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ANÁLISE FINANCEIRA DA PREVENÇÃO DE

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ANÁLISE FINANCEIRA DA PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO

Segurança no Varejo

Prof Sérgio De Assumpção

@2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP

ANÁLISE FINANCEIRA DA PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO
Segurança no Varejo Um dos maiores problemas para o comércio é a SEGURANÇA ! Seja por agentes externos e/ou internos, fraudes, furtos e todo o tipo de ³golpes´ são aplicados contra lojas e estabelecimentos comerciais diversos. A Segurança nas atividades do varejo possuem características diferenciadas dos outros modelos de segurança aplicáveis em outros segmentos. Como organizar a vigilância e a segurança numa loja, num shopping? Quais as implicações legais e administrativas por falhas e inadequação da segurança Quais os riscos mais comuns ? O que é o conceito de ³prevenção de perdas em segurança empresarial no varejo ³? Dinheiro falso, documentos adulterados, cartões de crédito falsos...tudo isso é prejuízo para o lojista e para as empresa ! Como fazer para proteger-se? Como usar a segurança de forma inteligente na proteção de pessoas e do negócio? Treine seu pessoal para os desafios da insegurança urbana e as ameaças contra lojistas e centros comerciais. Como se proteger sem constranger o cliente.
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Por Prof Sérgio De Assumpção
‡ A análise financeira pode ser decisiva para se obter sucesso na implantação e continuação de estratégias de prevenção de perdas no varejo. ‡ A utilidade desse tipo de enfoque é demonstrada por meio de um estudo que analisa o impacto financeiro do furto externo em uma hipotética loja de roupas masculinas. O estudo inclui o acompanhamento do item roubado desde o seu pedido original até o momento em que é feito um novo pedido para a reposição do furto, comparando essas perdas a outras perdas financeiras ‡ sofridas pela empresa e avaliando os custos das medidas preventivas contra o furto externo. ‡ Também é discutida a necessidade de maiores elos de ligação ‡ entre os profissionais do ramo e a comunidade acadêmica.

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A capacidade do auditor interno. ou sua continuação. @2008 all rights reserved. Essa avaliação requer tanto um conhecimento geral de métodos estatísticos e financeiros quanto um conhecimento específico dos meios corretos para empregar essas técnicas dentro do ambiente de varejo. DEMARCOEDUCAÇÃOCORP . considerações financeiras de ordem prática determinam todas as decisões referentes ao emprego de capital em prevenção de perdas no varejo.‡ ‡ ‡ ‡ INTRODUÇÃO Atualmente. O lucro é o objetivo que determina a implantação da prevenção de perdas no varejo. do analista financeiro e do controller da empresa tem se mostrado tão decisiva para o sucesso da implantação de estratégias de prevenção de perdas quanto o caráter prático de respeito às leis vigentes para tratar desse assunto.

‡ Pouca informação tem sido publicada tanto em relação a estatísticas quanto sobre trabalhos de analise de custo-benefício referente a soluções para garantir a segurança no varejo. portanto. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Sendo essa. uma área onde acadêmicos.varejistas fornecedores de equipamentos de segurança podem se unir para melhorar o conjunto de conhecimentos sobre prevenção de perdas no varejo ‡ desenvolvendo estudos de casos ou projetando e implantando métodos práticos para aprovação de investimentos.

cujo impacto financeiro pode tornar o risco assumido pelo varejista bastante complexo. assim. Algumas. têm um impacto mais pronunciado sobre o resultado da empresa.USANDO A ANÁLISE FINANCEIRA NA PREVENÇÃO DE PERDAS NO VAREJO ‡ Há uma ampla variedade de perdas contra as quais os varejistas podem lutar. As medidas de prevenção contra o furto externo também serão estudadas porque fornecem uma excelente ilustração da profundidade e variedade de análises financeiras que podem ser realizadas para justificar os investimentos necessários. Este estudo tem por objetivo descrever algumas das análises estatísticas e financeiras necessárias para conduzir um estudo profundo de custo-benefício tendo em vista medidas de segurança no varejo. como furto interno e furto externo. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . ‡ O furto externo de mercadorias será examinado por ser uma prática amplamente difundida. são atualmente mais relevantes do que outras e.

Esta ligação pode (e deve) ser substanciada por técnicas estatísticas e financeiras consagradas que podem ajudar a determinar se algo funciona. O objetivo do lucro é uma força motivadora muito importante por trás do sucesso prático de uma teoria @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . consultores e fornecedores de equipamentos de segurança. a discussão vai se direcionar para a questão prática de ligar o valioso trabalho empreendido pelos acadêmicos aos problemas práticos enfrentados pelos profissionais do ramo. qual o nível desse funcionamento e se os benefícios práticos são suficientemente grandes.‡ Depois.

O IMPACTO FINANCEIRO DO FURTO EXTERNO ‡ O furto externo de mercadorias resulta em uma complexa série de perdas financeiras para o varejista. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Algumas dessas perdas são evidentes por si mesmas. ‡ Suponhamos que a Loja A tenha pedido 12 casacos esporte masculinos azul-marinho em uma coleção normal de tamanhos. mas outras são bastante sutis. Essas nuances podem ser melhor ilustradas por meio do uso de um exemplo que segue a trajetória de um item desde o momento de seu pedido original até a hora em que deve ser tomada a decisão de fazer ou não um pedido de reposição (devido ao fato do item ter sido roubado em vez de vendido).

A perda financeira ‡ mais óbvia é o custo dos itens (100 reais cada) e os custos de frete (10 reais cada). O carregamento chega ao centro de distribuição e é mandado para a Loja A. ‡ Os custos de frete do fabricante chegam a 10 reais para cada casaco.‡ O custo de cada casaco é de 100 reais. e espera-se que o preço de venda seja de 150 reais. ‡ Suponhamos. além disso. onde os casacos são colocados no salão de vendas. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . que a cadeia tenha anunciado a chegada desses casacos e que quatro casacos dos tamanhos mais comuns tenham sido roubados.

