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AUG.´. RESP.´. GR.´. BENF.´. LOJ.´. SIMB.´.

“22 DE AGOSTO” Nº 1819


Federada ao G.´.O.´.B.´. – Jurisdicionada ao G.´.O.´.B.´. - E.´.S.´. -
Fundada em 22/AGO/1971 – R.´.E.´.A.´.A.´.
ORIENTE DE COLATINA-ES

- REGIMENTO INTERNO -

CAPÍTULO I
Da Loja
Art. 1º – A Augusta e Respeitávl Loja Simbólica “22 DE AGOSTO Nº 1.819”,
com sede própria situada à Rua Jonas Sperandio nº 80, em frente à Praça Aires
Francisco Perini, no bairro Moacir Brotas, no Or.´. de Colatina-ES, CEP 29701-635,
foi fundada em 22 de agosto de 1971 no Distrito de Baunilha, município de Colatina-
ES e, transferida para a sede do município em junho de 1993.
§ 1º - Esta Loja é Federada ao GRANDE ORIENTE DO BRASIL – GOB e
Jurisdicionada ao GRANDE ORIENTE DO BRASIL – ESPÍRITO SANTO – GOB-
ES.
§ 2º - Esta Loja Maçônica é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada
a fins culturais, beneficentes, filosóficos, segundo os preceitos da Maçonaria
Universal, e tem como lema principal, o aperfeiçoamento moral, intelectual e social
de toda humanidade, e, cujos fins supremos são a LIBERDADE, a IGUALDADE e a
FRATERNIDADE.
§ 3º - Esta Loja é detentora do título de Grande Benfeitora Estadual da
Ordem, título outorgado pelo Grande Oriente do Brasil – Espírito Santo – GOB-ES
em 22 de agosto de 2006, pelos seus trinta e cinco (35) anos de atividades
maçônicas ininterruptas.
§ 4º - Esta Loja é detentora do título de Benfeitora Federal da Ordem, título
outorgado pelo Grande Oriente do Brasil – GOB em 12 de setembro de 2006,
conforme Ato nº 6343.
§ 5º - Esta Loja é considerada de Utilidade Pública Municipal, conforme Lei nº
08/80, de 26 de maio de 1980, registrada sob o nº 22/80, às fls 62v, do livro 01 na
Câmara Municipal de Colatina.
§ 6º - A Loja adota como seu, o presente Regimento Interno, como
instrumento legal que disciplina e rege o funcionamento dos trabalhos e obreiros em
Loja.
Art. 2º – O Rito adotado pela Loja é o RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO.

CAPÍTULO II
Das Sessões
Art. 3º – As sessões ordinárias serão realizadas às terças-feiras, com início
às 19h30 e término quando possível às 22h, exceto em situações excepcionais, e
quando da realização de Sessões Magnas.
§ 1º - Para que os horários sejam respeitados, aos irmãos que queiram se
manifestar em Loja, será concedido tempo máximo de três (03) minutos, que
poderá ser estendido, caso o Venerável ache relevante.

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§ 2º - Os horários aqui estipulados não serão observados nas Sessões
Magnas e Especiais.
§ 3º - A Diretoria da Loja deverá elaborar um calendário de atividades
maçônicas para cada semestre.
§ 4º - Se por motivo de força maior, algum Ir.´. Aprendiz ou Companheiro
precisar faltar à sessão, deverá comunicar o fato com antecedência ao Ir.´.
Chanceler, para que o mesmo dê ciência à assembleia.
§ 5º - As instruções aos Aprendizes serão ministradas exclusivamente pelo Ir.
´. 2º Vig.´., que deverá orientá-los a participar obrigatoriamente de atividades
filantrópicas, antes de receberem aumento de salário.

CAPÍTULO III
Do processamento da admissão de candidatos
Art. 4º – A Loja cumpre as diretrizes constantes do Regulamento Geral da
Federação.

