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integrais duplas, triplas e coodenadas polares

integrais duplas, triplas e coodenadas polares

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Sections

  • 3.1. Introdu¸c˜ao
  • 3.2. Interpreta¸c˜ao Geom´etrica da Integral Dupla
  • 3.3. C´alculo da Integral Dupla
  • 3.4. Integrais Duplas em Coordenada Polares
  • 3.5. Exerc´ıcios Gerais
  • 4.1. Introdu¸c˜ao
  • 4.2. Interpreta¸c˜ao geom´etrica da integral tripla
  • 4.3. C´alculo da integral tripla em coordenadas retangulares
  • 4.4. Integrais triplas em coordenadas cil´ındricas
  • 4.5. Integrais Triplas em Coordenadas Esf´ericas
  • 6 indica que o s´olido de integra¸c˜ao ´e delimitado pelos raios cujas
  • 7. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
  • 10. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
  • 12. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
  • 13. Determine o volume da por¸c˜ao da esfera 2
  • 15. Determine o volume delimitado pelas superf´ıcies 2
  • 17. Calcular o volume do s´olido delimitado por = 4 2
  • 18. Calcular o volume interno a esfera 2
  • 20. Determine o volume de = 2
  • 21. Determine o volume que est´a dentro do cilindro 2
  • 22. Encontre o volume delimitado por 2
  • 23. Determine o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies = 2

3.

INTEGRAIS M
´
ULTIPLAS
Integrais duplas: Objetivos:
Ao final do cap´ıtulo espera-se que o aluno seja capaz de:
1. Encontrar o valor de uma integral dupla;
2. Interpretar geometricamente uma integral dupla;
3. Dada uma regi˜ ao delimitada por fun¸c˜oes, encontrar os limitantes que
permitem calcular o valor da integral dupla;
4. Calcular integrais duplas em coordenadas polares;
5. Resolver exerc´ıcios usando o Maple
Integrais triplas: Objetivos:
Ao final do cap´ıtulo espera-se que o aluno seja capaz de:
1. Encontrar o valor de uma integral tripla;
2. Interpretar geom´etrica e fisicamente uma integral tripla;
3. Calcular integrais triplas em coordenadas retangulares;
4. Calcular integrais triplas em coordenadas cil´ındricas;
5. Calcular integrais triplas em coordenadas esf´ericas;
6. Mudar os limitantes de uma integral em coordenadas retangulares para
cilindricas e de cilindricas para retangulares;
7. Mudar os limitantes de uma integral em coordenadas retangulares para
esf´ericas e de esf´ericas para retangulares;
8. Calcular a ´ area de uma superf´ıcie;
9. Fazer a maquete de uma figura delimitada por superf´ıcies e encontrar
seu volume.
10. Resolver exerc´ıcios usando o Maple.
A prova ser´ a composta por quest˜ oes que possibilitam verificar se os obje-
tivos foram atingidos. Portanto, esse ´e o roteiro para orienta¸ c˜oes de seus estudos. O
modelo de formula¸ c˜ao das quest˜ oes ´e o modelo adotado na formula¸ c˜ao dos exerc´ıcios e
desenvolvimento te´orico desse cap´ıtulo, nessa apostila.
3.1. Introdu¸c˜ao
No estudo das fun¸ c˜oes de v´arias vari´ aveis, ao calcularmos derivadas parciais escolhiamos
uma das vari´ aves independentes para derivar 1 em rela¸ c˜ao a ela e admitiamos que as
demais eram constantes. O mesmo procedimento ser´ a adotado para integra¸ c˜ao m´ ultipla.
107
Antes de estudarmos a integra¸ c˜ao m´ ultipla propriamente dita vamos ver alguns exemp-
los.
Exemplo 3.1. Encontrar a primitiva da fun¸ c˜ao 1 (r. n) = 12r
2
n
3
em rela¸c˜ao ` a r.
Solu¸c˜ao: Como foi dito, vamos admitir n como constante e integrar em
rela¸ c˜ao a r. Portanto,
Z
12r
2
n
3
dr = 4r
3
n
3
+(
Por´em, nesse caso, a constante ( ´e uma fun¸ c˜ao de n. Pode ser por exemplo,
( (n) = cn
3
+/n
2
+cn + 3 e uma das primitivas de 1 (r. n) = 12r
2
n
3
ser´ a
1 (r. n) = 4r
3
n
3
+cn
3
+/n
2
+cn + 3
Note que
·1 (r. n)
·r
= 12r
2
n
3
.
Exemplo 3.2. Encontrar a primitiva da fun¸ c˜ao 1 (r. n) = 12r
2
n
3
em rela¸c˜ao ` a n.
Solu¸c˜ao: Agora vamos admitir r como constante e integrar em rela¸ c˜ao a n.
Portanto,
Z
12r
2
n
3
dn = 3r
2
n
4
+1
Nesse caso, a constante 1 ´e uma fun¸ c˜ao de r. Pode ser por exemplo,
1 (r) = cr
3
+/r
2
+cr + 3 e uma outra primitiva de 1 (r. n) = 12r
2
n
3
ser´ a
1 (r. n) = 3r
2
n
4
+cr
3
+/r
2
+cr + 3. Note que
·1 (r. n)
·n
= 12r
2
n
3
.
Exemplo 3.3. Encontrar o valor da express˜ ao
R
a+1
a
24rndn.
Solu¸c˜ao: Aplicando o teorema fundamental do c´ alculo vem:
108
R
a+1
a
24rndn = 12rn
2
|
a+1
a
= 12r(r + 1)
2
12r(r)
2
= 12r
3
+ 24r
2
+ 12r 12r
3
= 24r
2
+ 12r
Como podemos observar
R
a+1
a
24rndn ´e uma fun¸ c˜ao de r.
Isto ´e, 1 (r) =
R
a+1
a
24rndn donde 1 (r) = 24r
2
+ 12r.
Exemplo 3.4. Encontrar o valor num´erico de
R
2
1
1 (r) dr sendo
1 (r) =
R
a+1
a
24rndn.
Solu¸c˜ao: No exemplo anterior vimos que
1 (r) =
Z
a+1
a
24rndn = 24r
2
+ 12r
Portanto, aplicando do teorema fundamental do c´ alculo vem
R
2
1
1 (r) dr =
R
a=2
a=1
(24r
2
+ 12r) dr
= (8r
3
+ 6r
2
) |
2
1
= 8(2)
3
+ 6 (2)
2

¡
8 (1)
3
+ 6 (1)
2
¢
= 74
Os exemplo 3.3 e 3.4 podem ser escritos como segue:
Z
2
1
1 (r) dr =
Z
2
1
µZ
a+1
a
24rndn

dr
ou
Z
2
1
1 (r) dr =
Z
2
1
Z
a+1
a
24rndndr
Dessa forma, obtemos um exemplo de integral dupla. Note que a vari´ avel
dependente ´e a primeira a ser integrada e a vari´ avel independente a ´ ultima. O processo
de solu¸ c˜ao ´e dado abaixo:
109
R
2
1
R
a+1
a
24rndndr =
R
2
1
³
R
&=a+1
&=a
24rndn
´
dr
=
R
2
1
¡
12rn
2
|
&=a+1
&=a
¢
dr
=
R
2
1
(24r
2
+ 12r) dr
= (8r
3
+ 6r
2
) |
2
1
= 74
Vejamos outro exemplo.
Exemplo 3.5. Encontrar o valor da integral
R
4
0
R
3a
a
3
s
16 r
2
dndr.
Solu¸c˜ao: Aplicando o teorema fundamental do c´ alculo primeiro integrando
em rela¸ c˜ao a n e depois em rela¸ c˜ao a r.
Z
4
0
Z
3a
a
3
s
16 r
2
dndr
=
Z
4
0
³
3
s
16 r
2
n
´
|
3a
a
dr
=
Z
4
0
³
3
s
16 r
2
´
(3r r) dr
=
Z
4
0
6r
s
16 r
2
dr
= 2
q
(16 r
2
)
3
|
4
0
= 2
q
(16 4
2
)
3

µ
2
q
(16 0
2
)
3

= 128
Portanto, o valor da integral
R
4
0
R
3a
a
3
s
16 r
2
dndr = 128
Exerc´ıcios
Nos problemas abaixo calcule a integral dupla
c)
R
1
0
R
3a+1
a
rndndr /)
R
1
0
R
3&+1
&
rn
2
drdn
c)
R
4
0
R
1
0
rc
a&
dndr d)
R
2
0
R
&
2
ln&
nc
a&
drdn
c)
R
¬
0
R
&
2
0
:c:
a
&
drdn 1)
R
ln2
0
R
&
0
rn
5
c
a
2
&
2
drdn
110
Figura 3.1:
3.2. Interpreta¸c˜ao Geom´etrica da Integral Dupla
A defini¸c˜ao de integral dupla comporta uma interpreta¸ c˜ao geom´etrica an´aloga ` a defini¸ c˜ao
de integral definida simples, associando-a ao problema de c´alculo de volume (ver figura
3.1 ) da mesma forma que a integral definida ´e associada ao c´ alculo de ´ area. Assim,
defini¸ c˜ao formal da integral dupla envolve a soma de muitas ´ areas elementares, isto ´e,
diferenciais de ´ area , ou seja, , com a finalidade de obter-se uma quantidade total ap´ os
esta opera¸c˜ao. Assim, pode usar-se a integral para resolver problemas concernentes a
volumes e a ´ areas.
Ao tentar resolver-se “o problema do volume” , sabe-se que se trata ´ area da
base vezes a altura ´e tal que para cada ´ area elementar o valor de fica univocamente
definido.
Consideremos uma fun¸ c˜ao . = 1 (r. n) 0, definida numa regi˜ao 1 do plano
rn. Nossa intens˜ao ´e estimar o volume aproximado do s´ olido delimitado por . = 1 (r. n)
acima do plano . = 0 e pelo cilindro definido pela curva fechada que delimita a regi˜ ao
1. Para tanto, subdividimos 1 em :subregi˜ oes tra¸ cando linhas paralelas aos planos
coordenados, conforme na figura 3.2 e 3.3.Assim, a integral ser´ a o volume obtido pela
soma de uma infinidade de volumes das colunas infinitesimais inscritas em forma de
111
paralelep´ıpedos, como mostra a Figura 3.3.
Figura 3.2:
Figura 3.3:
Ent˜ ao {1
1
. 1
2
. ..1
j
...1
a
}´e uma parti¸c˜ao de 1. Seja |1| o comprimento da
maior de todas as diagonais dos 1
a
subretˆangulos.
Seja ¹
j
a ´ area da subregi˜ ao 1
j
Para cada i escolhenos um ponto (r
j
. n
j
) 5 1
j
.
O produto \
j
= 1 (r
j
. n
j
) ¹
j
´e o volume do i ´esimo paralelep´ıpedo de ´ area ¹
j
e altura
112
1 (r
j
. n
j
). Como h´ a :subdivis˜oes, h´a :paralelep´ıpedos. Assim, o volume aproximado
do s´olido delimitado superiormente por 1 (r. n) e inferiormente pela regi˜ ao 1 ´e dado por
\
a
=
a
X
j=1
1 (r
j
. n
j
) ¹
j
A integral dupla de uma fun¸ c˜ao 1 definida numa regi˜ao 1 ´e dada por
ZZ
1
1 (r. n) drdn = lim
|1|<0
\
a
= lim
|1|<0
a
X
j=1
1 (r
j
. n
j
) ¹
j
Observa¸ c˜ao 5. Se 1 (r. n) = 1 ent˜ ao
RR
1
1 (r. n) drdn =
RR
1
drdn ´e, geometricamente, a
´area da regi˜ ao 1.
3.3. C´alculo da Integral Dupla
Saber reconhecer o dom´ınio de integra¸ c˜ao ou regi˜ao de integra¸ c˜ao ´e fundamental para o
c´alculo das integrais duplas. Outro ponto importante ´e o reconhecimento das curvas que
delimitam a regi˜ao de integra¸ c˜ao. Muitas vezes ´e conveniente ter essas curvas escritas
em fun¸ c˜ao de r, isto ´e, n = 1 (r) e outras vezes ´e conveniente ter r como fun¸ c˜ao de n,
isto ´e r = 1 (n). Essa conveniˆencia ´e devido ao maior ou menor trabalho exigido no
processo do c´alculo do valor num´erico. Vejamos alguns exemplos.
Exemplo 3.6. Calcular o valor da integral
RR
1
24rndrdn sendo 1 a regi˜ ao delimitada
pelas curvas n = r
2
e n =
s
r.
Solu¸c˜ao: Primeiro vamos fazer o gr´ afico da regi˜ ao e a tabela de limites dessa
regi˜ ao.
-2 -1 0 1 2
1
2
3
4
x
y
113
Curvas fun¸ c˜oes
curva `a esquerda r = 0
curva `a direita r = 1
curva inferior n = r
2
curva superior n =
s
r
Agora podemos efetuar os c´ aculos. A curvas ` a esquerda e `a direita s˜ ao os
limites que integram o primeiro s´ımbolo de integra¸ c˜ao e as curvas inferior e superior o
segundo. Assim,
R R
1
24rndrdn =
R
a=1
a=0
R
&=
I
a
&=a
2
24rndndr
=
R
a=1
a=0
12rn
2
|
&=
I
a
&=a
2
dr
=
R
a=1
a=0
12r
h
(
s
r)
2
(r
2
)
2
i
dr
=
R
a=1
a=0
(12r
2
12r
5
) dr
= (4r
3
2r
6
) |
a=1
a=0
= 2
O c´alculo da integral no exemplo 3.6 foi feito tomando r como vari´ avel inde-
pendente.
Vamos calcular a mesma integral tomando n como vari´ avel independente.
Exemplo 3.7. Calcular o valor da integral
RR
1
24rndrdn sendo 1 a regi˜ ao delimitada
pelas curvas r = n
2
e r =
s
n.
Solu¸c˜ao: Primeiro vamos fazer o gr´ afico da regi˜ ao e a tabela de limites dessa
regi˜ ao.
0.0 0.5 1.0 1.5
0.0
0.5
1.0
y
Curvas fun¸c˜oes
curva ` a esquerda n = 0
curva ` a direita n = 1
curva inferior r = n
2
curva superior r =
s
n
Agora podemos efetuar os c´ aculos. A curvas ` a esquerda e `a direita s˜ ao os
limites do primeiro s´ımbolo de integra¸ c˜ao e as curvas inferior e superior do segundo.
Assim,
114
ZZ
1
24rndrdn =
Z
1
0
Z
I
&
&
2
24rndrdn
=
Z
1
0
12nr
2
|
I
&
&
2
dn
=
Z
1
0
12n
h
(
s
n)
2

