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CIPE /ICNP

CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM


ORIGEM DA CIPE
NANDA - Taxonomia de diagnósticos de enfermagem

NIC - Classificação das intervenções de enfermagem

NOC - Classificação dos resultados sensíveis ao cuidado de enfermagem.


ORIGEM DA CIPE

As classificações americanas tentaram ser


introduzidas a nível internacional.

– A OMS REJEITOU A PROPOSTA DE


INCLUSÃO DA TAXONOMIA I DA NANDA,
POIS O RECONHECIMENTO SÓ SERIA
POSSÍVEL, APENAS ATRAVÉS DO ICN
QUE REPRESENTA 118 ASSOCIAÇÕES
DE ENFERMAGEM.
ORIGEM DA CIPE

1989 - SEUL
na Conferência de Representantes das associações de
enfermeiros --» Surge a necessidade de desenvolver
uma:
Classificação Internacional
para
a Prática de Enfermagem
e estabelecer mecanismos para manter um único
sistema comum de classificação da prática de
enfermagem.
ORIGEM DA CIPE

1990 - O ICN iniciou um projecto a longo


prazo para o desenvolvimento de
uma CIPE .
ORIGEM DA CIPE

O desenvolvimento de uma classificação pode


ser descrita em três etapas:
Colheita de termos
Agrupamento de termos
Hierarquização de termos em grupos estabelecidos
ORIGEM DA CIPE
(colheita de termos)
Dispneia
Limpeza das vias aéreas
Incontinência urinária
Ferida traumática
Úlcera de pressão
Autocuidado
hipotensão
Respiração
Urgência urinária
Expectorar
Aspiração
hipertensão
Tegumentos
Autocuidado: higiene
Incontinência de esforço
Ferida cirúrgica
Autocuidado: vestuário
circulação

Fernando Petronilho 66
CIPE
Nomenclatura comum em enfermagem
(objectivos – ICN 1993 e revistos em 2000):

Estabelecer uma linguagem comum para descrever a prática de enfermagem que melhore a
comunicação entre as enfermeiras e entre as enfermeiras e os outros;

Representar conceitos utilizados na prática local, por linguagem e área de especialidade;

Descrever os cuidados de enfermagem a pessoas (indivíduos, famílias e comunidades) universalmente;

Permitir a comparação dos dados de enfermagem entre populações de utentes, locais, áreas
geográficas e tempo;
CIPE

Incentivar a investigação em enfermagem articulando


dados disponibilizados por sistemas de informação em
enfermagem e saúde;

Fornecer dados da prática de enfermagem que possam


influenciar a formação em enfermagem e as políticas de
saúde;

Projectar tendências nas necessidades dos


doentes,prestação de tratamentos de enfermagem,
utilização de recursos e resultados de cuidados de
enfermagem.
ORIGEM DA CIPE

1996 - Surge a versão Alpha da


CIPE:classificação mono axial de
Fenómenos e multi axial de Intervenções de
enfermagem.
ORIGEM DA CIPE
1997- Lançada na internet uma versão Beta experimental :
arquitectura multi axial de Fenómenos de Enfermagem.

1999 – Aprovada em Londres a versão BETA,


compreendendo:
fenómenos, acções e Resultados sensíveis aos
cuidados de Enfermagem

2000 – Aprovada a versão BETA2.


ORIGEM DA CIPE

Telenurse  promover o consenso do uso


da CIPE na Europa

Neste projecto estão incluídos 14 países


europeus que representam investigadores,
prestadores e utilizadores finais de
tecnologia de informação

IGIF  tradução da CIPE


Para optimizar e expandir a sua
aplicabilidade a CIPE deve ser:

Ø Abrangente de forma a ser utilizada pelos


diferentes países;
Ø Suficientemente simples para que o enfº possa
descrever a sua prática e a estrutura de forma útil;
Ø Não depender de um Quadro Conceptual ou
Modelo particular de enfermagem (deve ser neutra
a qualquer modelo ) ;
Ø Baseada num núcleo central, onde podem ser
efectuados aperfeiçoamentos;

Ø Sensível a todas as culturas;

Ø O reflexo do sistema comum e universal de valores


( expressos no código de enfermagem do ICN );

Ø Utilizada de forma complementar ou integrada com


as classificações já existentes pela OMS(cuja
principal é a ICD – classificação internacional de
doenças-1ª versão do séc.XVIII)
A CIPE DEVERÁ COMPARAR:

Ø Diversidade das populações (problemas /


diagnósticos de enfermagem );
Ø Variabilidade dos padrões da prática
(acções de enfermagem );
Ø Variabilidade dos resultados clínicos de
enfermagem ( resultados sensíveis ao
cuidado de enfermagem ).
O que é a CIPE ?
A CIPE é uma classificação de:

q Fenómenos de enfermagem;

q Acções de enfermagem;

q Resultados de enfermagem.

