímpio e Cancelier (1992. etc. porqu e o fazemos e com que resultados”. LAKATOS. 6. procedimentos técnicos. elaborada segundo os propósitos deste documento.3 Tipos de relatórios Flôres. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. mercados. em campo. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. tais como. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. 1999. a elaborá-los. apresenta-se a seguir. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. durante a sua formação.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). informar sobre o andamento de um projeto.. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. O relatório é. qualquer que seja seu tipo. A esse respeito. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. Barrass (1986. de um único assunto. que já requerem uma apresentação técnica. 6. etc. na elaboração de um relatório. p. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. medições. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. por exemplo. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. visitas. observações de campo. por conseguinte. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. em diferentes situações. (MARCONI. Inicialmente. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade.34. viagens.. é importante que o acadêmico aprenda. p.. verificações. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. produtos ou tecnologias.

para isso são úteis três perguntas: . . nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. informal ou semi-informal). da Parte II deste documento.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. semestral. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . em decorrência de seus objetivos e destinação.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. 35 . . pode ser periódico (mensal. demarcado. portant o.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. por exemplo. de que a estrutura dos relatórios formais (e..Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. .. etc. inf ormais ou semi -in form ais.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa).para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. 6. Subdividem-se em: . A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. anual) ou abranger um período de tempo maior. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. seja qual for o tipo de relatório.. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. são pouco extensos e.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. de v isit a e os relat órios administrativos. ou em data previamente estabelecida (ex. os relatórios podem ser informativos e analíticos. .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. estilo da redação. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. se for o caso. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. as normas contidas no t ópico 5 .4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.

.. detalhes desnecessários. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. com maior número de páginas.o quê: identifica a atividade realizada. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. sendo o sumário dispensável. aparel hos ou si stem as. Nota-se que. . o estilo simples. construção/teste ou verificação de máquinas. deve conter um sumário. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . pela correção da linguagem. sugere-se a estrutura a seguir. adjetivação excessiva.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. além da folha de rosto. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. preciso e objetivo. basta a folha de rosto. conforme a extensão do relatório. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa.. pela ausência de períodos longos.36. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. a partir dessas idéias.

Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? ..) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .As t abel as e f iguras.As regras de apresentação (citações. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . etc. antes de entregá-lo ao professor. 37 . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. .O relatório se limita ao essencial. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.É escrito em um estilo simples e preciso? . notas e referências. com seus títulos e legendas? .O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . são apresentadas de maneira uniforme.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. se hou ver..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. e seu sumário reflete isso? .

. .38..

os resu ltados qu e espera alcançar. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. para concorrer a postos no mercado de trabalho. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. Consiste. principalment e. podendo esboçar..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. Nesse sentido.1 Conceito Para Severino (2000). o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. os quais. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. 7. marca de todo trabalho acadêmico. precisarão. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. uma vez formados. complemen tar mente. Parte de uma reflexão introspectiva. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. e constitui um relato crítico. portanto. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. Apresenta.. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. ainda. . de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. ret ratando a subjetividade. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. conforme as circunstâncias. 39 . portanto. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. em um relato circu nstanciado.

o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. simpósios. .utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. . estadual. analítico e crítico. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. aperfeiçoamento e atualização: cursos. comitês executivos. além de servir a tais finalidades.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. pelo seu caráter reflexivo.40. caracterizando a história particular do autor.. -ensino: desempenho didático. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. exe rcício de f un ções de direção. resultados de pesquisas. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. estruturando dessa forma o memorial.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. participação em ban cas e xamin adoras. tanto em sua formação como em sua profissão. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . especialização e atualização. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. municipal ou privado.formação. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. coordenação e/ou assessoramento. . artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. .. No entanto. . estágios de aperf eiçoamen to. prest ação de consultoria especializada. técnica ou artística. 7. dissertações. cursos e atividades de extensão. .re com enda. analítico e autocrítico. participação em congressos.atividades técnico-cient íficas.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . orientação de monografias. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. seminários e outros eventos.

o memorial pode se destacar. pelo esmero na redação do texto. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. convém salientar que.. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. como observa França (1999.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . nossa história de vida é nossa melhor referência. (SEVERINO. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. No entanto. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. o qu e requer. p..). atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. p. quant o aos seus aspectos físicos. um projeto gráfico de bom gost o.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. atraente. a trajetória real que foi seguida (. econômicos e/ou sociais? . com maior segurança possível.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado.. .34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. etc. políticos.. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. um a im pressão cu idadosa. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. expressando as contribuições e perdas de cada momento.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. 2000. 7. Por outro lado.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . abrangendo sua formação e atuação profissional. Por fim.176). cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. apresentado de forma crítica. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. O autor precisa estar atento para retratar. principalmente. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. com fidelidade e tranqüilidade. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. 41 . A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. encadernação sóbria. apesar de sua crescente utilização. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa.

Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? . .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .42..A redação do texto é precisa e coerente? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 43 ..

.44...

su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação.121) considera difícil determinar “[. inspirandose nelas. DIONNE. seguido pela data de publicação da obra e número da página. .. significado de expressões típicas.. Em todo o caso. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. fazendo. in diret as ou citação de cit ação.” (LAVILLE. Apresentação. deve ser seguido em todo o trabalho. 1999.. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. p. mesmo Umberto Eco (1988. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. 45 . As citações podem ser diretas. teórica e empiricamente. São utilizadas para sustentar. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. diferentemente de textos literários. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. Depende do tipo de tese”. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. exemplos e modelos. t radução de palavras estrangeiras. Citações em Documentos. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. o trabalho apresentado. Assim. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.. 259). “De fato. etc. p. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. da ABNT. ne las encontrando ilustrações. deixan do para o rodapé out ras informações. estão sendo expostas. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).

