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Parte superior do formulário

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> Isenção aplicável a


deficientes
Quem pode beneficiar da isenção de ISV?

Podem beneficiar da isenção do Imposto Sobre Veículos:


➢ O deficiente motor, maior de 18 anos, com um grau de desvalorização igual ou
superior a 60%;

➢ O Multideficiente profundo; com grau de desvalorização igual ou superior a 90%;

➢ O deficiente que se mova exclusivamente apoiado em cadeiras de rodas com


um grau de desvalorização igual ou superior a 60%;

➢ O deficiente visual, com grau de desvalorização de 95%.


Note bem: O deficiente motor com idade inferior a 18 anos não está
contemplado na presente legislação, pelo que fica afastado da isenção Nos
restantes casos a isenção é concedida independentemente da idade.

Parte inferior do formulário

Quem pode ser considerado deficiente motor?


Considera-se deficiente motor a pessoa que reúna cumulativamente os seguintes requisitos:

1. Apresente uma limitação funcional de carácter permanente, de grau igual ou superior a


60%, por motivo de alterações na estrutura e funções do corpo, congénitas ou adquiridas;

2. Apresente elevada dificuldade na locomoção na via pública sem auxilio de outrem ou


recurso a meios de compensação, designadamente próteses, ortóteses, cadeiras de rodas e muletas, no
caso de deficiência motora ao nível dos membros inferiores, ou elevada dificuldade no acesso ou na
utilização dos transportes públicos colectivos convencionais, no caso de deficiência motora ao nível dos
membros superiores.
Quem pode ser considerado multideficiente profundo?
Considera-se multideficiente profundo a pessoa que reúna cumulativamente os seguintes requisitos:

1. Reúna as condições para poder ser considerada pessoa com deficiência motora;

2. Apresente uma ou mais deficiências, das quais resulte um grau de incapacidade igual
ou superior a 90%;

3. Apresente acentuada dificuldade de locomoção na via publica sem auxílio de outrem ou


sem recurso a meios de compensação, ou no acesso ou utilização de meios de transporte públicos
colectivos convencionais;

4. Esteja comprovadamente impedido de conduzir automóveis.


Quem pode ser considerado deficiente que se mova apoiado em cadeira
de rodas?
Considera-se deficiente apoiado em cadeira de rodas a pessoa que reúna cumulativamente os seguintes
requisitos:

• Apresente uma deficiência de origem motora ou outra, de carácter permanente;


• Apresente um grau de incapacidade igual ou superior a 60%;
• Se locomova exclusivamente em cadeira de rodas.
1. Quem pode ser considerado pessoa com deficiência visual?
2.
3. Considera-se pessoa com deficiência visual, a pessoa que tenha uma alteração permanente no
domínio da visão, de 95%.
4.
5. Quem pode ser considerado pessoa com deficiência, das Forças
Armadas?
6.
Considera-se pessoa com deficiência, das forças armadas, a pessoa que seja considerada como tal nos
termos do D.L n.º 43/76, de 20 de Janeiro, e tenha um grau de incapacidade igual ou superior a 60%,
independentemente da sua natureza.
Qual o documento que comprova a deficiência?
A deficiência é comprovada através de declaração de incapacidade permanente emitida há menos de
cinco anos, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades, que se encontre em vigor na data da sua
determinação pela respectiva junta.
Quem pode emitir declarações de incapacidade?
• Juntas médicas, nomeadas pelo Ministro da Saúde, no caso de deficientes civis;
• Direcções dos Serviços competentes de cada um aos ramos das Forças Armadas, no
caso de militares;
• Comandos-Gerais da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública,
no caso de elementos de forças militarizadas.
Quais os requisitos das declarações de incapacidade?
• Serem passadas em papel timbrado do serviço emissor;
• Serem assinadas pela entidade que superintende no respectivo serviço;
• Serem autenticadas com o selo branco em uso no serviço;
• Constar a natureza da deficiência e o respectivo grau de incapacidade nos termos da
legislação vigente;
• Comprovar a elevada dificuldade de locomoção na via pública ou no acesso ou
utilização dos transportes públicos colectivos convencionais;
• Inaptidão para a condução, caso exista.
Quem pode conduzir o veículo objecto de isenção do ISV?
O veículo objecto da isenção fiscal pode ser conduzido:

• Pelo próprio deficiente ou pelo seu cônjuge, desde que com ele viva em economia
comum, ou pelo unido de facto, independentemente de qualquer autorização;
• Pelos ascendentes e descendentes em 1.º grau que com ele vivam em economia
comum e por terceiros por ele designados, até ao máximo de dois, desde que
previamente autorizados pela Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais
sobre o Consumo, e na condição de a pessoa com deficiência ser um dos ocupantes.
Quando o veículo for conduzido pelos ascendentes e descendentes, ou
por terceiro designado pelo deficiente, é obrigatório que o deficiente seja
um dos ocupantes?
Sim. É obrigatório que o deficiente seja um dos ocupantes do veículo, salvo:

