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LAJOLO, Marisa DO MUNDO DA LEITURA PARA A LEITURA DO MUNDO

LAJOLO, Marisa DO MUNDO DA LEITURA PARA A LEITURA DO MUNDO

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DO MUNDO DA LEITURA PARA A LEITURA DO MUNDO

(Marisa Lajolo) "Do mundo da Leitura para a Leitura do Mundo" é uma obra composta por dois títulos. O primeiro, "No Mundo da Leitura", é comporto por sete capítulos. O segundo, "Leituras do Mundo", por quatro. Cada capítulo é um ensaio específico que só guarda relação com os demais em razão do tema do livro:- leitura, livro didático e Escola. Outro elemento que unifica os capítulos é a linguagem expressiva (quase literária) e a constante citação de poetas e escritores para a justificação das posições teóricas adotadas pela autora. É assim que ele estreita as relações entre ciência e arte como que querendo provar que a leitura situa-se na confluência do sério e lúdico. Fruição e aprendizado, a leitura depende tanto do conhecimento de mundo do leitor quanto da capacidade do escritor de seduzi-lo. A primeira grande questão colocada pela obra é a semelhança nas práticas dos professores que tem e não tem sucesso no desenvolvimento do hábito de ler nos alunos. Ambos constrangem os alunos a lerem. A leitura, assim, torna-se um fardo e, mesmo quando se acostuma a ler, o aluno encara esta atividade como um fardo e não desfruta o prazer que poderia resultar de seu ato. Entre a leitura obrigatória e a facultativa, a autora opta pela última. Segundo ela, o aluno deve ter o direito de escolher o que ler e de desistir se o livro não agradar-lhe. A seguir, Lajolo serve-se de alguns fragmentos para ilustrar a história das relações entre literatura infantil e a Escola. Os fragmentos selecionados provam que o ensino de língua materna e de literatura é precário há muito tempo. Assim, em parte fica prejudicada a conclusão da autora de que as crenças atuais decorrem da vulgarização de uma autêntica vontade democrática. Afinal, o problema tem raízes históricas e nunca deixou de existir, quer o Brasil estivesse passando por um período democrático quer estivesse sob uma ditadura. O fragmento de carta do autor português reproduzida no livro não foi explorado adequadamente. Com efeito, desconsiderando-se a qualidade da cartilha mencionada, o texto evidencia um critério pouco convencional e nada pedagógico para a edição e utilização de material didático. O autor não apela para a criteriosa análise do seu material, mas para a amizade lhe dedicada pelo destinatário da missiva "... e sendo tu o que és na repartição da Instrução Pública dessa província e meu amigo..." (grifos nossos). Ainda nesse capítulo, em apenas três parágrafos a autora emprega o vocábulo "deve" seis vezes ao definir o papel do professor de língua e literatura. Vimos que para ela o aluno "pode" escolher o que e até quando ler. Assim, a autora trata a questão de uma maneira ambígua. Parece que Lajolo esqueceu-se que o professor aprende dando aula, lendo, se reciclando, etc. Se ele for coagido a fazer isto ou aquilo continuará achando válido obrigar seus alunos a ler (algo inadequado). Depois de definir autoritariamente o papel do professor, a autora retoma a questão da literatura infantil. No texto "A leitura literária na Escola" ela afirma que os editores chamam para si a competência para indicar que tipo de texto literário deve ser utilizado pelo professor. Fica parecendo que o professor pode escolher seguir a orientação das editoras ou a dela no sentido de que eles mesmos chamar para si esta responsabilidade, que teriam liberdade de escolha. Liberdade? Como, se não definiram as opções? Deve-se desconfiar daqueles que tentam nos convencer de que a liberdade resume-se a optar entre dois termos. Eles suprimem a liberdade de escolha dos termos, que podem muito bem ser outros e diferentes dos propostos. No capítulo seguinte, Marisa afirma que devemos considerar infância, adolescência ou juventude como construções sociais. Desconsidera a autora que mesmo a ciência está fadada a reproduzir erros como se fossem acertos. O fato do conceito de infância e adolescência como construção social funcionar