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Exemplo de Projeto de Pesquisa Completo

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA – UNIPÊ CURSO DE DIREITO

NOME DO ALUNO EM MAIÚSCULO

NORMA GERAL ANTIELISIVA COMO INSTRUMENTO DE JUSTIÇA TRIBUTÁRIA E FISCAL

2 JOÃO PESSOA 2010 .

da coordenação de Ciências Jurídicas do Centro Universitário de João Pessoa. Anaína Clara de Melo. ministrada pela Profa. como requisito obrigatório para a elaboração da Monografia e conclusão da disciplina supra. Dra.NOME DO ALUNO EM MAIÚSCULO NORMA GERAL ANTIELISIVA COMO INSTRUMENTO DE JUSTIÇA TRIBUTÁRIA E FISCAL Projeto de Pesquisa Monográfico. elaborado para a disciplina “Métodos e Técnicas de Pesquisa”. JOÃO PESSOA 2011 .

.................................................... REFERÊNCIAS................... 2 JUSTIFICATIVA................... 6 METODOLOGIA........................................................................ 04 00 00 00 00 00 00 00 00 00 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.................................................. 4........................ 3 PROBLEMA................................1 Geral.......... 4....... ...................................... 4 OBJETIVOS...............................................................................................................................................................SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.............................................................. 8 CRONOGRAMA..................................................................................................................................2 Específicos..

No primeiro caso. que devem provir da sociedade como um todo. Em nosso modelo constitucional. Para cumpri-las. Contudo. da isonomia e da seletividade. dispõem de dois caminhos distintos: utilizar-se de vácuos legais ou omissões normativas. com o mesmo objetivo. todavia. existe uma zona cinzenta. evasão fiscal. são relegadas à iniciativa privada. O segundo. necessita o Estado de meios financeiros. em que pese existir certa confusão conceitual sobre os dois vocábulos. e com isso minimizar ou anular a tributação ou cometer algum tipo de fraude. Entre a elisão que. no segundo. pelo fato de haver sanção para o não cumprimento das mesmas. obrigações ao Estado. para citar apenas algumas. que são angariadas dos diversos membros da sociedade. por parte do Estado. os sacrifícios de cada um. das receitas derivadas. E a forma como essa partilha é efetivada caracterizará um sistema tributário como justo ou não. à educação. representada por inúmeras situações limites. dentre os membros da sociedade. É natural que os membros da sociedade rejeitem essa contínua retirada de riqueza. à saúde. na medida de suas forças. . havendo mesmo autores que entendem as normas de imposição fiscal como normas de rejeição social. Com o intuito de limitar o poder de tributar. visa onerar menos aqueles mais essenciais. Os dois primeiros visam a distribuir. justamente aqueles consumidos pela camadas mais pobres da população. conseqüentemente. teremos a denominada elisão fiscal. à assistência social. eqüanimamente. em princípio. o próprio Constituinte de 1988 estabeleceu o norte a ser seguido pelo Estado. que seria ilícito. os recursos públicos advém. Daí surge a questão da partilha.3 1 INTRODUÇÃO A Constituição Cidadã de 1988 foi pródiga em estabelecer direitos aos cidadãos e. seria ato lícito. Aqueles que optam por essa via. Essas obrigações abrangem atividades relacionadas à segurança. poucos membros da sociedade aventuram-se nessa tortuosa empreitada. basicamente. por determinação contida nas normas relativas à ordem econômica e financeira. No tocante à forma como os recursos devem ser retirados dos particulares. além dos casos de dissimulação. em que as atividades empresariais. dos recursos necessários à consecução dos vários objetivos a que o Estado se propõe. devendo o mesmo observar os freios ali estabelecidos. e a evasão. tendo em vista a essencialidade dos bens. se sobressaem os princípios da capacidade contributiva.