Que descrevem a prática de enfermagem


FENÓMENOS DE ENFERMAGEM

Recuando na história até à Filosofia Grega


– Fenómeno - significa uma coisa, evento
ou processo que pode ser observado.

FÉNOMENOS DE ENFERMAGEM são


irregularidades notáveis e discerníveis da
prática clínica observadas pelos
enfermeiros
NA CIPE :

Fenómeno de enfermagem refere um factor


que influencia o estado de saúde com as
características específicas : aspecto da saúde
relevante para a prática de enfermagem ( ICN,
1999 )
NA CIPE :

Diagnóstico de enfermagem designação


atribuída por um enfermeiro à decisão sobre um
fenómeno que representa o foco das intervenções
de enfermagem. Um diagnóstico de enfermagem é
composto por conceitos contidos nos eixos da
classificação dos fenómenos.
NA CIPE :
PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE JUÍZO

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA

EIXO FENÓMENOS
PORTADOR FOCO

PROBABILIDADE
JUÍZO

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA

EIXO FENÓMENOS
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

U
E

P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

EIXO A : Foco da prática


§
N A T U R E Z A
de enfermagem
A M B I E N T E F I S I C O

Área de atenção A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M
concordante com o mandato
social e os modelos I N F R A - E S T R U T U R A S

profissionais e conceptuais da D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

prática de enfermagem. S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

Exemplo: Dor, Auto- N O R M A S E A T I T U D E S

cuidado:higiene. R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

P E S S O A

FENÓMENO DE ENFERMAGEM G R U P O

F A M I L I A

C O M U N I D A D E
RESPIRAÇAO A M B I E N T E
CIRCULAÇÃO
TEMP CORPORAL N A T U R E Z A
NUTRIÇÃO
DIGESTÃO A M B I E N T E F I S I C O

METABOLISMO A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

VOL. LIQUIDOS A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

SECREÇÃO
ELIMINAÇÃO I N F R A - E S T R U T U R A S

TEGUMENTO D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

REPARAÇÃO S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

ACTI. MOTORA N O R M A S E A T I T U D E S
SENSAÇÃO R E G I M E P O L I T I C O
SIS. IMUNITÁRIO
REPRODUÇÃO
DESEN. FISICO
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

P E S S O A

FENÓMENO DE ENFERMAGEM G R U P O

F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E
RAZÕES ACÇÃO
N A T U R E Z A
AUTOCONHECIMENTO
BEM ESTAR A M B I E N T E F I S I C O
COGNIÇÃO A M B I E N T E B I O L Ó G I C O
APRENDIZAGEM
A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M
MEMÓRIA
EMOÇÃO
I N F R A - E S T R U T U R A S
VOLIÇÃO
DECISÃO D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

ADAPTAÇÃO S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O
ENERGIA N O R M A S E A T I T U D E S
CRENÇA
R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

U
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P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

RAZÕES ACÇÃO
N A T U R E Z A

AUTO CONCEITO A M B I E N T E F I S I C O

AUTO CONSCIÊNCIA A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

AUTO ESTIMA A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

IMAGEM CORPORAL I N F R A - E S T R U T U R A S

IDENT. PESSOAL D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

IN D IV ÍD U O

FENÓMENO
F U N Ç Ã O

P E S S O A

ENFERMAGEM G R U P O

F A M IL IA

C O M U N ID A D E

A M B IE N T E

ACÇÃO N A T U R E Z A

REL. PRÓPRIO
A M B IE N T E F IS IC O

A M B IE N T E B IO L Ó G IC O

AUTO CUIDADO A M B IE N T E F E IT O P E L O H O M E M

CUIDADO DOMÉSTICO IN F R A - E S T R U T U R A S

ESTILO VIDA D E S E N V O L V IM E N T O T E R R IT O R IA L

S IS T E M A S A B A S T E C IM E N T O

N O R M A S E A T IT U D E S

R E G IM E P O L IT IC O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

ACÇÃO
N A T U R E Z A

INTERDEPENDENTES A M B I E N T E F I S I C O

INTERACÇÃO SOCIAL A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

INTERACÇÃO PAPÉIS A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

CUIDAR I N F R A - E S T R U T U R A S

INTERACÇÃO SEXUAL D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

COMUNICAÇÃO S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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E