O item era parte de um sortimento de mercadorias planejado do qual se esperava que gerasse um certo montante de vendas (máximo de 12 casacos a 150 reais cada ou 1. ‡ Como os quatro casacos foram roubados em vez de vendidos.800 reais). Com certeza. o volume máximo de vendas será agora de apenas 1. a oportunidade de vendê-los a um determinado lucro também foi perdida. ‡ Esses custos são difíceis de atribuir aos casacos com precisão e muitas vezes são chamados de custos ³soft´ enquanto o preço de custo do casaco mais as despesas de frete são chamados de custos ³hard´.‡ Também terão sido perdidos quaisquer custos operacionais ocorridos para processar essas peças: transporte do centro de distribuição até o salão de vendas e todos os processos de preparação para a venda.200 reais (oito casacos remanescentes a 150 reais cada). @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

‡ Esta oportunidade de vendas perdida requer outro ganho. o que significa que oito casacos (os quatro originais mais quatro extras) teriam que ser comprados para alcançar o valor líquido em vendas que era esperado dos quatro casacos originais. ‡ Suponhamos que os quatro casacos roubados não pudessem ser substituídos pelo fabricante. O ganho adicional significa mais custos de frete e mais custos de manuseio. se possível. Os oito casacos remanescentes são de tamanhos que seriam apropriados para um segmento bem mais restrito do mercado @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

‡ Em resumo. e é razoável supor que alguns desses casacos poderiam ter que sofrer uma remarcação de preços para serem vendidos ± assim reduzindo ainda mais o potencial máximo do volume de vendas. um desperdício de tempo. uma falta no inventário de estoque.‡ existente. para anular a falta deste item em @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . o furto externo de quatro casacos de um sortimento original de 12 resultou em uma diminuição do retorno financeiro. Se a loja precisasse fazer a reposição daqueles quatro casacos. uma perda do capital investido em mercadorias e em frete. esforço e de dinheiro por parte daqueles ‡ envolvidos no processamento dos casacos através do sistema de distribuição e um desperdício de uma certa porção de quaisquer outros custos fixos ou variáveis despendidos para vender aqueles casacos.

processados e vendidos 20 casacos. ‡ Uma forma de apresentar este fato de maneira a sensibilizar o diretor financeiro da empresa é mostrar a ele que. se a loja estiver operando com um lucro líquido médio de 5%. para repor cada casaco perdido teriam que ser comprados. A soma desses custos ³hard´ e ³soft´ perdidos.‡ seu inventário. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . diminuem substancialmente a lucratividade da loja ‡ (De Assumpção. isto acarretaria custos adicionais.2005).

os varejistas podem conseguir um quadro preciso da ordem de grandeza do total de perdas de inventário. O que permanece impreciso é a identificação de cada porção de perdas de inventário de acordo com a sua causa: furto externo. É nesta área que um profissional de prevenção de perdas deve usar sua experiência. eles podem até mesmo prever a ordem de grandeza do volume das perdas de um período. Através da comparação dos níveis de vendas e de inventário. furto interno ou erros administrativos.‡ Graças aos avanços tecnológicos da indústria de computação. Essas perdas são atualmente calculadas por semestre ou por ano até o nível de cada item. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . as estatísticas disponíveis e informações acadêmicas para dar forma às análises de riscos e selecionar medidas preventivas.

No caso acima relatado. Este é o ponto em que a decisão para implantar qualquer tipo de medida de prevenção de perdas se torna um exercício em análise estatística e financeira. Claramente.Além das implicações financeiras diretas do furto externo. a perda de quatro casacos representa uma proporção significativa do total. neste exemplo. uma loja de varejo está no mercado para alcançar um lucro e. o varejista deve decidir quanto a sua empresa pode absorver em perdas antes que seja tomada alguma medida preventiva. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . A administração deveria fazer uso de uma análise financeira para determinar se o valor da perda sofrida justifica o direcionamento de esforços e recursos financeiros para estancar as perdas ou recuperar o faturamento perdido. existem algumas outras questões que merecem ser mencionadas.

@2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Em outras palavras. havendo a oportunidade para o emprego de capital em prevenção de perdas. Combinando-se dados estatísticos a respeito da freqüência de ocorrências de determinados tipos de perdas (e da freqüência futura esperada). os profissionais do ramo devem determinar qual ou quais problemas apresentam maior oportunidade de um retorno financeiro positivo. pode-se³rankeá-las´ e definir uma relação máxima de custo-benefício na seleção de medidas preventivas. com a análise do impacto financeiro dessas mesmas perdas.‡ COMPARAÇÃO FINANCEIRA ENTRE PERDAS POR FURTO EXTERNO E OUTRAS PERDAS ‡ A análise estatística e financeira é amplamente usada no mundo dos negócios para determinar os níveis de risco.

perdas de inventário decorrentes de furto externo geralmente são medidas em valor agregado usando tanto a @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . suponhamos que a loja masculina acima mencionada tenha sofrido furtos externos e também arrombamentos e/ou assaltos ocasionais. procurando apurar a ordem de grandeza dos furtos externos e então comparara-la à ordem de grandeza dos arrombamentos e/ou assaltos. Para justificar um investimento em medidas preventivas deve-se estabelecer uma base financeira firme. E que nenhum outro tipo de roubo ou furto tenha sido evidenciado.‡ Para dar um exemplo ilustrativo. No varejo.

000 reais por ano(=3. Adicionalmente. ou 3. por departamento. Operacionalmente. para fins financeiros.‡ moeda (como o montante em reais) quanto as medidas de percentual sobre as vendas. como sendo de 3 milhões de reais. ‡ Assim. os dados poderiam chegar ao nível de apontar perdas por marca ou por linhas. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . essas estatísticas também podem ser subdivididas mais especificamente: por loja. Por exemplo. as perdas anuais em uma cadeia de 200 lojas de vestuário masculino seriam relacionadas. chegando até o nível de cada item individualmente.000. a loja média teria uma ocorrência de perdas de 15.000 reais/ano nas 200 lojas da cadeia).5% das vendas.

000 reais tenham sido perdidos devido ao furto externo. ‡ Se pegarmos o exemplo do parágrafo acima e assumirmos que o valor médio da mercadoria seja de 50 reais. que é obtido pelo cálculo do valor das pistas deixadas por prováveis furtos realizados. a maioria das empresas faz o rastreamento do número de apreensões de furtos externos (quando há apreensões feitas) e do montante conhecido de perdas. poderemos então inferir que a freqüência média semanal razoável de furto externo seja de seis itens por loja. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . e que os 15.‡ Enquanto não é possível compilar os dados estatísticos do número bruto de ocorrências de furtos externos.

000 reais tenham sido perdidos devido ao furto externo. que é obtido pelo cálculo do valor das pistas deixadas por prováveis furtos realizados. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . e que os 15. poderemos então inferir que a freqüência média semanal razoável de furto externo seja de seis itens por loja. ‡ Se pegarmos o exemplo do parágrafo acima e assumirmos que o valor médio da mercadoria seja de 50 reais.‡ Enquanto não é possível compilar os dados estatísticos do número bruto de ocorrências de furtos externos. a maioria das empresas faz o rastreamento do número de apreensões de furtos externos (quando há apreensões feitas) e do montante conhecido de perdas.

com certeza.000 reais. ‡ com uma perda agregada de 200.000 reais por ano e que a freqüência de roubos teria uma expectativa de cair de 40 para 15.000 reais).000 reais (= uma economia de 125. ‡ Suponhamos que.000 reais) mais significativas do que as perdas por arrombamentos e/ou assaltos. Neste caso. as ocorrências de furto externo são estatística ‡ (57.600 itens furtados/ano na cadeia toda X 40 arrombamentos e/ou assaltos) e financeiramente (3.000reais.000 reais X 200. a administração daria maior prioridade para a adoção de uma medida preventiva de furto externo.000. A um ³custo´ de 5. Em média. a empresa sofreu 40 arrombamentos e/ou assaltos. desde que pudesse ser demonstrado que os benefícios (redução das perdas devido a furto externo) excedessem os custos para a compra e implantação das medidas preventivas.000 reais por incidente. Nesta conjuntura. o custo de equipar as 200 lojas da cadeia com sistemas de alarme anti-roubo monitorizados seria de 150. 15 roubos representariam 75. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . nesse exemplo. apenas uma loja em cada cinco será roubada com uma perda esperada de 5.‡ O ano passado.