não quer dizer que ele seja verdadeiro. Só que ele funciona segundo os pressupostos teóricos que embasaram sua elaboração teórica. O sistema geocêntrico também funciona, desde que admitamos que a terra está no centro no universo. Mas isso não quer dizer que ele seja considerado verdadeiro após as observações de Galileu Galilei. Ao tratar dos catálogos de livros juvenis, a autora esbarra num iceberg:- a oposição entre o "discurso de autoridade" e a "autoridade do discurso". No entanto, a autora passou pela montanha de gelo e não percebeu que a maior parte dela estava debaixo da água. Com efeito, as editoras publicam livros, logo pode-se concluir que entendem do seu produto melhor que os consumidores (alunos e professores) e podem definir os critérios de sua utilização. No extremo oposto, só a autoridade do discurso de um leitor privilegiado pode desvelar a qualidade do livro e a adequação do critério estabelecido pela editora para sua circulação. Nesta disputa, a "autoridade do discurso" está sempre em desvantagem, pois é necessário que o livro entre em circulação para que ele seja avaliado. Também não ocorreu a Lajolo que o livro adquire diversas caracterizações segundo o enfoque. Para o editor ele é apenas uma mercadoria a ser vendida e sua qualidade depende de sua capacidade de entrar em circulação. Para o educador, o livro é um suporte de conhecimentos que auxiliam o processo educativo, sua qualidade depende da linguagem e conteúdo da obra. No capítulo seguinte, "Os leitores, esses temíveis desconhecidos", a autora levanta importantes questionamentos sobre o texto e sua chave. Não lhe ocorreu, entretanto, que a chave depende da leitura que se faça do texto, do conhecimento prévio do leitor, de sua experiência de leitura. Da maneira que colocou a questão, Lajolo supõe uma

como a de Machado de Assis. não procurou conhecer sua clientela tomando-a como massa informe que deveria ser apenas modelada. Sem querer a autora defendeu a publicação de textos de péssima qualidade ou qualidade duvidosa que atacou anteriormente. portanto. Por isso não participamos mais da mesma esfera cultural que a dele ou que a de Lobato que o considerava senhor de uma linguagem simplificada.. A nota de rodapé informa que o livro de onde foi retirado o fragmento é de 1º grau e a análise de Lajolo é digna de um aluno de graduação ou pós-graduação em Literatura. Este comentário data da primeira metade do século XX e poderia até ser considerado verdadeiro à época..a quem se atribui a autoria da máxima "Discordo de suas palavras mas defendo seu direito de dizê-las. etc. 46/48). aquela que verificará se ele trouxe ou não sua chave. De certa maneira Machado também se tornou um clássico. Preconceito? No capítulo seguinte. se convencer o público. Lajolo se esquece de mencionar que a reforma Pombalina não mudou a tradição autoritária do ensino patrocinado pelos jesuítas. mas certamente colide com a defesa que fez da leitura polissêmica no começo do livro. Assim. a autora não se deteve sobre este ponto. ele esbarra na maior simplificação da língua portuguesa. 50/51). duas modalidades discursivos conhecidas pelos gregos. para o leitor médio. A língua portuguesa e a sociedade brasileira mudaram muito desde o final do século passado. enquanto o segundo ataca a superficialidade do parnasianismo. a linguagem de Machado de Assis é muito elaborada e cheia de arcaísmos. não visa o convencimento. A questão então é saber qual seria este critério. Tereza Lajolo não deu a devida importância ao poema de Patativa do Assaré.não soube respeitar o princípio da não contradição aristotélico. ainda tratando do livro infantil. cita e critica o material didático (p. se todo texto defende algo. No capítulo seguinte. Ao identificar estes dois tipos de discurso. Todavia. Ao tratar da proscrição dos livros jesuíticos. referido poema ironiza profundamente a incapacidade do Brasil de educar suas crianças quer pelo conteúdo (o eu lírico revela que foi obrigado a abandonar a escola) quer pela forma (reprodução da oralidade na escrita). elas é que consideram o texto uma mercadoria que só merece circulação se for rentável. os críticos partem de pressupostos estéticos diferentes. Se as concepções estéticas. a autora cita Lobato que afirma "Hoje usamos a linguagem mais simplificada possível. com a filosofia. É posta em evidência ". Se deve partir de um . podemos concluir que o material didático deve atender um critério menos volátil que o estético. Assim. objetivos e clientela da disciplina de Língua Portuguesa. inclusive as injustas." Só que o texto não aponta caminhos para a solução do problema. Lajolo admite que é uma leitora privilegiada. 