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MV

CENTRAL TRIDENT JUNIOR

Painel de controle de alarmes de incêndio

MANUAL DE INSTALAÇÃO
E COMISSIONAMENTO
Versão 02.02.2005

Rua Frei Jaboatão nº 287 – Bonsucesso - 21041-115 - Rio de Janeiro - RJ - CNPJ: 09.571.158/0001-96 – I.E: 78.512.873 - www.ezalphamv.com.br
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VISÃO GERAL

Introdução 8

Características básicas 9

Diagrama do sistema típico 10

Requerimentos elétricos 11

Requerimentos de bateria 12

Identificação dos componentes 13

Cabos recomendados 18

Laços analógicos, sirenes convencionais e circuitos de dados 18

Limitações 18

Definições 19

INSTALAÇÃO

Introdução 20

Painel 21

Fiação Elétrica Principal 21

Outras conexões do Painel 21

Repetidores 21

Placa principal do painel - Definições para conexão 21

Circuitos de dados 22

Painel RS485 – Conexão via cabo RS485 p/ Painel 23

Repetidor RS485 - Conexão via cabo RS485 p/ Repetidor 24

Painel de fibra ótica - Conexão via fibra óptica p/ Painel 25

Repetidor para fibra ótica - Conexão via fibra óptica p/ Repetidor 25

Laços analógicos 27

Sirenes convencionais 28

Relês auxiliares de fogo (2) e relê de falha (1) 28

Baterias do Painel 29

2
COMISSIONAMENTO

Introdução 30

Botões do Painel 30

Colocação do Painel em funcionamento 33

Colocação de um Repetidor em funcionamento 33

Ingresso no Modo Programação 34

Colocação do Sistema em funcionamento 36

Verificação das comunicações 36

Verificação do Painel 36

Verificação dos dispositivos instalados 36

Verificação do volume das sirenes 37

Painel 37

Supervisão dos laços analógicos 37

Teste de circuito aberto 38

Supervisão das sirenes convencionais 38

Testes para detectores 39

Testes de detector por zona 39

Teste para detectores sem especificação 39

Instalação e comissionamento 39

Teste da mensagem de falha da bateria 41

Teste de falha elétrica 41

FUNÇÕES AVANÇADAS

Programação das funções gerais 42

Lista completa das funções 42

Teclas para funções 42

Geral 42

3
Funções específicas

1 Revisão do registro histórico 44

1-1 Tela do registro histórico 44

1-3 Limpar histórico armazenado 44

1-5 Ler/limpar contagem automática 44

3 Zonas – Inabilitação e designação 45

3-1 Inabilitar zonas 45

3-2 Designar grupos de sirenes para as zonas 45

3-3 Designar grupos I/O para as zonas 45

3-4 Designar zona para um dispositivo 45

3-5 Configuração do temporizador das sirenes da Zona 45

4 Sirenes – Desabilitar e Atribuir 46

4-1 Configuração das sirenes 46

4-2 Configuração dos grupos de sirenes 46

4-3 Desabilitar sirenes 46

4-4 Atribuir grupo de sirenes para um dispositivo 47

5 Entrada/Saída (I/O - Input/Output) – Desabilitar e Atribuir 49

5-1 Configuração dos grupos I/O 49

5-2 Escolha falha do grupo I/O 49

5-3 Atribuir grupo I/O para um dispositivo 50

5-4 Desabilitar I/O para um dispositivo 50

5-5 Ação da unidade I/O na evacuação 50

5-6 Unidade I/O com temporizador ou imediata 50

5-7 Configuração do temporizador I/O 50

4
6 Configuração dos dispositivos 51

6-1 Geral 51

6-1-1 Desabilitar laços 51

6-1-2 Desabilitar dispositivos 51

6-1-3 Configuração de desabilitação seletiva 51

6-1-4 Detalhes de informações do dispositivo 52

6-1-5 Configuração de um dispositivo para evacuação imediata 52

6-1-6 Configuração do dispositivo para inibir temporizações 52

6-1-7 Inibição dos relês auxiliares 52

6-1-8 Configuração da sensibilidade global 53

6-1-9 Configuração da sensibilidade cronometrada 53

6-2 Especificações para S90 e XP95 54

6-2-1 Seleção do grau de calor do dispositivo 54

6-2-2 Seleção da sensibilidade à fumaça do dispositivo 54

6-3 Específico para Discovery 55

6-3-1 Seleção do modo da sensibilidade do dispositivo 55

6-3-2 Ligar/desligar LED intermitentes 55

6-3-3 Inabilitação de LED intermitentes específicos 55

6-3-4 Re-calibração de todos os dispositivos 55

6-3-5 Checagem de dispositivos que precisam de manutenção 56

6-3-6 Leitura dos dados armazenados no dispositivo 56

6-3-7 Gravação dos dados armazenados no dispositivo 56

5
6-4 Configuração automática de endereço (SAM) 57

6-4-1 Ativação do modo ASET (SAM) 58

6-4-2 Limpar laço 59

6-4-3 Limpar dispositivo 59

7 Supervisão dos testes e contagens do dispositivo 61

7-1 Contagem, tipo e valor do dispositivo 61

7-2 Teste das sirenes 61

7-3 Sirenes em ativação de teste 61

7-4 Zonas de teste 61

7-6 Acende LED do dispositivo 61

8 Geral 62

8-1 Hora/data e relógios 62

8-1-1 Configuração da data e hora 62

8-1-2 Definição de dia e noite 62

8-1-3 Temporizadores do desligamento noturno 62

8-1-4 Configuração de tempo para evacuação 63

8-1-5 Dispositivo inicia tempo para evacuação 63

8-2 Configuração das características especiais 64

8-2-1 Dois dispositivos para evacuação 64

8-2-2 Acionadores manuais para evacuação 64

6
8-3 Memória - ATENÇÃO, SOMENTE ENGENHEIROS 64

8-3-1 Limpar a memória flash do cliente 64

8-3-2 Limpar RAM não volátil 65

8-3-3 Cálculo do supervisor de soma do flash do cliente 65

8-3-4 Cálculo do supervisor de soma do flash do programa 65

8-4 Outras características 66

8-4-1 Modo Ativo/Instalação 66

8-4-2 Carregar/Descarregar dados via PC 66

8-4-5 Configuração dos programas de acesso do usuário 68

8-4-6 Seleção do idioma 68

8-4-7 Seleção do tipo de protocolo 68

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE COM A CE 69

Painel 69

Repetidor 69

7
VISÃO GERAL

Introdução

Este manual abrange a instalação e o funcionamento do painel de alarme contra incêndios


JUNiOr. Está dirigido a engenheiros competentes e qualificados, especializados na
instalação de alarmes contra incêndio.

O sistema de alarme contra incêndio JUNiOr deve se ajustar aos requerimentos do prédio.
O sistema completo deve estar desenhado para cumprir com todas as regulamentações
aplicáveis. Portanto, a instalação deve realizar-se de acordo com o desenho do sistema. O
manual especifica os componentes e as conexões durante a instalação do sistema, e
também oferece assistência para o seu funcionamento e manutenção.

Este manual abrange a instalação e o funcionamento de um sistema completo.

DISPOSITIVOS COM SENSIBILIDADE ELETROSTÁTICA (ESD)


TOME AS PRECAUÇÕES APROPRIADAS PARA REMOVER OU
INSTALAR PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO (PCB).

Todos os PCBs contém dispositivos com sensibilidade eletrostática.


Tome as precauções apropriadas para evitar ESD (descargas eletrostáticas) ao remover ou
instalar placas de circuito impresso (PCBs).

Este manual foi elaborado para revisão do software para painel 2.05. As
versões recentes do software para painel são similares, embora possam existir
diferenças em alguns detalhes.

8
PAINEL DE ALARME CONTRA INCÊNDIOS JUNiOr

Características básicas

⋅ Painel de laço único – Não expansível

⋅ Permite conexão com mini-repetidor através de RS485 ou interfaces de fibra ótica

⋅ 125 endereços de dispositivo

⋅ 96 sirenes VULCAN (direcionáveis) com corrente base ultra baixa (limite de 32


endereços)

⋅ 32 endereços de sirene programáveis individualmente

⋅ Suporte total para SAM (Self Addressable Module –Módulo auto-endereçável)

⋅ 2 relês de saída para fogo (comutação) e um relê de falha (comutação)

⋅ 2 saídas para alarmes convencionais (programáveis individualmente)

⋅ Monitoramento do laço de detectores para garantir integridade

⋅ 348 zonas totalmente programáveis

⋅ 512 grupos de sirenes totalmente programáveis

⋅ Registro de eventos (giratório, 2000 entradas)

⋅ Compatível com protocolos Apollo S90/XP95 e Discovery

⋅ Compatível com todos os nossos módulos subordinados de baixo custo

⋅ Tela LCD iluminada com 4 linhas de 40 caracteres

⋅ Programação com teclado integrado

⋅ Suporte em vários idiomas (menu com opções)

⋅ Indicação opcional com LED para 8 zonas de fogo

⋅ Funções interativas Discovery

9
Diagrama do sistema típico

PLACA PRINCIPAL
JUNIOR

TODOS OS RELÊS AUX CLASIFICADOS


EM 50V AC/DC RESISTÊNCIA 1 AMP

10
Requerimentos elétricos

Voltagem

Fonte primária de voltagem 85 - 264 VAC


Padrão EMC EN55022 classe B
EN61000-4-2,3,4,5,6,8,11
EN61000-3-2,3

Corrente Recomendam-se 2A PSUs para painéis de 1 laço.

A corrente máxima da sirene do alarme é a fonte da corrente (2A) menos a corrente do


alarme do painel. A máxima corrente em repouso por laço é 440mA. A administração da
corrente da sirene permite até 750 mA de corrente nas sirenes por laço. A corrente de curto
circuito (ligar) do laço é 900mA.

Bateria

Máximo interno 24V / 7 AH

11
Requerimentos de bateria

As baterias AH requeridas são calculadas de acordo com a seguinte fórmula:

Corrente em repouso do Tempo de reserva requerido


( painel em mA com tudo X em horas dividido por 1000. ) +
conectado.

Corrente de alarme em Amp Tempo do alarme em horas


( (carga da sirene) X ) + 20%
Aproxime o resultado ao seguinte tamanho de bateria disponível.

As correntes em repouso para equipamentos individuais encontram-se listadas abaixo:

CORRENTE CORRENTE
EQUIPAMENTO QUIESCENTE DO ALARME
(mA) (mA)
Painel Junior 80 105
Saídas auxiliares de 24V (2 Veja os dispositivos
off) conectados

Exemplo

Uma instalação determinada tem um painel de 1 laço com uma carga de detector de 58mA,
uma carga de sirene de 1,4A (inlcuindo sirenes de laço) e requerimentos de tempo de
reserva de 24 horas.

Corrente em repouso Tempo de reserva Corrente de alarme Tempo do


( do painel em mA com X requerido em horas ) + ( em Amps (carga da X alarme em ) + 20%
tudo conectado. dividido por 1000. sirene) horas

80 (Painel Junior) 24 (tempo de 105 (Painel Junior) 0,5


+ reserva em horas) + (tempo do
58 (carga do detector) dividido por 58 (carga do alarme em
1000 detector) horas)

=
163mA +1,4A (carga da sirene)

X ) +( X
= = = =
( 138mA 0,024H 1,563A 0,5H )
= + =
3,312AH 0,782AH
= 4,094 AH +20% (0,82AH) = 4,913 AH
O seguinte tamanho de bateria disponível é 5AH

12
Identificação dos componentes

Caixa de painel JUNiOr (1 laço)

Caixa de painel MINI-REP

13
Identificação dos componentes

Dentro do JUNiOr

Dentro do MINI-REP

14
Identificação dos componentes

JUNIOR MB (SEM CARTÃO DE LAÇO)


PLACA PRINCIPAL JUNIOR

J-NET-INT-485
INTERFACE JUNO NET PARA
COMUNICAÇÃO RS485

J-NET-INT-COMS: CARREGADOR
INTERFACE DE CARREGADOR JUNiOr

J-NET-INT-FO: J-NET-SIM:
INTERFACE DE FIBRA ÓTICA JUNiOr JUNiOr SIM CARD

15
JUNIOR MB (COM CARTÃO DE LAÇO)
CARTÃO DE LAÇO ÚNICO MONTADO EM PLACA PRINCIPAL JUNIOR

MINI-REP MB
PLACA PRINCIPAL DE MINI-REPETIDOR

16
TELA JUNIOR (VISTA TRASEIRA)

1-LC
CARTÃO DE LAÇO ÚNICO

VISTA FRONTAL

NOTA:
AO LONGO DESTE MANUAL,
MACHO FÊMEA
O TERMINAL VERMELHO NO
MOLEX
DE 5 VIAS INDICA O PIN Nº1 Forma do cabo típico (um extremo)
VISTA SUPERIOR

17
Cabos recomendados

Laços analógicos, sirenes convencionais e circuitos de dados

O sistema JUNiOr é um painel de alarme contra incêndios auto-contido de laço único.

Se o sistema requer um ou mais repetidores, será necessário usar um cabo de dados de


quatro vias para criar um laço de dados entre o painel e o repetidor. Como alternativa, é
possível utilizar um cabo de fibra ótica multi-modal de duas vias com o mesmo propósito.

Todos os cabos devem ser examinados.

O cabo de laço deve ser um cabo de dados para RS422/485.

O diâmetro mínimo para um condutor de laço é 0,5 sq.mm


O diâmetro máximo para um condutor de laço é 2,5 sq.mm

Tem que existir apenas um laço de detectores analógicos para cada cabo coberto.
Os laços de detectores analógicos e as sirenes convencionais no devem correr no mesmo
cabo coberto.

