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Mito e razão

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Published by: Adriano Novaes on Apr 11, 2011
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Trabalho de filosofia Integrantes: Adriano, Agliberto, Cássio, Danielzinho, Diego e Fernando.

Origem: grega . as origens do mundo e do homem por meio de fatos sobrehumanos e extraordinarios. O mito procura explicar a realidade.Š Š Š É uma história que simboliza algo dentro de uma determinada cultura. os fenômenos naturais.

Rei dos deuses na mitologia grega O Deus Thor dos Vikings na Batalha contra os gigantes. .Zeus .

) que o modelo mítico foi sendo questionado e substituído por uma forma de pensar que exigia outros critérios para a confecção de argumentos. a criação da democracia que preconizava o uso da palavra.Š Foi somente a partir de determinadas condições (navegações. uso e invenção do calendário e da moeda. bem como a publicidade das leis etc. . sistemático e com validade universal. Surge a Filosofia como busca de um conhecimento racional.

romper com todas as estruturas explicativas do mito. sem. apesar de muitos filosofos ainda recorrerem ao artifício mítico. sem os aspectos sobrehumanos ou extraordinários. Na afirmação analisa-se que a filosofia pegou a essência de explicação do mito e a desenvolveu de uma forma racional.Š Š A filosofia nasceu promovendo a passagem do saber mítico ao saber racional. entretanto. .

aquilo que era apenas fantasioso. . ou seja. mas também dramática. ganha destaque por seu valor prático na formação do homem.Š Š A releitura de um dos pensadores tidos como fundadores do idealismo racionalista preconiza que já na Grécia o mito não foi meramente substituído nem de forma radical. razão e palavra não conseguem atingir ainda seu objeto. nem gradual pelo pensamento filosófico. Os textos de Platão. imaginário. analisados não somente pela ótica conceitual. nos proporciona compreender que um certo uso do mito é necessário onde o discurso.

. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre..Š Š Um exemplo de Platão é o texto ´Mito da Cavernaµ: Em uma caverna vivem homens que passagem gerações apenas ali dentro presos. mas sem que os prisioneiros vejam que são estatuetas e vejam que exitem outros ali fora.. de modo que se possa.Os prisioneiros imaginam que as sombras são as próprias coisas. A luz que ali entra provém de uma imensa e alta fogueira externa e entre a fogueira e a caverna passam trabalhadores carregando estatuetas que mostram a sombra aumentada destas(pela posição que passam perto da fogueira). na semi-obscuridade. enxergar o que se passa lá dentro.

deparando com o caminho ascendente. . as estatuetas e a fogueira. a mureta. se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar.Š Que aconteceria. nele adentraria. olharia toda a caverna. dirigindo-se à entrada da caverna e. Embora dolorido pelos anos de imobilidade. veria os outros seres humanos. começaria a caminhar. indaga Platão.

contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los. veria os homens que transportam as estatuetas e. e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. durante toda sua vida. ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna. ficaria completamente cego. o prisioneiro regressaria à caverna. pois a fogueira na verdade é a luz do sol. se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas. Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele. tentariam fazê-lo espancando-o e. descobrindo que. ficaria desnorteado pela escuridão.Š Š Num primeiro momento. prosseguindo no caminho. Depois. não acreditariam em suas palavras e. não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade. certamente acabariam por matá-lo. . enxergaria as próprias coisas. Libertado e conhecedor do mundo. acostumando-se com a claridade. se mesmo assim.

estas suposições vêm da base de experiências e historias míticas em muitas vezes. Como visto . .Š Š Razão é a capacidade da mente humana que permite chegar a conclusões a partir de suposições ou premissas.

acabavam tornando-se mitos. procurando dar uma explicação racional aos fatos que ocorriam no mundo. o que de certa forma assustava as pessoas. que segundo os gregos era revelação dos deuses e por ser revelação dos deuses. . O ponto de partida de suas reflexões filosóficas eram os sonhos.Š Um dos principais objetivos dos filósofos gregos era desmistificar os deuses.

de forma que possa ser expresso numa linguagem.Š Š A principal diferença entre a razão e outras formas de consciência está na explicação: o pensamento é tanto mais racional quanto mais conscientemente for pensado. Os filósofos racionalistas opõem a razão à imaginação.aquelas que são dadas aos sentidos empregar a razão é representar os objetos segundo as qualidades primárias -aquelas que são dadas à razão- . Enquanto empregar a imaginação é representar os objetos segundo as qualidades secundárias .

Ao final do diálogo Sócrates não consegue através de seu método comprovar de forma clara e objetiva a seus interlocutores Símias e Cebes. e do Mito do Julgamento e do Destino das Almas.Acontecimento onde Sócrates e outros filósofos discutem. da Reminiscência. . recorre novamente aos mitos para explicar as suas idéias. para persuadir seus interlocutores a respeito de suas Idéias de Geração de Contrários. E como ´bom filósofoµ. da Teoria da Participação. suas idéias a respeito da Imortalidade da Alma. da Natureza da Alma. Sócrates ao procurar desmistificar os sonhos através de suas reflexões filosóficas utiliza-se deste método.

Š Š O mito da caverna ² Platão http://www.youtube.com/watch?v=RtuhNm 6z10E Mito à razão http://www.com/watch?v=BrvqwJZ e8mc Š Š .youtube.

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