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Ativo Imobilizado - manual

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Ativo Imobilizado

SUMÁRIO 1. 2. 3. 4. Considerações Iniciais Alcance Definições Reconhecimento

4.1. Custos iniciais 4.2. Custos subsequentes 5. Mensuração do Reconhecimento 5.1. Elementos do custo 5.2. Mensuração do custo 6. Mensuração após o Reconhecimento 6.1. Método do custo 6.2. Método da reavaliação 6.3. Depreciação 6.4. Redução ao valor recuperável de ativos 6.5. Indenização de perda por desvalorização 7. 8. 9. Baixa Divulgação Disposição Transitória

1.

Considerações Iniciais

A Comissão de Valores Mobiliários, por meio da Deliberação CVM nº 583, de 31/07/2009, publicada no Diário Oficial da União de 03/08/2009, aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 27 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de Ativo Imobilizado. Por intermédio da Resolução CFC nº 1.177, de 24/07/2009, publicada no Diário Oficial da União de 04/08/2009, foi aprovada a NBC T 19.1, que trata de Ativo Imobilizado. Referida norma revogou na data de 04/08/2009 a Resolução CFC nº 1.004/04, e na data de 01/01/2009 as Resoluções CFC nºs 1.025/05 e 1.027/05. A finalidade das normas supramencionadas é estabelecer o tratamento contábil aplicável aos ativos imobilizados de maneira que os usuários das demonstrações contábeis consigam distinguir as informações e mutações ocorridas nos investimentos feitos pelas entidades em seus ativos imobilizados. Para a apropriação contábil do ativo imobilizado, alguns pontos merecem maior destaque, tais como: o seu reconhecimento, a determinação de seus valores contábeis e aqueles relativos à depreciação e perdas por desvalorização. As disposições constantes no Pronunciamento Técnico CPC 27 e na NBC T 19.1 aplicamse obrigatoriamente às sociedades anônimas de capital aberto a partir dos exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010 e às demonstrações financeiras de 2009 a serem divulgadas em conjunto com as demonstrações de 2010 para fins de comparação. 2. Alcance

As disposições constantes no Pronunciamento Técnico CPC 27 e na NBC T 19.1 aplicamse à contabilização de ativos imobilizados, salvo quando previsto em outras normas tratamento contábil distinto.

trazemos os significados de alguns termos usados na redação do Pronunciamento Técnico CPC 27 e da NBC T 19. casoo ativo já tivesse a idade e a condição esperadas para o fim de sua vida útil. com ausência de fatores que pres-sionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória. O ativo imobilizado também se refere aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. Valor residual de um ativo: é o valor estimado que a entidade obteria com a alienação do ativo após deduzidas as despesas estimadas dessa venda. 3. c) reconhecimento e mensuração de ativos de exploração e avaliação de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 34 . Contudo.O tratamento contábil abordado no presente estudo não se aplica a: a) ativos imobilizados classificados de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 31 . dentre outros. Vida útil é: . Depreciação: é a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil. ou para fins administrativos. b) ativos biológicos relacionados com a atividade agrícola cuja tratativa encontra -se prevista no Pronunciamento Técnico CPC 29 . ou ainda.1.Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada. Perda: por redução ao valor recuperável é o valor pelo qual o valor contábil de um ativo ou de uma unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável. Valor recuperável: é o maior valor entre o valor justo diminuídos os custos de venda de um ativo e seu valor em uso. Alguns ativos imobilizados poderão ser reconhecidos contabilmente com base em Pronunciamentos Técnicos CPC ou NBC Ts que não sejam aquelas abordadas nesse estudo. Ativo imobilizado: é o item tangível que: a) é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços. menos o seu valor residual. e b) se espera utilizar por mais de um período. que determina que o reconhecimento de item do ativo imobilizado arrendado seja avaliado com base na transferência dos riscos e benefícios. a depreciação desses ativos.Exploração e Avaliação de Recurso Mineral. para aluguel a outros.1: Valor contábil: corresponde ao valor de reconhecimento do ativo diminuído da depreciação e da perda por redução ao valor recuperável acumuladas. continua sendo prescrita pelo Pronunciamento Técnico CPC 27 e pela NBC T 19. Custo: é o montante de caixa ou equivalente de caixa pago ou o valor justo de qualquer outro recurso dado para adquirir um ativo na data da sua aquisição ou construção. ou d) direitos sobre jazidas e reservas minerais tais como: petróleo. ou b) incorrer para a liquidação de um passivo. Valor específico: para a entidade (valor em uso) é o valor presente dos fluxos de caixa que a entidade espera: a) obter com o uso contínuo de um ativo e com a alienação ao final da sua vida útil. as disposições constantes no Pronunciamento Técnico CPC 27 e na NBC T 19. os riscos e o controle desses bens. Valor depreciável: é o custo de um ativo ou outro valor que substitua o custo. carvão mineral. Todavia. o valor atribuído ao ativo quando inicialmente reconhecido de acordo com as disposições específicas de outros Pronunciamentos. dolomita e recursos não renováveis semelhantes. inclusive os decorrentes de operações que transfiram a ela os benefícios. se for o caso. Definições A seguir. gás natural. Valor justo: é o valor pelo qual um ativo pode ser negociado entre partes interessadas.Ativo Biológico e Produto Agrícola. conhecedoras do negócio e independentes entre si.1 aplicam-se aos ativos imobilizados utilizados no desenvolvimento ou na manutenção dos ativos mencionados nos itens "b" e "d" descritos anteriormente. Um exemplo é o ilustrado pelo Pronunciamento Técnico CPC 06.