Os tipos de cabo idôneos são listados abaixo:

Cabos classificados para fogo para laços e circuitos de sirenes


AEI Type Firetec Multicore Ref. F1C1 (1 mm ) a F1C2.5 (2,5 mm ) em 2 core
AEI Type Firetec Armoured Ref. F2C1 (1,5 mm ) a F2C2.5 (2,5 mm ) em 2 core
Cabos com isolamento mineral tipo AEI (todos os tipos até 2,5 mm)
Cabos conductores twin twisted com isolamento mineral tipo BICC, Ref. CCM2T1RG e CCM2T1.5 RG
Pyrotenax com isolamento mineral tipo BICC (todos os tipos até 2,5 mm)
CALFLEX type Calflam CWZ 2 core até 2,5 mm
PIRELLI type FP200 Gold 2 core de 1 mm a 2,5 mm
FIRETUF (OHLS) FTZ até 2,5 mm. Fabricados por Draka

Cabos de Sinal para comunicação RS485 (twisted pair)


12 AWG Signal 88202 Belden 9583 WPW999
14 AWG Signal 88402 Belden 9581 WPW995
16 AWG Signal 88602 Belden 9575 WPW991
18 AWG Signal 88802 Belden 9574 WPW975
FIRETUF FDZ1000 by Draka 2 core
PIRELLI type FP200 Gold 2 core
PIRELLI type FP-PLUS

Limitações

Um sistema de alarme de incêndio pode enviar uma advertência precoce de fogo incipiente,
mas não garante proteção contra danos ou perdas resultantes do incêndio.

O sistema de alarmes de incêndio deve ser desenhado e instalado de acordo com todas as
normativas e os códigos de prática relevantes.

Pessoal qualificado para instalação de alarmes de incêndio deve testar e inspecionar


regularmente o sistema para garantir a máxima proteção. As inspeções e os testes devem
ser realizados em conformidade com os padrões locais apropriados.

18
Definições

Laço analógico A conexão física, geralmente 2 cabos condutores cobertos para


conexão à prova de incêndios, formam um anel de interconexão entre os sensores e o
painel de detecção.

Forma dos cabos Uma guia conectora. Geralmente uma extensão de cabo plano com
conectores em ambos os extremos.

Sirene convencional Uma sirene convencional é um dispositivo de saída audível conectado


às saídas para sirene convencional do Painel. É eletricamente diferente da sirene de laço.

Circuitos de dados Podem tomar a forma de RS485 ou de conexão de fibra ótica. Fornece
comunicações entre o Painel e os Repetidores.

Detector Qualquer tipo de sensor (calor, fumaça) que esteja conectado a um laço
analógico.
Dispositivo Um detector, sirene, módulo ou acionador manual de interface conectado a
um laço analógico.

Evacuar Um estado do sistema no qual as sirenes estão ativadas simultaneamente.


Pressionar TOCAR ALARMES gerará uma condição de evacuação.

Conexão de fibra ótica Um método de conexão para dados que utiliza luz no lugar de
sinais elétricos. A conexão se realiza utilizando cabos de fibra ótica em vez de fios elétricos
de cobre. Os sinais de fibra ótica podem viajar rapidamente distâncias maiores que os sinais
elétricos com menos risco de interferência eletromagnética.

Flash Memória não volátil dentro do painel utilizada para armazenar o programa e os dados
do site do cliente. A armazenagem dos dados do flash tem muita potência e não precisa de
energia para guardar a informação.

Sirene local Uma sirene local é um dispositivo com saída audível (campainha ou sirene)
conectado à saída de sirene local no painel principal.

Sirene de laço O termo sirene de laço é usado para descrever um dispositivo com
saída audível conectado e controlado individualmente por um laço analógico. As sirenes de
laço são eletricamente diferentes das sirenes convencionais.

NVRAM Non-Volatile Random Access Memory (Memória de acesso aleatório não


volátil) Qualquer informação armazenada nesta memória não será apagada ao retirar a
eletricidade do sistema. O sistema tem uma bateria interna para o NVRAM.

PCB Printed Circuit Board (Placa de circuito impresso ).

Repetidor Um Repetidor é um terminal distante do Painel. Tudo o que aparece no Painel


também aparece no Repetidor. Quaisquer LEDs acesos no Painel estão acesos também no
Repetidor. Os botões pressionados e a programação ingressada no Repetidor são enviados
diretamente ao Painel, como se o ingresso estivesse acontecendo realmente nele.

SIM CARD (Cartão da memória RAM e EPROM) Cartão único de memória em linha. A
memória do flash que contem o software do Painel Principal e as configurações do sistema
(Customer Flash Memory – Memória de flash do cliente) encaixa-se ao SIM CARD.

O sistema É o painel, os Repetidores e todos os dispositivos.

Zona Um grupo de dispositivos numa situação determinada. Uma zona pode estar formada
por uma coleção de quaisquer dispositivos conectados ao sistema.

19
Introdução

Esta seção trata da instalação física do sistema. Ocupa-se primariamente das peças que
são necessárias e de como elas devem estar conectadas entre si. Neste estágio, ainda não
deve conectar a tomada da fiação elétrica ou as baterias; a colocação do sistema em
funcionamento é tratada na seguinte seção deste manual.

A instalação deve realizar-se sempre de acordo com um plano do sistema.

Painel

O painel de controle deve estar localizado onde o acesso aos componentes internos não
esteja restrito, e onde as unidades não estejam expostas a altos níveis de umidade,
vibração ou choque.

Qualquer resíduo de metal pode lesar os PCBs se continuar presente quando o painel for
ligado. Portanto, recomenda-se que todos os PCBs sejam retirados da caixa principal
enquanto ela estiver sendo instalada. Anote as posições dos PCBs antes de removê-los.

Fiação Elétrica Principal

O painel deve ter uma conexão terra.

A conexão da rede primária deve ser realizada na entrada fundida ao módulo fornecedor de
energia. Essa entrada também tem um cabo guia PRETO ou MARROM até a unidade
fornecedora de energia.

O conector com o cabo guia AZUL que entra na unidade fornecedora de energia é o
NEUTRO.

Repetidores

Os Repetidores são instalados de maneira similar no Painel.Cada painel Jr. Pode fornecer
um máximo de 4 mini-repetidores.

O Repetidor deve estar localizado onde o acesso aos componentes internos não esteja
restrito, e onde as unidades não estejam expostas a altos níveis de unidade, vibração ou
choque.

Evite colocar o Repetidor sob a luz solar direta, uma vez que isto pode danificar a
programação que utiliza o teclado infravermelho.

Qualquer resíduo metálico pode lesar os PCBs se ainda encontra-se presente quando o
Repetidor estiver ligado, portanto, recomenda-se remover todos os PCBs da caixa enquanto
ela estiver sendo instalada. Anote as posições dos PCBs antes de removê-los.

DISPOSITIVOS COM SENSIBILIDADE ELETROSTÁTICA (ESD)


TOME AS PRECAUÇÕES APROPRIADAS PARA REMOVER OU
INSTALAR PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO (PCB).

Advertência – observe as precauções ESD quando manipular os PCBs.

20
INSTALAÇÃO

A Conexões de laços
B Ponto comum a massa (terra)
C Circuito de sirenes convencionais 1
D Circuito de sirenes convencionais 2
E Saída para relê de falha (Ativado por qualquer alarme presente no sistema)
F Saída para relê auxiliar 1 (Ativado por qualquer fogo presente no sistema, desativado com botão frontal)
G Saída para relê auxiliar 2 (Ativado por qualquer fogo presente no sistema, desativado com botão frontal)
H Saída auxiliar para alimentação de 24V para dispositivos externos
I Entrada de corrente do sistema
J Conexão para bateria de 24V
K Evacuação remota. (Somente saída de sirenes convencionais)
L Fusível de bateria de ação rápida de 3 Amp.
M Conector de 5 pin para LED de zona
N Conector de 5 pin para conexão RS485 ou de fibra ótica com painel repetidor
O Conector de 5 pin para interface de carga/descarga (software CARREGADOR
requerido)

21
Circuitos de dados

Se o sistema incluir repetidores que permitam acesso remoto ao sistema, deve utilizar-se
um RS422/485 totalmente redundante ou um laço de dados de fibra ótica.

Em ambos os casos, o laço de dados está protegido de interrupções ou curtos-circuitos pela


criação de um fluxo de comunicações bidirecional. Se o painel não for capaz de comunicar-
se com um Repetidor, tentará alcançá-lo através da direção oposta e sinalizará uma falha de
comunicação.

Se vai utilizar-se um RS232/485, o cabo necessário será um cabo de dados de 4 vias,


blindado + shield saindo do painel principal, passando por todos os repetidores e retornando
ao painel principal.
É preferível utilizar um cabo de fibra ótica para os circuitos de dados quando as distâncias
maiores entre eles assim o demandarem (acima de 1200 m) ou nas premissas de altos
níveis de distúrbios elétricos. O cabo utilizado para este tipo de conexão deve ser de dois
núcleos, revestido, à prova de fogo, com fibra 62,5/125 terminada em conectores ST. Este
tipo de circuito de dados também é totalmente redundante e permite distâncias entre os
pontos de até 4,5 Km.
RS 485
OU
CABO DE FIBRA ÓTICA

UM PAINEL JUNIOR ACEITA


ATÉ 4 REPETIDORES

22
Painel RS485

Nota – Faça todas as conexões com a corrente desligada ou existirá um risco de dano
permanente nas placas do circuito.

Se for necessário um painel repetidor, o painel precisará da colocação de uma PLACA DE


INTERFACE RS485 ajustada à placa principal do JUNiOr.

PAINEL = OFF A interface dentro do painel Junior deve ter os jumpers OFF.
REPETIDOR = ON A interface dentro do Mini-Repetidor deve ter os jumpers ON.

Conexão externa RS485 As conexões RS485 externas de 4 fios devem se realizar


conforme as seguintes indicações:
Painel Repetidor Painel Repetidor

Depois, conecte a SAÍDA (OUT) de um Repetidor à ENTRADA (IN) do seguinte Repetidor


seguindo as mesmas regras de conexão mencionadas acima. Ao chegar ao último
Repetidor do laço faça as conexões da seguinte forma:

Painel Repetidor Painel Repetidor

23
Repetidor RS485

Nota – Faça todas as conexões com a corrente desligada ou haverá risco de dano
permanente nas placas do circuito.

As conexões do repetidor no RS485 são basicamente as mesmas do Painel. A colocação da


interface RS485 dentro do mini-repetidor é diferente no Junior, uma vez que nele a
colocação é vertical. A placa principal tem uma colocação horizontal e não precisa de cartão
de laço.

PAINEL = OFF A interface dentro do painel Junior deve ter os link jumpers OFF.
REPETIDOR = ON A interface dentro do Mini-Repetidor deve ter os link jumpers ON.

Conexão externa RS485 As conexões RS485 externas de 4 fios devem se realizar


conforme as seguintes indicações:
Painel Repetidor Painel Repetidor

Depois, conecte a SAÍDA (OUT) de um Repetidor à ENTRADA (IN) do seguinte Repetidor


seguindo as mesmas regras de conexão mencionadas acima. Ao chegar ao último
Repetidor do laço faça as conexões da seguinte forma:

Painel Repetidor Painel Repetidor

24
Painel de fibra ótica

Nota – Faça todas as conexões com a corrente desligada para evitar o risco de dano
permanente nas placas do circuito.
STF2 e STF4 de um lado do PCB podem considerar-se a conexão de ENTRADA (IN).
STF1 e STF3 do outro lado do PCB podem considerar-se a conexão de SAÍDA (OUT).
A conexão é realizada usando cabo de fibra ótica no lugar de fios de cobre. Os extremos da
fibra devem estar terminados com conectores de fibra ótica tipo STTM.

PAINEL = OFF A interface dentro do painel Junior deve ter os jumpers OFF.
REPETIDOR = ON A interface dentro do Mini-Repetidor deve ter os jumpers ON.

Conexão externa de fibra ótica

As conexões duplas externas de fibra ótica de 4 fios devem realizar-se conforme as


seguintes indicações:

Painel Repetidor Painel Repetidor

Depois, conecte a SAÍDA (OUT) de um


repetidor à ENTRADA (IN) do seguinte
Repetidor, seguindo as mesmas regras de
conexão mencionadas acima.

Painel Repetidor

25
Conexão de fibra óptica para painel principal

Nota – Faça todas as conexões com a corrente desligada para evitar o risco de dano
permanente nas placas do circuito.

As conexões do repetidor com a Interface de fibra ótica são basicamente as mesmas


que no Painel.

PAINEL = OFF A interface dentro do painel Junior deve ter os jumpers OFF.
REPETIDOR = ON A interface dentro do Mini-Repetidor deve ter os jumpers ON.

Conexão externa de fibra ótica

As conexões duplas externas de fibra ótica de 4 fios devem realizar-se conforme as


seguintes indicações:

Painel Repetidor Painel Repetidor

Depois, conecte a SAÍDA (OUT) de um


repetidor à ENTRADA (IN) do seguinte
Repetidor, seguindo as mesmas regras de
conexão mencionadas acima.

Painel Repetidor

26
Laço analógico

O laço analógico oferece a conexão para todos os dispositivos analógicos direcionáveis e


sirenes ativadas pelo laço. A menos que o laço fique completo, o painel não poderá checar a
sua integridade (supervisão de curtos-circuitos e circuitos abertos).
A conexão com o laço analógico para o painel Junior mostra-se à seguir:

Conector de Laço

Os dispositivos que podem colocar-se no laço analógico incluem sensores de fumaça,


sensores de calor, Zone Monitor Units – ZMU (Unidades Supervisoras de Zona), unidades
I/O, sirenes de laço e acionadores manuais.

Faça as conexões aos dispositivos conforme as especificações na folha de dados do


dispositivo. Se não houver uma folha de dados disponível faça as conexões como se indica
a seguir:

Nota – qualquer laço pode ter um máximo de 32 sirenes. Se este valor for excedido o tempo
de resposta para certos tipos de alarme será excessivo.

