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1.3_Introducao_contabil_aplicada_ao_Terceiro_Setor

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1.

3 Introdução contábil aplicada ao Terceiro Setor;

Normas das Demonstrações Contábeis e Financeiras É de fundamental importância que as entidades do terceiro setorna elaboração do balanço, ao implementar sua contabilidade observem, os procedimentos de escrituração das transações econômico-financeiras praticadas pelas Entidades de Interesse Social no Brasil. Em alguns aspectos, diferem dos utilizados para as demais entidades jurídicas, em face da lei comercial e as organizações conforme disciplinado pelas Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T 10.4 – Fundações e posteriormente a Norma NBC T 10.19 – Entidades sem finalidades de lucros, elaboradas pelo CFC (CFC, 2003). As citadas NBCs reconhecem que estas entidades de interesse social são diferentes das demais entidades de cunho comercial e recomendam a adoção de terminologias específicas para as contas de Lucros, Capital e para a denominação da Demonstração do Resultado, com a finalidade de adequação dessas terminologias ao contexto das referidas entidades. Poderão ser observadas pelas entidades, no que couber, com a finalidade de orientação e, jamais, de padronização. Contudo, no que se refere aos profissionais de Gestão Contábil, é obrigatória por ser uma normatização do CFC, também há obrigatoriedade quanto à sua observância, por se tratar de normas e procedimentos técnicos, disciplinam a contabilização a ser aplicada às entidades do terceiro setor. As Normas acima estabelecem que as demonstrações contábeis a serem adotadas são: a. Balanço Patrimonial; b. Demonstração do Resultado do Exercício – DRE, que passa a ser chamada de Demonstração do Superávit ou Déficit; c. Demonstração das Mutações do Patrimônio Social – DMPS; d. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos – DOAR, que passa a para Demonstração do Fluxo de Caixa – DFC; A Resolução n. 837/99 - NBC T 10.4 e a Resolução n. 877/00 - NBC T 10.19 estabelecem que as estruturas devam ser elaboradas como complemento às demonstrações contábeis e financeiras, além das notas explicativas para divulgação e prestação de contas.

(Redação dada pela Lei nº 11.Demonstrações dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado Art. 3.638. como podemos fazer uma contabilidade setorial (centro de custos . Área de Saúde.de 2007) I – demonstração dos fluxos de caixa – as alterações ocorridas. a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riquez a. Quando se fala em contabilidade divisional. no mínimo. no mínimo: (Redação dada pela Lei nº 11. Além disso. para os quais a entidade quer um tipo de acompanhamento e prestação de contas em face da lei. Não necessariamente é preciso que as divisões sejam explicitadas dentro do sistema. Área da Assistência Social. está se falando de motivação gerencial (controle).de 2007). 176 desta Lei indicarão. 76) explica que a norma “Em conformidade com o disposto no item 10. Deve-se acompanhar. bem como uma segmentação ainda mais detalhada.638. tais como empregados. assistência social. acionistas. os conceitos de gerenciamento setorial são conceitos de contabilidade por responsabilidade. tanto podemos fazer uma contabilidade para gerenciamento setorial por divisões (centro de responsabilidade). controlar e prestar contas baseado em responsabilidades atribuídas na legislação. . segregando-se essas alterações em. p. Da segregação por atividade.segregada) por origem de recursos ou fundos. 188.25 na NBC T 10. Como por exemplo. financiadores. como educação. (Redação dada pela Lei nº 11. saúde. II – demonstração do valor adicionado – o valor da riqueza gerada pela companhia. Araújo (2005. podem -se identificar outros segmentos de grandes grupos de origem de receitas. bem como a parcela da riqueza não distribuída. quando a organização tiver mais de um tipo de atividade. De modo geral. c) dos investimentos. por isso. e (Redação dada pela Lei nº 11. Área da Educação. Chamamos de Contabilidade Divisional as técnicas que segmentam o resultado global da entidade.de 2007) . Assim. 3 (três) fluxos: (Redação dada pela Lei nº 11. no saldo de caixa e equivalentes de caixa. pelas divisões básicas em que ela é constituída. durante o exercício.638. 2.19.638.638.638. a segregação dos grandes grupos de origem das receitas: 1.de 2007). (Redação dada pela Lei nº 11. b) dos financiamentos.de 2007) a) das operações. governo e outros. está se falando em contabilidade por responsabilidade e.de 2007) Contabilidade Divisional O sistema de gerenciamento contábil setorial é muito flexível e depende totalmente da visão que a entidade tem seus objetivos sociais. As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art.