CAPÍTULO IV
Das finanças da Loja
Art. 5º – As rendas da Loja serão obtidas através das contribuições dos
obreiros, recebimentos de emolumentos, troncos de beneficência e rendas
eventuais.
§ 1º - Os valores da anuidade dos obreiros e do aluguel do salão de eventos
da Loja a terceiros, serão fixados a cada ano pela Tesouraria, e após serem
submetidos ao parecer da Comissão de Finanças, serão apresentados, discutidos e
votados pela assembleia em Sessão de Finanças.
§ 2º - As jóias de iniciação, taxas de regularização e filiação, serão
determinadas pela administração da Loja, acrescidas das taxas devidas ao GOB e
GOB-ES.
Art. 6º – Todas as importâncias arrecadadas pelo Tronco de Beneficência serão
contabilizadas separadamente da receita da Loja, e serão empregadas pelo Ir.´.
Hospitaleiro, para o fim a que se destinam, não podendo, em hipótese alguma, serem
utilizadas para outros objetivos diferentes da beneficência.
Parágrafo único – O Ven.´. Mestre e o Ir.´. Hospitaleiro ficam autorizados a
cobrir despesas de emergência no valor de até 50% (cinqüenta por cento) do salário
mínimo vigente, sem a necessidade de aprovação em assembleia, mas com posterior
comunicação à Loja.

CAPÍTULO V
Do patrimônio
Art. 7º – O patrimônio existente, ou que venha a ser adquirido pela Loja, a ela
pertence, será administrado pela mesma e deverá atender os preceitos do Art 23 da
Constituição do Grande Oriente do Brasil/2007.
Parágrafo único – O patrimônio da Loja jamais será dividido entre seus
membros, ficando também expressamente proibido o empréstimo de qualquer bem
material que o componha.

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CAPÍTULO VI
Da Fraternidade Feminina
Art. 8º – A Loja terá sua Fraternidade Feminina, que será presidida pela esposa
do Venerável, ou na impossibilidade desta assumir, por uma cunhada eleita pelas
demais cunhadas, conforme determinações de seu Estatuto.
Art. 9º – A Fraternidade Feminina estará vinculada à Loja, devendo participar à
Diretoria da mesma, toda ação que vier a desenvolver, mesmo que seja de
repercussão positiva para a Ordem.
Parágrafo único – O calendário de atividades da Fraternidade Feminina deverá
ser elaborado por aquela diretoria em consonância com o calendário da Loja.
Art. 10 – É dever do maçom estimular e incentivar a participação de sua esposa
na Fraternidade Feminina, para o bem da família maçônica, e para que haja o
estreitamento dos laços que nos unem.
Parágrafo único – Caso o irmão esteja de licença ou seja portador de Quite-
Placet, sua esposa ou companheira manterá a qualidade de cunhada, previsto no
estatuto daquela Fraternidade, durante o prazo de sua regularidade maçônica, desde
que convivam sob o mesmo teto.
Art 11 – A Fraternidade Feminina deverá apresentar um relatório semestral de
todas as atividades financeiras exercidas no período.

CAPÍTULO VII
Das festas e eventos
Art. 12 – As festas de iniciações, elevações e exaltações serão organizadas
pelo Mestre de Banquetes, que deverá solicitar o apoio irrestrito da Fraternidade
Feminina e de todos os obreiros da oficina.
§ 1º - Nos eventos acima, todos os irmãos participarão de uma calorosa
recepção aos convidados, devendo providenciar primeiramente, a eles,
acomodação e alimentação, demonstrando assim a fraternidade e a satisfação de
tê-los em nosso meio.
§ 2º - Os eventos sociais, educativos, filantrópicos e outros organizados pela
Loja ou pela Fraternidade Feminina, terão a coordenação de uma comissão ou
irmão designado pela Loja, em paridade com nossas cunhadas, auxiliados por
todos irmãos e suas famílias.

CAPÍTULO VIII
Da utilização do salão de eventos
Art. 13 – Poderá ser utilizado o salão de eventos da Loja pelos irmãos,
desde que previamente agendado junto ao irmão Mestre de Banquetes.
§ 1º - Quando se tratar de evento geral da Loja, todos os irmãos deverão ser
comunicados e convidados antecipadamente, via quadros de avisos disponíveis
na Loja, ou, comunicação em sessão da Loja, não tendo nenhum ônus para
qualquer irmão do quadro.
§ 2º - Quando se tratar de evento particular do irmão, os convites serão de
sua responsabilidade.