P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

PROCESSO FAMILIAR A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

SATISFAÇÃO CONJUGAL A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

PLANEAM. FAMILIAR I N F R A - E S T R U T U R A S

ADAPTAÇÃO GRAVIDEZ D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

PATERNIDDAE S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

COMPOSIÇÃO FAMILIAR A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

TAMANHO FAMILIAR A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

U
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P
S

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S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O
PROC. COMUNITÁRIO A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

GESTÃO COMUNITÁRIA
I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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P
S

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S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O
COMPOSIÇÃO COMUNI. A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

NÍVEL PROSPERIDADE
TAXA ILITERACIA
I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L
TAXA CRIMINALIDADE S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O
SAÚDE COMUNITÁRIA N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

ÁGUA I N F R A - E S T R U T U R A S

AR D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

LUZ SOLAR S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

CLIMA N O R M A S E A T I T U D E S

SOLO R E G I M E P O L I T I C O

RUÍDO
CHEIRO FÉTIDO
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O
ANIMAL N O R M A S E A T I T U D E S

PLANTA R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A
VIA TRANSPORTE
EDIFÍCIO A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

U
E

P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A
DES. RESIDENCIAL
DES. AGRICOLA A M B I E N T E F I S I C O

DES. RECREATIVO A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

DES. INDUSTRIAL A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

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E

P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O
ABASTECIM. BÁSICO
A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M
PRESTAÇÃO SERVIÇOS
I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

U
E

P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O
DISCRIMINAÇÃO A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M
CULTURA
TRADIÇÃO I N F R A - E S T R U T U R A S

D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
S E R H U M A N O

I N D I V Í D U O

F U N Ç Ã O

FENÓMENO G R
P

U
E

P
S

O
S O A

ENFERMAGEM
F A M I L I A

C O M U N I D A D E

A M B I E N T E

N A T U R E Z A

A M B I E N T E F I S I C O

A M B I E N T E B I O L Ó G I C O

LEIS E REGULAM. A M B I E N T E F E I T O P E L O H O M E M

PROCESSO ELAB. LEIS


I N F R A - E S T R U T U R A S
DECIDÊNCIA DA LEI
INFRAÇÃO À LEI D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L

ESTADO GUERRA S I S T E M A S A B A S T E C I M E N T O

N O R M A S E A T I T U D E S

R E G I M E P O L I T I C O
PORTADOR

FOCO

JUÍZO
JULGAMENTO
PROBABILIDADE

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA

EIXO FENÓMENOS
Fenómenos
1 - Eixo B – Juízo
(Opinião clínica, estimativa ou determinação da
Conseguir Instabilidade prática profissional de enfermagem sobre o estado
Compromisso de um fenómeno de enfermagem, incluindo a
Conseguido Instável
qualidade relativa da intensidade ou grau de
Não instável Comprometido manifestação do fenómeno de enfermagem)
Não
conseguido Não comprometido
Atingir Dependência
Contaminação Dependente Alteração
Atingido
Contaminado Não Alterado
Ineficácia Não atingido
Não dependente Não alterado
Eficaz
contaminado
Ineficaz Eficácia Diminuição
Demonstração Deficiência
Eficaz Diminuido
Demonstra Deficiente
Não eficaz Não diminuido
Não demonstra Não deficiente
Aumento
Aumentado Aquisição
Sim/Não Dificuldade Insuficiência
Não aumentado Adquirido
Sim Difícil Insuficiente
Não adquirido
Não Não difícil Não
insuficiente
PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE JUÍZO
JULGAMENTO

LOCALIZAÇÃO
ANATÓMICA FREQUÊNCIA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA

EIXO FENÓMENOS
Fenómenos
1 - Eixo C – Frequência
(Nºde ocorrências ou repetições de
um fenómeno de enfermagem
durante um intervalo de tempo)