quando identificáveis por tipo de atividade. A contabilidade de custos é importante na segregação dos custos indiretos entre asatividades de captação de recursos e os programas desenvolvidos pela entidade. ou outras atividades. de forma segregada. tais como educação. as despesas e os resultados dessas atividades”.pesquisa. saúde.2. Nesse sentido.19. superávit ou déficit. técnico-científica e outras. A realização da atividade-meio pode ser relacionada à administração geral da entidade ou à obtenção de fundos para mantença da entidade. assistência social.5 – Os registros contábeis devem evidenciar as contas de receitas e despesas. é interessante que as atividades desenvolvidas pela entidade sejam classificadas em atividades-fim e atividade-meio. industrial ou de prestação de serviços. bem como comercial. Exemplos para aplicação específica: Nos Grupos Patrimoniais Grande Grupo – Ativo Grupo – CirculanteSubgrupo – Disponibilidades (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Bancos c/Movimento – Assistência Social (Centro de Custo) Conta Analítica – Banco do Brasil S/A – Assistência Social (Segregação) Conta Analítica – Banco Bradesco S/A – Assistência Social (Segregação) Conta Sintética – Bancos c/Movimento – Educação (Segregação) Conta Analítica – Banco do Brasil S/A – Educação (Segregação) Conta Analítica – Banco Bradesco S/A – Educação (Segregação) ______________________ Grande Grupo – Passivo Grupo – CirculanteSubgrupo – Projetos Sociais (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Fornecedores – Projeto de Assistência Social (Centro de Custo) Conta Analítica – Alfa Distribuidora Ltda – Assistência Social (Segregação) Conta Analítica – Atacadão Verde Mata Ltda – Assistência Social (Segregação) Grupo – Circulante Subgrupo – Projetos Educacionais (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Fornecedores – Projeto de Educacional (Centro de Custo) Conta Analítica – ABC Distribuidora de Livros Ltda – Educacional (Segregação) Conta Analítica – Á & C Gráfica e Editora Ltda – Educacional (Segregação) ______________________ Grande Grupo – Receitas Grupo – Receitas Operacionais Subgrupo – Receitas de Projetos Sociais (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Receitas de Projetos Sociais (Centro de Custo) Conta Analítica – Receitas de Subvenção Econômica (MPAS) (Segregação) . deve registrar de forma segregada as receitas. 10.

Balanço Patrimonial consolidado. balancetes analíticos por centro de custo. juntamente com os relatórios. deveremos apensar uma quantidade mínima de informações que são evidenciadas em Notas Explicativas da entidade. . balancetes sintéticos por centro de responsabilidade. O mais importante desse sistema de contabilidade gerencial é que cada atividade social é responsável pelos seus resultados e não pelos seus custos. é imprescindível ter informações adicionais para o constante posicionamento dos recursos patrimoniais e econômico-financeiros por origem divisionais. Os custos de cada atividade são apenas recursos consumidos para gerar os produtos artesanais e serviços sociais que são de responsabilidade de cada atividade.Conta Analítica – Receitas de Subvenção Econômica (Secretaria da Educação) (Segregação) Subgrupo – Receitas de Projetos Sociais (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Receitas de Projetos Sociais (Centro de Custo) Conta Analítica – Receitas de Contribuição (Pessoa Física) (Segregação) Conta Analítica – Receitas de Contribuição (Pessoa Jurídica) (Segregação) _____________________ Subgrupo – Receitas de Artesanatos (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Receitas de Artesanatos (Centro de Custo) Conta Analítica – Receitas de Bazares (Pessoa Física) (Segregação) Conta Analítica – Receitas de Brinquedos Pedagógicos (Pessoa Jurídica) (Segregação) ______________________ Grande Grupo – Custos e Despesas (Resultado) Grupo – Despesas Operacionais Subgrupo – Despesas de Projetos Sociais (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Despesas com Projetos Sociais (Centro de Custo) Conta Analítica – Despesas com Projeto de Capacitação jovens/adultos (Segregação) Conta Analítica – Despesas com Projeto de Capacitação infantil (Segregação) ______________________ Subgrupo – Despesas de Projetos Educacionais (Centro de Responsabilidade) Conta Sintética – Despesas com Projetos Educacionais (Centro de Custo) Conta Analítica – Despesas com Projeto de Alfabetização (Segregação) Conta Analítica – Despesas com Projeto de Ensino à Distância (Segregação) ______________________ Relatórios por divisão Além dos relatórios dos resultados por centros de responsabilidade e custos. Desta forma.