que introduziu o parágrafo único ao artigo 116 do Código Tributário Nacional – Lei 5. com o advento da Lei Complementar nº 104. propondo a supressão dos dispositivos sob suspeita. contornaremos o obstáculo. pôde o ordenamento jurídico nacional contar com norma expressa tratando de tão importante tema. pela própria então Secretaria da Receita Federal. Houve uma tentativa de regulamentação ainda no ano de 2002.. quando da aplicação da legislação tributária.) quanto às normas antielisivas.1 Trata-se de inegável instrumento de justiça tributária. teve as regras excluídas de seu corpo. levando-se em conta a disponibilidade individual de cada um contribuir. 1 BRASIL. Neste sentido. uma justiça distributiva. Lei nº 5. foi estabelecido que: Parágrafo único: A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária. assim se posicionou o relator. Batizada de norma geral antielisiva. contando as situações mais graves. por cumprir o mandamento constitucional da isonomia e da igualdade.. dos artigos 13 a 19. Através desta alteração legislativa. por permitir à administração tributária pôr o citado princípio em prática.aldemario.4 abuso de direito. assim. Já quanto às situações de elisão.172/66. Disponível em: <www. observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária. ao ser convertida em lei. inclusive com a proteção do direito penal. a lei ordinária a que se refere a mesma não foi promulgada. Dep. que. e fiscal. Acesso em: nov. Código Tributário Nacional.172/66. com edição da MP nº 66. concretizando. . que são inquinadas de inconstitucionais por amplos setores da comunidade jurídica brasileira./2008. Para as situações de evasão.br>. até o momento. existem normas expressas no Código Tributário Nacional e leis de regência dos diversos tributos. somente em 2001. abuso de formas ou outra anomalia qualquer.” 2 JUSTIFICATIVA Um sistema tributário será mais justo na medida em que se possa aplicar mais efetivamente o princípio da capacidade contributiva.adv. Benito Gama: “(.

essencial ao atingimento de uma melhor distribuição do ônus tributário. enquanto os que têm mais capacidade contributiva. um estudo sobre a referida norma torna-se de inestimável relevância e por demais atual. observou-se. Não há. impossibilitando que o princípio da capacidade contributiva se efetive. muitas vezes se esquivando da tributação e ferindo o princípio da capacidade contributiva de morte. certamente. imperar. A discussão acerca da regra legal estatuída no parágrafo único do artigo 116. em face da importância do tema. cada país tendo desenvolvido conceitos e formas de aplicação das normas antielisivas ali existentes. em função de poderem pagar um assessoramento jurídico tributário de alto custo. é um dos mais injustos do mundo. agride o princípio da capacidade contributiva. por força do poder . que ela está impregnada de ideologismo. contava exclusivamente com duas alíquotas. podem dispor de recursos para fazerem o chamado planejamento tributário. diminuindo as iniqüidades de nosso sistema tributário e igualando contribuintes que. A aplicação das normas antielisão. que até este ano de 2008. lastreada nas contribuições sobre o faturamento. Quanto a esta última forma de tributação. Grande têm sido os debates nos países europeus e nos Estados Unidos. a nível nacional. Neste contexto. entre os diversos membros da sociedade. após um forte debate nos anos 2000 a 2002. neutralidade. Não é justo que os que tenham maior capacidade contributiva venham a contribuir menos. por excelência. do CTN. na maioria dos textos pesquisados. Urge retomar essa discussão. o que. imposto direto. está adormecida. além de não se sujeitarem à retenção de imposto. mesmo na seara da tributação direta reina a iniqüidade. se constitucionais. Em vista disso. o texto enveredará para a conclusão de que é inconstitucional a existência de tal norma em nosso ordenamento jurídico. A depender das características ideológicas do autor. percebe-se a existência de poucas alíquotas. essencial para que não sejam comprometidos os resultados da pesquisa. Por exemplo. amparando-se no que já foi exaustivamente discutido alhures. quando da elaboração do presente plano de dissertação. E mesmo a discussão já surgida. inicialmente. a norma geral antielisiva apresenta-se como um momento de concretização do princípio constitucional da isonomia. os que ganham menos e os assalariados se sujeitam mais fortemente às suas alíquotas. no Imposto de Renda.5 O Sistema Tributário Nacional. importará em uma melhor distribuição do ônus tributário entre os membros da sociedade. sabe-se. Não bastasse o fato de a tributação indireta. antes. ou a de que ela não o é. os extratos mais ricos da sociedade. Ademais.