PREVENÇÃO @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . ‡ Nestas circunstâncias. visto que a taxa custo-benefício seria desfavorável ± a empresa gastaria mais para reduzir o problema do que a ‡ quantia orçada a ser perdida. o custo total para implantar a medida preventiva excederia o risco financeiro esperado em 25.000 reais/ano. a administração não ‡ se sentiria inclinada a investir o dinheiro.‡ descontarmos o custo dos novos sistemas de alarme da economia feita.

é de responsabilidade do profissional de prevenção de perdas selecionar uma medida preventiva que proporcione o melhor resultado (uma taxa custo-benefício positiva).ANÁLISE FINANCEIRA NA SELEÇÃO DE MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA FURTO EXTERNO ‡ Uma vez determinado em nosso exemplo que o furto externo ocasiona perdas mais significativas do que os arrombamentos e/ou assaltos. o gerente de prevenção de perdas pode adquirir conhecimentos básicos sobre as medidas preventivas viáveis por meio de sua experiência e vivência pessoal como profissional dentro da empresa e também pesquisando fontes escritas como as mencionadas na introdução deste trabalho.determinando prioridade na proteção dessas mercadorias. ‡ @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . ‡ Para administrar corretamente esta escolha. ‡ Para obter o resultado esperado. este profissional deve saber quais as mercadorias responsáveis pela maior porção da perda.

‡ Felizmente, uma variedade de exemplos, tanto expositórios quanto macro-econômicos, oferecem ajuda sob a forma de relatos positivos sobre a eficiência de diversas medidas preventivas. Em outras palavras, é relativamente fácil encontrar profissionais de prevenção de perdas ansiosos por descrever experiências bem sucedidas com equipamentos anti-furto, tais como sistemas de etiquetas eletrônicas. ‡ É muito mais difícil encontrar trabalhos de pesquisa publicados sobre as estratégias estatísticas e as táticas usadas para selecionar tanto as medidas preventivas quanto o item (ou itens) que deveriam ser protegidos. ‡ É comum admitir que medidas de prevenção contra furto externo têm seu custo mais facilmente justificado quando usadas em itens que apresentam grande vulnerabilidade ao furto. Usando nosso exemplo anterior, se os casacos esportivos masculinos têm um histórico anterior de perda alta, então, em termos financeiros, faz sentido protegê-los. Se outro item, como uma cadeira, tem o mesmo preço (150reais) mas não tem um histórico de perda alta, então um investimento em uma medida preventiva anti-furto para esse item não indicada. Esse exemplo é um exercício de senso comum.

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‡ Existem algumas circunstâncias que requerem mais análise financeira antes que a decisão para a implantação de uma medida preventiva possa ser tomada. ‡ Supondo-se que uma drogaria ofereça dois itens com o mesmo valor de venda ± filmes para fotos, que tem um preço de 5 reais por embalagem e um custo de 4 reais, e óculos escuros, que também têm um preço de 5 dólares cada e um custo de apenas 2 reais. Suponhamos que tanto o índice os dois itens. Suponhamos também que somente um dos itens possa ser protegido contra furto externo. de vendas quanto o de perda de inventário sejam exatamente os mesmos para qual dos itens deveria ser escolhido? Sob o aspecto da lógica comercial, tudo leva a crer que os óculos escuros deveriam ser protegidos porque eles proporcionam à loja a oportunidade de obter mais lucro por unidade vendida (3 reais). ‡ A lógica financeira sugere que, como o custo do filme é 80% do retorno potencial (4 em cada 5 reais), o filme é mais ³caro´ do que os óculos escuros (custo de 4 contra custo de 2 reais) e,portanto, deveria ser protegido primeiro.

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‡ Até agora muito pouca, ou mesmo nenhuma análise deste tipo tem sido publicada. Como o ambiente de varejo tem se tornado mais competitivo e menos rentável, a maioria das grandes organizações de varejo leva em consideração análises custobenefício internas para decidir sobre seus gastos em prevenção de perdas. A maioria dos executivos de prevenção de perdas é responsável por identificar as fontes de perdas e sugerir medidas preventivas. O estudo da relação custobenefício tem permanecido (corretamente) a cargo dos executivos da área financeira. ‡ Em sua luta por sucesso, muitos executivos de prevenção de perdas no varejo têm tentado se tornar mais versados em análises financeiras ou têm percebido a utilidade de adicionar algumas capacidades financeiras dentro do departamento de prevenção de perdas. Essas atividades têm resultado em um enfoque muito mais profissional no que diz respeito às análises financeiras e estatísticas. ‡ Hoje em dia, a maioria dos grandes departamentos de prevenção de perdas realiza estudos internos que podem ajudar a provar a eficácia preventiva e financeira de uma medida adotada. Infelizmente esses estudos são geralmente considerados confidenciais, por isso seus métodos e resultados raramente são publicados.
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e que seria considerada como uma loja de controle. isto deveria ser determinado medindo-se o impacto de cada medida sobre a perda de inventário em uma ‡ determinada loja escolhida para teste. O exercício básico para o executivo de prevenção de perdas é determinar qual é a medida preventiva que ³funciona melhor´. etiquetas eletrônicas contendo tinta). ‡ (2)programas de conscientização de funcionários. as atividades preventivas atuais centralizam-se em quatro idéias principais ±todas elas têm sido bem documentadas como efetivas (pelo menos no sentido expositivo). (3) cadeados. São elas: ‡ (1) sistema de etiquetagem eletrônica (EAS). em comparação com outra loja. que não receberia medida preventiva alguma. Estatisticamente. e ‡ (4) dispositivos contra o furtante externo profissional ‡ (por exemplo.‡ Voltando à seleção de uma medida de prevenção de furto externo. cabos e expositores trancáveis. No decorrer dos anos. tem sido usado um conjunto de técnicas estatísticas específicas de prevenção de perdas @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

e se dez outras lojas implantarem etiquetas com tinta e a perda de inventário for ‡ reduzida em 40%. É esta redução de perdas que pode ser utilizada como benefício econômico nas análises de retorno sobre investimento. então pode-se assumir que a economia decorrente deve ser atribuída às medidas preventivas empregadas. se dez lojas instalarem sistemas EAS e a perda de inventário for reduzida em 50%. e se a perda permanecer constante em dez lojas de controle. Uma vez que a medida preventiva mais eficaz tenha sido selecionada.‡ 1 ‡ . a análise financeira é usada para determinar se o seu custo justifica ou não a implantação da referida medida. considerando-se todos os outros fatores como indiferentes. Se as estatísticas mostrarem que os sistemas @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Para exemplificar.

uma análise de custo-benefício poderia indicar uma preferência pelas etiquetas com tinta mesmo que o sistema EAS tenha se mostrado mais efetivo em reduzir perdas.‡ EAS reduziram as perdas de inventário em 50%. ‡ Depois que duas medidas preventivas tenham sido testadas. e essa redução se traduz em 1 milhão de reais. então 1 milhão de reais é o ponto de ³empate´ financeiro. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . A implantação de técnicas financeiras de medição poderia firmar a decisão para selecionar o sistema EAS. ou seja o valor máximo aceitável a ser investido em sistemas EAS.

