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A REGRA DA SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO

A REGRA DA SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO

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A REGRA DA SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO SOMOS REALMENTE VICENTINOS?

As virtudes e seus defeitos antagônicos não podem estar presentes simultaneamente num mesmo ser. Ninguém poderá ser valente e covarde ao mesmo tempo. O que ocorre é que muitas vezes admiramos a virtude, mas não dispomos de forças suficientes para consegui-la. Tentamos, então, inutilmente, aparentar ser o que não somos, enganando-nos e enganando aos que nos cercam. Às vezes, não o fazemos com a intenção de mentir aos outros, mas, ainda assim, falta-nos acordar para a realidade, falta-nos um exame de consciência para que nos conheçamos melhor. Há os que não são autênticos conscientemente; há os que não o são e nunca se aperceberam disso. E assim, nas vicissitudes desta vida, encontramos, em quase tudo, o verdadeiro e o falso. Existem os verdadeiros patriotas e há os que se dizem ou se julgam patriotas; existem os bons e há os que se dizem ou se julgam bons; existem os cristãos e há, infelizmente, os que se julgam ou se dizem cristãos. O próprio Jesus alertava seus discípulos a respeito da autenticidade, dizendo-lhes que para entrar no Reino do Céu não era bastante exclamar: "Senhor! Senhor!". Não basta ouvir a palavra de Deus: é preciso vivê-la, todos os dias, todas as horas e todos os momentos. Os ensinamentos de Cristo não devem parar nos ouvidos; devem chegar ao coração, como a semente que cai na superfície da terra, mas que procura suas entranhas para germinar. São Tiago afirma que aos hipócritas não está reservado o Reino de Deus. A fé raquítica, de fachada, mentirosa, não leva ninguém à salvação. Não é suficiente dizer-se ou julgar-se cristão, é preciso sê-lo realmente. E ser cristão á amar a Deus e ao próximo: é viver em obediência aos ensinamentos de Cristo e de sua Igreja. A mensagem de Ozanam se ajusta perfeitamente a esses ensinamentos. Por essa razão, é sempre atual, sempre presente. Procurar o ser que padece, dar-lhe a mão, ampará-lo, participar de seu sofrimento, ver nele o próprio Criador, levar-lhe uma ajuda material ou espiritual, tudo isso é ser realmente vicentino, tudo isso é ser realmente cristão. Não nos limitemos a admirar a mensagem de Ozanam. Procuremos vivê-la com autenticidade. Afastemos de nós a caridade hipócrita, mentirosa e raquítica. Cultivemos a simplicidade. É dever de todos os vicentinos, mormente daqueles que dirigem ou já dirigiram os destinos de nossa querida sociedade. Tudo o que temos, não temos, porque pertence aos pobres. Saber conservar a humildade vicentina, depois de haver dignificado a sociedade como dirigente, é realmente nobre. Todos nós, antes de mais nada, somos simples confrades e o somos com a graça de Deus. Não sejamos vicentinos de fachada, mas vicentinos de verdade. Procuremos melhorar sempre. Estamos longe, muito longe do razoável em matéria de perfeição. É bonito dizer-se cristão, mas isso é pouco ou nada. O importante é ser cristão de verdade, Examinemos nossas ações, nossa conduta, nosso modo de agir. Pertencemos ao grupo dos que "são" ou ao grupo dos que "se dizem"? SOMOS REALMENTE VICENTINOS ? [ Texto extraído da Revista Vicentina: "VOZ DE OZANAM", Órgão de Comunicação do Conselho Metropolitano de São Paulo da SSVP, volume 12 - n.º 3 - páginas 111 e 112 - novembro / dezembro – 1976 –]

PARTE 1 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA SSVP 1 - A SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO (SSVP)
1 - A SSVP é uma organização católica internacional de leigos, fundada em Paris, no ano de 1833, por Antônio Frederico Ozanam e seus companheiros. Colocada sob o patrocínio de São Vicente de Paulo, inspira-se no Pensamento e na obra deste santo, esforçando-se, sob o influxo da Justiça e da caridade, para aliviar os sofrimentos do próximo, mediante o trabalho coordenado de seus membros. 2 - Fiel aos seus fundadores, tem a preocupação de renovar-se constantemente e adaptar-se às condições mutáveis do mundo. 3 - De caráter católico, está aberta a quantos desejam viver sua fé no amar e no serviço a seus irmãos. Em determinados países, podem as circunstâncias levá-la a acolher cristãos de outras confissões, ou membros de outras crenças, que adiram a seus principias. 4 - Nenhuma obra de caridade é estranha á SSVP. Sua ação compreende qualquer forma de ajuda, por contato pessoal, no sentido de aliviar a sofrimento e promover a dignidade e a integridade do homem. A Sociedade não somente procura mitigar a miséria, mas também descobrir e remediar as situações que a geram. Leva sua ajuda a quantos dela precisam, independentemente de raça, cor,nacionalidade, credo político ou religioso e posição social.