¡
n
2
¢
2
i
dn
=
Z
1
0
¡
12n
2
12n
5
¢
dn
=
¡
4n
3
2n
6
¢
|
&=1
&=0
= 2
Como podemos observar, o valor num´erico ´e o mesmo nos dois casos.
Muitas vezes a regi˜ao de integra¸ c˜ao n˜ ao ´e delimitada apenas por quatro cur-
vas. Nesse caso, a escolha da vari´ avel independente adequada pode diminuir o trabalho
duante o processo de integra¸ c˜ao. Vejamos um exemplo.
Exemplo 3.8. Encontrar o valor da integral
ZZ
1
drdn sendo 1 a regi˜ ao delimitada
pelas curvas n = r
2
(internamente), n = 6 r e n = 1.
a) Tomando x como vari´ avel independente.
b) Tomando y como vari´ avel independente.
Solu¸c˜ao: Primeiro vamos fazer o gr´ afico da regi˜ao (ver figura 3.4) e a tabela
de limites dessa regi˜ao.
Os pontos de interse¸c˜ao das curvas s˜ ao: (3. 9) e (2. 4) para as curvas n = r
2
,
n = 6 r e (1. 1) e (1. 1) para as curvas n = r
2
e n = 1.
c) Tomamdo r como vari´avel independente. Vemos que a regi˜ ao de integra¸ c˜ao
deve ser subdividida em trˆes sub-regi˜oes para que o c´alculo possa ser efetivado. Portanto,
a tabela de limites ´e dada por
Tabela de limites referente ` a regi˜ ao 1
115
-4 -3 -2 -1 0 1 2 3
5
10
15
x
y
Figura 3.4: ´ area delimitada
Limites R
1
R
2
R
3
curva `a esquerda r = 3 r = 1 r = 1
curva `a direita r = 1 r = 1 r = 2
curva inferior n = r
2
n = 1 n = r
2
curva superior n = 6 r n = 6 r n = 6 r
Assim, a integral dupla
R R
1
drdn ser´ a dada por :
Z Z
1
rdrdn =
Z Z
1
1
drdn +
Z Z
1
2
drdn +
Z Z
1
3
drdn
=
Z
31
33
Z
63a
a
2
dndr +
Z
1
31
Z
63a
1
dndr +
Z
2
1
Z
63a
a
2
dndr
=
Z
31
33
n|
63a
a
2
dr +
Z
1
31
n|
63a
1
dr +
Z
2
1
n|
63a
a
2
dr
=
Z
31
33
¡
6 r r
2
¢
dr +
Z
1
31
(6 r 1) dr +
Z
2
1
¡
6 r r
2
¢
dr
=
22
3
+ 10 +
13
6
=
39
2
/) Tomamdo n como vari´avel independente, os pontos de interse¸c˜ao das curvas
s˜ao: (9. 3) e (4. 2) para as curvas r = ±
s
n, r = 6 n e (1. 1) e (1. 1) para as curvas
r = ±
s
n e n = 1. A representa¸ c˜ao gr´ afica da regi˜ ao 1 ´e dada abaixo.
116
Vemos que a regi˜ ao de integra¸ c˜ao deve ser subdividida em duas sub-regi˜ oes
para que o c´ alculo possa ser efetivado. Portanto, a tabela de limites ´e dada por
Tabela de limites referente ` a regi˜ ao 1
Limites R
1
R
2
curva `a esquerda n = 1 n = 4
curva `a direita n = 4 n = 9
curva inferior r =
s
n r =
s
n
curva superior r =
s
n r = 6 n
Assim, a integral dupla
R R
1
drdn ser´ a dada por
Z Z
1
drdn =
Z Z
1
1
drdn +
Z Z
1
2
drdn
=
Z
4
1
Z
a=
I
&
a=3
I
&
drdn +
Z
9
4
Z
63&
3
I
&
drdn
=
Z
4
1
r|
I
&
3
I
&
dn +
Z
9
4
r|
63&
3
I
&
dn
=
Z
4
1
(
s
n (
s
n)) dn +
Z
9
4
(6 n (
s
n)) dn
=
61
6
+
28
3
=
39
2
Observa¸ c˜ao 6. Note que a mudan¸ca da vari´avel independente diminuiu o trabalho
dispensado ao c´ alculo da integral.
117
Exemplo 3.9. Escreva a integral que representa a ´area da regi˜ ao delimitada pelas
curvas r = n
2
, n r = 1. n = 1 e n = 1
a. Tomando r como vari´ avel independente
b. Tomando n como vari´ avel independente
Solu¸c˜ao: A ´ area delimitada pelas curvas pode ser vista na figura 3.5
Figura 3.5: ´ area delimitada
Inicialmente, vamos encontrar os pontos de interse¸ c˜ao
(
r = n
2
n = 1
1(1. 1)
(
r = n
2
n = 1
((1. 1)
(
n = 1 +r
n = 1
1(2. 1)
a. tomando r como vari´ avel independente
Tabela de limites referente ` a regi˜ ao 1
Limites R
1
R
2
curva `a esquerda r = 2 r = 0
curva `a direita r = 0 r = 1
curva inferior n = 1 n =
s
r
curva superior n = 1 +r n = 1
Ps: Na 1
2
vamos usar a semetria
¹ =
Z
0
32
Z
1+a
31
dndr + 2
Z
1
0
Z
1
I
a
dndr =
8
3
b. Tomando n como vari´ avel independente.
118
Limites R
1
curva ` a esquerda n = 1
curva ` a direita n = 1
curva inferior r = n 1
curva superior r = n
2
¹ =
Z
1
31
Z
&
2
&31
drdn =
8
3
3.4. Integrais Duplas em Coordenada Polares
Frequentemente, a regi˜ ao 1 sobre a qual est´ a sendo calculada a integral dupla ´e mais
facilmente descrita por coordenadas polares do que por coordenadas retangulares. Va-
mos descrever o processo para o c´ aculo de integrais duplas em coordenadas polares. Veja
a figura ??
Parti¸ c˜ao em coordenadas polares
Seja A = {c = o
0
. c +{o. c + 2o. c + 3{o. .... o
a
= } uma parti¸ c˜ao do arco
c
c. Consideremos as curvas de raio j
j31
e j
j
e a sub-regi˜ ao 1
j
de 1 delimitada pelas
curvas de raio j
j31
, j
j
, o
j31
e o
j
. A forma de 1
j
´e aproximadamente um retˆ angulo de
lados {j
j
, |
j31
= j
j31
{o
j
e |
j
= j
j
{o
j
. Podemos admitir que uma aproxima¸ c˜ao da
´area de 1
j
´e dada por ¹
j
= {j
j
j
j
{o
j
. Tomando um ponto (j
I
l
. o
I
l
) no interior de 1
j
podemos formar um s´ olido cuja ´ area da base ´e ¹
j
e altura 1 (j
I
l
. o
I
l
), de modo que o
volume desse s´olido ser´ a dada por
\
j
= 1 (j
I
l
. o
I
l
) {j
j
j
j
{o
j
119
Assim, o volume sob a superf´ıcie 1 (j. o) ser´a aproximada pela soma
\
a
=
a
X
j=1
1 (j
I
l
. o
I
l
) {j
j
j
j
{o
j
Seja |1| a diagonal da maior regi˜ ao 1
j
da parti¸c˜ao de 1. Ent˜ ao, se |1| $0
segue que {j
j
$0, {o
j
$0, j
I
l
$j, o
I
l
$o e j
j
$j. Portanto, podemos escrever
\ = lim
|1|<0
\
a
= lim
|1|<0
a
P
j=1
1 (j
I
l
. o
I
l
) {j
j
j
j
{o
j
ou
\ =
Z
o
c
Z
a
2
a
1
1 (j. o) jdjdo
Observa¸ c˜ao 7. Vimos anteriormente que a parti¸ c˜ao de uma regi˜ ao 1por retas paralelas
aos eixos r e n geram sub-regi˜oes retangulares cujos lados s˜ ao {r
j
e {n
j
e ´area ¹
j
=
{r
j
{n
j
. Pergunta-se: as ´areas ¹
j
= {r
j
{n
j
e ¹
j
= {j
j
j
j
{o
j
s˜ao iguais?
´
E claro
que n˜ao. Por´em,
lim
{a{&<0
{r
j
{n
j
lim
{a{0<0
{j
j
j
j
{o
j
= 1 e isso implica em drdn = jdjdo. Assim, a
equivalˆencia entre a integral dupla em coordenadas retangulares e a integral dupla em
coordenadas polares ´e dada por
Z
a
2
a
1
Z
&
2
&
1
1 (r. n) drdn =
Z
o
c
Z
a
2
a
1
1 (j. o) jdjdo
Exemplo 3.10. Escreva a integral, em coordenadas polares, que calcula a ´ area som-
breada 3.6
Solu¸c˜ao:
c´ırculo 1: r
2
+n
2
= 4 (em cartesianas) j = 2 (em polar)
c´ırculo2: (r 2)
2
+n
2
= 4 (em cartesianas) j = 4 cos o (em polar)
a intersec¸ c˜ao dos dois: cos o =
1
2
$o =
¬
3
A ´ area ´e
¹ =
Z
3
0
Z
4 cos 0
2
jdjdo
em coordenadas polares
Exemplo 3.11. Encontre a ´ area delimitada pelas curvas j = 2 e j = 4:c:o exterior `a
curva j = 2.
Solu¸c˜ao: O gr´ afico dessas curvas ´e dada pela figura 3.7
120
Figura 3.6: ´ area sombreada
Figura 3.7: ´ area delimitada
Agora, o primeiro passo ´e encontrar os pontos de interse¸ c˜ao das curvas. Por-
tanto, igualando as equa¸ c˜oes temos
4:c:o = 2
:c:o =
1
2
assim obtemos
o =
¬
6
ou o =

6
A tabela de limites ´e dada por
121
Limites R
1
arco inferior c =
¬
6
arco superior =

6
raio menor j = 2
raio maior j = 4:c:o
A ´ area da regi˜ ao ´e dada por
¹ =
R 5
6

6
R
4cca0
2
jdjdo
=
R 5
6

6
a
2
2
|
4cca0
2
do
=
R 5
6

6
(4cca0)
2
2

2
2
2
do
=
R 5
6

6
(8:c:
2
o 2) do
=
R 5
6

6
³
8(13cos 20)
2
2
´
do
=
R 5
6

6
(4 4 cos 2o 2) do
=
¡
2o 2
cca20
¢
|
5
6

6
=
¡
2
¡

6
¢
2:c:2

6

¡
2
¡
¬
6
¢
2:c:2
¬
6
¢¢
=
4
3
: + 2
s
3
3.5. Exerc´ıcios Gerais
1. Nos items c e /, fa¸ ca o gr´ afico, a tabela de limites e escrva a integral que permite
calcular a ´ area da regi˜ ao 1 delimitada pelas curvas primeiro tomando r como
variavel independente e ap´os tomando n como vari´ avel independente.
1. Sendo 1 a regi˜ ao delimitada pelas curvas n = r
2
1, n = 1 r, n =
4a
3
+ 12
e n = 12
9a
2
.
2. Sendo 1 a regi˜ ao delimitada pelas curvas n =
4a
3
+
8
3
, n = 2 r, n =
a
2
2
e n =
16
3