saúde. b) contribuição de pessoa física.4 – A receitas de doações. típicos das entidades do terceiro setor. Contribuições e Doações Os aspectos contemplados dizem respeito à metodologia de reconhecimento. assistência social. são contabilizadas no patrimônio social.6 – As receitas de doações.Contabilização de Receitas.2. devem ser registradas em contas próprias. ambas registram-se na DRE como ingresso em dinheiro.4 e NBC 10.5 – Os registros contábeis devem evidenciar as contas de receitas e despesas.19. recebidas para aplicação específica. elaboradas pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC.19. Para o custeio das atividades existem 4 (quatro) grupos de receitas. 10. subvenções e contribuições patrimoniais. técnico-científica e outras.19. subvenções e contribuições. Devido às características da entidade sem fins lucrativos. mediante constituição ou não de fundos. 2. Quantia com que cada um entra para uma despesa contínua. disciplinadas pelas NBC T 10. avaliação e mensuração dos elementos patrimoniais. bem como comercial. Subvenção – É um auxílio pecuniário. de forma segregada. b) subvenção patrimonial – registra-se no PS como ingresso de bens patrimoniais. . quando identificáveis por tipo de atividade. Doação – Ato ou efeito de doar espontaneamente qualquer valor ou bens.19. pode ser subdividida em: a) contribuição de pessoa jurídica. em geral concedido pelo Poder Público. 3. Subvenções.2.2. industrial ou de prestação de serviços. para manutenção de um projeto social é necessário o ingresso de recursos oriundo.2. pode ser subdivida em: a) subvenção econômica – registra-se na DRE como ingresso em dinheiro. Contribuição – Ato de contribuir. De maneira geral. 10. como segue: a. b) subvenção patrimonial – registra-se no PS como ingresso de bens patrimoniais. 10. subvenções e contribuições para custeio são contabilizadas em contas de receita.19. inclusive as arrecadadas na constituição da entidade.3 – As doações. As doações. subvenções e contribuições para custeio ou investimento devem ser registradas mediante documento hábil. das mais diversas fontes. pode ser subdivida em: a) subvenção econômica – registra-se na DRE como ingresso em dinheiro. tais como educação. superávit ou déficit. devem seguir os Princípios Fundamentais da Contabilidade – PFC e as Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC. segregadas das demais contas da entidade. Temos: 10.