‡ Para demonstrar. suponha que o teste com as etiquetas com tinta tenha reduzido as perdas de inventário em ‡ 800. Neste caso. Claramente. Quando a análise chega à mesa do executivo de prevenção de perdas encarregado tanto de fazer a seleção da medida quanto de tomar a decisão de implanta-la ou não. o investimento em etiquetas com tinta gera um retorno líquido melhor. principalmente pelo diferencial de custo entre as duas medidas preventivas. embora as estatísticas tenham indicado que os sistemas EAS alcançariam uma redução maior das perdas de inventário causadas por furto externo.000 reais mas o custo da medida preventiva tenha sido de apenas 500.000 reais. a escolha é complicada pela ‡ introdução de alguns fatos relevantes adicionais. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

começa o processo de seleção do fornecedor. Essas investigações são encaradas primeiro como decisões de investimentos porque a qualidade do investimento pode influenciar na seleção da medida preventiva. Cada vez mais essas três decisões são (podem ser ou deveriam ser) tomadas pelo executivo encarregado da prevenção de perdas.‡ aquela com o melhor retorno (retorno financeiro menos custo) seria implementada ± desde que todos os outros fatores sejam iguais. ‡ O orçamento disponível tem um impacto sobre essa seleção. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Uma vez selecionada a medida e decidido quais as lojas em que a mesma será implantada.

Geralmente.suponhamos que a taxa de juros (taxa de retorno sobre um investimento)habitual de um determinado varejista seja em torno de 10% sobre o capital investido. Se o retorno esperado sobre o investimento em equipamentos contra furto externo for superior a 10%. o retorno do investimento (estimado ou esperado) deve ser de tal forma atrativo.APROVAÇÃO FINANCEIRA ‡ Algumas vezes a aquisição de um sistema anti-furto deve ser aprovada ou negada pelo diretor financeiro da empresa. Existem dois obstáculos principais a vencer. então fará mais sentido investir no equipamento do que manter o dinheiro no banco. Para fins ilustrativos. Primeiro. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . que exceda a taxa de retorno regularmente aceitável pela empresa. este é um padrão financeiro estabelecido como um ³direito para prosseguir´.

que é competitivo por natureza. a medida preventiva deve mostrar um retorno que seja pelo menos tão vantajoso quanto o de outros projetos que disputam o investimento de uma mesma verba dentro da empresa @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Se o retorno sobre o investimento (ROI) for suficientemente atraente. ‡ Em segundo lugar.‡ Uma taxa de retorno de zero sugere uma situação de empate onde nada é ganho ou perdido. Este é o tipo de lógica usado ao se avaliar um investimento. o projeto tem o ³direito de ‡ prosseguir´ até o próximo obstáculo.

as áreas comercial e de operação de lojas são ambas consideradas decisivas para o sucesso do negócio básico de varejo. de áreas distintas. Se houver duas ‡ opções. tal como o nosso projeto de prevenção de perdas. Situações como a descrita no parágrafo anterior muitas vezes forçam os executivos de prevenção de perdas a aceitar não fazer nada em determinadas ‡ situações para evitar o investimento de capital. para o investimento de um mesmo capital ± uma com um impacto direto sobre o negócio básico.‡ No varejo. nenhum dos dois seria escolhido se (a) não gerasse lucro ou (b) a taxa de retorno fosse abaixo da taxa mínima aceitável pela empresa. Por exemplo. algumas áreas são mais importantes do que outras. ambos com previsão de um resultado financeiro igual (taxa positiva de retorno que excede a taxa mínima aceitável pela empresa). Prevenção de perdas não é. e uma com um impacto sobre uma área menos decisiva do negócio. Por outro lado. tal como o investimento em novas caixas registradoras para as lojas. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . o projeto com impacto direto seria o escolhido.

incorrendo em perdas de inventário. Isto pode ser descrito com uma das ³regras 80/20´ de prevenção de perdas ± 80% dos problemas está concentrado em 20% das localizações. o diretor financeiro conclua que a instalação de etiquetas eletrônicas com tinta em 20% das localizações que são responsáveis por 80% das perdas de inventário seria a escolha mais lucrativa para a empresa. ‡ Trazendo esta regra para o nosso exercício sobre a aquisição de um sistema contra o furto externo. ‡ As lojas remanescentes continuariam a operar sem uma medida preventiva contra furto externo. embora estatisticamente este custo tenha sido justificado. suponhamos que por meio da rigorosa análise financeira e estatística acima mencionada.‡ Na verdade. uma boa parte das grandes cadeias de varejo com lojas geograficamente espalhadas estão conscientemente optando por ³passar sem´ certas medidas de prevenção de perdas em localidades (ou em situações) onde as verbas disponíveis poderiam ser usadas obtendo maior lucratividade em outros lugares. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

fabricar e vender programas e produtos que atuem sobre as necessidades identificadas como medidas de prevenção de perdas efetivas e econômicas. A prática dessa análise torna mais fácil o seu relacionamento com o fornecedor de equipamentos de segurança. reforçar argumentos pró ou contra as diversas teorias. cuja tarefa é projetar. ajudar na seleção ‡ das medidas preventivas.LIGAÇÃO ENTRE ACADÊMICOS E PROFISSIONAIS ‡ A análise estatística financeira sobre o retorno dos investimentos ‡ impulsiona o profissional de prevenção de perdas a buscar apoio nas disciplinas acadêmicas. e proporcionar a lógica necessária para atrair capital de investimento para a implantação de programas. De uma forma prática. essas ferramentas analíticas podem:determinar as prioridades para os esforços de prevenção. A literatura acadêmica fornece bastante informação sobre os tipos de @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

@2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Revistas especializadas sobre varejo proporcionam informações sobre ³como´ resolver um problema específico e ³onde´ procurar a solução. No entanto.‡ teorias e programas que são eficientes na prevenção de perdas. pouca informação tem sido publicada com referência à eficiência financeira das teorias e métodos de prevenção de perdas ou sobre como medir o impacto financeiro da perda e de sua solução.