Contínuo Intermitente

Muito Frequente Às vezes Raramente Muito Nunca


Frequente raramente
EIXO FENÓMENOS

PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE JUÍZO
JULGAMENTO

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

TOPOLOGIA
DURAÇÃO
Fenómenos
1 - Eixo D – Duração
(Intervalo de tempo durante o
qual ocorre um fenómeno de
enfermagem)

Agudo Crónico
EIXO FENÓMENOS

PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE JUÍZO
JULGAMENTO

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

DURAÇÃO

TOPOLOGIA
Fenómenos
1 - Eixo E – Topologia (Região anatómica em relação ao
ponto mediano ou extensão da
área anatómica de um fenómeno
de enfermagem)

Horizontal- Vertical- Lateralida- Totalidade Centralida- Todo/Parte Dentro/ Atrás/


mente mente de de Fora À frente
Direito Unilateral Central Todo Interno Posterior
Esquerdo Bilateral Periférico Parte Externo Anterior

Superior Inferior Total Parcial


Sup Dto Inf Dto Todos
Sup Esq Inf Esq Ambos
EIXO FENÓMENOS

PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE JUÍZO
JULGAMENTO

FREQUÊNCIA

LOCALIZAÇÃ
O
ANATÓMICA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA
Fenómenos
1 - Eixo F – Localização Anatómica

(Posição ou localização no
organismo de um fenómeno
de enfermagem)

Sítio do corpo (Snomed®)


Nomenclatura sistematizada da
medicina
EIXO FENÓMENOS

PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE

JUÍZO
JULGAMENTO

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA
Fenómenos
1 - Eixo G – Probabilidade
(Possibilidade de
ocorrência de um
fenómeno de enfermagem)

Risco de Oportunidade de
Forte alto risco Máxima oportunidade de
Alto risco de Grande oportunidade de
Algum risco de Alguma oportunidade de
Baixo risco de Baixa oportunidade de
Risco mínimo de Mínima oportunidade de
PORTADOR

FOCO

PROBABILIDADE JUÍZO
JULGAMENTO

LOCALIZAÇÃO FREQUÊNCIA
ANATÓMICA

DURAÇÃO
TOPOLOGIA

EIXO FENÓMENOS
Fenómenos
1 - Eixo H – Portador
(Entidade
relativamente à qual se
pode dizer que possui
fenómeno de
enfermagem)

Indíviduo Grupo

Família Comunidade

Família distributivamente Comunidade distributivamente


Família colectivamente Comunidade colectivamente
ORIENTAÇÕES PARA A COMPOSIÇÃO
DE UM DIAGNÓSTICO DE
ENFERMAGEM

1 - Deve incluir um termo do Eixo do Foco da


Prática de Enfermagem;
2 - Deve incluir um termo do Eixo de Juízo ou do
Eixo da Probabilidade;
3 - O recurso a termos provenientes de outros
eixos é opcional;
4 - Somente um termo de cada eixo pode ser
usado para a construção de um
diagnóstico;
CLASSIFICAÇÃO DAS ACÇÕES

Por Acção de enfermagem entende-se,


genericamente, um comportamento dos
enfermeiros na prática.
Intervenção de enfermagem, é definida
como a acção realizada, no caso concreto,
em resposta a um diagnóstico de
enfermagem, tendo em vista produzir
resultados sensíveis aos cuidados de
enfermagem
EIXOS – Classificação das Acções de
Enfermagem
TIPO
ACÇÃO
BENEFICIÁRIO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
EIXOS DAS
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM

TIPO
ACÇÃO
BENEFICIÁRIO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
CLASSIFICAÇÃO DAS ACÇÕES

EIXO A – Tipo de acção :

ü Realizações levadas à prática por uma


acção de enfermagem.

ex: ensinar, inserir,monitorizar


DOMÍNIOS DO TIPO DE ACÇÃO

v OBSERVAR
v GERIR
v EXECUTAR
v ATENDER
v INFORMAR
IDENTIFICAR
REALÇAR
DEFINIR O PERFIL
DIAGNOSTICAR
EXAMINAR
AUSCULTA
PALPAR
PERCUTIR
RASTREAR
TESTAR
ANALISAR
VALIDAR
VERIFICAR
MEDIR
PESAR
CALCULAR
VIGIAR
MONITORIZAR
INSPECCIONAR
SUPERVISIONAR
AVALIAR
INTERPRETAR
T IP O D E A C Ç Ã O