nos moldes da existente no parágrafo único do artigo 116 do CTN . pelo contrário. de um modo geral e. em nosso ordenamento jurídico.1 Geral a) Averiguar se o nosso ordenamento jurídico permite a existência de norma geral antielisiva. salientado o emprego da norma geral antielisiva por parte da administração tributária. c) Discorrer sobre os princípios constitucionais aplicáveis à norma geral antielisiva. de justiça social. e do ato ilícito com o mesmo fim.sem ofensa ao mesmo? 4 OBJETIVOS 4. se esquivavam de contribuir com a mesma parcela dos que não dispõem deste tipo de força. averiguando se a mesma acarreta eventual ofensa a algum deles ou se. 3 PROBLEMA Considerando o princípio da legalidade. nos moldes daquela existente no parágrafo único do artigo 116 do CTN.6 econômico. 4.2 Específicos a) Analisar a nomenclatura utilizada pela doutrina para caracterização do ato lícito do contribuinte que redunda na diminuição ou inexistência de tributação. de uma norma geral antielisiva . capacidade contributiva/isonomia. fiscal e tributária. serve ao atingimento de uma tributação mais justa e igualitária. . sobretudo os princípios da legalidade/tipicidade. e) Enumerar formas de atingir a justiça fiscal. b) Verificar como a elisão tributária é tratada no direito comparado. d) Delimitar os conceitos de justiça. especificamente. é possível a existência. avaliando até que ponto ela se mostra como instrumento de justiça tributária e fiscal.

se a mesma deverá se limitar a estabelecer os procedimentos a serem seguidos pela administração tributária ou se poderá estabelecer novas hipóteses de incidência da norma. l) Averiguar. se esta se mostrar essencial à aplicação do instituto. m) Sistematizar o critério temporal de aplicação da norma geral antielisiva à vista da edição do p. ou acarretaria ofensa ao princípio da isonomia. a par daquela já elencada na própria lei complementar. com a edição da norma geral antielisiva.7 f) Enfatizar que é direito do cidadão minimizar o impacto tributário. aplicar a analogia. distribuindo renda entre os membros da sociedade que dela necessita. dissimulação. quando da desconsideração dos atos ou negócios realizados. fraude à lei. estabelecendo as situações as quais seriam válidas a sua aplicação. estabelecer o limite ético dessa atuação. do artigo 116 do CTN e da edição da lei ordinária. g) Investigar até que ponto pode o Estado limitar essa atuação do cidadão. Pouco adianta haver Justiça sob o prisma orçamentário. resta proibida a prática do chamado “planejamento tributário”. i) Estabelecer se. j) Examinar os conceitos de negócio jurídico indireto. se simplesmente através da desconsideração dos atos ou negócios jurídicos. abuso de formas e abuso de direito. para a tributação desses atos ou negócios simulados. ou através da sua desconstituição. tendente à minimização da tributação. necessárias à análise da abrangência da norma geral antielisiva. k) Constatar se a norma geral antielisiva é auto aplicável ou se há necessidade de edição da lei ordinária a que alude a regra para que possa surtir efeitos. impedindo-a e aplicando-lhe sanções por tal. a utilização da norma geral antielisiva por parte da administração. h) Detectar se o dito planejamento tributário é aceitável em nosso ordenamento jurídico. . na prática. 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Já acentuamos o caráter iníquo do nosso sistema tributário. n) Julgar como se dará. o) Explicitar se a administração tributária poderá.u. caso se constate a necessidade de existência da lei ordinária em questão.