4a
3
.
2. Nos problemas a seguir fa¸ca o gr´ afico e use coordenadas polares para carcular as
integrais
1.
R R
1
p
14 r
2
n
2
drdn sendo 1 a regi˜ ao dada por 4 r
2
+n
2
9.
2.
R R
1
p
14 r
2
n
2
drdn sendo 1 a regi˜ ao dada por r
2
+n
2
4, r 0 e n 0.
3.
R
3
33
R
I
93a
2
3
I
93a
2
c
3a
2
3&
2
dndr
122
4.
R
2
0
R
&=3
I
43a
2
&=0
J&Ja
4+
s
a
2
+&
2
5.
R R
1
1
(a
2
+&
2
)
3
drdn sendo 1 dada por 4 r
2
+n
2
9.
123
4. INTEGRAIS TRIPLAS
4.1. Introdu¸c˜ao
As integrais triplas, aplicadas sobre s´ olidos no espa¸co rn., s˜ao definidas segundo uma
analogia com a defini¸ c˜ao das integrais duplas aplicadas sobre uma regi˜ ao do plano
rn. N˜ ao ´e nosso objetivo discutir os pormenores da defini¸c˜ao pois estes fazem parte do
conte´ udo de um texto de c´alculo avan¸ cado. Vamos esbo¸car apenas as id´eias principais.
Defini¸ c˜ao 4.1. Seja um s´ olido o no espa¸co tridimensional, por exemplo, um paralelep´ıpedo,
um elips´ oide, uma esfera etc, e 1 : o $ R uma fun¸ c˜ao de trˆes vari´ aveis definida sobre
cada ponto de (r. n. .) 5 o definimos integral tripla (se existir) como sendo
ZZZ
S
1 (r. n. .) drdnd.
4.2. Interpreta¸c˜ao geom´etrica da integral tripla
Para fixar as id´eias vamos supor que o s´ olido o ´e um paralelep´ıpedo. Uma parti¸ c˜ao desse
paralelep´ıpedo ´e obtida seccionando-o com :planos paralelos aos eixos coordenados,
conforme ilustra a figura 4.1
Figura 4.1:
O fracionamento de o obtido pela parti¸ c˜ao ´e um conjunto de sub-parelelep´ıpedos
chamados c´elulas da parti¸c˜ao. Suponhamos que uma ic´elula tenha dimens˜oes {r
j
. {n
j
e {.
j
, Ent˜ ao, o volume dessa ic´elula ´e \
j
= {r
j
{n
j
{r
j
. Seja (r
W
j
. n
W
j
. .
W
j
) um ponto
qualquer da ic´elula e seja 1 : o $ R a fun¸ c˜ao densidade em cada ponto de o, ent˜ ao
uma estimativa da massa da ic´elula ´e :
j
= 1 (r
W
j
. n
W
j
. .
W
j
) {r
j
{n
j
{r
j
e, desse modo
uma estimativa da massa do s´ olido o ser´ a
124
:
a
=
a
P
j=1
1 (r
W
j
. n
W
j
. .
W
j
) {r
j
{n
j
{r
j
Seja |`| a c´elula de maior diˆametro da parti¸ c˜ao de o ent˜ ao a massa : do
s´olido o ser´a dada por
: = lim
|.|<0
:
a
= lim
|.|<0
a
X
j=1
1 (r
W
j
. n
W
j
. .
W
j
) {r
j
{n
j
{r
j
ou
: =
ZZZ
S
1 (r. n. .) drdnd.
Observa¸ c˜ao 8. Se 1 (r. n. .) = 1 ent˜ ao a massa : e o volume \ do s´olido tem o mesmo
valor num´erico. Portanto, o volume do s´ olido em termos de integrais triplas ´e dado por
\ =
ZZZ
S
drdnd.
4.3. C´alculo da integral tripla em coordenadas retangulares
Seja o um s´olido no espa¸ co delimitado pelas curvas r = c, r = /, n = n
1
(r) e n = n
2
(r)
e pelas superf´ıcies . = 1(r. n) e . = o(r. n) em que 1(r. n) o(r. n) para todo par
(r. n)conforme tabela de limites abaixo sobre a qual desejamos encontrar a integral
tripla com respeito a fun¸ c˜ao 1 (r. n. .) definida em todos os pontos de o. Ent˜ ao podemos
enunciar as seguintes tabelas de limites
Tabela de limites
Curvas equa¸ c˜oes
Curva ` a esquerda r = c
Curva ` a direita r = /
Curva inferior n = n
1
(r)
Curva superior n = n
2
(r)
Superf´ıcie inferior . = 1(r. n)
Superf´ıcie superior . = o(r. n)
Assim, a integral tripa tem forma
ZZZ
S
1 (r. n. .) drdnd. =
Z
b
o
Z
&
2
(a)
&
1
(a)
Z
j(a.&)
;(a.&)
1 (r. n. .) d.dndr
125
Exemplo 4.2. Determine o volume do s´ olido delimitado pelos planos . = 0. n = 0 . r =
0 e n +
a
2
+
:
4
= 2
Solu¸c˜ao: vamos fazer um esbo¸ co do s´ olido, conforme figura 4.2
Figura 4.2: volume delimitado
Agora, vamos escolher o plano rn (ver figura 4.3) para fazer a proje¸ c˜ao
(poderia ser outro)
Limites R
1
`a esquerda r = 0
`a direita r = 4
curva inf n = 0
curva sup n = 2
a
2
sup inf . = 0
sup sup . = 4(2
a
2
n)
126
0.0 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0
0.0
0.5
1.0
1.5
2.0
x
y
Figura 4.3: proje¸c˜ao no plano xy
\ =
Z
4
0
Z
23
{
2
0
Z
4(23
{
2
3&)
0
d.dndr
=
Z
4
0
Z
23
{
2
0
. |
4(23
{
2
3&)
0
dndr
=
Z
4
0
Z
23
{
2
0
8 2r 4n)dndr
=
Z
4
0
(8n 2rn 2n
2
) |
23
{
2
0
dr
=
Z
4
0
"
2r
µ
1
2
r 2

4r 2
µ
1
2
r 2

2
+ 16
#
=
=
Z
4
0
·
1
2
r
2
4r + 8
¸
dr =
32
3
logo, o volume \ =
32
3
u.v
Exemplo 4.3. Calcular o volume do s´olido delimitado pela interse¸ c˜ao dos cilindros
.
2
+r
2
= 9 e n
2
+r
2
= 9 no I octante.
Solu¸c˜ao: Vamos fazer o desenho do s´ olido e escolher um dos planos coorde-
nados para a proje¸ c˜ao.
127
volume delimitado
Como o s´ olido faz parte do I octante, temos os planos . = 0. n = 0 e . = 0
delimitando o s´olido.
Limites R1
`a esquerda r = 0
`a direita r = 3
curva inf n = 0
curva sup n =
s
9 r
2
sup inf . = 0
sup sup . =
s
9 r
2
\ =
Z
3
0
Z
I
93a
2
0
Z
I
93a
2
0
d.dndr
=
Z
3
0
Z
I
93a
2
0
s
9 r
2
dndr
=
Z
3
0
n
s
9 r
2
|
I
93a
2
0
dr
=
Z
3
0
(9 r
2
)dr
= 9r
r
3
3
|
3
0
= 27 9 = 18
Logo o volume do s´ olido ´e \ = 18n·
Exemplo 4.4. Encontrar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies . = 9 r
2
,
. = 5 n, n = 0 e n = 5.
Solu¸c˜ao: O primeiro passo ´e determinar as curvas que limitam a regi˜ao de
integra¸ c˜ao sobre o plano rn. Para isso resolvemos o sistema de equa¸ c˜oes
(
. = 9 r
2
. = 5 n
.
128
Igualando as duas equa¸ c˜oes obtemos a par´abola n = r
2
4. Desse modo, no plano rn, a
regi˜ ao de integra¸c˜ao ´e delimitada pelas curvas n = r
2
4, n = 0 e n = 5. Para diminuir
o trabalho no processo de integra¸ c˜ao ´e conveniente tomar n como vari´ avel independente.
Desse modo a tabela de limites ´e dada por ( Veja o gr´ afico ??)
Tabela de limites
Curvas equa¸ c˜oes
Curva ` a esquerda n = 0
Curva ` a direita n = 5
Curva inferior r =
s
n + 4
Curva superior r =
s
n + 4
Superf´ıcie inferior . = 5 n
Superf´ıcie superior . = 9 r
2
x
y
z
O volume ´e dado por:
129
\ =
R
5
0
R
I
&+4
3
I
&+4
R
93a
2
53&
d.drdn
=
R
5
0
R
I
&+4
3
I
&+4
.|
93a
2
53&
drdn
=
R
5
0
R
I
&+4
3
I
&+4
(9 r
2
(5 n)) drdn
=
R
5
0
R
I
&+4
3
I
&+4
(4 r
2
+n) drdn
Como a superf´ıcie ´e sim´etrica em rela¸ c˜ao ao eixo n podemos escrever
= 2
R
5
0
R
I
&+4
0
(4 r
2
+n) drdn
= 2
R
5
0
³
4r
a
3
3
+nr
´
|
I
&+4
0
dn
= 2
R
5
0
µ
4
s
n + 4
(
I
&+4)
3
3
+n
s
n + 4

dn
= 2
R
5
0
³
8
3
p
(n + 4) +
2
3
n
p
(n + 4)
´
dn
= 2[
16
9
³
p
(n + 4)
´
3
+
4
15
¡s
n + 4
¢
5

16
9
¡s
n + 4
¢
3
]|
5
0
= 2
·
4
15
³
p
(n + 4)
´
5
¸
|
5
0
= 2
·
4
15
³
p
(5 + 4)
´
5

³
4
15
¡s
4
¢
5
´
¸
= 2
h

8
9
¡s
9
¢
3
+
4
15
¡s
9
¢
5

³

8
9
¡s
4
¢
3
+
4
15
¡s
4
¢
5
´i
= 2
£

8
9
(27) +
4
15
(243)
¡

8
9
(8) +
4
15
(32)
¢¤
=
1688
15
= 112. 53n·
Exemplo 4.5. Fa¸ ca a tabela de limites e escreva a integral que permite calcular a massa
do s´olido delimitado pelas superf´ıcies r
2
+n 16 = 0, r+n 4 = 0, n = 2r+13 , . = 0
e . = 10 sendo a densidade d (r. n. .) = rn.
Vamos inicialmente identificar as superf´ıcies:
;
A
A
A
A
A
A
A
?
A
A
A
A
A
A
A
=
r
2
+n 16 = 0 cilindro parab´ olico
r +n 4 = 0 plano
n = 2r + 13 plano
. = 0 plano
. = 10 plano
Agora, vamos fazer uma proje¸ c˜ao no plano rn, conforme figura 4.4
LImites R1 R2
`a esquerda r = 3 r = 1
`a direita r = 1 r = 4
curva inf n = 4 r n = 4 r
curva sup n = 2r + 13 n = 16 r
2
sup inf . = 0 . = 0
sup sup . = 10 . = 10
130
-4 -2 2 4
-10
10
20
x
y
Figura 4.4: proje¸c˜ao no plano xy
logo a massa ´e dada por
` = :
1
+:
2
` =
Z
1
33
Z
2a+13
&=43a
Z
:=10
:=0
rn.d.dndr +
Z
4
1
Z
&=163a
2
&=43a
Z
:=10
:=0
rn.d.dndr
4.4. Integrais triplas em coordenadas cil´ındricas
Uma integral tripla pode ser convertida em coordenadas cil´ındricas seguindo o processo
descrito a seguir.
Sejam o
0
e o
1
tais que 0 < o
1
o
0
2: e suponhamos que j
1
e j
2
s˜ao fun¸ c˜oes
cont´ınuas de o tais que 0 j
1
(o) j
2
(o) seja verdadeiro para todos os valores o tais
que o 5 [o
1
. o
2
]. Sejam 1 (j. o) e o (j. o) fun¸ c˜oes cont´ınuas tais que 1 (j. o) o (j. o) seja
verdadeiro para todo valor de j com o 5 [o
1
. o
2
] e todo j
1
(o) j
2
(o). Seja o o s´ olido
contituido por todos os pontos cujas coordenadas cil´ındricas satisfa¸cam as condi¸ c˜oes
o
0
o
1
, j
1
(o) j
2
(o) e 1 (j. o) o (j. o). Ent˜ ao temos a tabela de limites
Tabela de limites
Curvas equa¸ c˜oes
Arco inferior o
1
Arco superior o
2
Curva inferior j
1
(o)
Curva superior j
2
(o)
Superf´ıcie inferior . = 1 (j. o)
Superf´ıcie superior . = o (j. o)
E a integral tripla
Z
b
o
Z
&
2
(a)
&
1
(a)
Z
j(a.&)
;(a.&)
1 (r. n. .) d.dndr
131
Figura 4.5:
´e escrita em coordenadas cil´ındricas como segue
Z
b
o
Z
&
2
(a)
&
1
(a)
Z
j(a.&)
;(a.&)
1 (r. n. .) d.dndr =
Z
0
2
0
1
Z
a
2
(0)
a
1
(0)
Z
j(a.0)
;(a.0)
1 (j. o. .) jd.djdo
Exemplo 4.6. Determinar o volume do s´ olido delimitado superiormente pelo parabol´ oide
n
2
+ r
2
+ 1 . = 0 inferiormente pelo plano . = 0 , e lateralmente pelo cilindro
r
2
+n
2
2n = 0 .
Solu¸ c˜ao: Graficamente temos o seguinte s´olido (ver figura 4.6)
A proje¸ c˜ao no plano rn ´e a circunferˆencia r
2
+ n
2
2n = 0 que ´e a circun-
ferˆencia r
2
+ (n 1)
2
= 1(ver figura ??)
-1.0 -0.5 0.0 0.5 1.0
0.5
1.0
1.5
2.0
x
y
proje¸ c˜ao no plano xy
132
Figura 4.6:
O s´olido est´a limitado inferiormente pelo plano . = 0 e superiormente pelo
parabol´ oide . = n
2
+r
2
+ 1
Fazendo a tabela, podemos observar que em coordenadas cilindricas ´e muito
mais f´acil resolver esse problema
Tabela de limites em coordenadas retangulares Tabela de limites
em coord. cil´ındricas
Curvas equa¸ c˜oes
Curva ` a esquerda r = 1
Curva ` a direita r = 1
Curva inferior n =
s
1 r
2
+ 1
Curva superior n =
s
1 r
2
+ 1
Superf´ıcie inferior . = 0
Superf´ıcie superior . = n
2
+r
2
+ 1
Curvas equa¸ c˜oes
Arco inferior o
1
= 0
Arco superior o
2
= :
Curva inferior j
1
(o) = 0
Curva superior j
2
(o) = 2:c:
Superf´ıcie inferior . = 0
Superf´ıcie superior . = j
2
+ 1
logo o Volume em coordenadas cil´ındricas ´e dado por:
\ =
Z
¬
0
Z
2ccat
0
Z
1+a
2
0
jd.djdo
=
Z
¬
0
Z
2ccat
0
j. |
1+a
2
0
djdo
=
Z
¬
0
Z
2ccat
0
j(1 +j
2
)djdo
133
=
Z
¬
0
Z
2ccat
0
(j +j
3
)djdo
=
Z
¬
0
(
j
2
2
+
j
4
4
|
2cca0
0
)do
=
Z
¬
0
(2:c:
2
odo + 4:c:
4
o)do
=
Z
¬
0
(1 cos 2o) + 4(
1 cos 2o
2
)
2
)do
=
Z
¬
0
(1 cos 2o + 1 2 cos 2o + cos
2
2o)do
=
Z
¬
0
(1 cos 2o + 1 2 cos 2o)do +
Z
¬
0
cos
2
2o)do
= 2o
3:c:2o
2
|
¬
0
+
Z
¬
0
1 + cos 4o
2
do
= 2: + (
o
2
+
:c:4o
8
|
¬
0
)
= 2: +
:
2
=
5:
2
Logo o volume desse s´ olido ´e \ =

2
n.·
Exemplo 4.7. Represente graficamente o s´ olido cujo volume ´e dado pela integral:
Z