• Nas situações de multideficiencia profunda;


• De deficiência motora cujo grau de incapacidade permanente seja igual ou superior a
80% ou, não a tendo, se desloquem em cadeiras de rodas;
• Nas situações de deficiência visual;
E quando as deslocações não excedam um raio de 60 km da residência do beneficiário.
Nota: A condução do veículo por terceiros num raio superior a 60 km da residência do beneficiário, sem
que este seja um dos ocupantes, constitui infracção fiscal aduaneira e determina a imediata apreensão do
veículo.
Quais os requisitos a que o veículo deve obedecer?
Deve tratar-se de veículo ligeiro, e possuir um nível de emissão de CO2 até 160 g/km, não podendo a
isenção ultrapassar o montante de € 7800, suportando o beneficiário, se for caso disso, a parte restante
do ISV que for devida.
Em que alfândega deve ser apresentado o pedido de isenção?
Varia consoante o local de residência do interessado. Assim, deverá dirigir-se à Alfândega da área da
residência constante do quadro infra mencionado:

Alfândegas Delegações Aduaneiras Concelhos

Alverca
Benavente, Loures e Vila Franca de Xira, com
Estrada Nacional, N.º 10
excepção das respectivas zonas portuárias,
TERTIR
Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos,
2615-170 Alverca
Azambuja, Mafra, Odivelas, Sintra e Sobral de
Tel: 219 587 210 Monte Agraço.
Fax: 219 587 235

aalverca@dgaiec.min-
financas.pt

Aveiro Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Arouca,


Aveiro, Carregal do Sal, Castro Daire, Estarreja,
Lugar de Moinhos
Ílhavo, Mangualde, Mealhada, Mortágua,
Estrada 109/7 – TERTIR
Murtosa, Nelas, Oliveira de Azeméis, Oliveira de
3810-520 Aveiro
Frades, Oliveira do Bairro, Ovar, Penalva do
Tel: 234 377 000 Castelo, Santa Comba Dão, Santa Maria da
234 377 026 Feira, São João da Madeira, São Pedro do Sul,
Sátão, Sernancelhe, Sever do Vouga, Tondela,
aaveiro@dgaiec.min- Vagos, Vale de Cambra, Vila Nova de Paiva,
financas.pt Viseu e Vouzela.

Covilhã Belmonte, Castelo Branco, Covilhã, Fundão,


Gouveia, Idanha-a-Nova, Manteigas, Oleiros,
Parque Industrial
Oliveira do Hospital, Penamacor, Proença-a-
6200-027 Covilhã
Nova, Seia, Sertã e Vila Velha de Ródão.
Tel: 275 319 190
Fax: 275 319 199

dacovilha@dgaiec.min-
financas.pt
Figueira da Foz
Ansião, Arganil, Cantanhede, Castanheira de
Pêra, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da
Rua do Cais, n.º 31 Foz, Figueiró dos Vinhos, Góis, Lousã, Mira,
3080-052 Figueira da Foz Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho,
Tel: 233 408 110 Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande,
Fax: 233 408 119 Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de
Poiares.
daffof@dgaiec.min-
financas.pt
Vilar Formoso Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira,
Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de
Lg. da Alfândega Algodres, Guarda, Meda, Pinhel, Sabugal e
6355-217 Vilar Formoso Trancoso.
Tel: 271 510 050
Fax: 271 510 059

davformoso@dgaiec.min-
financas.pt

Braga
Parque Industrial de Amares, Barcelos, Braga, Cabeceiras de Basto,
Celeiros – 2ª Fase, Celorico de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de
Av. José Rolo, Lt. T2 Basto, Montalegre, Póvoa de Lanhoso, Terras de
4705-414 Celeirós - Bouro, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão,
Braga Vila Verde e Vizela.
Tel: 253 305 500 Bragança
Fax: 253 305 548 Alfândega da Fé, Bragança, Freixo de Espada à
Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro,
Av. Abade Baçal, n.º 41 - Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo,
abraga@dgaiec.min- R/ch
financas.pt Valpaços, Vila Flor, Vimioso e Vinhais.
5300-068 Bragança
Tel: 273 331 878
Fax: 273 327 480

