Você está na página 1de 7

UNIVERSIDADE ÓSCAR RIBAS

LICENCIATURA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS


PROGRAMA ANUAL DA DISCIPLINA DE INTRODUÇÃO ÀS
RELAÇÕES INTERNACIONAIS – 1º ANO
- AULAS PRÁTICAS E TEORICAS -

I – OS ACTORES DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

1. OS ESTADOS

1.1. ASPECTOS GERAIS


1.2. FUNÇÕES DO ESTADO
1.3. FORÇAS QUE INFLUEM NA ACÇÃO DO ESTADO
1.4. AS ADMINISTRAÇÕES
1.5. OS GRUPOS DE PRESSÃO
1.6. A OPINIÃO PÚBLICA
1.7. OS PARTIDOS POLÍTICOS
1.8. HIERARQUIA DOS ESTADOS

2. AS ORGANIZAÇÕES INTERGOVERNAMENTAIS

2.1. ASPECTOS GERAIS


2.2. DEFINIÇÃO
2.3. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS
2.4. AS OIG COMO ACTORES DO SISTEMA INTERNACIONAL
2.4.1. AS OIG COMO SUJEITOS DE DIREITO INTERNACIONAL
2.4.2. AS OIG COMO ACTORES DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
2.4.3. CAPACIDADE DE DECISÃO
2.4.4. PODER DE INFLUÊNCIA
2.4.5. INFLUÊNCIA DO CONTEXTO SOBRE AS OIG
2.4.6. INFLUÊNCIA DAS OIG SOBRE O MEIO
2.4.7. FUNÇÕES DAS OIG NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
2.4.8. CONCLUSÃO

3. AS FORÇAS TRANSNACIONAIS

3.1. AS ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS (ONG´S)


3.2. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DAS ONG´S
3.3. A DIVERSIDADE DAS ONG´S
3.3.1. DIVERSIDADE NA IMPLANTAÇÃO GEOGRÁFICA
3.3.2. DIVERSIDADE NA DIMENSÃO
3.3.3. DIVERSIDADE DE ESTRUTURA E DE ORGANIZAÇÃO
3.3.4. DIVERSIDADE DE OBJECTIVOS
3.4. O PAPEL DESEMPENHADO PELAS ONG´S
3.4.1. AS RELAÇÕES COM OS ESTADOS

1
3.4.2. AS RELAÇÕES COM AS OIG

3.4.3 CONCLUSÃO

4. AS FIRMAS MULTNACIONAIS

4.1. ORIGEM DO FENÓMENO MULTINACIONAL


4.2. DEFINIÇÕES
4.3. ORIGEM GEOGRÁFICA
4.4. MODALIDADES DE IMPLANTAÇÃO NO EXTERIOR
4.5. RAZÕES PARA O CRESCENTE INTERESSE PELAS FIRMAS
MULTINACIONAIS
4.6. AS MULTINACIONAIS COMO ACTORES DAS RELAÇÕES
INTERNACIONAIS
4.6.1. FIRMAS NACIONAIS COM ACTIVIDADES NO ESTRANGEIRO
4.6.2. FIRMAS MULTINACIONAIS INDEPENDENTES DOS ESTADOS
4.7. O CONTROLO DA MULTINACIONAIS
4.7.1. A ACTITUDE DOS ESTADOS
4.7.2. A ATITUDE DOS SINDICATOS
4.8. CONCLUSÃO

5. A OPINIÃO PÚBLICA INTERNACIONAL

5.1 . DEFINIÇÃO
5.2 O PAPEL DA OPINIÃO PUBLICA INTERNACIONAL
6. MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO NACIONAL/GRUPOS TERRORISTAS
6.1 . PROBLEMAS CONCEPTUAIS
6.2 . TIPOLOGIA
6.3 . O COMBATE AO TERRORISMO

II – O CONCEITO DE PODER

1. DEFINIÇÃO

2. DIMENSÕES DO PODER
2.1. PESO DO PODER
2.2. DOMÍNIO OU ÁREA DO PODER
3. ALCANCE DO PODER
4. FINALIDADE DO PODER

3. DISTINÇÕES NO CONCEITO DE PODER

1. PODER E INFLUÊNCIA
1.2. PODER E FORÇA
1.3. PODER UTILIZÁVEL E PODER NÃO UTILIZÁVEL
1.4. PODER LEGITIMO E PODER NÃO LEGITIMO
1.5. LIMITES DO PODER

2
III – OS FACTORES DE PODER

1. FACTOR GEOGRÁFICO

1.1 QUALIDADE E OS RECURSOS DO TERRITÓRIO


a) O CLIMA
b) O RELEVO
c) A HIDROGRAFIA
d) A QUALIDADE DO SOLO E DO SUBSOLO
2. A POSIÇÃO
2.1. O ACESSO AO MAR
2.1.2. O CONTROLO DAS VIAS DE PASSAGEM
2.2 A POSIÇÃO INSULAR
2.3. O ESPAÇO
2.3.1 O FACTOR DEMOGRÁFICO
a) O SURTO DEMOGRAICO
b) OS MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS
c) PAÍSES DE ORIGEM
d) PAÍSES DE DESTINO
e) ACTUAL SITUAÇÃO