1 Citação direta.” (ECO. Obs. 2: no primeiro exemplo.10). As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. Vale ressaltar.2 Tipos de citação 1. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. com recuo de 4cm da margem esquerda. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo.2. 1988.. são inseridas no texto. também. 1. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. p. fonte e espaçamento interlinear menores. melhor e com mais segurança se trabalha. como nos exemplos que seguem: . que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. no segundo exemplo.” Obs. melhor e com mais segurança se trabalha. sem emprego de aspas. p. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002).46.. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. a indicação da página é obrigatória para citação direta.10): “quanto mais se restringe o campo. a entrada – no caso. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). o nome do autor faz parte da frase.

caso ela não seja feita. mas colocado no seu contexto. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. 319). segu ndo Compagnon (1996.. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. tem-se u m caso de plágio. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. se ‘encaixar` em temas muito amplos. o que não lhe tira o caráter científico. ou seja. 47 . em tamanho e cont eúdo. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. da sua curiosidade científica. Ao parafrasear. O assunto não deve estar solto no espaço. 1978. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. normalmente. conforme a NBR 10520:2002. p. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. Todavia.] é uma produção de texto [... Como se trata de idéias alheias. não altera. de modo reduzido ou abreviado.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias.]”.34). caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. ‘encomendado’. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. o “trabalho da citação [. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria.2.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. p. p. . a referência à fonte é obrigatória pois.. a escrit a do t ext o origi nal.. Dentre elas. 1. A paráfrase é a forma de citação indireta que. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. Nas citações in diret as. (CASTRO. que é reconhecido como [.. portan to. destaca-se a identificação do tema a ser estudado.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. portanto.. Nesse sentido. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.

Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. 1999). 1999). É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. DIONNE. (LAVILLE. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa.48. sem alterar o seu significado.85). DIONNE. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). Esta forma de uso de citação é interessante. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. já qu e. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. . como uma espécie de piloto automático. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. (LAVILLE.. p. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho.. 1999. uma vez que tenha sido bem planejada. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. DIONNE.

1997. usa-se a expressão latina apud2 . Obs.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor..: no exemplo acima. p. pode ser expressa como citação direta ou indireta. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.” (WERNER.: no exemplo acima. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Obs.31). .]”. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. Esta idéia. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. BOWER.. mas de fazer brotar idéias. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. 2001. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. GEWANDSZNAJDER. p. 49 . usa-se o itálic o. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.2..123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. por sua vez. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. 1987 apud GIL.. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 1994.

1.] é preciso fazer escolhas... é admissível o uso da citação da citação... triagens. p.]” (BEAUD. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. dev e ser usada de modo bastante restrito. . muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.. Em qualquer desses casos. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. p. como qualquer outro material. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original.. por se tratar de obra rara ou.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. citações longas demais.” “Evite. 125) aconselha: “[.. [. é obrigatório indicar a alteração feita. No entanto.. só vale pelo lugar que ocupa. igualmente. então.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. em que materiais irá se aprofundar. no entanto. 1997. tomando notas. somente disponível em língua que se desconhece. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. b) Em citação com supressão de parte intermediária. p. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. também chamada de segunda mão. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. 125). Nesses casos. em que terrenos irá concentrar seus esforços. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. Beaud (1997. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997.50. A citação de citação.

de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. p.. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. p. ou então. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. negrito ou itálico) de termos ou expressões. grifo nosso). 70). deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.” (GOLDENBERG.” (MARTINS. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. 1997.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. . 51 . torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente..68.” (GOLDENBERG. 1997. p.21. LINTZ. 2000. grifo dos autores). O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente.

. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. and Descriptive.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho..52.1).4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. 1. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. em 25 de julho de 2002. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. (TELLIS. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. explanatório e descritivo. p. 1997.1. tradução nossa). após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. Explanatory. (TELLIS. instrumental . p. em palestras e debates. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. . Collective – when a group of cases is studied. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. 1997. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.

publicados em um mesmo ano. a referência deve ser exata e precisa.1988). 53 . em ordem alfabética. 2001. que se concorde com ela. Umberto Eco (1988. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. Quando não for este o caso. 1999. bem como averiguável por todos.. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. (MARCONI. 2000. 1976. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 2001) (BUNGE. SEVERINO. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. em ordem alfabética.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. p. . Por isso. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. 1999. RICHARDSON. YIN. isto é. 1974. mencionados simultaneamente. esses são separados por ponto-e-vírgula. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. LAKATOS. após a data e sem espacejamento. Nesse sentido. conforme a lista de referências. após apresentar a citação. 1972. 2001) 1. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997.. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente.

...54.

afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto.’.ch ave. 2000. . ‘O autor do trabalho descreve.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. p.. Resumo. O uso de abreviaturas. valores numéricos e conclusões. p.: Palavras.. expressões como: ‘O presente trabalho trata de.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. Também não cabem num resumo citações. técnicas de abordage m. comentários.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. fórmulas. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. Leitura. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. de acordo com França (2000. a NBR 6028:2003 estabelece. (FRA NÇA . 55 . equações e diagramas devem ser evitados. seus resultados e conclusões mais importantes. 69). símbolos.’ são supérfluas (FRANÇA. descobertas. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. 69-70). respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . os resultados e as conclusões do documento. Produção textual. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo... 2000.chave : Narrativa. Ex . com o uma das condições exigíveis. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. dissertações. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. seu valor e originalidade. Limita-se a um parágrafo. . Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. concisa e objetiva.. an tecedidas da expre ssão Palavras.. [. . 69).para t rabal hos acadêm icos (t eses. Quanto à redação e estilo de resumos. críticas e julgamento pessoal do autor. o método. Sobre a extensão do resumo. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. p.. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. essa norma define: .. como: objetivos .