0
Z
2
0
Z
43a
2
cos
2
0
0
jd.djdo
Tabela de limites em coord. cil´ındricas
Curvas equa¸ c˜oes
Arco inferior o
1
= 0
Arco superior o
2
= 2:
Curva inferior j
1
= 0
Curva superior j
2
= 2
Superf´ıcie inferior . = 0
Superf´ıcie superior . = 4 j
2
cos
2
o
134
Considerando os arcos inferior e superior conclu´ımos que a base do s´olido
est´ a projetada sobre todos os quadrantes, pois temos 0 o 2:. Como o 0 j 2
o raio varia fixamente, portanto, lateralmente temos um cilindro centrado na origem
r
2
+n
2
= 4. Inferiormente temos . = 0 e superiormente o cilindro parab´ olico . = 4 r
2
(observe que j
2
cos
2
o = r
2
)
Portanto, temos o s´ olido, conforme ilustra a figura 4.7
Figura 4.7: volume delimitado
Exemplo 4.8. Escreva em coordenadas retangulares a integral
Z
2
0
Z
2 cos 0
0
Z
93a
2
0
j
2
d.djdo.
Solu¸c˜ao: Para melhor compreens˜ ao, primeiro devemos identificar a repre-
senta¸ c˜ao geom´etrica do s´olido. Vamos estudar a tabela de limites
Tabela de limites em coord. cilindricas
135
Curvas equa¸ c˜oes
Arco inferior o
1
= 0
Arco superior o
2
=
¬
2
Curva inferior j
1
= 0
Curva superior j
2
= 2 cos o
Superf´ıcie inferior . = 0
Superf´ıcie superior . = 9 j
2
Considerando os arcos inferior e superior conclu´ımos que a base do s´olido
est´ a projetada sobre o primeiro quadrante, pois temos 0 o
¬
2
. Agora vamos escrever
a curva j = 2 cos o em coordenadas retangulares. Sabemos que r = j cos o, de modo
que cos o =
a
a
, e que j
2
= r
2
+n
2
. Assim,
j = 2 cos o donde vem
j = 2
³
a
a
´
ou
j
2
= 2r
r
2
+n
2
= 2r ou
r
2
+n
2
2r = 0 on
(r 1)
2
+n
2
= 1
Vemos que em coordenadas retangulares a proje¸ c˜ao do s´ olido sobre o plano
rn ´e delimitada pela circunferˆencia de equa¸c˜ao (r 1)
2
+n
2
= 1. Desse modo, a tabela
de limites, em coordenadas retangulares ´e dada por:
Tabela de limites em coordenadas retangulares
Curvas equa¸ c˜oes
Curva ` a esquerda r = 0
Curva ` a direita r = 2
Curva inferior n = 0
Curva superior n =
s
2r r
2
Superf´ıcie inferior . = 0
Superf´ıcie superior . = 9 (r
2
+n
2
)
Tamb´em devemos escrever de forma adequada a express˜ ao j
2
d.djdo. Como
drdnd. = jd.djdo temos
j
2
d.djdo = j (jd.djdo) =
p
r
2
+n
2
drdnd..
136
Assim, a integral
Z
2
0
Z
2 cos 0
0
Z
93a
2
0
j
2
d.djdo
ser´ a dada por:
Z
2
0
Z
2 cos 0
0
Z
93a
2
0
j
2
d.djdo =
Z
2
0
Z
I
2a3a
2
0
Z
93a
2
3&
2
0
p
r
2
+n
2
d.dndr.
4.5. Integrais Triplas em Coordenadas Esf´ericas
As integrais triplas podem ser convertidas para coordenadas esf´ericas de acordo com o
processo descrito a seguir (veja a figura 4.8)
Sejam o
0
. o
1
. c
0
. c
1
. j
0
e j
1
tais que 0 < o
1
o
0
2: e 0 j
0
< j
1
.
Figura 4.8: coordenadas esf´ericas
Suponhamos que o s´ olido o seja constituido por todos os pontos cujas coor-
denadas esf´ericas (j. o. c) tais que
137
j
0
j j
1
o
0
o
1
o c
0
c c
1
Lembrando que o ponto 1 (r. n. .), em coordenadas esf´ericas ´e dado por
1 (j. o. c) em que r = j cos o:c:c, n = j:c:o:c:c, . = j cos c e j
2
= r
2
+n
2
+.
2
.
Considerando os acr´escimos atribuidos a cada vari´ avel obtemos os pontos:
1 (j. o. c)
((j. o. c +dc)
1(j. o +do. c)
1 (j +jd. o +do. c)
Tamb´em, podemos observar um paralelep´ıpedo infinitesimal curvil´ıneo com
dimens˜oes
¯
¯
11
¯
¯
,
¯
¯
(1
¯
¯
e
¯
¯
1(
¯
¯
cujo volume aproximado ´e
d\ =
¯
¯
11
¯
¯
¯
¯
(1
¯
¯
¯
¯
1(
¯
¯
.
´
E f´ acil ver que
¯
¯
11
¯
¯
´e a varia¸ c˜ao do raio j entre os pontos 1 e 1 e, portanto
¯
¯
11
¯
¯
= dj.
Como 1 e ( pertencem ao c´ırculo de raio
¯
¯
(1
¯
¯
=
¯
¯
((
¯
¯
= j e o arco
d
1(
subentende um ˆ angulo correspondente a varia¸ c˜ao de c segue que
¯
¯
1(
¯
¯
= jdc.
Como ( e 1 pertencem ao c´ırculo de raio
¯
¯
(l
¯
¯
em que
¯
¯
(l
¯
¯
´e lado oposto
do trˆ angulo (
b
(l e
b
( = c obtemos
¯
¯
(l
¯
¯
=
¯
¯
((
¯
¯
:c:c = j:c:c
e, desse modo obtemos
¯
¯
(1
¯
¯
= j:c:cdo
Portanto,
d\ =
¯
¯
11
¯
¯
¯
¯
(1
¯
¯
¯
¯
1(
¯
¯
= dj (jdc) (j:c:cdo)
j
2
:c:cdjdcdo
138
Lembrando que em coordenadas retangulares tem-se d\ = drdnd. e, por-
tanto, a equivalˆencia
drdnd. = j
2
:c:cdjdcdo
.
Seja 1 (r. n. .) uma fun¸ c˜ao definida em todos os pontos do s´ olido o e cada
ponto 1 (r. n. .) pode ser escrito em coordenadas esf´ericas 1 (j. o. c). Ent˜ ao podemos
escrever
Z
a
1
a
0
Z
&
1
&
0
Z
:
1
:
0
1 (r. n. .) d.dndr =
Z
0
2
0
1
Z
c
2
c
1
Z
a
2
a
1
1 (j. o. c) j
2
:c:cdjdcdo
Exemplo 4.9. Mostre, usando coordenadas esf´ericas, que o volume de uma esfera de
raio : ´e \ =
4¬v
3
3
Vamos utilizar uma esfera centrada na origem de raio : : r
2
+n
2
+.
2
= :
2
Portanto, a proje¸ c˜ao no plano rn ´e uma circunferˆencia r
2
+n
2
= :
2
e portanto
o 0 o 2: e o 0 c :.
-4
-4
-2
-2
0
0
x y
z
2
0
2
-2
4
2
4
-4
4
\ =
R

0
R
¬
0
R
1
0
j
2
sin cdjdcdo =
4
3
:1
3
Exercise ¸c˜ao.1. Escreva em coordenadas retangulares e ap´os use coordenadas esf´ericas
para determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies .
2
= r
2
+ n
2
, .
2
=
3r
2
+ 3n
2
e r
2
+n
2
+.
2
= 4 nos pontos em que . ´e positivo.
Solu¸c˜ao: Primeiro vamos interpretar cada superf´ıcie. A equa¸ c˜ao .
2
= r
2
+n
2
representa o cone inferior na figura abaixo, a equa¸ c˜ao .
2
= 3r
2
+ 3n
2
representa o cone
superior e a equa¸ c˜ao r
2
+ n
2
+ .
2
= 4 representa a esfera. O problema pede para
139
Figura 4.9: volume delimitado
determinar o volume do s´ olido dentro da esfera entre os dois cones. Veja a figura 4.9 no
primeiro octante.
Vamos determinar as curvas de interse¸ c˜ao e projetadas sobre o plano rn.
Resolvemos os sistemas de equa¸ c˜oes
(
.
2
= r
2
+n
2
r
2
+n
2
+.
2
= 4
e
(
.
2
= 3r
2
+ 3n
2
r
2
+n
2
+.
2
= 4
temos,
em ambos os casos, substituindo .
2
da primeira equa¸ c˜ao na segunda equa¸ c˜ao
r
2
+n
2
+r
2
+n
2
= 4 c r
2
+n
2
+ 3r
2
+ 3n
2
= 4
2r
2
+ 2n
2
= 4 4r
2
+ 4n
2
= 4
r
2
+n
2
= 2 r
2
+n
2
= 1
O volume do s´olido ser´ a dado pela diferen¸ ca entre o volume do s´ olido delim-
itado pela esfera r
2
+n
2
+.
2
= 4 e o cone .
2
= r
2
+n
2
e o volume do s´ olido delimitado
pela esfera .
2
= r
2
+n
2
e o cone .
2
= 3r
2
+ 3n
2
. As tabelas de limtes s˜ ao:
Tabela de limites para os s´olidos
Curvas um - equa¸c˜oes dois - equa¸ c˜oes
Curva ` a esquerda r =
s
2 r = 1
Curva ` a direita r =
s
2 r = 1
Curva inferior n =
s
2 r
2
n =
s
1 r
2
Curva superior n =
s
2 r
2
n =
s
1 r
2
Superf´ıcie inferior . =
p
r
2
+n
2
. =
p
3r
2
+ 3n
2
Superf´ıcie superior . =
p
4 (r
2
+n
2
) . =
p
4 (r
2
+n
2
)
140
Portanto, o volume ser´ a dado por
\ =
Z
I
2
3
I
2
Z
I
23a
2
3
I
23a
2
Z
s
43(a
2
+&
2
)
s
a
2
+&
2
d.dndr
Z
1
31
Z
I
13a
2
3
I
13a
2
Z
s
43(a
2
+&
2
)
s
3a
2
+3&
2
d.dndr
Como podemos perceber a resolu¸ c˜ao da integral ´e trabalhosa. Vamos escrevˆe-
la em coordenadas esf´ericas.
´
E facil ver que o arco o varia de zero a 2:. Vamos determinar a varia¸ c˜ao
do arco c. O cone de equa¸c˜ao .
2
= r
2
+ n
2
intercepta o plano .r na da reta . = r.
Sendo o coefiente angular dessa reta toc = 1 segue que c =
¬
4
e assim, tamb´em tem-se
c =
¬
4
. J´ a o cone de equa¸c˜ao .
2
= 3r
2
+3n
2
intercepta o plano .r na da reta . =
s
3r.
Sendo o coeficiente angular dessa reta toc =
s
3, isto ´e c =
¬
3
, ent˜ ao, segue que c =
¬
6
.
Portanto, a tabela de limites do s´ olido em coordenadas esf´ericas ´e dada por:
Tabela de limites em coordenadas esf´ericas
Curvas equa¸ c˜oes
Arco o inferior o
1
= 0
Arco o superior o
2
= 2:
Arco c inferior c
1
=
¬
6
Arco c superior c
2
=
¬
4
Superf´ıcie inferior j
1
= 0
Superf´ıcie superior j
2
= 2
Assim, o volume ser´ a dado por
\ =
Z

0
Z
4

6
Z
2
0
j
2
:c:cdjdcdo
=
Z
0=2¬
0=0
Z
c=

4
c=

6
j
3
3
|
2
0
:c:cdcdo
=
Z
0=2¬
0=0
Z
c=

4
c=

6
8
3
:c:cdcdo
=
Z
0=2¬
0=0

8
3
cos c|

4

6
do
=
Z
0=0
0=2¬
8
3
Ã

s
2
2
+
s
3
2
!
do
141
=
8
3
Ã

s
2
2
+
s
3
2
!
o|

0
=
4:
3
³
s
3
s
2
´
Exemplo 4.10. Escreva em coordenadas retangulares a integral
4
Z
2
0
Z
3

6
Z
4
0
j:c:cdjdcdo.
Solu¸c˜ao: O s´ımbolo
R
2
0
significa que a regi˜ ao de integra¸ c˜ao est´ a situada no
primeiro quadrante.
O s´ımbolo
R
3

6
indica que o s´ olido de integra¸ c˜ao ´e delimitado pelos raios cujas
retas tem coeficientes angulares to
¬
6
=
I
3
3
e to
¬
3
=
s
3.
E o s´ımbolo
R
4
0
indica que o s´olido ´e tamb´em delimitado pela esfera de raio
j = 4, ou seja r
2
+n
2
+.
2
= 16.
Do coeficiente angular to
¬
6
=
I
3
3
obtemos as retas . =
I
3
3
r e . =
I
3
3
n as quais
pertencem a interse¸ c˜ao do cone .
2
=
a
2
3
+
&
2
3
com os planos r. e n., respectivamente.
Do coeficiente angular to
¬
3
=
s
3 obtemos as retas . =
s
3r e . =
s
3n as
quais pertencem a interse¸c˜ao do cone .
2
= 3r
2
+3n
2
com os planos r. e n., respectiva-
mente.
Resolvendo os sistemas de equa¸ c˜oes
(
r
2
+n
2
+.
2
= 16
.
2
=
a
2
3
+
&
2
3
e
(
r
2
+n
2
+.
2
= 16
.
2
= 3r
2
+ 3n
2
obtemos as curvas que delimitam a regi˜ ao de integra¸c˜ao para o c´ alculo da integral rela-
tiva a parte da esfera que est´ a localizada dentro de cada um dos cones.
Em ambos os casos, substituindo a segunda equa¸ c˜ao na primeira temos
r
2
+n
2
+.
2
= 16 r
2
+n
2
+.
2
= 16
r
2
+n
2
+
a
2
3
+
&
2
3
= 16 3r
2
+ 3n
2
+r
2
+n
2
= 16
4a
2
3
+
4&
2
3
= 16 r
2
+n
2
= 4
r
2
+n
2
= 12 donde
donde n =
s
4 r
2
n =
s
12 r
2
A integral
4
Z
2
0
Z
3

6
Z
4
0
j:c:cdjdcdo
142
´e dada pela diferen¸ ca entre a integral calculada sobre o s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
r
2
+n
2
+.
2
= 16 e .
2
=
a
2
3
+
&
2
3
e o s´ olido delimitado pelas superf´ıcies r
2
+n
2
+.
2
= 16
e .
2
= 3r
2
+ 3n
2
. Como a integral est´ a multiplicada por quatro significa que devemos
considerar os quatro quadrantes. Assim, a tabela de limites para os s´ olidos de integra¸ c˜ao
´e dada por
limites s´olido I s´olido II
Curva a esquerda r =
s
12 r = 2
Curva a direita r =
s
12 r = 2
Curva a inferior n =
s
12 r
2
n =
s
4 r
2
Curva a superior n =
s
12 r
2
n =
s
4 r
2
Superf´ıcie inferior . =
q
a
2
3
+
&
2
3
. =
p
3r
2
+ 3n
2
Superf´ıcie superior . =
p
16 (r
2
+n
2
) . =
p
16 (r
2
+n
2
)
Tamb´em, sabemos que j =
p
r
2
+n
2
+.
2
e drdnd. = j
2
:c:cdjdcdo. Como
temos j:c:cdjdcdo devemos fazer a equivalˆencia como segue:
j:c:cdjdcdo =
µ
j
j

j:c:cdjdcdo
=
j
2
:c:cdjdcdo
j
=
j
2
:c:cdjdcdo
j
=
drdnd.
p
r
2
+n
2
+.
2
Agora podemos escrever a integral
1 = 4
Z
0=