tendo surgido grande debate acerca da constitucionalidade da referida norma.. conseqüentemente. Ricardo Lobo. p. sendo a justiça que se atualiza por intermédio do fisco e tem a sua problemática indissoluvelmente ligada a das instituições políticas e a da Constituição”. Apud AGUIAR. construiu-se o conceito de justiça fiscal. Acesso em: nov. em 2002. . evitando injustiça fiscal. Para este autor. Justiça Distributiva: social. tendo cada um desenvolvido seus próprios conceitos de elisão e estabelecido as hipóteses em que as normas antielisivas são aplicáveis. a norma geral antielisiva importaria em um amesquinhamento do princípio da legalidade. Mais recentemente. Fora aumentado. v. pois acreditava-se que sua concretização se daria inevitavelmente. como decorrência do próprio desenvolvimento econômico. “(.101-102.) a justiça fiscal é uma das possibilidades mais concretas da justiça política. esse mesmo conceito evoluiu para o que se denominou justiça política.ufsc. O Princípio da Capacidade Contributiva como Instrumento para Realização da Justiça Tributária. que trazia. política e fiscal. pois aqueles que dispõem de uma maior capacidade econômica conseguem “escapar” da tributação. uma das formas de atingirmos a justiça fiscal é através da aplicação das regras antielisivas. Na ocasião. Segundo Ricardo Lobo Torres. a partir do século XIX.. Conforme já mencionado. Luciana Cardoso de. A chamada justiça distributiva. São Paulo./2008. Estará a administração tributária concretizando o princípio constitucional da capacidade contributiva e impedindo que haja desoneração tributária por parte de quem deveria contribuir e. em seu bojo. Hodiernamente. acendeu grande debate na doutrina nacional. 5. foi concebida como sendo “a cada qual segundo seus méritos”2 evoluiu para o conceito de justiça social.3 Indubitavelmente. que. n.buscalegis. out-dez.27 passim. Revista de Direito Tributário. daquele ano. impregnada de utopia. Trata-se de iniciativa já tomada por praticamente todos os países desenvolvidos. diversos autores se propuseram a analisar o tema. 1994.br/arquivos/O%20princípio%20da%20capacidade%20contributiva. TORRES. como uma das facetas mais importantes da justiça política. sobremaneira. p. a partir das obras de Tipke e Buchanan. Chaïm. privilegiando o princípio da capacidade 2 3 PERELMAN. pela edição da Medida Provisória 66. em Aristóteles. a adição do parágrafo único ao artigo 116 do Código Tributário Nacional.pdf >. que foi questionada por autores do porte de Hugo de Brito Machado. através da elisão fiscal.8 se essa renda decorre. das camadas médias da sociedade. Disponível em: <http://www. normas procedimentais para sua aplicação. jurisdicizando o que se convencionou chamar de norma geral antielisiva. 70. redistribuindo rendas retiradas das camadas mais altas da sociedade entre os seus membros mais necessitados. Dissertação de Mestrado. a ser implementada pela atuação do Estado.

poder-seia questionar se tal comportamento seria aceitável juridicamente. parágrafo único do CTN): Constitucionalidade e Outros Aspectos Relevantes. afirmando-se que o intérprete estaria recorrendo a uma regra meramente moral.9 contributiva e da isonomia. Acesso em: dez. dando uma aparência externa ao fato que não condiz com a sua repercussão econômica. A Norma Antielisão e Outras Alterações do CTN. e não da administração tributária. Acesso em: dez.”6 Mais ainda.jus. em seu dia a dia./2008. Norma Geral Antielisiva (art. de que caberia unicamente ao legislador efetivar o princípio da capacidade contributiva.pdf>. Quanto à última afirmação de Hugo de Brito Machado. Procura. numa primeira aproximação. a preponderância da substância sobre a forma. Aldemário Araújo. pela boa-fé ou pelos bons costumes. . também tem o dever 4 MACHADO. Por essa razão. como sendo o exercício de um direito. 5 Ibidem.aldemario.br/nga. Hugo de Brito. explicitar ou dar visibilidade à verdadeira substância dos atos praticados. “o uso da norma antielisiva pretende trazer à tona. para a realização da pesquisa. A partir da entrada em vigor do novo Código Civil de 2002. “a realização do princípio da capacidade contributiva e da isonomia constitui tarefa do legislador. Disponível em: <http://www. o Poder Executivo. aí. com o precípuo intuito de diminuir a carga tributária.4 Ainda para este autor. A se verificar se essa hipótese resistirá a um aprofundamento dos estudos. que foi definido pelo artigo 187. o nosso ordenamento jurídico ganhou conceito legal para o abuso de direito. devemos concordar com os autores que defendem a impossibilidade de a administração tributária vir a tributar situação fática que não esteja contemplada na regra matriz de incidência do tributo. da essência sobre a aparência.asp?id=2558>. que exceda manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social. pois entendemos que o referido princípio também se realiza com a atuação da administração tributária. Nas palavras de Aldemário Araújo Castro. 6 CASTRO. estar-se-ia ofendendo o princípio da legalidade.5 Quanto à primeira afirmação. que a atitude do contribuinte não possa ser enquadrada como ilícita. já antes do surgimento de uma norma geral antielisiva. entendemos. realmente.br/doutrina/texto.adv. O aplicador da lei. que a administração tributária poderia.com. p. ousamos discordar do mestre. A norma antielisiva. 116. Não se pode mais criticar a utilização desse instituto. incidiria sobre eventual tentativa de o contribuinte camuflar a ocorrência do fato gerador. pois. no caso. inequivocadamente./2008. o que não poderia ocorrer. desconsiderar negócios ou atos jurídicos efetivados com abuso de direito. pelo contrário.8. Disponível em: <http://www1.