27
Sirenes convencionais

Sirene convencional é o termo usado para descrever sirenes (ou campainhas) de alarme
convencionais conectados diretamente a um painel.
As sirenes ativadas pelo laço são diferentes e estão conectadas ao laço analógico.
O Painel incluem dois circuitos de sirenes convencionais. Cada circuito pode ter mais de
uma sirene convencional conectada.A corrente do alarme está limitada a 1A por saída.
Todos os circuitos de sirenes locais são monitorados para detectar falhas nos circuitos
abertos e nos curtos-circuitos. Se a saída de uma sirene convencional não for utilizada, deve
conectar-se um resistor de 10K através dos terminais de saída.

Sirenes convencionais

Relês auxiliares de fogo (2) e relê de falha (1)

A placa principal JUNIOR tem duas saídas para relês auxiliares de fogo. Estas saídas são
ativadas quando se detecta um fogo (a menos que esteja especificamente inibido). Estão
marcadas AUX1 e AUX2.
Também se inclui um relé auxiliar de falha. Esta saída encontra-se ativada quando é
detectada uma falha.
Os três relês tem contatos NO - Normally Open (normalmente aberto) e NC – Normally
Closed (normalmente fechado) e uma conexão comum (C) única.
As classificações dos contatos são: 1A, 50V AC/DC (min 100mA, 6V)

Saídas para relês


auxiliares de fogo

Saídas para relês


auxiliares de falha

28
Baterias do Painel

Recomenda-se que as baterias estejam conectadas ao colocar o sistema em


funcionamento, ou pode ser difícil remover a energia rapidamente se houver um problema.
As baterias estão conectadas à placa principal JUNIOR no Painel. Esta conexão de bateria
fornece energia ao painel caso a fonte primária falhar, e também oferece uma saída com
carregador para manter as baterias num estado totalmente carregado.
Antes de conectar as baterias verifique a voltagem através do resistor conectado aos
terminais de conexão da bateria. Deve ser 28.5V +/- 0.2V. Retire o resistor antes de
conectar a bateria.

Nota – risco de curto-circuito e de fogo. Nunca faça um curto-circuito


com os terminais da bateria. Sempre conecte por último o cabo azul
entre as baterias.
Baterias do painel

Vermelho Preto

Azul

29
COMISSIONAMENTO

Introdução

O comissionamento envolve checar que todas as conexões foram feitas corretamente e que
todo o hardware está funcionando corretamente. Isso significa que o sistema deve ser
instalado primeiro de acordo com a seção anterior deste manual.
O painel vem configurado no ‘modo instalação’. No modo instalação o LED verde de
SYSTEM ON (SISTEMA LIGADO) deverá cintilar na posição on (ligado) e off (desligado). O
painel detectará e memorizará em forma automática todos os dispositivos conectados aos
laços no sistema.
As configurações pré-estabelecidas do sistema indicam que a unidade estará pronta para
operar e detectar um incidente com fogo desde o momento em que for ligada. Portanto, o
sistema será totalmente funcional sem outras configurações adicionais. Todas as ações
posteriores deverão adaptar-se aos requerimentos da instalação especifica disponível.
Uma vez verificadas as conexões e o hardware é possível colocar o sistema básico de
alarmes de fogo em funcionamento muito rápido – só é necessário ter o sistema em Modo
Instalação por 90 segundos e depois colocá-lo no Modo Ativo. A programação do sistema
para ter uma funcionalidade mais avançada é detalhada na próxima seção.

Botões do Painel

30
Botões do Painel

SILENCIAR ALARMES (CONTROLES)


Em caso de detectar-se fogo e as sirenes funcionarem, a pressão neste botão silenciará as
sirenes. O LED vai acender quando um alarme for silenciado; o buzzer do painel pulsará
quando um alarme tiver sido silenciado.
Se for comunicada uma falha, o botão vai silenciar o som do buzzer do painel, mas o LED
não vai acender.

RESTAURAR SISTEMA (CONTROLES)


O soft reinicia o sistema inteiro. O reinicio do soft deveria ser suficiente para quase todas as
circunstâncias; porém pode realizar-se um reinicio geral utilizando o interruptor PCB
montado no PCB principal (não mostrado) ou alternando a fonte principal no Painel Principal
(retirando as fontes de AC primária e DC secundária).
Nota – se foi detectado um alarme é necessário silenciar os alarmes utilizando SILENCIAR
ALARMES antes de operar o botão RESTAURAR SISTEMA (SYSTEM RESET) .

TESTE DE LÂMPADAS (LAMP TEST)


Acende todas as LEDs, a luz posterior do LCD e configura todas as linhas e colunas da tela
para preto. O teste de lâmpadas somente funciona enquanto a tecla está sendo
pressionada.

TOCAR ALARMES (CONTROLES)


Ativa todas as sirenes. Pressionar duas vezes desativa todas as sirenes.
O LED está iluminado enquanto as sirenes estão ativadas.
TOCAR ALARMES não vai ativar o sinal de saída para Brigada de Incêndios.
É possível definir se a pressão do botão TOCAR ALARMES irá ativar os sistemas de
entrada e saída de fogo.

RELÊS AUXILIARES (INABILITAÇÕES)


Quando este botão é ativado todos os relês e módulos I/O conectados no sistema têm as
saídas inibidas. Isso inclui o relê de FALHA normalmente energizado, o grupo FALHA I/O e
o relê EVAC. Quando essas saídas são inabilitadas, acende-se o botão LED. Uma segunda
pressão no botão desativa a inibição e restabelece o funcionamento normal do relê e do
módulo I/O.
NOTA: SE OS I/O FOREM ATIVADOS POR CONDIÇÃO DE EVAC. A INABILITAÇÃO
SERÁ CANCELADA.

DETECTORES SELECIONADOS (INABILITAÇÕES)


Os menus do programa permitem ligar a inabilitação seletiva dos sensores individuais. Ao
ativar este botão, os sensores que tenham ligada a inabilitação seletiva não gerarão o
alarme de fogo. Ao ativar-se, acende o botão LED.
Se nenhum dispositivo tiver a inabilitação seletiva ligada, este botão não terá nenhum efeito.
Uma segunda pressão do botão desativa a inibição e restabelece o funcionamento normal
dos sensores.

TEMPORIZADORES ATIVOS
Os temporizadores das sirenes, dos módulos I/O e da transmissão à brigada de incêndios
somente vão funcionar quando este botão estiver ativado (e o botão LED iluminado).
Pressionando o botão novamente, desativará os temporizadores e resultará no
funcionamento imediato da sirene e do I/O.

31
FOGO (REVISÃO DA LISTA / QUEUE REVIEW)

Se for detectado mais de um fogo, o LED localizado do lado deste botão vai cintilar.
Pressione o botão para passar por todos os fogos detectados. Uma vez que todos os fogos
forem revisados, o LED permanecerá constantemente iluminado. Os fogos seguintes serão
acrescentados no final da lista e o LED começará a cintilar novamente.

Depois de apertar cada botão, a informação aparecerá durante 20 segundos. Após esse
tempo, a tela voltará ao primeiro fogo.

FALHA (REVISÃO DA LISTA / QUEUE REVIEW)

Quando for detectada mais de uma falha, ou se forem detectados uma falha e fogo, o LED
localizado ao lado deste botão cintilará. Pressione o botão para passar por todas as falhas
comunicadas. Uma vez que todas as falhas tenham sido revisadas, o LED permanecerá
constantemente iluminado. As seguintes falhas serão acrescentadas no final da fila e o LED
começará a cintilar novamente.

Depois de apertar cada botão, a informação aparecerá durante 20 segundos. Após esse
tempo, a tela voltará à primeira falha (ou fogo).

TESTE (REVISÃO DA LISTA / QUEUE REVIEW)

Quando for selecionado um modo de teste através dos menus de programação, o LED
localizado ao lado deste botão estará iluminado. Pressionar o botão mostrará quais sirenes
e zonas foram configuradas no modo teste. Se houver mais zonas em teste do que pode ser
mostrado, deve-se pressionar o botão novamente para ver o seguinte grupo de zonas em
teste.

A informação é mostrada por 15 segundos antes de voltar à tela de início.

Nota – uma RESTAURAÇÃO DO SISTEMA (RESET) apagará todos os modos de teste.

INABILITADOS (REVISÃO DA LISTA / QUEUE REVIEW)

Quando o LED localizado ao lado deste botão ficar iluminado, existe pelo menos uma
inabilitação ativa no sistema. Pressionar o botão novamente mostrará as inabilitações. Se
houver mais inabilitações das que podem ser mostradas, deve-se pressionar este botão
novamente para ver o seguinte grupo de inabilitações, e assim por diante.

A informação é mostrada por 15 segundos antes de voltar à tela de início.

As inabilitações possíveis incluem: relês auxiliares, laços, zonas, detectores e sirenes.

32
Colocação do Painel em funcionamento

Aplique corrente AC ao Painel.

O LCD deve mostrar a versão do software e a mensagem ‘INICIANDO’. Isto estará seguido
pela data e hora (e o nome da empresa se foi configurado assim). Poucos segundos depois,
serão comunicadas as falhas, sobre-escrevendo a data e a hora (e o nome da empresa).

O LED de SISTEMA LIGADO na face do painel deve estar verde e cintilante. Isto indica que
o sistema está em Modo Instalação. Se o LED estiver verde e fixo indica que o sistema está
em Modo Ativo e precisa ser colocado em Modo Instalação – veja na seção de programação
os detalhes de como fazê-lo.

Se o LED de SISTEMA LIGADO estiver cintilante e tiver informação na tela LCD, o painel
está funcionando.

Se o LED de PROC FALHA estiver aceso e houver um tom continuo audível, retire a
corrente e confirme que o SIM CARD esteja corretamente colocado.

Colocação de um Repetidor em funcionamento

A alimentação do repetidor é obtida da saída da fonte de corrente auxiliar no painel.


Aplique corrente ao Repetidor.

Se o painel estiver ligado e as conexões entre o painel e o(s) repetidor(es) estiverem


correto, a informação que aparece la tela de LCD e o LED indicador de estado do painel irão
se repetir no repetidor.

Pressione o interruptor SYSTEM RESET e deve aparecer a mensagem “JUNIOR” na tela, e


o número de versão do software, seguidos pela palavra “INICIANDO”.

Se após alguns segundos depois de completar a fase de início a mensagem ‘NO COMMS
TO MAIN PANEL’ aparecer na tela LCD, e o led de FALHA acender, verifique a condição do
painel.Se estiver ligado e funcionando adequadamente, verifique as conexões do laço de
dados.

Se o LED de PROC FALHA estiver aceso e houver um tom continuo audível, retire a
corrente e confirme que o SIM CARD esteja corretamente colocado.

33
Ingresso no Modo Programação

Quando ligar o painel será necessário entrar no modo de programação do painel. Deve estar
familiarizado com esta seção antes de continuar com a seguinte seção neste manual e ligar
o painel.

O modo de programação é acessado através do teclado no painel frontal que aparece


abaixo.

Para programar mensagens de texto no dispositivo e na zona, é essencial utilizar o software


carregador para PC.

O teclado e todos os outros botões da frente do painel somente podem ser utilizados
quando o interruptor de acesso encontra-se ativo (na posição de acesso ON).

NOTA: Quando o interruptor de acesso está na posição OFF, ainda é possível usar
todos os botões de QUEUE REVIEW no painel frontal.

34
Conectando-se

Para entrar no modo de programação você precisa se conectar.

O Painel Principal deve estar ligado e deve ter iniciado, isto é, NÃO mostrar a mensagem
‘INICIANDO’.

Pressione ENTER no teclado IV (ou no teclado). Agora, ingresse seu código único para
acesso de clientes (fornecido junto com o painel). Não existem limites no número de
tentativas, mas se o código de ingresso não for iniciado em 10 segundos, o painel voltará à
tela pré-determinada. Enquanto ingressa seu código, você tem até 5 segundos entre a
pressão das teclas.

Seleção da função

As funções de programação administram-se usando um sistema de menu.

Para selecionar uma função ou sub-menu use ▲ ▼ e ENTER.


ESC sobe um nível no menu.

Os menus do nivel alto são:

1 Revisão do registro histórico


3 Zonas – inibir e atribuir
4 Sirenes – inibir e atribuir
5 Entrada/Saída (I/O - Input/Output) – inibir e atribuir
6 Configuração dos dispositivos
7 Supervisão dos testes e contagens do dispositivo
8 Geral

A maioria das funções opera de maneira consistente usando as teclas padrão. O item que
está sendo mudado costuma ser ressaltado com um cursor intermitente.

35
Colocação do Sistema em funcionamento

Garanta que todos os conectores estejam firmemente no lugar. Garanta que todos os
conectores estejam ajustados. Assegure que o SIM CARD esteja colocado firmemente em
todos os Painéis Principais e Repetidores.

Ligue todos os Repetidores e depois ligue o Painel.

Assegure que o Painel Principal esteja no modo instalação (LED de SISTEMA LIGADO
cintilante). Se não, entre no Modo Programação e selecione função 8-4-1 Modo
Ativo/Instalação e coloque o painel no Modo Instalação.

Pressione RESTAURAR SISTEMA (SYSTEM RESET).

Verificação das comunicações

Confirme que todos os Repetidores estejam mostrando a mesma informação (LEDs e LCD)
que o Painel.

Verificação do Painel

No Painel, pressione e segure o botão TESTE LÂMPADAS.

Todos os LEDs e a luz posterior do LCD devem acender, e todas as linhas e colunas do
LCD devem estar pretos. (veja adiante)

Conhecendo quais dispositivos estão colocados

Ingresse no Modo Programação.

Se a informação específica do site NÃO foi pré-programada, selecione a função 8-3-1


Limpar memória flash do cliente, e limpe o flash do cliente. (Isto NÃO se deve fazer se
recebeu um SIM CARD pré-programado com os dados do seu site)

Selecione a função 8-3-2 Limpar RAM não volátil, e apague o NVRAM.

Saia do Modo Programação.

Pressione RESTAURAR SISTEMA (SYSTEM RESET).