1. POSSÍVEIS SOLUÇÕES APLICÁVEIS NO FUTURO

1.1. OS FACTORES ECONÓMICOS


1.2. O IMPACTO DA LUTA ECONÓMICA NAS RELAÇÕES INTER-
ESTADUAIS
1.3. AS QUESTÕES ECONÓMICAS A OS CONFLITOS INTERNACINAIS
FACTORES FINACEIROS
2.4. O PROBLEMA DA DIVIDA EXTERNA
2.5. AS VARIAS PARTES ENVOLVIDAS NO PROCESSO
a) OS BANCOS
b) OS PAÍSES DEVIDORES
c) OS PAÍSES INDUSTRIALIZADOS
d) AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS MULTILATERAIS
3. SOLUÇÕES POSSÍVEIS DO PROBLEMA DA DIVIDA
3.1. OS FACTRES CIENTÍFICOS E TECNOLÓGICOS
3.2. OS FACTOR MILITAR
3.4. FACTORES QUANTITATIVOS E DISTRIBUITIVOS
3.5. FACTORES QUALITATIVOS
a) PESSOAL
b) TECNOLOGA
c) LIDERANÇA

1. O FACTOR GOVERNAMENTAL

1.1. A QUALIDADE DO GOVERNO


2. AS CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE
2.1 O GRAU DE COESÃO INTERN
2.2. O APOIO POPULAR AO GOVERNO

3
1. A QUESTÃO NACIONAL

1. O SISTEMA NACIONAL
1.1. O CONCEITO DE NAÇÃO
1.2. O PRINCIPIO DAS NACIONALIDADES
2. A FORMAÇÃO DE UNIDADES NACIONAIS
2.1. A ACÇÃO DAS MINORIAS NACIONAISA
3. NAÇÃO E O ESTADO FORA DA EUROPA
3.1. O SENTIMENTO NACIONAL NOS ESTADOS INDEPENDENTISTAS
3.2. O SENTIMENTO NACIONAL NAS COLÓNIAS
CONCLUSÃO

1. O NACIONALISMO

1.1. TIPOLOGIA DO NACIONALISMO


1.2. AS MOTIVAÇÕES DO NACIONALISMO
e) TEMPERAMENTO
a. AS IDIOLOGIAS POLITICAS E SOCIAIS
b. OS SENTIMENTOS RELEGIOSOS
d) A IGREJA CATÓLICA
e) AS IGREJAS PROTESTANTES
f) AS IGREJAS ORTODOXAS
2. FORMAS DE NACIONALISMO
a) O AMBITODO CONTINENTE DE ORIGEM
b) ENTRE CONTINENTES
3. A SOBERANIA
4. O PACIFISMO
a) CONTRIBUIÇÕES PARA O PENSAMENTO PACIFISTA
b) 1. O PENSAMNTO ECONOMICO E SOCIAL
c) O SENTIMENTO RELGIOSO
d) O PROTESTANTISMO
e) O CATOLICISMO

3. OS MÉTODOS DE ACÇÃO PACIFISTA


a) RECUSA EM PARTICIPAR EM ACTOS DE VIOLÊNCIA
b) ELIMINAÇÃO DAS CAUSAS DE GUERRA
CAUSAS ECONÓMICAS
CAUSAS SOCIAIS
CAUSAS POLITICAS
CAUSAS MORAIS
CAUSAS DEMOGRÁFICAS
A PAZ PELO DIREITO
O ALCANCE INTERNACINAL DO MOVIMENTO PACIFISTA

O FACTOR HISTÓRICO-PSICOLOGICO-SOCIOLOGICO

A LIDERANÇA
A) ASPECTOS GERAIS
A TIPOLOGIA A PERSONALIDADE
a) A CLASSIFICAÇÃO PSICO-FISIOLOGICA

4
b) AS CLASSIFICAÇÕES PSICOLÓGICAS
c) A CLASSIFICAÇÃO CARACTEROLÓGICA
CONCLUSÕES
A QUALIDADE DA DIPLOMACIA

IV FORMULAÇÃO DA POLITICA EXTERNA

INTRODUCAÇÃO
1. CONSEDERAÇÕES GERAIS
2. INTERESSES ECONÓMICOS NA POLITICA EXTERNA
2.1. A DETERMINAÇÃO DAS PARTES ENVOLVIDAS
2.2. DETERMINAÇÃO DOS OBJECTIVOS
2.3. OBJECTIVOS A MÉDIO PRAZO
2.4. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS IMEDIATOS
2.5. A DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE
2.6. A DETERMINAÇÃO DA ORIENTAÇÃO
2.7. AS OPÇÕES DO NÃO-ENVOLVIMENTO
2.8. ABSTESÕA
2.9. O NÃO ALINHAMENTO MINIMO
2.10. O NÃO ALINHAMENTO PARTICIPATIVO
2.11. AS OPÇÕES DE ENVOLVIMENTO RESTRITO
a) EQUILIBRADOR
b) SOLUCIONADOR NEUTRAL DO PROBLEMA
c) EXACERBADOR
2.12. OPÇÕES DE ENVOLVIMENTO
a) COOPERAÇÃO INFORMAL E APOIO LIMITADO
b) APOIO OU COOPERAÇÃO TOTAL
c) OPOSIÇÃO INDIRECTA
d) CONFROTAÇÃO