ORGANIZAÇAO DA SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO (SSVP) I . está colocada sob a proteção da bem-aventurada sempre virgem Maria.5 . uma só família. bem cama nos diversos aspectos da vida quotidiana. declaradas pelo Conselho Geral V – REUNIÕES DAS CONFERÊNCIAS 1 . . de um membro do Clero. nacional e mundial. PARTE II REGULAMENTO DA SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO NO BRASIL* CAPÍTULO 1 Do Espírito Art. no mundo inteiro.As reuniões devem realizar-se dentro de um espírito de fraternidade.Os vicentinos organizam-se em grupos. III . em Dublin. que se reúnem com regularidade e freqüência. nem permanecer como tais.Não podem ser proclamados membros ativas da SSVP. estejam filiadas a sociedades secretas ou a partidas políticos cuja ideologia atente contra a igreja Católica Apostólica Romana e seus princípios. de acordo com as resoluções aprovadas na 7ª Assembléia Internacional. ser testemunhas do amor a Cristo. Art. de simplicidade e de alegria cristã. 2 . * O Brasil.A POBREZA E O VICENTINO "Pobres sempre os tereis convosco" (Mt 26. Parágrafo único . de escalão local. freqüentem seitas. Antonio Frederico Ozanam e seus companheiros. como os demais países Ibero-americanos. e que procurem dar testemunho do amor a Cristo pelo exercício da caridade. O vicentino está a serviço deles Não os julga põe-se a sua disposição IV . estão excluídos dessa excepcionalidade. 3 . tal como foi proposto pelo próprio fundador.A ESPIRITUALIDADE VICENTINA Os vicentinos Procuram. tanto quanto passível. conhecida pelas iniciais SSVP. 1º No Brasil. em suas relações com os mais desprovidos. pela oração.Permitem avaliar em comum as experiências de cada um e os problemas encontrados para a busca de um melhor serviço. 2º . II . as pessoas em situação conjugal não aceita pela igreja.As Conferências são unidas entre si por meio de Conselhos. 3 .Este serviço caritativo insere-se na vida da igreja. podem ser proclamadas membros ativos da SSVP no Brasil. 2 . a Sociedade de São Vicente de Paulo. tradicionalmente chamados Conferências. Só pessoas que professem a fé católica.O sinal de unidade da Sociedade é a Agregação das Conferências e a Instituição dos Conselhos. regional.Os membros da SSVP são unidos entre si pelo espírito de pobreza e de partilha Formam. as que professem outras religiões.lf). pela meditação da Sagrada Escritura e pela fidelidade aos ensinamentos da igreja. com aqueles a quem prestam auxilia. e par isso pede a participação.