Espere 90 segundos para que o sistema aprenda automaticamente quais os dispositivos


presentes, programe qualquer dispositivo Discovery e comunique quaisquer falhas.

(Pressionar RESTAURAR SISTEMA ou Reset Global no Modo Instalação desliga a corrente


de um laço analógico por um período de 8 segundos [reset], produz uma carga no laço
analógico de 15 segundos e inicia a seleção do laço. Trinta segundos após o começo da
seleção, os detectores Discovery são instruídos para configurar seus LEDs no estado
‘cintilar quando for escolhido’ e seu modo sensibilidade. Isto leva 30 segundos. A espera
inicial de 30 segundos é necessária para reconhecer a presença dos dispositivos antes de
eles serem registrados.)
Revise as falhas (usando a tecla FALHA (REVISÃO DE LISTA) se houver mais de um).
Anote as mensagens; depois retire a corrente e retifique as falhas.

36
Ligue o sistema, deixe-o iniciar e entre o Modo Programação.

Selecione a função 7-1 Contagem, tipo e valor do dispositivo


Use ▲ ▼ para selecionar o dispositivo. Confirme que todos os dispositivos estejam
presentes.

Uma vez que todas as falhas tenham sido apagadas e o sistema tenha ficado no Modo
Instalação por 90 segundos, o sistema pode voltar para o Modo Ativo.

Note que não há um final claro para o modo instalação porque o sistema está
constantemente buscando e aprendendo. Porém, se o sistema é colocado no Modo Ativo e
durante o Modo Instalação não houve tempo para identificar todos os componentes do
sistema, você vai receber informes de erros muito rapidamente sobre dispositivos
inesperados.

Se alguma vez os dispositivos são retirados, substituídos ou acrescentados deve-se


selecionar o Modo Instalação para que o sistema possa aprender a nova configuração. Se
não fizer isto, o sistema vai indicar uma falha.

Nota – O novo SAM (Self Addressable Modules – Módulos auto-endereçáveis) precisam de


um processo de instalação diferente porque precisam da designação de endereços antes
que o painel reconheça a sua presença. Este procedimento é revisado mais adiante neste
manual, na seção “6-4 Automatic Address Setting – SAM (Configuração de endereço
automática)”.

Verificação do volume das sirenes

Se o prédio estiver sem ocupar pressione TOCAR ALARMES. Todas as sirenes devem
funcionar até que o botão seja pressionado novamente. Confirme que este é o caso.
Note que as sirenes de laço Apolo podem levar um segundo ou dois para responder.

Se o prédio estiver ocupado recomenda-se fortemente utilizar o teste das funções das
sirenes no Modo Programação. Ingresse no Modo Programação e selecione 7-2 Teste de
sirenes. Usando esta função poderá verificar todas as sirenes.

Painel

As sirenes convencionais e de laço do Painel deverão tocar por 1 segundo e depois serem
silenciadas por 9 segundos.

Supervisão dos laços analógicos

Verifique que um curto-circuito ou um circuito aberto sejam detectados em cada laço


analógico.

37
Teste de circuito aberto

Desconecte a conexão OUT + ou – para o laço. A conexão encontra-se na placa principal do


painel.

Conector de laço

Em poucos segundos deve comunicar-se uma falha no circuito para cada laço que tenha
sido desconectado. Não serão reportados defeitos de detectores individuais.

Conecte os cabos novamente e pressione RESTAURAR SISTEMA (SYSTEM RESET) para


apagar os informes de falhas.

Supervisão das sirenes convencionais

Os Painéis têm dois circuitos de sirenes convencionais.

Verifique os circuitos de sirenes convencionais para detectar falhas nos curtos-circuitos e


nos circuitos abertos.

Para realizar o teste de circuito aberto, desconecte a conexão OUT + ou – para cada circuito
de sirenes convencionais.

Para realizar o teste de curto-circuito, provoque um curto para cada saída de sirene,
conectando os terminais + e – juntos.

Em cada teste, após uns poucos segundos, aparecerá uma mensagem de falha na tela LCD
do painel e do(s) repetidor (es), indicando que o circuito de sirenes convencionais encontra-
se em falha.

Os LED indicadores de FALHA e de FALHA DE ALARME estarão acesos.

Volte às conexões originais e pressione SYSTEM RESET para limpar os informes de erros.

Advertência – se as saídas das sirenes convencionais estão em curto-circuito enquanto as


sirenes estão ativas, a proteção contra a sobrecarga eletrônica está interrompida e o
sistema vai comunicar uma falha nas sirenes, iluminando simultaneamente o LED FALHA
DE ALARME. Uma vez eliminado o curto-circuito, uma restauração do sistema apagará as
falhas.

38
Testes para detectores

Se os dispositivos foram designados a zonas (num SIM CARD pré-programado ou através


dos menus de programação), é possível testar os detectores com atividade limitada ou
ausente das sirenes.

Testes de detector por zona

Antes de começar a apagar todas as falhas, coloque o sistema no Modo Ativo e pressione
RESTAURAR SISTEMA.

Ingresse no Modo Programação e selecione função 7-3 Sirenes em zonas de teste. Isso vai
permitir escolher uma confirmação audível quando um dispositivo detectar fogo. A
confirmação audível consiste em um período de 1 segundo de funcionamento da sirene.

TODAS AS SIRENES EM ZONAS DE TESTE ativam as sirenes convencionais no Painel e


de laço.

Agora selecione função 7-4 Zonas de teste, para selecionar as zonas que serão testadas.

Saia do Modo Programação, mas NÃO pressione RESTAURAR SISTEMA porque isso
apagará todos os modos de teste.

No modo teste, cada vez que um detector se ativa, o LED nesse detector vai acender e o
evento será comunicado no painel principal durante 15 segundos. Quando selecionado, as
sirenes também irão operar por um segundo.

Pressionar TESTE (REVISÃO DE LISTA) vai comunicar as zonas no modo teste.

Teste de detector sem designar


Se os detectores não foram designados a uma zona, eles somente podem ser testados no
modo normal (Ativo). Com o menu programação garanta que o sistema seja configurado no
Modo Ativo e depois saia do modo programação e pressione RESTAURAR SISTEMA.

Realize um teste de fogo em cada detector. Confirme as luzes LED no detector testado.
Confirme que o fogo está sendo corretamente comunicado no painel principal (e em
quaisquer Repetidores). Confirme que as sirenes funcionam.

Note que sirenes e detectores podem ser isolados ou atrasados utilizando as características
avançadas nos menus de programação. Se as sirenes não funcionam como esperado,
verifique primeiro todas as configurações para sirenes e dispositivos em teste.

Cobrindo a instalação e o comissionamento

Neste estágio você pode programar as características mais avançadas do sistema. O


mínimo básico geralmente envolve designar etiquetas de texto aos dispositivos e às zonas.
Uma vez feito isto, ou se tem um SIM CARD pré-programado, não esqueça de realizar os
seguintes passos:

Conectar as baterias ao painel como foi descrito na seção de instalação deste manual.

Retirar temporariamente o cabo azul entre cada par de baterias para testar que o
monitoramento das baterias funciona. Após alguns segundos deve ser comunicada uma
falha no Painel.
Quando os cabos azuis são conectados novamente pressionando RESTAURAR SISTEMA,
deve desaparecer a indicação da falha.

39
Teste que a supervisão da corrente primária e que o sistema de bateria funcionem. Desligue
a fonte AC em cada unidade de corrente do Painel. Após alguns segundos deve ser
comunicada uma falha no Painel.

Conecte novamente todas as fontes AC e pressione RESTAURAR SISTEMA.

Confirme que o sistema está em Modo Ativo – o LED de SISTEMA LIGADO está
permanentemente aceso.

Feche o painel e o Repetidor, lembrando de colocar os parafusos que seguram o painel de


três fascias.

Feche as portas da caixa do painel e tranque-as.

Entregue as chaves à pessoa responsável pelo sistema de alarme de fogo.

40
Teste da mensagem de falha da bateria

Este teste deve realizar-se para cada equipamento de baterias. Teste apenas as conexões
de baterias reais.

Retire a conexão azul entre as duas baterias.

Após uma breve demora, o LED FALHA DE


CORRENTE acende, o buzzer do painel toca e
aparece a mensagem “falha de bateria” na tela de
LCD.
Substitua a conexão entre as baterias e restaure o
painel (SYSTEM RESET) para apagar a indicação de
falha.

Teste de falha elétrica

Realize este teste para verificar que o sistema de bateria funciona corretamente quando
falha a corrente.

Desligue a corrente principal do painel. Após uma breve pausa, acende-se o LED amarelo
de FALHA DE CORRENTE e a tela mostra a mensagem “falha de corrente primária”. O
buzzer de falha toca.

Conecte novamente a fonte principal e pressione RESTAURAR SISTEMA. O LED de


FALHA DE CORRENTE apaga, desaparece a mensagem de falha do LCD e o buzzer para
de tocar.

41
FUNÇÕES AVANÇADAS
Programação das funções gerais

1 Revisão do registro histórico 6-3 Específico para Discovery


1-1 Tela do registro histórico 6-3-1 Seleção do modo da sensibilidade do dispositivo
1-3 Limpar histórico armazenado 6-3-2 Ligar/desligar LEDs intermitentes
1-5 Ler/ limpar total de auto Reset 6-3-3 Inabilitação de LEDs intermitentes específicos
6-3-4 Re-calibração de todos os dispositivos
3 Zonas – Inabilitação e designação 6-3-5 Checagem de dispositivos que precisam de
manutenção
3-1 Desabilitar zonas 6-3-6 Leitura dos dados armazenados no dispositivo
3-2 Atribuir grupos de sirenes para as zonas 6-3-7 Gravação dos dados armazenados no dispositivo
3-3 Atribuir grupos I/O para as zonas
3-4 Atribuir a zona para um dispositivo 6-4 Configuração automática de endereço (SAM)
3-5 Configuração do temporizador das sirenes da 6-4-1 Ativação do modo ASET (SAM)
Zona
6-4-2 Limpar laço
4 Sirenes – Inabilitação e designação 6-4-3 Limpar dispositivo
4-1 Configuração das sirenes
4-2 Configuração dos grupos de sirenes 7 Supervisão dos testes e contagens do
dispositivo
4-3 Inabilitação de sirenes 7-1 Contagem, tipo e valor do dispositivo
4-4 Atribuir um grupo de sirenes para um dispositivo 7-2 Teste das sirenes
4-5 Desabilitar sirenes para um dispositivo 7-3 Sirenes em zonas de teste
4-6 Configuração do temporizador das sirenes 7-4 Zonas de teste
4-7 Cancelamento do temporizador das sirenes 7-6 Luz LED no dispositivo

5 Entrada/Saída (I/O-Input/Output) – 8 Geral


Inabilitação e designação
5-1 Configuração dos grupos I/O 8-1 Hora/data e relógios
5-2 Escolha falha do grupo I/O 8-1-1 Configuração da data e hora
5-3 Atribuir grupo I/O para um dispositivo 8-1-2 Definição de dia e noite
5-4 Desabilitar I/O para um dispositivo 8-1-3 Temporizadores do desligamento noturno
5-5 Ação da unidade I/O na evacuação 8-1-4 Configuração do relógio de evacuação
5-6 Unidade I/O com temporizador ou imediata 8-1-5 O dispositivo inicia o relógio de evacuação
5-7 Configuração do temporizador I/O
8-2 Configuração das características especiais
6 Configuração dos dispositivos 8-2-1 Dois dispositivos para evacuação
8-2-2 Acionadores manuais para evacuação
6-1 Geral
6-1-1 Desabilitação dos laços 8-3 Memória - ATENÇÃO, SOMENTE ENGENHEIROS
6-1-2 Desabilitação de dispositivos 8-3-1 Limpar memória flash
6-1-3 Configuração da inabilitação seletiva 8-3-2 Limpar RAM não volátil
6-1-4 Configuração dos detalhes do informe do 8-3-3 Calcular o supervisor de soma do flash do cliente
dispositivo
6-1-5 Configuração de evacuação imediata para 8-3-4 Calcular o supervisor de soma do flash do
dispositivo programa
6-1-6 Ativação de dispositivo anula temporizadores
6-1-7 Inibição dos relês auxiliares 8-4 Outras características
6-1-8 Configuração da sensibilidade global 8-4-1 Modo Ativo/Instalação
6-1-9 Configuração da sensibilidade cronometrada 8-4-2 Conexão à PC para transferência de dados
8-4-5 Configuração das funções do usuário
6-2 Especificações para S90 e XP95 8-4-6 Seleção do idioma
6-2-1 Seleção do grau de calor do dispositivo 8-4-7 Seleção do tipo de subpainel integrado
6-2-2 Seleção da sensibilidade à fumaça do
dispositivo

42
Teclas para usar dentro das funções

A maioria das funções precisa de algumas das seguintes teclas:

▲ e ▲ utilizam-se para selecionar coisas.

► utiliza-se com freqüência para mudar campos (mover o cursor)

ENTER utiliza-se para selecionar itens e para guardar as mudanças.

ESC utiliza-se para suspender as mudanças e sair.

Geralmente, o cursor é utilizado para ressaltar o item que está sendo mudado.

Ajuda

Onde for possível, a ajuda aparece automaticamente.

Geral

A flexibilidade e funcionalidade deste painel podem fazer com que, às vezes, seja um pouco
difícil estabelecer a configuração desejada. Os eventos de zona, dispositivo e grupo
interatuam como o fazem os vários relógios.

Se o sistema não parece funcionar como é esperado, por favor tome um tempo e revise as
seções deste manual. Algumas configurações precisam da ativação dos botões do painel
frontal enquanto outras podem estar inibidas para alguns dispositivos.

A funcionalidade básica do painel está rapidamente disponível, e o sistema de alarme de


fogo funcionará quase que apenas ao conectá-lo à corrente elétrica. Esta seção está
dedicada à prática das capacidades causa-efeito. A melhor forma de se familiarizar com
todas as facilidades de programação deste painel é a manipulação com a ajuda do manual.