Isso porque. Todavia. e b) a mensuração do custo do item seja feita com confiança. manutenção ou substituição de algumas de suas partes.1 não é especificado o que constitui um item do ativo imobilizado. Mensuração do reconhecimento . de acordo com a assertiva supramencionada. referida aquisição faz-se necessária na obtenção pela entidade de benefícios econômicos futuros relacionados a outros ativos. O valor contábil das peças substituídas será baixado de acordo com o tópico 7 do presente estudo. que compreendem os custos de mão de obra. Algumas partes de itens do ativo imobilizado exigem substituição em períodos regulares. 4. se: o período de tempo durante o qual a entidade espera utilizar o ativo. sem aquelas instalações.Redução ao Valor Recuperável de Ativos. no momento em que eles incorrem. Referidos custos são reconhecidos em conta de resultado quando incorridos. ou quando utilizados conjuntamente com itens do ativo imobilizado. Os itens do ativo imobilizado capazes de serem qualificados para o reconhecimento como ativo decorrem da possibilidade de a entidade obter benefícios econômicos futuros dos ativos a que estão relacionados em montante superior aos benefícios gerados caso não tivessem sido adquiridos aqueles mesmos itens. 4. Referidos custos compreendem os custos inicialmente incorridos na aquisição ou construção de um item do ativo imobilizado e os custos incorridos em momento posterior e destinados à sua renovação. a indústria não se encontra capacitada para fabricar e vender seus produtos químicos. de produtos consumíveis e de pequenas peças. O valor contábil remanescente do custo da inspeção anterior (distinta das peças físicas) deverá ser baixado. Custos subsequentes No reconhecimento do valor contábil de um item do ativo imobilizado não são considerados os custos de sua manutenção periódica. o custo da peça reposta será computado no referido valor contábil como incorrido quando preenchidos os critérios de reconhecimento.1. Dessa forma. desde que o seu uso estimado pela entidade compreenda mais de um período. 5.a) b) 4. No Pronunciamento Técnico CPC 27 e na NBC T 19. compete à entidade exercer seu julgamento na aplicação dos critérios de reconhecimento às suas circunstân-cias específicas. Também são reconhecidos como ativo imobilizado as peças de reposição. ferramentas e equipamentos de uso interno. desde que atendidos os critérios de reconhecimento. Reconhecimento O reconhecimento como ativo do custo de um item do ativo imobilizado dar-se-á apenas benefícios econômicos estimados e relacionados àquele item possam ser revertidos para a entidade. De acordo com o princípio de reconhecimento do valor contábil de um item do ativo imobilizado abordado no tópico 4 do presente estudo.2. Como exemplo. Embora não acarrete o aumento direto dos benefícios econômicos futuros de item específico do ativo imobilizado. O custo de inspeções realizadas regularmente em itens do ativo imobilizado a fim de que sejam afastadas falhas capazes de comprometer a sua operacionalidade deverá ser reconhecido no valor contábil do item do ativo imobilizado como se a substituição de uma parte tivesse sido feita. podemos considerar o reconhecimento como ativo imobilizado das instalações de novos processos químicos de manuseamento fe itas por uma indústria química a fim de atender às exigências ambientais para a produção e armazenamento de produtos químicos perigosos. Custos iniciais a) A aquisição de itens do ativo imobilizado ocorre por razões de segurança ou ambientais. o valor contábil resultante desse ativo e dos ativos relacionados deve ter a redução ao valor recuperável revisada de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 . ou o número de unidades de produção ou de unidades semelhantes que a entidade espera obter pela utilização do ativo. A avaliação dos custos de ativos imobilizados é feita.