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Art. 14 – Para utilização do salão de eventos por irmão do quadro, será
cobrada uma taxa de manutenção equivalente a vinte por cento (20%) do salário
mínimo vigente.
§ 1º - Os materiais, utensílios, e espaços do salão de festas da Loja, bem
como a responsabilidade do locatário serão fixados no contrato de locação.
§ 2º - O irmão do quadro somente poderá utilizar o salão de eventos nas
seguintes datas comemorativas: aniversário do irmão, de sua esposa, de seus
filhos e seus netos; aniversário de seus pais ou dos pais de sua esposa;
aniversário de seu casamento, do casamento de seus filhos ou netos; batizados
de seus filhos e seus netos e, para comemoração de seu próprio casamento, de
seus filhos ou de seus netos.
Art. 15 – Poderá ser utilizado o salão de eventos para velórios dos
seguintes membros da família do irmão: o do próprio irmão, de sua esposa, de
seus filhos, de seus pais, de seus irmãos de sangue, dos pais de sua esposa, de
genros e noras, de netos e bisnetos, de cunhados e cunhadas, de tios e tias, e de
primos e primas.
§ 1º - Nos casos excepcionais em que houver solicitação para utilização do
espaço para velório de outras pessoas não relacionadas no “caput”, o assunto
será decidido pela Administração da Loja.
§ 2º A Loja enviará uma coroa de flores no caso de falecimento de irmão do
quadro, de sua esposa, de seus filhos, de seus pais ou dos pais de sua esposa.
Art.16 – O salão de eventos poderá ser alugado ou cedido a terceiros para
realização de festas, nos termos do contrato de Locação ou Cessão, que fixará o
valor da caução por eventuais danos ao patrimônio da Loja.
§ 1º - O valor será fixado pela Administração, regulado pelo mercado de
aluguel de festas e eventos, e a receita será destinada à composição das
despesas da Loja como segue:
- 15% destinados à Fraternidade Feminina;
- 15% destinados à Hospitalaria da Loja; e,
- 70% destinados à Tesouraria da Loja.
§ 2º - Nos casos excepcionais em que houver solicitação para utilização do
espaço por outras pessoas ou entidades não relacionadas no § 3º do Art 14, o
assunto será apresentado e apreciado em Loja e, decidido pela maioria simples
dos presentes à assembleia.

CAPÍTULO IX
Do processo sucessório
Art. 17 – A eleição de nova Diretoria da Loja sempre obedecerá a datas
prazos e preceitos determinados pela Constituição do GOB, Código Eleitoral
Maçônico e demais normas regulamentares correlatas.

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Art. 18 – A Loja adota o regime de CHAPA ÚNICA nas eleições, sendo
escolhido para CANDIDATO a Venerável Mestre aquele indicado através do
processo múltiplo de consulta prévia, denominado “Tríplice Consulta”.
Parágrafo único – É eticamente esperado que qualquer pretendente ao
cargo de Venerável Mestre que não tenha saído vencedor no pleito em
questão, respeite a decisão prolatada pelo referido processo de consulta.
Art. 19 – A “Tríplice Consulta” é feita em três etapas, em sessões
distintas, estando apto a exercer esse direito de escolha todo Mestre Maçom
do quadro da Loja que estiver em situação regular, conforme a Constituição do
GOB, Código Eleitoral Maçônico e demais normas regulamentares correlatas.
§ 1º - As três etapas fazem parte da “Ordem do Dia” nas sessões em que
acontecerem, sendo o voto SECRETO, e são feitas nas seguintes datas, nos
anos que precedem as eleições da Diretoria da Loja:
a – A primeira etapa, na primeira sessão do mês de outubro;
b – A segunda etapa, na primeira sessão do mês de novembro;
c – A terceira etapa, na terceira sessão do mês de novembro.
§ 2º - A apuração dos votos é feita na mesma sessão em que acontecer a
votação, devendo as cédulas e demais relatórios de totalização, logo após a
contagem, ser colocados em um envelope, que deverá ser lacrado e assinado
pela Junta apuradora, ficando arquivado na Secretaria da Loja.
§ 3º - A banca apuradora é presidida pelo Venerável Mestre em exercício,
assessorado por dois escrutinadores sorteados entre os presentes, sendo
estes obrigatoriamente um Mestre Maçom e um Mestre Instalado.
§ 4º - Com a finalidade de se evitar influências e posterior exposição
negativa e desnecessária acerca da votação, é VEDADA a apresentação do
RESULTADO NUMÉRICO dos votos e da ordem de classificação dos nomes
escolhidos, durante a realização das três etapas, devendo esses dados ser
mantidos em sigilo pelos componentes das respectivas bancas apuradoras.
§ 5º - Toda a documentação produzida durante o processo das prévias,
deverá ficar arquivada na Secretaria da Loja até a 1ª Sessão Ordinária após a
posse da nova Administração, que por ordem do Venerável Mestre e
devidamente acompanhado do irmão Secretário, deverá ser integralmente
incinerada.
§ 6º - É permitido a todo obreiro do quadro que teve direito de ser votado,
no período compreendido entre a 1ª Sessão Ordinária após a realização da 3ª
etapa das prévias, até a 1ª Sessão Ordinária antes da efetiva realização da
eleição, solicitar vistas da referida documentação, mediante requerimento
fundamentado a ser dirigido à Administração da Loja, a quem competirá o seu
deferimento ou não; deferido o pedido, o irmão solicitante, devidamente
acompanhado da banca apuradora, terá acesso à documentação apenas na
parte que lhe interessar, mantendo-se o sigilo.