Nota – se um fogo começar enquanto o painel estiver no Modo Programação, este modo
será imediatamente abandonado. Se acontecer uma falha enquanto estiver no Modo
Programação, ela será comunicada, mas será necessário sair manualmente do Modo
Programação para ler os detalhes das falhas no LCD.

43
Funções específicas

1 Revisão do registro histórico

Todas as funções associadas com a revisão e impressão de eventos e configurações.

1-1 Tela do registro histórico

O painel registra todos os eventos num registro interno de eventos (log). Pode guardar um
histórico de 2000 entradas. Quando está cheio, a última entrada é acrescentada e a mais
antiga descartada.

A ajuda aparece automaticamente ao ingressar na função porque não é possível mostrar um


registro de ingresso e a ajuda ao mesmo tempo.

Para selecionar uma entrada específica, ingresse o número e pressione ENTER.

1-3 Limpar histórico armazenado

Limpa o log histórico.

1-5 Ler/limpar contagem automática

Cada vez que o Painel Principal tem uma restauração global ou a sua corrente entra em
circuito, a conta do autostart aumenta. O botão RESTAURAR SISTEMA do painel frontal
não aumenta a conta autostart.

44
3 Zonas – Inabilitação e designação

Todas as funções associadas com a administração de zonas

3-1 desabilitar zonas

Permite habilitar ou inabilitar zonas.

Todos os dispositivos em zonas desabilitardas vão parar de funcionar, com exceção da


saída (audível) das sirenes de laço.

As zonas desabilitadas também serão indicadas ao sair do modo programação.

Elas podem revisar-se usando o botão DESABILITADAS (REVISÃO DA LISTA).

3-2 Atribuir grupos de sirenes para as zonas

Os grupos de sirenes (configurados usando as funções de programação das sirenes) podem


ser designados às zonas.

Cada zona pode ter dois grupos de sirenes designados. O primeiro grupo de sirenes é
ativado ao detectar-se o primeiro fogo, o segundo grupo de sirenes quando é detectado um
segundo fogo na mesma zona.

3-3 Atribuir grupos I/O para as zonas

Os grupos I/O (configurados usando as funções de programação dos I/O) podem ser
designados às zonas.

Os primeiros 4 grupos I/O são ativados quando é detectado o primeiro fogo, o quinto grupo
I/O ativa-se quando é detectado o segundo fogo na mesma zona.

Os detalhes da ativação são configurados usando as funções de programação I/O.

3-4 Atribuir zona para um dispositivo

Permite definir a zona de detecção.


Seleciona os dispositivos que formam cada zona. Se um dispositivo tem uma etiqueta de
texto, ela vai aparecer. Se uma zona tem uma etiqueta de texto, ela também vai aparecer.

Podem ser definidas até 384 zonas.

A zona 000 não é uma zona. Indica que nenhuma zona foi designada.

3-5 Configuração do temporizador das sirenes da Zona

Permite habilitar ou inabilitar o temporizador da ativação da sirene para cada zona


específica.
Observe que este temporizador somente acontece se o seguinte também estiver
configurado:

⋅ Função de programação da sirene 4-6: Determina-se o período de temporizador da


sirene, configura-se no MODO ZONAL e especificam-se os dispositivos que iniciam o
temporizador.

⋅ Liga-se o botão TEMPORIZAÇÃO ATIVADA no painel frontal.

Nota – podem configurar-se dispositivos específicos na Zona para cancelar o temporizador.

45
4 Sirenes – Desabilitar e Atribuir

4-1 Configuração das sirenes

Permite selecionar PRESET (PRE-ESTABELECIDO) ou PROGRAMADO para o


funcionamento da sirene.

Se for selecionado PRESET (default), estarão sendo operadas todas as sirenes. Qualquer
configuração de grupo de sirenes será ignorada.

Nota – os grupos de sirenes devem definir-se antes de selecionar PROGRAMADO por que
as configurações default para grupos têm todas as sirenes programadas em silêncio.

Nota - PRESET ou PROGRAMADO não afetam nenhuma configuração do temporizador


das sirenes.

4-2 Configuração dos grupos de sirenes

Permite definir os grupos de sirenes. Um grupo de sirenes pode estar formado por qualquer
conjunto de sirenes. Podem definir-se 512 grupos de sirenes.

Para cada sirene:

‘C’ indica funcionamento continuo.


‘S’ indica funcionamento em silêncio (não funcionamento).
‘P’ indica funcionamento pulsátil.

O painel 00 é o Painel e as correspondentes saídas das sirenes convencionais.


O Painel 01 corresponde às sirenes de laço do laço.

O Grupo 512 é o Grupo de sirenes comum. Isto acontece sempre que se liga o
funcionamento de um grupo de sirenes e começa um fogo.

Quando acontece um fogo, combina-se toda a informação do grupo de sirenes para o


detector em fogo: o dispositivo do grupo de sirenes combina-se com o grupo de sirenes de
zona e o grupo de sirenes comum. ‘P’ pulsátil cancelará ‘S’ silêncio e ‘C’ cancelará ‘P’
pulsátil.

Quando acontece outro fogo a informação do novo grupo de sirenes é acrescentada à


informação do grupo de sirenes existente. ‘P’ pulsátil cancelará ‘S’ silêncio e ‘C’ cancelará
‘P’ pulsátil.

Nota – se os grupos de sirenes estão definidos, é essencial colocar 4-1 Configuração das
sirenes em PROGRAMADA. Caso contrário, todos os sirenes do sistema serão ativadas por
qualquer fogo.

Nota – os detectores individuais podem ser configurados para não ativar os grupos de
sirenes comuns, os grupos de sirenes de Zona ou todas as sirenes. Veja a função 4-5 Inibir
sirenes para o dispositivo

Nota – quando se aciona a evacuação (por exemplo, estabelecendo acionadores manuais


para evacuação, e depois ativando um deles), as sirenes vão funcionar como se a
configuração das sirenes estivesse em PRESET.

46
4-3 Desabilitação de sirenes

Permite desabilitar ou habilitar sirenes específicas.

As sirenes desabilitadas não vão funcionar, apesar da configuração das sirenes, dos grupos
de sirenes e dos pedidos para evacuação.

‘E’ indica habilitado


‘D’ indica inabilitado

Ao sair do modo programação, todas as sirenes que foram inabilitadas podem ser revisadas
utilizando o botão INABILITADOS (REVISÃO DA LISTA).

4-4 Atribuição de um grupo de sirenes para um dispositivo

Permite designar um grupo de sirenes para um detector. Quando um detector entra em


alarme o grupo de sirenes designado vai se ativar (os grupos de sirenes somente funcionam
quando a configuração das sirenes encontra-se em PROGRAMADO).

Nota - Quando acontece um fogo, combina-se toda a informação do grupo de sirenes para o
detector em fogo: o dispositivo do grupo de sirenes combina-se com o grupo de sirenes de
zona e o grupo de sirenes comum. ‘P’ pulsátil cancelará ‘S’ silêncio e ‘C’ cancelará ‘P’
pulsátil.

Nota - não use esta função para designar sirenes aos grupos de sirenes; não terá efeito.
Designe sirenes aos grupos de sirenes com a função 4-2 Configuração dos grupos de
sirenes.

4-5 Desabilitar sirenes para um dispositivo

Permite configurar um dispositivo para não operar certos grupos de sirenes. (Os grupos de
sirenes somente funcionam quando a configuração das sirenes está em PROGRAMADO).

As opções são:

COMUM O grupo de sirenes comum (512) não se ativa quando o dispositivo detecta fogo.
ZONAL O grupo de sirenes de zona para um dispositivo não se ativa quando detecta fogo.
TODOS Nenhuma sirene é ativada quando o dispositivo detecta fogo

Inibir todas as sirenes para um dispositivo vai inibir todas as sirenes, mesmo quando a sua
configuração seja PRESET.

As inibições COMUM ou ZONAL não inibem diretamente o grupo de sirenes designado a um


dispositivo (função 4-4 Designar grupo de sirenes para um dispositivo) quando o dispositivo
detecta fogo.

47
4-6 Configuração do temporizador das sirenes

Permite configurar o temporizador das sirenes:

O temporizador das sirenes pode se configurar como MODO GLOBAL, MODO ZONAL ou
DESABILITADO.
Define-se o período de temporizador da sirene (até um máximo de 10 minutos).
Especificam-se os dispositivos que iniciam a ativação da sirene atrasada.

Se a função está configurada como MODO ZONAL também é necessário configurar a


ativação usando a função 3-5 Configuração do temporizador das sirenes zonais.

As opções para iniciação são:

SOMENTE ACIONADORES MANUAIS – os acionadores manuais iniciam o relógio do


temporizador. Os grupos de sirenes associados com o acionador manual ativado serão
listados para uma ativação atrasada. Outros dispositivos não vão iniciar o relógio e ativarão
imediatamente seus grupos de sirenes.

SOMENTE DETECTORES – os detectores iniciam o cronômetro de temporizador. Os


grupos de sirenes associados com o detector ativado serão listados para uma ativação
atrasada. Os acionadores manuais não vão iniciar o relógio e ativarão imediatamente seus
grupos de sirenes.

QUALQUER DISPOSITIVO – qualquer dispositivo iniciará o cronômetro de temporizador. Os


grupos de sirenes associados com o dispositivo ativado serão listados para uma ativação
atrasada.

Para que os temporizadores das sirenes funcionem, deve ser ativado o botão
TEMPORIZADORES ATIVOS no painel frontal.

Existe apenas um relógio para atrasar as sirenes, portanto uma vez que ele termina,
quaisquer outras ativações das sirenes serão imediatas.

Se for pressionado SILENCIAR ALARMES enquanto há sirenes listadas para ativação


atrasada, elas também serão silenciadas (som interrompido). Uma vez que o primeiro
alarme foi silenciado pressionando SILENCIAR ALARMES todos os fogos seguintes serão
comunicados imediatamente (as configurações do temporizador das sirenes serão
ignoradas).

Note – sirenes específicas (função 4-7) e detectores específicos (função 6-1-6) podem
configurar-se para cancelar esse temporizador.

4-7 Cancelamento do temporizador das sirenes

Permite que sirenes específicas se ativem imediatamente, mesmo quando sistema foi
configurado ativando o temporizador das sirenes.

0 indica operação normal


X indica que uma sirene específica vai funcionar imediatamente

As sirenes configuradas como imediatas também vão anular quaisquer configurações de


grupo de sirenes para essa sirene específica.
As sirenes configuradas para funcionamento imediato vão tocar continuamente
(configurações intermitentes vão ser canceladas).

48
5 Entrada/Saída (I/O - Input/Output) – Desabilitar e Atribuir

Administração dos dispositivos de entrada/saída de laços analógicos.

5-1 Configuração dos grupos I/O

Permite estabelecer um grupo I/O. O grupo I/O pode utilizar-se para comunicar um fogo ou
uma falha. Podem definir-se 512 grupos I/O.

Primeiro selecione o número do grupo e depois designe os endereços do laço I/O.

Cada grupo I/O pode ter até 32 unidades I/O. (256 para o grupo I/O comum)(Grupo 512).

0 indica que a sua saída não será ativada.


1 indica que a sua saída será ativada.

NOTA: Para versões de software menores a 2.05...


Para um dispositivo com I/O único, o ‘IO’ deve configurar-se como: 10000000

O grupo I/O 512 é o grupo I/O comum. O grupo I/O comum sempre se ativa ao acontecer
um fogo.

Quando acontece um fogo, combina-se toda a informação do I/O para o detector em fogo: o
grupo I/O do dispositivo combina-se com o grupo I/O comum e os quatro grupos I/O zonais
de ‘primeiro fogo’.

Quando acontecem outros fogos na mesma zona, ativa-se o grupo I/O do ‘segundo fogo’.

As operações I/O são acumulativas quando acontece um fogo.

Nota – dispositivos específicos podem ser configurados para não ativar I/O (incluindo I/O
comum) - função 5-4 Inibir I/O para um dispositivo.

5-2 Escolha falha do grupo I/O

Permite que um grupo I/O específico seja ativado se ocorre uma condição de falha.

Não se recomenda usar o mesmo grupo I/O para comunicar fogo e falha.

49
5-3 Atribuir grupo I/O para um dispositivo

Permite designar um grupo I/O para um detector. Quando o detector entra em alarme, o
grupo I/O designado é ativado.

Nota - quando acontece um fogo, combina-se toda a informação do I/O para o detector em
fogo: o grupo I/O do dispositivo combina-se com o grupo I/O comum e os quatro grupos I/O
zonais de ‘primeiro fogo’.

Esta função pode ser usada para designar um módulo I/O (entrada) para ativar a saída de
um grupo I/O. A saída de um grupo I/O pode estar no mesmo módulo I/O, em outro módulo
I/O ou em um grupo de módulos I/O.

5-4 Desabilitar I/O para um dispositivo

Permite configurar um dispositivo para que não opere certos grupos I/O.

As opções são:

COMUM O grupo I/O comuns (512) não se ativa quando o dispositivo detecta fogo.
ZONAL O grupo I/O de zona para um dispositivo não se ativa quando detecta fogo.
TODOS Nenhum grupo I/O é ativado quando o dispositivo detecta fogo.

As inibições COMUM ou ZONAL não inibem diretamente o grupo I/O designado para um
dispositivo (função 5-3 Designar grupo I/O para um dispositivo) se ele detectar um fogo.

5-5 Ação da unidade I/O na evacuação

Permite definir como vai se desempenhar um módulo I/O quando for assinalada uma
evacuação imediata. Por defeito, um módulo I/O não vai se ativar, a menos que tenha sido
designado a um grupo I/O ativado.

Nota – uma evacuação não se considera como um evento de fogo detectado


automaticamente.

5-6 Unidade I/O com temporizador ou imediata

Permite configurar um módulo I/O específico para que seja ativado imediatamente, mesmo
quando o resto dos I/O estejam configurados para ativar-se depois de um temporizador.

