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Codigo de Manu

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CÓDIGO DE HAMURABI (Babilônia - +/- 3.000 a.C.

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Introdução: Um lugar onde quase tudo que consideramos civilizado nasceu, ex. escrita, tijolo , cerveja. O crescente fértil, onde está hoje o Iraque e uma parte do Irã. Tem esse nome por causa da fertilidade do Rio Tigre e do Rio Eufrates e ambos dão um formato de uma lua crescente de cabeça para baixo. Uma sociedade há +/- 3.000 anos e rica.

CÓDIGO DE HAMURABI (Babilônia - +/- 3.000 a.C.)

Código Hamurabi (282 artigos) No final de 1901, uma expedição francesa de arqueologia encontrou um apedra ³estrela´ com aproximadamente 2,5 m de altura contendo um número de 282 de Leis, Artigos que chamamos deCódigo de Hamurabi, porque foi escrito a mando do rei Hamurabi na Babilônia 1m 1750 a.C.

CÓDIGO DE HAMURABI (Babilônia - +/- 3.000 a.C.)

Sociedade da Babilônia do rei Hamurabi Era dividida em três camadas sociais, e representantes por uma pirâmide de cabeça pra baixo: 1ª ±Awilum, homens livres com todos os direitos de cidadão, era o maior e tinha na sua composição tanto ricos como pobres; 2ª ±Muskênum ± camada intermediária entre os Awilum e escravos, era formado por funcionários públicos ± serviam a realeza; 3ª ±Escravos ± prisioneiros de guerra e minoria da população;

DIREITO HEBRAICO

CARACTERÍSTICAS ‡ O direito hebraico é um direito religioso ‡ Influenciou o direito romano, direito medieval, direito canônico, direito muçulmano, direito germânico e a cultura jurídica ocidental.

DIREITO HEBRAICO FONTES DO DIREITO A Bíblia é um livro sagrado que contém a LEI revelada por DEUS aos israelitas.  

PENTATEUCO. Para os Judeus PENTATEUCO tem o nome de TORA, que significa LEI ESCRITA, revelada por DEUS. Trata-se da parte principal do VELHO TESTAMENTO DEUTERONÔMIO. É um livro da lei, que estabelece normas de direito público, direito privado, direito de família, direito do trabalho, direito penal e processual. 

DIREITO HEBRAICO ALGUNS INSTITUTOS JURÍDICOS (DEUTERONÔMIO) 1. ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA (16:18) 2. PERÍODO DE DESCANSO DA JORNADA DE TRABALHO (5:12-13-14) 3. ESCRAVIDÃO POR DÍVIDA (15:12-13-14) 4. TESTEMUNHA (19:15) 5. FALSO TESTEMUNHO (19:16-18-21) 6. PODER FAMILIAR (21:18 A 21) 7. CRENÇAS E CULTOS RELIGIOSOS (17:3 E 7) 8. CASAMENTO (22:13-14-20=28) 9. ADULTÉRIO (22:22)

O CÓDIGO DE MANU

Inscrito em sânscrito, constitui-se na legislação do mundo indiano e estabelece o sistema de castas na sociedade Hindu. Redigido entre os séculos II a.C. E II d.C. São tidas como a primeira organização geral da sociedade sob a forte motivação religiosa e política. O Código é visto como uma compilação das civilizações mais antigas.

O CÓDIGO DE MANU

Segundo o código os sacerdotes ocupavam uma casta superior na hierarquia social. Neste código há uma série de idéias sobre valores, tais como: Verdade, Justiça e Respeito. Os dados processuais que versam sobre a credibilidade dos testemunhos atribuem validade diferente à palavra dos homens, conforme às castas que pertencem.

O CÓDIGO DE MANU  

Livro Primeiro - Descreve a apresentação e o pedido das leis compiladas pelos Maharqui (os dez santos eminentes) Livro Segundo - Institui quais sejam os deveres que devem cumprir os homens virtuosos, os quais são inatacáveis tanto pelo ódio quanto pelo amor, e as obrigações e a vida prescrita para o noviciado e a assunção dos sacramentos para os Brâmanes, sacerdotes, membros da mais alta casta hindu.

O CÓDIGO DE MANU  

Livro Terceiro - Estipula normas sobre o matrimônio e os deveres do chefe da família; a necessidade de excluir pessoas indesejáveis, como, por exemplo, os portadores de doenças infecciosas, os ateus, os que blasfemam, os vagabundos, os parasitas, etc. Livro quarto - Ratifica, como de fundamental importância, o princípio de que qualquer meio de subsistência é bom se não prejudica, ou prejudica o menos possível, os outros seres humanos, e ensina de que maneira, honesta e honrosa, se pode procurar como e do que viver.

O CÓDIGO DE MANU  

Livro Quinto - Indica quais os alimentos que devem ser preferencialmente consumidos para ter uma vida longa Livro Sexto - Regula a vida dos anacoretas (religioso contemplativo) e dos ascetas (praticantes); de como tornarem-se, conhecendo as escrituras, cumprindo sacrifícios e abandonando as paixões humanas.

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Livro Sétimo - Determina os deveres dos reis e confirma as normas de sua conduta, que deve ter como objetivo proteger com justiça todos aqueles que estão submetidos ao seu poder. O Código se ocupa não só das relações internas, como também das externas, e dita regras de diplomacia para os embaixadores do rei e da arte da guerra quando for preciso recorrer às armas. O princípio romano "se queres a paz prepara-te para a guerra" (si vis pacem para bellum), já é aplicado aqui, quando diz que o rei, cuja armada mantém-se eficiente e constantemente em exercício, é temido e respeitado pelo mundo inteiro.

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Livro Oitavo e Nono - São os que mais interesse trazem aos jornais, pois contêm normas de direito substancial e processual, como também as normas de organização judiciária. A justiça vem do rei, que deve decidir pessoalmente as controvérsias que podem ser resumidas nos dezoito títulos do Livro Oitavo e nos três do Livro Nono.

O CÓDIGO DE MANU   

Livro Décimo - Regula a hierarquia das classes sociais, a possibilidade do matrimônio e os direitos que têm os filhos nascidos durante sua vigência e estabelece normas de conduta para aqueles que não conseguem, por contingências adversas, viver segundo as prescrições e as exigências de sua própria casta. Livro Décimo Primeiro ± Enumera uma longa série de pecados e faltas e estabelece as penitências e os meios para se redimir. Livro Décimo Segundo - Enfoca a recompensa suprema das ações humanas.

O CÓDIGO DE MANU SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS. ALTAVILA, Jayme de. Origem do Direito dos Povos. 8ª ed. São Paulo: ícone. 2000. GILISSEN, John. Introdução Histórica ao Direito: Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian. 3.ª edição. 2001. DAVID, René. Os grandes sistemas do direito contemporâneo. São Paulo. Martins Fontes. 1998. PEDROSA, Ronaldo Leite. Direito em história. Nova Friburgo. Editora Imagem Virtual. 2000. PINHEIRO, Rahph Lopes. História do direito. Rio de Janeiro. Thex Editora. 9ª edição.2000.

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