portaria do Ministério da Educação e Cultura MEC. ordem bancária n. no valor de R$ 10.Maria da Silva. 1. ordem bancária n. b) receitas de artesanato. referente à mensalidade associativa. devidamente controlados por números atribuídos aos centros. com vendas de pequenos objetos.00.00.003. recibo n. Valor referente ao recebimento de contribuição da Petrobrás S/A. no valor de R$ 1. Valor referente ao recebimento de contribuição da Sra. d) atendimento de projetos. Os lançamentos abaixo representam tipos de registros segregados pela responsabilidade (Origem) e com os dados da segregação (Fonte) no Sistema de Informações Contábeis – SIG. Receitas de Artesanatos – São operações conhecidas como bazares. placa JJJ 1234 DF. Lançamentos de Receitas de Custeio e Patrimonial: Brasília-DF.000. 01 de julho de 2010 D – Veículos (Segregação) (AImob) C – Receitas de Subvenção Patrimonial (MEC) (Segregação) (PS) Hp. brinquedos. 01 de julho de 2010 D – Banco do Brasil S/A (Segregação) (AC) C – Receitas de Subvenção Econômica (Secretaria da Educação) (Segregação) (DRE) Hp. 01 de julho de 2010 D – Banco do Brasil S/A (Segregação) (AC) C – Receitas de Contribuição Econômica (Pessoa Física) (Segregação) (DRE) Hp. Registra-se na DRE como ingresso em dinheiro. Valor referente ao recebimento de subvenção patrimonial de um veículo marca Kombi ano 80.000.4. ______________________ Brasília-DF. conf. ______________________ . conf. O principal ponto a ser formado é uma divisão no grupo de receitas: a) receitas de custeio. roupas etc. ______________________ Brasília-DF.00. no valor de R$ 10. 001 da Secretaria de Educação. conf. 01 de julho de 2010 D – Banco do Brasil S/A (Segregação) (AC) C – Receitas de Contribuição Econômica (Pessoa Jurídica) (Segregação) (DRE) Hp.00. a mensalidade do projeto adote uma criança. ______________________ Brasília-DF. no valor de R$ 15. c) receitas administrativas. tricô.500.002. Valor referente ao recebimento de subvenção conf.

. no valor de R$ 1.00.00. Valor referente ao recebimento de subvenção patrimonial de um Notebook Positivo no valor de R$ 500.Brasília-DF. José da Silva. Valor referente ao recebimento de doação do Sr. 01 de julho de 2010 D – Computador e Periféricos (Fundo Geral) (AImob) C – Receitas de Doação Patrimonial (Pessoa Física) (Fundo Geral) (PS) Hp. 01 de julho de 2010 D – Caixa (Fundo Geral) (AC) C – Receitas de Doação Econômica (Pessoa Física) (Fundo Geral) (DRE) Hp. Brasília-DF.

Valor referente a despesas com projetos de educação. 3. recibo 007. de forma geral. Contabilização de Receitas de Artesanato ou Fundos: Brasília-DF.00. São exemplos de gratuidade: a prestação de serviço não-oneroso. no valor de R$ 1. Um é oconsumo de ativo na geração do benefício a ser cedido gratuitamente. Outro aspecto que é necessário levar em consideração é a classificação da gratuidade. Para algumas entidades. conf. ______________________ Brasília-DF. Valor referente ao recebimento de bazar de natal. Pelo consumo de ativo na geração do serviço objeto da gratuidade Brasília-DF.00. Valor referente ao recebimento de artesanatos do Sr. sem a finalidade lucrativa. Nesse sentido. E aí há dois componentes a serem considerados. 01 de julho de 2010 D – Despesas – Projeto de Educação (Segregação) (DRE) C – Banco do Brasil S/A (Segregação) (AC) Hp. 01 de julho de 2010 D – Caixa (Fundo Geral) (AC) C – Receitas de Artesanato (Fundo Geral) (DRE) Hp. Mario José. empresa Educacional Ltda conf. 01 de julho de 2010 D – Caixa (Fundo Geral) (AC) C – Receitas de Artesanato (Fundo Geral) (DRE) Hp. uma das atividades mais significativas das Entidades de Interesse Social é a prestação de serviços de interesse social à coletividade. a concessão de bolsas de estudo. Para os dois componentes. a distribuição de cestas básicas. A existência de uma contrapartida financeira para fazer jus ao benefício descaracterizaria a gratuidade. uma das alternativas de registro contábil é a classificação como despesas do exercício. Entretanto. a doação de roupas e medicamentos à população carente. assumindo que a gratuidade concedida é uma renúncia de receita e.2. Nf. no valor de R$ 25. no valor de R$ 44. ______________________ . por isso. o registro contábil da gratuidade é de fundamental importância.500. Outro é a quantificação monetária do serviço ofertado. ______________________ Enfatiza CFC (2003) que. entre outros. recibo 006. Contabilização de Gratuidade: a. 012. em contraposição à ideia do lucro. assemelha-se ao consumo de ativo.00. conf. essas entidades devem prestar serviços sem contrapartida financeira.