Partir de considerações gerais para questões mais específicas é o nosso intuito nesse momento. enfim. o que há de mais atualizado em metodologia.119. o dedutivo é o que se faz de mais pertinente até o momento. no seu atuar. A par de uma possível inconstitucionalidade. Antônio Carlos Gil. César A Guimarães. São Paulo: Dialética. Aqui. . que seria espécie ilícita do gênero évasion fiscale. discute-se também a eficácia da norma geral antielisiva. em certos países. p. a partir do momento em que considerarmos a hierarquia jurídica na elaboração de nossas conclusões. contudo. na modalidade habilité fiscale.10 constitucional de. a natureza da vertente metodológica terá uma abordagem qualitativa. Neste tópico. 2001. toda ocasião que se depara com a mesma. de se ressaltar que. Isso porque será privilegiado o lado social do corpus. aplicar o princípio da capacidade contributiva concretamente na sua atuação. faremos uso do método sistemático. Elisão Tributária e Função Adminstrativa. Vale ressaltar que as obras exploradas para a confecção desta seção foram as de Marconi e Lakatos. A administração tributária. mais uma vez. nos moldes em que se encontra redigida no CTN. David apud PEREIRA. dentre eles a França. Olga Oliveira.7 6 METODOLOGIA Para que a presente pesquisa se consolide e possa vir a contribuir com o ordenamento jurídico brasileiro. através de reflexões em cima das fontes utilizadas. a depender de normatização dos procedimentos. importante se faz descrever a metodologia que será utilizada no trabalho que se pretende aqui desenvolver. através da edição da lei ordinária a que ela mesma alude em seu texto. (COLOCAR DEFINIÇÃO DO MÉTODO EM TODOS OS TÓPICOS COM A REFERÊNCIA DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES) Sobre o método de abordagem. não existe um consenso na doutrina. não há legislação a respeito da elisão tributária. Sobre o método jurídico de interpretação. Além 7 CYRILLE. Assim. dentro de um processo de análise constante. desconsidera o ato ou negócio jurídico. apesar de a maior parte dos autores defenderem que a regra não é auto aplicável.

São Paulo: Abril Cultural.) Planejamento Tributário & a Norma Geral antielisão. especificamente. Luciano. No capítulo segundo. enfocando os aspectos procedimentais. 14. a fim de uma busca das mais variadas informações a respeito do corpus aqui envolvido. ARISTÓTELES. adentrando as várias anomalias ali presentes e finalizando com a análise das normas antielisivas no direito comparado. Dissertação de Mestrado. Quanto à classificação da pesquisa com relação ao objetivo geral e procedimento técnico. São Paulo: Atlas. 2008. Gilberto Luiz do (Coord. Hipótese de Incidência Tributária. 2 v. 1983. Rosa. Isso porque serão realizadas considerações teóricas a respeito da temática aqui trabalhada./2008. 2002. leituras críticas. teremos uma pesquisa exploratória e bibliográfica. AMARO. Geraldo. Direito Tributário Brasileiro. Acesso em: nov. Tradução de Leonel Vallandro a partir da versão inglesa de W. ainda. Em meio ao exposto. O Princípio da Capacidade Contributiva como Instrumento para Realização da Justiça Tributária.br/arquivos/O%20princípio%20da%20capacidade %20contributiva.ufsc. de Justiça Fiscal e Tributária. ed. iniciando pela questão conceitual. . no terceiro capítulo. teremos estudos de compilação. averiguaremos a (in)constitucionalidade da norma geral antielisiva nacional. interpretativas. Além disso. analíticas e sistemáticas serão utilizadas a todo o momento. AZEVEDO. AMARAL. 1973. Luciana Cardoso de. uma técnica da documentação indireta. Ética e Nicômaco. D. REFERÊNCIAS AGUIAR. enfocando os princípios constitucionais tributários a elas relacionadas. visto não haver contato direto com o objeto de estudo. abordaremos o fenômeno da elisão tributária.buscalegis. Isso gerará. relativamente à necessidade ou não de edição de lei ordinária. Porto Alegre: Fabris. esperamos que essa disposição metodológica facilite a organização de nossa dissertação da seguinte maneira: no capítulo primeiro. analisaremos o conceito de Justiça.pdf>. fichamento e levantamento do material utilizado. Disponível em: <http://www.11 disso. de um modo geral e. Ao final. 2003. além de verificar como ela deverá ser aplicada na prática pela Administração tributária. Curitiba: Juruá. São Paulo: Saraiva. Justiça Distributiva à Aplicação do Direito. ATALIBA. Plauto Faraco de.

