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Hipertireoidismo

Hipertireoidismo

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Uma breve descrição do que é o hipertireoidismo.
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FACULDADE BEZERRA DE ARAÚJO

HIPERTIREOIDISMO
























Rio de Janeiro
2010



Fernando Freitas












HIPERTIREOIDISMO









Seminário apresentado à
Faculdade Bezerra de Araújo
como requisito parcial para
aprovação da disciplina
Enfermagem Clinica.











Professora: Marília Teixeira







Rio de Janeiro
2010
SUMÁRIO


INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 1

1 HIPERTIREOIDISMO ............................................................................................... 2

1.1 Definição e epidemiologia ...................................................................................... 2

1.2 Manifestações clínicas .......................................................................................... 2

1.3 Achados Diagnósticos ............................................................................................ 3

1.4 Tratamento ............................................................................................................. 3

1.5 Terapia farmacológica ............................................................................................ 3

1.6 Tratamento cirúrgico .............................................................................................. 4

2 DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM ......................................................................... 4

3 PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM ........................................................................ 4

CONCLUSÃO .............................................................................................................. 6

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ............................................................................. 7
1

INTRODUÇÃO
O hipertireoidismo vem em segundo lugar no grupo de distúrbio endócrino logo
após o Diabetes Mellitus. A Doença de Graves, manifestação mais comum da
patologia, consiste em um débito excessivo de hormônios tireóideos iniciado
pela estimulação anormal da tireóide. A patologia afeta as mulheres
freqüentemente entre a segunda e quarta décadas de vida, com incidência
cerca de oito vezes maior do que nos homens. O paciente portador deste mal
devera ser acompanhado sempre de modo a obter apoio na equipe que cuidará
dele e em sua família.




















2

HIPERTIREOIDISMO
DEFINIÇÃO E EPIDEMIOLOGIA
O hipertireoidismo vem em segundo lugar no grupo de distúrbio endócrino logo
após o Diabetes Mellitus. A Doença de Graves, manifestação mais comum da
patologia, consiste em um débito excessivo de hormônios tireóideos iniciado
pela estimulação anormal da tireóide. A patologia afeta as mulheres
freqüentemente entre a segunda e quarta décadas de vida, com incidência
cerca de oito vezes maior do que nos homens. Podendo ter seu inicio após o
paciente sofrer um choque emocional, estresse ou infecção, sendo inespecífica
a ligação da patologia a esses eventos. Outras causas comuns são a tireoidite
e a ingestão excessiva de hormônios tireóideo.
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Os pacientes com hipertireoidismo exibem características próprias da doença,
quando em sua forma bem desenvolvida, sendo elas um grupo de sinais e
sintomas. O mais freqüente sintoma relatado é o nervosismo, onde comumente
esses pacientes mostram-se emocionalmente superexcitaveis, irritáveis e
apreensivos. Não conseguem manter-se sentados e tranqüilos, podendo até
sofrer palpitações e o pulso mostrar-se normalmente rápido em repouso, como
também a pequenos esforços. Há a intolerância ao calor, assim como a
sudorese intensa. A pele possui uma típica coloração salmão, podendo estar
também quente, macia e úmida. Aqueles que são idosos poderão apresentar
uma pele seca e prurido difuso. Poderá ocorrer também a exoftalmia, exibindo
assim o paciente uma expressão facial assustada.
Outros sinais e sintomas são encontrados no paciente com hipertireoidismo,
onde este paciente poderá ter seu apetite levemente aumentado, uma perda de
peso progressiva pode ser observada mesmo com este aumento da ingesta de
alimentos. Há ainda a fraqueza muscular e fatigabilidade, amenorréia e
alterações na função intestinal.
Ao exame físico o paciente também poderá apresentar elevação da Pressão
arterial Sistólica somente, podendo ocorre a fibrilação atrial e a
descompensação cardíaca na forma de insuficiência cardíaca é comum.
Osteoporose prematura e fraturas também são associadas ao hipertireoidismo.
As mudanças no sistema cardíaco podem estar relacionadas a sensibilidade
aumentada a catecolaminas ou com alterações no turnover(rotatividade) do
neurotransmissor. E nos casos onde não há o tratamento adequado e atenção
necessária a patologia em seu estado grave.
A evolução da doença pode ser branda, com remissões e exacerbações,
terminando com a recuperação espontânea em alguns meses ou anos. Pode
3