V A s artes e . Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação.O.69. Motsclés (francês). p.9. Educação e Sociedade Sociedade. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais.20. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. Sch lüsselwörter (al emão). 2. embora conduzido pela economia./dez. set. em suas dimensões políticas. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. o desenvolvimento cultural do ser humano. 3 JAPIASSU. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais.4 . resumo em pelo menos uma outra língu a. R ia ssunt o (italiano). além do resumo na língua do público a que este se destina. Rés umé (fran cê s). 34-59. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). 65-76 . p. H.. Usam-se. de acordo com a NBR 14724:2005. dez. R. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). Em trabalhos acadêmicos (teses. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). n. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. 19 95. dissertações. 4 RATTNER. v. Res ume n (espan h ol ).56. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).S. Palabras clave (espanhol). Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. Em artigos científicos.3 O processo de globalização.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. v. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.25. deve ser apreendido. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando.. Dentre este cenário de tendências contraditórias. 1999. também. histórico-culturais e espaciaisecológicas. aperfeiçoamento e/ou especialização). conforme o caso. Parole c hia vi (italiano). de acordo com a NBR 6022:2003.

ibid. . segu e. capítulo ou artigo. 3. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. homepage. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. j ornais. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. dissertações ou monograf ias. ibidem (ou id.científicos como con gr essos. enciclopédias. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. desta forma. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. As notas de rodapé ficam. ao fim do artigo. dicionário. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página... destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. relatórios técnicos e legislação. conforme a natureza do trabalho. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. e-mail.. as referências podem aparecer: em listas após o texto. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). jorn adas. semin ár ios. teses. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). consistem em obras como livros. cd-rom.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. Já em resumos e resenhas. antecedendo apêndices e anexos. etc.) e op. da ABNT. No primeiro caso. Além disso. No sistema numérico. Nestas situações. manuais. 57 . documentos oficiais. que também podem estar localizadas ao final do texto. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. dentre outros.cit. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. ao fim de cada capítulo.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. é obrigatória a sua identificação na lista das referências.

é usado para separar os autores (FLEURY. M.). set. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). . após a cidade onde o periódico é publicado.2. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.). Org. Humberto). ed.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. entre o número do ano/volume e o número do periódico. .. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.. . O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). T. Alfredo (Org. João. Em caso de referência de periódicos. após a editora.)).).58.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. de forma abreviada (Coord. para o título. porém são conhecidos [1991]. v.. p. edição (7. M. . já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). após o título. . quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). e depois do termo In:. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. FISCHER.os parênteses são usados para indicar série. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. Comp. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto..2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado.. Quan to à pontu ação. Rio de Janeiro. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.). respeitando-se os seguintes padrões: . n. 3. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). . isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. seguido de espaço.o hífen é utilizado entre páginas (p. 1997).15-21.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.). .a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. e no final da referência. L.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. R. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. -o ponto-e-vírgula.os dois pontos são usados antes do subtítulo. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).3.

Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.) em coletâneas de vários autores.). M. 1986. L. . Félix. ROLNIK.. 10.quando há dois ou três autores. separados por ponto-e-vírgula. R. 1986. . acrescentandose a expressão latina et al. FISCHER. (Coord. Em caso de projetos de pesquisa. no singular. Vivendo e aprendendo. 1989.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. ed. São Paulo: Brasiliense. Graal. é facultado indicar todos os autores. entre parênteses. FREIRE. ed. T. Atlas. 2. Petrópolis: Vozes. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. Editor.3. Paulo et al. M.1 Regras quanto à autoria .. (e outros). a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. Coordenador. seguido de espaço. 59 . 1986. se for o caso). PAIVA. Micropolíticas : cartografias do desejo. etc. do tipo de participação. FLEURY.. GUATTARI.). seguido da abreviação. Vanilda (Org. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. Sueli. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.

. . 3. PROCURA-SE um amigo. etc..em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. em letras maiúsculas. Gabriel.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. 1979.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. Quando a entidade tem uma denominação genérica. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. 212-213.. 1993. Florianópolis. Debates pedagógicos. . Gerência da vida: reflexões filosóficas.. 1979.60. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.. 3 v. desde que seja a forma adotada pelo autor. 10. 1931. este deve constar na referência.). e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. . O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. SANTA CATARINA. congressos. elatório 2001. Caio. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Ilse. Rio de Janeiro: Record. Secretaria da Saúde. Rio de Janeiro: Schmidt. em pr esas. editoriais. p. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.. Carlos.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Brasília: SEF 1997. Relatório de atividades. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. Tristão de.. Anais. In: SILVA. . ATHAYDE.. 1990. esta deve ser indicada como autor. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. Anais. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Lenilson Naveira. Curitiba.. a entrada é feita pelo título. ed. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. . instituições). associações.