que parece (ao autor) ser complexo demais em sua aplicação prática (Gale. 1993). tão necessárias para sedimentar a aprovação de um investimento. os únicos outros esforços organizados no sentido de educar os executivos de prevenção de perdas nessas questões são encontrados através de uns poucos seminários oferecidos como uma subdivisão de encontros anuais organizados por grandes Associações de empresas de varejo como a National Retail Federation ou o International Mass Retail Association. A Fundação da Sociedade Americana para a Segurança Industrial (American Society for Industrial Security Foundation) consolidou uma pesquisa sobre modelos de justificativa de investimentos com base em valores agregados. além de um seminário realizado regularmente sobre operações de prevenção de perdas no varejo que é conduzido por um grupo de consultoria para o varejo bastante conhecido.‡ Menor ainda é o número de publicações ‡ sobre os métodos corretos para o desenvolvimento de ferramentas específicas de análise financeira de prevenção de perdas que sejam simples e aplicáveis. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Entretanto.

‡ Atualmente muitos varejistas parecem mais propensos a compartilhar dados de perdas e a efetividade das técnicas de prevenção desenvolvidas internamente em suas empresas. conduzir a análise e os relatórios.alguém que não sejam eles próprios (notadamente a comunidade acadêmica) poderia. contenção. de modo ideal. contanto que esta troca de informações ‡ venha a beneficiar o varejo em geral e não apenas um determinado conjunto de concorrentes ou os fornecedores de equipamentos de segurança Também. Por último. Esta lógica é consistente com o trabalho de Felson e Clarke(1991) e de Burrows e Speed (1996). Como os profissionais de prevenção de perdas geralmente tentam implantar as³melhores práticas´ que eles absorvem de suas leituras acadêmicas. entre outros Há vinte e cinco anos atrás. o ato de ‡ compartilhar as técnicas de análise estatística e financeira propicia uma discussão natural. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . teria que ser assegurada a confidencialidade das informações. as atividades de prevenção de perdas estavam resumidas a procedimentos muito básicos de prevenção.

de modo consistente com as teorias da chefia do departamento. 1992:5): ‡ (1) identificar o tipo e a ordem de grandeza do problema e classificar os problemas por ordem de severidade. ‡ (2) investigar as soluções possíveis. ‡ (3) identificar as medidas preventivas que se encaixam com essas teorias. incluindo preocupações tais como danos físicos. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . perdas financeiras e exposição legal. O perfil clássico do executivo profissional de prevenção de perdas no varejo era o de um exagente do FBI ou de um executivo de fiscalização da lei.‡ investigação e apreensão. ‡ (4) testar cada uma das medidas preventivas para encontrar uma que ‡ apresente mais benefícios do que custos. Atualmente (e provavelmente no futuro) as atividades de prevenção de perdas no varejo estarão centralizadas em torno das seguintes atividades (Clarke.

‡ (5) desenvolver padrões para poder medir o sucesso ou o fracasso de uma medida preventiva. Na parte central de todas essas atividades deveria estar uma sólida perspectiva estatística e financeira . ‡ (7) implantar um programa piloto e refiná-lo antes de ser apresentado à organização como uma solução para toda a empresa. investigações) assim como tecnológico (como sistemas contra furto externo. circuito interno de televisão). @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . análise de sistemas. auditoria. ‡ Estabelecer os controles de prevenção de perdas apropriados exige um investimento intelectual (tal como estudar a literatura recente da área. ‡ . ‡ (6) apresentar à administração central propostas convincentes e bem documentadas para novas implantações. e ‡ (8) definir e implantar atividades regulares de revisão para determinar se as medidas estão funcionando.

‡ Esta é uma área onde criminologistas. baseando-se nas teorias de prevenção de perdas que são mais amplamente praticadas no momento @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . os executivos de prevenção de perdas desenvolvem suas estratégias de proteção de forma geral. profissionais interessados e fornecedores podem contribuir com os profissionais de prevenção de perdas. consultores. Esclarecidos e bem informados.

Os executivos de prevenção de perdas ³testam´ as teorias acadêmicas no seu dia a dia. ‡ É na área de acompanhamento dos dados que a ligação prática entre os acadêmicos e os profissionais do ramo precisa de apoio. mas poucos dados escapam da rede varejista que executa esse trabalho.‡ Nessa área ‡ encontra-se ampla e rica variedade de informação de qualidade publicada. Um exemplo clássico pode ser a técnica situacional de prevenção de perdas de alternar a direção dos cabides de roupas em uma arara para impedir os @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Testar as ‡ teorias neste contexto significa procurar comprovar a eficiência das medidas preventivas adotadas no exercício de suas atividades práticas diárias.

como ela é eficaz. Esses relatórios são amplamente divulgados e as comparações apresentadas provavelmente ‡ reforçam as decisões sobre novas aquisições. de uma só vez.entretan mercado de varejo no segmento de vestuário fazem uso dessa tática.‡ ladrões de agarrar. várias Associações de varejo publicam anualmente os resultados de questionários que pedem às empresas participantes parato. a maioria das pessoas que trabalham em prevenção de perdas no ³rankearem´ as medidas de prevenção de perdas por elas utilizadas de acordo com a sua eficiência e com a intenção de utiliza-las no futuro. Como mencionado anteriormente. 1994:127). Nenhum estudo estatístico formal (que seja do conhecimento deste autor) procurou comprovar que esse método possa impedir o furto externo com mais eficácia do que qualquer outro método. uma grande quantidade de mercadorias(Felson. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . pois sabem por experiência própria.

uma contribuição importante aplicável à ³ponta final´ do negócio deveria ser feita.‡ Além de pesquisar e relacionar teorias avançadas sobre ‡ comportamentos criminosos. punir ou mudar estes comportamentos. desenvolvendo estatísticas operacionais e financeiras com base no desempenho real. ‡ 1996). que possam ser aproveitadas para a elaboração de prova empírica da eficiência ou da relação custo-benefício (DiLonardo e Clarke. brake @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . deter. e as estratégias e táticas para conter. apreender. Esta contribuição poderia ser concretizada por acadêmicos em conjunto com ‡ profissionais ou fabricantes de produtos de segurança interessados.