O B S E R V G A ER R I R E X E C U TA AT RE N D I EN RF O R M A R

ORGANIZAR
COORDENAR
PLANEAR
PRIORIZAR
TRIAR
CALENDARIZAR
ORDENAR
REQUERER
REFERIR
CONTROLAR
REGULAR
ALTERAR
INICIAR
AUMENTAR
DIMINUIR
INTERROMPER
DESMAMAR
SUPRIMIR
MANTER
ESTABILIZAR
OPTIMIZAR
LIMITAR
RESTINGIR
RESTINGIR ÁREAS
IMOBILIZAR
ISOLAR
ESTABELECER LIMITES
PERMITIR
DISTRIBUIR
ADMINISTRAR
APLICAR
DAR
PROVIDENCIAR
OFERECER
COLIGIR
T IP O D E A C Ç Ã O

O B S E R V GA ER R I R E X E C U T A A T RE N D IE N R F O R M A R

LIMPAR
LAVAR
ENXAGUAR
IRRIGAR
IRRIGAR SOB PRESSÃO
PURIFICAR
DESINFECTAR
ESTERILIZAR
ESFREGAR
ENSABOAR
SUCCIONAR
ASPIRAR
ESCORRER
ARRANJAR
ESCOVAR
PENTEAR
DAR BANHO
ENSOPAR
COBRIR
AGASALHAR
VESTIR
ENVOLVER
ALIMENTAR
POSICIONAR
LEVANTAR
(cont.)
T IP O D E A C Ç Ã O

O B S E R V G A ER R I R E X E C U TA AT RE N D I EN RF O R M A R

ASSISTIR
FACILITAR
APOIAR
ENCORAJAR
REFORÇAR
ADVOGAR
PROMOVER
INDUZIR
MOTIVAR
APERFEIÇOAR
DAR PODER
TRATAR
ALIVIAR
ATENUAR
RESTAURAR
RESSUSCITAR
REABILITAR
PREVENIR
PROTEGER
EVITAR
RELACIONAR
COMUNICAR
ESCUTAR
ESTABELECER RELAÇÃO COM
DISPONIBILIZAR
COLABORAR
CONTRATAR
NEGOCIAR
TOLERÂNCIA CULTURAL
ELOGIAR
CONFORTAR
TOCAR
SEGURAR A MÃO
ABRAÇAR
T I P O D E A C Ç Ã O

O B S E R V G A ER R I R E X E C U TA AT RE N D I EN R F O R M A R

ENSINAR
INSTRUIR
TREINAR
TREINO AUTOGÉNICO
EDUCAR
ORIENTAR
ORIENTAR ANTECIPADAMENTE
AVISAR
ACONSELHAR
DESCREVER
REGISTAR
DOCUMENTAR
ENTREVISTAR
EXPLICAR
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO ACÇÃO
ALVO
VIA

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
Intervenções
2 - Eixo B – Alvo (entidade que é afectada ou
confere conteúdo à acção de
enfermagem)
Fenómeno Outro Alvo

Objectos Condição Actividades

Coisas Naturais Artefacto Condição do Estrutura Actividades Serviço de


Doente dos do doente cuidados
Orgânico Aplicações cuidados de saúde
de saúde
Ligadura
Animal Tubos
Hábitos Padrão
Catéter Pulso
Humano
Utensílio Hipoglicemia
Saco colector
Inflamação
Pessoa Corpo Equipamento
Complicação Encontro
Artigos de cama
Reflexo pupilar Exame
Partes Pomada
do Peso corporal Tratamentos
Produtos limpeza
Corpo Altura corporal Prevenção
Dispositivos
Terapia
Material Tensão arterial
Técnicas
Alimentos
Profissão
Remédios
Emergência
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO ACÇÃO

VIA ALVO

RECURSOS
LOCALIZAÇÃO

TOPOLOGIA TEMPO
Intervenções
(Entidade usada no desempenho da acção de
2 - Eixo C – Recursos enfermagem,
no desempemho da acção de enfermagem
e os serviços, ou seja, trabalho ou plano específicos
usados ao executar acção de enfermagem)