2
0=0
Z
c=

3
c=

6
Z
a=4
a=0
j:c:cdjdcdo
´e escrita em coordenadas retangulares como segue:
1 =
Z
I
12
3
I
12
Z
I
123a
2
3
I
123a
2
Z
s
163(a
2
+&
2
)
t
{
2
3
+
|
2
3
d.dndr
p
r
2
+n
2
+.
2

Z
2
32
Z
I
43a
2
3
I
43a
2
Z
s
163(a
2
+&
2
)
s
3a
2
+3&
2
d.dndr
p
r
2
+n
2
+.
2
143
4.6. Exerc´ıcios Referente ao Trabalho
Trabalho valendo at´e 2 pontos na nota da terceira prova . Para fazer jus aos dois pontos
devem ser cumpridas as seguintes condi¸ c˜oes:
• Em cada problema construir um artefato que represente geometricamente o s´ olido
sobre o qual ser´a determinada a integral;
• Encontrar os limites do s´ olido de integra¸c˜ao, fazer a tabela, represent´a-los na
Integral;
• Apresentar ` a turma o artefato que representa o s´ olido descrito pelas superf´ıcies;
• Apresentar ` a turma a tabela de limites e a representa¸ c˜ao da integral usando car-
tazes e/ou transparˆencias (n˜ao ser´ a permitido o uso do quadro para esse fim);
• Entregar uma c´ opia de todos os exerc´ıcios resolvidos.
Observa¸ c˜ao 9. O n˜ao cumprimento de um dos itens acima acarreta a perda de um
ponto e o n˜ ao cumprimento de dois dos itens acarretar´ a a perda dos dois pontos.
1. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
. = n
2
, r = 0 r = 1. n = 1, n = 1 e . = 2 Resp=
14
3
2. Calcular o volume do s´ olido delimitado superiomente por . = 4 r n. r = 0 .
r = 2, n = 0, n =
1
4
r +
1
2
e . = 0 Resp=
15
4
3. Calcular o volume do tetraedro delimitado pelos planos coordenados e pelo plano
r +
&
2
+. = 4 Resp=
64
3
4. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
n = 0, n = 1 r
2
e r
2
+. = 1 e . = 0. Resp.
16
15
5. Calcular o volume do s´ olido, no primeiro octante, delimitado por r = 4n
2
. n = .,
r = 0, . = 0 Resp=4
6. Calcular o volume do s´ olido , no primeiro octante, delimitado por n + r = 2 e
. = r
2
+n
2
Resp=
8
3
7. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
. = 16 r
2
n
2
, . = 0, n
2
+r
2
= 2
p
n
2
+r
2
+r. Resp.
1123¬
16
144
8. Determinar o volume do s´olido limitado acima pelo cilindro . = 4r
2
. lateralmente
pelo cilindro r
2
+n
2
= 4 e inferiormente por . = 0 Resp=12:
9. Determinar o volume do s´ olido, no primeiro octante, delimitado por r
2
+n
2
= 1 e
r
2
+.
2
= 1.Resp.
2
3
10. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
n
2
+r
2
+. = 12 e 3r
2
+ 5n
2
. = 0. Resp.6
s
6:.
11. Determine o volume do s´ olido do primeiro octante, limitado inferiormente pelo
plano rn, superiormente pelo plano . = n e lateralmente pleo cilindro n
2
= r e
pelo plano r = 1 Resp=
1
4
12. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
. = 4 r
2
e . = 3r
2
+n
2
. Resp. 4:
13. Determine o volume da por¸ c˜ao da esfera r
2
+ n
2
+ .
2
= 4
2
que est´a dentro do
cilindro r
2
+n
2
= 4n Resp=
128¬
3
14. Calcular o volume do s´ olido, no primeiro octante, delimitado por n = r
2
, r = n
2
e . +n = 2 Resp=
31
60
15. Determine o volume delimitado pelas superf´ıcies r
2
+n
2
= 4 e 4r
2
+4n
2
+.
2
= 64
resp=

3
(64 24
s
3)
16. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies j = 4 cos o, . = 0 e
j
2
= 16 .
2
resp=

2
17. Calcular o volume do s´ olido delimitado por . = 4r
2
+n
2
e . = 8 4r
2
n
2
18. Calcular o volume interno a esfera r
2
+ n
2
+ .
2
= 4 e externo ao parabol´ oide
r
2
+n
2
= 3.
19. Encontre o volume acima do plano rn, limitado pelo parabol´oide . = r
2
+ 4n
2
e
pelo cilindro r
2
+ 4n
2
= 4 Resp=4:
20. Determine o volume de r = n
2
. . = r, . = 0 e r = 1 resp=
4
5
21. Determine o volume que est´ a dentro do cilindro r
2
+n
2
= 1 acima do plano . = 0
e abaixo do cone .
2
= 4r
2
+ 4n
2
22. Encontre o volume delimitado por .
2
+r
2
+n
2
= 4. .
2
r
2
n
2
= 0 e .
2

a
2
3

&
2
3
= 0
nos pontos em que . 0.
145
23. Determine o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies . = r
2
, . = 8 r
2
,
n = 0 e . +n = 9. Resp=
320
3
146
4.7. Exerc´ıcios Gerais
1. Calcule a
R R
1
.(r + 3n)d¹, sendo 1 a regi˜ ao triangular de v´ertices (0. 0). (1. 1) e
(2. 0) resp 2
2. Calcule
R R
1
1
s
a
2
+&
2
d¹, sendo D a regi˜ ao do semiplano r > 0 interna ` a cardi´ oide
j = 1 = cos o e externa ` a circunferˆencia j = 1
3. Determinar a ´area delimitada pelas curvas
(
r
2
c
2
+
n
2
/
2
)
2
=
2rn
c
2
. :c:jo:tc =
c
2
/
2
c
2
4. O centro de uma esfera de raio : est´ a sobre a superf´ıcie de um cil´ındro reto cuja
base tem raio igual a
v
2
. Encontre a ´ area da superf´ıcie cil´ındrica que fica no interior
da esfera. Resposta 4:
2
.
5. Encontrar a ´ area da por¸ c˜ao da esfera r
2
+ n
2
+ .
2
= 2cn que fica no interior do
parabol´ oide /n = r
2
+.
2
. Resposta 2:c/.
6. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
/
2
(r
2
+n
2
) +c
2
.
2
= c
2
/
2
e r
2
+n
2
= cr. Resp
2o
2
b(3¬34)
9
.
7. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
r
2
+n
2
+.
2
= 8 e r
2
+n
2
= 2.. Resp
4¬(8
I
237)
3
.
8. Calcular 1 =
R R R
T
(r 1)d·, sendo T a regi˜ ao do espa¸ co delimitada pelos planos
n = 0, . = 0, n +. = 5 e pelo cilindro parab´ olico . = 4 r
2
. Resp
3144
15
9. Determinar o volume do s´olido delimitado pelas superf´ıcies
. = 0, .
2
= r
2
+n
2
e r
2
+n
2
= 2cr. Resp:
32o
3
9
10. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
a
o
+
&
b
+
:
c
= 1, r = 0, n = 0 e . = 0. Resp
obc
6
.
11. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
r
2
+n
2
+ 2n = 0, . = 0, . = 4 +n
147
12. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
r
2
+n
2
= c
2
e r
2
+.
2
= c
2
. Resp
16o
3
3
.
13. Determinar o volume do s´ olido delimitado pelas superf´ıcies
j = 4 cos o, . = 0 e j
2
= 16 .
2
. Resp

2
.
14. Encontrar a ´ area da superf´ıcie do parabol´oide . = 4 r
2
n
2
acima do plano
. = 0. Resp
¬[(
I
17)
3
31]
6
.
15. Nos itens abaixo escreva em coordenadas retangulares as integrais.
1.
R
¬
0
2
R
3
0
R
a
2
2
p
9 j
2
jd.djdo.
2.
R
¬
0
2
R
2
0
R
3
0
p
9 j
2
:c:cdjdcdo.
3.
R
2
0
R
3

6
R
4
0
p
4 j
2
j:c:cdjdcdo.
148

Antes de estudarmos a integra¸˜o m´ltipla propriamente dita vamos ver alguns exempca u los. Exemplo 3.1. Encontrar a primitiva da fun¸˜o ca ( ) = 12
2 3

em rela¸˜o a . ca `

Solu¸˜o: Como foi dito, vamos admitir ca rela¸˜o a . Portanto, ca Z

como constante e integrar em

12

2 3

=4

3 3

+

Por´m, nesse caso, a constante e ( )=
3

´ uma fun¸˜o de . Pode ser por exemplo, e ca (
2

+

2

+

+ 3 e uma das primitivas de ( )=4
3 3

) = 12 +3

2 3

ser´ a

+

3

+

+

Note que ( )

= 12

2 3

Exemplo 3.2. Encontrar a primitiva da fun¸˜o ca Solu¸˜o: Agora vamos admitir ca Portanto, Z

(

) = 12

2 3

em rela¸˜o a . ca `

como constante e integrar em rela¸˜o a . ca

12

2 3

=3

2 4

+

Nesse caso, a constante ( )= (
3

´ uma fun¸˜o de . Pode ser por exemplo, e ca ( ) = 12
2 3

+
2 4

2

+
3

+ 3 e uma outra primitiva de +
2

ser´ a

)=3

+

+

+ 3. Note que ( )

= 12 R

2 3

Exemplo 3.3. Encontrar o valor da express˜o a

+1

24

.

Solu¸˜o: Aplicando o teorema fundamental do c´lculo vem: ca a

108

R

+1

24

= 12 = 12 = 24
3 2

2

= 12 ( + 1)2 + 24 + 12
2

|

+1

12 ( )2 + 12 12
3

Isto ´, e

Exemplo 3.4. Encontrar o valor num´rico de e R +1 ( )= 24 . Z
+1

R +1 Como podemos observar 24 R +1 ( )= 24 donde ( ) = 24

´ uma fun¸˜o de . e ca
2

+ 12 . R2
1

( )

sendo

Solu¸˜o: No exemplo anterior vimos que ca ( )= 24 = 24
2

+ 12

Portanto, aplicando do teorema fundamental do c´lculo vem a

R2
1

( )

=

= (8

= 8(2)3 + 6 (2)2 = 74

R

=2 =1 3

(24

2 2

+ 12 ) ¡ ¢ 8 (1)3 + 6 (1)2

+ 6 ) |2 1

Os exemplo 3.3 e 3.4 podem ser escritos como segue: Z ou Z
2 2

( )

=

1

Z 2 µZ
1

+1

24

( )

=

1

Z 2Z
1

+1

24

Dessa forma, obtemos um exemplo de integral dupla. Note que a vari´vel a dependente ´ a primeira a ser integrada e a vari´vel independente a ultima. O processo e a ´ de solu¸˜o ´ dado abaixo: ca e 109

R2R
1

+1

24

=

R2¡ = 1 12 R2 = 1 (24 = (8
3

R 2 ³R
1

= +1 = 2 2

24
= +1 =

+ 12 )

|

¢

´

= 74 Vejamos outro exemplo.

+ 6 2 ) |2 1

Exemplo 3.5. Encontrar o valor da integral

Solu¸˜o: Aplicando o teorema fundamental do c´lculo primeiro integrando ca a em rela¸˜o a ca e depois em rela¸˜o a . ca

R4R3
0

3 16

2

.

Z 4Z
0

3

3 16

2

Z 4³ 3 16 =
0

Z 4³ = 3 16
0 2

2

´

|3 )

=

Z

´

(3

4

6

16

2

0

= q 2 (16

q 2 (16 µ

2 )3 |4 0

=

42 )3

Portanto, o valor da integral Exerc´ ıcios

R4R3
0

q 2 (16

02 )3

= 128
2

3 16

= 128

Nos problemas abaixo calcule a integral dupla R 1 R 3 +1 R 1 R 3 +1 ) 0 ) 0 R2R 2 R4R1 ) 0 ln ) 0 0 R ln 2 R R R 2 5 ) 0 ) 0 0 0 110

2

2 2

Nossa intens˜o ´ estimar o volume aproximado do s´lido delimitado por a e o . pode usar-se a integral para resolver problemas concernentes a ca volumes e a areas.2 e 3. Para tanto. com a finalidade de obter-se uma quantidade total ap´s ´ o esta opera¸˜o.Figura 3. isto ´. ´ Ao tentar resolver-se “o problema do volume” . subdividimos em = 0 e pelo cilindro definido pela curva fechada que delimita a regi˜o a subregi˜es tra¸ando linhas paralelas aos planos o c coordenados. associando-a ao problema de c´lculo de volume (ver figura a 3. definida numa regi˜o a do plano = ( ) . .1: 3. Assim. a integral ser´ o volume obtido pela a soma de uma infinidade de volumes das colunas infinitesimais inscritas em forma de 111 . e a ´ defini¸˜o formal da integral dupla envolve a soma de muitas areas elementares.1 ) da mesma forma que a integral definida ´ associada ao c´lculo de area. ou seja.Assim. ca ´ e diferenciais de area . conforme na figura 3.3. Assim. sabe-se que se trata area da ´ base vezes a altura ´ tal que para cada area elementar o valor de fica univocamente e ´ definido. Consideremos uma fun¸˜o ca acima do plano = ( ) 0. Interpreta¸˜o Geom´trica da Integral Dupla ca e A defini¸˜o de integral dupla comporta uma interpreta¸˜o geom´trica an´loga a defini¸˜o ca ca e a ` ca de integral definida simples.2.