também progredir incessantemente, levando a um estado sistêmico de grande
risco, onde o paciente apresentará edema generalizado grave, nervosismo
intenso, delírio e até desorientação, podendo evoluir a óbito.
ACHADOS DIAGNÓSTICOS
Invariavelmente, a glândula tireóide está aumentada em alguma extensão. Ela
é macia e pode pulsar, um frêmito pode ser frequentemente palpado e um
sopro é ouvido sobre as artérias tireóides. Sendo estes os sinais do fluxo
sangüíneo aumentado através da tireóide. Em casos avançados e mais graves
o diagnostico pode ser feito com base na observação dos sintomas, uma
diminuição no TSH sérico, T
4
livre aumentado e um aumento na captação de
iodo radioativo.
TRATAMENTO
O tratamento médico se baseia na utilização de um conjunto de terapias sendo
incluídos os agentes antitireoideos, iodo radioativo e cirurgia. Tem o tratamento
a finalidade de reduzir a hiperatividade tireóidea para um alivio dos sintomas
prevenindo possiveis complicações. O iodo radioativo é a forma mais comum
de tratamento do hipertireoidismo. Agentes bloqueadores adrenérgicos são
utilizados como uma terapia auxiliar para alivio sintomático. Praticamente todos
os tratamentos da tireotoxicose possui algum tipo de efeito colateral, assim
como a mesma complicação pois ocorre o hipotireoidismo permanente ou
hipertireoidismo recidivante ou recorrente e hipotireoidismo permanente. A taxa
de recidiva aumenta nos pacientes que tiveram doença muito grave, longa
história de disfunção, sintomas oculares e cardíacos, bócio grande ou recidiva
depois de tratamento prévio.
TERAPIA FARMACOLOGICA
Segundo BRUNNER(2009) Existem dois tipos de terapias utilizadas, uma é a
utilização de irradiação através da administração do radioisótopo iodo-131,
para os efeitos destrutivos sobre a tireóide. Sendo a segunda opção os
medicamentos inibidores da síntese dos hormônios tireóideos assim como
também outros agentes que controlam manifestações do hipotireoidismo. A
terapia com iodo radioativo é a principalmente usada e sua meta é destruir as
células tireóideas hiperativas. deve então realizar a instrução do paciente em
relação a terapia que ele utiliza. Pode ocorrer sinais de tempestade
tireóidea(manifestação grave de sintomas) que pode ser controlada através da
administração de propranolol(inderal). Os medicamentos antiesteróideos tem o
objetivo de inibir um ou mais estágios na síntese de hormônio tireóideo,
controlando assim a glândula a produzir menos hormônio tireóideo. Há ainda
uma terapia auxiliar, com a utilização de compostas de iodo ou iodo, onde
4

esses compostos reduzem a taxa metabólica com maior rapidez que os
medicamentos antitireoideos, mas sua ação não é tão prolongada.
TRATAMENTO CIRÚRGICO
Outro esse era o tratamento mais utilizado, porém hoje em dia , a cirurgia é
reservada para circunstâncias especiais, como por exemplo mulheres grávidas
que eram alérgicas ao medicamento antitireoideos, nos pacientes com bócios
grandes ou naqueles paciente que são incapazes de tomar agentes
antitireoideos. A cirurgia somente pode ser realizada logo após a tireóide voltar
ao normal(4 a 6 semanas)
DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM
Após a avaliação do paciente pelo profissional de saúde, poderá ser utilizado
os seguintes diagnósticos de enfermagem:
 Nutrição alterada, menor que a demanda corporal, relacionada com a
taxa metabólica exagerada, apetite excessivo e atividade gastrointestinal
aumentada.
 Enfrentamento ineficaz relacionado com a irritabilidade,
hiperexcitabilidade, apreensão e instabilidade emocional.
 Distúrbio da auto-estima relacionado com as alterações na aparência,
apetite excessivo e perda de peso.
 Temperatura corporal alterada.

PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM
Para uma assistência completa, o enfermeiro após avaliar o paciente devera
elaborar um plano de cuidados que seja adaptado as necessidades atuais do
mesmo, sendo importante fator para a recuperação do paciente:
Melhorar o estado nutricional
O hipertireoidismo afeta todo o sistema orgânico, estando assim desregular,
podendo o apetite estar aumentado, podendo o paciente realizar até seis
refeições por dia, sendo necessário relacionar também liquidos para evitara
desidratação.



