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ARREPENDIMENTO DE ÁLVARO

Pré primário e Primário


Tema desarmamento infantil e amor aos animais.
(De Maria Rodrigues do Amaral)

Dona Elza e Dr. Paulo são um casal feliz. Têm um filho chamado
Paulo. Ele é um menino inteligente e estudioso. Gosta da escola e tem
muitos amigos.

Toda semana, na segunda feira, reúne-se a família. Dona Elza, Dr.


Paulo e Paulinho para realizarem o Evangelho no Lar.

Nessas ocasiões, fazem orações e leituras Evangélicas, pedindo


proteção a Deus e queridos anjos de guarda.

Colocam um copo de água para cada um dos familiares à mesa para ser essa água fluidificada.
Pelos benfeitores espirituais. Satisfeitos e reconfortados, recolhem-se, para o repouso noturno.

Paulo é um menino bondoso, e amigo dos animais. Tem um lindo cachorrinho de pelos longos
e macios. Trata-o com carinho, dando-lhe de comer e beber todos os dias.

Sim, porque, quando se tem algum bichinho, é justo que deva-se trata-lo com amor e carinho.

Porque ter criação e não tratar, não condiz com a formação moral de Paulo. Por isso, quando o
cãozinho vê Paulo, corre para ele, fazendo toda sorte de festa, como que agradecendo o bom trato
que recebe.

Vizinho desta família, mora Álvaro. Um menino muito diferente de Paulo. É levado,
desobediente e principalmente cruel. Sempre com um estilingue na mão.

Alem disso gosta se todo tipo de armas de brinquedo. Tem revolver, espingarda, tanque de
guerra e outros brinquedos em forma de armas. Talvez seus pais, não se importam com isso, e até
satisfazem seus desejos.

O certo é que Álvaro tem um espírito belicoso e seus pais não procuram educá-lo
religiosamente.

Um dia, dona Elza convidou Laura e Álvaro coleguinhas de Paulo para um passeio na chácara
de sua propriedade. Lá Dona Elza explicou tudo o que sabia a respeito dos pássaros e de outro
animais. Foram horas de alegria.

Dizia ela. Os pássaros são de grande utilidade, pois comem os bichinhos que estragam as
plantações.

Mostrou a casinha do João de Barro e explicou como ele a faz. Pega com o bico galhinhos
secos e mistura-os com barro. Ainda na sua casinha, ele faz dois quartinhos. Um para ele e outro
para sua companheira.
Sê alguém levar os ovos ou os filhotes, o pobre João de Barro, chora
como qualquer pai ou mãe, a perda de seus filhotes. Seu canto é estridente
e barulhento.

Os pássaros alegram a natureza e seus gorjeios são apreciados por


todos.

Se não existissem, tudo seria bem triste e até perigoso, pois sabe-se que existem milhares de
espécies de insetos, e sabemos que é essa a comida deles. Já pensaram se não houvesse os
pássaros, seria não o mundo dos homens e sim o mundo dos insetos.

Álvaro estava encantado e arrependido da maneira que se comportara até ali.

Os pardais dão comida aos filhotes. Vão em busca de pequenas minhocas e colocam no bico
de cada um. Estão com tanta fome que toda comida é pouca para eles.

Lá pela tardinha, estavam as crianças brincando debaixo de uma grande árvore, quando uma
avizinha que se dirigia voando para o seu ninho, caiu desmaiada perto das crianças. Devia ter batido
de encontro a um galho da árvore.

_Pobrezinha, disse Laurinha aos coleguinhas. Vamos coloca-la no galho da planta antes que
morra.
Álvaro pegou-a com carinho e colocou-a no ninho, bem em cima dos ovinhos.

Não demorou muito, ela voltou do desmaio e continuou a chocar os seus ovos.

As crianças, sentiram-se felizes por poder ajudar a avizinha.

A noite reuniram-se a volta da mesa para as orações de agradecimento a Jesus pelo novo
entendimento que tiveram da natureza, dos bichos e das aves.

Álvaro deixou de vez por todas o estilingue e as armas de brinquedo. Prometeu a Jesus que
seria um menino, amigo dos outros meninos e respeitaria os animais.

FIM

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