dabraganca@dgaiec.min-
financas.pt
Peso da Régua
Alijó, Armamar, Baião, Boticas, Carrazeda de
Ansiães, Chaves, Cinfães, Lamego, Mesão Frio,
Rua de Vila Franca Moimenta da Beira, Murça, Penedono, Peso da
5050-266 P. Régua Régua, Resende, Ribeira de Pena, Sabrosa,
Tel: 254 310 120 Santa Marta de Penaguião, São João da
Fax: 254 310 128 Pesqueira, Tabuaço, Tarouca, Vila Nova de Foz
Côa, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real.
dapr@dgaiec.min-
financas.pt
Portimão
Faro
Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro,
Av. da República, n.º 8/B Rua Júdice Biker, n.º 5
Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão,
8000-079 FARO 8500-701 Portimão Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira,
Tel: 282 405 500 Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.
Tel: 289 887 720 Fax: 282 405 509
Fax: 289 887 748
daportimao@dgaiec.min-
afaro@dgaiec.min- financas.pt
financas.pt
Amarante, Castelo de Paiva, Espinho,
Freixieiro
Felgueiras, Gondomar, Lousada, Maia, Marco de
Estrada Nacional, 107 - Canaveses, Matosinhos, Paços de Ferreira,
TERTIR Paredes, Penafiel, Porto, Póvoa de Varzim,
4455-496 Perafita Santo Tirso, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila
Nova de Gaia.
Tel: 229 983 210
Fax: 229 997 756

afreixieiro@dgaiec.min-
financas.pt

Funchal
Av. do Mar e Calheta, Câmara de Lobos, Funchal, Machico,
Comunidades Ponta do Sol, Porto Moniz, Ribeira Brava, Santa
Madeirenses n.º 26
9000-054 Funchal Cruz, Santana e São Vicente.

Tel: 291 211 570 Porto Santo


Fax: 291 211 595 Porto Santo
Sítio das Matas - Aeroporto
afunchal@dgaiec.min- do Porto Santo
financas.pt 9400-035 PORTO SANTO
Tel: 291 982 378
Fax: 291 984 118

dapsanto@dgaiec.min-
financas.pt

Jardim do Tabaco
Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais,
Av. Infante D.
Lisboa, Moita, as freguesias de Afonsoeiro, Alto
Henriques, n.º 34
Estanqueiro/Jardia, Atalaia, Montijo e Sarilhos
1100-280 LISBOA Grandes, do concelho do Montijo, Oeiras, Seixal
e Sintra.
Tel: 218 814 100
Fax: 218 814 104

ajtabaco@dgaiec.min-
financas.pt

Leixões
Zona portuária dos Portos do Douro e Leixões.
Av. da Liberdade
4450-718 Leça da
Palmeira
Tel: 229 984 040
Fax: 229 984 107

aleixoes@dgaiec.min-
financas.pt
Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Almeirim,
Peniche
Alpiarça, Alvaiázere, Batalha, Bombarral,
Cadaval, Caldas da Rainha, Cartaxo, Chamusca,
Rua da Alfândega Constância, Coruche, Entroncamento, Ferreira
2520-621 Peniche do Zêzere, Golegã, Lourinhã, Leiria, Mação,
Marinha Grande, Nazaré, Óbidos, Ourém,
Tel: 262 790 060 Peniche, Pombal, Porto de Mós, Rio Maior,
Fax: 262 790 079
Salvaterra de Magos, Santarém, Sardoal, Tomar,
apeniche@dgaiec.min- Torres Novas, Torres Vedras, Vila Nova da
financas.pt Barquinha e Vila de Rei.

Ponta Delgada
Lagoa, Nordeste, Ponta Delgada, Povoação,
Praça Vasco da Gama Ribeira Grande e Vila Franca do Campo.
9500-350 Ponta Delgada

Tel: 296 307 440 Aeroporto de Santa Maria Vila do Porto.


Fax: 296 307 468
Apartado 562
9580-908 Vila do Porto
apdelgada@dgaiec.min-
Tel: 296 886 180
financas.pt
Fax: 296 886 381

daasmaria@dgaiec.min-
financas.pt
Angra do Heroísmo
Angra do Heroísmo, Calheta, Santa Cruz da
Graciosa, Velas e Vila da Praia da Vitória.
Pátio da Alfândega
9700-066 Angra do
Heroísmo
Tel: 295 403 690
Fax: 295 403 699

daaheroismo@dgaiec.min-
financas.pt
Horta
Corvo, Horta, Lajes das Flores, Lajes do Pico,
Madalena, Santa Cruz das Flores e São Roque
Rua Vasco da Gama, n.º do Pico.
50
9000-017 Horta
Tel: 292 200 160
Fax: 292 220 169

dahorta@dgaiec.min-
financas.pt
Alandroal, Alcácer do Sal, Arraiolos, Évora,
Setúbal
Grândola, Montemor-o-Novo, as freguesias de
Av. Jaime Rebelo Canha, Pegões e Santo Isidro de Pegões, do
2904-536 Setúbal concelho do Montijo, Mourão, Palmela, Portel,
Redondo, Reguengos de Monsaraz, Sesimbra,
Tel: 265 521 300 Setúbal, Vendas Novas e Viana do Alentejo.
Fax: 265 234 156
Elvas Alter do Chão, Arronches, Avis, Borba, Campo
asetubal@dgaiec.min- Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Estremoz,
financas.pt Caia Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Mora, Nisa,
7350-443 Elvas Ponte de Sor, Portalegre, Sousel e Vila Viçosa.
Tel: 268 640 008
Fax: 268 640 009

daelvas@dgaiec.min-
financas.pt

Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja,


Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo,
Mértola, Moura, Odemira, Ourique, Santiago do
Cacém, Serpa, Sines e Vidigueira.