Brasília: Ministério da Educação. 61 . separados por dois pontos. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. RODRIGUES. sem chegar aos dois pontos. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). Em caso do uso do subtítulo. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Hucitec. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. . Salvador. RODRIGUES.2 Regras quanto ao título e subtítulo . 2002. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. seguido de ponto. 1997a. ______. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 1997b 3. I. 1997a.. 1989. modernidade e globalização .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Turismo.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.3. 1989. Adyr Balastreri. na seqüência alfabética ascendente. . 2. . entre colchetes. [Trabalhos apresentados].. São Paulo: Hucitec.quando não existir título. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços..o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. CHIAVENATO. RODRIGUES.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. 1997b.

desde que sejam dispensáveis para a identificação.) .quando não se tem o nome da editora. São Paulo: Cortez. 2. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s.3. P Objetivo competência: por uma nova lógica.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. Porto Alegre: Bookman. VALENCIA. Belo Horizonte: [s. Obs.].n. esta deve ser identificada na referência. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). Das mulheres e das flores.). Estudo de caso : planejamento e métodos. SEVERINO. YIN. e ampl. Carlos A. 1974.3 Regras quanto à edição e editora . 2000. São Paulo: EDUSP. MAIA. 2001. Robert K.: (No livro: Editora Atlas S. Metodologia do trabalho científico.História da ciência: o mapa do conhecimento.a partir da segunda edição. Já se forem três ou mais. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. ed.62. 2001. Ana Maria.. ZARIFIAN. ..n.]. I. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. 1995. (Coord. Em caso de informações complementares à edição. ed. ambos na língu a do document o. São Paulo: Atlas. . Antonio Joaquim. . indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição.A.em caso de haver duas editoras. rev. . ALFONSO-GOLDFARB. 21. 3.

1930. C. indica-se o primeiro ou o mais destacado.4 Regras quanto ao local . [S. . Viçosa.].]. [S. dentre outros. 1977. .quando houver mais de um local para uma só editora. BELTRÃO III.3.n.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. abreviadas. . [São Paulo]: SDF Editores.l. AL. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. A prática da pesquisa. Viçosa. entre colchetes. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 1981.]: Ex Libris.: s. LAZZARINI NETO. RJ . Obs. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. Discursos do pregador. 63 . deve ser indicada entre colchetes.l. J. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.. CASTRO. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.quando a cidade não aparece no documento. mas pode ser identificada. Viçosa. abreviada e entre colchetes [S.quando o local é desconhecido. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.. de M. Sylvio. Cria e recria. MG.l.: No documento de que trata a referência acima. deve-se utilizar a expressão sine loco. 1994.

1995. 1996.quando em indicações de meses. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular./Sept. mar.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. semestres ou estações do ano. .6 Regra quanto à paginação . registra-se uma data aproximada. ao final da referência devem ser indicadas. 2001. 3. bim. 3.64. Aug. estes devem aparecer de forma abreviada. entre colchetes. trimestre e semestres abreviados. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres.. as expressões: Não paginado. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] .3. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.1995. 3. sempre deve ser indicada. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. no lugar dos meses. maio/dez. (publicação com paginação irregular) . no idioma original da publicação. divisões por bimestres. distribuição. Autumm 1970. por isso. 2002. trimestres. as estações do ano tal como figuram na publicação. 2. primavera 2000.quando a publicação indicar.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. após o ponto final. seja ela de publicação. sem.3..

política Estado moderno.. ao final da referência). indicação de coedit ores. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. Prenome e outros Sobrenomes (se houver.1 Monografias 3. catálogo. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. 5 Para fins de elaboração de referências. tr adu tore s. poden do variar conf orme o ti po de documento. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. manuais. científica ed. monografias). quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. se houver). b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. Livros GRAMSCI. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento .4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. interdisciplinar. Assim.. Antônio. trabalhos acadêmicos (teses. menção à edição exclusiva para assinante. a não ser em casos de nomes próprios).4. IS BN. abreviado(s) ou não). Maquiavel. A. científica. Local (nome da cidade): Editora. B. enciclopédias.4 Modelos de elaboração de referências 3. 1988. etc.1. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. RODRIGUES. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. Número da edição (a partir da segunda edição. 1997. como livros. Eva Maria. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. dicionário. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. São Paulo: Atlas. ano de publicação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. São Paulo: Hucitec. 65 . MARCONI. LAKATOS.. 2000. dissertações. ao final da referência. Caso seja indicado. Luiz Mário Gazzaneo. Marina de A. Metodologia científica 3. . b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to.

Instituição. Dicionário AULETE. 180 f. Bíblia Sagrada . Ano de apresentação. Qualidade de vida no trabalho . Universidade Federal de Minas Gerais. 2002. 1989. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 1980. Rio de Janeiro: Delta. Belo Horizonte. local. ano da defesa. trabalho de conclusão de curso. 30 v. RODRIGUES. M. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração.66. 1989. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Título : subtítulo. Tipo de documento [tese.. Português. dissertação.] (o grau) – vinculação acadêmica. Chicago: Encyclopaedia Britannica. etc. V. 5 v. Caldas. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 1980. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. . 3. Bíblia BÍBLIA. Dissertação (Mestrado em Administração) . abreviados ou não). ed. Rio de Janeiro.Faculdade de Ciências Econômicas. Número de folhas ou volumes. Edição Ecumênica. 1986.