5-7 Configuração do temporizador I/O

Permite configurar o temporizador do I/O (saída). Este temporizador aplica–se a todas as


saídas de módulo I/O.

O máximo temporizador permitido é de 10 minutos.

Existe apenas um cronômetro I/O, portanto, uma vez que terminou os eventos que ativem
grupos I/O retrasados funcionarão imediatamente.

Nota – os temporizadores somente vão ocorrer se for ativado o botão TEMPORIZADORES


ATIVOS no painel frontal.

Note – módulos I/O específicos (função 5-6) e detectores específicos (função 6-1-6) podem
configurar-se para anular o temporizador.

50
6 Configuração dos dispositivos

Permite selecionar configurações específicas para dispositivos de laços analógicos


individuais.

6-1 Geral

Configurações comuns para todos os tipos de dispositivos de laços analógicos.

6-1-1 Desabilitar laços

Permite habilitar ou inabilitar um laço analógico específico. O default indica habilitado.

Todos os dispositivos em laços inabilitados vão parar de funcionar com exceção da saída
(audível) das sirenes do laço.

Caso o laço estiver inabilitado, uma indicação aparecerá ao sair do modo programação.
Pode revisar-se usando o botão INABILITADAS (REVISÃO DA LISTA).

6-1-2 Desabilitar dispositivos

Permite habilitar ou inabilitar um dispositivo específico. O default indica habilitado.

Os dispositivos inabilitados têm as entradas e saídas inabilitadas.

Essa função não inabilita a saída (audível) das sirenes do laço.

Os dispositivos inabilitados também serão indicados ao sair do modo programação. Elas


podem revisar-se usando o botão INABILITADAS (REVISÃO DA LISTA).

6-1-3 Configuração da desabilitação seletiva

Permite configurar um dispositivo específico para inabilitação seletiva.

O dispositivo somente fica inabilitado quando o botão DETECTORES SELECIONADOS


(INABILITAÇÕES) do painel frontal for ativado.

Esta função deve ser utilizada quando certos detectores precisam, regularmente, serem
inabilitados, mas não se encontram necessariamente na mesma zona.

Fora do modo de programação quaisquer dispositivos que estejam atualmente inabilitados


podem revisar-se usando o botão INABILITADOS (REVISÃO DA LISTA).

51
6-1-4 Configuração dos detalhes do informe do dispositivo

Cada detector pode ser configurado para:

FOGO
FALHA
PRÉ-ALARME

O default é comunicar FOGO.

Quando um dispositivo é ativado o alcança o seu limiar de alarme, o evento é comunicado


de acordo com esta configuração.

Primariamente pensado para ser utilizado com módulos de entrada, pode permitir a ativação
de uma entrada para disparar uma comunicação de falha e não de fogo.

6-1-5 Configuração de um dispositivo para evacuação imediata

Quando um detector configurado para evacuação imediata comunica um fogo, todas as


configurações de Grupo de Sirenes são ignoradas. Todas as sirenes são operadas
imediatamente, como se a sua configuração estivesse em PRESET e todos os
temporizadores fossem ignorados.

Nota – as sirenes inabilitadas não vão tocar.

6-1-6 A ativação do dispositivo anula os temporizadores

Permite que um detector seja configurado para cancelar todas as sirenes zonais e globais e
os cronômetros para temporizador I/O. Quando este dispositivo é ativado, ativa-se
imediatamente a transmissão à brigada de incêndios. Os grupos de sirenes e grupos I/O
associados com esse dispositivo também se ativam imediatamente (mesmo se eles já
estavam listados para ativação atrasada).

No entanto, este dispositivo não iniciará nenhum dos relógios. Isso significa que os
seguintes fogos comunicados por outros detectores podem experimentar a duração
completa do temporizador (conforme programado).

6-1-7 Inibição dos relês auxiliares

Permite configurar um detector específico para não acionar os relês auxiliares do Painel
Principal quando comunicar um fogo.

(Equivalente a pressionar o botão de inabilitação dos relês auxiliares.)

52
6-1-8 Configuração da sensibilidade global

Esta função seleciona a sensibilidade de todos os detectores que foram configurados para
SENSIBILIDADE GLOBAL.

As configurações atuais para cada detector dependerão de o detector ser um XP95 ou um


Discovery. Os dispositivos Discovery têm modos de alarme, e não limiares .

Podem ingressar-se diversas configurações para os dias da semana e para Sábados e


Domingos.

As configurações são:

ALTA/MODO1 (S90/XP95 limiar de alarme de 45 ou Discovery Modo 1)


NORMAL /MODO3 (S90/XP95 limiar de alarme de 55 ou Discovery Modo 3)
BAIXO/MODO 5 (S90/XP95 limiar de alarme de 65 ou Discovery Modo 5)
CRONOMETRADO

Se for selecionado CRONOMETRADO as configurações usadas para sensibilidades diurnas


e noturnas estão baseadas em se é día ou noite. Configure as sensibilidades para dia e
noite usando a função de programação 6-1-9. Defina o começo do horário diurno e noturno
usando a função de programação 8-1-2.

Os níveis de pré-alarme encontram-se sempre 10 abaixo dos limiares de alarme.

Assegure-se de que o dia, a data e a hora do sistema estejam corretamente configurados


(função 8-1-1).

Note que para manter configurações consistentes dia/noite e dia, a configuração de um dia
começa no amanhecer (configurado com a função 8-1-2). Isto significa que, por exemplo, as
configurações do Sábado começam às 8:00 AM do Sábado.

Nota – os detectores S90/XP95 configurados para sensibilidade BAIXA não cumprem os


requerimentos de EN54 parte 5.

6-1-9 Configuração da sensibilidade cronometrada

Permite configurar a sensibilidade diurna e noturna. As configurações atuais dependerão de


se o detector é um XP95 ou um Discovery. Os dispositivos Discovery têm modos de alarme,
e não limiares .

As configurações são:

ALTA/MODO1 (S90/XP95 limiar de alarme de 45 ou Discovery Modo 1)


NORMAL /MODO3 (S90/XP95 limiar de alarme de 55 ou Discovery Modo 3)
BAIXO/MODO 5 (S90/XP95 limiar de alarme de 65 ou Discovery Modo 5)

Nota – somente os detectores configurados para SENSIBILIDADE GLOBAL terão


mudanças na sua sensibilidade, e só se a configuração 6-1-8 Sensibilidade global tem o dia
programado.

Nota – os detectores S90/XP95 configurados para sensibilidade BAIXA não cumprem os


requerimentos de EN54 parte 5.

53
6-2 Especificações para S90 e XP95

Configurações dos dispositivos em laços analógicos que são específicas para dispositivos
que suportam os protocolos de comunicação S90 ou XP95.

6-2-1 Seleção do grau de calor do dispositivo

Esta função somente é aplicável para detectores de calor. Não tem efeito em outros
dispositivos.

Permite configurar o limiar de alarme para os detectores de calor.

O limiar padrão é 55° C.

Os níveis de pré-alarme encontram-se sempre 10° C abaixo dos umbrais de alarme.

6-2-2 Seleção da sensibilidade à fumaça do dispositivo

Esta função somente se aplica a detectores de fumaça.

Permite configurar o limiar de alarme para os detectores de fumaça.

Cada detector individual tem as seguintes configurações:

NORMAL
BAIXO
ALTO
GLOBAL

Se foi selecionado GLOBAL, dependendo do dia, utiliza-se a configuração apropriada ALTO,


BAIXO, NORMAL ou TIMED (veja função 6-1-8 Configuração da sensibilidade global e 6-1-9
Configuração da sensibilidade cronometrada).

ALTO = 45
NORMAL = 55
BAIXO = 65

Os níveis de pré-alarme encontram-se sempre 10 abaixo dos limiares de alarme.

Nota – os detectores S90/XP95 configurados para sensibilidade BAIXA não cumprem os


requerimentos de EN54 parte 5.

54
6-3 Específico para Discovery

Configurações dos dispositivos em laços analógicos que são específicas para dispositivos
que suportam os protocolos de comunicação Discovery.

6-3-1 Seleção do modo da sensibilidade do dispositivo

Permite selecionar um modo de operação específico para dispositivos específicos. Veja a


folha de dados do dispositivo para definições do modo.

Geralmente, os modos relacionam-se com a sensibilidade ou o método de detecção.

As configurações são MODO1, MODO3, MODO5 ou GLOBAL.

Se foi selecionado GLOBAL, dependendo do dia, utiliza-se a configuração apropriada ALTO,


BAIXO, NORMAL ou TIMED (veja função 6-1-8 Configuração da sensibilidade global e 6-1-9
Configuração da sensibilidade cronometrada).

Neste contexto:

ALTO = MODO1
NORMAL = MODO3
BAIXO = MODO5

6-3-2 Ligar/desligar LEDs intermitentes

Todos os dispositivos Discovery do sistema configurados para PISCANTES terão LEDs


intermitentes ao serem escolhidos. Somente os dispositivos Discovery que tenham o flash
inabilitado não irão cintilar ao serem escolhidos (veja função de programação 6-3-3).

Nota – ao mudar a configuração de um dispositivo Discovery é necessário escrever


individualmente em cada dispositivo conectado no sistema. Isto pode levar 60 segundos.
Neste momento não selecione nenhuma função de programação específica para Discovery
(6-3-X).

6-3-3 Desabilitar LEDs intermitentes específicos

Utilize esta função para inabilitar individualmente o flash LED ao ser escolhido em
detectores Discovery.

Esta configuração não tem efeito quando a função de programação 6-3-2 ‘Ligar/desligar
LED’s intermitentes‘ está configurada como DESLIGADO.

6-3-4 Recalibração de todos os dispositivos

Ativa a compensação rápida de flutuações em todos os dispositivos Discovery conectados


no sistema.

Isto deve usar-se depois de feita a manutenção dos detectores.

Nota – quando isto é ativado é necessário gravar individualmente em cada dispositivo


Discovery conectado no sistema. Isto pode levar 60 segundos. Neste momento não
selecione nenhuma função de programação específica para Discovery (6-3-X).

55
6-3-5 Checagem de dispositivos que precisam de manutenção

Ao ativar-se, esta função lê o valor de compensação das flutuações de cada dispositivo


Discovery conectado no sistema.

Quaisquer dispositivos que estiverem perto do seu limite de compensação das flutuações (e,
portanto, precisando de manutenção em breve), são comunicados através do mecanismo
normal de comunicação de falhas. Estas ‘FALHAS’ terão a mensagem ‘DISPOSITIVO
PRECISA DE MANUTENÇÃO’. Eles podem ser revisados uma vez que se abandonou o
modo programação. Por serem comunicadas como ‘FALHAS’ elas são gravadas no registro
de eventos e podem, portanto, serem revisados e impressos usando as funções de
programação 1-1 e 1-2.

A mensagem ‘Verifique os dispositivos que precisam de manutenção’ indica ‘DISPOSITIVO


PRECISA MANUTENÇÃO’ quando a compensação das flutuações do dispositivo é menor
de 6 ou maior de 28. (O próprio dispositivo vai configurar a sua bandeira de flutuação em
valores de compensação de 3 e 31 que vão resultar numa comunicação do sistema
indicando a falha ‘ADVERTÊNCIA DE FLUTUAÇÃO’ para esse dispositivo.)

Nota – quando ativa-se esta função é necessário ler de cada dispositivo Discovery
conectado no sistema. Isto pode levar 60 segundos. Neste momento não selecione
nenhuma função de programação específica para Discovery (6-3-X).

6-3-6 Leitura dos dados armazenados no dispositivo

Permite ler qualquer um dos bytes de dados guardados em qualquer dispositivo Discovery
conectado no sistema.

O byte lido é mostrado em decimais.

Somente serão realizadas leituras em detectores Discovery.

Se o dispositivo escolhido não for Discovery, vai aparecer uma mensagem de erro (este erro
não será registrado).

6-3-7 Gravação dos dados armazenados no dispositivo

Permite que um valor decimal seja gravado em qualquer uma das quatro locações de 8 bits
para dados do usuário em qualquer dispositivo Discovery conectado no sistema, a partir do
endereço 1 1.
Os valores que podem ser inseridos devem variar entre 0-255 ou provocarão um excedente
nos valores dos bytes.

As tentativas de escrever somente serão em detectores Discovery.

Se o dispositivo escolhido não for Discovery, vai aparecer uma mensagem de erro (este erro
não será registrado).
Uma aplicação para amostra desta capacidade é gravar a data da instalação (mês/ano) em
cada dispositivo compatível com Discovery. Utilizar um byte para o mês e um para o ano.
Outro byte é para inserir o código ou a referência para instalação.

56
6-4 Automatic Address Setting (ASET)

Introdução

A configuração automática de endereço (ASET) é um modo especial de instalação e


comissionamento que pode ativar-se en forma individual para cada laço dentro do modo
INSTALAÇÃO. O modo ASET somente é requerido quando se utilizam soft addressable
modules (SAM) no sistema de proteção contra incêndios. O endereço dos SAMs nao se
configura a través de interruptores. Eles designam os seus endereços em forma automática
no modo ASET.

O ASET precisa da provocação manual de cada dispositivo (utilizando o procedimento de


teste padrão para cada um), por tanto, o instalador pode selecionar efetivamente o endereço
para cada detector e ao mesmo tempo testar e programar cada dispositivo.

OS SAM PODEM SE MISTURAR COM OUTROS TIPOS DE DISPOSITIVOS NO MESMO


LAÇO. Todas as vezes que um SAM é programado leva o seguinte endereço livre no seu
laço.

Diretrizes gerais

Os SAMs somente podem utilizar-se em combinação com:


a) Painel Juno Net. Release do software 2.02 e acima.
b) Painel Junior de 1 laço. Release do software 2.02 e acima.
c) Subpainel (incorporando módulo SIMM e soquete). Release do software 2.02 e acima.