49/50) e só depois de ter enterrado a proposta do livro completa sua análise (p. segue-se que todos são indispensáveis.. tem por finalidade o convencimento.leitura unívoca do texto. segue-se que a noção do que deve ser considerado material adequado para o ensino também se modificará constantemente. A Igreja tinha seu próprio Index Librorum Proibitorum e o Marques de Pombal apenas criou outro. em que os livros elementares são abertamente criticados." . portanto. É inadequada a comparação entre sua análise crítica especializada e a sugerida pelo material didático que ela cita e procura demonstrar ser inadequado. é questionável a afirmação da autora. mas não se pode dizer que partilhe da mesma cultura que o Bruxo do Cosmo Velho. o desencontro entre métodos. Ao ler Machado de Assis penetramos na sua esfera cultural e ao fazê-lo sempre temos por referencial a nossa. A propósito da leitura dos clássicos. Note-se que a autora faz sua análise do poema (p. em cujos domínios se inserem o discurso político e jurídico.que deveria recuperar o trabalho com o texto transformou-se em mais uma carga de conhecimentos abstratos a ser carregada pelo aluno. Cita o Ateneu de Raul Pompéia. os alunos que antes não tinham acesso a livros leigos considerados perigosos ficaram sem ter acesso às boas obras escritas por clérigos. E isso mesmo que a defesa seja inadequada e precária. Nem que o leitor tivesse a mesma história de leitura que o escritor ela seria verdadeira. Na construção do texto Lajolo emprega uma técnica tão apurada que certamente até o leitor menos experiente é capaz de perceber o exagero de sua crítica ao livro. Ao tratar especificamente das relações entre o livro didático e o ensino. O ensino de língua materna continua sendo confundido com o de gramática e a lingüística . Atualmente. pois todas as causas são justas. a autora enfatiza como a história revela a inadequação desta parceria no Brasil. que é nosso grande mestre". Seu conteúdo e forma é determinado. 46/48). Ficamos sem saber se o livro didático deve doutrinar ou formar o jovem. Influenciada por Voltaire . Mais adiante.). O texto é profundo. De certa maneira. Sua posição é defensável. metrificação. O livro infantil escrito pelo poeta parnasiano propunha-se a formar o educando segundo um modelo de excelência de conduta moral. O "elogio". leitor e o texto precisão participar de uma mesma esfera de cultura. Apesar da requintada análise do poema de Cecília Meireles (p. que estão sujeitas à constante modificação. pela necessidade importa pela platéia a que se destina. distinção entre a "apologia" e o "elogio". Ela não faz. Como a educação não deve ficar ao sabor dos modismos. isto não lhe dá o direito de exigir que o professor e o aluno tenham tanta proficiência. bom e justo. Bilac não partiu da realidade. dado o abismo que existe entre o Brasil de hoje e o de ontem. a autora afirma que todo texto tem intenção de convencer o leitor. A autora afirma que o ". O primeiro defende as idéias parnasianas (rigor formal. Ainda no ensaio "Poesia uma vítima frágil da escola". ao contrário. Portanto. A propósito. Lajolo não faz distinção entre a crítica de Bilac e a de Alceu Amoroso. Afinal. Contudo. é analisada a obra de Olavo Bilac. mas a expressão do belo. mas deixa de lado uma questão crucial. Lajolo colocou-se a serviço das editoras. A "apologia". influenciarem a educação.. O "elogio" é determinado apenas pela consciência do autor e sua capacidade de expressar seus ideais. Certamente foi privilegiadissíma a leitura que fez do poema de Cecília Meireles. Mas nos dias de hoje. portanto. Se identifica." É claro que o leitor deste final de século pode entender os textos de Machado de Assis.