Viana do Castelo
Arcos de Valdevez, Caminha, Esposende,
Lg João Tomás da Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da
Costa, S/N Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do
4900-509 Viana do
Castelo Castelo e Vila Nova de Cerveira.

Tel: 258 800 040


Fax: 258 800 050

avcastelo@dgaiec.min-
financas.pt

Nota: O pedido de benefício no âmbito deste regime legal poderá, em alternativa e no interesse do
particular ser aceite e decidido pela alfândega onde inicialmente foi apresentada a DAV.
O pedido de isenção do imposto, juntamente com os originais dos documentos, poderá, ainda, ser
enviado pelo correio, em carta registada, com aviso de recepção, ou entregue na Alfândega mais próxima
da residência do interessado.
Quais os documentos que devem ser apresentados com o pedido de
isenção?
Com o pedido de benefício fiscal, devidamente assinado pelo beneficiário, deverão ser apresentados os
seguintes documentos:

• Declaração de incapacidade;
• Factura pró-forma do veículo;
• Carta de condução, se exigida;
• Bilhete de Identidade ou cédula pessoal;
• Cartão de contribuinte.
1. Qual o prazo mínimo para alienar o veículo?
2.
3. O beneficiário da isenção não pode alienar, a título oneroso ou gratuito, alugar ou emprestar o
automóvel objecto de isenção antes de decorrido o prazo de 12 meses contado a partir da data da
atribuição da matrícula nacional, sob pena de haver lugar à liquidação integral do imposto e a
responsabilidade penal ou contra-ordenacional.
4. No caso de alienação do veículo objecto de isenção após o decurso do ónus de
intransmissibilidade a favor de sujeito que não reúna todas as condições para beneficiar da mesma
isenção, há lugar ao pagamento do imposto em montante proporcional ao tempo em falta para o termo
dos cinco anos, segundo as taxas em vigor à data da concessão do beneficio.
Qual o prazo de concessão de nova isenção?
O prazo para concessão de nova isenção é de 5 anos, salvo quando ocorra:

• Acidente de que resultem danos irreparáveis, que determinem o cancelamento da


matrícula do automóvel;
• Furto ou roubo devidamente participado às autoridades, sem que o veículo tenha sido
encontrado e restituído ao seu proprietário no prazo de seis meses; e desde que se
comprove o cancelamento da matrícula;
• Inadequação do automóvel às necessidades do deficiente, devido ao agravamento
comprovado da sua incapacidade, desde que não seja possível proceder à necessária
adaptação do veículo.
Nota: Nas situações de furto ou roubo em que haja recuperação do veículo pelas autoridades policiais,
há lugar a tributação no montante proporcional ao tempo em falta para o termo dos cinco anos, segundo
as taxas em vigor à data da concessão do beneficio.
O veículo objecto de isenção é transmissível por morte?
• O direito à isenção é transmissível mortis causa caso se verifique no transmissário os
pressupostos da isenção, ou quando estejam em causa veículos especialmente adaptados para
o transporte de deficientes que se movam apoiados em cadeiras de rodas.
Fora das condições mencionadas é aplicável na transmissão por morte o ónus de tributação
residual subjacente ao pagamento do montante proporcional ao tempo em falta para o termos
dos cinco anos, segundo as taxas em vigor à data da concessão do beneficio.
• A DGAIEC pode submeter os deficientes a uma junta médica de
verificação?

• Sim, sempre que no decurso da instrução se suscitem dúvidas quanto ao grau de incapacidade
do requerente, ou dentro do prazo de caducidade do direito à liquidação poderá a DGAIEC
mandar submeter os deficientes a uma junta médica de verificação, notificando-os para o efeito.

Nota: Nas situações de submissão do deficiente a junta médica de verificação em sede de


instrução do pedido, poderão os interessados, garantir o montante de imposto do veículo a
legalizar, caso queiram ter acesso imediato ao benefício antes de serem conhecidos os
resultados da junta médica de verificação, sendo neste caso o beneficio reconhecido
condicionalmente.

• O Reconhecimento da isenção de ISV está sujeito a caducidade?

• Sim, o direito à isenção caduca no prazo de seis meses após a respectiva notificação ao
interessado, devendo por conseguinte o interessado, neste prazo exercer o respectivo direito,
apresentando a DAV para efeitos de matrícula do veículo objecto de isenção.