Nota: Verifique a versão do software de painel no número do adesivo colocado no


cartão SIMM.
Nota: Os SAM não podem ser operados nem programados quando instalados dentro de
laços associados com versões de painel antigas (i.e. que não incluem um cartão
SIMM e soquete)

Antes de iniciar o procedimento de programação deve se ter cuidado com o seguinte:

a) Alimentação OK
b) Alimentação auxiliar (baterias) OK
c) Alimentação do laço OK
d) Verifique a inexistência de fuga terra
e) Verifique os comprimentos dos cabos para o laço
f) Confirme a inexistência de circuitos curtos ou abertos dentro do laço
g) Verifique as comunicações entre o painel e os repetidores com o subpainel integrado

Verifique que todas as conexões SAM estejam corretamente realizadas, tanto com o laço
quanto com os dispositivos convencionais associados (i.e. sensor / detector de fumaça,
acionador manual, etc.) e que as conexões com os dispositivos convencionais acompanhem
as instruções do fabricante, especialmente as relacionadas com a polaridade. A reversão da
polaridade da alimentação pode provocar falhas ou mal funcionamento e impedir que um
SAM seja programado.

CUIDADO
Verifique se não há falhas nem condições de fogo no laço ou no sistema.
Limpe primeiro todas as falhas e condições de fogo.
Restaure o funcionamento normal de todos os dispositivos antes de aplicar corrente
ao painel, especialmente acionadores manuais.

57
Para poder iniciar o procedimento de programação do SAM o Painel deve estar no MODO
INSTALAÇÃO. Ver função 8.4.1.

6-4-1 Ativação do Modo ASET (SAM)

A habilitação deste modo se realiza para cada laço. Quando um laço está no modo ASET a
LED de TESTE do Painel está iluminada. Se houver mais de um laço em MODO ASET o
botão TEST QUEUE do Painel pode utilizar-se para verificar e mostrar os laços que estão
nesse modo.

Embora o sistema suporte o uso de mais de um laço em MODO ASET, recomenda-se


trabalhar com um único laço neste modo de cada vez. Isto ajuda a evitar problemas com
programação ou limpeza dos dispositivos equivocados.

CUIDADO
Um laço em modo ASET não oferece nenhum tipo de proteção contra incêndios

NÃO retire ou substitua os SAMs com o laço conectado. Se deve retirar ou substituir algum
desses módulos, desconecte primeiro todas as fontes de alimentação ao painel.

CUIDADO
A remoção de um SAM com o laço conectado pode corromper a programação deste
módulo e todos os outros SAM presentes no laço.

Início da programação do SAM


Ative um SAM vazio testando o dispositivo associado com ele ou usando o procedimento
padrão de teste de dispositivos ou fazendo um curto-circuito com ambos os cabos do
dispositivo SAM (i.e. PRETO e VERMELHO) para simular neste caso a ativação de um
dispositivo. O led de alarme dos detectores de fumaça e de calor ficará permanentemente
acesa após a ativação. As sirenes podem configurar-se para ficar ativados por
aproximadamente 1 segundo com a função 7.3, todas as vezes que um novo SAM for
ativado (i.e. fogo). Na ativação dos dispositivos convencionais e depois de uma curta
demora (aprox. 3 segundos), o SAM associado é programado com o seguinte endereço
disponível. Durante a demora, o painel executará uma verificação para confirmar e validar o
novo endereço e dispositivo.
A programação de um novo endereço pode supervisar-se de quatro formas diferentes:

a) Com a função 7.1, depois da programação de um novo SAM a conta do


dispositivo aumentará um e com a seleção do novo endereço programado, também
poderão confirmar-se o tipo de dispositivo, endereço e valor análogo.
b) Com a função 7.3, o usuário pode selecionar a ativação das sirenes quando um
dispositivo entrar em estado de alarme. Se estiver no modo ASET, as sirenes irão se
ativar por aproximadamente um segundo a cada vez que um dispositivo entrar na
condição de fogo e um novo endereço SAM for programado. Isto afetará somente os
laços que tenham o MODO ASET habilitado depois de entrar no modo TESTE DE
ATIVAÇÃO DAS SIRENES.
c) Com a função 1.1, o registro de eventos pode ser utilizado para verificar os
dispositivos que foram programados.
d) Saída da impressora, quando existir, esta saída mostrará uma entrada para cada
dispositivo que foi programado com uma indicação do endereço e tipo do dispositivo.

58
Nota: Um SAM programado que tenha sido RESTAURADO e entre novamente na condição
de fogo forçará o painel a ativar as sirenes sem a programação de um novo endereço. O
painel ativará as campainhas/sirenes cada vez que houver uma nova situação de fogo,
provocada ou não por um novo endereço atribuído. A programação de cada novo SAM
deve ser confirmada e monitorada para evitar informação confusa originada nos SAMs que
já foram programados.

Este procedimento será repetido para cada SAM vazio dentro do laço. Deve existir um
intervalo de tempo de aproximadamente 10 segundos entre as ativações dos SAM.

A cada 8 SAM ativados o painel restaurará o laço para limpar as condições de alarme
travadas. Durante a programação dos SAMs associados com ACIONADORES MANUAIS
será necessário restaurar manualmente o dispositivo com os meios mecânicos fornecidos
pelo fabricante do dispositivo uma vez completada a fase de programação. Os detectores de
fumaça serão restaurados automaticamente após a ativação de cada laço caso estejam
livres de fumaça. Enquanto o laço encontra-se em estado de restauração, não ocorrerá
nenhuma ativação nem programação de novos SAM. Este período tem uma duração
aproximada de 30 segundos.

Nota: Se dois SAMs forem ativados simultaneamente nenhum será programado com um
endereço. Deve-se ativar (e programar) um SAM de cada vez.
Nota: a remoção física de qualquer dispositivo do laço em modo ASET liberará o endereço
do dispositivo e o próximo SAM a ser ativado poderia receber esse endereço.

O instalador receberá duas funções caso surja a necessidade de limpar / apagar qualquer
ou todos os módulos SAM de um laço específico:

Função 6.4.2 Limpar laço


Use esta função para limpar / apagar todos os SAMs de um laço específico.
Uma vez limpos, todos os SAMs daquele laço deverão ser programados novamente
utilizando o modo ASET. Ver função 6.4.1.

Função 6.4.3 Limpar dispositivo


Use esta função para apagar um único SAM de um laço específico.

Nota: Um SAM apagado / vazio nãO oferece nenhuma proteção contra fogo.
Nota: Ambas as funções operarão mesmo que o laço escolhido não se encontre em modo
ASET.

Uma vez que todos os SAMs de um laço foram programados, realize um RESET GLOBAL
no painel, seguido de uma confirmação através da função 7.1 de que todos os dispositivos
foram programados corretamente (i.e. endereço do dispositivo, tipo e valor analógico).
Os SAMs responderão com os seguintes valores analógicos fixos, dependendo do estado:

NORMAL FALHA ATIVADO-FOGO


Fumaça 19 8 80
Calor 19 8 80
Acionador Manual 19 8 64

FINALIZADAS AS FASES DE INSTALAÇÃO E COMISSIONAMENTO


UM SISTEMA DE DETECÇÃO DE INCÊNDIOS DEVE FUNCIONAR SEMPRE EM MODO ATIVO

59
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

a) O SAM não se programa

Se durante a programação de um SAM, o novo endereço não fica programado no módulo,


verifique que as conexões do laço e do dispositivo convencional estejam feitas
corretamente. Confirme a polaridade da alimentação do dispositivo convencional.
Acompanhe sempre as indicações do fabricante. Verifique a voltagem do laço nos terminais
SAM e realize uma verificação da voltagem do dispositivo convencional e através dos cabos
de alimentação (preto e vermelho). Durante o funcionamento normal sempre deve ser maior
de 16 V DC.

Verifique as condições do sistema inteiro nos suprimentos específicos (auxiliares e laço),


fuga terra, comprimentos excessivos de laço, laços com circuitos curtos ou abertos,
comunicações com o painel e subpaneis. Se todas estiverem OK restaure o sistema e
verifique com a função 7.1 se existem dispositivos com endereços duplicados. Se houverem,
limpe os endereços e programe novamente os SAMs que tinham endereços idênticos.

Se um SAM não estiver programado, mas não houver evidências de dois dispositivos com o
mesmo endereço depois da restauração do sistema limpe o último endereço programado
com a função 6.4.3 e programe o SAM novamente. Se isso não resolver o problema
substitua o módulo SAM. Lembre-se que a falha de endereço duplicado somente aparecerá
como o modo ASET inabilitado.

b) SAM com endereço duplicado

Se durante a instalação com SAMs houver uma falha por 2 dispositivos ou mais com o
mesmo endereço (falha de endereço duplicado) devem iniciar-se duas ações:

1) LIMPAR LAÇO. Limpar o laço que tem os SAMs com endereço duplicado. Ver
função 6.4.2. Esta ação somente será aplicada em novas instalações onde todos os
SAMs deveriam estar vazios (nenhum endereço programado).

2) Alternativamente o endereço duplicado pode ser apagado com a função 6.4.3

Restaure o painel e verifique com a função 7.1 o endereço com problemas e que a FALHA
associada tenha desaparecido. Programe novamente os dispositivos limpos. Repita o
procedimento até que a falha desapareça. Se após limpar por terceira vez um endereço a
falha persistir, substitua os SAMs com endereços duplicados.

Observe que esta verificação somente pode ser realizada quando o modo ASET está
inabilitado, já que a condição de falha de dois dispositivos com o mesmo endereço não
aparece nesse modo específico.

60
7 Supervisão dos testes e contagens do dispositivo

7-1 Contagem, tipo e valor do dispositivo

Utilize esta função para verificar que todos os subpainéis e todos os dispositivos estejam
presentes.

Utilize ▲ e ▼ para selecionar o endereço do dispositivo naquele laço.

Esta função também é útil para confirmar o endereço dos vários tipos diferentes de
dispositivos conectados ao laço analógico.
Observe que no Modo Instalação toda a informação está sempre pronta, isto é, a conta de
dispositivos vai mudar na medida em que o painel aprenda e os tipos de dispositivos serão
atualizados se mudarem. Somente no Modo Ativo o valor do dispositivo está pronto.

7-2 Teste das sirenes

Use esta função para testar toda a audibilidade das sirenes de forma mais confortável que
pressionando TOCAR ALARMES.
Painel

As sirenes convencionais do Painel deverão tocar por 1 segundo e depois serem silenciadas
por 9 segundos.

7-3 Sirenes em zonas de teste

Esta função permite escolher uma confirmação audível quando um dispositivo detectar fogo.
A confirmação audível consiste em um período de 1 segundo de funcionamento da sirene.
As configurações selecionadas por essas funções utilizam-se em ‘7-4 Teste de Zonas’ e ‘6-
4-1 Ativação do Modo ASET (SAM)’.

TODAS AS SIRENES EM ZONAS DE TESTE ativam as sirenes convencionais do Painel e


de laço.
Nota – usar esta função DEPOIS de ‘7-4 Teste de Zonas’ e ‘6-4-1 Ativação do Modo ASET
(SAM)’ NÃO muda as configurações para as zonas que já estão no modo teste.

7-4 Zonas de teste

Selecione as zonas que deseja colocar em Modo Teste.


Saia do Modo Programação, mas NÃO pressione RESTAURAR SISTEMA porque isso
apaga todos os modos de teste.
No modo teste, cada vez que um detector é ativado, o LED no detector vai acender e o
evento será comunicado no Painel (e nos Repetidores) por 15 segundos. Quando
selecionado, as sirenes também irão funcionar por um segundo. O LED no detector não é
fixo e vai apagar quando o nível de alarme caia abaixo do limiar de alarme para o
dispositivo.
Pressionar REVISÃO DA LISTA DE TESTE vai comunicar as zonas que estão no modo
teste.

7-6 Luz LED no dispositivo

Esta função é utilizada para confirmar a localização física para um detector específico.

Selecione o dispositivo, LIGUE-O e pressione ENTER. Geralmente, o dispositivo levará


alguns segundos para responder.

Ao selecionar NORMAL para esse dispositivo, ou selecionar LIGADO para outro dispositivo
no mesmo subpainel, apagará o LED no primeiro.

61
8 Geral

8-1 Hora/data e relógios

8-1-1 Configuração da data e hora

Permite configurar a data e hora do sistema. A data e hora aparecem no LCD enquanto o
sistema não está em falha ou fogo.

Pressione ENTER para passar uma entrada e depois de cada ingresso.

É importante estabelecer a data e a hora porque são utilizadas para registrar o evento, e
também podem ser usadas para mudar as sensibilidades do detector ou inabilitar
temporizadores noturnos.

Existe somente um relógio no sistema. Configurar data e hora num Repetidor é, na verdade,
configurá-las no relógio do Painel Principal.

8-1-2 Definição de dia e noite

Define o amanhecer e o anoitecer para o sistema.

O sistema considera que o dia começa ao amanhecer. Portanto, quando diferentes


sensibilidades de detectores estão configuradas para diferentes dias (função 6-1-8) o novo
dia começará no horário do amanhecer definido aqui.

Se forem configuradas diferentes sensibilidades para o dia e a noite (função 6-1-9), os


tempos definidos aqui são os tempos em que vai acontecer a mudança de sensibilidade. No
caso de detectores Discovery, isto significa escrever em cada dispositivo individual. Isso
leva até 30 segundos, e no Modo Instalação são permitidos 30 segundos adicionais antes
que comecem a guardar a presença de todos os detectores Discovery.

Se foi estabelecido que os temporizadores desliguem de noite (função 8-1-3), isso ocorrerá
no horário do anoitecer definido aqui.

8-1-3 Temporizadores do desligamento noturno

Esta função permite que os temporizadores de sirenes e ativação I/O sejam cancelados de
noite.

Existem duas opções: DESLIGADO e NÃO AFETADO.

NÃO AFETADO significa que as configurações do sistema permanecem iguais de noite e de


dia.

DESLIGADO significa que de noite as sirenes, o módulo I/O e a transmissão à brigada de


incêndios estão desligados, e que as saídas vão ativar-se imediatamente ao encontrar um
fogo.