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Estimular medidas de enfrentamento
O paciente esta emocionalmente abalado e necessita de após para que possa
ficar mais tranqüilo e que com o tratamento efetivo os sintomas característicos
da doença serão controlados.
Melhorar a auto-estima
O paciente poderá sofre uma mudança em sua aparência quanto a ganho de
peso, mudanças no rosto entre outros, onde a enfermeira terá a
responsabilidade de orientar os familiar a não chamarem a atenção desses
fatores, possibilitando ao paciente uma esfera social agradável.
Manter a temperatura corporal
Devido a alta taxa metabólica o paciente frequentemente ira achar o ambiente
quente, sendo de alivio, banhos e liquidos frios ou resfriados, de forma a
proporcionar maio conforto ao paciente.
Monitoramento de possiveis complicações
A enfermeira irá realizar o acompanhamento no decorrer do dia do paciente, de
forma a realizar medidas profiláticas para que nenhuma complicação ocorra
sem que a equipe esteja sabendo.













6

CONCLUSÃO
O paciente com hipertireoidismo sofre abalos tanto sociais quanto íntimos, de
forma a se tornar sensível e angustiado consigo mesmo. Tendo a Enfermeira
um papel fundamental na orientação deste, de forma a proporcionar um maior
conforto e acolhimento ao paciente, para que ele possa enfrentar e realizar o
tratamento sem que ocorram complicações e possa voltar futuramente a suas
atividades normais.





















7

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
BRUNNER & SUDDARTH. Tratado Médico-Cirúrgico. Rio de J aneiro:Guanabara
Koogan, 2009.
DUARTE, Felipe Henning Gaia; J ALLAD, Raquel Soares; SALGADO, Luiz Roberto
and BRONSTEIN, Marcello Delano. Tumores hipofisários secretores de TSH:
relato de dois casos e revisão da literatura. Arq Bras Endocrinol Metab [online].
2009, vol.53, n.9, pp. 1157-1166. ISSN 0004-2730.
ISOLAN-CURY, Roberta Werlang et al. Efeitos agudos laringológicos e vocais da
radioiodoterapia em pacientes com hipertireoidismo por doença de Basedow
Graves. Rev. Bras. Otorrinolaringol. [online]. 2008, vol.74, n.2, pp. 224-229. ISSN
0034-7299.
CRUZ J UNIOR, Antônio Fiel; TAKAHASHI, Míriam Hideco and ALBINO, Cláudio
Cordeiro. Tratamento clínico com drogas antitireoidianas ou dose terapêutica de
iodo-131 no controle do hipertireoidismo na doença de graves: avaliação dos custos
e benefícios. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. 2006, vol.50, n.6, pp. 1096-1101.
ISSN 0004-2730.

Fernando Freitas HIPERTIREOIDISMO Seminário apresentado à Faculdade Bezerra de Araújo como requisito parcial para aprovação da disciplina Enfermagem Clinica. Professora: Marília Teixeira Rio de Janeiro 2010 .

.................................................................................... 6 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ...........5 Terapia farmacológica . 4 CONCLUSÃO ...................................................................... 2 1.............................................. 2 1................................................................................ 3 1..................3 Achados Diagnósticos ..............1 Definição e epidemiologia .... 4 2 DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM .........................2 Manifestações clínicas ................... 4 3 PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM ................................................................................................................6 Tratamento cirúrgico .SUMÁRIO INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7 .... 2 1................................... 3 1.............................................................................................................................................................................................................................................4 Tratamento........... 1 1 HIPERTIREOIDISMO ......................................................................................................................................... 3 1....................................................................................................

O paciente portador deste mal devera ser acompanhado sempre de modo a obter apoio na equipe que cuidará dele e em sua família. consiste em um débito excessivo de hormônios tireóideos iniciado pela estimulação anormal da tireóide. 1 . A Doença de Graves. manifestação mais comum da patologia. A patologia afeta as mulheres freqüentemente entre a segunda e quarta décadas de vida.INTRODUÇÃO O hipertireoidismo vem em segundo lugar no grupo de distúrbio endócrino logo após o Diabetes Mellitus. com incidência cerca de oito vezes maior do que nos homens.