1. MEIOS EXTERNOS DE ELEVAR A CAPACIDADE

1 ALTERAÇÕES TERRITORIAIS
a) AQUISIÇÃO DE TERRITÓRIOS
b)ANEXAÇÃO DE PARTES DO TERRITÓRIO SEM O TER ADQUIRIDO
c) CRIAÇÃO DE ZONAS INTERDITAS
2. AJUSTES POR ALIANÇA
a) FORMAS DE ALIANÇAS
b) PRESERVAÇÃO DE ALIANÇAS
c)ESINTEGRAÇÃO DA ALIANÇA DO ADVERSÁRIO
3.LIMITAÇÃO DA AUTONOMIA
a) CRIAÇÃO DE SISTEMAS DE DEPENDÊNCIA
b) MANIPULAÇÃO DOS FACTORES DE PODER DO ADVERSÁRIO

1. INFLUENCIAS SOBRE A FORMULAÇÃO DA POLITICA EXTERNA

1. A OPINIÃO PUBLICA
a) NOS SISTEMAS AUTORITÁRIOS
b) NOS SISTEMAS DEMOGRÁFICOS

5
2. OS PARTIDOS POLÍTICOS
a) NOS SISTEMAS AUTORITÁRIOS
b) NOS SISTEMAS DEMOCRÁTICOS
3. OS GRUPOS DE PRESSÃO
a) NOS SISTEMAS AUTORITÁRIOS
b) NOS SISTEMAS DEMOCRÁTICOS

V – PROCESSO DE DECISÃO POLITICA

1. QUEM DECIDE
2. ORIGEM DAS DECISÕES
3. A ESTRATÉGIA DIPLOMÁTICA E A TÁCTICA DIPLOMÁTICA
a) A ESTRATÉGIA DIPLOMÁTICA
b) A TÁCTICA DIPLOMÁTICA
c) A DECISÃO RACIONAL

VI. OS ESTADOS E OS CONFLITOS

1.NATUREZA DOS CONFLITOS


a) CONFLITOS ECONÓMICOS
b) CONFLITOS IDEOLÓGICOS
c) CONFLITOS RACIAIS
d) CONFLITOS ESTRUTURAIS
e) CONFLITOS MULTIFACTORIAIS
2. INSTRUMENTOS DO CONFLITO
a) OS SERVIÇOS SECRETOS
b)AS FUNÇÕES DOS SERVIÇOS SECRETOS
c) ALTERAÇÃO DOS MÉTODOS DE RECOLHA DE INFORMAÇÕES
d) AS FALHAS NA INTERPRETAÇÃO DA INFORMAÇÃO
e) AS OPERAÇÕES SECRETAS
2.1 A FORÇA
“A FORÇA BRUTA”
“ESTRATÉGIA NAPOLEÓNICA”
“APROXIMAÇÃO INDIRECTA
“A GUERRA PROLONGADA”
“ A COERÇÃO”
“A DISSUASÃO”
“ NEGOCIAÇÃO COERCIVA”
3. A ARMA ECONÓMICA
3.1. A AJUDA EXTERNA
3.2 AS SANÇÕES ECONÓMICAS
a) EFICÁCIA DAS SANÇÕES ECONÓMICAS
b) FORMAS DE SANÇÕES ECONÓMICAS
c) FORMAS DE COOPERAÇÃO ECONÓMICA
4. A PROPAGANDA
4.1 A IMPORTÂNCIA CRESCENTE DA PROPAGANDA AO LONGO DO
SÉCULO XX
4.2. OS INGREDIENTES DO SUCESSO
4.3. A EFICÁCIA DA PROPAGANDA

6
4.4. DEFESAS CONTRA A PROPAGANDA
4.5. PERIGOS DOS EFEITOS PARALELOS DA PROPAGANDA
FORMAS DE RESOLUÇÃO DE ANTAGONISMO

1. A DIPLOMACIA

1.1 A PARTE DA NEGOCIAÇÃO


1.2 OS LIMITES DO COMPROMISSO
2. O CONFLITO VIOLENTO
2.1. CONFLITO RADICAL OU DE SOBREVIVÊNCIA COMUM
2.2 . CONFLITO FUNDAMENTAL OU ACIDENTAL
2.3. O CONFLITO FUNDAMENTAL OU ACIDENTAL
2.4 CONFLITO CONTROLÁVEL OU INCONTROLÁVEL