o número ideal é de 12 (doze) a 15 (quinze) membros. de preferência na data do aniversário de sua fundação. a universidade. classe ou idade. mas continuar a ela unido em orações.o Presidente. denominados vicentinos. em dia. CAPÍTULO II Das Conferências Art. ouvidos os membros da conferência. Art. § 1º . os auxílios e os donativos destinados às Conferências. bem-aventurado.As subvenções. 5º . 7º .Art. c) o Sumo Pontífice.8º . desde que feita a Primeira Eucaristia § 4º O membro ativo da sociedade de São Vicente de Paulo que. Parágrafo único . ou por qualquer dos Conselhos hierarquicamente superiores. a celebração da missa das 5 (cinco) Intenções. desde que tenham discernimento. e de que se exija recibo para comprovação legal junto aos órgãos governamentais. enfermidade ou outra circunstância justificada.As Conferências Vicentinas são constituídas por grupos de católicos e integradas por pessoas sem distinção de cor. sexo. § 1º . ou atente contra os princípios estabelecidos pela Regulamento da SSVP. 6º É terminantemente proibido às Conferências constituírem-se em pessoa jurídica.Consideram-se membros auxiliares da SSVP os contribuintes e benfeitores de uma conferência. Todos os membros da conferência devem participar dessa celebração. não puder freqüentar as reuniões da conferência. Art. Parágrafo único . devendo ser comentada pelos presentes.As Conferências reúnem-se regularmente. § 2º . podendo a Conselho Metropolitano da circunscrição estudar e autorizar a adoção de intervalos mais longos para as Conferências rurais. Começam e terminam com as orações tradicionais da Sociedade. § 1º .que pode ser nome de santo. § 3º Os membros ativos da SSVP. que tenham personalidade jurídica. podem ser recebidos. cabendo recorrer-se a um desmembramento.A Saciedade de São Vicente de Paula. 3º . as escolas de todos as graus ou no âmbito de qualquer categoria profissional § 2°-As conferências distinguem sepelotituloadotado. hora e local previamente escolhidos por seus membros.As Conferências são vinculadas e subordinadas diretamente aos Conselhos Particulares do local em que funcionam e. pelas Conselhos aos quais estejam vinculadas. se haja tornado motivo de escândalo.Esses grupos organizam-se na área de diferentes setores comunitários. especialmente os da própria conferência. e) o Brasil Art. Nas conferências urbanas. constitui uma unidade espiritual e dispensa a estrutura de pessoa Jurídica. confrades e consocias. anualmente. que é assumida. a todos os Conselhos hierarquicamente superiores. pelos Conselhos e pelas Obras Unidas.As reuniões são semanais.As reuniões devem ser impregnadas de simplicidade. indiretamente. pela sua conduta. deve afastar a membro ativo que. entretanto. Entendem-se Por "invocação católica" as usualmente aceitas pela Igreja católica Apostólica Romana. a Conferência é vinculada e subordinada diretamente ao Conselho Particular mais próximo. adiante discriminadas. admitindo-se maior número deles para as conferências situadas em zonas rurais. não perde a qualidade de confrade ou consócia. § 7º . § 6º . Em cidades ou em zonas rurais. nem visitar as assistidos.Faz parte integrante da reunião a leitura espiritual ou meditação. 4º . § 5º O número de membros ativos de uma conferência não deve ser muita grande. . Art. em nome delas. b) a Santa Igreja. ande não houver Conselho Particular. que se encontram no Anexo deste regulamento. a bairro. quando tal fato acorrer. com as seguintes intenções: a) os falecidos da SSVP. servo de Deus.As Conferências devem promover. pela idade. ou uma invocação católica. fraternidade e espiritualidade. como a paróquia. que não desejam ou não podem ser proclamadas membros ativos. no Brasil. são proclamados pela Presidente em reunião da Conferência. d) a Sociedade de São Vicente de Paulo. em local de fácil acesso.