tais como: a) custos incorridos durante o período em que o ativo capaz de operar nas condições operacionais pretendidas pela administração não é utilizado ou está sendo operado a uma capacidade inferior à sua capacidade total. Não são considerados custos de um item do ativo imobilizado: a) custos de abertura de nova instalação.Estoques será aplicado pela entidade aos custos das obrigações de desmontagem. O Pronunciamento Técnico CPC 16 . c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e ins-talação). Podem ser considerados como custos diretamente atribuíveis: a) custos de benefícios aos empregados decorrentes diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado. depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos. como consequência do uso desse item para produção do estoque durante esse período.A mensuração de um item do ativo imobilizado classificado para reconhecimento como ativo imobilizado é feita por meio de seu custo. tais como os incorridos enquanto a demanda pelos produtos do ativo é estabelecida.1. e c) custos de realocação ou reorganização de parte ou de todas as operações da entidade.Provisão e Passivo e Ativo Contingentes. b) custos incorridos na introdução de novo produto ou serviço (incluindo propaganda e atividades promocionais). 5. após dedução das receitas líquidas prove-nientes da venda de qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (ais como amostras produzidas t quando se testa o equipamento). As obrigações decorrentes de custos contabilizados de acordo com os Pronunciamentos Técnicos CPC 16 e 27 são reconhecidas e mensuradas de ac ordo com o Pronunciamento Técnico CPC 25 . remoção e restauração do local em que o item está localizado. os custos incorridos no uso ou na transferência ou reinstalação de um item não são incluídos no seu valor contábil. computados os impostos de importação e não recuperáveis sobre a compra. . quando incorridos. b) custos diretamente atribuíveis para disponibilização do ativo no local e nas condições necessárias capazes de permitir o funcionamento pretendido pela administração. Dessa forma. e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando corretamente. c) custos inicialmente estimados a título de desmontagem e remoção do item e de restauração do local em que se encontra localizado. A obrigação de cômputo desses custos decorre da aquisição do próprio item ou de seu uso para finalidades distintas da produção de estoque. b) prejuízos operacionais iniciais. Elementos do custo O custo de um item do ativo imobilizado compreende: a) seu preço de aquisição. b) custos de preparação do local. e f) honorários profissionais. As receitas e despesas relacionadas com as operações realizadas em conexão com a construção ou o desenvolvimento de um item do ativo imobilizado tidas como não necessárias para deixá-lo no local e nas condições de funcionamento pretendidas pela entidade deverão ser reconhecidas em conta de resultado nas respectivas classificações de receitas e despesas. d) custos de instalação e montagem. O reconhecimento dos custos no valor contábil de um item do ativo imobilizado é finalizado quando esse item encontra-se no local e em condições operacionais pretendidas pela entidade. e d) custos administrativos e outros custos indiretos. c) custos da transferência das atividades para novo local ou para nova categoria de clientes (incluindo custos de treinamento).

A aquisição de um ativo imobilizado pode ocorrer por meio de permuta por ativo não monetário ou conjunto de ativos monetários e não monetários. Quando o valor justo do ativo recebido e do ativo cedido é mensurado com segurança. salvo se puder ser capitalizado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 20 . seu custo é determinado pelo valor contábil do ativo cedido. ou b) quando a probabilidade de várias estimativas é razoavelmente avaliada e utilizada na mensuração do valor justo. o valor específico da parcela das atividades afetada pela permuta deverá estar refletido nos fluxos de caixa após a sua tributação. 6. salvo se o valor justo desse for mais evidente. O custo de um ativo objeto de permuta é mensurado pelo seu valor justo. Dessa forma. A natureza comercial da operação de permuta deverá ser determinada pela entidade. a diferença entre o preço à vista e o total de pagamentos deverá ser reconhecida como despesa com juros durante o período. A mensuração com segurança do valor justo de um ativo para o qual não existem transações que podem servir de comparação ocorre: a) quando a variabilidade da faixa de estimativas de valor justo razoável não é significativa.2. A operação de permuta tem natureza comercial se: a) a configuração (risco. ou b) o valor específico para a entidade de parcela das suas atividades é afetado pelas mudanças resultantes da permuta.Custos de Empréstimos. 5.Custos de Empréstimos estabelece critérios para o reconhecimento dos juros como componente do valor contábil de um item do ativo imobilizado construído pela própria empresa. qualquer lucro gerado internamente é desconsiderado na determinação dos custos. considerando as modificações geradas nos fluxos de caixa futuros. Quando o item do ativo imobilizado for mantido por arrendatário em operação de arrendamento mercantil financeiro. O custo de ativos idênticos produzidos para venda no curso normal das operações da entidade geralmente corresponde ao custo de ativos construídos para a venda. e c) a diferença em "a" ou "b" for significativa em relação ao valor justo dos ativos permutados. oportunidade e valor) dos fluxos de caixa do ativo recebido difere da configuração dos fluxos de caixa do ativo cedido.Subvenção e Assistência Governamentais. Mensuração do custo O custo de um item do ativo imobilizado corresponde ao preço à vista vigente na data do seu reconhecimento. salvo se: a) a operação de permuta não apresenta natureza comercial. Para fins de determinação da natureza comercial da operação de permuta. A permuta em tela pode ocorrer com ativos de mesma natureza ou de naturezas distintas. o valor justo do ativo cedido é usado para determinar o custo do ativo recebido. A redução por subvenções governamentais do valor contábil de um item do Ativo Imobilizado será procedida de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 07 .Operações de Arrendamento Mercantil. seu custo será determinado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 06 . ou b) a mensuração do valor justo dos ativos recebidos e cedidos não pode ser feita com segurança.O custo de ativo construído pela própria entidade é determinado com base nos princípios aplicáveis à determinação do custo de ativo adquirido. bem como os custos relativos a materiais. Se o ativo adquirido não for mensurável ao valor justo. Mensuração após o Reconhecimento . mão de obra ou de recursos desperdiçados incorridos na construção de um ativo. O ativo adquirido é mensurado dessa forma mesmo que a entidade não consiga dar baixa imediata ao ativo cedido. O Pronunciamento Técnico CPC 20 . Na situação em que o prazo de pagamento for superior aos prazos normais de crédito.