Instrumento Recursos Humanos

Aplicações Encontro
Ligaduras Exame
Tubos/Sondas/Cânulas Tratamentos
Catéteres Prevenção
Utensílios Terapia
Sacos Colectores Técnicas
Equipamento Profissões
Artigos de cama Emergência
Pomada Abordagem
Produtos de limpeza
Dispositivos
Materiais
Nutrientes
Remédios
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO ACÇÃO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA
TEMPO
Intervenções
2 - Eixo D – Tempo
(Orientação temporal de uma acção de
enfermagem.
O tempo inclui os pontos no tempo e os
intervalos de tempo (episódios) que se definem
como a duração entre dois eventos)

Na Antes Durante Depois

Na admissão Pré-natal Intra-natal Pós-natal


Na alta Pré-parto Intra-parto Pós-parto
Pré-operatório Intra-operatório Pós-operatório
Antes da admissão Durante a consulta Após admissão
Antes da alta Durante a Após alta
Antes do hospitalização
tratamento
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO ACÇÃO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
Intervenções
2 - Eixo E – Topologia
(região anatómica em relação a um ponto
mediano ou extensão da área anatómica
de um fenómeno de enfermagem)

Horizontalidade Verticalidade Lateralidade Totalidade Centralidade Todo/Parte Dentro/Fora Posterior/Anterior

Direito Unilateral Central Todo Interior Posterior


Esquerdo Bilateral Periférico Parte Exterior Anterior
Sup. Inf. Total Parcial

Todos
Ambos
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO ACÇÃO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO
RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
Intervenções
2 - Eixo F – Localização
(Orientação anatómica e espacial de uma
acção de enfermagem.
A localização inclui os sítios do corpo,
definidos como a posição ou
localização anatómica de uma acção de
enfermagem, e o local que se
define como a localização geográfica onde
Localização ocorre a acção de enfermagem)
Sítio do corpo
(SNOMED®)

Dep.
Centro de Clínica
Diagnóstic
Saúde Dentária
o
Serviço
hospital Centro de Domicílio
ar Enfermagem
Serviço de Centro de
Recuperaçã Centro de Dia
o Fisioterapia
Escola
Consultas
Externas Clínica de Local de Trabalho
Obstetrícia
Ambulância Vizinhança
Clínica
Local do Geral
Acidente
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO ACÇÃO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
Intervenções
2 - Eixo G – Via
(Trajecto através do qual se realiza
uma acção de enfermagem)

Vaginal Digestiva
Ocular

Traqueostomia Aérea

Vesical Rectal
Subcutânea

Transdérmica
Oral
EIXOS DAS
ACÇÕES DE ENFERMAGEM

BENEFICIÁRIO
ACÇÃO

VIA ALVO

LOCALIZAÇÃO RECURSOS

TOPOLOGIA TEMPO
Intervenções
2 - Eixo H – Beneficiário
(Entidade a favor da
qual a acção de
enfermagem é
realizada)

Indíviduo Grupo

Família Comunidade

Família distributivamente Comunidade distributivamente


Família colectivamente Comunidade colectivamente
ORIENTAÇÕES PARA A COMPOSIÇÃO
DE UMA INTERVENÇÃO DE
ENFERMAGEM

1 –Deve incluir um termo do Eixo do Tipo


de Acção;
2 – O recurso a termos provenientes de
outros eixos é opcional;
3 – Somente um termo de cada eixo pode
ser usado para a construção de uma
intervenção.
RESULTADOS DE ENFERMAGEM DA
CIPE
v Medição ou condição de um diagnóstico
de enfermagem a intervalos de tempo
após uma intervenção de enfermagem.

v Resultantes de intervenções, medidos ao


longo do tempo, sob a forma de
mudanças efectuadas nos diagnósticos
de enfermagem.
Avaliação Inicial

1º Diagnóstico de Enfermagem

Avaliação
dos Intervenção de Enfermagem
resultados
RESULTADO:
2º Diagnóstico de Enfermagem

Avaliação
dos Intervenção de Enfermagem
resultados
RESULTADO:
3º Diagnóstico de Enfermagem
Avaliação Inicial

1º Diagnóstico de Enfermagem
Avaliação (dor crónica severa)
dos
resultados =
alteração de Intervenção de Enfermagem
enfermagem

2º Diagnóstico de Enfermagem
(dor crónica moderada)
Avaliação
dos
resultados = Intervenção de Enfermagem
Sem
alteração do RESULTADO:
diagnóstico
de 3º Diagnóstico de Enfermagem
enfermagem (dor crónica moderada)