livros como "As aventuras de Ngunga" empobrecem a leitura. Note-se que Lajolo considera verdadeiro o argumento do autor. O que é inadequada é a leitura sem a supervisão de um leitor privilegiado. No extremo oposto." Perfeito. a leitura dos clássicos não é e não pode ser considerada inadequada. pressentes nos livros didáticos daqueles disciplinas. Lajolo tem o mérito de colocar o leitor brasileiro face a face com a literatura africana. não pode esperar o mesmo de seu leitor. Ela afirma que "A precariedade da situação que essa pobreza de repertório indica é grave. Em um dos fragmentos citados. A adaptação dos clássicos sugere uma questão não discutida pelo livro:. Por isso. Logo de cara ficamos sabendo que o criador do Visconde de Sabugosa sempre teve como objetivo ganhar dinheiro no gênero paradidático. Logo. por via obliqua. mas algumas vezes não soube explorar todas suas possibilidades. Assim. o professor deve iniciar o aluno na leitura. Sobre a leitura na escola. a autora utiliza toda sua perícia de leitora para demonstrar como Machado era um leitor privilegiado. Foi Lobato que. livros considerados de qualidade inferior (e que às vezes podem ter virtudes não percebidos pelos críticos) deveriam ser excluídos de circulação. Mas para que sua tese surtisse efeito. A leitura depende do conhecimento de mundo. Para Lajolo. Na verdade. Mesmo admitindo-se que a ficha sugere uma leitura unívoca (algo inadequado). Assim. Mas ao contrário dos outros autores. que esta pode ser a razão pela qual os clássicos acabam ficando "distantes" do grande público a que se destinam." Portanto. escapou-lhe que quando a literatura adquire finalidades políticas é óbvia a doutrinação do leitor. mas por outro lado adota uma perspectiva arbitrária impondo ao professor deveres. Ele seria mais coerente se justificasse não sua elaboração. o escritor providenciou a elaboração da mesma para sua obra. Entretanto. O primeiro capitulo do segundo título do livro é dedicado a Machado de Assis. suas obras deveriam ser adaptadas para se tornarem mais acessíveis aos alunos deste final do século XX início do XXI. Esta talvez seja a razão para as distorções reconhecidas pela autora. Por fim. Lobato sugere que a leitura é um processo contínuo. o qual pode ter apenas apresentado uma justificativa esfarrapada para a confecção do encarte. A obra critica a qualidade dos livros didáticos e paradidáticos. jogando com ele como se fosse o Bruxo do Cosme Velho ao escrever o conto "Miss Dolar". Como fará isso se ele mesmo não tiver sido iniciado ou sua iniciação tiver sido deficiente? Como vimos ao longo deste trabalho.o que é um clássico. Certamente leu-os na íntegra. que creditava a pobreza da oferta literária à ". A maioria dos textos que os alunos lêem na escola são de história. Lajolo valoriza . escapou à autora uma questão essencial. que serve-se de adaptações. Ao citar o depoimento de João Carlos Marinho. filosofia. Como já vimos. defende a tese de que o D. passou a adaptá-los numa linguagem mais legível. ele teria escrito livros de melhor qualidade. algo que só se adquire vivendo e lendo. Lobato tornou-se um leitor proficiente sem ter sido exposto a adaptações dos clássicos. o qual não precisa mediar o contato entre o leitor e a obra através de uma adaptação. Talvez Lobato tenha razão. como o ensino de Língua Portuguesa concentra-se nos tópicos de gramática. só que o texto de Lajolo não procura uma solução para o dilema da leitura: é a falta de gosto do leitor que