Esta função tem exatamente o mesmo efeito que usar o botão TEMPORIZADORES
ATIVOS no painel frontal para inabilitar os temporizadores ao anoitecer, depois com o
mesmo botão se restabelece a configuração de dia para o amanhecer.

O amanhecer e o anoitecer definem-se com a função 8-1-2.

62
8-1-4 Configuração do relógio de evacuação

Permite habilitar o cronômetro de evacuação e configurar a sua duração.

O tempo de evacuação corre paralelo com todos os outros eventos. Uma vez que foi
disparado, começa a conta regressiva. Quando termina, ativam-se todas as sirenes. Isso
significa que vários grupos de sirenes podem ativar-se no meio tempo (e mesmo
silenciados), mas quando o relógio de evacuação expira, ativam-se todas as sirenes que
não estão tocando.

A duração máxima é de 10 minutos.

O tempo de evacuação pode ser configurado para:

INABILITADO
MODO DISPOSITIVO
MODO GLOBAL

No MODO DISPOSITIVO, o relógio de evacuação começa quando o dispositivo que foi


configurado para iniciá-lo detecta fogo.

No MODO GLOBAL o relógio de evacuação começa quando qualquer dispositivo detecta


fogo.

Nota – para que o MODO DISPOSITIVO funcione pelo menos um dispositivo deve
configurar-se para iniciar o relógio. Veja função de programação 8-1-5.

Nota – o relógio de evacuação não pode ser detido após a iniciação pressionando
SILENCIAR ALARMES, embora SILENCIAR ALARMES ainda silencie as sirenes uma vez
que elas tenham sido ativadas.

Nota – o relógio de evacuação nunca ativa as sirenes inabilitadas.

8-1-5 O dispositivo inicia o relógio de evacuação

Permite especificar determinados detectores para iniciar o relógio de evacuação.

O relógio de evacuação deve estar no MODO DISPOSITIVO para ser ativado por
dispositivos específicos. Veja função de programação 8-1-4.

63
8-2 Configuração das características especiais

As funções de programação associadas com a resposta do sistema e detecção de fogo.

8-2-1 Dois dispositivos para evacuação

Habilita ou inabilita a configuração ampla do sistema, para que a detecção de fogo por dois
detectores inicie automaticamente a evacuação.

Evacuação significa que as configurações de qualquer grupo de sirenes serão ignoradas e


que todas as sirenes vão funcionar imediatamente. Nota – as sirenes inabilitadas não vão
tocar.

8-2-2 Acionadores manuais para evacuação

Habilita ou inabilita a configuração ampla do sistema, para que a comunicação de fogo de


um acionador manual inicie automaticamente a evacuação.

Evacuação significa que as configurações de qualquer grupo de sirenes serão ignoradas e


que todas as sirenes vão funcionar imediatamente. Nota – as sirenes inabilitadas não vão
tocar.

8-3 Memória - ATENÇÃO, SOMENTE ENGENHEIROS

Programação das funções associadas com a administração da memória do Painel.

8-3-1 Limpar memória flash

Esta função limpa toda a informação específica do site da memória flash do cliente no
CARTÃO SIM. Isto é, a maioria das configurações programadas.

NÃO apague esta informação se recebeu dados do site pré-programados.

Não é recomendável que esta função seja realizada desde um Repetidor, já que apagar leva
alguns segundos e durante esse tempo se perderá a comunicação com o Repetidor.
Se a memória flash do cliente for limpa:

• Todos os grupos de sirenes terão funcionamento contínuo das sirenes


• Todas as definições dos grupos de sirenes irão limpar-se
• A configuração das sirenes será estabelecida em PRESET
• Todos os textos de zona vão limpar-se
• Todas as configurações das sirenes e dos grupos I/O da zona serão limpas
• Todas as definições de zona serão limpas (nenhum dispositivo designado)
• Vão limpar-se todas as configurações para temporizador das sirenes
• O nome da empresa será limpo
• Vão limpar-se todos os textos dos dispositivos
• Todas as configurações específicas dos dispositivos serão limpas
• Todas as configurações de sensibilidade serão restauradas
• Todas as configurações para temporizador serão limpas
• O idioma será restaurado para Inglês
• Todas as definições dos grupos I/O serão limpas
• Será negado o acesso do usuário a todas as funções de programação

Nota – o Código de Acesso do Instalador não vai apagar Depois de apagar a memória flash
do cliente é essencial realizar uma restauração global do sistema para garantir que as novas
configurações sejam enviadas a todos. (As configurações são somente enviadas quando
elas são carregadas usando as funções de programação.)

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8-3-2 Limpar RAM não volátil

Limpar o NVRAM limpa todas as configurações de instalação, então o sistema passa


automaticamente para Modo Instalação.

No Painel isto resultará em:

• O laço analógico será habilitado


• Habilitação de todas as zonas inabilitadas
• Habilitação de todos os dispositivos inabilitados
• Habilitação de todas as sirenes inabilitadas
• O registro de eventos será apagado
• A conta de auto-reset vai ser limpa
• A informação sobre ajuste e tipos será apagada.
• Todos os supervisores de soma serão limpos e recalculados

Depois de apagar o NVRAM é essencial realizar uma restauração geral do sistema.

8-3-3 Calcular o supervisor de soma do flash do cliente

Calcula e guarda o supervisor de soma para todos os dados na memória flash do cliente.

Ao mudar as configurações usando as funções de programação, esta supervisão da soma


será calculada novamente, conforme seja necessário. As descargas de informação do
cliente também irão resultar numa atualização automática da supervisão da soma. Porém,
se for fornecido um SIM CARD com informação pré-programada (exemplo, os dados
mudaram externamente) esta função é necessária ou o painel achará que a informação foi
corrompida e comunicará uma falha.

A supervisão da soma guardada é comparada regularmente (aproximadamente a cada 2


minutos) com uma recém calculada para verificar corrupção da memória.

8-3-4 Calcular o supervisor de soma do flash do programa

Esta função tem poucas probabilidades de ser necessária em situações normais, e calcula e
guarda o supervisor de soma para a memória flash do programa.

Os upgrades de software, transferidas por descarga ou de um CARTÃO SIM novo são


detectadas pelo Painel e resultam automaticamente no cálculo e armazenamento de uma
nova supervisão de soma.

A supervisão da soma guardada é comparada regularmente (aproximadamente a cada


minuto) com uma recém calculada para verificar corrupção da memória.

65
8-4 Outras características

Estas são funções de programação que não entram dentro de nenhuma outra categoria.

8-4-1 Modo Ativo/Instalação

Uma função essencial. O sistema deveria permanecer no modo ATIVO, a menos que ele
esteja sendo instalado e depurado.

Quando o sistema esta configurado no modo instalação, o LED verde de SISTEMA LIGADO
no painel frontal do painel e nos Repetidores ficará piscante.

Enquanto o sistema estiver no Modo Instalação, detectará e gravará automaticamente a


presença de todos os dispositivos conectados.

Para instalar o sistema, assegure primeiro que todos os detectores e sirenes estejam
conectados e com corrente. Depois, selecione o Modo Instalação usando esta função, saia
do modo programação e pressione RESTAURAR SISTEMA.

Uma vez que o sistema esteve no modo instalação por 90 segundos, pode voltar para o
modo ativo.

Note que não há um final claro para o modo instalação porque o sistema está
constantemente buscando e aprendendo. Porém, se o sistema é colocado no Modo Ativo e
não houve tempo para identificar todos os componentes do sistema no Modo Instalação,
receberá muito rapidamente informe de erro na presença de dispositivos inesperados.

Se alguma vez os dispositivos são retirados, substituídos ou acrescentados deve-se


selecionar o Modo Instalação para que o sistema possa aprender a nova configuração. Se
não fizer isto, o sistema vai indicar uma falha.

8-4-2 Conexão à PC para transferência de dados

Ingressar esta função automaticamente vai deter todas as operações normais do sistema de
alarme de fogo, incluindo comunicações com Repetidores.

⋅ Permite fazer a descarga dos dados do site cliente na memória flash do cliente.

⋅ Permite fazer a carga dos dados do site cliente do Painel Principal para uma PC. Tal vez
deseje fazer isso para salvar a configuração ou como facilidade de edição. Uma vez
editada, a informação deve ser devolvida ao painel.

Para realizar a transferência é necessário ter o hardware correto colocado no Painel


Principal, uma guia para conexão com uma PC e o software para PC correto.

A conexão com a PC precisa de uma guia de nove vias com conectores machos em D numa
ponta e uma conectora fêmea em D na outra. (somente são necessários três cabos, então
se houver problemas vale a pena tentar uma guia com apenas três cabos - Tx (pin 2), Rx
(pin 3) e GND (pin5))

Transferência de informação do site do cliente

Dependendo da quantidade de informação transferida uma carga ou uma descarga podem


demorar até 20 minutos.
Não é necessário ingressar os dados do cliente no Modo Instalação após carregar ou
descarregar dados. Mas uma restauração do painel é essencial (e acontece automaticamente
quando o Painel é ligado).

66
O software carregador para PC

O software carregador para PC corre em Windows (98, 98SE, Me, 2000 e XP). As
comunicações com o painel ocorrem através de um dos portos seriais de comunicação
(COMM PORT). O único requerimento para instalá-lo é clicar duas vezes no pacote de
instalação fornecido e seguir as instruções do fabricante.

Configuração do COMM PORT para Windows

Por favor, para ver instruções mais detalhadas consulte nosso outro
documento chamado “SOFTWARE CARREGADOR”.

O painel

Antes de conectar o guia da extensão RS232, desconecte a alimentação do painel.


Conecte o guia RS232 ao soquete do painel e ingresse a função 8-4-2. Antes de pressionar
a tecla ENTER no painel, conecte o outro lado do cabo RS232 ao porto COMMS relevante
no PC.

Uma vez ingressado o programa carregador no PC e selecionado carga/descarga, pressione


ENTER para iniciar o processo e inicie carga/descarga no PC.

67
8-4-5 Configuração das funções do usuário

Permite que o nível de acesso do usuário seja configurado para cada função de
programação.

As configurações são:

NENHUM
SOMENTE LEITURA
ACESSO TOTAL

Não configure 8-4-5 Configuração das funções do usuário para ACESSO TOTAL ou
permitirá ao usuário habilitar todas as outras funções!

Não é adequado configurar algumas funções como SOMENTE LEITURA – por exemplo ‘8-
3-4 Cálculo do supervisor de soma do flash do programa’.

A configuração default para todas as funções de programação é NENHUM.

8-4-6 Seleção do idioma

Permite configurar o idioma do sistema.

Faça isto cuidadosamente – você vai precisar voltar para esta função para mudá-lo
novamente.

Todos os textos no sistema serão mudados para usar a linguagem escolhida. A mudança
terá efeito ao pressionar ENTER.

Os idiomas são:

PORTUGUÊS (BRASIL) – INGLÊS – FRANCÊS – HÚNGARO - ISLANDÊS


ITALIANO - PORTUGUÊS (PORTUGAL) - ESPANHOL

8-4-7 Seleção do tipo de protocolo

Permite configurar o tipo de protocolo do Painel. As opções são:

DISCOVERY (default)
S90 e XP95

Todos os detectores vão trabalhar no modo DISCOVERY. Quando o subpainel integrado


esta neste modo, realiza seleções em laços analógicos de longitude completa e processa
toda a resposta para determinar o tipo de dispositivo e de processamento requerido. Isto
significa que todos os tipos de dispositivo estão suportados automaticamente no laço. Na
maioria dos casos, o modo DISCOVERY é o recomendado e o que vai dar o menor tempo
de detecção.

Os modos S90 e XP95 usam um poll truncado e um tipo fixo de processamento de resposta.
A informação adicional fornecida pelos dispositivos XP95 e Discovery é ignorada e as
funções específicas de Discovery inabilitadas. Use este modo quando os laços analógicos
têm somente dispositivos S90. A detecção de fogo pode ser marginalmente mais rápida que
usando o modo DISCOVERY, mesmo que o laço esteja totalmente cheio com dispositivos
S90.

Uma vez que o subpainel integrado mudou, o sistema deve ser restaurado para funcionar no
novo modo.

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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Painel Fonte primária de voltagem 85 - 264 VAC


Padrão EMC EN55022 classe B
EN61000-4-2,3,4,5,6,8,11
EN61000-3-2,3
Fonte secundária de voltagem 24V DC nominal
Potência da fonte de corrente 65W
Corrente quiescente (sem dispositivos) 80mA
Potência dos relês auxiliares 50V AC/DC Resistência 1 Amp (min 100mA,
6V)
Saídas de Repetidores Coletor aberto 24V DC 100mA max
Dimensões JUNiOr W 314mm x H 320mm x D 72mm
Fusíveis Bateria: 3A – Fonte: 0.5A

Repetidor Fonte primária de voltagem 24 V DC


Padrão EMC EN55022 classe B
EN61000-4-2,3,4,5,6,8,11
EN61000-3-2,3
Fonte secundária de voltagem 24V DC nominal
Corrente quiescente 80mA
Dimensões MINI-REP W 247mm x H 188mm x D 53mm

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE COM A CE

Este painel está marcado CE para mostrar conformidade com os


requerimentos das seguintes diretivas da Comunidade Européia:

⋅ Diretiva de compatibilidade eletromagnética 89/336/EEC (e a


emenda 92/31/EEC)

⋅ Diretiva de baixa voltagem 73/23/EEC

Assume-se que o usuário deste manual é um operador/mantenedor adequadamente


treinado.
ADVERTÊNCIA ESTE PAINEL CONTEM VOLTAGEM (VIVA). DESCONECTE SEMPRE A
ALIMENTAÇÃO DO PAINEL ANTES DE RETIRAR OU INSTALAR COMPONENTES.

DISPOSITIVOS COM SENSIBILIDADE ELETROSTÁTICA (ESD). TOME AS PRECAUÇÕES


APROPRIADAS PARA REMOVER OU INSTALAR PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO (PCB).

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