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Provisão para devedores duvidosos, conforme o imposto de Renda.

Para fins gerenciais, respeitando o princípio da prudência para evidenciar da melhor


maneira as possíveis perdas aprendemos que a forma mais utilizada na atividade é a média de
valores não recebidos nos últimos três anos.

De acordo, porém, com a legislação do imposto de renda (Lei, nº 9.430, de 27.12.1996,


art. 9º parágrafo 1º inciso II) esse método já não é aceito para registrar como despesa
dedutível do imposto de Renda, uma duplicata deve-se enquadrar em um dos três itens abaixo
relacionados.

a) Até R$ 5000,00 Vencidos há mais de seis meses independentes de iniciados os


procedimentos judiciais para recebimento.

b) Acima de R% 5.000,00 até R$ 30.000,00 vencidos há mais de um ano independente de


iniciados os procedimentos judiciais para seu recebimento, mas mantido a cobrança
administrativa

c) Superior a R$ 30.000,00 (trinta mil reais), vencidos há mais de 1 (um) ano, desde que
iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento;

CONTABILIZAÇÃO

A. Na constituição do lançamento para perdas

D- despesas de Créditos Incobráveis (Conta de Resultado)

C- (Créditos Incobráveis conta do ativo; redutora de duplicatas a Receber)

B. No recebimento de um crédito lançamento como perda dedutível.

D- Caixa

C – Duplicatas a Receber – 1º Lançamento

D- Crédito incobráveis

C- Recebeis de Créditos incobráveis – (Conta de Resultado) 2º Lançamento

Tanto a conta de receita com créditos incobráveis, como a conta de despesas de crédito
incobráveis entram na base de Cálculo do Imposto Renda.

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