A eleição e a apuração deverão constar de ata. em cada reunião. Art. sem. §5º. quando a sua permanência no cargo for motivo de escândalo ou afetar a vida vicentina do lugar. no entanto. a contar do recebimento da cópia da ata da reunião. serem.A reunião não deve ser excessivamente demorada. § lº .A eleição fica sujeita à aprovação da conselho.§ 2° . relatam as visitas efetuadas e comunicam as necessidades dos assistidos. com mandato por 3 (três) anos.O Presidente é eleito em reunião ordinária da conferência. § 4º Faz-se. §6º. 1 (um) ano. excepcionalmente. analisa as medidas propostas e estuda as providências aconselháveis. a presença de 3 (três) membros ativos. o valor da reunião da conferência mede-se pela participação efetiva de seus membros ativos. Art. cumprindo-lhe esforçar-se por cultivar a amizade fraterna entre os elementos do grupo. podendo voltar ao cargo com a interrupção de um mandato. nem tão breve que prejudique o exame consciencioso dos problemas dos assistidas. em cada reunião. indica tácita aprovação § 4º. §7º. ao Qual a conferência está vinculada e subordinada. para que sejam eficazes.Para que a Conferência possa reunir-se. assinada par todos os votantes: cópia da ata deverá ser enviada ao conselho ao qual a conferência estiver vinculada e subordinada. destituindo o Presidente. § ll . o Presidente da Conferência convidará um membro da Clero para exercer as funções de Assistente Espiritual. uma coleta secreta que representa o testemunho e a partilha de cada um. . comunicando ao Pároco. deve nela intervir em qualquer tempo.Os confrades e consócias dão conta de sua atividade vicentina. § 9º É indispensável que ninguém se omita. data da morte de Antonio Frederico Ozanam . por intermédio do conselho Particular ao qual a conferência estiver vinculada e subordinada. § 2º-somente os membros ativos da conferência terão direito a voto. A critério do conselho Nacional do Brasil. è indispensável. § 10 . § 8° . pode-se. no correr do mês de outubro. § 6º . § 7º O presidente escala os vicentinos para as visitas domiciliares aos assistidos e para outras missões. no mínimo. dentro desse prazo. 10º . denominada "Coleta da semana de Ozanam". será realizada uma coleta especial. ao Conselho Nacional do Brasil.Nenhum confrade ou consócia com mais de 70 (setenta) anos de idade poderá ser eleito Presidente de conferência ou permanecer nesse cargo. No caso de conferência recém-fundada. e no interesse da SSVP. 9º A conferência é dirigida por um Presidente eleito por maioria de votos. § 5º . baseando-se na caridade e na Justiça. Parágrafo único. é necessário ser confrade ou consócia já proclamados. Para ser eleito Presidente de conferência. cujo resultado deverá ser enviado.Em cada ano. § 3º . em escrutínio secreto. pelo menos.O Presidente está a serviço dos assistidos da conferência e de seus membros. A conferência. depois da idade de 70 (setenta) anos. para aprovação da eleição § 3º. e ter atividade vicentina ininterrupta de.Sempre que possível. dentro do espirito de solidariedade cristã. ou ao Bispo local a marcha dos trabalhos vicentinos. no prazo de 60 (sessenta) dias.O encargo de Presidente deve ser considerado como de responsabilidade e não como de honraria. durante a semana que inclui o dia 8 (oito) de setembro.O Tesoureiro comunica. ou qualquer membro da diretoria.O conselho. o estado do Caixa discriminando a receita e comprovando a despesa. ou cuja atuação esteja em desacordo com a Regulamento da SSVP. admitir a candidatura à Presidência ou a permanência nesse cargo. ao qual a conferência está vinculada e subordinada. mediante estudo de cada caso. o Presidente será nomeado pelo Presidente do Conselho Particular com mandato de 1(um) ano. ultrapassados os 73 (setenta e três) anos de idade. A ausência de manifestação do conselho. O secretário lê a ata da reunião anterior. sujeita a retificação e a aprovação.. sem direito à reeleição.

lavra as atas das reuniões em livro próprio e elabora o Mapa do Movimento Trimestral da Conferência. esse prazo. para conhecimento de todos. c) . colabora constante e efetivamente com ele. será enviado ao conselho Particular ao qual está vinculado e subordinada a Conferência. apresentando e arquivando os comprovantes.As principais fontes de receita e fixação de despesas da Conferência são: 1 . Contribuições dos subscritores. Art.Providenciar o pedido de Agregação de sua conferência. c) . f) . 13 . nomeia os demais integrantes da Diretoria. ao qual a Conferência está vinculada e subordinada. logo após o término de cada trimestre civil.º . organizar o Mapa Estatístico Anual. no exercício da cargo. o qual. composta. Art. poderá ser prorrogado até 180 (cento e oitenta) dias.décima . a quem cabe substituir o Presidente em sua ausência ou impedimento. para ser enviado obrigatoriamente ao referido Conselho. Parágrafo único .De receita: a) . O Presidente. § l.zelar pelo bom funcionamento da Conferência. entretanto.O vice-presidente. ao qual é facultado o aproveitamento de um ou mais elementos da Diretoria anterior.16. da receita bruta ordinária da Conferência. a contribuição financeira na valor de10% (dez por cento) . ofertas e coletas autorizadas em outras oportunidades. enviar ao Conselho Particular. até o fim do mês de janeiro de cada ano. Art. b) . d) . Estabelecer e assegurar a indispensável união com o Conselho a que está vinculada e subordinada a Conferência e bem assim com as Conferências próximas e entidades que trabalhem em colaboração com ela. o vice-presidente providencia a eleição dentro de 30 (trinta) dias. de acordo com as instruções estabelecidas no anexo deste Regulamento. . 15 . Art. Ajuda eventual de Conselhos e Conferências. 12 .Coletas realizadas durante as reuniões da Conferência. ao qual a Conferência está vinculada e subordinada.Cuidar para que o Regulamento da SSVP seja rigorosamente cumprida. Dessa receita serão excluídas apenas as importâncias relativas a subvenções oficiais.Cabe ao Presidente: a) . e). § 2º . 14 . e por tempo determinado. apresenta-o durante o mês de janeiro de cada ano. quando necessário. ainda.Assistir cada confrade ou consócia na ação vicentina. na interesse da SSVP. de 1 (um) vice-presidente. O Tesoureiro providencia o demonstrativo do movimento financeiro anual da Conferência e. a critério do Presidente. b) . Cabelhe. § 2º Todos os membros da Diretoria terminam seus mandatos com a posse do novo Presidente. encaminhando-a ao Conselho.º Outros membros da conferência podem ser encarregados de serviços especiais. § l.O Tesoureiro é responsável pelo Caixa e pelos valores da Conferência. A juízo do respectivo Conselho Central. 1 (um) Secretário e 1 (um) Tesoureiro. depois de consultar os membros da Conferência. com plenos poderes. Art.Art. 11 .Presidir a reunião da Conferência. prestando-lhe ajuda e incentivo d) .Em caso de vacância da presidência. cabendo-lhe zelar pelas contas. juntamente com a Mapa do Movimento Mensal da Conferência.Donativos. depois de autorizado pela Presidente. que podem ser substituídos em qualquer tempo. no mínimo. Cabe ao Tesoureiro. anotar a receita e a despesa em livro próprio.O Secretário tem a seu cargo a cadastro dos assistidos e dos membros da Conferência.