e) aviões. 6. atualizando-se o valor líquido pelo valor reavaliado do ativo. seja igual ao valor reavaliado do ativo. c) máquinas. d) navios. ocasião em que um item do ativo imobilizado é reavaliado.2. 6. Quando o valor justo de um ativo reavaliado difere materialmente do seu valor contábil. Quando a reavaliação é permitida por lei. A determinação do valor justo de terrenos e edifícios é feita com base em evidências do mercado decorrentes de avaliações feitas por profissionais qualificados. f) veículos a motor. o custo de um item do ativo imobilizado corresponderá a um valor. Na impossibilidade de determinação do valor justo com base nas avaliações anteriormente descritas. São exemplos de classes individuais: a) terrenos. exige-se uma nova reavaliação. para que esse valor. A realização da reavaliação deverá ser feita com regularidade a fim de que o valor contábil do ativo não divirja do seu valor justo apurado na data do fechamento do balanço.1 e 6. O valor reavaliado corresponde ao valor justo vigente na data da reavaliação diminuído da depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas subsequentes. tem-se como obrigatória a reavaliação de toda a classe daquele ativo imobilizado. essas quando permitidas por lei. ou b) eliminada contra o valor contábil bruto do ativo.1. a entidade deve optar pelo método de custo ou pelo método de reavaliação tratados. Entende-se por classe de ativo imobilizado o agrupamento de ativos de natureza e uso semelhantes nas operações da entidade. Aos itens do ativo imobilizado sujeitos a mudanças significativas de seu valor justo. a entidade poderá estimá-lo usando uma abordagem de receitas ou de custo de reposição depreciado. depende das mudanças dos valores justos do ativo imobilizado objeto da reavaliação. nos subtópicos 6. Método do custo Procedido ao reconhecimento do ativo. poderá ser apresentado pelo seu valor reavaliado. deverá ser: a) atualizada proporcionalmente à variação no valor contábil bruto do ativo. A depreciação acumulada de um item do ativo imobilizado. após a reavaliação. conforme será explicado mais à frente. respectivamente.2. na data de sua reavaliação. Esse método é frequentemente usado para edifícios. recomenda e considera-se necessária a realização de reavaliação anual. O valor da reavaliação decorrente da atualização ou da eliminação da depreciação acumulada integra o aumento ou diminuição do valor contábil registrado em conta do patrimônio líquido ou em conta de resultado. f . Esse método é frequentemente usado quando o ativo é reavaliado por meio da aplicação de índice para determinar o seu custo de reposição depreciado. A reavaliação dos itens de cada classe do ativo imobilizado ocorre simultaneamente com o intuito de se afastar a reavaliação seletiva de ativos e a divulgação de montantes nas demonstrações contábeis que sejam uma combinação de custos e valores em datas di erentes.Quando a opção pelo método de reavaliação for permitida por lei. após seu reconhecimento como ativo. diminuído da depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas. b) terrenos e edifícios. O valor justo de itens de avaliações e equipamentos geralmente corresponde ao seu valor de mercado determinado nessas avaliações feitas. e h) equipamentos de escritório. A frequência das reavaliações. Método da reavaliação O valor justo e mensurado com confiança de item do ativo imobilizado. como sua política contábil e aplicar essa política a uma classe inteira de ativos imobilizados. quando permitido por lei. g) móveis e utensílios.