1977. Curso de Direito Constitucional. 1999. DÓRIA. 3. São Paulo: Malheiros. LEONETTI./2008. PEREIRA. São Paulo. Ronald. São Paulo: Lejus. 1998 . São Paulo: Martins Fontes. ed. 2003. 4. Acesso em: dez. CANOTILHO. São Paulo: Lejus. ed. 2001. Curso de Direito Constitucional Tributário. André Luiz Carvalho. Levando os Direitos a Sério. Carlos Araújo.) Tributação & Antielisão. Norma Geral Antielisiva (art. James. O Imposto de Renda como Instrumento de Justiça Social no Brasil. São Paulo: Bushatsky. ______. ______. 1993.pdf>. . BECKER. ed.br/nga. Sacha Calmon Navarro. Direito Constitucional. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris Editor. Aliomar. A Força Normativa da Constituição. Malheiros. ESTRELLA. Carnaval Tributário. 116. BONAVIDES. nº 69. Paulo. 1988. Rio de Janeiro: Forense. 2005. out. 2001. 1991. 9. São Paulo. Revista de Direito Tributário. jul/set 1985.12 BALEEIRO. ed. ed. A Norma Antielisão e seus Efeitos – artigo 116. ed.. normas e valores jurídicos tributários. Curso de Direito Tributário. CARRAZZA. Princípios Retores da Tributação: legalidade e tipicidade. Paulo de Barros. DWORKIN. 1997. 2002. Teoria Geral do Direito Tributário. São Paulo. 20. (coord. Revista de Direito Tributário. COELHO. 16. Hans. Tradução de João Baptista Machado. KELSEN.aldemario. Antônio Roberto Sampaio. Roque Antônio. nº 792. Disponível em: <http://www. Elisão Tributária e Função Administrativa. 1996. CARVALHO. Elisão e Evasão Fiscal. Curitiba: Juruá. parágrafo único do Código Tributário Nacional. ed. Coimbra: Almedina. HESSE. 2002. César A Guimarães. parágrafo único do CTN): Constitucionalidade e Outros Aspectos Relevantes.adv. Direito Tributário Brasileiro. O Problema da Justiça. São Paulo: Dialética. nº 33. ed. Enunciados. MARINS. Konrad. 3. São Paulo: Martins Fontes. 6. 2. Revista dos Tribunais. José Joaquim G. Aldemário Araújo. São Paulo: Saraiva. 1998. 2008. Barueri: Manole. Alfredo Augusto. CASTRO.

70. n. São Paulo: Malheiros. São Paulo. Princípios Comuns de Direito Constitucional Tributário. Ética e Direito. . Klaus. política e fiscal. TORRES.ed. 1980. 1996. Alberto. São Paulo: Martins Fortes. 2002. 2000. out-dez. 5. Ricardo Lobo. YAMASHITA. RAWLS. Os Princípios da Legalidade e da Tipicidade da Tributação. São Paulo: Malheiros. 1978. Uma Teoria da Justiça. Pereira.ed. v. Jonh. São Paulo: 1999.ed. 2. UCKMAR. José Afonso da. Chaïm. Justiça Fiscal e Capacidade Contributiva. 1999. p. SILVA. 3.27-39. Brasília: EUB. ______. Normas de Interpretação e Integração do Direito Tributário. Douglas.13 PERELMAN. Victor. Justiça Distributiva: social. Revista de Direito Tributário. Rio de Janeiro: Renovar. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Revista dos Tribunais. XAVIER. 16. Tradução de Maria Ermantina Galvão G. 1994. TIPKE.

14 7 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES (2010) Elaboração Elaboração do 1º do 2º Capítulo Capítulo Elaboração do 3º Capítulo Correções de Língua Impressão Portuguesa Atividade Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Leitura da Bibliografia Revisão do texto Entrega da Monografia Defesa X X X X X X X X X X X X X X X X X X X .

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