nomeados pelo Presidente. a saber. Ajuda a Obras Especiais. ou outras formas. a critério do Presidente. Art.Qualquer conselho pode ter.Conselho Metropolitana. bem como auxílios em condições eventuais. CAPÍTULO III Dos Conselhos Particulares. de âmbito nacional.Conselho Particular.Despesas gerais de secretaria e correspondência. f) . e) . § 1º . órgão executivo para exercer sua atividade em determinada zona.Os conselhos se designam apenas pelo nome do lugar onde funcionam. c) . sob a forma prevista de "União Fraternal".Resultado de iniciativas promovidas pela Conferência ou em seu favor.e) .Pagamento da décima regulamentar.Auxilio em dinheiro. quando impedidos de comparecer às reuniões do conselho de que fazem parte. Centrais e Metropolitanos Art. que só terá direito a voto se ele for um dos seus Vice-Presidentes. a) . a área de atuação dos conselhos Particulares pode estender-se a Conferências situadas em áreas fora de seus limites geográficos. Art. de âmbito local. Podendo este ser precedido do nome de um santo.Fica estabelecido o principia básica de hierarquia entre os diferentes órgãos integrantes da Sociedade. Parágrafo único .Outras despesas autorizadas pela Conselho. às famílias assistidas pela conferência. mas em número sempre inferior ao das membros natos. São membros natos dos conselhos. e) . membros vogais vicentinos. para manutenção da administração de outros escalões da Sociedade. d) . a titulo pessoal e com direito a voto. § 2°. substituíveis em qualquer tempo. reduzidas ao mínimo possível. II . g) .É vedado ao Presidente nomear membros vogais no Período dos 120 (cento e vinte) dias que antecedem o término do seu mandato.Conselho Geral Internacional. de âmbito regional.Auxilio a outras Conferências menos dotadas. b) . mantidas pela Conferência. f) .Outras fontes. poderão indicar um representante. c) .Os membros natos. as Presidentes dos conselhos e das conferências que lhes são diretamente vinculadas e subordinados. b) . ouvido o Conselho Metropolitano.Despesas indispensáveis com reuniões e celebrações. com sua aprovação. bem-aventurado ou servo de Deus. 19 . 17 . § 3º . De despesa: a) .Conselho Nacional do Brasil. d) .A elevação em Arquidiocese da sede de um conselho central não implica a transformação de um Conselho central em Metropolitano. 18 .Conselho Central. em utilidades. seus respectivos mandatos terminam com o do Presidente que os nomeou. de âmbito mundial. inclusive a Missa das 5 (cinco) intenções. . § 1º .Por decisão do respectivo conselho central.