Figura 3. a area da subregi˜o ´ a Para cada escolhenos um ponto ( ´simo paralelep´ e ıpedo de area ´ ´ o volume do e 112 e altura .3: maior de todas as diagonais dos Seja O produto = ( ) Ent˜o { a 1 2 }´ uma parti¸˜o de e ca subretˆngulos. como mostra a Figura 3. Seja | | o comprimento da ) .paralelep´ ıpedos.2: Figura 3. a .3.

ca ( ). Se ca area da regi˜o ´ a . geometricamente. Como h´ a subdivis˜es. isto ´. C´lculo da Integral Dupla a Saber reconhecer o dom´ de integra¸˜o ou regi˜o de integra¸˜o ´ fundamental para o ınio ca a ca e c´lculo das integrais duplas. Calcular o valor da integral pelas curvas = 2 e = . RR 24 sendo a regi˜o delimitada a Solu¸˜o: Primeiro vamos fazer o gr´fico da regi˜o e a tabela de limites dessa ca a a regi˜o.3. Assim.6. Outro ponto importante ´ o reconhecimento das curvas que a e delimitam a regi˜o de integra¸˜o. a y 4 3 2 1 -2 -1 0 1 x 2 113 . ca e isto ´ e = = ( ) e outras vezes ´ conveniente ter e como fun¸˜o de . Essa conveniˆncia ´ devido ao maior ou menor trabalho exigido no e e processo do c´lculo do valor num´rico. ( ( ) = lim | | ´ dada por e 0 0 X =1 ( ) ) = 1 ent˜o a RR ( ) = RR ´. a e 3. o volume aproximado ( X =1 do s´lido delimitado superiormente por o = ) e inferiormente pela regi˜o a ( ) definida numa regi˜o a = lim | | ´ dado por e A integral dupla de uma fun¸˜o ca ZZ Observa¸˜o 5. h´ o a paralelep´ ıpedos.( ). Vejamos alguns exemplos. a e Exemplo 3. Muitas vezes ´ conveniente ter essas curvas escritas a ca e em fun¸˜o de .

a sendo a regi˜o delimitada a e = . 114 . a y 1. A curvas a esquerda e ` direita s˜o os a ` a a limites que integram o primeiro s´ ımbolo de integra¸˜o e as curvas inferior e superior o ca segundo.7.0 0.0 0. Vamos calcular a mesma integral tomando Exemplo 3.5 Curvas 0. A curvas a esquerda e ` direita s˜o os a ` a a limites do primeiro s´ ımbolo de integra¸˜o e as curvas inferior e superior do segundo. RR 24 = = = = R R =1 =0 =1 =0 =1 =0 =1 =0 3 = (4 =2 R R R | h 12 ( 12 (12 2 = = 2 2 24 = = 2 ) 2 ( 2) 2 12 5 ) =1 =0 i 2 6) | O c´lculo da integral no exemplo 3.6 foi feito tomando a pendente.0 0. Calcular o valor da integral pelas curvas = 2 como vari´vel indea como vari´vel independente. ca Assim. Assim.5 fun¸˜es co =0 =1 = 2 curva a esquerda ` curva a direita ` curva inferior curva superior = Agora podemos efetuar os c´culos.Curvas curva ` esquerda a curva ` direita a curva inferior curva superior fun¸˜es co =0 =1 = = 2 Agora podemos efetuar os c´culos. RR 24 Solu¸˜o: Primeiro vamos fazer o gr´fico da regi˜o e a tabela de limites dessa ca a a regi˜o.0 1.5 1.

Encontrar o valor da integral pelas curvas = 2 ¡ = 4 2 6 ¢ | =1 =0 sendo a regi˜o delimitada a (internamente). ) Tomamdo como vari´vel independente. a Os pontos de interse¸˜o das curvas s˜o: ( 3 9) e (2 4) para as curvas ca a =6 e ( 1 1) e (1 1) para as curvas = 2 = 2 . e e Muitas vezes a regi˜o de integra¸˜o n˜o ´ delimitada apenas por quatro cura ca a e vas. Portanto.ZZ 24 Z = Z 1Z 0 2 24 2 1 = Z 12 h ( 0 | 2 1 = 12 Z )2 0 ¡ 2 ¢2 i 12 5 1 = 0 ¡ 12 3 2 ¢ =2 Como podemos observar. Vejamos um exemplo. e = 1.4) e a tabela ca a a de limites dessa regi˜o.8. Nesse caso. a Solu¸˜o: Primeiro vamos fazer o gr´fico da regi˜o (ver figura 3. a) Tomando x como vari´vel independente. a escolha da vari´vel independente adequada pode diminuir o trabalho a duante o processo de integra¸˜o. Vemos que a regi˜o de integra¸˜o a a ca deve ser subdividida em trˆs sub-regi˜es para que o c´lculo possa ser efetivado. =6 e = 1. o valor num´rico ´ o mesmo nos dois casos. a b) Tomando y como vari´vel independente. e o a a tabela de limites ´ dada por e Tabela de limites referente a regi˜o ` a 115 . ca ZZ Exemplo 3.

a integral dupla Z Z Z Z = = Z 1 3 ser´ dada por : a Z Z Z Z + + 2 3 Z Z 6 + 2 Z 1 1 Z 1 1 6 + Z 1 Z 2Z 1 2 6 2 1 3 = Z | ¢ 6 2 + Z Z |6 1 + 1 |6 2 Z 2 1 3 = ¡ 6 1 2 + (6 1 1) + 1 ¡ 6 2 ¢ = 22 13 39 + 10 + = 3 6 2 ) Tomamdo como vari´vel independente. =6 e (1 1) e (1 1) para as curvas ´ dada abaixo. os pontos de interse¸˜o das curvas a ca s˜o: (9 a =± 3) e (4 2) para as curvas e = 1.y 15 10 5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 x 3 Figura 3. e .4: area delimitada ´ Limites curva ` esquerda a curva ` direita a curva inferior curva superior R1 = = = =6 RR 1 R2 3 1 2 R3 1 =1 =2 = =6 2 = =1 =1 =6 Assim. A representa¸˜o gr´fica da regi˜o ca a a 116 =± .

a integral dupla Z Z = Z Z + 1 2 = + = Z 9Z 4 9 = Z Z ( 4 1 | + Z 4 |6 4 = ( )) + 1 Z 9 (6 ( )) 4 = 61 28 39 + = 6 3 2 Observa¸˜o 6. Portanto. a 117 . Note que a mudan¸a da vari´vel independente diminuiu o trabalho ca c a dispensado ao c´lculo da integral.Vemos que a regi˜o de integra¸˜o deve ser subdividida em duas sub-regi˜es a ca o para que o c´lculo possa ser efetivado. a tabela de limites ´ dada por a e Tabela de limites referente a regi˜o ` a Limites R1 R2 curva ` esquerda a curva ` direita a curva inferior curva superior =1 =4 = = RR = Z 4Z 1 =4 =9 = =6 ser´ dada por a Z Z 6 Assim.

a 118 . Tomando b. =1 =1e = 1 a. Tomando como vari´vel independente a como vari´vel independente a Solu¸˜o: A area delimitada pelas curvas pode ser vista na figura 3. Escreva a integral que representa a ´rea da regi˜o delimitada pelas a a curvas = 2 . vamos encontrar os pontos de interse¸˜o ca ( ( ( 2 2 = =1+ = (1 1) (1 1) ( 2 = 1 =1 = 1 a.5 ca ´ Figura 3. Tomando como vari´vel independente. tomando como vari´vel independente a 1) Tabela de limites referente a regi˜o ` a Limites R1 R2 curva ` esquerda a curva ` direita a curva inferior = =0 = 1 2 =0 =1 = curva superior =1+ =1 Ps: Na 2 vamos usar a semetria Z 1Z Z 0 Z 1+ +2 = 2 1 0 1 = 8 3 b.Exemplo 3.5: area delimitada ´ Inicialmente.9.

4. de modo que o 1 = 1 e = . a ´rea de c . ={ = . 0 + e +2 1e +3 e a sub-regi˜o a = } uma parti¸˜o do arco ca de delimitada pelas 1 . Podemos admitir que uma aproxima¸˜o da ca . A forma de ´ aproximadamente um retˆngulo de e a ) no interior de ( ). a regi˜o a sobre a qual est´ sendo calculada a integral dupla ´ mais a e facilmente descrita por coordenadas polares do que por coordenadas retangulares. Vamos descrever o processo para o c´culo de integrais duplas em coordenadas polares. Consideremos as curvas de raio 1. Integrais Duplas em Coordenada Polares Frequentemente. Tomando um ponto ( e altura ´ dada por e = podemos formar um s´lido cuja area da base ´ o ´ e volume desse s´lido ser´ dada por o a = ( 119 ) . Veja a a figura ?? Parti¸˜o em coordenadas polares ca Seja curvas de raio lados .Limites curva a esquerda ` curva a direita ` curva inferior curva superior R1 = =1 = = = 2 1 1 Z Z 1 1 2 = 1 8 3 3.

Vimos anteriormente que a parti¸˜o de uma regi˜o ca ca a aos eixos e geram sub-regi˜es retangulares cujos lados s˜o o a = e = . a e lim 0 = 1 e isso implica em equivalˆncia entre a integral dupla em coordenadas retangulares e a integral dupla em e coordenadas polares ´ dada por e Z 2Z 2 ( 1 1 ) = Z Z 2 ( 1 ) Exemplo 3. Assim. Pergunta-se: as ´reas a lim 0 que n˜o. podemos escrever . da parti¸˜o de ca e . Encontre a area delimitada pelas curvas ´ curva = 2.7 ca a e 120 . Por´m. .10. se | | a 0 = lim | | 0 = lim | | 0 =1 P 2 ( ) ou = Z Z ( 1 ) por retas paralelas e ´rea a = ´ s˜o iguais? E claro a = .11. a e Observa¸˜o 7. Portanto. que calcula a area som´ breada 3. o volume sob a superf´ ıcie = X =1 ( ) ) ser´ aproximada pela soma a ( segue que Seja | | a diagonal da maior regi˜o a 0. 0. =2e =4 exterior ` a Solu¸˜o: O gr´fico dessas curvas ´ dada pela figura 3. Escreva a integral.Assim.6 Solu¸˜o: ca c´ ırculo 1: c´ ırculo2: ( A area ´ ´ e = em coordenadas polares 2 + 2 2 = 4 (em cartesianas) 2 1 2 = 2 (em polar) = 4 cos (em polar) 2) + = 4 (em cartesianas) = 4 cos 3 a intersec¸˜o dos dois: cos = ca Z 3 0 Z 2 Exemplo 3. em coordenadas polares. Ent˜o.

6: area sombreada ´ Figura 3. o primeiro passo ´ encontrar os pontos de interse¸˜o das curvas.7: area delimitada ´ Agora.Figura 3. igualando as equa¸˜es temos co 4 =2 = 1 2 assim obtemos = 6 ou = 5 6 A tabela de limites ´ dada por e 121 . Pore ca tanto.

+ 8. 0e 0. R Rp 14 R Rp 14 R3 R 3 9 9 2 2 2 2 sendo sendo a regi˜o dada por 4 a a regi˜o dada por a 2 2 + 2 9. = 4 3 + 12 . 2 2 + 2 4. Sendo e = a regi˜o delimitada pelas curvas a 4 3 = 2 . = 4 3 2. 2.5. fa¸a o gr´fico. 2 2 122 . 3. Nos problemas a seguir fa¸a o gr´fico e use coordenadas polares para carcular as c a integrais 1. a tabela de limites e escrva a integral que permite c a delimitada pelas curvas primeiro tomando como vari´vel independente. Exerc´ ıcios Gerais 1. a = 2 calcular a area da regi˜o ´ a como variavel independente e ap´s tomando o 1. 3 =1 . 2. Sendo e = 12 16 3 a regi˜o delimitada pelas curvas a 9 2 1. Nos items e .Limites arco inferior arco superior raio menor raio maior A area da regi˜o ´ dada por ´ a e = = = = = = R 56 R 4 R R 656 R 6 5 6 R1 = = 6 5 6 =2 =4 R 656 6 5 6 2 |4 2 2 (4 )2 2 2 2 22 2 (4 4 cos 2 2) ¡6 ¢ 56 = 2 2 2 | 6 ¡ ¡ ¢ ¡ ¡ ¢ = 2 56 2 6 2 2 56 = 4 3 R 656 (8 ³ 2) 8(1 cos 2 ) 2 ´ 2 2 26 +2 3 ¢¢ 3. = 2 2 .

123 . R2R 0 = =0 1 4 2 RR 4+ 2+ 2 ( 2 + 2 )3 sendo dada por 4 2 + 2 9. 5.4.

Introdu¸˜o ca As integrais triplas. o volume dessa a c´lula e seja e : obtido pela parti¸˜o ´ um conjunto de sub-parelelep´ ca e ıpedos c´lula tenha dimens˜es e o .1. s˜o definidas segundo uma a analogia com a defini¸˜o das integrais duplas aplicadas sobre uma regi˜o do plano ca a . ent˜o a e. INTEGRAIS TRIPLAS 4.1 ´ um paralelep´ e ıpedo.4. Vamos esbo¸ar apenas as id´ias principais. Uma parti¸˜o desse ca planos paralelos aos eixos coordenados. uma esfera etc. por exemplo. Seja um s´lido ca o um elips´ide. Ent˜o. u a c c e Defini¸˜o 4. Suponhamos que uma e ca qualquer da R a fun¸˜o densidade em cada ponto de ca uma estimativa da massa da uma estimativa da massa do s´lido o .1.2. : R uma fun¸˜o de trˆs vari´veis definida sobre ca e a definimos integral tripla (se existir) como sendo ZZZ ( ) 4. aplicadas sobre s´lidos no espa¸o o c . e o cada ponto de ( ) no espa¸o tridimensional. Interpreta¸˜o geom´trica da integral tripla ca e Para fixar as id´ias vamos supor que o s´lido e o paralelep´ ıpedo ´ obtida seccionando-o com e conforme ilustra a figura 4. desse modo c´lula ´ e e c´lula ´ e e ser´ a 124 = = chamados c´lulas da parti¸˜o. N˜o ´ nosso objetivo discutir os pormenores da defini¸˜o pois estes fazem parte do a e ca conte´do de um texto de c´lculo avan¸ado. Figura 4.1: O fracionamento de e . Seja ( ( ) ) um ponto . um paralelep´ c ıpedo.

a integral tripa tem forma Z Z 2( ) Z ( ) ) = ( 1( ) ) ( ) 125 .3. Portanto. ) ( = 1( )e = 2( ) e pelas superf´ ıcies ) em que ( ) para todo par )conforme tabela de limites abaixo sobre a qual desejamos encontrar a integral ) definida em todos os pontos de . Ent˜o podemos a tripla com respeito a fun¸˜o ( ca enunciar as seguintes tabelas de limites Tabela de limites Curvas equa¸˜es co Curva a esquerda ` Curva a direita ` Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie ZZZ = = = = 1( 2( ) ) ) ) = ( = ( ( Assim. C´lculo da integral tripla em coordenadas retangulares a Seja ( um s´lido no espa¸o delimitado pelas curvas o c = ( ) e = ( = . Se ca ( ( ) e o volume do s´lido tem o mesmo o ) = 1 ent˜o a massa a valor num´rico. o volume do s´lido em termos de integrais triplas ´ dado por e o e ZZZ = 4.= P ( ) =1 s´lido o ser´ dada por a Seja | | a c´lula de maior diˆmetro da parti¸˜o de e a ca X =1 ent˜o a massa a do = lim | | 0 = lim | | 0 ( ) ou ZZZ = Observa¸˜o 8. = .