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Art. 20 – Na primeira etapa da “Tríplice Consulta” cada eleitor indica ATÉ 3
(três) nomes na cédula de votação, em regime de livre escolha, sendo
selecionados os 5 (cinco) mais votados, com critérios de desempate idênticos aos
das eleições normais, determinados pela Constituição do GOB, Código Eleitoral
Maçônico e demais normas regulamentares correlatas.
§ 1º - É considerado candidato, nesta primeira etapa, todo Mestre Maçom
regular do quadro da Loja que preencha os requisitos exigidos em lei, sendo
vedado, em Loja ou fora dela, e estando sujeito a penalidades disciplinares:
a – excluir-se como candidato antecipadamente, principalmente em favor de outro
Irmão;
b – manifestar-se a favor ou contra qualquer candidatura.
§ 2º - Está excluído do resultado dessa primeira etapa todo Irmão que tiver
qualquer impedimento legal para ser empossado no cargo de Venerável Mestre
na respectiva data de posse, e todo aquele que, expressar sua desistência ao
pleito, em loja, no momento imediatamente após a divulgação do resultado da
votação;
§ 3º - O(s) Irmão(s) excluído(s) deve(m) ser substituído(s) conforme a
classificação geral nesta etapa;
§ 4º - Tem direito a voto em todas as etapas do processo de prévias, além
do que prevê o caput do Artigo 19 deste Regimento, todo obreiro regular da
oficina.
Art. 21 – Na segunda etapa da “Tríplice Consulta” cada eleitor escolhe uma
das opções na cédula de votação personalizada que contém apenas os nomes
dos 5 (cinco) escolhidos na primeira etapa, apresentados em ordem alfabética,
sendo, então, selecionados os 2 (dois) mais votados, adotados os mesmos
critérios de desempate aplicados ao resultado da primeira etapa.
Art. 22 – Na terceira e última etapa da “Tríplice Consulta” cada eleitor
escolhe uma opção na cédula de votação personalizada que contem apenas os
nomes dos 2 (dois) escolhidos na segunda etapa, apresentados em ordem
alfabética, sendo proclamado como candidato a Venerável Mestre o mais votado,
adotados os mesmos critérios de desempate das etapas anteriores;
Parágrafo único – O Irmão escolhido tem total liberdade para selecionar os
nomes dos Irmãos que comporão sua chapa, não restando qualquer vínculo ou
obrigação em relação aos nomes escolhidos nas etapas anteriores.
Art. 23 – À “Tríplice Consulta” somente caberá recurso formal, sendo
incontestável seu resultado no mérito.”

CAPITULO X
Das isenções
Art. 24 – É facultado a obreiro regular desta Loja, em pleno gozo de seus
direitos, requerer isenção de frequência pelo período de doze (12) meses, nos
termos seguintes:

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I - Em caso de tratamento de saúde próprio ou de pessoa da família ou
ainda de dependente legal (ex. pessoa de quem tenha a Guarda, Tutela ou
Curatela), mediante apresentação de atestado ou laudo médico, que comprove a
real necessidade do afastamento;
II - Em caso de mudança de domicílio;
III - Em caso de incompatibilidade de horários, em virtude de trabalho,
mediante comprovação documental; e,
IV - Em caso de obreiros residentes na zona rural do município, que tenham
mais de sessenta (60) anos de idade e mais de dez (10) anos de atividade
maçônica.
V - Não terão direito aos benefícios previstos nos incisos II, III e IV, obreiros
residentes no oriente da Loja.
§ 1º - Nos casos de que trata o inciso I deste artigo, a isenção deverá ser
renovada, após o prazo solicitado;
§ 2º - Nos casos estabelecidos nos incisos II, III e IV deste artigo, o irmão
deverá comparecer obrigatoriamente a pelo menos dez (10) sessões por ano em
Lojas do Grande Oriente do Brasil, e comparecer em nossa Loja uma (01) vez a
cada cento e vinte (120) dias;
§ 3º - Em qualquer dos casos aqui previstos, concedida a isenção, fica o
beneficiário obrigado a comunicar à Loja, de imediato, a cessação ou mudança
nas condições que motivaram a aprovação do benefício. A não observância deste
dispositivo configurará falta disciplinar, acarretando instauração do procedimento
administrativo cabível.
Art. 25 – É facultado ao requerente, a qualquer tempo antes da votação
plenária do seu requerimento, expor oralmente em Loja, suas razões.
Art. 26 – É lícito a obreiro regular desta Loja, pleitear junto à assembleia,
sua isenção das contribuições pecuniárias de competência da Loja, da seguinte
forma:
I-O irmão enviará requerimento endereçado à Administração da Loja,
devendo informar:
a) A real necessidade da isenção;
b) Se esta deverá ser total ou parcial e qual sua duração.
II-A Administração da Loja, após apreciar as razões do requerente e antes
da votação plenária, encaminhará o pedido à Comissão de Finanças para análise
e emissão do parecer.
Parágrafo único – O requerente deverá no dia da votação plenária de seu
pedido, expor oralmente em Loja, suas razões.

CAPÍTULO XI
Das disposições gerais
Art. 27 – O Venerável só deverá acatar denúncias, seja de irmãos, cunhadas
ou de profanos, por escrito e devidamente assinadas, recebidas através do Saco de

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Propostas e Informações ou via correios, as quais serão apreciadas dentro do
respectivo grau.
Art. 28 – O Presente Regimento Interno somente poderá ser ampliado,
alterado ou reformado, por proposta da Diretoria ou de 1/3 dos obreiros do quadro.
Parágrafo único - As alterações sugeridas serão apreciadas e votadas em
sessão convocada para tal finalidade, sendo aprovada por 2/3 dos IIr.´. presentes.
Art. 29 – Todos os membros ativos e regulares de nossa oficina, estão
obrigados ao cumprimento na íntegra de todos os dispositivos constantes deste
Regimento Interno.
Art. 30 – Os casos omissos neste Regimento Interno, serão resolvidos com
embasamento na Constituição do GOB, Regulamento Geral da Federação, por
decisão da maioria da assembleia, por analogia, costumes e princípios gerais do
Direito Maçônico em consonância com a Constituição da República Federativa do
Brasil.
Art. 31 – O prazo para apresentação de novas alterações ao Regimento
Interno será de quatro (04) anos, ou em situações excepcionais que assim exigirem.
Art. 32 – Este Regimento Interno entra em vigor na data de sua aprovação
pela maioria da assembleia, revogando-se as disposições em contrário.

Após alterações sugeridas, foi lido, discutido, votado e aprovado na Sessão


Extraordinária realizada em 15 de dezembro de 2009, conforme Ata nº 1424

Original registrado no Cartório do 1º Ofício de Colatina-ES sob nº 563 do Livro A-I.


Dignidades:
DIRETORIA
Venerável Mestre: IZECHIEL POTON
1º Vigilante: JOSÉ MARIA LINS RIBEIRO DA COSTA
2º Vigilante: MÁRCIO NASCIMENTO RODRIGUES
Orador: RENATO TREVIZANI
Secretário: ROGÉRIO FRANCISCO DE OLIVEIRA
Tesoureiro: EDUARDO VENTURINI BREDA
Chanceler: JONACYR ELIAS CELESTINO

COMISSÃO DE REDAÇÃO DO ORIGINAL EM 2004


Gésio Flores Barbosa – PRESIDENTE
Alonso Paes dos Santos.
Itamar Fontes
João Alcides Oliveira Almeida
José Estêvão Zanotte

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