até o seu limite. A prática contábil determina que a depreciação do período seja reconhecida contabilmente em conta de resultado. As transferências para lucros acumulados não transitam pelas contas de resultado. Exemplos de depreciação em separado aplicam-se à estrutura e aos motores de uma aeronave. A transferência para lucros acumulados do saldo relativo à reavaliação acumulada do item do ativo imobilizado incluído no patrimônio líquido somente poderá ser efetivada com a realização efetiva da reserva. quando o aumento do valor contábil referir-se à reversão de decréscimo de reavaliação do mesmo ativo anteriormente reconhecido no resultado. e . uma classe de ativos pode se sujeitar à reavaliação rotativa. respectivo aumento deverá ser creditado em conta específica do patrimônio líquido. Na situação em que a reavaliação acarretar aumento do valor contábil do ativo. parcela essa correspondente a componentes de um item que não possuem individualmente relevância. o valor da reserva objeto de transferência corresponde à diferença entre a depreciação calculada com base no valor contábil do ativo e a depreciação que teria sido reconhecida com base no custo histórico do ativo. A depreciação em separado de alguns componentes de um item do ativo imobilizado resulta em depreciação separada da parcela remanescente desse item. bem como à aquisição de ativo imobilizado sujeito a arrendamento mercantil operacional. a parcela correspondente a esse aumento deverá ser reconhecida contabilmente em conta de resultado. Depreciação É obrigatória a depreciação separada dos componentes de um item do ativo imobilizado que apresentem custo relevante em relação ao custo total daquele mesmo item. referidos efeitos deverão ser reconhecidos contabilmente e divulgados em conformidade com as disposições constantes no Pronunciamento Técnico CPC 32 . Na hipótese de serem verificados efeitos do imposto de renda decorrentes da reavaliação do ativo imobilizado. O valor inicialmente reconhecido de um item do ativo imobilizado será alocado aos componentes significativos desse item para ser depreciado separadamente. como elemento integrante do custo desse outro ativo. Exemplos da assertiva supracitada é a inclusão: a) da depreciação de máquinas e equipamentos de produção nos custos de produção de estoque. desde que finalizada em período curto e mantida atualizada.Todavia. a parcela correspondente ao decréscimo de valor deverá ser reconhecida contabilmente em conta de resultado. se a reavaliação resultar em diminuição do valor contábil do ativo.Estoques. Referida realização poderá ocorrer com a baixa ou com a alienação do ativo. em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 16 . Na hipótese de ser apurado saldo de reserva de reavaliação. A entidade pode escolher depreciar separadamente os compo nentes de um item que não tenham custo significativo em relação ao custo total do item. Nessa situação.Tributos sobre o Lucro. a entidade deverá registrar contabilmente a diminuição do ativo a débito de conta do patrimônio líquido em contrapartida a crédito da conta de reserva de reavaliação. na situação em que os benefícios econômicos futuros incorporados ao ativo imobilizado forem aproveitados para a produção de outros ativos. sendo irrelevante que sua propriedade seja da entidade ou obtida por meio de arrendamento mercantil financeiro. a depreciação. Contrariamente. 6. Quando a entidade possui estimativas diferentes para aque componentes. Esses componentes podem ser agrupados no cálculo da despesa de depreciação. pode ser les necessária a aplicação de técnicas ou conhecimentos de aproximação para depreciar a parcela remanescente de modo que sejam mantidos o seu padrão de consumo e/ou vida útil. Todavia. Contudo. A vida útil e o método de depreciação aplicáveis a um componente significativo de um item do ativo imobilizado podem ser os mesmos de outro componente significativo do mesmo item. A transferência supramencionada de parte da reserva também poderá ocorrer durante o período de uso do ativo pela entidade. deverá ser computada no seu valor contábil.3. A despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida em conta de resultado a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo.