Poderá ocorrer também a exoftalmia. Há a intolerância ao calor. macia e úmida. Podendo ter seu inicio após o paciente sofrer um choque emocional. Há ainda a fraqueza muscular e fatigabilidade. uma perda de peso progressiva pode ser observada mesmo com este aumento da ingesta de alimentos. podendo até sofrer palpitações e o pulso mostrar-se normalmente rápido em repouso. sendo elas um grupo de sinais e sintomas. com incidência cerca de oito vezes maior do que nos homens. assim como a sudorese intensa. onde este paciente poderá ter seu apetite levemente aumentado. exibindo assim o paciente uma expressão facial assustada. A patologia afeta as mulheres freqüentemente entre a segunda e quarta décadas de vida. Osteoporose prematura e fraturas também são associadas ao hipertireoidismo. irritáveis e apreensivos. Aqueles que são idosos poderão apresentar uma pele seca e prurido difuso. Outras causas comuns são a tireoidite e a ingestão excessiva de hormônios tireóideo. A pele possui uma típica coloração salmão. onde comumente esses pacientes mostram-se emocionalmente superexcitaveis. consiste em um débito excessivo de hormônios tireóideos iniciado pela estimulação anormal da tireóide. Ao exame físico o paciente também poderá apresentar elevação da Pressão arterial Sistólica somente. A Doença de Graves. com remissões e exacerbações. estresse ou infecção. O mais freqüente sintoma relatado é o nervosismo. como também a pequenos esforços. podendo estar também quente. terminando com a recuperação espontânea em alguns meses ou anos. A evolução da doença pode ser branda. Não conseguem manter-se sentados e tranqüilos. Outros sinais e sintomas são encontrados no paciente com hipertireoidismo. manifestação mais comum da patologia. sendo inespecífica a ligação da patologia a esses eventos. As mudanças no sistema cardíaco podem estar relacionadas a sensibilidade aumentada a catecolaminas ou com alterações no turnover(rotatividade) do neurotransmissor. E nos casos onde não há o tratamento adequado e atenção necessária a patologia em seu estado grave. Pode 2 . MANIFESTAÇÕES CLINICAS Os pacientes com hipertireoidismo exibem características próprias da doença.HIPERTIREOIDISMO DEFINIÇÃO E EPIDEMIOLOGIA O hipertireoidismo vem em segundo lugar no grupo de distúrbio endócrino logo após o Diabetes Mellitus. quando em sua forma bem desenvolvida. podendo ocorre a fibrilação atrial e a descompensação cardíaca na forma de insuficiência cardíaca é comum. amenorréia e alterações na função intestinal.

para os efeitos destrutivos sobre a tireóide. onde 3 . O iodo radioativo é a forma mais comum de tratamento do hipertireoidismo. bócio grande ou recidiva depois de tratamento prévio. um frêmito pode ser frequentemente palpado e um sopro é ouvido sobre as artérias tireóides. T4 livre aumentado e um aumento na captação de iodo radioativo. Sendo a segunda opção os medicamentos inibidores da síntese dos hormônios tireóideos assim como também outros agentes que controlam manifestações do hipotireoidismo. Tem o tratamento a finalidade de reduzir a hiperatividade tireóidea para um alivio dos sintomas prevenindo possiveis complicações. sintomas oculares e cardíacos. deve então realizar a instrução do paciente em relação a terapia que ele utiliza. TRATAMENTO O tratamento médico se baseia na utilização de um conjunto de terapias sendo incluídos os agentes antitireoideos. controlando assim a glândula a produzir menos hormônio tireóideo. Em casos avançados e mais graves o diagnostico pode ser feito com base na observação dos sintomas. ACHADOS DIAGNÓSTICOS Invariavelmente. A taxa de recidiva aumenta nos pacientes que tiveram doença muito grave. Praticamente todos os tratamentos da tireotoxicose possui algum tipo de efeito colateral. uma é a utilização de irradiação através da administração do radioisótopo iodo-131. iodo radioativo e cirurgia. com a utilização de compostas de iodo ou iodo. Há ainda uma terapia auxiliar. onde o paciente apresentará edema generalizado grave. Sendo estes os sinais do fluxo sangüíneo aumentado através da tireóide.também progredir incessantemente. assim como a mesma complicação pois ocorre o hipotireoidismo permanente ou hipertireoidismo recidivante ou recorrente e hipotireoidismo permanente. A terapia com iodo radioativo é a principalmente usada e sua meta é destruir as células tireóideas hiperativas. longa história de disfunção. Agentes bloqueadores adrenérgicos são utilizados como uma terapia auxiliar para alivio sintomático. Ela é macia e pode pulsar. uma diminuição no TSH sérico. podendo evoluir a óbito. a glândula tireóide está aumentada em alguma extensão. Os medicamentos antiesteróideos tem o objetivo de inibir um ou mais estágios na síntese de hormônio tireóideo. Pode ocorrer sinais de tempestade tireóidea(manifestação grave de sintomas) que pode ser controlada através da administração de propranolol(inderal). delírio e até desorientação. TERAPIA FARMACOLOGICA Segundo BRUNNER(2009) Existem dois tipos de terapias utilizadas. nervosismo intenso. levando a um estado sistêmico de grande risco.