cd-rom.L..1. excetuando-se nome próprio. (Ed). Local: Editora. 105 f. HOUASSIS. A. Acesso em: 19 maio 1998. M. 1990. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. G. O padrão da referência é: SOBRENOME. São Paulo: Delta: Estadão.com. 5 CD-ROM. etc. . Disponível em: <http://www1.4.estado. MORGADO. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. São Paulo. 51 f. sem negrito ou itálico).Escola Politécnica. se houver). Tese (Livre Docência) . 1990. N BR 6023:2002). online.1.L.br/redac/manual. 1998. Enciclopédia e dicionário digital 98. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. 1990. 1997. ano. 3. 3. Manual de redação e estilo . In: SOBRENOME. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. precedida da expressão Acesso em:. Universidade Camilo Castelo Branco. Edição (a partir da segunda. seguidos de ponto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Título da obra: subtítulo (se for o caso). 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. São Paulo. Documentos em CD-ROM KOOGAN. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . São Paulo.. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. 67 .2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. 1990. O ESTADO DE SÃO PAULO.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Obs. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Reimplante dentário . Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia.html>. A.4. Universidade de São Paulo. Prenome do autor da obra como um todo..C. (ABNT . acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. volumes. Para referenciá-las.

Maria Ester de (Org. In: TOLEDO. G.68. Artigo de coletânea7 AMADO. Parte de uma obra MOSCA.br/ livrosonline/leitura_32>. fascículo ou número de revistas. Editor. 122-143.). matérias jornalísticas.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. Organizador.)... Viagem astral aos domingos. 1987. Vida psíquica e organização. Sociologia da administração . 1997. p. In: ______. p. número de jornal ou caderno de jornal completo.14-16.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. editoriais. etc. (Org.).4. História das doutrinas políticas. A. 103-115. p.. Rio de Janeiro: FGV. Curitiba. B.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas.com. FREITAS. In: MOTTA. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). seções. BOUTHOUL. 1988. Eva Maria. In: ______. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 3. cap. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Reflexões para o silêncio.1.4. Fernando C. N as coletâneas.). bem como matérias apresentadas em u m n úmero. Os primeiros agregados humanos. Gilles. 3. reportagens. Rio de Janeiro: Guanabara. etc. . volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. Acesso em: 25 jul. SOUZA. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. S.. Disponível em: <http://www. São Paulo: Atlas. G. Prestes. 7.refletindo. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Capítulo de livro LAKATOS. ed. 5.1990. Coesão organizacional e ilusão coletiva. MACEDO. 2000.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. atas. Recife: UFPe. dentre outros.72.4.propesq. Anais.) Local de publicação: editora. 3..1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. … 2000. data da publicação. local (cidade) de realização.ufpe. 2. 1996.3. etc.. Acesso em: 21 jan.. Recife.. Recife: UFPe. anais. resultados. Anais eletrônicos. do documento (anais. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. ano.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. 4.. 1996. 1996. 2000.4.3 Publicações em eventos 3. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.br/anais/anais..htm>. 1997. proceedings.. como atas. 4. numeração (se houver). proceedings. Recife. Título.3. .. Florianópolis. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.4.. Disponível em: <http://www. 3. 1996..

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

000. GOES (denominação do satélite). color. 557 Kb (tamanho do arquivo).11. 1994. 08 (número do satélite na série). globo e fotografia aérea.6.4. O padrão de referência é: AUTOR. 1 imagem de satélite. ATLAS Mirador Internacional. IR04. Escalas variam. p. Itajaí (local). Escala 1:2. Acesso em: 15 jan.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 13 jul. 17:45Z (horário zulu).000. 3 ½ pol.. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 3. 3. [2000?]. 1 atlas.jpg>. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1 atlas.ufl. Itajaí: UNIVALI. IR04 (banda). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 1 mapa. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. NBR 6023:2002. 1 disquete. 557 Kb. . 1999071318. 17:45Z.. Escala 1:40. Escala. ESTADOS UNIDOS. data de publicação. GIF. Disponível em: <http://www. 1999. SP).GIF (título do arquivo). porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. 1999 (data da captação). 8 ABNT. 13 jul. UNIVALI (instituição geradora). Obs. mapa.76. 1981.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. SE (localização geográfica).4. Título. GOES-08: SE. Regiões de governo do Estado de São Paulo.000. São Paulo. National Oceanic and Atmospheric Administration. Gainesville. Local: Editora. 1999.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 2002.flmnh.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. Especificação do documento.

Anne. 51 Kb. [Sem título]. cartazes. color. transparências. 1 gravura. 77 . Quando não existir título para o documento. caso seja necessário.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. . 25 cm x 25 cm. KOBAYASHI.jpg. São Paulo: UMIBO. 5 ¼ pol. desenho técnico. 1980. BRITTO. diafilme. Altura: 432 pixels. dentre outros. 2000. 1 fotografia. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. K. 19 transparências. Romero. Data. Título. 1999. 1 disquete. NOVAS descobertas para o terceiro milênio.. Especificação do documento. pinturas.4. color. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 25 cm x 20 cm. Doença dos xavantes. Largura: 376 pixels.7.4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.. 1982. Formato JPEG. 3. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes.. diapositivo. Geddes 135..1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. fotografias.

São Paulo: SENAI-SP. 3. . videocassetes. CENTRAL do Brasil. Entrevistadores: V Tremel e M. Direção: Walter Salles Júnior. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 1992. Caetano. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos.78. 1991.. 2 cassetes sonoros. Local: Gravadora (ou equivalente). .. color. Título. VELOSO. etc. son. Luiz Inácio Lula da. 1 video sonoro.9 Documento sonoro Compreende discos. Brasília: SENAI/DN. conforme o caso). Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. SILVA. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. 3. Departamento Nacional. Rio de Janeiro: Riofilme. Circuladô vivo. dentre outros. Produtor (conforme as informações disponíveis). No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. CDs (compact disc). 35 mm. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. Local: Produtora. Especificação do documento. fitas cassete. 2001. 1 bobina cinematográfica (106 min). DVD. Diretor.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. 1 CD. data. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. data e especificação do suporte em unidades físicas.4..4. 1998. entrevistado. Garcia. São Paulo: Polygram.. 1991].