sendo definitiva aquela que ocorrer primeiro. O consumo dos benefícios econômicos futuros incorporad os ao ativo ocorre principalmente por meio de seu uso. com enfoque nas regras aplicadas ao ativo intangível. A despesa de depreciação poderá ser igual a zero enquanto não ocorrida a produção decorrente do uso ou funcionalidade do ativo imobilizado. no mínimo. A depreciação de um ativo cessa quando: a) da sua classificação como mantido para venda. em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 04 . A necessidade de se proceder à depreciação de bens do ativo imobilizado não é afastada por sua reparação e manutenção. a depreciação não cessa pela ociosidade apresentada pelo ativo. do Caderno de Contabilidade.3. a mudança deverá ser registrada contabilmente como mudança de estimativa contábil. deverão ser considerados os seguintes fatores: a) uso esperado do ativo. que depende de fatores operacionais tai como o s número de turnos durante os quais o ativo será usado. O reconhecimento contábil da depreciação é feito ainda que o valor justo do ativo seja superior ao seu valor contábil. b) da sua inclusão em um grupo de ativos classificados de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 31 . Dessa forma. Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro. o programa de reparos e manutenção e o cuidado e a manutenção do ativo enquanto estiver ocioso. desde que o valor residual não exceda a esse último. publicamos a matéria "Ativo Não Circulante (3ª parte)". 6. ou c) quando da baixa do ativo. O valor depreciável de um ativo é determinado após a dedução de seu valor residual. Frisa-se que o término do processo de depreciação dar-se-á pela ocorrência de uma das três situações supramencionadas. No caso das expectativas serem diferentes das anteriores.1.Ativo Intangível. ou quando esse é retirado do seu uso normal. o valor residual de um ativo frequentemente não é significativo e por isso imaterial para o cálculo do valor depreciável.Políticas Contábeis. b) desgaste físico normal esperado. Admite-se a possibilidade de aumento do valor residual de um ativo. Nota Cenofisco: No Manual de Procedimentos Cenofisco nº 23/09. A revisão do valor residual e da vida útil de um ativo é feita. Na prática. em local e em condição de operacionalidade na forma estimada pela entidade.b) da depreciação de ativos imobilizados usados para atividades de desenvolvimento no custo de um ativo intangível. pág. Valor depreciável e período de depreciação O valor correspondente à depreciação de um ativo poderá ser apropriado pela entidade no decurso de sua vida útil estimada. c) obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudanças ou melhorias na produção. A despesa de depreciação será zero enquanto o valor residual subsequente for ig ou superior ao seu valor ual contábil. Dessa forma. em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 23 . que é avaliado com base na capacidade ou produção física esperada do ativo. Referidos bene-fícios econômicos poderão ter sua eficácia reduzida diante de fatores como obsolescência técnica ou comercial e desgaste normal do ativo imobilizado. . ao final de cada exercício. O processo de depreciação do ativo é iniciado quando este é disponibilizado para uso. na determinação da vida útil de um ativo imobilizado. salvo quando já estiver totalmente depreciado. ou de mudança na demanda do mercado para o produto ou serviço derivado do ativo. 3.Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada.

Os terrenos.Redução ao Valor Recuperável de Ativos.5. A política de gestão de ativos da entidade pode considerar a alienação de ativos após um período determinado ou após o consumo de uma proporção específica de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. apresentam vida útil ilimitada. 6. a não ser que exista alteração nesse padrão.3. na qual a despesa apurada baseia no uso ou -se produção do ativo estimados. razão pela qual não se sujeitam à depreciação. tais como as datas de término dos contratos de arrendamento mercantil relativos ao ativo. o próprio terreno pode ter vida útil limitada.4. O método escolhido deverá ser aplicado consistentemente entre períodos. remoção e restauração do local é depreciada no decurso dos benefícios econômicos gerados por esses custos incorridos. Desvalorizações ou perdas de itens do ativo imobilizado. serão estabelecidas as diretrizes para revisão do valor contábil dos ativos da entidade e determinação do seu valor recuperável. bem como será definido o momento para reconhecimento ou reversão de perda por redução ao valor recuperável. no mínimo. perda ou abandono deverá ser reconhec ida contabilmente em conta de resultado quando referida indenização for disponibilizada para recebimento. b) método dos saldos decrescentes. Indenização de perda por desvalorização A indenização recebida de terceiros por itens do ativo imobilizado objetos de desvalorização. na qual se apura despesa no decurso de toda a vida útil do ativo. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01. 6. Por isso. a vida útil de um ativo pode ser menor do que a sua vida econômica. A revisão do método de depreciação aplicável a um ativo deverá ser feita. Redução ao valor recuperável de ativos A apuração de eventual parte de valor irrecuperável de um item do ativo imobilizado será realizada em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 01 .limites legais ou semelhantes no uso do ativo. O aumento de valor de um terreno no qual um edifício esteja construído não afeta o valor contábil do edifício. e essa mudança deverá ser registrada contabilmente em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 23 . Os edifícios têm vida útil limitada e. Método de depreciação d) O padrão de consumo pela entidade dos benefícios econômicos futuros é demonstrado por meio do método de depreciação. Os terrenos e edifícios são ativos separáveis cuja contabilização se dá de forma individualizada. sendo depreciado de modo a refletir os benefícios a serem dele retirados. desde que não alterado o seu valor residual. com algumas exceções. na qual se apura despesa decrescente no decurso de toda a vida útil do ativo. A vida útil de um ativo é determinada de acordo com a sua utilidade estimada pela entidade. pagamentos ou reclamações relativas a indenizações de terceiros e qualquer aquisição ou cons trução posterior de ativos de . A parcela contábil do terreno relativa a custos de desmontagem. desde que melhor reflita o padrão de consumo dos benefícios econômicos futuros estimados e incorporados ao ativo. dentre as quais destacamos: a) método da linha reta.2. Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. por isso.Políticas Contábeis. são ativos depreciáveis. Em alguns casos. A estimativa da vida útil do ativo é uma questão de julgamento baseado na experiência da entidade com ativos semelhantes. tais como pedreiras e locais de aterro. O método de depreciação apresenta algumas variações disponibiizadas para uso pela l entidade para determinação do valor depreciável de um ativo no decurso de sua vida útil. 6. Verificada alteração relevante no padrão de consumo dos benefí-cios econômicos futuros estimados pela entidade. ao término de cada exercício social. o método de depreciaçã deverá ser o alterado. ainda que adquiridos em conjunto. c) método de unidades produzidas. Um dos três métodos de depreciação supramencionados poderá ser escolhido pela entidade.