2. Determine o volume do s´lido delimitado pelos planos o 0e + 2 =0 =0 = + 4 =2 Solu¸˜o: vamos fazer um esbo¸o do s´lido.Exemplo 4. conforme figura 4.2 ca c o Figura 4. vamos escolher o plano (poderia ser outro) Limites a ` esquerda a ` direita curva inf curva sup sup inf sup sup R1 =0 =4 =0 =2 =0 = 4(2 2 2 (ver figura 4.3) para fazer a proje¸˜o ca ) 126 .2: volume delimitado Agora.

5 1.3: proje¸˜o no plano xy ca = = = = Z 4Z Z Z 4Z 0 4 0 Z 4Z 0 2 2 0 2 2 Z 4(2 2 ) 0 0 2 2 |0 8 4(2 2 ) 2 4 ) 2 0 (8 2 2 2 ) |0 2 0 ¶ µ Z 4" µ 1 1 2 = 2 4 2 2 2 0 ¸ Z 4· 1 2 32 = 4 +8 = 2 3 0 = 32 3 # ¶2 2 + 16 = logo.5 1.0 0. Solu¸˜o: Vamos fazer o desenho do s´lido e escolher um dos planos coordeca o nados para a proje¸˜o.5 2. ca 127 .5 x 4.0 2.5 0.0 3.0 1.0 0.5 3. o volume u.0 1.v Exemplo 4.3.y 2. Calcular o volume do s´lido delimitado pela interse¸˜o dos cilindros o ca 2 + 2 =9e 2 + 2 = 9 no I octante.0 0.0 Figura 4.

4. Para isso resolvemos o sistema de equa¸˜es ca co =5 128 . =0e = 5. o Limites a esquerda ` a ` direita curva inf curva sup sup inf sup sup = = = = = = R1 =0 =3 =0 9 =0 9 2 2 =0 =0 e =0 Z Z 3Z 0 3 Z 3Z 0 9 2 0 9 2 Z 9 2 0 9 9 2 2 0 Z0 3 0 |0 9 2 (9 3 2 ) 9 = 18 = 9 Logo o volume do s´lido ´ o e 3 |3 = 27 0 = 18 =9 2 Exemplo 4. Solu¸˜o: O primeiro passo ´ determinar as curvas que limitam a regi˜o de ca e a ( 2 =9 .volume delimitado Como o s´lido faz parte do I octante. . temos os planos o delimitando o s´lido. integra¸˜o sobre o plano . Encontrar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies =5 .

Para diminuir o trabalho no processo de integra¸˜o ´ conveniente tomar ca e como vari´vel independente. a Desse modo a tabela de limites ´ dada por ( Veja o gr´fico ??) e a Tabela de limites Curvas Curva a esquerda ` Curva a direita ` Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie equa¸˜es co =0 =5 = = =5 =9 2 +4 +4 z y x O volume ´ dado por: e 129 . no plano 4.Igualando as duas equa¸˜es obtemos a par´bola co a regi˜o de integra¸˜o ´ delimitada pelas curvas a ca e = = 2 2 4.a = 5. Desse modo. =0e .

Fa¸a a tabela de limites e escreva a integral que permite calcular a massa c do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies e = 10 sendo a densidade ( 2 + 16 = 0. conforme figura 4. = 2 + 13 . =0 )= Vamos inicialmente identificar as superf´ ıcies: 2 + 16 = 0 cilindro parab´lico o + 4 = 0 plano = 0 plano = 10 plano Agora. vamos fazer uma proje¸˜o no plano ca LImites R1 R2 a ` esquerda a ` direita curva inf curva sup sup inf sup sup = =4 = 2 + 13 =0 = 10 3 =1 =4 =4 = 16 =0 = 10 130 2 = 2 + 13 plano .5.= = = = Como a superf´ ´ sim´trica em rela¸˜o ao eixo podemos escrever ıcie e e ca R 5 R +4 2 =2 0 0 (4 + ) ³ ´ R5 3 + |0 +4 =2 0 4 3 µ ¶ 3 R5 ( +4) +4 + +4 =2 0 4 3 ³ p ´ p R5 = 2 0 8 ( + 4) + 2 ( + 4) 3 3 ³p ´3 ¢5 16 ¡ ¢3 ¡ 4 = 2[ 16 ( + 4) + 15 +4 + 4 ]|5 0 9 9 · ³ ´5 ¸ p 4 |5 = 2 15 ( + 4) 0 · ³ ´5 ³ ¡ ¢5 ´¸ p 4 4 = 2 15 (5 + 4) 4 15 ³ ¡ ¢3 h ¡ ¢3 ¡ ¢5 ¡ ¢5 ´i 4 8 4 9 + 15 9 4 + 15 4 =2 8 9 9 £ 8 ¡ 8 ¢¤ 4 4 = 2 9 (27) + 15 (243) (8) + 15 (32) 9 = 1688 15 R05 R05 R05 0 R5R R R R +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 R9 (9 (4 2 5 |9 5 2 2 2 (5 + ) )) = 112 53 Exemplo 4. + 4 = 0.4 =1 .

4: proje¸˜o no plano xy ca logo a massa ´ dada por e = = Z 1 3 1 + 2 =16 =4 2 Z 2 +13 =4 Z =10 + =0 Z 4Z 1 Z =10 =0 4. Sejam cont´ ınuas de que [ 1 2 ]. Seja contituido por todos os pontos cujas coordenadas cil´ ındricas satisfa¸am as condi¸˜es c co 0 1 ( ) 2 ( )e ( ).4. 0 e 1 tais que 0 1 1 2 0 2 e suponhamos que ( 2 1 e ) 2 s˜o fun¸˜es a co tais ) seja o s´lido o ( tais que 0 Sejam ( ( ) com ) ( ( ) seja verdadeiro para todos os valores [ 2] )e ( ) fun¸˜es cont´ co ınuas tais que 1 verdadeiro para todo valor de 1. Integrais triplas em coordenadas cil´ ındricas Uma integral tripla pode ser convertida em coordenadas cil´ ındricas seguindo o processo descrito a seguir. e todo 1 ( ) ( ).y 20 10 -4 -2 -10 2 4 x Figura 4. Ent˜o temos a tabela de limites a Tabela de limites Curvas Arco inferior Arco superior Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie E a integral tripla Z Z equa¸˜es co 1 2 1 2 ( ) ( ) ( ) ) = = ( Z 2( ) ( ( ) ) ( 131 ) 1( ) .

0 0.0 proje¸˜o no plano xy ca 132 .6.0 -0.5 0. e lateralmente pelo cilindro 2 =0.Figura 4.5: ´ escrita em coordenadas cil´ e ındricas como segue Z Z 2 2 2( ) 1( ) Z ( ( ) ) ( ) = Z 2 1 Z 2( ) 1( ) Z ( ( ) ) ( ) Exemplo 4.5 x 1. Solu¸˜o: Graficamente temos o seguinte s´lido (ver figura 4.0 0.5 1.5 -1. Determinar o volume do s´lido delimitado superiormente pelo parabol´ide o o + + 2 2 +1 = 0 inferiormente pelo plano = 0 .0 1.6) ca o A proje¸˜o no plano ca ´ a circunferˆncia e e 2 + 2 2 = 0 que ´ a circune ferˆncia e 2 +( 1)2 = 1(ver figura ??) y 2.

cil´ ındricas Curvas Curva a esquerda ` Curva a direita ` Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie equa¸˜es co = =1 = = =0 2 2 Tabela de limites Curvas Arco inferior Arco superior equa¸˜es co 1 2 1 2 1 1 1 2 2 =0 = ( )=0 ( )=2 2 +1 +1 Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie =0 = +1 Superf´ superior ıcie = + +1 Superf´ superior ıcie logo o Volume em coordenadas cil´ ındricas ´ dado por: e = Z Z Z Z Z Z 2 0 0 Z 1+ 2 0 2 = 0 0 |1+ 0 2 2 = (1 + 133 2 ) 0 0 . podemos observar que em coordenadas cilindricas ´ muito e mais f´cil resolver esse problema a Tabela de limites em coordenadas retangulares em coord.6: O s´lido est´ limitado inferiormente pelo plano o a parabol´ide o = 2 = 0 e superiormente pelo + 2 +1 Fazendo a tabela.Figura 4.

7. cil´ ındricas Curvas equa¸˜es co Arco inferior Arco superior Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie 1 2 1 2 =0 =2 =0 =2 2 =0 =4 cos2 134 . Represente graficamente o s´lido cujo volume ´ dado pela integral: o e Z 2 0 Z 2Z 0 4 2 cos2 0 Tabela de limites em coord.= Z 0 Z 2 ( + 2 4 3 ) 0 = Z Z ( 0 2 2 + 4 |2 0 ) = Z (2 +4 1 4 ) 0 = Z (1 cos 2 ) + 4( 0 cos 2 2 )) 2 = Z (1 cos 2 + 1 2 cos 2 + cos2 2 ) Z 0 = (1 cos 2 + 1 3 2 2 2 cos 2 ) Z + cos2 2 ) 0 0 =2 |0 + 0 1 + cos 4 2 4 8 |0 ) =2 +( + 2 =2 + Logo o volume desse s´lido ´ o e = 5 2 2 = 5 2 Exemplo 4.

7 o Figura 4. cilindricas 135 .Considerando os arcos inferior e superior conclu´ ımos que a base do s´lido o est´ projetada sobre todos os quadrantes.8. Vamos estudar a tabela de limites ca e o Tabela de limites em coord. temos o s´lido. portanto. primeiro devemos identificar a repreca a senta¸˜o geom´trica do s´lido. conforme ilustra a figura 4. Escreva em Z 2 coordenadas Z 2 cos retangulares a integral 0 0 Z 9 2 2 0 Solu¸˜o: Para melhor compreens˜o. lateralmente temos um cilindro centrado na origem + 2 = 4 Inferiormente temos 2 = 0 e superiormente o cilindro parab´lico o (observe que cos2 = 2 ) Portanto. pois temos 0 a 2 2 Como o 0 =4 2 2 o raio varia fixamente.7: volume delimitado Exemplo 4.

Agora vamos escrever = cos . Como = ( )= 136 p 2 + 2 . de modo em coordenadas retangulares. em coordenadas retangulares ´ dada por: e Tabela de limites em coordenadas retangulares Curvas equa¸˜es co Curva a esquerda ` Curva a direita ` Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie =0 =2 =0 = =0 =9 ( 2 1)2 + 2 = 1. = 2 cos =2 2 donde vem ou ou =2 2 ³ ´ =2 2 =0 2 2 2 + 2 + ( 1)2 + =1 Vemos que em coordenadas retangulares a proje¸˜o do s´lido sobre o plano ca o ´ delimitada pela circunferˆncia de equa¸˜o ( e e ca de limites. Sabemos que = 2 + 2 . Desse modo. Assim. e que 2 2 . a tabela 2 2 + 2 ) 2 Tamb´m devemos escrever de forma adequada a express˜o e a = temos 2 .Curvas Arco inferior Arco superior Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie equa¸˜es co 1 2 1 2 =0 = 2 =0 = 2 cos 2 =0 =9 Considerando os arcos inferior e superior conclu´ ımos que a base do s´lido o est´ projetada sobre o primeiro quadrante. pois temos 0 a a curva = 2 cos que cos = .

a integral Z ser´ dada por: a Z 2 2 0 Z 2 cos 0 Z 9 2 2 0 0 Z 2 cos 0 Z 9 2 2 = 0 Z 2Z 0 2 2 0 Z 9 2 2 0 p 2 + 2 4.8: coordenadas esf´ricas e Suponhamos que o s´lido o denadas esf´ricas ( e ) tais que 137 seja constituido por todos os pontos cujas coor- .8) Sejam 0 1 0 1 0 e 1 tais que 0 1 0 2 e0 0 1. Integrais Triplas em Coordenadas Esf´ricas e As integrais triplas podem ser convertidas para coordenadas esf´ricas de acordo com o e processo descrito a seguir (veja a figura 4.5. Figura 4.Assim.