por motivo relevante. g) Organizar. que se constituem em Conferências. assembléias.Sempre que possível. para a respectiva preparação e trato de assuntas ocorrentes. uma vez por mês. que se encontram no anexo deste Regulamento. Parágrafo único . Os Presidentes de Conselhos são eleitos em escrutínio secreto e por maioria simples de votos do seu Presidente em exercício e de seus membros natos e vogais. a reunião do conselho deve contar com a presença de um membro do clero. escolhida com antecipação pelo Presidente. hora e assunto a ser tratado. encontros. f) Encaminhar. a presença de 3 (três) de seus membros Art. peio menos. b) Assegurar o diálogo e a colaboração com os poderes públicos e com quaisquer entidades privadas. consolidar-se a amizade fraterna entre os membros da SSVP e conseguir-se. e) Zelar pelo fiel cumprimento do Regulamenta da SSVP no Brasil. a eles vinculadas e subordinadas. o que for necessário ao fiel cumprimento das normas gerais e de funcionamento das unidades vicentinas. para o respectivo processamento. no mínimo. An. em conseqüência.O Presidente do Conselho poderá. 23 . § 1º . § 5º . c) Examinar os Mapas Estatísticos Anuais e os Relatórios das unidades Vicentinas. que lhes devem ser apresentados pelo menos uma vez par ano aduzindo considerações próprias e transmitindo um resumo deles ao conselho de que dependem.§ 2º . de moda especial. desde que todos os membros sejam avisados com a antecedência que o caso permitir e com a indicação do dia. . enfim. pela restabelecimento das Unidades Vicentinas em recesso e pelo amparo às que funcionam precariamente.20 . das Conferências e das Obras Unidas. destinados a confrades. em todos os escalões.Os conselhos. fazendo-o pessoalmente ou por delegado que designar. Art. ao conselho de escalão imediatamente acima colocado. Art. É aconselhável que cada conselho tenha seu Assistente Espiritual.Faz parte integrante da reunião a leitura espiritual. sem direito a reeleição. os pedidos de Agregação de conferências. não pode propor a nomeação de membros vogais nem a distribuição dos existentes. convocar reunião extraordinária. congressos e cursos de formação. d) Suscitar iniciativas e encorajar a criação de novas conferências e novos conselhos. cabendo a algum dos presentes comentá-la. com a devida aprovação. que se realizará a. Conselhos e Obras Unidas. no sentido de estimulá-las no exercício da caridade. ou de Instituição de conselhos de sua área de atuação. melhor funcionamento dos Conselhos. podendo voltar ao cargo com a interrupção de um mandato.Ao Presidente do Conselho cumpre visitar as Unidades Vicentinas vinculadas e subordinadas ao Conselho. com o objetivo de assegurar-se a observância do Regulamento. retiros espirituais. em todos os escalões. § 3º . sempre que possível. 21 . dos conselhos e das Obras Unidas das respectivas áreas de atuação.O voto é Pessoal e unitário. h) Praticar.O Vice-Presidente. 22 . quando no exercício da Presidência. § 2º . no atendimento aos assistidos.Todas as reuniões do conselho começam e terminam com as orações tradicionais da Sociedade. consócias e candidatos. § 4º .O conselho fixará o dia de suas reuniões periódicas ordinárias.O mandato de Presidente de Conselho.É útil que tais contatos sejam freqüentes. Podendo ser precedidas par uma reunião da Diretoria. cabendo a eles: a) Animar e coordenar as atividades das conferências. ao menos uma vez par ano. é necessário. § 1º. verificando se estão de acordo com as instruções estabelecidas no anexo deste Regulamento. esforçando-se.Para que o conselho possa reunir-se. é de 4 (quatro) anos. estão principalmente a serviço das conferências e das Obras Unidas.

Nos conselhos dos vários escalões. Consultado o Conselho Metropolitano e a juízo do mesmo. assinada por todos as presentes. § 9º . Apresentadas as indicações. inclusive as daqueles que tenham enviado seu voto por correspondência. no mínimo. no mínimo. para a realização da eleição e apuração dos votos.Para que tenha validade. § 6º .§ 2º . um mês para a votação. os confrades e consócias são convidados a recitar a oração do Espirito Santo e a rezar par aqueles que venham a aceitar o encargo. logo após a data da indicação das nomes dos candidatos. § 4º . e não como de honraria. deve transcorrer.Deverá ser especialmente convocada reunião extraordinária da conselho. .Devem ser indicados 60 (sessenta ) dias antes do vencimento do mandato do presidente. A ata deverá ser encaminhada ao conselho hierarquicamente superior. 2 (dois) nomes a serem sufragados. Durante o período que antecede a eleição. a voto por correspondência deve ser exercido de modo que não possa ser identificado. dela será lavrada uma ata própria. para a devida apreciação. esse prazo poderá ser prorrogado de 180 (cento e oitenta ) dias no interesse da SSVP. o Vice-Presidente providencia eleição na prazo de 60 (sessenta) dias.O encargo de Presidente deve ser considerado como de responsabilidade. não é admitida a aclamação do presidente § 8º . § 3º . mencionando-se os nomes de todos os votantes.Todos os membros natos e vogais do conselho devem ser convocados para participar da eleição. § 5°. § 7º .Em caso de vacância da Presidência.

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