justifica a escassa publicação de boas obras literárias ou é a escassa publicação delas que determina a falta de gosto do leitor? No capítulo seguinte. Projetos como o de Pepetela tendem a valorizar uma leitura unívoca. seria necessário que o sistema educacional. Sua tese ganharia corpo e o resultado é a profusão de adaptações de péssima qualidade criticada pela autora. a autora utiliza a obra de Lobato para discutir a leitura. entretanto. A autora soube levantar material qualitativa e quantitativamente adequada ao seu estudo. etc. sociologia. algo que também sufoca a leitura polissêmica. de certa maneira Lajolo sugere a ditadura da crítica. privilegiando a leitura unívoca. Portanto. devemos admitir que Machado de Assis já tornou-se um clássico porque sua linguagem do final do século XIX é difícil e cheia de arcaísmos. Assim. Escapa-lhe.modelo ideal de conduta a ser copiada pelo aluno ou se. Se considerarmos a dificuldade da linguagem como um critério a exemplo de Lobato (citado por Lajolo anteriormente). Procura ressaltar o papel da atividade docente. geografia. Dona Benta arma os leitores. que informa que os professores exigiram a ficha de leitura de seu livro. falta de gosto formado no espírito do leitor. ajudá-lo a escolher seu próprio caminho. mas sanar as dúvidas que forem surgindo.. Quixote original deve ser lido quando as personagens se tornarem leitores proficientes. estivesse organizado de forma a possibilitar a leitura dos clássicos no início da idade adulta (algo que não ocorre). A propósito de valorizar a leitura polissêmica acaba. psicologia. No último capítulo.. uma entusiasta da proposta de Lobato. seria mais adequado proporcionar aos alunos as mesmas condições que possibilitaram ao escritor tornar-se escritor. paradoxalmente considera louvável a proposta de Lobato de vulgarização dos clássicos através de adaptações. a autora passa ao largo da posição ambígua adotada pelo autor. ciências. mas sua não elaboração. acreditando na inadequação dos clássicos para o público infantil. ao tratar das relações entre literatura e política ao analisar a obra de Pepetela. segue-se que os alunos na verdade aprendem a ler nas outros disciplinas e sem a orientação de um leitor privilegiado (o professor de Língua Portuguesa). devemos considerar um fato inusitado. Será que Lajogo teria coragem de admitir esta hipótese? Somente no último capítulo do livro a autora esbarra na questão da autoridade da leitura. A exemplo do procedimento adotado em relação a Cecília Meireles. partindo de suas características e necessidades concretas. quando apenas o contato com os clássicos dariam uma maior visão de mundo ao leitor. mas. o qual certamente implicou no aumento do preço do livro e do lucro da editora. o livro de Marisa Lajolo apresenta sérios problemas. Além disso. quando surtem efeito. A autora cita Machado.

Marisa Do mundo da Leitura praa a Leitura do Mundo. . da leitura e das relações entre o livro didático e paradidático e a Educação no Brasil. quase literária. 5ª edição. ática. o livro analisado tem alguns méritos. O outro é possibilitar o amplo debate do tema a partir da história do ensino de Português. 1999. Um deles é a linguagem colorida. Apesar de tudo isso. que transforma sua leitura numa atividade agradável. quando sabe-se que a leitura é um ato solitário que. São Paulo. deve ser orientado pelo professor.demais o papel do mediador. BIBLIOGRAFIA LAJOLO. no máximo.

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