¯ o ¯ ´ a E f´cil ver que ¯ Como e ¯ ¯ ´ a varia¸˜o do raio e ca ¯ =¯ ¯¯ ¯¯ ¯¯ ¯¯ ¯ ¯ entre os pontos ¯ ¯ ¯=¯ ¯ ¯= e e. = ( ). podemos observar um paralelep´ e ıpedo infinitesimal curvil´ ıneo com ¯ ¯ ¯ ¯ ¯ ¯ ¯e¯ ¯ cujo volume aproximado ´ e dimens˜es ¯ ¯. ¯ pertencem ao c´ ırculo de raio ¯ segue que ¯ Como e pertencem ao c´ ırculo de raio ¯ a do trˆngulo b e b = obtemos e. ¯ ¯= = ¯ =¯ ( 2 ¯¯ ¯¯ )( ¯¯ ¯¯ ¯ ¯ ) 138 . desse modo obtemos ¯ ¯ ¯ ¯ ¯=¯ ¯ ¯ ¯ ¯ = ¯ ¯ ¯ em que ¯ ¯ ¯ ´ lado oposto e Portanto. = cos e 2 = 2 + 2 + 2 .0 1 0 1 0 1 Lembrando que o ponto ( ) em que = cos . em coordenadas esf´ricas ´ dado por e e . portanto e o arco d ¯ ¯ ca subentende um angulo correspondente a varia¸˜o de ˆ ¯ ¯ ¯ ¯= ¯ ¯= . Considerando os acr´scimos atribuidos a cada vari´vel obtemos os pontos: e a ( ( ( ( + + + + ) ) ) ) Tamb´m.

por- 2 ( ) uma fun¸˜o definida em todos os pontos do s´lido ca o ( e cada ( Z 4 ) pode ser escrito em coordenadas esf´ricas e Z Z Z Z ). Seja ponto escrever Z raio ´ e 1 = e. 2 = +3 2 e 2 + 2 + 2 = 4 nos pontos em que ´ positivo.Lembrando que em coordenadas retangulares tem-se tanto. que o volume de uma esfera de e = 3 3 Vamos utilizar uma esfera centrada na origem de raio Portanto. a equa¸˜o ca superior e a equa¸˜o ca 2 2 = 2 + 2 =3 2 +3 2 representa o cone + 2 + 2 = 4 representa a esfera. Escreva em coordenadas retangulares e ap´s use coordenadas esf´ricas ca o e para determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 3 2 2 R2 R R 0 0 2 0 sin = 4 3 3 = 2 + 2 .1.9. e 2 Solu¸˜o: Primeiro vamos interpretar cada superf´ ca ıcie. usando coordenadas esf´ricas. a proje¸˜o no plano ca o0 2 eo 0 ´ uma circunferˆncia e e 2 : + 2 2 + = 2 2 + 2 = 2 e portanto 4 -4 2 -2 z 0 0 -2 -2 0 2 -4 2 4 4 x -4 y = Exercise ¸˜o. Mostre. Ent˜o podemos a 1 1 2 2 2 ( 0 ) = ( 1 ) 2 0 0 1 1 Exemplo 4. A equa¸˜o ca representa o cone inferior na figura abaixo. O problema pede para 139 . a equivalˆncia e = .

Veja a figura 4. Vamos determinar as curvas de interse¸˜o e projetadas sobre o plano . 2 2 + 2+ 2=4 + 2+ 2=4 em ambos os casos. substituindo 2 2 da primeira equa¸˜o na segunda equa¸˜o ca ca 2 + 2 2 2 2 + +2 + 2 + 2 2 =4 + 4 2 +3 2 2 2 +3 2 2 =4 =4 +4 + 2 =4 2 =2 =1 O volume do s´lido ser´ dado pela diferen¸a entre o volume do s´lido delimo a c o itado pela esfera pela esfera 2 2 2 + + 2 2 + 2 = 4 e o cone 2 2 = 2 + 2 e o volume do s´lido delimitado o = e o cone =3 2 + 3 2 .equa¸˜es co Curva a esquerda ` Curva a direita ` Curva inferior Curva superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie = = = = = = 2 p 2 2 2 2 2 dois .Figura 4. As tabelas de limtes s˜o: a Tabela de limites para os s´lidos o Curvas um .9 no o primeiro octante.9: volume delimitado determinar o volume do s´lido dentro da esfera entre os dois cones. ca ( ( 2 2 2 = + 2 =3 2+3 2 Resolvemos os sistemas de equa¸˜es co e temos.equa¸˜es co = =1 = 1 p = 3 p = 4 = 1 2 2 2 2 1 p 4 + ( 2 2 +3 ( 2 2 + 2) + 2) 140 .

3 . a tabela de limites do s´lido em coordenadas esf´ricas ´ dada por: o e e Tabela de limites em coordenadas esf´ricas e Curvas equa¸˜es co Arco Arco Arco Arco inferior superior inferior superior 1 2 1 2 1 2 =0 =2 = = 6 4 Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie =0 =2 Assim.Portanto. ent˜o. segue que a Portanto. = 6. o volume ser´ dado por a Z 2 2 = Z 2 2 2 2 Z 4 ( 2+ 2 2+ 2) Z 1 1 Z 1 1 2 2 Z 4 ( 3 2+ 2) 2 +3 2 Como podemos perceber a resolu¸˜o da integral ´ trabalhosa. o volume ser´ dado por a Z 2 Z Z 4 = 0 6 2 2 0 = Z =2 =0 Z =4 =6 =4 =6 3 3 |2 0 = Z = =2 =0 Z =2 8 3 Z =0 8 cos | 4 6 3 2 3 + 2 2 141 ! = Z =0 =2 8 3 à . isto ´ e e assim. Vamos determinar a varia¸˜o ca = 2 2 + 2 2 intercepta o plano = 4 na da reta na da reta = = . tamb´m tem-se e intercepta o plano = 3 . O cone de equa¸˜o ca = 4 . Vamos escrevˆca e e la em coordenadas esf´ricas. e ´ E facil ver que o arco do arco . Sendo o coefiente angular dessa reta =3 Sendo o coeficiente angular dessa reta = 1 segue que +3 = 3. J´ o cone de equa¸˜o a ca 2 2 varia de zero a 2 .

a Em ambos os casos. = 3 e e ( 2 Do coeficiente angular mente. Escreva em coordenadas retangulares a integral 4 Z 2 4 ³ 3 3 Z 4 0 2 Solu¸˜o: O s´ ca ımbolo primeiro quadrante. = 2 3 obtemos as retas +3 ( 2 2 = quais pertencem a interse¸˜o do cone ca =3 com os planos 2 .8 = 3 à 2 3 + 2 2 ! ´ 2 |2 0 = Exemplo 4. substituindo a segunda equa¸˜o na primeira temos ca 2 2 4 2 Resolvendo os sistemas de equa¸˜es co + 2 + 2 2 = 16 2 e + 2 2 = 16 2 + + + + 2 2 4 + + 2 2 2 = 16 + 2 2 + 2 2 + 2 2 = 16 2 3 3 = 16 3 2 +3 2 + + 2 = 16 3 2 3 2 = 16 + =4 2 = 12 2 donde = 4 donde = 12 A integral 4 Z 2 0 Z 3 6 Z 4 0 142 .10. respectivamente. O s´ ımbolo R 3 6 R Z 3 6 0 0 significa que a regi˜o de integra¸˜o est´ situada no a ca a indica que o s´lido de integra¸˜o ´ delimitado pelos raios cujas o ca e retas tem coeficientes angulares 6 = 33 e 3 = 3. ou seja 2 + 2 + 2 = 16. respectiva+ 2 2 = 3 + 3 =3 +3 obtemos as curvas que delimitam a regi˜o de integra¸˜o para o c´lculo da integral relaa ca a tiva a parte da esfera que est´ localizada dentro de cada um dos cones. Do coeficiente angular pertencem a interse¸˜o do cone ca 2 6 = 2 3 3 obtemos as retas 2 = e 3 3 e = 3 3 as quais 3 as = 3 3 + 3 com os planos 2 . R4 E o s´ ımbolo 0 indica que o s´lido ´ tamb´m delimitado pela esfera de raio o e e = 4.

a tabela de limites para os s´lidos de integra¸˜o o ca ´ dada por e limites Curva a esquerda Curva a direita Curva a inferior Curva a superior Superf´ inferior ıcie Superf´ superior ıcie Tamb´m. Como a integral est´ multiplicada por quatro significa que devemos a considerar os quatro quadrantes. sabemos que e temos s´lido I o = = = = = = 12 12 12 12 q 2 s´lido II o = =2 2 2 2 4 2 = = = p 16 p 3 + 2 3 ( + 2 + + 2) 2 2 2 e 2 4 p = 3 2+3 2 p = 16 ( 2 + 2) = 2 . Como devemos fazer a equivalˆncia como segue: e µ ¶ = 2 = 2 = =p 2 + 2 + 2 Agora podemos escrever a integral Z = Z = Z 2 3 =4 =0 =6 =4 =0 ´ escrita em coordenadas retangulares como segue: e Z 12 12 = Z 12 12 2 2 Z 16 ( 2 2 + 3 3 2+ 2) p 2 + 2 + 2 Z 2 2 Z 4 4 2 2 Z 16 ( 3 2+ 2) 2 +3 2 p 2 + 2 + 2 143 . Assim.´ dada pela diferen¸a entre a integral calculada sobre o s´lido delimitado pelas superf´ e c o ıcies 2 + 2 2 + 2 2 = 16 e 2 2 = 2 3 + 2 3 e o s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 + 2 + 2 = 16 e =3 + 3 .

6. =1e = 2 Resp= 14 3 =4 =0 2. Observa¸˜o 9. represent´-los na o ca a Integral. e a a • Entregar uma c´pia de todos os exerc´ o ıcios resolvidos. O n˜o cumprimento de um dos itens acima acarreta a perda de um ca a ponto e o n˜o cumprimento de dois dos itens acarretar´ a perda dos dois pontos. a a 1.4. Calcular o volume do tetraedro delimitado pelos planos coordenados e pelo plano + 2 + = 4 Resp= 64 3 4. =1 2 e 2 + =1e = 0. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies p 2 2 . delimitado por o = 0. 6. fazer a tabela. 1123 = 16 16 144 . no primeiro octante. Exerc´ ıcios Referente ao Trabalho Trabalho valendo at´ 2 pontos na nota da terceira prova . = 0. delimitado por o = 2 + =2e + 2 Resp= 8 3 7. 2 + 2 = 2 2 + 2 + . Resp. no primeiro octante. Resp. Para fazer jus aos dois pontos e devem ser cumpridas as seguintes condi¸˜es: co • Em cada problema construir um artefato que represente geometricamente o s´lido o sobre o qual ser´ determinada a integral. = 1 4 + 1 2 e =0 Resp= 15 4 3. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies = 0. • Apresentar a turma a tabela de limites e a representa¸˜o da integral usando car` ca tazes e/ou transparˆncias (n˜o ser´ permitido o uso do quadro para esse fim). = 0. • Apresentar a turma o artefato que representa o s´lido descrito pelas superf´ ` o ıcies. a • Encontrar os limites do s´lido de integra¸˜o. Calcular o volume do s´lido . Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies = 2 . = 0 Resp=4 =4 2 = . =0 =1 = 1. 16 15 5. Calcular o volume do s´lido. Calcular o volume do s´lido delimitado superiomente por o = 2.

Calcular o volume do s´lido delimitado por o 18. Determine o volume da por¸˜o da esfera ca cilindro 2 + 2 + 2 = 42 que est´ dentro do a + 2 = 4 Resp= 128 3 = 2 14. Determine o volume que est´ dentro do cilindro a e abaixo do cone 2 + 2 = 1 acima do plano =0 =4 2 +4 2 2 2 22. = 2 15. Determinar o volume do s´lido.Resp.6 6 . delimitado por o 2 + 2 =1e + 2 = 1. Determine o volume delimitado pelas superf´cies ı resp= 8 3 + 2 =4e4 2 +4 2 + 2 = 64 (64 24 3) = 4 cos . superiormente pelo plano =1 Resp= 1 4 = e lateralmente pleo cilindro 2 = e pelo plano 12. Encontre o volume acima do plano pelo cilindro 2 +4 2 e +4 2 = 4 Resp=4 = 2 20. limitado pelo parabol´ide o = 2 19. =0e 16. no primeiro octante. Resp. Determine o volume do s´lido do primeiro octante. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 + 2 + = 12 e 3 2 +5 2 = 0. Resp. no primeiro octante. limitado inferiormente pelo o plano .8. Determinar o volume do s´lido limitado acima pelo cilindro = 4 o pelo cilindro 2 2 lateralmente + 2 = 4 e inferiormente por = 0 Resp=12 2 9. Calcular o volume do s´lido. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 = 16 2 resp= 32 =4 2 2 17. Encontre o volume delimitado por nos pontos em que 0 2 + 2+ 2 =4 2 2 2 =0e 2 3 3 =0 145 . delimitado por o e + = 2 Resp= 31 60 2 . Determine o volume de = . =0e = 1 resp= 2 4 5 21. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies =4 2 e =3 2 + 2 . 4 2 13. Calcular o volume interno a esfera 2 2 + 2 e =8 4 2 2 + + 2 = 4 e externo ao parabol´ide o + 2 =3 . 11. 2 3 10.

146 . Determine o volume do s´lido delimitado pelas superf´cies o ı =0e + = 9 Resp= 320 3 = 2 . = 8 2 .23.

Calcular = 0. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies + + = 1. = 2 4. = = 0. Resp: 32 3 9 10. Calcule 1 2+ 2 . Encontrar a area da por¸˜o da esfera ´ ca parabol´ide o = 2 2 + . Resposta 4 2 . sendo a regi˜o triangular de v´rtices (0 0) (1 1) e a e . est´ sobre a superf´ de um cil´ a ıcie ındro reto cuja base tem raio igual a 2 . = 0. Resp 144 15 9. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 ( 2 + 2 )+ 2 2 = 2 2 e 2 + 2 = . Calcule a . Resposta 2 6. Resp 4 (8 2 7) . sendo T a regi˜o do espa¸o delimitada pelos planos a c =4 2 + = 5 e pelo cilindro parab´lico o . sendo D a regi˜o do semiplano a =1 > 0 interna a cardi´ide ` o = 1 = cos e externa a circunferˆncia ` e 3. O centro de uma esfera de raio da esfera.4. 2 + 2 =2 que fica no interior do + 2 .( + 3 ) (2 0) resp 2 RR 2. Resp 2 2 (3 9 4) . Resp 6 . Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies = 0. =4+ 147 .7. = 0. Encontre a area da superf´ cil´ ´ ıcie ındrica que fica no interior 5. 1) . Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 + 2 + 2 = 0. Determinar a ´rea delimitada pelas curvas a 2 2 ( 2 + )2 = 2 2 2 2 2 . 7. 2 = 2 + 2 e 2 + 2 =2 . =0e = 0. Exerc´ ıcios Gerais RR 1. 3 8. 11. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 + 2 + 2 =8e RRR ( 2 + 2 = 2 .

Resp 16 3 . . Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies = 4 cos . 02 3 0 4 1. 148 . R 2 R3R 6 2 2 2 2 . Resp 3 2 . 15.12. 3 13. Resp [( 17)3 6 1] acima do plano . =0e 2 = 16 2 . = 4 2 2 14. Determinar o volume do s´lido delimitado pelas superf´ o ıcies 2 + 2 = 2 e 2 + 2 = 2 . p 9 0 0 2 R R R3p 2. . Encontrar a area da superf´ do parabol´ide ´ ıcie o = 0. Nos itens abaixo escreva em coordenadas retangulares as integrais. 0 2 02 0 9 R R R4p 3.

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