Créditos) C – Atividade Educacional (Segregação) (DRE – Grupo de receitas) Hp. 01 de julho de 2010 D – Gratuidade – Renuncia de Receitas (Segregação) (AC .b. ______________________ Outro aspecto que é relevante para o CFC (2003) é que na contabilização da gratuidade está relacionada com a obtenção da renúncia fiscal detributos. Contabilização da contribuição patronal à previdência social como se devida fosse: Brasília-DF. no valor de R$ 500.Créditos) Hp.500. no valor de R$ 500. Pela colocação do serviço à disposição do beneficiário (assistido) Brasília-DF.00. Valor referente à apropriação do INSS gratuidade.00.Créditos) Hp. Valor referente pela colocação do serviço à disposição do beneficiário. . para o CFC (2003) são instrumentos jurídicos e operacionais utilizados pelas entidades na consecução de seus objetivos. _____________________ c. ______________________ Contratos. convênios e termos de parceria. 01 de julho de 2010 D – INSS a Pagar – Renuncia Fiscal (Segregação) (PC – Vinculado a Obrigação Tributária) C – Gratuidade – Renuncia de Receitas (Segregação) (AC . Valor referente ao reconhecimento do benefício donão-pagamento da contribuição patronal do INSS gratuidade.00.00.500. 01 de julho de 2010 D – Despesas – Projeto de Educação (Segregação) (DRE) C – Gratuidade – Renuncia de Receitas (Segregação) (AC . no valor de R$ 1. O benefício da renúncia fiscal carece de registro para que a informação seja evidenciada nas demonstrações contábeis. 01 de julho de 2010 D – Despesas – INSS (Segregação) (DRE) C – INSS a Pagar – Renuncia Fiscal (Segregação) (PC – Vinculado a Obrigação Tributária) Hp. A sugestão de registro contábil da renúnciafiscal dos tributos contextualizados é a que se segue: 4. É relevante observar nesses instrumentos as cláusulas de prestação de contas e as de remuneração. Pelo prestação do serviço objeto da gratuidade Brasília-DF. Valor referente à prestação de serviço com gratuidade do projeto de educação. A renúncia fiscal abordada está relacionada somente com a contribuição patronal à previdência social. no valor de R$ 1. ______________________ Brasília-DF.

______________________ O que se chama de contrapartida no contexto das entidades é ocompromisso de a entidade conveniada ou contratada aportar recursos adicionais aos aportados pela conveniente ou contratante para atingir os objetivos do projeto. ______________________ c. Constando . _____________________ b. Contratos podem ser firmados tanto com entidades públicas como privadas e admitem remuneração. Valor referente ao recebimento de subvenção conf. 01 de julho de 2010 D – Recursos de Entidades Públicas . no valor de R$ 2. Contabilização de Contratos. parcela do contrato.000. no valor de R$ 10. Termos de parceria são firmados entre órgãos públicos e entidades que possuem a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. 01 de julho de 2010 D – Atendimentos a Receber (Segregação) (AC) C – Recursos de Entidades Públicas . até mesmo. Pela devolução de recursos do contrato Brasília-DF. Pelo recebimento de recursos do contrato Brasília-DF. parcela docontrato da Secretaria de Educação.00.000. Estes recursos devem fazer parte do plano de trabalho e são quantificados. apoio ou. ordem bancária n. normalmente. Valor referente à devolução de subvenção conf. em espécie. O registro contábil dessas transações pode ser assim efetuado: 5. no valor de R$ 10.00. como materiais. serviço.00.000. Pelo registro do contrato de parceria Brasília-DF. 01 de julho de 2010 D – Banco do Brasil S/A (Segregação) (AC) C – Atendimentos a Receber (Segregação) (AC) Hp. Convênios e Termos de Parceria: a. Valor referente à apropriação de contrato de subvenção da Secretaria de Educação. 022 da Secretaria de Educação.Normalmente.(Secretaria da Educação) (Segregação) (PC) Hp. os convênios são firmados com entidades públicas enão admitem cláusula de remuneração.(Secretaria da Educação) (Segregação) (PC) C – Banco do Brasil S/A (Segregação) (AC) Hp.

. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA Aplicação do Método Direto É uma demonstração contábil elaborada pelas entidades do terceiro setor. ______________________ b. 6. 01 de julho de 2010 D – Pessoal e Encargos – Despesas Extraordinárias (Segregação) (DRE) C – Recursos Humanos – Despesas com Pessoal (Conta Retificadora) (Segregação) (DRE) Hp. individuando a natureza dos recursos alocados e a crédito. que vem indicar as movimentações financeiras das origens de todo dinheiro que circulou nas disponibilidades. Nf 033. no valor de R$ 600. disponibilizando informações gerenciais para prover em caixa ou em bancos recursos suficientes para os compromissos diários.esses recursos do termo celebrado entre as partes devem ser registrados em rubrica específica e destacados na prestação de contas. Pelo registro da contrapartida de pessoal Brasília-DF. Valor referente à apropriação de material de uso e consumo. 01 de julho de 2010 D – Material de Uso e Consumo – Despesas Extraordinárias (Segregação) (DRE) C – Apoio Administrativo (Conta Retificadora) (Segregação) (DRE) Hp. quando não for à espécie. O método direto exige que se tenha à mão os documentos que d ão origem aos registros contábeis. O registro contábil dessa transação deve ser efetuado a débito de conta específica. Valor referente à apropriação de encargos pessoais e sociais ref. Contabilização de Contrapartidas da Entidade Conveniada ou Contratada: a. Mês 07/10. de conta retificadora de onde os recursos foram transferidos. bem como aplicação de todos os recursos financeiros que saíram no mesmo período. conf.00. no valor deR$ 140. Pelo registro da contrapartida de material Brasília-DF. ordenados de acordo com a natureza da operação.00. A tesouraria abrange dois termos que são: Tesouraria Positiva e Tesouraria Negativa. O controle de tesouraria é instrumentalizar o acompanhamento de recebimentos e pagamentos diários. arquivadona tesouraria da entidade.

classificadas para compor a tesouraria. evidencia entradas e saídas de numerários das atividades. Tesouraria Positiva é a realização das contas do Ativo Circulante classificadas para compor a tesouraria. temse o fluxo de caixa realizado. para que com isso possa atingir sua programação financeira. de tal forma que. em relatórios financeiros estruturados.é a descrição do fluxo de caixa de entradas e saídas. 3. expressa uma Exposição Financeira. nele são demonstradas todas as entradas e saídas de recursos financeiros. b. . as transações relacionadas com as atividades próprias da entidade (operacionais). as relacionadas com financiamento e as relacionadas com investimentos. representada no disponível durante o exercício social. Demonstração do Fluxo de Caixa A Demonstração do Fluxo de Caixa – DFC é conceituado como sendo um dos instrumentos de vital importância na gestão de uma entidade. Podendo ser segregado e com períodos compreendidos por quinzena ou até mensal. em determinado período de tempo. de formasegregada. Tesouraria Negativa é a realização integral das contas do Ativo Circulante. expressa uma Folga Financeira. Grupo de financiamentos. Grupo de operacionais. Divide-se em dois períodos: a. divididas em três grupos: 1. Fluxo Projetado – É o produto futuro da necessidade de recursos para a mantença de suas atividades. b.a. de forma contábil. A Demonstração do Fluxo do Disponível deverá apresentar. 2. Método Direto . Fluxo em Tempo Real – É o produto final da integração das contas a receber com as contas a pagar. quando se comparam. não é suficiente para pagar a exigibilidade expressa nas contas do Passivo Circulante. transforma-se em disponível mais do que suficiente para liquidar as contas do Passivo Circulante. Grupo de investimentos.

. e acesse a ferramenta do “fórum de discussão” para realizar o exercício referente ao tema estudado. Federação Nacional das Apaes. Outubro de 2010. Lembre-se que as atividades possuem pontuação.) Depois de finalizada a leitura deste conteúdo. dirija-se à plataforma do TelEduc. Inovações contábeis da Lei 12. Cesar. Verifique o prazo da realização dos exercícios.MÉTODO DIRETO (Prof. Brasília.DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA .101/09 e seus reflexos na contabilidade das entidades sem fins lucrativos.

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