   Distúrbio da auto-estima relacionado com as alterações na aparência. apetite excessivo e perda de peso. poderá ser utilizado os seguintes diagnósticos de enfermagem:  Nutrição alterada. sendo necessário relacionar também liquidos para evitara desidratação. A cirurgia somente pode ser realizada logo após a tireóide voltar ao normal(4 a 6 semanas) DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM Após a avaliação do paciente pelo profissional de saúde. apreensão e instabilidade emocional. menor que a demanda corporal. PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM Para uma assistência completa. estando assim desregular. relacionada com a taxa metabólica exagerada. apetite excessivo e atividade gastrointestinal aumentada. Temperatura corporal alterada. podendo o paciente realizar até seis refeições por dia. o enfermeiro após avaliar o paciente devera elaborar um plano de cuidados que seja adaptado as necessidades atuais do mesmo. sendo importante fator para a recuperação do paciente: Melhorar o estado nutricional O hipertireoidismo afeta todo o sistema orgânico. TRATAMENTO CIRÚRGICO Outro esse era o tratamento mais utilizado. 4 .esses compostos reduzem a taxa metabólica com maior rapidez que os medicamentos antitireoideos. como por exemplo mulheres grávidas que eram alérgicas ao medicamento antitireoideos. podendo o apetite estar aumentado. a cirurgia é reservada para circunstâncias especiais. Enfrentamento ineficaz relacionado com a hiperexcitabilidade. porém hoje em dia . nos pacientes com bócios grandes ou naqueles paciente que são incapazes de tomar agentes antitireoideos. irritabilidade. mas sua ação não é tão prolongada.

possibilitando ao paciente uma esfera social agradável. Melhorar a auto-estima O paciente poderá sofre uma mudança em sua aparência quanto a ganho de peso. de forma a realizar medidas profiláticas para que nenhuma complicação ocorra sem que a equipe esteja sabendo.Estimular medidas de enfrentamento O paciente esta emocionalmente abalado e necessita de após para que possa ficar mais tranqüilo e que com o tratamento efetivo os sintomas característicos da doença serão controlados. Monitoramento de possiveis complicações A enfermeira irá realizar o acompanhamento no decorrer do dia do paciente. 5 . mudanças no rosto entre outros. sendo de alivio. de forma a proporcionar maio conforto ao paciente. banhos e liquidos frios ou resfriados. Manter a temperatura corporal Devido a alta taxa metabólica o paciente frequentemente ira achar o ambiente quente. onde a enfermeira terá a responsabilidade de orientar os familiar a não chamarem a atenção desses fatores.

6 . de forma a proporcionar um maior conforto e acolhimento ao paciente. Tendo a Enfermeira um papel fundamental na orientação deste. de forma a se tornar sensível e angustiado consigo mesmo.CONCLUSÃO O paciente com hipertireoidismo sofre abalos tanto sociais quanto íntimos. para que ele possa enfrentar e realizar o tratamento sem que ocorram complicações e possa voltar futuramente a suas atividades normais.

[online]. Tratado Médico-Cirúrgico.9. Marcello Delano. Raquel Soares. Tumores hipofisários secretores de TSH: relato de dois casos e revisão da literatura. Tratamento clínico com drogas antitireoidianas ou dose terapêutica de iodo-131 no controle do hipertireoidismo na doença de graves: avaliação dos custos e benefícios. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan.REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS BRUNNER & SUDDARTH. ISSN 0004-2730. 1096-1101. ISOLAN-CURY. Roberta Werlang et al. 2009. ISSN 0034-7299.6. ISSN 0004-2730.74. vol. Bras. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. JALLAD. SALGADO. 1157-1166. Míriam Hideco and ALBINO. n.50. Antônio Fiel. vol. Efeitos agudos laringológicos e vocais da radioiodoterapia em pacientes com hipertireoidismo por doença de Basedow Graves. TAKAHASHI. 224-229. Otorrinolaringol. 2009. vol. 2006. n. pp. n.53.2. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. CRUZ JUNIOR. pp. Rev. DUARTE. Felipe Henning Gaia. 2008. pp. Cláudio Cordeiro. Luiz Roberto and BRONSTEIN. 7 .

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