Segurança & prevenção @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

num bairro popular pode afastar seus clientes potenciais. Do mesmo modo. uma aparência excessivamente modesta pode afastar consumidores de alto poder aquisitivo.? Layout: quem é quem e onde fica o quê? Para que sua loja cause uma boa impressão ao cliente. Avalie: .@2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . hábitos de consumo.qual o estoque necessário na loja? . Para poder planejar corretamente o espaço de sua loja.uma boa distribuição de suas áreas.para quem você pretende vender seus produtos . de que tudo funciona adequadamente. Ela garante a funcionalidade das atividades e seu resultado influencia diretamente as vendas. Um estabelecimento muito luxuoso.quantos vendedores você terá? . é necessário um bom layout .Aquela é a loja X . classe social. é indispensável responder a algumas perguntas. As respostas lhe permitirão saber qual a imagem que seu estabelecimento comercial deve ter para tornar-se uma referência na paisagem da rua .quais produtos serão expostos na loja? . mesmo que seus produtos sejam destinados a eles.e para que sua presença possa ficar gravada na mente da clientela que você quer conquistar.Como organizo uma loja? ‡ O tipo de consumidor que você deseja atrair determina o tipo de loja que você deve montar. idade.sexo. mesmo quando oferece bons preços. escolaridade etc.quantas pessoas você estima atender por dia? .

como recursos de iluminação. planejados como vias de mão-dupla. o percurso do cliente na loja pode @2008 visando o melhor fluxo de circulação. ser previamente delineado. Quem atende uma clientela feminina deve pensar na entrada e na circulação de carrinhos de bebê. Se a loja for pequena.all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP Alguns princípios básicos devem ser levados em conta: . o que facilita também o acesso aos usuários de cadeira de rodas. com uma folha abrindo para dentro e outra para fora. Para evitar atropelos entre clientes ou desencontros entre consumidores e vendedores. . com os avisos "empurrar / puxar" bem visíveis. A porta mais indicada é a dupla. e que propiciem uma visão plena dos produtos. existem algumas soluções engenhosas.Circulação: uma circulação confortável no interior da loja requer corredores amplos. o espaço parecerá apertado se os móveis ocuparem mais de 40% da área.‡ Entrada: a porta de entrada deve facilitar ao máximo o acesso. é melhor que seja de vidro para que o cliente possa visualizar o interior da loja. pintura em cores claras e espelho que aumentam a sensação de espaço e a luminosidade. . Sua largura mínima deve comportar a passagem de cadeira de rodas.Espaço: quaisquer que sejam as proporções da loja. Se tiver que permanecer fechada. evitando desníveis no piso.

por exemplo. . .ofertas no caso de confecções. Para tirar proveito disso. distribuindo-se no percurso uma seqüência bem programada de produtos. em qualquer espaço. evita-se transformar o fundo da loja em uma zona morta e garante-se a circulação por todo o espaço. ‡ @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . no caso de supermercado. Para aquecer as zonas "frias". a melhor localização para o CAIXA é à esquerda da porta de entrada. como é o caso de supermercados.todo estabelecimento tem algumas zonas "quentes" que parecem atrair o cliente e outras que passam despercebidas. existem certos recursos como. em supermercados ou loja de alimentos. Assim.o fluxo de circulação.em lojas onde a entrada e a saída são separadas.‡ . a colocação de uma mesa para a degustação de algum produto. um bom truque é colocar algum tipo de atrativo no fundo da loja . ou produtos da cesta básica e açougue. em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. tende sempre a dirigirse para a direita.

nesse caso. iluminação e cores variadas nas paredes e prateleiras. para que o cliente as enxergue de qualquer ponto. Ela pode ser em forma de cartazes e setas.50m. Piso de cores e materiais diferentes. constituem outras formas de sinalização. convém que prateleiras e gôndolas do meio da loja não ultrapassem 1. Exposição dos produtos: uma exposição organizada não é só uma questão de bom senso. separando as seções. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .‡ Sinalização: uma boa sinalização contribui para orientar a circulação.

o lugar indicado para as meias é ao lado de sapatos ou tênis. Mas juntar e separar mercadorias também é uma forma de organizar o fluxo. Salgadinhos próximos a bebidas funcionam como uma boa sugestão.se o cliente costuma ficar alguns minutos na fila do caixa. pois: . para não dificultar o trabalho do vendedor. de acordo com as necessidades do negócio e o tipo de produto. · as prateleiras junto à parede devem ser ter no máximo 2m de altura. despertar o interesse do cliente e induzi-lo à compra.‡ É claro que os perecíveis requerem uma seção refrigerada e que alimentos não combinam com produtos de limpeza.Área de vendas: é fundamental garantir ao vendedor um espaço confortável para ter acesso à mercadoria e atender o cliente sem constrangimento: · portas de correr em prateleiras e balcões são mais indicadas que portas de abrir e gavetas. . esse é um bom local para produtos pequenos ou ofertas que o animem a uma última compra antes de sair. . . o que deve ser sempre evitado. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . as quais exigem o dobro de espaço para serem abertas. é preferível colocar um maior número de itens em exposição a grandes quantidades de um mesmo produto. perecível ou não.Estoque: a área destinada ao estoque deve estar prevista no layout.para tirar melhor proveito do espaço. .

Deve ser a mais adequada possível ao público que pretende atrair e aos produtos e serviços que tem a oferecer. . e é o primeiro contato do cliente com o interior da loja. abrindo para fora.Prateleiras: prolongamentos da vitrina. aprovado pelo Corpo de Bombeiros. e nunca trancadas ou bloqueadas por móveis ou volumes. Emergência: também é necessário considerar a facilidade de esvaziamento do estabelecimento em caso de incêndio ou outro tipo de emergência.Vitrine externa: além de elemento da fachada. Se houver portas de emergência.Fachada: é um excelente meio de oferecer uma visão positiva da loja. Dá também uma idéia da personalidade da loja. adequados ao tipo de material da loja. Os extintores. Devem estimular sua curiosidade e interesse. .Caixa: ponto de observação para controlar o movimento da loja. é onde se exibem produtos. ficarão localizados segundo o projeto de prevenção contra incêndios. circulação e outros espaços: . @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Mobiliário. que têm a vantagem de propiciar ao cliente um contato mais próximo com o produto. serão claramente sinalizadas. que ele vê através do vidro.‡ Ele deve estar em local acessível para abastecer a área de vendas e não pode subtrair espaço de exposição e vendas. .

Circulação: a mais livre possível.‡ Deve ser discreto para não desviar a atenção do cliente da área de vendas e suficientemente visível para que não tenha dificuldade de achá-lo na hora de pagar. Em alguns casos. .Balcão: um dos elementos que definem a circulação de um lado fica o cliente. é mais vantajoso reduzir o estoque ou mesmo guardá-lo em outro local. que ali demonstra os produtos. .Administração: planeje o espaço para que as tarefas e o fluxo de documentos administrativos acompanhem a velocidade das vendas. sem nada que desvie seu interesse dos produtos expostos. que precisam ser guardados de forma segura. sobretudo se o espaço de vendas for pequeno.Sanitários: instalações impecáveis também são um bom cartão de visitas. Este é um dos itens que deve seguir a legislação municipal. conforme o número e o sexo dos funcionários e o uso ou não por parte do público. O conselho vale para lojas de pequeno porte. sugerindo ao cliente a melhor direção para examinar as mercadorias. sobretudo daqueles para os quais se quer dar maior destaque. .Mostrador: excelente recurso para exibir mercadorias pequenas e objetos frágeis ou de valor.depósito: evite desperdício. de outro o vendedor. nas quais uma parte do balcão substitui essa área. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Suas dimensões e localização não devem dar a impressão de ser um obstáculo entre o cliente e a mercadoria. . . .