Especificação do objeto. Version 4. Data. p. 1998. 1995.1. Título (do serviço ou produto). programas de computador. Título (caso não exista.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.4. DUCHAMP. Versão (se houver). maquetes.doc. mensagens eletrônicas. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). [S. BULE de porcelana.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto.. [China: Companhia das Índias. Biblioteca Central. dentre outros). 1918. etc. 9 3. Descrição física do in terpes soal e efêmero. Normas. animais empalhados. NBR 6023:2002. 1 escultura variável. AUTOR(es)se for o caso.]: Microsoft Corporation.” (ABNT. pesquisa. 1 CD-ROM. listas de discussão. objetos de museu. desaparecem rapidamen te.l. objetos e suas representações (fósseis. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. 79 . O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. e meio eletrônico.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Curitiba. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.. esqueletos. arquivos em disco rígido. 13). quando identificado). 1 bule. monumentos. Escultura para viajar.4. assunto em discussão. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Marcel. 18-]. .

Carlos B. apostilas. C. São Paulo: Brasiliense. São Paulo.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Os princípios da gestão moderna. Apostila. RUBIROSA. Digitado. J. Acesso em: 30 maio 2002.org. Base de Dados Tropical. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). Bastos. Disponível em: <http://www. 2.80. podem ser acrescentados. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. M. (Primeiros Passos. Bula de remédio. Como fazer apresentações. Tim. 1985. LEAL. L. 1999. Mensagem recebida por <simonegf@sj.23. 1991. MARQUES. Memorial [mensagem pessoal]. se houver. . Massa calcificada da naso-faringe. Radiologia Brasileira. Italvino. n.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. 3. São Paulo: Publifolha.ed. HINDLE. J. 1990. M.4. 3. textos não publicados. No prelo.4. documentos mimeografados e digitados.ed. 1997. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.4. entre parênteses. SC. 1984. sem destaque. Tubarão. ao final da referência. 2002.univali.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo.. 57).br> em 11 nov. E. ÁCAROS no Estado de São Paulo.br/ acaro/sp/>. 1978.fat. São José dos Campos: Johnson & Johnson. 3.bdt. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Responsável técnico Delosmar R. MARINS. MARTINS. O que é sociologia? 7. Modelos matemáticos: exercícios didáticos.. Niterói.

onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. 81 . resenhas. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. seqü encialmen te.1 Elementos pré-textuais . . d) subtítulo. dissertações. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. para elaboração de teses.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). e) número de volumes (se houver mais de um. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. se for o caso: v. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. se houver. b) nome do autor. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . Suas orientações também se aplicam. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). do alto ao pé da lombada.. b) título do trabalho. impresso da mesma forma que o do autor. textuais e pós-textuais.. c) título.2) . papers e relatórios. g) ano da entrega (4 dígitos). no que couber.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . 4.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. Deve conter. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros.TCC. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. tais como fichamentos. im presso longitu dinalmente. Por outro lado. c) identificação de números (volume.

) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca.).82. . nome da instituição a que é submetido. como as teses.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). e) nota contendo a natureza do trabalho (tese.. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. apresenta-se a ficha catalográfica.. se houver mais de um. Aparecem em folha separada. c) texto contendo a natureza. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. parte inferior da página. dissertação.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. d) área de concentração. em seqüência. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. preciso. c) subtítulo (se houver. . h) ano de entrega (4 dígitos). com as respectivas correções. etc. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). etc. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. b) título principal do trabalho (claro. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. área de concentração.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). e) data de aprovação. devem ser apresentados. d) número de volumes. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . obtenção de determinado grau. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. No verso da folha de rosto. f) nom e. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). b) título do trabalho e subtítulo (se houver). g) local (cidade) da instituição. . . trabalho de conclusão de curso.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. . objetivo e nome da instituição a que é submetido.

seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho).Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. esque mas. 2). com o respectivo significado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . da Parte II deste documento). Apesar de ser escrita por outra pessoa. com respectivos nomes e números de página. mapas. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. 83 .Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. abaixo do texto. etc. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. .Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. . da Parte I deste documento.. . gráficos. . qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. que é uma lista "de palavras ou frases. com respectivos nomes e números de página. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . na ordem em que aparecem. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos).. .ordenadas segun do determ inado cri tério." (NBR 6027:2003. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. fora de parênteses. fluxogramas. or ganogram as. pensamento. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado.3 da Parte II deste documento). desen hos. na ordem em que se apresentam no texto. Se necessário. . na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. Consiste na transcrição de uma frase. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.4. também denominadas seções primárias). p.ver seção 5. se houver.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. escrit o por ext enso. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos).Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).) na ordem em que aparecem no texto. . devem ser alinhados à esquerda. não deve vir entre aspas. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes).

além de aspectos metodológicos.84. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. apresentação. Se o trabalho compreender mais de um volume. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. . ou seja. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. me todologia. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). 4. Da mesma forma que na introdu ção.. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. área de conhecimento ou metodologia adotada. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). que seguem os indicativos das seções. . assim como os prétextuais.: 32-49). apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. portanto. análise e interpretação dos resultados.: 32). concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. f inalizan do com uma conclusão. contextualiza-o.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. excetuados os elementos obrigatórios. No en tant o. Conf orme o tipo de trabalh o.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. com uma definição clara. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. à qual se segu e o desen volvim ento. há distintos modos de organizar o texto. de u m modo geral . está localizado. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. Nela são descritos os conceitos. Em caso de relatórios de pesquisa científica.2 Elementos textuais Os elementos textuais. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. con st itu em. separados por hífen (ex.. .