1. .Receitas. ou b) quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros com a sua utilização ou venda. quando houver. Os ganhos ou perdas apurados quando da baix de um item do ativo imobilizado deverão a ser reconhecidos contabilmente em conta de resultado no momento de baixa desse item. c) a indenização de terceiros por itens do ativo imobilizado que tenham sido desvalorizados. independentemente de a parte substituída estar sendo depre-ciada separadamente ou não. A diferença entre o valor nominal da remuneração e s valor presente deverá ser eu reconhecida como receita de juros. Baixa A baixa do valor contábil de um item do ativo imobilizado ocorrerá: a) por ocasião de sua venda. a partir da mudança de estimativa da entidade. adquiridos ou construídos para reposição é determinado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 27 e a NBC T 19. Os ganhos ou perdas decorrentes da baixa de um item do ativo imobilizado serão determinados pela diferença entre o valor líquido da venda. Na hipótese em que o valor contábil da parte substituída não for praticável para a entidade. Os ativos destinados à locação para terceiros e objeto de venda deverão ser transferidos para o estoque por seu valor contábil. o montante recebido deverá ser registrado inicialmente pelo seu valor equivalente à vista. O custo de substituição de parte do item do ativo imobilizado e sujeito ao reconhecimento do valor contábil na forma abordada no tópico 4 do presente estudo deverá ser baixado. Nessa situação. quando cessada sua disponibilização para locação. demonstrando-se o efetivo rendimento da importância a receber. b) arrendamento mercantil financeiro. em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 30. salvo quando o Pronunciamento Técnico CPC 06 determine outro procedimento em operações de venda e leaseback. Os ganhos supramencionados não devem ser classificados contabilmente como receita de venda. dentre outros. b) a baixa de itens do ativo imobilizado obsoletos ou alienados é determinada de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 27 e a NBC T 19. e o valor contábil do item. perdidos ou abandonados é reconhecida em conta de resultado quando a indenização for disponibilizada para recebimento. c) doação.Estoques.substituição são eventos econômicos separados. e d) o custo de itens do ativo imobilizado restaurados. A alienação de um item do ativo imobilizado poderá ocorrer por meio de: a) venda. poderá ser utilizado por essa o custo de substituição como indicador do custo da parcela substituída na época em que foi adquirida ou construída. Para os pagamentos efetuados a prazo. As disposições constantes no Pronunciamento Técnico CPC 06 apenas se aplicam às alienações em operações de venda e leaseback. A parcela a receber pela venda de um item do ativo imobilizado deverá ser reconhecida inicialmente pelo seu valor justo. como estoques. contabilizados separadamente conforme segue: a) as desvalorizações de itens do ativo imobilizado são reconhecidas contabilmente de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01. sujeitos às peculiaridades prescritas pelo Pronunciamento Técnico CPC 16 . A data de alienação de item do ativo imobilizado será determinada de acordo com os critérios previstos no Pronunciamento Técnico CPC 30. 7.1. é cessada e mantida a sua destinação para venda. os ativos imo bilizados destinados à venda passam a ser considerados. A receita decorrente da venda dos ativos imobilizados sob a óptica anteriormente abordada deverá ser reconhecida contabilmente de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 30 .