as Fraudes ‡ Trataremos de um assunto que preocupa grande parte dos empresários varejistas: as fraudes. acredito que a grande preocupação de empresários e administradores do ramo varejista deve ser com as perdas que se tem na sua totalidade e não apenas com um dos seus detalhes. não se pode jamais esquecer que fraudes são apenas um detalhe ou uma parte integrante de um problema mais abrangente. ‡ Os problemas ocasionadores das reais perdas em empresas do varejo. Por isso. aos quais se deve dar total atenção são os seguintes: ‡ furtos: internos e externos. ‡ erros operacionais. que são as perdas.O Varejo e a Origem das Perdas . ‡ erros administrativos. pois são elas as reais causas geradoras de vultosos prejuízos ao setor varejista. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . ‡ As perdas no varejo precisam ser combatidas sob todas as formas. Mas quando se fala em fraudes.

@2008 ‡ DEMARCOEDUCAÇÃOCORP . trocam cheque por dinheiro ou liberam compras efetuadas com cheque roubado ou não. conforme elencamos acima. ‡ Enfocaremos neste artigo o problema das fraudes praticadas por falsos clientes e sobre as praticadas por funcionários desonestos. ‡ Segundo o PROVAR. ‡ b) Funcionários que. combinados com pessoas de seu conhecimento (as vezes parentes). ‡ 1 .em ações isoladas ou em conluio com amigos e parentes. relacionadas a fraudes praticadas por funcionários. constatamos que os principais motivos são: ‡ a) Ação desonesta de funcionários. os quais trazem de casa cheques roubados e os trocam por dinheiro.‡ fraudes. da Universidade de São Paulo (USP). dividi-las entre si. ‡ Não seria exagero dizer que pequenos varejistas tem sido obrigados a fechar suas portas por não suportarem os prejuízos causados pela infinidade de fraudes praticadas por terceiros e por funcionários desonestos . para depois.FRAUDES PRATICADAS POR FUNCIONÁRIOS ‡ A respeito das perdas.5 bilhões anualmente devido ao problema das perdas. ‡ c) Funcionários que falsificam assinatura ou simulam autorização de gerente em all rights reservedcheques roubados. o varejo vem perdendo cerca de R$4.

ingenuidade ou medo. ‡ Da solução: ‡ As medidas a serem tomadas. na maioria das vezes. sempre colocam. simulando-se uma operação legal. a maquiagem do cheque. os quais. objetivando a erradicação de tais problemas são@2008 all rights reservedas seguintes: ‡ DEMARCOEDUCAÇÃOCORP ‡ ‡ . contudo. ‡ d) Funcionários honestos que. autorizam para colegas da empresa a troca de cheques de terceiros por dinheiro. quando podem ser beneficiados pelo cansaço e pressa dos funcionários. sabem que se trata de cheque roubado. por amizade. os golpistas preferem agir no horário de fechamento de loja. pois. e) Funcionários displicentes. desmotivados ou tomados pelo cansaço ou pressa de encerrar o expediente. a função e localização do funcionário solicitante no verso do cheque. Há casos de premeditado golpe de funcionários que solicitam a troca do cheque por dinheiro.OBS: Nos casos supracitados ocorre por vezes. são postos em seu verso os dados do pseudo cliente a fim de que passe despercebido pela tesouraria da loja e do Central. os quais autorizam cheques sem consultar a Lista de Restrição da Empresa ou o Serviço de Informação Bancária. tentados pelas circunstâncias. a fim de que seja identificado caso haja a devolução do cheque. liberam compras a cheque sem qualquer tipo de averiguação ou consulta. geralmente. É sabido que.

É preciso que haja um acompanhamento de um profissional na área de prevenção a fraudes para que por meio de auditorias nas perdas detecte a sua natureza -fraudes praticadas por funcionários ou erros operacionais. deverá ser demitido (casos considerados graves). 4 . advertido ou é imediata devolução do valor referente ao cheque autorizado. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . função do funcionário e principalmente dos casos em que não conste assinatura de autorização (quando deveria constar). 2 . dependendo da situação. assinaturas.‡ ‡ ‡ ‡ ‡ 1 .Ressarcimento dos valores aos cofres da empresa no que se refere a vendas liberadas ilegalmente.A demissão sumária dos funcionários envolvidos em casos considerados graves. Esse trabalho envolve identificação de nomes.Análise dos cheques devolvidos pelo banco a fim de identificação problemas internos e evolução de fraudes externa para que posteriormente sejam enviados para a cobrança. 3 .Criação de normas para o recebimento de cheques a fim de que sejam seguidas rigorosamente pelo pessoal do setor. Qualquer funcionário que contrarie essas normas.

por off-set . por vezes utilizam-se de telefones públicos que recebem chamada. Geralmente emitem cheques roubados. as vezes ocorrendo a necessidade do uso de lupa conta fio 10x para sua detecção. arquivam cheques @2008 all rights reservedcomo perdidos. raspados ou não. A outra modalidade é a clonagem de cheques. são cheques que jamais serão recuperados. Trata-se de trabalho muito bem feito. estão sendo lesadas por estas formas de falsificações. relacionadas a fraudes praticadas por falsos clientes. realizado por profissionais.impressão em gráfica clandestina. ‡ . cujo objetivo principal é passar como normal um cheque com ocorrência de roubado. apresentando também documentos falsos. Diversas empresas no Brasil. seja por fabricação caseira montagem do cheque através de imagem scanneada que depois é imprimida em jato de tinta. ‡ As novas modalidades de golpes praticados por quadrilhas é a rasura quase que microscópica da numeração de cheque. sem saber. os quais são: ‡ Quadrilhas que atuam da seguinte forma: uma ou mais pessoas se encarregam de efetuar a compra e outra se encarrega de confirmar por telefone todos os dados que foram fornecidos. constatamos os principais motivos.‡ 2 .. semDEMARCOEDUCAÇÃOCORP saber o motivo causador daquela perda. ou então por meio de formulários contínuos em branco que foram roubados de alguma agência bancária.FRAUDES PRÁTICADAS POR FALSOS CLIENTES ‡ A respeito das perdas. e que a olho nu é de difícil identificação.