3 Elementos pós-textuais . seguidos de suas respectivas definições. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. utilizados no trabalho. complementar ao seu trabalho. .: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. 85 .Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. além de sugestões para outros trabalhos. extraídos de um documento.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho.. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. 4. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. que complementa. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. assuntos. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. nomes geográficos. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. comprova ou ilustra o seu conteúdo. dentre outros).Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. As orientações para sua elaboração.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. da Parte II deste documento.Conclusão Como parte final do texto.. . . com a indicação de sua localização no texto. possibilitando sua identificação individual. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.

..86..

como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. notas de rodapé. 87 . com exceção das citações longas (com mais de três linhas). O texto é digitado no anverso da folha (frente). com exceção da folha de rosto. Já na folha de aprovação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. 5. . a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). Quanto ao tipo da fonte. objetivo..5.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. as informações sobre o trabalho. notas de rodapé.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. referências. com form at o A. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. algumas normas gerais devem ser seguidas.. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. no caso de dissertações e teses.4 (21 cm x 29. 5. sem brilho.7 cm ). recomendam-se Times New Roman ou Arial. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. legendas de ilu strações e de t abelas.5 entre linhas. Na folha de rosto. O texto deve ser digitado com espaço 1. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). Entretanto. margens direita e inferior: 2 cm.5. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples.

5.1.1. Havendo apêndice(s) e anexo(s).1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1.1. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. quaternária. a qual. terciária.2. no canto superior direito da folha. etc.2.. Esse indicativo numérico. a partir da folha de rosto.2 3 3." (NBR 6024:2003).1.1 3.1. contendo a exposição ordenada do assunto. Seção terciária 1. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.1.1 2.1. 5.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1 2.1..1 2. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. sendo de le separado por um espaço.1 2. alinhado à margem esquerda. a 2 cm da borda superior.3 Seção quaternária 1. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. por sua vez.2 2.1 2. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.2 .88.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. pre cede o títu lo da seção. em algarismos arábicos.1 2. pode se dividir em seção secundária.

Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. 89 . dele separado por um espaço.. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. no in te rior de um a seção.. exceto a última que termina em ponto. fotos. No entanto. mapas.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos.. porém. gráficos... deve ser mantida em todo o trabalho. As alíneas. glossário. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. referências.2. e redondo. na seção 3 relatou-se. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. estas devem começar com um hífen. apêndice(s).1 Os títulos de errata. 5. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço.. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens... preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1.. qu adros. agradecimentos. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. se inicia em ou tra li nh a. pois do contrário não contribuirão para a análise. fluxogramas. . d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. nesse caso.1. dentre outros.27 cm). terminam em ponto-e-vírgula. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . sumário.. or gan ogram as.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. Atenção! Em relação ao itálico. O texto. adotando-se. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas.. ver 1.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. caixa alta ou versal.. Muitos autores. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). em 2. 5. itálico ou grifo. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . esqu emas. com exceção da última. resumos.. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. qualquer que seja a forma adotada. listas. . usam-se alíneas. se m que h aj a necessidade de intitulá-los.. o espaçamento duplo entre os parágrafos.

e da fonte.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. lado a lado. . A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. Quadro 5). O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. na mesma página. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 28): . o segundo.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. A tabela. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. c) ocupar. o rodapé. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. preferencialm ent e.. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. breve e clara que dispense consulta ao texto. pode ser apresentada em duas ou mais partes.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. . A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. 1993. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. Quando não couber em uma folha. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). . qu an to à su a local ização e apresentação gráfica.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. sintetizadas a seguir. . do respectivo título e/ou legenda explicativa. de forma clara e concisa.. por extenso.se t iv er poucas colu n as. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. pode se r apresentada em duas partes. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1.90. .o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. após o fio de fechamento. 5.IBGE (1993). . também é preciso seguir alguns critérios: . uma única página. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. Figura 3. no mínimo.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. o espaço do cabeçalho e o terceiro. uma abaixo da outra. A moldura compreende. preferencialmente sem abreviações. Q uanto à disposição das in formações. conclusão para a última e continuação para as demais. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. p. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.

quan do. ‘en trevist as realizadas’. entrevistas ou observação). Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) .. alinh ando.. quan do os dados se originarem de diversas fontes. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos..se à margem esqu erda da primeira coluna. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. utiliza-se como fonte o autor. por exemplo). 91 . a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. subtração. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. p. ‘observação direta’. pela natureza do fen ômeno. caso seja necessário. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. os nomes ou 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.. multiplicação e divisão. conforme o caso. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . 9). a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. ‘formulários preenchidos’. / ou – X . c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. alinhados à direita. ‘questionários aplicados’. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes.