. b) o valor dos gastos reconhecidos no valor contábil de um item do ativo imobilizado durante a sua construção. incluído no resultado. a divulgação dos métodos adotados e das estimativas das vidas úteis ou das taxas de depreciação fornece aos usuários das demonstrações contábeis informação que lhes permite revisar as políticas selecionadas pela administração e facilita comparações com outras entidades. e.2) ativos classificados como mantidos para venda ou incluídos em um grupo classificados como mantidos para venda.9) outras alterações. c) as vidas úteis ou as taxas de depreciação utilizadas.5) provisões para perdas de ativos. De acordo com as disposições constantes no Pronunciamento Técnico CPC 23. e d) se não for divulgado separadamente no corpo da demonstração do res ultado.Redução ao Valor Recuperável de Ativos. apropriada no resultado. de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 31 . c) o valor dos compromissos contratuais advindos da aquisição de ativos imobilizados. e.Operações de Arrendamento Mercantil. de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 .8) variações cambiais líquidas geradas pela conversão das demonstrações contábeis da moeda funcional para a moeda de apresentação. para cada classe de ativo imobilizado: a) os critérios de mensuração utilizados para determinar o valor contábil bruto.3) aquisições por meio de combinações de negócios. e e. reconhecidas em conta de resultado. e.7) depreciações.Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada e outras baixas. incluindo a conversão de uma operação estrangeira para a moeda de apresentação da entidade. Dessa forma.Redução ao Valor Recuperável de Ativos. b) os métodos de depreciação utilizados. e. a natureza e o efeito de mudança de estimativa contábil que resulte em impactos no período vigente ou em períodos futuros deverão ser divulgados pela entidade. e e) a conciliação do valor contábil no início e no final do período demonstrando: e. 39 e 40 do Pronunciamento Técnico CPC 27 e perdas por redução ao valor recuperável de ativos reconhecidas ou revertidas diretamente no patrimônio líquido de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 . As demonstrações contábeis também devem divulgar: a) a existência e os valores contábeis de ativos cuja titularidade é restrita.6) reversão de perda por redução ao valor recuperável de ativos. A escolha do método de depreciação e a estimativa da vida útil dos ativos são práticas de julgamento.Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Por razões semelhantes. e. reconhecida em conta de resultado ou como parte do custo de outros ativos. é necessário divulgar: a) a depreciação. e. conforme o Pronunciamento Técnico CPC 06 . durante o período. d) o valor contábil bruto e a depreciação acumulada (mais as perdas por redução ao valor recuperável acumuladas) no início e no final do período. perdidos ou abandonados.1) adições. e b) a depreciação acumulada ao término do período. Divulgação As demonstrações contábeis devem divulgar.4) aumentos ou reduções decorrentes de reavaliações nos termos dos itens 31. o valor das indenizações de terceiros por itens do ativo imobilizado que tenham sido desvalorizados. de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 .8. como os ativos imobilizados formalmente ou na essência oferecidos como garantia de obrigações e os adquiridos mediante operação de leasing. e.

e d) métodos de depreciação. e f) a reserva de reavaliação.2 do presente estudo relativos à mensuração inicial de um item do ativo imobilizado adquirido em operações de permuta de ativos devem ser aplicados. d) se o valor justo dos itens foi determinado diretamente a partir de preços observáveis em mercado ativo ou baseado em transações de mercado realiza das sem favorecimento entre as partes ou se foi estimado usando outras técnicas de avaliação. c) o valor contábil de ativos imobilizados retirados de uso ativo e não class ificados como mantidos para venda de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 31 . Em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 01. As informações a seguir listadas também podem apresentar relevância para as necessidades dos usuários das demonstrações contábeis: a) o valor contábil do ativo imobilizado que esteja temporariamente ocioso. além daquelas descritas nos subitens "e.A divulgação supramencionada relativa aos ativos imobilizados poderá resultar mudanças de estimativas referentes a: a) valores residuais. apenas a transações contratadas ou iniciadas pela entid ade após o início da vigência do Pronunciamento Técnico CPC 27 e da NBC T 19. 9. c) vidas úteis. c) dos métodos e premissas significativos aplicados à estimativa do valor justo dos itens. Os itens dos ativos imobilizados registrados contabilmente por meio de valores apurados após suas reavaliações. deverão ser divulgadas pela entidade informações relativas aos ativos imobilizados com perda de valor.1. e) o valor contábil que teria sido reconhecido se os ativos tivessem sido contabilizados de acordo com o método de custo para cada classe de ativo imobilizado reavaliado. indicando a mudança do período e quaisquer restrições na distribuição do saldo aos acionistas. b) se houver uso ou não de avaliador independente. quando essas forem permitidas legalmente. prospectivamente. . b) custos estimados de desmontagem. b) o valor contábil bruto de qualquer ativo imobilizado totalmente depreciado que ainda esteja em operação. e d) o valor justo do ativo imobilizado quando este for materialmente diferente do valor contábil apurado pelo método do custo.Ativo Não Cir-culante Mantido para Venda e Operação Descontinuada.6" do item "e" do presente tópico. imputa à entidade a divulgação: a) da data efetiva da reavaliação. Disposição Transitória Os requisitos abordados no subtópico 5. remoção ou restauração de itens do ativo imobilizado.4" e "e.

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