pois os funcionários treinados impediram a ação de estelionatários contra a empresa. para vendedores. por vezes o endereço fornecido pelo banco já não é mais onde residem. utilizam-no para compras. DEMARCOEDUCAÇÃOCORP . ‡ c) Estelionatários profissionais. ás vezes são localizados por meio de informações bancárias. por necessidade. em nível mais avançado.Realização de cursos periódicos sobre Prevenção a fraudes nas vendas para operadoras de caixa. ‡ Tenho certeza que o retorno será satisfatório. Para não serem localizadas sempre fornecem endereço e telefone errados.‡ b) Pessoas desempregadas que ainda guardam talão de cheque de uma conta encerrada. sugerimos as seguintes medidas de prevenção: ‡ 1 . e. na maioria das vezes residindo na Zona Sul. abrem conta bancária. ‡ Da solução: ‡ Para os casos de fraudes externas. Durante esse período. mas se mudam após emitirem vários cheques pré -datados sem fundo. que alugam conjugados por temporada (geralmente 30 dias ou menos). as quais. geralmente apresentam documentos originais. fiscais e gerentes. Esse trabalho resultará na apreensão de muitos documentos falsos que deverão ser encaminhados á polícia ou então arquivados pelo departamento de segurança @2008 all rights reservedda empresa para serem usados em treinamento. contudo.

acompanhando de perto o trabalho de. ‡ OBS: Nenhum cheque devolvido deve ir para a cobrança sem antes ser analisado e identificado a sua origem. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Os funcionários responsáveis pelo seu recebimento estão cientes de que.os quais podem com facilidade ser identificados -. pois são as causadoras de alto índice de perdas. ‡ 2 . ‡ Empresários que se furtam de investir em treinamento e capacitação de seus funcionários são muito mais atingidos pelas fraudes. inserindo cláusulas que despertem a atenção dos funcionários para documentos falsificados grosseiramente .Criação de normas para recebimento de cheques. ‡ Todos os casos de documentos de crédito irrecuperáveis representam. com base nas normas sobre cheques. bem como para a necessidade de coibir-se a ação dos funcionários desonestos. fiscais e gerentes.‡ É o uso do veneno da cobra contra a sua própria picada. vendedores. justamente. as situações internas que devem ser trabalhadas. ‡ Com essas e outras medidas de prevenção. consegue-se colocar sob total controle o setor de vendas das lojas. poderá haver o controle e supervisão do setor.

infelizmente. perdem quando desistem de receber cartões de crédito por causa da clonagem. acaba perdendo sempre. motivado pelo medo das falsificações. até não suportar tantas perdas. perdem quando cancelam o recebimento de tiquetes alimentação. Depósitos internos periódicos é recomendado . @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . só falta noticiarem algum empresário que tenha proibido o recebimento de cédulas de real em sua loja. por causa do grande número dos que foram devolvidos. O problema de quem não encara a fraude é que. A troca de gavetas é mais rápido e seguro ao invés de contar o dinheiro na frente de clientes . motivados pelos inúmeros falsificados recebidos. ‡ Agora.‡ Perdem quando decidem não mais receber cheques como forma de pagamento. Imagine a cena! ‡ A limitação de dinheiro vivo nos caixas reduzem as perdas em caso de assaltos. ‡ Gavetas extras com o troco já contado e com a identificação do funcionário é o método mais eficaz .

mudanças no comportamento criminoso podem explicar apenas uma pequena porção dessa complexidade. . Um programa de prevenção de perdas que não puder demonstrar estatística e financeiramente sua efetividade. A mudança verdadeira tem acontecido porque um clima extremamente competitivo tem impulsionado os executivos de prevenção de ‡ perdas a serem mais reflexivos e meticulosos ao traçar os caminhos táticos e estratégicos dentro de seus departamentos.SUMÁRIO ‡ A prevenção de perdas no varejo tem se tornado muito mais complexa no decorrer dos últimos vinte e cinco anos. A meu ver. Mesmo se puder mostrar essas duas características. pode não conseguir competir com sucesso contra outros gastos potenciais @2008 all rights reservedque sejam considerados mais DEMARCOEDUCAÇÃOCORP decisivos para o negócio. Essa pressão aumentou na medida em que a alta administração das empresas intensificou a rigidez nos critérios de avaliação de qualquer investimento de capital. provavelmente não será adotado.

No futuro.‡ As comunidades acadêmica e de negócios têm a oportunidade e a obrigação de usar as ferramentas à sua disposição para preparar e defender as práticas e teorias de prevenção de perdas. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . a colaboração entre essas comunidades pode propiciar um novo conjunto de conhecimentos extremamente importante para a indústria da segurança.

paga pela mercadoria onde é removido o botão de segurança da mercadoria. vai ao caixa .00 . B) A caminho da saída troca este casco de R$50.NOTAS A) Cliente compra um casaco por R$50. lhe causando constrangimento. porem agora com o botão de segurança. @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Neste momento reclama que o caixa mais uma vez não removeu o botão de segurança. O caixa na saída da loja evitaria que o cliente circulasse junto a mercadoria dando-lhe a oportunidade da troca. D) O botão é removido e o cliente sai calmante com a mercadoria mais cara. C) Se dirige a porta onde o alarme é acionado. SOLUÇÃO. O recibo da mercadoria sempre devera ser averiguada para se certificar que pertence a mercadoria.00 por outro de mais valor .

T. R. Situational Crime Prevention: Successful Case Studies.(1996). Editorial. (Aplicação da prevenção ao crime: estudo de casos bem sucedidos) Albany. (1994). Gale S. FL: Sensormatic Electronics Corporation. Boston. Profits through Merchandise Preservation. ³Crime Analysis: Lessons from the Retail Sector?´ (Análise Criminológica: lições do setor de varejo?) Security Journal 7:53-60. M.e R. Clarke. E M.REFERÊNCIAS ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Baumer.e R.P. J. Crime and Everyday Life. Thousand Oaks. ³Defining and Measuring the Economic Benefit of Electronis Article Surveillance´.V. (1985). Security Journal 7:11-14. e D. Deerfield Beach.com @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP . Clarke (1991). (ed. ------. Security Journal 2:4. NY: Harrow e Heston.V.L. Speed (1996). Felson. Burrows.Clarke (1996). (1993).V. (Definindo e medindo os benefícios econômicos do sistema de etiquetagem eletrônica). ------. In: Combating Retail Theft: Programs and Strategies (Combatendo furtos no varejo: programas e estratégias). ------. ³Article Surveillance´ (Vigilância dos artigos). (Crimes e o cotidiano) CA: Pine Forge Press. ‡ Prof Sérgio De Assumpção (51)32333533-demarcoeduca@gmail. MA: Butterworth.L. R. Rosenbaum (1984). Security Journal 4:162-64.0 (1992). ³Reducing the Rewards of Shoplifting: An Analysis of Ink Tags´. (Reduzindo as recompensas de furto externo: uma análise das etiquetas eletrônicas com tinta). ³Value-Added Security´ (Segurança com maior valor). (Lucros por meio da preservação de mercadorias). Security Journal 7:11-14. DiLonardo.

Obrigado por sua presença ‡ Prof Sérgio De Assumpção (51)32333533-demarcoeduca@gmail.com @2008 all rights reservedDEMARCOEDUCAÇÃOCORP .

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