1989. 2. Rio de Janeiro: Record. Rio de Janeiro: Zahar. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. ______. 1988. ______. São Paulo: Perspectiva.. Rio de Janeiro.ed. 1998. 4. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. OLÍMPIO. 2001. 1992. Memórias de um orientador de tese. dissertação.M. COMPAGNON. 2002. 2003.. 1997. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. 1996.ed. L. 2002. Rio de Janeiro. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2. Como se faz uma tese. Florianópolis. 1986. da UFMG.. Rio de Janeiro.ed. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.J. p. improviso e método na pesquisa social. 2003. J. resumo. e aum.N. 5. 2000. 1997. A aventura sociológica: objetividade. 2005. P Educar pela pesquisa.L. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. de O. relatório. São Paulo: T.92. .307-326. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Rio de Janeiro. In: NUNES. O trabalho da citação. CASTRO. GEWANDSZNAJDER. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. N. Queiroz. A. Campinas: Papirus. M. 1997.L. L. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: .. E. paixão. ______. GOLDENBERG. 1996. rev.ed. FLÔRES. Belo Horizonte: Editora UFMG. Rio de Janeiro. Redação de textos científicos.ed. DEMO.L.A. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro.C. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. R. A.). descrição. Metodologia do ensino superior. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. A. Belo Horizonte: Ed. 3. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. (Org. São Paulo: Pioneira. BEAUD. FEITOSA.C. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. São Paulo: Atlas. Autores Associados. pesquisa quantitativa e qualitativa.M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. engenheiros e estudantes. ______. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. ______. Ed. 2003. Rio de Janeiro. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. narração. ______. 1978. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.. da UFSC. C. U. M. V. CANCELIER. FRANÇA. ______. BARRASS. 2003. Campinas: . GIL. ECO.

3. E.L. 3. E. 1997. v. 1993. ed. E. SOUZA. Florianópolis: Ed.. COOK. Porto Alegre: Bookman. São Paulo: EPU. São Paulo: Atlas. 1997. PASOLD. 5. abr.ed. Maringá: EDUEM.html Acesso em 26/02/02. E. Belo Horizonte: Editora UFMG. Pesquisa e produção escrita. 104. n.99109. G. C.. Rio de Janeiro: IBGE. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. J. 3. MEDEIROS.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES..L (Org. E.. São Paulo: Atlas.8. São Paulo: Atlas. sept. São Paulo: Atlas. LAVILLE. Fundamentos de metodologia científica. H.. 1999.R. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. KIDDER. DIONNE. LEITE.nova. A . L. HÜHNE. 1993.W. ano 4. WRIGHTSMAN. e ampl.ed. 2. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. YIN. . n.. Métodos de pesquisa nas relações sociais. R. MARCONI. F das C. 1998. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais.ed. J. 2001. Metodologia do trabalho científico. da escolha do assunto à apresentação gráfica.ed. 1991. São Paulo: Cortez. J. p. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito.M. trabalhos de conclusão.. SELLTIZ. rev.M. NUNES. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Saraiva. Florianópolis: OAB/ SC. 21. 5. ROESCH. 2001. Estudo de caso: planejamento e métodos. 93 . LINTZ. W. 1999. Metodologia do trabalho científico. p./set. J. C. 1999. C. de A. S. 2001. dissertações e estudos de caso. 1997. Metodologia do trabalho científico. M. Manual da monografia jurídica. LEAL.A. L.). LAKATOS. IBGE.ed. 3. In: The Qualitative Report. SEVERINO. 1985. de A. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. TOMANIK. 19. da UFSC. 2000.A. 1975.A. São Paulo: Companhia Melhoramentos.S. . M.. L. Escrevendo e . Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. 1999..M. Rio de Janeiro: Agir. 2000. MARCONI. 2. A. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. 2. de A. LAKATOS. A monografia jurídica. 1994. São Paulo: Cortez.ed. Application of a Case Study Methodology. 1992. de O. M. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Turismo: visão e ação. Centro de Documentação e Disseminação de Informações.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2.ed. Disponível em: http:// www. MARTINS. A. TELLIS. São Paulo: Atlas. S..B. Normas de apresentação tabular. M.K.ed.

..94..

95 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ..

excetuando-se a 1ª letra] .. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.96.

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 ..

na Universidade do Vale de Itajaí... excetuando-se a 1ª letra] .98. Orientador: Prof(a). Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Centro de Educação Zzzzz.

. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. 99 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Orientador: Prof.. Dr.

. da Universidade do Vale do Itajaí...... e aprovada pelo Curso de .... ....... [dia] de [mês] de [ano]. Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ... UNIVALI – CE de São José Prof..... ... ... sub-título em minúsculas] ...... Prof. ..... ......... ........ Dra........ UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas...... ................... .. ....... Centro de Educação de ... 3 cm Área de Concentração: ..............100.......... MSc... Dr.... .. [Local]....

Prof. Dra. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Msc. Dr. Centro de Educação de Balneário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. 14 de fevereiro de 2003... 101 . Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.

...........1.....2 Expectativas e aspirações ..........................................................................................................................................1 Concepções teóricas ..................... 40 3........................................................................................................................................................102................................................... 49 4.....................................................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ................ aceitação e cooperação .................................................................... 57 4..................................... 80 ...........................................................3 Estratégias e instrumentos ........................................... 46 4 RESULTADOS ......... 10 1................................................................................................................. 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................... 43 3....... 50 4.................................................................................................... 18 2.....1 Contexto e sujeitos da pesquisa ...................................................................................................... 39 3...........................1........................ 16 2................................................................. 11 1...............................................................................1 Breve história das principais concepções do passado ................................................................................................................................................ 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ............................................................ 77 APÊNDICES .....2 Objetivos da pesquisa ............1 Justificativa ............................................................................... 14 2....1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ......................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..................... 71 REFERÊNCIAS .........2 Fontes documentais .................................3 Resistência.....................

elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003..) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . contendo de 100 a 250 palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. 103 ..

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